‘Vingadores: Guerra Infinita‘ foi um sucesso arrebatador nos cinemas e o artista conceitual da Marvel Studios, Ryan Meinerding, divulgou uma série de novas artes conceituais do livro ‘Avengers: Infinity War Art Book‘.
Nelas, Mantis e Homem de Ferro aparecem em destaque, indo ao ataque do vilão Thanos.
Uma publicação compartilhada por Ryan Meinerding (@ryan_meinerding_art) em
Recentemente, a Marvel Japão divulgou imagens OFICIAIS do primeiro trailer de ‘Guerra Infinita‘, exibido na San Diego Comic-Con, mas que fora futuramente engavetado pela Disney.
Confira:
Joe Russo, um dos diretores por trás de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, revelou porque a Marvel decidiu nunca lançar o filme.
O cineasta afirmou que é necessário que o trailer tenha uma qualidade melhor e funcione com uma audiência muito mais abrangente e não tão segmentada, como é o caso dos eventos nos quais o vídeo foi divulgado.
Você gostaria de assistir ao trailer em alta qualidade?
A atriz Kaley Cuoco interpretará a lendária atriz Doris Day em um vindoura minissérie biográfica. A informação foi revelada pela revista EW.
Segundo a publicação, o projeto será realizado em parceria entre a produtora da atriz, a Yes, Norman Productions, a Berlanti Productions e a Warner Bros. Television.
A minissérie, que ainda não possui título oficial, será baseada na biografia oficial “Doris Day: Her Own Story“, lançada em 1976.
Doris Day, cuja carreira abrangeu o rádio, a televisão e o cinema, faleceu em 2019, aos 97 anos.
O novo projeto fortalece ainda mais as relações profissionais entre Cuoco e a Warner Bros., que têm trabalhado conjuntamente desde 2007, quando a série ‘The Big Bang Theory‘ foi lançada.
Day ganhou notoriedade por estrelar diversas “comédias de sexo” nos primeiros anos da década de 1960, como ‘Tem um Homem na Cama da Mamãe’, ‘Carícias de Luxo’ e a sitcom que levava seu nome, transmitida entre os anos de 1968 e 1973.
Além disso, construiu sua carreira com diversos dramas cinematográficos, incluindo ‘O Homem que Sabia Demais’, de Alfred Hitchcock, e ‘Confidências à Meia-Noite’, filme pelo qual recebeu sua única indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Ela também foi uma devota ativista contra abusos de animais.
Lynsey carrega em si as marcas físicas e emocionais de uma guerra. Cercada pelas memórias viscerais de um terrível acidente e sob a necessidade de reaprender a viver, ela se vê forçada a voltar para sua pequena cidade natal, onde os traumas de uma infância perdida lhe aguardam. Recomeçar em meio ao velho, ao passado, faz de Causeway uma metáfora sensível sobre cura em condições adversas e sobre o desejo humano de pertencer a algum lugar. E em seu filme de estreia, Lila Neugebauer faz sua transição da Broadway para os cinemas em um delicado drama sobre família e a importância de ressignificar a dor de outrora.
Causeway pode até ser bastante específico, ao trazer como protagonista uma jovem veterana do exército norte-americano. Mas a cineasta é capaz de universalizar sua trama ainda mais, ao criar um contraste com um coadjuvante que passa os seus dias tentando esquecer as consequências mortais de uma péssima escolha sua. E diante de dois sobreviventes ainda traumatizados, percebemos como a famosa citação “o sofrimento ama companhia” é de fato uma verdade. Conforme Jennifer Lawrence e Brian Tyree Henry encontram em si um porto seguro para suas dores, nós – enquanto audiência – contemplamos um belíssimo estudo de personagem sobre duas pessoas despedaçadas pelo luto, independente de qual seja sua natureza.
Com um enredo que traz uma visão introspectiva sobre o retorno para a casa, o drama original da A24 é uma peregrinação de redenção e aborda questões bem delicadas e importantes de forma sensível e acolhedora. Aqui, Neugebauer e os roteiristas Ottessa Moshfegh, Luke Goebel e Elizabeth Sanders Releas falam sobre trauma compartilhado, a dificuldade de fazer as pazes com o passado e reconstrução familiar por meio do perdão. A partir de uma peculiar amizade entre uma jovem mulher e um homem ainda de luto, aprendemos a forma como ambos lidam com suas decisões, à medida em que a introspecção que esconde seus sentimentos rui diante das memórias que gritam a plenos pulmões em suas almas.
E de forma diferente e bem mais intimista, Lawrence mostra uma outra versão de si mesma, nos levando para um lado mais conflitante e desafiador de sua performance. Despida de caricaturas ou exageros, ela faz da quietude e timidez a expressão máxima da dor do abandono e da solidão de viver dentro de suas próprias lembranças. Aqui, ela catalisa a dor na ausência de expressividade, inibe seus sentimentos e angústias e não se esconde atrás de uma máscara. Sempre honesta, ela faz do pouco, o muito, nos conquistando por sua delicadeza escondida em um distanciamento emocional real.
Tyree Henry não fica atrás e brilha em tela em uma atuação mais apática, mas ainda assim palpável e convincente. Juntos, eles dão vida a um roteiro que é sim mais simplista e que infelizmente não inova dentro do seu formato, tampouco vai muito além do que vemos em seu primeiro ato. E embora seja um pouco lento demais em alguns instantes, o longa nos convida para uma reflexão sobre libertação através do perdão individual e coletivo, alicerçando seu enredo em duas performances poderosas e envolventes. Com uma direção conceitual que mostra a versatilidade de Neugebauer em transitar para o cinema com perspicácia, Causeway é, acima de todas as suas falhas, um olhar inspirador sobre a conexão e redenção familiar. Nos lembrando que todos precisam de uma nova chance de recomeçar, o original da Apple TV+ é uma bela e inesperada jornada do herói da vida real.
Outubro é o mês do HORROR nos quatro cantos do planeta. Desse modo, a oferta de filmes de terror é imensa, seja no cinema, seja no streaming. Para fugir da mesmice, o CinePOP fez uma pequena lista de comédias de horror de exatamente 30 anos atrás. Com os pés em 1992, você não vai apenas se apavorar, mas também rir bastante.
Pode-se chamar de Dia das Bruxas ou Halloween, mas 31 de outubro é apenas a abertura das portas para o Dia de Todos os Mortos, 1 de novembro, ao redor do mundo, e o Dia de Finados, no Brasil, 2 de novembro. Ou seja, há muitos fantasmas, espíritos e sombras no ar no período.
Chame, portanto, uma companhia para segurar a mão e dar gargalhadas com os inspirados filmes listados abaixo. Todos os títulos estão disponíveis em VOD ou SVOD.
Nesta primeira incursão de Peter Jackson no cinema, o diretor das trilogias Senhor dos Anéis e O Hobbit nos presenteia com uma saborosa comédia zumbi com direito a litros e mais litros de sangue.
Tudo começa quando a superprotetora e repressora Vera Cosgrove (Elizabeth Moody) vai espionar seu filho Lionel (Timothy Balme) com a namorada Paquita (Diana Peñalver) no zoológico. Lá, ela é mordida pelo temível rato-macaco de Sumatra.
Após o acidente, ela se transforma em zumbi. Seu amado filho tenta mantê-la trancada em segurança no porão, mas ela foge e transforma a maioria dos vizinhos em mortos-vivos, assim como todos numa festa da alta sociedade.
Extremamente divertido e com efeitos de mal gosto, Fome Animal(Dead Alive, no original) possui 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. É o filme com um dos maiores índices da plataforma do seu gênero de horror pastelão. Imperdível.
Esta é uma maluca aventura apoiada no charme do protagonista Ash (Bruce Campbell) e a direção acrobática de Sam Raimi. Aqui, Ash se vê preso nos tempos medievais. Para voltar a atualidade, ele deve procurar o Necronomicon, um livro amaldiçoado. O objeto, no entanto, libera um exército de mortos.
Apesar de ser o menos apreciado da trilogia, Uma Noite Alucinante 3tem seus loucos méritos e 87% de aprovação do público do Rotten Tomatoes, contra 74% da crítica. Os especialistas, no entanto, enalteceram os dois primeiros filmes com mais de 90% de aceitação: A Morte do Demônio (1981) e Uma Noite Alucinante 2 (1987). Veja os três!
Aconteceu perto da Sua Casa, de Benoît Poelvoorde, Rémy Belvaux, André Bonzel
Este é um tesouro francês escondido dos brasileiros. Em preto em branco, Aconteceu perto da Sua Casa é um falso documentário sobre a vida pacata de um serial killer. No estilo found footage muito antes de Bruxa de Blair (1999) e [REC](2007), o filme é uma comédia dark com direito a barbaridades tratadas como trivialidades, por exemplo infanticídio e estupro.
A gente acompanha uma equipe de filmagem que segue um serial killer enquanto ele exercita seu ofício. Durante as gravações, o personagem fala sobre arte, música, natureza, sociedade e vida ao mesmo tempo que mata carteiros, aposentados e pessoas aleatórias.
Aos poucos, ele envolve os documentaristas em suas atividades e a história transforma-se de maneira inacreditável. O melhor de tudo isso é que este filme é considerado amador, sendo um projeto conclusão de curso de três amigos. Mesmo assim, ele é medonho ao mesmo tempo que hilário. Veja para ontem.
Este é um clássico da Sessão da Tarde dos anos 1990 na mesma pegada de Os Fantasmas se Divertem (1988), de Tim Burton. Aqui, Robert Zemeckis promove uma sátira ao mundo dos cosméticos, plásticas e a busca pela juventude eterna.
Com Bruce Willis, Meryl Streep e Goldie Hawn, o filme é a história do acerto de contas entre duas ex-amigas: uma romancista e a outra estrela de cinema. Após perder o marido para a rival, a escritora traída reaparece anos depois estonteante graças a uma droga da vida eterna.
A atriz segue o exemplo, mas descobre que a imortalidade tem um preço. Com vários efeitos visuais medonhos e alguns esqueletos no armário, A Morte lhe Cai Bem é uma vergonhosa tentativa de crítica à estética, mas grande promessa de gargalhadas por conta das situações ridículas.
Marie (Anne Parillaud) é uma vampira com consciência: ela só suga o sangue dos criminosos. Contudo, ela comete um deslize quando acidentalmente transforma um violento senhor do crime, Sal Macelli (Robert Loggia), em um dos mortos-vivos. Para impedir a tomada da cidade por gângsteres sugadores de sangue, Marie une forças com um policial disfarçado (Anthony LaPaglia).
Diretor elogiadíssimo pela comédia de ação Os Irmãos Cara de Pau (1980), John Landisperde a mão aqui e compõe um filme destoante e com ritmo lento. Isto é, Inocente Mordidapossui o tom sombrio e gore de Dario Argento e David Cronenberg nos anos 1970-80, mas é um comédia de terror de poucos sustos e risos anêmicos. Vale pela maravilhosa ambientação trash do cineasta.
Cinco anos antes de tornar-se fenômeno televisivo, este é o filme que inspirou o seriado de sucesso com Sarah Michelle Gellar. Nesta história de amadurecimento com tons sobrenaturais, a adolescente Buffy Summers (Kristy Swanson) recebe o chamado de Merrick (Donald Sutherland) para treinar e lutar contra vampiros.
Na época as sagas de adolescente lutadores ainda não eram uma coqueluche como nos anos 2010, mas este é o prelúdio para a sensação de séries, livros e filmes. Com uma direção mediana e um enredo nem tanto apaixonante, os atores Kristy Swanson e Paul Reubens (famoso por seu personagem Pee-Wee na TV e cinema) passam credibilidade e o combate contra vampiros torna-se divertido. Este é um reencontro das origens de Buffy, a Caça Vampiros.
De acordo com o Deadline, o autor Stephen King acaba de fechar contrato com a Cedar Park Entertainment para adaptar seu poema ‘A Igreja de Ossos’ para uma série para TV.
O projeto será comandado pelo diretor de ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Bright’, David Ayer, que deverá também dirigir alguns episódios da série.
‘A Igreja de Ossos’ foi publicado na coletânea ‘O Bazar dos Sonhos Ruins’, e a trama do terror narra a expedição de um explorador por uma floresta densa, à procura da lendária igreja feita com ossos humanos. Por lá, o explorador e seu time encontram algo surpreendente e único.
A série ainda não tem data de lançamento definida.
Para os fãs dos filmes sem-noção, essa semana que se inicia é uma das mais aguardadas do ano. Isso porque finalmente chega aos cinemas nesta quinta-feira (30) um terrir completamente inesperado que está dando o que falar pelo mundo. É claro que estamos falando de O Urso do Pó Branco. Dirigido por Elizabeth Banks, o filme conta a história de uma ursa que vivia sua vida em um parque natural dos Estados Unidos, quando uma carga colossal de cocaína é arremessada de um avião e acaba caindo próximo ao animal, que vai até a carga e passa a consumir a droga, se transformando em uma verdadeira máquina de matar. Bizarro, né? Mas, como indicam os trailers e pôsteres, por mais absurdo que pareça, o roteiro foi inspirado em uma história real.
Essa história se passa no estado da Geórgia, em 1985. Para dar um contexto maior, os EUA sofreram uma crise gravíssima na década de 1980 com uma epidemia de usuários de drogas ilícitas, sendo as principais a cocaína e o crack. Nesse cenário, o tráfico internacional ganhou muita força no país, rendendo fortunas a quem conseguisse entrar e sair do país com as cargas dessas substâncias, como já foi retratado em diversos filmes e séries que conquistaram o público nos últimos anos.
Pois bem, um desses traficantes era Andrew Thornton, que por si só já tem uma história que renderia um filme. Natural do Kentucky, o rapaz frequentou boas escolas e ingressou na reserva das Forças Armadas para conseguir frequentar a faculdade. Só que ele largou os estudos para entrar efetivamente para o exército, onde se especializou em paraquedismo e chegou a atuar na invasão à República Dominicana, recebendo condecorações por seus serviços prestados. Depois das missões, ele voltou a estudar, mas não concluiu, largando a faculdade novamente para treinar cavalos de corrida com o pai.
Andrew Carter Thornton II
No fim dos anos 60, ele entrou para a polícia e começou a cursar aulas noturnas de Direito. Formado, ele foi transferido para o departamento de narcóticos na década de 1970, e aí que o bicho pegou de verdade. Tendo experiência com voo e saltos de paraquedas, além de ser um conhecedor das leis e estar em contato constante com traficantes, suspeitos e vítimas, ele passou a integrar o esquema de tráfico internacional, transportando armas e drogas. Ele deixou oficialmente a polícia em 1977 e começou a advogar na região de Lexington, no Kentucky. Quatro anos mais tarde, ele foi acusado de tráfico de armas e drogas, e foi preso após tentar fugir para a Carolina do Norte. No entanto, ele passou apenas seis meses na cadeia, pagou uma multa de 500 dólares e foi impedido de exercer o Direito, mas nada o impediu de seguir ganhando a vida com o tráfico com uma gangue local conhecida como “A Companhia”.
Então, em 1985, aconteceu a fatídica viagem que renderia o filme mais surtado de 2023. Thornton e seu copiloto foram buscar um carregamento de cocaína na Colômbia. Na época, a carga valia milhões de dólares, uma verdadeira fortuna. Porém, na viagem de volta, ele acreditou estar sendo seguida pela polícia e decidiu despachar a droga do alto do avião. Assim, uma carga milionária de cocaína em pacotes foi arremessada do bimotor, que acabou colidindo na Carolina do Norte.
As bolsas com os pacotes de cocaína caíram na floresta de Chattahoochee-Oconee, na Geórgia. E não foi só a droga que caiu, não. É que essa viagem selou o destino de Andrew, que tinha a experiência como paraquedista, mas acabou vítima da própria ganância. Antes de saltar do avião, ele pegou uma mala com cerca de 35 kg do pó branco e pulou rumo à morte. Isso porque o peso extra fez com que o paraquedas enrolasse e perdesse a utilidade. Assim, o traficante caiu com tudo na garagem de uma família em Knoxville, morrendo aos 40 anos de idade.
Parte da droga arremessada por ele foi encontrada no entorno. Só que as notícias de que um carregamento ainda maior que supostamente teria caído no parque nacional de Chattahoochee-Oconee levou policiais e curiosos (afinal, a carga valia muita grana) a se aventurarem pelas matas, como caçadores da droga perdida. E aí que entra o tal urso.
Divulgação/ Universal.
Durante essas buscas, um corpo em decomposição de um Urso Negro foi encontrado, cercado por mais de 40 pacotes de cocaína destroçados. É, o urso não chegou a matar ou atacar ninguém, ele só comeu e cheirou o entorpecente, ficou doidão e praticamente explodiu por dentro. O legista afirmou que o estômago do animal ficou lotado de cocaína, tornando sua sobrevivência impossível. Acontece que, por conta da decomposição, a necropsia encontrou apenas 4g da droga ainda presente na corrente sanguínea do pobre animal.
Segundo o médico o urso sofreu horrores com uma série de sintomas que o levaram à morte. “Hemorragia cerebral, insuficiência respiratória, hipertermia, insuficiência renal, insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral. O que você pensar de problema de saúde, aquele urso tinha”, afirmou ao The Guardian na época.
A história que era trágica “viralizou” e acabou virando piada na imprensa local. Não demorou para associarem a morte do animal ao lançamento das cargas feito pelo traficante morto, e logo o coitado do urso passou a ser chamado “carinhosamente” de Pablo Eskobear, tirando sarro de seu destino ao associá-lo ao lendário traficante colombiano, Pablo Escobar.
O animal foi recolhido e após a necropsia, foi empalhado e está preservado até hoje. Quem quiser ver o verdadeiro Urso do Pó Branco pode ver seu corpinho exposto no Kentucky for Kentucky Fun Mall. Sim, o bicho está exposto em um shopping, que conta com uma loja dedicada a ele. E como essa história bizarra rendeu assunto no hemisfério norte inteiro, o urso virou um dos símbolos da região, e claro que esse caso atraiu um grande número de visitantes para o parque nacional em que a droga caiu e o urso morreu.
O “Urso do Pó Branco” está exposto em um shopping até hoje.
Claro que o filme teve muita liberdade criativa na hora de adaptar a trama, transformando o animal numa clássica ameaça dos filmes slasher. Em entrevista à Variety, a diretora do filme, Elizabeth Banks, disse que teve acesso aos laudos do legista e confirmou que realmente era uma história trágica, mas que resolveu imaginar um cenário de em que o pobre animal pudesse fazer justiça com as próprias mãos.
“Eu entendo como foi uma situação terrível esse urso ter se envolvido nessa trama e acabar morrendo no fim. Para mim, fazer esse filme foi encarado como uma chance de pensar em uma história de vingança para o urso”, disse.
O Urso do Pó Branco chega aos cinemas brasileiro nesta quinta-feira, 30 de março.
Qualquer pessoa que cria uma criança numa cidade grande em algum momento da vida se pergunta se seria melhor sair do centro urbano e ir morar em algum lugar mais próximo à natureza, com menos poluição, estresse, violência e todos os males das cidades grande. Claro, o interior tem muitas vantagens para a criação e o desenvolvimento das crianças, e esse mote já foi muitíssimo abordado na sétima arte – especialmente por países como Estados Unidos e Inglaterra, que parecem ter uma cultura de “ou cidade ou campo”, como se ambos os cenários não pudessem coexistir em uma mesma realidade. Trazendo uma versão natalina desse mote, chegou recentemente à Netflix o longa ‘Nosso Natal na Fazenda’, uma das apostas de fim de ano da gigante do streaming para seus assinantes.
Matt Cunningham (Scott Garnham) é viúvo e pai de cinco filhos. Todos os dias ele tenta dar conta de criá-los, mas sempre os atrasa para a escola e, por consequência, também se atrasa no trabalho, onde é gerente de projeto de marketing. Certo dia, duas coisas inacreditáveis acontecem: a primeira é que sua chefe (Ashley Jensen) encarrega a ele a principal campanha do ano, cujo contrato com o cliente garantirá o emprego de todo mundo na empresa, e Matt também recebe uma misteriosa carta, comunicando-lhe o testamento de seu desaparecido pai, que deixa a seus cuidados a Fazenda do Visco, no interior do país. Numa tentativa de conciliar todas as pendências, Matt decide levar os filhos para uma temporada na tal fazenda, imaginando que lá as crianças fossem se divertir enquanto ele cuidaria da venda do imóvel e também trabalharia na tal campanha da empresa. O que ele não esperava era encontrar resistência dos moradores da região, altamente conectados com o local, atrapalhando todos os seus planos.
Escrito e dirigido por Debbie Isitt, ‘Nosso Natal na Fazenda’ tenta trazer um clima meio ‘Babe: O Porquinho Atrapalhado’ com ‘Nanny McPhee – A Babá Encantada’ e ‘Esqueceram de Mim’, indo para todos os lados sem se preocupar com qualquer coerência. Parece que o longa foi escrito para trazer o que há de melhor nesse tipo de filme (aventura, bichinhos fofinhos, crianças brincando com bichinhos, um cara adulto agindo como se fosse criança para mostrar que o mundo mágico é melhor que a realidade, um cenário pitoresco) somado à necessidade de obedecer certas demandas atuais, mas faz tudo de maneira mal feita e estereotipada. Por vezes o filme dá atenção a assuntos sem desenvolvê-lo (a suposta problemática do menino que sofre bullying na escola por gostar de usar coisas brilhantes, mas isso não é mostrado, não tem consequência nem influencia na trama, ou seja, é apenas jogado no roteiro) e por outras simplesmente resolve de maneira bem infantil pontos que deveriam ser trabalhados com mais de cuidado, ou simplesmente excluídos do enredo, se estavam atrapalhando (como a resolução do tal projeto de Matt, tratado como um dever de casa de escola).
Numa vibe beeeem Sessão da Tarde, ‘Nosso Natal na Fazenda’ é um filminho família para deixar os vovôs e as crianças reunidas na sala, entretidos com uma historinha boba, enquanto papais e mamães cuidam dos preparativos da ceia. Misturando aventura com protagonismo infantil e muitos animaizinhos, é bem o tipo de produção pensada tão somente nos pequenos mesmo.
Agora que a segunda temporada de O Justiceiro já estreou há uma semana, o show deu tempo de sobra para os fãs assistirem aos episódios mais de uma vez em tentativas de pegar certas referências.
E graças a um assíduo fã da série, uma pequena aparição de um dos personagens DC Comics foi descoberta para agrado dos telespectadores.
No começo da segunda temporada, Frank Castle (Joe Bernthal) está ocupado vivendo no Meio-Oeste sob o nome de Pete Castiglione. Enquanto está em um bar, ele conhece uma das garçonetes chamada Beth, com a qual vai para casa.
Pela manhã, à medida que Frank se arruma para sair, há uma cena em que podemos ver brevemente uma mochila que o filho de Beth utiliza e, acredite ou não, traz a imagem do próprio Batman. Na verdade, a mochila cinza traz o logo da icônica série de televisão da década de 1960, intitulada Batman.
Confira:
Apesar de ser uma escolha peculiar para incluir aqui, esse easter egg confirma que a DC é uma companhia que pretende expandir seu universo compartilhado aos moldes do Universo Cinemático Marvel – e já está em vias de conseguir, visto que a série Arrow já fez inúmeras referências a Homem-Aranha e Hulk.
A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.
Segundo uma nova reportagem do The Hollywood Reporter, a produção do reboot de ‘Esqueceram de Mim’ foi colocada em suspensão devido às crescentes preocupação no tocante ao Coronavírus (cujos infectados já passam dos 145 mil ao redor do mundo).
As filmagens começariam em breve.
Macauly Culkin estaria em negociações para reprisar seu papel como Kevin McCallister no projeto.
Ainda não muitos detalhes sobre o reboot, mas Kevin deve ser apenas um personagem de apoio, que ajuda o novo protagonista (Archie Yates) a se livrar de um casal de ladrões quando ele rouba acidentalmente algo que lhes pertence.
Embora originalmente pensados como os pais de Yates, as fontes dizem que EllieKemper e RobDelaney darão vida ao casal de bandidos.
Mikey Day e Streeter Seidell assinaram o roteiro, cuja história é centrada em um casal que entra em guerra contra um jovem garoto que roubou alguma coisa deles – uma mudança da premissa original.
Esse remake de esqueceram de mim vai funcionar como? A família esquece o Kevin, ele manda uma mensagem pra mãe, ela manda um uber buscar ele e eles todos vão passar as férias em Paris juntos?
Não vejo sentido algum em fazer um remake de Esqueceram de Mim. A história faz sentido com aquela época. Qualquer justificativa que os roteiristas criem para o enredo da história funcionar no século XXI não vai ter o mesmo impacto. https://t.co/E64Bw6AifU
A única justificativa para um remake de Esqueceram de Mim seria se a proposta fosse mostrar o trauma dos bandidos que foram torturados por uma criança muito apegada aos bens materiais
Nada pode parar Stephen King, o Mestre do Terror, e, poucos meses depois de ter publicado sua coleção de contos ‘If It Bleeds’, o escritor anunciou que seu próximo romance já tem data de lançamento.
Intitulado ‘Later’, a obra faz parte da série Hard Case Crime, uma linha de histórias criminais da editora Titan Books, e chegará às livrarias de todo o mundo em março de 2021.
Segundo o editor Charles Ardai, a história é uma “linda história sobre amadurecimento e sobre enfrentar seus demônios – sejam metafóricos ou (como já sabemos quando você está em um romance de Stephen King) verdadeiros. É horripilante, cândido, emocionante e honesto e estamos animados em levá-lo aos leitores” (via EW).
Confira a sinopse oficial e a capa abaixo:
Filho de uma mãe solteira, Jamie Conklin só quer ter uma infância normal. Mas Jamie não é uma criança normal. Nascido com uma habilidade sobrenatural que sua mãe o força a manter em segredo, Jamie pode ver o que ninguém mais vê e aprender coisas que ninguém mais pode aprender. Mas o custo de usar suas habilidades pode ser maior do que imaginava – que percebe quando um detetive da polícia de Nova York o arrasta numa caçada de um assassino que ameaça voltar dos mortos e retomar seu reino de caos.
King é um dos mestres da literatura de terror e suspense, com inúmeros escritos já tendo sido adaptados para as telonas e as telinhas. Recentemente, Pennywise voltou aos cinemas com o remake de ‘It – A Coisa’, enquanto seu ‘Cemitério Maldito’ também ganhou uma nova adaptação. Os próximos projetos baseados em seus romances incluem ‘Colheita Maldita’, ‘A Longa Marcha’, ‘Os Estranhos’, ‘A Hora do Vampiro’ e ‘A Incendiária’.
A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX. A adaptação é supervisionada pela icônica Shonda Rhimes, partindo do contrato que assinou com a plataforma de streaming em 2017.
Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.
‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.
A sequência trará de volta Tom Hardy e Michelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris viverá a vilã Shriek.
Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.
A singela e adorável animação ‘Ron Bugado’ finalmente chegou ao catálogo do Disney+.
O longa-metragem foi disponibilizado hoje, 16 de fevereiro, na plataforma de streaming.
A história é centrada em um garoto de 11 anos chamado Barney que se torna amigo de um robô que não funciona totalmente bem – viajando a um mundo onde robôs que falam, andam e têm crianças como melhores amigos.
A produção foi lançada no último dia 1º de julho na plataforma de streaming.
Na trama, “um grupo de soldados britânicos está lutando na China e se depara com o início das construções da Grande Muralha. Eles percebem que o intuito não é apenas proteger a população do inimigo mongol e que a construção esconde na verdade um grande segredo”.
Relembre o trailer:
Zhang Yimou (‘O Clã das Adagas Voadoras’) comandou a produção, enquanto Tony Gilroy, Carlo Bernard e Doug Miro assinaram o roteiro.
O Natal está chegando e, como já é de costume, a iminência do feriado mais emocionante do ano implica uma produção constante de inúmeros filmes e séries recheados de bonança, amor e o espírito que nos comove até a chegada do Ano Novo. E, como também sabemos, é a época em que a Netflix começa a investir em peso em seu conteúdo original, lançando longas após longas que sejam, principalmente, confortáveis para todas as famílias – ainda que grande parte das produções falhe em trazer algo novo para essas saturadas narrativas.
Dessa vez, a gigante do streaming resolveu abrir a temporada com o lançamento de ‘Deixe a Neve Cair’. Baseada no romance homônimo assinado por John Green (o mesmo autor de ‘A Culpa É das Estrelas’ e ‘Cidades de Papel’, também adaptadas para as telonas), Maureen Johnson e Lauren Myracle, a trama bebe bastante de outras clássicas comédias românticas, funcionando como uma homenagem a iterações como ‘Simplesmente Amor’ e, mais recentemente, ‘Idas e Vindas do Amor’: dessa forma, ela mergulha com força numa roupagem antológica, imprimindo diversos arcos a princípio separados que, eventualmente, convergem para uma catártica (fofo seria uma palavra melhor utilizada, no caso) resolução. Felizmente, o resultado é aprazível o bastante para nos divertirmos com um elenco recheado de química e que oferece uma perspectiva contemporânea para histórias do gênero.
Let It Snow – Anna Akana, Liv Hewson – Photo Credit: Netflix / Steve Wilkie
Luke Snellin, conhecido por suas distinções artísticas no mundo dos videoclipes, faz sua estreia diretorial com o filme e entra com o pé direito na indústria cinematográfica: logo de cara, percebemos que o cineasta tenta se afastar do melodrama novelesco das rom-coms, buscando uma construção mais realista e menos fabulesca. É claro que, em certas sequências, Snellin opta por florear as cenas com um pouco mais de sensibilidade ou até mesmo com o conhecido drama adolescente – mas não podemos tirar mérito de suas constantes tentativas de desconstruir fórmulas engessadas. No final das contas, os visíveis erros são ofuscados pela melódica arquitetura que se preza a construir, engendrando eventos que, se não complexos, ao menos cumprem a premissa que apresentam.
Temos, por exemplo, Kiernan Shipka como Angie (apelidada de Duke) e Mitchell Hope como Tobin, compartilhando de uma das subtramas de amizade que se transforma em romance e pode colocar o laço do qual compartilham em xeque. Na verdade, Tobin é apaixonado por sua melhor amiga há vários anos, mas nunca teve coragem de lhe contar com medo de colocar tudo a perder. Não é surpresa que, no desenrolar dos eventos, ele comece a se sentir diminuído por meninos mais bonitos e que levam mais jeito de se abrir, chegando a tratá-la mal para depois reconquistá-la.
De fato, o microcosmos apresentado não é um dos mais originais, visto que já foi levado para a literatura infanto-juvenil, para os cinemas e para a televisão inúmeras vezes – e, na verdade, ele é o que menos chama a atenção, mesmo que funcione como a estrutura da produção. Em outro prospecto, temos a conturbada e imediatista relação entre Julie (Isabela Merced) e Stuart (Shameik Moore), cujos dois mundos completamente diferentes colidem em uma miraculosa e incrível compreensão empática: Julie, que nutre o sonho de sair de sua cidade, é aprovada na Universidade de Columbia mas não sabe se deve fazer a matrícula devido à condição da enferma mãe; Stuart, por sua vez, é um famoso astro do pop que não aguenta mais lidar com a carreira e deseja uma vida normal.
Joan Cusack também dá as caras no longa como a Mulher-Alumínio, uma estranha solteirona que se veste com folhas e mais folhas de papel alumínio por uma razão desconhecida e que, em dado momento, cruza caminho com a psicótica Addie (Odeya Rush), a encarnação centennial que acha que seu namorado vai terminar com ela a qualquer momento. Ambas as gerações entram em choque e servem como reflexos de uma personalidade tóxica que deve ser abandonada – e que, como podemos imaginar, acabam se tornando as protagonistas dos arcos de redenção da trama principal (mesclados, é claro, com algumas cômicas sacadas).
É inegável dizer que o filme não mantém um ritmo firme durante seus três atos, perdendo a mão no equilíbrio entre drama e comédia algumas vezes antes de se reencontrar perto da conclusão. Para além disso, certos vieses narrativos são deixados de lado e tratados com muita superficialidade – como é o caso do romance entre Dorrie (Liv Hewson) e Tegan (Anna Akana), cujo potencial é basicamente varrido para debaixo do tapete e colocado num patamar coadjuvante. Até mesmo o espectro envolvendo a festa de Keon (Jacob Batalon) perde força, ressurgindo das cinzas tardiamente para o grand finale.
Ainda que não carregue o mesmo charme de seus conterrâneos, ‘Deixe a Neve Cair’ cumpre o que promete e funciona dentro de seus limites como um bom início para os feriados de fim de ano. Apesar de pecar em certos momentos, a ingênua beleza do filme e a competência de seu elenco são o bastante para que apreciemos a adorável mensagem do filme – que, sem sombra dúvida, será explorada em várias outras produções das próximas semanas.
A FX divulgou o teaser trailer oficial de ‘Justified: City Primeval’, revival da aclamada série ‘Justified’ que traz Timothy Olyphant de volta como Raylan Givens.
Além disso, foi revelado que a produção estreia em 18 de julho nos Estados Unidos, ainda sem confirmação de lançamento no Brasil.
Confira:
Baseada no livro ‘City Primeval: High Noon in Detroit‘, de Elmore Leonard, a produção se passa dez anos após a série original.
Na trama…
Raylan ainda vive em Miami, para onde ele se mudou ao final da série original. Um encontro casual em uma estrada desolada da Flórida leva Raylan a Detroit, onde ele cruza o caminho de Clement Mansell, também conhecido como ‘O Selvagem de Oklahoma’, um violento sociopata que já escapou dos melhores de Detroit – e pretende fazê-lo novamente. A advogada de Mansell, Carolyn Wilder, tem toda a intenção de representar seu cliente, mesmo quando ela se encontra presa entre um policial e um criminoso, com seu próprio interesse em jogo.
Dave Andron e Michael Dinner, que produziram a série original, entram como showrunners, roteiristas e produtores executivos. Além de estrelar, Olyphant também tem crédito de produtor executivo ao lado do showrunner original, Graham Yost.
A Netflix divulgou um divertido vídeo promocional de ‘One Piece‘, compilando curiosidades sobre a elogiada série live-action.
Confira:
O amanhecer de uma aventura. Preso em um barco afundando, Luffy começa a jornada em busca do tesouro perdido do rei dos piratas. Só que, para isso, ele precisa de uma tripulação, um navio e um mapa.
A animação ‘Crepúsculo dos Deuses’ (Twilight of the Gods), o mais recente projeto de Zack Snyder, já está disponível no catálogo da Netflix – e parece que o controverso realizador finalmente agradou à crítica internacional.
De acordo com os especialistas, a produção é uma das melhores de Snyder, contando com visuais belíssimos e um comprometimento com a mitologia nórdica. Entretanto, a condução da narrativa teve recepção mista pelos críticos.
Confira os comentários:
“Embora ‘Crepúsculo dos Deuses’, de Zack Snyder, exagere na depravação e no horror de seu cenário nórdico ultraviolento, ele consegue contar uma história de vingança que vale a pena” –IGN.
“‘Crepúsculo dos Deuses’ – Zack Snyder finalmente tem um vencedor em mãos” – Collider.
“A recontagem animada da mitologia nórdica de Zack Snyder para a Netflix é visualmente rica, mas emocionalmente vazia” – THR.
“Zack Snyder se entrega completamente com ‘Crepúsculo dos Deuses’. Um lindo épico nórdico que tece com beleza a mitologia através da brutal busca pela vingança de Sigrid” – Tyler Calvert.
“Apesar dos visuais impressionantes, ‘Crepúsculo dos Deuses’ é uma decepção. A série de Zack Snyder depende de cenas de sexo gratuitas e violência extremamente sangrenta, mas se esquece de contar uma boa história” – Thomas Storaï.
Durante uma conversa com a Collider, Snyder falou sobre a produção: “Basicamente, é assim: há um rei e sua rainha em uma pequena vila viking, e eles querem se casar. Um evento acontece com eles em seu casamento que faz com que Sigrid, que é a noiva, a criança de gigantes, embarque em uma missão louca de vingança. Ela recruta um elenco de personagens – uma vidente, um anão – e eles se unem para formar um grupo com uma missão: encontrar um deus e lutar contra ele. É uma missão, é uma história de vingança. Sigrid é esse personagem bonito, muito escandinavo, frio, mas apaixonado, com quem realmente gostei de trabalhar porque ela é simplesmente incrível. Sylvia Hoeks dá voz a ela.”
O cineasta ainda revelou que a animação terá oito episódios: “eu simplesmente acho que foi uma dessas coisas que não entendemos, primeiro de tudo, as dificuldades do que seria necessário para fazer oito episódios de animação. Se eu soubesse, não sei se teria feito.”
Entre os astros do elenco estão John Noble (‘O Senhor dos Aneis: O Retorno do Rei’), que dará voz a Odin, o Pai de Todos. Thor será dublado por Pilou Asbæk (‘Game of Thrones’), enquanto Loki terá voz de Paterson Joseph (‘Timeless’).
Os demais nomes são Sylvia Hoeks (‘Blade Runner 2049’) como Sigrid, Stuart Martin (‘Medici: Mestres de Florença’) como Leif, Rahul Kohli (‘A Maldiçao da Mansão Bly’) como Egill, Jamie Clayton (‘Sense8’) como Seid-Kona, Kristofer Hivju (‘Game of Thrones’) como Andvar, Peter Stormare (‘John Wick: Um Novo Dia para Matar’) como Ulfr, Jamie Chung (‘Dragon Ball Evolution)’ como Hela, Lauren Cohen (‘The Walking Dead’) como Inge e Corey Stoll (‘Homem-Formiga’) como Hrafnkel.
Em um acordo inédito, as duas primeiras temporadas de ‘Helluva Boss’ estrearão no Prime Video em breve, e os episódios continuarão disponíveis no YouTube. As próximas temporadas terão uma janela exclusiva no streaming.
“Sou muito grata ao Prime Video por seu apoio contínuo ao nosso trabalho em ‘Hotel Hazbin’ e por permitir que nossa equipe na Spindlehorse expanda o Hellaverse ao abraçar ‘Helluva Boss’”, disse Medrano. “Estou muito animada com o que isso significa para o crescimento contínuo da animação independente! É um sonho que se tornou realidade poder contar essas histórias e eu realmente mal posso esperar para ver o que planejamos!”.
Ambientada no Inferno, ‘Helluva Boss’ acompanha Blitzo, líder excêntrico da P.A.I. (Profissionais de Assassinato Imediato), uma pequena e caótica empresa de assassinatos que funciona graças a um grimório mágico e a um complicado relacionamento com o príncipe demônio Stolas. Ao lado de sua equipe igualmente caótica – Moxxie, um atirador de elite; Millie, uma assassina ardente e habilidosa; e Loona, sua recepcionista sarcástica e infernal – Blitzo aceita contratos para matar alvos no mundo humano. Ao equilibrar o trabalho com a vida pessoal, a equipe se vê constantemente em situações absurdas, violentas e de humor ácido. Vivienne Medrano criou a série e atua como produtora executiva. Tom Murray também atua como produtor executivo.
A produção é estrelada por Brandon Rogers, Richard Horvitz, Vivian Williams, Erica Lindbeck e Bryce Pinkham. A série também conta com Alex Brightman, James Monroe Iglehart, Cristina Vee, Georgie Leahy, Rochelle Diamante e Morgana Ignis.
Lembrando que ‘Hotel Hazbin’ já foi oficialmente renovada até a quarta temporada.
Um mercenário (Sy) está em uma perigosa missão para resgatar reféns na Líbia. Preso entre facções em guerra e assassinos implacáveis, a série mergulha nos conflitos emocionais de personagens complexos e imperfeitos, cada um enfrentando traumas, traições e decisões de vida ou morte.
Segundo a Variety, a organização do Festival de Tribecadeste ano anunciou a estreia mundial de ‘Dreams of Violets’, filme que retrata a resistência civil iraniana e que foi totalmente gerado por inteligência artificial através do estúdio Fountain 0.
O anúncio marca a primeira vez em que um longa-metragem live-action gerado por IA é aceito em um festival de cinema de grande renome, como revela a companhia.
O filme, que estreará em 10 de junho, funciona como um docudrama de 75 minutos inspirado nos protestos que tomaram Teerã em janeiro, e destaca cinco iranianos que se encontram em um beco da cidade antes de serem executados, tudo testemunhado de uma janela por Amir, um menino de 10 anos com paralisia cerebral. Os confrontos refletem os protestos reais entre as autoridades iranianas e civis, que deixaram pelo menos 7.000 mortos e mais de 50.000 presos, de acordo com a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos.
O diretor Ash Koosha, que nasceu no Teerã, afirmou em comunicado que o projeto começou a ser desenvolvido assim que leu reportagens sobre o massacre. Ele queria criar um filme com foco no ser humano, mas, sem ter acesso a uma equipe, atores ou ao próprio Irã, optou por usar inteligência artificial.
O longa-metragem custou cerca de US$2.000 para ser produzido, segundo a Fountain 0.
‘Dreams of Violets’ levou três meses para ser finalizado e foi construído inteiramente com ferramentas como a IA Kling para geração de vídeo, a IA Claude da Anthropic para edição de linguagem, o Gemini e o Nanobanana do Google para pesquisa e imagens, além da tecnologia própria da Fountain 0 para enquadramento e precisão de quadros. O filme “não foi um exercício tecnológico”, disse Koosha, mas uma tentativa de “criar um filme memorial para um evento que aconteceu atrás de um muro que não posso atravessar”.
“Entendo que um filme gerado por IA sobre pessoas que realmente morreram levanta questões difíceis”, disse ele em um comunicado oficial. “Pensei nessas questões a cada minuto de cada dia em que trabalhei neste filme. Minha resposta é que a alternativa — o silêncio, o esquecimento, o resultado preferido do regime — é pior. O filme existe porque os mortos merecem ser vistos e porque as famílias dentro do Irã, que não podem falar, merecem alguém de fora que se recuse a esquecer”.
De acordo com o Comic Book, George R.R. Martin confirmou em seu blog que o spin-off de ‘Game of Thrones’ focado na ascensão da Casa Targaryen terá dragões e eles terão grande importância na trama.
“Posso afirmar que haverá dragões. Todo mundo já disse isso, então é minha vez de confirmar.”, escreveu Martin. “Eles são parte da essência da trama.”
Sabendo da relação dos Targaryen com os dragões, não é nenhuma surpresa que as criaturas façam parte da série, mas é melhor ainda saber disso através do criador da saga.
Mesmo assim, vale lembrar que a produção da série ainda não foi confirmada, e a ideia ainda está nos estágios iniciais.
“Quando a HBO realmente confirmar a produção, vocês vão me ouvir gritando dos telhados. Mas veremos. No momento, todos os sinais são bons, mas nada está confirmado.”, acrescentou.
O roteiro foi idealizado por Ryan Condal (‘Colony‘) em parceria com Martin, a partir do livro ‘Fogo e Sangue‘, lançado em 2018.
Caso a ideia seja desenvolvida, será o segundo spin-off da série.
Para quem não sabe, a emissora está trabalhando em ‘A Longa Noite‘, que se passa milhares de anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones’.
O elenco do prelúdio inclui Naomi Watts, Josh Whitehouse, Miranda Richardson, Jamie Campbell Bower, Toby Regbo, Georgie Henley, Alex Sharp, Naomi Ackie, Marquês Rodriguez, John Simms, Richard McCabe, John Heffernan e Dixie Egerickx.
Os roteiristas envolvidos são: Max Borenstein, de ‘Kong – A Ilha da Caveira’; Jane Goldman, de ‘Kingsman’; Brian Helgeland e Carly Wray, de ‘Mad Men’, e ‘The Lefftovers’.
Outro ponto importante é que Dan Weiss eDavid Benioff, criadores de ‘Game of Thrones’, serão listados como produtores executivos e supervisores das possíveis séries, mas nenhum deles vai escrever qualquer episódio.
Após o lançamento do trailer de ‘Cursed – A Lenda do Lago’, a Netflix divulgou um lote de novas imagens promocionais da série original ambientada nos tempos do Rei Arthur.
Estrelada por Katherine Langford, a série contará com 10 episódios na 1ª temporada e chegará ao catálogo da plataforma em 17 de julho.
Confira as imagens, junto com o trailer:
Baseada em um best-seller do New York Times, Cursed – A Lenda do Lago é a história do rei Arthur contada por Nimue (Katherine Langford), uma jovem com um dom misterioso destinada a se tornar a poderosa Dama do Lago. Após a morte da mãe, Nimue encontra um parceiro inesperado no mercenário Arthur (Devon Terrell) e sai em missão para entregar uma espada ancestral a um mago chamado Merlin (Gustaf Skarsgård). Ao longo de sua história, ela acaba se tornando um símbolo de coragem e rebelião contra os terríveis Paladinos Vermelhos e o Rei Uther (Sebastian Armesto).
Cursed – A Lenda do Lago é uma história sobre amadurecimento, com temas conhecidos de nosso tempo: destruição da natureza, terror religioso, guerras sem sentido e a coragem de assumir a liderança quando tudo parece impossível.
A CW lançou uma prévia do sétimo 7º episódio da 4ª e última temporada de ‘Raio Negro‘, que vai servir como piloto para a vindoura série derivada do ‘Painkiller’ (Jordan Calloway), que estreia em 12 de abril.
No vídeo, o Painkiller encontra Anissa Pierce (Nafessa Williams) e Grace Choi (Chantal Thuy) durante sua lua de mel, embora não seja um reencontro afetuoso.
Painkiller parece determinado a matar a família Pierce em uma tentativa de aliviar seu próprio sofrimento, causado por um chip implantado em seu cérebro, que o faz obedecer as ordens de uma organização criminosa
Confira:
Anteriormente, Calloway revelou à E! News que a realização da nova produção foi possível parcialmente graças aos empenhos do movimento Black Lives Matter, que tem dedicado os seus esforços para garantir que haja uma oferta mais justa de papéis e projetos voltados para pessoas negras.
“Pra ser honesto, eu acho que o Black Lives Matter é provavelmente um dos motivos de termos conseguido um spin-off. É o que incendiou essa motivação para mais séries com pessoas de cor”.
Salim Akil, produtor executivo da série original, será responsável pelo roteiro e pela direção do piloto.
Confira a sinopse oficial:
“Khalil Payne é um jovem dominado pela culpa de seu passado conturbado na cidade de Freeland, onde, como uma máquina de matar superavançada conhecida como Painkiller, ele era membro da gangue de Tobias Whale. Depois de tentar enterrar a parte mais sombria e devastadoramente letal de sua personalidade, Khalil se distanciou de todos que conhecia e amava, a fim de encontrar a paz, mas ela nunca é fácil para homens com um passado como o dele. Enquanto sua história violenta e destrutiva quebra seu novo começo idílico, Khalil é empurrado de volta à ação com uma nova missão – trazer justiça onde antes só havia punição – mas para fazer isso, ele primeiro terá que lidar com seu lado mais sombrio, o Painkiller.”
A 4ª temporada de ‘Raio Negro‘ segue em exibição na emissora The CW.
A trama gira em torno de Jefferson Pierce, um pai de família que precisa voltar a atuar como o justiceiro Raio Negro quando a violência de gangues ameaça o futuro de sua comunidade e sua filha se torna obcecada com a execução da justiça. Ele precisa agir com cuidado, entretanto, pois a polícia está á sua procura.
Em eu perfil do Instagram, Dwyane Johnson emocionou seus seguidores ao compartilhar um vídeo em que presenteia um fã com uma caminhonete para ajudá-lo em suas ações sociais.
Mas toda a emoção não é apenas pelo presente, e sim pela história por trás de tudo.
Durante uma exibição beneficente de ‘Alerta Vermelho‘ em Culver City, na Califórnia, o astro surpreendeu os clientes ao aparecer em carne e osso antes de convidar Oscar Rodriguez para se juntar a ele no palco.
Rodriguez é um veterano da Marinha e personal trainer que cuida de sua mãe, de 75 anos, e é voluntário de uma ONG que ajuda mulheres vítimas de violência doméstica.
Alguém da academia onde Rodriguez trabalhava entrou em contato com os produtores do filme e contaram sua história, que emocionou Johnson profundamente.
“Reuni o máximo de informações que pude sobre todos na plateia e, no final das contas, a história de Oscar me comoveu. Ele cuida de sua mãe de 75 anos. é um personal traimner. Líder em sua igreja. Fornece apoio e refeições para mulheres vítimas de violência doméstica. Orgulhoso e humilde, é um veterano da Marinha. É um ser humano gentil”, diz o astro em parte do vídeo.
Johnson ainda disse que o plano original era presentear Rodriguez com o Porsche Taycan que ele dirige no filme, mas a Porsche negou o pedido.
Em vez disso, ele deu sua própria caminhonte Ford Raptor para ajudar Rodriguez a entregar marmitas.
Ao fim da publicação, ele diz:
“A gentileza é importante para mim. Oscar disse que o que faz é por amor. Isso é tudo, irmão. Apenas ame. Vá curtir sua nova caminhonete e Feliz Natal para você e sua família!”
Em entrevista para a Eyewitness News (via Comic Book), Rodriguez disse que ele é um fã de Johnson, especialmente por sua positividade e como ele inspira outras pessoas e pretende usar o carro para promover a caridade.
“Só espero e oro para que isso inspire outras pessoas, eleve outras pessoas”, disse ele.
Rodriguez também postou sua reação nas redes sociais. Confira as publicações da dupla e siga o CinePOP no YouTube:
“Todas as minhas reações nessas fotos incríveis foram capturadas perfeitamente. Até as da minha namorada. Essas fotos são joias que guardarei por toda a minha vida e além. Meus filhos vão ouvir sobre isso! Da minha família e comunidade à sua, Feliz Dia de Ação de Graças e Feliz Natal, The Rock.”
Lembrando que ‘Alerta Vermelho‘ já está disponível na Netflix:
Relembre o trailer:
O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).
Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo.
Uma fan page do Twitter dedicada a novidades da franquia ‘Avatar‘ revelou que a atriz Momona Tamada (‘O Clube das Babás’) foi escalada para a série live-action de ‘A Lenda de Aang‘, produzida pela Netflix.
Conhecida por pequenas participações em ‘Banshee’ e ‘Chicago Fire’, Dickerson dará vida à Ty Lee, uma adolescente que pertence à Nação do Fogo.
Filha de um nobre, ela frequentou a Academia Real da Nação do Fogo para meninas com suas amigas, a Princesa Azula e Mai. Quando criança, ela lidou com seis irmãs que compartilhavam uma aparência idêntica à sua, o que causou uma perda de individualidade e um desejo de ser uma pessoa distinta e reconhecível.
Suas habilidades em combate são formidáveis, utilizando uma forma única de artes marciais que ataca os pontos de pressão do corpo humano. Eliminando-os, Ty Lee é capaz de interromper o fluxo de chi do indivíduo e paralisá-los temporariamente, tirando deles a habilidade de usar dobra.
Confira a publicação:
“Momona Tamada foi escalada como Ty Lee na série live-action de ‘Avatar: A Lenda de Aang’! Ela é mais conhecida por seus papéis em ‘The Boys’, ‘Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você’ e ‘O Clube das Babás’ e ‘Secret Headquarter‘. Ela já completou as filmagens da primeira temporada.”
Momona Tamada has been cast as Ty Lee in the live-action Avatar: The Last Airbender series!
She’s best known for her roles in The Boys on Prime, To All The Boys and The Baby-Sitters Club on Netflix, and Secret Headquarters on Paramount+!
Anteriormente, Daniel Dae Kim, intérprete do Senhor do Fogo Ozai, compartilhou uma imagem mostrando seu treinamento junto com o protagonista Gordon Cormier.
Na legenda, ele escreveu:
“Inimigos mortais na câmera, amigos de treinamento. Feliz por treinar com você a qualquer momento, Gordon!”
Mortal enemies on camera, practice buddies off.
Happy to train with you anytime, Gordon! https://t.co/geoKOMFh0X
No ano passado, o roteirista e showrunner Albert Kim explicou ao Comicbook porque se interessou em adaptar a animação para a TV.
Kim disse que ficou viciado na animação quando sua filha insistiu que ele assistisse durante a exibição original na Nickelodeon.
Desde aquela época, ele sentiu que o desenho tinha potencial de se tornar uma grande produção em live-action.
Além disso, ele percebeu que poderia contar histórias que estavam nas entrelinhas do material original, respondendo perguntas que permaneceram na mente dos fãs após o fim da animação.
“15 anos depois da transmissão original da animação, eu fui pego de surpresa quando a Netflix me ofereceu a oportunidade de desenvolver a série live-action. Meu primeiro pensamento foi: ‘Por quê? O que eu poderia acrescentar à história? Se não está quebrado, o que há para consertar?”
Ele continuou:
“Enquanto eu pensava nisso, percebei que havia coisas importantes a descobrir, e uma versão live-action estabeleceria um novo referencial em representação, além de atrair uma nova geração de fãs. Esta foi uma chance de mostrar os personagens asiáticos e indígenas como pessoas vivas que respiram.”
Por fim, Kim deixou claro que irá respeitar o material original.
“Estaremos expandindo este universo e haverá muitas surpresas para os antigos e novos fãs. Mas, durante todo esse processo, nossa palavra de ordem tem sido ‘autenticidade’. Para a história, para os personagens, e principalmente para as influências culturais presentes no material original. Autenticidade é o que nos faz continuar, tanto na frente das câmeras quanto atrás dela, e é por isso que montamos uma equipe nunca vista antes – um grupo de talentosos e apaixonados artistas que trabalham sem parar para dar vida a este mundo rico e incrivelmente belo.”
O 1º episódio de ‘Avatar: A Lenda de Aang‘ foi exibido na Nickelodeon em 2005 e, mesmo quase duas décadas mais tarde, a animação continua extremamente popular.
Lembrando que a trama da animação é ambientada num mundo parecido com o nosso, no qual as pessoas podem manipular os elementos da Terra, da Água, do Fogo e do Ar (conhecidos como dobradores) e, durante muito tempo, viveram em paz em suas próprias regiões – até uma delas dar início a uma guerra. Um desses dobradores, conhecido como Avatar, era o único que poderia impedir o conflito, mas desapareceu pouco depois e retornou 100 anos no corpo de Aang.
Além de ser uma queridinha do público, ‘Avatar: A Lenda de Aang’ levou para casa diversas estatuetas do Emmy e diversos Annie Awards por sua competente história e seu design. Em 2010, ganhou uma versão em live-action dirigida por M. Night Shyamalan que, apesar de ter feito quase US$320 milhões nas bilheterias, foi um fracasso de crítica devido à narrativa absurda e à superficialidade de seus temas.
Descrita como “um thriller de espionagem que vai mudar o jogo dentro do MCU”, a série ‘Invasão Secreta‘ tem estreia marcada para 21 de junho, noDisney+.
E, de acordo com a edição mais recente da revista Empire, a aguardada atração terá seis episódios com uma hora de duração cada.
Estrelada por Samuel L. Jackson, que reprisa seu papel como Nick Fury, a trama também contará com o retorno deBen Mendelsohncomo o Skrull Talos, introduzido ao MCU em ‘Capitã Marvel‘.
A série marca o evento crossover por trás de uma facção de Skrulls que mudam de forma e que se infiltraram na Terra há anos.
Kingsley Ben-Adir(‘One Night in Miami’) será o vilão Gravik, um líder da resistência que radicalizou um grupo de extremistas Skrull para obter os recursos de que precisam para para sobreviver – primeiro silenciosamente, disfarçando-se, depois pela força, se necessário.
Junto com o anúncio, foi revelada uma imagem promocional revelando o visual do personagem.
Durante uma entrevista para o Jimmy Kimmel Live, Moss-Bachrach foi questionado se irá vestir algum traje para interpretar o herói.
Mas ele revelou que o único traje que irá vestir é de captura de movimentos, já que o visual será criado através de efeitos visuais.
“No passado, acho que eles usaram um trajer. Michael Chiklis usava um traje que aparentemente era muito desconfortável, e é meio que… Isso ficou no passado. Esse tipo de Coisa é uma espécie de cosplay, meio amador, agora vamos investir em um Coisa mais arrojado com a tecnologia que temos.”
Confira:
O restante do elenco é formado porPedro Pascal como Reed Richards/Sr. Fantástico, Vanessa Kirby como Susan Storm/Mulher Invisível e Joseph Quinn como Johnny Storm/Tocha Humana.
Nas redes sociais, os fãs estão vibrando com a escolha dos novos intérpretes da família.
Apesar de alguns estarem reclamando da escalação de Quinn por conta de sua aparência, o consenso geral é bastante positivo e os fãs estão ansiosos para ver o grupo em ação.
Não sei a implicância contra o Joseph Quinn. Ele é um ator extremamente talentoso e uma pessoa maravilhosa, não merece todo esse hate! Ele tá é colecionando franquias famosas: Stranger Things, Um Lugar Silencioso e Marvel Studios pic.twitter.com/xBYurMlQFW
Finalmente temos o nosso Quarteto Fantástico, meu Deus que felicidade. Elenco, estética, vibe….amei absolutamente tudo. Obrigado Marvel, isso vai ser lindo demais. Eu tô muito empolgado. Quarteto Fantástico e X-Men no centro de tudo, é disso que a gente precisa. pic.twitter.com/3KWphO7cxO
Anteriormente, segundo o DCULeaks, a dupla Scott Neustadter e Michael Weber, conhecida por seu trabalho conjunto em ‘(500) Dias com Ela’, estaria encarregada de finalizar o roteiro do filme de heróis.
A dupla encontra-se atualmente em destaque devido ao seu trabalho em ‘Daisy Jones & The Six’, que recebeu três indicações ao Emmy em 2023.
Entre os trabalhos mais notáveis da dupla estão: ‘(500) Dias com Ela’ (2009), ‘A Culpa é das Estrelas’ (2014) e ‘Cidades de Papel’ (2015). Vale destacar que também foram responsáveis por aprimorar o roteiro de ‘Os Novos Mutantes’ (2020), embora não sejam creditados.
O criador da franquia ‘Pânico‘, Kevin Williamson, comentou sobre o possível retorno de Stu Macher, interpretado por Matthew Lillarde que esteve no primeiro filme da franquia, em 1996.
Stu era um dos Ghostfaces no primeiro filme, que acabou morrendo pelas mãos de Sidney Prescott ao ter sua cabeça esmagada por uma televisão.
“Acho que é impossível, mas o tempo sempre prova que eu estava errado quando eu digo isso. Não se pode dizer que uma coisa é impossível. Tem sempre aquela teoria do irmão gêmeo.”
Kevin Williamson chegou a desenvolver uma ideia para uma das sequências em que o personagem teria sobrevivido e estava preso, mas foi rapidamente descartada.
Enquanto isso, o novo filme da franquia ‘Pânico VI‘ já está em cartaz nos cinemas.
O editor-chefe Renato Marafon entrevistou Hayden Panettiere e Dermot Mulroney. Questionada se toparia estrelar um filme ou série focado na Kirby Reed, Hayden respondeu:
“Podia ter um spin-off sobre as aventuras da Kirby no FBI. Há muitas pessoas assustadoras por aí. Há muitas pessoas assustadoras por aí. Eles tentam me derrubar, mas será que finalmente vão conseguir?”, ela revelou.
No Rotten Tomatoes, ‘Pânico VI‘ conquistou 80% de aprovação.
Das 38 críticas publicadas até o momento, 29 são positivas e apenas nove são negativas.
Entre os comentários, os críticos elogiaram como o filme consegue reaproveitar os elementos que fizeram da franquia um sucesso, como o suspense, as cenas sangrentas e as cenas de susto, tudo isso sem perder seu humor característico.
Confira:
“Put# merd#. O sexto filme da série de terror pós-moderna ‘Pânico‘ é sangrento… É fervoroso, tenso, mas também tem seus devidos momentos cômicos.” – London Evening Standard.
“‘Pânico VI‘ não reinventa o gênero – embora ele convença o público disso por um minuto – mas entrega o que promete com rapidez, eficiência e precisão.” – Globe and Mail.
“Até a revelação do assassino em seu terceiro ato, ‘Pânico VI‘ é uma das melhores sequências da franquia e o título mais inventivo baseado em personagens da série.” – AV Club.
“O filme aborda a cultura da franquia como um todo, estabelecendo uma premissa de que tudo está fora de questão, o que mantém as coisas agradavelmente sangrentas para quem gosta disso.” – Scotsman.
“Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett mantêm a ação em um ritmo acelerado enquanto os corpos se acumulam e o sangue flui. O elenco muito bem escolhido ajuda muito.” – Deadline.
“Nenhuma franquia como ‘Pânico’ precisa se reinventar constantemente com metanarrativas, ao mesmo tempo em que mantém conexões diretas com suas parcelas originais. ‘Pânico VI’ é um título medíocre, desagradável e divertido, exatamente como Wes Craven [criador da franquia] sempre pretendeu.” – Comic Book.
O filme recebeu a classificação etária para maiores de 18 anos no Brasil. Segundo o Ministério da Justiça, menores não poderão assistir a produção por ela trazer cenas com “Drogas, Violência Extrema e Linguagem Imprópria”.
‘Pânico VI‘ leva Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra, Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).
Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack Champion, Liana Liberato, Devyn Nekoda, Josh Segarra e Henry Czerny completam o elenco.
Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.
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