O live-action de ‘Lilo & Stitch’ está prestes a chegar aos cinemas, e agora o diretor Dean Fleischer Camp respondeu a uma das principais dúvidas dos fãs: por que o alienígena Pleakley não usa vestido no novo filme.
Segundo o site Deadline, o diretor esclareceu a mudança nas redes sociais.
“Recebi mensagens de pessoas dizendo: ‘Por que o Pleakley não está usando um vestido?’ E eu só quero dizer: eu tentei… eu tentei”, afirmou Camp.
Vale lembrar que, na animação original, Pleakley frequentemente usava disfarces com trocas de gênero, incluindo vestidos.
Para comprovar seu esforço, o diretor compartilhou o que parecem ser desenhos conceituais originais do personagem, nos quais Pleakley aparece com uma peruca vermelha ondulada e um vestido azul.
Em março, o primeiro trailer do live-action revelouBilly Magnussen e Zach Galifianakis nos papéis de Agente Pleakley e Dr. Jumba Jookiba, o criador do Stitch.
Enquanto as versões animadas usavam roupas humanas para se misturar entre as pessoas, seus equivalentes no live-action parecem utilizar um dispositivo que lhes dá aparência humana.
O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 22 de maio.
A nova versão é dirigida pelo vencedor do OscarDean Fleischer Camp (‘Marcel The Shell With Shoes On‘).
‘Lilo & Stitch’ conta a história de Lilo, uma menina que adota um alienígena chamado Stitch, que fugiu de um planeta alienígena. Lilo não sabe que Stitch é uma perigosa experimentação genética. Juntos, eles descobrem o significado de família.
Dan Lin eJonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright assina o roteiro.
‘Predador: Terras Selvagens’, novo filme da franquia de sucesso, está gerando grande expectativa entre os fãs, e as primeiras reações já começaram a ser divulgadas, aumentando ainda mais o hype em torno do longa.
De modo geral, os críticos destacaram positivamente o visual do filme e a direção adotada pelo cineasta nesta nova incursão da franquia.
“Predador: Terras Selvagens é a prova visual de que Dan Trachtenberg merece ser coroado como o verdadeiro pioneiro da franquia Predator. A cada novo filme, ele continua rompendo os limites do que essa saga é capaz de fazer, transitando do terror e ação para uma aventura de ficção científica e fantasia.
Trachtenberg assume grandes riscos neste longa — às vezes inclinando-se demais para um tom mais leve e familiar —, mas entrega um filme que não apenas expande a mitologia dos Yautja, como também apresenta uma coreografia de lutas excepcional e atuações impressionantes de Elle Fanning e Dimitrius Schuster-Koloamatangi, que estão no auge com suas performances duplas.
Há algo aqui para todos os públicos!”, escreveu LuminousDagger.
PREDATOR: BADLANDS is the visual proof we need to crown Dan Trachtenberg the pioneer of the PREDATOR franchise. With each movie he continues to break the boundaries of what this franchise is capable of as he switches from an action/horror to a sci-fi/fantasy adventure.… pic.twitter.com/ZIWyqPDviE
“Predador: Terras Selvagens é uma expansão incrível da franquia Predador. Dan Trachtenberg entrega ainda mais ação emocionante neste universo, mesmo que este seja seu trabalho mais fraco na franquia até o momento. É o filme de Predador mais cheio de ação até agora, com partes tão brutais quanto seria de se esperar, enquanto outros momentos se baseiam mais no aspecto cômico trazido ao filme. É um ângulo interessante para um filme de Predador, e que nem sempre funciona, com o filme parecendo um pouco com The Mandalorian às vezes. Quando é bom, porém, é BOM”, disse Josh Barton.
#PredatorBadlands is a pretty badass expansion of the Predator franchise. Dan Trachtenberg delivers yet more thrilling action in this world, even if this might be his weakest work in the franchise yet. It’s the most action-packed Predator film yet, some of it as brutal as you’d… pic.twitter.com/cIIx5Rx1wq
Mais épico de ficção científica do que um filme tradicional de Predador, o filme apresenta algumas reviravoltas que nem sempre acertam. Apesar da abordagem ousada, os fãs mais antigos podem ficar decepcionados”, escreveu Phil Roberts.
More sci-fi epic than a traditional Predator film, it takes some big swings that don’t always land. Despite its bold approach, legacy fans may be left disappointed. pic.twitter.com/udZTFnmh8N
“Dan Trachtenberg está fazendo uma grande aposta com #PredatorBadlands, levando a franquia para fora do terror e apresentando uma verdadeira aventura de ficção científica. É um espetáculo de grande orçamento, feito para agradar o público. Os fãs mais puristas podem ter dificuldade em aceitar, mas há muito o que apreciar para quem estiver disposto a embarcar nessa jornada”, escreveu Neil Vagg.
Dan Trachtenberg is taking a big swing with #PredatorBadlands, bringing the franchise out of horror and presenting a straight up sci-fi adventure. It’s a big budget, crowd pleasing spectacle. Die-hards may struggle but there is a lot to love for those willing to join the ride. pic.twitter.com/yO97Zit6dF
O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de novembro de 2025 – assumindo a data que originalmente pertencia ao reboot de ‘Blade‘.
Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi estrelam a produção.
A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.
O cantor e compositor D4vd foi formalmente acusado de assassinato após sua prisão na última quinta-feira. A acusação ocorre após a descoberta do corpo em decomposição de uma adolescente no compartimento de carga de seu veículo Tesla, de acordo com informações publicadas pela Variety.
Em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira, o promotor distrital Nathan Hochman afirmou que o artista, cujo nome de registro é David Burke, responderá por homicídio em primeiro grau. Devido às circunstâncias, o réu pode ser elegível à pena de morte. Burke também enfrenta acusações de atos obscenos com menor de idade e desmembramento de cadáver.
A vítima, identificada como Celeste Rivas Hernandez, teria ido à residência de Burke em Hollywood Hills no dia 23 de abril de 2025. Segundo o promotor, esta foi a última vez que a jovem foi vista com vida; seu corpo foi localizado apenas cinco meses depois. Embora o laudo oficial do legista ainda não tenha sido divulgado, Hochman afirmou que há provas robustas contra o cantor:
“Há evidências físicas, bem como evidências forenses e digitais, que pretendemos apresentar em tribunal para provar essas acusações além de qualquer dúvida razoável”, declarou Hochman.
As investigações apontam que Burke teria utilizado um “instrumento cortante” no crime. Em audiência realizada na tarde de segunda-feira, a defesa de Burke declarou inocência em nome do cliente.
A promotoria alega que Burke mantinha um relacionamento sexual com a vítima, que tinha 14 anos no momento do óbito (ela havia fugido de casa aos 13 anos). O caso foi registrado com múltiplas “circunstâncias especiais”, o que eleva a possível sentença para pena de morte ou prisão perpétua sem condicional. Entre os agravantes citados estão:
Emboscada premeditada;
Assassinato por ganho financeiro;
Queima de arquivo (assassinato de testemunha), uma vez que Rivas seria a principal testemunha no crime de atos obscenos.
O chefe de polícia de Los Angeles, Jim McDonnell, defendeu o sigilo mantido durante os meses de investigação: “Meu dever não é alimentar especulações. É entregar justiça, e isso exige paciência e disciplina de todos. Esta investigação foi conduzida com um único propósito: garantir justiça para Celeste Rivas e para aqueles que a amavam”.
O corpo foi encontrado em setembro de 2025, após policiais serem acionados por um pátio de reboque em Hollywood devido a um forte odor vindo de um Tesla registrado no nome de David Burke. O veículo havia sido abandonado em Hollywood Hills dias antes.
Após o início das investigações e a ligação de seu nome ao caso, D4vd chegou a cancelar as datas restantes de sua turnê pelos Estados Unidos. Burke permanece detido sem direito a fiança.
Ryan Reynolds revelou que ‘Deadpool & Wolverine‘ estava sendo planejado há muito tempo, com a ideia surgindo há cinco anos.
Em conversa com o IndieWire, o ator contou que sua primeira conversa com Kevin Feige sobre o filme ocorreu há cinco anos, quando ‘Logan’ havia acabado de ser lançado.
“Minha primeira conversa com Kevin Feige, cinco anos atrás, foi sobre um filme do Deadpool com Wolverine, uma história no estilo ‘Rashomon‘. Muitos desses filmes dependem do momento certo. Ele [Hugh Jackman] tinha acabado de terminar Logan, que foi uma obra-prima, tanto como filme quanto como roteiro. Ele sentiu que não era o momento certo, e eu respeitei isso”, disse Ryan Reynolds.
Cinco anos depois, Hugh Jackman avisou que queria interpretar o mutante novamente, tornando possível o lançamento de ‘Deadpool & Wolverine‘ no UCM.
O longa teve uma ótima recepção, conquistando 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, enquanto a aprovação do público é ainda maior, batendo os 94%.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
A nova produção da Sony Pictures no Aranhaverso, ‘Madame Teia‘, está sendo desenvolvido nesse momento, realizando filmagens em Boston, e novos rumores indicam que o filme pode trazer alguns novos personagens como a mãe de Peter Parker e a versão jovem do Tio Ben.
Após algumas especulações, pouco ainda se sabe de definitivo sobre quem interpretará quem no novo filme. Mas ao que tudo indica, isso pode ter mudado. De acordo com The Cosmic Circus, foi visto uma relação de atores, revelando qual papel cada um deles interpretará no filme, onde está distado detalhadamente cada personagem.
O caso de Dakota Johnson, por exemplo, como Cassandra Webb, a personagem principal do filme, a Madame Teia; Sydney Sweeney como Julia Carpenter, outra das personagens que, nos quadrinhos, já adotou a identidade de Madame Teia; Celeste O’Connor como Mattie Franklin, uma das personagens que já assumiu a identidade de ‘Mulher-Aranha’, nos quadrinhos da Marvel Comics.
Temos também Isabela Merced como Anya Corazon, a Garota-Aranha; Adam Scott como Ben Parker, uma versão mais jovem do famoso tio de Peter Parker, o tio Ben; A juventude do personagem nos leva a crer que o filme se passará anos antes de Peter Parker se tornar o Homem-Aranha.
E, sim, Emma Roberts como Mary Parker, a mãe de Peter Parker estará no novo filme do Aranhaverso, e ela parece estar grávida nas filmagens, o que leva a crer que Peter Parker pode aparecer no filme (ainda que apenas na barriga da mãe).
‘Madame Teia‘ vai chegar aos cinemas em 06 de outubro de 2023.
Conheça Leo, o leão que não come carne e é muito brincalhão, mas sua dieta acaba o afastando de seu bando. Agora sozinho na selva, sua vida muda quando, encontra a rainha Avoria, uma linda elefanta que está em apuros. Além de ter perdido o marido, ela é perseguida por Zanco, um malvado elefante branco que fará de tudo para ganhar seu amor. Para salvar a nova amiga e levá-la para um lugar tranquilo, Leo passará pelos mais diferentes lugares fazendo várias amigos e vivendo as mais divertidas aventuras.
Durante férias num resort, mãe solteira passa a sofrer de ansiedade quando seu filho de 15 anos começa uma grande amizade com uma garota da idade dela.
O Canal Fox acaba de divulgar a sinopse oficial da nova temporada de ‘Prison Break‘, que estreia na Fall Season 2016/2017.
No novo capítulo deste intenso drama, vamos acompanhar os acontecimentos que seguem a aparente morte de Michael Scofield (Wentworth Miller). Quando evidências surgem de que Michael ainda está vivo, a Dra. Sara Tancredi (Sarah Wayne Callies) e Lincoln Burrows (Dominc Purcell) se reunirão para ajudá-lo a fazer a maior fuga de toda a história da série.
A atriz Sarah Wayne Callies (‘The Walking Dead’) assinou contrato com o canal Fox para reprisar o papel da Dra. Sara Tancredi, que terá o retorno de Wentworth Miller e Dominc Purcell como Michael Scofield e Lincoln Burrows. Rober Knepper também vai retornar como T-Bag.
A nova temporada terá 12 episódios e seguirá os eventos de ‘The Final Break‘, telefilme lançado diretamente em DVD.
Dana Walden, co-presidente da Fox, revelou que a reinicialização será “uma sequência” e mostrará os personagens vários anos após os acontecimentos da última temporada.
“A nova temporada irá abordar algumas questões que foram criadas no final da série”, afirmou.
Além de Purcell, Callies e Miller, “alguns personagens icônicos da série também vão voltar”.
Originalmente exibida entre 2005 e 2009, ‘Prison Break’ teve quatro temporadas produzidas e foi uma das séries mais populares da história da TV americana.
Depois da confirmação de Darth Vader em ‘Rogue One – Uma História Star Wars’ (saiba mais aqui!), a Entertainment Weekly liberou um guia completo com a descrição de quase todos os personagens principais do elenco.
E logo mais você vai entender o porque do “quase todos”.
Confira, com as imagens oficiais.
Jyn Erso – Felicity Jones: “Ela tem um passado duvidoso. Ela foi detida pela Rebelião e está sendo dada a ela a oportunidade de ser útil. E por ser útil, sua sentença pode ser alterada.”
Capitão Cassian Andor – Diego Luna: “Oficial da Inteligência Rebelde. Ele é comprometido, estável e prático. Ele transmite uma qualidade razoável de experiência e da realidade do que ele gostaria de fazer todos os dias para tentar descobrir como resistir ao Império de forma eficaz e inteligente. Ele não é uma pessoa fácil.”
Chirrut Imwe – Donnie Yen: “Seu nome é pronunciado como chi-RUT. Ele não é um Jedi, mas é um homem dedicado às suas formas, que tem usado suas crenças espirituais para superar sua própria deficiência física da cegueira. Chirrut se enquada na categoria de ser um monge guerreiro. Ele acredita muito no que os Jedis podem fazer.”
Baze Malbus – Jiang Wen: “Ele é descrito como fortemente blindado e um amigo leal de Chirrut”.
Bodhi Rook – Riz Ahmed: “É o piloto líder do grupo, e também é o mais cabeça quente”
K-2SO – Captura de Movimentos a partir de Alan Tudyk: “É descrito como a antítese do C-3PO. Kaytoo é um pouco com a personalidade de Chewbacca no corpo de um droid. Ele não dá a mínima pro que você pensa. Ele não verifica a situação antes de falar algo. Ele só fala a verdade.”
Galen Erso – Mads Mikkelsen: “É a versão Star Wars de J. Robert Oppenheimer, o pai das armas nucleares. Ele é um cientista que tanto a Rebelião, quanto o Império estão ansiosos para usar seus conhecimentos. Ele é uma daquelas pessoas que têm uma visão sobre aspectos específicos de como o Universo funciona.” Na foto, Mads não está com o seu traje. A EW confirmou que a Lucasfilm ainda trabalha na finalização da vestimenta.
Orson Krennic – Ben Mendelsohn: “É o principal vião do longa. Ele é o líder dos Deathtroopers que foram vistos no trailer. Ele está esperando para esmagar os Rebeldes com seus soldados para ganhar pontos com o Imperador e ao mesmo tempo para evitar a ira de Darth Vader. O bad guy torna-se mais aterrorizante quando ele é muito inteligente, e ele realmente é eficaz nisso. Há várias intrigas acontecendo no Império, com pessoas conspirando para sabotar os outros. Não há muita lealdade nesse conjunto.”
E Forest Whitaker, que não teve o seu papel revelado.
A presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, revelou a Entertainment Weekly que o público vai “reconhecer imediatamente” quando o nome do personagem for mencionado durante a exibição, o que sugere a ideia de que ele já apareceu de alguma forma em outras produções da franquia.
‘Rogue One – Uma História Star Wars‘ estreia nos cinemas nacionais: 15 de dezembro de 2016, um dia antes da estreia norte-americana.
A ação ficção científica é baseada na franquia ‘Star Wars‘, de George Lucas, e faz parte de uma nova série de spin-offs produzidos pela Disney com base na série.
A história se baseia em um grupo de combatentes da resistência se unindo para uma missão de roubar os planos da Estrela da Morte e trazer uma nova esperança para a galáxia.
‘Rogue One‘ está situado antes dos eventos de ‘Star Wars: Uma Nova Esperança‘ e fará um desvio dos filmes da saga, mas tem elementos que são familiares para o universo de Star Wars. O filme entra em um novo território, explorando a luta galáctica na perspectiva de uma guerra terrestre, mas mantém a essência que os fãs de Star Wars já conhecem.
O elenco inclui Felicity Jones, indicada ao Oscar® por seu papel em ‘A Teoria de Tudo‘; Diego Luna, que estrelou no filme vencedor do Oscar® de 2008, ‘Milk‘, e no longa aclamado pela crítica ‘O Homem da Máfia‘; Ben Mendelsohn, recentemente indicado ao Emmy® por seu papel em ‘Bloodline‘; Jiang Wen, que co-escreveu, produziu , dirigiu e estrelou os premiados ‘Let the Bullets Fly‘; Forest Whitaker, vencedor do Oscar® por seu papel em ‘O Último Rei da Escócia‘ de 2006; Mads Mikkelsen, que estrelou ‘A Caça‘ e o memorável vilão de ‘Casino Royale‘.
Jones viverá a protagonista, uma soldado rebelde. Jonathan Aris (da série ‘Sherlock’) viverá o Senador Jebel, personagem nunca apresentado na franquia antes.
A estreia nos cinemas nacionais foi antecipada para o dia 1º de Dezembro.
Mais conhecida por participar da série britânica ‘Sherlock’, Irene Adler é a nova adição ao elenco.
A direção fica a cargo da novata Anna Foerster, que trabalhou recentemente como diretora de fotografia de ‘Ataque à Casa Branca’. Esta será a primeira vez que uma mulher comanda a franquia.
A franquia de ação e horror foi inaugurada em 2003, apresentando Kate Beckinsale como a vampira Selena, presa numa guerra entre vampiros e uma raça superior de lobisomens, conhecida como Lycans.
Mais três sequências vieram nos anos seguintes: ‘Anjos da Noite – A Evolução‘ (2006), ‘Anjos da Noite 3: A Rebelião‘ (2009) – a única que não contou com a presença de Beckinsale – e ‘Anjos da Noite: O Despertar‘ (2012).
Os quatro filmes arrecadaram juntos US$ 458,2 milhões pelo mundo.
Durante as férias, Ned (Bryan Cranston) – um pai superprotetor – e sua família visitam a filha na Universidade de Stanford, onde ele encontra seu maior pesadelo: o bem-intencionado, mas socialmente desajeitado namorado de sua filha, um bilionário do Vale do Silício, Laird (James Franco). O certinho Ned acha que Laird, que não tem absolutamente nenhum filtro, é um par extremamente inadequado para sua filha. A rivalidade e o nível de pânico de Ned se intensificam quando ele se encontra cada vez mais fora de sintonia no glamoroso centro de alta tecnologia, e descobre que Laird está prestes a pedir sua filha em casamento.
John Hamburg (‘Eu Te Amo, Cara’, ‘Quero Ficar com Polly’) dirige o longa a partir do roteiro que ele escreveu com Nicholas Stoller (‘Sex Tape: Perdido na Nuvem’, ‘Muppets 2’) e Ian Helfer (‘A Filha do Meu Melhor Amigo’).
Dois fãs de ‘Breaking Bad‘ levaram meses para reeditar todas as temporadas da série e transformá-la em um filme incrível de duas horas de duração.
Os diretores franceses Lucas Stoll e Gaylor Morestin conseguiram resumir os 62 episódios de maneira eficiente, e disponibilizaram o filme no Vimeo.
Assista, em inglês:
‘Breaking Bad’ foi ovacionada pela crítica em todo o mundo, sendo considerada uma das melhores séries de TV de todos os tempos, segundo o Metacritics, além de ser a série com melhor avaliação no IMDB, o maior site sobre cinema e televisão da web.
Dwayne Johnson liberou em seu perfil no Instagram duas novas fotos dos bastidores de ‘Rampage – A Fúria dos Monstros‘.
O filme estreia em Abril de 2018.
Confira:
O filme adapta o jogo homônimo, que mostra um gorila, um crocodilo e um lobo atacando várias cidades nos EUA, e cabe ao protagonista (Johnson) deter os ataques. A intensão da adaptação é de se manter fiel a premissa e aos elementos visuais do jogo.
Os ataques aconteceram no dia 16 de julho, quando Norris e sua família voltavam de carro de Las Vegas após o astro participar de um Campeonato Mundial de Artes Marciais.
Após eles pararem em um hotel para passar a noite, Norris sofreu a primeira parada cardíaca. Após ser levado para o hospital, ele sofreu o segundo.
“Isto teria matado facilmente a maioria dos homens, principalmente os mais jovens, mas Chuck está em sua melhor forma física”, afirmou um familiar ao site.
Após ficar alguns dias em observação, Norris foi liberado e não sofre risco de morte.
O aguardado novo filme da Marvel, ‘Pantera Negra‘, ganhou um vídeo que traz uma grandiosa cena de ação.
Assista:
O filme já está tendo algumas exibições fechadas para a crítica especializada, porém as primeiras críticas só podem ser liberadas a partir de 6 de fevereiro, de acordo com a jornalista Jen Yamato:
The BLACK PANTHER screening invites have arrived 👀 check those inboxes
“Embargo para as redes sociais: segunda, 29 de janeiro / Críticas completas: Terça, 6 de fevereiro”
Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra’ é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.
O aclamado terror‘Hereditário’ assustou audiências no mundo inteiro, e acaba de ganhar imagens inéditas HORRIPILANTES dos bastidores.
As imagens são bastante gráficas, apesar de tratar de efeitos práticos, e foram divulgadas pelo artista conceitual Steve Newburn.
Confira:
Também foi divulgada uma cena deletada que traz a personagem Charlie (Milly Shapiro) tendo um pressentimento antes de entrar em uma festa com o seu irmão. Assista:
O polêmico terror ‘Hereditário‘ entrou para história da produtora independente A24 após fazer mais de 77 milhões de dólares ao redor mundo, ultrapassando o então sucesso da produtora, ‘Lady Bird – A Hora de Voar’, que somou 76.8 milhões de dólares ano passado.
Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.
Durante o surto de uma peste mortal, uma mulher mística deve salvar sua comunidade judaica de invasores estrangeiros, mas a entidade que ela conjura para protegê-los revela-se um mal muito maior.
Prontos para a 3ª temporada de ‘Westworld’? A série de fantasia da HBO retorna no próximo dia 15 de abril, e depois de um hiato de dois anos, nada melhor do que aquele resumão para chegarmos afiados para os novos episódios! Nós já explicamos tudo o que aconteceu na primeira temporada bem aqui, e chegou a hora de falarmos da segunda!
2ª temporada: A Porta
Se você achou a primeira temporada de ‘Westworld’ confusa, bem… digamos que a segunda deixa as coisas ainda mais enroladas. Mas estamos aqui para desenrolar! Antes de tudo, vamos explicar os conceitos apresentados na temporada e como ela se organiza, para depois detalhar tudo na ordem cronológica.
O subtítulo da temporada é ‘A Porta’, o que significa que chegar até a porta é o objetivo dos nossos jogadores. Mas que porta? Enquanto o Labirinto havia sido um jogo criado para os anfitriões, a Porta é um jogo criado para William (Ed Harris), a fim de que ele ajude Dolores (Evan Rachel Wood).
Além desta Porta, outros três locais são muito citados ao longo da temporada: ‘The Forge’, ‘CR4-DL’ e ‘Além do Vale’. O que são eles?
Forge: um local criado por William para a Delos, a fim de armazenar dados dos hóspedes que iam para os parques. Na teoria, isso era para que a empresa entendesse melhor os clientes, mas na prática servia para coletar informações e depois conseguir transferir as consciências de alguns dos clientes para corpos de anfitriões — assim, essas pessoas poderiam supostamente atingir a imortalidade.
CR4-DL, ou Cradle: é um local de servidor que armazena cópias de programação e memória de cada anfitrião, as maiores propriedades intelectuais de Westworld e dos outros parques. Sem isso, é impossível revivê-los depois que morrem.
Além do Vale: é um mundo virtual criado por Ford secretamente a partir do Forge. Nele, os anfitriões podem fazer upload de suas consciências e viverem livres, sem os humanos, numa espécie de Éden que existe na nuvem. É para onde dá a tal Porta.
Assim como na primeira temporada, a segunda também dá diversos saltos temporais e conta a história fora de ordem para esconder as reviravoltas. Novamente, temos três linhas temporais principais, embora eventos anteriores sejam apresentados em flashbacks. As linhas mais importantes são:
Primeira: imediatamente após o Massacre de Escalante.
Segunda: uma semana depois do Escalante.
Terceira: duas semanas depois de Escalante.
Antes de mergulhar nelas, vamos destacar o que de mais relevante descobrimos nos flashbacks:
Aprendemos que William convenceu James Delos (Peter Mullan) sobre a criação do Forge, e que a própria consciência do patriarca da companhia foi transferida para um corpo de um anfitrião após o seu falecimento. No entanto, antes de entrar em convívio social, ele deveria passar por um teste de fidelidade dentro de um local isolado e secreto no parque. Mas ele nunca conseguiu concluir o teste, e eventualmente William desiste e abandona o Anfitrião-Delos.
Também aprendemos que Dolores, Angela (Talulah Riley) e Akecheta (Zahn McClarnon) já saíram do parque em ocasiões especiais, e que Akecheta, um dos robôs mais antigos, também atingiu a consciência, antes mesmo de o parque abrir. Isso é apresentado no belo episódio 8, “Kiksuya”.
Agora, aos eventos lineares:
Imediatamente Após
Assim que acaba o Massacre, Dolores continua sua jornada vingativa junto a Teddy (James Marsden), e seu plano é de conquistar o mundo humano. Para isso, ela vai atrás de uma nova arma, as informações sobre os humanos armazenadas no Forge.
Enquanto isso, Bernard (Jeffrey Wright) e Charlotte Hale (Tessa Thompson) conseguem se esconder, e quando ela pede resgate pelo rádio, ouve que a equipe de extração só irá até o local depois que ela conseguir ‘o pacote’: o corpo de Peter Abernathy (Louis Herthum) que ela estava usando para contrabandear a propriedade intelectual para fora do parque. Eles acabam encontrando Abernathy, mas ele e Bernard são capturados e ela foge de volta para Mesa Hub.
Já William descobre sobre A Porta. Ele é contatado pelo andróide do Ford criança, que conta sobre o jogo, e ele fica empolgado para chegar ao objetivo. O importante aqui é: ele e Dolores novamente estão indo para o mesmo lugar. Ela quer usar aquilo para reunir informações, mas ele quer destruir o parque.
Na central da Mesa Hub, Maeve (Thandie Newton) recruta o chefe de narrativas Lee Sizemore (Simon Quarterman) para ajudá-la a encontrar a filha. Junto a Armistice (Ingrid Bolsø Berdal) e os técnicos Felix (Leonard Nam) e Sylvester (Ptolemy Slocum), o grupo acaba indo parar em Shogun World, o parque samurai.
Charlotte consegue resgatar Abernathy e levá-lo para Mesa Hub, e Dolores, tendo visto tudo acontecer, arma um plano para resgatá-lo. Enquanto isso, Bernard acaba encontrando Elsie (Shannon Woodward) em uma caverna. Lembra dela? O próprio Bernard a abandonou na 1ª temporada, sob o controle de Ford. Ele conta que é um andróide e os dois descobrem que Bernard criou um drive de consciência humana, também a mando de Ford (Anthony Hopkins). Depois, descobriremos que era a consciência do próprio Ford.
O plano de Dolores envolve uma invasão a Mesa Hub, mas antes disso ela obriga um dos técnicos do parque a alterar a personalidade de Teddy e torná-lo mais hostil, já que ele segue receoso de seguir as ordens cada vez mais cruéis que ela dá.
Em Shogun World, Maeve descobre que consegue controlar os demais anfitriões não apenas falando, mas acessando a ‘rede interna’ dos andróides, um poder dado a ela nas atualizações. É como se ela conseguisse se comunicar com os outros robôs pela rede Wi-Fi! Ela usa esses poderes para ajudar as anfitriãs de Shogun World, e depois acaba encontrando a filha. O problema é que tem outra mãe e não se lembra de Maeve. Nesse momento, Maeve também encontra com Akecheta e a tribo Nação Fantasma, e os dois criam um laço.
E o Homem de Preto? Ele se encontrou com a filha Emily (Katja Herbers), que fugiu do parque The Raj e foi parar em Westworld. Ela diz que quer dar aos dois uma chance para ‘recomeçar’, mas ele não acredita que aquela seja Emily de verdade, acaba abandonando a filha e seguindo viagem só. Depois, descobrimos que ela queria denunciar o pai por tudo o que ele fez no parque.
Uma Semana Depois
Essa nova timeline começa quando Dolores invade Mesa Hub com o trem de Sweetwater. As suas feições impassíveis são abaladas quando ela vê o estado debilitado em que se encontra o pai. Sem conseguir tirá-lo de lá, ela acaba levando consigo o drive de memória que estava na cabeça de Abernathy, o objeto mais precioso para Charlotte e a Delos.
Bernard, enquanto isso, entra no Cradle para descobrir o que está impedindo a equipe técnica de retomar o controle do parque e dos anfitriões. Ele descobre que Ford fez upload de sua própria consciência para lá. O criador do parque descobriu que a ideia de implantar uma memória humana em um corpo andróide (como William fez com James Delos) não funcionava, mas que dentro da rede, sem um corpo, isso era sim possível. Para seguir com seu plano de fazer com que os robôs atinjam a liberdade, Ford se insere na mente de Bernard antes de ele sair do Cradle.
É a partir daí que Bernard começa a tomar algumas atitudes um tanto contraditórias, justamente por estar sendo controlado pelo amigo/criador. Ele desliga o sistema e mata dois seguranças. Logo em seguida, Dolores destrói o Cradle quando está deixando Mesa Hub com o drive do pai, garantindo que os anfitriões não tenham mais back-ups e suas mortes sejam verdadeiras.
Maeve e sua filha tentam fugir da Nação Fantasma, mas acabam encontrando William em uma cidade abandonada. Ela consegue se vingar dele, mas ao mesmo tempo Lee Sizemore pede resgate e o tiroteio é geral: a filha de Maeve é levada pela Nação Fantasma, William é deixado para trás baleado e Maeve, também baleada, é levada para Mesa Hub.
Na Central, Sizemore pede que Maeve seja cuidada, e Charlotte descobre sobre os ‘poderes’ da anfitriã e implanta a mesma atualização em Clementine (Angela Sarafyan), para usá-la a seu favor. Com isso, Clementine pode matar todos os anfitriões e acabar com toda a rebelião — e com os planos de Ford e Dolores.
Bernard consegue retirar Ford de sua cabeça, e Dolores se encontra com a Nação Fantasma. A tribo não acha que ela seja a pessoa adequada para chegar ao Além do Vale, e os dois grupos têm um embate sangrento. Teddy comete suicídio após descobrir que Dolores mudou quem ele realmente era.
Ela então decide seguir caminho para o Além do Vale, e encontra Bernard e William. O Homem de Preto tenta matar Dolores, mas acaba estourando a própria mão e é deixado para trás pelos dois anfitriões.
Quando Dolores e Bernard chegam ao Forge, ela usa o drive do pai para acessar os dados e entrar na rede. Os dois são recebidos em um mundo virtual pela figura de Logan Delos (Ben Barnes). Lá, ela tem acesso a todos os dados coletados sobre os humanos em três décadas. Dolores quer destruir o Forge e, com isso, a entrada para Além do Vale, que ela acredita ser apenas mais uma armadilha. Ela começa a inundar o local (é daí que surge aquela praia no início da temporada!). Bernard consegue impedir: ele atira em Dolores e ela morre. A inundação continua a acontecer, mas Dolores já havia feito o que queria: ela leu os dados coletados e aprendeu tudo o que podia sobre os humanos, para dar continuidade ao seu plano.
Enquanto isso, Maeve consegue se reunir com o seu grupo e todos se destinam ao Forge, rumo ao Além do Vale. Neste momento, todos os grupos estão indo para lá, inclusive a Nação Fantasma e os demais anfitriões.
O que acontece, então, é um verdadeiro massacre: Akecheta e Maeve tentando liderar o grupo e fazer todos conseguirem atravessar a Porta, mas Charlotte chega com Clementine e isso dá início a uma batalha sangrenta com os anfitriões lutando entre si até a morte. Alguns conseguem atravessar para o Além do Vale — e seus corpos são deixados para trás. Akecheta e a filha de Maeve atravessam, mas ela mesmo acaba sendo morta e é deixada para trás. Felizmente, Felix e Sylvester também sobreviveram para reconstruí-la depois.
De volta a Mesa Hub, Elsie confronta Charlotte sobre sua ‘falta de ética’ por roubar os dados do parque. Sem paciência alguma, Charlotte atira em Elsie, enquanto Bernard assiste em pânico: é isso que faz ele decidir ajudar Dolores.
É aqui que se esconde o truque da temporada: a esta altura, com Dolores e Maeve mortas e os demais anfitriões ou mortos ou no Além do Vale, Bernard é basicamente o último de sua espécie. Quando ele vê Charlotte matar Elsie, se arrepende de não ter ficado ao lado de Dolores, e decide voltar atrás. Ele se lembra que Ford já havia iniciado um plano, e dá continuidade: ele constrói um novo corpo, de Charlotte Hale, e coloca a memória de Dolores dentro deste corpo. Vamos chamar esta versão de Halelores. Ela mata a verdadeira Charlotte e assume seu lugar entre os humanos. Todas as cenas de Charlotte daqui em diante, portanto, são na verdade Dolores.
E Bernard? Para evitar que seja descoberto, ele embaralha as próprias memórias, e se deita na praia à espera do resgate. E isso nos leva a…
Duas Semanas Depois
Bernard acorda confuso na praia com a chegada do time de resgate. Eles tentam entender o que aconteceu desde o assassinato de Ford, e levam os corpos de volta para Mesa Hub. O que eles acham estranho é o fato de os HDs de cerca de ⅓ dos anfitriões estarem vazios. Não apagados, mas completamente virgens: são os anfitriões que atravessaram para o Além do Vale.
Antes de descobrirem o que aconteceu, eles acabam encontrando um depósito cheio de corpos de Bernard, e entendem que ele também é um anfitrião. O objetivo deles, novamente, é encontrar o drive de Abernathy antes de irem embora. Enquanto eles tentam torturar Bernard para ele contar onde escondeu o arquivo, ele acaba se lembrando do que fez. É neste momento que revela que salvou Dolores e que aquela, na verdade, é não é Charlotte, mas Halelores.
O que acontece, então? Halelores mata o time de segurança e também mata Bernard, para pegar a pérola de consciência dele e levar com ela para o mundo real. Mas, antes disso, ela faz upload da consciência de Teddy para o Além do Vale e altera a sua localização, para que os humanos não possam encontrá-lo.
Quando Halelores está saindo do parque, é revelado que Stubbs (Luke Hemsworth) também é um anfitrião, e ele ajuda ela a sair sem ser descoberta. Alguém ainda é humano nessa série?! Outro ponto importante: Ela leva consigo cinco pérolas, a de Bernard e outras quatro desconhecidas.
No mundo real, Dolores vai para a antiga casa de Arnold. Ela reconstrói o corpo de Bernard e o seu próprio, colocando outra pérola em Charlotte. De quem, ainda não sabemos. Mas ela explica que salvou Bernard porque a sobrevivência da raça deles depende de que ambos estejam vivos, ainda que eles lutem com ideais opostos.
Epílogo
Achou que tínhamos esquecido de William? Nada disso. O epílogo se passa em algum momento do futuro. Ainda no parque quando tudo estava rolando, o Homem de Preto matou a própria filha achando que ela era um robô. Aqui nós o encontramos dentro do Forge, já completamente destruído, e aparentemente muito tempo depois. Ele é confrontado, agora sim, pela versão andróide de Emily, e entende imediatamente que está no sistema. “Eu já estou dentro da coisa, não é?”, pergunta. Ela responde que sim, ele está ali há muito tempo, e que ela está o testando por fidelidade. Ou seja: a consciência dele foi transferida para um corpo de andróide. Só não sabemos em que momento isso aconteceu — mas isso é uma resposta que provavelmente virá na próxima temporada. Falando nela…
E a 3ª temporada?
O subtítulo da nova temporada é ‘The New World’, ou ‘O Novo Mundo’, e ela promete ser um desvio quase total das duas temporadas anteriores. Agora, os andróides estão no mundo real, e o objetivo é a consolidação desta nova espécie. É claro que, para isso, Dolores, Bernard, Charlotte e companhia vão contar com novos aliados e novos inimigos.
A primeira das grandes diferenças é que a 3ª temporada de ‘Westworld’ terá apenas 8 episódios, ao contrário dos habituais 10. Além disso, os criadores Jonathan Nolan e Lisa Joy já confirmaram que, desta vez, as linhas do tempo serão menos confusas. Ufa! Ainda bem, não é?
Bem, os novos personagens são interpretados por Aaron Paul, Lena Waithe e Vincent Cassel. Paul (‘Breaking Bad’) interpreta Caleb, que será um tipo de aliado de Dolores. Waithe vive Ash, que trabalha junto a Caleb, mas não temos demais informações sobre a personagem. Por fim, Cassel interpreta Serac, e pelo jeito ele estará do lado oposto ao de Dolores.
A ansiedade bateu, não é? Pois fiquem de olho no CinePOP para conferir toda a cobertura da 3ª temporada!
O musical de sucesso da Broadway, ‘Meninas Malvadas’ (inspirado no filme homônimo de 2004), vai ganhar sua versão para os cinemas!
Tina Fey, que assinou o roteiro do longa-metragem original e a produção teatral, deu detalhes sobre a adaptação em entrevista à Variety.
“Estou muito animada em levar ‘Meninas Malvadas’ de volta para as telonas”, ela disse em uma declaração oficial. “Foi muito gratificante ver como o filme e o musical marcaram uma geração. Fiquei dezesseis anos com esses personagens. Eles são meu Universo Marvel e eu os amo profundamente”.
A nova investida na conhecida história será produzida pela Paramount Pictures.
A comédia tem direção de Tyler Perry (‘Acrimony’) e narra a história de Tonya, uma mulher que acabou de sair da cadeia e conta a ajuda da sua irmã Danica (Tika Sumper). Apesar de aparentar ter uma vida perfeita, Tonya começa a ver todo o real desastre que é o cotidiano de sua parente.
‘Aves de Rapina‘ estreou no catálogo da HBO Max no Brasil e no mundo com uma versão censurada.
O filme teve seus palavrões e cenas de violência atenuadas, visível em uma cena com a detetive Montoya (Rosie Perez) usando uma camisa cuja escrita foi claramente borrada. Após confrontar a Arlequina (Margot Robbie), ela aparecia com a camisa escrita “Eu depilei minhas bolas para isso?”, que foi borrado na edição.
Foram removidos seis minutos de cenas do filme. A versão exibida nos cinemas tinha 1h 49m, contra 1h 43m da versão lançada na HBO Max. A nova versão lançada é para maiores de 14 anos.
Confira:
Apesar de ‘Aves de Rapina‘ ter recebido 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa não agradou ao público e arrecadou somente US$ 201,8 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 85 milhões.
Além de não ter gerado o retorno financeiro esperado, a adaptação dirigida por Cathy Yan foi uma das mais criticadas pelos fãs da DC Comics.
E parece que Yan não teve muita escolha criativa sobre o projeto, tendo que se submeter aos pedidos dos executivos da Warner Bros quando eles trouxeram Chad Stahelski (‘John Wick’) para dirigir algumas refilmagens no longa.
Durante uma entrevista para o The Playlist, a cineasta tocou no assunto e demonstrou desânimo ao sugerir que o filme não saiu como ela planejava.
“Eu acho que quando você está lidando com um orçamento como o do ‘Aves de Rapina’, há muita pressão em jogo, especialmente quando um estúdio está passando por muitas mudanças. De uma forma ou de outra, você acaba cedendo e se comprometendo com o que te mandam fazer. É meio difícil lutar [par manter sua própria visão].”
Ela continuou, dizendo que sua visão não foi abordada de forma completa na versão que foi para os cinemas:
“Às vezes você ganha, às vezes perde. É assim que as coisas são, eu adoraria ter mais controle sobre a edição, então não sei se há uma Yan Cut do filme, mas acho que qualquer cineasta entra nesse ramo para pode se expressar de forma completa. Queremos que aquilo que passa na nossa mente seja transmitido na tela. Acho que isso não aconteceu [em ‘Aves de Rapina‘].”
Por conta de toda essa polêmica, parece que a Warner Bros não tem planos de investir numa sequência, pelo menos por enquanto.
Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Margot Robbie, a Harley Quinn, foi questionada sobre o assunto e deu uma resposta bem negativa para os fãs.
“Não sei de nada sobre uma sequência. Por enquanto, acho que não há planos nem nada que valha a pena mencionar.”
E aí, você acha que o filme merece uma continuação?
Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.
O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).
Mahiro Maeda (‘Blue Submarine Nº 6’) eTakayuki Takeya (‘Ataque dos Titãs’) são os responsáveis pelo design visual do filme. Maeda afirmou que os desenhos remetem às raízes de ‘Godzilla‘, incorporando a experiência japonesa do pós-guerra da época do filme original de 1954.
Na trama, enquanto a guarda costeira do Japão inspeciona um iate abandonado na baía de Tóquio, o barco é destruído e a baía é inundada. Depois que um vídeo do incidente se torna viral, o vice-chefe do gabinete, Rando Yaguchi, teoriza que tudo foi causado por uma criatura viva.
Eu me lembro perfeitamente de quando ia até a videolocadora alugar a fita de ‘Faces da Morte‘, mesmo aterrorizado com o fato de que aquelas histórias eram reais. Me dava pesadelo ver as pessoas explodindo o cérebro de um macaco para comer a carne e os acidentes mais bizarros possíveis. Minha infância foi marcada por essas histórias, que me deixava noites em claro e teorizando com os amigos.
Anos depois, já adulto, descobri que havia sido enganado e aquelas histórias eram criadas e filmadas para aquelas fitas. Não que não possam ter sido reais, mas o que eu estava vendo era ensaiado. Mesmo assim, continuo traumatizado com aquilo que vi.
Para quem viveu essa época e compartilha histórias similares com as minhas, ‘V/H/S/85‘, sexto capítulo da icônica franquia de terror, é um prato cheio.
Através de um documentário feito para a TV, cinco histórias do ano de 1985 arrepiantes são reveladas: cientistas observam um menino incomum fixado em sua TV, crianças embarcam em uma aventura de esqui no lago, uma equipe de TV luta para sobreviver a um desastre natural, os primeiros dias da RV despertam algo aterrorizante, e um sonho mortal é capturado em fita.
Alguns seguimentos funcionam melhor que os outros, mas todos são aterrorizantes à sua maneira.
Começando por um grupo de jovens que estão passeando em um barco e viram alvos de um atirador, gerando minutos de desespero no espectador. Mas claro, nada é o que parece.
E a história que me deixou mais perturbado: o segmento de Gigi Saul Guerrero mostra um estúdio de TV mexicano sendo após um terremoto devastador, com um grupo de bombeiros tentando salvar os sobreviventes do prédio desabando. Ele realmente consegue capturar a sensação de assistir a um estranho filme caseiro de alguém, cheio de tensão e desespero, com um plot twist final profundamente perturbador.
Já o segmento de Scott Derrickson, diretor de ‘Telefone Preto‘, foge do convencional formato found footage para entregar uma história final arrebatadora sobre um jovem médium que prevê assassinatos enquanto dorme e seu videocassete grava todos os seus sonhos.
Cada seguimento consegue imprimir os medos e terrores de um diretor diferente com louvor, e mesmo que não haja desenvolvimento de personagem, as histórias realmente são impactantes. E toda história possui um final imprevisível que vai te deixar de queixo caído.
Após seis capítulos, ‘V/H/S/85‘ chega como um dos melhores da franquia. Envolto de nostalgia, é impossível não se envolver com os seis seguimentos tão chocantes contados de maneira inovadora e brilhante. Me surpreendi.
O longa será lançado pelo Shudder no dia 6 de outubro, sem previsão no Brasil.
‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2’ chega aos cinemas em 2026 e decidimos acelerar e trazer mais uma matéria usando a franquia como tema para você.
Aqui, iremos olhar os grandes nomes que por muito pouco não fizeram parte do elenco de algum exemplar da franquia, e que muitos podem não ter conhecimento. Confira abaixo.
Diversos atores da franquia, como Tyrese Gibson, por exemplo, já expressaram em entrevistas o sonho de ter o consagrado Denzel Washington adentrando a família motorizada. Será que estão pedindo demais? O astro duas vezes vencedor do Oscar também já foi alvo da Marvel para ser o novo Magneto, segundo boatos, e em breve irá estrelar em ‘O Protetor 3’, demonstrando que também é adepto de franquias. A verdade é que Washington era a primeira escolha dos produtores para o papel do Mr. Nobody (Sr. Ninguém), que entrou na franquia no sétimo e já participou do oitavo e nono – nas formas de Kurt Russell. O ator de ‘Dia de Treinamento’ teria recusado o papel. Será que a franquia termina sem Washington em algum papel?
O astro da franquia de ação ‘John Wick’ por pouco não marcou seu nome em outra franquia bilionária da atualidade. Acontece que Keanu Reeves esteve em negociações por duas vezes para adentrar a “família” de ‘Velozes e Furiosos’. A primeira vez foi no derivado ‘Hobbs & Shaw’, no qual viveria o vilão misterioso por trás da organização Eteon. E depois de novo em ‘Velozes e Furiosos 10’, onde era planejado para viver Aimes, personagem que terminou nas mãos de Alan Ritchson. Será que algum dia veremos Reeves enfrentando Toretto e sua quadrilha?
O astro indicado ao Oscar e empreendedor Mark Wahlberg é outro que por pouco não foi escalado para a franquia sobre rachas de carro e família. Isso aconteceu lá atrás, na época em que o primeiro filme ainda estava sendo produzido. Wahlberg era uma das escolhas para viver Brian, papel que eventualmente ficaria com o saudosoPaul Walker. Já imaginou como seria ver Wahlberg ao lado do careca Vin Diesel? O ator seguiria para estrelar ‘Planeta dos Macacos’, de Tim Burton, no mesmo ano.
A primeira atriz negra a vencer o Oscar de intérprete principal é conhecida por seus papeis em filmes de ação, e inclusive participou do terceiro ‘John Wick’ ao lado de Keanu Reeves. Em breve Berry poderá ser vista ao lado de outra icônica estrela de Hollywood, Angelina Jolie, para o thriller de ação ‘Maude vs. Maude’. Porém, o que muitos podem não saber é que Halle Berry quase fez parte da família ‘Velozes e Furiosos’. Acontece que a estrela também foi cogitada para o papel de Mr. Nobody após Denzel Washington recusar. Já pensou como seria ter Berry como a Ms. Nobody?
Nem sempre os atores planejados para um determinado papel terminam ficando com ele. E às vezes, o “substituto” acaba se encaixando melhor em um personagem, sem que consigamos imaginar nenhum outro em seu lugar. Por exemplo, será que você já pensou como seria se Eliza Dushku aceitasse o papel de Mia, que foi escrito para ela? Pois bem, na época conhecida pela série ‘Buffy – a Caça-Vampiro’, no papel de Faith, Eliza Dushku recusou a participação no filme, sendo substituída pela filha de brasileira Jordana Brewster – que segue até hoje na franquia. Será que ela se arrepende?
O mundo dá voltas. E em 2000, a petit Natalie Portman não possuía o star power que tem hoje em dia. Afinal, estamos falando de uma atriz vencedora do Oscar e que já foi considerada uma das melhores intérpretes de sua geração. Ninguém imaginaria que Portman pudesse perder um papel para a, digamos, menos expressiva Jordana Brewster. Mas foi exatamente isto o que ocorreu com o papel de Mia Toretto, no primeiro ‘Velozes e Furiosos’. Natalie Portman fez teste para a personagem, mas não passou, perdendo a vaga para Brewster depois da desistência de Eliza Dushku. A verdade é que para certos papeis não basta ser uma atriz melhor, é preciso se encaixar. Portman na época terminou ficando com o papel da Amidala na trilogia prequel de ‘Star Wars’.
Quem poderia pensar no quase octogenário Tommy Lee Jones perseguindo uma quadrilha de ladrões motorizados sem ter um infarto ou quebrar um quadril. Brincadeiras com o veterano durão à parte, a verdade é que Tommy Lee Jones era a primeira escolha dos produtores para o papel de Luke Hobbs, segundo revela o próprio astro Vin Diesel. Talvez todos ainda estivessem com o personagem vivido pelo ator em ‘O Fugitivo’ e ‘US Marshals’ em mente – pelo qual ganhou seu Oscar. A interpretação de Jones do agente da lei incansável foi tão marcante que os produtores o queriam caçando a gangue de Dom também. Mas o papel, como sabemos, terminou nas mãos de Dwayne Johnson. Melhor assim. Aliás, foi uma fã da franquia que indicou The Rock para o papel, também segundo Diesel.
Será que o universo estaria da mesma forma se Dominic Toretto tivesse cabelo? É o que todos gostariam de saber, tenho certeza. Pois bem, por muito pouco isso não aconteceu. Isso porque Timothy Olyphant foi uma das primeiras escolhas para viver o anti-herói que adora viver a “um quarto de milha” por vez e valoriza acima de tudo a família. Olyphant terminou recusando o papel por acreditar que o filme seria muito parecido com um projeto que acabara de fazer, ’60 Segundos’, com Nicolas Cage.
O hoje indicado ao Oscar Colin Farrell por pouco não teve uma carreira bem diferente da atual. Tudo o que basta para modificar nosso destino são as escolhas que fazemos ao longo do caminho, o que nos leva a estradas diferentes. Só nos resta imaginar como seria essa jornada alternativa do multiverso caso tivéssemos escolhido diferente em algum momento. É o que deve pensar Colin Farrell caso tivesse dito sim para o papel de Dominic Toretto em 2001, no primeiro ‘Velozes e Furiosos’. Os executivos da Universal estavam correndo atrás desesperadamente do ator para o papel, mas por alguma razão o contrato não foi assinado. Farrell seguiu para trabalhos em filmes como ‘Minority Report’, ‘Demolidor’ e ‘SWAT’.
Não foi só a colega de ‘Buffy’, Eliza Dushku que teve seu nome envolvido com a franquia ‘Velozes e Furiosos’ em algum momento, a estrela do programa também cruzou caminho com a família de Dominic Toretto. Estrela de filmes slasher no fim dos anos 90, Sarah Michelle Gellar foi mais uma atriz que fez teste para o papel de Mia Toretto, a irmã do protagonista, que tem forte importância na trama. Gellar também foi desbancada por Jordana Brewster, que era um nome promissor em Hollywood na época.
O elenco de ‘Galera do Barulho’ (1989-1992)
Talvez os mais novos não conheçam a série adolescente ‘Galera do Barulho’ (Saved by the Bell), mas o programa foi sensação no fim dos anos 80 e início dos anos 90 – e foi de onde saiu, por exemplo, a “estrela” de ‘Showgirls’ (1995), Elizabeth Berkley. A série ganhou reboot em 2020. O que a maioria pode não saber é que ‘Saved by the Bell’ possui uma forte ligação com a franquia ‘Velozes e Furiosos’ e por muito pouco as duas coisas não viraram uma só. O que acontece é que a primeira opção do diretor Rob Cohen, que comandou o filme original sobre rachas de carros, para viver os personagens Toretto, Brian e Jesse, eram os atores Mario Lopez, Mark-Paul Gosselaar e Dustin Diamond – todos veteranos do seriado. Seria uma trolagem do diretor? De qualquer forma, os produtores acharam que isso poderia confundir os fãs e recusaram as escalações. Só faltou mesmo Berkley como Mia ou Letty.
Bônus: Jason Momoa
Bem, como sabemos, Jason Momoa finalmente entrou para a família no décimo exemplar da franquia, no papel do vilão andrógeno e meio “Coringa”, Dante. Quem viu garante que o ator rouba os holofotes. No entanto, Momoa era visado para a franquia em um episódio anterior ao décimo, no derivado ‘Hobbs & Shaw’. Era o desejo do astro Dwayne Johnson que Jason Momoa interpretasse o irmão de Hobbs. Por motivos de conflito de agenda, o intérprete de Aquaman não pode participar, mas Johnson queria manter a porta aberta, e chegou a revelar: “No próximo filme de Hobbs vai rolar”. Como o derivado surgiu após a treta entre Johnson e o outro astro careca da franquia, Vin Diesel, esse sendo o “dono” da P$%#A toda, o protagonista e produtor resolveu dar a última palavra (e a última trolada) ao escalar Momoa para o vilão Dante e não o irmão de Hobbs, impossibilitando o sonho de The Rock.
O filme de terror focado no vilão Clayface (Cara-de-Barro) tem dois atores disputando o papel principal.
De acordo com o The InSneider, o astro de ‘Harry Potter‘, Daniel Radcliffe, é um dos dois atores atualmente cotados para o papel de Basil Karlo, também conhecido como Cara-de-Barro.
Radcliffe trabalhou anteriormente com o diretor do filme, James Watkins, em ‘A Mulher de Preto‘.
Além dele, James McAvoy – que também trabalhou com o diretor em ‘Não Fale o Mal‘ – estava sendo cotado para o filme.
Gunn e Safran também confirmaram que o processo de seleção do elenco começará assim que o contrato de Watkins for oficializado.
Segundo o ComicBook, James Gunn, o cineasta responsável pelo novo DCU, revelou que o longa será para maiores de 18 anos.
“Este ano, as câmeras vão começar a rodar em Clayface, um incrível filme de horror corporal que revela a origem fascinante de um vilão clássico do Batman”, afirmou Peter Safran.
O filme será “puro horror”, disse Gunn, descrevendo a visão de Watkins e Flanagan sobre o vilão mutante como “tão real, psicológico, com horror corporal e nojento”.
Safran complementou: “Embora Clayface não seja tão conhecido quanto o Pinguim ou o Coringa, acreditamos que sua história é igualmente profunda e convincente. E, em muitos aspectos, ainda mais aterrorizante”.
Gunn também compartilhou uma reflexão sobre o projeto: “Quando Peter e eu recebemos o roteiro de Clayface, conversamos sobre como, se estivéssemos produzindo [filmes da DC] na época em que fizemos Belko Experiment, e alguém nos trouxesse esse roteiro de horror, sobre esse vilão, nós teríamos morrido de vontade de produzir esse filme. Era simplesmente um roteiro de horror corporal excelente. E o fato de ser parte do DCU é só um bônus”.
O longa e chega aos cinemas em 11 de setembro de 2026.
Lembrando que o vilão já apareceu em ‘Comando das Criaturas’.
Com roteiro de Mike Flanagan (‘Missa da Meia-Noite’) e direção de James Watkins (‘Não Fale o Mal’), o projeto promete trazer uma abordagem inovadora para um dos vilões mais icônicos do Batman.
James Gunn explicou recentemente a decisão de criar um filme baseado nesse personagem do Batman: “Eu não planejei fazer um filme do Cara de Barro. O Mike [Flanagan] chegou e apresentou essa ideia maravilhosa. Eu fiquei tipo: ‘Caramba, não acredito que você me fez querer fazer um filme do Cara de Barro’. Mas ele ainda tinha que escrever o roteiro, e quem sabe como isso ia funcionar. Ele foi lá e escreveu o roteiro. O primeiro rascunho ficou ótimo. O segundo ficou ainda melhor. E aí eu disse: ‘Vamos fazer isso.’ Encontramos um lugar para o projeto, porque se tem qualidade, podemos encontrar uma maneira de encaixar”.
Questionado sobre o fato do filme ser lançado um mês antes de ‘Batman – Parte II’, Gunn afirmou: “Bem, quero dizer, o Cara de Barro está no DCU, então não importa”.
Nem todo ano é bom, alguns altos e baixos são até necessários para um certo amadurecimento, mas que a tristeza muitas vem é um fato. Nesses momentos, quando paramos para refletir sobre tempos passados, uma das coisas que podem criar lapsos de alegria é ligar a televisão e assistir a um filme de alguma forma inspirador. Pensando nisso, criamos uma lista abaixo:
Na trama, conhecemos Cheryl, uma mulher que se vê em uma fase da vida cheia de mágoas, decepções, e resolve percorrer quase 2.000 quilômetros de trilha, enfrentando calor, frio e os perigos de andar sozinha por lugares pouco frequentados. Ao longo dessa gigantesca caminhada, vamos entendendo melhor a vida dela por meio de flashbacks e memórias, principalmente, a intensa relação de carinho com sua mãe (interpretada de maneira fabulosa por Laura Dern) e seu ex-marido Paul (Thomas Sadoski).
Na trama, acompanhamos a carismática empregada Val (Regina Casé), uma mulher que vive já há anos com uma família de classe alta em São Paulo. A personagem é detalhada, um raio-x completo de sua personalidade é apresentado ao público de maneira muito eficiente. Val possui um grande conflito mal resolvido em seu passado, com sua única filha que precisou abandonar há mais de 10 anos. Toda essa junção de emoções chega como uma erupção sentimental quando a antes jovem, agora vestibulanda Jéssica (interpretada pela excelente Camila Márdila), bate em sua porta. Seu único contato em SP, onde quer prestar o vestibular, é a própria mãe. Assim, num leque de situações, mãe e filha precisam definir para sempre seu destino.
Na trama, conhecemos mais a fundo o complicado e odiado por muitos analista financeiro Seok Woo (Yoo Gong), um homem que vive com sua mãe e sua filha em um bairro nobre de um coréia do sul em desenvolvimento. Certo dia, a pedido de sua filha Soo-na (Soo-an Kim), resolve embarcar em um trem rumo ao encontro com a mãe da menina. Só que uma simples viagem acaba se tornando um grande pesadelo pois quando já estão dentro do trem, acabam sabendo que um vírus transformou pessoas em zumbis e uma grande luta pela sobrevivência começa, não só no mundo lá fora mas dentro de cada vagão do trem onde estão.
Na trama, conhecemos três mulheres fortes e determinadas que trabalham em um departamento específico de matemática dentro da toda poderosa Nasa. A matemática brilhante e mãe de três filhas Katherine G. Johnson (Taraji P. Henson, em mais uma bela atuação), a engenheira e dona de duas graduações na área das exatas Mary Jackson (Janelle Monáe) e a primeira supervisora mulher e negra da história da Nasa Dorothy Vaughan (Octavia Spencer, em mais um grande trabalho no cinema). Cada uma na sua área de atuação mas todas dentro do mesmo departamento, com um foco maior em Katherine, vamos descobrindo ao longo dos 127 minutos de projeção todo o preconceito e obstáculos que as jovens precisam enfrentar para poder ajudar seu país em uma importante disputa com a Rússia no domínio das navegações espaciais.
Na trama, conhecemos Rosa (Maria Ribeiro) uma mulher guerreira que está em crise no casamento com seu marido Dado (Paulo Vilhena), infeliz no emprego que tem e ainda é pega de surpresa com uma notícia atordoante de sua mãe Clarisse (Clarisse Abujamra) que seu pai Homero (Jorge Mautner) na verdade não é seu pai. Essa notícia mexe bastante com a protagonista que passa por uma grande transformação ao longo de todos os 102 minutos de projeção.
Na trama, conhecemos a bela advogada criminalista Victoria (Virginie Effra), mãe de duas filhas pequenas, divorciada, que enfrenta um grande vazio em sua vida amorosa e com diversos problemas no seu trabalho. Certo dia, resolve ir até um casamento onde encontra um velho conhecido que acaba sofrendo uma ação criminal por parte da namorada. Assim, tentando ajudar o amigo e também tentando corrigir suas lacunas não preenchidas na vida pessoal, Victoria se aproxima de Sam (Vincent Lacoste), um jovem ex-cliente que a ajudará a completar todas suas jornadas.
Na trama, ambientada nos dias atuais no subúrbio de Roma, conhecemos Fortunata, uma bela cabeleireira delivery de meia idade que possui um sonho de ter seu próprio empreendimento, um salão de beleza no centro da cidade onde mora. A protagonista tem uma filha, sua maior paixão do mundo, mas com quem tem um relacionamento complicado, provocado, muito, pelo seu afastamento do ex-marido, figura que sempre a rodeia. Certo dia, Fortunata resolve levar a filha para ver um psicólogo/psiquiatra, por quem a protagonista acaba vivendo um intenso romance.
Exibido no Festival de Cannes, o filme conta a história de Moonee (Brooklynn Kimberly Prince) uma garotinha por volta dos sete anos que mora com a mãe Halley (Bria Vinaite) em um hotel, próximo aos parques da Disney, gerenciado pelo compreensivo Bobby (Willem Dafoe). Moonee passa seus dias de férias brincando com alguns amiguinhos, aprontando muitas travessuras e que viverá uma situação complexa por conta da falta de maturidade da mãe.
Na trama, conhecemos Christine McPherson (Saoirse Ronan), uma jovem que gosta de ser chamada de ‘Lady Bird’ e reside em sacramento com a família, que passa por dificuldades financeiras. Sua mãe, Marion (Laurie Metcalf), é uma esforçada enfermeira em uma clínica psiquiátrica, seu pai Larry (Tracy Letts) está desempregado e não consegue voltar ao mercado de trabalho. Lady Bird tem mais dois irmãos que trabalham para ajudar a família. Perto de concluir o ensino médio, a protagonista passa por experiências emblemáticas como a perda da virgindade, a escolha para qual faculdade vai, e novas amizades que chegam para preencher lacunas desconhecidas mas não necessariamente positivas em sua vida.
Na trama, conhecemos a astronauta francesa Sarah Loreau (Eva Green) que consegue a chance que tanto queria: fará parte da equipe que viajará para a estação espacial (ao lado de um norte americano e um russo) para um dos últimos projetos antes da ida à Marte. Para tal, precisará ficar 1 ano no espaço e longe de sua filha única. O longa mostra assim os últimos dias de Sarah e os primeiros movimentos de saudade que ambas precisarão enfrentar por conta do compromisso profissional (e dos seus sonhos) da astronauta francesa.
Alguns filmes surgem e fazem uma campanha tão positiva junto aos críticos e especialistas de cinema em festivais, que começam a gerar burburinho de prêmios. E quando a época de premiações de fato chega, tais filmes começam a ser lembrados em todas elas, escalando seu caminho até o auge da sétima arte: o Oscar. É exatamente este o caso de A Favorita, drama de época passado na corte britânica do século XVIII – um dos poucos filmes este ano garantido de estar entre os indicados quando o anúncio for feito no próximo dia 22 de janeiro.
Para entender melhor as entrelinhas de A Favorita é necessário traçar um perfil de seu comandante, o grego Yorgos Lanthimos. Oriundo de um tipo de cinema deturpado, criativo, mas para lá de desconfortável, o currículo do diretor não gritava exatamente “prêmio popular” no passado. É só dar uma olhada em obras como Dente Canino(2009), O Lagosta (2015) e O Sacrifício do Cervo Sagrado (2017) para perceber um padrão inquietante, dentro e, consequentemente, fora das telas – imprimindo em nós, o público, uma tensão avassaladora.
Na trama, assim como grandes e inesquecíveis filmes sobre manipulações e intrigas – vide A Malvada (1950) e Ligações Perigosas (1988) –Rachel Weisz e Emma Stone se digladiam num verdadeiro jogo de xadrez pelo afeto da Rainha Anne (Olivia Colman). Insegura, se sentindo completamente pressionada pela iminente guerra com a França e num processo degenerativo em relação a doenças atribuladas à sua péssima alimentação, a monarca “louca” (dona de fortes tendências homossexuais) é vestida pela britânica Colman como uma roupa justa, mas extremamente confortável.
Colman é uma atriz estupenda, que nunca teve chance para brilhar antes como em A Favorita. Justamente por isso, seu reconhecimento (mesmo que tardio) é muito bem-vindo. Este é um papel divisor de águas em sua carreira e a artista se entrega de cabeça – realizando inclusive cenas indigestas em questão de repugnância (uma certa cena de vômito e bolo azul). Justamente por tal inconsistência em sua forma de reinar, cresce o poder de sua dama de companhia, a cortesã Lady Sarah, vivida de forma vampiresca por uma severa Rachel Weisz. É ela quem sopra no ouvido da governante, e rege o país com mão de ferro, sempre tendo suas vontades atendidas.
Um dos panos de fundo de A Favorita é a guerra com a França, que se aproxima a passos galopantes. Ainda hesitando, a Rainha Anne não tem certeza se esta é a decisão mais sensata – e nesta linha de raciocínio, o inescrupuloso Harley (Nicholas Hoult) é um dos principais defensores de uma estratégia pacifista, que una os países e não os separe com sangue. Lady Sarah tem uma ideia diferente – e assim como extremistas radicais, prefere tomar decisões duras e declarar guerra, antes que o país seja saqueado pelos inimigos – cenário inquestionável em sua cabeça. Existem muitas entrelinhas políticas contidas em A Favorita, a maioria facilmente traduzidas para a atualidade – muitas em relação à personagem fria e estrategista de Weisz.
Como precisamos de mais conflitos, entra em cena a ingênua e, a princípio, destrambelhada Abigail (Emma Stone), prima da personagem de Weisz. Uma vez uma dama da sociedade, a família da jovem cai em desgraça financeira, forçando-a a assumir um cargo de serviçal no castelo da Rainha. Na trilha das mais espertas alpinistas sociais, aos poucos Abigail vai conquistando seu espaço e aumentando seu terreno no gosto da Rainha. Seu carisma, juventude e energia começam a cativar a regente, e em pouco tempo estará declarada a guerra – não entre Inglaterra e França, mas sim entre as favoritas da Rainha, por um lugar único em seu coração e ao lado do trono.
A Favorita é escrito por Tony McNamara e Deborah Davis, que mesclam com muita propriedade tremendo humor ácido (e doses alucinógenas) a uma trama sóbria de história e política. Um dos grandes charmes do longa é sua insanidade fluente, que escorre por diversos frames e cenas. Por falar em frame, o filme é extremamente ousado em seu visual – onde a fotografia arrisca com trechos nos quais são utilizadas lentes grande angular, dando aquele aspecto arredondado no qual conseguimos ver além do olho humano, numa conjectura de 180 graus. Fora isso, os figurinos e direção de arte deixarão a vida dos concorrentes a tais prêmios mais difícil. É pura extravagância. Mas uma necessária.
Além do domínio de Colman – no papel mais difícil do trio (reparem no longo close que a atriz recebe momentos antes de revelar à personagem de Stone e à plateia seu tórrido caso de amor com Weisz) -, o resto do trio está tão à vontade que é difícil dizer quem é a protagonista e pilar desta estrutura. Mais um ponto para o roteiro e a direção de Lanthimos.
A Favorita é pura decadência. É a olhada de bastidores na podridão dos poderosos. Uma viagem enlouquecedora através de psiques abaladas, corredores e escuras passagens secretas. “A burguesia fede” de Cazuza encontra sua materialização. Propriamente atualizada para “o ser humano fede” e não presta. A não ser Yorgos Lanthimos, Emma Stone, Rachel Weisz, Olivia Colman e um dos grandes filmes do ano.
De tempos em tempos surgem aqueles filmes que mesmo donos de grande prestígio e renome envolvido, terminam escapando do radar da maior parte do público. É o caso de Os Pequenos Vestígios, que está disponível no Max.
Mesmo contendo três astros vencedores do Oscar do nível de Denzel Washington, Jared Leto e Rami Malek para impulsionar um suspense nos moldes de Seven (1995) e do seriado True Detective (2014), Os Pequenos Vestígios passou completamente em branco, se tornando um dos filmes menos comentados de 2021.
Ajuda no seu ostracismo os críticos não terem sido muito gentis com o longa, lhe garantindo no Rotten Tomatoes divisores 45% de aprovação, embora com o público, tanto no mesmo agregador quanto no IMDB as avaliações tenham sido bem mais favoráveis. E aqui que entro com a minha proposta de indicar o filme para você. Para que dê uma chance e confira por conta própria, ainda mais se for fã do gênero suspense policial. Os Pequenos Vestígios poderá te surpreender positivamente, como fez comigo.
Começarei dizendo que este não é o típico thriller investigativo do qual estamos acostumados, embora possua toda a estrutura narrativa convencional do gênero. Assim como os citados True Detective, Seven e O Silêncio dos Inocentes antes deles, é uma história de policiais investigando sequestros e assassinatos de jovens mulheres, muito provavelmente realizados por um serial killer. A grande sacada aqui, no entanto, é que se trata mais da vida e psicológico dos investigadores do que do criminoso em si. E aí, o longa guarda suas semelhanças com Zodíaco(2007), de David Fincher, e Os Suspeitos (2013), de Denis Villeneuve, dadas as devidas proporções.
Denzel Washington, astro duas vezes vencedor do Oscar e considerado por muitos o mais talentoso de sua geração, protagoniza como o policial Joe ‘Deke’ Deacon, investigador talentoso caído em desgraça. Uma vez um dos agentes mais promissores de Los Angeles, Deke “queimou todas as pontes” ao ficar obcecado por um caso envolvendo o desaparecimento e morte de algumas jovens da cidade. Seus desafetos com a maioria dos colegas de serviço resultaram em sua transferência para uma cidade menor, onde foi rebaixado de cargo. Tal obsessão inclusive causou seu divórcio e distanciamento da filha.
Denzel Washington vive um policial dono de seus próprios fantasmas do passado.
Anos mais tarde ele volta ao antigo distrito para entregar documentos e se vê novamente no meio de uma investigação que pode ter ligação com o passado. À frente do caso agora está o jovem policial sensação Jim Baxter (Rami Malek), o intérprete de Freddie Mercury em Bohemian Rhapsody (2018). Embora haja certo atrito de início, já que Deke não se sente à vontade no local e critique o fato do novo pupilo se enquadrar na religiosidade imposta pelo chefe da delagacia, aos trancos e barrancos a dupla, veterano e novato, começa a se entrosar e mostrar que possuem um ponto de interseção: a obstinação pelo caso. Baxter diz trabalhar pelas vítimas, enquanto Deke afirma ser por ele mesmo. Mas pode ser ao contrário, como o filme irá nos mostrar.
O personagem de Washington possui um trauma pessoal relacionado a uma tragédia, que vai sendo descascado ao longo da projeção. Já o detetive de Malek gosta da badalação de ser um herói e ter seu ego inflado. E estas características irã determinar estes dois homens no curso de uma investigação fatídica. O personagem de Malek é um jovem pai de família, casado e com duas filhas pequenas. Porém, um dos aspectos negativos e que não desce muito redondo é a forma estranha com que o ator resolve interpretar o personagem, por vezes soando como o próprio psicopata que estão caçando. Não sei se a intenção era levantar suspeita para o próprio investigador. De qualquer forma é uma escolha bem peculiar e sombria para um personagem cercado de luz. E a decisão final de seu personagem é tão duvidosa que gerou menções afirmando que aquele não é um comportamento padrão policial.
O veterano caído em desgraça Washington e o jovem talento Malek unem forças por uma causa nobre.
Entra o rouba-cenasJared Leto vivendo o melhor personagem do filme. O caipirão pra lá de esquisito Albert Sparma – até seu nome é bizarro. Cabeludo, barbudo, cadavérico mas com uma pança falsa e um jeito de andar muito distinto, a composição que o jovem ator faz para o personagem é impressionante. O camaleônico Leto desaparece no papel e tudo que conseguimos ver é um ser que beira o grotesco. Alguém que não desejaríamos encontrar à noite em um beco. Sparma é um técnico em reparos de geladeira que trabalha numa loja e termina por se tornar o principal suspeito da investigação. O que chama atenção no texto é a sagacidade com que o personagem foi criado, sempre a um passo na frente dos investigadores, dono de sacadas rápidas e bastante satíricas. No fundo os detetives sabem que ele é o culpado, ou ao menos desejariam muito que fosse.
Sparma é o tipo que vive num lugar apertado, sem grandes aspirações e até soa lento da cabeça. Passa seu dia livre todo dentro de boates de strippers. Porém, quando colocado em cheque se mostra o sujeito mais esperto da sala. É deste cabo de força triplo que segue um jogo de gato e rato de ritmo deliberadamente lento e que pode até te fazer desistir da jornada, acreditando que será mais um filme de “policiais caçam um psicopata”.
Aquela encarada. O interrogatório esquenta para Jared Leto, rouba-cenas do filme.
Acontece que existe uma razão para Os Pequenos Vestígios se passar nos anos 90, é que ele realmente foi escrito pelo diretor John Lee Hancock ainda em 1993, ficando engavetado estes anos todos como um daqueles projetos bons que não são filmados. Na época, Hancock se destacava como roteirista ao ter escrito Um Mundo Perfeito, protagonizado por Kevin Costner e dirigido por Clint Eastwood. No embalo de dramas criminais que não são o que aparentam, Hancock desenvolveu também a trama mais sombria deste filme. Na época, nomes como Steven Spielberg, Clint Eastwood e Danny DeVito visavam tirar o texto do papel sem sucesso. DeVito inclusive estava interessado em viver Sparma, caso fosse comandar o longa. Já pensou? Fora isso, o saudoso Brandon Lee, filho da lenda Bruce Lee, teria lido o roteiro e estava interessado em um dos papeis, antes de sua morte prematura em 1993 enquanto filmava OCorvo.
John Lee Hancock e Os Pequenos Vestígios seguiriam caminhos diferentes. Hancock se tornaria um diretor de prestígio comandando produções indicadas ao Oscar, vide Um Sonho Possível (2009) e Walt nos Bastidores de Mary Poppins (2013), além de obras elogiadas como Fome de Poder (2016) e Estrada Sem Lei (da Netflix). Quase trinta anos depois, tendo feito muito em sua carreira, o diretor viu o ciclo completo para sua obra ocorrendo quando finalmente tirou o pó de seu texto e o levou às telas.
Muitos prezam o esforço do trio principal, mas Os Pequenos Vestígios é bem mais questionador. Em termos de desempenho, o talentoso e egocêntrico Leto tem vantagem ao saber aproveitar um personagem tão suculento quanto Sparma. Leto disse que estava apreensivo em viver novamente um personagem sombrio, mas que não poderia deixar a oportunidade de trabalhar com o já lendário Denzel Washington. E podemos atestar que suas cenas com o ator pegam mais fogo do que os trechos de ambos com Malek. Em especial duas cenas chamam atenção. O interrogatório em que Denzel explode para cima de Leto. E o “encontro acidental” na rodovia em que Washington se arma para o duelo. Pura tensão.
O que me soou mais significativo foi o debate implícito sobre pena de morte e sua consequência. Mesmo que não de forma didática, o texto é claro sobre suas intenções. Sobre a tênue linha entre culpados e inocentes. Sobre instintos e provas. O que fazer quando tudo aponta numa direção, mas não conseguimos provar? Quantos inocentes morreram ao serem condenados por um crime que não cometeram? O sistema pode funcionar 99% do tempo, mas os 1% podem mesmo ser considerados efeitos colaterais? Sparma não tinha nada nem ninguém para interceder por ele, neste caso ele se torna dispensável?
A dualidade de heróis e vilões, certos e errados, é o que traz um sabor tão especial paraOs Pequenos Vestígios. Seu desfecho é o sal na ferida ausente em produções adoradas como Seven e Os Suspeitos (2013). E justamente talvez por isso elas sejam queridas e o incômodo proposto por Os Pequenos Vestígios não.
“Eles realmente queriam relançar o tom dos anos 80. Steven [Spielberg] me deu muito apoio. Ele disse: ‘Faça-o assustador. Crianças querem se assustar. Você tem que deixar o filme assustador’.”
Roth completa, “Quando vocês assistirem ao filme, verão várias coisas dos meus outros filmes, mas em uma versão para menores de idade – de uma forma muito subversiva.”
A Universal Pictures irá lançar a fantasia de horror nos EUA em 20 de setembro de 2018.
Os astros Jack Black e Cate Blanchett estrelam. A história gira em torno de Lewis (Owen Vaccaro), um garoto de dez anos que vai morar com seu tio em um velho casarão. Mas essa calma estrutura logo cria vida com um mundo secreto de warlocks e bruxas após Lewis acidentalmente acordar os mortos.
Durante os anos 40, o navio Bárbara de Braganza acaba de partir para o Rio de Janeiro. Todos os passageiros viajam com um objetivo e com mais de um segredo… que são mais profundos que o oceano.
A CW divulgou o trailer do último episódio de ‘Arrow‘.
Confira:
Intitulado ‘Fadeout’, o episódio também mostrará a reunião do Team Arrow com amados personagens, como Roy Harper, Barry Allen, e Sara Lance, além de outros rostos conhecidos.
A produção será encerrada no dia 28 de janeiro, com um episódio duplo.
Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.
A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.
De acordo com o Deadline, três membros da equipe da aguardada sequência de ‘Pânico‘ testaram positivo para COVID-19.
O site, no entanto, afirma que as filmagens não serão interrompidas. Após uma pequena pausa no final de semana, as gravações continuarão na segunda-feira (28).
Nos bastidores, a produção está tomando medidas preventivas de distanciamento social. Cada departamento foi dividido em pequenos grupos com pouca interação entre si. Os membros da equipe que testaram positivo para o vírus não fazem parte do grupo principal, que inclui os atores, o diretor e assistentes de direção.
Vale lembrar que as filmagens da sequência começaram há alguns dias, em Wilmington, na Carolina do Norte.
On the Scream 5 set, we see Jenna Ortega and her pink top duplicates on a rack. If that’s all the wardrobe, I’d guess it’s a small group of 2 or maybe 3 people. Possible chase/phone call? Do you see a long Ghostface robe on the rack, too? #scream5#guessingpic.twitter.com/bz0vqe304v
Se buscan extras como conductores de coche para pasar por la escena. Mayores de 18 años, que tengan disponibilidad durante todo el rodaje y que el color del coche no sea ni blanco, rojo, o colores brillantes. #Scream5#Parkside#Filming#SCREAMpic.twitter.com/lxvYzEizND
O novo filme trará o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquettee Marley Shelton e introduzirá os novatos Dylan Minnette, Mason Gooding, Kyle Gallner, Jasmin Savoy Brown, Mikey Madison, Jack Quaid, Melissa Barrera e Jenna Ortega. Matthew Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (Ready or Not) dirigem.
“Depois de falar com a Radio Silence, eles mostraram tanto amor, respeito e admiração por Wes Craven e tudo o que ele criou na franquia Pânico. Estou muito animada para voltar ao papel de Sidney Prescott e voltar para Woodsboro.”
A Radio Silence disse:
“Estamos nos beliscando! É difícil expressar o quanto o personagem Sidney Prescott moldou nosso amor por filmes e ter a chance de trabalhar com Neve é realmente um sonho que se tornou realidade. Simplesmente não seria um filme do Pânico sem Neve e estamos muito animados e honrados em nos juntar a ela em Woodsboro.”
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) será o showrunner da série.
O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.
‘Sandman‘ é a criação mais popular de Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.
Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.