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Elenco de ‘Superman: O Legado’ surge em INCRÍVEIS cartazes inspirados em quadrinhos; Confira!

Com o elenco praticamente completo para o mais novo filme do Homem de Aço, Superman: O Legado’, teremos David Corenswet como Clark Kent/Superman, Rachel Brosnahan no papel da jornalista Lois Lane, e Nicholas Hoult como o supervilão Lex Luthor.

Além disso, incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Isabela Merced como a Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Pensando nisso, um artista do Twitter compartilhou incríves cartazes imaginando o elenco caracterizado em páginas de quadrinhos.

Confira:

“Minha jornada (por enquanto) de artes de capa retrô de ‘Superman: O Legado’. Espero que vocês esteja gostando… Qual deles é o seu favorito?”

Recentemente, o roteirista e diretor James Gunn resolveu dar as boas-vindas a  Skyler Gisondo (no papel de Jimmy Olsen) e Sara Sampaio (no papel de Eve Teschmacher).

 

Publicado por @jamesgunn
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“Depois de testar centenas de pessoas para ambos os papéis, finalmente encontramos encaixes perfeitos, tanto com Skyler Gisondo quanto com Sara Sampaio! Mal posso esperar para vocês vê-los em ação no verão de 25”, disse em seu post.

Lembrando que a adaptação chegará aos cinemas em julho de 2025.

Crítica | Ó Paí Ó 2 – Aguardada Continuação Tece um Metaverso Afrorreferenciado e Amadurece Narrativa

Não é exagero dizer que ‘Ó Paí Ó 2’ é um dos filmes mais aguardados do ano, e isso considerando, inclusive, os lançamentos internacionais. Lançado primeiramente no audiovisual em 2007, o primeiro longa desta história oriunda do teatro ganhou imediatamente o coração do público. Quinze anos se passaram desde aquela primeira história, focada nos personagens de um cortiço do Pelourinho, em Salvador, que só queriam curtir o Carnaval da Bahia, fosse trabalhando, fosse dançando. Nesses quinze anos, o público não esqueceu o filme – ao contrário, cenas e diálogos dele se mantiveram tão atuais e tão pertinentes, que vira e mexe é possível ver trechos do longa sendo compartilhados nas redes, em especial uma cena de diálogo potente entre Lázaro Ramos e Wagner Moura. Do amor público, veio ‘Ó Paí Ó 2’, que entra em cartaz nos cinemas brasileiros a partir do próximo dia 23, em celebração ao mês da cultura e da história negra no país.

Roque (Lázaro Ramos) está gravando uma música que, tem certeza, será o sucesso do próximo verão. Ao sair do estúdio, depara-se com o pessoal do cortiço mobilizado, procurando por Neuzão (Tânia Tôko). Buscando lá e cá, a encontram do outro lado da cidade, e ela confessa o problema: o seu bar, point do pessoal, fora vendido para um comerciante coreano, pois o imóvel estava cheio de dívidas. Diante do fato, Roque, Yolanda (Lyu Arisson), Reginaldo (Érico Brás), Maria (Valdineia Soriano), mãe Raimunda (Cássia Vale), Matias (Jorge Washington) e os novos moradores se juntam para criar um evento para Yemanjá, no qual desejam arrecadar o valor para saldar a dívida do bar. Enquanto isso, Dona Joana (Luciana Souza) vive atordoada após a morte de seus filhos, Cosme e Damião, e perambula pelo Pelourinho adotando jovens em situação de rua e levando-os para sua casa no cortiço.

Se no primeiro filme a vibe era muito mais festiva e alegre, com muita curtição nos dias e noites do carnaval baiano, em ‘Ó Paí Ó 2’ o tom da narrativa amadurece – e muito. Os quinze anos se passaram também para os personagens, que se veem diante de desafios diante dos quais, sozinhos, não encontram forças para lutar. Essa mudança de tom não só é importante para conferir credibilidade nos personagens, mas, acima de tudo, para passar o papo reto do longa: está na hora de falar sério sobre o cotidiano da vida dos pretos e das pretas desse país.

Dialogando com o sucesso da banda Baiana System e baseado na história e nos personagens criados pelo Bando de Teatro Olodum, o roteiro de Viviane Ferreira com Daniel Arcades, Elísio Lopes Jr. e Igor Verde, com contribuição de Rafael Primot e Luciana Souza gira o eixo do enredo para torná-lo totalmente afrocentrado e afrorreferenciado, criando (para usar as palavras do próprio filme) um metaverso preto, com o qual o público-alvo irá se identificar e sorver o conhecimento. As sabedorias de Marvin Gaye, Conceição Evaristo e outros tantos se misturam nos diálogos e favorecem, inclusive, uma atualização da clássica cena de embate do primeiro longa, anteriormente estrelado por Lázaro Ramos e Wagner Moura, e que neste ‘Ó Paí Ó 2’ se insere em outro contexto, igualmente importante, passando a visão de que ninguém mais terá nenhum direito subtraído, seja na ficção, seja na vida real. Uma importante obra, comandada pela diretora Viviane Ferreira, que é também diretora-presidente da Spcine.

Mais do que entreter, ‘Ó Paí Ó 2’ manda seu recado: é da união e do aquilombamento que as pessoas pretas vivem e resistem na sociedade. Socialmente importante e culturalmente rico, protagonizado por personagens inesquecíveis que voltam agora mais maduros e conscientes de seus próprios valores, ‘Ó Paí Ó 2’ é um axé fílmico.

3ª temporada de ‘LOL: Se Rir, Já Era’ já está disponível no Prime Video!

A terceira temporada de ‘LOL: Se Rir, Já Era‘ já está disponível no Prime Video.

A produção foi lançada hoje, 24 de novembro, na plataforma de streaming.

Nesta temporada, Fabiana Karla é a co-host ao lado do Tom Cavalcante. No elenco, Dadá Coelho, Ed Gama, Júnior Chicó, Karina Ramil, Marcio Ballas, Maíra Azevedo (Tia Má), Maria Clara Gueiros, Paulinho Serra, Rodrigo Marques e Suzy Brasil irão competir entre si para não rir e para fazer os adversários gargalharem.

Relembre o trailer:

Baseado no formato da produção japonesa Original Amazon Hitoshi Matsumoto Presents Documental, LOL: Se Rir, Já Era! reúne dez dos maiores comediantes brasileiros em uma batalha épica de seis horas em que os participantes precisam manter a seriedade, enquanto tentam fazer seus oponentes caírem no riso.

A primeira risada significa um cartão amarelo. Se rir de novo, vem a eliminação. Nesta competição insana, cada um deles trará truques, apresentações especiais e muita diversão para alcançar seu objetivo. O vencedor leva o prêmio de R$ 350 mil para doar para uma instituição beneficente de sua escolha.

Casamento Grego 3

(My Big Fat Greek Wedding 3)

 

Elenco:

Nia Vardalos
Elena Kampouris
Gia Carides
John Corbett

 

Direção: Nia Vardalos

Gênero: Comédia

Duração: 91 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia:  23 de Novembro de 2023

Sinopse: 

Em CASAMENTO GREGO 3, a família Portokalos viaja para uma reunião de família na Grécia para uma viagem emocionante e hilária, cheia de amor e reviravoltas.

Curiosidades: 

» Além de dirigir e estrelar o filme, Nia Vardalos também assina o roteiro;

» Louis Mandylor, Maria Vacratsis, Andrea Martin, Elias Kavacas, Joey Fatone e Melina Kotselou também retornam para a sequência;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Não Tem Volta

 

Elenco:

Manu Gavassi
Rafael Infante
Betty Gofman
Roberto Bomtempo

 

Direção: César Rodrigues

Gênero: Comédia

Duração: 90 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 23 de Novembro de 2023

Sinopse: 

Henrique não consegue superar a separação de Gabriela e, mesmo um ano depois, está tão devastado que é incapaz de se animar com mais nada, nem ninguém. Para acabar com o sofrimento, ele decide tirar a própria vida, mas como não tem coragem, contrata uma empresa de assassinos de aluguel que tem apenas uma única regra: Após a assinatura e o pagamento, a decisão não tem volta. Porém, após assinar o contrato, Henrique e Gabriela se cruzam ao acaso e ela descobre que quer reatar a relação. Desesperado para descobrir quem será o seu carrasco, Henrique envolve-se em uma trajetória repleta de situações tensas e mirabolantes para se salvar e, finalmente, ficar com a mulher que ama.

Crítica: 

Crítica | Não Tem Volta – Rafael Infante e Manu Gavassi em Comédia Dramática Cheia de Reviravoltas

Curiosidades: 

» Fernando Ceylão, de ‘É Fada!‘ (2016) e ‘Sorria, Você Está Sendo Filmado‘ (2014), assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Não Tem Volta – Rafael Infante e Manu Gavassi em Comédia Dramática Cheia de Reviravoltas

Um coração partido já foi tema para inúmeros filmes, músicas, séries, livros. Um coração partido também impulsionou guerras, brigas, desavenças, dissolução de empresas e casamentos. O amor, e seu eventual fim, permeia o imaginário do ser humano desde os primeiros momentos de vida, e, ao crescermos, é natural buscarmos aquela outra pessoa que nos completa, com quem gostamos de estar junto e desejamos estar para sempre… só que nem sempre a outra pessoa quer o mesmo. Mas, todo fim também é o começo de algo, e sobre esse exato momento vem o longa ‘Não Tem Volta’, nova comédia nacional que chega ao nas salas de cinema a partir de hoje em todo o Brasil.

Desde que conheceu Gabriela (Manu Gavassi) casualmente um dia, Henrique (Rafael Infante) se sente completamente apaixonado por ela. Tanto, que seu amor não cabe mais no peito e acaba extrapolando – nos ciúmes, no controle, na desconfiança, e Gabriela decide terminar tudo, deixando-o para trás. Um ano se passou, mas Henrique não conseguiu superar a perda do grande amor de sua vida. Desgostoso de tudo, ele decide que não quer mais viver nesse mudo, mas, também, não tem coragem de tirar a própria vida. É aí que entra a brilhante solução: Henrique decide contratar os serviços de uma empresa de matadores de aluguel, chamada ‘Não Tem Volta’, justamente porque uma vez feito o trato, não dá para mudar de ideia depois. Henrique entrega todo o seu dinheiro para o dono da empresa (Roberto Bomtempo), mas, para sua surpresa – boa e ruim – no dia seguinte reencontra Gabriela, que pede para reatar o namoro. E agora?

Construído no tempo padrão de uma hora e trinta de duração, ‘Não Tem Volta’ é uma história que passeia por diversos gêneros, começando pelo drama, indo para a comédia, enveredando para a ação (com comédia) e voltando ao drama no fim. Transmitindo um mote com o qual qualquer espectador pode se relacionar (afinal, quem nunca pensou naquele amor que se deixou escapar?), os gêneros múltiplos com os quais o enredo dialoga fazem com que, ao mesmo tempo, o espectador questione suas próprias reações: diante do drama vivido pelo protagonista dentro de uma situação absurda, era para estarmos rindo de determinado acontecimento?

O roteiro de Fernando Ceylão elabora diversas situações impossíveis para potencializar as enrascadas em que o protagonista se mete, de modo que a suspensão da descrença pode ter que ficar um pouco de lado em alguns momentos. Chama a atenção as escolhas do diretor César Rodrigues (responsável pela série de suspense cômico ‘Nada Suspeitos’, da Netflix) pelas locações para gravação, indo desde os bairros da Glória e da Lapa, passando por algum lugar semelhante ao Riachuelo, São Conrado e, de repente, estamos em Salvador; tal escolha ajuda a elaborar o dinamismo do gênero da ação deslocando sempre seus personagens, que transitam com um leve suspense no ar fugindo, no fim das contas, de suas próprias escolhas.

Isoladamente, tanto Rafael quanto Manu estão bem em ‘Não Tem Volta’, que pode ser resumido como uma comédia muito louca com vários cacos típicos do Porta dos Fundos e a suavidade das canções de Gavassi. Com um bocado de reviravoltas e participações especiais de Diogo Vilela e Betty Gofman, o filme arranca riso inesperado da gente e traz uma cena pós-crédito hilária. Bom entretenimento.

O Pequeno Corpo

(Piccolo Corpo)

 

Elenco:

Celeste Cescutti
Ondina Quadri
Anna Pia Bernardis

 

Direção: Laura Samani

Gênero: Drama

Duração: 89 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Novembro de 2023

Sinopse: 

Itália, 1900. Agata é uma jovem que embarca em uma jornada desesperada para chegar a um misterioso santuário para salvar a alma de sua filha da condenação eterna do Limbo.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Laura Samani também assina o roteiro ao lado de Marco Borromei e Elisa Dondi;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

De Volta à Córsega

(Le Retour)

 

Elenco:

Aïssatou Diallo Sagna
Esther Gohourou
Suzy Bemba

 

Direção: Catherine Corsini

Gênero: Drama

Duração: 110 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Novembro de 2023

Sinopse: 

Khédidja trabalha para uma rica família parisiense que a leva para cuidar de seus filhos durante um verão na Córsega. É uma oportunidade para ela voltar com suas próprias filhas adolescentes, Jessica e Farah, para a ilha que deixaram quinze anos atrás em circunstâncias trágicas. Enquanto Khédidja luta com suas lembranças, as duas garotas se entregam a todas as tentações do verão: encontros inesperados, aventuras e o primeiro amor. Tudo vai bem, até que surgem perguntas sobre o passado distante na ilha, levando as garotas a questionarem a versão da mãe sobre sua verdadeira história familiar.

Crítica: 

Crítica | De volta à Córsega – Catherine Corsini entrega filme honesto sobre descobertas da adolescência

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Catherine Corsini também assina o roteiro ao lado de Naïla Guiguet;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | De volta à Córsega – Catherine Corsini entrega filme honesto sobre descobertas da adolescência

Quase deixado de fora da disputa pela Palma de Ouro deste ano, De volta à Córsega (Le Retour/ Homecoming), de Catherine Corsini, é mais polêmico nos bastidores do que nas cenas projetadas. Acusada de assédio moral durante as filmagens, de forma anônima, a renomada diretora francesa sofreu uma investigação e foi inocentada. Assim, as controversas ocuparam muito mais o centro das atenções do que o simples drama familiar..

Logo no início do filme, Khédidja (Aïssatou Diallo Sagna) esta dentro de um carro com suas duas filhas em uma estrada sinuosa à beira de um precipício. Ao chegar em um porto, ela recebe uma ligação e a notícia aos seus ouvidos é dolorosa, seguida de lágrimas e um grito de dor. Depois de anos, Khédidja com as filhas já adolescentes retorna à Córsega, o seu lar de origem e nascimento de Farrah (Esther Gohourou) e Jessica (Suzy Bemba).

O retorno é motivado por um trabalho de babá de três crianças de uma rica família da região praiana. Assim Khédidja passa os dias cuidando dos filhos alheios, enquanto deixa as duas moças descobrirem o local e, consequentemente, a sexualidade e seus limites durante as férias de verão. 

A filha mais velha, Jessica, só pensa em começar a faculdade na Science Po, isto é, as escolas de ensino superior voltadas ao mercado de trabalho na França. Por outro lado, Farrah não idealiza muito o futuro, ela sempre aproveita uma oportunidade de burlar as regras e conduz a vida com graça e leveza. 

Com uma desenvoltura de malandra e um timing cômico, ela contrasta em todos os graus da sua irmã, vista como responsável e inteligente. Lançada no cinema a partir do polêmico filme Lindinhas (Cuties), distribuido pela Netflix no Brasil, Esther Gohourou mostra-se plena e dona dos melhores momentos da narrativa. 

Em contrapartida, o passado melodramático da mãe não é tão bem desenvolvimento quanto as descobertas de cada uma das jovens. A conexão com a matriarca é dificil principalmente pela distância da atriz com sua personagem. Revelada na obra anterior de Catherine Cosini, A Fratura (2021), pela qual ganhou um César de Melhor Atriz Coadjuvante, Aïssatou Diallo Sagna não estava de modo algum preparada para dramatização necessária deste filme. 

Em um gigante contraste com as jovens, a artista não encontra os sentimentos para equilibrar o confronto com o passado e as suas escolhas. Tal como A Fratura e Um Amor Impossível (2018), Corsini conta suas intrigas com um tom dramático agudo. De volta à Córsega tem como trunfo o protagonismo de duas jovens negras e questionadoras do seu papel na sociadade, principalmente na Córsega, ilha de domínio francês, mas com forte influência italiana, e de maioria branca. 

O romance lésbico entre Jessica e Gaïa (Lomane de Dietrich) merece destaque, no entanto, a relação parece mais condescendente do que uma paixão juvenil. Entre acerto e tropeços, tanto no elenco quanto no roteiro, De volta à Córsega é um drama bem intecionado, porém mal organizado como uma reconciliação familiar e distante pela invisibilidade da trajetória de uma mãe solo com duas meninas até ali. 

Lançado no Festival de Cannes 2023, De volta à Córsega estreia dia 23 de novembro nos cinemas brasileiros. 

‘BARBIE 2’ vai acontecer? Margot Robbie fala sobre possível sequência

Em entrevista ao AP Entertainment, Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) comentou sobre a possibilidade de uma sequência para o fenômeno ‘Barbie‘ – que acabou se tornando a maior bilheteria do ano.

A atriz confirmou que não há ideias para uma sequência, pois o live-action não foi desenvolvido com a intenção de ganhar continuidade.

“Acredito que introduzimos tudo o que queríamos neste live-action. Não construímos o filme para ser uma trilogia ou algo do tipo. A Greta [Gerwig] realmente colocou tudo o que podia neste filme, então é difícil imaginar o que poderia acontecer em uma sequência.”

Ela completa, “Eu diria que a maior lição que podemos aprender com o sucesso de ‘Barbie’ é que filmes originais pode fazer um grande sucesso. Não é necessário fazer uma sequência ou remake. O filme pode ser totalmente original.”

Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.

Com o sucesso do filme, a Mattel irá faturar mais de US$ 125 milhões. A empresa, que detém os direitos da boneca lançada no final dos anos 50, contou com uma participação significativa nos lucros da produção. O valor também engloba vendas de brinquedos e outros produtos.

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

‘Deadpool 3’: Ryan Reynolds comenta rumores sobre participação de Taylor Swift na sequência

Há algumas semanas, a cantora Taylor Swift foi vista ao lado de Ryan Reynolds e Hugh Jackman em um terminal rodoviário enquanto se dirigiam para um jogo entre o Kansas City Chiefs e o New York Jets.

Após a aparição pública do trio, os fãs logo suspeitaram que Swift pode estar envolvida com o próximo filme do Deadpool, que também conta com a participação de Jackman como Wolverine.

Como o diretor Shawn Levy também foi visto com o trio, não demorou muito para os internautas começassem a teorizar quem Swift poderia interpretar a mutante cantora Cristal/Dazzler…

Em entrevista para o Vancouver Sun, Reynolds foi questionado se a possibilidade é real, ao que ele respondeu:

“Bom, eu ouvi falar sobre isso… E eu adoro essas fofocas. Acho que é um sinal de como as pessoas estão ansiosas para dar uma espiada por trás da cortina deste universo. Cada um desses segredos e spoilers serão revelados em 26 de julho [de 2024, quando o filme estreia].”

Anteriormente, Levy conversou com The Wrap sobre a participação de Swift, mas despistou ao ser questionado se isso pode se confirmar.

“Eles com certeza são barulhentos”, disse Levy, referindo-se aos fãs de Swift. “Vou ser direto, sem comentários, porque isso é um golpe duplo. Tpda essa especulação é relacionado à Taylor, ao MCU e toda a produção. Não sou idiota… Ela está no filme? Sim? Não? Você terá que esperar para ver.”

Confira o encontro de Swift com os astros e as reações online:

Embora os detalhes da trama de ‘Deadpool 3‘ sejam mantidos em segredo, rumores sugerem que o Mercenário Tagarela causará problemas nas linhas temporais e terá que lidar com a “vigilância” da Autoridade de Variação Temporal (AVT).

O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

Karan Soni e Leslie Uggams completam o elenco como o carismático taxista Dopinder e a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

Diretor de ‘Divertida Mente 2’ dá detalhes sobre a ANSIEDADE, nova emoção presente na sequência

Com estreia marcada para 13 de junho de 2024, ‘Divertida Mente 2‘ finalmente teve seu teaser divulgado, apresentando as novas emoções de Riley agora que ela é uma adolescente.

Desta vez, ela terá que lidar personificações da Ansiedade, Vergonha, Tédio e Inveja… Emoções básicas típicas da adolescência.

E a Ansiedade ganhou bastante destaque entre o público por conta de seu visual e seu jeitinho paranoico.

Em entrevista para a Empire, o diretor Kelsey Mann revelou mais alguns detalhes sobre a já adorada personagem.

“Existem vários tipos de ansiedade ao longo da vida, mas iremos focar mais especificamente na ansiedade social, que surge quando queremos nos encaixar e fazer parte de um grupo, o que é típico da adolescência. Ela é planta em Riley aquele sentimento do tipo: ‘Seráque sou boa o suficiente?'”

Nas redes sociais, os fãs estão adorando conhecer cada uma das novas emoções.

Inclusive, alguns até se identificaram com a Ansiedade.

Confira as reações:

Legendado

“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.” 

James Wan define ‘Aquaman 2’ como uma FANTASIA que explora os sete mares

O Rotten Tomatoes divulgou um vídeo dos bastidores de Aquaman 2: O Reino Perdido‘, no qual o diretor James Wan e o elenco comentam sobre a magnitude da sequência.

Em um trecho da prévia, Wan define o longa como uma fantasia que vai explorar os reinos dos sete mares.

“O mundo de ‘Aquaman’ é tão vasto que requer que visitemos todos esses novos reinos e conheçamos todos esses personagens interessantes e diferentes. É uma história muito maior do que previmos. É simplesmente uma fantasia completa.”

Patrick Wilson, que interpreta Orm, disse que:

“‘Aquaman 2: O Reino Perdido’ é uma aventura global, tanto no mar quanto em terra – e desta vez, é uma comédia entre os irmãos briguentos Arthur (Jason Momoa) e Orm. Juntos, eles acabam descobrindo um mundo enorme: O Reino Perdido.”

O reino subaquático referido no título é também o lar de uma legião de criaturas monstruosas que vivem nas profundezas. Esses monstros representam a afinidade de Wan com o gênero de terror enquanto a trama leva Arthur e Orm no que Wan chama de “uma jornada estranha e louca a todos esses mundos diferentes e estranhos”.

Confira:

Além de Momoa, o elenco conta com Yahya Abdul-Mateen II, Patrick Wilson, Amber Heard, Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

 

‘Rebel Moon – Parte 1’ ganha novo teaser repleto de cenas de ação; Confira!

A Netflix divulgou um novo teaser de ‘Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo‘, sci-fi do diretor Zack Snyder (‘Liga da Justiça’), que estreia em 22 de dezembro.

Confira, junto com os cartazes e o trailer:

Tropas comandadas por forças tiranas ameaçam acabar com a paz de uma colônia localizada nos confins de uma galáxia, e Kora (Sofia Boutella), uma jovem com um passado misterioso, passa a ser a esperança de sobrevivência de todos.

Com a missão de encontrar guerreiros de outros planetas que possam ajudar a defender a colônia, Kora monta um pequeno grupo formado por forasteiros, rebeldes, camponeses e órfãos de guerra com algo em comum: a necessidade de redenção e vingança.

Com a sombra de um reino se aproximando da mais improvável das luas, uma batalha que decidirá o futuro de uma galáxia se iniciará, dando origem a um exército de heróis.

A segunda parte, intitulada Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes, estreia em 19 de abril de 2024.

Snyder reuniu diversos nomes que já colaboraram com ele em seus filmes, como Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’, e Jena Malone, a Rocket de ‘Sucker Punch‘.

Além disso, o cineasta convidou astros de destaque, incluindo o vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’) e o indicado ao Oscar Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’).

Confira o elenco completo:

Sofia Boutella (‘A Múmia’) será Kora, uma ex-membro do “Imperium”, que agora vive na lua Vedt e monta uma equipe para enfrentá-los.

Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) será Kai; descrito como o “piloto de nave Mercenária”.

Michiel Huisman (‘Game of Thrones’) será Gunnar; um fazendeiro recrutado para a causa.

Hounsou será o General Titus.

Staz Nair (‘Supergirl’) será Tarak; um ferreiro trabalhando para pagar uma dívida como servo contratado, anteriormente comparado a Tarzan.

Doona Bae (‘A Viagem’) será Nemesis, descrito como “mestre da espada”, e que se revela como metade homem, metade máquina.

Fisher e Cleopatra Coleman (‘Dopesick’ serão Darrian e Devra, irmãos lutadores que se juntam à resistência.

E. Duffy (‘Girlfriends’) será Milius; o último membro do grupo reunido.

Malone é descrita apenas como “um ser-aracnídeo etéreo”, enquanto Hopkins será “um robô ornamentado com séculos de idade chamado Jimmy”.

Ed Skrein (‘Deadpool’) será o Almirante Noble.

Fra Fee (‘Gavião Arqueiro’) será o Regente Balisarius

Outros membros do elenco também foram confirmados para o filme, ou talvez sua sequência, mas ainda não tiveram os detalhes de seus personagens confirmados, incluindo: a novata Charlotte Maggi, Sky Yang (‘Halo’), Corey Stoll (‘Homem-Formiga 3’), Cary Elwes (‘A Princesa Prometida’), Alfonso Herrera (‘O Exorcista’), Rhian Rees (‘For All Mankind’) e Ray Porter, que dublou o Darkseid em ‘Liga da Justiça‘.

Crítica | Incompatível com a Vida – Documentário expõe ACACHAPANTES relatos sobre INTERRUPÇÃO DA GRAVIDEZ

Antes de Michael Moore (Fahrenheit 11 de Setembro, 2004) popularizar o formato de documentário do diretor em frente às câmeras nos Estados Unidos, a belga Agnès Varda já se coloca como sujeito e objeto participativo dos seus registros da vida real, vide os premiados Os Catadores e Eu (2000) e Visages, Villages (2017). Um documentário começa sempre a partir de uma curiosidade ou uma dor do seu criador.

Dessa mesma forma nasce Incompatível com a Vida, de Eliza Capai, que nos remete à dor do tocante Elena (2012), de Petra Costa, e o denunciativo Proibido Nascer no Paraíso (2021), de Joana Nin. A ponte entre as obras existe por conta da escolha da documentarista se colocar na narrativa ao mesmo tempo que dá voz a outras mulheres e homens que passaram pelo mesmo abalo emocional do diagnóstico do título. 

Depois das obras Espero tua (Re)volta (2017) e Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um Crime (2021), a documentarista começou a filmar sua gravidez durante o período de distanciamento social da pandemia de Covid-19. Um momento experienciado de diversas formas por diferentes mulheres, os quais rendem poderosas histórias, sejam de denúncia, como o filme de Joana Nin, sejam por crises existenciais como O Olmo e a Gaivota (2016), de Preta Costa e Lea Glob.

O momento de cumplicidade e felicidade entre o casal Eliza Capai e João Pina toma outros rumos no momento em que uma ultrassonografia sentencia a malformação do feto e, portanto, sua potencial morte logo após o parto. Com essa sentença nas costas, a diretora coloca a sua dor e grave frustração em formato audiovisual. Para enquadrar um conjunto de sofrimento, ela busca outras mulheres as quais passaram pela mesma revelação durante a gestação, suas lutas e suas adversidades. 

Além da sentença de morte futura, os pais brasileiros passam pelo penoso processo de rejeição do sistema público e privado de saúde, por conta da criminalização do abordo, mesmo com a comprovada incapacidade de vida fora do útero. Com a possibilidade de passar pelo doloroso processo em Portugal, meses após a legalização do procedimento do país europeu, Eliza Capai entrelaça relatos de mulheres de diferentes classes sociais e crenças para expor um sistema extremamente cruel à mulhr.

Seis mulheres Alana, Laís, Isabela, Priscila, Shuane e Tainah revivem a tortura passada durante os meses entre o triste diagnóstico e o luto. De distintas formas, essas mulheres lutaram para ter o direito de não gerar uma vida fadada à morte, outras esperam o predestinado fim. Cada uma delas retrata um percurso sofrido e pedregoso, no qual a justiça brasileira complica uma situação já emocionalmente e fisicamente desgastante.

Entremeadas a essas poderosas narrativas, Eliza Capai coloca imagens simbólicas do seu processo de reflexão, seja um mergulho no mar em intenso e profundo azul como uma fuga das turbulências na superfície, seja em suas imagem à contra-luz numa janela em posições de yoga como um tratamento para acalmar a alma. Outras imagens nos tocam como metáforas da sua trajetória, como a plantação de brotos em um canteiro, ou seja, é necessário condições necessárias e cuidados para a vida florescer. 

Durante a entrevista, algumas participantes citaram o caso da menina de 10 anos grávida em consequência de um abuso sexual que teve seus direitos e identidade violados por fanàticos religiosos. Mesmo após a aceitação da justiça, as entrevistadas relataram a dificuldade de encontrar um centro hospitalar para a interrupção de uma gravidez “incompatível com a vida”. 

Considerado como tabu, a discussão sobre o abordo é uma bandeira negligenciada politicamente por conta de uma luta de poder dos representantes das igrejas sobre as leis nacionais. Enquanto a discussão não for desvinculada de crenças particulares, o Brasil vai continuar a colocar mulheres em situações de vulnerabilidade, pobreza e aflição.

Incompatível com a Vida é uma chama no caminho de mudança dos discursos sobre o que a sociedade precisa fazer para que os seus cidadãos sejam livres e descriminalizados de suas escolhas pessoais. Outra semente nesta trajetória é o longa de ficção Levante, da estreante Lillah Halla, apresentado no Festival de Cannes deste ano. 

 

Eleito o Melhor Documentário Brasileiro do É Tudo Verdade 2023, Incompatível com a Vida estreou nos cinemas brasileiros em 16 de novembro de 2023 e disputa uma vaga na shortlist do Oscar na categoria de Documentário

Maísa e Larissa Manoela nas imagens da última temporada de ‘De Volta aos 15’; Confira!

A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais da 3ª (e última) temporada de ‘De Volta aos 15‘.

O ciclo final irá introduzir a Larissa Manoela, que se reunirá com sua ex-colega de ‘Carrossel‘, Maísa. A atriz interpretará a Filipa, que passará a conhecer a protagonista através da faculdade.

Confira as imagens:

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.

A série é baseada no livro homônimo escrito pela blogueira e colunista Bruna Vieira.

Aos 15 anos, Anita sonhava em crescer logo e deixar sua pequena cidade para viajar pelo mundo. Mas, ao completar seus 30 anos, percebe que as coisas não são bem como imaginava. Quando volta à terra natal para o casamento da irmã, eventos desastrosos acontecem, e ela se refugia no quarto onde passou a adolescência. Ao ligar seu antigo computador, a protagonista é transportada, como mágica, para o primeiro dia no colegial. Agora, Anita vai tentar consertar a vida de todos ao seu redor, mas cada mudança no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor.

Escrita por Janaina Tokitaka, Renata Kochen, Alice Marcone e Bryan Ruffo, ‘De Volta aos 15 terá seis episódios na 1ª temporada.

Além de Maisa e Camila, o elenco também conta com Klara Castanho, João Guilherme, Caio Cabral, Pedro Vinícius, Gabriel Wiedemann, Antônio Carrara, Amanda Azevedo, Lucca Picon, Pedro Ottoni, Fernanda Bressan, Mariana Rios, Bruno Montaleone, Alice Marcone, Breno Ferreira, Yana Sardenberg, Gabriel Stauffer, Rafael Coimbra, Fabricio Licursi, Kiko Vianello, Felipe Camargo e Luciana Braga.

Retro Dance #11 | A mítica sonoridade de ‘Artemis’, o 5º álbum de estúdio de Lindsey Stirling

Em 2007, Lindsey Stirling começava de fato sua carreira ao abrir seu canal no YouTube e mostrar ao mundo uma junção inesperada de duas vertentes musicais que aparentemente não se misturavam: o gênero clássico e o dubstep. Em meio a suas memoráveis composições que se iniciaram com competentes covers de O Senhor dos Anéis, O Fantasma da Ópera e Piratas do Caribe, Stirling ganhou fama ao participar do reality show America’s Got Talent, estreando na carreira solo em 2012 com seu álbum homônimo. E, dois anos depois de ter lançado ‘Warmer in the Winter’, a artista retornou aos holofotes com uma produção que beirou o impecável e que a reafirmou como um dos grandes nomes desse ainda novo suis-generis.

Em cada uma de suas iterações, Lindsey se propõe a quebrar os tabus engessados pela academia ao violino, seu principal instrumento de trabalho – e isso não seria diferente em ‘Artemis’, uma nova jornada épica que se vale bastante da sinestesia sonora (ainda mais se levarmos em conta que ela não se vale de vocais para expandir seu legado). Nessa epopeia propositalmente atemporal, ela nos convida a conhecer lugares mágicos saídos do mais profundo das nossas imaginações, permitindo que nos deliciemos com pequenas joias artísticas que divergem para longe de quaisquer convencionalismos que tenhamos ouvido antes. Mergulhando em uma experiência sensorial que se restringe, é claro, às híbridas composições de pop, synth-pop e um apreço pelo barroco, Stirling se consagra como nunca antes – mesmo se respaldando em algumas repetíveis progressões musicais.

O álbum se inicia com o abafado e saudosista prólogo de “Underground”, acompanhado da sutileza dramática do piano. Munida de seu costumeiro e reconhecível Cleopatra, a violinista espera o momento certo antes de se render a uma arquitetura obscura e épica (já presente em diversos hits, como “Crystallize” e “Shatter Me”), ambientada num caótico futuro do qual, através da sonoridade dissonante, ela tenta fugir de alguma maneira. Mais do que isso, Lindsey parece se afastar das fórmulas eletrônicas presentes em peças anteriores e opta por uma transição menos marcada do drop – até mesmo os bridges se recusam a fragmentar-se durante os mais de quatro minutos da canção.

Se a persona que nos guia nessa aventura se livra de suas amarras ao encarnar a deusa que empresta seu nome ao título, ela alcança todo o seu poder na track seguinte, “Artemis”. Já era de se esperar que a artista canalizasse seus esforços para uma investida epônima, também encontrando território fértil para diversas homenagens estéticas e extremamente nostálgicas. Não é surpresa que a delineação sonora mantenha relações exímias com John Williams, mais especificamente para com seu trabalho na franquia Star Wars; Stirling não pensa duas vezes antes de imprimir sua emulação – e mais, consegue fazer isso com emocionante perfeição.

Ela também se aproveita de seu status revolucionário para entregar-se a uma breve performance vocal que resgata o misticismo de múltiplas histórias fantásticas, adicionando elementos orquestrais que funcionam e se completam de modo invejável e arrepiante. Essa talvez seja a razão pela qual a violinista une grande parte das músicas em um mesmo escopo cíclico, construindo uma narrativa com começo, meio e fim que dialoga até mesmo com as concepções clássicas do monomito. Para além disso, ela também permite que as entradas sintéticas tão presentes para modernizar suas rendições insurjam através de inesperadas menções – em “Til the Light Goes Out”, por exemplo, temos o bombardeio explícito do folk europeu, enquanto “Masquerade” abre com uma versão original dos cabarés do meio-oeste norte-americano.

De fato, é óbvio o apreço do qual Lindsey nutre para suas estruturações: seja com a inebriante e nórdica balada que cria em “Between Twilight”, seja com o synth-goth de “Foreverglow”, que também explora a melodia declamatória da mezzosoprano, ela prefere muito mais carregar a si mesma até impactantes catarses do que se recuar em qualquer coisa que já tenha feito em sua breve carreira. Porém, por mais que suas tentativas sejam puras, ela por vezes tangencia a repetição, utilizando-se dos mesmos acordes em tracks variadas ao invés de almejar a algo novo: é por isso que canções como “Aurora” e “Guardian” nutrem de similaridades com iterações do mesmo CD e até mesmo de anteriores, perdendo certo brilho – mesmo que, eventualmente, sejam satisfatórias o bastante.

Stirling também colabora com dois nomes de extenso peso vocal e que provavelmente serão reconhecidos por seus fãs: a artista se encontra numa harmonização onírica ao lado de Amy Lee em “Love Goes On and On”, na qual ambas se voltam para uma espécie de louvação majestosa e orquestral, esbarrando na beleza da atuação operística. E, como se não bastasse, também se reúne com Elle King na segunda versão de “The Upside” – que talvez seja a entrada mais fragmentada: apesar de dançante e comovente, ela carrega consigo uma superficialidade incoerente com o álbum em si, valendo-se de padrões já exaustivamente presentes na indústria fonográfica do synth-pop e até o trap.

‘Artemis’ é mais uma ótima entrada à discografia de Lindsey Stirling e, ao mesmo tempo que dialoga com seus discos anteriores, reinventa a si mesma em uma envolvente jornada mítica. Não é surpresa, pois, que a violinista seja uma das musicistas expoentes de sua geração – e mereça muito mais reconhecimento do que tem.

Confira o trailer LEGENDADO de ‘Monster’, um dos dramas mais aclamados do ano

O aclamado drama ‘Monster‘, que conquistou 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ganhou o novo trailer legendado.

Crítica | Monster – Diretor japonês constrói fabuloso suspense premiado em Cannes 2023

Confira:

Crítica | Monster – Koreeda Traz Sensível Obra-Prima sobre Bullying ao Festival do Rio 2023

Hirokazu Kore-Eda (‘Broker: Uma Nova Chance’) é responsável pela direção.

Uma mãe sente que há algo errado quando seu filho começa a se comportar de maneira estranha. Ao descobrir que um professor é o responsável, ela vai até a escola exigindo saber o que está acontecendo. Enquanto o caso se desenrola pelos olhos da mãe, do professor e da criança, a verdade começa a surgir.

O elenco conta com Sakura Andō, Eita Nagayama, Sōya Kurokawa, Hinata Hiiragi, Mitsuki Takahata, Akihiro Tsunoda, Shidō Nakamura e Yūko Tanaka.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de novembro.

‘O Coelho de Veludo’: Adaptação do CLÁSSICO romance infantil já está disponível na Apple TV+!

O Coelho de Veludo (‘The Velveteen Rabbit’), curta-metragem baseado no clássico e aclamado romance infantil assinado por Margery Williams, já está disponível na Apple TV+.

A produção chegou à plataforma de streaming hoje, 22 de novembro.

O Coelho de Veludocelebra a magia do amor incondicional. Quando William, de 7 anos, recebe um novo brinquedo favorito no Natal, ele encontra um amigo de longa data e descobre um mundo repleto de magia.

Relembre o trailer:

Tom Bidwell assina o especial, que terá quarenta minutos e faz parte da programação especial de fim de ano da plataforma.

Phoenix LarocheAlex LawtherHelena Bonham CarterNicola CoughlanBethany AntoniaLois ChimimbaPaterson JosephClive RoweNathaniel ParkerTilly VosburghSamantha ColleyLeonard Buckley fazem parte do elenco.

‘Doctor Who’: David Tennant encontra Beep the Meep nas imagens INÉDITAS do especial de 60 anos; Confira!

EW divulgou com exclusividade quatro novas imagens do especial de 60 anos da aclamada série Doctor Who.

As fotos dão destaque a David Tennant reprisando seu papel como o 14ª Doutor a Beep the Meep, um dos personagens mais bizarros e conhecidos do panteão sci-fi.

Confira:

O primeiro dos três episódios especiais será intitulado ‘The Star Beast‘, e estará disponível no catálogo do Disney+ em 25 de novembro.

Já as sequências, ‘Wild Blue Yonder‘ e ‘The Giggle‘, estreiam em 02 e 09 de dezembro.

A atração também conta com a participação de Neil Patrick Harris como um misterioso vilão, além do retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do 14º Doutor, Donna Noble.

Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.

Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.