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‘Top Gun: Maverick’: Como acontece o retorno de Iceman na sequência? Confira!

Top Gun: Maverick já está em exibição nos cinemas nacionais, e a sequência está traz de volta alguns rostos familiares.

Além de Tom Cruise retornando como o protagonista, Val Kilmer também reprisa seu papel como Tom ‘Iceman’ Kazansky.

No filme original, Iceman e Maverick nutriam uma rivalidade pelo posto de melhor piloto na academia da Força Aérea dos EUA. Mas, apesar de tudo, a dupla acaba se respeitando depois de passarem por um conflito contra pilotos inimigos no clímax da trama.

Mas o que aconteceu com os personagens ao longo dos últimos 30 anos?

O texto abaixo contém SPOILERS!

Logo no início da sequência, é revelado que Iceman agora assume o posto de almirante da Marinha dos Estados Unidos e líder da Frota do Pacífico.

E é ele quem recruta o agora capitão Maverick para treinar os novos cadetes no programa Top Gun.

O filme também deixa claro que a amizade entre Maverick e Iceman persistiu, já que Iceman estava constantemente salvando a pele de Maverick toda vez que ele se metia em problemas.

Em um certo ponto, Maverick vai para a casa de Iceman para se reunir com ele, dando a Cruise e Kilmer bons momentos para compartilharem entre si.

Como os fãs devem saber, Kilmer enfrentou um câncer de garganta nos últimos anos e acabou perdendo a voz por conta dos tratamentos na traqueia.

E a doença também faz parte de seu personagem, como revela sua esposa durante a visita de Maverick.

A dupla compartilha uma cena em que Maverick tenta escapar de sua função como instrutor do Top Gun devido a sua relutância em colocar o tenente Bradley ‘Rooster’ Bradshaw (Miles Teller) em perigo.

Isso porque Rooster é filho de Goose (Anthony Edwards), o falecido amigo de Maverick, morto durante uma missão no filme anterior.

Na cena, Iceman fala através de um computador e consegue convencer o amigo a preparar os recrutas para a principal missão da trama.

Tragicamente, não muito tempo depois, Iceman acaba morrendo fora da tela e Maverick vai ao funeral junto com os outros recrutas.

Há alguns meses, o diretor Joseph Kozinski conversou com o GamesRadar e comentou sobre como foi trabalhar com Kilmer.

“Foi uma grande conquista ter Val de volta para interpretar o Iceman. Trabalhar com um ator deste calibre e ver a química e a camaradagem entre ele e Tom é indescritível. Ter esses dois personagens icônicos reunidos neste filme foi um momento muito especial e uma das minhas partes favoritas do filme.”

Trabalhar com Kilmer sem dúvida deve ter sido uma grande honra para o cineasta, principalmente depois que o ator venceu uma desgastante luta com um câncer na garganta… O que havia interrompido sua carreira durante anos.

No filme, a voz do astro foi recriada através de inteligência artificial usando arquivos de seus trabalhos anteriores.

E aí, você está ansioso para revê-lo em ‘Top Gun: Maverick?

Confira o trailer:

 Depois de mais de 30 anos servindo a marinha como um dos maiores pilotos de caça, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) continua na ativa, se recusando a subir de patente e deixar de fazer o que mais gosta, que é voar. Enquanto ele treina um grupo de pilotos em formação para uma missão especial que nenhum “Top Gun” em vida jamais participou, ele encontra Bradley Bradshaw (Miles Teller), que tem o apelido de “Rooster”, o filho do falecido amigo de Maverick, o oficial Nick Bradshaw (Anthony Edwards), conhecido como “Goose”.

Enfrentando um futuro incerto e lidando com fantasmas de seu passado, Maverick confronta seus medos mais profundos em uma missão que exige sacrifícios extremos daqueles que serão escolhidos para executá-la.

Com roteiro de Christoipher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm, e Ed Harris

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‘Star Wars’: Qui-Gon poderia impedir a queda de Anakin ao Lado Sombrio? Hayden Christensen responde!

Antes de Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor) tomar Anakin Skywalker (Hayden Christensen) como seu aprendiz padawan, Qui-Gon Jinn (Liam Neeson) é quem iria treinar o menino.

No entanto, Jinn acabou sendo assassinado por Darth Maul (Ray Park) em ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’.

Infelizmente, as lições de Kenobi não foram suficientes para impedir que Skywalkr fosse seduzido pelo Lado Sombrio da Força, transformando-se no temido Darth Vader.

Mas, será que Qui-Gon poderia impedir a queda do jovem Jedi?

Agora que Christensen está reprisando seu papel como Vader na série do ‘Obi-Wan Kenobi’, o astro conversou com o Comic Book e foi questionado sobre a possibilidade.

Em resposta, ele preferiu deixar a pergunta no ar, afirmando que essa dúvida é um dos elementos que ajudam a compor a imagem de Darth Vader.

“Essa é uma teoria interessante. É algo bastante divertido porque mexe com a nossa imaginação. E isso é parte do que eu realmente gosto sobre a tragédia de Vader, esses conceitos podem girar em sua cabeça. Eu acho que a ideia de que ele precisava de uma figura parental forte em sua vida gera muitos ‘e se’.”

E aí, qual é a sua opinião sobre o assunto?

Lembrando ‘Obi-Wan Kenobi‘ chegou ao catálogo da Disney+ com episódio duplo.

A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Confira o trailer:

Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.

O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

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‘Crimes do Futuro’: David Cronenberg fala sobre seu POLÊMICO terror com Kristen Stewart que chocou Cannes [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o aclamado cineasta David Cronenberg falou sobre seu polêmico terror ‘Crimes of the Future‘, que teve première no Festival de Cannes.

O diretor de ‘A Mosca‘ sempre foi conhecido por incluir cenas gráficas de horror corporal em seus filmes, mas dessa vez foi ainda mais longe. Logo no começo do filme, com cinco minutos de exibição, o público começou a sair da sessão.

Conversando com o Renato Marafon, o diretor explicou como surgiu a ideia para o filme… há muito tempo atrás.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

 

As cenas envolviam vísceras expostas com muito sangue e um visual gráfico.

“Há algumas cenas muito fortes. Quero dizer, tenho certeza de que teremos greves nos primeiros cinco minutos do filme. Tenho certeza disso. Algumas pessoas que viram o filme disseram que acham que os últimos 20 minutos serão muito difíceis para as pessoas e que haverá muitas paralisações”, afirmou o diretor.

Apesar da saída antecipada de alguns membros do público durante a estreia do filme, o filme conseguiu ser aplaudido de pé por sete minutos, de acordo com a Variety.

O filme será lançado em circuito limitado nos cinemas norte-americanos no dia 3 de junho, pela NEON, antes de ter sua exibição expandida por todo país uma semana depois (dia 10).

Além de dirigir, Cronenberg também assina o roteiro.

À medida que a espécie humana se adapta a um ambiente sintético, o corpo passa por novas transformações e mutações. Com sua parceira, Caprice (Léa Seydoux), Saul Tenser (Viggo Mortensen), celebridade da arte performática, publicamente mostra a metamorfose de seus órgãos em espetáculos avant-garde. Timlin (Kristen Stewart), investigadora do Registro Nacional de Órgãos, obsessivamente acompanha seus passos, quando um misterioso grupo é revelado. Sua missão? Usar a notoriedade de Saul para lançar luz à próxima fase da evolução humana.

Scott SpeedmanWelket BunguéDon McKellarLihi KornowskiTanaya Beatty e outros também fazem parte do elenco.

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Homem-Aranha (2002) Completa 20 Anos | Conheça as Atrizes que QUASE Viveram Mary Jane no Filme

Este ano, o primeiro filme do personagem Homem-Aranha nas telonas completa 20 anos de lançamento. Lançada em 3 de maio de 2002 nos EUA (e 17 de maio no Brasil), a obra responsável pela consolidação do gênero dos super-heróis – que domina as bilheterias atualmente – se transformou num fenômeno e gerou uma franquia que já soma nada menos do que 8 longas blockbusters nestas duas décadas desde seu lançamento, incluindo o recente Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, o maior sucesso de 2021.

O primeiro Homem-Aranha, dirigido por Sam Raimi, bateu inúmeros recordes de bilheteria em seu lançamento. Foi, por exemplo, na época o filme que mais arrecadou em seu primeiro fim de semana de estreia – com quase US$50 milhões em cofre. Foi também o primeiro filme a atingir a marca de US$100 milhões de forma mais rápida. Como forma de comemorar esse aniversário mais que especial de uma das mais queridas superproduções do cinema, seguimos para uma nova matéria nesta série (as demais você pode conferir abaixo). Dessa vez, iremos focar na mocinha da história, afinal o que seria de um herói sem uma grande paixão e uma grande mulher para motivá-lo.

Interpretada pela talentosa jovem atriz indicada ao Oscar, Kirsten Dunst, Mary Jane Watson foi o grande amor da vida do protagonista na trilogia original do personagem – e ainda segundo muitos, os melhores filmes com o herói. Justamente por isso, faltou a cereja do bolo em Homem-Aranha: Sem Volta para Casa com a presença da atriz. Bem, ela já expressou publicamente seu desejo de reprisar Mary Jane agora no MCU. Enquanto isso não acontece, ficamos com uma lista das atrizes que quase viveram a personagem no filme original lá de 2002. Confira.

Leia também: Homem-Aranha (2002) Completa 20 Anos | Conheça 10 Atores que QUASE Viveram o herói no Filme

Kate Hudson

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Começamos a lista com a que era a favorita para o papel da ruivinha Mary Jane no primeiro filme do maior super-herói da Marvel. Hoje um pouco sumida dos holofotes, Kate Hudson estava no auge de sua carreira quando quase foi escalada para viver a protagonista feminina em Homem-Aranha. Acontece que a filha de Goldie Hawn havia acabado de receber sua indicação ao Oscar pelo que ainda é considerado por muitos o seu melhor filme e melhor desempenho como atriz: Quase Famosos (2000). Sendo assim, obviamente, os produtores do blockbuster estavam atrás dela feito loucos para conseguir coloca-la em seu filme. No entanto, o gênero dos super-heróis no cinema não era o que é hoje, e talvez a jovem atriz não tenha sentido confiança no projeto. Assim, ela recusou o papel de Mary Jane e optou por seguir para outra produção. Essa em questão sendo o drama épico de guerra As Quatro Plumas, produção da Paramount em parceria com a Miramax. Hudson tinha esperança de sair do filme com uma nova indicação ao Oscar – já que a obra tem toda a cara de prêmios -, mas terminou se tornando um fracasso de crítica e bilheteria. Aliás, As Quatro Plumas e Homem-Aranha tem suas ligações, já que os três protagonistas do primeiro (Hudson, Heath Ledger e Wes Bentley) quase estiveram no blockbuster da Marvel/Sony.

Leia também: Homem-Aranha (2002) Completa 20 Anos | Conheça as Mais Diferentes Versões do Filme que QUASE Aconteceram

Tara Reid

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É triste perceber como a carreira de uma atriz promissora feito Tara Reid conseguiu sair completamente dos trilhos devido ao abuso de álcool e drogas. Justamente por isso, quem conhece tudo o que envolve a atriz hoje, nem acredita que ela foi considerada para viver Mary Jane em Homem-Aranha. E não apenas isso, mas assim como Kate Hudson, estava entre as finalistas para conseguir o papel. No fim dos anos 1990 e início de 2000, no entanto, Tara Reid era um dos nomes mais quentes e badalados de Hollywood, sendo considerada uma jovem estrela. No período, ela inclusive trabalhou com grandes nomes da indústria, vide os irmãos Coen (O Grande Lebowski, 1998) e Robert Altman (Dr. T e as Mulheres, 2000); além de participações em filmes de sucesso, vide Lenda Urbana (1998), Segundas Intenções (1999) e, é claro, os dois primeiros American Pie (1999 e 2001). Na mesma época, Reid também protagonizou uma adaptação de quadrinhos, com Josie e as Gatinhas (2001) – o que pode ter levado os produtores de Homem-Aranha a quase optarem por ela. No fim das contas, Reid não foi escolhida e partiu para estrelar comédias ao lado de Ryan Reynolds (O Dono da Festa, 2002) e Ashton Kutcher (A Filha do Chefe, 2003). Hoje, ela é mais conhecida pela infame franquia Sharknado, da qual participou de seis filmes até 2018.

Leia também: Homem-Aranha (2002) Completa 20 Anos | Conheça os Atores que QUASE Viveram o Vilão Duende Verde no filme

Elizabeth Banks

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Hoje, uma diretora de cinema estabelecida na indústria, tendo comandado produções como A Escolha Perfeita 2 (2015) e As Panteras (2019), Elizabeth Banks deve muito seu início de carreira como atriz à franquia Homem-Aranha. Sim, Banks faz parte do elenco do blockbuster da Marvel – e não apenas do primeiro, como de toda a trilogia original. Mas não no papel que originalmente visava. Ela foi mais uma que fez teste para viver Mary Jane no longa que completa 20 anos em 2022, mas terminou não conseguindo o papel. Porém, os produtores gostaram tanto dela, que resolveram escala-la em outra personagem, a qual parece ter caído como uma luva para a atriz. Trata-se de Betty Brant, a secretária gente boa do editor do jornal Clarim Diário, J. Jonah Jameson. Seu timing cômico é perfeito na personagem, roubando algumas das cenas em que aparece e desempenhando alguns dos momentos mais engraçados da trilogia.

Eliza Dushku

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Eliza Dushku começou a carreira ainda adolescente, ganhando destaque ao viver a filha de Arnold Schwarzenegger no blockbuster de ação True Lies (1994), dirigido por James Cameron. Depois disso, ganharia fama ao viver a caçadora de vampiros Faith em ambos os sucessos cult Buffy – A Caça-Vampiros (1998-2003) e seu derivado Angel (2000-2003). Foi justamente nesta época de grande visibilidade que a atriz também disputou o papel de Mary Jane em Homem-Aranha, realizando um teste que pode ser assistido como extra no DVD do filme. Curiosamente, dois anos antes do blockbuster citado, Dushku protagonizou a comédia adolescente Teenagers – As Apimentadas (Bring It On), lado a lado com a atriz que viria de fato a ficar com a vaga na superprodução: Kirsten Dunst. Ao não conseguir o papel, Dushku seguiu para filmes como o suspense O Último Suspeito (com Robert De Niro, Frances McDormand e James Franco) e o terror Pânico na Floresta.

Mena Suvari

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Outra veterana da franquia American Pie, Mena Suvari foi mais uma jovem estrela da época que chegou a fazer teste para o papel de Mary Jane, ficando entre as finalistas para a personagem. A atriz teve o ano de 1999 como o divisor de águas em sua carreira, já que além do primeiro American Pie, estrelaria também o terror A Maldição de Carrie e, em especial, o vencedor do Oscar Beleza Americana, no qual tinha um papel importante para a trama. E sem dúvida foi devido a este último que os produtores do blockbuster da Marvel consideraram Suvari como uma das possíveis atrizes para a protagonista feminina. Depois disso, a carreira da jovem seguiu para filmes como O Otário (2000), Atraídas pelo Perigo (2001) e A Vingança do Mosqueteiro (2001). Atualmente, a Suvari anda meio sumida dos holofotes.

Alicia Witt

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Outra jovem estrela do final dos anos 1990, Alicia Witt é a única ruiva verdadeira da lista e que não precisaria pintar os cabelos caso tivesse conseguido o papel de Mary Jane. O primeiro papel de Witt no cinema foi ainda bem menininha no clássico cult Duna (1984), de David Lynch. Depois disso, ficaria conhecida como a filha de Cybill Shepherd no seriado Cybill, criado por Chuck Lorre (Two and a Half Men e Big Bang Theory) – que ficou no ar de 1995 a 1998. No mesmo ano do fim do programa, Alicia Witt estrelaria como a protagonista Natalie no terror Lenda Urbana. No início de 2000 faria participações em séries de sucesso, vide Família Soprano e Ally MacBeal; além de uma participação em Vanilla Sky, com Tom Cruise. Atualmente, fez participação na série da CW Stargirl.

Elisha Cuthbert

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A loirinha Elisha Cuthbert marcou o início dos anos 2000, e começou bem novinha a trabalhar na TV – no seriado Clube do Terror (1996-2000). Depois disso, viveria seu trabalho mais marcante, também na TV, ao dar vida para a filha do onipresente Jack Bauer (Kieffer Sutherland), Kim Bauer, por 9 anos no seriado 24 Horas (2001-2010). Sem dúvida foi sua projeção no programa que fez os produtores considerarem Cuthbert para o papel de Mary Jane em Homem-Aranha. A atriz, no entanto, foi outra dentre tantas que ficaram pelo caminho, abrindo espaço para Kirsten Dunst. Cuthbert, por outro lado, seguiria para participar de filmes famosos no período, vide Dias Incríveis (2003), Simplesmente Amor (2003), Show de Vizinha (2004) e A Casa de Cera (2005).

Bônus: Drew Barrymore e Mais Metade de Hollywood

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Como dito, o filme do Homem-Aranha foi um dos projetos que passou mais tempo em desenvolvimento em Hollywood. A ideia trocou diversas vezes de estúdios, de produtores, de diretores e de atores. Para se ter uma ideia, ainda na década de 1980, produtores lutavam com unhas e dentes para tirar o projeto do papel e dar vida ao herói nas telonas. Foi justamente nesta época, no fim dos anos 80, que um número realmente expressivo de atrizes era considerado para dar vida à Mary Jane no longa-metragem – que nunca veria a luz do dia por pelo menos duas décadas. Nesse longo período, nomes como Julia Roberts, Nicole Kidman, Neve Campbell, Jodie Foster, Phoebe Cates, Jennifer Connelly, Bridget Fonda, Jennifer Aniston, Uma Thurman, Winona Ryder, Christina Applegate, Cameron Diaz, Sarah Jessica Parker, entre outros, foram considerados. Além, é claro, de nossa eterna menininha de E.T., Drew Barrymore.

‘Top Gun: Maverick’ deve quebrar recorde de ‘Piratas do Caribe’ e arrecadar US$ 142,4 milhões na estreia

Top Gun: Maverick‘ estreia nos Estados Unidos neste fim de semana do feriado do Memorial Day e deve quebrar recordes.

De acordo com as últimas projeções, o filme está prestes a faturar US$ 142,4 milhões nas bilheterias no fim de semana estendido – ganhos que finalmente quebrariam um recorde de 15 anos no fim de semana do Memorial Day.

O recorde anterior pertence a ‘Piratas do Caribe: No Fim do Mundo‘, que arrecadou US$ 139,8 milhões em 2007.

A estimativa de fim de semana de três dias sem contar o feriado é de US$ 117 milhões, que seria a segunda maior abertura de todos os tempos para a Paramount.

As estimativas de abertura de sexta-feira são de US$ 50 milhões, perto de quebrar o recorde de dia de abertura de ‘Homem de Ferro 2‘, com US$ 51,1 milhões.

É esperado que o filme se torne não apenas um dos maiores sucessos do ano, como também será a maior bilheteria de estreia na carreira do astro Tom Cruise (‘Missão: Impossível‘).

De acordo com a Deadline, se o longa alcançar a marca dos US$ 180 milhões de dólares mundialmente, será a melhor estreia de Tom Cruise – que até então pertencia ao filme ‘A Múmia‘ (2017) – com US$ 172,3 milhões mundialmente no fim de semana.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris

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Top Gun (1986) | Antes de Tom Cruise, Conheça os Atores que QUASE protagonizaram o blockbuster

Pode ser dito sem sombra de qualquer dúvida que o astro Tom Cruise deve sua carreira ao filme Top Gun – Ases Indomáveis (1986). O blockbuster surge como divisor de águas na carreira do ator, que então era um jovem de 24 anos saído basicamente de comédias e dramas adolescentes, como Negócio Arriscado e Vidas Sem Rumo. Mesmo tendo protagonizado o hoje cult de fantasia A Lenda (1985), de Ridley Scott, nada iriar preparar Tom Cruise para o sucesso de Top Gun, que com o orçamento de US$15 milhões da Paramount Pictures (e total apoio da marinha dos EUA), arrecadou mais de US$350 milhões mundiais, entrando para a história como um dos primeiros grandes sucessos do cinema de Hollywood. É dito inclusive que Top Gun serviu para impulsionar o alistamento de jovens americanos na marinha, que saíam das sessões de cinema empolgadíssimos e querendo servir.

O mais curioso disso tudo é pensar que Tom Cruise não estava interessado no projeto, precisando ser convencido pelo diretor Tony Scott e pelos produtores. Tudo o que bastou foi leva-lo para um passeio pelos céus a bordo de um dos caças que seu personagem pilota no longa para convencer Cruise, um aficionado por adrenalina, motos, carros e jatos velozes, a embarcar na viagem. Assim, todos ficavam felizes e o mundo ganhava não apenas o protagonista Maverick, como também um dos mais carismáticos e adorados astros do cinema mundial. Tudo graças a um filme de guerra, que destaca e enaltece como talvez nenhum outro o heroísmo dos pilotos norte-americanos. Mas antes de Cruise, outros (muitos outros) atores foram cogitados para o papel, entrando numa verdadeira disputa que envolveu simplesmente quase todos os jovens atores de renome da época. Conheça abaixo quais os atores que quase protagonizaram Top Gun antes de Tom Cruise.

Matthew Modine

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Quem, você pergunta? A geração de hoje pode até não saber muito bem quem é o ator, mas saiba que na década de 1980 e até no início dos anos 90, Matthew Modine era um dos nomes mais promissores de Hollywood. E o ator era a primeira opção do estúdio e do diretor para o papel de Maverick, já que vinha de longas criticamente badalados como Asas da Liberdade, Mrs. Soffel – Um Amor Proibido e Em Busca da Vitória. Acontece que Modine já naquela idade jovem e tenra era um pacifista e não curtiu a ideia do roteiro de “glorificar” a guerra e trata-la como algo divertido. Assim, o ator recusou a oferta e saiu para estrelar um tipo diferente de filme de guerra, com Nascido para Matar, de Stanley Kubrick – filme que serve como crítica e denúncia dos horrores da guerra.

Charlie Sheen

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Hoje, um ator “maldito” em Hollywood devido a suas inúmeras polêmicas, tanto na vida pessoal, quanto nos bastidores da indústria, Charlie Sheen foi outro que começou sua carreira bem novinho ainda na adolescência e logo despontou para o sucesso. O ator vinha do cult de guerra e ficção Amanhecer Violento, e é dito ter sido um dos mais interessados em conseguir o papel de Maverick em Top Gun, fazendo uma forte campanha aos quatro ventos pelo papel. Sheen não conseguiu e foi estrelar sucessos adorados até hoje como Platoon e Wall Street – Poder e Cobiça. Em 1991, finalmente faria Top Gang – Ases Muito Loucos, a paródia de Top Gun.

John Travolta

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O astro John Travolta é um piloto de avião licenciado na vida real e talvez isso tenha servido de motivação para os produtores visarem o astro para o papel protagonista. Travolta já era um nome de peso nessa época, e colecionava sucessos como Grease – Nos Tempos da Brilhantina e Embalos de Sábado à Noite em sua filmografia. Não se sabe exatamente por que a ideia de ter o ator no filme não foi para frente, mas o fato é que Travolta vivia uma maré de azar em meados da década de 80, dando bolas na trave consecutivas como Os Embalos de Sábado Continuam (a continuação de Embalos de Sábado à Noite), Embalos a Dois (a reunião com Olivia Newton-John, de Grease) e Perfeição (o filme sobre as academias de ginástica).

John Cusack

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Um dos grandes nomes dos filmes adolescentes dos anos 80, John Cusack sempre figurava em todas as listas dos grandes estúdios para seus maiores filmes. Tudo bem que no período o ator não tinha um grande sucesso para chamar de seu, que possamos lembrar rapidamente. Mesmo assim, ele esteve em filmes como Garota Sinal Verde, Minha Vida é um Desastre e Viagem Clandestina. Assim, Cusack também era um nome visado para Top Gun, mas ao não conseguir o papel, saiu e foi estrelar seu maior sucesso no período, Digam o que Quiserem.

Kevin Bacon

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Depois de estrelar Footloose – Ritmo Louco, o então jovem Kevin Bacon estava no topo do mundo. Mesmo que depois disso realmente não tenha feito algo que pudéssemos lembrar rapidamente durante o resto dos anos 80. Seja como for, Bacon foi um dos nomes cogitados para viver o protagonista em Top Gun. O ator, que começou a carreira em filmes como Animal House – Clube dos Cafajestes e o primeiro Sexta-Feira 13, seguiria para o romance Ela Vai ter um Bebê, e no início dos anos 90 para os cult O Ataque dos Vermes Malditos e Linha Mortal.

Matthew Broderick

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Imagine como seria o filme de ação Top Gun se o protagonista Maverick tivesse o rosto debochado de Ferris Bueller em pessoa. Um filme completamente diferente, é claro. Matthew Broderick ficou conhecido nos anos 80 por filmes como Jogos de Guerra, O Feitiço de Áquila e Projeto Secreto: Macacos; mas seria para sempre imortalizado no clássico juvenil Curtindo a Vida Adoidado, lançado no mesmo ano de Top Gun. Assim, os fãs de cinema saíram ganhando duas vezes.

Michael J. Fox

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Já pensou se depois de comandar a máquina do tempo num DeLorean, o baixinho Michael J. Fox seguisse para pilotar um caça F-14? Foi o que quase aconteceu, já que o astro do blockbuster De Volta para o Futuro era um dos atores cogitados para estrelar o sucesso da Paramount. Nesta época, é claro, o ator ainda fazia parte do elenco fixo da série de sucesso Caras e Caretas – programa que o colocou no mapa e só viria a terminar em 1989.

Nicolas Cage

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Nicolas Cage foi do céu ao inferno como poucos atores em Hollywood. Isso porque depois de se transformar em astro de ação no fim dos anos 90, começou a fazer filmes a preço de banana na década passada e se afastou do prestígio que teve um dia. Mas, como Deus é bom o tempo todo, nosso querido Cage fez as pazes com os holofotes e começa a ensaiar um retorno, graças ao Peso do Talento (2022). O que poucos sabem ou lembram é que o sobrinho de Francis Ford Coppola começou ainda bem jovenzinho na década de 80 e foi um dos nomes cotados para o papel principal de Top Gun.

Robert Downey Jr.

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Astro dos primórdios da Marvel, nosso eterno Homem de Ferro, Robert Downey Jr., foi o sujeito responsável por colocar as primeiras pedras na estrutura do que seria o MCU. E essa retomada foi muito bem-vinda ao ator, que passava maus bocados devido ao vício do álcool e das drogas. Limpo e disposto a reescrever sua história, Downey Jr. é um dos maiores exemplos de superação em Hollywood. Sua carreira iniciou ainda na década de 80, quando o ator era um adolescente. Parte de filmes como Mulher Nota Mil, De Volta às Aulas e O Rei da Paquera, o nome de Downey era um dos visados para Top Gun igualmente.

Sean Penn

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Saindo de um garoto problema para outro, hoje o astro Sean Penn é uma personalidade consciente e bastante política, se agarrando e defendendo causas nobres. Mas nem sempre foi assim. Penn, um notório Bad Boy de Hollywood, declarou guerra desde cedo aos paparazzi que ousavam invadir a sua privacidade. A coisa só piorou quando o sujeito teve o que foi considerado um dos casamentos mais conturbados de celebridades, ao quebrar o pau entre quatro paredes com a material girl Madonna. Penn foi um dos finalistas para viver Maverick nas telonas, mas ao invés foi protagonizar Surpresa de Shangai com a então esposa rainha do pop – filme que rendeu um fracasso monumental.

Patrick Swayze

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O saudoso Patrick Swayze, falecido em 2009, ficou imortalizado para sempre graças aos sucessos de Dirty Dancing, Ghost – Do Outro Lado da Vida e Caçadores de Emoção. Ele é outro astro juvenil desta lista, que começou a carreira ainda bem jovem em filmes como Vidas sem Rumo e Amanhecer Violento. Justamente por isso, era visado pelos produtores para estrelar Top Gun. As coisas nesta produção não deram certo, mas tudo se encaixou para Swayze e os fãs quando o ator foi estrelar Dirty Dancing logo em seguida, criando assim outro clássico adorado.

Tom Hanks

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Fechando a lista, temos o xará de Tom Cruise, que muitos com certeza jamais associariam ao filme Top Gun. Pois bem, Tom Hanks foi outro dos atores cogitados para viver Maverick na superprodução da Paramount, você já imaginou como o filme seria diferente? Nesta época, o ator, que ainda não era o astro que temos hoje, ficou mais conhecido por suas comédias, como A Última Festa de Solteiro e Splash – Uma Sereia em Minha Vida. Depois de não ter conseguido a vaga, Hanks seguiu para protagonizar Quero Ser Grande, que se tornaria um dos filmes mais adorados dos anos 80. E finalmente, dez anos depois, Tom Hanks iria para a guerra em O Resgate do Soldado Ryan.

‘Top Gun: Maverick’ e as Continuações Tardias dos Clássicos dos anos 80

Top Gun: Maverick já é um sucesso! Desde sua estreia no prestigiado Festival de Cannes no dia 18 de maio deste ano, com direito a ovações de pé por cinco minutos para o astro Tom Cruise (que ainda recebeu um prêmio especial raro pelo seu conjunte de obra), a mais nova superprodução do ator vem apenas aumentando a expectativa dos fãs. Os que já puderam conferir o filme dizem que valeu a espera de quase 40 anos por esta sequência. Top Gun: Maverick vem arrancando elogios da imprensa especializada e dos críticos pelo mundo todo. No agregador Rotten Tomatoes, já se tornou o filme mais bem avaliado da carreira de Cruise. Ou seja, é impossível para qualquer um não embarcar nesse trem de hype.

Aqui, motivados pelo lançamento de Top Gun: Maverick – que estreou no Brasil nesta quinta-feira -, resolvemos criar uma nova matéria que é pura nostalgia. Iremos relembrar com você nada menos que 16 superproduções recentes que são na verdade continuações tardias de clássicos muito adorados dos anos 80. O que inclui o novo Top Gun, é claro. Confira abaixo.

Top Gun: Maverick

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O primeiro Top Gun: Ases Indomáveis foi lançado lá em 1986 e serviu como divisor de águas na carreira de um então jovem ator chamado Tom Cruise, o transformando em astro do primeiro time de Hollywood. No filme, ele vivia um intrépido piloto da marinha americana, que deixava se levar muito pela emoção e pouco pela razão. Além de ser um filme de ação, Top Gun era também uma história de amor. O filme se mantinha como um dos poucos clássicos daquela década sem continuação – mas ela finalmente viria 36 anos depois, com Maverick desta vez no papel de um instrutor veterano de jovens ousados e inconsequentes.

Ghostbusters: Mais Além

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Outro clássico absoluto dos anos 80, querido por todos que cresceram na década, Os Caça-Fantasmas (1984) foi um dos filmes responsáveis por cimentar o cinemão blockbuster como o conhecemos hoje. Um fenômeno de bilheteria e crítica, que misturava de forma eficiente os gêneros da ação, da comédia e do terror, o filme virava uma verdadeira febre na época, inclusive gerando uma série animada de bastante sucesso – isso antes de sua primeira (e por muito tempo única) continuação em 1989. Depois desse segundo filme, o “garoto enxaqueca” Bill Murray jurou que nunca mais voltaria ao papel. E realmente demoraria nada menos que 32 anos até que Murray, Dan Aykroyd, Ernie Hudson (e por que não, Harold Ramis?) vestissem novamente os trajes dos Caça-Fantasmas para uma emotiva passagem de bastão para uma nova geração.

Um Príncipe em Nova York 2

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Assim como Top Gun, o clássico cômico do astro Eddie Murphy, Um Príncipe em Nova York, se manteve por décadas como uma das produções mais queridas dos anos 80 a nunca ter gerado uma continuação. Mas isso mudaria ano passado, quando após um hiato de 33 anos, o príncipe Akeem da nação africana de Zamunda, retornaria à América. Devidamente casado com o amor de sua vida, ele necessita de um herdeiro homem para assumir o trono – e o descobre de uma relação rasteira ocorrida em sua primeira viagem aos EUA.

Bill e Ted: Encare a Música

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Outra comédia cult que, assim como Os Caça-Fantasmas, emplacou tanto no gosto das crianças da época, que terminou rendendo um desenho animado antes mesmo de uma continuação para o seu filme. Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica foi lançado em 1989 e trazia Keanu Reeves e Alex Winter como dois adolescentes amalucados e fanáticos por rock n roll, que com o uso de uma máquina do tempo na forma de uma cabine telefônica conhecem figuras histórias do mundo. Logo no ano seguinte a dupla ganhava uma série animada com as vozes dos próprios, e a sequência do filme vinha ainda no ano seguinte disso, em 1991. Assim, foram 29 anos até encontrarmos novamente a dupla, desde vez na meia idade, tendo a ajuda de suas filhas em suas aventuras.

Doutor Sono

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Quem disse que clássicos irretocáveis do cinema não merecem continuação? Destratado em sua época de lançamento, em 1980, o terror O Iluminado, dirigido pelo gênio Stanley Kubrick, descobriu seus fãs com o passar dos anos, ao ponto de hoje ser um dos filmes do gênero mais reverenciados, homenageados e estudados pelos críticos, especialistas e o grande público. Ninguém pensaria em fazer a continuação de uma obra assim, certo? Bem, a não ser que esse alguém fosse o próprio criador do material original, o escritor Stephen King – outra sumidade quando o assunto é terror. Assim, o próprio autor tirou da cartola, na forma de um livro, a continuação de O Iluminado, com o menino Danny agora um adulto. E a Warner não perderia tempo ao levar essa nova história para as telonas – que se mostrou um novo sucesso.

Rambo: Até o Fim

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Nos anos 1980 e 1990, o astro Sylvester Stallone era um dos grandes campeões de bilheteria, emplacando seus filmes de ação ano após ano no topo dos mais vistos do cinema. Mas um de seus personagens mais queridos e celebrados está completando 40 anos de estreia em 2022. Trata-se do veterano da guerra do Vietnã, John Rambo, que daria as caras pela primeira vez em Rambo: Programado para Matar (1982). Três anos depois e o personagem retornaria ainda “mais bombado” para uma aventura maior e que foi o filme mais rentável daquele ano, com Rambo II: A Missão (1985). A conclusão da “trilogia” ocorreria em 1988, com Rambo III. E por anos o personagem existiria somente nos anos 80, estacionado por lá. Até que o astro Stallone, 20 anos depois, o tiraria da aposentadoria com Rambo IV (2008). Seriam mais 11 anos até este Rambo: Até o Fim, a anunciada última aventura do combatente. Mas será mesmo?

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio

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Se Sylvester Stallone foi um dos astros que comandou os anos 80 e 90, é seguro dizer que ele teve um oponente à altura: Arnold Schwarzenegger. O austríaco fisioculturista transformado em ator teve seu primeiro grande papel de destaque com um robô assassino em O Exterminador do Futuro (1984), no qual interpretava o vilão do filme. Na continuação, lançada 7 anos depois, ele se transformava no herói, combatendo um ser ainda mais mortal. A franquia ainda renderia nada menos que mais três continuações até 2015 – mas o que nenhuma delas trouxe foi o retorno da heroína Linda Hamilton, a Sarah Connor definitiva. Isso só ocorreria neste Destino Sombrio, de 2019. E de fato, o filme é o retorno não do personagem de Arnold, mas sim de Hamilton, 28 anos depois de sua última aparição.

Cobra Kai

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A série Cobra Kai merece ser para sempre enaltecida por sua proposta única e inovadora. Na história do entretenimento, tivemos muitas séries que são adaptações de filmes do cinema para as telinhas. Mas é possível que Cobra Kai seja o primeiro programa a servir de continuação direta para uma produção cinematográfica, ou melhor, uma franquia de filmes do cinema. Trata-se, é claro, de Karatê Kid: A Hora da Verdade (1984), filme adolescente que fala sobre a superação do bullying. O filme ganharia duas sequências ainda na década de 80 (em 1986 e 1989), um desenho animado, uma linha de brinquedos, uma nova continuação derivada em 1994 e por fim um remake em 2010. Mas não seria tudo. A sacada mais interessante foi mesmo este revival lançado em 2018 na forma de um programa televisivo, que resgata os personagens lá do original, agora todos na meia idade (assim como os das sequências) e já dura 4 temporadas, indo para a quinta em setembro deste ano.

Blade Runner 2049

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Um dos aspectos mais interessantes deste novo subgênero que começa a ganhar força, das continuações tardias de clássicos, é nos surpreender com sequências que não esperávamos de filmes que não necessariamente as pediam. Foi assim com o clássico cult absoluto Blade Runner: O Caçador de Androides, que completa 40 anos em 2022. Cult por excelência, o filme de Ridley Scott é contido em si mesmo, com início, meio e fim satisfatórios, sem que a trama precise ser continuada. Mas eis que os realizadores decidiram contar mais uma aventura dentro deste universo, impulsionando ele além, e abordando temas interessantes e impensados anteriormente – como a humanização dos chamados replicantes (os tais androides do título em português), capazes agora inclusive de gerar vida dentro de si. O novo Blade Runner surgiu 35 anos após o original, chamando atenção.

Mad Max: Estrada da Fúria

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Por falar em produções cult de ficção científica que marcaram os anos 80, tão adorada quanto Blade Runner é a trilogia original de Mad Max – ou quem sabe pelo menos os dois primeiros longas. Tendo iniciado em 1979 como uma produção bem pequena e australiana, foi só com a continuação de 1981 (e graças às reprises na TV aberta e antes disso as locadoras de vídeo) que tais filmes atingiriam um novo patamar em seu status. Ainda considerado um dos melhores filmes de ação de todos os tempos, o frenético Mad Max 2 geraria uma continuação Hollywoodiana 4 anos depois – que com mais dinheiro em sua produção, terminou se tornando o menos querido dos três. Assim, seriam nada menos que 30 anos até o herói ex-policial de uma realidade apocalíptica e desértica retornar no quarto filme em 2015. Intitulado Estrada da Fúria, esse foi o primeiro filme da franquia sem o protagonismo do astro Mel Gibson, substituído pelo mais jovem Tom Hardy.

Creed: Nascido para Lutar

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Assim como o item acima, o ano de 2015 reservou também o retorno de outro grande personagem saído da década de 1970. Trata-se do pugilista Rocky Balboa, que após o drama Rocky: Um Lutador (1976), se tornaria uma celebridade mundial e astro de filmes como Rocky III (1982) e principalmente Rocky IV (1985). Com o desfecho (até então) insatisfatório em Rocky V (1990), o próprio Stallone tiraria o boxeador da aposentadoria 16 anos depois para o retorno em Rocky Balboa (2006). Mas essa não seria a última vez que veríamos o garanhão italiano. Ele voltaria como coadjuvante neste Creed (uma decisão acertadíssima da narrativa) depois de mais 9 anos de diferença entre os filmes.

Férias Frustradas

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Chevy Chase é um dos comediantes mais emblemáticos da década de 80, embora muitos fãs de cinema mais jovens não o conheçam muito bem. De seu repertório, sem dúvidas o maior sucesso se encontra na franquia humorística da Warner, Férias Frustradas (Vacation no original). Tudo começou em 1983 numa viagem de família que deveria ser inofensiva até um parque de diversões muito famoso (sátira da Disneylândia). Depois, em 1985, a família Griswold viaja até a Europa em novas férias – e assim seguiram férias de natal (1989) e em Las Vegas (1997). Em 2015, foi a hora de outra passagem de bastão com o filho Rusty (nas formas de Ed Helms) reproduzindo a viagem clássica até o parque do original.

Star Wars: O Despertar da Força

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Você pode até afirmar que depois da trilogia clássica dos anos 80, Star Wars ganhou uma nova trinca de filmes no início até meados dos anos 2000. Mas a verdade é que estes novos três filmes se tratavam de uma pré-sequência que mostrava entre outras coisas como o pequeno Anakin se tornava o vilão das galáxias Darth Vader. O que O Despertar da Força propôs foi a continuação direta para as aventuras de Luke, Leia e Han Solo após o triunfo em O Retorno de Jedi (1983). Assim, sem ver os personagens queridos por 32 anos, o público pôde finalmente se reencontrar com todos eles, e mais alguns, vividos pelos mesmos atores.

Tron: O Legado

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O original Tron: Uma Odisseia Eletrônica guarda muitas semelhanças como colega Blade Runner: O Caçador de Androides. Ambos foram lançados em 1982 e completam 40 anos em 2022 – além de possuírem tramas futurísticas que falam sobre a relação do homem com a artificialidade, seja seres criados à nossa semelhança ou o interior de uma máquina eletrônica. Ambos também se tornaram filmes cult devido às videolocadoras e ganharam uma sequência tardia. No caso de Tron, um pouco menos tardia, com 28 anos de separação. O segundo Tron se beneficia de uma tecnologia mais avançada em seus efeitos, e tem uma terceira parte anunciada, com Jared Leto vinculado para estrelar.

Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme

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No mesmo ano do segundo Tron estreava também esse segundo Wall Street. O primeiro é um longa de 1987, que aproveitava para dar seu recado sobre a geração dos yuppies com a visão única do cineasta Oliver Stone. O mote para o segundo, lançado 23 anos depois, foi a bolha que gerou uma das crises financeiras mais assustadoras dos EUA – provinda do mercado imobiliário. Fora isso, o veterano Michael Douglas retornava ao seu papel vencedor do Oscar, passando de coadjuvante ao centro da trama no segundo – parte central do drama familiar envolvendo sua filha e o namorado dela.

Indiana Jones

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Assim como alguns itens dessa lista, a franquia Indiana Jones fez muito sucesso e durante muito tempo existiu apenas nos anos 80 – de onde grande parte do público nunca imaginou que sairia. Mas numa era de revisionismos e investidas em marcas pré-estabelecidas, o velho Indy, ainda nas formas de Harrison Ford, já se considerava antigo em 2008, ao participar de sua quarta aventura com O Reino da Caveira de Cristal – filme que visava passar a tocha para o filho do personagem, papel de Shia LaBeouf. Com o quarto filme, o arqueólogo mais famoso da sétima arte, retornava à ativa depois de 19 anos desaparecido. Mas isso não é tudo, porque agora, aos 80 anos, o aventureiro retorna novamente para um quinto filme – que será lançado em 2023.

Top Gun (1986) | Antes de Kelly McGillis, Saiba quais Atrizes QUASE Estrelaram o Clássico com Tom Cruise

Top Gun está de volta aos cinemas! Planejado originalmente para estrear em 2020, Top Gun – Maverick finalmente irá aterrissar nos cinemas mundiais a partir do filme 25 de maio. O filme antes passou por uma exibição especial no prestigiado Festival de Cannes deste ano. Top Gun – Ases Indomáveis (1986) era um dos poucos clássicos da década de 80 que ainda não haviam ganhado uma continuação, embora existisse espaço para tal. E a sequência poderia ter chegado ainda nos anos 80, como tantas. Porém, seriam mais 36 anos até que a espera acabasse pela volta do carismático Maverick, novamente vivido pelo astro Tom Cruise, desta vez como um experiente instrutor.

Quem não pode ser encontrada na continuação é a jovem e loiríssima instrutora do original Charlie Blackwood, personagem de Kelly McGillis, musa da década de 80, que ficou de fora da sequência. E o motivo talvez seja porque a atriz agora é uma senhora, com seus 64 anos – cinco a mais do que Tom Cruise, que completa 60 em julho (McGillis faz 65 no mesmo mês), e está afastada há tempos dos holofotes. Seja como for, McGillis era um dos nomes mais quentes de Hollywood na época e conseguiu o papel (que se tornou o mais marcante de sua carreira), graças ao sucesso no filme A Testemunha (1985), com Harrison Ford, no qual entrega um impressionante desempenho. Porém, antes da loira, outras atrizes foram cogitadas para o papel e algumas inclusive chegaram a fazer testes. Confira abaixo quem quase atuou ao lado de Tom Cruise no primeiro Top Gun.

Leia também: Top Gun (1986) | Antes de Tom Cruise, Conheça os Atores que QUASE protagonizaram o blockbuster

Demi Moore

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Curiosamente, Demi Moore e Tom Cruise dividiriam a cena em 1992, vivendo oficiais da marinha americana, no excelente thriller dramático Questão de Honra. Antes disso, no entanto, a atriz revelou recentemente que não apenas fez teste para viver Charlie em Top Gun, como havia “gabaritado” em sua audição. Porém, ao retornar para o teste de vídeo, a própria disse que foi tudo por ladeira abaixo. Moore começou a carreira bem jovenzinha e nos anos 80 era musa de filmes adolescentes. Seu reconhecimento na fase adulta viria com o fenômeno Ghost – Do Outro Lado da Vida, em 1990.

Ally Sheedy

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Por falar em musas juvenis da década de 80, a atriz Ally Sheedy fez parte do mesmo grupinho de atores que Demi Moore – chamados afetuosamente na época de “Brat Pack” – ou “o grupo dos pirralhos”, do qual faziam parte Charlie Sheen e seu irmão Emilio Estevez, entre outros. Sheedy tem como trabalho mais marcante em sua carreira, o clássico teen Clube dos Cinco (1985). Assim, com o nome consolidado em Hollywood na época, ela era visada para o papel de Charlie, mas terminou recusando a personagem. Decisão da qual deve ter se arrependido bastante depois. Em contrapartida, no mesmo ano de Top Gun, ela estrelaria Um Robô em Curto-Circuito.

Leia também: 12 Filmes para Conhecer o Brat Pack: Os Astros Mais Quentes dos anos 80

Jodie Foster

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Outra atriz mirim, Jodie Foster começou bem novinha nos filmes da Disney, e receberia sua primeira indicação ao Oscar aos 15 aninhos pelo clássico de Martin Scorsese, Taxi Driver (1976). Na década de 80, ela tentava se estabelecer, mas sem conseguir um trabalho marcante. Foi quando surgiu a possibilidade de ser Charlie em Top Gun. Infelizmente, Foster não conseguiria a vaga, mas não ficaria muito abalada, já que pouco tempo depois viveria um dos papeis mais marcantes de sua carreira, no drama sobre estupro Acusados (contracenando com… olhem só, a própria Kelly McGillis), pelo qual levaria sua primeira estatueta do Oscar como melhor atriz.

Debra Winger

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Talvez os mais novos não a conheçam, mas Debra Winger era um dos nomes mais quentes de Hollywood na década de 80. Para começar a moça tem nada menos que 3 indicações ao Oscar de melhor atriz protagonista – sendo duas delas justamente nos anos 80 (A Força do Destino e Laços de Ternura – seus trabalhos mais marcantes); o que é mais do que podemos dizer de grande parte de profissionais que trabalham na indústria norte-americana. Esse prestígio fez os produtores de Top Gun colocarem o nome de Winger dentre os finalistas para o papel de Charlie. Ela não ficaria com a personagem e o mesmo ano do blockbuster citado, ela lançaria Perigosamente Juntos, comédia policial com Robert Redford e Daryl Hannah, dirigida pelo saudoso Ivan Reitman.

 

Daryl Hannah

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Por falar na eterna sereia Madison de Splash (1984), a loiríssima Daryl Hannah foi outra das atrizes consideradas para o papel principal feminino de Top Gun. Para muitos garotos dos anos 80, Hannah era rival de Kim Basinger em beleza e sensualidade, com muitos inclusive confundindo as duas. Hannah, que já havia sido a replicante Pris, de Blade Runner (1982), não conseguiu o papel de Charlie, mas seguiria para filmes como A Tribo da Caverno do Urso e Wall Street – Poder e Cobiça. Além, é claro, de seguir para os Kill Bill de Quentin Tarantino, no papel da caolha maquiavélica Elle Driver.

Brooke Shields

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Depois que estourou bem no início da década de 80 com A Lagoa Azul, a então novinha Brooke Shields virou fetiche de todo menino (e de marmanjos também). Mas a verdade é que a carreira da moça ficou resumida basicamente a este sucesso inesquecível. E foi por isso que brevemente ela foi uma das concorrentes para a vaga de Charlie em Top Gun. A atriz é uma das mais belas a já ter pisado em Hollywood, mas beleza não é sinônimo de talento ou sorte, e Shields viria a participar de fracassos homéricos do porte de Sahara (1983) e Brenda Starr (1989), que fariam sua carreira entrar em declínio.

Diane Lane

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Hoje mais conhecida pelos jovens como a Martha, do infame “Save, Martha” dos filmes do Superman de Zack Snyder, Diane Lane é uma verdadeira musa juvenil da década de 80 – época em que participou de nada menos que 15 produções. No período, Lane era a musa do consagrado Francis Ford Coppola, tendo estrelado em três dos seus filmes: Vidas sem Rumo, O Selvagem da Motocicleta e Cotton Club. Dessa forma, era cogitada para viver Charlie em Top Gun. Porém, seguiu para estrelar os suspenses Vitrine de Desejo e Com a Vida em Jogo; até finalmente receber sua tão merecida indicação ao Oscar, pelo filme Infidelidade em 2003.

Linda Hamilton

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A eterna Sarah Connor, de O Exterminador do Futuro, está de volta! A veterana Linda Hamilton finalmente topou retornar ao papel que fez sua carreira, e o qual não interpretava desde 1991. Hamilton personificou Sarah em 2019, no sexto filme da franquia, subtitulado Destino Sombrio. A atriz deslancharia em sua carreira no ano de 1984, quando protagonizou o primeiro Exterminador do Futuro, e também o terror Colheita Maldita, baseado na obra de Stephen King. Foi o que bastou para chamar atenção dos produtores de Top Gun, que quase a colocaram no filme no papel feminino principal. Mas ao não conseguir a vaga, Hamilton foi fazer filmes que se tornaram cult – vide o infame King Kong 2 (continuação do remake de 1976) e Lua Negra – O Super Carro (uma espécie de versão para o cinema da Supermáquina, protagonizado por Tommy Lee Jones). Linda Hamilton também estrelaria a série moderna de A Bela e a Fera em 1987 – onde vivia a Bela, agora uma promotora, e a Fera habitava nos esgotos de Nova York à moda das Tartarugas Ninja.

Sarah Jessica Parker

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Embora muitos tenham conhecido Sarah Jessica Parker pela série Sex and the City em 1998, e alguns outros possam ir um pouquinho mais longe e lembrar dela na comédia juvenil da Disney, Abracadabra (1993), a verdade é que a atriz – assim como todas desta lista – já fazia filmes adolescentes, ainda na década de 1980. Parker esteve, por exemplo, em uma participação em Footloose – Ritmo Louco, de 1984, seguindo no ano seguinte para o cult Dançando na TV. Parker também foi uma das jovens visadas pelo estúdio para Top Gun, mas ao não conseguir o papel, foi trabalhar para a Disney no cult infanto-juvenil O Voo do Navegador, lançado no mesmo ano.

Meg Ryan

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Terminando a lista, você pode até se perguntar: “ué, Meg Ryan não está em Top Gun?”. Sim, querido leitor. Você está certo. A musa das comédias românticas dos anos 80 e 90 esteve em Top Gun em um de seus primeiros papéis de destaque. Acontece que seu papel no filme não é o da protagonista feminina. Assim como as demais atrizes desta lista, Meg Ryan fez teste para viver Charlie Blackwood e contracenar com Tom Cruise em cenas tórridas de paixão. Ela não conseguiu a vaga, mas os realizadores ficaram tão impressionados com a então jovem de 25 aninhos, que resolveram a escalar em um papel diferente, como Carole, a esposa de Goose (Anthony Edwards), o piloto que perde a vida no trabalho no filme original. Uma curiosidade é que em Top Gun Maverick, a continuação, Miles Teller interpreta o filho de Goose e Carole, mas infelizmente Ryan, assim como Kelly McGillis, não aparece no novo filme.

Stranger Things | Os 5 momentos mais chocantes da 4ª temporada

Cuidado: muitos spoilers à frente. Siga por conta própria.

A espera acabou – e a 4ª temporada de Stranger Things finalmente chegou na Netflix.

Depois de três anos esperando ansiosamente, retornamos a Hawkins para uma aventura de arrepiar e recheada de reviravoltas, momentos surpreendentes e revelações chocantes sobre a mitologia arquitetada pelos Irmãos Duffer – desde um novo antagonista conhecido pelo nome de Vecna até o retorno e a despedida de vários personagens.

Algumas expectativas já haviam sido cumpridas com o lançamentos dos trailers promocionais, como o fato de Hopper estar vivo, por exemplo. Por esse motivo, montamos essa breve lista elencando outros cinco momentos inesperados da mais recente leva de episódios.

Confira:

5. DR. BRENNER ESTÁ VIVO!

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A 4ª temporada de Stranger Things finalmente revela o que aconteceu com Dr. Brenner (Matthew Modine) desde a primeira temporada. Afinal, acreditávamos que Brenner havia sido assassinado pelo Demogórgon na iteração de estreia – até Eleven (Millie Bobby Brown) descobrir que ele sobrevivera no ciclo seguinte e poderia até mesmo estar trabalhando com a CIA.

Entretanto, não foi até a chegada dos novos capítulos que Brenner deu as caras oficialmente e revelou que estava trabalhando em uma espécie de facilidade franqueada do laboratório de Hawkins, auxiliando Sam Owens (Paul Reiser), que havia tomado controle da instalação em questão, a recuperar os poderes da jovem de volta. Mas isso não é tudo: Brenner também sabia do que acontecera durante o massacre do laboratório, incluindo o fato de One estar envolvido na sangrenta tragédia e que Eleven havia sido enganada à época desses eventos.

4. CHRISSY, FRED, PATRICK E VICTOR

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Como é de costume, as subtramas que iniciam as temporadas têm uma importante função de dar o tom da narrativa explorada – nem que isso inclua se livrar de alguns personagens coadjuvantes para manter o ritmo e a dinâmica. Esse foi o caso, por exemplo, de nomes como Chrissy (Grace Van Dien), Fred (Logan Riley Bruner) e Patrick (Myles Truitt), um trio de adolescentes que se tornou alvo do antagonista Vecna e foram brutalmente assassinados dentro de suas próprias mentes e confinados a fantasmas do passado e traumas assombrosos.

Mas isso não é tudo: o ataque promovido por Vecna também está intimamente ligado a Victor Creel (Robert Englund), o único sobrevivente dessa demoníaca força que, é claro, foi acusado como o responsável por massacrar a própria família. Victor foi encontrado por Nancy (Natalia Dyer) e Robin (Maya Hawke), que tentaram arrancar do abalado homem informações para derrotar Vecna – e descobriram que as coisas são muito piores do que imaginaram.

3. A MALDIÇÃO DE MAX

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Não são apenas os personagens mencionados no item anterior que sofrem com a maldição de Vecna – mas Max (Sadie Sink) também vira alvo da perigosa criatura em virtude dos traumas que enfrentou no final da temporada anterior. Afinal, para aqueles que não se recordam, o irmão de Max, Billy (Dacre Montgomery), foi uma das vítimas do Devorador de Mentes e deixou um vácuo na mente da personagem – refletido nos primeiros episódios do novo ciclo.

Pelo fato de se culpar pela morte de Billy, Max ergue uma muralha em volta de si mesma e continua atormentada por pesadelos assustadores e pelo fato de não ter ninguém com quem conversar. Não é surpresa que Vecna a encare como a pessoa perfeita para alimentar seu poder, materializando uma visão de seu próprio irmão para prendê-la no Mundo Invertido e por um fim em seu sofrimento – mas, felizmente, Max consegue se salvar, como veremos no próximo item.

2. COMO VENCER VECNA

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Vecna tem um poder gigantesco cuja principal característica é colocar as vítimas em potencial em um transe mental, prendendo-as na revisitação dos traumas e dos segredos que escondem dos outros. Quando volta seus esforços para Max, Vecna a prende em um looping de reencontro com Billy, utilizando a imagem do irmão para culpá-la pela morte e pelos trágicos eventos do Starcourt.

Entretanto, Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin) e Steve (Joe Keery) conseguem salvá-la com a ajuda de Robin e Nancy, que tiveram a oportunidade de extrair informações de Victor, o único sobrevivente de Vecna, e descobriram que ele se salvou através da música – um meio de escape psicológico que não pode ser controlado pelo vilão. É dessa maneira que o trio toca a clássica “Running Up That Hill”, de Kate Bush, que serve como uma alternativa paliativa para impedi-la de cair nos truques de Vecna e, eventualmente, morrer.

1. A IDENTIDADE DE VECNA

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Como já explicado em uma recente matéria que escrevemos sobre o final da 4ª temporada (que você pode conferir aqui), Vecna é, de fato, o ponto em comum das múltiplas cronologias exploradas nos episódios – mas o que não sabíamos é que ele deu as caras muito mais vezes do que poderíamos imaginar.

Quando humano, Vecna trabalhava no laboratório de Hawkins e ficava responsável por auxiliar as crianças supervisionadas pelo Dr. Brenner – aproximando-se de Eleven para conseguir fugir daquela prisão. Mas isso não é tudo: ele também foi a primeira criança a ser “adotada” por Brenner e, por essa razão, recebeu a tatuagem 001, tornando-o o desaparecido e infame One. E isso também não é tudo: quando mais jovem, ele foi resgatado de uma tragédia marcante em Hawkins nos anos 1950, em que foi o único sobrevivente dos supostos assassinatos cometidos pelo pai, Victor Creel.

‘Star Wars Jedi: Survivor’ é anunciado; Confira o primeiro trailer!

O primeiro trailer de ‘Star Wars Jedi: Survivor‘ foi divulgado como parte da Star Wars Celebration. A sequência do aclamado jogo Star Wars da Respawn está programada para ser lançada em 2023.

Em um breve trailer cinematográfico, vemos Cal Kestis após os eventos de ‘Jedi: Fallen Order‘. Onde ele ainda está fugindo do Império. Embora o trailer tenha pouco enredo, tem bastante Guerra nas Estrelas com novos inquisidores e novos mistérios.

Veja o vídeo abaixo:

Curiosamente, Cal, que passou o jogo anterior com uma família de aliados, está sozinho agora. E o seu sabre de luz que ele passou tanto tempo reconstruindo parece cair nas mãos do Império. Cal está em uma posição bem ruim no início de ‘Jedi: Survivor‘. Vamos aguardar mais novidades.

Léa Seydoux, de ‘007: Sem Tempo para Morrer’, lamenta que filme do ‘Gambit’ não tenha acontecido

A atriz Léa Seydoux, que ficou conhecida por diferentes papéis em Hollywood como em ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘, além de produções independentes e elogiadas como ‘Azul é a Cor Mais Quente‘, quase participou do universo dos super-heróis com o filme ‘Gambit‘. E como o longa nunca saiu do papel, ela lamenta o fato.

Na época da pré-produção, a atriz havia sido escalada como Belladona “Bella” Boudreaux, par romântico do protagonista (Channing Tatum). “O roteiro era muito bom. Tinha algumas partes muito divertias nele, pois queriam fazer uma espécie de comédia romântica”, disse a atriz.

Que completou: “Sinto que na América há mais imaginação (para esse tipo de projeto). Me ofereceram filmes muito longe do que fiz no início da minha carreira, coisas que só consegui pensar, ‘Uau. Isso é interessante.’ Adoro a sensação de que posso me adaptar. Para mim, isso é muito exótico‎”.

Tatum, por sinal, também ficou muito decepcionado com a decisão do cancelamento, e em entrevista publicada há alguns meses, revelou que chegou a parar de assistir aos filmes de quadrinhos.

Em maio daquele ano, o diretor de Planeta dos Macacos: A Origem, Rupert Wyatt, também assinou para dirigir ‘Gambit‘, e saiu quatro meses depois. O próximo cineasta a embarcar no projeto foi Doug Liman (A Identidade Bourne), porém, o o filme foi retirado do cronograma de lançamento da Fox e, em agosto, Liman desistiu, citando preocupações com o roteiro.

Gore Verbinski, diretor de ‘O Chamado‘ e ‘Piratas do Caribe‘, foi a próxima escolha para dirigir depois de trabalhar com Tatum em ‘Logan Lucky‘. Antes que pudesse ser produzido, porém, Verbinski deixou o projeto. Ninguém mais foi capaz de fazer a produção voltar a funcionar antes que a Disney comprasse a Fox e cancelasse ‘Gambit‘ oficialmente.

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‘Stranger Things’: Netflix exibe aviso antes da série após tragédia nos EUA

Como é sabido, tivemos recentemente um tiroteio nos Estados Unidos em uma escola primária que deixou 19 crianças mortas, além de duas professoras. Após o acontecido, a Netflix inseriu uma mensagem de aviso antes da nova temporada de ‘Stranger Things‘.

Vale ressaltar que o aviso em questão não aparece no Brasil, surgindo na tela antes da recapitulação da temporada anterior apenas para os americanos.

“Nós filmamos essa temporada de ‘Stranger Things’ um ano atrás. Mas dado o recente e trágico tiroteio no Texas, os espectadores podem achar a cena de abertura do episódio 1 angustiante. Estamos muito tristes com essa violência indescritível e nossos corações estão com cada uma das famílias de luto”, diz o alerta.

Também foi colocado um aviso na descrição do primeiro episódio, dizendo: “Cuidado: Contém violência gráfica envolvendo crianças”.

Isso porque os avisos são referentes à cena de abertura da quarta temporada, que foi divulgada uma semana atrás. Nos oito minutos divulgados, podemos ver um massacre envolvendo Eleven (Millie Bobby Brown), que mostra vários corpos de crianças ensanguentados.

Crítica | Obi-Wan Kenobi – Série de ‘Star Wars’ Serena o Ritmo e Preenche Lacuna da Trilogia Clássica

Não é exagero dizer que a série ‘Obi-Wan Kenobi’ é a história mais aguardada do universo ‘Star Wars’ desde o fim da saga original. Dentre séries e filmes derivados, como as duas temporadas de ‘O Mandaloriano’, ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ e ‘O Livro de Boba Fett’, era mesmo a jornada de um dos jedi mais queridos da galáxia que estava sendo aguardada pelos fãs de todas as idades. E, no maior clima de festa (literalmente, uma vez que sua estreia mundial aconteceu na Celebration, a reunião anual dos fãs de ‘Guerra nas Estrelas’), os primeiros dois episódios finalmente estrearam na plataforma da DisneyPlus nesta sexta-feira 27, mesmo dia em que o saudoso ator Christopher Lee (o temido Conde Dooku) faria 100 anos.

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Desde que Padmé (Natalie Portman) dera a luz à Luke e Leia, Obi-Wan (Ewan McGregor) se refugiara em Tatooine, uma vez que todos os jedi da galáxia estão sendo caçados pelo Império. Lá ele vive uma vida comum, trabalhando, e mantendo a Força controlada, ao mesmo tempo em que fica de olho no jovem Luke (Grant Feely), que está sendo criado pelo seu tio, Owen (Joel Edgerton). Porém, quando Leia (Vivien Lyra Blair) é sequestrada da Casa dos Organa, Bail Organa (Jimmy Smits) pede a ajuda de Obi-Wan para salvá-la, lembrando-lhe da promessa de proteger às duas crianças Skywalker. Porém, Kenobi ainda sofre conflitos internos por sua última batalha com Anakin, certo de que tirara a vida de seu aprendiz, o que o deixa completamente fora de forma e uma presa fácil para a Inquisidora Reva (Moses Ingram).

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Uma gentileza no roteiro de Joby Harold é que no primeiro episódio o espectador já ganha de brinde uma recapitulação da história, situando tempo e espaço para a série (o que significa que se você não maratonou a saga nem nada, tá tudo bem, porque você vai entender o contexto da história). Além disso, há uma quebra de expectativa do que veio sendo entregue na história até então: se por um lado passamos trinta anos acompanhando a jornada de Luke, em ‘Obi-Wan Kenobi’, ao contrário, a história será centrada em Leia, e como ela, à força do destino, acabou construindo uma relação parental com Kenobi, mostrando-se muito mais do que a saga original apresentou. Esta bem-vinda reparação, além de acertada, expande ainda mais o universo ao jogar luz na trajetória pessoal da menina teimosa que se torna uma grande líder no futuro, mas cuja história veio chegando à gente a conta-gotas.

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Ainda que o coração de fã embale o ritmo, os olhos de crítica devem prevalecer, portanto, não passam despercebidos alguns exageros e liberdades que o roteio assume, por exemplo (SPOILER: quando, após ter pulado dezenas de prédios a la parkour, Reva simplesmente deixa a nave de Obi-Wan fugir, sem sequer pular nela ou machucá-la com seu sabre de luz; ou quando Leia cai do prédio, Obi-Wan usa a Força para segurá-la e, dois segundos depois, aparece andando na rua para pegar a criança, como se tivesse usado um elevador para chegar lá embaixo, e toda a batalha nos telhados fica em suspenso). Enfim, liberdades de ‘Star Wars’, às quais já estamos acostumados a de vez em quando termos que simplesmente aceitar.

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A direção de Deborah Chow se mostra competente, mas passa também a sensação de estar com o pé no freio, segurando toda a sua potência. É claro que sabemos que o melhor está ainda por vir na metade final da temporada, pois há um reencontro muito, muito esperado, porém, isso não deveria implicar que os primeiros episódios fossem tão serenos demais. Uma sequência inteira de quase quinze minutos sem Obi-Wan falar absolutamente nada causa certa impaciência (e sua primeira fala é “Estamos atrasados”. Estão mesmo! Mais de vinte anos de espera!).

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Ewan McGregor se conecta com o público ao trazer um protagonista cansado, velho e confuso, afinal, o tempo passou. Porém, quando se tem uma missão de vida, é preciso cumpri-la até o fim! Para os fãs, é absolutamente emocionante ver o personagem, após dez anos do tempo dramatúrgico, pegar em seu sabre pela primeira vez, usar a Força para proteger Leia e descobrir que Anakin (Hayden Christensen) está vivo. Nós sabemos, mas ele não, e assistir a verdade entrar em cada célula do corpo do mestre jedi é simplesmente TUDO.

Obi-Wan Kenobi’ definitivamente veio para preencher uma importante lacuna da trilogia clássica acerca de Leia Organa (Carrie Fisher), além de se conectar diretamente com a segunda trilogia. Nós esperamos muito tempo para ver essa história, mas paciência é uma virtude jedi que ‘Star Wars’ ensina aos fãs na prática mesmo. Ainda bem que aprendemos!

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Stranger Things | Quem é Vecna, o grande vilão da 4ª temporada?

Cuidado: muitos spoilers à frente. Siga por conta própria.

Três anos se passaram desde a incrível e chocante batalha no shopping Starcourt – e, agora, estamos de volta com uma leva fresquinha de episódios da adorada e aclamada série Stranger Things.

Criada pelos Irmãos Duffer, a produção conquistou os assinantes da Netflix desde sua estreia oficial em 2016 e, desde então, quebrou inúmeros recordes de exibição e alavancou uma legião de fãs ao redor do mundo que se apaixonaram pela incrível narrativa sci-fi e pelo elenco estelar formado por nomes como Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Winona Ryder, David Harbour e vários outros. Depois de nos encantarmos pela nostálgica atmosfera arquitetada por uma equipe criativa e técnica muito competente, mergulhamos em um arco de amadurecimento que se torna cada vez mais profundo e mais intrincado (motivo pelo qual esperamos tanto tempo para retornarmos à pequena cidade de Hawkins, Indiana).

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A nova temporada revela os corolários do explosivo season finale anterior, em que Hopper (Harbour) aparentemente deu adeus à produção, Max (Sadie Sink) observou impotente enquanto seu irmão, Billy (Dacre Montgomery), era assassinado pela maligna criatura do Mundo Invertido, e Eleven (Brown), Joyce (Rider), Will (Noah Schnapp) e Jonathan (Charlie Heaton) se mudaram para a Califórnia para recomeçarem uma vida marcada por traumas. É claro que as coisas não permanecem tranquilas por muito tempo e, mesmo a centenas de quilômetros de distância, Eleven e seus amigos são arrastados de volta para Hawkins e para uma ameaça mortal que coleta as mais diversas vítimas: Vecna.

Seguindo a identidade construída pelos Duffer nas iterações predecessoras, o nome do antagonista é inspirado nas criaturas de jogos de RPG (mais especificamente, ‘Dungeons & Dragons’). Vecna, dessa maneira, é um poderoso feiticeiro que se rendeu às forças das trevas e, depois de morrer, voltou à vida como um cadáver com habilidades nefastas e profanas. Por nutrir de várias características similares, o vilão da 4ª temporada foi intitulado dessa maneira e, a princípio, não consegue se materializar no mundo humano, utilizando forças psíquicas para perseguir quem deseja e se alimentar de seus traumas. Logo no primeiro episódio, por exemplo, vemos a líder de torcida Chrissy (Grace Van Dien) sendo atormentada por visões de sua mãe psicótica, o aspirante à jornalista Fred (Logan Riley Bruner) lidando com um acidente de carro tenebroso que tirou a vida de uma pessoa inocente, e o astro do basquete Patrick (Myles Truitt) atormentado por um passado sombrio – todos morrendo de formas perturbantes. O problema, obviamente, ganha um peso a mais quando Max se torna alvo de Vecna, levando os nossos heróis a mergulharem numa jornada através das dimensões para destruí-lo e salvar a cidade.

Mas quem é Vecna?

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Apesar de entendermos o objetivo e o arco do antagonista, sua origem fica incerta até o capítulo final da 1ª parte. Sabemos que ele age com muito mais poder que as outras criaturas que já cruzaram caminho com os protagonistas, mas de onde ele veio? A verdade é que sua história é arremessada de volta para os anos 1950 e está intimamente ligada tanto à presença de Victor Creel (interpretado por Kevin L. Johnson quando mais novo e pelo icônico Robert Englund quando mais velho), quanto à época em que Eleven estava presa nas facilidades do Dr. Brenner (Matthew Modine). Vecna, na verdade, é a culminação maligna de uma vida marcada pelo não-pertencimento e por uma repressão gigantesca que o transformou em que é: originalmente, ele é Henry, filho de Victor, que desde pequeno demonstra uma gama de poderes telecinéticos e psíquicos que o transformam em uma espécie de pária; depois de matar sua família inteira, ele foi resgatado pelo Dr. Brenner e, quando mais velho, se tornou um dos monitores responsáveis pelas crianças, Peter Ballard (Jamie Campbell Bower).

Porém, isso não é tudo: Henry/Peter também foi o primeiro jovem a ser estudado e examinado por Brenner e, por essa razão, foi apelidado de One (ganhando a mesma tatuagem que Eleven ganharia anos mais tarde). Por representar uma ameaça para além do controle de qualquer pessoa, One foi submetido a uma espécie de contenção, restrito de suas habilidades por um chip implantado e subjugado a uma prisão sem escapatória. Não é surpresa, pois, que ele tenha se aproximado de Eleven para recuperar os poderes e se vingar daqueles que o maltrataram.

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É notável como o sétimo episódio da temporada, “The Massacre at Hawkins Lab”, ergue-se como uma mixórdia de reviravoltas de tirar o fôlego e que fornecem respostas às várias perguntas que nos fizemos desde a estreia da série. Afinal, tínhamos certeza de que Eleven tinha sido responsável pela morte de seus “colegas” e, por essa razão, estava sendo caçada por Brenner e seus associados; entretanto, como percebemos, foi Henry/Peter quem assassinou todos e, numa tentativa de impedir que ele saísse ao mundo e continuasse seu reino de caos, Eleven abriu um portal para mandá-lo ao Mundo Invertido e mantê-lo encarcerado – transformando-o, por fim, no aterrorizante monstro que conhecemos como Vecna.

Depois desse “término”, é quase impossível imaginar o que virá a seguir – mas é bem provável que, considerando algumas cenas apresentadas nos trailers promocionais, que nossos heróis retornem ao Mundo Invertido para enfrentar Vecna e por um fim definitivo em seu império caótico. Todavia, é muito cedo para tirarmos conclusões e não podemos fazer muito a respeito além de esperar até o dia 1º de julho.

‘The Last of Us’: Quando a adaptação da HBO será lançada? Diretor responde!

Em entrevista ao Holod, o diretor Kantemir Balagov, que comandou o episódio piloto da adaptação de ‘The Last of Us‘, revelou quando a produção será lançada.

Atualmente em processo de pós-produção, a série está programada para estrear “no começo do próximo ano”.

Além disso, o cineasta aproveitou a oportunidade para fazer o quanto foi importante participar desse projeto, uma vez que o jogo no qual a série é baseada “tem um lugar muito especial em seu coração”.

Apesar da data oficial não ter sido divulgada, podemos esperar que a adaptação seja lançada logo nos primeiros meses de 2023. Ansiosos?

Pedro PascalBella Ramsey estrelarão como Joel e Ellie, respectivamente.

O elenco ainda contará com Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘Star Wars’: Presidente da Lucasfilm diz que a expansão da saga vai durar para sempre

Graças à Disney, a saga ‘Star Wars ganhou mais cinco filmes, diversas séries derivadas e animações.

E parece que a expansão da franquia será bastante duradoura.

Durante a Star Wars Celebration, a presidente da Lucasfilm, Katheleen Kennedy, conversou com a Variety e foi questionada sobre o futuro da marca.

A cineasta argumentou que enquanto houver boas histórias sendo contadas,Star Wars pode continuar para sempre.

“Continuamos a expandir ‘Star Wars‘ com ‘O Mandaloriano‘, que dará origem à série da ‘Ahsoka’. Jon Watts também está desenvolvendo uma série. Isso amplia diferentes lugares na linha do tempo, porque ‘Star Wars‘ é uma história persistente.”

Ela continuou:

“Então, ao invés de pensar que vamos fazer uma história única, estamos constantemente pensando sobre o que isso realmente significa dentro da longa saga e mitologia que George Lucas criou. Portanto, sendo totalmente franca, Star Wars‘ pode durar para sempre. Se tivermos bons contadores de histórias, certamente vai durar para sempre.”

Confira a entrevista:

“A presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, sobre a expansão da saga #StarWars: ‘Pode durar para sempre… se tivermos bons contadores de histórias, continuará para sempre’.”

Lembrando que a nova atração ambientada na saga é a série dedicada ao ‘Obi-Wan Kenobi‘, que já chegou ao catálogo da Disney+, com episódio duplo.

A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Confira o trailer:

Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.

O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

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‘Quarteto Fantástico’: Fan Art traz John Krasinski, Emily Blunt e o resto da equipe ao MCU; Confira!

Depois que John Krasinski surgiu como Reed Richards, o Sr. Fantástico, em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, os fãs estão ansiosos para revê-lo reprisando o papel no filme do ‘Quarteto Fantástico‘.

No entanto, não há nada confirmado sobre seu retorno no vindouro filme da equipe.

Além disso, o elenco da adaptação também não foi anunciado oficialmente.

Mesmo assim, um usuário do Instagram compartilhou uma bela fan art realista imaginando Krasinski ao lado de Emily Blunt (‘Jungle Cruise’) e Dacre Montgomery (‘Stranger Things’) como Sue e Johnny Storm.

O Coisa também aparece na imagem, sem um ator especificado, obviamente.

Confira:

 

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Há alguns dias, o Comic Book divulgou que Grant Curtis e Nick Pepin, produtores de ‘Cavaleiro da Lua’, foram escalados para assumir a função no próximo filme da equipe.

A informação foi revelada por Jeremy Slater, roteirista que trabalhou com a dupla na série estrelada por Oscar Isaac.

“Meus produtores executivos em ‘Cavaleiro da Lua’ são os mesmos caras que estarão assumindo a função no filme do ‘Quarteto Fantástico’, então estamos conversamos muito sobre isso.”

Para quem não sabe, Slater também foi co-roteirista do reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ (2015), mas apenas uma linha de diálogo de seu rascunho foi inserido no filme.

Questionado se gostaria de reocupar o cargo para a introdução da equipe ao MCU, ele respondeu:

“Por mais que o fracasso [do filme de 2015] não seja minha culpa, porque apenas uma fala do meu roteiro foi inserida no filme, não acho que seria interessante ouvir os fãs dizendo: ‘O novo Quarteto Fantástico’ vai ser escrito pelo mesmo cara que escreveu aquele fiasco. A franquia está em boas mãos com Grant e Nick, e acredito que eles vão ajudar a escolher ótimos roteiristas e diretores para o projeto. Quero ver esse filme como um fã, e mal posso esperar por isso.” 

Lembrando que Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’) desistiu da direção do longa para fazer uma pausa em filmes de super-heróis.

“Fazer três filmes do Homem-Aranha foi uma experiência incrível, algo que mudou a minha vida. Sou eternamente grato por ter feito parte do Universo Cinematográfico Marvel por sete anos. Estou esperançoso de que trabalharemos juntos novamente e mal posso esperar para ver a incrível visão do‎‎ Quarteto Fantástico‎‎ que vão trazer à vida”, disse.

O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, também se pronunciou sobre o assunto:

“Colaborar com Jon nos filmes do ‎‎Homem-Aranha‎‎ tem sido um verdadeiro prazer. Estávamos ansiosos para continuar esse trabalho na introdução do Quarteto Fantástico no Universo Cinematográfico Marvel, mas entendemos e apoiamos suas razões para se afastar. Estamos otimistas de que teremos a oportunidade de trabalhar juntos novamente em algum momento”.

Por enquanto, ‘Quarteto Fantástico‘ ainda não tem data de estreia ou elenco confirmados.

No entanto, havia rumores de que o longa chegaria aos cinemas no final de 2023, para encerrar a fase 4 do MCU.

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

Jennifer Aniston diz que precisou de terapia após final de ‘Friends’ e casamento com Brad Pitt

A principal estrela da série ‘Friends‘, Jennifer Aniston, para a surpresa de muitos, não superou o fim da série com facilidade. Em um entrevista no último episódio do programa de Ellen DeGeneres, intérprete de Rachel Green, deu dicas à apresentadora, que se despede do talk show.

Fora o cancelamento de ‘Friends‘, a atriz enfrentou um divórcio com Brad Pitt em intervalo de menos de um ano. Os acontecimentos levaram Aniston a procurar ajuda psicológica.

“Bem, me divorciei e fui para terapia Depois, fiz um filme chamado ‘Separados pelo Casamento’ e abracei que aquela fase estava terminando. Falei: ‘Quer saber, pessoal? Vamos fazer um capítulo totalmente novo. Encerrar tudo e começar do zero.’ Funcionou muito bem”, confessou Aniston.

Criada por David Crane e Marta Kauffman, ‘Friends‘ foi ao ar de 22 de setembro de 1994 a 6 de maio de 2004 e contou a história de um grupo de amigos que vivia no bairro de Greenwich Village, em Nova York, com os atores Jennifer Aniston, Matthew Perry, Courteney Cox,Lisa Kudrow, Matt LeBlanc e David Schwimmer. Em 2021, o elenco se reuniu em um especial da HBO Max.

Veja o trailer o do Reunion:

‘One Piece: Red’: Novo filme ganha pôster inédito

E a Toei Animation divulgou um novo pôster de ‘One Piece: Red‘, que não apenas apresenta Shanks e Uta lado a lado, mas também nos dá uma visão mais detalhada do novo visual de Luffy para esse novo filme muito aguardado.

Confira o cartaz logo abaixo:

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A animação dará destaque a Shanks, o Ruivo. Até o momento não há muitos detalhes da história. No entanto, segundo o site oficial da produção, os personagens estarão em um festival de música misterioso em uma ilha. Além disso, uma cantora chamada Red será fundamental na narrativa.

One Piece: Red‘ estreia em 6 de agosto no Japão, tendo Eiichiro Oda como supervisor criativo e Goro Taniguchi na direção, enquanto Tsutomo Kuroiwa cuida do roteiro.

Já no Brasil, a adaptação em anime de ‘One Piece‘ está disponível em simultâneo com o lançamento de novos episódios no Japão na plataforma Crunchyroll.

‘Obi-Wan Kenobi’: Divulgado cartazes individuais dos Inquisidores e de Haja Estree

Hoje (27) foram divulgados cartazes inéditos de ‘Obi-Wan Kenobi‘, destacando o Grande Inquisidor (Rupert Friend), Reva (Moses Ingram), Quinto Irmão (Sung Kang) e Haja Estree (Kumail Nanjiani).

A série limitada já tem dois episódios disponíveis no catálogo do Disney+. Abaixo você confere os pôsteres:

A trama de ‘Obi-Wan Kenobi‘ ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Confira o trailer:

Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.

O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

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