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Tom Hardy comenta possível RETORNO como Bane na DC Comics

Tom Hardy é bastante conhecido pelos fãs da DC por ter interpretado o vilão Bane em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, filme que encerrou a ótima trilogia dirigida por Christopher Nolan.

Agora, após o surgimento de rumores que apontam para um novo filme do vilão, Hardy respondeu sobre a possibilidade de voltar ao papel.

Conversando com o Entertainment Tonight, o astro afirmou que adoraria interpretar o personagem da DC Comics novamente. No entanto, ele também acredita que seu tempo como Bane já ficou no passado.

“Com certeza, eu adoraria. Mas não sei se seria a escolha certa. Já tive meu momento, agora é a hora de permitir que outra pessoa tente”, disse Tom Hardy.

Lembrando que a DC Studios supostamente está desenvolvendo um novo filme com foco nos vilões Bane e Exterminador. O projeto estaria sendo escrito por Matthew Orton, roteirista de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’.

No entanto, segundo o Deadline, embora Bane e Exterminador estejam confirmados no filme, ainda não há certeza se eles serão os protagonistas da trama. Esse mistério alimentou especulações de que o projeto possa ser, na verdade, uma adaptação do Sexteto Secreto, uma equipe de supervilões que passou por diversas formações ao longo dos anos nos quadrinhos da DC.

Dado o histórico de James Gunn na construção de tramas com vilões complexos, como fez com o Esquadrão Suicida e a série Peacemaker, a ideia de unir Exterminador e Bane em um time como o Sexteto Secreto faz sentido para os planos futuros do DCU. Ainda que não tenha sido anunciado no ‘Capítulo 1: Deuses e Monstros‘ da DC, o projeto pode estar sendo planejado para o ‘Capítulo 2’, expandindo o universo dos vilões no cinema.

Bane é uma adição relativamente recente à galeria de vilões do Batman, com o escritor Chuck Dixon e o artista Graham Nolan criando-o no início dos anos 1990. O personagem nasceu e foi criado em uma prisão em uma ilha caribenha fictícia, um local que lhe permitiu não apenas aprimorar suas habilidades brutas de luta, mas também absorver os ensinamentos de todos os tipos de criminosos internacionais. Mais tarde, ele foi sujeito a um teste horrível de esteróides, um experimento que o deixou incrivelmente forte, mas também viciado em seus soros.

O Exterminador foi introduzido pela primeira vez em 1980 para ser um vilão de primeira linha para os Jovens Titãs, mas o mestre assassino superaprimorado cresceu e se tornou um dos vilões mais populares da DC, enfrentando o Batman e a Liga da Justiça, e estrelando seu próprio título de história em quadrinhos diversas vezes.

Ezra Miller é acusado de ROUBAR canção de rapper para projeto musical

Ezra Miller não para, está a cada dia gerando escândalo atrás de escândalo. Dessa vezm após várias prisões, o ator é acusado de roubar uma canção que não lhe pertencia para projeto musical solo.

A estrela de ‘The Flash‘, que tentou uma carreira inicial como rapper e produtor, durante esse período, acabou usando alguns materiais que não devia, pois está sendo acusado pelo produtor musical Oliver Ignatius por publicar músicas, nas quais eles colaboraram, sem nenhum crédito ou mesmo autorização.

“Ele estava passando por um período de terra arrasada com sua carreira em Hollywood. Cortando relacionamentos em sua vida e parecia esta em uma espiral muito perigosa… Todos nós tínhamos grandes esperanças de que seria um projeto bonito, que seria significativo para nós. Mas não foi bem assim”, falou Ignatius.

Que completou: “O que Ezra fez foi cometer um ato extremamente antiético e doloroso. Ele roubou de artistas que têm menos recursos, mas talvez tenham a arte que Ezra quer… A pessoa que eu achava que conhecia era uma alma muito mais gentil do que a pessoa que estamos vendo agora. Tem sido algo muito preocupante”.

Lembrando que Ezra Miller foi preso pela primeira vez em março por conduta desordeira em um bar de karaokê, e pela segunda vez por suposta agressão contra uma mulher de 26 anos.

Robert Kirkman diz que ‘Invencível’ pode ganhar histórias fora dos quadrinhos

Robert Kirkman, criador dos quadrinhos e do seriado ‘Invencível‘, diz que a ideia é usar a animação da Amazon Prime Video para contar histórias que não conseguiu trazer para as HQs.

O roteirista disse em entrevista recente ao CBR revelou que pode escrever episódios da série que mostram coisas que não aconteceram nos quadrinhos.

“Há algumas histórias que planejei, mas não poderiam funcionar em quadrinhos. Não quero revelar nada, mas é possível que haja episódios em temporadas futuras sejam totalmente originais da série e escritos por mim. O potencial disso é muito empolgante para mim”, confessou Kirkman.

A série ganhou recentemente um teaser da sua 2ª temporada. Confira logo abaixo:

Lembrando que a equipe da Amazon Prime já está desenvolvendo o 3º ciclo da elogiada animação.

A informação foi revelada por Khary Payton (‘The Walking Dead’), que dubla o personagem Markus Grimshaw, também conhecido como o Sansão Negro.

Em entrevista para o The Movie Dweeb, Payton não deu detalhes sobre os vindouros episódios, dizendo apenas que:

“Já terminamos a 2ª temporada e agora estamos trabalhando na 3ª. Mas, ainda é difícil dar alguma atualização porque acabamos de começar. Havia um excesso de estúdios de animação tentando fazer tanta coisa durante a pandemia. Literalmente, projetos que estavam parados começaram a ganhar vida, e a equipe de ‘Invencível precisava respeitar seu lugar na fila.”

Ele continuou:

“Queria poder dizer mais, mas o que posso dizer agora é que estou muito feliz que ‘Invencível‘ recebeu sinal verde para continuar. Como estamos trabalhando pesado, significa que a estreia da 3ª temporada pode não demorar tanto quando a 2ª. Mas, sim, ainda vai demorar um pouco. Eu gostaria de poder dizer o contrário. Mas eu fiz animações suficientes para reconhecer como o processo é difícil e demorado…”

Lembrando que a 2ª temporada tem previsão de estreia para 2023, então a 3ª deve ser lançada somente em 2024.

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

O elenco completo é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Primeira foto oficial do Necromante em ‘O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos’

Foi divulgada a primeira imagem oficial do Necromante em ‘O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos‘, a conclusão da trilogia épica de Peter Jackson.

O Necromante (dublado por Benedict Cumberbatch, que também faz a voz de Smaug) na verdade é uma das formas assumidas por Sauron, o Senhor das Trevas visto em ‘O Senhor dos Anéis‘.

Veja a foto:

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Trailer final legendado de ‘O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos’

Final de ‘O Hobbit 3′ fará ligação com ‘O Senhor dos Anéis’

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos‘ marca o fim da trilogia ‘O Hobbit‘, que relata a história de um hobbit pacato, Bilbo Bolseiro, que é “convidado” por um mago, Gandalf, a entrar numa aventura como ladrão, com mais 13 anões. Esta aventura tem como objetivo recuperar o tesouro dos anões, há muito tempo roubado por um dragão chamado Smaug. Os tesouros haviam sido saqueados por Smaug no tempo de Thror, o avô de Thorin.

O longa teve sua estreia antecipada nos cinemas brasileiros. Inicialmente previsto para 19 de Dezembro, o lançamento agora acontece uma semana antes, no dia 11 de Dezembro. Nos EUA, a estreia segue marcada para 17 de Dezembro.

Trailer dublado de ‘O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos’

Novamente sob a direção de Peter Jackson, de O Senhor dos Anéis, toda a trilogia foi filmada em 3D digital com a última tecnologia em câmera e som. As filmagens adicionais, do mesmo modo que a fotografia principal, foram realizadas no Stone Street Studios em Wellington e em sets de filmagem por toda a Nova Zelândia.

Ian McKellen retorna como Gandalf, o Cinzento, mesmo personagem que interpretou na trilogia O Senhor dos Anéis, e Martin Freeman, volta como Bilbo Baggins. Repetindo seus papéis nos filmes O Senhor dos Anéis estão Cate Blanchett como Galadriel e Orlando Bloom como Legolas. Entre as novidades do elenco, estão Evangeline Lily como a elfa Tauriel, Lee Pace como o Rei Élfico Thranduil, Luke Evans como Bard, Mikael Persbrandt como Beorn e Benedict Cumberbatch como o dragão Smaug. Jed Brophy, Adam Brown, John Callen, Stephen Fry, Ryan Gage, Mark Hadlow, Peter Hambleton, Stephen Hunter, William Kircher, Sylvester McCoy, Bret McKenzie, Graham McTavish, Mike Mizrahi, James Nesbitt, Dean O’Gorman, Conan Stevens, Ken Stott, Jeffrey Thomas e Aidan Turner também estrelam.

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Pai assiste com o filho ‘Star Wars – Uma Nova Esperança’ pela primeira vez, confira as reações

Tá chegando a hora!

Um ótimo vídeo para começar bem a semana!

O mais legal é que em certo momento do vídeo o garoto já pergunta ao pai quem é o pai de Luke Skywalker. E o “spoiler” vem logo em seguida.

Para manter o segredo de ‘Star Wars – O Despertar da Força’, Disney proíbe exibições-teste

O sétimo episódio da franquia atualmente passa pela fase de pós-produção em Londres. Sua estreia nos cinemas brasileiros está programada para 17 de dezembro de 2015.

Star Wars: Episódio VII‘ se passa trinta anos após os acontecimentos de ‘Episódio VI: O Retorno de Jedi‘ e terá um trio de jovens protagonistas.

Império e Rebeldes terão novos nomes em ‘O Despertar da Força’

Harrison Ford reprisa o papel de Han Solo ao lado de outras estrelas originais da saga –  Carrie Fisher (Princesa Leia), Mark Hamill (Luke Skywalker), Anthony Daniels (C3PO), Peter Mayhew (Chewbacca), Kenny Baker (R2-D2) – e com novos rostos da franquia – Daisy Ridley, John Boyega (‘Ataque ao Prédio’), Adam Driver (da série ‘Girls’), Oscar Isaac (‘Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum’), Andy Serkis (‘O Senhor dos Anéis’), Domhnall Gleeson (‘Questão de Tempo’), Max von Sydow (‘O Exorcista’), Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’), Gwendoline Christie, Miltos Yerolemou e Jessica Henwick (sendo os três últimos de ‘Game of Thrones’).

Também foi divulgada a lista de todos os trailer confirmados para vir em ‘Star Wars‘. Claro que ninguém no mundo vai pegar uma sessão em que os 9 vídeos a seguir serão exibidos. O que acontece é o seguinte: a Disney fecha uma parceria com os outros estúdios para que eles foquem seus projetos em determinadas regiões.

Dessa forma, haverá um revezamento de vídeos nas sessões mundiais.

– ‘Star Trek Beyond’

– ‘Batman Vs Superman’

– ‘X-Men: Apocalipse’

– ‘O Caçador e a Rainha da Neve’

– ‘Independece Day – Resurgance’

– ‘Deadpool’

– ‘Capitão América: Guerra Civil’

– ‘Procurando Dory’

– ‘As Tartarugas Ninja 2’

 

EXCLUSIVO: Megan Fox fala sobre ‘As Tartarugas Ninja’, sequências e Michael Bay

O CinePOP teve a honra de entrevistar a lindíssima atriz Megan Fox e conversar um pouco mais sobre o filme ‘As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras‘.

Muito simpática, ela nos contou sobre seus colegas de set, sua relação com o produtor Michael Bay e as expectativas em relação à continuação da franquia.

Assista:

As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras‘ estreia nos cinemas nacionais dia 16 de Junho.

Lucas Rangel vai dublar personagem de ‘As Tartarugas Ninja 2’ 

‘As Tartarugas Ninja 2′ terá participação especial; saiba quem!

Michelangelo, Donatello, Leonardo e Raphael voltam aos cinemas para uma batalha ainda maior, com vilões da pesada e com a ajuda de April O’Neil (Megan Fox), Vern Fenwick (Will Arnett), e o recém chegado justiceiro Casey Jones (Stephen Amell).  O mundo fica em perigo depois que o supervilão Shredder foge da justiça e junta forças com Baxter Stockman (Tyler Perry), um cientista louco que arquiteta um plano diabólico para conquistar o mundo junto com seus dois capangas, Bebop (Gary Anthony Williams) e Rocksteady (WWE Superstar Stephen “Sheamus” Farrelly). À medida que as Tartarugas se preparam para combater Shredder e sua nova equipe, eles se deparam com um inimigo ainda maior do que imaginavam: o terrível Krang.

As Tartarugas Ninja‘ arrecadou US$ 477,2 milhões pelo mundo.

 

Primeira imagem do Chapeleiro Louco em ‘Gotham’

A Entertainment Weekly liberou há pouco a primeira imagem completa de Benedict Samue (‘The Walking Dead’) como o Chapeleiro Louco, o vilão da 3° temporada de ‘Gotham‘.

Tetch é um hipnotizador talentoso oscilando à beira da loucura. Ele chega a Gotham com um desejo inabalável de encontrar sua irma, Alice, uma jovem mulher que desapareceu na cidade anos atrás. Algo que ninguém sabe é o quão longe ele está desposto a seguir pela toca do coelho para encontrá-la.

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Lembrando que na semana passada a Fox liberou o primeiro cartaz da nova temporada da série. A máscara faz referência ao Tribunal de Corujas, um grupo que esteve em Gotham City por anos e que pode ser o real responsável pela morte de Martha e Thomas Wayne.

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A 3° Temporada de Gotham‘ retorna em setembro.

DC proíbe o uso de dois vilões em ‘The Batman’; Saiba quais!

Segundo o The Wrap, a DC Comics proibiu o uso de dois vilões em ‘The Batman‘, filme solo do personagem que será roteirizado, dirigido e estrelado por Ben Affleck.

São eles: Ra’s Al Ghul, líder de um grupo de assassinos de elite chamado Liga das Sombras, e sua filha Talia Al Ghul.

O motivo? Não saturar os personagens, que foram interpretados por Liam Neeson e Marion Cotillard recentemente na trilogia comandada por Christopher Nolan.

O vilão principal será o Exterminador (Deathstroke). Também conhecido como Slade, o Exterminador (Deathstroke em inglês) possui grandes atributos físicos e é o resultado de um experimento do governo norte-americano tentando criar soldados meta-humanos. Ele se torna um mercenário ao desafiar as ordens do governo para resgatar seu amigo e mentor, que havia sido enviado em uma missão suicida por um comandante rancoroso.

Primeira cena da ‘Mulher-Maravilha’ em ‘Batman Vs Superman’ é divulgada oficialmente 

Will Smith deve aparecer como o Pistoleiro, o seu personagem de ‘Esquadrão Suicida‘.

Em recente entrevista ao IGN, Ben Affleck revelou que está trabalhando no roteiro de ‘The Batman’ e que ele está confiante que irá entregar um bom filme.

“Estou tentando entrar no tom certo do filme. Não é o tipo do filme que você pode falhar com tranquilidade. Preciso fazer algo que me deixará confiante, para que eu possa seguir em frente”, afirmou.

 

‘Batman’: Anne Hathaway quer voltar a viver a Mulher-Gato 

Os roteiristas Ben Affleck e Geoff Johns, diretor criativo do Universo Cinematográfico da DC, estão finalizando o roteiro e planejam apresentar uma Gotham perigosa e povoada pelos clássicos inimigos do herói.

 

Wolverine e X-23 mostram suas garras em novo cartaz de ‘Logan’

A 20th Century Fox divulgou um novo cartaz de ‘Logan‘, estampado pelo Wolverine, X-23 e Charles Xavier.

Confira, com os últimos clipes divulgados:

 

 

A produção contará com 2 horas e 15 minutos de duração, tornando-se o mais extenso da franquia ‘Wolverine‘.

X-Men Origens: Wolverine‘ teve 1 hora e 47 minutos e ‘Wolverine: Imortal‘ totalizou 2 horas e 6 minutos de duração.

Hugh Jackman virá ao Brasil para divulgar ‘Logan’! 

Em um futuro próximo, um cansado Logan cuida de um Professor X em dificuldade, escondido na fronteira mexicana. Mas as tentativas de Logan de se esconder do mundo e de seu legado acabam quando um jovem mutante chega, sendo perseguida por forças obscuras.

Patrick Strewart planeja abandonar a franquia ‘X-Men’ após ‘Wolverine 3’ 

O elenco conta com Hugh Jackman, Patrick Stewart, Elise Neal (‘Pânico 2’), Boyd Holbrook (‘Narcos’) e Elizabeth Rodriguez (‘Fear The Walking Dead’).

Saiba em qual linha do tempo da franquia o filme se encaixa – Confira!

‘Gotham’ é renovada para a 4ª Temporada

O canal Fox confirmou em comunicado oficial a renovação de ‘Gotham‘ para a quarta temporada.

A quantidade de episódios ainda não foi revelada, mas muito possivelmente serão entre 22 a 23 episódios.

Enquanto o fall season não chega, ‘Gotham‘ exibe seus últimos últimos episódios da terceira temporada.

 

Abaixo, você confere a prévia do que será apresentado na próxima semana:

Hayley Atwell ficou surpresa com o cancelamento de ‘Agent Carter’

Em entrevista ao IGN nesse fim de semana, Hayley Atwell voltou a comentar sua surpresa com relação ao repentino – mas já esperado – cancelamento de Agent Carter‘.

“Era uma coisa de política da rede. Eles queriam me colocar nesse show mais pomposo [Conviction] para que pudéssemos criar uma nova série de drama. Também havia muitas decisões econômicas por trás disso e eu não fazia parte da conversa. Nós ficamos realmente surpresos com isso, porque nós temos a sensação de que as pessoas gostavam da série. Então, eu vi campanhas na internet para que a série voltasse, mas levando em conta que ela morreu aos 96 anos, eu ficaria empregada pelo resto da minha vida.”

De um modo geral, ‘Agent Carter‘ foi cancelada por uma série de fatores.

A audiência não foi levada nem tão em conta, já que a série não era cara para se filmar, afinal, ‘Agent Carter‘ era rodada no “quintal” dos estúdios Disney na Califórnia.

O que se especula é que a série foi cancelada em favor de ‘Vingadores – Guerra Infinita‘ e ‘Vingadores 4’.

Isso porque ‘Agent Carter era uma série bastante querida por seus criadores: Christopher Markus e Stephen McFeely, roteiristas dos dois Vingadores.

Assim, a Marvel ficou com receito que a tentativa de alavancar a audiência da série fizesse com que a dupla pudesse se desvencilhar do objetivo central, que era a de escrever os dois filmes.

Assim, a Marvel TV e Marvel Studios entraram num acordo para que o TV Show fosse cancelado de vez, e com isso, a dupla não precisaria mais tirar os olhos dos dois maiores blockbusters de 2018 e 2019.

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WHAT? ‘Stranger Things’ (ou ‘Bagulhos Sinistros) será exibida no SBT

A Netflix anunciou que exibirá o primeiro episódio da 1ª temporada de ‘Stranger Things‘ no SBT.

O serviço de streaming comprou 1 hora e 30 minutos da programação do SBT para divulgar a série, e acaba de anunciar como usará o tempo.

Além do episódio, também será exibido um especial com várias curiosidades sobre a série.

Confira:

A parceria entre a Netflix e o SBT vai longe… recentemente, eles usaram a Chiquinha, de ‘Chaves‘, para promover ‘Bagulhos Sinistros‘…!

Pois é, pois é, pois é… A Onze não foi a primeira criança num experimento do laboratório de Hawkins. Conheça a 9.2, ou Chiquinha, para os íntimos.

 

Estamos em 1984 e os cidadãos de Hawkins, Indiana, ainda estão se recuperando dos horrores do Demogorgon e dos segredos do Laboratório de Hawkins. Will Byers foi resgatado do Mundo Invertido, mas uma entidade maior e mais sinistra ainda ameaça os que sobreviveram. Will continua estranho. Sua mãe faz de tudo para que as coisas voltem ao normal e até começa a namorar um antigo colega de classe.

A 2ª Temporada de Stranger Things estreia todos os episódios no dia 27 de outubro exclusivamente na Netflix. Fique ligado para novidades.

Assista ao trailer da 2ª Temporada de Stranger Things

 

 

‘Lucifer’: Astros mandam recado fofo para os brasileiros; Assista!

A Netflix salvou ‘Lucifer‘ do cancelamento, e já iniciou as filmagens da 4ª temporada.

E para comemorar seu público mais fiel, os brasileiros, os astros Tom Ellis (Lucifer) e Aimee Garcia (Ella Lopez) mandam um recado super fofo.

Assista:

O roteirista e criador da série Joe Henderson divulgou recentemente o título do 1° episódio da 4ª temporada. Será ‘Everything’s Okay‘, ou ‘Tudo está Ok‘ na tradução livre.

O que você acha que o título significa?

Henderson revelou em entrevista ao TVLine que a mudança da Fox para a Netflix o permitirá fazer coisas que não seria possível na TV aberta, com mais nudez, violência e até palavrões.

“[Em uma cena] Lucifer aparece pelado. Nós queríamos mostrar sua bunda, mas não podíamos.”

Ele afirma que Tom Ellis tem uma “bunda espetacular”, e gostaria de mostrá-la na série.

“Nós podemos mostrar coisas assim sem problemas [na Netflix], mas não tanto que você não poderia assistir com sua filha adolescente.”

Sobre a violência na série, Henderson completa, “Nosso sangue pode ser um pouco mais real, nosso terror pode ser um pouco mais tenebroso. Continuará com a mesma linguagem de antes, mas nós iremos abraçar os pequenos detalhes que podem fazer uma grande diferença.”

A quarta temporada de ‘Lucifer’ na Netflix terá apenas 10 episódios. O anúncio foi feito pela dupla de showrunners Joe Henderson e Ildy Modrovich.

Segundo a dupla, o novo ciclo pode ainda assim durar um pouco mais, considerando que um dos episódios bônus já gravados pode ser inserido na lista de exibição.

A expectativa é que os novos episódios tenham uma média de 43 minutos de duração, como de costume, mas a possibilidade de serem um pouco mais longos também é real – em virtude da flexibilidade que a plataforma de streaming oferece, conforme comentou Henderson.

Disse:

“Com as redes sociais, os fãs têm a oportunidade de fazer a diferença é essa é a parte mais legal de toda essa experiência que estamos vivendo”.

HBO divulga o trailer de ‘Deadwood: O Filme’, sequência da aclamada série

A HBO divulgou o trailer do filme que dará sequência na aclamada série ‘Deadwood‘.

Assista:

A sequência acontece dia 31 de maio.

A série de faroeste se passava no fim do século XIX, trazendo personagens históricos como Seth Bullock, Calamity Jane e Wild Bill Hickok. A história se inicia com o descobrimento de ouro em Deadwood Gulch, que origina o surgimento de uma colônia em um território indígena, gerando diversos conflitos.

Daniel Minahan, que dirigiu diversos episódios da série, comanda.

Usuários brasileiros da Netflix preferem assistir séries e filmes DUBLADOS

A Netflix divulgou um dado um tanto surpreendente em relação aos seus usuários brasileiros. Ao contrário do que alguns devem achar, a maioria dos assinantes prefere desfrutar os conteúdos de streaming de forma dublada.

A constatação foi feita a partir da série ‘13 Reasons Why’. Segundo o vice-presidente de Produtos da Netflix, Todd Yelling, no país, apenas 16% dos assinantes que acompanharam a produção assistiram os episódios legendados. Surpreendentemente, 84% preferiu ver dublado.

O dado ainda identificou que conteúdos mais jovens seguem esta tendência no Brasil, enquanto produtos voltados para o público adulto possuem um share legendado maior. A comparação foi feita em relação à ‘House of Cards’. De acordo com Yellin, no caso da série estrelada por Kevin Spacey, 50% da audiência opta pelo conteúdo com áudio original e legenda.

A empresa também comentou sobre a importância de expandir o acesso de seus conteúdos a uma variedade cada vez maior de idiomas. Yellin pontuou que na época de lançamento de ‘House of Cards’, era possível conferir a produção em apenas sete idiomas. Com a chegada da nova série estrelada por Jason Bateman, a tradução para legendas e dublagens chegaram a alcançar 25 línguas distintas, com a expectativa de aumento para 28.

 

 

 

 

 

Angelina Jolie nas primeiras imagens do set da ação ‘Those Who Wish Me Dead’

‘Those Who Wish Me Dead’ (‘Aqueles que me Querem Morto’, em tradução livre) ganhou suas primeiras imagens dos bastidores, mostrando o grande retorno de Angelina Jolie aos filmes de ação.

Confira:

Taylor Sheridan, indicado ao Oscar de Melhor Filme por ‘A Qualquer Custo‘, é responsável pela direção.

Baseado no romance de Michael Koryta, a história acompanha um menino de catorze anos que presencia um brutal homicídio e entra para um programa de proteção às testemunhas sob uma nova identidade. Enquanto isso, os assassinos partem em uma jornada para encontrá-lo, destruindo quem estiver em seu caminho.  

O elenco conta com Angelina Jolie, Tyler Perry e Nicholas Hoult, conhecido por seu papel de Fera na franquia ‘X-Men’.

‘Those Who Wish Me Dead’ ainda não tem data de estreia definida.

‘Sob o Sol do Oeste’: Mia Wasikowska e Robert Pattinson no trailer do faroeste que estreia sexta na Netflix

A comédia faroeste Sob o Sol do Oeste (Damsel), estrelado por Mia Wasikowska e Robert Pattinson, será lançada na Netflix nesta sexta-feira (26).

Assista ao trailer:

A trama narra a história de Samuel e sua caçada para salvar sua amada Penelope, quem acredita ter sido sequestrada. Mas aparentemente, Samuel apenas está sendo enganado.

A direção fica por conta dos irmãos David e Nathan Zellner.

 

Andrew Garfield diz que filme cancelado do ‘Sexteto Sinistro’ era “INCRÍVEL”

A franquia ‘O Espetacular Homem-Aranha‘ teve apenas dois filmes e acabou fracassando na tentativa de criar um novo universo baseados nos quadrinhos do Cabeça de Teia.

Antes de cancelar aquela franquia, a Sony estava produzindo um filme do ‘Sexteto Sinistro‘ que seria dirigido por Drew Goddard, de ‘O Segredo da Cabana‘.

Em entrevista ao Collider para promover ‘The Eyes of Tammy Faye‘, o ator Andrew Garfield falou sobre o projeto.

Sexteto Sinistro teria sido incrível. Espero que um dia o Drew Goddard consiga fazer o filme, porque o roteiro era ótimo. Não sei se chegaram perto de filmar, mas tive várias reuniões que foram emocionantes. Eu amo muito o Drew e O Segredo da Cabana, e os filmes que ele fez.”, afirmou.

Recentemente, Dane DeHaan, intérprete de Harry Osborn, também falou sobre o filme.

“É meio óbvio, não é? No segundo filme, eles deixaram diversas pistas e provocaram o público com a chegada do ‘Sexteto Sinistro‘. Eu não sei muitos detalhes, mas o Duende Verde seria o líder do grupo e haveria diversos filmes com novos vilões. A ideia acabou sendo cancelada por conta do novo acordo entre a Sony e a Marvel Studios.”

Em 2015, o diretor Drew Goddard conversou com o io9 e chegou a comentar suas ideias sobre o filme.

“Minha visão sobre o ‘Sexteto Sinistro‘ é fazer um filme por ano, mas com uma história que não terá relações com a trama principal do ‘Homem-Aranha‘. Dessa forma, podemos trazer o herói para enfrentar os vilões sem alterar o curso dos filmes dele. Além disso, os vilões serão os protagonistas, veremos a trama a partir do ponto de vista deles.”

Mais cedo ou mais tarde, a Sony ou a Marvel devem produzir uma adaptação da equipe agora que novos vilões relacionados ao ‘Homem-Aranha‘ estão chegando às telonas.

Vale lembrar que Jamie Foxx voltará a viver o vilão Electro em ‘Homem-Aranha 3‘.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Henry Cavill posta vídeo MISTERIOSO indicando que pode ser o novo James Bond do próximo ‘007’

Antes de interpretar um espião em ‘O Agente da UNCLE’ e ‘Missão Impossível: Efeito Fallout’, Henry Cavill revelou ao Cinema Blend que foi recusado para o papel de James Bond.

Agora Cavill postou um enigmático vídeo no seus stories do Instagram aonde surge saindo de uma loja na direção do Aston Martin DB5, o icônico carro do agente secreto.

Cavill olha para a câmera e brinca: “‎‎A vida é cheia de maravilhosas tentações”.

Após anos de especulações, será que o ator realmente viverá o agente?

Cavill disse em entrevista que foi chamado para o teste de elenco de 007: Casino Royale‘, mas não se preparou devidamente para o papel e foi substituído por Daniel Craig.

“Eu deveria ter me preparado melhor. Lembro-me que o diretor Martin Campbell disse: ‘Henry, você está um pouco gordinho para o papel.’ Na época eu não sabia como treinar ou fazer dieta. E fico feliz que Martin tenha sido sincero sobre isso, porque sei lidar com a verdade. Isso me ajuda a melhorar.”

Porém, o diretor Martin Campbell revelou ao Cinema Blend que não é verdade que o ator foi dispensado pelo seu peso.

“Eu realmente vi o teste de elenco do Henry Cavill para viver James Bond. Ele foi muito bem no teste. Mas ele era muito jovem para o papel e também não era tão experiente quanto o Daniel [Craig]”, afirmou.

Mesmo antes de Daniel Craig anunciar sua aposentadoria como James Bond em ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, os fãs de Henry Cavill expressam seu desejo em vê-lo assumindo o icônico papel no futuro da franquia.

Stephen King revela o filme de TERROR mais assustador que já viu…

O autor Stephen King é mundialmente conhecido por ser referência no gênero de terror, sendo um dos escritores cujas obras mais foram adaptadas em Hollywood.

Durante sua participação no programa Eli Roth’s History of Horror, o também roteirista revelou qual filme foi tão assustador, que até mesmo ele não teve coragem de terminar na primeira vez em que assistiu.

Segundo King, ‘A Bruxa de Blair‘ se tornou uma experiência pessoal e horripilante, por ser “bizarro demais”:

“A primeira vez que vi A Bruxa de Blair, eu estava no hospital e estava dopado de remédios. Meu filho chegou com um VHS do filme e me disse: ‘Pai, você precisa assistir isso’. Na metade do filme, eu disse: ‘Desliga isso, é bizarro demais’!”. 

É importante ressaltar que o autor sofreu um acidente em 1999, após ser atingindo por um motorista de uma minivan, enquanto andava no acostamento de uma estrada.

Você também ficou assustado com o filme?

De acordo com o ProductionWeekly, um novo filme da franquia ‘A Bruxa de Blair‘ está em desenvolvimento pela Lionsgate.

A sequência, ainda sem título oficial, será dirigida por Oliver Park. O cineasta é melhor conhecido por comandar o terror ‘Oferenda ao Demônio‘.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram revelados.

O projeto será produzido pela Haxan Films, mesma companhia responsável pelo filme original. Os diretores do primeiro longa, Daniel MyrickEduardo Sánchez, foram listados como produtores.

As filmagens estão programadas para começarem no segundo semestre de 2023.

Anteriormente, o jornalista Jeff Sneider havia confirmado que a Lionsgate estava interessada em desenvolver mais um filme da franquia: “Comecem a preparar ideias e roteiros, porque parece que a Lionsgate está pronta para voltar à floresta para mais um filme da ‘Bruxa de Blair’, uma vez que uma boa franquia nunca está realmente morta na era de streaming.”

Em 2016, ‘Bruxa de Blair‘ foi lançado como uma sequência direta do filme original. Apesar de não ter sido um fracasso, o terror não foi o sucesso esperado pelo estúdio. O longa arrecadou moderados US$ 45.1 milhões, a partir de um orçamento de apenas US$ 5 milhões.

Em contrapartida, a produção amargou apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Melissa Barrera revela seus 3 filmes de TERROR preferidos… e um deles eu aposto que você não conhece! [EXCLUSIVO]

Enquanto divulgava ‘Abigail‘ ao lado da estrela mirim Alisha Weir, Melissa Barrera revelou seus três filmes de terror favoritos… e um deles é pouco conhecido – apesar de ter sido indicado ao Oscar.

“Eu realmente amo Hereditário, tem uma das cenas mais assustadoras da história que me deu pesadelos para sempre. Há também um filme chamado Border, que eu sou uma grande fã. Conhece? Ali Abbassi. É tão bom, não sei se é terror, mas é aterrorizante. E eu também amo muito Cisne Negro”, ela afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Border‘ foi lançado em 2019 e foi indicado ao Oscar. Na trama, Tina (Eva Melander) é uma policial que foi atingida por um raio na infância e desenvolveu uma espécie de sexto sentido, fazendo com que seja capaz de “ler as pessoas” apenas pelo o olhar. Ela trabalha no aeroporto fiscalizando malas. Ela acredita ter um dom, mas tudo muda quando ela identifica um criminoso em potencial e não consegue achar provas para justificar sua intuição. Após o episódio, ela passa a questionar seu dom, ao mesmo tempo em que fica obcecada em descobrir qual o verdadeiro segredo de Vore (Eero Milonoff), seu único suspeito não legitimado.

Assista ao trailer:

Abigail‘ já está em exibição nos cinemas. Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘  – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).

A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.

Abigail‘ marca a reunião entre a atriz Melissa Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico 5 e 6‘.

 

Rachel Zegler canta música INÉDITA em novo teaser ‘Branca de Neve’

O live-action de Branca de Neve ganhou um teaser com Rachel Zegler cantando a música Um desejo em mim (Waiting on a Wish).

A estreia está marcada para o dia 21 de março de 2025.

Assista, com o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

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Drew Barrymore será a produtora do REBOOT de ‘As Panteras’

A empresa de Drew Barrymore, Flower Films, produzirá o novo filme de ‘As Panteras‘, 25 anos depois de ela ter estrelado o remake.

De acordo com o The Hollywood Reporter , a atriz de 50 anos ajudará a lançar uma nova versão roteirizada por Pete Chiarelli, roteirista de ‘Podres de Ricos‘.

“Não está claro quem está produzindo a nova versão, embora uma fonte tenha dito que Drew Barrymore e sua produtora Flower Films, responsáveis ​​pelas primeiras adaptações para o cinema na virada do século, estão de volta para esta nova versão.”

Isso aumenta as probabilidades do trio Drew Barrymore, Cameron Diaz e Lucy Liu retornar para passar o bastão para uma nova geração.

Não foi divulgado ainda sobre o que é ou quem irá produzir. A tentativa mais recente da Sony de reacender a franquia veio com um filme de 2019 escrito e dirigido por Elizabeth Banks e estrelado por Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska, que não se saiu bem nas bilheterias.

As Panterasoriginou-se com a série de sucesso da ABC dos anos 70 centrada em um trio de detetives particulares interpretadas por Farrah Fawcett, Kate Jackson e Jaclyn Smith. Criado por Ivan Goff e Ben Roberts e produzido por Aaron Spelling, o programa se tornou um fenômeno cultural ao longo de suas cinco temporadas, entre 1976 e 1981.

A versão de 2000 deAs Panteras e sua sequência,As Panteras: Detonando’, conquistaram um sucesso expressivo nas bilheteiras mundiais, arrecadando mais de US$ 250 milhões. Em contrapartida, o reboot estrelado por Kristen Stewart em 2019 teve um desempenho fraco, totalizando apenas US$ 73 milhões.

Em encontro via Zoom promovido pela MUBI em parceria com a publicação Vanity Fair, as estrelas de ‘As Panteras: Detonando‘ se reuniram pela primeira vez desde 2019, para comentar sobre o filme ‘A Substância‘ e a personagem principal – interpretada por Demi Moore – Elizabeth Sparkle.

Demi, 62 anos, Lucy Liu, 56, Cameron Diaz, 52, e Drew Barrymore, 49, celebraram a amizade feminina e falaram sobre a atuação de Demi, sua preparação para o papel, a importância do tema tratado em A Substância e de que forma se conectam a ele.

Sobre a temática do filme e a aclamada performance de Demi, Cameron afirma:

“Estamos sob ataque todos os dias. As mulheres são atacadas todos os dias. Ver a reação de sua personagem, e como essa pressão estética vai desmantelando Elizabeth Sparkle sem que ela diga uma palavra… e seu caminho para algo que devolve a ela sua juventude – mas não há realmente compensação para ela”.

Assista LEGENDADO e siga o CinePOP no Youtube:

A solidão de Elizabeth Sparkle e a dependência em relação à validação de sua carreira também renderam reflexões. Para Demi, “ela vive em isolamento, não tem amigos, não tem nada que a ajude a se olhar de outra forma, a não ser a validação que vem de seu trabalho. Literalmente, ela não tem amigos, família, essa limitação é uma forma interessante de criar o extremo a que ela chega”. E Cameron acrescenta: “A beleza era somente o que importava”. 

13 filmes sobre relacionamentos entre Pais E Filhos – Parte 3

Seguindo em nossa jornada sobre esse tema complicado e bastante abordando de diversas maneiras por inúmeras produções pelo mundo todo ano, dessa vez reunimos filmes da Romênia, Israel, França, EUA, Argentina, um clássico sobre o tema com Christopher Walken e Sean Penn no elenco, até curta-metragem separamos para essa parte 3 de nosso especial.

 

O Caderno de Tomy (Argentina, 2020)

Ame, leia, veja, escute…e pense em mim de vez em quando. Baseado em uma história real, o longa-metragem argentino O Caderno de Tomy é uma história, antes de mais nada, sobre um último desejo de mãe para filho. Abordando temas delicados como a linha tênue entre procedimentos legais e a eutanásia, a difícil tarefa de dizer adeus, o projeto gera muitas emoções pois em nossas vidas já conhecemos ou conhecemos alguém que já conheceu quem teve câncer. Disponível na Netflix, o filme pode também ser definido como uma grande mistura de sentimentos. Escrito e dirigido pelo cineasta Carlos Sorin.

Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.

Quando ser corajoso e forte é nossa única opção. Não é um filme fácil, há muita dor pelo caminho dos 84 minutos de projeção. Os diálogos da protagonista com o médico chefe são sinceros, fortes e com uma maturidade gigante. Sedação paliativa ou eutanásia, os contornos dessa linha tênue chegam já no arco final dando bastante profundidade para o polêmico tema.

Por mais que não seja o foco principal, está dentro de outros subtópicos o sentido do relacionamento de pais e filhos. Além disso é algo profundo, dolorido e notório que não é fácil para ela nem para todos ao seu redor. As cenas dos arcos finais deixam nossos corações apertados. O Caderno de Tomy gera muita reflexão sobre o sentido de nossas vidas e o que fazemos com ela.

 

Se Algo Acontecer…Te Amo (EUA, 2020)

Só o amor vence batalhas que durante muito tempo não pensamos em como superar. Como contar os reflexos de uma tragédia através da técnica de animação em menos de 15 minutos? O vazio existencial, a solidão. Uma tristeza que abala o casamento, portas abertas de uma lembrança que machuca mas que mostra uma esperança. Se Algo Acontecer…Te Amo, curta-metragem disponível na Netflix (que legal ter curtas em algum streaming!), busca transformar pequenos minutos em grandiosos momentos contando o recorte de uma família, suas desilusões e algum caminho para a esperança. Escrito e dirigido pela dupla Michael Govier e Will McCormack o projeto transforma a dor em forma de traços e tinta.

Utilizando as técnicas de animação, o drama Se Algo Acontecer…Te Amo mostra uma família que tem sua rotina completamente afetada com lembranças após uma tragédia acontecer com a filha dentro de um colégio norte-americano. Em 12 minutos somos testemunhas de um avassalador recorte de uma família abatida pelo luto.

A sombra, o espírito. A interpretação para tudo o que vemos vem de cada um de nós. Fica forte a tendência de que os sentimentos podem ser identificados como as sombras que vão e vém nesse pequeno grande filme. A paleta de cores se mostra presenta e sem entrelinhas indica o colorido quando geravam lembranças da filha. Govier e McCormack tem um grande méritos de conseguir envolver o espectador do primeiro ao último minuto. Um projeto corajoso e muito emocionante.

 

Uncle Frank (EUA, 2020)

Você vai fazer as coisas como querem que você faça ou da maneira como você quer fazer? Escrito e dirigido por Alan Ball (produtor de seriados de sucesso como A Sete Palmos e True Blood), em seu segundo longa-metragem como diretor, Uncle Frank é sensível recorte passado no início da década de 70 onde um professor universitário não assumidamente gay precisa enfrentar seus grandes fantasmas do passado quando seu pai falece. Delicado e com reflexivos diálogos, o filme percorre todas as dores de um personagem (e os ótimos coadjuvantes) inteligentes e cativantes. Os atores Peter Macdissi e Paul Bettany conseguem extrair de seus personagens todo amor e carinho de uma relação secreta que passa uma grande verdade para o lado de cá da tela. Um emocionante filme, disponível na Amazon Prime.

Na trama, conhecemos a jovem Beth (Sophia Lillis) que mora no interior dos Estados Unidos e não possui muitos sonhos na vida. Sua grande referência acaba sendo o seu tio Frank (Paul Bettany) um homem inteligente, educado, professor da Universidade de Nova Iorque, distante do resto da família, por motivos que a princípio não sabemos, que a faz entender alguns conceitos básicos para que tenha independência e consiga ser quem ela realmente quiser ser. Os anos se passam e Beth passa para a mesa Universidade que o tio dá aulas e acaba, durante uma festa meio que secreta, descobrindo que ele é gay e vive casado com Wally (Peter Macdissi), um engenheiro aeronáutico, a mais de 10 anos. Dias depois, Frank recebe a notícia que seu pai, avô de Beth, faleceu, e os dois precisam embarcar para a cidade natal deles para o funeral.

Há uma impressionante linda passagem entre os arcos, harmônicos e com recheio de emoções perdidas ou encubadas principalmente do amargurado protagonista que acaba se descontruindo e se construindo novamente aos nossos olhos. Não chega a ser um road movie mas é um caminho de descobertas, ou, encerramentos de capítulos não terminados de um passado que vivia gritando dentro de Frank. A delicadeza percorre todos os menos de 100 minutos de projeção, mesmo nas partes mais dolorosas como os preconceitos sofridos há uma quebra de hipocrisia com sarcasmos e muitos risos, alguns desses provocados pelo ótimo personagem Wally (o quase desconhecido por aqui, o ator libanês Peter Macdissi em grande atuação).

Fica mais rico ainda o filme se analisarmos pela ótica de Beth, a referência em quase tudo que conhece sobre livros e vivência vem desse tio tão especial para ela, como se fosse uma filha para ele. Uncle Frank não deixa de tocar o ponto principal a todo instante, relacionamentos pais e filhos, na linha do protagonista e na de muitos dos personagens coadjuvantes, seus conflitos e suas escolhas. Um belo trabalho de Bell e cia.

 

Caminhos Violentos (EUA, 1986)

Violência gera violência. Explorando uma relação explosiva entre pai e filho, o cineasta nova iorquino James Foley nos apresenta um longa-metragem repleto de questões que envolvem principalmente questões familiares e a falta de uma maturidade em um início de uma fase adulta conturbada, sem muitas referências. Somos testemunhas de caminhos inconsequentes, violentos em uma primavera de 1978 no interior da Pensilvânia. Vale o destaque também para a trilha sonora, com direito a canção Live to Tell da Madonna. Destaques para as atuações de Christopher Walken Sean Penn.

Na trama, conhecemos Brad Jr. (Sean Penn), um jovem que trabalha com um bico pouco rentável e vive com a mãe, a avó e o irmão em uma simples casa na Pensilvânia. Brad Jr. se apaixona por Terry (Mary Stuart Masterson) com quem deseja fugir da cidade e ter uma nova vida. Mas, ao mesmo tempo, Brad tem em sua vida novamente o seu pai, o bandido Brad Sr. (Christopher Walken) com que começa a ter uma reaproximação que culminará em um desfecho tenso, frio e sangrento.

Baseado em fatos reais, At Close Range, no original, possui um roteiro bem desenvolvido, assinado por Nicholas Kazan. As verdades da vida são colocadas todas expostas, nem toda trama tem um final feliz, como muitas trajetórias inconsequentes e/ou perdidas do lado de cá da telona. O foco é total na relação complicada entre pai e filho, uma verdadeira luta entre a imaturidade e o pensar sem escrúpulos. Toda a trajetória é violenta, desde o abandono da ex-esposa e dos filhos até a maneira como lida com isso e os inconsequentes atos que se seguem. Um filme marcante, com cenas fortes que apresentam ao público uma história chocante, indicado ao Urso de Ouro no Festival de Berlim.

 

Charter (Suécia, 2020)

Se tivesse que escolher, você ficaria com sua mãe ou seu pai? Indicado da Suécia ao próximo Oscar na categoria Melhor Filme Estrangeiro, Charter, escrito e dirigido pela cineasta sueca de 34 anos Amanda Kernell, possui um arrepiante abre alas, um diálogo no escuro que diz muito sobre sentimentos dúvidas/incertezas que veremos ao longo dos intensos 94 minutos de projeção. No início tudo é muito misterioso, aos poucos vamos descobrindo as verdades e alguns porquês (nem todos) sobre como todos os personagens foram parar ali naquela situação complexa que envolve guarda das crianças, a polícia, assistentes sociais, e uma mãe em fuga com os próprios filhos. Um drama profundo, muito bem dirigido. A atuação de Ane Dahl Torp é uma das melhores dos últimos anos quando pensamos em filmes europeus.

Na trama, conhecemos Alice (Ane Dahl Torp) uma mulher que precisou se distanciar dos dois filhos, Elina (Tintin Poggats Sarri) e Vincent (Troy Lundkvist) por alguns meses esperando sair a decisão sobre a custódia das crianças. Mas certo dia, Vicent liga para mãe no meio da noite e isso faz com que ela volte correndo para o lugar onde seus filhos vivem e acaba sequestrando as crianças com destino às ilhas canárias. Mas o pai das crianças, o indecifrável Mattis (Sverrir Gudnason) não deixará barato e aciona a polícia em busca do paradeiro deles.

O roteiro bate na tecla ‘Peso na consciência’ constantemente. Há uma mágoa imensa dos filhos para com a mãe deles. Por conta de escolhas do passado, isso fica evidente com mais clareza quando analisamos as atitudes pela ótica da filha Elina. Mas as demonstrações de arrependimento os une, quando o espírito materno grita, atitudes desesperadas e impulsivas se jogam na tela gerando uma fuga para redescobertas e um entrelinhado pedido de desculpas embutido em cada atitude simpática vindo dessa mãe que se distanciou mas voltou.  Charter é uma poderosa Fita nórdica que fala sobre assuntos importantes que acontecem diariamente no mundo, principalmente quando envolve filhos, pais e separação.

 

On the Rocks (EUA, 2020)

As verdades precisam ser contadas ou descobertas? Analisando um peculiar raio-x da desconfiança na cabeça de uma esposa que se sente afastada do marido, a cineasta Sofia Coppola (que escreve e dirige esse projeto) nos leva em bom ritmo a uma trama repleta de ótimos diálogos mesmo com um clima amargurado que percorre toda a trama. Entre um drink e outro pai e filha nos divertem com diálogos sobre casamentos, o mundo, traições, escolhas, atos machistas. Bill Murray Rashida Jones nos brindam com ótimas atuações. As passagens dos arcos são lindas, metáforas de interseção entre a cidade e os problemas cotidianos entre quatro paredes.

Na trama, conhecemos Laura (Rashida Jones) uma escritora que está em uma péssima fase no seu trabalho e ainda começa a desconfiar da constante falta de tempo do seu marido Dean (Marlon Wayans). Nisso, surge seu pai Felix (Bill Murray) na história, um negociante de artes bem sucedido, sedutor, bom vivant, que acha ser o maior conhecedor sobre relacionamentos da face da terra. E assim, no vai e vém pelas principais ruas de uma nova Iorque que nunca dorme pai e filha tentarão descobrir se há segredos de Dean.

Uma pulga atrás da orelha é uma expressão que se encaixa na vida da protagonista. Em busca da própria aventura, Laura tenta a todo instante analisar cada variável da vida que leva e acaba entrando em constante pane emocional quando vestígios de mentiras aparecem em sua frente. Nessa hora que surge a figura do pai, de cara vemos uma relação pai e filha muito amistosa, resumindo é objetivo e deveras protetor por parte do mais velho. Caricato, porém, exalando carisma, o seu excêntrico Felix vira algo marcante na história, méritos do sempre hilário Bill Murray. Os ótimos diálogos não avançam muito em profundidade e a situação matrimonial ganha contornos de background em alguns momentos.

Mesmo não sendo perfeito, On the Rocks nos apresenta um drama disfarçado de comédia elegante com pitadas sobre um recorte do que acontece entre quatro paredes.

 

Mãe e Muito Mais (EUA, 2020)

Há sempre espaços nas histórias da vida para um final melhor. Camuflado de comédia bobinha Mãe e muito maisé muito mais que uma historinha água com açúcar. Consegue traçar paralelos reflexivos sobre idade, dúvidas, incertezas dentro de um contexto de amizade que passa de mães para filhos. Escrito e dirigido pela cineasta Cindy Chupack (produtora do famoso seriado Sex and the City) o filme aposta em três recortes de relacionamento mãe x filho diferentes, com três artistas fantásticas que transpiram carisma.  Ao longo de simpáticos 100 minutos, o longa-metragem, que está disponível no catálogo da Netflix, caminha, nem tão raso, nem tão profundo, por assuntos tabus dentro desses relacionamentos.

Na trama, conhecemos as inseparáveis amigas Carol (Angela Bassett), Gillian (Patricia Arquette) e Helen (Felicity Huffman) que viveram a vida toda no interior de uma grande cidade e todas elas presenciaram a formação de cada um dos respectivos filhos delas. Quando em uma conversa argumentam sobre os porquês dos filhos não ligarem no dia das mães, impulsivamente resolvem ir atrás deles, que são amigos, e moram, cada um em sua casa, em Nova Iorque. A partir daí, casa uma delas tentará entender situações, melhorar relacionamentos e aparar problemas do passado pensando sempre em ter um futuro melhor no relacionamento mães e filhos.

Aquela sensação angustiante de ver o filho crescer e se importar pouco com a mãe. Esse raciocínio é a alma das personagens, seus objetivos passam por essa questão e o que o roteiro faz para descascar esse tema é muito produtividade, pois, habilmente, consegue abre abas, como subtemas, para questões existenciais resolvidas dupla, mãe e filho. Andando pelas ruas de Nova Iorque, muito parecido com a sensação de vários outros filmes (clichê mas bem válido), as mamães chegam à encruzilhada de que talvez não possam ser tão perfeitas como elas pensam, nem seus filhos.

Falando sobre traição, sexualidade, síndrome do ninho vazio, questões mal resolvidas de um passado longe mas presente o trio de amigas se descontroem aos olhos mais atentos em busca de um novo norte. Por isso, podemos afirmar que Mãe e muito mais é uma jornada convincente que mostra muito sobre relacionamentos de mães e seus filhos.

 

Tempestade de Areia (Israel, 2017)

Há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade. Selecionado como representante de Israel ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2017, Tempestade de Areia, falado todo em árabe, abre mais uma vez os campos de discussões sobre culturas e tradições sobre os direitos da liberdade de escolha na vida das mulheres que vivem cercadas de imposições de costumes. Na linha de frente da história estão duas mulheres corajosas que sofrem com essas imposições. A cineasta israelense Elite Zexer, em seu primeiro longa-metragem, consegue criar um drama delicado recheado de argumentos para discussões sobre o despertar da necessidade de mulheres que não possuem liberdade de escolhas.

Na trama, conhecemos Layla (Lamis Ammar) uma jovem filha de uma família de beduínos (parte de um grupo árabe habitante dos desertos) que consegue convencer seu pai a deixar ela freqüentar a faculdade. Lá, conhece um grande amor e decide tentar resolver sua situação com seu pai Suliman (Hitham Omari), esse que acaba tomando decisões drásticas em relação a isso. Ao mesmo tempo, sua mãe Jalila (Ruba Blal) está irritada com o segundo casamento de seu marido e busca, mesmo em meio aos próprios conflitos, entender a situação de Layla e ajudá-la.

Atrás dos véus, estão duas mulheres fortes e corajosas, mãe e filha. Um conflito ideológico, oriundo de tradições e culturas, é imposto para a jovem Layla. Querendo lutar pelo seu direito de amar quem ela bem desejar, entra em choque com a imposição do pai de arranjar um casamento com quem ele quer. Já sua mãe Jalila viveu todo o drama de não saber com quem iria se casar e sofre atualmente com a preferência do marido para a segunda esposa. Os retratos emocionais se refletem nas situações mostradas, como as necessidades que Jalila passa com suas filhas enquanto a nova esposa do marido tem uma nova casa com geladeira funcionando e eletricidade.

A passividade do pai em alguns momentos chama a atenção. A mãe, figura forte e muito centrada tenta ajudar sua filha em certos momentos mas sempre na dúvida do que realmente quer para ela. Com o sofrimento imposto pelo segundo casamento de seu marido, as prováveis conseqüências de ajudar a filha a ir atrás do destino que ela quer são jogadas para escanteio, prevalece o amor pela filha. As escolhas que são feitas, já no ato final, mostram os conflitos e até onde conseguimos ir pra lutar contra quem amamos.

Vencedor do Grande Prêmio do Júri na categoria World Cinema Dramatic no Festival de Sundance, Tempestade de Areia é um grito de socorro para essas mulheres que vivem presas em conflitos sem poder respirar suas próprias escolhas e conhecer o que é liberdade.

 

Tempestade (França, 2015)

Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos. Vencedor de dois prêmios no aclamado Festival Internacional de Cinema de Veneza em 2015, Tempête, no original, dirigido pelo francês Samuel Collardey, é uma daquelas pérolas sensíveis, raras, que explora a ausência até seu último suspiro. Dúvidas e escolhas são bastante explorados pelos personagens, repletos de indagações e sonhos, quase análogos à incerteza quando estamos passando por uma fase adolescente para a fase adulta. Um recorte maduro sobre a paternidade e a busca por melhores condições para uma família.

Na trama, conhecemos o pescador Dom (Dominique Leborne), um homem perto dos quarenta anos que trabalha em alto mar ficando pouco tempo por mês em terra. Ele recentemente se divorciou e conseguiu a guarda de seus dois filhos, Mailys (Mailys Leborne) e Matteo (Matteo Leborne) que escolheram ficar com ele por terem problemas com a mãe. Mesmo ausente, Dom sempre preenche a casa onde vive com os filhos de amor e carinho, mesmo com algumas irresponsabilidades. Quando a filha fica grávida aos dezesseis anos, Dom precisará encarar escolhas que mudarão para sempre os rumos dessa família.

A ausência é um tema importante, explorado com leveza, também acompanha toda a história, os caminhos da maturidade até a responsabilidade, grande dilema do protagonista. Há um certo descontrole quando se vê cheio de tempestades em sua vida, com a eminência da perda da guarda de seus filhos e a decisão de pensar em um trabalho remunerado que o deixe mais presente, em terra, perto deles. Movido pelo amor que tem pelos filhos, o protagonista embarca em uma transformação em sua vida pessoal e profissional, se apegando em seus sonhos para escrever um horizonte cheio de esperança e estabilidade.

Um pai ausente mas amoroso, irresponsável com detalhes da vida mas que ajuda quando está por perto. Dom, personagem marcante, é um retrato de parte da sociedade que na busca pro melhores condições para a família acaba abdicando de momentos importantes na formação dos filhos. Tempestade é um recorte que exala humanidade, duro, transformador quando estamos em um limite de nossas forças e de como todos os dias podemos aprender mais sobre nosso mundo.

 

Um Lindo dia na Vizinhança (EUA, 2019)

A mudança do mundo destruído pelas palavras. Um cotidiano das emoções em forma de declamações, um livro contado sobre a arte das emoções. Baseado em fatos reais, mais precisamente do artigo de Tom JunodCan You Say … HeroUm Lindo dia na Vizinhançaque estreou faz poucos dias no concorrido (por termos muito poucas salas) circuito brasileiro de exibição, navega pelos sentimentos de forma bastante simples que dão a entender algo parecido a original, as declamações de pensamentos nos levam ao instantâneo ato de pensar sobre aquilo buscando referências em nossas próprias vidas. No papel principal o ator Matthews Rhys, em atuação apenas ok. No papel coadjuvante, nosso eterno Forrest. Tom Hanks é um ator diferenciado, sempre em busca dos mais complexos personagens e sempre com maestria para nos contar suas histórias. Somos sortudos por ser da mesma geração desse gênio da arte de interpretar. A direção é da cineasta californiana Marielle Heller (do elogiado Poderia Me Perdoar?).

Na trama, conhecemos um rabugento jornalista Lloyd Vogel (Matthew Rhys, do ótimo seriado The Americans) que após uma ordem de sua chefe, precisa fazer um texto de 400 palavras sobre o famoso apresentador de público infantil, Fred Rogers (Tom Hanks). Conforme vai conhecendo mais a fundo seu entrevistado, o protagonista começa a passar por mudanças profundas na sua forma de pensar e expressar seus sentimentos, principalmente com o recém aparecido pai.

Um Lindo dia na Vizinhança é um projeto peculiar que você precisa ser convencido que ele pode ser uma boa experiência. Não deixa de ter também quebra de certos paradigmas como o olhar para a câmera. A tal da inteligência emocional, a partir da inspiração. Um Lindo dia na Vizinhança é um filme que você precisa ser convencido que ele pode ser uma boa experiência, isso pode acontecer. A paciência é um fator importante. Nas imperfeições, a subtrama do protagonista e sua saga em reconciliar com seu pai seja pouco profunda, quando Hanks sai de cena o filme dá umas despencadas, mesmo Chris Cooper estando ótimo no papel do pai do protagonista.

Onde ir onde quando a alma está ferida? Um fator interessante é que há uma conversa franca com o espectador. Uma grande sessão de terapia que ultrapassa as barreiras da telona. Muitos podem se identificar demais com a história contada, sobre pais e filhos. Psicólogos, psicanalistas, psiquiatras precisam assistir a esse filme. Gera um bom debate.

 

Bacalaureat (Romênia, 2016)

Ética é a concepção dos princípios que escolhemos, moral é a sua prática. Depois de encantar o mundo cinéfilos com filmes como 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias, o renomado cineasta romeno Cristian Mungiu volta ao universo cinematográfico, após um hiato de quatro anos, com o profundo longa metragem Bacalaureat, que lhe rendeu nada mais nada menos que o prêmio de melhor diretor no último e badalado Festival de Cannes. Explorando os caminhos tumultuados que um pai precisa tomar para que sua filha tenha uma vida distante dos problemas de onde vivem, Mungiu acaba fazendo uma grande exploração bastante Kantiana traçando um paralelo emblemático entre escolhas e consequências no mundo atual.

Na trama, conhecemos o médico Romeo (Adrian Titieni), um homem de idade mediana que mora com sua mulher Magda (Lia Bugnar) e sua filha Eliza (Maria-Victoria Dragus) em um bairro de classe média de uma cidade da Romênia. Romeo possui uma amante, Sandra (Malina Manovici), por quem possui um carinho enorme. Quando sua filha Eliza sofre uma violência a caminho da escola e isso a impede de completar a tempo questões de uma prova importante para o futuro dela, Romeu precisará caminhar por uma estrada onde uma linha tênue divide as posições da ética e da moral.

Um dos fatores mais interessantes do fantástico roteiro, escrito pelo próprio diretor do filme, é que as ações e consequências que vemos ao longo dos 122 minutos de projeção parecem um grande debate filosófico, pisando em linhas éticas e morais, passando pelo tráfego de influência e manipulação em um sistema de ensino rígido. Todas as peças contribuem para o debate, Romeo é apenas nossos olhos nesse tabuleiro de escolhas, um homem comum, com seus princípios, talvez nada diferente de mim ou de você.

As ações das pessoas influenciam o comportamento do indivíduo. Sem uma mancha no currículo e com uma reputação irreparável, Romeo em poucos dias ultrapassa todos os limites éticos possíveis fazendo com que sua personalidade mude e que as emoções fiquem à flor da pele. As variáveis do protagonista são muito bem exploradas pelas lentes inteligentes de Mungiu, percebemos o constrangimento e a decepção caminharem lado a lado, Romeo fica completamente esgotado. Os embates e diálogos com sua filha são as cerejas no bolo, definindo também uma necessidade de Eliza em trilhar seus próprios pensamentos, se distanciando da proximidade de seu pai e tomando as atitudes que melhor achar.

Bacalaureat, infelizmente, não tem previsão de estreia no Brasil. Uma pena, discutir sobre a maneira de se comportar regulada pelo uso (moral) e os costumes (ética), é um prato cheio para nós cinéfilos que gostamos de traçar paralelos com nossa realidade. Esse filme tem muito de muitos lugares.

 

Um Limite Entre Nós (EUA, 2016)

Mude suas opiniões, mantenha seus princípios. Dirigido e protagonizado pelo genial artista Denzel WashingtonFences fala sobre a vida de um homem, seus conflitos, suas convicções e suas relações conturbadas e cheias de princípios com sua família. Baseado na peça homônima de enorme sucesso escrita por August Wilson (que assina o roteiro), e também protagonizada por Denzel nos teatros (papel que lhe rendeu o prestigiado prêmio Tony em 2010), o longa metragem tem momentos de pura poesia que nos faz pensar a cada minuto sobre nossa vida e nossos sonhos nesse imenso mundo cheio de diversidades em que vivemos. Talvez a cereja do bolo, as atuações de Denzel e Viola Davis são magistrais.

Na trama, ambientado na década de 50 nos Estados Unidos, acompanhamos a trajetória de Troy Maxson (Denzel Washington) um homem analfabeto, que foi preso por anos, e depois trabalhou duro todos os dias para sustentar sua família, de origem humilde, em um bairro familiar norte americano. Frustrado toda vida por não conseguir ter sido um jogador de baseball profissional, com todo o talento que tinha, seu destino lhe reservou outra história e assim ele vive o cotidiano entre um drink e outro, tentando se manter consciente em casa e no relacionamento conturbado que possui com sua mulher Rose Maxson (Viola Davis) e seus dois filhos além de ter que cuidar do irmão Gabriel (Mykelti Williamson), um ex-combatente do exército que voltou com problemas da guerra.

Mesmo falando de assuntos familiares complicados, com a ótica totalmente em cima nas escolhas que o protagonista toma, o filme respira poesia e leveza. As lições que o texto de August Wilson provoca no espectador são inúmeras. As cercas do título fazem total sentido, é o paralelo com Troy que parece ter colocado uma grande proteção em volta de quem os cerca. Mesmo com atitudes impulsivas e seguindo uma regra de disciplina fervorosa, Troy é o retrato de grande parte dos trabalhadores norte americanos de origem humilde na década de 50, esperando por chances que às vezes nunca chegam, lutando contra preconceitos todo dia. Podemos fazer uma analogia com os tempos atuais de crise não só no Brasil mas em boa parte do planeta.

O filme ganha contornos mais dramáticos quando Troy conta a sua esposa Rose, com quem é casado há 18 anos, que terá um filho em breve de uma amante. Essa cena já vale o ingresso, Viola e Denzel não dão só show, dão aula em cena. A partir desse ponto, muita coisa muda na visão de Rose mesmo Troy tentando se manter firme em suas atitudes e as conseqüências que chegam a partir disso, como o distanciamento do filho mais novo que é praticamente expulso de casa certo dia pelo pai.

Fences possui cerca de 140 minutos, e praticamente nem sentimos. Podemos dizer que é um teatro filmado, com poucos cenários e impactantes diálogos. É uma história forte, muito bem escrita e atuada que conta com atuações espetaculares de dois dos melhores atores norte-americanos em atividade. Bravo!

 

Más Notícias para o Sr. Mars (França, 2016)

Os velhos acreditam em tudo, as pessoas de meia idade suspeitam de tudo, os jovens sabem tudo. O novo trabalho do cineasta alemão Dominik Moll (O Monge) é antes de tudo um filme que dita suas regras nas entrelinhas da loucura de uma mente reclusa e exausta dos seus caminhos iguais dia após dia. Explorando bastante seu caricato protagonista, Moll transporta para tela, de maneira bem leve (e muitas vezes bem estranha), as dezenas de possibilidades que o ser humano tem todo dia de acordar e sair da rotina estressante.

Na trama, somos apresentados a Philippe (François Damiens), um analista de sistemas que vive uma vida certinha, cheia de regras e pacata em uma cidade francesa. Perto de fazer quase 50 anos sua ex-mulher, uma repórter famosa de uma emissora francesa,  decide de uma hora para outra se mudar para a Bruxelas, deixando os dois filhos adolescentes para ele cuidar. Só isso já seria impactante em sua rotina mas para deixar mais maluca essa história, Philippe começa a enfrentar problemas no seu trabalho, tendo que trabalhar com um funcionário que vai alterar de vez os rumos dessa história.

É preciso paciência e colocar nossas células cinzentas para buscar as associações que o roteiro também escrito pelo diretor busca explorar. Obviamente, a crise de meia idade é o ponto de start para que o fechado protagonista comece a navegar em sua controlada loucura que afeta (e ele também é afetado) a todos que o cercam, desde os novos ‘amigos’ de trabalho, a ira de um supervisor escandaloso, sua relação com os dois filhos, a distância de sua ex-esposa e o aparecimento em tons fantasmagóricos hilários de seus pais.

Exibido no Festival de Berlim em 2016, esse curioso projeto, tem como protagonista o excelente e versátil ator belga François Damiens.

Corre que dá tempo: 10 SÉRIES pra ver antes de 2026 chegar!

2026 está chegando, e todas as pessoas que amam séries estão ansiosas pelos próximos lançamentos que chegarão no ano que vem. Mas você assistiu a todas as grandes séries de 2025? Para quem está em seu momento de descanso, entre o natal e o ano novo, e procura uma obra seriada pra conferir nos streamings, fica aqui as 10 SÉRIES pra ver antes de 2026 chegar.

 

Pluribus (Apple Tv)

Nessa nova série do criador de Breaking Bad, acompanhamos uma escritora de relevante sucesso que, durante uma noite, começa a perceber algo estranho acontecendo pelo mundo e precisa se adaptar a esse novo cenário.

 

Dexter: Ressurreição (Paramount Plus)

Depois de sobreviver milagrosamente a um tiro dado pelo próprio filho na jornada anterior, Dexter (Michael C.Hall) parte rumo a uma nova Iorque que ele não conhece em busca de reestabelecer os laços com seu único herdeiro, Harrison (Jack Alcott). Nesse lugar, cheio de caminhos e reflexões, acaba batendo de frente com um clube de serial killers – um prato cheio pra quem gosta de fazer justiça com as próprias mãos.

 

It: Bem-Vindos a Derry (HBO MAX)

Com um episódio piloto simplesmente brilhante e surpreendente, em It: Bem-Vindos a Derry, ambientado no início da década de 1960, acompanhamos uma série de situações sinistras que ocorrem na cidade de Derry, antes dos eventos de It: A Coisa.

 

Pssica (Netflix)

Tudo começa quando Janalice (Domithila Cattete), após uma situação que leva seus pais a deixá-la na casa da tia (Fátima Macedo), em Belém, é sequestrada por um grupo criminoso ligado ao tráfico de mulheres. Paralelamente, conhecemos outros personagens: um ex-policial em busca da afilhada; Preá (Lucas Galvino), um bandido que se apaixona e vê sua bolha ligada à crimes desmoronar; e Mariangel (Marleyda Soto), uma ex-militar colombiana que vê sua família despedaçar e parte em busca de vingança. Ao longo da trama, esses caminhos se cruzam, nos conduzindo a um desfecho imprevisível.

 

Chad Powers (Disney Plus)

Nascido de uma pegadinha feita anos atrás pelo ex-jogador da NFL Eli Manning – vencedor de dois super bowls – para uma série documental da ESPN, o personagem fictício Chad Powers ganhou uma inesperada série – e muito interessante, por sinal. No papel principal, o ator Glen Powell – em ótima atuação – dá vida a um homem frustrado em busca do recomeçar. Com seis episódios em sua primeira temporada, a série convence ao transformar uma fórmula batida – que tinha tudo pra dar errado – em um verdadeiro touchdown!

 

Homem x Bebê (Netflix)

Aos 70 anos, e após uma breve participação no longa-metragem Wonka (2023), o ator e comediante britânico Rowan Atkinson, conhecido por seu inesquecível personagem Mr. Bean, volta a uma grande produção, dessa vez em parceria com a NETFLIX. Homem x Bebê, minissérie curtinha de apenas quatro episódios, apresenta eventos dissonantes na vida de um homem ingênuo mas de bom coração que se vê envolvido em uma situação pra lá de inusitada.

 

Ninguém nos Viu Partir (Netflix)

Ambientado na década de 1960, em Ninguém nos Viu Partir, conhecemos Valeria (Tessa Ia), uma jovem que largou o mestrado e foi obrigada a se casar com o arquiteto Leo (Emiliano Zurita), em um acordo entre as famílias judias que residem no México. O casal tem dois filhos. O tempo passa e Valeria se apaixona pelo cunhado do marido, Carlos (Gustavo Bassani). Após descobrir a traição, Leo, com a ajuda do pai, Samuel (Juan Manuel Bernal), sequestra as crianças e foge para a Europa. Durante muitos meses, Valeria se vê em uma busca cheia de reviravoltas, movida pelo sonho de voltar a ver as crianças.

 

O Monstro em Mim (Netflix)

Aggie (Claire Danes) é uma escritora de sucesso que, após a morte do único filho, vê sua vida desmoronar. Sentindo-se culpada e não se desprendendo de procurar culpados para a tragédia, destrói seu casamento e passa a viver reclusa. Um dia, muda-se para sua vizinhança o polêmico e ambíguo empresário Nile (Matthew Rhys), acusado anos atrás de assassinar a própria esposa. Ao se aproximar dele, começa a desconfiar de algumas ações e resolve escrever um livro sobre ele, ao mesmo tempo que busca informações sobre se ele matou ou não a ex-esposa.

 

O Naufrágio do Heweliusz (Netflix)

Era o início do ano de 1993, na Polônia. O enorme cargueiro MS Jan Heweliusz, construído no final da década de 1970, se preparava para mais uma jornada atravessando o Mar Báltico. A bordo, mais de 60 pessoas – entre passageiros e tripulantes. Durante uma manobra arriscada – mas necessária diante das condições que se estabeleceram –, a embarcação começou rapidamente a afundar, se tornando um dos maiores desastre marítimos europeus.

 

Stranger Things (Netflix)

Submetida a experimentos por um cientista que a roubou de sua mãe, Eleven tem super poderes e pode controlar objetos com a mente. Ao longo das temporadas de Stranger Things vamos conhecendo melhor sua trajetória no passado, já rumando para um presente onde seus amigos precisarão de seus poderes para vencer o mal.

‘Arthur’ e ‘Dr. Hollywood’ – o amor está no ar com romances das décadas de 80 e 90 na HBO Max

O amor é o que nos move definitivamente como seres humanos. Estamos a todo instante buscando o amor nas mais variadas formas. O afeto é nossa característica mais marcante, mas o amor verdadeiro pode muitas vezes ser atrapalhado por razões sociais. Muitas vezes nossas vidas parecem presas a um status, às regras autoimpostas por nós mesmos, seja por preconceito ou o famoso medo de desagradar a massa, de fugir do padrão. É claro que hoje com uma grande evolução que tende a derrubar tais tabus nos aproximamos de uma melhor convivência e relacionamentos mais sinceros. Assim esperamos.

Dentro do assunto “amor derrubando tabus”, o cinema possui uma verdadeira filmoteca de títulos a escolhermos. Dentro da plataforma da HBO Max, duas produções que abordam o tema destacam-se, possuindo muito em comum – já que falar de cinema e de amor nunca é demais. Arthur: O Milionário Sedutor completa 40 anos em 2021 e Dr. Hollywood – Uma Receita de Amor também completa aniversário e faz 30 anos de seu lançamento em 2021. Os filmes possuem mais em comum do que apenas seus protagonistas baixinhos.

Arthur: O Milionário Sedutor’ marcou a carreira de Dudley Moore.

Arthur: O Milionário Sedutor estreou nos EUA em julho de 1981, e fez tanto sucesso que além de se tornar uma das comédias mais queridas da década de 80, sua popularidade o fez escalar até o Oscar daquele ano, onde recebeu indicações de melhor ator e roteiro original, e venceu nas categorias de ator coadjuvante e canção original – para a icônica ‘Arthur’s Theme (The Best You Can Do)’; é só procurar a canção para imediatamente perceber que você já a ouviu em algum momento da sua vida.

Protagonizado pelo saudoso ator e humorista britânico Dudley Moore (1.59m de altura), Arthur (1981) pode ser considerado o papel definidor de sua carreira e o que sempre virá na cabeça de todos ao pensarem no artista. Moore havia saído de outro sucesso esmagador, a comédia Mulher Nota 10 (1979), igualmente indicada a dois Oscar. Com sua popularidade a mil, o ator embarcava assim em um voo que seria ainda mais alto. O filme é esperto o suficiente para mostrar os dois lados de uma moeda. Arthur fala sobre o protagonista que dá título ao longa (Moore), um sujeito “podre de rico” e literalmente “podre”. Tendo tudo que o dinheiro pode comprar, Arthur leva uma vida vazia, tipicamente no pior sentido que a palavra playboy possui.

Completamente sem noção, de começo Arthur não é um personagem muito simpático.

Talvez no fundo Arthur ressinta o dinheiro que possui e tudo o que ele lhe trouxe. A verdade é que ele nunca precisou trabalhar e sequer o fez para ocupar seu tempo. Mimado, ele torra sua herança vivendo em larga escala, apenas usufruindo do que o dinheiro e status podem oferecê-lo, assim como muitas estrelas se comportavam antigamente. E no centro do filme, em seu coração, essa é a mensagem que fica: viver a vida e usufruir dela é bom, mas é preciso dar algo em troca, gastar nosso tempo não unicamente para nós mesmos. É desta forma que todos que o cercam pensam. Seja seu pai, que se vê cansado de insistir para que o irresponsável herdeiro assuma seus negócios (coisa que ele parece não ter o mínimo interesse), e seu mordomo Hobson (papel de John Gielgud), uma espécie de pai de criação / babá para o sujeito.

Como consequência de seu vazio emocional e existencial, Arthur passa seus dias tomando severos porres de uísque e de outras bebidas alcoólicas (desde mantenham seu padrão). Uma fuga clássica da realidade. O viver entorpecido do protagonista cria um personagem falho e errático, e de começo Arthur é apresentado como um rico esnobe, realmente desprezível. Na cena que abre o filme, ele convence uma prostituta de rua a ir jantar com ele num restaurante de luxo. Aqui não se trata, porém, de um discurso de aceitação, mas sim do valor de choque que promove, tirando sarro para uma diversão pessoal tanto da mulher humilde que não se enquadra no local, quanto das pessoas ao redor ao terem que presenciar um escândalo.

Arthur (Moore) encontra o amor verdadeiro nas formas de Linda (Liza Minnelli). Ao lado, o “pai de criação” Hobson (John Gielgud).

Arthur planeja sua redenção quando o protagonista conhece Linda, personagem vivida por Liza Minnelli – filha na vida real da atriz Judy Garland e do diretor Vincente Minnelli. Ela é uma mulher esperta, carismática, inteligente, engraçada e dona das melhores qualidades que esperamos de um ser humano. A pegadinha está no fato, pelo menos para Arthur, de que ela pertence a uma classe média baixa da sociedade, e entre outras coisas, comete um delito de furtar uma gravata numa loja (para presentear o pai), assim que se conhecem. Arthur nunca conheceu alguém como Linda e do encontro soltam faíscas. O problema é que Arthur tem um casamento arranjado e precisa cumprir sua parte do acordo a fim que duas famílias ricas unam seu patrimônio. Não é loucura pensar que padrões sociais ditem sobre quem devemos ou não nos apaixonar?

Linda se torna a fuga da rica doença de Arthur, e sua entrada numa vida normal, porém, simples. Onde possivelmente precisará abrir mão de sua fortuna em nome do amor. E você, o que faria? Arthur: O Milionário Sedutor (1981) foi o quarto filme de maior bilheteria nos EUA em seu ano de lançamento, recebeu indicação para ator (Moore) e venceu coadjuvante (Gielgud) no Oscar. Fora isso, o sucesso foi tanto que rendeu uma continuação em 1988 (Arthur: O Milionário Arruinado) e uma refilmagem em 2011, protagonizada por Russell Brand e Helen Mirren. O remake também está disponível na HBO Max.

O cartaz fanfarrão de ‘Dr. Hollywood – Uma Receita de Amor’ não faz jus ao seu conteúdo romântico.

Pulando dez anos no futuro, saímos de 1981 para 1991. Pulamos para um ano mais familiarizado com os blockbusters e grandes sucessos de bilheteria. O baixinho Michael J. Fox (1.63m de altura) já havia escrito seu nome no panteão de Hollywood ao protagonizar De Volta para o Futuro (1985), um fenômeno verdadeiramente estrondoso, e suas continuações (em 1989 e 1990). Um dos projetos seguintes que o ator escolhia era uma bela reverência ao amor. Ao contrário de Arthur, uma ideia original, o filme que Fox protagonizaria para a mesma Warner era baseado num livro, chamado ‘What?… Dead Again?, do autor Neil B. Shulman.

O livro transformado em Dr. Hollywood – Uma Receita de Amor estrou no dia 2 de agosto em circuito nos EUA. E também traz um protagonista que ostenta e usufrui de um patamar confortável na escala da sociedade. Ao contrário de Arthur também, que nasceu na “nobreza”, o médico Ben Stone (papel de Fox) é um sujeito que batalhou bastante para chegar aonde chegou, o que inclui servir durante anos em hospitais de emergência – daqueles que vemos em programas televisivos como Plantão Médico ou o nacional Sob Pressão. É justamente onde o filme abre, com o protagonista se despedindo desta vida.

Este outro está mais de acordo. Woody Harrelson ao fundo coadjuva como o caipira machão que não é o que parece.

O personagem de Fox recebe a oportunidade de sua carreira, quando surge a possibilidade de uma vaga numa bem sucedida clínica cirúrgica de estética na Califórnia, terra dos ricos e famosos. E daí já surge o primeiro debate sobre o propósito da profissão da medicina. Seus colegas de trabalho não demoram a ironizar o fato de que ele deixaria de desempenhar a “medicina real” para operar em dondocas em busca do corpo perfeito. Como muitos clássicos de fantasia, daqueles em especial sobre o natal, o destino interfere de forma “mágica” na caminho do sujeito, que estava prestes a iniciar uma vida voltada à artificialidade e superficialidade.

Na estrada para chegar ao seu possível novo trabalho, Stone sofre um leve acidente de carro, mas termina por destruir por completo a cerca de um velho juiz de uma cidadezinha do interior dos EUA, a fictícia Grady – o filme foi rodado em Micanopy, Flórida. Como forma de punição, o juiz decreta que o jovem doutor sirva sua “pena” na cidade, trabalhando como o médico residente no hospital por 32 horas. É claro que o tempo é curto para que algo se desenvolva com o personagem, assim o texto o coloca à mercê de mecânicos que precisam consertar seu carro para que ele possa ejetar do local. Esse tempo irá demorar alguns dias, que serão o suficiente para que ele possa conhecer a cidade e interagir com todos os moradores.

Charme e carisma. A bela Julie Warner rouba a cena no papel de Lou. Uma pena que não fez decolar sua carreira.

O prefeito do local insiste para que Stone estabeleça moradia definitiva na cidade, durante toda a projeção esperançoso de que os charmes de Grady seduzam o profissional de mentalidade urbana. Aqui, o principal debate é sobre a vida na cidade grande versus a vida no campo, ou em um ambiente mais natural (ou rural). Algo trazido à tona durante nossos tempos pandêmicos, em que acompanhamos muitas pessoas migrando da cidade a fim de ganharem uma qualidade de vida fora das quatro paredes de nossas prisões domiciliares. Nunca espaços abertos foram tão necessários para nosso bem estar e saúde mental.

Estabelecer residência em Grady significaria automaticamente para Ben Stone abrir mão de um status confortável e de dinheiro, sucesso e ego (talvez até de seu sonho). Assim como Arthur e seu dilema, o que começa a desestabilizar o “Dr. Hollywood” de Michael J. Fox é o amor, e ele entra em cena com a presença de Lou, papel da graciosa Julie Warner (que deveria ter feito sua carreira decolar), a motorista da ambulância do hospital. Saída de uma cidade grande, ela optou pela vida numa cidade pequena para a criação da filha após ser abandonada pelo marido. Ou seja, não é uma interiorana que nunca viu nada além das cercanias e que tem medo de uma vida mais agitada. Para ela foi pura e simplesmente uma questão de escolha.

“Que música?” Uma das cenas mais belas do cinema, que rivaliza com o baile de “De Volta para o Futuro”.

Assim como Linda (de Arthur), Lou é uma ótima personagem feminina num filme de Hollywood. Espontânea e com uma carapaça dura, Lou já teve sua cota de sofrimento, o que como forma de autodefesa cria uma personalidade mais irônica e difícil. Pelo menos em sua superfície. O protagonista, um jovem convencido, precisará passar um dobrado para conquistar essa mulher de fibra. Aos poucos um vai cativando o outro, muito mais pelas ações do que por palavras, status ou dinheiro (no caso dela). Seu encantamento por Stone começa a surgir de acordo que deixa transparecer a bondade com os moradores da cidade, a forma gentil e nada arrogante com que trata os chamados “caipiras” locais. Sabendo que o sujeito tem poucos dias para permanecer no local, Lou reluta mais ainda para ceder a um possível relacionamento. E ele, que esperava apenas um envolvimento rápido e sem grande significado, termina arrebatado pelos encantos da mulher, uma representação física da cidade de Grady.

Assim como Arthur, o protagonista de Dr. Hollywood precisa fazer a escolha mais difícil de sua vida: dinheiro ou amor. Dinheiro traz realmente a felicidade? O que buscamos afinal, sucesso profissional como objetivo, ou uma vida inteira ao lado de alguém? Podemos ter as duas coisas, mas é preciso empenho dobrado. No caso destes filmes, os roteiros colocam em cheque suas escolhas. É um ou outro. E o grande êxito de ambos Dr. Hollywood – Uma Receita de Amor e Arthur: O Milionário Sedutor é não tratar o tema nem de forma muito cínica e tampouco piegas, ao descambar para um lado ou para o outro. Ambos os filmes são apenas reais e por isso extremamente identificáveis.

Arthur: O Milionário Sedutor (1981) e Dr. Hollywood – Uma Receita de Amor (1991) estão disponíveis na plataforma da HBO Max para você conhecer ou rever.

Vazaram cenas INÉDITAS de ‘Vingadores: Guerra Infinita’; Confira!

Cenas inéditas do filme ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ vazaram na internet. Confira:

Apesar de estar sem áudio e em baixa qualidade, dá para acompanhar algumas cenas rápidas com a Feiticeira Escarlate e o Homem-Aranha.

Marvel finalmente divulgou a data a partir da qual os veículos de comunicação de todo o mundo estão liberados para postar seus reviews de Vingadores: Guerra Infinita. Segundo a publicação, a partir de 24 de abril de 2018 (terça-feira), porém, os críticos poderão postar breves reações nas redes sociais já a partir da segunda (23).

O filme tem estreia marcada para 26 de abril.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

‘One Day at a Time’: 3ª temporada ganha data de estreia

A Netflix finalmente anunciou quando a 3ª temporada de ‘One Day at a Time‘ irá estrear! O terceiro ano será lançado na plataforma no dia 8 de fevereiro de 2019.

A trama gira em torno de uma família americana com raízes próximas em Cuba, composta por uma mãe recém-divorciada e ex-militar que precisa criar sua filha adolescente e o filho mais jovem, com a ajuda de sua mãe, uma cubana conservadora, e seu amigo Schneider.

Justina Machado, Todd Grinnell, Isabella Gomez, Marcel Ruiz, Stephen Tobolowsky e Rita Moreno estrelam.

‘The Good Place’: Elenco se reúne no cartaz da ÚLTIMA temporada

A 4ª (e última) temporada de ‘The Good Place‘ ganhou seu primeiro cartaz.

Confira:

A série foi criada por Michael Schur (‘Parks and Recreation‘).

Ao morrer, Eleanor é levada ao “bom lugar” por engano. Lá, ela se dá conta de que não foi uma boa pessoa durante a vida na Terra. Acreditando poder mudar seu comportamento, ela precisa descobrir o que significa ser uma boa pessoa (ou pelo menos, uma pessoa melhor). Em sua jornada, ela contará com a ajuda de Chidi, a alma gêmea da verdadeira Eleanor.

O elenco inclui Kristen Bell, Ted Danson, William Jackson Harper, Jameela Jamil, D’Arcy Carden e Manny Jacinto.

A temporada final irá estrear no dia 26 de setembro, na NBC. No Brasil, a série é exibida pela Netflix.

‘Ameaça Profunda’: Diretor revela easter egg de ‘Alien’ no filme; Confira!

Através do seu Twitter, o diretor William Eubank compartilhou um divertido easter egg de ‘Alien‘ no terror ‘Ameaça Profunda‘ (Underwater).

Em determinada cena, é possível ver o logo da empresa Weyland-Yutani Corporation no cinto do Capitão Lucien, personagem do Vincent Cassel. Para quem não sabe, essa empresa tem grande importância na franquia ‘Alien‘ e está por trás de diversos acontecimentos dos filmes.

Apesar de ter sido apenas uma referência aos fãs do gênero, não é divertido imaginar ‘Ameaça Profunda‘ e ‘Alien‘ se passando em um mesmo universo compartilhado?

Com um grande orçamento de US$ 80 milhões, o longa fracassou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 40.8 milhões mundialmente.

‘Clarice’: Série baseada em ‘O Silêncio dos Inocentes’ ganha novo teaser; Assista!

A CBS divulgou o novo teaser de ‘Clarice‘, série que focará na Clarice Starling e dará continuidade aos eventos de ‘O Silêncio dos Inocentes‘.

Confira:

A produção irá estrear no dia 11 de fevereiro, na CBS.

O projeto foi escrito por Alex Kurtzman, que também serve como produtor executivo.

A série será ambientada em 1993, um ano após os eventos do filme clássico. A trama irá se aprofundar na história pessoal da Clarice Starling enquanto persegue assassinos em série e predadores sexuais e precisa se arriscar no mundo político de Washington.

Rebecca Breeds (‘Pretty Little Liars‘) estrela como a Clarice Starling. O elenco ainda conta com Kal PennNick Sandow, Michael Cudlitz Jayne AtkinsonShawn Doyle, Tim GuineeMarnee Carpenter.

‘Free Guy’ ultrapassa US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais

Free Guy: Assumindo o Controle‘, comédia de ação estrelada por Ryan Reynolds (‘Deadpool’), continua surpreendendo nas bilheterias! O longa conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 250 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 101.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 174.7 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 276.5 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica com o astro Ryan Reynolds:

Escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal’) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’ e ‘Jogador Nº 1’), o longa é dirigido por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’).

Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.

Joe Keery, Jodie Comer e Taika Waititi também estrelam a produção.

Série derivada de ‘Supernatural’ ganha trailer LEGENDADO com as aventuras dos pais do Sam e do Dean

The Winchesters‘, série derivada de ‘Supernatural‘, teve seu trailer divulgado.

A série contará as aventuras dos pais do Sam e do Dean.

Confira, com as primeiras imagens oficiais:

A produção tem previsão de lançamento para 2023.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco.

Jensen Ackles retornará como narrador da produção.