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‘Venom 3’: Tom Hardy comemora retorno das filmagens com imagem e texto emocionante

O astro de Venom, Tom Hardy, usou as redes sociais para comemorar o retorno das gravações do terceiro filme da franquia do vilão do Homem-Aranha. E aproveitou para fazer elogios a produção da trilogia.

Em sua conta do Instagram Tom Hardy escreveu: “V3N0M 3 A Última Dança – felizmente estamos de volta às filmagens; e quero dedicar um momento apenas para agradecer a todas as equipes até agora, desde V1 (Venom 1) até aqui, todo o nosso incrível elenco e equipe – bons amigos e família – percorremos um longo caminho – foi e continua sendo uma jornada muito divertida, sempre há momentos difíceis ao trabalhar, mas não parece tão difícil quando você ama o que faz e quando sabe que tem um ótimo material e o apoio de todos os lados, de uma ótima equipe. Rodeado por departamentos talentosos e apaixonados e quando cercado por pessoas que você ama e se importa, não há nada melhor. Quero mencionar muito brevemente o quanto estou orgulhoso da minha diretora, parceira de escrita e querida amiga Kelly Marcel. Ver você assumindo o comando neste me enche de orgulho, é uma honra. Confie, seu instinto sempre está certo. Primeira classe – eu te apoio. 100%. Como sempre. E eu absolutamente adoro trabalhar com você e ver você assumir desafios maiores a cada vez. E para o meu grande amigo, operador chefe e irmão @jaketomuri Jacob, você ainda não parece em nada comigo, mano. Que venha uma ótima jornada!!! #Venom3 #equipe”

O novo filme que narra a história de Eddie Brock/Venom (Tom Hardy) será dirigido por Kelly Marcel e contará com a participação de Juno Temple e Chiwetel Ejiofor no elenco. Além disso, Avi Arad, Matt Tolmach, Amy Pascal e Hutch Parker serão produtores, juntamente com Marcel e Hardy.

A trama de Venom 3’ ainda não foi divulgada. No entanto, os fãs especulam que o filme explorará as viagens multiversais de Eddie, considerando as cenas pós-créditos de Venom: Tempo de Carnificina’ eHomem-Aranha: Sem Volta para Casa’.

Venom 3’ está programado para estreia no dia 8 de novembro de 2024.

Confira nossa crítica sobre Venom: Tempo de Carnificina’ em vídeo:

‘As Marvels’: Iman Vellani fala QUAIS heróis gostaria de ver nos Jovens Vingadores

O desfecho de As Marvels marcou o início da formação de um dos grupos mais adorados dos quadrinhos: Os Jovens Vingadores. Como uma fã dedicada das obras da Marvel, a atriz Iman Vellani, intérprete de Kamala Khan/Ms. Marvel, revelou os personagens que ela adoraria ver fazendo parte dessa super equipe.

No filme, após ajudar a Capitã Marvel, Ms. Marvel decide formar sua própria equipe e parte para encontrar Kate Bishop, a Gaviã Arqueira (interpretada por Hailee Steinfeld), numa cena que faz uma homenagem à aparição de Nick Fury (Samuel L. Jackson) em Homem de Ferro.

De acordo com o Comic Book Movie, a atriz Iman Vellani, revelou quais heróis ela gostaria de ver na super equipe.

“As pessoas realmente amam esses Jovens Vingadores, mas eu nem sei se eles realmente leem esses quadrinhos, não que eles sejam ruins. A química entre Kamala, Miles [Morales/Homem Aranha] e Sam [Alexander/Nova], é boa demais. Eu adoraria ver esse trio no MCU. Nenhum desses personagens existe ainda em live action, mas estou orando por isso. Sim. Eu amo Sam Alexander. Uma de suas primeiras interações que tiveram. Também quando Sam tentou revelar sua identidade e Kamala disse: ‘Afaste-se de mim’. Eu amo isso.”

A atriz também compartilhou quais mutantes dos X-Men ela adoraria contracenar.

“Wolverine. Wolverine qualquer dia. Pessoalmente, o Wolverine de Hugh Jackman é um dos meus personagens favoritos de todos os tempos, mas também seu primeiro mentor nos quadrinhos foi Wolverine. Eu queria trazer o Wolverine de volta para este. Espero que possamos fazer isso no futuro. Acho que as interações deles são tão doces e ela traz um lado diferente de Logan e eu amo quando ela tem todos esses pais super-heróis. É maravilhoso. Ele é muito protetor com ela e acho que ele também é muito real com ela. Ele não enxuga nada e acho que Kamala precisa apenas de um choque de realidade às vezes. “

Confira nossa critica sobre ‘As Marvels’:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer:

‘As Marvels’: Arte conceitual mostra os detalhes no visual de Kelsey Grammer como Fera; Confira!

O filme mais recente do Universo Cinematográfico Marvel, As Marvels, apresenta uma das cenas pós-créditos mais aguardadas da franquia ao introduzir os X-Men.

As Marvelstermina com Monica Rambeau (Teyonah Parris) presa em outro universo depois que a Kree Dar-Benn (Zawe Ashton) rasga um buraco no tecido do espaço. Dada como perdida por seus aliados Capitã Marvel (Brie Larson) e Ms. Marvel (Iman Vellani), Monica acabou em outro lugar no multiverso: em uma realidade onde sua falecida mãe, Maria Rambeau (Lashana Lynch), é a super-heroína cósmica Binary e aliada do mutante Fera (Kelsey Grammer) e dos X-Men.

Apesar de ser uma cena breve, a aparição do mutante azul foi o bastante para deixar os  fãs animados, e o artista conceitual da Marvel Andy Park aproveitou o hype para compartilhar artes que detalham o visual do amado personagem.

Diferente dos filmes anteriores, o Fera aparece com uma mandíbula mais proeminente e cabelos arrepiados para trás, como nos quadrinhos e animações.

Confira:

De acordo com o Comicbook, o astro afirma que essa não será a última vez que o público verá o mutante Henry “Hank” McCoy no Universo Cinematográfico Marvel.

“É minha esperança que vocês o [vejam novamente]. Posso dizer com certa confiança que verão. Eu adoraria,” disse Kelsey Grammer sobre reprisar o mutante Fera.

Grammer comemorou seu retorno no novo longa: “Eu sempre quis interpretá-lo novamente. Vejo-o como um personagem extraordinário, um personagem de gravitas e importância reais em nossa cultura. Estou encantado que o Fera esteja de volta e espero que ele retorne de verdade.”

Os fãs estão teorizando que o Fera, interpretado por Kelsey Grammer, possa retornar em ‘Deadpool 3’, no qual Ryan Reynolds assume o papel de Wade Wilson e seu ex-colega dos ‘X-Men’, Hugh Jackman, interpreta Logan/Wolverine. Este novo filme também incluirá Patrick Stewart como Professor Charles Xavier e Ian McKellen como Magneto, possivelmente sinalizando o desfecho do Fox X-Verse.

Confira nossa critica:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer:

‘Nosferatu’: Personagem de Nicholas Hoult aparece ASSUSTADO em imagem inédita do remake

Dirigido por Robert Eggers (‘A Bruxa’), a.nova versão do terror ‘Nosferatu‘ ganhou uma imagem inédita destacando o personagem de Nicholas Hoult (‘Renfield’), chamado Thomas Hutter.

Assustado, Hutter fica frente a frente com o que parece ser Conde Orlok, o vampiro que será vivido por Bill Skarsgård (‘It – A Coisa’).

Confira:

Há alguns meses, Eggers disse ao site da revista que está indo além do próprio limite como realizador para dar vida ao projeto.

“Estou tentando ir além da minha capacidade”, ele conta. “Como sempre, é uma ambição difícil. Na noite passada, estávamos fazendo uma cena em um navio, com muita chuva e muitas ondas, e o defletor de chuva (que tenta jogar a água da chuva para longe das lentes) estava quebrando. Passei os últimos dias trabalhando apenas com marinheiros russos em um barco”.

Eggers continua: “fico muito feliz de ter feito ‘O Homem do Norte’ antes e ter aprendido o que aprendi. Quando penso no plano de produção de Nosferatu que tínhamos a princípio, tenho certeza de que iria dar um jeito – mas não é difícil imaginar [o filme] sendo um fracasso”.

Lembrando que as filmagens já foram concluídas

De acordo com o Prague Reporter, a produção “encerrou suas filmagens no dia 19 de maio, após três meses de gravações”. O diretor de fotografia Jarin Blaschke confirmou que o filme não foi filmado em preto e branco – ao contrário de ‘O Farol‘.

Também foi revelado que o longa terá um estilo reminiscente do romantismo do século 19.

Vale lembrar que, durante o CinemaCon 2023, foi revelado que o novo longa será intitulado ‘Nosferatu: Back to Black‘ (Nosferatu: De Volta à Escuridão, em tradução livre).

Confira:

Bill Skarsgard (‘It- A Coisa’) dará vida ao vampiro titular, Nosferatu/Conde Orlok.

O elenco ainda conta com Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’) Lily-Rose Depp (‘The Idol’), Emma Corrin (‘The Crown’), Willem Dafoe (‘O Farol’), Simon McBurney (‘Invocação do Mal 2’) e Ralph Ineson (‘A Bruxa’).

“‘Nosferatu‘ de Robert Eggers é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”

Nosferatu‘ é uma adaptação do romance ‘Drácula‘, de Bram Stoker, com nomes de personagens alterados para não levar processo dos herdeiros do escritor. O diretor acabou sendo processado por violação de direitos autorais, e a justiça ordenou a destruição das cópias do filme. Porém, o filme foi restaurado e relançado recentemente (assista abaixo!).

A história acompanha Conde Orlok, um vampiro que se apaixona perdidamente por Ellen e traz o terror à cidade dela. ‘Nosferatu‘ é considerado um dos primeiros representantes do gênero de terror no cinema. Em 1979,  teve uma refilmagem dirigida por Werner Herzog.

‘Superman: O Legado’: Artes mostram Nicholas Hoult caracterizado como Lex Luthor; Confira!

Foi confirmado ontem que o ator britânico Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) viverá o vilão Lex Luthor em ‘Superman: O Legado‘.

Após a notícia, o astro se tornou um dos assuntos mais comentados das redes sociais por conta de seu histórico de tentativas de entrar para o universo DC.

Para quem não sabe, ele disputou o papel de Bruce Wayne com Robert Pattinson (‘Crepúsculo’) em ‘Batman‘ e também estava entre os favoritos para interpretar o Superman no novo filme, mas o escolhido foi David Corenswet (‘Pearl’).

Alguns fãs já estão tão ansiosos para vê-lo caracterizado como o vlão que compartilharam artes imaginando-o de cabeça raspada e ternos caros típicos do pesonagem.

Confira, junto às reações após sua escalação como Luthor:

Rachel Brosnahan também compõe o elenco principal como Lois Lane, respectivamente.

A produção ainda vai contar com a presença de outros grandes heróis o universo DC, entre eles: o Lanterna Verde Guy Gardner (Nathan Fillion), a Mulher-Gavião (Isabela Merced) e o Sr. Fantástico (Edi Gathegi).

O treinador Paolo Mascitti recentemente divulgou uma foto do astro David Corenswet durante sua preparação para viver o Homem de Aço em

Confira:

Através de sua conta oficial no Threads, o realizador James Gunn respondeu a algumas perguntas sobre Superman: O Legado’, aguardado longa-metragem que fará parte do DCU, revelando que o filme não será apenas rodado no costumeiro estúdio em Atlanta, mas também ao redor do mundo.

“Não, sem gravações nos estúdios em Atlanta”, ele escreveu. “O restante do filme [será rodado] em lugares ao redor do mundo”.

 

Publicado por @jamesgunn
Ver no Threads

 

Quando questionado em que lugares do planeta o projeto seria gravado, Gunn foi categórico ao responder com um emoji, apontando que não poderia comentar sobre – ao menos por enquanto.

 

Publicado por @jamesgunn
Ver no Threads

 

Anteriormente, ao ser questionado se a presença de vários outros heróis no filme poderia complicar a experiência para espectadores menos familiarizados com a franquia, o diretor respondeu de maneira tranquilizadora: “na verdade, não.”

Anteriormente, Stephane Ceretti, supervisora de efeitos visuais, não poupou elogios ao roteiro do filme. A artista ainda ressaltou que a equipe do filme já montada – e, sem surpresas, é composta por diversos nomes que já trabalharam anteriormente com o cineasta James Gunn, que é conhecido por colaborar frequentemente com as mesmas pessoas.

“Não posso falar muito sobre ‘Superman: O Legado’. Eu realmente não posso. No entanto, posso dizer que será muto bom. O roteiro é ótimo. Nós estamos trabalhando duro [neste filme]. Temos uma boa equipe. Todas as pessoas [envolvidas no projeto] são incríveis.

Ela completa, “Muitas pessoas da equipe já trabalharam anteriormente com o James [Gunn]. Nós somos muito honestos uns com os outros. Então trabalhamos muito bem neste sentido.”

 

‘Napoleão’: Joaquin Phoenix REBATE críticas sobre “imprecisões históricas”

O mais novo filme de Ridley Scott (‘Gladiador’), que traz Joaquin Phoenix como ‘Napoleão‘ recebeu diversas críticas da mídia francesa devido a imprecisões históricas.

Inclusive, o biógrafo Patrice Gueniffey acusou o filme de tentar reescrever a história de um jeito “muito anti-francês”, favorecendo os britânicos.

Em entrevista para a Forbes, Phoenix deu sua opinião sobre a polêmica, justificando que a arte tem liberdade para dramatizar acontecimentos baseados em fatos.

“Grande parte da vida de Napoleão esteve sob a perspectiva de interpretação. Desde o início, coloquei minha própria curiosidade e interesse. Provavelmente, há coisas que foram críticas, você não pode realmente desafiar os fatos, mas eu me lembro de assistir um vídeo em dois especialistas em Napoleão discutiam por mais de uma hora pontos de vistas da vida dele em que concordavam e discordavam… Ambos eram acadêmicos renomados. Portanto, há fatos de consenso geral, e há fatos que sofrem interpretações.”

Ele contiunou:

“Há fatos que você, como artista ou realizador, se obriga a pensar: ‘Isso parece mais interessante sob esse ponto de vista’, e talvez não seja, talvez você falhe, talvez você faça a escolha errada, mas se você está apenas sendo rígido e se apegando a fatos… Há quem goste de fazer e assistir filmes assim. Mas, este [‘Napoleão’] não é um desses filmes.”

Scott foi mais agressivo e deu uma resposta atravessada, ofendeu os Franceses:

“Os franceses não gostam nem deles mesmos. O público, que assistiu ao filme em Paris, adorou.”

Anteriormente, o diretor já havia rebatido as críticas feitas ao filme, especialmente em relação a detalhes minuciosos, como a caracterização dos personagens e a adaptações necessárias no contexto histórico.

Em uma resposta contundente para os críticos ao New Yorker, Ridley Scott declarou: “Vão viver!”.

Com 148 críticas publicadas até o momento, o épico histórico ‘Napoleão‘ abriu com apenas 64% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, o ator Joaquin Phoenix brilha no papel titular e o longa traz uma direção competente do Ridley Scott (‘Gladiador’), apesar de estar abaixo de alguns dos seus melhores trabalhos.

Separamos os trechos das principais críticas:

“O filme traz alguns problemas que o corte estendido [de diretor] pode acabar resolvendo, mas ‘Napoleão’ ainda consegue alcançar uma vitória impressionante.” (Total Film)

“Eu ri mais assistindo a este filme do que em qualquer outro lançamento deste ano. E as risadas foram genuínas e intencionais.” (Uproxx)

“Um retrato de ambição que faz com que a grandeza pareça a pior coisa que uma pessoa pode aspirar. Embora não esteja no mesmo nível de alguns dos outros trabalhos do Ridley Scott, ‘Napoleão’ segue como uma experiência intrigante em termos de narrativa.” (Decider)

Joaquin Phoenix está completamente comprometido em interpretar o Napoleão Bonaparte como uma criança mimada e petulante. O filme tem prazer de minar, em todos os momentos, a bravata de Bonaparte.” (United Press International)

Joaquin Phoenix está imponente como o ‘Napoleão’ – um blockbuster brutal que traz um estilo de direção que não é mais comum atualmente.” (The Movie Podcast)

“‘Napoleão’ é um filme grandioso, tanto por causa da narrativa bem construída, como também por causa das escolhas inspiradas do Joaquin Phoenix.” (Collider)

“Apesar de ser épica, a parceria entre o diretor Ridley Scott e o astro Joaquin Phoenix causou um impacto muito maior em ‘Gladiador’.” (Daily Mail UK)

O longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã, no dia 23 de novembro.

Astro de ‘Esquadrão Suicida’ pode voltar como vilão no DCU de James Gunn

O Esquadrão Suicida de James Gunn, lançado em 2021, destaca-se como um dos filmes de super-heróis mais aclamados dos últimos anos. Em seus momentos finais, testemunhamos o trágico destino de Rick Flag, interpretado por Joel Kinnaman. Entretanto, apesar de parecer o fim para o personagem, o ator sugere que essa possivelmente não será sua última aparição no Universo Estendido da DC (DCU).

Durante uma entrevista no Podcast The Post-Credit, Kinnaman discutiu a morte de Flag em ‘O Esquadrão Suicida e sugeriu um possível retorno em um novo papel no próximo DCU.

O ator expressou seu apreço pela cena emocionante da morte de Flag, especialmente pela icônica frase “Pacificador… que piada”. Kinnaman também destacou seu entusiasmo com esse momento: “Sim [eu fiquei tipo: ‘Que, James?’]. Eu amo essa cena, porém, foi um bom caminho a percorrer. Mas, com certeza, talvez eu volte e interprete algum vilão desagradável em alguns anos.”

Há teorias entre os fãs de que Joel Kinnaman poderia interpretar Slade Wilson, conhecido como Exterminador, em algum projeto futuro do Universo Estendido da DC (DCU). No entanto, aguardamos as decisões de James Gunn para este novo rumo do DCU.

O novo DCU estreia em julho de 2025 com o lançamento de ‘Superman: O Legado’.

 

O filme terá David Corenswet como protagonista, interpretando Clark Kent/Superman, com Rachel Brosnahan no papel da jornalista Lois Lane, e Nicholas Hoult como o supervilão Lex Luthor. Além disso, incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Isabela Merced como a Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

10 singles de estreia de artistas femininas que você PRECISA ter na sua playlist

Toda carreira tem um começo. Mas algumas carreiras têm um início simplesmente icônico.

Se pararmos para pensar, diversos artistas musicais pararam o mundo ao fazerem sua estreia no cenário do entretenimento – como, por exemplo, Britney Spears, que dominou as paradas ao redor do planeta ao lançar “…Baby One More Time”, ou Lady Gaga, que ainda colhe frutos do legado catapultado com “Just Dance”.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez singles de estreia que você precisa ter na sua playlist.

Confira abaixo as nossas escolhas:

EVERYBODY, Madonna (1982)

O primeiro single da lendária performer Madonna enfrentou um grande problema quando foi lançado: afinal, a artista não tinha referências do pop, visto que o mundo era dominado pelas reminiscências da discoteca. Dessa forma, coube a ela misturar um pouco dos dois mundos, convidando o público a dançar em uma reverberação sintética que caiu no gosto público e deu início a uma das maiores carreiras de todos os tempos.

YOU OUGHTA KNOW, Alanis Morissette (1995)

Ninguém imaginou o impacto que Alanis Morissette causaria com sua estreia no mundo fonográfico em 1995. ‘Jagged Little Pill’, como ficou conhecida sua obra-prima, dominou o planeta e construiu um legado que permanece vivo até a atualidade – e é claro que o single de estreia da cantora teria o mesmo sucesso. Com “You Oughta Know”, uma de suas músicas mais conhecidas e controversas, Alanis faz uma declamação bastante pessoal sobre um ex-amante (que permanece um mistério mesmo em 2023).

…BABY ONE MORE TIME, Britney Spears (1999)

A faixa homônima do álbum de estreia de Britney Spears como a primeira música de sua carreira, logo caindo no gosto do público e dos especialistas (motivo pelo qual foi incluída na lista de Melhores Músicas de Todos os Tempos da Rolling Stone em 2021). A impecável produção é uma mistura perfeita de dance-popdancehall e um “quê” de deep-pop que apresenta uma jovem Britney batalhando com um amor fervoroso. “Minha solidão está me matando” é um dos muitos versos que ficaram imortalizados na cultura mainstream, abrindo um refrão arrepiante e urgente.

FALLIN’, Alicia Keys (2001)

single de estreia de Alicia Keys é uma de suas marcas registradas, principalmente por estampar seus belíssimos vocais, sua relação apaixonante com o piano e sua adoração ao R&B. Atingindo o topo da Billboard 100, a canção levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano.

CRAZY IN LOVE, Beyoncé [feat. Jay-Z] (2003)

Beyoncé já havia feito sua estreia no mundo da música com o grupo Destiny’s Child – mas teria um outro début alguns anos mais tarde com o álbum ‘Dangerously in Love’. E a faixa de abertura do novo capítulo de sua carreira viria com “Crazy In Love”lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive nos dias de hoje. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, qualquer lugar.

JUST DANCE, Lady Gaga (2008)

single de estreia de Lady Gaga continua como um dos mais bem-sucedidos não apenas de sua carreira, mas também da história. Escrita em apenas dez minutos, a canção foi bem recebida pelo público por sua produção nostálgica e reminiscente do clubbing electro-pop dos anos 1980 e 1990, além de ter conquistado uma indicação ao Grammy de Melhor Gravação Dance.

HOMETOWN GLORY, Adele (2008)

single de estreia de Adele já deixava claro que um novo e importante rosto surgia em meio ao retorno do pop ao cenário mainstream. Fiel às raízes do soul que vinham lhe acompanhando desde antes de seu début – incluindo Amy Winehouse e Duffy, que já traziam o classicismo do século XX de volta ao presente -, a música pode não ter sido um estrondo comercial, mas mesmo assim foi um ótimo início para a cantora e compositora, principalmente pelo teor nostálgico e saudosista dos versos.

ROYALS, Lorde (2013)

“Royals”, de Lorde, garantiu não só sua ascensão ao estrelato (visto que permaneceu nove semanas em primeiro lugar da Hot 100), como apresentou ao mainstream elementos não vistos até então – como as progressões minimalistas e obscuras e um diálogo entre o instrumento e a voz do artista. A canção influenciou diversas artistas que ganhariam fama mais tarde, como HalseyOlivia Rodrigo e Billie Eilish, além de se manter como uma das clássicas assinaturas de Lorde.

OCEAN EYES, Billie Eilish (2016)

Assinada e produzida por Finneas O’Connell“Ocean Eyes” é uma das marcas registradas da jovem carreira de Billie Eilish e que merecia mais reconhecimento do que tem. A minimalista produção puxa aspectos do dream pop, do synth-pop e do indie pop em uma sinestésica e etérea construção que nos conduz em uma jornada de enlace romântico pincelado pelos ótimos vocais da artista.

BODAK YELLOW, Cardi B (2017)

“Bodak Yellow” foi o primeiro single oficial de Cardi B e o lead single de seu álbum de estreia, ‘Invasion of Privacy’. A canção não apenas fez um enorme sucesso comercial, como foi elencada como uma das que definiram os anos 2010, aglutinando hip hop e trap e cimentando a espetacular, ainda que novata carreira da rapper. Além dos ácidos versos assinados pela artista, também temos a produção irretocável de J. White Did It e de Laquan Green.

‘Doctor Who’: David Tennant e Catherine Tate relembram a jornada do Doutor e de Donna Noble em vídeo INÉDITO; Confira!

Foi divulgado um vídeo inédito para promover o especial de 60 anos da aclamada série Doctor Who.

O material reúne David Tennant, que reprisa seu papel como o 14º Doutor, e Catherine Tate, que retorna como Donna Noble, sua fiel companion. A dupla relembra a jornada dos personagens na 4ª temporada, exibida entre abril e julho de 2008.

Confira:

O primeiro dos três episódios especiais será intitulado ‘The Star Beast‘, e estará disponível no catálogo do Disney+ amanhã, 25 de novembro.

Já as sequências, ‘Wild Blue Yonder‘ e ‘The Giggle‘, estreiam em 02 e 09 de dezembro.

A atração também conta com a participação de Neil Patrick Harris como um misterioso vilão, além do retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do 14º Doutor, Donna Noble.

Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.

Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.

Senado aprova PL de REGULAMENTAÇÃO dos streamings no Brasil; Saiba mais!

Desde sempre, o cenário do entretenimento brasileiro passa por alguns dificuldades de representação dentro do próprio mercado – motivo pelo qual existem projetos de regulamentação que fomentem a indústria audiovisual nacional.

Agora, parece que demos um passo importante no tocante a essa regulamentação, visto que a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado anunciou, no último dia 22 de novembro, que as plataformas de streaming foram incluídas na lista dos contribuintes da Condecine, tributo destinado ao incentivo de produções artísticas no nosso país.

Segundo informações do Agência Senado, a cobrança da taxa “será anual e terá alíquota máxima de 3% da receita bruta das empresas, incluindo os ganhos com publicidade e excluindo os tributos diretos e as comissões devidas a parceiros de comercialização, veiculação ou distribuição do serviço”.

Além disso, foi revelado que empresas de video on-demand e de streaming com faturamento anual acima de R$96 milhões terão alíquota de 3% em cima de sua arrecadação bruta. As plataformas com montante entre R$4,8 milhões e R$96 milhões serão taxadas em 1,5%. Já as que comprovam arrecadação inferior a R$4,8 milhões terão taxação zerada.

Serviços como o YouTube, a Netflix e o Instagram foram acrescentados à lista dos pagantes.

A proposta em questão, denominada PL 2331/2022, foi aprovada em unanimidade com nada menos que 24 votos. Entretanto, ela ainda precisa pelo turno suplementar na CAE, na Câmara dos Deputados.

O senador Eduardo Gomes (PL-TO) também “propôs que as plataformas garantam visibilidade do conteúdo audiovisual brasileiro por meio de sugestões, busca ou seções claramente identificadas, de modo razoável e proporcional e de acordo com a capacidade de cada serviço. Os provedores de streaming terão que disponibilizar permanentemente no catálogo quantidades mínimas de conteúdos audiovisuais brasileiros, sendo metade destas quantidades de conteúdo nacional independente. Para streamings com 2 mil produtos no catálogo, pelo menos 100 terão que ser brasileiros. E para streamings com 7 mil produtos, pelo menos 300 terão que ser nacionais”.

Para mais informações, clique aqui!

Spencer Grammer, a Summer de ‘Rick e Morty’, virá pela PRIMEIRA VEZ ao Brasil na CCXP 2023

A organização da CCXP anunciou que Spencer Grammer, que dubla a icônica Summer Smith na aclamada animação ‘Rick e Morty’, virá ao Brasil para participar de um painel especial do Adult Swim na próxima edição do evento.

Grammer estará no Palco Thunder no dia 01 de dezembro e falará um pouco sobre a mais recente temporada da produção.

Enquanto isso, vale lembrar que a mais recente iteração continua em exibição na HBO Max, com o próximo episódio a ser transmitido em 26 de novembro.

“Rick e Morty estão de volta e parecendo mais como eles mesmos do que nunca! É a sétima temporada e as possibilidades são infinitas: o que está acontecendo com Jerry? Summer do mal? E será que eles vão voltar algum dia para o colégio? Talvez não! Mas vamos descobrir! Há provavelmente menos urina que a temporada anterior. ‘Rick e Morty’, 100 anos! Ou ao menos até a 10ª temporada”.

Lembrando que as seis primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

A série foi criada por Dan Harmon e Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

A princípio, Rachel Zegler RECUSOU o papel de Lucy Gray em ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’

Rachel Zegler voltou a encantar o mundo ao participar do ótimo Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, pré-sequência de Jogos Vorazes – mas, a princípio, teve de recusar o papel de Lucy Gray Baird.

Em uma recente entrevista ao The Kelly Clarkson Show, Zegler revelou que tinha acabado de se mudar para Londres e queria encontrar estabilidade quando o diretor Francis Lawrence lhe ofereceu a oportunidade, o que a levou a não aceitar a proposta de cara.

“Eu tinha acabado de me mudar para Londres quando conheci Francis pela primeira vez. E ele queria muito que eu fizesse esse papel e foi uma honra, porque eu era muito fã do livro e da personagem”, ela conta. “Quando ele disse que gravaríamos na Polônia e na Alemanha, e eu estava em Londres fazia só duas semanas, com saudades da minha família e dos meus amigos, ele disse eu fiquei branca e sabia imediatamente que eu não conseguiria”.

Zegler continua: “e eu meio que tomei um segundo fôlego trabalhando lá, fiz vários amigos e senti que conseguia fazer isso. Me senti confiante na minha capacidade de seguir em frente pelos próximos seis meses sem minha família. E fico muito feliz por ter feito isso”.

Lembrando que A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes continua em exibição nos cinemas nacionais.

De acordo com o Deadline, o filme arrecadou US$ 100,8 milhões nas bilheterias globais durante seu fim de semana de estreia.

Essa conquista é especialmente significativa para a equipe criativa de Jogos Vorazes, alguns dos quais já expressaram interesse em uma possível sequência.

Até o momento, o filme conseguiu arrecadar US$ 44,6 milhões nos EUA e US$ 56,2 milhões no mercado internacional, através de 87 países.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$6,7M), Alemanha (US$5,1M), China (US$4,6), França (US$4.2M) e México (US$3.7M).

No Brasil o longa já arrecadou US$ 3,2 milhões, ocupando a sétima posição do ranking.

Filha de Bruce Willis diz sentir muita falta do pai em nova postagem TOCANTE; Confira!

Através das redes sociais, Rumer Willis fez uma tocante postagem revelando que sente “muitas saudades” de seu pai, Bruce Willis, que foi diagnosticado com demência.

Rumer, que é filha de Bruce com Demi Moore, compartilhou uma imagem em que aparece como bebê no colo do pai.

Confira:

Anteriormente, em uma entrevista ao Today Show, Emma Heming Willis, esposa do ator, abordou abertamente o diagnóstico de demência de seu marido, que levou ao encerramento de sua carreira.

Emma compartilhou a importância de entender a doença e de falar abertamente sobre ela com suas filhas, a fim de eliminar qualquer estigma associado ao diagnóstico.

Ela afirmou: “O mais importante foi podermos, para nós, dizer o que era a doença, explicar o que é, porque quando você sabe o que é a doença do ponto de vista médico, tudo faz sentido”. Emma enfatizou que deseja evitar qualquer vergonha ou estigma relacionado à doença do pai em suas filhas.

Emma também expressou sua gratidão pelo apoio e amor contínuo de Bruce, mesmo enquanto lida com a demência. Ela destacou a importância de focar na alegria da vida e seguir em frente, como uma forma de honrar o desejo de Bruce.

“É muito importante para mim tirar os olhos da dor e da tristeza para poder ver o que está acontecendo ao nosso redor. Bruce realmente gostaria que estivéssemos na alegria do que é. Ele realmente iria querer isso para mim e nossa família.”

A demência é uma condição ou grupo de distúrbios causados ​​pela perda progressiva de células nervosas nos lobos frontal ou temporal do cérebro. Como Willis já vinha tratando a afasia e não obteve melhoras, isso indica uma progressão constante da deterioração futura.

Netflix acusa diretor de ’47 Ronin’ de DESVIAR milhões de dólares de série sci-fi para aplicação no mercado de ações

E, quando achávamos que o ano não poderia mais nos dar nenhuma surpresa, um escândalo envolvendo um recente projeto da Netflix veio à tona.

Segundo o The New York TimesCarl Rinsch, conhecido por seu trabalho em ’47 Ronin’, embolsou milhões de dólares que a gigante do streaming havia lhe dado para produzir uma nova série sci-fi. Mais do que isso, o dinheiro em questão foi destinado ao mercado de ações e de criptomoeda.

Rinsch havia fechado um contrato de US$61,2 milhões com a Netflix em novembro de 2018 para a produção da série Conquest. A plataforma já havia oferecido US$44,3 milhões para o projeto; entretanto, o realizador alegou que precisava de mais investimento e, dessa forma, conseguiu um valor adicional de US$11 milhões.

Mas nem todo esse dinheiro foi gasto na produção da série. Em vez disso, Rinsch usou US$10,5 milhões do orçamento dado pelo streaming para aplicá-lo no mercado de ações – eventualmente perdendo  US$5,9 milhões em negociações.

Pouco depois, o cineasta migrou para o mercado de criptomoedas e teve mais sorte: sua aplicação de US$4 milhões no Buying Dogecoin acabou alcançando um montante de US$27 milhões.

Pouco depois, Rinsch gastou US$8,7 milhões em carros e produtos de luxo, como apontou um contador forense contratado por sua esposa. As aquisições incluíram uma Ferrar e cinco Rolls-Royce.

Apesar de gastar mais de US$55 milhões na série em questão, a Netflix ainda não recebeu nenhum episódio do diretor.

Conversando ao TimesThomas Cherian, um dos porta-vozes da Netflix, revelou que a companhia havia cancelado a série de Rinsch, alegando que “está claro que o Sr. Rinsch nunca completaria o projeto que concordou em fazer”. O realizador se recusou a conversar com o jornal quando contatado para uma declaração oficial.

Além disso, a reportagem aponta que Rinsch e a Netflix estavam passando por arbitrariedades confidenciais. O realizador, que iniciou o processo, acusou a plataforma de lhe dever ao menos US$14 milhões em danos por quebra contratual.

O diretor é conhecido por ter lançado apenas um filme em sua carreira, o já mencionado ’47 Ronin’, que trouxe Keanu Reeves como protagonista. Lançado em 2013, o longa foi massacrado pela crítica internacional (amargando 16% de aprovação) e se tornou um fracasso de bilheteria ao arrecadar meros US$151,8 milhões contra um altíssimo orçamento de US$225 milhões.

‘Besouro Azul’: Xolo Maridueña revela VILÃO que gostaria de enfrentar no futuro

‘Besouro Azul’ estreou recentemente na HBO Max, trazendo Bruna Marquezine e Xolo Maridueña como protagonistas. Entretanto, enquanto a DC se prepara para um recomeço sob a liderança de James Gunn, Xolo Maridueña compartilhou suas expectativas para uma possível continuação do longa em uma conversa com Michael Thomas, da Collider.

O astro revelou sua vontade de explorar The Reach, uma raça alienígena inimiga do Besouro Azul nos quadrinhos.

“Quer dizer, não sei se é cedo demais para introduzir The Reach. The Reach parece um grande, grande chefe final. Mas eu só quero ver para onde vai o relacionamento entre Khaji e Jaime. Passamos todo esse filme com Khaji como uma espécie de AI Khaji porque eles ainda não estão sincronizados. Ver como será no futuro… Isso foi o que mais gostei ao assistir ‘Young Justice’, ver essa conexão e ver que, às vezes, eles se dão bem, outras vezes não.”

The Reach teve sua origem nas histórias do Besouro Azul, mas também atuou como antagonista do Lanterna Verde e foi um dos antagonistas na segunda temporada de ‘Justiça Jovem’.

Até o momento, o que temos sobre o futuro de ‘Besouro Azul’ é que Xolo Maridueña continuará interpretando o personagem. No entanto, o resto está em aberto, dependendo das escolhas que James Gunn fará para as produções da DC.

Relembre o trailer:

Assinantes da Netflix estão APAIXONADOS pelo novo filme de romance disponível na plataforma; Confira!

A Netflix está apostando em mais um filme de romance para conquistar os assinantes com ‘Nos Vemos em Vênus‘, que já ocupa a 5ª posição entre os mais assistidos da semana.

Na trama, para diminuir a dor de seus problemas, Mia (Virginia Gardner) e Kyle (Alex Aiono) viajam para a Espanha em busca da mãe biológica dela. No caminho, acabam se apaixonando.

Dirigido por Joaquín Llamas (‘Caronte’), o projeto marca a estreia de Victoria Vinuesa (’62 Hours’) como roteirista em grandes produções e adapta seu próprio livro, intitulado ‘Espero-te em Vénus’, abordando de maneira simples como o amor pode ser a evolução natural de uma bela amizade.

Ao mesmo tempo, retrata o típico dilema de dois amigos que temem pela ruptura da amizade se cederem aos desejos mais íntimos. Ainda assim, consegue passar por cima dos clichês do gênero e transmite uma mensagem muito impactante.

Nas redes sociais, os assinanantes da plataforma estão apaixonados pela trama, que traz uma carga dramática bem intensa em meio a belas paisagens e trilhas sonoras bem marcantes… O que contribui para o clima de romance.

Confira as reações:

ODIEI! Os Filmes mais Detonados pelos críticos em 2023…

A arte é subjetiva, como todos nós estamos cansados de saber. A máxima de “o que é bom para você pode ser ruim para mim e vice-versa” é a mais pura realidade quando tratamos de arte. E com os filmes isso acontece mais ainda por serem uma forma de arte muito popular e que desperta a paixão dos fãs como nenhuma outra. A verdade é que cada um de nós absorve a arte baseados em nossas próprias vivências e experiências, a bagagem que trazemos conosco. Dessa forma, a arte ou um filme é o espelho do que levamos para ele, ou seja, só irá refletir o que já temos dentro de nós.

Uma vez dito isso, é preciso levar em conta também o fator consenso. Vivemos em uma sociedade democrática, ou pelo menos desejamos que seja cada vez mais. Assim como o voto em políticos para saber quem ganhou uma eleição através da maioria das opções, a forma de avaliação de um filme pode ser simples: foi bom ou não em nossa opinião. Sendo assim, os mais variados agregadores reúnem avaliações da crítica especializada (profissionais com um conhecimento maior da arte cinematográfica, especializados em assistir e comentar todo tipo de filme com mais propriedade) e também do grande público, que em sua maioria procura cinema apenas para se entreter.

É sobre esta segunda categoria de espectador que iremos falar nessa matéria, o grande público. Por mais que você tenha gostado de alguns dos filmes que iremos apresentar abaixo como os piores de 2023, saiba que na opinião da maioria dos espectadores que os assistiu e votou no maior banco de dados de cinema da rede, o IMDB, eles deixaram muito a desejar. Aqui, reunimos os filmes de prestígio, de grandes estúdios, com astros e estrelas protagonizando, e que não conseguiram sequer uma nota 5 de 10 nestas avaliações. Confira abaixo quais são esses longas “azarados” ou “odiados” mesmo.

Casamento em Família
Nota: 4.9 / 6.1 mil votos

Reunir em um único filme os talentos de Richard Gere, Susan Sarandon, Diane Keaton e William H. Macy seria o suficiente para atrair atenção de qualquer cinéfilo. E apesar de sua premissa “farsesca” até interessante, na opinião geral dos espectadores o filme recai na fórmula do mais baixo denominador comum em sua comédia romântica. Na trama, Emma Roberts e Luke Bracey ficam noivos e decidem se casar, como forma de último esforço para seu relacionamento que já não estava indo muito bem. Porém, ao apresentarem suas famílias uma para a outra – Richard Gere e Diane Keaton (os pais dela) e William H. Macy e Susan Sarandon (os pais dele) – os casais de meia idade logo descobrem que estão secretamente traindo uns aos outros.

O Exorcista: O Devoto
Nota: 4.9 / 23 mil votos

Aqui podemos dizer que o consenso é praticamente uma unanimidade, pois difícil mesmo é encontrar alguém para falar bem do novo ‘O Exorcista’. Se fosse qualquer outro filme sobre possessão demoníaca, ‘O Devoto’ seria considerado medíocre e esquecido na semana seguinte, como a maioria dos exemplares deste que já se tornou um subgênero. O problema é que a Blumhouse e o diretor David Gordon Green (que cada vez se queima mais com a comunidade de fãs do terror) ousaram colocar o título de um dos filmes mais influentes e celebrados da sétima arte. Planejado como uma trilogia, duvidamos muito que uma continuação receba sinal verde.

Os Mercenários 4
Nota: 4.8 / 21 mil votos

Até então, a franquia dos heróis de ação da terceira idade havia ficado entre erros e acertos, mas sempre conseguia conquistar o coração do amante nostálgico do gênero. A proposta já nasceu como “galhofa” – Sylvester Stallone escreveu e dirigiu sua homenagem aos colegas e a ele mesmo, mostrando que os velhos cães de guerra ainda tinham muito sangue para dar em tela.

Com as continuações, o envolvimento de outras lendas foi aumentando, com: Jean-Claude Van Damme, Chuck Norris, Wesley Snipes, Harrison Ford, Mel Gibson e Antonio Banderas. Esse era o caminho que os filmes deveriam ter seguido, escalando quem sabe a seguir Jackie Chan, Steven Seagal, Kurt Russell e afins. Mas sabemos que a coisa começa errada quando os atrativos de seu novo filme são Megan Fox e 50 Cent…

Cemitério Maldito: A Origem
Nota: 4.7 / 7.5 mil votos

Os cinéfilos um pouco mais velhos ainda guardam com muito carinho a primeira adaptação de ‘Cemitério Maldito’ para o cinema, baseado no livro de Stephen King, e lançado em 1989. A história fala sobre uma família, dessas de comercial de margarina, se mudando para sua nova grande casa numa área rural dos EUA. Nas proximidades existe um antigo cemitério de animais, tido como místico, parte do folclore local, e que segundo reza a lenda, quem for enterrado ali retorna dos mortos; mas não está “puro”.

Aproveitando o sucesso que o filme fez, o estúdio resolveu lançar uma continuação três anos depois, e trinta anos depois um remake. Nenhum dos dois teve a mesma relevância cultural do primeiro. Agora eles tentam de novo com a primeira prequel deste universo e o resultado foi ainda mais genérico, agradando poucas pessoas.

Os Cavaleiros do Zodíaco
Nota: 4.4 / 9.1 mil votos

Muitos fatores jogaram contra esta primeira adaptação em live-action do famoso e muito cultuado anime dos anos 80. Talvez o mais determinante seja a ausência de grandes nomes envolvidos com o projeto, na frente e atrás das câmeras. Na hora de levar para as telonas uma produção deste porte com atores de carne e osso, é preciso ter o compromisso de fazer da maneira certa. E há muito tempo Hollywood percebeu que grandes atores dão credibilidade a este tipo de produto.

As presenças de Marlon Brando e Jack Nicholson foram o que fizeram os filmes do ‘Superman’ e ‘Batman’ darem certo, por exemplo. Isso e o fato de serem bons, é claro. E é isso que faz hoje a Marvel e a DC investirem pesado em nomes badalados para suas obras. Talvez ‘Cavaleiros do Zodíaco’, que não é bom, ganhasse mais credibilidade com esse investimento.

Peter Pan e Wendy
Nota: 4.4 / 26 mil votos

Peter Pan e Wendy’ parece ter seguido a fama das produções da Disney em live-action que adaptam suas animações clássicas despejadas na plataforma de streaming da Disney+; em especial o pouco apreciado ‘Pinóquio’, de Robert Zemeckis. De forma geral, mesmo os que rendem bilheterias astronômicas, como ‘A Bela e a Fera’, ‘O Rei Leão’ e ‘A Pequena Sereia’ não conseguem encantar da mesma forma que suas contrapartes em desenho. Não que o estúdio se importe muito com isso, afinal, como dito, tais produções ainda correspondem enchendo seus cofres. Porém, algumas delas parecem não terem a fé de seus produtores e terminam desovadas no streaming, somente para depois todos constatarem que realmente não eram muito boas – e caso fossem ao cinema certamente dariam prejuízo.

Pequenos Espiões: Apocalipse
Nota: 4.3 / 2.6 mil votos

Por enquanto (ainda temos mais dois meses até o fim de 2023), a produção renomada menos apreciada pelo grande público é o quinto filme da franquia infantil ‘Pequenos Espiões’, idealizada por Robert Rodriguez. O diretor teve a ideia quando foi pai, e assim começou a pensar em projetos infantis para a criançada. O problema é que nenhum deles se salva. E não apenas dentro da franquia ‘Pequenos Espiões’, com fracassos como ‘Sharkboy e Lavagirl’, ‘A Pedra Mágica’ e ‘Pequenos Grandes Heróis’.

De alguma forma tais filmes devem dar algum resultado para o cineasta, caso contrário não continuaria fazendo-os. Depois da fracassada tentativa de reboot em 2011, com Jessica Alba, Rodriguez tenta de novo com esse exemplar, dessa vez contando com Zachary Levi e Gina Rodriguez como os nomes chamativos do elenco.

Crítica | Napoleão – Ridley Scott e Joaquin Phoenix Constroem Imperador Nostálgico e Sonolento

Napoleão Bonaparte é uma figura polêmica da história mundial. Líder estrategista militar do exército da França, sua perspicácia sobre o campo de batalha fez com que não só o exército francês ganhasse diversas batalhas, mas também fez com que ele conquistasse novos cargos e, por fim, se tornasse imperador do território francês entre os anos de 1804 e 1815. Com tal postura, conquistou inúmeros admiradores, mas também desavenças, internas e externas à França. Sua perspicácia, muitas vezes, foi enxergada como louca obsessão. Julgamentos à parte, ‘Napoleão’ se tornou importante figura histórica mundial, cuja história chega a partir dessa semana aos cinemas brasileiros com o filme de drama homônimo produzido pela Sony Pictures.

No início do século XIX, na França, o general Napoleão Bonaparte (Joaquin Phoenix) se destaca por seu eficiente trabalho à frente das tropas francesas nas batalhas. Na capital, sua atuação nos bastidores políticos também surpreende, e, aos poucos, e com as conexões certas, Napoleão vai subindo de posições, conquistando títulos e territórios. Em determinado baile, conhece Josephine (Vanessa Kirby), uma misteriosa e bela viúva por quem imediatamente se apaixona, mesmo já tendo ela dois filhos. Desse encontro, vem a determinação do general em se casar com Josephine, mas, tão logo o evento acontece, surge a semente do ciúme, cujas provas passam a estampar os folhetins da época e levaram Napoleão aos extremos do ciúme, principalmente quando estava ausente em batalhas. Porém, quando se torna imperador do território francês, vem a necessidade de um herdeiro ao trono, mas, entre os problemas domésticos e as guerras territoriais, aos poucos Napoleão vai se tornando mais e mais obtuso em sua percepção do mundo.

Com “apenas” duas horas e meia de duração (considerando a recente moda entre os realizadores de fazerem filmes com três horas ou mais, e considerando quem é o cinebiografado), ‘Napoleão’ propõe um olhar humanizado – e, portanto, com falhas – deste líder cujo nome ecoou no tempo, pro bem ou pro mal.

Para isso, o longa de Ridley Scott foca muito mais na vida pessoal, no caminho percorrido pelo general até se tornar imperador e, posteriormente, no exílio – tudo isso permeado por sua conturbada e controversa vida amorosa com uma mulher fora dos padrões desejáveis pela aristocracia francesa da época. E aí vem a grande aposta do diretor (e, a certo modo, bem performada por Joaquin Phoenix): ambos constroem um Napoleão sonolento. Não a trama em si, mas o personagem. Ao longo de todo o filme, mesmo nos momentos de ação, parece que falta vigor na coisa toda. Napoleão parece sempre estar entediado, seja conversando, governando, amando, guerreando: sua expressão constantemente blasé não só puxa o filme para baixo, mas também se afasta completamente da imagem transloucada, obsessiva, quase histérica com que o general fez seu nome atravessar na história da França. Aqui, embora haja uma cena que evidencie sua baixa estatura (em sutil humor, estratégica salpicada ao longo do enredo), Napoleão não imprime medo, não intimida, mas, ainda assim, conquista o respeito de seus soldados e dos inimigos. Faltou essa conexão pro espectador.

Se por um lado falta emoções no protagonista, por outro Ridley Scott entrega um longa cuidadosamente construído tecnicamente, seja na confecção digital de cavalos sofrendo nas batalhas, seja ao dar dimensão nas guerras, quando amplia a lente nos momentos-chave dos embates – aí, sim, imprimindo alguma sensação no espectador. Alternando o filtro azulado (frio) para as guerras e o filtro laranja (quente) para a vida conjugal, é a parte técnica que conduz o espectador sobre as possíveis emoções do protagonista: a mudança de seu uniforme, os filtros, a lente da câmera abrindo, a pós-produção. Não é o personagem, mas sim seu entorno, que vai guiar quem assiste ao filme.

Reafirmando sua técnica apresentada em ‘Perdido em Marte’ e ‘Blade Runner, Ridley Scott traz agora um ‘Napoleão’ nostálgico, constantemente avaliador da própria vida, narrador de cartas sentimentais e dependente emocional da esposa – bastante distante de tudo aquilo que já ouvimos falar. Um filme tecnicamente excelente, que propõe um novo olhar sobre tão controversa figura.

Napoleão

(Napoleon)

 

Elenco:

Joaquin Phoenix
Vanessa Kirby
Ben Miles

 

Direção: Ridley Scott

Gênero: Drama

Duração: 158 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 23 de Novembro de 2023

Sinopse: 

O longa irá abordar a ascensão de NAPOLEÃO ao poder durante o período da Revolução Francesa, em que foi um dos maiores líderes militares e como chegou a ser imperador. A trama também dará muito destaque à relação entre Napoleão e sua esposa, Josephine.

Crítica: 

Crítica | Napoleão – Ridley Scott e Joaquin Phoenix Constroem Imperador Nostálgico e Sonolento

Curiosidades: 

» David Scarpa, de ‘A Última Fortaleza‘ e ‘O Dia em que a Terra Parou‘, assina o roteiro. Ele já havia trabalhado com Scott no elogiado drama ‘Todo o Dinheiro do Mundo‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Ó Paí, Ó 2

 

Elenco:

Lázaro Ramos
Dira Paes
Érico Brás
Luís Miranda

 

Direção: Viviane Ferreira

Gênero: Comédia

Duração: 90 min.

Distribuidora: H20 Films

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 23 de Novembro de 2023

Sinopse: 

Mais de 15 anos depois do sucesso do primeiro longa, Roque (Lázaro Ramos) se prepara para lançar sua primeira música e está confiante que irá, finalmente, alcançar a fama como cantor. Enquanto isso, o cortiço de Dona Joana (Luciana Souza) continua agitado em meio a fofocas e confusões entre os novos moradores e vizinhos. Já Neuzão (Tania Toko), perde seu bar, causando uma comoção geral. Mas a animação da turma é grande com as preparações para a Festa de Iemanjá, uma das mais populares do calendário baiano, que concentra uma multidão em Salvador.

Curiosidades: 

» O roteiro foi assinado por Elísio Lopes Jr, Daniel Arcades, Igor Verde e Viviane Ferreira, com colaboração de Luciana Souza, Bando de Teatro Olodum e Rafael Primot;

» Dira PaesÉrico BrásLuís MirandaTânia TokoJoão PedroRejane MayaEdvana CarvalhoLázaro Machado Santos e outros também fazem parte do elenco.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: