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Saiba quais são os 25 Piores Filmes de Todos os Tempos, segundo críticos

A arte do cinema nem sempre é algo tão simples de ser conduzida e uma série interminável de filmes muito ruins, lançados ao longo dos anos, nos prova que é possível transformar a arte em um grande desastre cinematográfico.

E o site Metacritic decidiu fazer uma compilação dos 25 filmes piores filmes de todos os tempos, levando em contas as avaliações da crítica especializada.

E a lista conta com atores de grande porte, como Jason Statham e Christian Slater, que embora estejam no auge de suas respectivas carreiras, não conseguiram passar pela nota de corte, em se tratando da qualidade de um seus projetos passados.

Confira:

1

Caos‘ (2005)
O primeiro lugar ficou com a ação estrelada por Ryan Phillippe e Jason Statham. Para os críticos, a produção é totalmente amadora, além de ser extremamente violenta. “Me arrependo de ter visto”, escreveu Roger Ebert, do “Chicago Sun-Times”.

2

Malucos Por Natureza‘ (1996)
Estrelado pelos atores Stephen Baldwin e Pauly Shore, o filme foi dito por Stephen Holden, do New York Times, como sendo “completamente incoerente”. Para Hal Hinson, do “Washington Post”, o longa é recheado de piadas de mau-gosto destinadas a ofender quase todos.

3

Paixões Unidas‘ (2014)
Com Sam Neill, Tim Roth, Fisher Stevens e Gérard Depardieu no elenco, o filme do diretor Frédéric Auburtin não agradou praticamente ninguém. Para o “New York Post”, “Paixões Unidas” (2014) é um “filme tedioso, amador e estranhamente horrível”.

4

‘The Singing Forest‘ (2003)
Na história, dois amantes que morreram no Holocausto durante a Segunda Guerra Mundial reencarnam anos depois. Para o TV Guide, embora o elenco não seja ruim, o filme é considerado de péssimo gosto, ao usar imagens do Holocausto gratuitamente.

5

Os EUA da Hilary‘ (2016)
O documentário de Dinesh D’Souza analisa a história do Partido Democrata e o que ele acha ser as verdadeiras motivações de Hillary Clinton, então candidata à presidência em 2016. Considerado parcial, o IndieWire destacou o filme como sendo um profundo fracasso.

6

Strippers‘ (2000)
O filme conta a história de Alan Gardner, que enfrenta um dia terrível após ser demitido e despejado de seu apartamento. Com um roteiro considerado sem noção, a crítica destacou que as atuações e direção não convencem, tamanho amadorismo.

7

Vulgar‘ (2002)
Essa é a história de um homem que decide trabalhar como palhaço em festas infantis, à medida que tenta reconstruir sua vida após ser abusado por uma gangue. Para os críticos, a narrativa é firmada em motivações ilógicas.

8

A Centopeia Humana 3‘ (2015)
A terceira continuação não parece ter chocado os críticos como o primeiro filme fez no passado, sendo tachado de tedioso e nenhum pouco assustador.

9

Lady Killers‘ (2003)
O filme tentou agradar a audiência de ‘Clube dos Pilantras‘, mas não rolou. A produção que conta a história de dois homens que tentam herdar a fortuna de suas esposas mais velhas foi considerada de péssimo gosto, com personagens desprezíveis.

10

Pequenos Gênios‘ (1999)
Estrelado por Kathleen Turner e Christopher Lloyd, o filme foi detonado pelos críticos na época do lançamento, sendo eleito a pior produção do ano para alguns críticos.

11

Clube dos Pilantras 2‘ (1988)
Estrelado por Chevy Chase, Jackie Mason e Robert Stack, a comédia de Allan Arkush foi considerada vergonha, ofuscando até mesmo o brilho deu antecessor. Para os críticos, o filme chega a ser ofensivo de tão ruim.

12

A Gostosa e a Gosmenta‘ (2008)
Tentando se manter relevante na mídia, a socialite Paris Hilton estrela essa comédia, desafiando os próprios críticos, que escorraçaram a atuação da celebridade, pontuando que atuar não é pra qualquer um.

13

Em Maus Lençóis‘ (2000)
Essa comédia com Norm MacDonald, Dave Chappelle, Elaine Stritch e Danny DeVito também recebeu duras críticas nos EUA. Para alguns críticos, o filme possui um teor vulgar, além de ser bem sem graça.

14

Miss Março‘ (2009)
Nessa comédia estrelada, escrita e dirigida por Zach Cregger e Trevor Moore, um jovem (papel de Cregger) acorda do coma após quatro anos e descobre que sua namorada dos tempos de escola virou uma modelo da revista “Playboy”. Embora tente, o filme simplesmente não foi considerado engraçado pelos críticos.

15

Is That a Gun in Your Pocket?
Nessa produção de 2016, o diretor Matt Cooper tentou abordar uma questão séria como comédia, mas não deu certo. Para a crítica especializada, a abordagem não funcionou e o filme foi considerado um dos piores já produzidos.

16

Transylmania‘ (2009)
Nessa comédia de horror de David Hillenbrand e Scott Hillenbrand, universitários vão passar um semestre na Universidade de Raznan, na Romênia, e uma das aulas acontece em um castelo antigo, que é infestado por vampiros. A crítica detestou a produção, chamando-o de uma piada de mau gosto de filmes de vampiros.

17

O Homem Séptico‘ (2013)
Na história, um funcionário de esgoto fica preso dentro de um tanque séptico durante uma crise de contaminação da água e sofre uma transformação bizarra. A crítica não perdoou e chamou o filme de grotesco.

18

‘Among Ravens’ (2014)
Esse longa de Russell Friedenberg e Randy Redroad foi outro que foi destruído pelos críticos na época do lançamento, devido à grande quantidade de clichês que tornam a história morosa e prolixa.

19

Mangler, O Grito de Terror
Acredite ou não, chegaram a produzir um filme em que uma máquina de lavar roupa é possuída e passa a matar as pessoas. Não é de se esperar que os críticos tenham considerado este um dos piores filmes já feitos!

20

Propriedade do Estado‘ (2002)
Esse drama urbano do diretor Abdul Malik Abbott conta com a participação dos rappers Beanie Sigel, que faz o papel principal, e Jay Z, marido da cantora Beyoncé. Para a crítica especializada, a produção só serviu para promover a gravadora que produz Beanie e Jay Z.

21

Dirty Love‘ (2005)
Nesse filme de John Asher, a personagem Rebecca Sommers (papel de Jenny McCarthy) decide dar o troco depois de ser traída pelo namorado. A comédia conseguiu o Framboesa de Ouro de Pior Filme, o que já diz muito mais do que qualquer outro crítico poderia dizer.

22
Os Espartalhões‘ (2008)
O filme tenta parodiar ‘300‘, mas não deu muito certo. No final das contas, os críticos simplesmente odiaram a produção, considerando-a brega e desnecessária.

23
Atlas Shrugged:Part III‘ (2014)
A produção do diretor James Manera tem como pano de fundo o colapso da economia. No entanto, o longa deixa a desejar, sendo muito ruim.

24
Alone in the Dark‘ (2005)
Estrelado por Christian Slater e Tara Reid, o filme de terror “Alone In The Dark – O Despertar do Mal” (2005) é outro que não agradou os críticos. A produção rende a Uwe Boll a indicação do Framboesa de Pior Diretor. Já Tara foi nomeada na categoria de Pior Atriz. Só Slater é quem se salvou mesmo de tanto vexame.

25
Bebês Geniais 2‘ (2004)
Não bastasse o primeiro filme ter sido ruim, um segundo foi produzido, confirmando que sempre pode ficar pior. A crítica continuou não perdoando a comédia familiar, que foi a considerou pavorosa.

Crítica | Você: Paranoia e psicopatia em incrível série da Netflix

Em tempos de tecnologia, o termo stalking ganha novos significados. Afinal de contas, disso, todo mundo tem um pouco atualmente. Com vidas excessivamente expostas em uma infinidade de publicações em redes sociais das mais diversas, imagens, vídeos, boomerangs e marcações de localização eliminam uma parte generosa da privacidade. E saber discernir até que ponto o “stalkear” (abrasileirado, como tudo que chega nas mãos tupiniquins) é saudável não é fácil. A famosa linha tênue é tão imperceptível que se movimenta no ritmo acelerado dos nossos sentimentos. E a nova série da Lifetime, cujos direitos foram adquiridos pela Netflix, Você, traz esse emaranhado de cabos, conexões e sensações humanas, que eclodem em relacionamentos doentios o bastante para te chocar, mas surpreendentemente hipnotizantes tamanha sua astúcia. E você não vai conseguir parar de assistir.

O mais fascinante na trama de Você é justamente a forma como ela inebria a audiência. Como o canto da sereia, que traga homens desavisados para sua perdição e ruína, a produção traz o famoso Lonely Boy de Gossip Girl, Penn Badgley, como aquele que, à medida que é tragado pela linguagem corporal de certas mulheres, se torna o próprio cântico da morte. E a cada passo melindroso e psicótico, somos também encantados pela narrativa. Bem construída, ela é alinhavada pela construção de seus personagens. Complexos e bem aprofundados, todos são tratados com precisão, sem descartes e sem preguiça. Muito mais do que fazer de Joe Goldberg (Badgley) o psicopata do amor, cruzamos a linha tênue que separa o normal e doentio, ao descobrirmos que os índices de stalking podem e variam muito, de acordo com cada indivíduo.

E nessa dança amorosa, somos introduzidos a uma Shay Mitchell mais convincente do que quando a vimos em Pretty Little Liars. Com um visual mais glamouroso do que tomboy, o aspecto visual de Peach lembra seu próprio estilo de se vestir, só que aqui cercado por uma soberba e um grau de manipulação genial. Sútil e, antagonicamente, agressiva, ela passa pelo radar da normalidade pelo dinheiro que possui. Aspecto ideal para fazer de Beck (Elizabeth Lail), a donzela de coração frágil. Cheia de daddy isues e poética como uma boa escritora em desenvolvimento, ela também é o supra sumo da fragilidade maquiada em belas postagens no Instagram e em outras tantas mentiras contadas nas redes sociais, para tentar convencer a si própria e seus seguidores do quão feliz ela (não) é.

Com coadjuvantes que destacam aspectos reais que a cultura das mídias sociais trouxe para o nosso meio, Você vai além da nossa óbvia compreensão sobre sócio e psicopatias. Ao desmistificar este contexto global de relações humanas pautadas pelas aparências das mais distintas, ela também é um soco na boca do estômago, aos moldes do maravilhoso Ingrid Vai Para o Oeste. Aquelas verdades que todos pensamos, mas não verbalizamos, ganham vozes, cenas e personagens cuidadosamente ilustrativos, que evidenciam o quão complicado manter relações e contatos saudáveis se tornou. E por apresentar os vários tons de cinza que até mesmo os demais coadjuvantes possuem, a série da Netflix é capaz de produzir uma pequena empatia por Joe. Ao final das contas, ele é realmente louco, mas um louco consciente – e mais verdadeiro que os demais personagens considerados normais.

Com uma direção que sabe explorar a luz natural para distinguir os momentos de leveza com o tom sombrio que o thriller carrega em seus pontos mais altos, a produção criada por Greg Berlanti e Sera Gamble arrebata o espectador com facilidade. Embora pareça óbvia em alguns momentos (todo mundo é capaz de reconhecer um stalker – será mesmo?), ela destrincha a psique humana com vontade e mostra por A+B porque nem tudo é preto no branco. Com atuações convincentes, envolventes e com sua segunda temporada já confirmada, Você é um deleite para os amantes do suspense, que gostam de se surpreender com reviravoltas inesperadas, cliffganhers de tirar o fôlego e desfechos impactantes.

‘The Walking Dead’: Daryl e Carol se confrontam em cena emocionante; Assista!

A 10ª temporada de The Walking Dead’ está de volta às telinhas e o episódio inaugural da segunda metade do ciclo trouxe uma cena bem emocionante para os fãs.

Nela, Daryl (Norman Reedus) confronta Carol (Melissa Mcbride), chamando-na de sua melhor amiga, enquanto ainda brinca sobre como gostaria de cavalgar em direção ao pôr-do-sol ao seu lado.

A emocionante cena ainda revela uma evolução grandiosa na jornada de ambos os personagens.

Confira:

O show retorna com novos capítulos no próximo dia 23 de fevereiro.

Angela Kang retorna como showrunner da nova temporada.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

[EXCLUSIVO] ‘El Cid’: Alicia Sanz fala sobre o empoderamento feminino presente na série épica

A Amazon Prime Video está investindo em suas produções originais e trouxe para os fãs de contos épicos e históricos a nova série ‘El Cid‘, que explora os anos de juventude do icônico e quase mitológico guerreiro espanhol.

E um dos grandes destaques da produção é justamente o seu elenco feminino. Fazendo um contraste com a época, a partir de mulheres que se destacam em cena, a série europeia traz Urraca, uma obstinada mulher membro da família real espanhola, disposta a assumir o poder a qualquer custo.

Vivida por Alicia Sanz, a personagem vai na contramão da clássica abordagem tradicional dos papéis femininos apresentados em séries de época. E em uma entrevista à nossa jornalista e crítica Rafa Gomes, a atriz – que tem se destacado em Hollywood – comentou sobre o direcionamento empoderado de ‘El Cid‘, que muito mais que dar destaque às mulheres da série, as apresenta de forma ousada, contemporânea e inspiradora.

Segundo Sanz:

“Esse é um dos pontos que, quando eu li o roteiro, me deixou empolgada. Eu realmente queria voltar para a TV espanhola com uma personagem que gerasse um impacto. Eu creio que nós precisamos desse tipo de papéis, principalmente por conta das gerações mais jovens. A imagem com a qual eu cresci era a de mulheres nas sombras – especialmente nos tempos medievais – e eu aprendi tanto fazendo essa série, porque por trás de cada homem poderoso, havia sim uma mulher poderosa. E com a Urraca, ela era isso. Ela era assim com o seu irmão, o Alfonso. Ela era o seu braço direito. Ele não fazia nada sem consultá-la, sem sua aprovação. E você vê na série que ela era uma peça importante”.

Alicia foi ainda mais além, salientando a importância de trazer uma abordagem mais equilibrada na construção de personagens femininos e masculinos, enxergando-os para além da sua identidade de gênero:

“É engraçado porque nós vemos personagens masculinos sendo vilões, se aprofundando nas sombras e isso é visto como algo OK. Mas se uma mulher faz isso, ela é vista como uma pessoal inescrupulosa. Então eu tenho muito orgulho dessa série, porque ela mostra que todos somos humanos, independente de você ser homem ou mulher. Todos temos os mesmos sentimentos e todos estamos passíveis de agir da mesma forma, só que em corpos distintos, independente de ser homem ou mulher”.

Baseada na história real do icônico guerreiro que se tornou um símbolo mitológico da Espanha, a série acompanha os dias de juventude do Conquistador, mostrando um lado completamente diferente da sua história.

E a nossa jornalista e crítica Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar o astro da produção Jaime Lorente, conhecido por seu trabalho em ‘La Casa de Papel‘ e ‘Elite‘.

No bate papo, ele fala sobre os desafios de gravar uma série épica e ainda comenta as semelhanças de estilo com outras produções do mesmo gênero, como Game of Thrones.

Assista:

A 1ª temporada de ‘El Cid‘ já está disponível na plataforma da Prime Video.

ÚLTIMA CHANCE! Conheça os 10 filmes que serão removidos da Netflix NESTE SÁBADO!

Frequentemente a Netflix renova sua grade de programação trazendo novos títulos, conforme outras produções são removidas mensalmente.

Considerada por muitos assinantes como sendo uma medida impopular, ela se dá em virtude do encerramento do contrato de exibição firmado entre a plataforma e os estúdios detentores dos títulos a serem removidos.

E neste sábado (15), dez filmes se despedirão da plataforma de streaming. Para você não perder a oportunidade de assisti-los, separamos a lista completa com todos os títulos, reunindo ainda detalhes de cada trama, para que você possa conhecer as produções e fazer a sua escolha nesta sexta-feira!

Confira:

A 5ª Onda

No futuro, a Terra é tomada por alienígenas. Na primeira onda de ataques, um pulso eletromagnético acaba com toda a eletricidade do planeta. Na segunda, um tsunami mata 40% da população. Na terceira onda, os pássaros começam a transmitir um vírus que mata 97% das pessoas que resistiram aos outros ataques. Já na quarta onda, a adolescente Cassie Sullivan precisa se virar sozinha para sobreviver e ainda reencontrar seu irmão.

Cinquenta Tons de Preto

Christian Black (Marlon Wayans) é um empresário milionário, que recebe a estudante Hannah (Kali Hawk) em seu escritório. Insegura e simplória, ela foi no lugar da amiga Kateesha (Jenny Zigrino) para fazer uma entrevista para o jornal da faculdade. Não demora muito para que eles flertem entre si, apesar das trapalhadas cometidas por Hannah. Black passa então a rondá-la, disposto a atraí-la ao mundo secreto e cheio de brinquedinhos que armazena em seu luxuoso apartamento.

D.U.F.F.

A percepção que Bianca tinha sobre sua vida social desmorona quando descobre que é considerada a mais feia do seu grupo de amigas. Decidida a mudar sua imagem, ela recorre aos conselhos de Wesley, um atraente esportista de sua escola.

Deus Não Está Morto

Josh Wheaton é um estudante que tem sua fé desafiada por seu professor de Filosofia, Mr. Radisson, que acredita que Deus não existe. A trama é baseada nas experiências reais de vários estudantes que também foram desafiados por instituições que acreditam que Deus não existe.

Inatividade Paranormal 2

Malcolm (Marlon Wayans) está tentando reiniciar a vida ao lado de outra mulher, Megan (Jaime Pressly), juntamente com os dois filhos dela, Becky (Ashley Rickards) e Wyatt (Steele Stebbins). Juntos, eles se mudam para uma nova casa. Ele, para variar, permanece com a mania de filmar tudo o que acontece à sua volta, com diversas câmeras. Entretanto, não demora muito para que Malcolm volte a ser afetado por acontecimentos sobrenaturais, especialmente quando inicia um caso com uma estranha boneca.

Música, Amigos e Festa

Cole tem 23 anos e batalha para se tornar um DJ de sucesso. Apadrinhado por James, experiente profissional da área, ele aprende muito e começa a crescer, mas coloca tudo em risco ao se envolver com a jovem namorada do seu amigo, Sophie.

Nós Somos Jovens. Nós Somos Fortes.

Baseado em fatos reais, um grupo de adolescentes inquietos vaga durante as últimas horas que conduzem a um motim anti-imigrante na cidade de Rostock, na Alemanha, em agosto de 1962. Dentre os ocorridos, foi ateado fogo em um prédio onde moravam mais de 120 vietnamitas. Os incidentes são contados através de três pontos de vista: o de Lien (Trang Le Hong), uma vietnamita que trabalha em uma fábrica; Martin (Devid Striesow), um ambicioso político local preso em um dilema; e Stefan (Jonas Nay), filho de Martin, que após a perda de um amigo se envolve em um ciclo de violência.

Parker

Parker (Jason Statham) é um talentoso ladrão que é traído por pessoas de seu grupo e acaba quase morto. Ele, no entanto, acaba sobrevivendo ao atentado e despertará disposto a se vingar dos bandidos. Conhecendo o plano para um importante roubo na Flórida, Parker se passa por um milionário em busca de um imóvel na região. É quando conhece Leslie (Jennifer Lopez), uma corretora de imóveis com dificuldades financeiras que acaba se metendo no meio dos planos do criminoso.

Sarajevo

Áustria, 28 de junho de 1914. O Arquiduque Franz Ferdinand (Reinhard Forcher) está passeando de carro pela cidade de Sarajevo com sua esposa, Sophie (Michaela Ehrenstein), até que são vítimas de um ataque e morrem. Este é o pontapé inicial para a Primeira Guerra Mundial.

Terceira Pessoa

O filme conta três histórias de amor diferentes: Michael (Liam Neeson) é um escritor veterano, que acaba de romper com a esposa (Kim Basinger) e viaja a Paris, buscando novas histórias. Ele encontra na aspirante a escritora Anna (Olivia Wilde) uma amante e uma inspiração, devido ao passado sombrio da garota. O empresário Scott (Adrien Brody) está passeando por Roma, quando conhece a misteriosa cigana Monica (Moran Atias) e simpatiza com sua perigosa busca para reencontrar a filha pequena. Julia (Mila Kunis) é uma jovem mãe, traumatizada após perder a guarda do filho para o ex-marido famoso (James Franco), e conta com a ajuda da advogada Theresa (Maria Bello) nesta batalha judicial.

Crítica | Oito Mulheres e um Segredo – O heist que estava faltando

One of these days these boots are gonna walk all over you

É fato que Sandra Bullock, produtora executiva de Oito Mulheres e um Segredo, é uma das grandes razões e mentes por trás do filme ter acontecido. Ao assistir as entrevistas é possível perceber que o mesmo não aconteceria sem a insistência da atriz que, inclusive, conversou com George Clooney sobre a realização do spin-off quando ele ainda era uma ideia. Como uma pessoa que acompanha a carreira dela por anos, admito que passei a confiar nas produções cujo nome da artista estampa os pôsteres. E é gratificante vê-la novamente em um papel para entreter e divertir o público, é como se a Miss Simpatia estivesse de volta, porém, do outro lado da lei.

O roteiro é assinado pelo próprio diretor Gary Ross (Quero Ser Grande) e por Olivia Milch (da elogiada produção da Netflix Dude – A Vida é Assim) e conta a história de Debbie Ocean (Bullock), irmã do personagem de Clooney na trilogia Onze Homens e um Segredo (2001, 2004 e 2007), que decide realizar um roubo em um dos maiores eventos do mundo, o Met Gala, em Nova York. No início do longa-metragem, a narrativa se apressa um pouco para dar luz às personagens que irão compor o time das mulheres, o que pode provocar uma sensação de conhecimento não tão aprofundado de quem fará parte daquele grupo. As mais bem desenvolvidas são Debbie, Daphne (Anne Hathaway) e Lou (Cate Blanchett), provavelmente as que possuem maior tempo de tela também.

Contudo, independentemente deste processo, o filme se sustenta com um plano inteligente de roubo, plot twists, talvez coisas que o telespectador estejam esperando se revertam de maneira um tanto quanto inesperada, com um timing de comédia excelente e um desfile de moda produzido por Cate Blanchett e os casacos maravilhosos. É impossível não se divertir assistindo a Oito Mulheres e um Segredo e despertar uma leve vontade de fazer parte daquele time de mulherões da porra.

No aspecto da direção, Ross faz um trabalho coerente com a história apresentada, alguns ângulos de câmeras que remetem à trilogia de Clooney, provocando até certa nostalgia, ao mesmo tempo em que sacia a vontade do público de ter um novo filme sobre um crime deste porte. É preciso aplaudir (e de pé) o trabalho feito por Sarah Edwards, a designer de moda do longa-metragem, que entrou faltando pouco tempo para começar as filmagens e realizou um trabalho impecável. Sério. Só estou aqui desejando todo o wardrobe deste elenco. É um fashion show no Met Gala e que, no dia a dia, consegue definir bem a personalidade de cada personagem.

Em relação às atrizes, o telespectador poderá ver uma Sandra Bullock brilhando, mais uma vez, e trazendo aquele ar fresco ao se permitir realizar um filme que lembra os tempos da atriz no início de carreira. Vão se surpreender com a duas vezes ganhadora do Oscar, presidente de Cannes e Rainha do meu coração, La Cate Blanchett, em um papel mais despojado e divertido (e olha, é impossível não shippar as duas protagonistas, viu).

Mindy Kaling e Helena Bonham Carter –  a dupla que você nem viu chegando, mas vai considerar pacas. O timing cômico delas é impecável. Sarah Paulson faz bem seu trabalho, como de costume, inclusive, uma das cenas que mais provocou as risadas dos espectadores foi com ela. Enquanto Nine Ball (Rihanna) parece ter uma vibe semelhante a da própria artista e Awkwafina, bom, preparem-se para se surpreender com a novata. Por fim, mas não menos importante, Anne Hathaway retorna às raízes da comédia e faz uma das melhores atuações de Oito Mulheres e um Segredo, juntando-se as de peso Bullock e Blanchett.

Oito Mulheres e um Segredo é sem sombras de dúvidas um filme sobre heist que estávamos precisando. Tem os elementos necessários, cumpre o propósito e para que tudo fique melhor ainda: são oito mulherões da porra arrasando durante uma hora e cinquenta minutos. De fora, resta torcer por uma sequência e que desta vez não cortem os flashbacks. Ah, não poderia esquecer: prepare-se para ficar cantando a trilha sonora até não poder mais!

‘Halloween’: Nick Castle, o Michael Myers, aparece em nova foto do set

O ator Nick Castle divulgou uma nova foto de bastidores do novo Halloween. Confira!

A atriz Jamie Lee Curtis também compartilhou em seu twitter o visual que sua personagem terá no novo Halloween. Confira:

“Primeira filmagem! Primeiro dia. Mesma Laurie. David Green dirigindo à partir de seu roteiro. Feliz Halloween 2018 para todos. Vejo vocês em 19/10”

Confira imagens de Jamie Lee Curtis no setPodemos ver os jovens protagonistas no colégio Haddonfield High, além do primeiro vislumbre de Michael Myers.

Confira:

Além disso, foram divulgadas novidades do elenco. Virginia Gardner (‘Os Fugitivos’) se juntou o elenco, no papel de melhor amiga de Andi Matichak (‘Orange is the New Black)’ – a neta da personagem de Jamie Lee Curtis (Laurie Strode).

O diretor e roteirista Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things’), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle’) e Dylan Arnold (‘Mudbound’).

A trama trará Jamie Lee Curtis novamente como Laurie Strode, em um embate final com o assassino Michael Myers após quatro décadas do primeiro filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

 

‘Jurassic World: Reino Ameaçado’: Produtor explica cena de abertura que causou confusão

A cena inicial de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado causou confusão entre alguns espectadores que não entenderam ao cerco em qual período da história estaria acontecendo. Por conta disso, Colin Trevorrow, produtor do longa, veio à público esclarecer a confusão.

“Olha, a sequência inicial acontece logo após ‘Jurassic World’ e ‘Reino Ameaçado’ se passa três anos depois. Não colocamos essa informação na tela, mas a cena inicial pode ter acontecido semanas ou quem sabe um mês depois do final do primeiro filme. Então o tempo passou e eles puderam criar a criatura principal”

Agora tudo ficou mais claro!

De acordo com dados do Box Office Mojo, Jurassic World: Reino Ameaçado ultrapassou os US$ 800 milhões de arrecadação mundial e deve ultrapassar a barreira do bilhão nas próximas semanas.

Só nos EUA, o filme já arrecadou mais de US$ 200 milhões, mesmo com a estreia deOs Incríveis 2 e Sicário: Dia do Soldado.

[SPOILERS] O que acontece na cena pós-créditos de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ 

Ficou curioso? A nossa crítica já está disponível: Crítica | Jurassic World: Reino Ameaçado – O filme mais assustador da franquia

Filmes ESSENCIAIS para você curtir o Halloween

O Halloween é uma data controversa no Brasil, mas muito comemorada por algumas pessoas. O clima de terror se mistura à inocência das crianças pedindo doces – mediante ameaças de vandalismo, claro – e cria uma data única. Pensando nisso, conversei com a redação do CinePOP e chegamos a uma lista de filmes que não podem faltar nesse Halloween. Confira!

A Noite das Brincadeiras Mortais (1986)

Esse filme slasher leva um grupo de estudantes até uma mansão em uma ilha, onde eles pretendem passar o feriado de primeiro de abril. A casa está cheia de pegadinhas de primeiro de abril, como cadeiras de isopor e almofadas com barulho de pum. Só que, do nada, os amigos começam a morrer misteriosamente. É divertido e bastante incômodo.

 

Abracadabra (1993)

Queridinho dos fãs, esse filme traz uma versão mais inocente e divertida do Halloween. Idealizado para ser um especial do Dia das Bruxas para o Disney Channel, o roteiro de Abracadabra acabou chamando atenção dos executivos, que viram potencial nele e deram sinal verde para ir pros cinemas. A trama começa nos anos 1960, quando três irmãs bruxas decidem roubar a vitalidade das crianças para ficarem jovens para sempre. O ato causa revolta e elas ficam presas por 30 anos. Em 1993, um jovem vai para a cidade de Salém e acaba soltando as bruxas de novo.

 

Deu a Louca nos Monstros (1987)

Com roteiro de Shane Black (Máquina Mortífera), essa comédia de terror é um clássico cult genial, que brinca diretamente com todos os monstros clássicos da Universal. Um grupo de pré-adolescente autointitulados de Patrulha Monstro encontra um diário escrito por Van Helsing, que alerta para a invasão dos monstros à cidade, que pretendem recuperar um amuleto místico para colocarem seu plano maligno em ação. O grupo, então, decide usar suas habilidades e conhecimentos sobre o universo dos monstros para ajudar os adultos no combate mais inesperado do cinema. Lançado originalmente em vídeo, o filme fez tanto sucesso que acabou indo para os cinemas. Além disso, a maquiagem e as roupas dos monstros foram feitas pelo lendário Stan Winston.

 

Os Caça-Fantasmas (1984)

Segunda maior bilheteria de 1984, Os Caça-Fantasmas se tornaram um verdadeiro ícone dos anos 1980. Mexendo com o sobrenatural, um grupo de paracientistas se une para investigar casos sobrenaturais e capturar fantasmas em Nova York, provando assim que não são charlatões. Seus feitos começam a ganhar repercussão e os negócios vão indo bem, até o dia em que uma ameaça maior que tudo que eles já enfrentaram: o temível Zuul. Apesar de ser um filme de comédia que ajudou a alavancar a carreira de Bill Murray, Os Caça-Fantasmas conseguem unir todo o espírito do Halloween. Stranger Things que o diga.

 

Brinquedo Assassino (1988)

É impossível falar de Halloween sem pensar em crianças e terror. Por isso, Brinquedo Assassino é praticamente o exemplo perfeito da crueldade do sobrenatural. Após levar um tiro da polícia, o serial killer Charles Lee Ray invade uma loja de brinquedos, onde realiza um ritual haitiano para transferir sua alma para o corpo de um boneco “Good Guy”, fenômeno de vendas entre as crianças. Com o ritual concluído, o agora Chucky acaba sendo comprado por uma mãe viúva, que o dá de presente para o filho de seis anos, Andy Barclay. A partir daí, o boneco ganha vida e começa a tocar o terror na vida do pobre menino.

 

Charlie Brown e a Grande Abóbora (1966)

Nos anos 1960, os especiais para TV da Turma do Minduim faziam sucesso pelo mundo. No Brasil, eles só chegaram nos anos 1980. Com bastante sensibilidade e destoando das outras produções dessa lista, Charlie Brown e a Grande Abóbora mostra o menino Lino empolgado para o Halloween. Diferentemente das outras crianças, ele não está ansioso pela caça aos doces nem pelas fantasias, mas sim para ver A Grande Abóbora, que seria um tipo de Papai Noel para ele, que tenta provar sua tese para a Turma, mas não consegue e acaba sendo ridicularizado. É uma história sobre amadurecimento em pleno Halloween, além de ser uma fofura.

 

Os Fantasmas Se Divertem (1988)

Não tem como fazer uma lista de Halloween sem ter ao menos um filme de Tim Burton. Misturando comédia com terror e até mesmo musical, esse filme é 100% politicamente incorreto e traz os mortos no controle da situação. Ele conta a história de um casal que sofre um acidente de carro, morre e passa assombrar uma casa tranquilamente. Até que uma família esnobe compra a propriedade e começa a tirar a paz das assombrações, que apelam a uma criatura odiosa, chamada Beetlejuice (Michael Keaton).

 

Pânico (1996)

Estrelado por Neve CampbellDavid ArquetteCourteney CoxMatthew LillardSkeet UlrichRose McGowan e Drew Barrymore, o filme revolucionou o subgênero slasher ao trazer Sidney (Neve Campbell) como estudante alvo de um misterioso assassino que matava suas vítimas inspirado em filmes de terror. O longa ao mesmo tempo que inova, satiriza o gênero do terror, mas a forte inspiração na franquia Halloween faz dele uma boa pedida para este 31 de outubro.

 

Halloween (1978 – atualmente)

Iniciada em 1978, como Halloween: A Noite do Terror, a franquia de John Carpenter já se estende por 11 filmes. Uns são maravilhosos, enquanto outros chegam a ser ofensivos de tão ruins (estou falando com você, Halloween 6 – A Última Vingança). Mas a verdade é que o terror de halloween praticamente surge com essa franquia, que traz o serial killer Michael Myers atrás de Laura Strode, ou da própria sobrinha ou de parentes da família Strode. Sempre atacando na noite de halloween, o assassino é um dos ícones da cultura pop e vale a pena tirar o dia para conferir a franquia.

Crítica | Ghostbusters: Mais Além é a Sequência PERFEITA que a franquia merecia!

O ano era 1984. Hollywood inventou uma história absurda e hipnotizante, de um grupo de homens desempregados que, em plena Nova York, salvava a cidade de uma infestação inacreditável de… fantasmas! A história deu tão, tão certo, que mais de trinta anos se passaram e o público ainda pede pela franquia ‘Ghostbusters’. Após uma sequência homônima fora da curva em 2016, que tinha forte viés cômico, chega no próximo dia 18 aos cinemas brasileiros ‘Ghostbusters: Mais Além’, que é, sem dúvidas, a sequência perfeita que essa franquia merecia – e que os fãs tanto esperavam ver!

Callie (Carrie Coon) é a mãe de Trevor (Finn Wolfhard) e Phoebe (Mckeena Grace). Quando recebe a notícia de que vai ser despejada e, ao mesmo tempo, seu pai falece em uma cidadezinha no interior, Callie não pensa duas vezes e se muda com os filhos para a casa caindo aos pedaços que seu pai deixara. Uma vez lá eles descobrem que a herança que o Dr. Egon (Harold Ramis) deixou para família é muito mais do que uma fazenda abandonada e uma reputação esquisita, e, aos poucos, Phoebe – com a ajuda de seu novo amigo, Podcast (Logan Kim), e seu novo professor, Sr. Grooberson (Paul Rudd) – e Trevor vão perceber que o avô não era o maluco que a cidade achava, e o legado dos ‘Ghostbusters’ ainda corre nas veias da família.

Esqueçam o filme de 2016: ‘Ghostbusters: Mais Além’ é o filme que real e literalmente passa o bastão para um novo elenco que, com muita competência e carisma, conseguiu receber a enorme responsabilidade de protagonizar a franquia para um novo público, e fizeram isso com muito talento. A dupla mirim que carrega o filme – Mckeena Grace e Logan Kim – é maravilhosa, na medida certa entre a seriedade e o humor, com uma química que convence facilmente que os dois são grandes amigos. Mckeena não vacila em nenhuma cena, como se tivesse nascido para o protagonismo de uma franquia anterior ao seu próprio nascimento, e assustadoramente semelhante aos trejeitos de Egon.

O roteiro de Gil Kenan, Jason Reitman e Dan Aykroyd é um presente para os fãs e um deleite para a garotada que está chegando agora, recheado de referências da cultura pop de hoje e de ontem, além de novas criaturinhas que, sim, vão fazer você querer gastar o dinheiro que você não tem só para comprar os novos bonecos que serão lançados. Em cerca de duas horas de duração, o filme de Jason Reitman encontra espaço para homenagear os clássicos do terror, de Stephen King a ‘Chucky’, além de recuperar a estética tosqueira dos efeitos visuais dos anos 1980 só pela diversão; ao mesmo tempo, mescla um elenco do pop atual com rostinhos novos e participações especiais que farão o público vibrar na cadeira.

Para a nossa felicidade, ‘Ghostbusters: Mais Além’ é um filme excelente! Uma aventura divertida, com pitadas de terror trash e fantasmagoria, encabeçado por uma turma que honrou o legado herdado em uma história inesperadamente emocionante – não se espante se umas lagriminhas escorrerem em seu rosto no final. É o capítulo certo para reiniciar a franquia para as futuras gerações, deixando duas cenas pós-crédito que nos fará ansiar pelas próximas continuações.

‘Capitã Marvel’: Easter-egg faz menção ao vilão [SPOILER]

O filme ‘Capitã Marvel‘ já está nos cinemas e alguns fãs muito atenciosos notaram que o longa faz menção a um dos vilões mais importantes da Marvel, mas de modo indireto.

SPOILERS

O easter egg é encontrado na cena em que Talos explica para Capitã Marvel que os Skrulls estão apenas tentando achar uma nova casa, depois de que o planeta natal dos aliens foi destruído. No entanto, não menciona quem destruiu o planeta.

Nos quadrinhos, o planeta Tarnax é consumido por Galactus. A destruição acontece em Quarteto Fantástico #257.

Ou seja, a Marvel já está preparando o terreno para a próxima grande ameaça universal que deve encerrar uma possível outra década de filmes assim como ‘Vingadores: Ultimato‘ fará agora no mês que vem.

Como a Fox será fundida à Disney, os direitos sobre o personagem finalmente retornarão para a Marvel.

Capitã Marvel finalmente chegou aos cinemas! Além de ter estreado no Brasil, o filme também estreou nos Estados Unidos e em mais de 44 países.

Segundo o Box Office Mojo, o filme arrecadou US$ 455 milhões mundialmente, a 2ª maior de todos os tempos para um filme de super-heróis.

O filme ficou atrás apenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (US$ 640 milhões), e na frente de ‘Batman vs Superman’ (US$ 422 milhões).

Sem ser filme de super-herói, o filme conquistou a sétima maior abertura mundial da história, na frente de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (US$ 450 milhões).

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ já está em cartaz no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

Crítica de Trilha Sonora | Descendentes 3 – Um rip-off musical

Kenny Ortega é conhecido na indústria do entretenimento juvenil por algumas obras que parecem se isolar no expansivo mundo Disney. Além de ter dirigido o subestimado Abracadabra na década de 1990, comandou a trilogia Channel High School Musical, contribuindo inclusive para a coreografia. Não é surpresa, pois, que os filmes musicais tenham caído no gosto popular, principalmente devido à memorável trilha sonora que ajudou a lançar a carreira de diversos novatos – como Ashley Tisdale, Zac Efron e Vanessa Hudgens. Em 2016, Ortega retornou para a cadeira de direção com uma nova franquia intitulada Descendentes, contando a história dos filhos dos heróis e mocinhos dos icônicos contos de fada. E, como já era de se esperar, o cineasta também supervisionaria a criação de uma nova OST – que, no geral, falha bastante em encontrar uma identidade sonora.

Em Descendentes 3’, suposto e esperado último filme da saga, diversos nomes de peso contribuem para construir as canções, mas nem mesmo a incrível capacidade desses artistas ofusca o fato de que cada uma das tracks se rende a um gênero e, eventualmente, cria uma bagunça incompreensível que se salva do desastre total por muito pouco. De fato, são certos performers e a sensação gritante de nostalgia que emana das composições – ainda que algumas delas sejam rip-offs malfeitos e sem nem mesmo um pingo de originalidade. Nem mesmo levar em consideração que a trilha em si é feita para um público mais infantil é o bastante para varrer para debaixo do tapete tantos deslizes e descuidos.

O álbum abre com a enérgica “Good to Be Bad”, a qual já nos introduz a uma nova história. Entretanto, o prelúdio do primeiro ato não chega aos pés de “Rotten to the Core” e, comparando a situação dos protagonistas, nem mesmo serve como paradoxo. É claro que os quatro anti-heróis retornam para sua ilha natal para convocar novas crianças para Auradon e, ainda que tentem permanecer verdadeiros às suas personalidades, parecem tão conturbados quanto a música que nos apresentam: a mixórdia estapafúrdia de gêneros é tão enredada que chega a ser difícil colocá-la em algum gênero; temos a presença dos breaks clássicos do pop e do hip-hop que remontam vagamente a Michael Jackson, e a superposição de vozes em várias camadas tão utilizada por artistas femininas (incluindo Britney Spears no começo da carreira).

Logo depois, Sarah Jeffery insurge em seu solo “Queen of Mean”, abraçando seu lado vilanesco em uma construção genérica e praticamente roubada de “Speachless” (música original do live-action Aladdin, performada por Naomi Scott), mas sem a potência vocal que promete. Na verdade, as investidas da cantora são artificiais demais e não se sustentam por conta própria, levando-a a buscar uma entrega bizarra demais para ser levada a sério. Suas explorações pelo rap não encontram fluência o bastante, e as explosões aguardadas para um tipo de canção como essa simplesmente não existem.

De fato, Sofia Carson parece ser a única disposta o suficiente para encontrar sua voz – talvez devido ao fato de que a jovem tem um belíssimo alcance em mezzosoprano que contribui para sua própria identidade. E, mais aqui do que em qualquer outra track, a colaboração entre Matt Tishler e Paula Wingler acerta em escolher o pop-rock como base. “One Kiss”, dessa forma, é uma declaração de amor extremamente clássica que funciona com exceção de um equívoco ou outro, concentrados no bridge e na sequência que antecede o último ato. Convencional, pode-se dizer, mas bastante prático considerando o restante das composições.

Enquanto isso, o time musical atira para todos os lados em “Do What You Gotta Do”, um classic-rock inexplicável com vibes de Elvis Presley que não drena química entre Dove Cameron e Cheyenne Jackson – nem mesmo se tentarmos ao máximo procurá-la; uma bruta emulação de “Immigrant Song” na transição de “Night Falls” (que é protagonizada por um número impressionante e exagerado de artistas); e uma cópia inesperada de “Dig a Little Deeper” (‘A Princesa e o Sapo’) para uma rendição guiada por China Anne McClain. Ao menos nesta última faixa citada, Randy Newman retoma suas próprias inclinações para o jazz e faz um trabalho decente, mesmo que não se iguale ao original em meio a uma pretensão desnorteadora.

O grande problema estrutural dessa trilha sonora é seu respaldo inspirador que, no final das contas, entra como base e principal progressão para quase todas as canções. Ainda que Ortega, durante a criação da história, tenha investido seus esforços em alcançar algo teatral e à la Broadway, parece perder a mão em momentos simples de serem lapidados, refletindo um amadorismo com o qual era mais cauteloso em seus outros longas-metragens. Não é surpresa, pois, que a narrativa seja espaçada em uma atmosfera infantilizada demais para o amadurecimento dos personagens, culminando em um finale grotesco que se envolve com “Break This Down”.

A trilha sonora de Descendentes 3’, por mais triste que pareça, é muito inferior aos seus predecessores, construindo algo incrível demais para ser comprado até pelo público mais jovem. O resultado é insosso o suficiente para darmos pulos de alegria que a franquia chegou ao fim, mas também expressivamente infeliz para que não desfrutemos de seu principal elemento: os números musicais.

Nota por faixa:

  • Good to Be Bad – 2/5
  • Queen of Mean – 1/5
  • Do What You Gotta Do – 2,5/5
  • Night Falls – 1,5/5
  • One Kiss – 4,5/5
  • My Once Upon a Time – 3/5
  • Break This Down – 2/5
  • Dig a Little Deeper – 3/5
  • Did I Mention – 3,5/5
  • Rotten to the Core (3D Remix) – 2/5
  • Happy Birthday – 3/5
  • VK Mashup – 2,5/5

‘Mad Max’: Gravações do novo filme começam no 2º semestre de 2020

Segundo o site The GWW, as filmagens da nova iteração da franquia ‘Mad Max’ começam no segundo semestre de 2020 e irão ocorre em Sidney, Austrália.

Tom Hardy retorna para o papel principal.

Em uma recente entrevista ao Deadline, o diretor George Miller revelou alguns detalhes sobre a produção e o que deseja trazer para o icônico mundo pós-apocalíptico.

“Ainda há mais histórias para contar no universo de ‘Mad Max’ e definitivamente haverá uma nova sequência depois [do meu próximo filme]. Nós estamos desenvolvendo a sequência em paralelo. É uma questão interessante, ser multitarefa. Quando você está trabalhando em algo, você fica tão focado nisso, que é como umas férias criativas poder focar em outra coisa por algum momento. Isso me ajuda a atingir um nível de objetividade.

Ele completa, “Quanto maior a diferença entre os filmes, mais interessante é a divisão de atenção. Um bom exemplo disso é que eu estava trabalhando em ‘Happy Feet 2’ enquanto estava desenvolvendo ‘Estrada da Fúria’. Eles não poderiam ser mais diferentes.”

Lançado em 2015, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações, incluindo Melhor Filme.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378,9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

 

11 Álbuns Famosos que Completam 20 Anos em 2020

Viajando ainda mais no tempo, percebemos que a música tem inúmeros atos incríveis no ano anterior ao início do século XXI. Mais do que isso, o ano de 2000 trouxe um equilíbrio gigantesco entre diversos gêneros mainstream, incluindo rockpopR&B, dando início a carreiras consolidadas na esfera fonográfica e mantendo o legado de ícones como Iron MaidenMadonna.

Para tanto, separamos uma breve lista com onze álbuns bastante conhecidos que completam duas décadas em 2020.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

BRAVE NEW WORLD, Iron Maiden

O ano de 2000 foi um grande ano para o rock. Um dos responsáveis por essa gloriosa época foi Iron Maiden com Brave New World – uma adição interessante e por vezes subestimada à sua discografia. Elogiado pelo retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith à banda, o álbum foi chamado de titânico e majestoso por boa parte da crítica e do público.

MUSIC, Madonna

Music foi uma ótima sequência para o aclamado Ray of Light, e continuou a onda de produções incríveis lançadas pela Rainha do Pop, Madonna. Contendo singles como a música titular e “Don’t Tell Me”, o álbum vendeu mais de 3 milhões de unidades e garantiu à artista uma estatueta do Grammy e outras três indicações.

HYBRID THEORY, Linkin Park

Nos anos 2000, uma das bandas mais conhecidas de rock surgia, Linkin Park – e, com ela, nascia o álbum de estreia do grupo, Hybrid Theory que tornou-se um dos queridinhos do público e da crítica, além de ser o pontapé inicial para uma carreira de puro sucesso. Íntimo, provocativo e envolvente, os temas líricos da produção giram em torno da conturbada adolescência do vocalista Chester Bennington – incluindo abuso de drogas e a separação dos pais.

WARNING, Green Day

Incorporando elementos acústicos do pop e do folk, o sexto álbum de estúdio da banda Green Day, intitulado ‘Warning’, pode até ter tido uma recepção mista por parte da crítica, mas ganhou aclame pela força vocal de Billie Joe Armstrong – além de ter debutado em quarto lugar na parada principal da Billboard. Mundialmente, a obra vendeu 3,5 milhões de cópias.

BRIDGING THE GAP, Black Eyed Peas

O segundo álbum do grupo de hip hop Black Eyed Peas teve uma estreia sólida nas paradas ao redor do mundo e, além disso, foi recebido com diversos elogios por parte da crítica especializada. Abrindo a década com singles como “Weekends”“Get Original”, a produção teve colaboração com diversos ícones do R&B.

LOVERS ROCK, Sade

‘Lovers Rock’ é a quinta iteração da carreira do grupo Sade e trouxe um estilo de reggae único que emprestou seu nome para o título do CD. Vendendo mais de 3 milhões de cópias, o álbum levou para casa o Grammy de Melhor Álbum Pop Vocal e foi indicado pela incrível rendição de “By Your Side”.

O BROTHER WHERE ART THOU (OST), Artistas Variados

Alcançado o primeiro lugar da Billboard 200 e vendendo mais de 8 milhões de cópias desde a época de seu lançamento, a trilha sonora de ‘O Brother Where Art Thou’ (que ganhou o título de ‘E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?’ no Brasil) é uma das mais premiadas da história. A compilação levou para casa 5 estatuetas do Grammy, incluindo Álbum do AnoProdutor do Ano.

OOPS!… I DID IT AGAIN, Britney Spears

A princesa do pop voltava no ano de 2000 para mais um incrível álbum com ‘Oops!… I Did It Again’, acompanhado de músicas clássicas de sua carreira – incluindo a faixa titular, “Lucky”“Stronger”. O resultado de uma competente e exuberante produção rendeu a Britney Spears mais de 10 milhões de unidades vendidas e três indicações ao Grammy.

PARACHUTES, Coldplay

‘Parachutes’ foi o álbum que introduziu a aclamada e aplaudível banda Coldplay para o mundo. Guiado por nada menos que quatro canções promocionais, incluindo “Yellow”“Don’t Panic”, a produção levou o Grammy de Melhor Álbum Alternativo para casa e, até hoje, é uma das produções mais vendidas do Reino Unido (o 2º maior mercado fonográfico do mundo), com 2 milhões de unidades adquiridas.

NO STRINGS ATTACHED, NSYNC

Permanecendo como uma das maiores boybands de todos os tempos, ‘N Sync ajudou a catapultar a carreira de Justin Timberlake. Em março de 2000, o grupo lançou o segundo álbum da carreira – e rapidamente mostrou-se um titã da música mainstream. Indicado a duas categorias do Grammy, a obra estreou em #1 na Billboard 200 e vendeu mais de 11 milhões de cópias.

CAN’T TAKE ME HOME, Pink

Antes de explodir como a rainha do pop-rockPink fez sua estreia musical com o divertido álbum R&B ‘Can’t Take Me Home’. Apesar de não ter feito o barulho que merecia no circuito de premiações, a obra vendeu mais de 2 milhões de cópias e ajudou a colocá-la nos holofotes da indústria, com músicas como “There You Go”“Most Girls”.

STANKONIA, OutKast

Lançado no Dia das Bruxas, ‘Stankonia’ é um dos álbuns de hip hop mais aclamados e mais impecáveis das últimas décadas. Misturando elementos do psychedelic funk e até mesmo do gospel, a produção levou para casa dois prêmios do Grammy, além de ter sido indicado a outras três categorias (incluindo Álbum do Ano). A obra também vendeu mais de 4 milhões de cópias ao redor do mundo.

‘Unreasonable Behaviour’: Angelina Jolie vai dirigir cinebiografia sobre o famoso fotógrafo de guerra Don McCullin

Segundo o ColliderAngelina Jolie está pronta para voltar para detrás das câmeras em seu novo projeto como diretora.

A atriz e realizadora irá comandar a cinebiografia ‘Unreasonable Behaviour’, cuja história é centrada no fotógrafo de guerra britânico Don McCullin.

Tom Hardy (‘Mad Max: Estrada da Fúria’, ‘Taboo’) entra como produtor.

Baseado na autobiografia de McCullin, publicada em 1992 e atualizada em 2017, o filme contará a história de um artista que saiu de uma Londres embebida na pobreza para capturar os momentos das zonas de guerra mais perigosas do mundo. Da queda do Muro de Berlim até a Guerra Civil na Síria, McCullin arriscou a própria vida para eternizar imagens de cada grande conflito que presenciou ao longo da vida.

“Estou honrada em ter a chance de trazer a vida de Don McCullin para os cinemas. Foi atraída por essa combinação única de coragem e humanidade – seu comprometimento absoluto em presenciar a verdade da guerra, sua empatia e respeito por aqueles que sofrem suas consequências. Esperamos fazer um filme que seja tão intransigente quando a fotografia de Don, sobre as extraordinárias pessoas e eventos que ele testemunhou, e a ascensão e a queda de uma era única no jornalismo”, Jolie disse em uma declaração oficial.

Jolie fez sua estreia diretorial ainda em 2007 com o documentário ‘A Place in Time’, que estreou no Festival de Tribeca. Desde então, comandou diversas produções, incluindo ‘Na Terra de Amor e Ódio’ e, mais recentemente, o drama ‘Primeiro Mataram meu Pai’. Como atriz, é conhecida por estrelar diversas franquias cinematográficas, incluindo ‘Lara Croft: Tomb Raider’Malévola. Seus últimos projetos incluem O Grande Ivan e o vindouro Eternos, com estreia prevista para 2021.

‘Godzilla vs Kong’: Mechagodzilla é destaque nos novos pôsteres INCRÍVEIS do longa; Confira!

Através do Twitter, a página @KaijuNewsOutlet divulgou dois novos cartazes oficiais do recém-lançado Godzilla vs Kong’, estampando o incrível Mechagodzilla.

Confira:

Lembrando que ‘Godzilla vs Kong‘ já estreou em alguns países e conquistou 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as principais críticas:

Godzilla vs. Kong oferece exatamente o que promete. É uma energia transbordante e entusiasmo e traz um espetáculo visual satisfatório.”, Impulse Gamer

“Missão cumprida: Independente de quem ganha, os fãs do outro também ganham”, Anthony Morris

“‘Godzilla vs. Kong’ revela sua própria premissa bizarra e oferece tudo o que você pagou.” -Doug Jamieson, The Jam Report

Godzilla vs. Kong basicamente cumpre sua promessa de um grande monstro lutando contra outro grande monstro. Depende apenas se você está disposto a enfrentar a má configuração que o rodeia.” – John Nugent, Empire Magazine

“Quando nosso próprio mundo parece estar à beira da ruína, esses monstros parecem nossos medos primitivos encarnados … (mas o filme) sofre da mesma doença de tantos sucessos de bilheteria modernos: é imensamente assistível, mas instantaneamente esquecível.” – Prahlad Srihari, First post

“Assistir a esses monstros famosos compartilharem a tela pela primeira vez desde King Kong vs. Godzilla de 1963, em uma série de batalhas coreografadas habilmente, consegue golpes reais…”, Jamie Graham – Total Filme

“O MonsterVerse finalmente aprendeu com seus erros. Esse filme é realmente divertido, com ótimos visuais e feito para vê-lo no cinema.”, eCartelera

Godzilla vs Kong merece ser calorosamente abraçado como um vendedor de pipoca antiquado e cafona, com espetáculo de punch’n’crunch suficiente para compensar seu início lento, personagens magros e narrativa desleixada.”, Jim Schembri

“Este filme de monstro provavelmente pareceria espetacular onde quer que você o assistisse, mas é absolutamente deslumbrante na tela grande com ação épica de monstro sobre monstro e efeitos sonoros estrondosos, quase ensurdecedores.”, The Indian Express

No Brasil, o filme estreia em 29 de abril.

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dá continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

‘La Casa de Papel’: Assista às nossas Primeiras Impressões da 5ª temporada

A 1ª parte da 5ª temporada de La Casa de Papel chega nessa madrugada na Netflix e o Renato Marafon traz as primeiras impressões.

Assista:

Os novos episódios Serão disponibilizados amanhã, 03 de setembro, na plataforma de streaming.

Lembrando que a segunda metade tem lançamento agendado para o dia 03 de dezembro.

“Quando começamos a escrever a Parte 5, no meio da pandemia, sentimos que precisávamos mudar o formato tradicional de uma temporada com dez episódios. Por isso, usamos todas as ferramentas que tínhamos à nossa disposição para criar a sensação de um final de temporada logo no volume 1. Optamos por trabalhar um gênero muito mais agressivo, colocando La Banda em situações extremas. Já no volume 2, tentamos focar no estado emocional dos personagens. É uma viagem através dos sentimentos deles, o que nos conecta com a despedida”, afirmou o criador da série, Álex Pina.

Miguel Ángel Silvestre (‘Sense 8’) e Patrick Criado (indicado ao Prêmio Goya por ‘A Grande Família Espanhola’) são as novas adições do elenco.

Criada por Álex Pina, a produção era inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes. A plataforma, mais tarde, optou por dar continuidade ao show devido à gigantesca popularidade.

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

‘Central Park’: 2ª temporada da animação ganha novo teaser oficial e data de retorno; Confira!

A Apple TV+ divulgou recentemente o teaser trailer oficial dos novos episódios da 2ª temporada da animação Central Park.

Além disso, o vídeo anuncia que a reestreia está agendada para o dia 04 de março de 2022.

Lembrando que a série já está renovada para a 3ª temporada.

Loren BouchardJosh Gad criaram o projeto.

Na segunda temporada de Central Park, a família Tillerman continua a navegar e a viver pelo parque mais famoso do mundo. Molly experimenta os processos e as tribulações da adolescência, Cole é desafiado por um momento realmente vergonhoso na escola, Paige continua em busca da história de corrupção do prefeito e Owen tenta equilibrar a administração do parque e de sua equipe à sua família, tudo com um sorriso no rosto. Enquanto isso, Bitsy fica cada vez mais perto de reclamar Central Park para si, com Helen ao seu lado. A cada passo, nós somos guiados por nosso amigável e incrível narrador, Birdie.

Gad, Leslie Odom Jr.Kathryn Hahn, Emmy Raver-LampmanTituss BurgessDaveed DiggsStanley Tucci fazem parte do elenco.

‘Thor: Amor e Trovão’: Elenco se reúne no novo cartaz BELÍSSIMO da sequência; Confira!

Dolby divulgou com exclusividade um novo cartaz belíssimo de Thor: Amor e Trovão’, reunindo o elenco protagonista.

Confira:

Segundo uma nova listagem da AMC e do Cineworld, o quarto filme da franquia estrelada por Chris Hemsworth terá, na verdade, 119 minutos (isto é, 1 horas e 59 minutos) de duração.

Dessa forma, o filme se consagra como um dos mais curtos da Marvel Studios, à frente apenas de ‘Homem-Formiga e a Vespa’ (118 minutos), ‘Homem-Formiga’ (117 minutos), ‘Doutor Estranho’ (115 minutos), Thor: O Mundo Sombrio’ (112 minutos) e ‘O Incrível Hulk’ (112 minutos).

Lembrando que o filme chega no dia 07 de julho aos cinemas nacionais.

Assista ao mais recente trailer:

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Crítica | ‘Sisu: Uma História de Determinação’ – O John Wick Highlander finlandês com toque ‘tarantinês’

Buscar inovações, ou até mesmo alguns resgates, dentro de um recheado gênero cinematográfico, aqui no caso a ação, é sempre algo louvável. Dito isso, no último dia do ano de 2023 nos deparamos com um projeto violento, sangrento, exagerado (na linha dos filmes de Tarantino), que nos joga de frente para a figura de um anti-herói, um imortal em sua determinação, que dentro de um contexto histórico real, já no finalzinho da Segunda Guerra Mundial, se joga em sua jornada de incertezas tendo a sobrevivência como um único objetivo.

Escrito e dirigido pelo cineasta Jalmari Helander, Sisu: Uma História de Determinação se destaca por cenas muito bem filmadas, empolgantes, e um roteiro que se sustenta usando do indestrutível para dizer verdades de um embolado contexto geopolítico. A narrativa se estrutura em um clima de total tensão, longe de qualquer complexidade, impondo um ritmo intenso durante seus 90 minutos.

Na trama, conhecemos Aatami (Jorma Tommila), um ex-comandante do exército finlandês, temido pelo próprio batalhão, que abandonou os tempos de guerra, largado em uma terra ao norte, ainda destruída, no meio do nada, onde vira garimpeiro e começa a achar generosas quantidades de ouro. Só que logo seu caminho se cruza com o de nazistas inescrupulosos sedentos pelo ouro encontrado.

Curtinho e objetivo. Essa produção finlandesa não perde muito tempo para apresentar suas peças mesmo que uma (necessária) maior explicação sobre o contexto da época seja uma lacuna em aberto. Em 1944, já no finalzinho da Segunda Guerra Mundial, na região da Lapônia, rodeada por outros países além do local onde o filme se passa, a União Soviética e a Finlândia assinaram um armistício onde a segunda deveria expulsar as tropas nazistas restantes da região. Fato esse que criou uma corrida por sobrevivência de todos os lados, já que a Finlândia ficou arrasada pela guerra e seus próprios cidadãos não sabiam como seria o futuro. O gancho para o roteiro vem exatamente desse ponto, daí a importância do ouro num tempo de incertezas.

Com um orçamento na casa de seis milhões de dólares, valor bem baixo para os padrões de hoje em dia, a figura do anti-herói tem interpretações variadas dentro de uma narrativa que empolga o espectador, muito pelo dinamismo alcançado. Tudo é muito intenso nessa obra, a crueldade caminha pelos dois lados e se torna um elemento que atinge os conflitos que fazem parte do arco dramático de seu protagonista.

A sobrevivência na ponta do discurso, seja na terra, seja na água, seja no mar, afasta qualquer semelhança com a jornada do herói já que seu fim não causa transformação, é somente mais um dia de guerra para alguém que se adaptou a isso no cotidiano. Essa análise em cima do personagem é um caminho instigante, reflexivo, que o espectador pode alcançar.

Sisu: Uma História de Determinação pode ser considerado um filme finlandês com toque ‘tarantinês’. Só isso já abre o interessante, né? Pra você que curte os filmes do Tarantino, ou, até mesmo famosas sagas de heróis indestrutíveis onde a ação rola solta, essa é uma produção que pode te agradar. Fica a dica: chegou recentemente ao catálogo da HBO MAX!

‘Mulher Maravilha 2’ | Warner anuncia oficialmente a continuação na SDCC

A Warner deu o sinal verde oficial para a continuação de Mulher Maravilha, um dos maiores sucessos deste ano e a primeira superprodução protagonizada por uma mulher no gênero, dirigida por Patty Jenkins.

O anúncio foi feito hoje no painel do estúdio durante a Comic Con de San Diego, informa o site Heroic Hollywood.

 

 

Segundo o Heroic Hollywood, Geoff Johns já está trabalhando no roteiro da sequência de ‘Mulher-Maravilha‘.

“No momento, estamos trabalhando no roteiro de Mulher-Maravilha 2. Acabei de começar”, revelou.

A Warner terá painel na San Diego Comic-Con hoje, e a sequência deve ser oficialmente confirmada junto com a diretora Patty Jenkins.

A jornalista Pamela McClintock, do Hollywood Reporter, indicou em seu perfil no Twitter que a data 5 de junho de 2020 parece a mais provável para a sequência da heroína.

40 Anos de Sucesso! Os Filmes dos Anos 80 que Voltam em Breve nos Cinemas e TVs

Cada vez mais nos últimos tempos no cinema a máxima “nada se cria, tudo se copia” se torna verdadeira. O que muitos parecem não saber, no entanto, é que fazer sucesso não é fácil. Para cada dez tentativas de emplacar um novo fenômeno midiático, menos da metade de fato atinge seu objetivo junto ao público-alvo. Ou seja, mesmo com uma campanha de marketing massiva e muito cara, e críticas elogiosas de grande parte dos veículos especializados, isso não é sinônimo de que um filme cairá de forma intensa no imaginário coletivo, se tornando a nova onda da cultura pop.

Dessa forma, é preciso tirar o chapéu para os que de fato conseguem seu lugar dentre os grandes itens do cinema de todos os tempos. Aqueles filmes atemporais que, além de não saírem jamais da mente e alma do grande público (atingindo de forma certeira a maioria dos espectadores), seguem relevantes culturalmente, popularmente e socialmente. Tais obras permanecem gerando dinheiro por transcenderem para inúmeras peças de merchandising, como quadrinhos, games, brinquedos e animações, e claro, seguirem dando frutos nas telonas.

Aqui olharemos justamente para filmes lançados há 40 anos no cinema, no ano de 1981, que continuam muito presente no consciente coletivo, e em breve darão novos frutos para Hollywood – seja nas telonas, com novos blockbusters, ou nas telinhas, com a nova era das séries de TV. Confira abaixo e comente.

Indiana Jones

Em 1981, o primeiro filme do herói Indiana Jones estreava nas telonas e mudava para sempre o cinema entretenimento – que pegava muita carona nos filmes de matinê do passado. O sucesso foi tanto que o longa se tornou um dos primeiros “arrasa-quarteirões” de Hollywood, e geraria mais duas continuações somente na década de 1980 (em 1984 e 1989). No início dos anos 1990, o personagem migrava para a telinha, na forma de uma série que contava seus primeiros anos como aventureiro ainda na juventude, sacada do gancho contido no terceiro filme.

Duas décadas depois e o personagem ainda nas formas de Harrison Ford voltava aos 66 anos para uma nova jornada (a quarta aventura), ao mesmo tempo em que descobria um filho. Agora, pela primeira vez teremos um filme sem a direção de Steven Spielberg – desta vez somente no cargo de produtor. Quem comandará a quinta aventura do herói nas telonas é James Mangold, do sucesso Logan (2017). Ford está mais uma vez a bordo no papel principal, após boatos de um possível reboot com Chris Pratt vivendo o personagem. O filme estreia em junho de 2023, mas ainda não possui título revelado. O que sabemos é que desta vez uma mulher estará no centro da aventura, com a personagem da prestigiada Phoebe Waller-Bridge.

Halloween

De um blockbuster de aventura, pulamos para um filme de terror. Mas não um qualquer, e sim uma das franquias do gênero mais queridas dos fãs, que retornou com força total e bastante classe nos últimos anos. Tudo bem, Halloween – A Noite do Terror (1978) é mais antigo que quarenta anos, mas acontece que ao voltarmos quatro décadas no passado, iremos nos deparar com a primeira continuação direta do sucesso atemporal de John Carpenter, escrita e produzida pelo próprio. Novamente, a sequência caía no gosto dos fãs.

Desde então, foram lançados 10 filmes no total, incluindo inúmeras continuações, reboots e até refilmagens. Em 2018, o décimo primeiro longa prometida zerar a contagem novamente (isto é, após o primeiro) e iniciar uma nova trilogia. Foi este filme, novamente protagonizado por Jamie Lee Curtis como Laurie, que trouxe prestígio de novo para a franquia, tirando Michael Myers do terreno dos filmes B, para o mainstream. Este ano, a continuação direta de tal filme, Halloween Kills estreou. E ainda estamos aquecendo os motores para a conclusão desta mais recente saga, com Halloween Ends, a ser lançado em outubro de 2022. É só esperar.

Evil Dead

Seguimos no terreno dos filmes de terror, porém, agora saímos do slasher para adentrar um gênero igualmente particular: os filmes de assombrações na floresta. Gênero esta que Evil Dead ajudou a criar. O filme semi amador do cineasta Sam Raimi se tornou uma das obras mais cult dos anos 1980, e elevou o status do realizador. Aos poucos, Raimi ia colocando seu nome dentre os grandes da indústria, e tudo começava há 40 anos, num terror sem muitos recursos, mas com muita criatividade. Seis anos depois, ele conseguia um orçamento melhor e realizava uma continuação / refilmagem de seu primeiro longa.

No início dos anos 90, a franquia concluía sua saga dos mortos-vivos conhecidos como Deadites e o herói bufão Ash (Bruce Campbell). A diferença dos filmes Evil Dead de Raimi em relação aos demais filmes de terror da época era o uso constante de humor, o que transforma a trilogia quase em uma paródia, mas sem esquecer os elementos mais barra-pesada, como possessões, decapitações e desmembramentos. Por vinte anos, o universo criado por Raimi ficou dormente, até que, na era das refilmagens dos anos 2010, Evil Dead – A Morte de Demônio ganharia uma reimaginação “pauleira”, que esquecia qualquer humor farsesco para investir pesado no gore – com direito a uma atuação inspirada da protagonista Jane Levy.

A forma cômica de Evil Dead ganharia lugar nas telinhas com a criação do programa Ash vs Evil Dead, que trouxe de volta Bruce Campbell para seu papel mais famoso. O seriado durou três temporadas. Agora, um novo filme intitulado Evil Dead Rise (A Morte do Demônio – A Ascensão) está em fase de pós-produção e deverá ser lançado no ano que vem. Este longa será uma continuação direta da trilogia original e se passará no cenário de um prédio no meio da cidade desta vez, ao invés da usual cabana na mata. Resta saber se a produção levará em conta os eventos de Ash vs Evil Dead.

Mad Max

George Miller, o criador da franquia pós-apocalíptica australiana Mad Max, não esconde de ninguém a relação tempestuosa que teve com seus astros protagonistas no quarto filme da franquia, Estrada da Fúria. Os filmes de Mad Max começaram ainda em 1979, como uma produção independente e cult. Há quarenta anos, Miller entregava um dos melhores filmes de ação da história com a sequência direta daquele filme, uma evolução em todos os sentidos. Após o terceiro filme, em 1985, a franquia teria um longo hiato e ficaria estacionada por um tempo nos anos 80.

Três décadas depois, já numa época de revitalizações constantes de marcas conhecidas e potencialmente rentáveis, Mad Max voltaria à cultura pop, desta vez nas formas de Tom Hardy – substituindo o veterano Mel Gibson. No set, Miller viveu um pesadelo ao tentar comandar ambos Hardy e Charlize Theron, assim como apartar suas brigas. Resultado, contra todas as expectativas, Estrada da Fúria foi um sucesso, recebendo até indicações ao Oscar, mas Miller não quis mais saber dos dois. Para um filme focado na personagem de Theron, Furiosa, o diretor escolheu Anya Taylor-Joy como substituta. A trama, será uma pré-sequência, mostrando a juventude da personagem. Furiosa tem estreia prometida para maio de 2024.

Falcões da Noite

O que, você pergunta? Calma, querido leitor. Sabemos que este título não é nem de perto tão chamativo quanto os itens acima. Mas saiba você que se trata de uma produção estrelada pelo astro Sylvester Stallone. Tudo bem, este porém não era o Stallone “rei da ação” como ficaria conhecido em meados da década de 80 após o lançamento de Rambo 2 (1985) mais especificamente. A partir daí, o ator se tornaria um dos pilares do subgênero dos filmes “exército de um homem só”. Mas aqui, voltando quarenta anos no passado, o ator ainda tateava para encontrar seu lugar na indústria de Hollywood e vira e mexe tentava um papel mais dramático.

Esse era o Stallone de Rocky e Rocky 2 – ambas produções da década de 1970. Assim, o ator começava os anos 80 não com um blockbuster de ação, mas sim um policial neo-noir, que se comporta mais como um filme de suspense. As bases estruturais que o ator usaria em seus personagens ao longo de tal década, no entanto, já ganhavam forma, com Stallone interpretando um policial (barbudo e cabeludo) durão e obstinado. Sua missão é encontrar um terrorista que tem a mania de explodir tudo em seu caminho e chacinar pessoas ao bel prazer.

O maníaco é vivido por um dos melhores e mais carismáticos vilões da história do cinema: o saudoso Rutger Hauer. Completando o elenco, o eterno Lando Calrissian, Billy Dee Williams, no papel do parceiro de Stallone. A notícia fresquinha é a seguinte: Falcões da Noite, ou Nighthawks no original, será transformado numa série com oito episódios em sua primeira temporada, que terá Stallone não apenas na frente das câmeras, como também dirigindo. Quem confirmou foi Frank Grillo, que irá protagonizar o programa, vivendo o mesmo personagem que Stallone fez no filme. A data de estreia ainda não foi divulgada.

Fuga de Nova York

Finalizando a lita, temos o terceiro item da tríade de aventura e ação de 40 anos atrás – fazendo coro com Indiana Jones e Mad Max. Snake Plissken, personagem de Kurt Russell no filme, possui um visual tão chamativo neste filme que foi imediatamente abraçado como item cult valiosíssimo pelos fãs de cinema. O sujeito durão, que usa tapa-olho, e sequer precisa da outra vista para distribuir sopapos, tiros e explosões é simplesmente icônico demais. Fuga de Nova York marcou também novos ares para a carreira de John Carpenter, então um diretor mais voltada ao terror.

Aqui, o diretor dava seu passo mais ambicioso com uma ficção científica que misturava ação e suspense. Russell vive um militar renegado no futuro. Ele é o único que pode concluir uma verdadeira missão suicida, mas precisa ser “coagido” a tal. Acontece que Manhattan se transformou numa grande prisão a céu aberto, uma espécie de grande Alcatraz, onde os criminosos são “desovados” e vivem por conta própria, criando suas próprias leis – sem qualquer interferência das autoridades, que apenas monitoram à distância.

Neste cenário mais que caótico é onde cai a aeronave do presidente dos EUA – e Plissken precisa resgatá-lo, correndo contra o tempo. Mais de dez anos depois, o próprio Carpenter conduziu uma espécie de remake, com mais humor e trocando New York por Los Angeles. Esse segundo não obteve a mesma recepção do original. Desde então, por anos se falou num possível remake – que teve Gerard Butler atrelado para estrelar, após o sucesso de 300. Agora, a coisa finalmente sairá o papel, com Leigh Whannell (O Homem Invisível) na direção. O cineasta abriu mão do remake de O Lobisomem para criar o novo universo de Fuga de Nova York. O filme já está em fase de pré-produção.

‘Lucifer’: Personagem importante morrerá no final da 3ª temporada

Recentemente, o produtor da série ‘Lucifer‘, Joe Henderson, afirmou que uma morte chocante acontecerá no final da 3ª temporada, e que terminará com o maior gancho até agora.

“Nem todos os nossos personagens sairão vivos,” declara Henderson.

Sobre o desfecho, ele afirma “Será o maior gancho que já tivemos. Maior que a aparição da mãe e das asas, e afetará mais do que somente o Lucifer.”

O final da 3ª temporada será exibida no dia 14 de maio, nos EUA.

‘Black Mirror: Bandersnatch’: Vídeos revelam os bastidores do filme interativo da Netflix; Assista!

A Netflix divulgou dois novos vídeos dos bastidores de ‘Black Mirror: Bandersnatch‘.

Confira:

Dirigido por David Slade, a média de duração do filme é de 90 minutos, sendo a versão mais curta contando apenas com 40 minutos. Ao todo, a produção tem mais de 5 horas de cenas inéditas.

Na trama, enquanto adapta um romance de fantasia para videogame em 1984, um jovem programador começa a questionar o próprio conceito de realidade e acaba enfrentando um desafio alucinante. Bem-vindo de volta.

‘Prey’: Jovens sobrevivem em ilha sinistra no trailer do novo terror da Blumhouse

A Blumhouse divulgou o trailer do terror ‘Prey‘.

Confira:

Dirigido por Franck Khalfoun (‘Maníaco‘), o longa é produzido pela Blumhouse.

Quando o jovem Toby é forçado a passar três noites sozinho em uma ilha deserta como o desafio final de um programa de aventuras, ele imediatamente percebe que não é páreo para os elementos ao seu redor. No entanto, Toby logo descobre que nem tudo é o que parece e, às vezes, os locais mais belos lugares podem esconder segredos terríveis.

O elenco conta com Kristine Froseth, Logan Miller e Jolene Anderson.

Prey‘ será lançado direto em VOD no dia 27 de setembro.

Quarentena? Giovanna Ewbank compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou a atriz e Youtuber Giovanna Ewbank para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.

Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.

Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.

Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.

Confira:


Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

‘On My Block’ é renovada para a 4ª e ÚLTIMA temporada

A Netflix renovou oficialmente a série ‘On My Block‘ para a 4ª temporada, que também será a ÚLTIMA da produção.

Vale lembrar que os atores Sierra Capri (Monse), Jason Genao (Ruby), Brett Gray (Jamal), Diego Tinoco (Cesar) e Jessica Marie Garcia (Jasmine) tiveram seus contratos renegociados na terceira temporada. O salário do grupo passou de 20 mil por episódio para mais de 80 mil.

Confira o vídeo do anúncio:

A série foi criada por Lauren Iungerich, Eddie Gonzalez e Jeremy Haft.

A trama é centrada em quatro amigos adolescentes, que encaram a agitada vida em Los Angeles e os desafios no colégio em que estudam. Com pouco dinheiro no bolso e muito companheirismo, estão prontos para enfrentarem todos os desafios da vida com muito bom humor.

O elenco conta com Sierra Capri, Jason Genao, Brett Gray, Diego Tinoco, Jessica Marie Garcia e Ronni Hawk.

Michael C. Hall retorna como ‘Dexter’ no novo cartaz do revival; Confira!

O revival de ‘Dexter: New Blood‘, que contará com o retorno de Michael C. Hall no papel titular, ganhou um novo cartaz.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 7 de novembro.

O elenco ainda conta com Jamie Chung (‘Lovecraft Country’) Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’), John Lithgow (‘The Crown’), Jennifer Carpenter (‘O Exorcismo de Emily Rose’), Michael Cyril Creighton e Jack Alcott.

A trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.

“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”

Marcos Siega retorna para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia comandado nove episódios ao longo das temporadas anteriores.

Clyde Phillips, produtor executivo da série original, entra como showrunner do revival.

DEXTER: NEW BLOOD
(L-R): Michael C. Hall as Dexter and Jenifer Carpenter as Deb
DEXTER: NEW BLOOD
(L-R): Jack Alcott as Randell and Michael C. Hall as Dexter
DEXTER: NEW BLOOD
(L-R): Clancy Brown as Kurt
DEXTER: NEW BLOOD
(L-R): Julia Jones as Angela and Michael C. Hall as Dexter

‘Rebel Moon’: Anthony Hopkins será um robô de guerra no novo sci-fi do Zack Snyder; Veja foto!

Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’) entrou para o elenco de ‘Rebel Moon‘, novo sci-fi do Zack Snyder (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

O ator dublará Jimmy, “um robô de guerra mecanizado, modelo JC1435, impossivelmente senciente e ex-defensor do rei morto.”

O diretor divulgou uma misteriosa foto do personagem de Hopkinks:

Anteriormente, Snyder havia compartilhado a primeira imagem do projeto. Confira:

O grandioso elenco conta com Charlie Hunnam, Djimon Hounsou, Doona Bae, Ray Fisher, Sofia Boutella, Stuart Martin, Jena Malone, Staz Nair, E. Duffy, Charlotte Maggi, Sky YangAlfonso HerreraMichiel HuismanCary ElwesCorey Stoll.

Ao comentar sobre o elenco do novo projeto, Snyder disse:

“Eu amo meu pessoal. Eu sempre chamo esses caras para trabalhar comigo. Gosto da minha família de atores, e se eles não estão ocupados ou algo assim, é sempre uma honra ter a oportunidade de trabalhar com eles novamente.”

Ele continuou:

“Por exemplo, Billy Crudup é um desses casos. É que eu tive muita sorte e trabalhei com pessoas tão incríveis e considero tantos meus amigos que seria ótimo trabalhar com eles sempre que eu puder.”

Além de dirigir, Snyder assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead’) e Kurt Johnstad (‘300’).

A trama gira em torno de uma colônia pacífica na orla da galáxia que é ameaçada pelos exércitos de um regente tirânico chamado Balisarius. O povo desesperado despacha um jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los a se posicionar.

“Este sou eu crescendo como um fã de Akira Kurosawa, um fã de Star Wars. É meu amor por ficção científica e será uma aventura gigante. Minha esperança é que isso também se torne uma franquia enorme e um universo que possa ser construído. Passei os últimos dois ou três anos construindo este universo. Cada canto tem que ser pintado. Tenho feito projetos, constantemente desenhando e realmente cultivando seu solo fértil para tornar este mundo totalmente realizado.”, disse Snyder ao The Hollywood Reporter.

A estreia deve acontecer em 2023.

Do Jeito Que Elas Querem – O Próximo Capítulo

(Book Club: The Next Chapter)

 

Elenco:

Jane Fonda
Diane Keaton
Mary Steenburgen

 

Direção:  Bill Holderman

Gênero: Comédia

Duração: 107 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 11 de Maio de 2023

Sinopse: 

A trama segue a nova jornada de quatro melhores amigas enquanto elas levam seu clube do livro para a Itália, embarcando em uma divertida viagem de garotas que elas nunca tiveram.

Curiosidades: 

» Sequência da comédia ‘Do Jeito que Elas Querem‘, que arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente, em 2018;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘The Last of Us’: Kaitlyn Dever interpretará a Abby na 2ª temporada

De acordo com o TVLine, Kaitlyn Dever (‘Ninguém Vai te Salvar’) entrou para o elenco da 2ª temporada de ‘The Last of Us‘.

A atriz interpretará a Abby, “uma mulher habilidosa cuja perspectiva direta do mundo é desafiada enquanto ela busca vingança por seus entes queridos”. A personagem foi introduzida no segundo jogo, e cumpriu um papel fundamental no desenvolvimento da narrativa.

Em comunicado oficial, os criadores Craig Mazin e Neil Druckmann declararam: “Nosso processo para o elenco da segunda temporada segue o mesmo: procuramos por atores que incorporam a essência dos personagens no material de origem. Nada importa mais do que talento, e estamos animados em receber uma atriz aclamada como a Kaitlyn em nossa série.”

Anteriormente, Mazin havia confirmado o início das filmagens da 2ª temporada para 12 de fevereiro, aproximadamente um ano após a estreia da primeira temporada.

A produção narra a jornada de Ellie (Bella Ramsey) e Joel (Pedro Pascal), sobreviventes de um apocalipse zumbi causado por um fungo cordyceps, enquanto viajam pelos Estados Unidos.

Relembre o trailer da série:

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’Neill, Natasha Mumba.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘Tipos De Gentileza’: Novo filme de Yorgos Lanthimos será lançado em OUTUBRO no Disney+

O novo filme do aclamado diretor Yorgos Lanthimos (‘A Favorita‘), ‘Tipos de Gentileza‘ (Kinds Of Kindness), já tem data para chegar ao catálogo nacional do Disney+.

O longa está programado para estrear no serviço de streaming no dia 10 de outubro.

A trama segue três histórias antológicas que giram em torno de um homem que tenta assumir o controle de sua própria vida, um policial cuja esposa parece uma pessoa diferente e uma mulher que procura alguém com uma habilidade especial.

A produção arrecadou US$ 15.4 milhões nas bilheterias mundiais, além de alcançar 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Crítica | Tipos De Gentileza – Yorgos Lanthimos DOMINA 3 histórias de ESTRANHEZA e SUBMISSÃO

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de dirigir, Lanthimos também assina o roteiro ao lado de Efthimis Filippou (‘O Sacrifício do Cervo Sagrado’).

Emma Stone é uma das protagonistas do projeto, marcando sua quinta colaboração com o diretor. O elenco ainda conta com Jesse Plemons, Willem Dafoe, Margaret Qualley, Hong Chau, Joe Alwyn, Mamoudou Athie e Hunter Schafer.

‘F1’ arrecada US$ 144 milhões em estreia GLOBAL e se torna o maior sucesso da história da Apple

Sucesso! O longa ‘F1‘ superou as projeções e dominou as telonas ao redor do mundo, registrando uma estreia global de impressionantes US$ 144 milhões.

Nos EUA, a produção alcançou o topo das bilheterias, arrecadando US$ 55.6 milhões. Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 88.4 milhões através de 78 mercados.

O resultado representa o maior lançamento da história para uma produção da Apple Original Films.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$4.8M), França (US$3M), México (US$2.8M), China (US$2.7M) e Austrália (US$2M).

Apesar de ter contado com um orçamento gigantesco em torno de US$ 250 milhões, o Variety destaca que a Apple não depende do retorno nas bilheterias como os estúdios tradicionais. Suas produções são usadas como marketing para seu serviço de streaming, a Apple TV+.

Como parte de uma campanha promocional diferenciada – que faz beneficio de sua própria tecnologia e plataforma –, a Apple exibiu o trailer do filme na tela principal de seu serviço de streaming e enviou notificações para usuários de iPhone oferecendo um desconto de US$ 10 dólares na compra de ingressos on-line.

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.