Site Página 2420

Crítica | Demon

OSSADAS QUE INSISTEM EM SAIR DA COVA

 

Ah, o Terror… gênero com uma queda pelas metáforas. Mais do outros, o terror facilmente enrosca seu enredo em um gesto obsceno com uma metáfora, uma alusão, um sentido figurado que seja. De que outra forma você vai interpretar Jason Voorhees, se não como um pastor radical louco para punir seus fies que saem por ai fazendo sexo?!

Exageros à parte, em graus distintos, o terror oferece-nos metáforas que tentam equacionar medos primitivos. Quando assistimos a um filme como Sexta-Feira 13, no qual a história esconde bem a metáfora, podemos vivenciar medos, traumas e reclaques. A atual – e ótima – safra de filmes de terror tem apresentado metáforas incríveis, embora, muitas vezes, sem tanta sutileza. The Babadook, genial trabalho da diretora australiana Jennifer Kent, deixa bem claro o pedido para que busquemos a metáfora.

Demon_1

Todos esses filmes, contudo, têm finais que nos dão um terreno sólido para viajarmos nos seus significados. Demon, co-produção entre Polônia e Israel, com um desfecho que dividir opiniões, é instável em suas possibilidade metafóricas. E, se você conseguir digerir o desfecho, essa instabilidade será muito boa.

Na primeira hora do filme, o diretor polonês Marcin Wrona demonstra domínio da técnica e das convenções do terror, fazendo um trabalho incomodo. Demon trata da festa de casamento de Piotr (Itay Tiran) e Zaneta (Agnieszka Zulewska). Eles se conheceram fora da Polônia e Piotr irá conhecer a família da sua noiva na véspera do casamento. Após descobrir uma ossada no quintal da futura cada do casal – aonde também será a festa – Piotr será possuído.

A fotografia dessaturada transmite tanto o clima de frio da Polônia quanto o clima sobrenatural. A direção de arte, a atuação dos atores, as composições visuais instigantes e a crescente tensão conduzida na primeira hora de projeção, até chegarmos aos estranhos 34 minutos finais, tudo orquestrado pela direção figadal de Wrona. Destaque para o talento do ator Itay Tiran, essencial para o sucesso da narrativa. Quem gosta de terror, certamente irá admirar essa primeira hora.

Spoilers sobre o final do filme. Se não quiser saber, não ultrapasse a imagem.

Demon_3

Piotr é possuído por um dybbuk, um espírito que, segundo o folclore judeu, vaga pela terra até possuir o corpo de alguém. O que vemos no terceiro ato do filme vai contra o que estamos acostumados quando falamos de possessões e exorcismos. O talento de Wrona começa pelo fato de intensificar o humor negro nessa parte. A festa de casamento, por exemplo, não é encerrada após o “ataque epilético” do noivo. Pelo contrário! Com a chuva, todos vão para dentro da casa, no porão da qual estão tentando salvar Piotr do dybbuk. Tudo é trabalhado para provocar uma sensação de estranhamento no público.

O ponto de virada do filme, e que pode gerar raiva na plateia, ocorre quando Piotr some, sem mais e nem porquê. Reviram a cidade, sem encontrar o noivo. Daí, vemos o pai da noiva, diante dos convidados da festa, fazendo um discurso no qual diz “Vamos esquecer tudo aquilo que vimos aqui hoje”. E, simplesmente, os convidados desaparecem. Isso mesmo, os convidados somem. E a casa é demolida e Zaneta vai embora da cidade. Sim, o final desconstrói a narrativa, não explica o que aconteceu com Piotr e decreta que tudo o que vimos fora uma alegoria.

Quem gosta de finais fechados ou de finais abertos, mas sem metalinguagens, não terá em Demon o seu filme. Wrona nem esconde a metáfora, nem deixa ela ao lado de uma história fechadinha. Ele desestrutura a narrativa e diz, “decifra-me ou te devoro”.

Demon_2

Considerando as menções ao passado da Polônia, a alegoria mais evidente é a das dificuldades do povo polonês de digerir um quintal ainda cheio de ossos. Da segunda Guerra aos tempos atuais, passando pelo período comunista, Wrona parece dizer que o povo polonês, sem coragem de decodificar seus traumas, prefere o tempo todo fechar as covas do passado e embriagar-se na festa do presente. Mas, as covas do passado insistem em abrir novamente, como um dybbuk exigindo entendimento. E se, como o pai da noiva, os poloneses tentarem simplesmente decretar o esquecimento, o resultado será com o final do filme, incoerente e incômodo.

Há outra interpretação possível. O promissor diretor Wrona foi encontrado morto, aos 42 anos, no período de lançamento de Demon. As autópsias indicaram suicídio. O escritor Albert Camus disse que a única questão filosófica relevante era o suicídio.

Wrona nos legou uma obra já em si instigante. E seu suicídio acrescentou ao filme a inescapável pergunta: quais dybbuks habitam uma alma angustiada?

E, ai, o que achou do filme? Ou nem viu e nem vai ver? Comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

http://www.facebook.com/georgenor.franco

http://www.facebook.com/sitecinepop

10 filmes com investigações cheias de reviravoltas

Grandes filmes policiais, com enormes mistérios que vão sendo resolvidos conforme a trama avança, sempre chamam a nossa atenção. Afinal, é do ser humano o desejo pela curiosidade em decifrar o segredos de uma história. Pensando nesse recorte, resolvemos criar uma lista de 10 filmes com investigações cheias de reviravoltas:

 

Pecados Antigos, Longas Sombras

Na trama, acompanhamos a saga de dois detetives de Madri, Juan (Javier Gutiérrez) e Pedro (Raúl Arévalo) com ideias, personalidade e ações sob pressão completamente diferentes, que são enviados a um pequeno povoado para resolver um caso intrigante de desaparecimento de duas jovens. Ao longo dos intensos 105 minutos, vamos descobrindo segredos, traições, e um grande mistério, muito maior que os assassinatos, que é aos poucos desvendado.

 

Assalto Brutal

Na trama, ambientada na época onde os VHS dominavam as prateleiras das milhares de locadoras pelo mundo, um misterioso assalto a banco, com vítimas, deixa Varsóvia em estado de alerta. Com uma proposta para voltar à ativa na forças da lei caso consiga desamarrar a investigação do crime, o policial Tadeusz Gadacz (Olavo Lubaszenko) fará de tudo para chegar as verdades.

 

Anatomia de uma Queda

Na trama, conhecemos Sandra (Sandra Hüller), uma famosa escritora alemã que mora com o marido francês, o também escritor Samuel (Samuel Theis), e o filho Daniel (Milo Machado Graner), de 11 anos, na região dos alpes franceses. Certo dia, Samuel é encontrado morto em uma parte na frente da casa. A polícia logo começa uma investigação e começa a suspeitar que Sandra cometeu o crime, iniciando assim uma jornada de incertezas rumo as verdades em um detalhado julgamento onde o filho do casal, que ficou com deficiência visual após um acidente num passado recente, pode ser uma testemunha chave.

 

Camaleões

Na trama, conhecemos o detetive Tom Nichols (Benicio Del Toro), um brilhante agente da lei, casado com Judy (Alicia Silverstone), que é designado para um crime ocorrido em uma casa de luxo. Com inúmeros suspeitos ao seu redor, inclusive o namorado da vítima, o agente imobiliário Will (Justin Timberlake), Tom começa aos poucos a perceber que o assassinato em questão abre brechas para novas variáveis, fatores que o fazem começar a repensar sua relação com os amigos e a comunidade, situada em Boston, onde se sentia feliz após traumas no passado.

 

A Suspeita

Na trama, conhecemos a comissária da polícia Lúcia (Glória Pires), uma mulher forte, sozinha, batalhadora, querida por todos, que inicia uma investigação por meio de escutas fato que a leva a um enorme esquema onde estão metidas pessoas do alto escalão do poder. Paralelo a isso, ela descobre uma grave doença. Ela então se dedica a esse último caso da carreira, tendo que conviver com a suspeita que cai sobre ela após uma emboscada que presencia.

 

Sem Saída

Na trama, conhecemos Tom (Kevin Costner), um comandante da Marinha norte-americana, boa praça, que em uma festa acaba conhecendo Susan (Sean Young) por quem se apaixona perdidamente. Só que ela é amante do Secretário de Defesa David Brice (Gene Hackman) pra quem Tom irá trabalhar, por intermédio de um colega dos tempos de estudos navais Scott (Will Patton), após se destacar em um resgate num navio em alto mar. Esse triângulo amoros acaba virando tragédia quando David mata Susan o que resulta em uma caçada a um assassino que já existe mas que insiste em ser intocável levando Tom até uma investigação com o relógio contra ele.

 

Terra Selvagem

Na trama, conhecemos Cory (Jeremy Renner) um homem solitário com um passado repleto de tristeza que trabalha como caçador no Estado de Wyoming, mais precisamente em uma reserva indígena de frio intenso. Durante o inverso, com temperaturas abaixo de zero e neve para todos os lados, o corpo de uma adolescente é encontrada por Cory em uma região isolada. Conhecendo a adolescente, de quem é amigo da família, Cory busca ajudar as investigações assumida pelo FBI e designada pela agente Jane Banner (Elizabeth Olsen). Conforme vão descobrindo mais pistas sobre o ocorrido, a dupla enfrentará diversas adversidades para conhecer a verdade.

 

Entre Facas e Segredos

Na trama, conhecemos o milionário escritor de suspenses Harlan Thrombey (Christopher Plummer) na noite do seu aniversário de 85 anos. Toda a família reunida e também Marta (Ana de Armas) uma jovem enfermeira, imigrante, que cuida das medicações e do bem estar do dono da casa. O tabuleiro narrativo se transforma em um grande quebra-cabeça com inimigos virando amigos, uniões improváveis, após o assassinato de Harlan. Para tentar descobrir o que houve no fim daquela noite, um detetive ao melhor estilo Agatha Christie aparece em cena, Benoit Blanc (Daniel Craig) e não medirá esforços e excentricidades para conseguir chegar a conclusão desse complicado caso.

 

O Guardião Invisível

Na trama, conhecemos a Inspetora Amaia Salazar (Marta Etura), uma mulher na casa dos 40 anos que descobre estar grávida de seu marido, o pintor norte americano James (Benn Northover). Amaia é designada a chefiar uma investigação sobre um possível serial killer que cometeu seu último assassinato em uma região que morou quando criança e onde vive sua misteriosa família. Chegando até o lugar onde foi criada, percebe que as coisas mudaram pouco desde sua saída, e, assim, além de participar de uma implacável busca pelo assassino, precisará combater fantasmas do seu passado cheio de tensão e que poucos conhecem.

 

Segredo do Passado

Na trama, conhecemos Aaron (Eric Bana) um agente federal australiano que após saber da morte do melhor amigo em circunstâncias misteriosas resolve voltar para a cidadezinha onde foi criado, Kiewarra, no interior da Austrália, para ajudar a família do amigo a desvendar o crime. Só que ele não estava preparado para encontrar de frente seu passado e um outro mistério, ocorrido na sua adolescência, a morte de uma jovem, começa a encontrar suas verdades.

 

 

Os 10 Piores Filmes Originais da Netflix

O CinePOP resolveu listar para você os piores filmes originais produzidos pela Netflix. E para tudo ficar mais democrático, como sempre, a pesquisa foi feita em cima da opinião do grande público – o que pode incluir críticos, cinéfilos, profissionais da indústria, especialistas, entusiastas e o espectador comum.

Antes de começarmos a lista, vale dizer que nem todos os filmes rechaçados por gregos e troianos encontraram lugar na lista, então aqui vão algumas menções honrosas (ou desonrosas) de filmes que são difíceis de defender: O Paradoxo Cloverfield (2018), Zerando a Vida (2016), História Real de um Assassino Falso (2016), Campo do Medo (2019), Perda Total (2018), O Silêncio (2019) e Pai do Ano (2018).

Sem mais delongas, vem conhecer.

10 | Sandy Wexler (2017)

Para não dizer que somos injustos e perseguimos Adam Sandler (que este ano pode ser indicado ao Oscar por Uncut Gems), vale ressaltar mais uma vez que esta lista se baseou na opinião geral do grande público. Curiosamente, o filme mais criticado da parceria entre Sandler e a Netflix foi Zerando a Vida, produção que não entrou na lista. Neste longa, o ator interpreta um agente de talentos, sempre visando o melhor para seus clientes, e em busca de novos astros. O filme é criado na forma de mockumentary, com depoimentos de personalidades reais sobre o personagem fictício – e para isso, Sandler usa sua influência conseguindo diversas participações de peso.

09 | Lá Vem os Pais (2018)

Ao contrário de Sandy Wexler, que possui uma pegada de drama, este longa recai mais para o humor escrachado, daí o possível motivo da rejeição dos fãs. Na trama, Sandler e o colega comediante Chris Rock são os pais de jovens noivos que estão para se casar (o primeiro, o pai da noiva, e o segundo, do noivo). De personalidades diferentes e classes sociais também, os dois precisarão conviver e fazer o dia especial de suas crias dar certo.

08 | The Titan (2018)

Depois de dois filmes da franquia Fúria de Titãs (2010 e 2012), o ator Sam Worthington retornou para protagoniza outro longa com a palavra no título. Este, porém, de um gênero e roteiro bem diferentes. Produção subestimada, é até injustiça colocar o longa na lista – bem, ao menos a meu ver, já que o filme foi realmente bem destratado pelo grande público. Uma ficção científica, The Titan mistura elementos de clássicos do gênero (como A Mosca, de Cronenberg) para contar a história de astronautas se preparando para explorar o espaço, e para isso precisando alterar seu DNA. O elenco traz ainda duas atrizes belas e talentosas, a prata da casa Taylor Schilling e Nathalie Emmanuel.

Crítica Netflix | The Titan – Ficção Científica com Taylor Schilling, musa da casa

07 | Os 6 Ridículos (2015)

Primeiro filme da parceria Sandler/Netflix, Os 6 Ridículos foi lançado no mesmo ano em que Quentin Tarantino estreava seu Os 8 Odiados. Se foi coincidência ou uma brincadeira saudável com o cineasta não me pergunte. Aqui, Sandler também protagoniza um faroeste, mas na trama apresenta personagens muito improváveis se descobrindo irmãos e precisando se unir para um bem maior. A comédia tem seus momentos.

06 | IO – O Último na Terra (2019)

Lançada este ano, esta ficção científica traz como protagonista a jovem Margaret Qualley, vista recentemente na obra de Quentin Tarantino, Era uma Vez em Hollywood. A ficção é um gênero no qual a Netflix gosta de apostar, mas nem sempre acerta. Aqui, Qualley vive uma cientista lutando para salvar a Terra da extinção, numa realidade de um futuro apocalíptico. Neste novo mundo devastado, ela acaba encontrando outro sobrevivente, interpretado por Anthony Mackie (o Falcão da Marvel), que, ao contrário dela, deseja deixar o planeta na próxima aeronave.

05 | Cascavel (2019)

Uma das produções mais recentes da lista, este filme mistura elementos de terror, com drama e mistério. O mal de muitas produções da Netflix é querer entupir seus roteiros com reviravoltas mil – como The Perfection, por exemplo. Muitos filmes começam de uma forma, abordando um tema, somente para depois abandoná-lo, se tornando algo totalmente diferente, muitas vezes jogando um balde de água fria no espectador. É o caso com este filme protagonizado pela talentosa Carmen Ejogo, que começa como um thriller desesperador de sobrevivência, quando a atriz tem que salvar sua filha de uma picada de cobra, e evolui para algo do tipo Arraste-me para o Inferno.

Crítica | Cascavel – Suspense da Netflix simplesmente não tem história

04 | O Último Capítulo (2016)

Filmes de casas assombradas podem render obras arrepiantes ou enfadonhas, dependendo de sua confecção. E aqui, segundo o grande público, este thriller sobrenatural recai no segundo item. Na trama, Ruth Wilson interpreta uma enfermeira contratada para tomar conta de uma famosa autora de livros de terror reclusa. No local, a protagonista começa a perceber que a lenda da velha mansão amaldiçoada pode ser mais real do que imagina.

03 | Death Note (2017)

Outro filme pelo qual o grande público pegou implicância. Uma das maiores reclamações aqui é que esta obra desvirtuou a ideia de seu material original. Bem, interpretações de uma história sempre são mais interessantes do que apenas se copiar o que já foi feito. Aqui temos boas atuações de LaKeith Stanfield como L, e principalmente o grande Willem Dafoe como o demônio Ryuk. E novamente no elenco, a jovem Margaret Qualley, no papel do objeto de afeto do jovem Light (Nat Wolff), um rapaz que assim como Aladdin, descobre um “gênio” que lhe concede desejos – mas ao invés de uma lâmpada, temos um livro.

Crítica | Death Note – adaptação de desenho japonês acerta no tom

02 | Seis Vezes Confusão (2019)

O humorista Marlon Wayans resolve dar uma de Eddie Murphy em sua segunda colaboração com a Netflix. Nesta comédia, ele vive um sujeito que descobre ter cinco irmãos gêmeos. E parte numa jornada para encontrá-los e conhecê-los. É claro que tudo não passa de uma desculpa para Wayans interpretar todos eles e tentar tirar graça das situações. Assim, ele pode viver um irmão com sobrepeso, uma presidiária, um malandro, um esnobe e um doente terminal, todos estereotipados e exagerados como Wayans gosta.

01 | Vende-se Esta Casa (2018)

E o grande vencedor (ou “perdedor”) não poderia ser outro. Pobre Dylan Minnette, que precisou protagonizar o filme que é tido como a pior produção original da Netflix até o momento. Desde que foi lançado, este suspense sobre um rapaz e sua mãe se mudando para uma misteriosa casa, vem sendo detonado pelos críticos e o público sem dó nem piedade. Um thriller/terror onde nada acontece, e dono de uma reviravolta pra lá de insatisfatória, não existe muito argumento que possa defender este longa de ocupar a primeira posição dos piores filmes originais da Netflix.

Crítica | Vende-se Esta Casa – Suspense da Netflix é ASSUSTADORAMENTE ruim

FLOPOU! ‘Gremlins 2’, ‘Dick Tracy’, ‘Rocky V’, ‘A História Sem Fim 2’ e os Grandes FRACASSOS do Cinema que Completam 35 Anos

O revisionismo artístico é um conceito bem interessante. E quando pensamos em cinema, é um exercício saudável e necessário. Afinal, o mundo está o tempo todo em constante mudança, principalmente no que diz respeito a conceitos sociais. O que era regra antes, hoje pode ser a exceção. Mas nada de cancelamentos. O lance é utilizar este estudo antropológico como aprendizado.

A cultura evoluiu muito ao longo dos séculos, e não existe melhor cápsula do tempo do que o cinema. O racismo, o preconceito e o machismo inerentes do passado são só alguns dos tópicos que podem ser encontrados em diversas produções, sem que precisemos voltar muito no passado. Tais elementos que descem extremamente “quadrados” hoje, são razões mais que justificáveis para a impopularidade de uma obra quando a visitamos atualmente. Mas existe também o efeito contrário, de filmes que passaram em branco em seu lançamento, e terminam ganhando status de cult a cada nova geração, terminando considerados à frente de seu tempo.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas.

A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar.

Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 35 Anos em 2025.

Gremlins 2

Falando em continuações cujo resultado ficou bem aquém do original e do esperado em si, aqui temos a sequência de outra fantasia juvenil saída diretamente de 1984. Esta, com leves toques de terror. Gremlins, com produção de Steven Speilberg, roteiro de Chris Columbus (Esqueceram de Mim) e direção de Joe Dante (Meus Vizinhos São um Terror), entraria para a história como um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 1980. Outra vez a Warner demorava para arquitetar a continuação, talvez esperando o roteiro certo. Com o mesmo time na frente e atrás das câmeras, Gremlins 2 sairia seis anos depois, abrindo a década de 1990.

A verdade é que alguns filmes, por mais queridos que sejam, terminam de uma forma que se torna um verdadeiro quebra-cabeça para os roteiristas bolarem uma continuação. Isso mostra que no passado, um longa tinha começo, meio e fim, sem a preocupação de planejar com antecedência uma segunda parte. Por mais louvável que fosse, o fato igualmente terminava colocando os envolvidos, muitas vezes, num beco sem saída, a fim de não deixar transparecer que a opção de continuar uma história era meramente financeira – o que em muitos casos é a mais pura verdade. E Gremlins foi um destes casos onde o “The End” significou o fim mesmo.

Ou será? Já que, um tempinho depois, tiraram da cartola um retorno para o fofucho Gizmo e seus irmãozinhos endiabrados que se transformam em monstrinhos escamosos. A opção para esta sequência foi mover a trama para Nova York, mas como filmar lá é caro, a ação se desenrola toda dentro de um prédio altamente hi-tech. Com um orçamento inflado de US$50 milhões, Gremlins 2 não conseguiu sequer se pagar, arrecadando US$41 milhões. O que colocou um ponto final na cultuada franquia. Desde então boatos sobre um terceiro filme circulam e agora podem estar de fato ganhando vida. Gremlins e Goonies são dois dos filmes que os fãs dos anos 1980 mais querem ver continuações atuais.

 

A História Sem Fim 2

Por mais difícil que seja acreditar, a continuação da querida fantasia alemã foi um fracasso. E sim, eu disse alemã – por mais que seja falada em inglês e tenha atores americanos, o primeiro A História Sem Fim (1984) é uma produção da Alemanha, país de onde saiu o roteirista e diretor do longa Wolfgang Petersen. Mas a verdade é que apenas o filme original é visto e guardado com carinho pelos fãs. E bem que deveriam mesmo, já que é um marco para o cinema de fantasia infantil – reverenciado ainda hoje, como na série Stranger Things, da Netflix. O longa original, com um orçamento de US$27 milhões, arrecadou US$100 milhões mundialmente, se tornando um fenômeno para a época.

Querendo capitalizar no sucesso, mas esperando consideráveis seis anos para tirar a ideia do papel, a Warner (que já havia coproduzido o primeiro e o distribuído na América) confeccionou uma sequência, lançada há exatos 35 anos. Um dos detalhes mais notados pelos fãs foi a mudança do elenco principal, em especial do menino protagonista Bastian e o aventureiro mirim Atreyu – ambos reescalados. Curiosamente, com a saída de Petersen do projeto, outro diretor renomado pegaria a vaga: ninguém menos que o australiano George Miller – então com a trilogia Mad Max e As Bruxas de Eastwick já no currículo.

Quase uma refilmagem do original, a continuação custou ainda mais caro para o estúdio, com um orçamento de US$36 milhões. A arrecadação, no entanto, se mostraria insatisfatória com o retorno de apenas US$17 milhões nos EUA. Devido ao sucesso de sua mitologia e sua carreira internacional, a franquia seguiu para um terceira parte (1994), novamente trocando os atores, uma série em animação (1995) e uma série em live-action (2001).

O Predador 2

Mais uma segunda parte estreava nos cinemas há trinta e quatro anos. E não será a última da lista. 1990 foi um dos anos com mais continuações na história do cinema, e você achando que era coisa de agora. O Predador (1987), veículo de ação para Arnold Schwarzenegger, embora detonado pela crítica, ganhou ares de cult e fez uma bilheteria decente – com um orçamento de US$15 milhões, recuperando para FOX US$98 milhões mundiais. A premissa era simples: quem enfrentará agora o musculoso protagonista, que já havia descartado tudo quanto era inimigo em seus filmes que exalavam testosterona? E foi assim que algum roteirista teve a ideia de coloca-lo para se digladiar com uma criatura vinda de outro planeta.

Nos anos 1980, filmes com criaturas faziam muito sucesso, com técnicos em efeitos e maquiadores se esbaldando em concretizar alguns personagens que se tornariam icônicos, entrando para sempre no imaginário popular dos fãs e para a história do cinema. Assim, o alienígena humanoide com cara de crustáceo era uma figura interessante demais em seu design para simplesmente desaparecer após um único filme. Ainda mais quando esse filme se mostrou um sucesso. Três anos depois, os executivos da FOX finalmente o tiravam da gaveta para mais uma caçada na Terra.

Porém, se deparavam com o primeiro grande empasse. Schwarzenegger tinha peixes maiores para fritar (como O Exterminador do Futuro 2) e se recusou a voltar. A solução foi mover a ação para uma selva diferente (a Los Angeles do “futuro” de 1997) e escalar Danny Glover (saído do sucesso de dois Máquina Mortífera) para viver o durão e escaldado detetive Harrigan. Embora não tenha o apelo do primeiro, O Predador 2: A Caçada Continua tem seus atrativos e pode ser considerada uma obra subestimada.

Com um orçamento três vezes maior que o original, o filme não se pagou nos EUA, arrecadando apenas US$30 milhões. A salvação do longa foi o mercado internacional, onde juntou outros US$30 milhões, mesmo assim ficando abaixo do esperado. Ah sim, se tornando também uma franquia da qual ninguém sabe o que fazer, já que ao menos outras três investidas – Alien vs. Predador (2004), Predadores (2010) e O Predador (2018) – deram com os burros n’água.

 

Rocky V

Calma, por aqui também amamos a franquia Rocky. Mas mesmo dentre os fãs e aficionados, o quinto episódio é considerado o mais problemático e deslocado. De fato, até o próprio criador da franquia Sylvester Stallone confessa o erro que foi este Rocky V. O gosto amargo do filme deixou o ator inquieto por dezesseis anos, até tirar da cartola Rocky Balboa (2006) – simplesmente para poder ter um “encerramento” adequado para a franquia. A tentativa de voltar às origens aqui se mostrou um tiro no pé, com Rocky de volta ao seu velho bairro depois de ter perdido tudo. Mas o pior é a trama em si.

No quinto filme, Rocky não sobe aos ringues (coisa que poderia muito bem fazer, já que voltaria para lutar com tudo dezesseis anos depois)! A opção por uma “história mais humana”, mostra o protagonista treinando um novo talento promissor, a quem acolhe como um pupilo, enquanto renega o próprio filho e seus problemas. No entanto, seu lutador protegido irá se mostrar fraco de caráter, o traindo. O clímax ocorre com os dois saindo no braço no meio da rua, numa briga sem regras.

O fato faz de Rocky V o ponto fora da curva da franquia. Fracasso de crítica, o longa sequer se pagou em território norte-americano, custando US$42 milhões e arrecadando US$40 milhões. Graças ao mercado internacional, Rocky V conseguiu escapar por completo do desastre, retornando uma boa bilheteria mundial. Mas se levarmos em conta o desempenho do antecessor Rocky IV, que se tornou a segunda maior bilheteria de cinco anos antes, com absurdos US$300 milhões mundiais, e US$130 milhões só nos EUA, fica ainda mais evidente o mau desempenho deste sucessor.

 

A Fogueira das Vaidades

Começamos a lista com o que é provavelmente o maior fracasso do cinema de 35 anos atrás. E não apenas isso, A Fogueira das Vaidades pode ser considerado um dos maiores fracassos dos anos 1990, e quem sabe da história do cinema. Além disso se tornou uma verdadeira aula de como NÃO adaptar um livro de tremendo sucesso ao cinema. Baseado no best-seller de Tom Wolfe, o filme logo se tornou um baita investimento da Warner, que almejava levar para as telonas em grande estilo a história sobre um magnata e sua amante que atropelam um sem-teto e fogem sem prestar socorro, vendo sua vida de alta classe social ser virada do avesso graças a investigação de jornalista alcoólatra desacreditado.

Dá para ver por esta premissa que um suculento tema sobre luta de classes pode ser espremido daí – algo que não é novidade em Hollywood. A narrativa da obra literária, apesar do assunto trágico e sério, é levado na base da acidez e ironia, acrescentando muitas camadas ao texto. Para a empreitada, o estúdio tirou de seus cofres US$50 milhões para o orçamento e contratou para o comando o veterano prestigiado Brian De Palma – recém saído dos sucessos de Os Intocáveis e Pecados de Guerra, aderindo assim à sua primeira comédia.

Na frente das telas, um verdadeiro time de peso: Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis dividindo as telas pela primeira vez. Além de uma ponta de Morgan Freeman. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi sobre a escalação equivocada de Willis para o papel do jornalista, e seu trabalho ligado no automático. Conclusão: o alto investimento viu o retorno de apenas minguados US$15 milhões em bilheteria, além de um verdadeiro massacre por parte da crítica.  

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Por mais que A História Sem Fim e Gremlins tenham demorado a gerar continuações, nada se compara a esta animação da Disney – que criou uma lacuna geracional entre seus fãs. Afinal, qual criança ou adolescente em 1990 lembraria do sucesso Bernardo e Bianca, lançado em… 1977? A dupla que dá nome ao título são dois camundongos parte de uma agência de investigação e resgate, cuja última missão é encontrar uma garotinha sequestrada por caçadores. O filme, que teve US$7.5 milhões de orçamento, arrecadou US$71.2 milhões em bilheteria, algo muito impressionante.

Apesar do sucesso, na época a Disney não era essa máquina de gerar franquias e continuações que é hoje, acreditando muito mais em histórias originais. Pula para 1990, uma época que, como dito, viu uma enxurrada de continuações ser lançadas. Seguindo de perto a tendência, o estúdio do Mickey resolveu dançar conforme a música e orquestrar o retorno de dois outros ratinhos famosos de seu acervo. O problema? Talvez tenham esperado demais, já que a volta de Bernardo e Bianca demorou nada menos que treze anos. Desta vez, a ideia foi leva-los para a Austrália, onde um caso envolvendo um menino desparecido e uma rara águia dourada na mira de caçadores os aguardava. Com um orçamento de US$30 milhões, a animação sequer se pagou, rendendo em bilheteria US$27 milhões. O fato fez do filme uma das produções animadas da Disney mais obscuras de seu acervo.

 

Duck Tales – O Filme

Quem ouve falar da Disney hoje, uma mega corporação dona de propriedades como a Fox, a saga Star Wars, a Pixar e a Marvel, só pensa em monopólio e em domínio mundial. A geração atual pode até achar que a entidade multibilionária é perfeita e sem defeitos. Mas estes mesmos não imaginam o perrengue que o estúdio já passou, e para isso nem precisamos voltar muito no tempo, 35 anos no passado já está bom. No mesmo ano do fiasco Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, a Disney lançava outra produção animada que visava cair no gosto dos pequenos, se tornando o novo fenômeno popular, mas tudo que viu foi despesas e dor de cabeça – já que as crianças da época só queriam saber de Batman e das Tartarugas Ninja: então dois sucessos recentes.

Aqui, falamos de Duck Tales – O Filme, adaptação para as telonas de um famoso desenho animado da casa. Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras deu protagonismo nas telinhas pela primeira vez para o avarento Tio Patinhas, o tio ricaço, mas pão duro, do Pato Donald, e seus três sobrinhos: Huguinho, Zezinho e Luizinho (Hewey, Dewey e Louie). O seriado foi uma febre, e durou de 1987 a 1990 – terminando bem na época do lançamento de sua primeira versão em longa-metragem. No cinema, com ares de Indiana Jones, no entanto, ninguém quis pagar para ver os personagens. Apesar das críticas na maioria positivas, a animação não fez o barulho esperado pelo estúdio e mesmo com uma bilheteria de US$18 milhões, gerou um prejuízo de US$2 milhões para a Disney. Mas nem tudo está perdido, já que uma nova série animada com os personagens de Duck Tales foi lançada em 2017, e ainda está no ar. A Árvore da Maldição

O Exorcista (1973) é considerado por muitos um dos melhores filmes de terror da história do cinema, constantemente citado em listas de especialistas. O sucesso foi tanto que, além de indicações ao Oscar (inclusive de melhor filme, sabia desta?), a produção gerou quatro continuações (com o quarto filme sendo dividido em duas obras de diretores diferentes) e uma série de TV de sucesso. Ou seja, é prestígio para ninguém botar defeito.

Grande parte do sucesso de O Exorcista se deve ao seu diretor, William Friedkin – que igualmente foi indicado ao Oscar na categoria de direção pelo longa. Sendo assim, era somente natural que o retorno do cineasta ao gênero que o consagrou fosse extremamente aguardado. E ele ocorreria 17 anos após ter comandado O Exorcista, com este A Árvore da Maldição. Igualmente baseado num livro, desta vez escrito por Dan Greenburg, a obra fala sobre ocultismo, magia negra, sacrifícios e deuses druidas da natureza.

Na trama, um casal jovem pais de um bebê contratam uma babá para cuidar de sua pequena cria recém-nascida, somente para descobrir que a mulher faz parte de uma sociedade secreta, no melhor estilo A Profecia (1976), que planeja sacrificar a criança para uma árvore-demônio. Detonado pelos críticos, o longa, que teve bastidores problemáticos, subitamente se tornou um “filme maldito” na carreira de Friedkin e dos envolvidos, sobre o qual o cineasta se recusa a falar. Tanto que o diretor utilizou o infame pseudônimo de Alan Von Smithee em uma versão do filme editado para a TV a cabo (e pensar que Sam Raimi, o diretor originalmente vinculado ao projeto, se livrou de uma boa). Embora o orçamento do longa não seja divulgado pela Universal, o filme foi considerado um fracasso financeiro, arrecadando US$17 milhões.

 

Air America – Loucos Pelo Perigo

Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera em seu currículo, a carreira de Mel Gibson ia de vento em popa. Justamente no período, o ator australiano era alçado ao status de astro de Hollywood, com cada projeto tocado por ele se transformando em ouro imediato. Por outro lado, seu colega mais jovem Robert Downey Jr saía de uma leva de produções adolescentes, onde ele acumulou muito reconhecimento, e agora estava pronto para alçar voos mais altos (com o perdão do trocadilho). A união da dupla era por si só um evento, já que eram dois dos atores mais quentes da época, vindos de gerações diferentes.

E o projeto escolhido para protagonizar juntos foi a adaptação do livro de Christopher Robbins sobre audaciosos pilotos de helicóptero realizando entregas durante a Guerra do Vietnã. A produção ficou a cargo da extinta Carolco, com distribuição da Columbia / Sony. Mesmo com a diversão de termos Gibson e Downey Jr em cena, o filme rendeu abaixo do esperado para o estúdio – já que o público, a este ponto, talvez estivesse cansado de obras sobre o tema (a Guerra do Vietnã havia sido abordada consecutivamente em sucessos como Platoon, Nascido para Matar, Pecados de Guerra e Nascido em 4 de Julho, por exemplo, há pouco tempo). Com um orçamento de US$35 milhões, Air America rendeu US$31 milhões, e mais US$2 milhões internacionalmente, ainda assim sequer se pagando.

Graffiti Bridge

Voltando ao tópico das continuações, não são apenas os filmes de ação, fantasia, terror e animação que geram sequências, dramas musicais igualmente podem render uma franquia. Ou ao menos tentar. O mais curioso de algumas segundas partes de obras não é o fato de serem inferiores aos seus originais, ou sequer não atingir o resultado esperado, mas sim cair tão profundamente na obscuridade, que nem ao menos tomamos conhecimento que tais longas existem. Afinal, você já tinha ouvido falar na continuação de O Mágico de OZ, criada pela própria Disney, ou do cult máximo do cinema noir detetivesco Chinatown? Pois bem, mas saibam que elas existem, basta procurar na internet.

Exatamente no mesmo quesito podemos encontrar a continuação de Purple Rain, coincidentemente lançado seis anos antes de sua sequência – deu pra sentir uma temática aqui, certo? Mas antes, vamos responder à pergunta dos mais novos, que neste momento devem estar comentando: “que diabos é Purple Rain”? Bem, alguns podem até se lembrar da canção de mesmo nome do artista multifacetado e saudoso Prince. Pois a música foi criada pelo cantor para ser o carro-chefe de uma produção cinematográfica de mesmo nome, que fez grande sucesso e vendeu muitos discos de sua trilha sonora. No filme, Prince conta meio que a história de sua vida, como um aspirante a músico vindo de um lar abusivo, que precisa enfrentar o pai, e os desafios para se tornar um astro do rock. Com um orçamento de US$7 milhões, o musical dramático rendeu dez vezes mais, retornando aos cofres da Warner US$70 milhões.

Se deixando dominar por puro ego, como lhe era familiar segundo relatos, Prince não apenas protagoniza, como assina o roteiro e a direção desta dita “sequência não oficial”. Apesar de tal definição, o músico retorna na pele do personagem The Kid, desta vez um pouco mais velho e bem sucedido, dono de um clube noturno – que continua precisando lidar com problemas relacionados ao submundo do crime em sua cidade. Novamente lançado pela Warner, e contando com um disco de mesmo nome ligado ao projeto (que igualmente fez menos sucesso do que o anterior), Graffiti Bridge, o projeto de vaidade de Prince, fez uso de um orçamento mais reduzido em relação ao original, com US$2.4 milhões gastos. Porém, viu retornar igualmente menos dinheiro, apenas conseguindo se pagar com uma bilheteria de US$4.5 milhões – bem abaixo do que era esperado. Quem sabe foi a falta de sua musa Apollonia que lhe trouxe azar?

Bônus: Dick Tracy

Tudo bem, esta adaptação dos famosos quadrinhos de Chester Gould capitaneada por Warrern Beatty (que produziu, dirigiu e estrelou o filme) está anos luz dos fracassos discorridos acima. Mas a verdade é que com o investimento que Dick Tracy recebeu, esperava-se que seu desempenho com o público fosse bem melhor. Com quase US$50 milhões em seu orçamento, a Disney viu o retorno do dobro nas bilheterias norte-americanas, e mais US$62 milhões internacionalmente, totalizando US$162 milhões.

É preciso lembrar que Dick Tracy foi levado às telonas para ser a resposta da Disney para Batman, da Warner, lançado no ano anterior. As semelhanças entre os blockbusters são muitas, incluindo uma direção de arte chamativa, grandes nomes no elenco (em especial interpretando os vilões – com Jack Nicholson em Batman, e Al Pacino em Dick Tracy) e a trilha sonora de Danny Elfman – que trabalhou em ambos os filmes. Batman provou (novamente, após Superman – O Filme) que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser uma ideia extremamente rentável, e a Disney quis sua fatia desta torta. Até mesmo um disco com músicas de um artista sensação do pop foram equivalentes para as produções, com Prince em Batman e Madonna (igualmente na frente das câmeras, no papel da corista Breathless Mahoney) em Dick Tracy. O que não fizeram igual foi a bilheteria, já que Batman deixou Tracy e Beatty comendo poeira – com um orçamento de US$35 milhões, arrecadou US$251 milhões somente nos EUA, e US$411 milhões mundiais, elevando os blockbusters a outro patamar.

CW encomenda roteiros adicionais para ‘Charmed’, ‘Legacies’ e ‘All American’

Parece que a CW está confiante com suas novas séries! A emissora encomendou roteiros adicionais para as estreantes ‘Charmed‘, ‘Legacies‘ e ‘All American‘.

Charmed‘ e ‘All American‘ tiveram mais cinco roteiros encomendados, enquanto ‘Legacies‘ ganhou mais três. Vale lembrar, no entanto, que isso não quer dizer necessariamente que os projetos ganharão mais episódios. A CW só encomendou os roteiros, mas não deu sinal verde para a produção de mais episódios além da encomenda padrão – 13 episódios.

Tudo vai depender do desempenho da audiência das séries.

All American‘ vai estrear nessa quarta-feira, dia 10, e ‘Charmed‘ chegará no dia 14 de outubro. ‘Legacies‘ será lançada perto do Halloween, no dia 25.

‘Deadly Class’ é CANCELADA pelo SyFy

O canal Syfy cancelou oficialmente a série ‘Deadly Class‘ depois de apenas uma temporada.

De acordo com o Deadline, Sony Pictures TV tentará encontrar um novo lar para a produção.

Criada por Miles Orion FeldsottRick Remender, a série é na HQ homônima lançada desde 2014.

Ambientada em um mundo obscuro e tendo como plano de fundo a contracultura da década de 1980, Deadly Class acompanha a história de um adolescente que é recrutado para uma escola particular de elite, para onde todas as famílias mais ricas do mundo do crime mandam suas proles. O drama é descrito como um coming of age repleto de mistério e angústias adolescentes.

O elenco é composto por Benjamin WadsworthBenedict WongLana CondorMaria Gabriela de FariaLiam JamesMichel Duval e Luke Tennie.

No Brasil, a série é exibida pela Globo Play.

‘Elite’: 3ª temporada ganha novas imagens promocionais; Confira!

A Netflix divulgou as novas imagens promocionais da 3ª temporada de ‘Elite‘.

Confira:

O próximo ano será lançado na plataforma no dia 13 de março.

Crítica | Elite – Série da Netflix mistura ‘Gossip Girl’ e ‘How to Get Away with Murder’ 

Criada por Darío Madrona e Carlos Montero, a primeira temporada da série foi um grande sucesso, sendo assistida por mais de 20 milhões de contas diferentes em apenas um mês.

Após um terremoto destruir uma escola pública, o governo envia três adolescentes de classe operária para Las Encinas, uma das melhores e mais caras escolas do país, frequentada pelos filhos da elite espanhola. O confronto entre aqueles que têm tudo e aqueles que não têm nada a perder cria uma atmosfera carregada e acaba levando a um assassinato. Quem estará por trás do crime?

O elenco inclui María Pedraza, Itzan Escamilla, Miguel Bernardeau, Miguel Herrán, Jaime Lorente, Álvaro Rico, Arón Piper, Mina El Hammani, Ester Expósito, Omar Ayuso e Danna Paola.

‘Toys of Terror’: Brinquedos atacam nos novos clipes do terror; Assista!

O terror ‘Toys of Terror‘ ganhou dois novos clipes.

Confira, com o trailer completo:

Dirigido por Nicholas Verso (‘Nowhere Boys‘), o longa é escrito por Dana Gould, criador da série ‘Stan Against Evil‘.

David Cashman promete a sua família uma divertida viagem de Natal, mas quando eles chegam ao velho orfanato em ruínas nos bosques nevados de Washington, eles percebem que ele planeja fazer dessas férias um trabalho, renovando o lugar na esperança de vender para algum bilionário de Seattle. Sua esposa, Hannah, está furiosa, assim como as crianças, Franklin, Zoe e Alicia – até que, vagando pela mansão assustadora, eles encontram um estoque de brinquedos antigos em uma sala de jogos abandonada e os pegam imediatamente.

Em pouco tempo, eles se recusam a se separar de seus novos brinquedos, para grande consternação de sua babá Rose, que sente que algo na casa não está certo. Conforme as crianças começam a agir de forma cada vez mais estranha, Rose tem um palpite de que os brinquedos podem estar vivos e manipulando toda a família. Ela tenta avisar os Cashman e tirá-los de casa, mas ninguém parece estar ouvindo, mesmo quando a contagem de corpos aumenta.

Rose pode ajudar a família a escapar com suas vidas – ou eles ficarão presos em um orfanato em ruínas, para nunca mais celebrar outro Natal?

O elenco conta com Yana TeresaGeorgia WatersVerity MarksDayo AdeSaul Elias e Zoe Dish.

O terror será lançado em VOD no dia 27 de outubro, e em DVD e Blu-ray no dia 19 de janeiro de 2021.

‘Till Death’: Terror com Megan Fox conquista 89% de aprovação no Rotten Tomatoes

O terror ‘Till Death‘, que marca o retorno da atriz Megan Fox (‘Garota Infernal’) ao gênero, surpreendeu e conquistou os críticos, com sólidos 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com 19 críticas até o momento, o consenso geral é que, apesar de não revolucionar o gênero, a produção apresenta cenas tensas e diverte. Além disso, a performance da Megan Fox foi um dos pontos mais elogiados pelos críticos.

Separamos os trechos das principais críticas:

“A direção de S.K. Dale e a dedicação da Megan Fox contribuíram muito para tornar ‘Till Death’ uma jornada brilhante e divertida. (Variety)

“Em sua estreia na direção, S.K. Dale orquestra um jogo tenso de gato e rato que, refrescantemente, não se leva muito a sério.” (New York Times)

“É um pouco bobo, mas, ao mesmo tempo, oferece uma experiência totalmente envolvente e com um ritmo tenso que deixará todos inquietos na poltrona.” (RogerEbert)

“Simples, mas eficaz. Megan Fox está incrível nesse filme.” (Amanda the Jedi)

“A tensão compensa pela introdução melodramática, e a Megan Fox mostra-se uma protagonista competente. Apesar de não se destacar no gênero, ‘Till Death’ é uma aventura divertida enquanto dura.” (Bloody Disgusting)

“É um ótimo retorno da Megan Fox ao gênero, 11 anos após o clássico ‘Garota Infernal’. Emma é uma personagem que tem grandes desafios físicos, precisa sujar as mãos e superar dificuldades aparentemente impossíveis. E nós acreditamos nela.” (DrumDrums)

Megan Fox literalmente carrega o peso e a intensidade desse filme nas costas.” (The Only Critic)

Confira:

S.K. Dale é responsável pela direção.

A trama seguirá Emma, que está algemada ao seu marido morto por causa de uma vingança doentia e deve sobreviver a dois assassinos contratados para finalizar o serviço.

O roteiro, que foi escrito por Jason Carvey, foi destaque na Blood List, uma lista anual de Hollywood com ótimos enredos não produzidos.

O elenco ainda conta com Eoin Macken, Aml AmeenCallan MulveyJack Roth.

‘Deadpool 3’ é CONFIRMADO e terá diretor de ‘Free Guy’

De acordo com o THR, a sequência ‘Deadpool 3‘ foi oficialmente CONFIRMADO, e terá Shawn Levy na direção.

O cineasta já havia trabalhado previamente com o astro Ryan Reynolds em ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e no recente ‘O Projeto Adam‘.

O roteiro fica por conta das irmãs Wendy MolyneuxLizzie Molyneux-Loeglin, que são mais conhecidas pelo trabalho na série animada ‘Bob’s Burgers‘.

O projeto provavelmente será para maiores de idade – assim como os dois filmes anteriores –, mas a informação ainda não foi confirmada.

Ao total, os dois primeiros filmes arrecadaram mais de um bilhão e meio nas bilheterias mundiais.

Namor ganhará filme solo após ‘Pantera Negra 2’? Produtor responde!

Em entrevista ao ComicBook, o produtor Nate Moore revelou que um filme solo do Namor (Tenoch Huerta), que foi introduzido em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘, não será possível, pois os direitos do personagem pertencem à Universal Pictures.

O produtor ainda afirmou que, apesar de não terem sofrido limitações para criar a história do vilão nas telonas, o uso de sua imagem teve que ser controlado no material de marketing.

“[O problema com os direitos do Namor] nos afeta de diversas formas, até mesmo como usamos o personagem no marketing de [‘Pantera Negra 2’]. Apesar disso, não tivemos limitações para o desenvolvimento do personagem, o que é ótimo, pois nos inspiramos muito no material de origem, mas fizemos grandes alterações para ancorá-lo no nosso universo.”

Ele completa, “Eu já li todos os quadrinhos do Namor, mas o reino de Atlantis é um pouco vago. Então, [o diretor] Ryan [Coogler] quis ancorar esse universo em algo que parecesse tangível e real. Em termos legais, não havia nada que nos impedisse de fazer isso, o que foi ótimo.”

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Demônio toca o TERROR em novas imagens de ‘O Exorcista: O Devoto’; Confira!

O site Bloody Disgusting divulgou as novas imagens oficiais (e dos bastidores) do terror ‘O Exorcista: O Devoto‘, sequência direta do clássico de 1973.

Confira:

(from left) Tony (Norbert Leo Butz), Katherine (Olivia O’Neill) and Miranda (Jennifer Nettles) in The Exorcist: Believer, directed by David Gordon Green.

(from left) Victor Fielding (Leslie Odom, Jr., background) and Angela Fielding (Lidya Jewett) with additional cast members in The Exorcist: Believer, directed by David Gordon Green.

Ann Dowd as Ann in The Exorcist: Believer, directed by David Gordon Green.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de outubro.

De acordo com informações do Deadline, o longa está previsto para arrecadar aproximadamente US$ 30 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos.

A estimativa de arrecadação é considerada ótima, especialmente por se tratar de um filme de terror.

O valor é o mesmo que o soft reboot de ‘Pânico‘, que arrecadou US$ 30 milhões em sua estreia nos EUA em 2022.

Embora o orçamento exato da produção ainda seja desconhecido, é importante lembrar que a Universal Pictures e a Blumhouse gastaram cerca de US$ 400 milhões para adquirir os direitos da franquia ‘O Exorcista‘.

Conhecido por seu trabalho na nova trilogia de ‘Halloween‘, Green compartilhou sua abordagem cuidadosa em relação à icônica voz demoníaca na franquia clássica do terror.

Em entrevista para o SyFy Wire, ele expressou seu desejo de não decepcionar os fãs, reconhecendo o papel crucial que essa característica desempenha na série.

Green revelou que a versão final do filme pode diferir do que foi apresentado no trailer oficial.

“Estamos na parte de voz demoníaca do processo agora, e explorando vários conceitos. Outro dia, nós trouxemos cinco pessoas muito, muito diferentes para uma sala, com um microfone e pedi que dissessem coisas”, explicou o diretor.

“Talvez eu queira que seja cada uma dessas vozes e muito mais. Talvez eu queira que esse demônio seja um monte de coisas”, concluiu.

Anteriormente, conversando com o IndieWire, o produtor Jason Blum comentou sobre a expectativa pelo lançamento e disse que este é o filme mais arriscado de sua carreira.

“O filme mais arriscado que já fiz com certeza ainda não foi lançado. É ‘O Exorcista‘. Só porque é muito caro. Normalmente, a barreira para o sucesso em tudo o que fazemos é incrivelmente baixa porque fazemos filmes baratos. Para ‘O Exorcista’, a aposta é alta.”

Ele acrescentou que:

“Não é um alto risco para a Blumhouse. Obviamente, já fomos pagos, mas é um risco alto para nossos parceiros. Então, quando você me pergunta qual é a coisa mais arriscada em que já trabalhamos, considero isso como para nós ou nossos parceiros financeiros. No caso de ‘O Exorcista’, esse seria o maior, porque é um risco alto para a Universal.”

Na trama, um pai desesperado pede a ajuda de Chris MacNeil para tentar lidar com uma presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Leslie Odom Jr.Ann DowdJennifer NettlesNorbert Leo ButzLidya JewettOlivia MarcumEllen Burstyn estrelam.

‘Sexta-Feira Muito Louca 2’: Lindsay Lohan revela novos detalhes sobre a sequência

Em entrevista ao Good Morning America, Lindsay Lohan (‘Meninas Malvadas’) revelou novos detalhes sobre a aguardada sequência ‘Sexta-Feira Muito Louca 2‘.

A atriz ainda comentou sobre como foi se reunir com a Jamie Lee Curtis (‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’) depois de décadas após o lançamento do longa original.

“Não posso dizer muito, mas estou tendo aulas de guitarra, e eu tenho uma filha neste novo filme. Nós estamos nos divertindo muito [com ‘Sexta-Feira Muito Louca 2’]. É muito importante se divertir durante as filmagens, e há muito amor e risadas [nesta continuação]. Tem sido uma experiência ótima.”

Ela completa, “Eu e a Jamie [Lee Curtis] mantivemos contato no decorrer dos anos. Sempre dizem que, mesmo que você fique anos sem ver uma pessoa que você é muito próximo, quando você a vê novamente, é como se nunca tivessem ficado separados. É incrível ver mulheres apoiando mulheres.”

No novo filme, Anna tem uma filha e uma futura enteada. Conforme navegam pela miríade de desafios que aparecem quando as duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode sim cair duas vezes no mesmo lugar.

Confira a primeira foto:

Vale lembrar que Jamie Lee CurtisLindsay Lohan reprisam seus papéis como Tess e Anna. Mark HarmonChad Michael MurrayChristina Vidal MitchellHaley HudsonLucille SoongStephen Tobolowsky Rosalind Chao também retornam ao elenco.

As novas adições incluem Manny Jacinto (‘The Good Place’), Julia Butters (‘Os Fabelmans’), Sophia Hammons (‘Amor nas Alturas’) e Maitreyi Ramakrishnan (‘Eu Nunca…’)

O filme tem lançamento previsto para 2025, sem dia confirmado.

@disneystudiosThe band’s back together and coming to theaters in 2025 . The sequel to Freaky Friday is now in production!♬ original sound – Disney Studios

A cineasta Nisha Ganatra, conhecida por seus trabalhos emA Batida Perfeita e ‘Cake – A Receita do Amor’, foi escolhida para comandar o projeto.

Andrew Gunn, produtor do filme original de 2003, está produzindo o novo filme em colaboração com a ex-executiva da Disney Kristin Burr (‘Cruella’).

Elyse Hollander (Nikolai) ficará responsável pelo roteiro.

Vale lembrar que o filme original se tornou um enorme sucesso de bilheteria, tendo arrecadado mais de US$ 160 milhões mundialmente – a partir de um orçamento de apenas US$ 26 milhões.

Na trama, Tess e Anna são mãe e filha que vivem às turras. Decididas a acabar com as brigas, elas trocam repentinamente de corpos. Agora cada uma precisa aprender a lidar com a vida da outra, com as confusões crescendo ainda mais pelo fato de Tess estar de casamento marcado.

Mickey Mouse faz novas vítimas no trailer FINAL do terror ‘Screamboat’; Confira!

O longa ‘Screamboat‘, versão terror do clássico curta animado ‘O Vapor Willie‘, ganhou trailer final.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O terror está programado para estrear no dia 2 abril.

Um rato assassino persegue um grupo de nova-iorquinos em um passeio noturno de balsa, desencadeando uma luta pela sobrevivência e transformando seu passeio em um pesadelo. Será que a tripulação de viajantes do navio conseguirá encontrar uma maneira de deter a criatura assassina que desenvolveu um gosto por turistas?

David Howard Thornton, que interpreta o psicótico palhaço Art na franquia ‘Terrifier‘, dá vida ao Mickey Mouse.

O elenco ainda contará com Allison Pittel, Kailey Hyman, Tyler Posey, Amy SchumacherJesse PoseyJesse Kove, Rumi C Jean-Louis, Jarlath ConroyCharles Edwin Powell.

A produção será baseada no curta homônimo envolvendo o icônico personagem da Disney. Lançado originalmente em 1928, ‘O Vapor Willie‘ entrou recentemente em domínio público.

 

Beleza é uma DOENÇA nos novos cartazes individuais de ‘The Beauty’, nova série de Ryan Murphy

O canal FX divulgou os cartazes individuais de ‘The Beauty‘, nova série criada pelo Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

Os três primeiros episódios serão lançados no dia 21 de janeiro. No Brasil, a produção estará disponível através do serviço de streaming do Disney+.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Rebecca Hall se junta ao elenco de ‘The Beauty’, nova série do Ryan Murphy sobre “DST da beleza”

Os agentes do FBI Cooper Madsen (Evan Peters) e Jordan Bennett (Rebecca Hall) são enviados a Paris para descobrir a verdade. À medida que se aprofundam no caso, descobrem um vírus sexualmente transmissível que transforma pessoas comuns em visões de perfeição física, mas com consequências terríveis.

A investigação os coloca diretamente na mira de chefe da Corporação (Ashton Kutcher), um bilionário da tecnologia misterioso que secretamente criou uma droga milagrosa apelidada de “A Beleza”, e que fará de tudo para proteger seu império trilionário — inclusive liberar seu executor letal, o Assassino (Anthony Ramos).

Conforme a epidemia se espalha, Jeremy (Jeremy Pope), um forasteiro desesperado, se vê preso no caos, buscando um propósito enquanto os agentes correm por Paris, Veneza, Roma e Nova York para impedir uma ameaça que pode alterar o futuro da humanidade. O que você sacrificaria pela perfeição?

A produção é baseada na graphic novel Beauty, de Jeremy Haun e Jason A. Hurley.

‘Monstro: A História de Ed Gein’: Osgood Perkins detona série de Ryan Murphy

Murphy e Matt Hodgson são responsáveis pela cocriação, roteiro e produção executiva da série.

‘River’: Jane Levy e Jessica Rothe lutam pela sobrevivência nas novas imagens do TERROR slasher

O site Variety divulgou novas imagens oficiais de ‘River‘, terror slasher estrelado pela Jane Levy (‘A Morte do Demônio’) e Jessica Rothe (‘A Morte te Dá Parabéns’).

Confira:

Na trama…

“Três irmãos distantes se reencontram em sua cidade natal após a morte do pai. Eles partem para espalhar suas cinzas em seu lugar favorito, às margens de um rio isolado, mas quando o barco quebra, a viagem se transforma em um pesadelo. Perdidos a quilômetros de distância de qualquer ajuda e sem sinal de celular, eles logo percebem que estão sendo perseguidos por um assassino sem rosto que emergiu da floresta. Para sobreviver à noite, os irmãos precisam deixar de lado suas antigas mágoas e lutar juntos contra um terror implacável, quase mítico.”

Joshua Giuliano é responsável pela direção e roteiro.

Max Mattern (‘Devil in Disguise: John Wayne Gacy’) e Dane DiLiegro (‘O Predador: A Caçada’) também estrelam a produção.

“‘River’ está em desenvolvimento há seis anos. É um trabalho de amor que acabou se tornando a experiência mais recompensadora da minha vida. Trabalhar com o Shudder tem sido uma colaboração incrível e saber que o filme será lançado nos cinemas é um sonho que se torna realidade,” declarou o cineasta.

Steven Schneider (‘Atividade Paranormal’), Nick Antosca (Hannibal’) e Alex Hedlund (‘Assim na Terra Como no Inferno’) servirão como produtores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Tom Welling quer retornar ao papel de Superman na série ‘The Flash’

Após anos distante do papel de Clark Kent, o ator Tom Welling está disposto a retornar aos tempos de ‘Smallville‘, regressando como Superman na série ‘The Flash‘.

A revelação foi feita pelo próprio ator, durante um evento realizado pela Fox para promover o regresso de várias produções para a temporada do outono americano.

Em uma entrevista ao site Nuke The Fridge, o ator – que atualmente está na série ‘Lucifer‘ – revelou que está interessado em fazer uma aparição no popular programa da emissora CW.

Segundo ele:

“Eu estou animado e disposto a fazer uma participação especial em ‘The Flash‘ e até tenho algumas ideias de como isso poderia acontecer, caso a emissora decida me procurar. Na verdade, eu acho que posso fazer isso dar certo”.

Smallville‘ foi desenvolvida pela emissora CW e contou com 10 temporadas, exibidas entre os anos de 2001 e 2011. Na trama, acompanhamos Clark Kent ao longo de sua juventude, à medida que ele tenta aprender a lidar com seus poderes e começa a enfrentar ameaças das mais diversas.


The Flash‘ retorna em outubro!

‘Random Acts Of Flyness’: Série misteriosa da HBO ganha trailer; Assista!

A HBO tem investido em séries mais maduras, que compõem uma programação mais tardia, fora do horário nobre, adentrando a madrugada. A mais recente é ‘Random Acts Of Flyness’, uma produção misteriosa que ganhou um novo trailer.

Confira:

Criada pelo cineasta Terence Nance, a série é descrita pelo próprio como “um programa sobre a beleza e feiura da vida americana contemporânea”.

Confira a descrição oficial:

‘Random Acts of Flyness‘ é uma nova série noturna do artista Terence Nance, explora expressões culturais sempre vivas, como o patriarcado, a supremacia branca e a sensualidade, por uma nova perspectiva instigante. Uma resposta fluida e consciente ao panorama midiático americano contemporâneo, cada episódio de ‘Random Acts of Flyness‘ apresenta um punhado de vinhetas interconectadas, apresentando um conjunto de talentos emergentes e estabelecidos. O programa é uma mistura de documentário, performances musicais, melodrama surrealista e animação humorística. Nance e seus colaboradores tecem juntos temas como trauma ancestral, história, morte, singularidade, romance e muito mais, criando um programa de televisão como nunca visto antes. ”

A primeira temporada conta com seis episódios cheios de pequenas ilustrações/vinhetas, que trazem Nance e um forte elenco, que terá a participação especial de astros como Dominique Fishback (‘The Deuce’), Whoopi Goldberg, Gillian Jacobs (‘Love’), Ntare Guma Mwine (‘The Chi), Adepero Oduye (‘A Grande Aposta’), Natalie Paul (‘The Deuce’) e Paul Sparks (‘Boardwalk Empire’).

A série estreia no dia 03 de agosto, à meia-noite.

‘Criminal’: Netflix anuncia David Tennant e mais em teaser de nova série

A Netflix continua investindo em sua grade de programação original e acaba de anunciar o elenco da sua mais nova série, intitulada Criminal’.

Para apresentar os atores presentes na série, a gigante do streaming divulgou um teaser, que traz em destaque os astros David Tennant e Hayley Atwell.

Assista:

George Kay (‘Killing Eve‘) e Jim Field Smith (‘Endeavour‘) são so showrunners da produção, que focará sua narrativa na sala de interrogatório.

Com 12 episódios, ‘Criminal‘ relata quatro crimes, em diferentes países, sendo eles França, Espanha, Alemanha e Reino Unido.

Cada narrativa contará com três episódios, com cerca de 45 minutos de duração.

O elenco ainda traz Nicholas Pinnock, Katherine Kelly Lee Ingleby, Mark Stanley, Margot Bancilhon, Laurent Lucas, Eva Meckbach, Sylvester Groth, Jorge Bosch, José Ángel Egido e Nuria Mencía.

A série no segundo semestre de 2019.

‘The Old Guard’ conquista 69% de aprovação no RT; Confira as críticas!

No próximo dia 10, a Netflix lançará ‘The Old Guard‘, adaptação dos quadrinhos homônimos de Greg Rucka e do ilustrador Leandro Fernández.

E a produção já conquistou 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, a partir das primeiras avaliações feitas pela crítica especializada.

Entre as opiniões, o longa foi elogiado pela abordagem humanizada do grupo de heróis, bem como pelas intensas e bem coreografadas cenas de ação, que ajudam a tornar a trama ainda mais envolvente.

E para e preparar para o que vem por aí, confira as principais críticas disponíveis até o momento:

“Apesar de tudo, a Sra. Theron torna crível esse perfumado absurdo. Mais do que isso, ela o torna afetivo – tanto no combate físico, bem como o drama”. – Joe Morgenstern, Wall Street Journal

“Ser um super-herói não é fácil, mas The Old Guard nos lembra que isso – e o entretenimento que ele é capaz de inspirar – talvez sejam a melhor forma de explorar o que significa ser uma pessoa”. – Kate Erbland, indieWire

“Se você gosta das suas adaptações de quadrinhos com um caminhão de angústia do lado, ‘The Old Guard’ talvez seja o que você está procurando”. – Steve Pond, TheWrap

“O adjetivo do título está certo. O filme fica velho muito rápido”. – Peter Bradshaw, Guardian

“Mesmo com suas desvantagens, ‘The Old Guard’ traz algumas ideias novas a um gênero familiar e vale a pena assistir, para os amantes de filmes de ação”. – Brian Truitt, USA Today

“Uma visão decepcionante e sem vida do caos imortal. Melhor que o Highlander 3, mas não muito”. – James Dyer, Empire Magazine

Crítica Netflix | The Old Guard – Charlize Theron estrela filme de super-heróis no estilo ‘Atômica’

Confira o trailer:

A direção fica a cargo de Gina Prince-Bythewod (‘Manto e Adaga‘).

O elenco conta com Charlize Theron (‘Mad Max: Estrada da Fúria‘), Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho‘), KiKi Layne (‘Se a Rua Beale Falasse‘), Harry Melling (A Balada de Buster Scruggs), Veronica Ngo (‘Star Wars: Os Últimos Jedi’), e Marwan Kenzari (Aladdin)

A produçõe é fruto de uma parceria da Netflix com a Skydance, e o roteiro é assinado pelo próprio Rucka.

Com esse mais novo investimento, a Netflix parte para uma competição ainda mais acirrada com suas concorrentes, Marvel e DC, que estão ingressando no mercado de serviços de estreaming com uma série de produções originais.

‘Era uma Vez em Hollywood’: Filha do Bruce Lee volta a detonar Quentin Tarantino por polêmica cena

Era uma Vez em Hollywood‘ foi lançado há quase dois anos, mas sua polêmica cena envolvendo o astro Bruce Lee continua reverberando negativamente na indústria.

E a filha do mestre das artes marciais, Shannon Lee, falou publicamente a respeito do assunto, em um novo artigo publicado no The Hollywood Reporter. Na ocasião, ela fez duras críticas ao cineasta Quentin Tarantino e expressou sua frustração, ao revelar que está cansada de ver “homens brancos em Hollywood tentando lhe dizer quem Bruce Lee era”.

Shannon foi ainda mais além e ponderou sobre as dificuldades que seu pai teria sofrido por ser um imigrante asiático tentando conquistar uma carreira em uma Hollywood profundamente dominada pelo racismo.

“Estou cansada de ouvir de homens brancos em Hollywood que ele era arrogante e um c****, quando eles não têm ideia e não podem imaginar o que teria sido necessário para conseguir trabalho em Hollywood nos anos 60 e 70, sendo um chinês com (Deus me livre!) um sotaque. Assim como eles não sabem como teria sido para ele tentar expressar uma opinião dentro de um set de gravações, sendo notavelmente um estrangeiro e uma pessoa de cor. Estou cansada de homens brancos em Hollywood confundindo sua confiança, paixão e habilidade com arrogância e, portanto, acharem necessário marginalizá-lo e às suas contribuições. Estou cansada de ver os homens brancos em Hollywood acharem muito difícil acreditar que Bruce Lee pode ter sido realmente bom no que fazia e talvez até mesmo melhor do que eles”.

Vale lembrar que na cena em questão do filme ‘Era Uma Vez em Hollywood’, Bruce Lee (Mike Moh) age com total arrogância criticando Muhammad Ali e lutando com Cliff Booth, personagem de Brad Pitt.

A representação de Lee no filme de Quentin Tarantino gerou uma onda de críticas entre os fãs e pessoas que o conheciam pessoalmente, incluindo Shannon Lee, sua filha, e Dan Inosanto, seu colega de treinamento.

De acordo com o JoBlo, Tarantino fez questão de justificar a cena numa coletiva de imprensa, dizendo:

Bruce Lee era um cara arrogante. O jeito que ele estava falando, eu não alterei muito. Eu o ouvi dizer coisas assim, nesse sentido. Se as pessoas estão dizendo: ‘Ele nunca disse que poderia bater em Muhammad Ali‘, mas ele disse. Sua esposa, Linda Lee, confirmou isso em sua primeira biografia. Ela absolutamente disse isso.”

Outra crítica recorrente foi o fato de um simples dublê (Pitt) conseguir se igualar às habilidades de Lee e até mesmo bater nele.

“Cliff poderia espancar Bruce Lee? Brad Pitt não seria capaz, mas Cliff talvez pudesse. Se você me perguntar: ‘Quem venceria em uma briga: Bruce Lee ou Drácula?’ É a mesma ideia. É um personagem fictício. Se eu disser que Cliff pode derrotar Bruce Lee, é porque ele é um personagem fictício. Cliff é um Boina Verde que matou muitos homens na Segunda Guerra Mundial em combate corpo-a-corpo. […] Se Cliff estivesse lutando contra Bruce Lee em um torneio de artes marciais, Bruce iria matá-lo. Mas se Cliff e Bruce estivessem lutando nas selvas das Filipinas em um combate corpo-a-corpo, Cliff o mataria.”

Originalmente, a luta entre Lee e Booth, terminaria com Lee sendo derrotado, mas Pitt e o coreógrafo Robert Alonzo convenceram Tarantino a não incluir a cena no longa.

Era Uma Vez em Hollywood‘ está disponível na plataforma Amazon Prime Video.

Confira o trailer:

O longa foi escrito e dirigido por Quentin Tarantino, sendo esta a 9ª produção sob o seu comando.

Um ator de televisão e seu dublê embarcam em uma odisseia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles.

O elenco grandioso conta com Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Al Pacino, Margot RobbieKurt Russell, Dakota Fanning, James Mardsen, Bruce Dern, Michael Madsen, Tim Roth, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Lena Dunham, Emile Hirsch, Luke Perry, Scoot McNairy e James Remar.

‘Juliet & Romeo’: Musical com Rebel Wilson e Jason Isaacs ganha colorido trailer e novas imagens oficiais; Confira!

A lendária peça ‘Romeu e Julieta‘, de William Shakespeare, vai ganhar uma inovadora versão musical, estrelada por Rebel Wilson (‘A Escolha Perfeita‘) e Jason Isaacs (‘The White Lotus‘).

Intitulada ‘Juliet & Romeo‘, a produção traz um toque diferenciado aos clássicos escritos do dramaturgo britânico e será o primeiro filme de uma trilogia de longas musicais, baseada na história real de 1301 que inspirou o maior conto de Shakespeare.

Confira o trailer:

Nessa nova saga, os amantes mais famosos do mundo se tornam figuras centrais em uma jornada épica de batalhas e traições, com a dupla icônica virando a maré da história como a conhecemos.

E o primeiro trailer ainda veio acompanhado de novas imagens oficiais:

Clara Rugaard (‘Black Mirror‘) e Jamie Ward (‘His Dark Materials), dão vida aos amantes Julieta e Romeu. O elenco ainda conta com Ferdia Walsh-Peelo (‘Vikings‘), Nicholas Podany (‘Saturday Night Live‘), Rupert Everett (‘O Casamento do Meu Melhor Amigo‘), Rupert Graves (‘Sherlock‘), Dan Fogler (‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘) e Derek Jacobi (‘Gladiador II‘) e as vencedoras do GRAMMY Award, Tayla Parx e Ledisi.

Timothy Scott Bogart assina o roteiro e a direção. ‘Juliet & Romeo‘ terá músicas compostas pelo vencedor do Grammy, Evan Kidd Bogart (o mesmo responsável pelos hits “Halo”, de Beyoncé, e “SOS”, de Rihanna) e Justin Gray (‘Uma Aventura Lego‘).

Juliet e Romeo‘ ainda não tem data de estreia para o Brasil.

Sr. Grey está de volta! Assista ao novo trailer de ‘Cinquenta Tons de Liberdade’

Universal Pictures liberou o novo trailer de ‘Cinquenta Tons de Liberdade‘, filme que encerra a trilogia inspirada nas obras de E.L. James. Assista:

Na trama, Christian e Ana agora são casados. No entanto, a vida de Ana é ameaçada quando seu ex-chefe, Jack Hyde, jura vingança por ser demitido da SIP. Elena também retorna para assombrar Christian e torna a vida do casal muito mais problemática.

 

James Foley (House Of Cards) dirige os dois últimos filmes da franquia, que foram filmados simultaneamente.

O segundo longa, Cinquenta Tons Mais Escuros, mostrou Christian Grey lutando contra seus demônios internos, enquanto Anastasia precisava controlar a raiva e o ciúme das mulheres que vieram antes dela.

Niall Leonard, marido da autora E.L. James, é o responsável pelo roteiro.

No Brasil, Cinquenta Tons de Liberdade estreia em 09 de Fevereiro de 2018.

Crítica | Cinquenta Tons Mais Escuros (Nota: 4.0)

Jamie Dornan rejeitou oferta de US$ 1,5 milhão para aparecer pelado em ’50 Tons Mais Escuros’

 

‘Preacher’: 3ª temporada ganha data de estreia

Preacher já tem data para estrear sua aguardada 3ª temporada: 24 de junho. A AMC anunciou a data nessa segunda (09), via Deadline.

Enquanto isso, a 3ª temporada de ‘Preacher‘ continua a acrescentar novos nomes e velhos conhecidos dos fãs dos quadrinhos. Desta vez, Eccarius foi confirmado no terceiro ano da série.

Eccarius é um vampiro de 350 anos, que tem um ar de sabedoria e aristocracia. O personagem é descrito como charmoso, e tem um estilo gótico como os vampiros da cultura popular. Apesar de parecer clichê à primeira vista, Eccarius, na verdade, é muito mais sombrio do que sua superfície aparenta.

Adam Croasdell (‘Reign‘) interpretará o personagem.

Prema Cruz (‘Mozart in the Jungle’) também foi escalada em caráter regular no novo ano. Ela irá interpretar a Madame Boyd, uma mulher educada e atraente que está levando os negócios da família para a era moderna.

Preacher’ é centrada em Jesse Custer (Dominic Cooper), pastor de uma cidadezinha no interior do Texas que, acidentalmente, é possuído por uma entidade chamada Gênesis – o filho de um anjo com um demônio do sexo feminino.

Com isso, Custer adquire o dom da palavra divina: quando ele fala, todos obedecem, mesmo contra a vontade. Jesse decide então procurar Deus e, no caminho, reencontra a ex-namorada Tulipa e o vampiro irlandês Cassidy.

Os quadrinhos foram originalmente publicados pela Vertigo, selo adulto da DC Comics.

O elenco conta com Dominic CooperRuth Negga , Joe Gilgun , Lucy GriffithsW. Earl Brown , Anatol YusefTom BrookDerek Wilson e Ian Coletti.

‘Narcos: México’: 4ª temporada que serve de ‘reset’ ganha trailer e data de estreia

Como já estava sendo esperado, a Netflix anunciou o “reset” do seriado ‘Narcos’, que se chamará Narcos: México, uma nova série original que focará no tráfico de drogas no México e será lançada ainda esse ano.

Agora, a empresa de streaming divulgou um trailer e a data de estreia, agendada para 16 de novembro de 2018. Confira a prévia:

Confira também as primeiras imagens:

A nova trama, ao deixar o território colombiano depois de três temporadas, explora a origem da atual guerra do tráfico na região ao voltar às suas raízes, um período em que o universo das drogas mexicano era protagonizado por uma gangue desorganizada de produtores e traficantes independentes.

Além de Michael Peña e Diego Luna, a nova temporada também conta com Tenoch Huerta (‘007 Contra Spectre’), Joaquin Cosio (‘007 – Quantum of Solace’), Teresa Ruiz (‘The Last Ship’), Alyssa Diaz (‘Amanhecer Violento’) e Jose Maria Yaspik.

As três temporadas de ‘Narcos’ estão disponíveis no catálogo do serviço do streaming.

 

Drew Struzan, ICÔNICO ilustrador de ‘Star Wars’, está com Alzheimer e não consegue mais desenhar

Nascido em 1947, no Oregon, Drew Struzan ficou mundialmente conhecido por criar os icônicos pôsteres de franquias como Star Wars, Indiana Jones, De Volta Para o Futuro e muitos outros. Porém, a notícia deste domingo está longe de trazer a alegria que sua arte trouxe ao mundo.

Por meio de uma rede social, a esposa de Drew, Dylan, revelou que o artista está sofrendo com o mal de Alzheimer. Com o avanço da doença, o ilustrador não consegue fazer mais aquilo que ama: desenhar.

 

Ela falou sobre o diagnóstico de Drew há alguns anos e que a fase inicial da doença foi marcada pelos infames lapsos de memória. No entanto, apesar de utilizarem protocolos e tratamentos para tentar frear a doença, o Alzheimer veio com força, afetando a parte motora do artista.

“Drew não consegue mais desenhar ou autografar as coisas para vocês. Ele não está aproveitando uma aposentadoria merecida, mas, sim, lutando pela vida”, disse ela.

Ela também confirmou que Drew ‘ainda está lá dentro’, mesmo com o avanço dos impactos físicos no corpo do artista. “A perda de coordenação na transferência da informação do cérebro para uma expressão funcional prejudica as habilidades dele”, disse ela.

Drew começou trabalhando em um agência que produzia capas para discos. Foi lá que ele ilustrou álbuns de bandas como The Beach Boys, Black Sabbath, Bee Gees e muitas outras. No entanto, o pagamento era considerado baixo para os padrões da época, então ele decidiu mudar de emprego.

Drew se uniu a um amigo que tinha contatos no ramo cinematográfico, onde buscaram novas oportunidades. Com a nova agência, Drew se especializou em pôsteres e começou ‘por baixo’. Fazer cartazes para produções de baixo orçamento, os famosos ‘filmes B’, fez com que seu trabalho chegasse às mãos de George Lucas e Steven Spielberg. A dupla o chamou para fazer o cartaz de um tal Star Wars e o resto é história.

Ao lado da dupla, Drew teve a oportunidade de trabalhar em algumas das principais franquias da história do cinema, marcando a infância de praticamente toda a Geração X e os Millennials. O último trabalho de Drew Struzan  nos cinemas foi em 2019, quando fez os pôsteres individuais de Como Treinar o Seu Dragão 3.

Crítica com Spoilers | Lilo e Stitch – Live Action Emociona e Surpreende Por Mudar o Foco da História

Em sinal de respeito, deixamos passar três dias da estreia do novo ‘Lilo e Stitch’ para permitir que os fãs e os ansiosos pudessem experimentar o filme sem ninguém estragar nada. Mas agora é hora de analisarmos criticamente o mais novo live-action da Disney que chegou essa semana aos cinemas.

Na nova versão, Lilo (Maia Kealoha, ótima) é uma menina arteira e muito sozinha. Enquanto sua irmã mais velha, Nani (Sydney Agudong) se desdobra em mil para dar conta da casa, cuidar da pequena e exercer seu trabalho num resort para, assim, poder pagar as contas, Lilo desbrava os recantos do Havaí sozinha, sem supervisão, o que muitas vezes gera confusão. Depois de empurrar propositalmente uma colega na apresentação de hula, Lilo acende um alerta para Nani de que as coisas estão fugindo ao controle. Naquela mesma noite, Lilo faz um pedido para uma estrela cadente: quer ter um melhor amigo. No dia seguinte, seu caminho se cruza com o de Stitch (na voz de Chris Sanders), um ser extraterrestre semelhante a um cachorro, e imediatamente os dois iniciam uma amizade de cumplicidade e muitas aventuras.

Mais do que uma mera adaptação com seres humanos da mesma história, o novo ‘Lilo e Stitch’ tem uma mudança fundamental: ele é uma nova versão da história. Isso significa que não vemos o mesmo enredo tal qual – há mudanças significativas que surpreendem, mas que muitos fãs podem se sentir confusos.

A mudança mais significativa no roteiro de Chris Kekaniokalani Bright, Mike Van Waes e Chris Sanders (o mesmo que dubla o Stitch) está no eixo da história: se na versão animada o centro da trama era as estripulias de Stitch se adaptando ao mundo de Lilo (e, consequentemente, se tornando amiga dela), na nova versão o eixo está em Nani, que ganha muito mais tempo de tela e, consequentemente, maior desenvolvimento. Assim, se na versão animada o clima era de alegria e humor numa aventura fofa, agora o drama toma conta, afinal, a vida de Nani está de cabeça pra baixo.

Por um lado, isso é um grande acerto do filme de Dean Fleischer Camp, afinal, o público original cresceu e agora consegue se conectar muito mais com os problemas de Nani (desemprego, boletos, a assistente social que vai tirar a guarda da irmã, dívidas, a casa em ruínas, os sonhos que ficam pra trás, a falta de tempo para um relacionamento), e a gente realmente sai do cinema com muita pena da jovem, que faz de um tudo para as coisas darem certo. Talvez o incômodo fique exatamente nesta escolha: para que Nani ganhe profundidade, Stitch, e mesmo Lilo, acabam ganhando tons de antagonistas, afinal, enquanto a coitada da Nani tenta arrumar um emprego (porque os dois causaram sua demissão), a dupla toca o terror quebrando tudo, causando stress, se comportando como duas criaturas mimadas e indisciplinadas. Se no desenho a gente acha graça disso, na nova versão essa sequência soa como birra.

Mesmo assim, Stitch continua fofo e agradável aos olhos, mas algumas de suas melhores cenas não acontecem na nova versão, como ele aprendendo o hula e ele vestido de Elvis (só aparece nos créditos). Até mesmo a icônica cena de Stitch tocando o som da vitrola perdeu o impacto, pois Nani nem olha para ele neste momento. Assim, o arco de disciplina de Stitch diminui.

Essa mudança no eixo da história tira o peso cômico da aventura e aumenta a carga emocional da nova versão, o que faz com que surpreendentemente muitos de nós saia chorando do cinema. E com razão: se hoje somos adultos e nos espelhamos no desespero de Nani, toda a sequência final acaba batendo muito mais forte no peito dos adultos.

A segunda modificação impactante é o condensamento da vilania toda em Jumba (o monótono Zach Galifianakis), o que acaba transformando seu personagem num obcecado sem muito sentido; consequentemente, o carisma de Pleakley (muito embora Billy Magnussen entregue uma performance destoante) aumenta.

Entretanto, não se engane: ‘Lilo e Stitch’ é um bom filme. Só que pelos motivos diferentes do anterior, e pelos motivos diferentes do que o espectador esperava. É como se a Disney tivesse feito uma leitura crítica e realista de sua própria produção e tivesse chegado à conclusão de que, em live-action, a brincadeira tinha que ficar séria. E ficou lindo, profundo, surpreendentemente emocionante, deixando o colorido da brincadeira de lado e amadurecendo com consciência crítica sua história e seus personagens.  Uma boa escolha, para fazer ambas as suas obras dialogarem com seu público em momentos diferentes de suas vidas.

‘Viúva Negra’: Ator de ‘Stranger Things’ entra para o elenco

A carreira do astro da série Stranger ThingsDavid Harbour, está decolando e, depois de participar do reboot de Hellboy, ele entrará para o Universo Cinemático Marvel em um papel não revelado para o aguardado Viúva Negra. As informações são do site The Hollywood Reporter.

Harbour se junta à Florence Pugh, que viverá uma agente dupla.

Os estúdios Marvel também estão à procura de quatro papéis cujas especulações indicam ser agentes duplos. Um desses é uma personagem feminina brutal descrita como uma “Bond feminina”, enquanto os outros incluem uma persona masculina de etnia africana, árabe ou indiana.

Uma vilã secundária também está sendo buscada, com o estúdio buscando por uma atriz de mais ou menos cinquenta anos para encarnar o personagem.

A história será internacional e mostrará Natasha Romanoff, a espiã e assassina treinada pelo KGB, que decide abandonar a Russia e se tornar uma agente  da SHIELD e dos Vingadores.

Cate Shortland será a diretora. O filme deve mostrar a história da personagem antes de ser uma agente especial da S.H.I.E.L.D.

Viúva Negra trará Scarlett Johansson novamente em seu papel, mas ainda não ganhou uma data oficial de estreia. Antes do filme-solo, Johansson reprisa o personagem em ‘Vingadores: Ultimato’, que estreia no dia 25 de abril.

‘A Grande Mentira’: O jogo vai começar no novo teaser do suspense; Confira!

O próximo suspense da Warner Bros., intitulado A Grande Mentira’, ganhou um novo teaser oficial.

Confira:

Dirigido por Bill Condon, o longa é baseado no romance homônimo de Nicholas Searle.

A trama acompanha Roy Courtnay, um artista de carreira que mal consegue acreditar na sorte ao conhecer a viúva bem-sucedida Betty McLeish online. Quando Betty abre sua casa e sua vida para ele, Roy fica surpreso ao descobrir que está se importando com ela, transformando o que deveria ser um sucedido novo golpe na mais traiçoeira corda bamba de sua vida.

O elenco conta com Ian McKellen, Helen Mirren, Russell Tovey e Jim Carter.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de dezembro.

‘Discworld’: Romances de Terry Pratchett vão ganhar série!

Segundo o ComicBook.com, os adorados romances da saga Discworld, assinados por Terry Pratchett, serão adaptados em uma versão seriada.

A notícia vem logo depois do acordo assinado entre a Narrativia – o estúdio que Pratchett fundou em 2012 – e a Motive Pictures.

Lançados em 1983, a saga de livros é composta por mais de quarenta volumes, tendo vendido mais de 100 milhões de cópias ao redor do mundo. As histórias são ambientadas no mundo epônimo, um planeta plano equilibrado nas costas de quatro elefantes que, por sua vez, ficam nas costas de uma tartaruga gigante.

Os escritos frequentemente fazem menções paródicas ou miméticas a J.R.R. TolkienRobert E. HowardH.P. LovecratCharles DickensWilliam Shakespeare, utilizando-os como paralelos satíricos com questões culturais, políticas e científicas.

Vale lembrar que um dos romances da saga, intitulado The Watch, já está sendo adaptado para a BBC – mas não há relação aparente entre as duas produções. O projeto em questão terá oito episódios e deve estrear ainda em 2020.

Quanto a Discworld, nenhuma outra informação foi divulgada.

 

‘Dançarina Imperfeita’: Netflix divulga vídeo com os melhores momentos de Sabrina Carpenter no longa

Para promover sua nova comédia adolescente, intitulada ‘Dançarina Imperfeita‘, a Netflix divulgou um vídeo com os melhores momentos de Sabrina Carpenter no longa.

Confira:

Na trama, para conseguir uma vaga na universidade dos seus sonhos, Quinn Ackerman precisa se dar bem em uma competição de dança. Decidida a derrotar os melhores da escola, ela forma uma equipe. Agora só falta resolver um pequeno detalhe: aprender a dançar.

Laura Teruso fica a encargo da direção.

Liza Koshy, Keiynan Lonsdale, Drew Ray Tanner, Michelle Buteau e Jordan Fisher completam o elenco.

Robert Rodriguez está desenvolvendo reboot de ‘Pequenos Espiões’!

Segundo o Deadline, Robert Rodriguez está se reunindo com a Skydance Media e com a Spyglass Media Group para um reboot de uma clássica franquia de aventura infantil: Pequenos Espiões.

Rodriguez retorna como roteirista e diretor do próximo longa-metragem, cuja história será centrada nas atividades e na vida de uma família multicultural.

Outros detalhes não foram revelados.

A franquia original, estrelada por nomes como Alexa Vega, Antonio BanderasCarla Gugino e Danny Trejo, tornou-se um sucesso de crítica e de bilheteria, alcançando 93% de aprovação no Rotten Tomatoes e faturando quase US$150 milhões nas bilheterias mundiais.

Elogiado pela narrativa aventuresca e por sua abordagem ao público infantil, o sucesso do primeiro filme rendeu nada menos que três sequências e dois spin-offs.

Relembre o trailer:

Quando o famoso casal de espiões Gregorio (Antonio Banderas) e Ingrid Cortez (Carla Gugino) são sequestrados pelo maligno Fegan Floop (Alan Cumming), os dois filhos do casal Cortez, Carmen (Alexa Vega) e Juni (Daryl Sabara), são os únicos que têm conhecimento suficiente para resgatá-los. Deste modo, eles partem em sua primeira missão como espiões, justamente para resgatar seus próprios pais.

Rodriguez recentemente ficou responsável pelo divertido Pequenos Grandes Heróis, sequência spin-off de As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl – e o CinePOP o entrevistou em celebração ao filme.
Confira nossa entrevista abaixo:

‘Viúva Negra’: Natasha Romanoff quebra tudo no novo clipe oficial do filme; Confira!

Disney+ divulgou recentemente um novo clipe oficial do aguardado Viúva Negra, que estreia no dia 09 de julho nos cinemas nacionais.

Confira, junto ao trailer:

O elenco também conta com David Harbour, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

No novo filme da Marvel Studios, Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) precisa confrontar partes de sua história quando surge uma conspiração perigosa ligada ao seu passado. Perseguida por uma força que não irá parar até derrotá-la, Natasha terá que lidar com sua antiga vida de espiã, e também reencontrar membros de sua família que deixou para trás antes de se tornar parte dos Vingadores.