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Um Dia Cinco Estrelas

 

Elenco:

Estevam Nabote
Nanny People
Aline Campos

 

Direção: Hsu Chien

Gênero: Comédia

Duração: 90 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 6 de Julho de 2023

Sinopse: 

Pedro Paulo passa dia e noite cuidando do seu Mozão, um Opala dos anos 70. Para ajudar a família a sair do sufoco e realizar o sonho da sua mãe de viajar para Buenos Aires, ele começa a trabalhar como motorista de aplicativo. Durante a nova jornada, ele passa por situações inusitadas e divertidas que mudam a vida de Pedro Paulo, da sua família e dos seus passageiros.

Crítica | Um Dia Cinco Estrelas é uma comédia colorida, FRENÉTICA e bastante humana…

Curiosidades: 

» O roteiro é assinado pela dupla Cris Wersom e Ricky Hiraoka;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Confira o trailer DUBLADO de ‘Os Observadores’, terror dirigido pela filha de M. Night Shyamalan

A Warner Bros. divulgou o trailer dublado de ‘Os Observadores‘ (The Watchers), terror dirigido por Ishana Night Shyamalan – filha do aclamado cineasta M. Night Shyamalan (‘Fragmentado’).

O estúdio ainda confirmou que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de junho – uma semana após a data de estreia original.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de marcar sua estreia diretorial, Ishana Night Shyamalan também assina o roteiro – que é baseado no romance homônimo de A.M. Shine.

“A trama conta a história de Mina, artista de 28 anos, que se perde em uma imensa e assustadora floresta natural no oeste da Irlanda. Quando Mina finalmente encontra abrigo, ela acaba presa ao lado de três estranhos que são vigiados e perseguidos por criaturas misteriosas todas as noites. “

O elenco conta com Dakota Fanning, Georgina Campbell, Oliver Finnegan e Olwen Fouéré.

Ti West, da trilogia ‘X: A Marca da Morte’, comandará nova série do Prime Video

De acordo com o Variety, Ti West (‘X: A Marca da Morte’) será responsável pela direção da série de comédia sombria ‘Bloodlust‘, que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.

O roteiro será assinado pela cantora Halsey, que já colaborou com o cineasta em ‘MaXXXine‘.

Ela também servirá como criadora e produtora executiva do projeto.

Ti West também atuará como produtora executivo ao lado de Mark Friedman (‘Severance’) – que também será o showrunner do seriado.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Novas informações devem ser reveladas em breve.

Recentemente, West comandou a bem-sucedida trilogia X, composta por ‘X: A Marca da Morte‘, ‘Pearl‘ e ‘MaXXXine‘. Aclamados pelos críticos, a saga registrou um retorno de quase US$ 50 milhões nas bilheterias mundiais.

Amor Apocalipse

(Peak Everything)

 

Elenco:

Piper Perabo
Patrick Hivon
Gilles Renaud

 

Direção: Anne Émond

Gênero: Comédia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 11 de Junho de 2026

Sinopse: 

Em AMOR APOCALIPSE, Adam sofre de ecoansiedade. Ao ligar para o suporte de uma luminária terapêutica, conhece Tina. Entre tempestades e colapsos, os dois se conectam — provando que, mesmo quando tudo desmorona, ainda há espaço para o amor.

‘Amor Apocalipse’, selecionado para a Mostra de São Paulo, ganha trailer nacional e cartaz

 

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Anne Émond também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Cinebiografia do Michael Jackson já arrecadou quase US$ 900 milhões mundialmente

Sucesso! A cinebiografia ‘MICHAEL‘ já arrecadou quase US$ 900 milhões nas bilheterias mundiais.

Além de representar a segunda maior arrecadação do ano – atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘ (US$1B) –, o longa também se tornou a maior arrecadação global da história da Lionsgate, superando sucessos como ‘Crepúsculo‘ e ‘Jogos Vorazes‘.

Nos EUA, o longa soma US$ 354.2 milhões. Internacionalmente, foram US$ 543.6 milhões através de 83 territórios – totalizando uma arrecadação global de US$ 897.9 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a Reino Unido (US$68.1M), França (US$54.5M), Alemanha (US$34.3M), Brasil (US$32.2M) e México (US$30.7M).

‘Michael’: Filme originalmente abordaria acusações de abuso e investigações policiais

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 39% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a cinebiografia conquistou os espectadores, recebendo uma nota A- no CinemaScore e alcançando impressionantes 97% de aprovação do público no RT.

‘Michael’: Rei do Pop quase ganhou cinebiografia inusitada sob o olhar de Bubbles, o famoso chimpanzé do astro

Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

‘Michael’: Cinebiografia sobre o rei do pop é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

‘Em Ritmo de Fuga’: Vídeo fala sobre a importância da música no filme; Confira!

Em Ritmo de Fuga‘ ganhou um novo vídeo promocional, que fala sobre a importância da trilha sonora para a construção da produção.

Confira:

Durante uma conversa com o site Cinema Blend, o diretor da produção, Edgar Wright, comentou sobre o papel da música no thriller de ação.

Segundo ele:

“A trilha é e não é a peça chave do filme. Não é um musical, tipo ‘Mamma Mia!‘, mas a música é uma parte importante, considerando que o personagem de Ansel está escutando o tempo todo. Então não se trata de uma produção na qual as pessoas cantam, mas é aos moldes do que vemos nas obras de Scorsese, Tarantino e Soderbergh, em que a trilha sonora possui uma atmosfera de jukebox. A ideia é que o protagonista esteja tocando essas canções e é por isso que elas são escolhidas a dedo. E a música ou estará em seus ouvidos, tocando em uma lanchonete ou em um aparelho de som. Ou seja, há sempre música nas cenas. Essa é a premissa adotada”.

Vale lembrar que estão no elenco: Ansel Elgort , Jon Bernthal, Lily JamesJon Hamm, Eiza Gonzalez, Jamie Foxx e Kevin Spacey.

A trama acompanha o protagonista Bebê (Ansel Elgort, de ‘A Culpa é das Estrelas’), chamado assim por conta de sua jovem aparência, que trabalha como motorista para diferentes ladrões de banco em fuga. Certo dia, ele se mete em apuros quando um assalto à banco dá errado.

O roteiro foi escrito por Wright. Eric Fellner e Tim Bevan, produtores da trilogia Cornetto, de Wright, voltam a trabalhar com o cineasta no filme de ação.

‘Bad Boys’: Spin-off para TV ganha primeira imagem; Confira!

As filmagens do spin-off para TV de ‘Bad Boys‘ seguem a todo vapor e a primeira imagem direto dl set foi divulgada.

Nela, Jessica Alba e Gabrielle Union aparecem já em ação.

Confira:

 

Na trama, Alba viverá Nancy McKenna, uma mãe trabalhadora que ao lado de seu marido cria seus dois enteados. Com um histórico militar, ele entrou para o exército norte-americano ainda quando era adolescente, servindo no Iraque e no Afeganistão. Embora tenha estado frente a frente com situações de risco, seu trabalho atual é um pouco diferente disso, operando de maneira mais sutil de dentro do departamento de polícia de Los Angeles.

Parceira de trabalho da desbravadora e corajosa ex-agente do DEA, Syd Burnett, ela não consegue evitar em se inspirar e até mesmo desejar o espírito livre e estilo de vida da colega.

Produzido pela NBC, o piloto do spin-off de ‘Bad Boys‘ foi escrito por Brandon Margolis e Brandon Sonnier, sendo dirigido por Anton Cropper. Além de estrelar, Jessica Alba também será a produtora-executiva do projeto, ao lado dos produtores Jerry Bruckheimer e Doug Belgrad. A série será conduzida pela Primary Wave Entertainment e Sony Pictures TV.

‘Boneca Russa’: Série da Netflix conquista 100% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A série ‘Boneca Russa‘ é o mais novo sucesso da Netflix e a crítica especializada não mediu elogios para a nova  produção, que já conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Sendo ovacionada de forma geral, a série foi elogiada pela caracterização da protagonista, vivida por Natasha Lyonne, e pelo desenrolar da trama, que mantém o público vidrado e engajado.

E se você ainda não conferiu a produção e não sabe o que esperar dela, separamos suas principais avaliações.

Confira:

“Há um monte de ideias aqui – algumas jogadas contra a parede para ver se eles vão pegar -, mas o verdadeiro prazer desta viagem de quatro horas são as performances. Lyonne está excelente”.- Verne Gay, Newsday

“É uma performance em que o ator entende o personagem tão bem, até cada pequeno gesto que ela faz, cada contração de seu rosto, que é surpreendente, às vezes, lembrar que ela é fictícia”. – Linda Holmes, NPR

“A ‘Boneca Russa’ é mais peculiar do que apocalíptica e, ao contrário de Black Mirror, as porcas e parafusos da história fazem pouco sentido, uma vez que você assistiu todo o caminho”. – Ed Power, Daily Telegraph (UK)

“A ‘Boneca Russa’ é extraordinariamente empática sobre a jornada através de memórias traumáticas e a evisceração necessária para atravessá-las”.- Sonia Saraiya, Vanity Fair

“Uma guinada no terceiro episódio torna o desenvolvimento mais convincente, transforma a série em algo mais fascinante do que uma premissa de ‘Feitiço do Tempo’, de redefinições infinitas, e aumenta o interesse do espectador no resultado final de Nadia”. – Hank Stuever, Washington Post

 

Natasha Lyonne, Amy Poehler e Leslye Headland estrelam.

‘Shang-Chi’: Diretor se isola sob suspeita de coronavírus e filmagens são interrompidas

O diretor do novo filme da Marvel, ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, Destin Daniel Cretton, decidiu se isolar de forma preventiva, sob a suspeita ter sido contagiado com o coronavírus.

Em virtude dessa decisão, a produção do novo longa do MCU acabou tendo que ser suspensa, prezando também pela seguridade e qualidade de vida de todos os demais funcionários. A informação foi divulgada pelo The Hollywood Reporter.

E segundo a publicação, Cretton tomou a decisão de se submeter ao teste de COVID-19 e enquanto aguarda os resultados, foi aconselhado a entrar em um breve período de isolamento.

A medida também fora adotada pelo fato do diretor ter se tornado pai recentemente. A fim de proteger seu bebê recém-nascido, Cretton decidiu se antecipar e evitar qualquer eventual contaminação.

Em um comunicado emitido às equipes de trabalho da produção, a Marvel Studios explicou a situação:

“Como muitos de vocês sabem, Destin, nosso diretor, tem um bebê recém nascido. Ele queria tomar precauções extras, considerando o atual ambiente, e decidiu se submeter ao teste de Covid-19. Atualmente ele está em período de auto isolamento, sob recomendação médica. Enquanto ele espera pelos resultados dos exames, nós estamos suspendendo a primeira unidade de produção como um cuidado maior, até que os resultados sejam divulgados na próxima semana. A segunda unidade de produção continuará operando normalmente. Nós entraremos em contato com todos na próxima terça-feira com atualizações. Esse é um período sem precedentes. Nós agradecemos a compreensão de todos, enquanto atravessamos esse momento”.

 

Recentemente, o diretor Destin Daniel Cretton revelou ao Collider que a estética do filme seria inspirada em ‘Matrix’.

Para ajudar na proposta, o diretor de fotografia Bill Pope, foi adicionado à equipe de filmagem.

Pope tem um estilo muito bonito! É natural e aprimorado. Qualquer um que tenha trabalhado em ‘Matrix‘ se sairia bem nesse filme [‘Shang-Chi‘].”

Além de ‘Matrix‘, Pope também já trabalhou nas sequências ‘Homem-Aranha‘ 2 e 3, e ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’.

Lembrando que ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ estreia em fevereiro de 2021.

O elenco conta com Simu Liu, Tony Leung, Awkwafina, e Rosalind Chao.

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

‘Generation’: Adolescentes revelam sua identidade em série LGBTQ+ da HBO Max; Assisa ao trailer!

A nova série adolescente original da HBO Max, intitulada ‘Genera+ion‘ (Generation) ganhou um intenso trailer, que traz o astro Justice Smith em destaque.

Confira:

Na trama, um diverso grupo de estudantes navega pela adolescência, à medida que lidam com o florescimento de sua sexualidade e a descoberta das primeiras paixões juvenis.

A série de comédia dramática contará com episódios de cerca de meia hora de duração cada e foi desenvolvida por Zelda Barnz, de apenas 19 anos, em parceria com o seu pai – o diretor Daniel Barnz.

Lena Dunham assume a função de produtora executiva do projeto.

Generation‘ estreia no dia 11 de março na HBO Max, com dois episódios semanais, durante duas semanas. O último episódio vai ao ar no dia 11 de abril.

Já a segunda parte da temporada, que será composta por outros oito episódios, estreia em meados de 2021, em data a ser confirmada.

 

 

‘A Crônica Francesa’: Comédia com Timothée Chalamet e Frances McDormand estreia na plataforma Star+

A aclamada comédia dramática ‘A Crônica Francesa’, dirigida e roteirizada por Wes Anderson, já está disponível na plataforma Star+. A produção teve a sua estreia nesta semana na grade de programação.

‘A Crônica Francesa’ é um filme que serve como uma carta de amor aos jornalistas. Ambientada em um posto avançado de um jornal americano em uma cidade pacata fictícia na França do século XX, o filme traz à vida crônicas e coleções de histórias publicadas no jornal “The French Dispatch Magazine”.

Timothée Chalamet, Frances McDormand, Benicio Del Toro, Jeffrey WrightAdrien BrodyLéa Seydoux, Tilda SwintonMathieu Amalric, Lyna KhoudriStephen ParkOwen WilsonBill Murray estrelam.

Relembre o trailer:

Crítica | A Balada de Buster Scruggs – Relatos Selvagens do Velho Oeste

Com seis contos peregrinos ambientados na temática faroeste, Joel e Ethan Coen dirigem, escrevem e produzem uma das maiores pérolas cinematográficas de 2018. Além do encantamento realizado pela entusiástica fotografia, os personagens de A Balada de Buster Scruggs (The Ballad of Buster Scruggs) são dos mais variados estilos e completamente arrebatadores ao seu proveito.

Com o eixo narrativo baseado nas histórias de um livro, cujo a câmera descortina as páginas e faz a tipografia do papel saltar em radiantes imagens, A Balada de Buster Scruggs inicia-se exatamente com o personagem-título (Tim Blake Nelson), um cavaleiro tagarela que quebra a quarta parede para aproximar o público de sua ousadia. Em 15 minutos de vídeo, o atirador conquista nossa atenção e nos cativa com seus números musicais, sendo o mais contagiante “Surly Joe”.

Mal a sua história dar-se por findada, embarcamos na aventura do ladrão de banco na pele de James Franco (Artista do Desastre) em Near Algodones. Nesta sequência, os irmão Coen misturam o policial e o burlesco de maneira inspiradíssima, relembrando os clássicos de John Ford (1894-1973). A assinatura dos diretores estão alojadas em todos os recantantos da saga, com vestígios de Fargo: Uma comédia de Erros (1996) e Bravura Indômita (2010).

Com o adeus de James Franco, já pegamos carona na charrete de Liam Neeson (As Viúvas). A partir de um tom mais sombrio, o conto Meal Ticket deixa uma impressão amarga e uma flechada no coração. Se esse era o objetivo dos produtores, acertaram em cheio ao baixar o nível da ação e apresentar a comoção, aliada a proclamações esparsas da bíblia e da literatura inglesa. A interpretação de Harry Melling, conhecido pelo papel de Dudley Dursley na saga Harry Potter, é uma das pungentes e inesquecíveis do filme.

Seguindo um caminho mais lírico, o terceiro conto é encabeçado por um velho viajante (Tom Waits) que chega a um ambiente de pura magnitude natural e começa a cavar em busca de pepitas de ouro. Quase em forma de fábula, a narrativa nos carrega à apresentação da curta perenidade dos seres-vivos, em contraposição a infinitude dos minerais. O brilhantismo dos Coen está na transformação de acontecimentos banais em ocasiões totalmente peculiares.

Na próxima página, a amplitude da natureza dá espaço a Alice Longabaugh (Zoe Kazan) e aos latidos do cachorro Presidente Pierce, o qual incute a piada de chamar-se como o político anti-abolicionista considerado um desastre no cargo entre 1853-1857. Em uma caravana, a jovem encontra-se sozinha e endividada por conta da morte do irmão (Jefferson Mays) durante a travessia entre cidades. Neste cenário de desilusão, cria-se uma radiante expectativa pelo futuro da moça. Do singelo ao aterrorizante, os Coen surpreendem o público pela quinta vez.

Para encerar seu arsenal de anedotas, o conto The Mortal Remains imprime mais elegância e uma atmosfera de suspense à la Agatha Christie. De mesma forma que começamos com músicas originais, encerra-se com cantorias que narram as elipses do roteiro. Cinco personagens discutem suas motivações de viagem dentro da carruagem até uma cidade distante. Entre embates e revelações, o desfecho deixa dúvidas pendentes e reticências pelo porvir e, assim, o livro se fecha.

A Balada de Buster Scruggs revive os filmes westerns e mantém o seu tom, apesar das diferentes situações, sem nunca perder o fôlego, a métrica ou o frescor a cada nova perspectiva, do malandro Buster à inocente Alice. Lançamento pela Netflix, este combo de estupendas histórias, tal qual o argentino Relatos Selvagens (2014), é uma ode perversa e cômica aos anti-heróis.

Michelle Rodriguez estrelará série de ação em realidade virtual de Robert Rodriguez

O diretor Robert Rodriguez (Alita: Anjo de Combate) está desenvolvendo uma nova série de ação em realidade virtual chamada ‘The Limit’. Agora, de acordo com o Deadline, a atriz Michelle Rodriguez (Lost’, ‘Velozes e Furiosos) será a protagonista. A série mostrará a atriz como uma arma de destruição em massa determinada a destruir a agência secreta que a criou.

A trama da ação, escrita por Robert e seu filho, Racer Max, foi planejada como uma experiência de realidade virtual e produzida em um novo formato cinematográfico, meio-termo entre o padrão Widescreen e vídeos em 360°.

As filmagens já foram finalizadas e o lançamento de ‘The Limit’ será no ainda inédito aplicativo do canal Surreal, que ficará disponível para download até o meio desse ano.

‘Bordertown’: Nova série de drama criminal chega à Netflix

O seriado finlandês, Bordertown, já está disponível no catálogo da Netflix Brasil.

Após boa aceitação de público e crítica, a série vem com o selo “oginal Netflix e mostra a história do policial Kari Sorjonen, que decide se mudar para uma pequena cidade com o intuito de se aproximar da família. O trabalho de detetive em Helsinki fez com que ele não conseguisse dar atenção necessária à mulher que luta contra um câncer. Com ela recuperada, o policial acha que seria bom uma mudança de hábito. Porém, as coisas começam a dar errado e as consequências são muito perigosas.

Criada por Mikko Oikkonen, a primeira temporada conta com 11 episódios, de uma hora cada um. Vale destacar também que uma segunda temporada já foi anunciada.

Assista o trailer:

Bordertown já está disponível na Netflix.

Ranking | Do Pior ao MELHOR da Franquia ‘Jurassic Park’ – incluindo ‘Jurassic World: Domínio’

Jurassic World: Domínio enfim chega aos cinemas brasileiros hoje e os fãs já vão sair das sessões se perguntando qual capítulo da saga é o melhor. Pensando nisso, o CinePOP, que já viu o novo filme, fez um ranking de toda a saga, incluindo Jurassic World: Domínio.

Confira:

6. Jurassic Park III (2001)

Massacrado pela crítica, Jurassic Park III foi dirigido por Joe Johnston, que tentou se desvencilhar ao máximo do trabalho feito e consagrado por Steven Spielberg nos anos anteriores. Para isso, ele levou o Dr. Grant (Sam Neill) para a Ilha Sorna, onde ele acaba sendo enganado por uma família que procura o filho desaparecido. Além de destruir a vida amorosa do protagonista, o filme ainda muda o comportamento de certos personagens e mata o principal astro da saga, o Tiranossauro, para dar lugar ao psicótico Espinossauro. Além disso, ele flerta mais com o suspense do que com a aventura e traz alguns dinossauros feitos com um CGI bem meia boca.

 

5. Jurassic World: Reino Ameaçado (2018)

O segundo capítulo da trilogia Jurassic World trouxe o diretor J.A. Bayona para dar ao filme um tom mais próximo do suspense e do terror. No entanto, dá para sentir uma interferência do estúdio, que parece ter pedido para ele segurar um pouco a mão. Então, apesar de ter a melhor direção da trilogia nova, fica uma falta de coesão na história, que traz a destruição da Ilha Nublar por meio da erupção do vulcão. Assim, o governo precisa decidir entre resgatá-los ou deixá-los para morrer. Claro que nada sai como o esperado.

 

4. O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997)

Protagonizado pelo sarcástico Dr. Ian Malcolm (Jeff Goldblum), o segundo e último filme da franquia Jurassic a ser dirigido por Steven Spielberg é uma adaptação bem liberal do romance homônimo de Michael Crichton. A trama gira em torno do Dr. Malcolm, que revelou ao mundo os horrores que viveu na Ilha Nublar em 1993. Porém, a InGen, sob nova direção, usa seu dinheiro e influência para descreditá-lo no meio acadêmico, fazendo com que ele fosse visto como louco. No entanto, após convocação de um doente John Hammond, ele descobre que sua namorada foi mandada para a Ilha Sorna, uma segunda ilha onde os dinossauros eram feitos, para documentar a vida deles na natureza. Então, ele aceita integrar um time que vai para a ilha para tirar seu amor de lá. O problema é que a nova direção da empresa enviou um grupo de mercenários para capturarem algumas espécies e levarem para o continente, onde planejam fazer um novo parque.

O interessante é que mesmo mantendo a excelência técnica do filme original, mesclando com maestria o CGI com os animatrônicos, o próprio Steven Spielberg já assumiu que não gosta tanto desse filme. Ele tem dois momentos bem distintos. O primeiro é toda a saga de Malcolm indo para a ilha e tentando sair de lá. Se o filme fosse só isso, seria uma boa sequência, ainda mais brutal que o primeiro longa, mas o segundo momento é o do T-Rex na cidade. Ele funciona como um conto anacrônico isolado, mas acaba estendendo por demais o filme e não dialoga bem com a proposta trazida. Mesmo assim, é uma aventura com momentos memoráveis e um suspense bem trabalhado.

 

3. Jurassic World: Domínio (2022)

O novo e último capítulo da saga traz uma direção não muito inspirada de Colin Trevorrow e um roteiro quase inexistente. Só que a reunião do trio original com o novo elenco traz ao filme um jeitão de parque de diversões para os fãs da saga.

Além disso, os novos dinossauros misturam muito bem os efeitos práticos com o CGI, dando um aspecto de realismo muito bem-vindo. Sem contar as novas espécies e as cenas de ação de tirar o fôlego.

 

2. Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015)

Reiniciando a franquia Jurassic nos cinemas, Jurassic World se passa décadas depois da tragédia original e traz o parque funcionando nos dias atuais. A InGen revitalizou a ilha melhorou a tecnologia, fazendo do Jurassic World uma das principais atrações do mundo. Porém, quando o primeiro híbrido do parque escapa de seu padoque, o público passa a correr sérios riscos, dada a imprevisibilidade do animal “nascido” para matar.

Há quem não goste muito das propostas desse filme, como ter os Velociraptores “treinados”, mas ver o parque funcionando e ter a dupla de irmãos comandando grande parte da história faz desse filme uma aventura muito boa de assistir.

 

1. Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993)

Por fim, em primeiro lugar no ranking, não tinha como ser diferente. O primeiro Jurassic Park é um clássico imortal do cinema e responsável por despertar o amor pela sétima arte em algumas gerações.

A trama é adaptada do livro homônimo pelo próprio autor, Michael Crichton, e leva um grupo de cientistas para um fim de semana em uma ilha, onde um bilionário decidiu investir na clonagem de dinossauros para abrir um parque temático. As coisas dão errado, os dinossauros escapam e agora o grupo precisa encontrar um jeito de sobreviver e pedir ajuda ao continente para deixar a ilha.

Trazendo os dinossauros mais realistas que o cinema já viu, Steven Spielberg praticamente redefiniu os conceitos de blockbuster com esse longa.

E aí? Concorda com o ranking? Diga nos comentários!

Jurassic World: Domínio está em cartaz nos cinemas do Brasil.

Primeiras Impressões | ‘Será Isso Amor?’ – Novela Turca da HBO Max é APAIXONANTE!

Que as produções turcas andam conquistando os corações dos telespectadores brasileiros, isso já não é mais nenhuma novidade, né. Já andamos vendo isso há uns três anos já na Netflix, com filmes como ‘Milagre na Cela 7’ e ‘O Violino do Meu Pai’. Mas… estava faltando alguma atenção às famosíssimas novelas turcas, verdadeiros sucessos internacionais. Bom, não mais. A HBO Max disponibilizou em seu catálogo a sua primeira novela turca, de nome ‘Será Isso Amor?’, e já se tornou a produção mais vista da plataforma em pouquíssimos dias.

Eda (Hande Erçel) é uma jovem com objetivos na vida, e um deles é conseguir se formar na faculdade de arquitetura e trabalhar como paisagista. Após perder seus pais quando criança, ela estuda graças à uma bolsa de estudos da faculdade. Porém, quando recebe a notícia de que sua bolsa será cortada, ela fica desesperada diante do fim de seus sonhos. Isso acontece minutos antes de Serkan (Kerem Bürsin), CEO de uma importante empresa, ir dar uma palestra lá, e Eda atribui a ele a culpa. Revoltadíssima, ela tira satisfação com ele ali mesmo, e, em seguida, rabisca o carro de Serkan, sem perceber que ele estava no carro. Enquanto os dois discutem, Eda tem a ideia genial de algemar a si mesma no pulso de Serkan, sem saber que o rapaz não tinha a chave. Assim, os dois passam a ser obrigados a conviver por algumas horas e resolver suas desavenças.

Já nas primeiras cenas ‘Será Isso Amor?’ conquista o espectador. Originalmente apresentado em duas temporadas de 52 episódios com quase duas horas cada, a novela veio para a HBO Max em 161 episódios e média de quarenta e cinco minutos, com lançamento de cinco episódios por semana. Isso aproxima o espectador do formato que nós, brasileiros, já estamos acostumados, de ver um episódio novelístico por dia. Aliás, não é só isso que aproxima o sucesso turco do Brasil: a semelhança de muitos atores (a protagonista é a cara da atriz Anajú Dorigon, o melhor amigo de Serkan parece com o apresentador João Vicente, etc) aumenta a sensação de estarmos vendo a mais uma história de Manoel Carlos – só que, em vez de situada nas praias do Leblon, localizada nas belas e modernas ruas da Turquia.

Completamente apaixonante, o roteiro de ‘Será Isso Amor?’, escrito por Ayse Kutlu, traz uma atmosfera leve, solar, que vai construindo o vínculo do amor na base do famoso clichê mulher inteligente X CEO de empresa – fórmula que faz sucesso no Brasil até mesmo nos livros, como os escritos por Sue Hecker e Mila Wander. Calcado no romance, os protagonistas (e, vá lá, a beleza do mocinho) têm química e convencem na escalada do ódio ao amor. E é assim mesmo que a gente gosta.

Será Isso Amor?’ é a novela turca certa para o Brasil, um grande acerto da HBO Max. Em tempos que precisamos voltar a sonhar com o amor (ainda mais com aquele que vem num jatinho, dirige um carrão e só usa roupa de alfaiataria apertadinha), é o tipo de entretenimento que agrada a todas e todes.

‘The Silence’: Terror da Netflix estilo ‘Um Lugar Silencioso’ ganha cartaz; Confira

A Netflix divulgou o cartaz do terror ‘The Silence‘, que parece ser uma mistura entre ‘Um Lugar Silencioso‘ e ‘Bird Box‘.

Confira com o trailer:

Dirigido por John R. Leonetti (‘Annabelle‘), o longa é baseado no livro homônimo escrito por Tim Lebbon.

O mundo é atacado por terríveis criaturas assassinas atraídas pelo som. Ally Andrews (Shipka), uma jovem de 16 anos que perdeu a audição alguns anos antes, parte em busca de refúgio ao lado de sua família. Na jornada, eles se deparam com um culto sinistro cujos membros estão determinados a explorar os sentidos aguçados de Ally.

O elenco conta com Stanley Tucci, Kiernan Shipka, Miranda Otto, John Corbett, Kate Trotter e Kyle Breitkopf.

The Silence‘ será lançado na plataforma no dia 10 de abril.

Nova série de Ryan Murphy mostrará a ‘Hollywood’ dos anos 40

Ryan Murphy é um dos criadores com maior número de produções da indústria do entretenimento contemporânea: além de estar encarregado da nova série da NetflixThe Politician, o roteirista e diretor também retorna ainda este ano para a nona temporada da antologia American Horror Story e, em breve, comandará o terceiro ciclo do aclamado drama Pose.

Mas isso não é tudo: em recente entrevista ao Collider, Murphy revelou que já está trabalhando numa nova série intitulada Hollywood, cujas gravações começam ainda este mês. Mesmo com alguns meses até a produção começar, o protagonista já foi escalado e será vivido pela sensação da Broadway, Jeremy Pope (‘The View Upstairs’).

Descrevendo o show como “uma carta de amor para a Era de Ouro de Tinseltown”, Pope será um jovem gay aspirante a escritor na década de 1940 em Hollywood.

Espera-se que outros colaboradores recorrentes de Murphy participem do elenco, incluindo Darren Criss (American Crime Story), Dylan McDermott (American Horror Story), Jim Parsons (The Normal Heart), David Corenswet (The Politician) e Joe Mantello (The Normal Heart). Patti LuPoneHolland Taylor (ambos de Pose) também fazem aprte da equipe.

Rock HudsonSpencer Tracy, duas lendas do cinema e da televisão, estão em negociações para estrelar. A Netflix, qeu ficará a encargo da exibição, não fez declarações oficiais.

Ian Brennan, outro frequente colaborador de Murphy, co-criou a série.

Pope fez sua estreia nos palcos com ‘Choir Boy’, peça na qual dá vida a um rapaz que lida com sua sexualidade e identidade. Ele também participou do musical ‘Ain’t Too Proud: The Life and Times of the Temptations’, encarnando Eddie Kendricks (membro-fundador do grupo Motown). Ele foi indicado ao Tony pelos dois papéis em questão.

Hollywood deve estrear em maio de 2020 na plataforma.

‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’ ganha classificação indicativa para maiores

‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais promete fornecer uma nova perspectiva à clássica franquia que se iniciou em 2004 e se transformou em uma das maiores sagas gore do cinema contemporâneo.

Agora, o longa ganhou sua classificação indicativa oficial: Rated-R, ou seja, para maiores de 18 anos. Segundo o ComicBook.com, a decisão foi feita devido a “sequências medonhas de violência sanguinária e tortura, linguagem penetrante, algumas referências sexuais e breve uso de drogas”.

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

A estreia acontece dia 15 de maio de 2020.

‘Star Trek: Lower Decks’: Série animada da CBS ganha novas imagens promocionais; Confira!

CBS divulgou novas imagens oficiais de Star Trek: Lower Decks’, série animada do famoso panteão intergaláctico.

Além disso, a emissora divulgou o título oficial dos quatro primeiros episódios: “Second Contact”“Envoys”“Temporal Edict”“Moist Vessel”.

Confira:

A animação irá estrear no dia 6 de agosto.

A série foi criada por Mike McMahan (‘Rick and Morty‘).

A trama será ambientada em 2380 e irá focar na equipe de apoio de uma importante nave da Frota Estelar.

O elenco conta com Tawny Newsome, Jack Quaid, Eugene Cordero e Noël Wells.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

‘Minha Intuição’: Documentário sobre ‘Frozen 2’ ganha trailer legendado e cartaz oficial; Confira!

Disney+ divulgou o trailer e o cartaz oficiais de Minha Intuição: Nos Bastidores de Frozen 2, documentário original que nos leva para detrás das câmeras de uma das animações de maior sucesso da história.

Confira:

A série será composta por 06 episódios e tem estreia marcada para o dia 08 de janeiro na plataforma de streaming.

A sequência foi lançada em 2019 e alcançou números espetacular de bilheteria, arrecadando US$1,45 bilhão a partir de um orçamento de US$150 milhões‘Frozen 2’ foi indicado à categoria de Melhor Canção Original no Oscar 2020 por “Into the Unknown”.

Relembre o trailer:

‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’ ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

O terror ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘, próximo capítulo da icônico franquia ‘Jogos Mortais‘, ganhou um novo cartaz oficial mexicano.

Confira:

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

O filme será lançado nos cinemas americanos no dia 14 de maio de 2021. Sem previsão no Brasil.

‘O Mandaloriano’: Fã recria o figurino dos Mon Calamari em nova postagem; Confira!

Um fato bastante curioso e bizarro tomou conta do Twitter nas últimas horas – envolvendo a aclamada série ‘O Mandaloriano’, o panteão Star Wars e a espécie conhecida como Mon Calamari, cujo maior representante é o Almirante Ackbar, da trilogia original.

Através da rede social em questão, o usuário @lightreyber percebeu que, na seção de roupas masculinas do site da Amazon, havia um suéter recriado minuciosamente da série do Disney+, que pertencia a um trabalhador das docas dos Mon Calamari. Entretanto, eles não foram os primeiros a descobrirem isso, visto que o produto já tinha uma crítica publicada que dizia: “o suéter é perfeito para me deixar quente e seco durante meu trabalho nas frias e úmidas docas aqui na lua de Trask. Eu também fiquei bastante surpreso para ver que funciona como alta costura, também!”.

Confira:

Lembrando que a 3ª temporada da série deve estrear apenas no ano que vem.

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

‘I Want You Back’: Charlie Day e Jenny Slate estampam pôster e imagens oficiais da nova rom-com do Prime Video; Confira!

Depois do trailer, o Prime Video divulgou imagens promocionais e um novo cartaz oficial de ‘I Want You Back‘, comédia romântica estrelada por Charlie DayJenny Slate.

A produção tem estreia agendada para o dia 11 de fevereiro de 2022 na plataforma de streaming.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco também conta com Clark Backo, Manny JacintoGina RodriguezScott Eastwood, Jami GertzJordan CarlosMidori FrancisMason GoodingIsabel MayLuke David Blumm

Jason Orley (‘Big Time Adolescence’) entra como diretor.

A história é centrada em Emma (Slate) e Peter (Day), que acreditavam estar no precipício de um dos maiores momentos de usa vida – casamento, crianças e casas no subúrbio -, até seus respectivos parceiros os largarem. Não apenas isso, mas eles também falharam em seguir em frente. Sem quaisquer prospectos e sob a ameaça de morrerem sozinhos, Emma e Peter criam um plano desesperado para acabar com o relacionamento de seus ex-namorados e conquistá-los de volta.

Isaac AptakerElizabeth Berger, responsável pelos sucessos This Is Us e ‘Love, Victor’, assinam o roteiro e entram como produtores.

‘Pânico 6’: Gale Weathers pode nunca morrer na franquia, revela Courteney Cox

Pânico 6 já é uma realidade e, enquanto detalhes sobre a sequência não são revelados, sabemos que diversos nomes do filme anterior irão retornar – e a veterana Courteney Cox reprisará pela sexta vez seu papel como a icônica Gale Weathers.

Agora, em uma recente entrevista à Variety, Cox comentou sobre a volta da personagem e disse que pode ser que Gale nunca morra.

“Eu não morri, então, sim, você me verá”, a atriz disse. “Gale é bem forte. Pode ser que ela nunca [morra], mas quem sabe!”.

Ambientada em Nova York, a trama do próximo filme seguirá os quatro sobreviventes do massacre mais recente do Ghostface enquanto eles deixam Woodsboro pra trás para iniciar um novo capítulo em suas vidas.

Melissa Barrera (Sam), Jasmin Savoy Brown (Mindy), Mason Gooding (Chad) e Jenna Ortega (Tara) irão retornar, assim como Hayden Panettiere (Kirby) e Cox (Gale Weathers).

O elenco ainda contará com Dermot Mulroney (‘Sobrenatural: A Origem’), Jack Champion (‘Avatar: O Caminho da Água’), Liana Liberato (‘Se Eu Ficar’), Devyn Nekoda (‘Ghostwriter’), Josh Segarra (‘Arrow’) e Henry Czerny (‘Casamento Sangrento’).

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que comandaram o quinto filme, irão retornar à direção do longa, cujo roteiro é assinado por James Vanderbilt e Guy Busick.

Pânico 6‘ está programado para estrear no dia 31 de março de 2023.

‘Duna: A Irmandade’: Série derivada perde co-showrunner pouco depois das gravações começarem

Pouco depois das gravações de Duna: A Irmandade’ (Dune: The Sisterhood), série derivada da adaptação de Denis Villeneuve, finalmente começarem, a produção da HBO Max sofreu uma grande perda.

Segundo o Deadline, a criadora, roteirista e co-showrunner do spin-offDiane Ademu-John, saiu do projeto. Ela permanecerá envolvida criativamente na pré-sequência como produtora executiva, mas focará em outros assuntos.

Alison Schapker será a única showrunner responsável pela série.

Lembrando que as gravações tiveram início no último dia 22 de novembro, trazendo o vencedor do Emmy Johan Renck no comando dos dois primeiros episódios.

Emily WatsonShirley Henderson e Indira Varma estrelam a produção. Travis Fimmel (‘Vikings’), Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’) também fazem parte do elenco.

A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.

Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.

Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

‘Walker’: Dia de relaxamento não sai como o planejado na prévia oficial do episódio 03×17; Confira!

The CW divulgou a prévia oficial do 17º episódio da 3ª temporada de ‘Walker‘, série estrelada por Jared Padalecki.

Intitulado “It Writes Itself”, o capítulo vai ao ar no dia 04 de maio.

Na trama, “é um dia animador para Liam, Stella e o resgate de cavalos, visto que o dia de abertura está chegando! Então, os rapazes viajam para uma viagem de acampamento enquanto as moças planejam um dia relaxante no spa… Mas nada sai como o planejado”.

Confira:

Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).

A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

O elenco ainda conta com Lindsey Morgan, Violet BrinsonKale CulleyJeff Pierre, Cobu Bell, Mitch Pileggi e Keegan Allen.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.

Negociações para acabar com a greve dos ATORES em Hollywood devem continuar neste fim de semana; Saiba mais!

De acordo com uma declaração oficial do Sindicato de Atores dos Estados Unidos (SAG-AFTRA), as negociações por melhores condições de trabalho com a AMPTP (Aliança de Produtores de Cinema e TV) devem continuar neste próximo fim de semana (via ComicBook.com).

Ambas as partes passaram por barganhas nesta última semana. Agora, as propostas e os acordos devem continuar a partir de sexta-feira, 06 de outubro, através de trabalhos internos em cada organização. O diálogo entre as duas organizações retornarão nesta segunda-feira, 09 de outubro.

“Para os nossos membros do SAG-AFTRA: concluímos as negociações de hoje com a AMPTP e continuaremos nesta sexta, 06 de outubro”, diz a mensagem. “As partes continuarão trabalhando internamente no fim de semana, retornando na segunda, 09 de outubro. Por favor, continuem nas linhas de frente ou em outras atividades de greve. Um dia maior. Um dia mais fortes. Dure o quanto durar”.

Essa notícia chega após a AMPTP ter alcançado um acordo com o WGA (Sindicato dos Roteiristas de Hollywood) para encerrar a greve dos roteiristas, trazendo alívio para a indústria do entretenimento.

A expectativa é que as negociações entre o SAG-AFTRA e a AMPTP resolvam as questões pendentes e permitam que Hollywood retome suas atividades normais após quase cinco meses de paralisação.

Em 63 anos, é a primeira vez que ambas as categorias se juntaram em uma paralisação.

Os roteiristas se queixavam dos vencimentos corroídos pela inflação e também pediam proteção contra a concorrência crescente da inteligência artificial.

Os atores também reivindicam a regulamentação da IA e pedem um aumento nos chamados ganhos residuais, decorrentes de suas participações em filmes antigos e séries disponíveis nas plataformas digitais.

‘Knuckles’ está de volta no novo cartaz INCRÍVEL da série derivada de ‘Sonic’; Confira!

A aguardada série ‘Knuckles‘, derivada de ‘Sonic 2: O Filme‘, teve seu novo cartaz oficial divulgado pela Paramount+.

A produção estreia no dia 26 de abril na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A série é estrelada por Idris Elba (‘Luther: O Cair da Noite’), e conta com Adam Pally, que retorna como Wade Whipple. A trama é situada entre ‘Sonic 2‘ e ‘Sonic 3‘, programado para chegar aos cinemas em 20 de dezembro de 2024.

Na série, Knuckles “concorda em treinar Wade como seu protegido e lhe ensinar os caminhos do guerreiro Echidna”.

Edi Patterson (‘The Righteous Gemstones’), Julian Barratt (‘Mindhorn’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’) e Ellie Taylor (‘Ted Lasso’), Christopher Lloyd (‘De Volta para o Futuro’), Cary Elwes (‘Esquema de Risco: Operação Fortune’), Stockard Channing (‘Maryland’), Paul Scheer (‘The League’) e Rob Huebel (‘Childrens Hospital’) também estrelam.

Além disso, Rory McCann (‘Game of Thrones’) faz parte do elenco convidado, ao lado de Tika Sumpter, que retorna como Maddie.

A versão final do roteiro é assinada por John Whittington, auxiliado por Brian Schacter e James Madejski. Jeff Fowler, responsável pelos dois filmes de ‘Sonic‘, cuida da direção do episódio piloto.

A equipe de diretores inclui Ged Wright, Brandon Trost, Jorma Taccone e Carol Banker. Neal H. Moritz e Toby Ascher, da Original Film, e Toru Nakahara – todos membros da equipe criativa dos filmes – são produtores executivos da série.

‘Pânico VI’, sequência com Melissa Barrera e Jenna Ortega, estreia em novo streaming; Saiba qual!

‘Pânico VI’ se tornou um grande sucesso de crítica e de bilheteria quando chegou aos cinemas no começo de 2023 e, agora, já está disponível no catálogo da Netflix.

O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming no último dia 03 de setembro.

Relembre o trailer:

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

O terror acompanha os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado.

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

O Melhor Álbum de Cada Ano dos Últimos 25 Anos

O mundo da música é recheado de álbuns incríveis e que caem tanto no gosto popular quanto da crítica. E, só neste século, diversos artistas fizeram sua estreia ou continuaram a encantar os ouvintes com produções memoráveis, músicas envolventes e um legado infindável.

Pensando nisso, trouxemos para vocês um compilado dos melhores álbuns dos últimos 25 anos (escalando um por ano).

Confira abaixo as nossas escolhas:

STANKONIA, OutKast (2000)

Lançado no Dia das Bruxas, ‘Stankonia’ é um dos álbuns de hip hop mais aclamados e mais impecáveis das últimas décadas. Misturando elementos do psychedelic funk e até mesmo do gospel, a produção levou para casa dois prêmios do Grammy, além de ter sido indicado a outras três categorias (incluindo Álbum do Ano). A obra também vendeu mais de 4 milhões de cópias ao redor do mundo.

VESPERTINE, Björk (2001)

Björk é uma das artistas mais interessantes da história da música e sempre construiu narrativas únicas e originais que a afastavam do mainstream e criavam tendência no escopo experimental. Depois de ‘Homogenic’, a cantora e compositora islandesa entregou mais uma obra espetacular com Vespertine, considerado um dos melhores de sua carreira. Além da música eletrônica, o compilado nos chama a atenção pelo uso inesperado do art pop e do glitch pop.

LET GO, Avril Lavigne (2002)

Em 2002, Avril Lavigne fazia sua estreia oficial na indústria fonográfica com o lançamento de Let Go, um dos álbuns mais conhecidos e celebrados da história da música. Seu début veio acompanhado de uma reformulação do cenário mainstream com a popularização do pop-punk feminino, através de singles que marcaram época e que são relembrados até os dias de hoje, como “Complicated”, “Sk8er Boi” e “I’m With You”, colocando a cantora e compositora no centro dos holofotes e iniciando uma carreira marcada por sucessos que se estende até os dias de hoje.

FEVER TO TELL, Yeah Yeah Yeahs (2003)

A banda de indie rock Yeah Yeah Yeahs fez um grande comeback em 2022 com o aclamado ‘Cool It Down’ – e, mais de vinte anos atrás, faziam sua estreia oficial no cenário fonográfico com ‘Fever to Tell’. Considerado uma das principais produções do gênero e contando com a produção de David Andrew Sitek (que trabalhou com Nine Inch Nails e Weezer), o compilado misturou garage rock revivalart punk e dance-punk, conquistando a crítica especializada e o público – além de vender mais de um milhão de cópias.

FUNERAL, Arcade Fire (2004)

A épica estreia de Arcade FireFuneral, é inquestionavelmente um dos highlights do século, tendo sido revisitada por diversos artistas contemporâneos. A amálgama simples e epopeica entre art rock e chamber rock viria a influenciar grande parte dos grupos que o seguiriam. Indicado ao Grammy de Melhor Álbum Alternativo, a produção apareceu em diversas listas de fim de ano e entrou para o ranking dos melhores CDs da revista Rolling Stone.

CONFESSIONS ON A DANCE FLOOR, Madonna (2005)

Em 2005, Madonna fez o que ninguém esperava: retornou à forma. Com diversos veículos falando sobre o fim da veia artística da popstar, o público começava a duvidar de que a performer conseguiria resgatar as raízes que a colocaram no topo do mundo – mas foi exatamente o que ela fez. Há vinte anos, a cantora e compositora mergulhou de cabeça na nostalgia oitentista de seus primeiros anos com Confessions on a Dance Floor, seu CD mais bem produzido depois de ‘Ray of Light’. Aliando-se a Stuart Price e chamando novamente as ousadas mãos de Mirwais Ahmadzaï, as doze longas faixas se comprimem em um set dançante, vibrante, colorido e incansável que reitera o status imbatível de uma das mulheres mais poderosas de todos os tempos.

BACK TO BLACK, Amy Winehouse (2006)

Amy Winehouse nos deixou muito cedo, mas causou um impacto gigantesco na indústria da música com seus únicos dois álbuns. Back to Black, sua última produção antes da trágica morte, resgatou a elegância do neo-soul, do jazz e do blues através de músicas como “Rehab” e “You Know I’m No Good”, além de ter influenciado artistas como Adele e Duffy. Winehouse levou inúmeros prêmios por seu CD, incluindo cinco estatuetas do Grammy Awards.

RIOT!, Paramore (2007)

A banda de rock estadunidense Paramore acompanhou a adolescência da última fase da geração millenial com força incontestável – e uma de suas marcas registradas é o álbum ‘Riot!’. Lançado dois anos após o début ‘All We Know Is Falling’, os membros do grupo se reuniram com o produtor David Bendeth para um disco que iria exaltar o pop punk e o pop-rock de maneira explosiva, garantindo aplausos e imortalizando canções como “Misery Business” “That’s What You Get”.

VAMPIRE WEEKEND, Vampire Weekend (2008)

O álbum de estreia homônimo da banda Vampire Weekend causou grande comoção quando lançado e é relembrado como um dos melhores do século pelos fãs. Com produção de Rostam Batmanglij, a produção amalgama indie pop, música de câmara e Afropop e foi elogiado à época de seu lançamento – além de trazer singles como “Mansard Roof”“A-Punk”“Oxford Comma” e vários outros.

THE FAME MONSTER, Lady Gaga (2009)

Ninguém acreditava que a performer repetiria o sucesso de ‘The Fame’, mas ‘The Fame Monster’ conseguiu superar as expectativas de todo mundo. Aclamado pela crítica especializada, o EP de apenas oito faixas trouxe as melhores produções de Gaga, incluindo “Bad Romance”“Telephone”“Alejandro” e “Dance in the Dark”, além de levar para casa três gramofones dourados. O álbum, inclusive, carrega consigo um legado extenso e que até hoje é revisitado por vários artistas.

MY BEAUTIFUL DARK TWISTED FANTASY, Ye (2010)

My Beautiful Dark Twisted Fantasy é um consenso no mundo da música como o melhor álbum de Kanye West (ou, atualmente, Ye) e um dos mais ovacionados e importantes do século XXI. Alcançado aclame generalizando por parte da crítica e estreando em primeiro lugar nas paradas mundiais, o quarto álbum de estúdio do conhecido e controverso rapper ganhou um prêmio do Grammy, mas foi esnobado na principal categoria – a de Álbum do Ano.

BORN THIS WAY, Lady Gaga (2011)

Considerado por muitos especialistas, estudiosos e ouvintes como “a bíblia do pop”, Born This Way não poderia ficar em outro lugar no ranking. Se há alguém que sabe o significado do verbo arriscar, essa pessoa é Lady Gaga. Dois anos depois de ‘The Fame Monster’, a cantora estreou em primeiro lugar na Billboard com hinos musicais em prol da comunidade LGBTQ+ que quebravam tabus religiosos e que cutucavam os membros conservadores e reacionários da sociedade – não é surpresa que as vendas do CD tenham caído exponencialmente na segunda semana, reafirmando sua importância política e ativista.

GOOD KID, M.A.A.D. CITY, Kendrick Lamar (2012)

‘Good Kid, M.A.A.D City’ é o segundo álbum de estúdio do rapper Kendrick Lamar – e, pouco depois de seu lançamento, consagrou-se como um clássico instantâneo. A produção, que se estende por 12 faixas na versão padrão, trouxe aparições de musicistas como Drake e Jay-Z. Ovacionado pelos especialistas, Lamar conquistou nada menos que quatro indicações ao Grammy Awards, incluindo Álbum do Ano.

BEYONCÉ, Beyoncé (2013)

Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical homônima se afasta dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes.

1989Taylor Swift (2014)

1989 parece ter ciência de sua estrutura e, mesmo começando de forma morna, cresce ao longo de suas cinco primeiras faixas. Desde o dançante e minimalista Blank Space”, que explode em um épico refrão recheado de fusões do electro e do dance-pop, até All You Had To Do Was Stay”, uma irreverente iteração que permite a insurgência de um convidativo cosmos, Swift explora a si mesma ao máximo e não se cansa, nem nos cansa.

TO PIMP A BUTTERFLY, Kendrick Lamar (2015)

Nenhum outro álbum poderia ocupar o topo da nossa lista além de To Pimp a Butterfly. O terceiro álbum de Kendrick Lamar é considerado um dos melhores da história por se configurar como um arauto do empoderamento racial, movido por versos que falam sobre a discriminação sofrida pela população negra e pela importância da cultura como arma de luta contra a opressão. Aqui, Lamar mergulha no experimentalismo do hip hop e no jazz rap, arquitetando uma magnum opus que viria a influenciar gerações de artistas e que reafirmaria sua importância no cenário fonográfico.

LEMONADE, Beyoncé (2016)

Considerado um dos maiores álbuns não apenas dos anos 2010, mas de todos os tempos, Lemonade se tornou um sucesso crítico e comercial, estreando em primeiro lugar na Billboard 200 e dando origem a canções como “Formation” e “Hold Up”. Dentre os inúmeros prêmios, o discou garantiu à Beyoncé mais duas estatuetas do Grammy – e uma das esnobações mais criminosas da história da premiação, quando perdeu o cobiçado gramofone dourado de Álbum do Ano. E tudo isso sem mencionar o profundo impacto cultural que a obra causou e continua a causar.

MELODRAMA, Lorde (2017)

Considerado um dos melhores e mais aclamados álbuns de todos os tempos, Melodrama mostrou que a cantora e compositora neozelandesa Lorde ainda tinha muito a contar para seus fãs. Ovacionado pela crítica especializada pelo afastamento da obra anterior e pelas breves incursões ao conceitualismo musical, a produção foi indicada Álbum do Ano no Grammy e apareceu em diversas listas de fim de ano e de década.

OIL OF EVERY PEARL’S UN-INSIDES, SOPHIE (2018)

Colocar tanto SOPHIE quanto sua magnum opus, ‘Oil of Every Pearl’s Un-Insides’ em um gênero é querer limitá-la a rótulos, algo que definitivamente não pode existir quando analisamos sua discografia: as dissonâncias cosmológicas dos sintetizadores e do industrial pop servem de base para declamações intimistas, enquanto a impactante des-organização proposital rende-se ao glitch e à maximização eletrônica conhecida como hyperpop; tudo é diferente daquilo a que estamos acostumados, talvez tentando explicar o que significa estar apaixonado por alguém ou alguma coisa, talvez mostrando que tais explanações não são necessárias.

NORMAN FUCKING ROCKWELL!, Lana Del Rey (2019)

“Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple (2020)

A verdade é que Fetch The Bolt Cutters vai muito além de uma simples resenha ou de algo que ouvimos apenas para passar o tempo: o mais recente álbum de Fiona Apple atravessa quaisquer preceitos engessados que já carregávamos da indústria musical, destroçando-os em mil pedacinhos e reorganizando-os em um romance, um thriller, um drama, cujas páginas são pequenas e suntuosas caixinhas de surpresas. Mais do que isso, este é um dos poucos casos que entrega muito mais do que promete: iniciando com um irreverente estrondo e terminando com um estrondo ainda mais espetacular.

DADDY’S HOME, St. Vincent (2021)

St. Vincent demonstra que o passado tem lugar marcante em sua vida – sutilmente aludindo aos estilos que o próprio pai lhe apresentou quando criança, como revelou em diversas entrevistas promovendo a obra. Dentre incríveis músicas do aclamado ‘Daddy’s Home’, a artista traz canções como “Down And Out Downtown”, uma elegia de empoderamento, um hino de independência e uma viagem tétrica, em que ela “estava voando pelo Empire State, então você me beijou e eu caí de novo”; ou “Laughing Man”, em que ela mostra uma versatilidade apaixonante e aplaudível que se alastra tanto para o ritmo frasal do blues quanto para um enredo à la John Cassavetes.

RENAISSANCE, Beyoncé (2022)

A verdade é que o primeiro capítulo de Renaissance marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady GagaDua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir.

THAT! FEELS GOOD!, Jessie Ware (2023)

É quase impossível escolher um ponto alto de ‘That! Feels Good!’, visto que ela, em sua completude, é inenarrável e indescritível. Afinal, Jessie Ware não apenas nos convida para um convite deliciosamente anacrônico, perpassando as várias fases de um estilo de música que sofre constantes revisitações e redescobertas; ela dilui as barreiras entre som e imagem, criando uma confluência de textura que nos transporta a outro mundo – um mundo sem estresses contínuos e que a única obrigação é se divertir e aproveitar o que há de ser oferecido. Não é à toa que boa parte da temática adote uma persona sensual, livre de amarras e que é movida pelo poder empoderador da música.

COWBOY CARTER, Beyoncé (2024)

Já é redundante dizer que Beyoncé faz mágica com seus álbuns – e ‘Act II: Cowboy Carter é uma excelente adição a uma discografia que beira a transcendentalidade. Mais uma vez, nossa Queen B reitera seu inescapável status na indústria fonográfica com um disco que celebra a cultura negra não apenas ao reavivá-la, mas ao reclamá-la e retirá-la da subjugação a uma supremacia artística branca que se esquece do que veio antes e de quem merece, de fato, ser idolatrado como precursor e pioneiro.

Sue revela que está GRÁVIDA no clipe inédito de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’; Assista!

O aguardado Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ ganhou mais um clipe oficial, dando destaque à família de heróis e ao momento em que Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby) revela que está grávida.

O filme tem estreia agendada para o dia 25 de julho de 2025, marcando o início da Fase 6 do MCU.

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Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Em nova rodada de propostas, Netflix faz oferta MASSIVA pela Warner Bros. Discovery

Funcionando como uma das maiores empresas de entretenimento, a Warner Bros. Discovery atraiu diversos compradores de peso que apresentaram propostas para adquirir seus ativos.

Em 20 de novembro, foi realizada a primeira rodada de ofertas para os interessados, que incluíram a Netflix, a Paramount Skydance e a Comcast, com propostas não vinculativas. Em seguida, a Warner Bros. solicitou uma segunda rodada de ofertas, que se espera serem maiores do que as apresentadas inicialmente.

Um novo prazo, 1º de dezembro, foi estabelecido para que os estúdios apresentassem suas ofertas mais recentes. Agora, foi revelado que a segunda rodada envolveu uma proposta particularmente importante — da Netflix, uma compradora até então improvável.

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Segundo a Bloomberg, a gigante do streaming apresentou uma oferta massiva, majoritariamente em dinheiro, pelo estúdio. De acordo com fontes, a Netflix está trabalhando em um empréstimo-ponte para financiar a oferta, que se estima estar na casa das “dezenas de bilhões de dólares”.

Essas propostas são particularmente importantes para o processo, visto que — diferentemente das da rodada anterior — são vinculativas, o que permite que o conselho de administração aprove um acordo caso assim o deseje, como explica o consórvio de imprensa.

Vale ressaltar, porém, que essas segundas ofertas não são definitivas e que outras podem surgir para a empresa se os termos forem considerados suficientemente “atraentes”.

Sindicato dos Roteiristas divulga nota CONTRA a fusão da Warner Bros. com a Paramount Skydance: “Seria um desastre”

Também foi dito que os banqueiros da Comcast, Paramount e Netflix trabalharam durante o feriado de Ação de Graças para preparar suas propostas. A publicação afirmou ainda que o processo de leilão deve ser concluído em breve — nos próximos dias ou semanas.