Faz anos que a Warner está tentando tirar o terceiro filme da franquia ‘Sherlock Holmes‘ do papel, e parece que o projeto vai demorar mais.
Dexter Fletcher, diretor do terceiro filme, revelou em entrevista ao Celebrity Catch Up que o projeto foi colocado “em pausa” por tempo indeterminado por causa da pandemia.
“Sherlock atualmente está resolvendo todos seus problemas para ficar pronto. O projeto foi colocado de lado por enquanto, até que fique claro o que vai acontecer no mundo”, afirmou.
A estreia estava prevista para 2021.
Daisy Ridley (‘Star Wars’, ‘Assassinato no Expresso do Oriente’) está sendo cotada para viver Sidney, a protagonista feminina do longa-metragem. Ela é descrita como uma repórter investigativa do San Francisco Herald, mas, na verdade, é uma agente estadunidense disfarçada.
Além disso, recentes boatos indicam que o principal vilão do longa será um senador chamado Cornelius Guest, descrito como um ambicioso empresário que tenta orquestrar um plano para roubar o ouro da nação americana para investir em seus negócios.
Maiores detalhes sobre a trama não foram mencionados e, com a saída do diretor Guy Ritchie, é possível que a sequência tenha um tom mais surpreendente sob o comando de Dexter Fletcher (‘Rocketman’).
Fletcher prometeu honrar o trabalho que Ritchie fez com os personagens nos dois primeiros filmes.
“Eu acho que é inevitável, não é? Sempre que você tem cineastas diferentes. Não vou ignorar o que ele fez de forma brilhante.”, disse ele ao Collider. “Haverá um elemento disso, mas também trarei minha própria identidade e será algo meio diferente. E suponho que essa seja a vantagem de trazer alguém novo. Veremos o que acontece.”
O cineasta também disse ter pedido conselhos a Ritchie, que está dando total apoio ao seu trabalho no novo filme.
“Ele é muito generoso. Ele disse: ‘Você vai se divertir muito com isso. Vá e divirta-se. Será emocionante. Robert Downey Jr. é incrível. Jude Law é fantástico’. Há um elenco incrível e é uma grande oportunidade. É bom fazer parte disso. Guy ficou feliz por ter sido eu [assumindo a direção].”
A Netflix decidiu lançar o filme de zumbis nos cinemas no último dia 14 antes de liberá-lo em seu catálogo.
A superprodução que Zack Snyder dirigiu para a plataforma de streaming foi lançada em 430 cinemas nos Estados Unidos, mas arrecadou menos que o esperado.
Nos três primeiros dias de exibição, o longa acumulou apenas US$ 780 mil, menos da metade dos US$ 2 milhões projetados por especialistas do mercado.
‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas’ ficará em exibição nos cinemas dos EUA por 07 dias, até a estreia no catálogo da Netflix, no dia 21.
O filme tem cenas extremamente sangrentas, batalhas épicas em CGI, bizarrices (como um Tigre Morto-Vivo), diálogos pra lá de cafonas e tudo, tudo isso adicionado de maneira exagerada. Mas extremamente divertida.
O longa será lançado na plataforma no dia 21 de maio, com classificação etária para maiores de 18 anos.
Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.
Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.
Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.
Em 2017, Matthew Vaughn (‘Kingsman’) foi escolhido para comandar uma sequência de ‘O Homem de Aço‘, que seguiria os passos do reboot de Zack Snyder de 2013.
Então, o estúdio lançou ‘Liga da Justiça‘ que foi um fracasso de crítica e bilheteria, e o projeto foi cancelado.
Em entrevista ao The Wrap, Vaughn falou sobre o projeto e revelou que faria um filme colorido e cheio de vida do herói DC.
“Eu estava desesperado para fazer um filme do Superman. Desesperado. Eu apresentei um grande filme do Superman antes de eles fazerem O Homem de Aço. Eu tinha acabado de trabalhar com Henry Cavill em ‘Argylle’, e ele é incrível e adorável. Eu ainda acho que há espaço para um novo filme do Superman, mas um filme adequado do Superman. Um filme colorido e divertido do Superman. Não escuro e sombrio”, disse.
Vaughn afirmou que ele e Cavill iriam “sair e fazer um ótimo filme do Superman” se tivessem a oportunidade, mas confessou que nem sabe quem dirige a DC no momento.
Matthew Vaughn (‘Kingsman’) anunciou essa semana que não está mais envolvido com ‘O Homem de Aço 2‘, e revelou detalhes sobre a trama de seu filme.
E pelo que parece, o enredo era muito bom. Para se ter uma ideia, Mark Millar revelou que o diretor o procurou para discutir os caminhos que poderia tomar caso assumisse a direção. De acordo com Millar, o filme seria épico e muito divertido.
“Na verdade, era uma coisa enorme, edificante e esperançosa. Não há motivos para fazer Superman se você não se sentir bem. Você deveria sair da sessão de Superman se sentindo incrível. O filme em si seria grande, divertido e épico. Mas o Superman precisava ser engraçado também.”
Com o passar dos anos, os planos para uma continuação enfraqueceram, deixando o público a ver navios, sem esperanças.
Apesar das projeções iniciais indicaram uma estreia em torno de US$ 35 milhões, a animação ‘Mundo Estranho‘ fracassou nas bilheterias norte-americanas ao arrecadar apenas US$ 18.6 milhões durante o final de semana estendido de Ação de Graças.
O Deadline compara o fraco desempenho do longa com o fracasso de outras animações originais da Disney, como ‘Nem que a Vaca Tussa‘ (US$13.8M) e ‘O Planeta Tesouro‘ (US$12M). O site ainda afirma que o longa deve dar um prejuízo de US$ 147 milhões para o estúdio.
Internacionalmente, a produção arrecadou US$ 9.2 milhões – totalizando uma estreia global de apenas US$ 27.8 milhões.
Apesar de ter sido banido da Rússia, China, França, Oriente Médio, Malásia, Indonésia e outros mercados menores, por causa da presença de um personagem LGBTQ+ na história, analistas apontam que isso não foi determinante para o baixo desempenho da animação – especialmente pelo fato da Disney não ter se apoiado nisso no marketing do filme.
O fracasso do longa se deve ao risco do lançamento de uma animação original – um fator que não deve preocupar a Disney, considerando o enorme sucesso que ‘Pantera Negra 2‘ está fazendo nos cinemas, e o vindouro lançamento de ‘Avatar 2‘, que promete dominar as telonas no final do ano com uma possível estreia de US$ 200 milhões nos EUA.
O longa ainda recebeu a nota B no site CinemaScore – a primeira produção animada da Casa Mouse desde 1991 a conseguir uma nota menor que A-.
Don Hall e Qui Nguyen são responsáveis pela direção.
A trama mergulha em uma ilha perigosa e desconhecida em que criaturas fantásticas aguardam a chagada dos lendários Clade, uma família de exploradoras cujas diferenças ameaçam desmantelar sua missão mais crucial até então.
A produção ainda contará com os vozes de Jake Gyllenhaal, Dennis Quaid, Jaboukie Young-White, Gabrielle Union, Alan Tudyk e Lucy Liu.
‘As Marvels‘ deverá ter um desempenho bem pior do que seu antecessor de 2019, conforme indicado por um relatório recente revelando que a pré-venda de ingressos está ruim.
De acordo com Luiz Fernando, especialista em bilheteria, a pré-venda está sendo mais fraca que qualquer filme MCU na era pós-Covid, sugerindo uma potencial falta de interesse do público em geral nesta nova edição.
Ou seja: as pré-vendas estão mais baixas do que qualquer filme MCU desde ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, de 2019. Isso pode ser uma surpresa, já que ‘Eternos‘ de 2021 foi uma decepção de bilheteria para os padrões da Marvel, arrecadando apenas US$ 71,3 milhões no fim de semana de estreia.
O filme teve um desempenho 69% menor em relação a ‘Guardiões da Galáxia Vol.3‘ e 42% inferior a ‘Eternos‘ no mesmo período pré-estreia.
‘As Marvels‘ deve estrear com menos da metade da bilheteria do primeiro filme da heroína, que arrecadou US$ 160 milhões em sua estreia nos EUA.
Segundo o Deadline, o filme deve abrir com um valor entre US$ 75 a 80 milhões no país.
Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.
Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.
‘As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).
Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.
Após dirigir o elogiado terror psicológico ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, que traz o astro Nicolas Cage na pele de um sinistro serial killer e conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o diretor Osgood Perkins (‘Longlegs’) já tem um novo filme assustador a caminho.
Trata-se de ‘The Monkey’ (O Macaco), filme de terror baseado no conto de Stephen King que será lançado no dia 21 de fevereiro de 2025 nos Estados Unidos.
A produção é de James Wan.
Confira trailer e o banner:
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“Na trama, quando os irmãos gêmeos Hal e Bill descobrem o antigo brinquedo de macaco de seu pai no sótão, uma série de mortes horríveis começa a ocorrer ao seu redor. Os irmãos decidem se livrar do macaco e seguir com suas vidas, se afastando ao longo dos anos. No entanto, quando as misteriosas mortes começam novamente, os irmãos precisam se reunir para encontrar uma maneira de destruir o macaco de uma vez por todas antes que ele tire a vida de todos os que estão próximos a eles”.
O elenco inclui Theo James, Tatiana Maslany, Elijah Wood, Christian Convery, Colin O’Brien, Rohan Campbell e Sarah Levy.
Em NÃO ENTRE, dois amigos, aspirantes a YouTubers, invadem onde não deveriam. A aventura deles toma um rumo aterrorizante quando eles enfrentam um horror inimaginável.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Hugo Cardozo também assina o roteiro ao lado de Hernán Moyano;
Filmes que mostram personagens usando drogas já geram polêmica, então, se as substâncias fossem reais, a situação ficaria ainda mais espinhosa. Por isso, Hollywood usa todo tipo de truque para que os astros não sejam filmados se drogando de verdade.
As receitas e misturas são inúmeras para cada droga. Substitutos são bolados inclusive substâncias como álcool e cigarro, que, mesmo legalizadas, podem fazer mal aos atores. Além disso, trabalhar bêbado não é uma prática lá muito comum e profissional.
Conheça abaixo as alternativas legais e saudáveis para as drogas usadas nos sets de filmagens:
Cocaína
Esta é a droga que parece ter o maior número de alternativas, mas a mais comum em Hollywood é uma vitamina em pó chamada Inositol, que, para ajudar, dá um pouquinho de energia quando consumida. Outras substâncias que são usadas ou misturadas para adquirir a aparência certa são leite em pó, açúcar, vitamina B pulverizada, fermento químico, farinha de trigo peneirada, frutose, açúcar de confeiteiro, talco ou laxantes de bebê.
Há ainda truques dos diretores, como ângulos de câmera, e até dos atores para disfarçar e não inalar o pó. Às vezes, o intérprete só precisa expirar com força em vez de inspirar, pois a substância se dispersa de forma rápida e imperceptível. Outra saída é cobrir o interior do canudo com vaselina, o que faz boa parte do pó ficar grudada.
Outro substituto é o soro fisiológico em pó, vendido em farmácias. Sua “aparência é idêntica à droga e ele pode ser inalado sem causar danos”.
Isto não impede que alguns atores usem a droga verdadeira. Foi o caso de Nicolas Cage, que de fato consumiu cocaína durante as filmagens de ‘Vício Frenético’. Seu médico ministrou uma solução de cocaína para tratar a sinusite de Cage, prática comum na Austrália, e o astro aproveitou o efeito para descobrir como seu personagem deveria se comportar após inalar a droga.
Heroína
A aparência da heroína normalmente é semelhante à da cocaína, então várias das alternativas são as mesmas. Para cenas em que o pó é diluído, porém, nem todo substituto serve. Kimberly Slosek, que cuida dos acessórios de filmes como ‘Amor à Distância’, revelou ao New York Post que usa açúcar e bicarbonato de sódio, pois a mistura engrossa do mesmo jeito que a heroína.
Cogumelos
Até cogumelos alucinógenos aparecem em filmes de vez em quando, e a alternativa é simples. Slosek explicou que basta comprar cogumelos – sem as propriedades alucinógenas – congelados.
Crack
Pedras de crack falsas são criadas pingando gotas de cianoacrilato, conhecido como super cola (ou Super Bonder no Brasil), em uma pilha de bicarbonato de sódio.
Cigarro
Um substituto comum para os cigarros é o tabaco herbal, totalmente legalizado, que não possui nicotina. Esta foi a escolha feita para a série ‘Weeds’, segundo o produtor executivo Roberto Benabib. “Segundo [os atores, o tabaco herbal] os deixa mais alterados do que maconha normal”, declarou Benabib ao Business Insider. No entanto, após filmar várias cenas, os atores dizem que o efeito não é agradável.
Outra alternativa são os cigarros sem nicotina, versão mais saudável normalmente usada por atores que querem parar de fumar. Como algumas cenas envolvendo cigarros têm de ser filmadas várias vezes, esta é uma opção muito utilizada. O maço custa US$ 4 dólares nos EUA.
Maconha
As principais alternativas são o “ecstasy herbal” e a “Wizard Weed (Erva de Mago), que não causam nenhum efeito nos usuários.
Em alguns casos, tabaco comum é usado na seda comumente usada para enrolar cigarros de maconha. Quando a maconha em si é mostrada enquanto o ator prepara o baseado, mistura-se sálvia para que a semelhança seja maior.
Embora alguns atores insistam em fumar maconha de verdade, é comum que a equipe troque os pacotes dos mais determinados por saquinhos de orégano, que tem um cheiro muito semelhante.
Além disso, há empresas especializadas em vender Cannabis sem o ingrediente ativo Tetraidrocanabinol (THC), resultando em maconha comum, mas sem propriedades narcóticas.
Álcool
Com os inúmeros tipos de bebidas, há vários truques diferentes. A cerveja é simplesmente trocada por cerveja sem álcool, enquanto cachaça ou vodca são trocadas por água pura. Um copo de chá-mate ou guaraná sem gás é a alternativa perfeita para simular uísque.
Para drinques, a receita é um pouco mais complicada. O cosmopolitan, marca registrada das mulheres de ‘Sex and the City’, é criada com uma mistura de água e gelo com gotas de corante vermelho.
Já o champanhe, aparentemente, não tem solução. “Pode até trocar por soda-limonada, mas não fica igual”, declarou André Kapel, especialista em efeitos especiais, à Super Interessante. Por isso, espumantes reais normalmente são usados.
Assim como cocaína, alguns atores às vezes se embebedam de verdade. Foi o caso de Martin Sheen em ‘Apocalypse Now’. Numa cena em que seu personagem, perturbado, quebra o quarto de um hotel e soca um espelho, ele de fato estava bêbado, e o sangue em suas mãos é real.
Também há inúmeros casos de atores que aparecem embriagados no set quando seus personagens não deveriam estar. Por exemplo, em nenhuma cena da franquia ‘Harry Potter’ o protagonista deveria estar bêbado, mas o próprio Daniel Radcliffe afirmou que por vezes iniciou as filmagens depois de tomar uns bons gorós. Só a magia do cinema poderia transformá-lo em um bruxinho inocente de novo.
Um dos eventos mais respeitados no Brasil quando o assunto é animação, o Lanterna Mágica chegou na sua sétima edição em 2025 trazendo um leque de reflexões e olhares com duas fortes mostras competitivas: uma nacional, outra internacional. As sessões ocorreram na excelente projeção da sala de cinema CINEX que fica no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia.
Com filmes de vários lugares do mundo e seus assuntos e técnicas variadas, o público teve a oportunidade de conferir projetos criativos e participar de debates sobre as obras. O evento contou também com outras atividades complementares – laboratórios de projetos, palestras, oficinas – que rolaram do dia 18 a 22 de março.
Para contar um pouco mais sobre algumas interessantes histórias que acompanhamos através do universo da animação, segue abaixo uma lista com 10 Ótimos Filmes exibidos no Lanterna Mágica 2025:
The Car That Came Back From the Sea
Premiado em alguns festivais, essa ótima animação curta-metragem polonesa – com seu ritmo intenso e equilibrado por uma narrativa certeira – nos leva até a história de alguns amigos, um carro e uma viagem que acaba passando mudanças sociais e políticas de um país.
In the Shadows of the Cypress
Emocionante curta-metragem iraniano, vencedor do Oscar de Melhor Curta de Animação. No exílio de suas ações, tendo a distância como elemento agregador das emoções, e trazendo questões que atingem o estresse pós-traumático, conhecemos pai e filha em uma crise nessa relação. Quando a filha chega em seu limite e está prestes a ir embora, uma baleia encalha bem na frente da casa deles.
Anacleto, o Balão
Nesse curta-metragem do Paraná, acompanhamos a saga de um jovenzinho que um dia se vê de frente com um balão vermelho. Esse artefato de papel fino e com formatos variados passa a fazer parte da família, interagindo no café da manhã e até acompanhando jogos de futebol com toda a família. Após um tempo, algumas situações inusitadas começam a fazer parte das percepções do jovem e os sustos se tornam algo constante.
Papillon
O curta-metragem francês Papillon conta a incrível história de um homem, suas memórias e a forte ligação com a água. Esse personagem é baseado no nadador Alfred Nakache, um dos únicos atletas judeus a competirem nos Jogos Olímpicos depois de passar os horrores do Holocausto. Um filmaço!
The Salami Sandwich
Trazendo os olhares para a terrível ditadura argentina que percorreu os anos 70 e 80, o curta argentino The Salami Sandwich nos mostra através de uma animação cheia de efeitos e com traços marcantes o retrato de um militante capturado e torturado por autoridades militares que busca uma saída para aquela situação.
Eu e o Boi, o Boi e Eu
Em cinco interessantes minutos acompanhamos um pequeno recorte na vida de uma criança que paralisa seus olhos para as histórias que escuta da mãe sobre um tal boi da manta que é uma figura representativa de uma festa popular conhecida em sua cidade, Pedro Leopoldo. Com o passar do tempo a criança embarca em jornada de onde vai do extremo de um medo incessante até um fascínio pelas descobertas.
A Viagem de Tetê
Trazendo outros significados e maneiras de olhar um momento importante na vida de uma mãe – o desmame – o longa-metragem carioca A Viagem de Tetê nos leva até um simpático recorte tendo na frente das questões uma jovenzinha e sua relação com Tetê, uma teta carismática que um dia precisa ir embora. Esse é um filme lindo, que emociona, além de refletir sobre um tema importante e pouco falado no cinema.
Mergulhão
Adaptação de um quadrinho homônimo, o curta-metragem pernambucano Mergulhão bate na tecla das relações sociais, nas lutas de muitos contra o sufocamento de quem está no poder. Adorei, deu vontade de ler o quadrinho!
O Nome da Vida
Com uma ampla contextualização sobre um momento conturbado de nosso país, o curta-metragem O Nome da Vida é um poderoso thriller baseado na história de um militante preso durante uma operação na ditadura militar.
Pressure
Ao abordar o transbordar das emoções escondidas, algo como uma necessidade de desabafo, aos olhos de uma personagem em conflito, o curta-metragem Pressure nos leva até um projeto reto, criativo e objetivo com pontos de reflexões sobre o viver. Impressionante como um filme consegue ser tão profundo e impactante em apenas dois minutinhos.
A Netflix dificilmente acerta em seus filmes originais, mas atingiu um recorde negativo com seu novo filme de ação, intitulado ‘The Last Days of American Crime‘. Estrelada por Édgar Ramirez, a ação já está concorrendo ao título de uma das piores produções do ano e abriu com 0% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 2.87/10 baseada em 21 reviews(até o momento).
Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar para você os piores filmes originais produzidos pela Netflix. E para tudo ficar mais democrático, como sempre, a pesquisa foi feita em cima da opinião do grande público – o que pode incluir críticos, cinéfilos, profissionais da indústria, especialistas, entusiastas e o espectador comum.
Antes de começarmos a lista, vale dizer que nem todos os filmes rechaçados por gregos e troianos encontraram lugar na lista, então aqui vão algumas menções honrosas (ou desonrosas) de filmes que são difíceis de defender: O Paradoxo Cloverfield (2018), Zerando a Vida (2016), História Real de um Assassino Falso(2016), Campo do Medo (2019), Perda Total (2018), O Silêncio (2019) e Pai do Ano(2018).
Sem mais delongas, vem conhecer.
11 | Sandy Wexler (2017)
Para não dizer que somos injustos e perseguimos Adam Sandler (que este ano pode ser indicado ao Oscar por Uncut Gems), vale ressaltar mais uma vez que esta lista se baseou na opinião geral do grande público. Curiosamente, o filme mais criticado da parceria entre Sandler e a Netflix foi Zerando a Vida, produção que não entrou na lista. Neste longa, o ator interpreta um agente de talentos, sempre visando o melhor para seus clientes, e em busca de novos astros. O filme é criado na forma de mockumentary, com depoimentos de personalidades reais sobre o personagem fictício – e para isso, Sandler usa sua influência conseguindo diversas participações de peso.
10 | Lá Vem os Pais (2018)
Ao contrário de Sandy Wexler, que possui uma pegada de drama, este longa recai mais para o humor escrachado, daí o possível motivo da rejeição dos fãs. Na trama, Sandler e o colega comediante Chris Rock são os pais de jovens noivos que estão para se casar (o primeiro, o pai da noiva, e o segundo, do noivo). De personalidades diferentes e classes sociais também, os dois precisarão conviver e fazer o dia especial de suas crias dar certo.
09 | The Titan (2018)
Depois de dois filmes da franquia Fúria de Titãs(2010 e 2012), o ator Sam Worthington retornou para protagoniza outro longa com a palavra no título. Este, porém, de um gênero e roteiro bem diferentes. Produção subestimada, é até injustiça colocar o longa na lista – bem, ao menos a meu ver, já que o filme foi realmente bem destratado pelo grande público. Uma ficção científica, The Titan mistura elementos de clássicos do gênero (como A Mosca, de Cronenberg) para contar a história de astronautas se preparando para explorar o espaço, e para isso precisando alterar seu DNA. O elenco traz ainda duas atrizes belas e talentosas, a prata da casa Taylor Schilling e Nathalie Emmanuel.
Primeiro filme da parceria Sandler/Netflix, Os 6 Ridículos foi lançado no mesmo ano em que Quentin Tarantino estreava seu Os 8 Odiados. Se foi coincidência ou uma brincadeira saudável com o cineasta não me pergunte. Aqui, Sandler também protagoniza um faroeste, mas na trama apresenta personagens muito improváveis se descobrindo irmãos e precisando se unir para um bem maior. A comédia tem seus momentos.
07 | IO – O Último na Terra (2019)
Lançada este ano, esta ficção científica traz como protagonista a jovem Margaret Qualley, vista recentemente na obra de Quentin Tarantino, Era uma Vez em Hollywood. A ficção é um gênero no qual a Netflix gosta de apostar, mas nem sempre acerta. Aqui, Qualley vive uma cientista lutando para salvar a Terra da extinção, numa realidade de um futuro apocalíptico. Neste novo mundo devastado, ela acaba encontrando outro sobrevivente, interpretado por Anthony Mackie (o Falcão da Marvel), que, ao contrário dela, deseja deixar o planeta na próxima aeronave.
06 | Cascavel (2019)
Uma das produções mais recentes da lista, este filme mistura elementos de terror, com drama e mistério. O mal de muitas produções da Netflix é querer entupir seus roteiros com reviravoltas mil – como The Perfection, por exemplo. Muitos filmes começam de uma forma, abordando um tema, somente para depois abandoná-lo, se tornando algo totalmente diferente, muitas vezes jogando um balde de água fria no espectador. É o caso com este filme protagonizado pela talentosa Carmen Ejogo, que começa como um thriller desesperador de sobrevivência, quando a atriz tem que salvar sua filha de uma picada de cobra, e evolui para algo do tipo Arraste-me para o Inferno.
Filmes de casas assombradas podem render obras arrepiantes ou enfadonhas, dependendo de sua confecção. E aqui, segundo o grande público, este thriller sobrenatural recai no segundo item. Na trama, Ruth Wilson interpreta uma enfermeira contratada para tomar conta de uma famosa autora de livros de terror reclusa. No local, a protagonista começa a perceber que a lenda da velha mansão amaldiçoada pode ser mais real do que imagina.
04 | Death Note (2017)
Outro filme pelo qual o grande público pegou implicância. Uma das maiores reclamações aqui é que esta obra desvirtuou a ideia de seu material original. Bem, interpretações de uma história sempre são mais interessantes do que apenas se copiar o que já foi feito. Aqui temos boas atuações de LaKeith Stanfield como L, e principalmente o grande Willem Dafoe como o demônio Ryuk. E novamente no elenco, a jovem Margaret Qualley, no papel do objeto de afeto do jovem Light (Nat Wolff), um rapaz que assim como Aladdin, descobre um “gênio” que lhe concede desejos – mas ao invés de uma lâmpada, temos um livro.
O humorista Marlon Wayans resolve dar uma de Eddie Murphy em sua segunda colaboração com a Netflix. Nesta comédia, ele vive um sujeito que descobre ter cinco irmãos gêmeos. E parte numa jornada para encontrá-los e conhecê-los. É claro que tudo não passa de uma desculpa para Wayans interpretar todos eles e tentar tirar graça das situações. Assim, ele pode viver um irmão com sobrepeso, uma presidiária, um malandro, um esnobe e um doente terminal, todos estereotipados e exagerados como Wayans gosta.
02 | The Last Days of American Crime (2020)
Last Days Of American Crime – Edgar Ramírez – Photo Credit: Netflix / Marcos Cruz
O que esperar de um filme cujo título é ‘The Last Days of American Crime’ – que, em português seria “os últimos dias de crime americano”? Só o título já demonstra toda a pretensão dessa produção, seja por se autodenominar “americano” (quando, americanos são todos os nascidos nas Américas, e não só quem nasceu nos Estados Unidos), seja pela pretensa ilusão de propor o fim da criminalidade naquele país, ainda que na ficção. E ainda usou 2h30 pra contar isso.
É tanto problema nesse filme, que fica difícil eleger o principal. ‘The Last Days of American Crime’ é desses filmes que já na primeira cena você tem o tom do que está por vir – e é dali pra baixo. Pretensioso, cafona e gratuitamente violento, é uma grande produção, com explosivos e carros batendo, mas não vale o tempo do espectador.
E o grande vencedor (ou “perdedor”) não poderia ser outro. Pobre Dylan Minnette, que precisou protagonizar o filme que é tido como a pior produção original da Netflix até o momento. Desde que foi lançado, este suspense sobre um rapaz e sua mãe se mudando para uma misteriosa casa, vem sendo detonado pelos críticos e o público sem dó nem piedade. Um thriller/terror onde nada acontece, e dono de uma reviravolta pra lá de insatisfatória, não existe muito argumento que possa defender este longa de ocupar a primeira posição dos piores filmes originais da Netflix.
Exorcismos, armadilhas mortais, torturas, magia negra, casas de cera, mortos-vivos, casas assombradas, cavernas inexploradas e até um albergue europeu, uma leva de filmes de terror icônicos completa duas décadas de existência — e, para os fãs do gênero, é uma oportunidade perfeita para revisitar (ou finalmente conhecer) algumas obras que marcaram a virada do milênio. Lançados em 2005, esses títulos carregam o espírito de uma era que misturava o medo psicológico com o horror gráfico, e começaram a moldar o gosto de uma nova geração que crescia entre fitas VHS, DVDs e os primeiros fóruns de discussão sobre cinema de gênero. De produções independentes que surpreenderam ao mundo a grandes estúdios apostando pesado em sustos e sangue, o ano foi especialmente frutífero.
É também interessante perceber como essas obras resistiram (ou não) ao teste do tempo: algumas viraram franquias bilionárias, outras se tornaram cults adorados, e há aquelas que simplesmente ficaram esquecidas — mas que agora ganham uma chance de brilhar novamente. Em comum, todas representam um retrato curioso do que assustava o público há vinte anos: casas assombradas, jogos sádicos, possessões demoníacas e muito body horror. Nesta matéria, vamos revisitar esses títulos com um olhar nostálgico, curioso e, claro, com a lanterna ligada — porque até hoje, algumas dessas histórias ainda provocam arrepios.
Jogos Mortais 2
A palavra de ordem em Hollywood para todo filme comercial que dá certo é: sequência. Quando o gênero é o terror então, isso é praticamente uma obrigação. Assim o cult ‘Jogos Mortais’ (2004), que foi muito comparado a ‘Seven’ em seu lançamento, precisou gerar uma continuação, mesmo que não pedisse por uma necessariamente. Mas até que deu certo. Desta vez, ao invés de duas pessoas restritas a um banheiro encardido, tínhamos meia dúzia de pessoas dentro de uma casa inteira de armadilhas mortais. Porém, mal sabiam que dariam início a uma franquia interminável, que já conta com 10 filmes e o 11º é prometido. Mas o segundo foi o último verdadeiramente interessante.
O Albergue
Para o bem ou para o mal, o sucesso de ‘Jogos Mortais’ terminou por criar o subgênero conhecido como ‘Torture Porn’, ou seja, aquele tipo no qual as cenas altamente explícitas de mortes e tortura contam mais do que qualquer outro elemento, como história, atuações ou suspense. Tudo terá seus fãs. E também seus imitadores. Assim, no mesmo ano do segundo ‘Jogos Mortais’, ganhávamos também ‘O Albergue’, segundo filme do diretor Eli Roth, sobre turistas americanos desavisados, caindo nas garras de um albergue eslovaco que promove a venda de seus hóspedes para milionários sádicos. Já viu, né?
O Exorcismo de Emily Rose
Nem só de “torture porn” viveu o terror há 20 anos, tivemos também obras baseadas em histórias reais, que intrigam ao mesclar fantasia e realidade. A pergunta que fica é: a jovem Emily Rose estava realmente possuída por espíritos malignos, ou ela sofria com surtos epilépticos? Sua condição era espiritual ou médica? Esse é o ponto forte desta pequena pérola do diretor Scott Derrickson (‘O Telefone Preto’), a dúvida que o longa nos propõe, podendo ser analisado das duas formas – e desta maneira sendo mais do que apenas um filme de terror. Com atuações poderosas de gente como Laura Linney, o saudoso Tom Wilkinson e a revelação de Jennifer Carpenter como a personagem título, ‘O Exorcismo de Emily Rose’ infelizmente não é tão comentado hoje como era há 20 anos.
A Chave Mestra
Continuando pela temática sobrenatural e da religião, aqui ao invés do catolicismo e de exorcistas, mergulhamos na cultura negra americana, nas religiões de matrizes africanas e em especial o vodu. Uma das obras do gênero mais subestimadas dos últimos anos, o longa é um prato cheio para os que apreciam a cultura dessa parte do sul dos EUA, dos pântanos e dos “bayous”, se mostrando também um digno herdeiro de clássicos como ‘Coração Satânico’ (1987). Kate Hudson é a loirinha da vez, no papel de uma jovem aceitando trabalho como cuidadora de um senhor idoso. No local, ela suspeita que a mulher do idoso esteja tentando fazer mal a ele, mas irá adentrar uma trama repleta de reviravoltas, que fala diretamente ao passado escravista e lida com certa reparação histórica.
A Casa de Cera
Existe uma trilogia involuntária com bons e subestimados filmes de terror que estrearam há 20 anos, cada um usando um segmento diferente do terror e vindos de estúdios diferentes. Ela é formada por ‘O Exorcismo de Emily Rose’ (da Sony/Columbia), ‘A Chave Mestra’ (da Universal) e ‘A Casa de Cera’ (da Warner). Todos eles são mais do que você espera. Esse aqui tentou dar sobrevida ao gênero slasher em meados dos anos 2000, após ter sido revivido no fim dos anos 90 – com ‘Pânico’. Na verdade, se trata de uma reimaginação moderninha de um clássico do horror gótico, com Vincent Price. Aqui, um grupo de jovens vai parar acidentalmente em uma cidadezinha abandonada por Deus, onde funciona um museu de cera repleto de segredos.
Horror em Amityville
Ryan Reynolds em um filme de terror? Sim, temos! Embora não seja tão conhecido por filmes mais intensos, o ator já andou molhando os pés em thrillers e filmes de terror. O mais famoso deles em seu repertório é ‘Horror em Amityville’, aposta ambiciosa da MGM para o remake de um clássico da década de 1970. Em resumo, os filmes Amityville são sobre casas assombradas, nos quais os moradores do endereço são subitamente tomados por alucinações que os leva à loucura e a fazer mal para seus entes queridos. É dito também ser baseado em uma história real.
Terra dos Mortos
Que tal um filme de terror comandado por uma verdadeira lenda do gênero, dentro de um tipo de filme que ele criou e fez escola? Nada melhor. Há 20 anos, o saudoso George Romero entregava o quarto filme de sua saga de mortos-vivos (e o último verdadeiramente bom) – ele seguiria, infelizmente por mais dois longas completamente esquecíveis. Voltando para o que foi bom, o grande diretor, que é o pai dos zumbis no cinema, voltava ao tema e como de costume seus filmes tinham mais a dizer sobre a sociedade do que meramente sustos fáceis. Aqui ele voltava à crítica social do primeiro, apresentando uma luta de classes: os ricos vivem em coberturas superprotegidas enquanto os pobres precisam viver embaixo junto com os mortos-vivos. Fora isso, continuando a narrativa de ‘Dia dos Mortos’, os zumbis evoluem e aprendem, mostrando que os verdadeiros vilões são os humanos.
Abismo do Medo
No terreno dos filmes desconhecidos que se tornaram cult e depois ficaram famosos, temos essa obra independente europeia, que pegou o mundo de surpresa e nesses 20 anos conseguiu se tornar um dos melhores e mais apreciados filmes do gênero. A trama é simples, mas muito eficiente. Um grupo de alpinistas formado apenas por mulheres decide praticar rapel em uma caverna subterrânea. Uma delas está em processo de luto após ter perdido o marido esportista em um acidente de carro. Um ano depois, essa é a forma com a qual ela decide superar o trauma. As seis amigas partem para a aventura, porém, irão encontrar um terror inimaginável no subterrâneo dessas cavernas inexploradas.
Wolf Creek: Viagem ao Inferno
Seguindo pelo terreno das produções independentes, longe de Hollywood, mas que se tornaram cult ao ponto de serem considerados alguns dos melhores exemplares do gênero, temos a produção australiana ‘Wolf Creek’. Na época, a crítica chegou a chamar o longa de “a verdadeira história de Crocodilo Dundee”. Também baseado em uma história real, o longa acompanha um trio de mochileiros se deparando com um caçador australiano, que se revela um verdadeiro psicopata sádico. Com toques de ‘O Massacre da Serra Elétrica’, o filme ganhou status de cult e até hoje é citado como exemplar inquietante do terror.
O Chamado 2
Finalizando a matéria, temos um exemplo do clássico “um raio não cai no mesmo lugar duas vezes”. O filme ‘O Chamado’ (2002) foi o primeiro de uma onda de remakes americanos de sucessos do terror japonês, seguido por ‘O Grito’ (2004) e outros. O filme fez de Naomi Watts uma estrela internacional, e ainda se mantém como não apenas uma das melhores refilmagens do gênero (ajudando a popularizar a assombração Samara), como um dos melhores filmes de terror dos últimos 25 anos. Assustador em diversos sentidos, o desfecho é especialmente bom por não trazer um final feliz, condenando, de certa forma, a humanidade. Mas como dito no início, fez sucesso, então precisou ter continuação. Toda a graça se esvaiu nessa sequência, digamos, desnecessária (para sermos educados). O curioso é que o diretor aqui é o mesmo da versão japonesa. Aliás, você sabia que existe um ‘O Chamado 3’ americano? Pois é, ele foi lançado em 2017.
Bônus: Água Negra
Não poderíamos terminar a matéria sem falar da investida do nosso Walter Salles no mercado Hollywoodiano. Infelizmente, o diretor do excelente ‘Ainda Estou Aqui’ não obteve o melhor dos resultados em sua grande oportunidade internacional, que poderia ter aberto portas para novos projetos na maior meca do cinema no mundo. Pegando o gancho de ‘O Chamado’ acima, ‘Água Negra’ também se trata de um remake americano de uma produção japonesa de sucesso. Apesar de não ter feito o sucesso esperado na época, o longa é um bom filme de terror, que nunca recebeu o carinho devido do grande público, se tornando no máximo cult. Na trama, a vencedora do Oscar Jennifer Connelly vive com sua pequena filha em um prédio detonado em uma área pobre da cidade. No local, estranhos acontecimentos começam a ocorrer, que podem estar ligados a antigos moradores do local.
Em entrevista ao EW, James DeMonaco, criador da franquia ‘Uma Noite de Crime‘, falou sobre o futuro da saga, e indicou o que o próximo filme pode ser o último.
“Eu tenho o próximo filme na minha cabeça. Acho que vou escrevê-lo. Acho que é um ótimo jeito de terminar tudo. Nós queremos fazer um final com esse próximo [filme], e eu estou muito animado. Quando eu criei a ideia e contei para todos, eles ficaram empolgados, e eu acho que daria um desfecho muito legal.”
Neste ano, além do filme ‘A Primeira Noite de Crime‘, também tivemos a estreia da série ‘The Purge‘, que se passa no mesmo universo que os filmes.
Vale lembrar que, no final do terceiro filme, o expurgo foi banido, iniciando uma onda de revolta e violência, que provavelmente pode ser o gancho para a nova produção.
Joana é uma adolescente que se alimenta de literatura e rock. Ela mora em Paris com a família, quando a anistia é decretada no Brasil, final de 79. De um dia para o outro, e a sua revelia, organiza-se a volta para o país do qual mal se lembra. No Rio de Janeiro, cidade onde nasceu e onde seu pai desapareceu nos porões do DOPS, seu passado ressurge. Nem tudo é real, nem tudo é imaginação, mas ao “lembrar”, Joana inscreve sua própria história no presente, na primeira pessoa.
A Warner Bros divulgou o novo trailer legendado do longa ‘O Roubo do Século‘.
Confira:
O longa é dirigido por Ariel Winograd.
Em 2006, um grupo de ladrões realizou o que é considerado um dos assaltos a bancos mais famosos e inteligentes da história da Argentina quando assaltaram a agência do Banco Río em Acassuso.
‘O Roubo do Século‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de março.
A aguardada adaptação de ‘Duna‘ ganhou novos cartazes individuais.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.
Dirigido por Denis Villeneuve, o longa é baseado no romance clássico de Frank Herbert.
A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.
Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Jason Momoa, Dave Bautista, Javier Bardem, Charlotte Rampling, Zendaya e Josh Brolin.
A Apple TV+ divulgou o trailer completo da série de suspense ‘Iluminadas‘ (The Shining Girls), estrelada e produzida por Elisabeth Moss (‘O Homem Invisível’).
Confira:
A produção irá estrear oficialmente no dia 29 de abril.
A série é uma adaptação do romance homônimo de Lauren Beukes.
A trama irá girar em torno de Kirby Mazrachi, uma repórter de Chicago que sobrevive a um ataque brutal e passa por uma transformação em sua realidade enquanto tenta descobrir quem a atacou.
O elenco ainda conta com Jaime Bell e Wagner Moura.
No livro, um serial killer viaja no tempo assassinando mulheres em diferentes épocas. Ao se infiltrar no cotidiano de suas vítimas, ela as ataca quando elas menos esperam. Sem deixar rastros, ele age como um assassino perfeito… Até que uma de suas vítimas sobrevive.
Silka Luisa será a showrunner da série, além de produtora executiva.
De acordo com o TVLine, Justin Hartley (‘This is Us’) irá estrelar a série de suspense ‘The Never Game’, que está sendo desenvolvida pela CBS.
A produção é baseada no livro homônimo de Jeffery Deaver.
A trama segue Colter Shaw (Hartley), um sobrevivente que percorre o país como um “caçador de recompensas”, usando suas habilidades de rastreamento para ajudar cidadãos comuns e policiais a resolver todos os tipos de mistérios – tudo isso enquanto luta com sua própria família fragmentada.
O elenco ainda contará com Mary McDonnell, Robin Weigert, Abby McEnany, Eric Graise e Fiona Rene.
“Estou animada em dar sinal verde para essa nova série protagonizada pelo talentoso Justin Hartley,” declarou Amy Reisenbach, nova presidente da CBS Entertainment. “‘The Never Game’ é uma excelente adição à nossa programação. Como nossos espectadores adoram ação, intriga, mistério e personagens complexos, eles irão amar essa série.”
Além de estrelar, Hartley também servirá como produtor executivo ao lado de Ken Olin e Ben H. Winters (que dirigiu e escreveu o episódio piloto, respectivamente).
O Disney+ divulgou o trailer completo da 2ª temporada da série latina ‘Pais por Acidente‘.
Confira:
O novo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 8 de novembro.
Apresentando as incríveis paisagens e a diversidade cultural do México, a história é centrada em California (Farah Justiani), uma jovem de treze anos que, no dia do aniversário, é presenteada com as chaves de uma van que foi enviada pela própria mãe, que deseja vê-la mais uma vez depois de seu desaparecimento inesperado.
Apesar das boas intenções de Itzel, Miguel (Jorge Blanco), Morgan (Michael Ronda) e Diego (Lalo Brito), pais adotivos de California, têm certos resguardos sobre o reencontro das duas, mas acabam mergulhando de cabeça nessa jornada hilária e emocionante.
Pato Safa e Javier Colinas entram como diretores, com roteiro assinado por Ana Sofia Clerici.
David Henrie (‘Os Feiticeiros de Waverly Place’) é responsável pela direção.
Quando uma força sobrenatural começa a destruir seu verão, Noah e seus amigos se juntam com um detetive aposentado em uma aventura monstruosa para salvar sua ilha.
Mason Thames (‘O Telefone Preto’) e Mel Gibson (‘Coração Valente’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Lorraine Bracco, Nora Zehetner, Noah Cottrell, Abby James Witherspoon, Lilah Pate, Julian Lerner e Patrick Renna.
O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 4 de outubro.
De acordo com o Deadline, Jermaine Fowler (‘The Blackening: Jogo Mortal’) foi confirmado no elenco da 5ª temporada de ‘Only Murders in the Building‘.
O ator participará do próximo ciclo em caráter recorrente, mas, infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
Ele se junta aos novatos Renée Zellweger, Christoph Waltz, Téa Leoni, Keegan-Michael Key e Logan Lerman, previamente anunciados.
Anteriormente, a Selena Gomez havia compartilhado uma imagem inédita dos bastidores das filmagens da nova temporada. Confira e siga o CinePOP no Youtube:
De acordo com o Deadline, a sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ deve acrescentar em torno de US$ 20 milhões em seu terceiro final de semana nos EUA, mantendo-se no topo das maiores arrecadações do país.
O longa deve desbancar as estreias de ‘Destruição Final 2‘ e ‘O Primata‘ no território norte-americano. Segundo as projeções, ambos filmes estão programados para abrirem entre US$ 8-10 milhões em seu primeiro final de semana.
Vale lembrar que ‘Fogo e Cinzas‘ já ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais – tornando-se o quarto filme do diretor James Cameron a superar a marca, após ‘Titanic‘, ‘Avatar‘ e ‘Avatar: O Caminho da Água‘.
Além disso, ele é o único cineasta a ter três filmes com mais de US$ 2 bilhões em arrecadação global.
Nos EUA, a produção soma US$ 306 milhões. Internacionalmente, foram US$ 777.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 1.08 bilhão.
Atualmente, o longa subiu para o TOP 3 das maiores arrecadações de 2025, atrás apenas de ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$2.1B) e ‘Zootopia 2‘ (US$1.4B).
Ao total, os três filmes da franquia já arrecadaram mais de US$ 6 bilhões mundialmente.
‘Avatar: Fogo e Cinzas’ segue em exibição nos cinemas nacionais!
Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.
O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.
O universo fantástico e hipnótico de ‘Mágico de Oz‘ ganhará vida por uma ótica totalmente diferente.
Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio New Line Cinema adquiriu os direitos de um projeto escrito por Mike Van Waes, um conto de terror que se passa no universo de Oz.
De acordo com o portal, a premissa da iniciativa – que ainda não possui título – não é adaptar o clássico livro de L. Frank Baum, com uma mudança de ótica para o gênero de horror. O Objetivo na verdade é trazer uma trama nova, que acontecerá dentro deste mundo mágico.
Com recentes sucessos de bilheteria, como ‘Invocação do Mal 2‘ e ‘Quando as Luzes se Apagam‘, a New Line tem feito boas escolhas em se tratando de produções assustadoras, o que pode deixar os fãs do gênero bem animados com o que vem por ai em se tratando do novo projeto.
Embora a série ‘Um Maluco no Pedaço‘ seja uma das mais populares e assistidas no Brasil e no mundo, o astro Will Smith não suporta reassistir os episódios da produção.
A revelação foi feita por ele mesmo durante sua participação no talk show The Graham Norton Show.
Segundo Smith, na época ele decorou todas as falas do elenco e chegou a adotar uma postura inconveniente, que o fez repudiar sua própria atuação na série.
Disse:
“Era o meu primeiro papel e eu estava realmente focado em ser bem sucedido, ao ponto de aprender todo o roteiro e decorar as falas de todos. E se você assistir aos primeiros quatro ou cinco episódios da primeira temporada, você vai perceber que eu estou repetindo as falas dos outros em cena, apenas mexendo a boca em silêncio. É horrível e eu não aguento assistir”.
O ator estrela ‘Bright‘, que já está disponível na Netflix.
Agora é real oficial! O reboot da icônica série ‘The Twilight Zone’ (‘Além da Imaginação’) iniciou suas filmagens e para anunciar a retomada de uma das produções mais clássicas da TV, a CBS All Access divulgou um novo vídeo.
O material faz um rápido panorama da série original e finaliza com uma claquete que sinaliza as gravações de uma cena.
Assista:
A série será produzida pelo estúdio CBS Television Studios, em parceria com a Monkeypaw Productions (de Jordan Peele) e a Simon Kinberg Genre Films.
Simon Kinberg e Marco Ramirez serão os produtores executivos, além de colaborarem diretamente com o episódio de estreia.
A série ‘The Twilight Zone‘ ou ‘Além da Imaginação‘ foi criada por Rod Serling em 1959, e exibida entre 1959 e 1964. Depois, teve novas temporadas que duraram entre 1985 a 1989.
Mais recentemente, teve uma curta temporada exibida entre 2002 e 2003.
‘Além da Imaginação‘ também já foi levada aos cinemas em 1983, com quatro curta-metragens dirigidos por diferentes diretores: Steven Spielberg, Joe Dante, John Landis e George Miller.
A adaptação do grupo de vilões Sexteto Sinistro pode acabar sendo um dos futuros projetos do MCU, conforme sugeriu a produtora de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, Amy Pascal.
Durante um material extra da versão em Blu-ray do longa, a produtora comentou sobre os vilões enfrentados pelo Amigo da Vizinhança no MCU, salientando que a maioria deles fez parte do clã Sexteto Sinistro em algum determinado momento nos quadrinhos.
Em sua fala, Pascal pontuou:
“Esses vilões que agora temos em nosso universo também são personagens que fazem parte do Sexteto Sinistro. Talvez haja algo que aconteça com aquilo lá”.
Vale ressaltar que no passado recente a Sony encomendou um roteiro baseado nos quadrinhos, escrito por Drew Goddard, criador da aclamada série ‘Demolidor‘. De acordo com o portal Comickbook, o estúdio teria ficado impressionado com o material.
Além disso, em dezembro passado, Pascal confirmou que ela ainda estaria disposta a produzir o film do ‘Sexteto Sinistro‘, assim que Goddard estivesse com a sua agenda disponível para assumir a direção do projeto. Na época, ela comentou com a revista Vanity Fair: “Só estou esperando que o Drew esteja pronto para dirigir o filme. Eu faria qualquer coisa com o Drew Goddard. Só estou esperando ele me dizer que quer”.
A aclamada adaptação dos quadrinhos, ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘, já está disponível na plataforma de streaming da Netflix e atualmente ocupa a 6ª posição do Top 10 de títulos mais vistos no serviço.
O longa, dirigido por Christopher Nolan, conquistou uma estatueta do Oscar, na categoria de Melhor Ator Coadjuvante, pela brilhante caracterização do vilã Coringa, feita pelo saudoso astro Heath Ledger.
O ‘Coringa‘ do diretor Todd Phillips foi a primeira adaptação a revelar uma das origens do Palhaço do Crime, mas a ideia quase foi abordada em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ (Christopher Nolan).
Na trama, com a ajuda de Jim Gordon e Harvey Dent, Batman tem mantido a ordem na cidade de Gotham. Mas um jovem e anárquico criminoso conhecido como Coringa ganha força e decide instaurar um verdadeiro caos na cidade. O justiceiro será testado psicológica e fisicamente como nunca fora antes em um confronto bastante pessoal. Cabe a Batman encontrar uma maneira de deter o sádico vilão, antes que mais vidas sejam perdidas.
‘Batman: O Cavaleiro das Trevas é até hoje considerado uma das melhores adaptações dos quadrinhos, acumulando 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Lançado em 2008, o longa se tornou um sucesso de crítica e poúblico, arrecadando US$ 1,005 bilhão, a partir de um orçamento de US$ 180 milhões.
O primeiro filme da franquia ‘Venom‘, estrelado por Tom Hardy, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia neste sábado (09) na grade de programação.
Na trama, o jornalista Eddie Brock desenvolve força e poder sobre-humanos quando seu corpo se funde com o alienígena Venom. Dominado pela raiva, Venom tenta controlar as novas e perigosas habilidades de Eddie.
Ruben Fleischer assina a direção do primeiro filme, a partir de um roteiro escrito por Kelly Marcel, Scott Rosenberg e Jeff Pinkner.
Michelle Williams, Riz Ahmed e Scott Haze também estrelam.
Assista ao trailer:
Vale lembrar que a sequência, intitulada ‘Venom: Tempo de Carnificina‘, chegou aos cinemas nacionais na última quinta-feira (07) quebrando recordes.
O filme arrecadou R$ 3.072.630 em bilheterias no dia de abertura, melhor número desde o inicio da pandemia, em março de 2020.
Este número significa também 4% de renda acima do dia de abertura do primeiro filme lançado em 2018.
A produção da Sony estreou no Brasil em 1.700 salas no Brasil, cerca de 87% dos cinemas em funcionamento.
Na pele de Claire, uma jovem instável e viciada em heroína no suspense psicológico ‘Echo Valley‘, Sydney Sweeney mergulhou fundo para entender o caos emocional de uma personagem à beira da ruína.
Em entrevista à Variety, a atriz contou que usou uma fonte direta e perturbadora como base para sua construção: vídeos reais de pessoas em situação de dependência na Skid Row, região de Los Angeles marcada por altos índices de pobreza e uso de drogas.
“Assisti a muitos vídeos. Tem uma série no YouTube de um cara que entrevista pessoas na Skid Row que enfrentam o vício — e algumas ainda enfrentam atualmente. Tirei elementos de diferentes histórias e observei os trejeitos, as maneiras de falar, de se mover”, revelou Sweeney.
Na trama, Claire aparece no sítio isolado da mãe (vivida por Julianne Moore) completamente fora de controle: ensanguentada, em crise e sob efeito de drogas, ela arrasta as duas para o centro de um enredo sombrio que envolve assassinato, segredos e um pacto de sobrevivência entre mãe e filha.
Apesar da densidade das cenas, Sweeney conta que a entrega emocional foi facilitada pela troca com Moore:
“Julianne é uma atriz incrível, totalmente aberta emocionalmente. Ela faz você se sentir segura. Foi muito confortável ir a lugares profundos e brutos com ela.”
Ainda assim, nem tudo foi cálculo técnico. A atriz revela que parte da sua atuação veio do instinto puro:
“Às vezes, sendo sincera, não planejo nada. Eu gosto de deixar acontecer. Não sei se isso é ótimo, mas prefiro não ensaiar demais. É como uma conversa — você não ensaia o que vai dizer.”
Para Moore, o projeto tem ares de filme clássico:
“É um drama doméstico com o ritmo de um thriller, o que é bem incomum. Me lembrou daqueles filmes dos anos 40 em que mulheres aparentemente comuns enfrentam situações extraordinárias.”
Apesar da intensidade emocional nas cenas, Sweeney e Moore garantem que o clima nos bastidores foi o oposto: leve, divertido e acolhedor.
“A gente ria muito entre as tomadas. O que aparece na tela é intenso, mas fora dela era pura conexão e bom humor”, conta Sweeney.
O filme é dirigido por Michael Pearce, com roteiro assinado por Brad Ingelsby.
Kate Garrett trabalha treinando cavalos em sua fazenda no sul da Pensilvânia enquanto lida com uma tragédia pessoal. Certa noite, sua filha Claire chega à sua porta coberta de sangue que não é dela, e Kate precisa entender o que está disposta a fazer para protegê-la.
Domhnall Gleeson, Kyle MacLachlan, Fiona Shaw, Edmund Donovan e Rebecca Creskoff completam o elenco.
Novas fotos de bastidores de ‘Venom’ mostram Eddie Brock (Tom Hardy) em uma cena de luta intensa com o ator Scott Haze, cujo personagem ainda não foi revelado. Confira:
Novas fotos de bastidores de ‘Venom’ mostram Eddie Brock (Tom Hardy) pilotando uma moto pelas ruas da cidade. Confira:
Foi divulgada também uma nova foto dos bastidores de ‘Venom’, quemostra não apenas Tom Hardy no apartamento de Eddie Brock, como também uma visão em 360° do set do filme. Confira:
Além de Tom Hardy, Michelle Williams e Jenny Slate estrelam a adaptação.
O estúdio já deixou claro que o Homem-Aranha (Tom Holland) não estará nos spinoffs, mas deixou claro que as portas estão abertas para mais filmes no universo do cabeça de teia, como o – previsto – ‘Sexteto Sinistro‘.
O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel (’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi Arad, Matt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer (‘Zumbilândia’) dirige.
‘Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.
Estão saindo novas imagens de ‘Shazam!’ e a aparência do herói ainda está dividindo opiniões entre os fãs. Pensando nisso, o diretor David F. Sandberg afirmou, via Twitter, que o visual “antigo” é proposital:
I wanted him to feel a bit like an old fashioned super hero from the golden age of comics. Figured it would also make him stand out from the rest. http://t.co/3Joow3nBh6
“Eu realmente queria que ele parecesse um super-herói das antigas, da era de ouro dos quadrinhos. Pensei que isso também o destacaria dos outros heróis”
Além disso, o diretor afirmou que parte do uniforme será feito na pós-produção, onde será acrescentado os famosos raios do personagem.
O Instagram oficial de ‘Shazam!’ compartilhou uma imagem com o ator Zachary Levi ao lado de um banner oficial do filme, que mostra o herói caracterizado e com o raio do seu peito iluminado. Confira:
Uma publicação compartilhada por Zachary Levi (@zacharylevi) em
Dirigido por David F. Sandberg. ComAsher Angel, Zachary Levi, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton, Lotta Losten, Ron Cephas Jones, Cooper Andrews e Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).
Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.
‘Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.
[ALERTA DE SPOILER] Se você ainda não assistiu a Os Vingadores: Ultimato, recomendamos que pare por aqui. O texto a seguir contém revelações importantes sobre a trama e acreditamos que o filme ganha muito com o fator surpresa. Então veja o filme primeiro, depois volte aqui e seja feliz. Se você já assistiu, leia sem culpa e coloque sua opinião nos comentários. Importante: não dê spoiler para quem não viu! [ALERTA DE SPOILER]
Siga por sua conta e risco.
SAIU! O novo trailer do próximo filme do Homem Aranha enfim foi lançado e ele traz uma pegada mais melancólica, consequência direta de ser o primeiro filme pós Ultimato. Para ser bem sincero, agora dá para entender a declaração de Kevin Feige afirmando que este será o filme que fechará a Fase Três. Quer dizer, o trailer entrega quase que uma pós-créditos gigante e deixa bem claro que Longe de Casa vai pavimentar os rumos da próxima fase da Marvel nos Cinemas.
Como o trailer entrega bastante conteúdo, separamos os principais momentos e os colocamos aqui para debate. Confiram e comentem suas teorias lá embaixo!
EVENTO DIRETO
O trailer começa com o que parece ser a vida após os eventos de Os Vingadores: Ultimato. Não dá pra saber exatamente a passagem de tempo de um filme para outro, mas é tempo o suficiente para a batalha ter sido apurada e o mundo ter descoberto que foi salvo por Tony Stark, o Homem de Ferro.
Ainda sentindo as dores da perda de seu herói, Peter começa bastante abalado, vivendo um situação meio de estresse pós-traumático. Esse jogo baseado na fragilidade emocional do Homem Aranha pode ser utilizado ao longo da trama, principalmente porque o vilão é conhecido por ser um grande manipulador.
À SOMBRA DO HERÓI
No MCU, Peter Parker ganhou um ar meio de estagiário. Por ser um adolescente no meio de vários quarentões (com a exceção do Capitão América e do Thor, né…), ele sempre pareceu estar abaixo dos grandes heróis da casa, principalmente do Homem de Ferro, com quem ele desenvolve uma relação meio pai e filho, que funcionou bem em Guerra Civil (2016), De Volta Ao Lar (2017) e Guerra Infinita (2018). Mas agora, três filmes depois, chegou a hora de Peter sair dessa sombra e se firmar como herói solo.
O ponto é que esse filme pretende tirá-lo dessa sombra e jogá-lo em outra.
RECONSTRUÇÃO
Um ponto que deve ser muito interessante desse filme é ver como o mundo lidou com a volta repentina dos mortos do estalar de dedos do Thanos e com a destruição causada em Ultimato. Ver cidades se reerguendo e até mesmo saber o próximo passo dos Vingadores.
Se vocês repararem, o Homem Aranha está se balançando na frente do Monumento em homenagem aos heróis da Batalha de Nova York (mostrada no primeiro Vingadores). E logo atrás dele, fica a Torre Stark, que está sendo reconstruída. Como ela foi vendida ao final de De Volta ao Lar, não sabemos se o novo dono será introduzido nesse filme ou se os Vingadores, agora sem sede, vão retornar para lá.
JOSEPH “CRUSHER” HOGAN
Parte importante da origem do Homem Aranha remete aos eventos de Luta Livre, tão populares nos EUA. Até mesmo na trilogia de Sam Raimi isso é mostrado como parte da construção do personagem. Lá, ele enfrenta o Serra Ossos, em uma luta na gaiola. É nesta cena que ele passa a se chamar Homem Aranha e deixa o ladrão que mataria seu Tio Ben fugir.
Pois bem, esse personagem foi inspirado em Joseph “Crusher” Hogan. Nos quadrinhos, quem aguentar ficar com ele no ringue por três minutos ganha 100 dólares. Peter se inscreve no evento para ganhar uma graninha e testar seus poderes. Se vocês repararem bem, ao fundo de Happy há um cartaz falando justamente sobre esse desafio. Um easter Egg bem legal para os fãs do Cabeça de Teia.
MULTIVERSO
O Multiverso não é novidade no Universo Cinematográfico Marvel. Ele foi introduzido nas palavras da Anciã (Tilda Swinton) lá em Doutor Estranho (2016). Esse conceito volta a ser abordado em Ultimato, quando a Anciã explica para Bruce Banner que se as Joias do Infinito não forem devolvidas ao seu lugar/ tempo de origem, novas realidades serão criadas.
Se vocês puxarem um pouquinho a memória, vão lembrar que o Loki de 2012 fugiu com o Tesseract, fazendo com que uma Joia não fosse devolvida ao seu devido lugar. Além de proporcionar a série do Loki no Disney +, esse acontecimento é peça chave na origem do Mysterio dos cinemas. Ele é uma pessoa de outra Realidade que pode ter vindo para o Universo do MCU na tentativa de corrigir sua linha do tempo ou algo do tipo. Essa pode ser, inclusive, sua motivação como vilão. Sem contar que esse conceito de pessoas de outras realidades vindo parar na linha temporal da Marvel pode justificar várias coisas, tipo a introdução dos X-Men e do Quarteto Fantástico ou até mesmo um filme do Aranhaverso, com Tobey Maguire e Andrew Garfield.
Podemos sonhar, não?
COM GRANDES PODERES…
Esse discurso do Mysterio para Peter Parker fala sobre ter um poder e ter suas responsabilidades para com eles. Como a célebre frase não foi dita no MCU, o conceito pode acabar sendo abordado pelo Mysterio, que parece surgir como um aliado.
Só que, ao mesmo tempo, ele mesmo pode estar criando essas ameaças que eles vão enfrentar para conseguir ser “um herói” e alcançar prestígio para obter informações da SHIELD. Esse discurso pode ser interpretado como alguém que fará de tudo para cumprir sua responsabilidade. Se a responsabilidade de Mysterio for proteger sua realidade, nada impede que ele use isso para justificar danos ao universo de Peter.
A PRÓXIMA GERAÇÃO
Se tem uma coisa que esse trailer quis passar pra gente é que Peter será o novo Homem de Ferro. Mas talvez não no sentido literal.
Quer dizer, o Homem Aranha é um símbolo gigantesco. É um herói que se sustenta e atrai público suficiente sozinho. Ele não precisa vestir a armadura para ser o novo Homem de Ferro. O Latinha foi o responsável por iniciar o MCU. Ele foi o herói quem deu o pontapé inicial nessas três fases. Dizer que o Homem Aranha será o novo Homem de Ferro toma um sentido muito mais dele ser o novo rosto da Marvel nos cinemas.
O que acham?
Homem Aranha: Longe de Casa estreia em 4 de Julho de 2019
Em 2016, quando ‘Esquadrão Suicida’ estreou nos cinemas, uma das poucas coisas que a opinião pública salvou foi a personagem Arlequina. Embora a moça fosse muito carismática, é preciso observar que o diretor David Ayer hipersensualizou a Arlequina em todas as oportunidades que teve. A título de exemplo, a primeira cena do longa é a moça enrolada em tecidos aéreos dentro de uma cela; o policial se aproxima e Arlequina li-te-ral-men-te lambe a barra de ferro da prisão (e a câmera ali, focada na língua da moça); o policial, com uma cara de safado, vai lá e dá um choque na moça, exercendo todo o seu poder sobre o corpo feminino simplesmente porque se acha no direito e na autoridade para fazê-lo. Sem contar a clássica cena de Arlequina roubando a loja, quando, trajando um shortinho tão minúsculo que parecia uma calcinha, a menina se inclina de costas para a câmera, que coloca a bunda da atriz no centro da tela de cinema.
Então, nesse ‘Aves de Rapina’, dirigido por Cathy Yan (uma mulher!) e cuja história é centrada em personagens femininos, era de se esperar que as personagens fossem retratadas pelas suas histórias de vida – ainda bem, é exatamente isso que acontece.
A trama é centrada e narrada pela própria Arlequina (Margot Robbie, bastante à vontade em voltar a encarnar a icônica vilã, mesmo já tendo sido indicada ao próprio Oscar 2020), que, após o Coringa terminar com ela, sente uma mistura de nostalgia pelo amor perdido e um brilho de liberdade para fazer o que quiser. Um dia, seu caminho cruza com o da adolescente Cassandra Cain (a revelação Ella Jay Basco), que roubou um importante diamante do temível Roman Sionis (Ewan McGregor, um pouco caricato demais), que coloca todos os mercenários de Gotham City atrás da garota, inclusive Arlequina.
Primeiramente, vamos exaltar o fato de Cathy Yan ter transposto cinco personagens femininas para um filme sem explorar o corpo de nenhuma das atrizes. O figurino é adequado para todas, de acordo com o que fazem: Arlequina tem roupas mais coloridas e chamativas, a policial se veste com seriedade, a Canário prefere roupas estilosas com descrição, etc. Nem mesmo nas cenas de luta a câmera desliza por esses corpos: ao contrário, filma as personagens batendo/apanhando com naturalidade, preocupada com os movimentos de ação, não com o arrocho dos collants de malha.
Aliás, as cenas de luta e de perseguição são muito bem coreografadas, sincronizadas e chistosas, parecendo uma dança mesmo. Neste quesito, o filme cumpre o que o espectador busca.
Arlequina parece estar muito mais à vontade consigo mesmo neste ‘Aves de Rapina’ do que no ‘Esquadrão Suicida’ – tanto a personagem quanto a atriz. Sem ser obrigada a sensualizar em todos os seus movimentos, Margot/Arlequina parece se divertir em cena, genuinamente feliz com as decisões que toma. A gente fica querendo se tornar a melhor amiga dela nesse rolê doido por Gotham.
O filme não é todo perfeitinho, e tem suas pequenas máculas. Uma delas é o desempenho bem insosso da atriz Rosie Perez, que faz a detetive Renee Montoya, que fica muito distante e destoante do resto do elenco. Outro ponto que pode incomodar é no primeiro arco do longa, em que Arlequina está narrando a história e, por três vezes, ela volta no tempo para explicar alguma coisa que deixou de mencionar – a repetição dessa técnica pode dar uma enjoada no início.
Apesar dessas pequenas nódoas, o roteiro de Christina Hodson entretém, traz uma boa história e deixa espaço para possíveis continuações, embora tenha focado mais na tríade Arlequina-Canário-Cassandra. A trama é redonda, não necessita de conhecimento prévio e ainda encontra espaço para situar o espectador sobre elementos essenciais no universo da DC.
Dirigido por uma mulher, escrito por uma mulher, produzido por uma mulher e estrelado por cinco atrizes que conduzem toda a trama do longa, ‘Aves de Rapina’ fala da emancipação feminina, pois agora as mulheres vão contar as histórias em quadrinho de acordo como elas querem ser vistas e representadas no universo nerd. Finalmente!
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