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‘Breathe’: Suspense pós-apocalíptico com Milla Jovovich amarga 17% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 6 críticas publicadas até o momento, o suspense pós-apocalíptico ‘Breathe‘, estrelado pela Milla Jovovich (‘Resident Evil’), abriu com amargos 17% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral detona o filme por oferecer uma trama distópica rasa, clichê e arrastada – perdendo o ritmo e o interesse dos espectadores no decorrer de sua narrativa.

Separamos os trechos das principais críticas:

“O maior ponto negativo deste filme é o roteiro ruim. É fácil aceitar que a Terra está parada e sem vida. É até fácil perdoar toda a grande tecnologia que o Darius conseguiu criar. Mas por que o planeta parece ter passado por uma guerra mundial?” (AIPT)

“Tentando retratar um cenário distópico angustiante, este thriller lento deixa seu elenco capaz e comprometido com falta de ar.” (Cinemalogue)

“No final, ‘Breathe’ é apenas um filme vazio. É como se tivesse um vácuo no lugar de onde um filme deveria estar, sugando todo o ar da sala até não restar nada.” (Collider)

“Este é um filme chato, com suspense inexistente que funciona apenas como um raso estudo de humanidade e sobrevivência.” (Blu-ray.com)

“No final das contas, ‘Breathe’ é um filme irregular. Algumas partes são muito cativantes, enquanto outras são rasas ou subdesenvolvidas.” (Aisle Seat)

“Se os espectadores conseguirem aguentar o início arrastado, ‘Breathe’ oferece muitas recompensas dramáticas em sua conclusão.” (Assignment X)

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Maya e sua filha são forçadas a viver abaixo do solo após a Terra ter se tornado inabitável por causa da falta de oxigênio. Apenas pequenos passeios pela superfície são possíveis graças ao traje construído por Darius, marido da Maya, que foi considerado morto. Quando um casal misterioso chega alegando conhecer o Darius e o seu destino, Maya relutantemente concorda em deixá-los entrar no bunker… mas eles realmente são quem aparentam ser?

Stefon Bristol (‘A Gente Se Vê Ontem’) é responsável pela direção.

O roteiro, que figurou na Black List de melhores enredos não produzidos, foi assinado por Doug Simon (‘A Casa dos Mortos’).

O elenco também conta com Jennifer Hudson, Sam Worthington, Quvenzhané Wallis e Common.

Predador: Terras Selvagens

(Predator: Badlands)

 

Elenco:

Elle Fanning
Dimitrius Schuster-Koloamatangi

 

Direção: Dan Trachtenberg

Gênero: Ficção científica

Duração: 107 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ 105 milhões

Estreia: 6 de Novembro de 2025

Sinopse: 

Ambientada em um planeta remoto, a trama de PREDADOR: TERRAS SELVAGENS segue um jovem Predador, excluído de seu clã, que encontra uma aliada improvável em Thia e embarca em uma jornada traiçoeira em busca do adversário supremo.

Crítica: 

Crítica | Predador: Terras Selvagens transforma o vilão em HERÓI em ficção científica divertida e estonteante

Curiosidades: 

» Do mesmo diretor de ‘O Predador: A Caçada‘;

» Além de dirigir, Dan Trachtenberg também assina o roteiro ao lado de Patrick Aison (‘Wayward Pines’);

» Predador será o HERÓI do próximo filme da franquia do diretor de ‘O Predador: A Caçada’

» ‘Predador’: Site revela que projeto SECRETO será uma animação

» ‘Alien vs. Predador 3’ deve ACONTECER, revela estúdio

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Predador’ enfrenta criaturas MORTAIS em clipe inédito de ‘Terras Selvagens’; Confira!

O site IGN divulgou um clipe inédito do aguardado ‘Predador: Terras Selvagens‘.

Estrelado por Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi, o longa será o primeiro da franquia a trazer o Predador titular como o herói da história.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de novembro de 2025 – assumindo a data que originalmente pertencia ao reboot de ‘Blade‘.

A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.

Dan Trachtenberg, de ‘O Predador: A Caçada‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Patrick Aison.

Vale lembrar que ‘O Predador: A Caçada‘ está disponível no Disney+.

Ator de ‘Dexter’ se junta ao elenco de ‘Skeletons’, novo TERROR do diretor de ‘Desconhecidos’

De acordo com o Deadline, Keith Carradine (‘Dexter’) foi confirmado no elenco de ‘Skeletons‘, novo terror do diretor JT Mollner (‘Desconhecidos’).

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

Brie Larson (‘Capitã Marvel’) será a protagonista. O elenco ainda contará com Willa Fitzgerald, Kyle Gallner, John Goodman, Ione SkyeDaithí Ó Haragáin.

O projeto funciona como uma versão moderna dos clássicos filmes de terror com monstros, com uma história contada a partir da perspectiva de um jovem garoto que, pouco a pouco, descobre que seus amados pais estão escondendo um segredo perturbador sobre a verdadeira natureza da mãe.

Brian Duffield escreveu o primeiro tratamento do roteiro a partir do conto de mesmo nome de Phillip Fracassi, com revisões de Mollner.

Skeletons‘ é uma produção conjunta da Infrared (selo da FilmNation Entertainment), da Bad Robot Productions (de J.J. Abrams) e da Assemble Media. Drew Simon, Abrams e Jon Cohen atuarão como produtores ao lado de Jack Heller. Caitlin de Lisser-Ellen e Duffield, da Assemble, serão produtores executivos ao lado de Roy Lee e Steven Schneider. Larson e Fracassi também assinam a produção executiva.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Diretor de ‘Universidade Monstros’ vai comandar nova animação da Pixar

Durante a D23 Expo, a Pixar Animation anunciou que o diretor Dan Scanlon, responsável por ‘Universidade Monstros’, vai dirigir uma nova produção pelo estúdio.

Ainda sem título, o filme se passará em um mundo de fantasias, onde não existem humanos, apenas elfos, trolls e fadas.

Em seu pronunciamento durante o anúncio, Scanlon comentou sobre alguns aspectos relacionados ao conceito da trama:

“Na animação vamos trazer a história de dois irmãos elfos adolescentes, cujo pai faleceu quando ainda eram bem pequenos. Graças a um restinho de mágica que sobrou no universo onde vivem, a dupla terá a oportunidade de realizar o desejo de desfrutar da presença do pai pela última vez”.

‘Os Incríveis 2’, ‘Toy Story 4’ e ‘Carros 3’ tem seus cartazes divulgados

Cartazes de ‘Os Incríveis 2’, ‘Toy Story 4’ e ‘Carros 3’

 

‘Han Solo: Uma História Star Wars’: Novo vídeo traz detalhes dos bastidores da produção

Han Solo: Uma História Star Wars ganhou um novo vídeo, que traz detalhes dos bastidores da produção do filme.

Confira, com trailers:

O filme deve se aproveitar do feriado de Memorial Day e arrecadar cerca US$ 170 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos em seu fim de semana de estreia, de acordo com novas projeções do Deadline.

O site ainda menciona ainda que o longa registrou uma taxa de 28 pontos de interesse entre um público selecionado, pouco mais que ‘Rogue One’, que registrou 23 pontos.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody HarrelsonEmilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

HEIM? ‘Liga da Justiça 2’: Ben Affleck interpretará o Batman em sequência [rumor]

Parece que o relacionamento de Ben Affleck com o Cavaleiro das Trevas ainda não acabou. Segundo um artigo divulgado pela revista Variety, o ator voltaria a interpretar o herói Batman na confirmada sequência de ‘Liga da Justiça‘.

A informação foi resgatada pelo portal Cosmic Book News, de um artigo publicado há 10 dias pelo site. No material, o jornalista Daniel Nissen faz um perfil sobre a carreira do ator, trazendo um panorama da evolução de seus filmes, desde ‘Jovens, Loucos e Rebeldes‘ a ‘Operação Fronteira‘.

No meio do texto, ele revela que “Affleck vai a interpretar o Cavaleiro das Trevas mais uma vez, na anunciada sequência de ‘Liga da Justiça‘”.

Não fica claro se a informação é um erro ou se o fato realmente é verídico e foi acrescentado ao texto, sem considerar corretamente o impacto da notícia. Vale ressaltar que na frase original – escrita em inglês – há um erro gramatical.

Já foi confirmado que Ben Affleck não assumirá o manto do herói no filme ‘The Batman‘. No entanto, é importante pontuar que o filme solo vai trazer uma versão mais jovem de Bruce Wayne, o que não se encaixaria no ator, que está com 46 anos.

Considerando que a informação não foi confirmada, trate tudo como rumores.

 

Liga da Justiça estrelou Ben Affleck como Batman, Gal Gadot como Mulher Maravilha, Jason Momoa como AquamanEzra Miller como Flash, Ray Fisher como Cyborg, Henry Cavill com Superman, Amy Adams como Lois Lane, Jeremy Irons como Alfred Pennyworth, Jesse Eisenberg como Lex Luthor, Amber Heard como Mera e outros.

O universo estendido DC continua com Shazam!’, que estreia em 05 de abril de 2019, Aves de Rapina, marcado para o dia 07 de fevereiro de 2020, e ‘Mulher Maravilha 1984’, que estreia no dia 05 de junho de 2020.

Um filme-solo intitulado Coringa estreia neste ano ainda, no dia 04 de outubro, mas não se insere dentro do panteão de heróis e é estrelado por Joaquin Phoenix.


The Disney Family Singalong: Christina Aguilera e mais participam de especial de TV feito em casa

Para ajudar as famílias a lidarem com o distanciamento social imposto pela quarentena, a Disney realizará um especial de TV em formato musical, com a participação de uma série de estrelas que já estiverem em projetos do estúdio.

Intitulado The Disney Family Singalong, o especial será exibido pela emissora ABC e conta com Ryan Secreast com o apresentador. O evento visa celebrar a família, música e o amor pelo universo Disney, trazendo a participação de vários artistas consagrados, que farão performances de suas canções favoritas da Casa do Mickey, direto do aconchego de suas casas.

O especial ainda vai trazer as canções no formato sing-a-long, com as letras dispostas na tela, para que toda a família possa cantar junto durante a exibição do programa.

O público poderá cantar canções de longas consagrados como ‘Aladdin‘, ‘A Bela e a Fera‘, ‘Frozen‘, ‘Hércules‘, ‘High School Musical‘, ‘A Pequena Sereia‘, ‘O Rei Leão‘, ‘Toy Story‘ e mais.

Entre as celebridades convidadas, o especial contará com a presença de Christina Aguilera (‘Mulan‘), Ariana Grande (‘A Bela e a Fera‘), Demi Lovato (‘Camp Rock‘), Elle Fanning (‘Malévola: Dona do Mal‘), Marcus Scribner (‘Black-ish‘), Josh Groban (Mickey’s 90th Spectacular), Darren Criss (‘Glee‘), Tori Kelly (‘Sing: Quem Canta Seus Males Espanta‘), Auliʻi Cravalho (‘Moana‘), Luke Evans (‘A Bela e a Fera‘), Josh Gad (‘Frozen‘), Kristin Chenoweth (‘Descendentes‘), Jordan Fisher (‘Teen Beach Movie‘), Donny Osmond (‘Mulan‘), Amber Riley (‘Glee‘) e John Stamos (‘The Wonderful World of Disney: The Little Mermaid Live!‘).

Além disso, o compositor Alan Menken, uma lenda viva da Disney, também participará do especial. O artista é conhecido pelas aclamadas trilhas sonoras de Aladdin’,A Bela e a Fera‘ e ‘A Pequena Sereia‘.

 

 

‘Fuja’: Elogiado suspense com Sarah Paulson já está disponível na Netflix

O aclamado suspense ‘Fuja‘, estrelado por Sarah Paulson, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (02), na grade de programação.

A trama acompanha uma adolescente que passou toda a sua vida reclusa com sua mãe e acaba descobrindo um terrível segredo até então ocultado durante muitos anos. Será que a garota está ficando louca após tanto tempo enclausurada, ou a mãe é uma psicopata?

O filme seria lançado nos cinemas pela Paris Filmes, mas teve sua estreia cancelada devido ao fechamento das salas pelos crescentes casos de COVID-19. Eventualmente, a gigante do streaming acabou adquirindo os direitos de distribuição internacional do longa.

Nos Estados Unidos, a produção foi lançada pela plataforma Hulu.

Assista a nossa crítica:

Crítica | Sarah Paulson e Kiera Allen brilham em ‘Fuja’, um dos melhores thrillers do ano

O longa já estreou nos circuitos internacionais e fez um grande e surpreendente estrondo entre a crítica.

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 93% de aprovação, com nota 7.30/10 baseada em 83 reviews até o momento. Segundo o consenso gerla, o filme é “solidamente atuado” e “sagazmente construído”, transformando-se em um “thriller de suspense incrível”.

Confira os principais comentários:

“Uma frágil e sórdida diversão” – Entertainment Weekly.

“Um thriller perfeitamente dinâmico, bem editado e ágil” – FilmWeek.

“Representação de pessoas com deficiência é necessária, e Fuja faz isso do jeito certo” – The Mary Sue.

“Rápido e limpo – o filme vem, faz o que tem que fazer, e vai embora antes de conseguirmos agradecer” – The MacGuffin.

“A performance de Paulson é o que ajuda a transformar esse thriller em uma diversão distorcida” – Entertainment Voice.

A produção é dirigida por Aneesh Chaganty, responsável pelo thriller ‘Buscando‘.

Kiera Allen e Pat Healy completam o elenco.

Além de dirigir, Chaganty coescreveu o roteiro ao lado de Sev Ohanian.

Invasão Secreta | Kevin Feige e elenco falam sobre tom sombrio e o que mais esperar dos próximos episódios da minissérie

Um cauteloso silêncio de oito meses é o que separa as séries Mulher-Hulk e Invasão Secreta. Diante de uma tumultuada e controversa temporada – marcada por uma significativa rejeição de parte do público – o hiato de pouco mais de 300 dias parece ter sido o refrigério ideal que a Disney precisava para lapidar o futuro do MCU a longo prazo. E cá estamos, junho de 2023, adentrando naquilo que já se anuncia como uma nova era do universo da Marvel.

Invasão Secreta se volta para as raízes da Marvel Studios, olhando para o retrovisor como uma forma de inspiração para o presente. Trazendo referências estilísticas da amada sequência Capitão América 2: O Soldado Invernal, a nova minissérie original do Disney+ assume para si o subgênero de thriller político com espionagem. 

E trazendo uma atmosfera mais sombria, onde o negrume das ruas ajuda a ditar o ritmo da história, Kevin Feige, o criador Jonathan Schwartz e o diretor Ali Selim tentam fazer da nova produção, mais do que uma redenção, mas sim uma oportunidade de amadurecer a narrativa dos Vingadores e de seus pares.

E durante uma coletiva de imprensa fechada, da qual o CinePOP foi convidado, Feige, Schwartz, Selim e o elenco principal refletiram sobre o novo projeto, aguçando a mente e criatividade do público a respeito de como Invasão Secreta promete conduzir e impactar o MCU em larga escala.

Na ocasião, o presidente da Marvel Studios e produtor do projeto, Kevin Feige, comentou sobre como a série se entrelaça com o espectro mais amplo do MCU, bem como sobre o tom narrativo:

“Bem, há pontos de conexão na história que as pessoas verão ao longo da série, obviamente. Mas Jonathan veio ao meu escritório há alguns anos atrás, quando estávamos pensando em que tipo de programa fazer para o Disney+. E ele veio com a ideia de traduzir o enredo da grande Invasão Secreta dos quadrinhos em uma série de espionagem mais sombria e misteriosa, o que não havíamos feito até então. E adoramos trabalhar com gêneros diferentes para tudo e esta foi uma tentativa de realmente mergulhar de volta nas coisas que abordamos em Capitão América 2: O Soldado Invernal e que não tínhamos trabalhado já há algum tempo, além de realmente mergulhar no tom de uma série de espionagem. Queríamos também explorar uma dinâmica bem diferente entre Fury e Talos, algo que não havíamos mostrado no nosso filme buddy cop dos anos 90, o Capitã Marvel”. 

E nessa nova aventura, em que Nick Fury assume o genuíno protagonismo, os fãs terão a oportunidade de – pela primeira vez em 15 anos de MCU – conhecer a história do amado agente. Se aprofundando em seu passado, Invasão Secreta promete responder a um antigo anseio do público, mostrando um lado até então desconhecido do personagem.

Indo mais além, a nova minissérie ainda se concentra em explorar a vulnerabilidade de Fury, que agora surge mais fatigado em virtude das circunstâncias que viveu, como o  famigerado estalar de Thanos. 

Segundo Samuel L. Jackson:

“Esta é a minha segunda aparição pós-snap e Fury estava meio sumido há um tempo. Ele está um pouco cansado, um pouco vulnerável, mas decide voltar para a Terra porque foi convocado. E veremos o que acontece. Tenho um joelho ruim agora e já não estou tão feliz”, comentou com bom humor.

Esse retorno à Terra será acompanhado por alguns conflitos relacionais, que vão explorar ainda mais a trajetória de Fury dentro do universo compartilhado. Em Invasão Secreta, a longeva amizade entre o veterano e o skrull Talos será colocada à prova, conforme salientou o ator Ben Mendelsohn:

“Encontramos Talos em um momento difícil. Sem revelar spoilers, posso dizer que é um momento ruim, sabe? É uma hora ruim. E ele bem que poderia contar com a ajuda de Fury, que já está lá no espaço por tempo demais!”

E é também nesse contexto que a vencedora do Oscar Olivia Colman entra em cena, como a espiã Sonya Falsworth. A atriz estreia no MCU como uma perspicaz e ácida agente do MI6, com uma peculiar e intrigante relação com Fury, como ela mesmo comenta:

“Eles têm uma amizade adorável. Embora ela goste de intimidá-lo com seu jeitão. Não me parece uma grande amizade, mas eles de fato possuem uma história e confiam um no outro”.

Isso tudo afeta diretamente a maneira como o público será apresentado a Fury. Ao contrário de suas 14 aparições anteriores, essa é aquela em que o veremos em seu estado mais cru e honesto. E para Sam Jackson, explorar o personagem de forma tão profunda fará com que os fãs se apaixonem por ele por uma ótica diferente:

“Bem, quanto mais você descobrir sobre ele, mais você vai gostar dele. Isso aconteceu comigo. É como tirar as diversas camadas de uma cebola, de forma divertida. Você conhecerá pessoas que meu personagem conhece e com quem ele até então nunca havia compartilhado uma cena profunda – como é o caso do personagem de Don. Então isso foi incrível. Estamos esperando para fazer isso há anos, sabe? Então foi maravilhoso fazer e ter aquele toque mais abrasivo. É ótimo saber que Fury e Rhodey possuem esse tipo de relacionamento, que antes eu só presumia existir. Isso é informação nova! Além disso, conheceremos sua casa pela primeira vez!”, comemorou Jackson.

E em se tratando de Rhodey, a audiência o verá em uma função muito mais diplomática e política. Ao contrário do seu extenso envolvimento com Os Vingadores, aqui ele surge como um mediador entre o governo norte-americano e o serviço de inteligência do país.

“Acho que estamos apenas descobrindo o que está acontecendo com Rhodey à medida que esta série avança. Ele está em um papel diferente. Nós o vemos mais como um animal político do que no passado. Ele antes era mais um militar, mas agora ele é uma espécie de braço direito do presidente. E eu estou muito ansioso para saber mais sobre seu arco, entender quem ele é e ver como esse relacionamento, não apenas com Nick Fury, mas com os outros membros do elenco, evoluirá”, afirmou Don Cheadle.

E é claro, como toda boa adaptação de quadrinhos, Invasão Secreta também possui o seu vilão, encarnado aqui pelo astro Kingsley Ben-Adir. Ao longo dos seis episódios da minissérie, ele interpretará Gravik, um homem ferido pelas circunstâncias da vida. 

Ao longo da coletiva de imprensa, o intérprete do personagem refletiu sobre como construiu a persona de Gravik:

“Sabe o que é engraçado? Eu estava pensando, quando conversamos sobre o projeto, apenas Sam e Ben estavam confirmados e Brian decidiu me enviar algumas cenas para testar, que foram como uma espécie de confronto entre mim e Sam. Na época, o personagem era chamado Manuel e eu sabia muito pouco sobre a trama. Mas aos poucos fui percebendo que haviam esses estranhos paralelos com a realidade e vi que a série buscava ser mais fundamentada e sombria. E, sim, acho que me inspirei muito nisso e em como torná-lo o menos sentimental possível em seu próprio ódio”. 

E a humanidade de seus personagens será um dos grandes aspectos a ser tratado ao longo do thriller político. Para o diretor Ali Selim, era fundamental apresentar a trajetória de Nick Fury por uma perspectiva mais complexa e madura, o que levará o protagonista em sua própria jornada heroica:

“Bem, eu acho que essa é uma série muito mais humana. É a história de Nick Fury. Ele é um humano. Ele tem sua própria versão de super poderes, mas eles não são como os dos super-heróis. E é uma história sobre ele voltar a colocar os pés no chão depois de algum tempo. E gosto disso, porque gosto de histórias humanas que vêm do coração e que alcançam um apelo universal, e não o contrário disso. E eu gostei da espionagem, do elemento de suspense político. E espero que tenhamos trazido o suficiente disso para criar o tom certo. E em um determinado momento, Fury perceberá que essa é também sua própria batalha, o que vai meio que torná-lo um clássico herói de faroeste americano. E o tom meio que mudará nos episódios posteriores, passando de Nick Fury para John Wayne”, concluiu o diretor.

Crítica | O Homem dos Sonhos – Nicolas Cages é um loser em sátira à sociedade da imagem, que enaltece e ataca seus ídolos

Após a excelente e perturbadora comédia de horror Sick of Myself (Farta de mim mesma, na tradução livre, disponível na MUBI), o diretor e roteirista norueguês Kristoffer Borgli retorna com uma excêntrica satira sobre estrelado e cancelamento na era das redes sociais. Protagonizado de modo excepcional por Nicolas Cage, O Homem dos Sonhos (Dream Scenario) é, ao mesmo tempo, hilariante e fantasmagórico, nos levando às gargalhadas e à perplexidade diante do nosso próprio reflexo no espelho social. 

Na casa dos 50 anos, Paul Matthews (Nicolas Cage) é um pacato professor universitário de biologia, casado com Janet (Julianne Nicholson) e pai das adolescentes Sophie (Lily Bird) e Hannah (Jessica Clement), vivendo tranquilamente em subúrbio residencial. Um belo dia, a filha mais velha conta de um sonho estranho com o pai — a cena inicial do longa —, no qual em meio a inusitadas ocorrências, ele permanece estagnado. 

A partir do relato da filha, ele fica intrigado com a sua pacificidade diante de tal situação. Além da rotina familiar, o seu cotidiano consiste em ensinar jovens dispersos na universidade e lamentar não seguir um projeto de pesquisa “sequestrado” por uma colega da academia. Um inexplicável fenômeno, entretanto, transforma sua pacata vida em um objeto de atenção midiática e altamente frutífero para a indústria da publicidade e o seu ego.

De um dia para o outro, milhares de pessoas começam a sonhar com ele, sempre passivo diante de enormes ocorrências, ataques mortíferos, terremotos, perseguições,etc. A criatividade do inconsciente humano leva Paul Matthews para as circunstâncias mais absurdas da mente de cada pessoa. Em poucas semanas, ele tornou-se uma estrela da internet. As pessoas querem tirar fotos com o “homem dos sonhos”, os alunos se multiplicam em suas aulas, as suas filhas sentem-se orgulhosas e até a esposa consegue uma promoção no trabalho. 

Com toda esta atenção, Paul deseja realizar o seu próprio sonho: publicar um livro dedicado à sua pesquisa científica. Dentro dessa mistura de assustadora realidade e controversa fantasia, o acadêmico é agenciado por uma empresa — encabeçada por Trent (Michael Cera)  —  interessada em torná-lo garoto propaganda de marcas para entrar no sonho das pessoas, como a inserção de uma ideia em A Origem, de Christopher Nolan

No fim das contas, na era das redes sociais, a questão é como monetizar em cima de algo que prende a atenção das pessoas. Como no inicial passe de mágica, os sonhos tornam-se literalmente pesadelos. Assim Paul Matthews passa da pessoa mais amada do mundo para a mais odiada em questão de dias. 

Um tanto ranzinza, sem senso de humor e sempre de suéteres bege, camisa xadrez e um volumoso casaco, além de um resto de cabelo ao redor da careca, Nicolas Cages interpreta com maestria o personagem perdedor, sendo tanto engraçado quanto comovente. Numa mistura de momentos cômicos e pesarosos, como o possível —  e fracassado —  encontro sexual com a muito mais jovem assistente da agência publicitária Molly (Dylan Gelula), 

O enredo é cáustico e nos enreda nas incertezas das nossas próprias vidas, recheada de desejos e frustrações. Assim como no seu filme anterior, Kristoffer Borgli abusa do humor —  e de um revés macabro —  para mirar nas feridas sociais das últimas duas décadas sobre a nossa carência de atenção e ardência por holofotes. 

Em uma alusão à teoria de A Sociedade do espetáculo, de Guy Debord, lançado nos anos 1960, Kristoffer Borgli assume o mesmo discurso pessimista e cruel da sua obra anterior, mas ao invés de focar na juventude, ele aponta para meia idade e as frustrações de planos que não deram certos. Desse modo, O Homem dos Sonhos é divertido, amedrontador e, sobretudo, uma maneira original de afrontar nossas secretas angústias cotidianas. 

Com produção do macabro Ari Aster (Hereditário, Midsommar e Beau tem medo), O Homem dos Sonhos estava previsto para ser dirigido pelo próprio e protagonizado por Adam Sandler. Com o sucesso de crítica de Sick of Myself, a produtora A24 concedeu a Kristoffer Borgli o direito de dirigir seu próprio roteiro e, desse modo, ele exigiu Nicolas Cage para o papel principal. Conhecido por seus exageros cênicos e maneirismos, o papel do perdedor e, posteriormente, invasor dos pesadelos encaixou-se perfeitamente ao tom do ator norte-americano.

Com uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Performance Masculina em Comédia e Musical, Nicolas Cage pode até chegar aos Oscars 2024, assim como O Homem dos Sonhos deve buscar um disputado espaço entre os concorrentes ao prêmio de roteiro original. Igualmente, o norueguês Kristoffer Borgli encontra o seu espaço na seara de diretores originais, fantásticos e cruéis ao elaborar a realidade a partir de personagens extremos, como, por exemplo, Yorgos Lanthimos, Ari Ester e Charles Kaufman

Lançado em setembro no Festival de Toronto 2023, O Homem dos Sonhos (Dream Scenario), chega aos cinemas brasileiro em 28 de março de 2024, com distribuição da California Filmes.

‘Christopher Robin’: Live-action do ‘Ursinho Pooh’ ganha primeiro trailer

A Disney liberou o primeiro trailer de Christopher RobinUm Reencontro Inesquecível, live-action ambientado no universo do Ursinho Pooh, focado no humano da franquia. Assista:

“Nessa acolhedora aventura live-action Christopher Robin, da Disney, o jovem garoto que sempre amou embarcar em aventuras no bosque dos cem acres com amáveis criaturas de pelúcia, cresceu e perdeu seu caminho. Agora, depende de seus amigos de infância se aventurarem no mundo real e ajudarem Christopher a se lembrar do garoto amoroso e brincalhão que ele ainda é por dentro”

Ewan McGregor viverá Christopher Robin, o icônico garotinho da animação, e Hayley Atwell, a ‘Agent Carter‘ da Marvel, viverá sua esposa.

Christopher Robin‘ traz uma trama centrada no já adulto Christopher Robin, que abandonou as aventuras do Hundred Acrewood e agora se concentra nas atribuições rotineiras. Mas quando seu trabalho começa a sobrecarregar seus compromissos familiares, ele recebe uma visita de Pooh, que precisa encontrar seus amigos. Christopher precisa aprender a lidar com os dois lados de sua vida colidindo, sem colocar ambos em risco.

A produção será roteirizada por Tom McCarthy, responsável por ‘Spotlight: Segredos Revelados’, e pode vir a contar com outro rascunho desenvolvido por Allison Schroeder, de ‘Estrelas Além do Tempo

O projeto será dirigido por Marc Forster, que já esteve à frente de ‘Guerra Mundial Z’ e ‘007 – Quantum of Solace’.

Christopher RobinUm Reencontro Inesquecível’ será lançado em 3 de agosto de 2018.

‘Aves de Rapina’: Filme com a Arlequina ganha possível sinopse

A Warner Bros./DC Films estão desenvolvendo a produção ‘Aves de Rapina‘, que terá a personagem Arlequina como a protagonista. O site The Wrap, no entanto, revelou quais outras personagens femininas do universo da DC estarão no filme.

Segundo o site, a “gangue de garotas” irá incluir a Harley Quinn, Canário Negro, Caçadora, Cassandra Cain e Renee Montoya. Eles também afirmam que o vilão da produção será um que já apareceu nos quadrinhos do Batman, e “nunca antes foi visto nas telonas”.

Além disso, o Discussing Film divulgou o que seria a primeira sinopse do longa, detalhando o ponto de  partida da história. Apesar de se tratar de um rumor, vale à pena conferir:

“Após se separar do Coringa, Arlequina e outras três super-heroínas (Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya) se unem para salvar a vida de uma pequena garota (Cassandra Cain) das garras de um cruel lorde do crime”

Para viver as protagonistas, Warner Bros. está procurando atrizes da mesma faixa etária de Margot RobbieJodie Comer (‘Killing Eve’) e Vanessa Kirby (‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’) são cotadas para Canário Negro, enquanto que Alexandra Daddario (‘Percy Jackson’) é um dos possíveis nomes para Caçadora.

Nenhuma informação foi confirmada, porém, as atrizes estão sendo sondadas pela produção do filme.

Recentemente, Margot Robbie afirmou que a Arlequina terá visuais distintos daquele que vimos emEsquadrão Suicida: “Os figurinos ainda não foram desenhados, mas posso garantir que ela terá novos visuais”.

A produção está prevista para iniciar em janeiro de 2019.

Robbie, por enquanto, é a única confirmada no elenco.

O estúdio contratará apenas mulheres para conduzirem o projeto. Isso inclui também a equipe de produção, que será formada apenas por profissionais do sexo feminino.

Vale ressaltar que Cathy Yan foi a escolhida para assumir a direção, e Christina Hodson (Bumblebee) foi contratada para escrever um dos roteiros da produção.

A expectativa é que o lançamento aconteça em 2020.

Dica do fim de semana | 5 comédias diferenciadas no Star+

Fazer comédia é algo extremamente difícil, porque aquilo que faz um rir não é a mesma coisa que irá arrancar gargalhadas do outro. E tem aqueles que se fecham para as possibilidades do inesperado e acabam só não achando graça de nada. Em meio a essa dificuldade, separamos cinco produções de comédias que te sugerimos para curtir em um fim de semana. Confira!

Ah sim, todas elas estão disponíveis no Star+

Extraordinária


Nesta série ambientada em um mundo em que o normal é ser super-herói e desenvolver seus poderes na juventude, Jen é uma pessoa extraordinária porque nasceu sem poderes. Assim, cansada de ser uma “aberração”, ela vai atrás de seus poderes, mesmo que isso signifique passar pelas situações mais absurdas e humilhantes possíveis. São apenas 8 episódios com aproximadamente meia hora de pura diversão, baixaria e situações impensáveis.

Free Guy: Assumindo o Controle

Estrelado por Ryan Reynolds, esse filme se passa dentro de um videogame ao estilo GTA, em que um personagem não jogável, o famoso NPC, desenvolve consciência por meio de uma nova Inteligência Artificial e decide dedicar sua vida digital a fazer a diferença. Então, ele se transforma em um tipo de herói dentro do jogo, viralizando no mundo real, já que seu mundo está prestes a ser desativado pela companhia dona do game.

Palm Springs


Nyles é um rapaz despreocupado com a vida que mantém um relacionamento com uma namorada que não é fiel. Em um casamento, ele conhece Sarah, uma madrinha que não queria ser madrinha de casamento de sua irmã. Eles se dão bem e saem para ficarem sozinhos. Só que Nyles acaba sendo atacado e eles acordam novamente no mesmo dia. Nesse loop temporal, a dupla vai se conhecer melhor enquanto tenta voltar ao normal.

A Vida Secreta de Walter Mitty

Nesta dramédia, Walter Mitty trabalha revelando fotos para a revista Life. Porém, na última edição impressa da história da revista, ele perde o filme da matéria de capa. Conhecido por sempre divagar e perder sua vida sonhando em vez de fazendo coisas, ele começa a investigar pra tentar encontrar o negativo antes do fechamento da edição. Assim, ele parte em uma verdadeira volta ao mundo, que vai tirá-lo de seu bairro pela primeira vez e mudará para sempre sua vida.

Jojo Rabbit

Jojo é um jovem ansioso e doidinho para mostrar seu valor a sua mãe e ao mundo. Para isso, ele vai se empenhar em seu curso para se tornar o melhor de todos. Só tem um problema: ele é um jovem alemão em plenos anos 40. E seu curso é o treinamento para se tornar parte do exército nazista. Assim, acompanhado por um Adolf Hitler imaginário, ele luta diariamente para ser um soldado, mesmo que isso signifique se machucar todo e decepcionar os mais próximos ao seu redor. Mas a situação pode mudar quando ele encontra uma menina que vai fazê-lo abrir os olhos para os erros de seu sonho.

Crítica | Noites Alienígenas – Suspense e Ficção Científica se Misturam na Realidade da Capital do Acre

Há muito do Brasil ainda desconhecido pela maior parte dos brasileiros. Com as narrativas, as produções e os fomentos quase todos centrados no eixo Rio-São Paulo, o país, de dimensões continentais, mesmo hoje desconhece boa parte das histórias que acontecem em outros estados, que não aqueles de força econômica. Assim, é através do cinema que muitas dessas narrativas acabaram ganhando espaço, especialmente nos últimos anos, e consequentemente alcançaram um público para além de suas fronteiras, como ocorre com ‘Noites Alienígenas’, filme acreano vencedor de diversos Kikitos no último Festival de Gramado, incluindo o de Melhor Filme.

Na Amazônia contemporânea, na periferia de Rio Branco, capital do Acre, as vidas de três personagens se entrecruzam enquanto as milícias do sudeste invadem a cidade com seu poderio armamentício e violento. Assim acompanhamos Paulo (Adanilo Reis), um rapaz indígena que sofre com os efeitos das drogas e, isolado, tenta se desintoxicar dos produtos químicos, ao mesmo tempo em que cede às necessidades do vício e procura a mãe de seu filho, Sandra (a ex-BBB Gleici Damasceno), atrás de dinheiro. Paralelamente, Rivelino (Gabriel Knoxx), atual namorado de Sandra, vive um dilema entre ser um bom filho para sua mãe, a Loira, com seu grafite pelos muros da cidade, ou se entra para o mundo do crime, que lhe proporcionaria mais dinheiro e segurança em um universo incerto da periferia. Enquanto isso, Alê (Chico Diaz) tenta orientar a juventude sobre os bons caminhos a seguir, mas ele mesmo tem suas desconfianças sobre o que acontece naquelas redondezas.

Um dos maiores acertos de ‘Noites Alienígenas’ é centrar a narrativa em três personagens de raças diferentes, mostrando não só a pluralidade do Brasil, mas também as ambições e soluções distintas encontradas pelo homem branco, pelo negro e pelo indígena. Outro acerto é que o filme de Sérgio de Carvalho também elenca pessoas indígenas para os papéis que lhes cabem, com destaque para Adanilo Reis, cujas cenas de desintoxicação são bastante impactantes e retratam uma realidade bem comum, infelizmente, de muitos povos indígenas: a entrada de drogas sintéticas nas aldeias tem causado quadros muitas vezes irreversíveis nos jovens. Felizmente, como o filme retrata, a sabedoria ancestral continua sendo solução mesmo nos momentos mais desesperadores.

O roteiro de Camilo Cavalcanti, Rodolfo Minari e do próprio Sérgio de Carvalho entrelaça os três protagonismos para, através da ficção científica (aliás, uma piada que roda pelo país, tamanho o desconhecimento que a população brasileira tem sobre o estado do Acre, mas sobre a qual o filme se apropria em seu favor) construir uma história de suspense baseada em eventos totalmente possíveis, uma vez que a fuga e a disseminação das facções criminosas do sudeste para a região norte têm trazido consequências pesadas para essa região, que já não recebe a devida atenção dos governos.

Assim, ‘Noites Alienígenas’ é um belo exemplo de como o cinema pode contribuir para trazer outras realidades para o grande público, e ao mesmo tempo aproximar esse público dessas realidades que não são tão distantes quanto as fronteiras geográficas fazem parecer. Um filme envolvente, que faz bom uso dos elementos cinematográficos em favor da sua história.

Produtora de ‘X-Men’ diz que excesso de filmes da Marvel irão cancelar um ao outro

Muitas pessoas dentro da indústria cinematográfica continuam a acreditar que o esgotamento das obras de super-heróis eventualmente irá nos alcançar devido aos múltiplos filmes baseados em quadrinhos que são lançados hoje.

2018, por exemplo, tornou-se um dos anos de maior sucesso para essas histórias, com os lançamentos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’‘Pantera Negra’‘Aquaman’, todos arrecadando mais de um bilhão de dólares ao redor do mundo. ‘Venom‘Deadpool 2 também tiveram bilheteria considerável para a Sony e a Fox, respectivamente, o que leva a imaginar que o gênero em questão é um dos mais lucrativos.

Os estúdios Marvel estão, atualmente, trabalhando para lançar três filmes por ano, enquanto a DC se mantém com a estreia de dois, por enquanto. A Marvel irá reaver os direitos de X-Men após o acordo entre Disney e Fox finalmente se firmar; logo, é óbvio que o MCU irá explodir com novos personagens.

Porém, a produtora de X-MenLauren Shuler Donner, declarou recentemente que deu um aviso amigável para Kevin Fegie e a equipe dos estúdios, para garantir que cada um dos filmes será único. “Você não pode ter muitos filmes Marvel, X-Men lá fora: nós iremos nos cancelar. Cada um deve ser distinto”, ela disse.

“Temos ‘Vingadores’ como exemplo: existem cânones bastante diferentes e agora há os novos aos quais você deve dar um pouco mais de atenção. Para nós, isso é mais do que conseguimos aguentar, e as pessoas irão se cansar disso”, acrescentou.

O próximo filme da franquia X-Men, ainda sob cuidados da Fox, será ‘Fênix Negra’, dirigido por Simon Kinberg e trazendo no elenco James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Nicholas Hoult, Tye Sheridan, Sophie Turner, Alexandra Shipp, Kodi Smit-McPhee, Evan PetersJessica Chastain.

No filme, os mutantes enfrentam um de seus obstáculos mais formidáveis: uma própria integrante do grupo, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta ao ser atingida por uma força cósmica misteriosa. Quando retorna para casa, essa força não apenas a torna ainda mais poderosa, mas muito instável. Lutando contra a entidade dentro de si, ela começa a destruir os laços que mantêm os X-Men unidos. E agora, com a nova família se desmantelando, eles devem encontrar um modo de se unir – não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso planeta de uma raça alienígena que deseja utilizar essa mesma força para dominar a galáxia.

X-Men: Fênix Negra’ chega aos cinemas no dia 07 de junho de 2019.

‘Um Espião Animal’: Animação com Will Smith e Tom Holland ganha novo trailer; Assista!

A Fox Film do Brasil divulgou o novo trailer dublado da animação ‘Um Espião Animal‘, estrelada pelo Will Smith e Tom Holland.

Confira:

O filme foi dirigido pela dupla Nick Bruno e Troy Quane.

O superespião Lance Sterling (Smith) e o cientista Walter Beckett (Holland) são completamente opostos. Lance é sofisticado, elegante e atraente. E Walter… não. Mas a habilidade social que falta em Walter é compensada por sua esperteza e uma fantástica capacidade de inventar, o que o permite criar apetrechos incríveis para Lance usar em suas missões épicas. Mas quando algo inusitado acontece, Walter e Lance terão que confiar um no outro de um jeito completamente diferente. E se essa dupla estranha não conseguir trabalhar como um time, o mundo todo estará em perigo.

Karen Gillan, Rashida JonesDJ Khaled e Ben Mendelsohn completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais dia 12 de Setembro.

‘The Lovebirds’: Comédia com Issa Rae e Kumail Nanjiani será lançada na Netflix

Segundo o ComicBook.com, a comédia ‘The Lovebirds’, estrelada por Issa RaeKumail Nanjiani, será lançada muito antes que o previsto e de uma forma diferente do esperado.

Originalmente prevista para ser exibida no Festival South by Southwest, o longa foi adquirido pela Netflix devido à pandemia do coronavírus.

Ainda não se sabe quando a obra chegará à plataforma.

Na trama, a dupla forma um casal prestes a se se parar, que acaba se enrolando em um bizarro, hilário e mistério assassinato, fazendo com que os dois tenham que desvendar o crime, a fim de limpar seus nomes. Essa confusão também os fará colocar seu relacionamento em perspectiva, para saber se ele será capaz de sobreviver à circunstâncias tão adversas.

O longa é dirigido por Michael Showalter (‘Doentes de Amor‘), a partir de um roteiro assinado por Aaron Abrams, Brendan Gall e Martin Gero.

A Paramount Pictures, em parceria com a MRC, fica responsável pela produção.

Issa Rae é mais conhecida  por ser a criadora e protagonista da série cômica da HBO,Insecure‘. Já Kumail Nanjiani estrelou a série da mesma emissora, ‘Silicon Valley‘, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Roteiro original por ‘Doentes de Amor‘, escrito com sua esposa.

‘The Lovebirds’ estreia em 03 de abril.

‘O Grande Ivan’: Bryan Cranston e Sam Rockwell no novo teaser adorável da adaptação

Walt Disney divulgou em seu Twitter oficial um novo teaser de ‘O Grande Ivan’ (The One and Only Ivan), adaptação do livro best-seller infantil assinado por Katherine Applegate.

Confira:

O filme será lançado diretamente na plataforma no dia 14 de agosto, nos EUA.

Thea Sharrock comanda o projeto.

Ivan é um gorila gigantesco que divide um habitat em um shopping suburbano com Stella, a elefanta, Bob, o cachorro, e muitos outros. Ele tem poucas memórias da selva onde foi capturado – mas quando uma jovem elefanta chamada Ruby, algo toca em seu interior. Ruby foi separada de sua família e o leva a questionar sua própria vida, de onde ele vem e onde ele quer estar.

O longa apresenta as vozes de: Sam Rockwell como o gorila Ivan; Angelina Jolie como Stella, a elefanta; Danny DeVito como Bob, o cachorro; Helen Mirren como Snickers, a poodle; Chaka Khan como Henrietta, a galinha; Mike White como Frankie a foca; Brooklynn Prince como Ruby, o bebê elefante; Ron Funches como Murphy, o coelho; Phillipa Soo como Thelma, o papagaio; e as estrelas Ramon Rodriguez, Ariana Greenblatt e Bryan Cranston.

Os 20 Melhores Álbuns de 2020

2020 foi um ano recheado de conturbações e impedimentos – mas não para a música.

Já fazia quase uma década desde os artistas independentes e até mesmo mainstream não se aventuravam com tanta paixão em obras dignas de entrarem para a história, misturando o passado, o presente e até mesmo o futuro em narrativas competentes, escapistas e, principalmente com o intuito de nos deixarem um pouco mais confortáveis em um período marcado por descontentamentos.

Desde o eufórico Chromatica, retorno de Lady Gaga às suas raízes do final dos anos 2000, até as latinidades sensuais de Isabela Merced com o EP the better half of me, passando pelo rock alternativo do exuberante Fetch the Bolt Cutters, de Fiona Apple, separamos uma breve lista com os vinte melhores álbuns do ano.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

20. THE BETTER HALF OF ME, Isabela Merced

“O maior sucesso que a cantora e compositora encontra aqui é a capacidade de manter-se rejuvenescida em meio a tantos lançamentos e nomes que surgem esporadicamente no mundo afora – deixando claro quais são os gêneros pelos que tem mais gosto de explorar. Em cada peça fonográfica, o ritmo e a melodia combinam-se em uma ambiência lida o suficiente para criar afinidade com seus interlocutores, mesclando humor e tragédia com toques do legado da geração millenial (como a forte presença dos anos 1980). No final das contas, the better half of me entrega muito mais do que esperávamos, merecendo muito mais carinho e reconhecimento do que provavelmente terá.” – Thiago Nolla

19. SONG FOR OUR DAUGHTER, Laura Marling

O sétimo álbum de estúdio de Laura Marling é o seu melhor até hoje. Comparando com suas obras anteriores, ‘Song for Our Daughter’ é uma narrativa místico-ficcional que traz arranjos instrumentais mais esparsos e mais fincados no minimalismo sonoro para criar uma atmosfera íntima. Os vocais impecáveis de Marling são acompanhados do violão e de uma ecoante percussão ao fundo, apoiada pela melodia apaixonante do piano e por uma produção competente de Rob Moose.

18. SILVER LANDINGS, Mandy Moore

“‘Silver Landings mantém-se coeso o suficiente ao longo de suas breves dez faixas; pautado em estilos que agora vêm dando espaço para o pop e o disco-dance­ das décadas anteriores, a artista foi ousada em se deixar levar por aquilo que mais lhe chamou a atenção. O resultado, apesar de alguns breves deslizes que se concentram na esquecível “Save a Little for Yourself”, é aplaudível ao ponto de considerarmos este um dos grandes comebacks do ano” – TN.

17. AFTER HOURS, The Weeknd

“Foi pensando numa continuidade de sua dramática arte que The Weeknds criou intenções interessantes e promissoras para After Hours, seu quarto álbum de estúdio que, seguindo o passo de tantas outras figuras de alto calibre na esfera contemporânea, resolveu se respaldar nas décadas passadas incrementar icônicas sonoridades com algumas transgressões e fusões outrora inimagináveis. E, ainda que tenha permanecido de certa maneira em sua zona de conforto, é visível o modo como sempre busca por algo diferente para entregar a seus “seguidores” – alcançando proeza invejável em grande parte.” – TN

16. HOW I’M FEELING NOW, Charli XCX

“Mais uma vez, a cantora toma as rédeas de sua carreira e faz o que bem entender com as músicas que lhe inspiraram, trabalhando numa forte parceria ao lado de produtores como Dijon DuenasA.G. Cook e BJ Burton (colaboradores de longa data que parecem sempre encontrar uma brecha para superarem a si próprios). De um lado, sua presença ganha força descomunal a cada ano sem esbarrar nas ruínas de uma monotonia fatigante; de outro, soa fora dos padrões e pode ser recebido com repulsa ou ignorância por aqueles mais acostumados com o “pop chiclete” que vem regendo 2020 desde os primeiros dias do ano.” – TN

15. AVES DE RAPINA (OST), Vários Artistas

“A proeminência de Doja Cat abre a produção com a incrível “Boss Bitch” que, mesmo seguindo uma construção já ouvida antes (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz. Pouco depois, é a vez de Charlotte Lawrence brilhar com as samples emprestadas de Nina Simone em “Joke’s On You”, ganhando um espaço mais que merecido e pavimentando uma trajetória rumo a uma discografia de bastante sucesso.” – TN

14. LETTER TO YOU, Bruce Springsteen

‘Letter to You’ é uma das conquistas mais peculiares e incríveis da carreira de Bruce Springsteen. O ícone do rock voltou seis anos depois de seu último lançamento de originais e trabalhou arduamente após um longo bloqueio criativo. Felizmente, ele se reuniu com o produtor Ron Aniello. Os versos discutem temas como arrependimento, envelhecimento e a inevitabilidade da morte – este último vindo como reflexo da morte de seu ex-colega de banda George Theiss.

13. PICK ME UP OFF THE FLOOR, Norah Jones

“A lendária e distinta Norah Jones ganhou fama nos anos 2000, quando lançou seu primeiro álbum de estúdio intitulado Come Away with Me (cuja música-título até mesmo foi regravada em uma nostálgica rendição por Emma Bunton). Depois de vender quase 30 milhões de cópias e tornar-se um dos maiores nomes do jazz-folk do século XXI, Jones teve sua carreira catapultada para uma prolífica discografia, que lhe rendeu nada menos que nove prêmios do Grammy. Agora, duas décadas depois de seu début, ela retorna à glória com sua melhor obra em dez anos, o nostálgico e que tangencia o cinematográfico ‘Pick Me Off the Floor’, que, ao longo de suas onze estupendas faixas, entra facilmente para a lista das grandes produções de 2020 que abrem com o pé direito um novo ciclo.” – TN

12. PUNISHER, Phoebe Bridgers

Phoebe Bridgers conquistou o espaço merecido em 2020 com o lançamento não apenas de seu segundo álbum de estúdio, mas de um EP poucos meses depois. Entretanto, a produção que entrou para nossa lista é ‘Punisher’ – uma continuação impecável do emo-folk já explorado em sua estreia com ‘Stranger in the Alps’. Aqui, o indie rock também ganha espaço ao longo de onze faixas escrita com candura excepcional e uma multidimensionalidade psicodélica que transforma uma simples jornada em uma aventura sinestésica.

11. SÓ, Adriana Calcanhotto

“Calcanhotto já não precisa provar nada para ninguém. Suas irretocáveis rendições vocais são conhecidas seja no escopo adulto, seja no infantil (como não recordar da série de álbuns infantis que assinou sob a alcunha de Adriana Partimpim?). Aqui, a meio-soprano lírico volta sua personalidade para elegíacos versos que puxam elementos do MPB e da bossa-nova, é claro, mas mergulhando-os no cenário contemporâneo do samba e do funk moderno, criando uma amálgama única que funciona do começo ao fim. Retomando a colaboração com o icônico Arthur Nogueira e com a presença de Dennis DJ para a oitava faixa, fica claro que a performer nunca deixa de lado simbologias ambíguas, fazendo questão de imprimir uma construção que tangencia um parnasianismo desconstruído e buscando uma releitura de tudo que já nos foi apresentado.” – TN

10. UNGODLY HOUR, Chloe x Halle

“Dois anos após o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, Chloe x Halle retornam para os holofotes com a estreia de ‘Ungodly Hours’. O novo CD é uma competente produção que explora, talvez mais que a investida anterior (‘The Kids Are Alright’), as habilidades e as incursões vocais de ambas as artistas, bem como letras recheadas com uma envolvência sensual e imediatamente relacionável com qualquer ouvinte que venha procurando boas músicas. Além disso, as irmãs se unem com a icônica produtora e compositora Nija Charles – que é conhecida por trabalhar com alguns dos maiores nomes da indústria fonográfica, incluindo SZACardi B e Lady Gaga. O resultado é uma homenagem clássica e ao mesmo tempo contemporânea a um gênero que já vinha se saturando no cenário mainstream, com uma revisitação poderosa ao fin de siècle.” – TN

9. FUTURE NOSTALGIA, Dua Lipa

Dua Lipa prova que veio para ficar – e que está pronta para fazer parte das A-Lists da esfera musical. Ao longo de onze canções unidas em um mesmo pano de fundo e convergindo para uma homenagem aplaudível àquilo que a inspira desde sempre, a cantora representa uma urgência coletiva, um pastiche cultural que é canalizado sem qualquer presunção (e era de se esperar que alguém recuperasse a união de vários segmentos, visto que há tempos não víamos isso com tanta expressividade no panorama geral). “Cool”, por exemplo, exala as repetições clássicas de bandas como Pearl Jam e mostra como alinhar os acordes retumbantes da bateria eletrônica e os bruscos cortes antes de voltar ao seu escopo onírico; “Physical” faz uma impactante e sexy declaração de amor a Olivia Newton-John e nos convida para dançar como se não houvesse amanhã; e “Break My Heart”, último single divulgado, deixaria Diana Ross muito orgulhosa.” – TN

8. SET MY HEART ON FIRE IMMEDIATELY, Perfume Genius

O álbum conceitual ‘Set My Heart on Fire Immediately’ é a produção mais ousada do ano – e um bastante prático quando se trata da exuberante carreira de Perfume Genius. Sua quinta incursão fonográfica não abre portas para um ou outro gênero musical, mas sim para dezenas de esferas que variam do art rock até o art pop, passando até mesmo pelo R&B e pelo pop acústico nesse meio tempo. Ao longo de 13 faixas, ele critica a si mesmo e ao feitio da arte, rebelando-se contra aquilo que o colocou no topo do mundo.

7. WHAT’S YOUR PLEASURE?, Jessie Ware

Jessie Ware fez um estrondoso e aplaudível retorno para o mundo da música com o lançamento de ‘What’s Your Pleasure’, seu quarto álbum de estúdio. Sua arquitetura requintada e a ressonância que criou com o hi-NRG e com o post-disco transformaram o que poderia ser uma produção qualquer em um escapismo de alta qualidade, pincelado com as conhecidas incursões semi-melancólicas e uma narcótica jornada arranjada com perfeição ao longo de doze faixas.

6. SAWAYAMA, Rina Sawayama

SAWAYAMA segue o caminho de revitalização da música mainstream e indie e equipara-se a tantos ótimos álbuns lançados em 2020. Rina, por sua vez, mostra-se como um nome que tem muito a oferecer nos próximos anos, talvez representando um futuro brilhante para a esfera fonográfica: suas habilidades criativas são invejáveis e aplaudíveis em todos os sentidos – conseguindo enterrar os poucos deslizes do álbum em performances implacáveis.” – TN

5. CHROMATICA, Lady Gaga

“O pecado de Lady Gaga é nos deixar querendo por mais – e talvez esse pecado seja expurgado em um piscar de olhos, seja quando nos deliciamos com a envolvência gritante de “Enigma”, com a viciante balada desconstruída “Sine From Above”, proferida ao lado de Sir Elton John (e a melhor colaboração do álbum, indiscutivelmente), ou com a elegíaca house pop que ganha forma com “1000 Doves”. E, em um complementar ápice, “Babylon” é uma conclusão sem quaisquer defeitos que nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, apesar de pincelá-las com um dêitico coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora.” – TN

4. FOLKLORE, Taylor Swift

“Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas.” – TN

3. GOOD NEWS, Megan Thee Stallion

“Girls in the Hood”“Don’t Stop”“Body” são apenas algumas das incríveis faixas que Megan Thee Stallion constrói para sua estreia fonográfica, Good News. A rapper fez um barulho gigantesco logo em sua primeira incursão, reunindo toda a confiança e toda a sensualidade que a colocaram no centro dos holofotes e no topo das paradas. Stallion encontra todos os elementos certos e um terreno mais que fértil para fazer o que bem entende – e para celebrar o empoderamento feminino do modo mais explosivo possível.

2. ROUGH AND ROWDY WAYS, Bob Dylan

Rough and Rowdy Ways é uma narrativa que transcende o que se entende e o que se entendeu por música nas últimas décadas. Assim como Apple e seu mais recente lançamento (que alçou voo para o patamar de melhor álbum do ano), Dylan não se restringe apenas a um método de contar o que deseja e o que precisa; pelo contrário, ele tem uma necessidade intrínseca e inalienável de juntar investidas artísticas diversas e bastante abrangentes em um único lugar, fugindo do canto e optando diversas vezes por apresentações faladas – como “Crossing the Rubicon”, que premedita a epítome formada por “Key West” e por “Murder Most Foul”.” – TN

1. FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple

“A verdade é que Fetch The Bolt Cutters vai muito além de uma simples resenha ou de algo que ouvimos apenas para passar o tempo: o novo álbum de Fiona Apple atravessa quaisquer preceitos engessados que já carregávamos da indústria musical, destroçando-os em mil pedacinhos e reorganizando-os em um romance, um thriller, um drama, cujas páginas são pequenas e suntuosas caixinhas de surpresas. Mais do que isso, este é um dos poucos casos que entrega muito mais do que promete: iniciando com um irreverente estrondo e terminando com um estrondo ainda mais espetacular.” – TN

‘Carnaval’: Nova comédia brasileira da Netflix ganha cartaz OFICIAL; Confira!

Netflix divulgou o cartaz oficial de Carnaval, sua mais nova comédia brasileira.

O longa chega à plataforma de streaming no dia 02 de junho.

Confira, junto ao trailer completo:

A obra é estrelada por Giovana CordeiroGKAYFlavia PavanelliBruna InocencioMicaelJean PedroSamya Pascotto.

Leandro Neri fica a encargo da direção e também assina ao roteiro ao lado de Audemir LauzingerLuisa Mascarenhas.

O filme gira em torno de um grupo de amigas que viaja para Salvador, Bahia, durante as festividades do Carnaval – e acabam cruzando com o amor.

‘Stargirl’: Courtney está à beira da morte na sinopse oficial do episódio 02×11; Confira!

A The CW divulgou a sinopse oficial do 11º episódio da 2ª temporada de Stargirl, intitulado “Summer School: Chapter 11”.

Na trama, “depois de um derradeiro encontro deixar a vida de Courtney por um fio, o time se une para determianr quais serão os próximos passos”.

O capítulo vai ao ar no dia 19 de outubro.

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Animais Fantásticos 3’: Jude Law anuncia novo trailer da sequência para QUINTA-FEIRA; Confira!

Através da página oficial do filme, o astro Jude Law revelou que o novo trailer de Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore será lançado nesta próxima quinta-feira, 24 de fevereiro.

Confira o anúncio:

O professor Alvo Dumbledore (Jude Law) sabe que o poderoso mago das trevas Gellert Grindelwald (Mads Mikkelsen) está se movimentando para assumir o controle do mundo mágico. Incapaz de detê-lo sozinho, ele pede ao magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne) para liderar uma intrépida equipe de bruxos, bruxas e um corajoso padeiro trouxa em uma missão perigosa, em que eles encontram velhos e novos animais fantásticos e entram em conflito com a crescente legião de seguidores de Grindelwald. Mas com tantas ameaças, quanto tempo poderá Dumbledore permanecer à margem do embate?

Lembrando que o filme foi adiantado de julho de 2022 para 14 de abril do mesmo ano.

Em entrevista ao ColliderMads Mikkelsen, que foi escalado para viver a nova versão de Gellert Grindelwald, falou um pouco sobre as tentativas de replicar o que Johnny Depp havia construído com o antagonista nas investidas anteriores, dizendo que copiá-lo seria “criativamente estúpido”.

“Ninguém está interessado em tentar copiar alguma coisa, isso seria um suicídio criativo imediato, especialmente quando já foi feito de forma incrível antes. Então todos estão esperando que sigamos um caminho diferente. Dito isso, precisamos de uma ponte entre o que [Depp] fez e o que eu irei fazer, então essas pontes devemos encontrar juntos – o que implica um certo visual, certas atitudes em certas situações, mas deve ser feito de um modo único. Tudo o mais seria criativamente estúpido”.

O elenco também conta com Dan FoglerKatherine WaterstonAlison SudolEzra Miller.

David Yates comanda o projeto a partir de um roteiro assinado por Steven Kloves e J.K. Rowling.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: Queens se preparam para o próximo desafio na prévia do episódio 07×10!

A WoW divulgou um novo vídeo promocional da 7ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars‘, mostrando a primeira parte do 10º episódio.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o novo episódio será exibido amanhã, 15 de julho.

O novo ciclo é formado pelas vencedoras Shea Couleé (All Stars 5), Jaida Essence Hall (Season 12), Yvie Oddly (Season 11), Trinity The Tuck (All Stars 4), Monét X Change (All Stars 4), Jinkx Monsoon (Season 5), Raja (Season 3) e The Vivienne (UK Season 1).

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

Além de ganhar US$ 200 mil, a vencedora será coroada a Rainha de Todas as Rainhas.

A atriz Cameron Diaz, a supermodelo Naomi Campbell e a cantora e compositora Tove Lo farão parte do painel de jurados. Os outros convidados incluem Daphne Guinness, Kirby Howell-Baptiste, Jeffrey Bowyer-Chapman, Nikki Glaser, Betsey Johnson, Janicza Bravo, Ben Platt, Ronan Farrow e Hannah Einbinder.

‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ conquista 14 indicações ao Critics Choice Awards 2023

A aclamadíssima comédia sci-fi ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (Everything Everywhere All At Once) se tornou um dos melhores filmes não apenas do ano e fez bonito durante o anúncio dos indicados ao Critics Choice Awards 2023.

A produção conquistou nada menos que 14 indicações à premiação, incluindo Melhor Filme, Melhor ComédiaMelhor Roteiro Melhor Direção para a dupla Daniel Kwan e Daniel SchienertMelhor Atriz em Filme – Comédia ou Musical para Michelle YeohMelhor Ator Coadjuvante para Ke Huy QuanMelhor Atriz Coadjuvante para Jamie Lee CurtisStephanie Hsu.

Os vencedores serão anunciados no dia 15 de janeiro.

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

O elenco ainda conta com Jenny SlateHarry Shum Jr. e James Hong.

Boneco de Neve | Relembre o péssimo suspense com Michael Fassbender que se vem fazendo SUCESSO nos streamings

Histórias de mistério talvez sejam aquelas cujo poder de persuasão e de envolvimento são imprescindíveis para serem consideradas boas. Desde o surgimento e a ascensão da indústria cinematográfica como império mundial, tais vertentes narrativas sempre foram muito bem exploradas, ao lado da ficção fantástica, para serem traduzidas em produtos audiovisuais que sempre almejavam à satisfação do público. É claro que, volta e meia, os filmes e séries desse gênero acabam por optar pelas saídas clássicas e consideradas clichês, sem ao menos se preocupar em fornecer uma perspectiva mais original ou uma mudança no desfecho do último ato – e é exatamente isso o que acontece com Boneco de Neve.

Primeiro, devemos nos lembrar de que Jo Nesbø, romancista responsável pela obra em questão, é um dos autores noruegueses mais famosos de sua geração. Seus livros, que já venderam mais de 130 milhões de cópias, não ganham respeito pela crítica e pelo público por valerem-se de escopos mal pensados ou mal arquitetados, mas sim pela complexidade da atmosfera que consegue criar – uma mistura convincente de thriller, ação e até mesmo algumas sacadas de humor negro; isso sem mencionar os incríveis personagens que atuam dentro de um microcosmos ao mesmo tempo verossímil e sobrenatural, perscrutados por perigos mortais que os levam a testar os próprios limites e encontrar meios de sobreviver.

Tomas Alfredson é um nome interessante no circuito fílmico contemporâneo. O cineasta já mostrou suas habilidades no terror Deixe Ela Entrar’ e no thriller de espionagem O Espião que Sabia Demais’. Ambas as narrativas, muito diferentes entre si, mas que carregavam suas inclinações para uma nova reformulação do cinema moderno em suas próprias identidades, parecem ter sido esquecidas por Alfredson nessa nova investida: Boneco de Neve já começa de uma forma insípida – um prólogo desnecessário e picotado que não segue uma linha de raciocínio lógica e opta pela criação forçosa de elementos catárticos, os quais não funcionam nem um pouco bem.

A falta de condução e o desprezo por uma decupagem envolvente e que nos aproxime mais da realidade do filme é contínua e não parece mudar até os momentos finais. A concepção imagética é completamente posta de lado, e nem mesmo o roteiro assinado por Peter Straughan consegue salvar esse fiasco, desenrolando-se a partir de uma construção que preza pela trama principal em detrimento dos protagonistas e das subnarrativas – as quais, dentro de um cosmos de suspense e mistério, são essenciais para o endossamento de conexões com o público e entre os personagens. Nem mesmo o detetive Harry Hole (Michael Fassbender) nos consegue manter presos o suficiente dentro do mistério principal, e olha que, no universo narrativo, sua psique e personalidade são extremamente humanas e perscrutadas por erros e arrependimentos.

Não é possível nem mesmo discorrer sobre a real trama do filme, porque ela basicamente não existe. Em essência, Hole deveria desenterrar casos antigos sobre mulheres desaparecidas e traçar um paralelo entre os eventos do passado com os recentes acontecimentos. Entretanto, quem assegura que o corpo de investigadores da cidade de Oslo não abandone esses casos há muito arquivados é a inspetora Katrine Bratt (Rebecca Ferguson), cuja linearidade em cena é, por falta de outra palavra, insuportável. Ao invés de seguir um resquício dos inúmeros e icônicos coadjuvantes das histórias de mistério – como Dr. Watson ou Robin Venetia -, ela mais se aproxima de Dakota Johnson na franquia Cinquenta Tons de Cinza’ que de alguém que realmente utiliza de suas habilidades para resolver os crimes.

De forma geral, cada um dos protagonistas mantém-se ao estereótipo do que representa na gama do gênero em questão. Nem mesmo Hole consegue afastar-se de seus problemas para enxergar com clareza ou para ligar os pontos deixados por um antagonista tão insosso quanto sua própria motivação. A fórmula mocinho-vilão mais uma vez é posta em xeque, mas nem ao mesmo deixa-se mascarar por um brilho momentâneo, preferindo se levar a sério e tornar-se um emaranhado de presunções que, eventualmente, não funcionam. Todas as revelações e os chamados “clímaxes” – que em momento algum trazem transformações irreversíveis para os personagens principais – são pautados em deus ex machina, uma resposta divina que magicamente aparece aos pés de alguém em desespero.

É claro que o conturbado passado de nosso protagonista seria desenterrado. Mas essa subtrama que revolve Hole não tem nem um pingo de seu real potencial explorado, primeiro pelo fato de todo o universo não ser convidativo ou envolvente em nenhum aspecto; segundo, porque simplesmente não há química. Mesmo que dentro de suas próprias superficialidades, os personagens funcionam bem (encerrados em si mesmos). Quando dependentes das ações dos outros, o confronto de personalidades extremistas e escrachadas não é harmônico e não se completa, deixando falhas imperdoáveis para o funcionamento da obra. Nem mesmo a versatilidade de Charlotte Gainsbourg como a ex-namorada do detetive, Rakel, consegue nos puxar de um abismo interminável de deslizes – e não culpo sua atuação, mas sim os diálogos autoexplicativos e grotescos.

O ápice desse épico desnecessário é, sem sombra de dúvida, Mathias. Interpretado por Jonas Karlsson, o antagonista da história tem uma motivação inescrupulosa e que se prova cômica com o passar dos atos, mesmo que tenha bases em um tema interessante – a negligência paternal e a polêmica do aborto. Entretanto, ele não é carismático, não tem um bom desenvolvimento, e seu desfecho não conversa com o arco da tragédia nem com o de redenção, visto que ele simplesmente encontra um fim muito mal arquitetado e que parece ter entrado como único modo de impedi-lo de continuar seus homicídios. E como se não bastasse, as pérolas do filme também contam com aparições de J.K. Simmons e Val Kilmer no que podemos chamar de um dos piores momentos de suas carreiras, dando vida a personalidade tão insossas quanto inúteis na trama.

Boneco de Neve é um filme forçado. Um produto melancólico e bruto que não faz jus à obra da qual deriva, mas que faz o público ficar com um pé atrás para conhecer o universo criado por Nesbo. Alfredson não apenas desencanta a todos com uma investida fracassada dentro do gênero de mistério, como também deixa à vista uma decadência iminente das adaptações literário-cinematográficas contemporâneas.

Chris Hemsworth se sentia muito DESCONFORTÁVEL com o visual de Thor em ‘Vingadores: Ultimato’

É um fato dizer que a saga Vingadores se tornou um grande evento da sétima arte contemporânea – e Vingadores: Guerra Infinita’, representou uma das entradas mais importantes do Universo Cinemático Marvel.

No longa-metragem, lançado em 2018 e dirigido por AnthonyJoe Russo, um general extraterrestre genocida chamado Thanos (Josh Brolin), preocupado com a escassez de recursos em um universo que sofre com a superpopulação e o desperdício, utiliza as Joias do Infinito para, em um estalar de dedos (literalmente), varrer metade dos habitantes do cosmos e deixando o time de super-heróis titular completamente desfalcado e no fundo de uma trágica derrota.

Na sequência,Vingadores: Ultimato’, somos transportados a um futuro próximo, ambientado cinco anos depois do Estalar de Thanos. Os heróis se aposentaram de suas funções: o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) se transformou em um vigilante brutal; a Viúva Negra (Scarlett Johansson) ainda lida com as estranhas logísticas e os problemas de infraestrutura das pessoas que desapareceram, unindo forças com a Capitã Marvel (Brie Larson) e Rocket Raccoon (Bradley Cooper); Capitão América (Chris Pratt) está conduzindo sessões de terapia; e Thor (Chris Hemsworth) se afundou em um ciclo de depressão em que descontava a frustração na comida e em videogames.

Todavia, é notável como a caracterização de Thor ocasionou uma série de zombarias dentro da narrativa e também nas redes sociais. Após o lançamento do filme, diversos roteiristas criticaram a produção em virtude das piadas de mau gosto e gordofóbicas às custas do personagem – mesmo que o Deus do Trovão seja um dos pivôs na luta contra Thanos no final do longa.

Em uma recente entrevista ao próprio site da Marvel, Hemsworth revelou que tinha um problema com o visual do personagem em ‘Ultimato’, apesar de não criticar o físico do herói ou temáticas similares. Na verdade, ele contou que se sentia muito desconfortável em usar a peruca, adornada com longos dreads.

Quando questionado se preferia Thor com cabelos mais curtos ou mais longos, o astro foi bem categórico em responder:

“Cabelo curto. Gosto daquele look com cabelo semi-dreadlock e barba e tudo mais, principalmente em [‘Ultimato’], mas esse foi o look mais desconfortável na história da minha carreira. Você tem cola no seu rosto e na barba, e então a peruca é colada. E há alfinetes e todo tipo de outras coisas. São uma ou duas horas extras de cabelo e maquiagem todos os dias, então é legal quando cortamos o cabelo de Thor no terceiro filme, porque eu poderia simplesmente entrar, colocar um pouco de maquiagem e ir direto para o set.”

Lembrando que o filme mais recente do herói foi ‘Thor: Amor e Trovão‘.

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Dica | Comédias SATÍRICAS para ver nos streamings

A sátira é um gênero narrativo que existe há muitos séculos e que serve como uma exploração nada convencional da sociedade e de seus costumes – mergulhando tão fundo em exageros e tipos de personagens que não podemos deixar de nos divertimos com quebras de expectativas inesperadas e acontecimentos bizarros que servem como alerta e como aviso.

Não é surpresa que o cinema e a televisão tenham se tornado plataformas essenciais para a repopularização do gênero, que já vinha sendo delineado na literatura através de escolas como o Realismo e o Naturalismo. Nos últimos anos, por exemplo, tivemos incursões satíricas em produções como Unbreakable Kimmy Schmidt e The Good Place, ou até mesmo com o aclamado longa-metragem Triângulo da Tristeza.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com algumas comédias satíricas para você conferir nos streamings.

Confira as nossas escolhas abaixo:

UNBREAKABLE KIMMY SCHMIDT (2015 – 2019)

Onde assistir: Netflix

Unbreakable Kimmy Schmidt é uma das melhores séries de atualidade e partiu da mente genial de Tina Fey e de Robert Carlock. Ao longo de quatro temporadas, a produção estrelada por Ellie Kemper acompanha uma jovem garota que foi abduzida aos quinze anos por um pastor psicótico que dizia que o apocalipse era iminente. Entretanto, após ser resgatada, ela descobre que o mundo ainda existe e, tendo passado boa parte da vida em cárcere, Kimmy aprende a navegar pelo caos da Nova York através de sua perspectiva única e de uma personalidade completamente apaixonante – e oferecendo reflexões maravilhosas sobre as intricadas engrenagens da sociedade.

THE GOOD PLACE (2016 – 2020)

Onde assistir: Netflix

Facilmente uma das comédias mais inteligentes das últimas décadas, The Good Place esquadrinha uma das questões que servem como motivação para praticamente qualquer indivíduo: o além-vida. A trama acompanha Eleanor Shellstrop (Kristen Bell), que é enviada por engano ao “Lugar Bom” (ou seja, uma versão mais palpável do que encararíamos como o Paraíso). Para não ser pega por Michael (Ted Danson), o arquiteto da vizinhança onde Eleanor e os outros moram, ela se alia ao professor de ética Chidi (William Jackson Harper), sua suposta alma gêmea, para ajudá-la a se tornar uma pessoa melhor e fazê-la merecer o lugar que, de certa forma, usurpou inconscientemente.

TRIÂNGULO DA TRISTEZA (2022)

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

Com direção de Ruben Östlund, a hilária sátira político-social Triângulo da Tristeza ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes e permanece como uma das melhores iterações do gênero – discorrendo sobre temas como privilégio, influência social, egolatria e superficialidade. A trama é centrada em um navio de cruzeiro para os super ricos que afunda, deixando alguns sobreviventes, incluindo algumas celebridades da moda, presos em uma ilha. E é a partir daí que a narrativa ganha níveis absurdos e envolventes, acompanhada de divertidas incursões que arrancam risos nervosos do público.

NÃO OLHE PARA CIMA (2021)

Onde assistir: Netflix

Não Olhe para Cimaé centrado em dois astrônomos chamados Randall Mindy (Leonardo DiCaprio) e Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) que descobrem um perigoso meteoro a caminho da Terra – e com potencial de destruição gigantesca. Em uma corrida para alertar as autoridades responsáveis, Randall e Kate enfrentam um controverso negacionismo por parte da presidente dos Estados Unidos, Janie Orlean (Meryl Streep), a superficialidade da mídia mainstream e o levante inexplicável de pessoas que simplesmente escolheram não acreditar na destruição iminente. E, apesar de alguns solavancos espalhados pela longa produção (que quase esbarra nas duas horas e meia de duração), o resultado é divertido, bizarro e sincronizado com a proposta que adota desde os minutos de abertura.

PALM ROYALE (2024)

Onde assistir: Apple TV+

Uma das produções mais recentes da Apple TV+ é a dramédia de época Palm Royale, estrelada e produzida por Kristen Wiig. Nessa deliciosa minissérie, que está em exibição na plataforma de streaming, acompanha uma nouveau riche que, a todo custo, tenta entrar para a alta-sociedade de Palm Beach através de um clube exclusivo para a elite local. Enfrentando diversos obstáculos no caminho, incluindo os próprios valores que defende, Maxine Simmons se desdobra em várias para tentar colocar as mãos na herança da tia de seu marido, que está prestes a morrer, à medida que angaria segredos locais para usá-los a seu favor e conquistar seu impiedoso sonho de ser alguém sem, de fato, precisar ser alguém.

‘Emily em Paris’: Confira os HILÁRIOS erros de gravação da 2ª parte da 4ª temporada!

A Netflix divulgou um vídeo compilando os hilários erros de gravação da 2ª parte da 4ª temporada de ‘Emily em Paris’.

Lembrando que a série já foi renovada para uma quinta iteração.

Confira:

Vale destacar que, no final do quarto ciclo, Emily acabou trocando os cenários parisienses pela Itália. No último episódio, Emily fez uma viagem romântica com o Marcello em Roma, onde acabou conquistando uma grande vitória para sua carreira profissional.

Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Na trama, Lily Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

O elenco também conta com Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!’), Lucas Bravo (‘Smartass’), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (’15h17 – Trem Para Paris’) e Bruno Gouery (Doc Martin).

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‘Queimando o Filme’: Comédia com Hero Fiennes Tiffin e Simone Ashley chega ESTA SEMANA ao streaming!

A comédia Queimando o Filme chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

O longa, estrelado por Hero Fiennes Tiffin (‘After’) e Simone Ashley (‘Bridgerton’), chega à plataforma de streaming em 06 de março.

Relembrando o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“Nessa comédia romântica sincera, a fotógrafa batalhadora Pia (Simone Ashley) recebe uma previsão do futuro: seu amor verdadeiro será encontrado nos seus próximos cinco encontros. Com o casamento da sua irmã prestes a acontecer e sua família brincando de cupido, seu ex (Hero Fiennes Tiffin) reaparece e transforma sua vida em um caos”, diz a sinopse.

Luke Fetherston (‘Still Up’), Adil Ray (‘Citizen Khan’), Sindhu Vee (‘Matilda: The Musical’), Nikesh Patel (‘Four Weddings and a Funeral’), Anoushka Chadha (‘You’) e Phil Dunster (‘Ted Lasso’) completam o elenco.

Prarthana Mohan (‘The Miseducation of Bindu’) assume a direção, e Nikita Lalwani (‘Gifted’) assina o roteiro.

Diretor de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ revela por que o Fantasma Vermelho foi CORTADO do filme

No teaser trailer de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, a Marvel Studios nos apresentou a uma breve sequência em que o lendário astro John Malkovich dava vida ao personagem Fantasma Vermelho.

À época, os espectadores não tinham ideia de que maneira ele se encaixaria na história e, eventualmente, o antagonista foi descartado do corte para os cinemas. Sabe-se, entretanto, que o Fantasma Vermelho ainda estava no filme durante as exibições-teste de maio; com base no feedback do público, a Marvel e o diretor Matt Shakman devem ter chegado ao consenso de que algo no personagem não estava funcionando.

Em conversa à Phase Hero, Shakman explicou a decisão:

“Queríamos captar a sensação da história. Queríamos que esses personagens parecessem vividos. Queríamos que a cidade parecesse habitada. Esta é uma família de verdade, e eles estão fazendo isso há quatro anos. Parte disso foi mostrar tudo o que eles fizeram ao longo do caminho”.

“Construir a Fundação Futuro, derrotar o Fantasma Vermelho, o Pensador Louco, o Homem-Toupeira… Foi parte da construção da história deles, para que pudéssemos entrar e vê-los mudar como família quando uma criança é apresentada”, ele continua. “Tínhamos uma cena de abertura que envolveu muita ação sobre o Fantasma Vermelho. Tivemos uma atuação incrível de John Malkovich. Era simplesmente muito material quando tentávamos chegar àquele momento atual em que o mundo deles muda e a chegada de Franklin se torna iminente. Tínhamos o Fantasma Vermelho tentando roubar um foguete com seus macacos, Reed tentando derrotá-lo e enganando-o. Eram muitas coisas divertidas. Usamos trechos disso naquela montagem, onde você vê que ele está chutando um dos Super-Macacos na água”.

Lembrando que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

Crítica | Paul Rudd e Jack Black estrelam o divertido e despretensioso meta-reboot de ‘Anaconda’

Há certos filmes que, ainda que não tenham se provado um sucesso de crítica e às vezes nem mesmo de público, se tornam clássicos cult inesperados que ganham expressiva apreciação por parte dos fãs com o passar dos anos. E esse foi o caso de Anaconda, thriller de ação e de aventura que chegou aos cinemas em 1997 e que trouxe nomes como Jennifer Lopez, Jon Voight e Ice Cube às telonas. Acompanhando um grupo de documentaristas que, em meio às filmagens na grandiosa Floresta Amazônica, se vê caçado pela gigantesca e mortal cobra que empresta seu nome ao título.

O longa-metragem logo se transformou em uma franquia que perdura até os dias de hoje – com o mais recente deles chegando aos cinemas nacionais no próximo dia 25 de dezembro (uma data curiosa para o lançamento, mas que oferece algo alternativo àqueles que não desejam assistir às costumeiras produções de fim de ano). Mas de não se enganem: Anaconda não é o que você imagina e funciona como uma despojada e insana história de comédia e aventura que constrói um universo metarreferencial recheado de easter eggs e participações especiais que reiteram a popularidade da narrativa original. E, apesar dos múltiplos deslizes, o projeto funciona dentro do esperado e não se levando a sério demais para se transformar em algo vergonhoso.

A nova versão é comandada por Tom Gormican, conhecido por seu trabalho na explosiva trama do subestimado ‘O Peso do Talento’ e no divertido ‘Um Tira da Pesada 4’, e é centrada em uma equipe cinematográfica que deseja recuperar um antigo sonho de infância e rodar um reboot do clássico Anaconda. Dessa forma, quando o ambicioso e sonhador Griff (Paul Rudd) consegue os direitos intelectuais da franquia, cabe a Doug (Jack Black) reunir seus amigos de longa data para uma viagem às terras brasileiras para começar a produção do filme – que incluem o avoado Kenny (Steve Zahn) e a adorável Claire (Thandiwe Newton).

Quando o grupo chega à Amazônia, eles se encontram com Ana Almeida (Daniela Melchior), que se apresenta como filha do capitão do barco que alugaram para as filmagens, e com o especialista em cobras Santiago Braga (Selton Mello), que empresta sua anaconda de estimação para servir como a antagonista titular do reboot. O problema é que as coisas não saem como o planejado e, em meio às conturbadas gravações, eles cruzam caminho com uma serpente gigantesca e perigosa que os caçará até que não sobre mais ninguém.

Como podemos ver, a narrativa acompanha de perto as incursões do filme original, mas mergulhando-a em uma hilária comédia de erros que não poupa esforços para uma metalinguagem incisiva e bastante categórica. Afinal, o esqueleto do projeto arquitetado por Gormican, que coassina o roteiro ao lado de Kevin Etten, já demonstra as camadas que serão exploradas em pouco menos de 100 minutos de tela: seja o fato de Griff e Doug liderarem uma equipe fílmica, seja com autocríticas pungentes que os próprios executivos da Sony Pictures aprovaram em uma tentativa de aproximação do público, as engrenagens movem-se sem muita dificuldade, por mais que não apresentem nada de novo ao gênero.

Apesar dos aspectos técnicos e artísticos não fugirem muito das obviedades conhecidas – tanto com a direção expansiva e melodramática para guiar os arcos dos personagens, quanto com uma fotografia que pouco a pouco nos envolve em um beco sem saída marcado por destruição, fogo e sangue -, a ideia aqui não é “reinventar a roda”, e sim promover uma abordagem diferente a uma franquia que se tornou favorita entre os espectadores. Em outras palavras, é notável como Gormican tem plena ciência do que está fazendo e abre espaço para uma despretensiosa incursão que entrega o que esperamos sem se estender muito mais do que deveria.

As fórmulas também acompanham os diálogos, sendo ofuscadas por um interessante trabalho do elenco: Rudd e Black, veteranos dentro da comédia, se divertem com personagens propositalmente estereotípicos das obras do gênero e aproveitam algumas brechas para trazer uma certa profundidade emocional que traz ritmo e dinamismo; Newton e Zahn têm seus respectivos momentos para brilhar, provando serem boas adições à trama; e Mello, que reafirmou sua inegável versatilidade performática com os recentes ‘Ainda Estou Aqui’ e ‘O Auto da Compadecida 2’, é um dos principais escapes da produção e nutre de uma ótima química com o restante do elenco.

Anaconda é um reboot autoconsciente o suficiente para nos tirar boas risadas, fugindo de possíveis investidas vaidosas e aproveitando os incontáveis clichês para construir uma história prazerosa e que tem o único objetivo de nos entreter – e que, apesar dos equívocos, encontra sucesso exatamente nisso.

‘Trust the Man’: Jonathan Groff é escalado para o novo SUSPENSE de guerra com Daniel Radcliffe

Segundo o Deadline, o vencedor do Tony e do Grammy Jonathan Groff (‘Hamilton’) foi escalado para o elenco de Trust The Manthriller de guerra estrelado pelo indicado ao Emmy Daniel Radcliffe (‘Weird: A História de Al Yankovic’).

A dupla se reúne após colaborarem no aclamado revival do musical ‘Merrily We Roll Along’, de Stephen Sondheim.

O filme também contará com Lucas Hedges, conhecido por seu papel em Manchester à Beira-Mar’.

Com roteiro original de Will Graham, que também assume a cadeira de direção., o longa acompanhará um ambicioso oficial de Inteligência do Exército durante a Guerra do Vietnã, designado para investigar um soldado condecorado com um passado misterioso. À medida que a vigilância e os interrogatórios se aprofundam, a linha entre lealdade e obsessão se torna tênue, levando ambos os homens a uma conexão perigosa e incontrolável.

Tonia Davis produzirá ao lado de Graham, Max Linsky, Jeffrey Soros, Luke Rodgers e Hailey Wierengo.

Mais detalhes não foram divulgados.