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‘Harley Quinn’: Kaley Cuoco confirma romance entre a protagonista e a Hera Venenosa

A série animada de Arlequina, intitulada originalmente de ‘Harley Quinn‘ vai realmente explorar o romance entre a protagonista homônima e a vilã Hera Venenosa.

A informação foi confirmada pela própria atriz Kaley Cuoco, dubladora de Arlequina na série. Durante sua participação no talk show on-line ‘Conan‘, ela revelou a informação de forma cômica e bem sugestiva.

Ao ser questionada sobre o romance entre as duas, Cuoco pontuou:

“Vamos dizer o seguinte: Arlequina vai precisar de um pouco de pomada De Calamina!”

Recentemente, o showrunner Justin Halpern havia comentado sobre a possibilidade do romance na 2ª temporada:

“[A trama] está sendo desenvolvida em torno de um relacionamento amoroso com a Hera Venenosa na segunda temporada. Isso faz parte dos nossos planos. Nós queríamos que a primeira temporada focasse na Harley se libertando do seu relacionamento com o Coringa, se virando sozinha, focando em sua carreira. Não queríamos que ela pulasse de um relacionamento para outro.”

‘Harley Quinn’, baseado nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

‘Star Trek: Discovery’: 3ª temporada ganhará versão em Blu-ray

Os fãs do universo de ‘Star Trek‘ poderão ampliar suas coleções da franquia, com o vindouro lançamento da versão em Blu-ray da 3ª temporada da série ‘Star Trek: Discovery‘.

O anúncio foi feito pela ViacomCBS, dona da saga espacial, na última segunda-feira (12). O produto já está disponível para ser adquirido na pré-venda no site da Amazon, mas sua data oficial de lançamento ainda não fora revelada.

Ainda não se sabe também quais serão as atrações disponíveis no Blu-ray, mas segundo a Viacom, os fãs podem esperar um leque de “conteúdos especiais imperdíveis“.

Confira o teaser trailer oficial da 4ª temporada de Star Trek: Discovery’:

Os novos episódios têm previsão de estreia para 2021, ainda sem dia confirmado.

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Emily Coutts, David Ajala e Michelle Yeoh estrelam.

Crítica | A Verdadeira Dor – Jesse Eisenberg e Kieran Culkin nos embalam em catártica jornada sobre as perdas que vivemos pelo caminho

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2024

Na imensidão do aeroporto John F. Kennedy, Kieran Culkin é a calmaria em meio à agitação frenética de passageiros indo e vindo. Em um silêncio quase desconfortável, sua presença toma toda a tela e parece ser feita de pensamentos não comunicáveis. Sua inércia física diante do intenso fluxo de pessoas caminha na contramão da essência do lugar onde se encontra. Tudo é barulhento ao seu redor, mas ele segue na mais plena quietude. E embora ainda não saibamos, é em sua mente que impera o caos. Dor, sofrimento, tristeza e luto se embolam em uma vida solitária. Fugaz, mas efêmera, colorida por fora, mas cheia de tons de cinza por dentro. E esse seu primeiro instante em tela é também seu último suspiro antes do início dos créditos finais. Mas o que faz de ‘A Verdadeira Dor‘ (A Real Pain) uma experiência tão única e fascinante não é nem como tudo termina ou tão pouco começa, mas sim o “entre” – a extensa janela que habita entre o silêncio do abrir e fechar das cortinas de um espetáculo.

Como seu título muito obviamente infere,  ‘A Verdadeira Dor‘  é quase uma ode às dores da alma. E de tristeza em tristeza, Jesse Eisenberg nos convida a aprender a rir dos dissabores da vida adulta. Das terríveis perdas que sofremos ao longo do caminho e das sequelas que elas deixam em nós e dos momentos desconfortáveis que se transformam em pequenos respiros cômicos em um dia emocionalmente difícil. E de solidão para a solitude, o jovem e talentoso cineasta nos instiga a enxergar o luto por uma ótica diferente, mas sempre com seu toque de peculiaridade. E nessa história, dois primos da mesma faixa etária vivem momentos distintos e decidem fazer uma breve viagem juntos à Polônia, onde o álbum de memórias de sua família judaica ganha vida em um tour turístico cheio de reverência, pausas para fotos exageradas e momentos ardilosos de contemplação diante de Auschwitz.

E de maneira habilidosa e absolutamente sensível, Jesse retorna ao Festival de Sundance com seu segundo filme, moldado por uma identidade única e individual. Traduzindo para as telonas toda sua falta de tato social, ele faz de sua nova comédia dramática uma oportunidade valiosa de conversarmos sobre perdas e ganhos, escolhas e decisões que tomamos ao longo da vida. Em um retrato mais cru sobre a depressão a partir de um personagem que se esconde atrás do humor verborrágico, ele faz de seu roteiro uma jornada particular para o espectador, em que todos somos levados pelas mesmas oscilações de seu protagonista, ainda que cada qual viva essa experiência à sua própria maneira. E nessa vastidão narrativa onde pessoalidade, turismo europeu e questões familiares caminham em um mesmo compasso, somos surpreendidos por um filme lindamente escrito, astutamente dirigido e poderosamente estrelado.

Aqui, Culkin rouba a cena como um espetáculo à parte, um homem que insiste em não amadurecer, mas que ainda assim detém em si o poder de hipnotizar a todos com sua enérgica presença. E tal como seu personagem demanda, o premiado astro de Succession nos cativa com seu timing cômico categórico e sempre assertivo e se despe diante da audiência com a fragilidade de um neto orfão de avó – que se esconde por trás de sua tão bem articulada e bem humorada fachada. E quanto mais o conhecemos em tela, mais nos apaixonamos por seu talento nato, que aflora e desabrocha perante nossos olhos como se nada além dele fosse tão valioso a ponto de merecer nossa atenção. E no lado oposto, Eisenberg é o reverso de seu próprio protagonista. Constantemente desconfortável e pouco habilidoso diante das pessoas, ele é uma extensão de sua personalidade. E também pudera! Difícil seria imaginá-lo como nada menos que pitoresco em tela.

Elegantemente, Eisenberg ainda faz de seu mais novo filme uma reflexão sobre trauma intergeracional e sobre os diversos níveis e estágios de dor que enfrentamos. Intimista em sua abordagem, ele transforma o que seria uma viagem turística em uma catarse cômica e emocional, onde o passado de toda a comunidade judaica é revisitado a partir das experiências individuais de cada participante deste pequeno tour. E conforme somos agraciados com alguns dos pontos turísticos mais significativos da Polônia, assim também somos presenteados com uma inesperada aventura sobre família, saudade, perdão e recomeços. E embora alguns tentem reduzir A Real Pain a um “filme de Holocausto”, a verdade é que o ator e cineasta transcende o subgênero, abrindo mão de generalizações para falar sobre o sentimento de um homem diante da perda mais dolorosa de sua vida.

E entre risos e lágrimas, Jesse Eisenberg mostra ao mundo o quão necessário é seu talento para a indústria cinematográfica. Dono de uma sensibilidade absurda que só reitera sua valiosa escrita, ele sabe unir o humor e o drama com leveza e fluidez, trazendo harmonia em cada cena, a fim de que nenhum dos gêneros ofusque a beleza do outro. Abordando a comédia do cotidiano em situações típicas e atípicas, ele consegue a incrível façanha de nos fazer rir a partir do nada, a partir de um comentário aleatório ou de um segundo de desconforto entre os personagens. E com essa mesma delicadeza, ele faz de seu drama uma dor palpável, uma tristeza real e inevitável, um sentimento importante demais para ser ignorado. Nos embalando em uma dramédia onde a beleza se encontra nas entrelinhas do choro e do riso frouxo,  ‘A Verdadeira Dor‘  é mais uma evidência de que Jesse é capaz de transformar o comum em extraordinário, contando uma boa história com a mesma eficácia apaixonante de figuras como Alexander Payne e Nancy Meyers.

Crítica | A Substância – Demi Moore entrega-se por completo em horror satírico sobre a ditadura da eterna beleza feminina [Cannes 2024]

Visto no Festival de Cinema de Cannes 2024.

Injeta-se uma substância em uma gema de ovo e segundos depois ela divide-se em duas, porém a segunda é mais apetitosa. Esta é a misteriosa explicação para fantasia horrorífica de A Substância (The Substance), segundo longa de Coralie Fargeat

Com o seu estilo de lentes angulares, tomadas em close e cores vibrantes, a diretora francesa constrói uma divertida e grotesca crítica aos padrões patriarcais de beleza. O mérito do enredo é utilizar dos próprios elementos desse modelo social, mas sem nunca usar as palavras-chaves — e suas intenções  — descaradamente. 

Em contrapartida à sutileza verbal, A Substância apresenta seu escancaramento no corpo dos personagens e no visual em tela. Para dar vida a essa contraposição de valores estéticos e a velhice feminina, a escalação do elenco é certeira. Coralie Fargeat oferece a Demi Moore um belo retorno às telonas para vivenciar dilemas dirigidos à ela mesma como atriz de 60 anos, porém de modo surrealista.

Na juventude, Elizabeth Sparkle (Demi Moore) ganha uma estrela da calçada da fama e acompanhamos a passagem do tempo — durante os créditos iniciais do longa — de acordo com as rachaduras, as manchas, os temporais e os lanches deixados sobre o seu nome. Aos 50 anos, a artista perdeu o seu lugar no cinema e acaba de ser retirada da televisão. 

Após sofrer um acidente, uma misteriosa fórmula mágica lhe é oferecida, a pergunta é clara: você gostaria de ter uma versão mais jovem e mais perfeita de você mesma? Dessa maneira, ela topa utilizar a tal substância do título. Das suas costas, assim como Eva da costela de Adão no alegoria bíblica, nasce a sua versão mais jovem, sensual e esteticamente perfeita, auto-batizada Sue (Margaret Qualley). 

Para que o procedimento dê certo, basta seguir as regras, assim como em os Gremlins (1984) e, o mais recente, Fale Comigo (2023), contudo os personagens sempre as burlam. Em A Substância, as normais são simples, cada versão tem sete dias acordada, enquanto a outra parte dorme. Não existem duas versões, cada pessoa é apenas uma e ponto. Em outras palavras, cada corpo, seja o velho, seja o novo, não coexistem ao mesmo tempo. 

Ao aproveitar da seu novo apelo sexual e aparência, Sue acaba por querer tomar as rédeas da situação. Ela consegue seu antigo emprego na TV e os homens salivam e dilatam involuntariamente as pupilas diante da sua figura. Como negar este poder da beleza perante as pessoas? Ao voltar ao visual de uma mulher de 50 anos — apesar da atriz aparentar um corpo de uns 20 anos a menos —,  Elizabeth entra em depressão e conta os dias para retornar ao corpo esculpido, apresentando assim uma vida completamente vazia. 

A entrega de Demi Moore é tanta que ela está presente de corpo e alma, desde as diversas cenas de nu frontal, como tantos outros momentos exigentes, grotescos e amedrontadores. Conhecida pelos seus papéis de mocinha em Ghost (1991) e Proposta Indecente (1993), ou de símbolo sexual em Assédio Sexual (1994) e Streaptease (1996), a atriz consegue imprimir o tom certo de desespero cômico e drama excêntrico. 

No seu primeiro longa Vingança (2017), Coralie Fargeat esbanjou sangue para todos os lados da tela num delirante drama de perseguição e vingança. Dessa vez, a cineasta confirma a sua assinatura no gore sanguinolento e nos entrega um novo banho de sangue. Enquanto no seu primeiro longa, a protagonista lutava contra os seus abusadores, a nova aventura é baseada no embate consigo mesma e sua impossível aceitação do tempo.

Através de uma fórmula mágica e um duplo de carne e osso, A Substância realmente coloca em perspectiva audiovisual a infinita batalha das mulheres com elas mesmas para aparentarem ser mais bonitas, magras e desejáveis. Por meio do riso, da curiosidade e choque, a obra chama o espectador para reflexão e o debate de como nossa sociedade está adoecida por substância milagrosas, seja ela um botox, um lifting ou uma promessa de mudança.

Como Elizabeth Sparkle, a qual assiste o seu corpo ser despedaçado pelo o crescimento da sua ambição e da vontade de ser amada, A Substância nos reverbera que no fundo tudo o que todos querem é serem amados e desejados. Sem esses dois elementos, as vidas — por vezes, até mesmo as bastantes confortáveis — passam a não fazer mais sentido e a metáfora do enredo é, ao mesmo tempo, um aceno ao mito da bruxa, voltada às mulheres idosas, ao passo que os homens idosos tornam-se sábios no meio social.

A Substância ganhou a Palma de Melhor Roteiro entre 22 títulos na Mostra Competitiva do Festival de Cannes 2024.

Filme de Gavião Negro e Mulher-Gavião pode estar sendo desenvolvido pela DC

Isso mesmo que você leu! De acordo com um novo rumor publicado pelo site ManaByte e reforçado pelo jornalista Umberto Gonzalez, a Warner e a DC estão desenvolvendo um filme dos heróis Gavião Negro e Mulher-Gavião.

Apesar disso, poucos detalhes foram revelados, o site apenas explica que o estúdio deseja explorar seu universo cósmico nos próximos anos, a começar porTropa dos Lanternas Verdes, previsto para estrear em 2020.

Um filme dos heróis tem sido pedido pelos fãs há anos. Vale lembrar que tudo ainda não passa de um rumor, mas que novas informações sobre os próximos filmes da DC devem sair em breve.

‘Medo Profundo 2’: Sequência ganha teaser com mais ataques de tubarões

A sequência de ‘Medo Profundo‘ (47 Meters Down), terror estrelado por Mandy Moore e Claire Holt, ganhou data de estreia.

Com o título ‘48 Meters Down‘, o filme estreia nos cinemas norte-americanos dia 28 de Junho de 2019 – na concorrida temporada de verão.

Além disso, o terror ganhou seu primeiro teaser trailer, prometendo mais ataques mortais de tubarões. Assista:

O curioso é que a nova história vai se passar aqui no Brasil.

Confira a sinopse:

Desta vez, o terror sobre tubarões passará do México para o Brasil e seguirá um grupo de garotas à procura de aventura na metrópole costeira de Recife. Com a esperança de sair da trilha turística bem desgastada, eles ouvem sobre algumas ruínas subaquáticas escondidas apenas para descobrir que as ondas de sua Atlântida secreta não estão completamente desabitadas.

Johannes Robertsque dirigiu o primeiro, retorna para escrever e comandar a continuação.

Medo Profundo‘ mergulha no mundo de duas irmãs (Mandy Moore e Claire Holt), que ficam presas no fundo do oceano quando uma expedição de mergulho para observar tubarões acaba saindo terrivelmente errada. Quando o cabo que prende a gaiola de observação no barco quebra, a gaiola afunda até o fundo do oceano. As irmãs precisam descobrir uma maneira de voltar a lutar contra a segurança de ferimentos, falta de oxigênio e, pior de tudo, sede de sangue dos grandes tubarões brancos.

 

Dica do fim de semana | Clássicos do terror no Amazon Prime Video

Ao longo da história europeia, a sexta-feira 13 virou sinal de mau-agouro, ainda mais caindo no mês do Halloween, que traz uma data celebrando o paganismo. Porém, no Brasil, o Dia das Bruxas não emplacou tanto assim, apesar de haver um movimento de parte da galera de assistir filmes de terror no dia. E cá entre nós, esse negócio de sexta-feira 13 também não pegou muito por aqui. No Brasil, muito mais assustadora que uma sexta-feira 13, só mesmo a ressaca de um sábado 14.

De qualquer forma, nesse esquenta especial para o Halloween, o CinePOP conferiu o catálogo do Amazon Prime Video e separou cinco clássicos do terror, antigos ou atuais, para você assistir no final de semana. Confira!

A Entidade

Considerado um dos melhores filmes de terror da última década, A Entidade é realmente pesado. Ele acompanha um autor de histórias sobre crimes. Buscando inspiração para seu novo livro, ele se muda com a família para uma casa onde aconteceram uma série de assassinatos. Ele encontra uma caixa cheia de fitas com imagens desse crime e acaba condenando todos que ama a uma experiência completamente maligna.

O Exorcista

Agora com uma “sequência” podre de ruim em cartaz nos cinemas, O Exorcista segue intocável como uma das maiores obras de terror da história, senão a maior. A trama acompanha uma menina de 12 anos que é possuída por um demônio ancestral e, como último recurso, precisa passar por um exorcismo.

A Bruxa

Clássico relativamente recente, A Bruxa é um grande relato de época, que trabalha muito a questão da dúvida. Os eventos em questão são algo sobrenatural ou apenas um retrato de uma sociedade retrógrada e ignorante? Na trama, uma família puritana da Nova Inglaterra é excomungada por heresia. Diante dessa humilhação, eles saem em busca de uma nova propriedade, mas acabam vivendo uma série de tragédias inexplicáveis envolvendo sua filha mais velha.

Carrie, a Estranha

A versão dos anos 70 deste clássico é a mais celebrada de todas, não apenas por trazer uma Carrie realmente estranha, mas pela direção espetacular de Brian De Palma. O filme é uma adaptação do romance de Stephen King, que conta a história de Carrie, uma menina reclusa que sofre abusos psicológicos de sua mãe, uma fundamentalista religiosa, e dos colegas de escola, que a atormentam com bullying sem fim. As coisas só pioram quando ela menstrua pela primeira vez no colégio, aumentando o nível de implicância com ela. Porém, o que ninguém sabia era que a menina carregava consigo habilidades telecinéticas. Aí, depois de uma trauma ainda mais absurdo, ela perde o controle e vai atrás de vingança.

Corra!

Outro clássico recente, Corra! é um dos melhores “Terrores Pop” já feitos. Escrito e dirigido por Jordan Peele, o longa acompanha um jovem negro que está completamente apaixonado por sua namorada, uma mulher branca de classe média. Depois das coisas ficarem sérias, ela decide apresentar seu amor para os pais, que moram numa casa isolada do interior. Ele teme que eles não reajam bem ao fato dele ser negro, mas vai assim mesmo. No entanto, ao chegar lá, ele vai descobrir que as coisas eram muito mais sinistras do que ele pensava.

Crítica | Minha Culpa – Prime Video lança mistura Versão Teen e HOT de ‘Velozes e Furiosos’ com ‘50 Tons de Cinza’

Não é de hoje que os filmes de romance com conteúdo adulto estão pipocando nos streamings. A oferta é tanto para a galera mais velha quanto para adolescentes, demonstrando que o interesse pelo gênero romance hot se mantém em alta ano pós ano. Se você está buscando esse tipo de conteúdo para o final de semana do Dia dos Namorados, a boa dica é a estreia de ‘Minha Culpa’ no Prime Video, um filme de romance hot de elevar a temperatura do edredon.

Noah (Nicole Wallace) está de mudança com sua mãe Rafaella (Marta Hazas) para uma nova cidade. É que sua mãe acaba de se casar com um ricaço, e, a contragosto, Noah tem que abandonar sua melhor amiga, seu namorado e toda a sua vida social para ir morar numa mansão na zona praiana da Espanha. Acontece que William Leister (Iván Sánchez), seu padrasto, tem um filho, Nick (Gabriel Guevara), cuja imagem é de perfeição, com boas notas, boas maneiras e querido por todo mundo. A animosidade entre os dois surge logo de cara, mas, com o passar do tempo e com a convivência, Noah vai descobrir segredos de Nick, e a tensão entre os dois vai crescendo até chegar ao nível do irresistível. Porém, também Noah tem seus segredos, e, ao se meter com as pessoas erradas, alguém de seu passado voltará à tona.

Não tem muito como errar um argumento quando você mistura dois sucessos garantidos de público, como ‘Velozes e Furiosos’ e ‘Cinquenta Tons de Cinza’. É exatamente disso que se trata ‘Minha Culpa’. Nick é o bad boy podre de rico, rude e bruto, pegador de todas as mulheres do pedaço mas que, diante da meia irmã inocente, suas barreiras caem e ele se rende aos seus encantos; Noah é a mocinha típica que precisa ser salva mas tem ares de independência porque sabe dirigir carrões em pegas clandestinos.

A primeira impressão que se tem de ‘Minha Culpa’ é que a coisa toda é meio malfeita, com graves pulos na continuidade. Por exemplo, uma hora Nick está sentado na praia com cara de ressaca, e na cena seguinte ele está na mesma praia, com a mesma roupa, conversando com uma criança que do nada aparece na história e diz ser irmã do rapaz. Inspirado na obra de Mercedes Ron, dá para ver que é um roteiro baseado em um livro, que teve que fazer uma escolha e optou por privilegiar a construção do romance entre os protagonistas do que justificar detalhes e elementos do enredo, deixando-os desconexos e sem profundidade.

A direção de Domingo González, que também assina o roteiro, consegue ser boa exatamente onde precisa – na sequência de corridas e de perseguição de carro e nas cenas de interação entre os protagonistas, para criar intimidade e romance entre eles. Apesar de a história ficar sem sentido muitas vezes, o espectador engaja nas cenas de pegação, que, ainda que não sejam explícitas e sejam cortadas, consegue manter a temperatura elevada.

Minha Culpa’ não traz nada de muito novo e é exatamente o tipo de filme guilty pleasure que a gente sabe que é ruim, mas, de alguma forma, não consegue parar de ver.

‘X-Men: Fênix Negra’: Olivia Munn explica por que não está no filme

X-Men: Fênix Negra’ será o próximo lançamento da Fox, mas parece que Olivia Munn não irá aparecer no filme.

Recentemente, a atriz, que interpretou Psylocke em X-Men: Apocalypse’, revelou ao Entertainment Tonight Canada que não irá participar do longa-metragem e contou também o porquê.

“Não posso dizer muitas coisas sobre o filme, porque da última vez me mandaram um aviso [de que eu não poderia falar]. Mas não estou nele. Eu estava filmando ‘Predador’ na época e não havia tempo para participar dos dois projetos.”

Confira a sinopse do filme:

Ambientado em 1992, Charles Xavier (James McAvoy) está lidando com o fato dos mutantes serem considerados heróis nacionais. Com o orgulho a flor da pele, ele envia sua equipe para perigosas missões, mas a primeira tarefa dos X-Men no espaço gera uma explosão solar, que acende uma força malévola e faminta por poder dentro de Jean Grey (Sophie Turner).

‘X-Men: Fênix Negra’: Assistimos 15 minutos do filme… Confira a descrição! 

X-Men: Fênix Negra‘ estreia dia 7 de junho de 2019.

‘Pose’: Conheça a série que estreou na Netflix e traz o maior elenco trans da história da televisão

Assim que Ryan Murphy conseguiu construir seu nome na indústria televisiva, utilizou de seus privilégios para dar voz às minorias sociais. Não é nenhuma surpresa que em suas séries, incluindo Glee e American Horror Story’, apareçam inúmeros personagens descontruídos e livres de preceitos do entretenimento, com arcos dramáticos complexos e críveis em detrimento dos esterótipos tão conhecidos e condenáveis. Porém, não foi até 2018 que o showrunner abraçou o seu projeto mais ambicioso, ambientado na conturbada década de 1980 nos gueto da metrópole nova-iorquina, colocando em voga todos os tabus e as culturas que se multiplicavam nos escuros becos da marginalização. 

Pose, antes de mais nada, é uma série essencial. Não apenas como produto audiovisual, mas também como uma aula de História didática que visa desmantelar a visão reacionária que até hoje acompanha a comunidade LGBTQIA+ e os estigmas sem fundamentos que seus membros são obrigados a carregar. Ao lado de Steve Canals e de seu companheiro usual Brad Falchuck, Murphy ousa mais uma vez dar a cara a tapa em meio à emergência de uma época retrógrada, desmistificando o cosmos em questão e dando mais voz a essa luta contínua: o ano é 1987; o cenário são os ballrooms do Brooklyn; o protagonismo é claro, mas a ênfase recais sobre as personagens transgêneros e sua exclusão até mesmo dentro do grupo ao qual pertencem. Voguingglamourfashion vão de encontro à crescente epidemia do HIV e da AIDS, aos movimentos de repulsa, ao forçoso mergulho no mundo da prostituição – e o resultado é uma via de mão dupla emocionante e extremamente empoderada. 

O que sabemos da cultura dos bailes noturnos é meramente documental. Paris Is Burning’ conseguiu nos fornecer uma perspectiva nova, partindo de dentro das lendárias famílias de drag queens que povoavam as festas semanais, mostrando que a arte não era apenas uma forma de expressão, como também um reforço para sua própria existência. A série mergulha ainda mais profundamente nessa ambiência e já começa nos levando para uma sequência hilária, na qual uma das mothers (as mães responsáveis por cuidar de uma pequena família de LGBTs expulsos de casa), a famosa Elektra Abundance (Dominique Jackson), arquiteta um plano para roubar os trajes históricos de um museu e usá-los em uma das apresentações. Murphy, ficando responsável pela direção de vários episódios, faz um ótimo uso de seus maneirismos, incluindo os longos planos, os cortes propositalmente bruscos e os enquadramentos holandeses que parecem criar um universo à parte.

Eventualmente, uma das filhas de Elektra, Blanca (Mj Rodriguez) se cansa do autoritarismo da mãe e decide sair do grupo, desejando provar sua capacidade de formar uma casa própria e vencê-las em todos os desafios do ball, construindo seu nome dentro da cena drag. O roteiro não poupa explicitações e mistura diálogos ácidos com jargões próprios da comunidade – inclusive, convido vocês a procurarem essas gírias. Com a compreensão, os episódios ficam ainda mais deliciosos de serem aproveitados -, mostrando que a irmandade também encontra obstáculos quando o assunto é vencer. Blanca e Elektra representam forças opostas que, conforme a trama principal se desenrola, mostram ser parte de uma mesma causa, encontrando uma convergência ideológica de tirar o fôlego. 

Aqui não há espaço para suprimir assuntos de grande importância. As festividades funcionam como os poucos momentos em que os protagonistas fogem da cruel sociedade em que são obrigados a viver e encontrar os holofotes, sentindo-se pertencentes a alguma coisa. Entretanto, a vida real volta a encontrá-los. As subtramas são incontáveis, mas não pecam em saturação – muito pelo contrário: cada um tem seu momento de glória, seu espaço para ser ouvido. Temos, por exemplo, o caso “romântico” entre Angel (Indya Moore) e Stan (Evan Peters), denunciando o falso moralismo das famílias tradicionais norte-americanas e dando espaço para a criação de laços que existiam naquela época, mas eram ofuscados pela compulsória segregação; a luta pela autoaceitação de Damon (Ryan Jamaal Swain), expulso de casa aos dezessete anos, acolhido por Blanca e agora buscando o sonho de se tornar um bailarino profissional; as rixas e as traições entre Lil Papi (Angel Bismark Curiel) e Lemar (Jason A. Rodriguez). 

Não há uma história a ser contada. Existem várias. Infinitas. Não é à toa que são as narrativas partem daqueles que têm voz para contá-las – aliás, esta é a série com maior números de transgêneros protagonistas de todos os tempos em uma produção audiovisual. Eles estão ali para colocar em cena o que foi apagado e estigmatizado com o tempo, livrando-se de amarras distorcidas para um bem maior. E é justamente por isso que a trama a mais conversar conosco resida na construção do apresentador e estilista-amador Pray Tell (Billy Porter). Além de manter uma atmosfera de competição semana após semana, ele lida com o namorado à beira da morte devido a todos os químicos que toma, bem como aceitar o recente diagnóstico de HIV. Ao lado de Blanca, os dois criam mágica em cada uma da sequências que estrelam, trazendo como pauta tudo o que a comunidade sofria naquela época – e ainda sofre. 

Não é apenas nesse escopo que a série brilha: ao lado de um time extremamente competente, os criadores fazem questão de mostrar os dois lados da moeda. A paleta de cores vibrantes, chamativa, perscrutada pelos chiffons esvoaçantes e saltos altos, entra em choque constante quando posta lado ao lado à vida real, mecânica, desbotada, movida pelo cinza e pelo cobre. Até mesmo as emoções parecem se perder no dia a dia, engolfadas pela necessidade de seguir os padrões impostos e reencontrando um momento para respirar conforme a noite cai: até mesmo o uso das luzes neon difusas contribui para deixar claro que há muito mais do que nossos olhos podem ver. 

Pose é o tapa na cara da sociedade, e os motivos não se resumem apenas a esse breve texto. Há muito a ser discutido sobre o show – e o anúncio de sua segunda temporada deixa ainda mais claro a necessidade de histórias contadas por pessoas de verdade e tendo a voz que sempre quiseram para expor seus medos, suas inseguranças e, principalmente, sua luta. 

‘The Wretched’: Espírito maligno atormenta pessoas no novo trailer do terror; Confira!

O terror ‘The Wretched‘ ganhou um novo trailer oficial, divulgado pelo Collider.

Confira:

Dirigido pelos irmãos Brett Pierce e Drew Pierce, o filme é descrito como “um novo conceito em bruxaria, com novos elementos e imaginativos efeitos práticos”.

A trama segue um adolescente que percebe que sua vizinha é um pesadelo infernal que não envelhece e que ameaça a existência de todos com quem ele se importa.

O elenco conta com John-Paul HowardPiper CurdaAzie Tesfai e Kevin Bigley.

Netflix revela novo tema de abertura com INCRÍVEL trilha sonora de Hans Zimmer

O tema de abertura da Netflix é um dos mais famosos do mundo inteiro, mas parece que a plataforma de streaming resolveu apostar em uma nova estética sonora para os próximos meses.

O serviço recentemente contratou o lendário compositor alemão Hans Zimmer para fazer um novo escopo sonoro que seja digno de aparecer nas telonas, visto que os 3 segundos originais não funcionam muito bem nos cinemas. O resultado é simplesmente fantástico.

Confira:

Zimmer nasceu em Frankfurt, na Alemanha, e conquistou a indústria cinematográfica com trilhas sonoras memoráveis. Ele já levou duas estatuetas do Oscar por seu trabalho no clássico O Rei Leão e no aclamado Gladiador, além de ter sido indicado outras nove vezes (incluindo por DunkirkA OrigemSherlock HolmesInterestelar).

A estética de Zimmer é caracterizada pelo uso de sons metálicos e industriais, aliados a coros marcantes e sintetizadores poderosos. Seus próximos projetos incluem os aguardados Mulher-Maravilha 1984Duna‘007 – Sem Tempo para Morrer’‘Bob Esponja – O Incrível Resgate’.

Crítica | ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ chega ao fim com uma 4ª temporada divertida e complacente

Está na hora de dar adeus a 2020 da melhor maneira possível: com novos episódios de O Mundo Sombrio de Sabrina, os últimos oito capítulos da saga que nos introduziu a Kiernan Shipka como a envolvente e rebelde bruxa adolescente Sabrina Spellman. Afinal, a Netflix resolveu cancelar a produção em meio às gravações do quarto ano da série, descontentando fãs ao redor do mundo que não aceitavam revisitar a mística Greendale pela última vez. De qualquer forma, chorar pelo leite derramado não adianta de muita coisa – e a plataforma de streaming fez o máximo para fornecer aos espectadores uma conclusão digna da divertida aventura ao lado da jovem feiticeira e de seu apaixonante e arrepiante universo.

A verdade é que, a princípio, a série causou certo impacto negativo naqueles que esperavam um reboot ou uma sequência inspirada em ‘Sabrina – Aprendiz de Feiticeira’, sitcom estrelada por Melissa Joan Hart. Entretanto, a ideia por trás de Roberto Aguirre-Sacasa, showrunner do popular drama teen Riverdale, era resgatar o teor melodramático e anfigúrico da Archie Comics para construir narrativas nostálgicas e atemporais o bastante para nos apresentar às criaturas que se escondem na escuridão. Ao longo de 36 episódios, nos assustamos com goblins, demônios e arautos do caos – e nada poderia nos preparar para a ameaça final que se levantaria contra Greendale no final deste ano. Para o bem ou para o mal, Aguirre-Sacasa reuniu o melhor de Sabrina para buscar um desfecho honroso, sem perceber que transformou essa iteração em um espetáculo circinal e apressado.

Depois de enfrentar Lúcifer Estrela-da-Manhã (Luke Cook), Lilith (Michelle Gomez), clãs de bruxos pagãos e até mesmo deuses seculares, está na hora de Sabrina se preparar para a batalha de sua vida: aproximando-se de seu aniversário de dezessete anos, a caçada pelo Padre Faustus Blackwood (Richard Coyle) continua na ativa, visto que seus objetivos ainda não foram totalmente revelados. Blackwood infligiu dor e discórdia entre as bruxas de seu próprio clã, até que elas se revoltassem contra a hierarquia misógina de Lúcifer e passassem a adorar o poder etéreo de Hécate, que se tornou a divindade conselheira e regente de uma nova Academia de Artes Ocultas. Aliando-se à Zelda (Miranda Otto), Hilda (Lucy Davis), Ambrose (Chance Perdomo) e outras pessoas de grande confiança, Sabrina agora deve enfrentar os Terrores do Sobrenatural, entidades mais antigas do que o próprio universo que são agouros do Vazio, um vórtice que consome a tudo e a todos sem escrúpulos.

Esse talvez seja o principal deslize da nova temporada de ‘Mundo Sombrio’. Aguirre-Sacasa ainda tem domínio sobre todos os protagonistas e coadjuvantes e cuida para que o microcosmos de Greendale não sofra expansões para além do necessário, mas sim seja guarnecido em explorações do que já existe. Em outras palavras, as novidades vêm conforme as personalidades dos personagens se transmutam e amadurecem impiedosamente perante a iminência do apocalipse, ainda que resvalem em certas fórmulas novelescas para ganharem movimento. Sabrina deve aprender que sua solidão não é nada mais que um impulso para compreender o lugar que deve ocupar na Terra e nas múltiplas realidades que existem além dela – incluindo seu “eu” que comanda o Inferno; procurando o tão sonhado amor em ocasiões impossíveis, leva algum tempo até que ela compreenda que a pessoa certa vai aparecer, mais cedo ou mais tarde.

Por enquanto, sua preocupação é salvar aqueles que ama. A cada capítulo, ela e seus fiéis companheiros encaram figuras misteriosas que usam de semblantes familiares para se materializarem e se mesclarem aos habitantes de Greendale – como é o caso do Indesejado ou do Estranho. Tais criaturas não unem forças para atacarem de uma vez, resolvendo espalharem-se numa preferência antológica que quebra o ritmo entre os capítulos e cai nas conhecidas inflexões fragmentadas de tantas outras produções fantásticas. O showrunner inclusive parece pegar emprestado os fracos roteiros das últimas temporadas de ‘Once Upon a Time’, forçando químicas inexistentes entre uma narrativa e outra para tentar uni-las em um bem comum.

A nova temporada da série deveria se concretizar polidamente, servindo como chave de ouro de um arco que ainda tinha muito para acabar – e faz isso, de certa forma. Apesar de não conseguir se sustentar por completo, esse aspecto coletâneo é bastante prático em episódios como “The Imp of the Perverse”, em que somos transportados para uma realidade alternativa; ou então de “The Endless”, em que o drama se funde com a comédia de situações e até mesmo abre espaço para a presença icônica de Caroline Rhea e Beth Broderick. Acrescentando algumas camadas de terror à irreverência estética, Aguirre-Sacasa e seu time criativo não pensa duas vezes antes de banhar as cenas com sangue, ódio e anarquia. Mesmo assim, é quase ridículo pensar que, valendo-se de quase uma hora por capítulo, ele não consiga contar tudo o que deseja e tenha que correr para não deixar pontas soltas.

Pela primeira vez, os exagerados caprichos estéticos não atrapalham os resplandecentes e melancólicos cenários, motivo pelo qual nossa atenção fica mais aguçada para as distorções de roteiro. O elenco permanece incrível, como sempre, e se deleita ao máximo antes de um grand finale que almeja a uma catarse reflexiva, mas a alcança em partes. Era de se esperar que um sacrifício viesse acompanhando a iteração; entretanto, sua obviedade é forte demais para nos causar o choque prometido.

O Mundo Sombrio de Sabrina tem elementos suficientemente espirituosos para levar a audiência numa calma e confortável jornada. Por mais que desejássemos algo um tanto quanto mais ousado, essas parcas centelhas logo se apagam em prol de agradar aos fãs em vez de arriscar qualquer coisa que fugisse do convencional. Todavia, Aguirre-Sacasa acredita que esse não era um momento para peripécias, então aposta numa comedida segunda opção: divertir – e mais nada.

‘Batwoman’ enfrenta um novo desafio nas imagens oficiais do episódio 02×14; Confira!

The CW divulgou as iamgens oficiais de “And Justice for All”, 14º episódio da segunda temporada de Batwoman.

Na trama, Batwoman enfrenta um novo desafio quando os viciados de Snakebite, em Gotham, se tornam mais vorazes do que nunca”.

O capítulo vai ao ar no dia 16 de maio.

Confira, junto à promo:

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘If I Can’t Have Love, I Want Power’: Álbum visual de Halsey será lançado na HBO Max!

A cantora e compositora Halsey anunciou hoje (06), através do Instagram, que o filme de quarto álbum oficial de estúdio, intitulado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, será lançado mundialmente na HBO Max.

A produção chega à plataforma de streaming amanhã, 07 de outubro.

Confira:

O filme é dirigido por Colin Tilley e com roteiro da própria Halsey.

Lembrando que o álbum já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Crítica | Halsey entrega o melhor álbum da carreira com o incrível e politizado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’

O álbum conta com a produção de Trent ReznorAtticus Ross, vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pela animação ‘Soul’.

Halsey fez sua estreia no mundo da música com Badlands, em 2015. Desde então, lançou mais dois álbuns: Hopeless Fountain Kingdom (2017) e o elogiado Manic (2020), ambos ganhando elogios por parte da crítica especializada. Vendendo mais de um milhão de álbuns e recebendo mais de 6 bilhões de streamings apenas nos Estados Unidos, a artista já foi indicada duas vezes para o Grammy e já levou para casa quatro Billboard Music Awards.

SAG Awards 2022 | Troy Kotsur leva o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por ‘No Ritmo do Coração’

No Ritmo do Coração (‘CODA’), se tornou uma das produções mais elogiadas do ano passado e já levou seu primeiro prêmio no SAG Awards 2022.

A condecoração foi destinada a Troy Kutsur, que conquistou a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante.

Na trama, Ruby é a única pessoa que não é surda em sua família. Ao mesmo tempo em que enfrenta os dilemas da idade e a responsabilidade de ser a intérprete da família, Ruby descobre seu talento musical. Em meio a dificuldades nos negócios da família, se vê dividida entre seguir sua paixão pela música em outra cidade e o medo de deixar os pais.

O filme é escrito e dirigido por Sian Heder.

Emilia JonesMarlee Matlin e Troy Kotsur estrelam a produção.

‘Madame Teia’: Filme derivado de ‘Homem-Aranha’ tem estreia ADIADA em três meses

Más notícias para os fãs!

Sony Pictures anunciou recentemente que ‘Madame Teia’spin-off de ‘Homem-Aranha’, teve sua estreia adiada em três meses (via ComicBook.com).

Anteriormente programado para chegar aos cinemas estadunidenses em 07 de julho de 2023, o longa agora será lançado no dia 06 de outubro do mesmo ano.

Lembrando que o filme será estrelado por Dakota Johnson (‘A Filha Perdida’), Sydney Sweeney (‘Euphoria’) e Emma Roberts (‘Pânico 4’).

Johnson dá vida à personagem titular. Madame Teia é alter-ego de Cassandra Webb, uma mutante diagnosticada com uma doença neuromuscular que a deixa paralisada e cega, mas seus ​​poderes psíquicos lhe dão clarividência e precognição, permitindo que ela desafie as capacidades de seu corpo físico. Seu nome faz referência ao suporte mecânico que a mantém viva e que se parece com uma teia de aranha gigante.

O elenco ainda conta com Celeste O’Connor (‘Ainda Estou Aqui’), Tahar Rahim (‘O Paraíso e a Serpente’), Isabela Merced (‘O Pai da Noiva’) e Adam Scott (‘Ruptura’).

Matt SazamaBurk Sharpless, de Morbius, assinam o roteiro.

‘Duna: Parte 2’: Austin Butler revela que seu personagem será um “herói da própria história”

Austin Butler, que recentemente fez um ótimo trabalho na cinebiografia Elvis, foi escalado para o elenco de Duna: Parte Dois’.

Agora, em entrevista ao Backstage, Butler revelou alguns detalhes sobre seu personagem na sequência, Feyd-Rautha Harkonnen, e disse ele será o “herói da própria história”.

“[Nós] realmente tentamos mergulhar na humanidade [do personagem]. É aquela coisa do cara malvado no mundo que não se sente como um cara malvado”, ele contou. “Ele sente como se fosse o herói da própria história. E isso pode ser uma coisa dura com certos personagens; com outros, é mais fácil, mas você não pode julgar o personagem e deve encontrar um jeito de compreender sua motivação. Então, tivemos várias conversas e construímos isso juntos”.

Em outra entrevista, dessa vez à Variety, Butler (‘Elvis) revelou se sentir muito honrado por ter a chance de participar do próximo filme. Além disso, o ator não poupou elogios ao diretor Denis Villeneuve e ao grandioso elenco.

“Eu amei o primeiro filme. Foi uma obra-prima cinematográfica. Então, a ideia de ter a chance de participar da sequência é simplesmente incrível. Denis é uma dos meus diretores favoritos, além de ser um ser humano maravilhoso. Ele é muito bondoso, e eu também sou fã de cada ator no filme, então me sinto honrado.”

Ele completa, “É muito surreal. Eu me sinto como uma criança, admirando os sets [durante as filmagens]. É como participar de ‘Indiana Jones’, sabe? São filmes que realmente nos impactaram enquanto éramos crianças. É assim que eu me sinto.”

Lembrando que a estreia foi adiada para o dia 17 de novembro de 2023, mesmo dia da pré-sequência Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’.

Denis Villeneuve retorna à cadeira de direção.

Duna: Parte Dois‘ contará com o retorno de Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, ZendayaJosh Brolin, além de introduzir Florence Pugh, Austin ButlerChristopher WalkenSouheila Yacoub.

Léa Seydoux (‘007: Sem Tempo Para Morrer’) irá interpretar a Lady Margot, uma aliada da Irmandade.

Lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em território norte-americano, o primeiro filme se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 400 milhões mundialmente.

Além disso, ‘Duna‘ também foi aclamado pelos críticos, conquistando 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Cripta assustadora é destaque nas novas imagens de bastidores de ‘Os Fantasmas se Divertem 2’; Confira!

As filmagens de ‘Os Fantasmas se Divertem 2‘ continuam a todo vapor e, agora, novas imagens de bastidores foram divulgadas.

As fotos em questão dão destaque a uma medonha cripta, que deve ser um dos cenários principais da sequência.

Confira:

Anteriormente, outras imagens divulgadas destacaram o retorno de Winona Ryder como Lydia Deetz – 36 anos após o lançamento do filme original.

A atriz aparece caracterizada com o clássico estilo gótico da personagem, incluindo o penteado icônico que a tornou um dos destaques da produção de 1988.

Veja:

Michael Keaton retornará como o icônico Bettlejuice ao lado de Winona RyderCatherine O’Hara.

Jenna Ortega (‘Pânico’) interpretará a filha da Lydia Deetz, personagem da Ryder no longa original. O elenco ainda contará com Willem Dafoe (‘O Farol’), Justin Theroux e Monica Bellucci, que dará vida à esposa do Bettlejuice.

O novo filme estreará oficialmente no dia 6 de setembro de 2024 – 36 anos após o lançamento do longa original.

A produção será lançada no final de semana estendido do Dia do Trabalho – um feriado lucrativo para o estúdio e filmes do gênero. Neste mesmo período, a Warner Bros. já lançou a duologia ‘It: A Coisa‘ (US$1.17B) e ‘A Freira‘ (US$365.5M).

Em 2023, o estúdio irá apostar na sequência ‘A Freira 2‘ para este feriado.

Anteriormente, Burton havia comentado sobre o projeto: “Só sei se estou fazendo um filme quando estou no set filmando. Tento voltar à raiz de tudo. Brota de uma semente e depois cresce, e não dessas declarações. Estou trabalhando em ideias e coisas, mas é tudo muito cedo. Vamos ver como vai ser. Que tal essa resposta sem resposta?”

Lançado em 1988, o filme original acompanha a vida após a morte do casal Adam (Alec Baldwin) e Bárbara (Geena Davis), que sofrem um acidente de carro e ficam presos em sua casa de campo como fantasmas, assombrando-a.

Quando uma família rica e arrogante compra a propriedade, o casal faz de tudo para expulsá-los com a ajuda de uma assombração conhecida como Besouro Suco (Keaton).

‘M3GAN 2.0’ irá explorar AINDA MAIS os perigos das inteligências artificiais, revela James Wan

M3GAN se tornou um dos filmes mais elogiados e bem-sucedidos do ano passado e, em pouco tempo, teve sua sequência confirmada.

Enquanto detalhes sobre a continuação não foram revelados, o produtor James Wan comentou que a história irá mergulhar ainda mais nos perigos da inteligência artificial.

“É cedo ainda, mas a M3GAN está voltando em grande estilo”, ele revelou à Empire Magazine“O primeiro filme veio na hora certa [no tocante à crescente preocupações sobre a IA], e estamos definitivamente mergulhando nisso no próximo. Vamos explorar o universo da IA ainda mais”.

Lembrando que a sequência, intitulada ‘M3GAN 2.0‘, tem previsão de estreia para 17 de janeiro de 2025.

Foi dito que o longa vai contar com o retorno da roteirista Akela Cooper e das protagonistas Allison Williams e Violet McGraw.

No original, Williams interpreta a roboticista que cria M3GAN (Amie Donald) para sua sobrinha órfã, Cady (McGraw), na tentativa de ajudá-la a superar a morte dos pais – e conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Williams também será uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).

No entanto, o diretor Gerard Johnstone, ainda não teve seu retorno confirmado.

Relembre o trailer:

Zendaya revela que se apaixonou IMEDIATAMENTE pela história de ‘Rivais’ após ler o roteiro [COLETIVA]

Luca Guadagnino é um dos diretores mais aclamados da atualidade e, depois de ter conquistado inúmeros elogios por seu trabalho em Me Chame Pelo Seu NomeAté Os Ossos, está de volta ao circuito do entretenimento com a aguardada dramédia romântica esportiva Rivais.

A produção, estrelada por ZendayaJosh O’ConnorMike Faist, acompanha Tashi Duncan, atleta prodígio do tênis que se tornou treinadora, uma força da natureza que não pede desculpas por seu jogo dentro e fora da quadra. Casada com um campeão que tem acumulado apenas derrotas nos últimos jogos, a estratégia de Tashi para a redenção de seu marido toma um rumo surpreendente quando ele deve enfrentar o fracassado Patrick nas quadras. Patrick foi o melhor amigo de seu marido, e é ex-namorado de Tashi. Quando o passado e o presente entram em colisão, e as tensões aumentam, ela deve se perguntar qual será o custo dessa vitória.

Já aclamado pelos críticos e com sólidas projeções de abertura nos cinemas mundiais, o longa deve fazer um grande impacto no circuito fílmico nesse segundo semestre de 2024 – e, com certeza, deve angariar algumas indicações na próxima temporada de premiações.

Recentemente, tivemos a oportunidade de participar de uma coletiva de imprensa com o elenco e a equipe criativa do projeto, que nos revelou detalhes sobre a construção da narrativa.

Durante a conversa, Zendaya, considerada uma das melhores atrizes de sua geração e que tem grandes chances de conquistar uma indicação ao Oscar por seu papel como Tashi Duncan, revelou que simplesmente se apaixonou pelo roteiro após uma leitura na casa de seu agente.

“Fizemos uma leitura simulada na casa do meu agente e eu simplesmente me apaixonei pelo roteiro. Era brilhante”, ela contou. “Isso também me deixou muito nervosa no tocante a algo a ser enfrentado pelo fato do quão complicados esses personagens são. Além disso, não consegui definir que tipo de filme era. Foi divertido. Foi tão engraçado, mas não diria que foi uma comédia. Houve drama, mas não diria que foi apenas um drama. Tinha tênis, mas não era como um filme de esportes. Então, acho que a sensação de que era tudo ao mesmo tempo foi aterrorizante – mas igualmente estimulante e animadora”.

A atriz também comentou sobre a forma como aprendeu a jogar tênis para encarnar a protagonista, dizendo que os treinos eram mais difíceis do que imaginava:

“Eu ficava: ‘sim, consigo fazer isso. OK’. E então você chega no dia seguinte e não consegue recriar [o movimento] e pensa: ‘droga, de volta à estaca zero’. Uma vez eu disse: ‘quero tentar ver como é retornar um saque. Alguém me faz um saque’. A maneira como aquela coisa passou por mim tão rápido, e na época eu ainda estava de óculos, então não conseguia nem ver a maldita [bola]”.

Todavia, mesmo com as dificuldades iniciais, Zendaya aproveitou sua longa experiência como dançarina para tentar outra abordagem – e, eventualmente, o treino deu certo e ela “pegou a manha” do esporte: “em determinado momento, pensei: ‘tudo bem, minha abordagem tem que ser diferente, porque, seja lá o que for, não está funcionando’. Então eu disse: ‘OK, bem, deixe-me abordar isso como se fosse uma coreografia. Eu sou uma dançarina, então deixe-me dançar essa coisa”.

Faist, que dá vida a Art Donaldson no longa-metragem, disse que, após participar da audição, tinha certeza de que não conseguira o papel. Porém, Guadagnino o contatou pouco depois dele ter realizado o teste de cena ao lado de Zendaya e o contratou oficialmente para encarnar o personagem.

“Eles me levaram para Londres para me encontrar com Zendaya e fizemos um teste lá. Lembro que saí do teste e estava andando por Londres e realmente senti que tudo tinha dado terrivelmente errado”, ele contou. “Eu pensei: ‘ah, tudo bem, eu realmente não consegui’. Aí Luca me ligou e disse: ‘Mike, onde você está? Volte, almoce comigo’. Sentamos e almoçamos e conversamos mais um pouco e nos conhecemos.

O’Connor, por sua vez, interpreta Patrick Zweig no projeto e rasgou elogios para o diretor, comentando sobre sua capacidade incrível de fazê-lo sentir confortável na pele do personagem.

“Eu já tinha lido o roteiro antes. Mas então, quando Luca me perguntou sobre participar [do filme], pensei que Patrick estava fora do meu alcance. Senti que esse era um personagem tão confiante, tão avançado, tão confortável consigo mesmo, embora ele tenha, como todos nós, medos e inseguranças. Mas, na verdade, ele vive a vida ao máximo e aceita muito bem suas falhas. Todas essas coisas pareciam um alcance e Luca aceitou isso de maneira brilhante e me fez sentir confortável com isso”, ele revelou.

Lembrando que o filme estreou hoje, dia 25 de abril, nos cinemas nacionais.

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Crítica | Zendaya trilha caminho para o Oscar na IMPECÁVEL dramédia esportiva ‘Rivais’

Vídeo compila os MELHORES momentos de ‘A Lenda de Vox Machina’ antes da estreia dos novos episódios; Confira!

A 3ª temporada de ‘A Lenda de Vox Machina‘, série animada adulta inspirada no clássico jogo ‘Dungeons & Dragons‘ chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilando os melhores momentos das duas primeiras iterações.

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O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 03 de outubro.

A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.

A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.

A produção ainda conta com as vozes de Ashley JohnsonTravis WillinghamLaura BaileyLiam O’BrienTaliesin JaffeMarisha RaySam Riegel.

‘Lazarus’: Novo anime da Max ganha trailer INCRÍVEL e data de estreia; Confira!

Max divulgou o trailer oficial de ‘Lazarus’, novo anime produzido em parceria com o Adult Swim.

A produção tem estreia agendada para o dia 06 de abril na plataforma de streaming.

Confira:

A produção foi criada por Shinichiro Watanabe.

No ano utópico de 2052, o Dr. Skinner descobriu uma droga milagrosa. Em 2055, Skinner anuncia que a droga tem uma meia-vida de três anos e em breve todos que a tomaram morrerão. Uma força-tarefa de cinco agentes é montada para localizar o cientista e criar uma vacina. Seu nome é “Lazarus”.

O elenco de voz é formado por Mamoru MiyanoMakoto FurukawaMaaya YchidaYuma UchidaManaka IwamiMegume HayashibaraAkio OtsukaKoichi Yamadera.

Watanabe também fica responsável pelo roteiro dos episódios ao lado de Dai SatoTakahiro OzawaTsukasa Kondo.

Happier Than Ever | ACLAMADO álbum de Billie Eilish completa 4 anos

Billie Eilish fez sua estreia oficial no mundo da música em 2019, com o incrível e premiado ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, que garantiu à cantora e compositora inúmeras estatuetas do Grammy, incluindo a de Álbum do Ano. Pouco depois, Eilish foi contratada para encabeçar a música-tema do vindouro ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ e se consolidou como uma das melhores artistas do cenário contemporâneo da música. Dentro desse espectro, Happier Than Ever, seu segundo compilado de originais, se sagrou como uma continuidade de uma crescente pulsão artística, configurando-se como um projeto ambicioso e que, mesmo quatro anos depois de seu lançamento, merece nossa total atenção.

Com nada menos que dezesseis faixas, o álbum vinha sido promovido desde o ano passado, com o lançamento de “My Future”, uma belíssima e inesperada faixa que manteve laços artísticos com a produção anterior sem deixar de lado a busca pela originalidade – movida essencialmente pelo piano, pela sutileza dos vocais e por uma produção impecável cortesia das habilidosas mãos de Finneas O’Connell. Pincelado com uma mudança brusca de progressão, característica já marcante na carreira de Eilish (como vimos, por exemplo, em “you should see me in a crown”), a dramática faixa deixou ainda mais evidente sua paixão pela escrita criativa e pela mistura envolvente de gêneros.

Se há algo que fica claro com a chegada da nova obra é a homenagem que a performer faz a cada um dos artistas que a influenciaram desde as primeiras incursões artísticas com EPs que merecem mais reconhecimento do que tem. Inclinando-se inclusive para referências brasileiras, é notável como Billie não tem remorsos em fazer o que bem entender: em “Therefore I Am”, outro dos singles promocionais lançados em 2020, ela retoma o pop noir de “bad guy”, que a colocou no topo das paradas mundiais e lhe rendeu duas estatuetas do Grammy (Música do Ano e Canção do Ano), em uma narrativa que beira o metafísico sem perder a veia ácida (“não sou sua amiga ou qualquer coisa, droga; você acha que é o cara”). O mesmo teor trip-hop se estende para a deliciosa percussão de “Lost Cause”, outro dos vários ápices, que flerta com uma complexa sensualidade.

Talvez o aspecto mais interessante de Happier Than Ever seja a sutileza indesculpável no qual ele se alicerça: enquanto a estreia de Eilish foi marcada pelo choque, aqui ela alcança o mesmo objetivo mudando completamente a perspectiva e as mensagens a que se promove a entregar aos fãs. Desde as irretocáveis inflexões minimalistas às densas metáforas que exalam dos versos, há um senso de credibilidade que emana da posição em que a artista se encontra que nos faz aceitar o diabólico convite para essa jornada de autodescobrimento. “NDA” arranca uma das melhores letras dos últimos anos (“levei um garoto bonito para casa, mas ele não pôde ficar; quando saiu, o fiz assinar um acordo de sigilo”) e explode em um electro-pop ecoante; já “Your Power” exila-se num oposto complementar, delineado pelos acordes do violão e por uma mensagem angustiante de cautela.

Há um senso de desespero que permeia cada uma das faixas – mas não no sentido pejorativo da palavra, e sim no tocante a escolhas estéticas propositalmente cíclicas que nos engolfam em um beco sem saída reflexivo. A pungente demarcação de amadurecimento mandatório em “Getting Older” e o trip-hop experimental de “I Didn’t Change My Number” são canções que exemplificam isso. Mas o mesmo não pode ser dito de “Billie Bossa Nova”, uma honesta construção que combina perfeitamente com o alcance vocal da cantora, amalgamando passado, presente e futuro em um mesmo lugar. A faixa-titular também carrega um classicismo mascarado e fabulesco, cuja candura invejável é apenas a cereja do bolo de um denso paradoxo que só pode ser sentido, não explicado.

Se Billie já havia nos agraciado com um coeso álbum dois anos atrás, aqui ela se vê confortável o suficiente para migrar do trap à eletrônica ao dark pop num piscar de olhos. “Oxytocin”, facilmente a melhor entrada da obra, é uma viagem críptica e narcótica, mimetizando e sintetizando o trance em algo único e que é pouco encontrado no cenário mainstream da atualidade. O sugestivo título não esconde nada por trás dos cruciantes versos que denotam um retardatário controle da liberdade feminina e que não pensam duas vezes antes de “cutucar” um tradicionalismo condenável. “Not My Responsibility” já preza por uma intrigante ambientação futurista, enquanto tudo culmina para uma inesperada e controversa balada intitulada “Male Fantasy”.

Não há outra palavra que descreva Happier Than Ever além de fantástico. A força-motriz do segundo álbum de Eilish é o desprendimento de quaisquer amarras que poderiam atrapalhar seu processo criativo – e uma declaração de que ela pode fazer o que bem entender, não importam quem sejam seus críticos mais ferrenhos. E, enquanto alguns enxergavam-na como uma efemeridade, só posso dizer que ela veio para ficar – e que seu momento na música apenas começou.

‘Elio’ conquista DEZ indicações ao Annie Awards, o Oscar da animação

A animação Elio chegou aos cinemas de todo o mundo no ano passado e, apesar das boas críticas, não teve uma bilheteria tão sólida quanto o esperado. Felizmente, a produção continua a ser reconhecida na temporada de premiações e, durante o anúncio de indicados ao Annie Awards 2026, o longa co-liderou a lista com dez nomeações.

O filme concorre em categorias como Melhor AnimaçãoMelhor Atuação de Voz em Filme para Remy Edgerly, que interpretou Glordon.

Os vencedores serão revelados no dia 21 de fevereiro.

Na trama, Elio é um azarão com uma imaginação fértil que se vê inadvertidamente teletransportado para o Comuniverso, uma organização interplanetária com representantes de galáxias distantes. Identificado erroneamente como embaixador da Terra para o resto do universo, ele começa a formar novos laços com alienígenas excêntricos enquanto descobre quem ele realmente deveria ser.

Crítica | ‘Elio’ resgata as glórias da Pixar em uma tocante e honesta narrativa sci-fi

Adaptação do BEST-SELLER ‘Depois Daquele Ano’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

Depois Daquele Ano‘ (Every Year After), adaptação do romance best-seller de Carley Fortune, finalmente chegou ao catálogo do Prime Video.

A produção foi lançada no serviço de streaming hoje, 10 de junho, a tempo da comemoração do Dia dos Namorados no Brasil.

A história, descrita como “romântica e nostálgica”, se passa ao longo de seis anos e uma semana na charmosa cidade fictícia de Barry’s Bay, um típico refúgio à beira do lago. Lá, um relacionamento que nasceu em verões ensolarados será testado pelo tempo, pelas escolhas e pelos fantasmas do passado.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A adaptação é estrelada por Sadie Soverall (Saltburn, Fate: The Winx Saga) no papel de Percy e Matt Cornett (High School Musical: The Musical: The Series) no papel de Sam, o par romântico da história.

Além de Soverall e Cornett, o elenco conta com: Aurora Perrineau (KAOS, Westworld) como Chantal; Abigail Cowen (Fate: The Winx Saga, The Ritual) como Delilah; Michael Bradway (Chicago Fire) como Charlie; Joseph Chiu (Rua do Medo: Rainha do Baile) como Jordie.

Amy B. Harris assume o papel de showrunner. Ela tem um histórico consolidado com a Amazon MGM Studios, onde possui um acordo global de desenvolvimento. Ela também foi responsável por séries como ‘The Wilds‘ (Prime Video), ‘The Carrie Diaries‘ (prequel de Sex and the City) e atuou como produtora e roteirista na série original ‘Sex and the City‘. Outras passagens notáveis de Harris incluem ‘Gossip Girl‘, ‘Designated Survivor‘ e ‘The Comeback‘.

Além de Harris, estão na produção executiva a própria Fortune, Lindsey Liberatore, Amy Rardin e John Stephens.

Saiba quem vai morrer em ‘Crise nas Infinitas Terras’

Parece que o ‘Arrowverse‘ terá uma morte impactante durante o especial ‘Crise nas Infinitas Terras‘, segundo o We Got This Covered.

Durante o final da 7ª temporada de ‘Arrow, o Monitor previu que Oliver Queen iria morrer, o que ficou em aberto durante o crossoverElseworlds‘ quando o herói faz um acordo com o vidente para poupar as vidas de Flash e Supergirl.

Segundo fontes do site, Oliver Queen morrerá, de fato, para salvar o multiverso. No entanto, detalhes não foram revelados, já que a trama do crossover ainda não foi divulgada.

A notícia não é uma novidade, pois alguns fãs já esperavam que o herói pudesse se aposentar ou que acabaria morto.

Talvez o estúdio esteja planejando um desfecho parecido com o de ‘Vingadores: Ultimato‘, com o herói que deu início ao ‘Arrowverse‘ se sacrificando para concluir a história inciada em 2012.

Unindo Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘, ‘Crise nas Infinitas Terras terá cinco horas de duração e deve concluir a trama inciada no primeiro crossover entre as produções.

O especial deve acontecer entre 8 de dezembro e 14 de janeiro.

Confira as novas imagens promocionais do elenco:

‘Viúva Negra’: Florence Pugh diz que foi assustador se juntar ao MCU

Florence Pugh fará sua estreia no MCU em ‘Viúva Negra’, interpretando Yelena Belova, e pode se tornar uma personagem essencial no futuro da franquia.

Durante uma entrevista para a Elle Magazine, a atriz revelou que foi assustador quando se deu conta de que faria parte de algo tão grande como os filmes da Marvel.

“É a Marvel! Quando eu me dei conta conta do que tinha pela frente, foi assustador. Eu ainda tenho muito o que aprender, e participar de um filme como esse é muito desafiador. Fazer parte disso foi uma grande decisão. Espero seguir os passos de Scarlett Johansson, ela faz isso tão bem. Eu adorei quando anunciamos o filme numa convenção e os fãs foram à loucura só por vê-la caminhar quando foi chamada ao palco.”

Pugh também falou sobre expectativa em saber como o público vai reagir à presença de Belova no filme.

“Eu interpreto um personagem inédita no MCU, mas os fãs a conhecem bem pelos quadrinhos. Eu não sabia se as pessoas iam me aceitar ou odiar. Teve um dia que eu estava muito nervosa e insegura nos bastidores, mas Scarlett me deu a mão e percebi que ela também estava nervosa. Então eu percebi que essa sensação nunca vai embora? Achei que ela já estivesse acostumada, porque ela é uma lenda.”

Lembrando que ‘Viúva Negra‘ tem estreia agendada para 29 de outubro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

Em ‘Viúva Negra‘, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff confronta o lado mais sombrio de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada ao seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Romanoff precisa lidar com seu legado como espiã e encarar as relações enfraquecidas que deixou para trás depois se juntar aos Vingadores.

Além de Johansson e Pugh, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘WandaVision’ terá uma participação especial tão impactante quanto o Luke em ‘O Mandaloriano’, diz Elizabeth Olsen

A trama de ‘WandaVision‘ está se expandindo e mais rostos estão começando a ser introduzidos, como Jimmy Woo (Randall Park) e a Dra. Darcy Lewis de (Kat Dennings).

No entanto, a série ainda vai ter uma participação que vai explodir a cabeça dos fãs, como provocou Elizabeth Olsen.

Durante uma entrevista para o TV Line, a intérprete de Wanda Maximoff disse que essa participação será tão impactante quanto a chegada de Luke Skywalker na 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘.

“Eu nem acredito que isso ainda não vazou. Certamente, ‘WandaVision‘ tem seu momento Luke Skywalker, confirmou a estrela.

E aí, você consegue imaginar sobre quem ela estaria se referindo? Será que veremos o retorno de Pietro ou teremos a chegada do Magneto no MCU?

O que você acha?

Lembrando que a Marvel divulgou um novo trailer da série, indicando que a ilusão criada pela Feiticeira Escarlate/Wanda Maximoff mostrada até agora está prestes a se desfazer.

Confira:

Lembrando que o quinto capítulo será lançado no dia 05 de fevereiro.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Pacificador’: Elenco da série posa com James Gunn em nova imagem dos bastidores; Confira!

Em seu perfil do Twitter, o diretor James Gunn relembrou seus seguidores que a série do ‘Pacificador‘ vai ganhar novidades durante a DC FanDome, que será realizada hoje!

Aproveitando a oportunidade, o cineasta publicou uma imagem ao lado de alguns membros do elenco, como o protagonista John Cena, Jennifer Holland, Steve Agee, Danielle Brooks, Chukwudi Iwuji e Freddie Stroma.

Confira:

Para quem não sabe, a série irá explorar as origens de um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

Além de dirigir diversos episódios, Gunn escreveu o roteiro da série. Cena, por sua vez, também servirá como produtor executivo do projeto.

O elenco ainda contará com Robert Patrick e Nhut Le.

Por que a Disney pode perder os direitos sobre a imagem do Mickey Mouse em breve? Entenda!

A famosa animação ‘Steamboat Willie‘, que traz a primeira aparição do Mickey Mouse, vai completar 95 anos em 2024, o que pode representar o fim do domínio da Disney sobre o clássico desenho.

Isso porque o desenho se tornará domínio público daqui a dois anos, de acordo com a lei de direitos autorais dos Estados Unidos (via The Guardian).

Sendo assim, a Disney não terá mais controle criativo sobre a imagem do Mickey, que tornou-se um símbolo para o estúdio, e qualquer artista poderá usá-lo.

Por outro lado, o personagem só poderá ser usado sem a adição de elementos que vinculem sua imagem à Disney, incluindo seu atual visual, que vem sendo reformulado pelo estúdio desde a década de 1920.

Caso um artista use o design atualizado do Mickey, pode ser multado por conta de violação de marca registrada, já que apenas o design de ‘Steamboat Willie‘ entrará em domínio público.

Qualquer outra variação do Mickey ainda permanece sob os diretos da Disney até que também completem 95 anos.

Apesar disso, vale lembrar que a Disney já usou sua influência para alterar a lei mencionada…

Até a década de 1970, qualquer propriedade entrava em domínio público após 55 anos. No entanto, a Disney se juntou a outras empresas em 1976 e conseguiram aprovar uma nova lei, adicionando mais 20 anos aos direitos de imagem de um projeto.

Em 1998 aconteceu o mesmo e mais 20 anos forram adicionados, fazendo com que qualquer propriedade entrasse em domínio público somente após 95 anos após sua criação.

Vale lembrar que a imagem de outro personagem usado pela Disney também entrou em domínio público…

No início deste ano, o ‘Ursinho Pooh, criado por A.A. Milne em 1926, deixou de ser propriedade privada e os personagens até vão ganhar um filme de terror bizarro, intitulado ‘Winnie the Pooh: Blood and Honey‘.

Diferente da divertida animação infantil da Disney, o longa escrito e dirigido pelo estreante Rhys Frake-Waterfield promete cenas sangrentas, violentas e traumáticas.

Ainda sem previsão de estreia, o IMDb descreve o longa como uma releitura dos personagens criados por Milne.

Estrelada por Amber Doig-Thorne, Maria Taylor e Danielle Scott, a trama mostra Pooh e Leitão como vilões famintos depois que Christopher Robin vai para a faculdade e não tem mais tempo de cuidar deles.

Quando a vida dos personagens se torna difícil, eles precisam se virar sozinhos e acabam se voltando às suas raízes animalescas. Eles não são mais bonzinhos, são um urso implacável e um porco que querem sair por aí em busca de presas.

O projeto independente ganhou forma depois que os direitos dos personagens entraram em domínio público no início deste ano.

Apesar disso, Waterfield fez questão de tomar cuidado para não abusar das referências ao material original ou às animações da Disney, evitando elementos marcantes, como a camiseta vermelha de Pooh, que agora veste uma camisa quadriculada.

Confira as imagens:

 

‘Stranger Things’: Gaten Matarazzo tem medo de ficar desempregado após o fim da série

O elenco de ‘Stranger Things‘ está em clima de despedida, já que a série vai chegar ao fim na próxima temporada… O que traz algumas preocupações sobre o futuro além da série.

Este é o caso de Gaten Matarazzo, que não tem muitos créditos além da série da Netflix.

Além do filme ‘Honor Society‘ (2022), o intérprete de Dustin Henderson se dedicou mais à dublagem do que à atuação.

Por conta disso, ele disse ao apresentador Jimmy Fallon, no The Tonight Show (via Comic Book), que teme ficar desempregado após o fim de ‘Stranger Things‘.

“A série é algo tão importante para todos nós e foi essencial para o crescimento que tive durante toda a minha adolescência até os 20 anos. É algo que definiu os últimos 10 anos da minha vida.”

Ele continuou, falando como se sente em relação ao fim do programa:

“Há uma espécie de empolgação porque você sempre quer encerrar ciclos e ver como esses personagens finalmente se desenvolverem uma última vez e como eles vão terminar suas jornadas. Mas também estou sentindo um medo profundo. A série não é apenas incrível, mas tem sido uma segurança na minha carreira, esse foi o meu emprego na última década, e agora me vejo de volta ao ramo freelancer.”

Por fim, Matarazzo também disse que espera do capítulo final para Dustin, Eleven e o resto das crianças de Hawkins.

“Eu adoraria ver esses personagens prosperarem e superarem o trauma que sofreram nos últimos anos.”

Seria um descanso merecido, não é mesmo?

Até lá, vale lembrar que todas as quatro temporadas continuam disponíveis na Netflix.

Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

Em voto popular, Timothée Chalamet é eleito o homem mais bonito de 2023

Como já virou tradição, todo ano o site TC Candler (via CNA LifesStyle) compartilha uma lista com as 100 personalidades mais bonitas do mundo.

Em 2023, o primeiro lugar entre os nomes masculinos ficou com Timothée Chalamet, famoso por seus trabalhos em ‘Me Chame Pelo Seu Nome’, ‘Duna’ e ‘O Rei‘.

O astro de 28 anos ficou a frente de galãs como Henry Cavill (‘O Homem de Aço’) e do ator e cantor Keung To, membro do grupo de garotos do Hong Kong Mirror.

Famoso também pelo papel principal em ‘The Witcher e por encarnar Sherlock Holmes em ‘Enola Holmes’, Cavill ocupa o segundo lugar, enquanto To fica em terceiro.

Apesar da lista ser controversa para alguns, o portal utiliza votos populares para definir as posições, e este ano Timothée levou a melhor em questão de popularidade.

O curioso é que diversos artistas do Japão, China e Coreia do Sul aparecem entre os mais votados, mostrando que a cultura asiática vem ganhando cada vez mais força e reconhecimento.

Confira o TOP 10:

Timothée Chalamet
Henry Cavill
Keung To
Ni-ki
Lucien Laviscount
Austin Palao
Zhang Zhehan
Bang Chan
Halil İbrahim Ceyhan
Kim Tae-hyung

Lembrando que o filme mais recente de Chalamet é Wonka‘, pré-sequência de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolates’.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

“Baseado no livro de Roald Dahl, a comédia musical Wonka acompanha a história do excêntrico Willy Wonka. Desta vez, descobrimos como começou a história do jovem Willy (Chalamet) em sua jornada até se tornar o dono da maior fábrica de chocolate do mundo, deixando para sempre a casa de seus pais e embarcando em uma de suas aventuras mais fantásticas que, eventualmente, resultou no encontro com seus fiéis ajudantes, os Oompa-Loompas (Grant).”

Além de Timothée Chalamet no papel titular, o elenco conta com Hugh GrantKeegan Michael-KeyTom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally Hawkins e Rowan Atkinson.

Paul King, de As Aventuras de Paddington, dirige.