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HBO Max no Brasil! Streaming anuncia novidades para o dia 26 de Maio

A HBO Max chega no Brasil em Junho e a divulgação começou. O streaming mandou um vídeo para os jornalistas anunciando novidades no dia 26 de Maio, às 11h (horário de Brasília).

Assista:

Fiquem atentos no CinePOP para as novidades.

Assista ao trailer anunciando a estreia do streaming:

Com uma grande variedade de gêneros e formatos, a HBO Max terá algo especial para todos, desde as clássicas e memoráveis ​​séries que você adora como SEX AND THE CITY, GAME OF THRONE, THE SOPRANOS, BIG LITTLE LIES, junto de ícones como FRIENDS; filmes impactantes como LIGA DA JUSTIÇA – SNYDER CUT, CORINGA, HARRY POTTER, MATRIX, AVES DA RAPINA, até os favoritos das crianças como TOM E JERRY, SCOOBY DOO, LOONEY TUNES e, claro, novas e incríveis produções HBO Max Originals como THE FLIGHT ATTENDANT, RAISED BY WOLVES, SELENA + CHEF, entre muitas outras mais.

HBO Max trará uma nova era de entretenimento aos lares brasileiros e de toda a América Latina e Caribe. Imagine uma festa com Carrie Bradshaw, Batman, Blair Waldorf, Coringa e até mesmo Pernalonga.

O HBO Max vai chegar no Brasil e resto da América Latina em Junho de 2021.

O valor da assinatura não foi revelado ainda. Você pretende assinar?

CONFUSÃO! Cinema vendeu ingressos para pré-estreia de ‘Homem-Aranha 3’ e NÃO EXIBIU o filme; Assista ao vídeo!

A rede de cinemas Cinépolis Partage vendeu ingressos para a pré-estreia de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa na noite de quarta-feira (15) na cidade de Natal, Rio Grande do Norte, mas por problemas técnicos não exibiu o filme.

Por falta de informações e revolta do público presente, a Policia Militar foi acionada para conter a confusão e colher depoimentos. Entre as reclamações, está a de que a rede vendeu pipoca antes de avisar o público que o filme não seria exibido.

Algumas pessoas foram encaminhadas para a sala de ‘Duna‘ para assistir ao filme, e aqueles que solicitaram o dinheiro de volta o receberam integralmente.

Confira as reações nas redes sociais e siga o CinePOP no YouTube:

Segundo uma reportagem da Variety, o novo ‘Homem-Aranha’ caminha para se tornar a maior abertura de um filme na era pandêmica, com estimativa de arrecadação de nada menos que US$150 milhões nos EUA. As projeções da Sony Pictures também reiteram a alta bilheteria, indicando uma arrecadação de US$130 milhões – enquanto alguns analistas mais otimista acreditam que o longa possa fazer US$175 milhões em sua estreia (via ComicBook.com).

Vale lembrar que o título de maior estreia da era pandêmica ainda pertence a ‘Venom: Tempo de Carnificina’, que teve abertura de US$90 milhões em seu final de semana de lançamento, em outubro deste ano.

Como se não bastasse o sucesso financeiro, ‘Sem Volta Para Casa’ também já ganhou inúmeros elogios da crítica especializada, abrindo com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, que aplaudiram a narrativa, as performances e a direção de Jon Watts.

Confira os principais comentários abaixo:

“‘Sem Volta para Casa’ compreende a chave do apelo de Homem-Aranha” – ScreenCrush.

“Surpresas soberbas alavancam alguns dos aspectos mais desequilibrados da narrativa” – Fresh Fiction.

“Em seu âmago, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa é um filme sobre amizade… Eu adorei e gostei de Peter Parker e todos os seus amigos” – rachelsreviews.net.

“O primeiro e o segundo atos são bem bagunçados, mas o terceiro se acerta e entrega uma emocionante aventura” – Bleeding Cool.

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa é melhor apreciado pelas pessoas que já assistiram aos filmes anteriores. Está cheio de nostalgia e de piadas internas” – Culture Mix.

Assista à nossa entrevista com o astro Tom Holland e siga o CinePOP no YouTube:

Ele também explicou como lidou com os rumores sobre o retorno de Andrew Garfield e Tobey Maguire, e que aprendeu a não entregar spoilers.

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ abre com aprovação MÁXIMA no RT; Confira as críticas!

O filme estreia em 16 de dezembro nos cinemas nacionais.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Diretor de ‘Os Últimos Jedi’ fala sobre retorno à ‘Star Wars’

O cineasta Rian Johnson, em uma entrevista recente que concedeu à Variety, falou sobre um possível retorno ao universo ‘Star Wars’, após ter comandado o ótimo ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘. E acabou sendo bem esperançoso quanto a isso.

Johnson disse que ainda tem esperança de retornar ao universo Star Wars algum dia, ressaltando que dirigir um longa da franquia foi o ponto alto de sua vida como diretor.

“Fazer Star Wars foi o ponto alto da minha vida e ainda assim, rezo a Deus para voltar lá algum dia”, contou Johnson.

Ele disse que havia sido confirmado para realizar uma trilogia em “um canto da galáxia Star Wars nunca antes explorado”, mas desde então tem se dedicado aos filmes de espionagem da franquia ‘Knives Out‘. Só nos resta aguardar.

Na obra, a tranquila e solitária vida de Luke Skywalker sofre uma reviravolta quando ele conhece Rey, uma jovem que mostra fortes sinais da Força. O desejo dela de aprender o estilo dos Jedi força Luke a tomar uma decisão que mudará sua vida para sempre. Enquanto isso, Kylo Ren e o General Hux lideram a Primeira Ordem para um ataque total contra Leia e a Resistência pela supremacia da galáxia.

Pré-sequência de ELOGIADO terror estreia na Netflix e conquista os críticos

A pré-sequência de ‘Verônica – Jogo Sobrenatural’ estreou na Netflix e conquistou os críticos.

Intitulado ‘Irmã Morte‘, o terror recebeu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, “Irmã Morte é um thriller de terror e vingança construído com elementos visuais tão simples quanto perturbadores, quase abstratos…”.

Paco Plaza (‘REC’) retorna à direção.

Em uma Espanha pós-guerra, Narcisa, uma noviça com poderes sobrenaturais, chega em um antigo convento, convertido em uma escola para meninas, para se tornar uma professora. Enquanto os dias passam, eventos estranhos e situações sinistras começam a perturbá-la, o que a leva a descobrir os terríveis segredos que cercam o convento e espreitam seus habitantes.

Confira o trailer:

O longa será lançado em sua plataforma no dia 27 de outubro.

Consuelo Trujillo, que interpretou a Irmã Morte no filme original, reprisa seu papel no novo filme. O elenco ainda contará com Aria BedmarAlmudena AmorMaru Valdivielso.

Jorge Guerricaechevarria escreveu o roteiro da pré-sequência.

Henry Cavill ficou “enjoado” após passar 8 horas com charuto na boca em ‘Deadpool e Wolverine’

O diretor de Deadpool e Wolverine, Shawn Levy, revelou que Henry Cavill ficou “enjoado do estômago” ao inalar grandes quantidades de fumaça de charuto durante sua breve participação como a variante do Wolverine, “o Cavillrine”.

Em uma sequência de montagem no início do filme, Deadpool viaja pelo multiverso buscando uma versão de Wolverine que se juntará a ele. Enquanto a maioria das variantes são interpretadas pelo astro de longa data de Wolverine, Hugh Jackman, uma é interpretada por Cavill.

Levy disse ao The New York Times que o ator britânico se comprometeu totalmente com o papel.

“[Ele] não só tinha aquele corpo musculoso e definido, mas manteve o charuto aceso na boca durante todo o dia de filmagem”, disse Levy.

“Lembro-me de ouvir no dia seguinte que Henry estava com enjoo porque estava inalando fumaça de charuto por oito horas seguidas, mas ele não vacilou nem uma vez.” 

A participação de Cavill  tem causado grande empolgação dos fãs. O ator, conhecido por interpretar o Superman, surpreendeu a todos ao aparecer como uma variante do Wolverine em um dos momentos mais inesperados do filme.

Nas redes sociais, Cavill celebrou a participação.

“Por segurança, raspei o bigode para este. Apenas o bigode”, escreveu o ator.

Deadpool e Wolverine‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

James Gunn fala possível derivado de ‘Batman’ focado NESSE icônico vilão

Nos últimos dias, rumores despontaram nas redes sociais afirmando que o universo de ‘Batman’ se expandiria ainda mais com um longa-metragem sobre o icônico antagonista Senhor Frio. Inclusive, de acordo com uma listagem do Production Weekly, a obra seria ambientada no mesmo universo do filme mencionado acima e da série spin-off ‘Pinguim’.

Agora, através da plataforma Threads, o co-CEO da DC StudiosJames Gunn, foi questionado acerca dos boatos em questão – e ofereceu uma resposta um tanto quanto vaga.

“Não fiquei sabendo disso, mas há muitos rumores por aí esta semana”, ele começou. “Alguns deles são verdadeiros, alguns são parcialmente verdadeiros e alguns não são verdadeiros. Se for divertido para vocês seguirem as incógnitas, sigam-nas, mas não confiem em nada completamente até ouvir isso de mim ou de Peter [Safran] ( que não está online apesar de eu tê-lo visto marcado em alguma coisa)”.

Lembrando que o spin-off ‘Pinguim’ continua em exibição na Max.

A produção traz Colin Farrell de volta como o personagem titular.

Matt Reeves retorna à cadeira de direção, enquanto Lauren LeFranc entra como showrunner.

‘Eclipse Total’: Uma das GRANDES adaptações de uma obra de Stephen King nos anos 90

As verdades escondidas. Baseado na obra Dolores Claiborne escrita pelo gênio Stephen King, chegou aos cinemas em meados da década de 90 um brilhante suspense psicológico que aborda uma misteriosa morte e muitas verdades escondidas. Curtos flashbacks ajudam a contar essa história que aborda a violência doméstica, os traumas e abalos psicológicos de uma família que os outros colocam pontos de interrogações constantes. Dirigido por Taylor Hackford, o projeto conta com uma atuação fantástica da vencedora do Oscar Kathy Bates.

Na trama, conhecemos Selena (Jennifer Jason Leigh) uma jornalista que trabalha em nova Iorque e precisa voltar para a pequena cidade onde nasceu após 15 anos quando sua mãe Dolores (Kathy Bates) é acusada de matar a mulher de quem cuidava. Ao longo de gigantescas descobertas, até mesmo de situações do seu passado, vamos acompanhando mãe e filha em uma jornada repleta de suspense.

Uma micro cidade, onde todo mundo conhece todo mundo, e acontecimentos do passado não são esquecidos. Assim começamos a jornada pela ótica de Selena, uma jovem que praticamente fugiu de casa para tentar a vida longe dali após o sumiço do pai. Por meio de flashbacks vamos entendendo alguns desses porquês além da sempre conturbada relação com a mãe, uma pessoa vista com olhos duvidosos por toda a comunidade. Esse foco na relação entre mãe e filha vira o epicentro da trama, quase um jogo de gato e rato.

O suspense psicológico é intenso, no vai e vém da linha temporal, assuntos como a violência doméstica, os abalos psicológicos e segredos trancados a sete chaves são detalhadamente revelados. Um elemento que percorre a narrativa é a dúvida algo fixado na trajetória das duas personagens, o roteiro ainda abre brechas para ótimos coadjuvantes que entregam suas visões aos fatos que se sucedem.

O elenco é ótimo, além de Bates, John C. Reilly, Jennifer Jason Leigh, Christopher Plummer e David Strathairn brilham em cena. Eclipse Total, é, sem dúvidas, uma das grandes adaptações de uma obra de Stephen King nos anos 90, um filme pra ver e rever. Tá disponível na Star Plus.

Crítica | O Espaço Entre Nós – romance interplanetário meio sem jeito

O Marciano

Enquanto muitas produções do gênero ficção científica se propõem a mostrar o homem desbravando o planeta vermelho Marte, O Espaço Entre Nós opta pelo caminho inverso e apresenta o primeiro humano nascido no planeta. O que não deixa de ser criativo. À primeira vista soando como uma dessas adaptações de livros infanto-juvenis de ficção, muito em voga atualmente, o novo longa protagonizado pelo jovem ator Asa Butterfield é na realidade um roteiro original, saído da mente do Allan Loeb (Quebrando a Banca).

Na trama, passada no futuro, uma expedição sai da Terra para viver em uma colônia em Marte. Uma das astronautas estava secretamente grávida e acaba parindo no planeta inóspito, no processo falecendo. Assim, Gardner Elliot (Asa Butterfield) é criado por cientistas, como o primeiro humano que nunca pisou na Terra. Obviamente, com o passar dos anos, o menino, agora um adolescente, deseja conhecer de onde veio, em especial porque vem se comunicando com uma jovem na Terra, Tulsa (personagem de Britt Robertson).

E assim, de uma forma relativamente capenga, se desenvolve uma história de romance interplanetária, que pega emprestado de diversos gêneros e variados filmes. Temos, por exemplo, o romance entre jovens no qual uma das partes não sabe ou não compreende exatamente o que seu parceiro é – neste caso, um visitante que nunca esteve na Terra. Temos, o cientista preocupado com o bem estar e como tal situação irá ressoar entre acadêmicos e as massas, papel do veterano Gary Oldman – apenas coletando seu contracheque numa atuação totalmente genérica.

Assista a nossa entrevista com o ator Asa Butterfield

A química entre o casal interpretado por Buttefield (que acaba de completar 20 anos no dia da mentira, 1º de abril) e Robertson (prestes a fazer 28 anos) é quase nula e soa estranha, já que a diferença de idade não é adereçada, e pelo fato da atriz interpretar uma personagem muito mais nova no filme, ainda colegial. Mesmo ainda muito jovem, Butterfield rende um eficiente protagonista, já que teve a oportunidade de trabalhar com diretores do cacife de Martin Scorsese (A Invenção de Hugo Cabret) e Tim Burton (O Lar das Crianças Peculiares) ao longo de sua curta, mais expressiva, carreira.

Fora isso, os atores estão todos bem, fazendo o que podem com o material que lhes é dado. Completando o elenco principal, a subestimada Carla Gugino interpreta a figura materna de Gardner, que estará em seu encalço, enquanto este foge para encontrar sua paixão virtual. O Espaço Entre Nós, como disse o próprio Butterfield, em entrevista a este que vos fala, é um filme leve e inocente, distante de qualquer peso dramático ou questões que deveriam ser adereçadas com um tema desta magnitude. A proposta é realmente pela fantasia, pelo conto lúdico de um romance jovial.

A direção do também ator Peter Chelsom (Escrito nas Estrelas) cria bons momentos, porém, nunca conseguindo se distanciar de adjetivos como piegas, mundano e clichê, o que não é exatamente o que desejamos de uma produção com aspirações desta proporção. O Espaço Entre Nós é o que alguns chamarão de um filme bonitinho na melhor das hipóteses, mas que infelizmente não consegue provar que existe vida inteligente fora da Terra.

Os Filmes ESQUECIDOS dos Anos 80 que Pediam Continuação (Caso Tivessem Sido Sucesso)

Se você acha que vivemos numa era de reciclagem de ideias em Hollywood, com inúmeras continuações, refilmagens e poucas histórias originais, está enganado. Acontece que isso não é novidade e, digamos, desde os anos 80, a maior fábrica de cinema do mundo trata de vender seus filmes como produtos em massa. O segredo para isso é confiar em marcas reconhecíveis para o grande público. Pensa só, esse ano grande parte dos espectadores irá correr para os cinemas para assistir títulos como ‘Indiana Jones’, ‘Velozes e Furiosos’, ‘Transformers’ e ‘Barbie’, ou apostar em novidades? O que você acha?

É claro que não existe problema algum nisso, esse é apenas o mundo em que vivemos. É claro também que ter uma marca conhecida não garante o sucesso imediato, se o filme não for bom o suficiente e falhar em criar conexão com o público. O certo mesmo é que todos desejam ter um sucesso em mãos. E caso um filme se dê bem nas bilheterias, dificilmente ele termina sem uma sequência. Aqui, iremos olhar o outro lado dessa moeda, nessa nova matéria. Ou seja, os filmes que tinham cara de franquia, e praticamente imploravam por uma continuação, mas não a tiveram porque seu retorno financeiro não foi forte o suficiente. Para a lista, selecionamos apenas filmes dos anos 80 que estão completando 40 anos de lançamento em 2023. Confira abaixo.

No Limite da Realidade

Recentemente escrevi uma matéria sobre esse curioso (e trágico) filme – que você pode conferir abaixo no link. Acontece que dois fatores chamam muita atenção nesse longa, que talvez os mais novos não conheçam muito bem. Primeiro, trata-se de uma produção de Steven Spielberg, e é também um de seus filmes mais obscuros. Além de produzir o longa, Spielberg também dirige um dos segmentos. Segundo, trata-se da primeira e única adaptação para o cinema do icônico seriado de antologia ‘Além da Imaginação’ (The Twilight Zone), de 1959, um dos pilares da TV norte-americana e mundial. A série teve três revivais, na década de 80, em 2002 e mais recentemente em 2019, comandada por Jordan Peele.

Leia também: ‘No Limite da Realidade’ – Filme “Maldito” de Steven Spielberg Completa 40 Anos: Conheça a Bizarra História

O programa de antologia, consistia em histórias que usavam de elementos da ficção científica, fantasia, suspense e terror. Spielberg sempre foi um aficionado pelo seriado clássico e resolveu leva-lo ao cinema há 40 anos, com a ajuda dos colegas Joe Dante, George Miller e John Landis – cada um comandando um dos quatro segmentos (o próprio Spielberg também teria o seu). Porém, a tragédia se abateria sobre a produção, e alguns atores (incluindo crianças) morreram num acidente no set – marcando um dos casos mais tristes de Hollywood. Sendo assim, mesmo que fosse um sucesso, dificilmente Spielberg iria retornar para um novo longa desta franquia – mesmo que o conceito parecesse perfeito para isso. Dois anos depois, em 1985, Spielberg criaria sua própria série de antologia com histórias fantásticas, com ‘Amazing Stories’ (Histórias Maravilhosas).

Krull

Outro filme que parece ter nascido para se tornar uma franquia, mas que infelizmente devido ao seu fracasso financeiro parou no primeiro exemplar. ‘Krull’ era a resposta da Columbia (Sony) para o sucesso de ‘Star Wars’. O longa do diretor Peter Yates (‘Bullitt’) parece ter nascido para ser cult, e realmente ressurgiu como um filme cultuado por uma legião de fãs – que cresce com o passar dos anos. Quem viveu a época e viu o lançamento do filme o guarda com muito carinho, sem nunca conseguir entender por que o guerreiro Colwyn (Ken Marhsall) jamais ganharia novas aventuras.

Krull’ mistura tudo o que fazia sucesso na época em sua salada, e esperava emplacar no gosto dos aficionados por cada um dos elementos que o compõem. Em especial, como dito, o filme é uma mescla entre ‘Star Wars’ e aventuras medievais de capa e espada, como ‘Conan’, que havia feito sucesso no ano anterior. Ou seja, uma aventura de fantasia e ficção científica, com direito a espadas, cavalos, mas também seres alienígenas e armas laser. Reza a lenda também que ‘Krull’ foi planejado com uma campanha de marketing para vender brinquedos, entre eles o jogo de tabuleiro ‘Dungeons & Dragons’, e que por isso sua trama precisou inserir elementos de tal universo.

Trovão Azul

Antes de ‘Top Gun’, existiu ‘Trovão Azul. Atualmente disponível no acervo da Netflix, esse clássico da ação pode ser conferido por todos na plataforma de streaming número 1 do mundo – onde já tratou de ser redescoberto e vem fazendo muito sucesso, figurando no top 10 dos mais vistos. Os nostálgicos sem dúvidas lembram com carinho do longa da Columbia (Sony) e poderão matar a saudade. Enquanto os mais novos tratam de descobrir mais uma pérola escondida dos anos 80. Ao invés de intrépidos pilotos de jatos da marinha, aqui temos um veterano piloto de helicóptero, convidado a testar uma nova máquina voadora experimental. O protótipo é uma “supermáquina” aérea, um primor tecnológico, que será utilizado no combate ao crime urbano. Quem protagoniza no papel de Frank Murphy é o saudoso Roy Scheider, saído do sucesso de ‘Tubarão’ e sua sequência.

O roteiro foi escrito por Dan O’Bannon, o mesmo criador de ‘Alien – O 8º Passageiro’, e a direção é de John Badham (‘Os Embalos de Sábado à Noite’). ‘Trovão Azul’ marcou época, e sua bilheteria não foi ruim, arrecadando o dobro de seu orçamento nos EUA. Mas o filme nunca ganharia uma sequência – apesar de novas aventuras do inesquecível helicóptero serem exigidas pelos fãs. Ao invés disso, a opção foi por levar ‘Trovão Azul’ para as telinhas na forma de uma série de TV logo no ano seguinte. A série não vingou e ficou apenas na primeira temporada. Isso porque àquela altura precisou enfrentar a concorrência de ‘Águia de Fogo’, outra série sobre um super helicóptero.

A Dupla Dinâmica

A dupla dinâmica aqui do título não é Batman e Robin. Esse é apenas o título em português que a aventura pirata ‘Nate & Hayes’ recebeu aqui no Brasil. Um verdadeiro clássico da Sessão da Tarde da época, esse longa repleto de adrenalina e ação é protagonizado por ninguém menos que um jovem Tommy Lee Jones, então com 37 anos, no papel do Capitão Jack Sparr… digo, Capitão Bully Hayes, o pirata de bom coração deste filme. A trama é toda contada em forma de flashback enquanto o bucaneiro aguarda seu destino na forca aprisionado. Ele relembra as aventuras que teve quando precisou transportar um casal de ingleses recém-casados, os missionários Nathaniel “Nate” Williamson (Michael O’Keefe) e Sophie (Jenny Seagrove).

Na época do lançamento de ‘A Dupla Dinâmica’, diversos estúdios tentavam resgatar esse tipo de aventura de piratas e navios, sem muito sucesso. No ano anterior, ‘Romance Pirata’ havia sido lançado, e no mesmo ano chegava ‘The Pirates of Penzance’. Seria somente com ‘Piratas do Caribe’ (2003) que este tipo de filme voltaria a reinar absoluto, com suas quatro sequências. Apesar disso, ‘A Dupla Dinâmica’ tinha grande espaço para uma ou mais continuações, já que trazia a união improvável de dois personagens bem diferentes. Se formos parar para pensar, a dinâmica é a mesma entre Jack Sparrow (Johnny Depp), Will (Orlando Bloom) e Elizabeth (Keira Knightley).

Atrapalhando a Suate

Não foi apenas James Bond que se viu em meio a uma disputa legal entre produtores resultando em dois filmes lançados no mesmo ano, há 40 anos no passado. Eu já escrevi sobre esse “causo” que resultou no duelo entre Roger Moore (o 007 que estava em vigor na franquia oficial nos cinemas) e Sean Connery (o primeiro e único, retornando para um último round devido a uma brecha no contrato da franquia). Você pode saber mais no link abaixo. Acontece que os queridos e eternos Trapalhões, o grupo humorístico de maior sucesso na história do Brasil, também se separava e lançava dois filmes rivais há 40 anos.

Leia também: Roger Moore vs. Sean Connery | Há 40 Anos Estreavam DOIS FILMES de 007 nos cinemas! Você Sabia?

Nos anos 80 não tinha para ninguém, os Trapalhões reinavam nas bilheterias brasileiras. Nessa época tão especial, nem mesmo os blockbusters de Hollywood conseguiam alcançar as bilheterias dos filmes do quarteto formado por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias em nosso país. Os filmes dos lendários comediantes eram um fenômeno. E justamente por isso, eles batiam ponto todo ano nas telonas, muitas vezes entregando mais de um filme por ano. Foi o caso há 40 anos, em que lançavam nada menos que três filmes.

Acontece que Dedé, Mussum e Zacarias achavam que Renato Aragão estava se beneficiando mais destas obras e resolveram sair para estrelar seu próprio filme – enquanto Didi também seguiu para estrelar seu filme solo. Nessa disputa ganhamos ‘Atrapalhando a Suate’, paródia da série de sucesso ‘S.W.A.T.’ (de 1975) estrelada pelo trio; e ‘O Trapalhão na Arca de Noé’, que trazia Didi reunindo animais em sua reedição da história bíblica. No fim das contas, o filme de Aragão se deu melhor e o grupo fez as pazes. Porém, caso ‘Atrapalhando a Suate’ tivesse se dado bem nas bilheterias, quem sabe mesmo com as pazes entre os quatro, Didi não se bandearia para o lado dos amigos em uma eventual continuação do longa. Aliás, mesmo com esse sucesso estrondoso que o grupo fazia, eles nunca tiraram nenhuma continuação de um sucesso seu da cartola na época, sempre trabalhando ideias novas.

‘Halloween’: Cena brutal do reboot foi exibida na Comic-Con; Confira a descrição!

O reboot de ‘Halloween‘ exibiu uma cena brutal na Comic-Con, que reforça o caráter aleatório dos crimes de Michael Myers. Apesar de não estar disponível na íntegra, confira a descrição da cena:

“A cena acontece sem cortes e começa com algumas crianças fazendo “doces ou travessuras” na noite de Halloween, então eles de repente se chocam com Michael Myers. Tão sombrio quanto no filme original ele apenas anda pelas ruas, então entra em uma garagem e pega um martelo. Nós acompanhamos, ainda em uma única tomada, enquanto Michael entra na casa adjacente à garagem. Uma mulher está na cozinha, sem saber que está prestes a encontrar seu fim, Michael simplesmente caminha, sem hesitação, e a golpeia até a morte, uma poça de sangue cobrindo a mesa da cozinha.”

“Depois dos comentários do elenco sobre fazer Michael retornar à violência aleatória em vez da violência entre irmãos, Michael vai até a casa ao lado, entra pela porta dos fundos e apunhala uma jovem no pescoço, e a faca entra completamente.”

“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things‘), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle‘), Dylan Arnold (‘Mudbound‘), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos‘) e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax, e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

‘Os Inocentes’ é CANCELADA pela Netflix

De acordo com o TVLine, a Netflix cancelou a série ‘Os Inocentes‘ depois de apenas uma temporada. Apesar disso, o serviço de streaming ainda não confirmou a informação.

Lançada ano passado, a série não teve muito impacto entre os espectadores ou na internet em si, o que deve ter sido  um dos principais motivos para o seu cancelamento.

Crítica| Os Inocentes – Série sobrenatural é a mudança que a Netflix precisava

Criada por Hania Elkington e Simon Duric, a primeira temporada conquistou 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Quando os adolescentes Harry e June fogem de suas famílias repressoras para ficarem juntos, eles são lançados em uma extraordinária jornada de autodescobrimento que desvia de seus sonhos inocentes. Segredos mantidos pelos pais testam o amor deles ao limite e o dom extraordinário que possuem desencadeia forças poderosas que podem dividi-los para sempre.

O elenco inclui Sorcha GroundsellPercelle Ascott, Guy Pearce, Jóhannes Haukur Jóhannesso, Laura Birn, Sam Hazeldine e Arthur Hughes.

‘Crise nas Infinitas Terras’: Multiverso está em perigo no trailer do crossover; Assista!

O crossover ‘Crise nas Infinitas Terras‘ (Crisis on Infinite Earths) ganhou um novo trailer.

Confira:

Unindo Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘, ‘Crise nas Infinitas Terras terá cinco horas de duração e deve concluir a trama inciada no primeiro crossover entre as produções.

Lembrando que o especial vai ao ar entre 08 de dezembro e 14 de janeiro.

O próximo crossover, intitulado ‘Crisis on Infinite Earths‘, terá cinco horas de duração, que serão divididas entre as produções ‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘.

Ainda não foi revelado quando o especial será lançado.

Monstro se alimenta de canibais no trailer LEGENDADO do terror ‘Jovens Canibais’

O terror ‘Jovens Canibais‘ (The Young Cannibals) ganhou trailer legendado.

Confira:

O terror foi escrito e dirigido por Kris Carr e Sam Fowler.

Quando um grupo de amigos é enganado e os jovens acabam comendo sanduíches feitos com carne humana, acidentalmente despertam uma criatura sobrenatural. Agora, eles devem lutar para sair vivos da floresta.

O elenco conta com Megan Purvis, Samuel Freeman, Hannah Louise Howell, Benjamin Sarpong-Broni, Kim Spearman, Martin Thomas, Michael Haynes, David Patrick Stucky, Anthony Wakefield, Charles Clarke-Devonald, Ben Frederick, Ashton Bell e Tony Manders.

‘Blackout’: Diretor de ‘O Ritual’ comandará série pós-apocalíptica

De acordo com o Deadline, o cineasta David Bruckner (‘O Ritual’) vai dirigir a série apocalíptica ‘Blackout‘, baseada no podcast estrelado e produzido por Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’).

Ainda não há informações sobre o elenco ou qual emissora/streaming o projeto estará ligado, mas o site afirma que provavelmente terá um serviço de streaming como lar.

Na trama…

Um DJ de rádio de uma pequena cidade de New Hampshire luta para proteger sua família e comunidade depois que a rede elétrica caiu em todo o país, derrubando a civilização moderna. Um herói relutante deve navegar neste novo mundo, proporcionando segurança para sua família e esperança para o futuro.

A segunda temporada do podcast será lançada nos próximos meses, e será estrelada por Rami Malek e Aja Naomi King.

Malek será o produtor executivo da adaptação.

‘Better Things’: Última temporada ganha data de estreia

O canal FX finalmente anunciou quando a 5ª (e última) temporada da comédia ‘Better Things‘ será lançada.

O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 28 de fevereiro.

A série foi criada por Louis C.K. e Pamela Adlon, que também estrela a produção.

Sam Fox é uma mãe solteira e atriz sem filtro que cria suas três filhas, Max, Frankie e Duke em Los Angeles. Ela também cuida de sua mãe, Phil, uma expatriada inglesa de capacidades questionáveis que vive logo do outro lado da rua. Seja ganhando a vida, navegando pelas vidas desafiadoras de suas filhas ou tentando ter uma dela mesma, Sam lida com cada desafio com amor feroz, honestidade crua e muito humor.

O elenco ainda conta com Mikey Madison, Hannah Riley, Olivia Edward e Celia Imrie.

Queen Latifah retorna no trailer da 3ª temporada de ‘The Equalizer’; Confira!

A CBS divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada da série de ação ‘The Equalizer‘.

Confira:

O próximo ciclo vai estrear oficialmente no dia 2 de outubro.

Criada por Andrew W. MarloweTerri Edda Miller, a produção é baseada no seriado original ‘O Justiceiro‘, exibido entre 1985 e 1989. Posteriormente, Denzel Washington estrelou dois filmes baseados na série, os quais arrecadaram mais de US$ 400 milhões nas bilheterias.

A trama segue Robyn McCall, uma mulher enigmática e mãe solo de sua filha adolescente Delilah. Robyn é uma mulher com histórico misterioso que usa suas extensas habilidades para ajudar aqueles que não tem a quem recorrer, agindo como “anjo da guarda” e defensora daqueles que não podem defender-se. Além de ajudar muitas pessoas, Robyn atua como vigilante da justiça, mas sempre em busca de suas próprias vinganças.

Queen Latifah estrela a produção. O elenco ainda conta com Adam GoldbergLorraine ToussaintLiza Lapira.

Sasha Calle quer estrelar filme SOLO da Supergirl: “Amo essa personagem”

Em entrevista ao EW, Sasha Calle, que interpreta a Supergirl em ‘The Flash‘, expressou o seu desejo em continuar dando vida à heroína em futuros filmes da DC.

Além disso, a atriz também declarou que adoraria adaptar a história de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã‘, dos quadrinhos.

“Eu espero poder continuar a interpretar a Supergirl. Eu amo profundamente essa personagem! Acredito que ‘The Flash’ foi apenas o começo de uma história maior para ela.”

Ela completa, “‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’, escrito por Tom King, é um arco incrível da personagem. Eu adoraria estrelar uma adaptação dessa história. Eu adoraria continuar interpretando a personagem. Certamente quero retornar como a Supergirl.”

Lembrando que ‘The Flash‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de junho.

Confira as primeiras reações:

The Flash é absolutamente sensacional. Depois de todos os atrasos, todas as frustrações e todas as bobagens que os fãs do DCEU tiveram que suportar, valeu a pena esperar por este filme! É nada menos que uma carta de amor emocional gigante para o personagem e para a própria DC.”

“#TheFlash não é apenas FENOMENAL, é uma celebração completa de DC. Um passeio cheio de ação emocional TOTALMENTE FOCADO em Barry Allen! O Batman de Keaton e a Supergirl complementam o filme com momentos dignos de aplausos, mas esta é uma história FLASH. O bom se sobrepõe ao ruim. EU AMEI.”

“Não posso acreditar que estou dizendo isso… mas é verdade. #TheFlash é FANTÁSTICO. Este não é apenas um dos filmes de quadrinhos mais divertidos que já vi, mas está cheio de emoção. Este é um dos melhores filmes da DC que já vi, e IMPERDÍVEL nos cinemas!”

“Então #TheFlashMovie foi, ÉPICO. Este é um dos melhores filmes da DC que já vi. Cheio de ação, engraçado, carregado com grandes participações especiais e uma história emocionante que mantém você na ponta da cadeira com momentos emocionais, engraçados e alegres.”

“#TheFlash é o SEM VOLTA PARA CASA da DC, um GIGANTICO blockbuster liderado pela performance dupla quase imaculada de Ezra Miller, toda a nostalgia que você poderia querer e mais, depois de ver isso, é difícil imaginar um DCU sem Ezra, um sucesso de bilheteria de verão, vai ser ENORME ⚡️⚡️⚡️”

“Acabei de sair de uma exibição ‘The Flash‘ e não foi bom. Se você quer ver por Michael Keaton ou pelo fan service e nostalgia… okay. Você pode não gostar de tudo. Mas se você quer Ponto de Ignição sendo contada de forma coerente assista a série de TV.”

The Flash‘ terá 144 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 24 minutos.

Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida por Andy Muschietti (‘It- A Coisa’).

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey ClemonsAntje TraueMichael Keaton completam o elenco.

Jared Padalecki fala sobre possível revival de ‘Supernatural’

Em entrevista ao Collider, Jared Padalecki (‘Walker’) comentou sobre a possibilidade da série ‘Supernatural‘ ganhar um revival.

O ator confessou já ter considerado a ideia, mas afirma que o seriado original é muito especial para ele e para o Jensen Ackles (‘The Boys’) – eles não querem colocar em risco o legado da produção.

“Não é que eu não tenha considerado [uma reunião com o Jensen Ackles]. Eu adoraria isso. O problema é a nossa agenda e disponibilidade. Eu e o Jensen amamos essa série que passamos 15 anos desenvolvendo, e não queremos apenas fazer um revival só por fazer.”

Ele completa, “Se um revival de ‘Supernatural’ acontecer, será o resultado de amor. E nós vamos nos certificar que irá honrar o espírito da série original, permanecendo fieis à história, personagens e aos fãs.”

Vale lembrar que a série derivada ‘Os Winchesters‘, que serve de pré-sequência do seriado original, foi cancelada depois de apenas uma temporada.

Em entrevista ao Deadline, o criador da série original Eric Kripke refletiu sobre o fim prematuro do spin-off: “Foi estranho, porque, não importa o que acontecesse em minha carreira, eu sempre tinha uma rede de segurança do tipo: ‘bom, se acontecer alguma m****, ainda tenho os residuais de Supernatural e ainda estou recebendo os royalties, porque [ainda] o estão fazendo’. Era a mesma coisa com ‘Os Winchesters’, ele disse. “Até tive um momento em que tudo finalmente acabou. Eu pensei: ‘oh, m****. É melhor eu ter certeza de que não vou estragar tudo agora. Eu não tenho um plano alternativo’. Meu único sonho mais louco era passar cinco anos naquele programa. Eu não poderia ter previsto isso e o que aconteceria. Estou totalmente emocionado com toda a situação e simplesmente surpreso, orgulhoso, mas como nunca em meus sonhos mais loucos pensei que aquele show iria durar 15 anos e que iria se conectar a tantas pessoas. Não tenho palavras para isso. Isso me surpreende”.

A produção registrou uma média de 0.2 na demo, e um total de 790 mil espectadores. Em termos de comparação, a série representava a sétima maior audiência do canal (dentre 14 dramas) e o segundo maior índice demográfico (atrás apenas de ‘All American‘).

A série é narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show explora as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

‘Ainda Estou Aqui’ se torna o 7º MAIOR filme nacional do SÉCULO nas bilheterias do Brasil

SUCESSO! O aclamado ‘Ainda Estou Aqui‘, estrelado por Fernanda Torres, já arrecadou mais de R$ 65 milhões nas bilheterias do Brasil.

Além de ter se tornado a maior arrecadação do diretor Walter Salles – ultrapassando o clássico ‘Central do Brasil‘ –, o valor representa o sétimo maior filme nacional deste século em nossas bilheterias.

Além disso, o filme também se tornou a maior arrecadação de um título nacional para a Sony Pictures.

Sucesso entre os críticos, ‘Ainda Estou Aqui‘ entrou para a lista dos pré-indicados à 97ª edição do Oscar na categoria de Melhor Filme Internacional.

Foram anunciados 15 títulos de diferentes países. Além do Brasil, seguem na disputa: Canadá, República Tcheca, Dinamarca, França, Alemanha, Islândia, Irlanda, Itália, Letônia, Noruega, Palestina, Senegal, Tailândia e Reino Unido….

No dia 17 de janeiro será anunciada a lista final.

Confira:

Brasil, “Eu Ainda Estou Aqui
Canadá, “Língua Universal”
República Checa, “Ondas”
Dinamarca, “A Menina com a Agulha”
França, “Emilia Pérez”
Alemanha, “A Semente da Figueira Sagrada”
Islândia, “Toque”
Irlanda, “rótula”
Itália, “Vermiglio”
Letônia, “Fluxo”
Noruega, “Armand”
Palestina, “Do Marco Zero”
Senegal, “Daomé”
Tailândia, “Como ganhar milhões antes que a avó morra”
Reino Unido, “Santosh”

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Conheça a nova série animada do roteirista de ‘Rick e Morty’ que está fazendo SUCESSO na Netflix

A série animada ‘Hotel Assombrado‘ (Haunted Hotel) estreou ontem (19) na Netflix, e já está fazendo sucesso na plataforma.

A produção, criada por Matt Roller (roteirista da aclamada série ‘Rick e Morty‘), rapidamente alcançou o TOP 7 das séries mais assistidas no serviço de streaming.

Na trama, a mais nova proprietária de um hotel assombrado está enfrentando uma dura realidade: não é fácil ganhar dinheiro no ramo de hotelaria quando todos os quartos já estão ocupados.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A animação é produzida pela Universal Television.

A história acompanha uma mãe solteira chamada Katherine, que herda um hotel assustador. Ela tenta lidar com a situação com os filhos, seu falecido irmão Nathan, que agora é um fantasma, e muitas outras criaturas sobrenaturais também vivem no hotel. A série mistura terror, humor e elementos familiares.

Will ForteEliza CoupeNatalie PalamidesJimmi SimpsonSkyler Gisondo integram o elenco de voz.

A primeira temporada conta com oito episódios de meia hora cada.

‘Palm Grove’: Ana de Armas e Kate Hudson estrelarão novo thriller erótico

De acordo com o Deadline, Ana de Armas (‘Águas Profundas’) e Kate Hudson (‘A Chave Mestra’) serão as protagonistas do suspense erótico ‘Palm Grove‘.

Kornél Mundruczó (‘Deus Branco’) será responsável pela direção.

Na trama…

“No bairro mais exclusivo de Miami, uma esposa aparentemente perfeita descobre a vida dupla do seu marido, desencadeando um jogo de poder sedutor que transforma a traição no momento mais inebriante de sua vida.”

O roteiro é assinado por James Morosini.

Vale lembrar que as duas atrizes seguem ocupadas nas telinhas. Enquanto Kate Hudson segue dedicada à série ‘A Dona da Bola‘, que foi recentemente renovada para a terceira temporada, Ana de Armas está atualmente gravando a nova minissérie da Apple TV+, ‘Safe Houses‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’: Elenco demonstra apoio à ‘Mulher-Maravilha’

Marisa Tomei e Tom Holland estão percorrendo o mundo para divulgar ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, mas mesmo assim eles tiraram um momento para demonstrar seu apoio à mais recente produção da DC Comics, ‘Mulher-Maravilha‘.

Para mostrar seu suporte, a dupla posou para fotos com um exemplar de uma revista que traz a heroína na capa. A demonstração de apoio pode ser simples, mas reforça a premissa de que não há rivalidade entre ambas as empresas.

Confira:

Marvel deve ganhar “reboot” nos cinemas após ‘Os Vingadores 4’ 

A estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ está agendada no Brasil para o dia 6 de Julho de 2017.

 

‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!’ ganha uma nova imagem

Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’ (Mamma Mia: Here We Go Again!) ganhou uma nova imagem.

Confira:

Nos anos 70, a jovem Donna (Lily James) viveu muitas aventuras com seu grupo musical Donna & The Dynamo, em parceria com suas amigas Tanya (Jessica Keenan Wynn) e Rosie (Alexa Davies). Porém, mais do que isso, Donna se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens diferentes: Harry (Hugh Skinner), Sam (Jeremy Irvine) e Bill (Josh Dylan).

A estreia acontece dia 19 de julho de 2018.

O roteiro e direção são de Ol Parker, roteirista dos agradáveis O Exótico Hotel Marigold (2012) e sua continuação (2015).

O elenco do primeiro filme retorna.

Mamma Mia’ (2008) é baseado no musical do teatro de enorme sucesso, que adapta as canções da icônica banda sueca ABBA. Para a sequência, as músicas que não encontraram lugar no primeiro farão parte da trilha, assim como a reprise das mais populares.

‘Turn Up Charlie’: Idris Elba faz bico de babá no trailer da nova comédia da Netflix

A nova série de comédia da Netflix e estrelada por Idris Elba, ‘Turn Up Charlie‘, ganhou seu primeiro trailer.

Assista:

Intitulada Turn Up Charlie, a série é uma comédia de meia hora de duração (nos moldes de Santa Clarita Diet), na qual Elba interpreta um DJ lutando para ganhar a vida. O sujeito é um eterno solteirão e sua sorte muda quando recebe a oportunidade de se tornar babá da filha problemática de seu famoso melhor amigo.

Turn Up Charlie foi criada por Elba, em parceria com Gary Reich. Ambos são produtores do programa também. A primeira temporada da série terá 8 episódios.

A produção estreia na plataforma de streaming em 15 de março.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Daisy Ridley grava cena final em imagem dos bastidores

A sequência ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ ganhou novas imagens dos bastidores, que trazem a atriz Daisy Ridley gravando sua última e emblemática cena como a Rey.

Confira:

Assista nossa crítica:

‘Supernatural’: Leia o final original que não foi filmado em virtude do Coronavírus

A amada série ‘Supernatural‘ encerrou a sua jornada em 2020, após alguns contratempos e atrasos em virtude da pandemia.

E a produção teria um final um pouco diferente daquele apresentado aos fãs nas telinhas. Originalmente, a CW tinha outros planos para encerrar a jornada dos irmãos Winchester, mas o coronavírus acabou comprometendo a proposta inicial.

Com a produção da última temporada sendo interrompida apenas 15 dias antes do início das filmagens do episódio final, os criadores foram forçados a se readequar aos tumultuados protocolos de segurança, o que acabou mudando os rumos do roteiro.

E um usuário do Twitter intitulado Fangasm compartilhou uma arte assinada pelo criador Andrew Dabb, que traz os detalhes do “final que quase aconteceu”.

Confira:

“Dean sempre iria acabar no céu, e nós sempre veríamos a vida de Sam em um fast forward, mas aqueles momentos finais deveriam acontecer em outro lugar.

“Quando Bob Singer e eu nos sentamos para conversar sobre a 15ª temporada e nosso inevitável fim, pensamos em algo que parecia uma versão adequada do paraíso de Sam e Dean: Todas as pessoas que os meninos conheceram ao longo do caminho (ou, pelo menos, aqueles que poderíamos convencer a voar para Vancouver) lotados em um Roadhouse reconstruído, enquanto a banda Kansas tocava nossa música tema (oficial não oficial): ‘Carry on Wayward Son.’

E quando voltamos a trabalhar em agosto, colocar tantas pessoas em um espaço fechado e até mesmo viajar alguns de nossos favoritos atores de Los Angeles e colocá-los em quarentena por duas semanas para o que seria meio dia de trabalho, simplesmente não era realista. Mesmo a banda Kansas, sempre disposta, não sentia que poderia fazer aquela viagem, o que nós entendíamos perfeitamente.

E então aquele final de Supernatural…chegou ao fim. Eu amo o que temos agora, Dean no carro em uma estrada aberta, mas tenho que admitir que às vezes penso em nossa ideia original – todos os amigos e familiares de Sam e Dean, e uma das maiores bandas de rock de todos os tempos em uma obra-prima de um set, e sinto falta disso…mesmo que nunca tenha realmente existido.

Eu sinto falta do que poderia ter sido”.

Confira uma imagem do box com todas as temporadas:

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

Crítica | The Fabelmans: Cinebiografia de Steven Spielberg é o filme mais emocionante e intimista de sua carreira

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2022

Apenas cinco minutos de O Maior Espetáculo da Terra foram suficientes para nos trazer uma coletânea de décadas contemplando a criatividade de Steven Spielberg. O clássico de 1952 foi o primeiro filme assistido pelo amado cineasta, em uma época onde o fascínio pelo cinema estava em seus estágios iniciais. E a cena de colisão entre um carro e um trem se tornou aquele breve hiato no tempo onde tudo se transforma. Apavorado pela imensidão daquela tomada do longa de Cecil B. DeMille, o jovem Spielberg decidiu recriá-la. Com a ajuda de uma câmera 8mm, o pequeno garoto fazia o seu primeiro curta – uma repetição meticulosa do instante em que o medo gerado em uma sala de cinema se tornou sua maior história de amor.

The Fabelmans (co-escrito com Tony Kushner) é certamente o filme mais aguardado da carreira do prolífico cineasta. A cinebiografia de sua própria vida, o longa é a inebriante e fascinante história dos Spielberg, trazida pelo sobrenome fictício Fabelman. Uma família judia inventiva, divertida e bastante peculiar, o pequeno grande clã é marcado pela inteligência e brilhantismo do pai do diretor, sua mãe nascida de um conto de fadas e suas três irmãs tão únicas e criativas. Cercado por um ambiente familiar pouco ortodoxo, mas regado por tradições, Steven foi o narrador onisciente de sua própria casa. Em seu mais novo filme, ele toma a mão de Sammy – seu alter ego vivido por Gabriel LaBelle – e convida a audiência para uma aventura em um álbum de fotografias vivas, que ganham cor, profundidade e beleza diante dos nossos olhos.

Uma catarse profunda sobre sua própria história como um adolescente judeu que cresceu sob o escrutínio da xenofobia e do racismo, The Fabelmans é quase documental de tão meticuloso em termos de apuração de fatos. Determinado a se ater às suas memórias genuínas, Spielberg percorre os caminhos mais escondidos de sua mente e traz às telonas toda sua formação – a partir do seu primeiro contato com o cinema -, no instante em que foi convencido por seus pais a assistir O Maior Espetáculo da Terra. Desde então, sua relação com a sétima arte só se desabrochou, se transformando em uma jornada de pequenos filmes sempre gravados com a participação de suas irmãs mais novas. Mas em meio ao vigor de um lar sempre festivo e alegre, também havia um casamento frágil, marcado pela extrema ascensão profissional de um pai de família que contribuiu diretamente para o surgimento da era tecnológica ao redor do mundo.

Dentro dessa catarse metalinguística, Paul Dano, Michelle Williams e Seth Rogen assumem novas feições e honram a memória dos pais e tio de Spielberg com delicadeza, respeito e cuidado. Transcrevendo para as telonas três das figuras mais importantes da formação pessoal e profissional do diretor, o trio de protagonistas assume a árdua missão de eternizar uma história de amor familiar e o fazem com maestria e sensibilidade – tornando a vida de Spielberg ainda mais próxima de cada um de nós cinéfilo. Com a trajetória da família sempre sendo contada pela ótica de Sammy (Spielberg), o filho mais velho, percebemos a realidade a partir de sua própria visão, seus medos, anseios, sua delicada relação com sua mãe e sua dificuldade de identificação com seu pai. E ao longo de mais de duras horas de filme, mais de 70 anos são lindamente abreviados para o público, nos levando a uma espiral emotiva de auto descoberta, cura, e amor familiar.

E à medida que Sammy cresce e amadurece, sua relação com o cinema também se transforma. Vemos sua família e seus dilemas pessoais mudarem ao longo dos anos, conforme contemplamos uma direção precisa e simbólica, que nos remete ao formato technicolor e ao mesmo padrão de direção adotado por Spielberg no remake de Amor, Sublime Amor. Sob uma estética sessentista bem plástica e vibrante, figurinos e design de produção ganham vida diante da tela, salientando cada precioso detalhe da produção técnica de The Fabelmans. Apaixonante e inspiradora, a produção é uma catarse intimista para o cineasta. Colocando-se em uma posição de fragilidade extrema, ele se despe diante do público para mostrar as rachaduras de sua família, em contraste com as apaixonantes e quase cinematográficas memórias que ele coleciona ao lado dos seus pais e irmãs.

Profundamente emocionante, o longa é uma aventura entre o drama e a comédia e convida a audiência para uma das experiências mais honestas e cruas das últimas décadas. Lindamente dirigido, o filme traz uma estética diretorial belíssima, que emana a Hollywood dos anos 60 sob uma trilha sonora original performática e teatral. Uma carta de amor à sua própria família e ao cinema, The Fabelmans é a obra mais intimista de Steven Spielberg e uma das mais difíceis de ser feita, tamanha a proximidade do diretor com a história. Com um elenco excepcional e uma visão otimista e inspiradora sobre a vida e os sonhos mais profundos que nutrimos no íntimo das nossas almas, o filme é a consumação máxima do diretor, que aos 75 anos nos lembra uma vez mais do quanto precisamos de cada um dos seus filmes para continuarmos alimentando os nossos próprios sonhos de infância.

Crítica | Sintonia – 3ª Temporada introduz luta política à trindade funk, crime e fé

Na quebrada, antes de puxar o gatilho ou atirar uma pedra, as tensões são discutidas numa roda entre os “chefes” da comunidade. Dali sai o veredito do caso: perdão, reparação ou morte. Lançada em 2019 por Konrad Dantas (a.k.a Kondizilla), Felipe Braga e Guilherme Quintella, Sintonia, desde a primeira temporada, constrói uma intensa montagem e suspense a partir dessas rodas entre oponentes. A terceira temporada volta no ritmo das outras e inclui um novo tema: política. Assim, o enredo adiciona pimenta nas vidas agitadas dos amigos Doni (Jottapê Carvalho), Rita (Bruna Mascarenhas) e Nando (Christian Malheiros).

Os atores estão bem mais à vontade nos personagens e os “moleques” da Vila Áurea giram novas engrenagens. Em uma virada de rota, o primeiro episódio já começa com o relacionamento apaixonado e consolidado de Rita e Cleyton, o Formigão (MC M10). Após sua conversão ao evangelho de Cristo e o abandono da vida do crime, o jovem reencontra igualmente o caminho aos braços da jovem serva do Senhor. 

Para a moça, o filho do pastor Levi (Bruno Gadiol) é carta virada, mas não engolida. Seus laços com a comunidade e seus passos em direção à cúpula da igreja começam a incomodar a direção da “casa de Deus”. Seu desafio é disputar com outro membro da congregação a vaga evangélica às eleições de vereador(a) da cidade de São Paulo. Em outro dilema, como anunciado no último episódio da temporada anterior, Nando é agora um traficante conhecido nacionalmente e líder de organização criminosa procurado. 

Com uma carreira política à frente e uma de cantor em busca de consolidação, Rita e Doni se afastaram de Nando? Pelo contrário, o seriado reforça mais os laços entre os amigos de infância, porém todos vivem com cuidados redobrados. O final do primeiro episódio é marcado por uma surpresa na história. Um dos personagens chega perto de acertar suas contas com a justiça, mas como Sintonia busca realidade, o estado é representado por servidores inescrupulosos.

Nesta temporada, os roteiristas buscam mostrar como os jovens lidam com poder, dinheiro e paz de espírito. Se o dinheiro entra, o poder chega e a paz sai pela janela. Doni, de um rapaz sonhador e talentoso, tornou-se um boyzinho preguiçoso, mandão e abusado. A cena inicial é a sua caminhada pelas ruas de Paris, após o hit de parceria com MC Kevinho e Alok estourar e fazer uma turnê pela Europa. O namoro com Tally (Gabriela Mag) segue aos trancos e barrancos e os entorpecentes entram em cena. 

Sintonia não tem receio de colocar seus personagens em situações indigestas ao público, portanto, a empatia criada desde o início nos prende à história dos três amigos da periferia paulistana. Nesta temporada é mais evidente a falta de conselhos que os jovens carecem para construir um bom caminho e fazer melhores escolhas. 

A mãe de Doni é mais ausente depois da morte do marido e o sucesso do filho. Nando sempre teve que ser o chefe da casa desde os dez anos. Os seus “conselheiros”, na verdade, aproveitaram do seu abandono ao estenderem alguns dedos. Já Rita perdeu a mãe, foi rejeitada pelo pai e sua madrinha Sueli (Fernanda Viacava) lhe diz para orar a fim de encontrar respostas. Diversas vezes entre os seis novos episódios, a jovem diz que Deus não a responde. Em dilema entre a fé submissa aos dogmas da igreja e a sua verdadeira personalidade, Rita faz uma escolha política e madura. 

Depois de muito vacilar, Doni busca encontrar o caminho do perdão e da humildade perdida entre views do YouTube. Vale dizer que o personagem de Tally dá uma guinada, de uma influencer bonitinha a uma verdadeira rocha de suporte de Doni. O relacionamento dos dois se assemelha a diversos namoros entre influencers da mídia brasileira, com traições, polêmicas e notas de esclarecimento via Instagram

As redes sociais, aliás já presente anteriormente, mostram como as vozes da periferia começam a fazer eco na sociedade através da ferramenta, por exemplo, tem participação da YouTuber Foquinha e menção a Whindersson Nunes. As músicas, infelizmente, ficam em segundo plano desta vez. O seriado realiza apenas dois lançamentos, um da Mc Luzi (Fanieh): Respeita a mãe, e um “plágio” sertanejo de Doni: Foi no Piseiro. O personagem compôs ainda uma baladinha de desculpa para a namorada: No silêncio da noite

Além de Paris, a produção da série cruza a fronteira do Brasil-Paraguai, onde Nando começa a fazer “carreira internacional”. Ao seu lado, depois de dez anos preso e de diversas conversas por celular, Badá (Sandrão RZO) reaparece na comunidade. Após o nascimento do segundo filho, as tentativas de Nando de fazer um “último trabalho” para sair do crime o fazem perder diversas coisas, pessoas e a si mesmo. 

O enredo peca, às vezes, por romancear as escolhas da vida em comunidade, mas ao mesmo tempo é um roteiro que permite dar camadas e mais camadas a personagens que são meramente estampados nos jornais e julgados pelas outras classes sociais: é o funkeiro, o traficante, a beata da política. Trazer essas figuras subjugadas como protagonistas de um seriado é transmitir entendimento sobre vivências e dar um olhar mais empático ao cotidiano das nossas periferias.

Por essa e outras, entre erros e acertos, a série Sintonia continua dinâmica, interessante e potente. O episódio final é um conflito de guerra sem solução fácil. Espero, portanto, a quarta temporada e, acredito, a conclusão da trajetória desse trio.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Arte traz novo vilão misterioso; Confira!

Vingadores: Guerra Infinita‘ ganhou algumas novas artes promocionais, sendo que uma delas tem um detalhe curioso: a presença de um vilão, até então, desconhecido. Muitos especulam que seja um possível membro dos exércitos de Thanos. Confira:

O novo personagem é apresentado junto com os membros da Ordem Negra, porém não se parece com nenhum dos membros conhecidos, indicando que possa ser algum líder de campo de Thanos. O que acham?

Boatos recentes revelam que o segundo trailer completo de Vingadores: Guerra Infinita deve ser lançado no próximo dia 27. Os atores Paul Bettany e Karen Gillan estarão no programa Good Morning America, o mesmo que revelou o primeiro trailer.

Só nos resta aguardar. Fiquem de olho no CinePOP para novidades!

Enquanto isso, confira uma prévia do filme:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

EXCLUSIVO: Henry Cavill fala sobre o ‘Missão Impossível 6’ e o dia em que ‘morreu’

O CinePOP foi até Las Vegas para entrevistar o astro de ‘Missão Impossível: Efeito Fallout’, Henry Cavill, que nos contou detalhes sobre a produção.

Na entrevista, Cavill comenta sobre o acidente de Tom Cruise durante as filmagens, revela planos para Missão: Impossível 7 e ainda fala sobre o dia que a internet o “matou”.

Assista as entrevistas:

O filme já está em exibição nos cinemas.

Confira nossa crítica: Missão Impossível: Efeito Fallout – Tom Cruise em sua MELHOR missão!

 

Dica | Vencedores de ‘Melhor Filme’ do Oscar para assistir no HBO Max

Este domingo trará o mais novo vencedor da categoria mais desejada do Oscar: Melhor filme. Avatar: O Caminho da Água, Elvis, Entre Mulheres, Nada de Novo no Front, Os Banshees de Inisherin, Os Fabelmans, Tár, Top Gun: Maverick, Triângulo da Tristeza e Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo duelam entre si para saber quem passará a eternidade ostentando o título de “Vencedor do Oscar de Melhor Filme”. Mas você lembra dos últimos vencedores? Pensando nisso, o CinePOP escolheu cinco vencedores de Melhor Filme que estão disponíveis no catálogo do HBO Max para você assistir. Confira!

No Ritmo do Coração

Eleito melhor filme na edição do ano passado, No Ritmo do Coração é uma história simples, mas bem executada sobre uma jovem vinda de uma família em que todos são surdos, menos ela. Então, como a menina consegue ouvir e falar bem, acaba sendo uma intérprete para os negócios de pesca da família. No entanto, ela sonha em trabalhar com música, o que pode ser uma grande frustração para os pais. Agora, com o fim da escola se aproximando, ela precisará escolher entre seguir seus sonhos ou continuar com seus familiares em uma vida frustrante.

Moonlight: Sob a Luz do Luar

Marcado pela confusão que premiou por alguns minutos La La Land: Cantando Estações como Melhor Filme de 2016, Moonlight: Sob a Luz do Luar é um drama muito sensível sobre a vida de Chiron, um rapaz com uma vida caótica. Para abordar a compreensão de sua sexualidade e como os abusos que sofreu influenciaram na  busca pela própria identidade do rapaz, o filme acompanha três etapas diferentes de sua jornada. É uma obra necessária para os dias atuais e que conta com um trabalho fantástico de elenco.

Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

Famoso por trazer novamente à tona a carreira de Michael Keaton, Birdman conta a história de um ator em decadência que fez muito sucesso no passado ao interpretar um famoso super-herói nos cinemas. O problema é que esse papel marcou sua carreira e ele nunca foi além disso. Agora, atormentado pela própria frustração, ele tenta emplacar um novo sucesso com uma peça na Broadway, só que absolutamente tudo nos bastidores do projeto se torna um verdadeiro caos.

O Artista

Grande vencedor de 2011, O Artista é um filme homenagem muito ousado que trouxe de volta os tempos gloriosos do cinema mudo em uma produção de tom cômico e sem falas em pleno século XXI. Ambientado entre 1927 e 1932, em Hollywood, o longa acompanha a época da transição do cinema mudo para o cinema falado pela ótica de um ator em queda do cinema mudo e sua relação com uma atriz em ascensão do cinema falado. É um filme bastante diferente que certamente encanta o coração de qualquer fã da Sétima Arte.

O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei

Ok, essa indicação será “três em uma”, porque o HBO Max incluiu em seu catálogo não apenas O Retorno do Rei, mas toda a trilogia O Senhor dos Anéis com suas versões estendidas. E se tem uma coisa que os fãs da obra de Tolkien precisam assistir são as versões estendidas dessa saga fantástica. Bem, O Retorno do Rei foi um verdadeiro papa-títulos no Oscar e concluiu a saga do Um Anel com uma das mais memoráveis batalhas da história do cinema.

A cerimônia do Oscar acontece neste domingo (12) e terá transmissão pelo HBO Max.

DELICIOSA! Primeira novela de comédia romântica da Netflix surpreende e se torna a MAIS VISTA do streaming

Nós, brasileiros, a-do-ra-mos uma novela. São gerações e gerações que cresceram vendo e ouvindo novelas, fosse nas rádios, fosse na TV aberta. Gostamos daquelas mais dramatizadas, com personagens sofrendo ao ponto de fazer a cidade (ou o país) inteiro parar pra ver o que está acontecendo, mas também gostamos – e muito! – daquelas mais pastelão, com atuações teatrais e histórias tão clichês, mas tão clichês, que parecem ser as mesmas sempre. Nesse último quesito, os maiores destaques foram as clássicas novelas mexicanas, que, entre os anos 1980 e 2000, encantaram os espectadores brasileiros com protagonistas mulheres fortes e vingativas. E como ainda somos bastante fãs desse tipo de entretenimento, não é à toa que produções similares façam sucesso hoje em dia, como tem ocorrido com ‘Até Que o Dinheiro nos Separe, novela colombiana que desde sua estreia figura no Top 10 de séries da Netflix.

Alejandra Maldonado (Carmen Villalobos) é uma mulher de negócios extremamente bem-sucedida. Gerente de vendas de uma empresa de automóveis, sua vida é trabalhar, trabalhar e trabalhar, pois quanto mais vende, mais comissão ganha, e, consequentemente, consegue manter seu padrão de vida luxuoso. Razão pela qual ela encoraja sua equipe a vender cada vez mais. Como está prestes a se casar com Luciano Velenzuela (Gregorio Pernía), Alejandra, que nunca teve um negócio mal feito, aposta todas as suas fichas na venda de 20 caminhões para uma companhia, fechando um grande negócio para sua firma. Porém, a caminho da assinatura do termo de compromisso, ela sofre um acidente ao bater seu carro com o de Rafael (Sebastian Martínez), um endividado vendedor de artigos falsos e de procedência duvidosa, que, mesmo precisando fazer uma entrega de bebidas a um amigo para receber uma grana para pagar a mensalidade da faculdade da irmã, Mileninha (Stephania Duque), deixa tudo de lado para salvar a vida de Alejandra e levá-la ao hospital. Porém, para não admitir a culpa do acidente, Rafael finge ser marido da vítima, e a confusão está armada quando Luciano, o verdadeiro noivo da moça, aparece no hospital.

Dividido em 85 episódios com cerca de uma hora de duração (o que daria, na prática, uma novela de quatro meses e meio de duração mais ou menos), ‘Até Que o Dinheiro nos Separe’ mistura personagens e núcleos bem caricatos para construir o embate entre universo rico versus universo pobre, e mostrar o que há de bom em cada um deles de modo a levar os protagonistas para fora de suas bolhas. Se por um lado Rafael tem um quê de Lin-Manuel Miranda em ‘Em Um Bairro em Nova York’ (o simpático vendedor amigo de todos), bastante comum nos núcleos populares das novelas globais, por outro temos a Alejandra meio Elon Musk, com olhos focados no dinheiro mas, no fundo, uma boba inocente crente no amor. Da química entre os dois é que sai as melhores sacadas do roteiro de Andrés Burgo.

Ainda que demore a engrenar, a novelinha de comédia romântica tem seus pontos altos e garante boas gargalhadas para quem apenas quer ver algo leve e se entreter depois de um dia pesado de trabalho ou de estudos. Tipo de programa pra ir vendo aos poucos, sem necessidade de maratonar, que propõe diversão com chuva de clichês, às quais crescemos acostumados a consumir nos horários nobre da TV.

Chegou a hora dos super-heróis abertamente LGBTQ serem vistos nos cinemas

Sabemos que sempre que o assunto sobre qualquer tipo de representatividade entra em cena, ele vem acompanhado de muitas críticas, muito haterismo e de muita gente falando coisas como “este mundo tá chato demais”, “é muito mimimi”, etc. Mas todo mundo com um pouquinho de empatia e com capacidade para se colocar no lugar do outro pôde perceber o impacto de Pantera Negra com o público negro ou de Mulher-Maravilha e, mais recentemente, Capitã Marvel dentre as mulheres.

Representatividade é muito mais que mimimi. É sobre se ver em cena, sobre poder apreciar através do seu semelhante a sensação de empoderamento e lugar de fala. E nada melhor para tratar de empoderamento do que um filme de super-herói/super-heroína, não é mesmo?

Embora seja notório que ainda há muito a se evoluir na representatividade feminina e afrodescendente nos longas de heróis, há uma comunidade que ainda busca um avanço mais significativo no gênero. Trata-se, é claro, da representação LGBTQ. Nem no Universo Cinematográfico da Marvel, nem no da DC, tivemos a oportunidade de conferir um super-herói gay, bissexual ou trans. E chegou a hora de mudar isso.

É importante destacar que neste contexto, enquanto o cinema ainda tem muito a caminhar, as séries de TV têm brilhado consideravelmente. Especialmente as da DC, exibidas principalmente pela CW (Warner, no Brasil). Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow contam não apenas com personagens não-heteronormativos, mas com heróis. Supergirl, inclusive, na atual temporada introduziu uma super-heroína trans, interpretada por uma atriz trans (Nicole Maines). Ainda no chamado Arrowverse, o canal foi atrás de uma atriz lésbica para viver a Batwoman (Ruby Rose). A maioria dos personagens são bem desenvolvidos e o tema é sempre inserido de forma natural. O mesmo acontece nas séries da Marvel, como Agents of S.H.I.E.L.D. e Runaways.

Antes que alguém venha apontar para a monumental distância de qualidade entre as séries-farofa da CW e os universos cinematográficos, o que fica é que o público apaixonado por quadrinhos e super-heróis está sim aberto a lidar com a diversidade em cena, falta apenas um pouco mais de coragem dos estúdios. Nas HQs, por exemplo, os fãs também já se acostumaram com personagens da comunidade LGBTQ. O Flautista (DC) e o Estrela Polar (Marvel) foram marcos de representação lá no início dos anos 90. Lembrando que até 1989, havia uma proibição expressa da CCA (Comics Code Authority) sobre a presença de personagens gays nos quadrinhos dos Estados Unidos.

Já passou da hora de Hollywood investir em heróis gays, trans ou bisexuais. E, aqui, é importante reforçar que a representação precisa ser aberta, clara e transparente. Não dá mais para, em pleno 2019, ficarmos lidando com este tipo de “homosexialidade Dumbledore”. Ou seja, aquela que a autora fala que existe, mas que não é vista em cena em momento algum. Na Marvel, tivemos recentemente o caso da Valkyrie em Thor: Ragnarok. Tessa Thompson chegou a revelar que interpretou a personagem como bissexual, mas nada que sugira isso apareceu na tela no corte final. Uma cena de Valkyrie na cama com outra mulher chegou a ser rodada, mas ficou de fora do filme. Outro longa que cortou uma cena de conotação LGBTQ foi Pantera Negra. Uma sequência que trazia um flerte entre Ayo (Florence Kasumba) e Okoye (Danai Gurira), ambas integrantes da guarda de Wakanda, chegou a ser exibida para a imprensa, mas tampouco sobreviveu ao último corte.

Antenado com o momento, e cheio de dinheiro com os sucessos de Pantera Negra (US$ 1,3 bilhão nas bilheterias mundiais) e Capitã Marvel (US$ 1,1 bilhão e contando), o todo-poderoso da Marvel Studios Kevin Feige, em entrevista recente, revelou que é questão de tempo para um super-herói LGBTQ chegar às telonas. No mesmo sentido, Victoria Alonzo, chefe de produção da Marvel, destacou que “o mundo está pronto” para que isso ocorra, e reforçou: “Todo nosso sucesso é baseado em pessoas que são incrivelmente diferentes. Por que gostaríamos de ser reconhecidos por apenas um tipo de pessoa? Nossa audiência é global, diversa e inclusiva.”

Além da importância de dar voz para uma significativa parte de seus fãs, a Disney/Marvel deve pensar até mesmo no conforto de seu sucesso. Explico: seus filmes têm sido praticamente à prova de crítica e Capitã Marvel está aí para provar que a companhia fez um universo tão consolidado que sobrevive também aos haters espalhados pelo mundo. Um herói LGBTQ renderia ataques, é verdade. Talvez o filme fosse proibido em alguns países ultraconservadores. Mas nada capaz de abalar o estúdio. Diante disso, há quase uma responsabilidade em ousar, em buscar o diferente. Quanto aos haters, eles estarão presentes nas redes, e até mesmo nas salas de cinema. Ou você acha que vão deixar de assistir a Vingadores: Ultimato por causa de Carol Denvers?

Dentre os mais conservadores, há sempre o argumento de que personagens LGBTQs podem influenciar jovens e crianças, o que não faz o menor sentido. Gays, lésbicas, bis e companhia passaram a vida toda assistindo a personagens e relacionamentos héteros no cinema (na TV, nas revistas, na família e na igreja) e isso não fez com que mudassem suas orientações.

A diversidade está presente em nossa sociedade, e cabe ao cinema reproduzir isso. A falta de heróis da comunidade LGBTQ não fará jamais uma pessoa mudar sua sexualidade, mas afetará sim sua sensação de ser representada. Em se tratando de minorias que são constantemente vítimas de violência, preconceito e intolerância, é papel da arte lhes dar lugar de fala. Seja na Marvel, seja na DC, o cinema precisa de um super-herói LGBTQ. E logo.