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‘O Juiz’: Aclamado drama com Robert Downey Jr. será RETIRADO da Netflix em breve

O aclamado drama ‘O Juiz‘, estrelado por Robert Downey Jr. e Robert Duvall, será removido da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no próximo dia 1º de dezembro.

Na trama, o advogado de muito sucesso, Hank Palmer (Robert Downey Jr.), volta à cidade em que cresceu para o velório de sua mãe, que há muito não via. É recebido de forma hostil pela família e resolve ficar um pouco mais quando seu pai, veterano juiz, é apontado pela polícia como responsável pela morte de um homem que condenou há vinte anos. Mesmo não se entendendo com o pai, Hank debruça-se sobre o caso, mas os dois não conseguem conviver amigavelmente e a possibilidade de condenação aumenta a cada revelação.

Vera Farmiga, Billy Bob Thornton, Vincent D’Onofrio, Jeremy Strong e Leighton Meester também estrelam.

David Dobkin assina a direção.

Assista ao trailer:

Trailer de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ será exibido exclusivamente nos cinemas antes de ‘Quarteto Fantástico’

O aguardado primeiro trailer de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘, novo capítulo da saga de James Cameron, será exibido exclusivamente nos cinemas — e apenas antes das sessões de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘, novo filme do Universo Cinematográfico da Marvel.

O anúncio foi feito pelo perfil oficial da franquia ‘Avatar’ no X (antigo Twitter), confirmando que o público que for às salas neste fim de semana para assistir à estreia da equipe Marvel será o primeiro a conferir as imagens inéditas do terceiro filme da franquia sci-fi.

O trailer foi apresentado anteriormente com exclusividade aos participantes da CinemaCon, em abril. As cenas levam o público de volta à exuberante Pandora e apresentam dois novos clãs Na’vi: os Wind Traders, que cruzam os céus com veículos parecidos com balões de ar quente, e os Fire People, seus rivais, que montam criaturas voadoras flamejantes. O confronto entre as tribos ganha tom trágico quando um Na’vi é atingido por uma flecha em chamas.

Em um dos trechos mais intensos do trailer, Jake Sully (Sam Worthington) diz à esposa Neytiri (Zoe Saldaña): “Nós não podemos viver assim, meu amor. Não podemos viver com esse ódio.”

A nova trama retoma os acontecimentos de ‘Avatar: O Caminho da Água‘, que mostrou Jake e sua família unindo forças com os Metkayina — o clã aquático de Pandora — para enfrentar a opressiva RDA (Recursos de Desenvolvimento da Administração). Em ‘Fogo e Cinzas‘, a ameaça vem dos Ash People, grupo que rompeu com a cultura tradicional dos Na’vi e abandonou sua conexão com a natureza.

Nós assistimos 10 minutos do filme e trouxemos a descrição aqui. 

Avatar: Fogo e Cinzas‘ estreia no dia 11 de Dezembro de 2025. As sequências seguintes, ‘Avatar 4‘ e ‘Avatar 5‘, estão programadas para 21 de dezembro de 2029 e 19 de dezembro de 2031, respectivamente.

Lembrando que ‘Avatar 3 mostrará como nova a tribo habita um território devastado por erupções vulcânicas, o que faz com que o Povo das Cinzas tenha características diferentes de outros Na’vi.

“Eles foram destruídos por erupções vulcânicas, então se ressentem da natureza e de tudo o que os Na’vi da floresta pregam”, afirmou James Cameron

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‘It: A Coisa’: Bill Skarsgard revela que teve pesadelos com Pennywise depois do filme

Parece que Pennywise está dando pesadelos até mesmo ao elenco de It: A Coisa, pelo menos é o que conta o ator Bill Skarsgard, que deu vida ao palhaço.

Ao Entertainment Weekly, o ator comentou que teve sonhos bem vívidos após fazer o filme:

“Estava em casa, após ter terminado de fazer o filme, e comecei a ter sonhos muito estranhos e vívidos com Pennywise. Toda noite vinha me visitar. Era na forma dele ou eu lidando com ele, meio que Pennywise como uma entidade separada de mim, e então também eu como Pennywise em circunstâncias que realmente não gostei”

O ator também conta que se sentiu aliviado quando as filmagens acabaram:

“Foi uma mudança muito drástica de simplesmente me sentir melhor, tipo, ‘Meu Deus, estou aliviado que não preciso lidar com as trevas do personagem por um tempo.’ Levei isso como um exorcismo, ele saindo do meu corpo e me livrando das toxinas Pennywise

Equanto as filmagens da Parte 2 não começam, ‘It: A Coisa’ chegou em Blu-ray nos EUA e o Joblo criou um vídeo com as cenas mais assustadoras do filme. Confira:

Além disso, o final alternativo foi divulgado na internet, e mostra Bill e sua família indo embora de Derry após a morte do seu irmão. À medida que o carro se afasta, a câmera se direciona para o bueiro por onde Georgie foi levado. A chuva começa a cair no asfalto, dando a sensação de continuidade.

Assista (à partir do minuto 1:45):

[SPOILER] ‘It – A Coisa’ | Conheça o destino dos personagens na fase adulta 

It: A Coisa se tornou a maior bilheteria de todos os tempos para um filme de terror, e a Warner Bros. oficializou o Capítulo 2. A sequência teve sua estreia marcada para o dia 6 de setembro de 2019!

Andy Muschietti explicou o seguinte sobre a versão adulta de Mike Hanlon em ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘:

“Minha ideia para Mike no segundo filme é bastante sombria com relação ao livro. Eu quero fazer de seu personagem o único que reunirá todos os outros personagens de volta. Mas como ele foi o único que permaneceu em Derry, haverá consequências. Eu quero que ele seja um viciado em drogas, de verdade. Um bibliotecário tóxico. Quando o segundo filme, ele estará afundado. Ele não será apenas um colecionador de relatos sobre o que Pennywise tem feito em Derry. Ele assumirá o papel de tentar descobrir como derrotá-lo. A única maneira que ele poderá fazer isso é tomar drogas para alterar sua mente.”

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ pode ser dividido em Parte 1 e Parte 2

‘It – A Coisa’ e as Melhores Adaptações de Stephen King

Leia nossa crítica EM TEXTO:

Crítica | It: A Coisa – Drama com toques de terror que diverte mais do que assusta! 

BOMBA! ‘The Batman’ será um reboot e Ben Affleck não deve participar

Segundo novas informações do Deadline, o problemático The Batman acabou de ganhar uma atualização.

O filme, na verdade, funcionará como um reboot para o personagem dentro do Universo da DC e terá um novo ator para interpretar o herói no lugar de Ben Affleck, que deve mesmo não retornar. Além disso, o filme será solo e não também deve ter a participação de outros heróis.

A informação saiu na mesma matéria que confirmou a saída de Geoff Johns do comando criativo da DC Entertainment.

Vale lembrar que nada foi confirmado. Novas informações devem sair em breve.

A produção de ‘The Batman deve começar já em 2019. Durante esse ano, o diretor Matt Reeves terá um pouco mais de tempo para desenvolver o roteiro ao lado de Mark Bomback.

A DC Films já tem outros projetos em desenvolvimento no momento, como Mulher-Maravilha 2’, Flashpoint e o longa solo do Coringa, sem falar nas gravações de Shazam!’, em andamento no momento. Sendo assim, faz sentido o filme do herói ficar para após isso.

Originalmente, o roteiro estava sendo escrito por Ben Affleck e Geoff Johns, porém, Reeves havia descartado e decidiu começar do zero.

O filme passou por diversas reformulações ao longo dos últimos meses. O filme seria estrelado, dirigido e roteirizado por  Ben Affleck (o texto teria a ajuda de Geoff Johns), mas o ator sentiu o peso do trabalho e decidiu se afastar de algumas funções.

Especula-se que o projeto possa chegar aos cinemas em 2020 ou 2021.

‘The Batman’: “Quero encontrar uma forma graciosa e legal de sair”, comenta Ben Affleck; Saiba mais!

Quem foi mais importante nos cinemas: ‘X-Men’ ou ‘Homem-Aranha’?

Quando se fala de super-heróis nos cinemas, é impossível não lembrar de alguns filmes, como Superman: O Filme, X-Men: O Filme e Homem Aranha. Cada um tem sua particularidade e importância, mas parece haver uma discussão eterna entre os fãs da Marvel sobre qual filme foi mais importante para que a empresa se firmasse nos cinemas: X-Men (2000) ou Homem-Aranha (2002).

Os X-Men foram os primeiros heróis “humanizados” nos cinemas.

É sempre bom lembrar que antes de X-Men: O Filme, a Marvel vivia uma maré de azar terrível. Praticamente falida, a Casa das Ideias teve que vender os direitos de adaptação de alguns de seus personagens mais famosos para que a empresa não fechasse de vez. Assim, o Hulk foi para a Universal, o Homem-Aranha foi para a Sony, os X-Men e o Quarteto Fantástico foram para a Fox e por aí vai. Essa divisão fez com que cada personagem ganhasse uma abordagem própria e cada filme lançado se mostrava superior às atrocidades que a Marvel tentara fazer nos cinemas durante os anos 1980 e 1990. Com o sucesso dos X-Men de Bryan Singer, a empresa pôde dar uma respirada e continuar produzindo suas histórias em quadrinhos, inclusive inaugurando a linha Ultimate, que trazia os heróis dos anos 1960 com uma abordagem típica dos anos 2000.

 

O Hulk foi um dos heróis que a Marvel teve que vender para conseguir escapar da falência.

O filme dos X-Men foi precursor dos heróis deixando de ser deuses nos cinemas. Foi a primeira vez que os poderes deixaram de ser bençãos e foram tratados como maldição. Fora das telas, o uso da computação gráfica começava a ganhar força e esse filme ajudou na consolidação dessa ferramenta. Mas ele ainda sofria um problema. Na tentativa de agradar a adultos e crianças, os mutantes acabaram perdendo algumas características dos quadrinhos, como os uniformes coloridos e a profundidade de seus problemas humanos, como o preconceito. Ou seja, era personagens muito interessantes, mas extremamente caricatos e tratados de forma mais superficial.

 

Os heróis passaram a ter problemas humanos, mas não foram tão aprofundados quanto em “Homem-Aranha”.

Mesmo assim, o longa foi um sucesso e ajudou a empurrar a nova aposta da Sony para o ano de 2002: o Homem-Aranha de Sam Raimi. Vendo o que deu certo e o que deu errado no filme dos mutantes, o diretor soube balancear melhor os elementos no filme do cabeça de teia. Indo contra a ideia de ter superastros estrelando o filme, Raimi trouxe Tobey Maguire, um desconhecido no mundo do cinema, para ser o jovem Peter Parker. Além disso, o diretor fez uma adaptação praticamente perfeita da versão Ultimate dos quadrinhos do Homem-Aranha. Tendo esse material base já adaptado à realidade do século XXI, toda a relação do herói com a Nova York da época ficou extremamente mais orgânica. No entanto, seguindo o exemplo de Singer, Raimi fez suas adaptações para o cinema. O Duende Verde, por exemplo, passou a usar uma armadura. Peter não precisou criar lançadores de teias porque ganhou o poder de lançar teias orgânicas nas telonas.

 

Um embate entre a fidelidade às HQs e as mudanças para o cinema.

Outro ponto que Homem-Aranha se beneficiou foi a reação do público aos heróis mais humanizados. Vendo a reação positiva em X-Men: O Filme, Raimi se aprofundou ainda mais na humanização do Aranha, mostrando ele como um adolescente cheio de seus problemas de adolescente, da típica marra adolescente e deu prioridade aos efeitos que a responsabilidade – ou falta dela – teria na vida e comportamento do herói. Essa abordagem extremamente humana elevou o nível de identificação do público já conseguida em X-Men a outro nível. Assim como os efeitos especiais, que não precisavam mais ser “disfarçados” em cenas escuras, permitindo que o Cabeça de Teia se balançasse por Nova York, escalasse paredes e lançasse teias nos inimigos de forma mais crível. Saía o herói que só agia no escuro, entrava o herói disponível 24h por dia.

 

Os efeitos especiais de Homem-Aranha já estavam mais avançados e permitiram um melhor uso dos poderes.

Daí para frente, a tecnologia só evoluiu e os X-Men e o Homem-Aranha travaram belas brigas por bilheteria nos cinemas, cada um com suas respectivas qualidades. É complicado dizer qual foi o mais importante para fazer dos filmes de heróis o que eles são hoje. Enquanto a estrutura narrativa, a humanização e a fidelidade dos uniformes seguem bem mais o padrão de Homem-Aranha, é injusto não citar X-Men: O Filme, do qual o próprio Sam Raimi pôde analisar antes de realizar seus filmes. O correto é dizer que os X-Men caminharam para que o Homem-Aranha pudesse correr. O resultado dessa maratona é a indústria bilionária de heróis nos cinemas que temos hoje.

Disney Confirma 10 SÉRIES de STAR WARS e 3 Filmes da Lucasfilm!

A noite dessa quinta-feira foi agitada com o anúncio da Disney de 10 séries inéditas do universo ‘Star Wars’, além de novos episódios da segunda temporada de ‘The Mandalorian’ e três filmes da produtora Lucasfilm! Vem ver quais são!

Lando

Lando Calrissian está de volta uma vez mais para a alegria dos fãs! Embora não tenha sido confirmado Donald Glover no papel principal (ainda), os fãs poderão curtir o personagem em uma nova série totalmente focada nele. A história está sendo desenvolvida por Justin Simien, criador da série original da NetflixCara Gente Branca’ (Dear White People).

Star Wars Visions’

Star Wars’ ganhará mais uma série animada, composta por dez curtas independentes, desenvolvidos por grandes empresas japonesas de anime, o que proporcionará uma estética diferente ao traço do universo elaborado por George Lucas.

The Acolyte

A série terá como criadora Leslye Headland, responsável pelo sucesso da série ‘Boneca Russa’, da Netflix. ‘The Acolyte promete ser uma série de thriller-mistério, se passará nos últimos dias da Antiga Alta República e mostrará os sombrios segredos do crescimento do poder do lado sombrio da Força.

Ahsoka

A série protagonizada pela querida personagem Ahsoka ocorrerá na mesma linha temporal de ‘O Mandaloriano’. A direção ficará a cargo de Dave Filoni, com produção de Jon Favreau e Rosario Dawson como a ex-jedi Togruta. A logo revela a imagem que são os símbolos “Mundo Entre Mundos”, apresentado ao público na série animada ‘Rebels’.

‘Rangers Of The New Republic’

Outra série que se passará simultaneamente na linha temporal de ‘O Mandaloriano’. A produção ficará por conta de Jon Favreau e Dave Filoni e a trama provavelmente se passará (óbvio!) durante a Nova República.

Obi-Wan Kenobi’

Provavelmente o título mais aguardado do universo Star Wars. Após a confirmação na D23 da volta de Ewan McGregor como Obi-Wan, nesta noite foi confirmado o retorno de Hayden Christensen como Darth Vader! E a gente não está sabendo lidar com essa informação valiosíssima! :O  A série se passará dez anos após os eventos de ‘A Vingança dos Sith, e traz Deborah Chow na direção, que já dirigiu alguns episódios de ‘O Mandaloriano’.

Andor

Andor’ trará novamente Diego Luna no papel de Cassian Andor, o protagonista de ‘Rogue One, e abordará a vida desse guerreiro antes da rebelião. Outros nomes confirmados incluem Stellan Skarsgard, Adria Arjona, Fiona Shaw, Denise Gough, Kyle Soller, e Genevieve O’Reilly como Mon Mothma. A produção teve início no final de novembro, em Londres, e a previsão de estreia na Disney+ é 2022.

The Bad Batch

Voltamos a nos encontrar com os clones únicos do ‘The Bad Batch’. Na nova série, os fãs verão como a Galáxia se desenvolveu após o fim das Guerras Clônicas e início do Império Galáctico. O Bad Batch foi introduzido na 7ª (e última) temporada de ‘The Clone Wars e são clones diferentes do resto do exército, cada um com uma característica particular.

‘A Droid Story’

A Disney não é boba e sabe produzir entretenimento que venda bonecos. Por isso, vem aí uma série animada elaborada pela Lucasfilm Animation e o time de efeitos visuais da ILM, que contará a história de um novo herói ainda desconhecido, que será guiado pela dupla de droids queridinhos dos fãs C-3PO e R2-D2.

Star Wars Rogue Squadron’

Este será o próximo longa-metragem do universo de Star Wars e terá como diretora ninguém menos que Patty Jenkins, responsável pelos novos filmes da ‘Mulher-Maravilha’. A história introduzirá uma nova geração de pilotos estelares e contará a história de como eles irão conseguir suas “asas”. Patty Jenkins é filha de um piloto de caça F4 e se diz bastante animada pela oportunidade de fazer um filme de Star Wars sobre pilotos. A previsão de lançamento do filme na plataforma é dezembro de 2023.

Filme de Taika Waititi

A Disney também anunciou estar desenvolvendo um novo filme de Star Wars, dirigido pelo diretor vencedor do Oscar, Taika Waititi (‘Jojo Rabbit’), ainda sem título definido. Porém, segundo as palavras de Kathleen Kennedy, será algo “novo, inesperado e único”. Tomara!

A produtora Lucasfilm anunciou, ainda, o desenvolvimento de novas versões dos filmes ‘Willow – Na Terra da Magia’, ‘Indiana Jones’ (com Harrison Ford novamente no papel principal) e o misterioso ‘Children of Blood and Bone‘.

‘Os Miseráveis’: Anne Hathaway comenta sobre traumas da interpretação que lhe rendeu o Oscar

A atriz Anne Hathaway conseguiu seu primeiro Oscar por conta de sua interpretação como Fantine em ‘Os Miseráveis‘ de 2012.

Ainda que anos tenham se passado, a atriz resolveu falar agora sobre os desafios traumáticos que encarou para entrar no papel em entrevista à People:

“Eu perdi uma quantidade perigosa de peso em duas semanas. Eu não sabia nada sobre nutrição. Eu me aproveitei de meu corpo e meu cérebro carregou as consequências por um tempo. Eu realmente me sentia muito ansiosa e desorientada grande parte do tempo. A perda de peso não foi uma coisa boa para a minha saúde em longo prazo, e demorei muito para voltar ao normal. Eu eu fiquei muito doente por causa disso.”

Agora, a nova adaptação do clássico romance é a minissérie de ‘Os Miseráveis’ desenvolvida pela BBC em parceria com a PBS, ganhou o seu primeiro e emocionante trailer.

A produção conta com David Oyelowo, Dominic West e Lily Collins como protagonistas.

Assista:

Na trama, que não seguirá os moldes dos musicais – como em suas adaptações anteriores -, West viverá Jean Valjean, um homem atormentado por seu passado. Oyelowo será o Inspetor Javert e Collins interpretará a jovem Fantine.

Ambientado na França do século 19, ‘Os Miseráveis‘ conta uma envolvente história de sonhos destruídos e amor não correspondido, paixão, sacrifício e redenção — um eterno testamento da sobrevivência do espírito humano. O ex-prisioneiro Jean Valjean é caçado durante décadas pelo implacável policial Javert, depois de violar a liberdade condicional. Quando Valjean aceita cuidar de Cosette, filhinha da operária Fantine, suas vidas mudam para sempre.

Os Miseráveis‘, de Victor Hgo, foi adaptado dezenas de vezes para as telas. Em 1998, Bille August dirigiu um filme estrelado por Liam Neeson, Geoffrey Rush, Uma Thurman e Claire Danes.

A mais recente foi estrelada por Hugh Jackman, Anne Hathaway e Russell Crowe em 2012, e rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Hathaway.

A minissérie estreia em 2019.

Diretor de ‘No Embalo do Amor’ vai trabalhar em série derivada de ‘Star Wars’

Segundo o site DiscussingFilmRick Famuyiwa está em negociações para encabeçar alguns episódios da mais nova série Disney+, que gira em torno do personagem Cassian Andor (‘Rogue One: Uma História Star Wars).

Famuyiwa é conhecido por seu trabalho nas obras ‘No Embalo do Amor’Dope, e já entrou para o panteão Star Wars como responsável pela direção de um dos capítulos de ‘O Mandaloriano’. As informações também indicam que ele retornaria para a segunda temporada.

Dentre os outros nomes da equipe, está Kieran Belshaw, artista conceitual de ‘Game of Thrones, que compartilhou que está trabalhando numa nova série de TV em seu Twitter oficial:

Belshaw eventualmente excluiu a publicação do perfil, mas os fãs estão seguros de que a série tem relação com Cassian Andor, já que a produção foi confirmada em abril, durante a Star Wars Celebration.

“Voltar ao universo de ‘Star Wars‘ é muito especial para mim”, expressou Diego Luna, intérprete do soldado rebelde, após o anúncio da série. “Tenho tantas lembranças do grande trabalho que fizemos juntos e das relações que fiz ao longo da jornada. Temos uma aventura fantástica pela frente e esse novo formato nos dará a chance de explorar mais profundamente esse personagem.”

Além de Diego Luna, Alan Tudyk confirmou que também voltaria à saga reprisando seu papel como K-2SO.

Diego Luna é uma das minhas pessoas favoritas no planeta. Eu sei o que eles estão fazendo, e é muito emocionante. Nós conversamos sobre isso.”, disse Tudyk ao Comic Book. “É um prelúdio. Eu amo esses caras, eu amo.”

A série será lançada na Disney+ e estreia somente em 2021.

‘The Great Machine’: Oscar Isaac vai estrelar e produzir adaptação de ‘Ex Machina’

Na semana passada, foi anunciado que a aclamada HQ de Brian K. Vaughn e Tony Harris, ‘Ex Machina’, seria adaptada para os cinemas. Agora, o site The Hollywood Reporter confirmou que Oscar Isaac (‘Star Wars’, ‘X-Men: Apocalypse’) irá estrelar e produzir a obra.

A série de quadrinhos foi lançada em 2004 pela DC Comics e une os gêneros de super-herói e drama político em uma narrativa que gira em torno de Mitchel Hundred, um ex-super-herói que foi eleito prefeito de Nova York depois de suas ações nos ataques de 11 de setembro.

A saga durou 50 edições, levando para casa o Prêmio Eisner em 2005.

Anna Waterhouse e Joe Shrapnel ficarão responsáveis pelo roteiro. O título da produção será ‘The Great Machine’, para evitar confusão com o longa sci-fi lançado em 2015 por Alex Garland.

Enquanto isso, ‘Y: The Last Man’, também assinado por Vaughn, está em desenvolvimento pela FX.

O filme ainda não tem previsão de estreia.

SDCC 2020 | Evento virtual contará com Zachary Quinto, Cobie Smulders e painéis especiais de ‘The Walking Dead’

San Diego Comic-Con deste ano pode até não ocorrer ao vivo devido à pandemia do COVID-19, mas isso não vai impedir os organizadores de montar um evento especial e virtual para os fãs mais ferrenhos da cultura pop – e para fornecer atualizações sobre as séries mais adoradas da atualidade.

Agora, a Variety divulgou o line-up televisivo oficial da SDCC 2020, que irá ocorrer entre os dias 23 e 26 de julho. A AMC foi a primeira emissora a divulgar seus planos para o evento, incluindo um número considerável de painéis para o universo The Walking Dead; logo depois, foi a vez da Disney dedicar esforços para séries animadas e para seu aguardado live-action sci-fi Next.

Os painéis em questão ainda não tem dias ou horários definidos, mas essas informações devem ser divulgadas em breve.

Confira:

‘American Dad!’: O diretor Brent Woods vai ensinar o elenco, os produtores executivos e os espectadores em casa como desenhar Roger. Rachael MacFarlaneWendy SchaalScott Grimes e Dee Bradley Baker, e os produtores executive producers Nic Wegener e Joe Chandler farão parte do painel em comemoração ao 300º episódio da série.

Bless the Harts– os dubladores Kristen WiigMaya RudolphIke BarinholtzJillian Bell e Fortune Feimster irão se juntar aos produtores Phil LordChris Miller e Andy Bobrow e conversar sobre seus momentos favoritos da primeira temporada e o que irão explorar no próximo ciclo.

‘Bob’s Burgers’ – A criadora e produtora executiva Loren Bouchard irá anunciar novos detalhes sobre a próxima temporada do show e irá abrir uma sessão de Q&A com os atores H. Jon BenjaminJohn RobertsKristen SchaalEugene MirmanDan Mintz e Larry Murphy.

Duncanville– Os produtores executivos Mike ScullyJulie Scully irão se reunir com Amy PoehlerTy BurrellRiki LindhomeJoy OsmanskiYassir LesterBetsy Sodaro e os convidados Rashida Jones e Wiz Khalifa para mostrar o primeiro visual da segunda temporada.

Family Guy– O painel será formado por Seth MacFarlaneAlex BorsteinMila KunisSeth Green e os produtores executivos Rich AppelAlec Sulkin e Kara Vallow para celebrar os 350 episódios da série com uma leitura virtual, seguida por uma retrospectiva dos melhores momentos do show e revelações sobre a 19ª temporada.

HoopsJake JohnsonRob RiggleRon FunchesNatasha LeggeroCleo King e A.D. Miles vão se reunir com o criador e produtor executivo Ben Hoffman e com o moderador Max Greenfield para discutir a mais nova série animada adulta da Netflix. Uma cena do primeiro episódio também será divulgada.

Next – O protagonista John Slattery será acompanhado das co-estrelas Fernanda AndradeMichael MosleyJason Butler HarnerEve Harlow e o criador e produtor executivo Manny Coto para revelar a primeira cena do novo thriller seriado.

Os Simpsons– Al JeanMatt SelmanDavid SilvermanCarolyn OmineMike B. Anderson e o moderador Yeardley Smith irão discutir sobre questões do distanciamento social e como isso irá afetar a aguardada 32ª temporada da animação.

Solar OppositesJustin RoilandThomas MiddleditchSean GiambroneMary Mack e os produtores executivos Mike McMahan e Josh Bycel vão falar sobre o mais recente sucesso do Hulu e divulgar o primeiro trailer da 2ª temporada.

‘Stumptown’ Cobie SmuldersJake Johnson e Michael Ealy irão se juntar aos produtores Jason RichmanDavid BernadRuben Fleishcer e ao autor Greg Rucka para responder questões sobre a nova adaptação da HQ homônima e os ganchos do primeiro season finale.

The Walking Dead– Scott M. GimpleAngela KangGreg NicoteroNorman ReedusMelissa McBrideJeffrey Dean MorganLauren Cohan, Josh McDermittRoss Marquand e Paola Lazaro estão programados para falar sobre o final da 10ª temporada, “A Certain Doom”, que será exibido como episódio solo no final do ano.

Fear the Walking Dead – O painel irá incluir membros do elenco como Lennie JamesAlycia Debnam-CareyColman DomingoDanay GarciaKaren David, Jenna Elfman e Rubén Blades, bem como os showrunners Andrew ChamblissIan Goldberg, que vão discutir sobre a aguardada sexta temporada do spin-off.

The Walking Dead: World Beyond’Aliyah Royale, Alexa Mansour, Hal CumpstonNicolas CantuNico TortorellaJulia Ormond e Joe Holt participarão do painel ao lado do chefe de conteúdo do universo TWD, Scott M. Gimple, e o showrunner Matt Negrete.

NOS4A2 – Para celebrar a segunda temporada do terror, que estreou há poucos dias, a showrunner Jami O’Brien, o produtor executivo Joe Hill e o astro Zachary Quinto irão se reunir em um painel especial.

Confira a nota OFICIAL de cancelamento da San Diego Comic-Con, emitida em abril:

Pela primeira vez em seus 50 anos de história da Convenção de San Diego Comic (SDCC), os organizadores da celebração anual da cultura pop anunciaram hoje com pesar que não haverá Comic-Con em 2020. O evento retornará ao San Diego Convention Center de 22 a 25 de julho de 2021.

Reconhecendo que inúmeros participantes planejam suas convenções a cada ano, e quantos expositores e partes interessadas confiam em seus eventos para uma grande parte de seu sustento, eles esperavam adiar esta decisão, antecipando que as preocupações com o COVID-19 pudessem acabar com o verão. O monitoramento contínuo das orientações de saúde e as declarações recentes do governador da Califórnia deixaram claro que não seria seguro avançar com os planos para este ano.

Da mesma forma, a WonderCon Anaheim, que aconteceria de 10 a 12 de abril de 2020, retornará ao Anaheim Convention Center de 26 a 28 de março de 2021. 

A SDCC também anunciou que as pessoas que compraram crachás para a Comic-Con 2020 terão a opção de solicitar um reembolso ou transferir seus crachás para a Comic-Con 2021. Todos os titulares de crachás de 2020 receberão um e-mail na próxima semana com instruções sobre como solicitar um reembolso.

‘O Caso Richard Jewell’ será exibido HOJE na HBO Brasil!

HBO Brasil anunciou que a aclamada cinebiografia ‘O Caso de Richard Jewell’ será transmitida pela primeira vez no canal hoje, 31 de outubro, às 22h.

Dirigido por Clint Eastwood (‘A Mula‘), o longa é uma adaptação do artigo American Nightmare: The Ballad of Richard Jewell, publicado por Marie Brenner na revista Vanity Fair, em 1997.

A trama acompanha a história real de Richard Jewell, um segurança identificado pela mídia como possível suspeito do atentado nas Olimpíadas de 1996 em Atlanta. Na época, Jewell descobriu uma mochila suspeita no complexo olímpico e evacuou a área, no entanto, uma pessoa morreu e algumas ficaram feridas. Apesar de inicialmente considerado herói, ele foi acusado pelo ataque. Mesmo após o FBI ter descartado sua culpa, Jewell nunca se recuperou totalmente, morrendo décadas depois de um ataque cardíaco, aos 44 anos.

Paul Walter Hauser estrela como o personagem-título. O elenco ainda conta com Sam Rockwell, Kathy Bates, Olivia Wilde e Jon Hamm.

‘Superman & Lois’: Família Kent tenta viver uma vida comum nas imagens oficiais do episódio 01×05; Confira!

A CW lançou as imagens oficiais do 5º episódio da 1ª temporada de Superman & Lois‘, que vai o ar em 23 de março.

Intitulado ‘The Best of Smallville‘, o episódio vai mostrar a família Kent tentando viver uma vida comum na cidade em que Clark (Tyler Hoechlin) cresceu.

Confira, junto à promo:

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

 

‘Riverdale’: Episódio 05×13 ganha sinopse oficial e imagens promocionais; Confira!

The CW divulgou a sinopse e as imagens oficiais de “Reservoir Dogs”, 13º capítulo da quinta temporada de Riverdale.

Na trama, “enquanto ajuda Eric a lidar com a síndrome do estresse pós-traumático, Archie é forçado a confrontar seu próprio trauma do passado no Exército. Para encontrar o assassino de Lonely Highway, Betty e Tabitha criam uma armadilha para atrair os caminhoneiros ao Pop’s. Cheryl faz uma um convite a Kevin e Veronica dá a Reggie uma chance de provar que ela estava errada”.

O episódio vai ao ar em 25 de agosto.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Harry Potter: De Volta a Hogwarts’: Produtores CONFIRMAM confusão com foto de Emma Roberts e irão lançar uma nova versão do especial

Harry Potter: De Volta a Hogwarts’ chegou ao catálogo da HBO Max no primeiro dia de 2022 e conquistou os fãs ao redor do mundo por seu caráter intimista e bastante nostálgico.

Entretanto, não demorou muito para que o público percebesse um grave erro na montagem do documentário: quando falando sobre a infância de Emma Watson, intérprete de Hermione Granger na franquia cinematográfica, o especial acidentalmente utilizou uma foto de criança de outra atriz, Emma Roberts (‘Pânico 4’, ‘American Horror Story’).

O deslize ocorre aos cinco minutos e 50 segundos do longa.

Agora, em uma declaração oficial à Entertainment Weekly, os produtores de ‘De Volta a Hogwarts’ confirmaram o equívoco e revelaram que uma nova versão será lançada em breve na plataforma de streaming.

“Bem observado, fãs de Harry Potter!”, diz a declaração. “Vocês chamaram nossa atenção para um erro de montagem de uma fotografia sem legenda. Nova versão chegando em breve”.

Apesar do errinho, o especial conquistou o público que cresceu com a saga bruxa.

Nas redes sociais, os internautas e os fãs do Universo Mágico comentaram sobre o emocionante teor da produção, dizendo que não conseguiram conter as lágrimas e que ficaram muito felizes com a reunião do elenco.

Confira algumas das reações abaixo:

O especial reúne Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson junto ao diretor Chris Columbus e outros membros do elenco e da equipe criativa, enquanto viajam de volta para Hogwarts pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘.

Anteriormente, Watson se emocionou ao falar pela primeira vez sobre a produção.

Harry Potter era minha casa, minha família, meu mundo e Hermione (ainda é) minha personagem fictícia favorita de todos os tempos. Acho que um jornalista uma vez disse que era irritante quantas vezes durante uma entrevista eu mencionei como tinha sorte e comecei a contar … MAS EU SABIA BEM!!! E ainda sei Obrigado aos fãs que continuaram a mostrar seu apoio após o último filme. A magia do mundo não existiria sem você. Obrigado por lutar para torná-lo um lugar tão inclusivo e amoroso.

Ainda sinto falta da equipe que fazia esses filmes o tempo todo. Obrigado por todo o seu trabalho árduo também – sei que suas contribuições às vezes são esquecidas.

Feliz 20º aniversário, Potterheads! Esperamos que você aproveite o 20º aniversário de Harry Potter: Retorno a Hogwarts, que vai ao ar no dia de Ano Novo, 1º de janeiro na HBO Max. ⚡️ Muito pelo que esperar. 😊”, ela escreveu.

O especial também traz Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes, Jason Isaacs, Gary Oldman, Imelda Staunton, Tom Felton, James Phelps, Oliver Phelps, Mark Williams, Bonnie Wright, Alfred Enoch, Matthew Lewis, Evanna Lynch e Ian Hart, entre outros.

‘Agatha: House of Harkness’: Série derivada de ‘WandaVision’ ganha possível previsão de estreia

A aguardada série ‘Agatha: House of Harkness’ começa a ser rodada ainda este ano e trará de volta Kathryn Hahn como a temida Agatha Harkness, vilã da minissérie ‘WandaVision’.

Agora, segundo os usuários do fórum Reddit, a Marvel Studios já tem uma ideia de quando lançar a produção. De acordo com uma recente listagem compartilhada na rede em questão, alguns dos roteiristas que trabalharam em ‘Cavaleiro da Lua’ também ficarão responsáveis por certos episódios de ‘House of Harkness’ – e a lista também vem acompanhada da legenda: “sendo criada para a temporada televisiva de 2023-2024”.

Caso o documento seja verdadeiro, é bem provável que o show faça sua estreia no outono norte-americano do ano que vem e se estenda até os primeiros meses de 2024.

Recentemente, Elizabeth Olsen, que interpretou Wanda Maximoff na série original, revelou em entrevista ao Good Morning America que não estará na produção.

“Não há planos e estou falando sério”, ela comentou. “Não sou uma boa mentirosa. Queria que eu tivesse um plano, mas não tenho certeza”.

Confira o logo oficial do spin-off:

Os 50 Melhores Álbuns Internacionais do Século XXI

O mundo da música é recheado de álbuns incríveis e que caem tanto no gosto popular quanto da crítica. E, só neste século, diversos artistas fizeram sua estreia ou continuaram a encantar os ouvintes com produções memoráveis, músicas envolventes e um legado infindável.

Pensando nisso, trouxemos para vocês um compilado dos 50 melhores álbuns internacionais do século, focando não necessariamente na recepção crítica da época que foram lançados, mas sim na importância cultural, estética e fonográfica que apresentaram e que continuam apresentando nos dias de hoje.

Confira abaixo as nossas escolhas:

50. LET GO, Avril Lavigne

“Em 2002, Avril Lavigne fazia sua estreia oficial na indústria fonográfica com o lançamento de Let Go, um dos álbuns mais conhecidos e celebrados da história da música. Seu début veio acompanhado de uma reformulação do cenário mainstream com a popularização do pop-punk feminino, através de singles que marcaram época e que são relembrados até os dias de hoje, como “Complicated”, “Sk8er Boi” e “I’m With You”, colocando a cantora e compositora no centro dos holofotes e iniciando uma carreira marcada por sucessos que se estende até os dias de hoje” – Thiago Nolla

49. TEENAGE DREAM, Katy Perry

“em virtude de tudo o que Teenage Dream representa para Katy Perry e para seus fãs, críticas mistas não mudam o significado do álbum, nem sua importância. Em um olhar mais contemporâneo (mais de uma década depois de seu lançamento), é notável que, apesar dos problemas, a artista se mostrou ousada em provocar os ouvintes com certos experimentalismos ainda crus, como visto nas dissonâncias “Circle the Drain”, ou com a fusão de dubstep techno de “E.T.”, uma das simbólicas assinaturas da discografia de Perry. E, enquanto os especialistas internacionais destacaram a falta de personalidade e de vulnerabilidade do CD, “The One That Got Away” merece mais atenção por mostrar um outro lado da performer” – T.N.

48. ARTPOP, Lady Gaga

Já se foi o tempo que falar mal de ARTPOP era moda; agora, é necessário reconhecer o grandioso impacto do terceiro álbum de Lady Gaga na cultura mundial e entender que a produção, lançada em 2013, estava muito além de seu tempo. Diferente de investidas anteriores, Gaga mergulhou de cabeça na desconstrução da imagem solidificada na década anterior, assim como Andy Warhol e Sun Ra (que servem de referência para a arquitetura estética em questão). O positivismo crítico de “Applause” e a rendição à cultura mainstream com “Donatella” e “Fashion!”, embebidos em um pastiche que faz menção a si mesma e àqueles que influenciaram sua carreira, ganham uma dimensão para além do visto em primeiro plano.

47. BLACKOUT, Britney Spears

“O álbum funciona em sua completude de diversos modos: a visão mercadológica e comercial está ali, dialogando com sua repaginação modernizada e refrescante a um pop prestes a mergulhar na era digital. Ao mesmo tempo, há também um experimentalismo claro, partindo do hibridismo de inúmeros estilos que casam e criam uma harmonia quase perfeita. É claro que os baixos existem, incluindo na participação de Pharrell Williams em “Why Should I Be Sad”, construindo um parênteses fragmentado em comparação ao restante da sólida base. Mas os ápices são mais frequentes, senão pelos vocais em autotune de Britney, por tudo que suas investidas representam – afinal, é sua primeira participação como produtora executiva, conferindo-lhe mais autonomia em fazer o que quiser.” – T.N.

46. POP 2, Charli XCX

Charli XCX fazia o grande lançamento de sua carreira em 2017, com a divulgação da mixtape Pop 2. Ganhando aclame pela crítica especializada, a cantora e compositora britânica apostava fichas em um pesado PC music, pincelado com avant-pop e industrial pop (cortesia do lendário produtor A.G. Cook) e foi liderado pelo single “Out of My Head”, com Alma e Tove Lo.

45. TURN OFF THE LIGHT, Kim Petras

“É certo dizer que, para os ouvintes acostumados a sonoridades mais convencionais e comerciais, o EP insurge como uma obrigatória dissonância que se vale muito mais do ecletismo oscilante do industrial pop do que dos acordes eletrônicos aos quais já nos deparamos. Em cada uma das faixas, a cantora imprime um inebriante escopo que se apoia na épica narrativa antes de se render completamente a uma gritante mixórdia de sons que envolve seu público do começo ao fim – isso sem falar que os títulos fazem claras (ou não tão claras assim) alusões a ambientações espirituais, a breves contos de terror e à total falta de esperança por parte de quem canta” – T.N.

44. MULTITUDE, Stromae

Oito anos depois de seu último álbum, o cantor e compositor belga Stromae retornou com o incrível Multitude – que, apesar de lançado em 2022, causou um impacto gigantesco em sua própria carreira e no cenário musical europeu. O álbum foi aclamado pelos críticos e mergulhou de cabeça na mistura estilística de vários gêneros, como visto em “Sant锓L’enfer”. Em entrevista ao TF1, Stromae disse que a narrativa do álbum foi inspirada pelas frequentes viagens que ele fazia com a mãe.

43. RED, Taylor Swift

Taylor Swift começou a transitar entre os gêneros musicais com Red, uma das melhores e mais coesas entradas de sua discografia. Lançado em 2013, a versatilidade da artista começa a aflorar em um country-pop que incorporava diversas outras inflexões e premeditava seu amadurecimento, culminando com ‘1989’. Retomando sua parceria com Max Martin e Shellback, Swift parou o mundo com uma épica produção sonora, incluindo a evocativa “All Too Well”.

42. CURRENTS, Tame Impala

‘Currents’, de Tame Impala, foi lançado em 2015 e, em pouco tempo, tornou-se um dos melhores álbuns recebidos pelos críticos internacionais. Trazendo elementos do pop psicodélico, do disco, do R&B e do electropop, todas as faixas do compilado foram escritas e produzidas por Kevin Parker, em uma reflexão contínua sobre o processo de transformação pessoal e uma visão romântica do mundo – para o bem ou para o mal.

41. IS THIS IT?, The Strokes

Em uma época em que o rock já não tinha a força prometida, a banda The Strokes fazia sua estreia oficial no cenário fonográfico com o aplaudido ‘Is This It?’. Lançado em 2001, a produção é considerada por vários especialistas como um momento que mudou o mundo, com impacto imediato e dramático na cultura global. Movido pelo indie rock, pelo garage rock revival e pelo post-punk revival, o breve disco de pouco mais de meia hora conquistou diversos prêmios e aparece em várias listas de Melhores Álbuns do século.

40. VAMPIRE WEEKEND, Vampire Weekend

O álbum de estreia homônimo da banda Vampire Weekend causou grande comoção quando lançado e é relembrado como um dos melhores do século pelos fãs. Com produção de Rostam Batmanglij, a produção amalgama indie pop, música de câmara e Afropop e foi elogiado à época de seu lançamento – além de trazer singles como “Mansard Roof”“A-Punk”“Oxford Comma” e vários outros.

39. RIOT!, Paramore

A banda de rock estadunidense Paramore acompanhou a adolescência da última fase da geração millenial com força incontestável – e uma de suas marcas registradas é o álbum ‘Riot!’. Lançado dois anos após o début ‘All We Know Is Falling’, os membros do grupo se reuniram com o produtor David Bendeth para um disco que iria exaltar o pop punk e o pop-rock de maneira explosiva, garantindo aplausos e imortalizando canções como “Misery Business” “That’s What You Get”.

38. AMERICAN IDIOT, Green Day

‘American Idiot’ é uma das produções mais icônicas da história da indústria fonográfica e marca o retorno de Green Day à forma. Vencedor do Grammy de Melhor Álbum de Rock em 2005, a poderosa ópera punk-rock gira em torno das desilusões de uma geração que se viu no centro de eventos bélicos tumultuosos – e traz como personagem central o anti-herói Jesus of Suburbia. O sucesso crítico e mercadológico do CD deu origem ao aclamado musical homônimo da Broadway.

37. WHATEVER PEOPLE SAY I AM, THAT’S WHAT I AM, Arctic Monkeys

Arctic Monkeys é uma das bandas de rock alternativo mais conhecidas de todos os tempos – e nada mais justo que celebrar a carreira e a importância do grupo com o álbum de estreia ‘Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not’. Conquistando aclame e um sucesso comercial gigantesco, a produção foi elogiada por seu retrato pungente e real da cultura britânica jovem da época, além de auxiliar no ressurgimento da música indie no país que havia desvanecido depois dos anos 1990.

36. WHAT’S YOUR PLEASURE, Jessie Ware

Jessie Ware fez um estrondoso e aplaudível retorno para o mundo da música com o lançamento de ‘What’s Your Pleasure’, seu quarto álbum de estúdio. Sua arquitetura requintada e a ressonância que criou com o hi-NRG e com o post-disco transformaram o que poderia ser uma produção qualquer em um escapismo de alta qualidade, pincelado com as conhecidas incursões semi-melancólicas e uma narcótica jornada arranjada com perfeição ao longo de doze faixas” – T.N.

35. FOLKLORE, Taylor Swift

“Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas.” – T.N.

34. ROUGH AND ROWDY WAYS, Bob Dylan

Rough and Rowdy Ways é uma narrativa que transcende o que se entende e o que se entendeu por música nas últimas décadas. Assim como Apple e seu mais recente lançamento (que alçou voo para o patamar de melhor álbum do ano), Dylan não se restringe apenas a um método de contar o que deseja e o que precisa; pelo contrário, ele tem uma necessidade intrínseca e inalienável de juntar investidas artísticas diversas e bastante abrangentes em um único lugar, fugindo do canto e optando diversas vezes por apresentações faladas – como “Crossing the Rubicon”, que premedita a epítome formada por “Key West” e por “Murder Most Foul”.” – T.N.

33. FUNERAL, Arcade Fire

A épica estreia de Arcade Fire‘Funeral’, é inquestionavelmente um dos highlights do século, tendo sido revisitada por diversos artistas contemporâneos. A amálgama simples e epopeica entre art rock e chamber rock viria a influenciar grande parte dos grupos que o seguiriam. Indicado ao Grammy de Melhor Álbum Alternativo, a produção apareceu em diversas listas de fim de ano e entrou para o ranking dos melhores CDs da revista Rolling Stone.

32. GOOD SOULS BETTER ANGELS, Lucinda Williams

Em 2020, Lucina Williams voltaria a nos encantar com o lançamento de ‘Good Souls Better Angels’, seu 15º álbum de estúdio. Forte candidato para as categorias principais do Grammy 2021, a produção foi extremamente elogiada pela crítica por seu teor devastador e catártico, e por sua capacidade de conexão emocional primitiva com os ouvintes e com qualquer um que ouse se aventurar nessa sinestésica jornada.

31. CONFESSIONS ON A DANCE FLOOR, Madonna

“[Em 2005], Madonna fez o que ninguém esperava: retornou à forma. Com diversos veículos falando sobre o fim da veia artística da popstar, o público começava a duvidar de que a performer conseguiria resgatar as raízes que a colocaram no topo do mundo – mas foi exatamente o que ela fez. Em 2005, a cantora e compositora mergulhou de cabeça na nostalgia oitentista de seus primeiros anos com Confessions on a Dance Floor, seu CD mais bem produzido depois de Ray of Light. Aliando-se a Stuart Price (um conhecido nome da música contemporânea que, em 2020, trabalhou com Dua Lipa em uma das obras-primas do ano) e chamando novamente as ousadas mãos de Mirwais Ahmadzaï, as doze longas faixas se comprimem em um set dançante, vibrante, colorido e incansável que reitera o status imbatível de uma das mulheres mais poderosas de todos os tempos.” – T.N.

30. JANE DOE, Converge

‘Jane Doe’, da banda Converge, é um divisor de águas em praticamente toda a indústria fonográfica e, até hoje, é considerado o marco inicial do metal contemporâneo. Recheado de construções fora dos convencionalismos mainstream, sua arquitetura propositalmente bizarra e emocionalmente extenuante teve uma ótima recepção pela crítica e serve de influência para inúmeros artistas atuais.

29. 21, Adele

Contando com tracks como “Rolling in the Deep”“Someone Like You” e “Set Fire to the Rain”Adele recebeu aclame pela simplicidade de 21 e pelo teor autobiográfico dos versos, que auxiliaram na aceitação do público e nos diálogos criados com cada um dos ouvintes. Não é surpresa que, além da estatueta de Álbum do Ano21 também seja considerado como o álbum mais vendido do século XXI, tendo quebrado até mesmo o recorde de Michael Jackson ao se tornar o CD mais comercializado durante dois anos seguidos.

28. FEVER, Kylie Minogue

Fever continua tão original quanto quando estreou: ao longo de breves doze faixas, Kylie demonstrou um apreço pelo minimalismo estético e pela coesão sonora, marcado pelas batidas envolventes e eletrônicas que refletiam sua entrada no “mundo moderno” e no novo milênio – fazendo um barulho considerável que estendeu seus ramos para inúmeros discos futuros, incluindo o elogiado Confessions on a Dance Floor, de Madonna, em 2005; o aguardado comeback de Britney Spears em 2007, ‘Blackout’; a estreia de Paris Hilton no escopo fonográfico com sua obra homônimo, em 2006; e até mesmo com a mistura explosiva do synth-pop e do electro-pop de ‘The Fame’, de Lady Gaga. Enquanto alguns historiadores insistem em reafirmar que não há como estudar a relação de causa-consequência entre um e outro, ouso discordar e dizer que quaisquer referências não são mera coincidência” – T.N.

27. ANTI, Rihanna

O último álbum de Rihanna,ANTI, foi lançado em 2016 e recebeu inúmeros elogios da crítica e do público ao mostrar um novo lado de sua carreira. Não é surpresa que o disco seja tenha entrado para várias listas de melhores álbuns de todos os tempos. Contando com inúmeras músicas icônicas, incluindo “Work”“Needed Me”“Love on the Brain”, a produção é nostálgica, retumbante, narcótica e mais tantos ótimos adjetivos que consiga pensar – motivo pelo qual está presente na nossa lista.

26. A SEAT AT THE TABLE, Solange

O terceiro álbum de estúdio de Solange refletiu sua importância e sua incrível habilidade como artista musical. Lançado em 2016, a produção trouxe diversas colaborações para o compilado, incluindo Kelly RowlandLil WayneThe-Dream, além de ter feito sucesso considerável de vendas. Aclamado pelos críticos, a produção foi elogiada pelo potente liricismo, pela exaltação do neo-funk, do disco e do R&B, e foi consagrada como um dos Melhores Álbuns de Todos os Tempos pela revista Rolling Stone.

25. MOTOMAMI, ROSALÍA

ROSALÍA fez sua estreia no cenário fonográfico em 2017, com o lançamento de ‘Los Ángeles’ e, desde então, calcou um sucesso fenomenal que a colocou no centro dos holofotes. A cantora e compositora se tornou um ícone do resgate da cultura latina e das incursões fora do mainstream anglo-saxônico, criando histórias envolventes e emocionantes através de uma fusão de literatura e música. E é claro que MOTOMAMI não seria diferente: seu terceiro álbum de estúdio é descrito como uma antêmica produção pessoal, íntima e declamatória, em que a performer mergulha de cabeça nos sentimentos que guardou pelos últimos três anos, traduzindo-os em um dos melhores discos conceituais de todos os tempos. Contando com nada menos que seis singles oficiais, a obra se estrutura no contraste de dois tipos de energia que existem inerentemente uma a outra.

24. MAGDALENE, FKA Twigs

FKA Twigs lançou o álbum de sua carreira em 2019 com o irretocável ‘MAGDALENE’, principalmente por misturar o vanguardismo do art pop com uma pessoalidade urgente e tocante. O compilado foi inspirado no término de seu relacionamento com o ator Robert Pattinson e trouxe um grupo considerável de co-produtores que a ajudou a manter o álbum coeso e limpo. Dentre os vários singles, podemos mencionar “Cellophane”“Sad Day” como os destaques.

23. THE BLUEPRINT, Jay-Z

‘The Blueprint’ é facilmente um dos pontos altos da carreira do icônico rapper Jay-Z. Além da aclamação universal, o musicista foi elogiado pela composição das músicas e pela visão artística, considerado como um dos melhores álbuns do cantor e compositor e um dos melhores de hip-hop de todos os tempos. Logo, não é nenhuma surpresa que ele apareça na nossa lista.

22. GOLDEN HOUR, Kacey Musgraves

Vencedor do prêmio de Álbum do Ano do Grammy Awards em 2019, Golden Hour é um marco no cenário da música country e a obra-prima de Kacey Musgraves. A limpa produção é cortesia do fato da cantora e compositora ter assinado e produzido as 13 faixas ao lado de Daniel TashianIan Fitchuk, incrementando-as com discoelectropopyacht rock. Além da estatueta supracitada, o álbum rendeu à artista mais três estatuetas.

21. RENAISSANCE, Beyoncé

“A verdade é que o primeiro capítulo de Renaissance marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady GagaDua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir. A jornada, por exemplo, se inicia com a ótima “I’m That Girl”, que serve como ponte entre Lemonade e a obra mais recente – em que a densidade do baixo se aglutina ao tropical house e ao rap” – T.N.

20. SONGS IN A MINOR, Alicia Keys

“Em seu primeiro álbum, a performer mostrou que não estava para brincadeira – e sua necessidade de se provar alcançou seu objetivo, seja por ter vendido nada menos que 12 milhões de cópias desde seu lançamento, seja por ter garantido cinco estatuetas do Grammy à lead singer. Logo de cara, com a breve e evocativa introdução “Piano & I”, a artista exibe aos ouvintes um domínio das “normas cultas” da música, por assim dizer, enquanto promove um sensual e envolvente anacronismo. As cartas estão dadas – e ela não perde a mão em nenhuma das tracks subsequentes. A upbeat e misteriosa atmosfera de “Girlfriend”, que foi lançado como single final da obra, merecia mais reconhecimento do que tem e definitivamente integra uma das quintessenciais construções de sua carreira; a epopeica “Rock wit U”, estendendo por mais de cinco minutos, é uma jornada em rapsódia digna de nota e de estudo – afinal, como não ficar intrigado com a mistura de violino, piano e bateria que ergue-se logo nos segundos iniciais?” – T.N.

19. TITANIC RISING, Weyes Blood

Weyes Blood vinha trabalhando no CD desde 2017, logo após ter assinado contrato com a gravadora Sub Pop e se reunir com Jonathan Rado. Não demorou muito para que ela abrisse espaço para homenagear um dos filmes que mais impactaram em sua vida, ‘Titanic’, dirigido por James Cameron em 1997 – ora, não é à toa que o título seja homenagem ao gigantesco transatlântico e premedite e tragédia que acometeu o navio em pleno oceano Atlântico. É a partir dessas concepções que “A Lot’s Gonna Change” dá o tom dessa perifrástica aventura, invadindo as ideias memorialísticas e saudosistas de um tempo que não mais irá voltar – como também nos abraça numa narcótica necessidade de compreender a misteriosa atmosfera setentista da qual ela se vale.” – T.N.

18. BLONDE, Frank Ocean

Blonde, de Frank Ocean, definitivamente não poderia estar de fora da nossa lista. Com diversas colaborações, a produção experimental funciona como um mergulho em conceitos abstratos, afastando-se de suas incursões anteriores. Além de contar com uma produção minimalista, a obra lida com temas importantes, como masculinidade e emoções, inspirados por suas experiências sexuais, românticas e traumáticas.

17. THE ARCHANDROID, Janelle Monáe

O álbum de estreia de Janelle Monáe é, sem sombra de dúvida, um dos melhores do século e foi aclamadíssimo desde o momento em que chegou aos ouvidos dos fãs e da crítica. Misturando letras profundas e ritmos dançantes – além de fazer uma declaração de amor para o clássico filme ‘Metrópolis’ -, a fusão de neo-soul e psychedelic pop é irretocável do começo ao fim e foi apenas o pontapé inicial para uma carreira meteórica.

16. RANDOM ACCESS MEMORIES, Daft Punk

As egrégias canções de Random Access Memories são consideradas por inúmeros especialistas como o melhor compilado da carreira da extinta dupla Daft Punk (cujo sucesso é refletido nas múltiplas estatuetas do Grammy, incluindo uma de Álbum do Ano). Ao aliarem-se com nomes como The Weeknd e Pharrell Williams, o duo provou que se encaixava do modo mais inesperado tanto às subculturas quanto ao mainstream.

15. NORMAN FUCKING ROCKWELL!, Lana Del Rey

“Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.” – T.N.

14. THE FAME MONSTER, Lady Gaga

Ninguém acreditava que a performer repetiria o sucesso de The Fame, mas The Fame Monster’ conseguiu superar as expectativas de todo mundo. Aclamado pela crítica especializada, o EP de apenas oito faixas trouxe as melhores produções de Gaga, incluindo “Bad Romance”“Telephone”“Alejandro” e “Dance in the Dark”, além de levar para casa três gramofones dourados. O álbum, inclusive, carrega consigo um legado extenso e que até hoje é revisitado por vários artistas.

13. BEYONCÉ, Beyoncé

“Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes” – T.N.

12. OIL OF EVERY PEARL’S UN-INSIDES, SOPHIE

“Colocar tanto a performer quanto sua magnum opus em um gênero é querer limitá-la a rótulos, algo que definitivamente não pode existir quando analisamos sua discografia: as dissonâncias cosmológicas dos sintetizadores e do industrial pop servem de base para declamações intimistas, como “It’s Okay to Cry”, enquanto a impactante des-organização proposital de “Whole New World/Pretend World” rende-se ao glitch e à maximização eletrônica conhecida como hyperpop“Immaterial”, uma alusão às incursões oitentistas e noventistas, já se rende às peculiaridades do avant-pop à medida que critica e a reutilizada, numa desconstrução experimental e envolvente; mesmo “Infatuation”, que flerta com baladas, é diferente daquilo a que estamos acostumados, talvez tentando explicar o que significa estar apaixonado por alguém ou alguma coisa, talvez mostrando que tais explanações não são necessárias” – T.N.

11. MASSEDUCTION, St. Vincent

Masseductionrecebeu aplausos diversos pelos especialistas internacionais e promoveu uma profunda mudança na identidade sonora de St. Vincent – que já havia entregado diversos álbuns incríveis. Focando em temas como sexo, drogas, tristeza e imperialismo predatório, o disco funde electro-popnew wave e glam rock e conta com quatro singles oficiais, incluindo a irretocável faixa “Los Ageless”.

10. VESPERTINE, Björk

Björk é uma das artistas mais interessantes da história da música e sempre construiu narrativas únicas e originais que a afastavam do mainstream e criavam tendência no escopo experimental. Depois de ‘Homogenic’, a cantora e compositora islandesa entregou mais uma obra espetacular com ‘Vespertine’, considerado um dos melhores de sua carreira. Além da música eletrônica, o compilado nos chama a atenção pelo uso inesperado do art pop e do glitch pop.

9. BLACKSTAR, David Bowie

O 26º e último álbum da carreira do icônico David Bowie é considerado como um dos melhores de sua discografia. Intitulado ‘Blackstar’, a produção foi feita em segredo em Nova York e conquistou o público por sua construção memorialística e testamentária, ainda mais considerando que Bowie infelizmente faleceu dois dias depois do lançamento da obra. Na cerimônia do Grammy, o álbum levou para casa cinco merecidas estatuetas.

8. BACK TO BLACK, Amy Winehouse

Amy Winehouse nos deixou muito cedo, mas causou um impacto gigantesco na indústria da música com seus únicos dois álbuns. Back to Black, sua última produção antes da trágica morte, resgatou a elegância do neo-soul, do jazz e do blues através de músicas como “Rehab” e “You Know I’m No Good”, além de ter influenciado artistas como Adele e Duffy. Winehouse levou inúmeros prêmios por seu CD, incluindo cinco estatuetas do Grammy Awards.

7. FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple

“A verdade é que Fetch The Bolt Cutters vai muito além de uma simples resenha ou de algo que ouvimos apenas para passar o tempo: o novo álbum de Fiona Apple atravessa quaisquer preceitos engessados que já carregávamos da indústria musical, destroçando-os em mil pedacinhos e reorganizando-os em um romance, um thriller, um drama, cujas páginas são pequenas e suntuosas caixinhas de surpresas. Mais do que isso, este é um dos poucos casos que entrega muito mais do que promete: iniciando com um irreverente estrondo e terminando com um estrondo ainda mais espetacular.” – T.N.

6. BODY TALK, Robyn

Em seu sétimo álbum de estúdio, a artista sueca Robyn continuou a ser adorada internacionalmente. ‘Body Talk’ foi aclamado pela crítica internacional, apesar de ter sido esnobado nas principais premiações musicais. Através de quinze faixas originais compostas em menos de seis meses, a compositora se transformou em uma das vozes da atualidade, entregando para o mundo impecáveis tracks como “Call Your Girlfriend” e “Dancing On My Own”.

5. BORN THIS WAY, Lady Gaga

Considerado por muitos especialistas, estudiosos e ouvintes como “a bíblia do pop”, Born This Way não poderia ficar em outro lugar no ranking. Se há alguém que sabe o significado do verbo arriscar, essa pessoa é Lady Gaga. Dois anos depois de ‘The Fame Monster’, a cantora estreou em primeiro lugar na Billboard com hinos musicais em prol da comunidade LGBTQ+ que quebravam tabus religiosos e que cutucavam os membros conservadores e reacionários da sociedade – não é surpresa que as vendas do CD tenham caído exponencialmente na segunda semana, reafirmando sua importância política e ativista.

4. MELODRAMA, Lorde

Considerado um dos melhores e mais aclamados álbuns de todos os tempos, Melodrama mostrou que a cantora e compositora neozelandesa Lorde ainda tinha muito a contar para seus fãs. Ovacionado pela crítica especializada pelo afastamento da obra anterior e pelas breves incursões ao conceitualismo musical, a produção foi indicada Álbum do Ano no Grammy e apareceu em diversas listas de fim de ano e de década.

3. LEMONADE, Beyoncé

“Passando por arranjos ainda mais cínicos com “Sorry” e por obscurantismos muito bem-vindos com a joia “6 Inch”, Knowles-Carter alcança mais um ápice em seu álbum com “Daddy Lessons”, que é diferente de tudo o que já ouvimos até hoje. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.” – T.N.

2. MY BEAUTIFUL DARK TWISTED FANTASY, Ye

‘My Beautiful Dark Twisted Fantasy’ é um consenso no mundo da música como o melhor álbum de Kanye West (ou, atualmente, Ye) e um dos mais ovacionados e importantes do século XXI. Alcançado aclame generalizando por parte da crítica e estreando em primeiro lugar nas paradas mundiais, o quarto álbum de estúdio do conhecido e controverso rapper ganhou um prêmio do Grammy, mas foi esnobado na principal categoria – a de Álbum do Ano.

1. TO PIMP A BUTTERFLY, Kendrick Lamar

Nenhum outro álbum poderia ocupar o topo da nossa lista além de ‘To Pimp a Butterfly’. O terceiro álbum de Kendrick Lamar é considerado um dos melhores da história por se configurar como um arauto do empoderamento racial, movido por versos que falam sobre a discriminação sofrida pela população negra e pela importância da cultura como arma de luta contra a opressão. Aqui, Lamar mergulha no experimentalismo do hip hop e no jazz rap, arquitetando uma magnum opus que viria a influenciar gerações de artistas e que reafirmaria sua importância no cenário fonográfico.

Operação de resgate no trailer de ‘Transatlantic’, nova minissérie de época da Netflix; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Transatlantic’, sua mais nova minissérie de época.

A produção chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 07 de abril.

Confira:

A série, baseada no livro ‘The Flight Portfolio’, foi criada por Anna WingerDaniel Hendler.

Dois americanos e seus aliados formam uma operação de resgate desconexa em 1940 em Marselha para ajudar artistas, escritores e outros refugiados que fugiam da Europa durante a II Guerra Mundial.

Cory Michael SmithGillian JacobsCorey StollGrégory MontelLucas EnglanderRalph AmoussouDeleila PiaskoAmit Rahhav estrelam.

‘Operação: Lioness’: ÚLTIMO episódio da 1ª temporada ganha prévia inédita; Confira!

Paramount+ divulgou a prévia oficial do último episódio da 1ª temporada de ‘Operação: Lioness, série de suspense e espionagem estrelada por Zoë SaldañaLaysla De OliveiraNicole Kidman.

O capítulo, intitulado “Gone Is the Illusion of Order”, vai ao ar no próximo dia 03 de setembro.

Confira:

A trama acompanha Cruz Manuelos (Oliveira), uma jovem fuzileira recrutada para ajudar a derrubar uma organização terrorista interna. A produção é baseada em eventos reais.

A série é uma criação de Taylor Sheridan (‘Yellowstone’).

Primeiras Impressões | ‘Operação: Lioness’ é um compilado de clichês cansativos que não oferece nada de novo

Jill Wagner, Dave Annable, LaMonica Garrett, James Jordan, Austin Hébert, Hannah Love Lanier, Stephanie Nur, Jonah Wharton, e Morgan Freeman completam o elenco.

Sheridan atua como showrunner da série.

Saldaña e Kidman também entram como produtoras executivas do projeto.

BAFTA 2024 | Cillian Murphy conquista o prêmio de Melhor Ator por ‘Oppenheimer’

O aclamado sucesso de Christopher Nolan, Oppenheimer, fez bonito durante o anúncio de vencedores do BAFTA 2024.

Cillian Murphy conquistou um dos principais prêmios da noite, o de Melhor Ator – repetindo o feito do Globo de Ouro. Além disso, o filme conquistou as estatuetas de Melhor Trilha Sonora para Ludwig GöranssonMelhor Fotografia para Hoyte van Hoytema, Melhor Montagem para Jennifer LameMelhor Direção para Nolan e Melhor Ator Coadjuvante para Robert Downey Jr..

Oppenheimer apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo.

Relembre o trailer:

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‘Hazbin Hotel’: 2ª temporada será ainda mais GRANDIOSA, revela criadora

Durante o painel na San Diego Comic-ConVivienne Medrano trouxe detalhes animadores sobre a 2ª temporada da animação Hazbin Hotel (via Collider).

Medrano, responsável pela criação da série, disse que os novos episódios serão ainda mais grandiosos que os anteriores.

“Honestamente, é apenas a magnitude da temporada. Queríamos que fosse maior, então essa temporada tem muito mais ação, alguns desafios únicos e muito legais, e algumas músicas que são muito divertidas, gêneros diversos que são um pouco mais visuais. Nós pensamos: ‘vamos fazer isso!’. É grandioso. […] Não posso dizer nada além de que apenas que será mais grandioso, e que há muito mais ação”, ela disse.

Lembrando que a série já foi renovada até a quarta temporada.

A história gira em torno de Charlie, a Princesa do Inferno, e sua tentativa quase impossível de transformar seus servos demoníacos em empáticos ajudantes para dar um jeito em seu reino caótico, violento e superpopulado. Com a ajuda de sua devota parceira Vaggie, a atriz Angel Dust e uma poderosa entidade conhecida como Demônio do Rádio, Charlie convida pecadores sinistros de todas as descrições para fazer parte do Hotel Hazbin e, com sorte, migrar para o Paraíso.

Vivienne Medrano entra como criadora, roteirista e diretora.

Erika Henningsen, Stephanie Beatriz, Blake Roman, Amir Talai, Keith David, Alex Brightman, Kimiko Glenn, Joel Perez e Christian Borle fazem parte do elenco de dublagem.

Medrano produziu e lançou o episódio piloto no YouTube no final do ano passado, conquistado mais de 94 milhões de visualizações.

‘RuPaul’s Drag Race’: A competição continua na prévia do próximo episódio da 17ª temporada; Confira!

A WOWPresents divulgou um novo vídeo promocional da 17ª temporada do reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race‘.

O material apresenta a primeira parte do segundo episódio, que vai ao ar no próximo dia 10 de janeiro.

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O novo ciclo contará com as participantes: Suzie Toot, Sam Star, Onya Nurve, Lydia B Kollins, Lucky Starzzz, Lexi Love, Crystal Envy, Arrietty, Lana Ja’Rae, Kori King, Joella, Jewels Sparkles, Hormona Lisa e Acacia Forgot.

Ana de Armas QUEBRA TUDO no trailer inédito de ‘Bailarina’, filme derivado de ‘John Wick’

A Paris Filmes divulgou o terceiro trailer oficial de ‘Bailarina‘, novo filme do universo John Wick.

Confira:

Os fãs da amada franquia de ação já podem garantir sua entrada para conferir o longa nas telonas através do site da produção.

Estrelado por Ana de Armas, o longa estreia em 4 de junho nos cinemas brasileiros.

O filme também já pôde ser conferido pela crítica especializada internacional e as primeiras impressões são extremamente positivas.

De modo geral, as primeiras avaliações elogiam o longa, destacando-o como uma excelente expansão da amada franquia, além de apontar De Armas como uma adição de peso ao gênero de ação.

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“‘Ballerina’ é um espetáculo de ação estilosa e criativa, com direito a granadas, lança-chamas e até perseguições em patins. Ana de Armas brilha em cena e prova que tem tudo para ser uma grande estrela do gênero. Uma adição empolgante e muito bem-vinda ao universo John Wick. Que venham os próximos!”, disse do Amon Warmann.

“‘Ballerina’ é, sem dúvida, um dos três melhores filmes da franquia John Wick! A ação não para um segundo até os créditos finais. Ana de Armas é simplesmente sensacional! As sequências de luta são de tirar o fôlego e dominam completamente o filme. Adorei como a produção não precisou do Keanu para se destacar — ela brilha com força total por conta própria”, disse chalice.

“‘Bailarina’ é tão absurdamente exagerado que é impossível não rir do início ao fim, para o bem e para o mal. O ritmo é intenso, as cenas de ação são insanas, mas a história é dolorosamente entediante e acaba prejudicando o resultado final. A participação de John Wick, em vez de somar, atrapalha a narrativa, o que é uma pena. Ainda assim, Ana de Armas brilha e se confirma como uma verdadeira estrela do cinema de ação”, disse Germain Lussier.

“Apesar da nota de embargo ter sido estranhamente redigida, e posteriormente revista, Ballerina surpreende positivamente: é uma adição sólida ao universo John Wick e um excelente veículo para Ana de Armas, que comprova mais uma vez ser uma estrela nata do cinema”, disse o jornalista do JoBlo.

“‘Bailarina’ entrega sequências de luta espetaculares, é um verdadeiro espetáculo assistir. Pena que a trama não acompanha o mesmo nível. Ana de Armas está incrível e mostra que nasceu para o gênero; tomara que volte em mais filmes assim. E Keanu Reeves, como sempre, é hipnotizante nas cenas de ação”, disse Tessa Smith – Mama’s Geeky.

“‘Ballerina: Do Universo de John Wick’ é tudo o que os fãs de ação poderiam sonhar, e mais. O melhor filme do ano? Possivelmente. Um caos eletrizante do início ao fim, com cenas de luta insanas, coreografadas e dirigidas com maestria. Ana de Armas brilha como uma heroína de ação à altura dos grandes nomes do gênero.

Com uma trama simples de vingança, o filme impressiona pelo uso criativo de acrobacias e armas improvisadas — de lança-chamas e granadas a patins de gelo. É o tipo de experiência que você precisa ver para acreditar”, disse Jonathan Sim.

“‘Bailarina’ superou todas as minhas expectativas, é brutal, belo e transborda emoção. Ana de Armas está implacável, dominando a tela com uma elegância letal e coreografias de tirar o fôlego. O filme presta homenagem ao que veio antes, enquanto amplia com ousadia o universo de John Wick

Ver Lance Reddick novamente é profundamente impactante. E quando Keanu aparece? Arrepios garantidos”, disse do Sean Tajipour.

 

 

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Len Wiseman, de ‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘, é responsável pela direção.

Ambientada após os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘, a trama acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina treinada pela organização Ruska Roma, que busca vingança pela morte de seu pai.

O elenco ainda conta com Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno e Norman Reedus, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

Crítica com Spoilers | ‘IT: Bem-Vindos a Derry’ começa com um dos melhores episódios do ano

Cuidado: o texto a seguir contém spoilers da trama.

A cena: um jovem garoto tenta assistir a um filme, mas é perseguido pelo gerente do cinema. Conseguindo escapar e seguindo seu caminho para longe da cidade natal, ele consegue carona com uma família que lhe pergunta para onde ele está indo. “Qualquer lugar além de Derry”, ele diz, antes de entrar no carro. Não demora muito até o rapaz perceber que está preso em um pesadelo sobre quatro rodas, testemunhando o nascimento de uma criatura enfadonha que tira sua vida sem pensar duas vezes. E é essa cena que prenuncia um dos melhores episódios-piloto do ano.

A sequência de abertura de ‘IT: Bem-Vindos a Derry’ é apenas um gostinho do que o diretor Andy Muschietti vinha guardando a sete chaves, expandindo o trabalho que fizera na década passada com a duologia ‘IT: A Coisa’. Convidando-nos para um passado não muito distante da aterrorizante e infame cidade de Derry, lar de Pennywise e do épico embate contra a demoníaca força eternizada por Stephen King em seus escritos. E, conforme explora outros quadrantes dessa excepcional mitologia arquitetada pelo mestre da literatura de terror, Muschietti nos encanta com uma promissora produção que nos envolve no mais puro entretenimento – e nos banha em baldes e mais baldes de sangue cenográfico.

A pré-sequência não é apenas uma celebração do terror gore e do suspense, mas vem acompanhado de incursões cômicas e joviais que dialogam com o tom explorado nos longas-metragens originais – e isso se dá ao trabalho de Jason Fuchs no roteiro. Fuchs não poupa esforços em construir personagens complexos que navegam não apenas pela tensa atmosfera sociopolítica dos anos 1960, mas por traumas próprios que insistem em persegui-los como fantasmas. E, a partir de algumas dicas de que a existência dessa entidade invisível e mortal tem a ver com experimentos militares não muito longe dali, o medo se materializa das mais diversas formas para assombrar e aniquilar os protagonistas.

É aí que conhecemos nossos improváveis heróis: Lilly Bainbridge (Clara Stack), uma jovem que passou por uma terrível perda e foi taxada de louca por seus colegas, e os melhores amigos Teddy Uris (Mikkal Karim-Fidler) e Phil Malkin (Jack Molloy Legault) – um trio que se vê unido por uma pessoa em comum Matty Clements (Miles Ekhardt), o jovem que desapareceu voltando do cinema e cujo corpo nunca foi encontrado. Sentindo-se responsáveis pelo sumiço do colega e por não estarem presentes em seus momentos de maior necessidade, eles tentam enterrar esses pensamentos até serem contatados, de alguma maneira, por Matty (Lilly pelo encanamento; Teddy por um pesadelo envolvendo um abajur).

A partir de então, eles se unem para tentar encontrá-lo ao lado de Susie (Matilda Legault), irmã mais nova de Phil, e Ronnie Grogan (Amanda Christine), e descobrem que estão no centro de um mistério muito mais mortal do que previam. Guiados por uma canção que acompanhou as mensagens de Matty, o grupo retorna ao cinema onde o amigo desaparecido foi visto pela última vez – e são atacados por uma projeção demoníaca que ceifa as vidas de três dos supostos protagonistas, deixando apenas Lilly e Ronnie vivas para contarem a história.

Fuchs mostra mais de uma vez – e apenas no primeiro episódio – que não pensa duas vezes antes de sacrificar os personagens a fim de reiterar que ninguém está a salvo (e que a única certeza, ao menos por enquanto, é a complacência da morte). Ora, Phil e Teddy nos foram apresentados com arcos familiares e dramas interpessoais que foram varridos para debaixo de tapete em questão de segundos, aumentando nosso choque e deixando claro que nada nem ninguém será poupado das forças invisíveis que se escondem nos subterrâneos de Derry. E, quando pensamos no breve núcleo militar envolvendo o General Leroy Hanlon (Jovan Adepo), as coisas ficam ainda mais instigantes.

Tanto o elenco-mirim quanto o elenco mais velho fazem um trabalho aplaudível, com destaque para a sólida atuação de Stack, Ekhardt, Karim-Fidler e Legault, que parecem pegar algumas páginas emprestadas dos jovens atores da saga cinematográfica. Mas os aspectos técnicos não ficam muito atrás, contando com uma sombria e inescapável fotografia assinada por Daniel Vilar e uma tétrica trilha sonora composta por Benjamin Wallfisch (retornando para mais uma colaboração com Muschietti e companhia).

‘IT: Bem-Vindos a Derry’ já conta com uma das melhores estreias de 2025, resgatando os incríveis elementos explorados pelo time criativo nos filmes e remodelando-os para uma nova época e uma nova batalha pela sobrevivência. Andy Muschietti acerta mais uma vez depois de escorregos recentes e mostra ter a paixão necessária para expandir ainda mais a incrível mitologia imortalizada por Stephen King.

Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 31 de outubro, na HBO Max.

Jake Schreier irá se reunir com time de ‘Thunderbolts*’ para o REBOOT de ‘X-Men’; Saiba mais!

Em uma recente entrevista ao Collider, o diretor e roteirista Jake Schreier, que alcançou sucesso considerável com seu trabalho no elogiado ‘Thunderbolts*’, trouxe algumas atualizações muito interessantes sobre o vindouro reboot de X-Men, da Marvel Studios.

Durante a conversa, Schreier revelou que Lee Sung JinJoanna Calo, que colaboraram com Schreier no roteiro do filme estrelado por Florence PughLewis Pullman e na 2ª temporada da antologia ‘Treta’, foram escalados para reescrever a mais nova aventura dos icônicos mutantes.

“Ainda estamos desenvolvendo. Sabe, uma das coisas interessantes [e] que está ligada a ‘Treta’ é que Sonny [Lee Sung Jin] e Joanna [Calo] trabalharam nesta temporada. Obviamente, ‘Treta’ é o programa do Sonny, e Joanna também trabalhou na iteração, e nós trabalhamos juntos no primeiro ciclo [da antologia] e em Thunderbolts*’. Eles vieram e estão trabalhando em um roteiro agora, o que é realmente empolgante – poder reunir esse grupo de pessoas novamente”.

Schreier também falou sobre o quanto adora “a escrita de Sonny em ‘Treta’ e o que admira nele, que é “a capacidade de pegar pequenas dinâmicas interpessoais e expandi-las para um panorama muito maior”, o que será fundamental para escrever um ótimo filme dos X-Men. Ele também admitiu estar muito feliz por ter Lee e Calo a bordo, criadores de “duas das séries mais interessantes da televisão atualmente”.

Ele acrescenta: “quando você relê as histórias em quadrinhos dos X-Men, há ideologia, mas também drama interpessoal, quase como uma novela. Se tivermos roteiristas que entendam como conduzir a ideologia a partir de interesses pessoais, se acertarmos nisso, é o que parecerá mais autêntico ao que os X-Men podem ser”.

Mais detalhes sobre o reboot não foram divulgados.

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‘Gentleman Jack’: Nova série da HBO estreia ainda em abril

O canal pago HBO Brasil anunciou a data da série de drama Gentleman Jack, que será no dia 26 de abril, às 22h, tanto no canal HBO quanto no serviço de streaming HBO GO. A 1ª temporada conta com 8 episódios.

A produção britânica se passa no ano de 1800 e acompanha a vida de Anne Lister (Suranne Jones, da série ‘Save Me’), uma mulher com ideias avançadas para seu tempo. Anne é dona de terras, comanda seu negócio, não tem receio de bater de frente com os homens e ainda nutre grande amor por uma mulher.

Gentleman Jack foi criado por Sally Wainwright (‘Happy Valley’) e a trama é baseada nos diários de Anne Lister.

O elenco ainda conta com Sophie Rundle (‘Peaky Blinders’), Gemma Whelan (‘Game of Thrones’), Timothy West (série ‘EastEnders’) e Gemma Jones (‘O Bebê de Bridget Jones’).

Assista ao trailer:

Robert Pattinson lutava contra o desemprego antes de ‘Tenet’ e ‘The Batman’

The Batman‘ nem estreou e Robert Pattinson vem recebendo muita atenção por conta de seu papel como Bruce Wayne na adaptação dirigida por Matt Reeves.

Além disso, o astro também será visto nos cinemas este ano em ‘Tenet‘, o mais novo e misterioso longa de Christopher Nolan.

Durante uma entrevista para o Cinema Blend, Pattinson foi questionado sobre toda essa atenção e disse que o mais importante é ter um emprego, não fama.

“Fama é passageira. Antes de embarcar em ‘Tenet‘ e ‘The Batman‘, eu estava desempregado, literalmente. Lembro-me que meu agente me disse: ‘Seu filmes são bastante mencionados, mas não são grandes sucessos. Temos que mudar isso, porque você não está na lista de ninguém. Nenhum cineasta me procurou para conversar com você.’ É um choque, sabe? Mas, uma semana depois, ele me ligou do nada, perguntando: ‘Você quer participar de um filme do Christopher Nolan?’ Eu fiquei tipo: ‘Esperaí aí… Você está falando sério?”

Anteriormente, Robert Pattinson confessou à Entertainment Weekly que perseguiu o diretor Matt Reeves para conseguir um teste em ‘The Batman.

“Eu fiquei com isso na cabeça, queria ser o Batman. É uma coisa tão absurda de se dizer. Eu meio que tive uma ideia para conseguir, então eu comecei a perseguindo Matt e ele estava me ignorando, fiquei tentando encontrá-lo de qualquer jeito.”, brincou ele.

Pelo visto, a estratégia deu certo.

lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021. 

Confira o anúncio do início das filmagens:

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Sarsgaard (Gil Colson), e Jayme Lawson (Bella Reál).

Dirigido por Matt Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Arte conceitual mostra Rey derrubando uma muralha de Stormtroopers com a Força

Em seu perfil do Instagram, o ilustrador Adam Brockbank compartilhou algumas artes conceituais de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘.

Nas imagens, Rey (Daisy Ridley) enfrenta uma muralha de Stormtroopers e os derruba facilmente usando seus poderes da Força.

Infelizmente, a cena nunca chegou a ser filmada, mas seria bem interessante, você não acha?

Confira:

“Uma arte conceitual demonstrando o poder de Rey em um planeta destruído.”

Infelizmente, o longa teve o pior percentual de aprovação entre toda a saga, registrando apenas 52% no Rotten Tomatoes. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).

E você, o que achou do desfecho da saga Skywalker?

Assista nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparece como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘What If…?’: Capitã Carter e heróis das realidades alternativas estampam novo pôster da animação; Confira!

A Disney+ divulgou um novo pôster da série animada ‘What If…?‘, que trará realidades alternativas do Universo da Marvel.

Confira, junto com o trailer dublado e legendado:

A produção irá estrear oficialmente no dia 11 de agosto.

Laura Karpman, conhecida por seus trabalhos em Lovecraft Country‘L.A.’s Finest’, ficará responsável pela trilha sonora da série.

What If é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, e eles desde coisas sutis, como o Homem-Aranha entrando para o Quarteto Fantástico ou então o que aconteceria se o mundo soubesse que Demolidor é cego, até cenários mais extremos – por exemplo, e se Loki tivesse encontrado o martelo no lugar de Thor, ou Doutor Estranho tivesse se tornado um discípulo de Dormammu?

Outro aspecto bastante popular dessa compilação é explorar como o mundo seria se certos personagens tivessem sobrevivido ao invés de morrer. Por exemplo, um dos quadrinhos explora o mundo em que Ben Parker, tio de Peter, não tivesse morrido, ou então em que Gwen Stacy não tivesse morrido nas mãos do Duende Verde.

‘Gotham Knights’: Misha Collins, de ‘Supernatural’, será o Duas-Caras na nova série da DC

Em seu perfil do Twitter, Misha Collins, mais conhecido por seu pape como o anjo Castiel em ‘Supernatural’, revelou que será o intérprete de Harvey Dent/Duas-Caras na vindoura série ‘Gotham Knights‘.

Na publicação, ele compartilhou uma imagem da versão vivida por Aaron Eckhart em ‘BatmanO Cavaleiro das Trevas‘ e escreveu:

“Perguntei se minha versão do personagem poderia vestir um casaco bege em cima do terno cinza (não sei o quão confortável eu ficaria em frente às câmeras sem um desses).”

A declaração foi uma piada ao fato de Castiel vestir o mesmo casaco bege por cimade um terno em ‘Supernatural’.

Confira:

Este será o primeiro trabalho do ator após 12 anos na pele do Castiel.

Anteriormente, a Variety anunciou que Olivia Rose Keegan (‘High School Musical: The Musical: The Series‘) interpretará Duela Dent, filha do Coringa, descrita como “abrasiva, imprevisível e um pouco desequilibrada, mas que também é uma sobrevivente”.

Enquanto isso, Navia Robinson (‘The Rocketeer‘) foi escalada como Carrie Kelley, a primeira Robin feminina dos quadrinhos que estreou em ‘O Cavaleiro das Trevas‘, de Frank Miller. Kelley é descrita como “destemida, idealista e corajosa”, habilidades que ela usou para se tornar a ajudante do Batman.

Outros rumores sobre o elenco da série, que não tem nada a ver com o game de mesmo nome, que chegará em outubro, sugeriu o envolvimento de Duela. Esse mesmo boato de elenco também afirmou que o Asa Noturna e a parceira de Batman, Carrie Kelley, estariam se juntando à série.

Lembrando que as gravações se iniciam em abril de 2022.

Confira o logotipo oficial, compartilhado pelo diretor Danny Cannon em seu Instagram:

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série Batwoman. Abrams também entra como co-produtora executiva.

A narrativa é baseada nos personagens criados por Bob KaneBill Finger e gira em torno do assassinato de Bruce Wayne. Logo depois do trágico evento, seu filho adotado rebelde forma uma aliança com os filhos dos inimigos de Batman, quando todos são acusados de terem matado o Cavaleiro das Trevas. Com Gotham mais perigosa do que nunca, o grupo de fugitivos poderia ser a próxima salvação da cidade.

A produção é parceria entre a Warner Bros. TV e a Berlanti Productions.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

Gotham Knights ainda não tem previsão de lançamento.

‘Ahsoka’: Atriz de ‘A Casa do Dragão’ deve interpretar versão mais jovem da Jedi na série da Disney+

Através do Twitter, a página @thefirstokiro apontou que a atriz Savannah Steyn vai interpretar uma versão mais jovem de Ahsoka Tano na vindoura série dedicada à personagem vivida por Rosario Dawson.

Steyn ficou bastante conhecida nos últimos meses por interpretar a versão adolescente de Lady Laena Velaryon em ‘A Casa do Dragão‘, derivada de ‘Game of Thrones‘.

Por enquanto, não há detalhes sobre as cenas de Steyn, mas tudo indica que ela deve aparecer em flashbacks das Guerras Clônicas, época em que Tano foi introduzida à saga criada por George Lucas.

Confira a publicação:

Apesar de não haver nada confirmado, a página já havia revelado com antecedência que Lee Jung-jae (‘Round 6’) e Dafne Keen (‘Logan’) fariam parte do elenco da vindoura série ‘Star Wars: The Acolyte‘, o que foi confirmado recentemente.

Então só nos resta aguardar.

E aí, você está curioso para assistir ‘Ahsoka‘?

A previsão de estreia é para 2023, ainda sem data específica.

Lembrando que Hayden Christensen deve reprisar seu papel como Anakin Skywalker após seu recente retorno em ‘Obi-Wan Kenobi‘.

Outras adições ao elenco incluem Natasha Liu Bordizzo, Eman Esfandi, Ivanna Sakhno, Ray Stevenson e Mary Elizabeth Winstead.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

‘Quem Fizer Ganha’, novo filme de Taika Waititi e Michael Fassbender, DIVIDE os críticos com 55% de aprovação

O filme ‘Quem Fizer Ganha’ (Next Goal Wins), do diretor Taika Waititi (‘Jojo Rabbit’ e ‘Thor: Amor e Trovão’) estreia apenas em 14 de dezembro nos cinemas nacionais, mas os críticos já tiveram a oportunidade de assistir.

Estrelado por Michael Fassbender (‘O Assassino’) e Elizabeth Moss (‘The Handmaid’s Tale’), o longa conta a história do time de futebol da Samoa Americana que sofreu a pior derrota da história da Copa do Mundo, perdendo para a Austrália por 31 a 0 em 2001. Com a Copa do Mundo de 2014 se aproximando, um treinador rebelde e sem sorte (Michael Fassbender) é recrutado para ajudar a mudar o destino do time.

Infelizmente, o título abriu com apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Das onze críticas publicadas até o momento, seis são positivas e cinco são negativas.

“Alguns filmes parecem infundidos com a voz de seus criadores. As últimas novidades de Taika Waititi parecem mais considerar seus personagens como fantoches de meia para os quais ele pode fornecer todas as vozes pouco variadas.” – The New York Magazine.

“A ideia do filme é proporcionar diversão e Waititi sabe como levar isso ao público.” – Variety.

“‘Quem Fizer Ganha’ não vai ganhar nenhum prêmio, mas deve se sair muito bem nas bilheterias. Porque, apesar de não haver surpresas ao cumprir sua fórmula de lucro comercializada em massa, o filme nunca se rebaixa.” – The Film Stage.

“Ainda é um prazer assistir atores como Oscar Kightley e Rachel House brigando, e ver surgir uma estrela como Kaimana. No entanto, ‘Quem Fizer Ganha‘ é um fracasso em grande parte porque não está disposto a parar de brincar mesmo nos momentos mais importantes.” – Indiewire.

“Em última análise, este é um filme bastante fiel ao documentário, mas Waititi entregou tanto coração e seu senso de humor peculiar que é um belo original por si só.” – Deadline.

“Apoiando-se quase exclusivamente na comédia, Waititi engana seus personagens. Ele apresenta seu desenvolvimento aos trancos e barrancos, o que se traduz em um ritmo narrativo agitado e apressado.” – The Hollywood Reporter.

Completando o elenco estão Oscar Kightley, David Fane, Beulah Koale, Lehi Falepapalangi, Semu Filipo, Uli Latukefu, Rachel House e Kaimana.

‘Deadpool & Wolverine’: Kevin Feige só aceitou retorno de Hugh Jackman sob uma condição; Confira!

Deadpool e Wolverine traz Hugh Jackman de volta como o mutante com garras de adamantium e apresenta pela primeira vez em live-action o clássico traje amarelo e azul dos quadrinhos e animações.

E esta foi a condição que Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, exigiu para que Jackman pudesse reprisar o papel.

A informação foi revelada pelo diretor Shawn Levy (‘O Projeto Adam’) durante um evento para fãs em Xangai, na China (via Comic Book).

“Ele [Kevin Feige] nos disse: ‘Sim, podemos trazer Hugh Jackman, mas ele só volta se usar o traje amarelo. Ele pode finalmente usar o traje amarelo?’. “E, daí, quando tivemos a aprovação, nós começamos a trabalhar.”

Lembrando que Jackman, Ryan Reynolds, Emma Corrin e Levy virão ao Brasil para promover a adaptação.

Ainda sem data revelada, o evento para fãs irá acontecer no Rio de Janeiro.

Confira o anúncio:

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Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Missão Impossível 8’ não será o final da franquia, afirma diretor

O diretor Christopher McQuarrie dissipou as especulações de que ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte Um e Parte Dois‘ marcaria o fim da amada franquia de ação.

Em uma entrevista à Total Film Magazine, McQuarrie afirmou que possui “muitas ideias do que vem a seguir” para a saga protagonizada por Tom Cruise.

Contrariando os rumores de que a franquia estaria competindo com filmes como ‘007‘ e ‘John Wick‘, o diretor deixou claro que o objetivo principal é superar os próprios limites.

“Não nos vemos em competição com James Bond ou John Wick. Nós amamos esses filmes, e admiramos esses cineastas, e queremos ver esses caras vencerem. Tudo o que estamos realmente fazendo é competir com nós mesmos”, declarou McQuarrie.

McQuarrie assumiu a direção da franquia em ‘Nação Fantasma‘ (2016), retornou para ‘Efeito Fallout‘ (2018) e está por trás do 7º e do 8º, intitulados ‘Acerto de Contas’ – Parte 1 e 2‘.

Confira o teaser:

O elenco do novo filme também conta com o retorno de Rebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Pom Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’), Nick Offerman (‘Parks and Recreation’) e Janet McTeer (‘Ozark’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).