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Retro Dance #32 | ‘Kiss & Tell’, o álbum de estreia de Selena Gomez & the Scene

Antes de se tornar mundialmente conhecida por suas investidas solo tanto no cenário fonográfico quanto no audiovisual, Selena Gomez era uma das figuras mais emblemáticas do escopo infanto-juvenil, tendo se eternizado como Alex Russo na adorada série ‘Os Feiticeiros de Waverly Place’. E, acompanhando tantos outros nomes que também integraram a família Disney Channel, não demorou muito até que Gomez se lançasse à carreira musical – fazendo sua estreia como parte do ato Selena Gomez & the Scene. Em 2008, o grupo fez seu début oficial com o contagiante álbum Kiss & Tell, que, quase vinte anos mais tarde, permanece como uma das obras mais subestimadas dos anos 2000.

À época de seu lançamento, o compilado de originais teve uma recepção mista por parte dos especialistas, ainda que tenha feito um moderado sucesso comercial. Porém, quando resolvemos revisitar o disco, percebemos que, talvez, os comentários negativos tenham sido um tanto quanto exagerados: afinal, as treze faixas originais que compõe essa respeitável peça musical partem de um princípio bem interessante e que se concretiza de maneira sólida, apostando fichas em um reavivamento do pop-rock e do electro-rock para a nova geração. Afinal, os anos anteriores e subsequentes à estreia de Kiss & Tell seriam regadas pelo pop mainstream e pelos subgêneros que o compõe, destacando Gomez e seus companheiros – o baterista Greg Garman, o baixista Joey Clement, o tecladista Dane Forrest e o guitarrista Drew Taubenfield.

O primeiro single promocional do álbum já revela o que podemos dessa divertida e despretensiosa jornada: “Falling Down”, uma inteligente faixa coassinada pela prestigiada Gina Schock, é uma pequena joia esquecida do cenário musical e que merecia maior atenção, ainda que tenha sido elogiada por seus versos sagazes e por uma comprometida performance da lead singer – que criam metáforas inesperadas para um vazio e compulsório desejo pelo estrelato e pela fama, contando com uma ótima composição sonora que explode em um vibrante e memorável refrão. Abrindo espaço para certas menções a relacionamento falidos, Gomez se diverte como uma rebelde persona, refletida em frases como “você me deu rosas, mas eram todas feitas de plástico”.

Alguns meses mais tarde, a banda nos presenteou com a antêmica e suntuosa produção pop-dance “Naturally”, cujo sucesso catapultou a faixa para o álbum seguinte, ‘A Year Without Rain’, como entrada bônus. Mergulhando de maneira indesculpável em um enlace romântico cujos sentimentos não são forçados e cuja felicidade é inegável, Gomez demonstrou estar par a par com as tendências mercadológicas, mas sem se afastar da construção de uma crescente identidade sonora e visual – e nos convidando para as pistas de dança através da mistura irretocável de dance, electropop e hi-NRG. De fato, a profusão estilística dos singles poderia ter premeditado um caótico álbum, mas apenas serviram como escolhas certeiras para antecipar os vários capítulos da obra.

Kiss & Tell sofreu do mal do desdém, visto que uma era com bastante potencial havia sido promovida com o mínimo de apreço. Em outras palavras, é notável como há várias canções que perderam momento e que deveriam ter ganhado mais atenção: temos a semi-balada pop-punk ao estilo Avril Lavigne de “I Won’t Apologize”, uma costumeira declaração de empoderamento que acompanhou a adolescência millenial e que emerge através de uma ótima interpretação de Gomez; “Crush” parte de uma história bastante simples de acompanhar (a ponto de quase se tornar simplória) e que presta homenagem à popularização da banda Paramore de maneira bem clara; “I Don’t Miss You at All”, assinada e produzida por Toby Gad, abraça a irrupção de sintetizadores e de uma admiração pelo EDM para uma história de superação amorosa.

Apesar de ser estruturado de maneira coesa e convincente, alguns erros nos chamam a atenção – como a criatividade cansada de “As a Blonde”, que mais soa como um descarte de canções que partem de premissa similar; a fraca balada “The Way I Loved You”, cuja melancolia soa regurgitada de produções mais inspiradas; e a presença inexplicável de “Tell Me Something I Don’t Know”, música original do filme ‘Outro Conto da Nova Cinderela’ que é escolhida como encerramento do álbum e que não consegue dialogar com praticamente qualquer elemento que apareça nas outras incursões. Todavia, os ápices artísticos falam mais alto em comparação aos deslizes, com menção especial a uma das melhores faixas da carreira de Gomez, “Stop & Erase”, uma carta de amor aos emblemas da raiva e da angústia adolescentes que despontaram no início dos anos 2000 e que transforma meras emulações em uma frenética mistura de pop-rock e pop-punk.

É claro que o teor pouco pessoal das músicas que compõe Kiss & Tell pode afastar um pouco a originalidade do álbum, mas não podemos negar que a estreia de Selena Gomez & the Scene no mundo da música merece ser apreciada em sua completude e conta com pequenas gemas do cenário pop que continuam a nos encantar anos mais tarde.

‘Sunny’: Astro de ‘Grease: Rise of the Pink Ladies’ se junta a Angelina Jolie em novo THRILLER sombrio

Segundo o DeadlineJason Schmidt (‘Grease: Rise of the Pink Ladies’) irá estrelar o thriller sombrio Sunny ao lado da vencedora do Oscar Angelina Jolie (‘Maria Callas’).

Detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

O longa, que traz Jolie como produtora, é fruto da parceria entre a Gramercy Park Media, a A Higher Standard e a Nickel City Pictures.

As gravações do filme, que é dirigido por Eva Sørhaug (‘Yellowjackets’, ‘Tokyo Vice’), já foram iniciadas.

No espírito dos clássicos filmes de máfia, Sunnyacompanha uma gângster que luta para proteger seus filhos — e a si mesma — de um abusivo chefão do tráfico. Mas quando um evento devastador acontece, ela tem apenas algumas horas para planejar a fuga definitiva deles.

William Day Frank assume o cargo de roteirista, a partir de uma história concebida ao lado de Sørhaug.

Nathan Klingher entra como produtor ao lado de Jolie, Mark FasanoJeffrey Greenstein. Sørhaug também é a produtora executiva do filme.

Recentemente indicada ao Globo de Ouro e ao Critics Choice Award por sua atuação como a cantora de ópera Maria Callas na cinebiografia homônima de Pablo Larraín, Jolie já tem outros projetos em mente – incluindo ‘Couture’, drama de Alice Winocour que estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto; a comédia Anxious People’, de Marc Forster; e The Initiative’, um thriller de espionagem que a reúne com o diretor Doug Liman, de ‘Sr. & Sra. Smith’.

Crítica | ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’ retorna com uma 2ª temporada marcada pela FADIGA criativa

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar da aclamada animação ‘Avatar: A Lenda de Aang, que não apenas se tornou um dos carros-chefes da Nickelodeon, como um estandarte do gênero ao apresentar ao mundo uma densa exploração política e social regada a incríveis sequências de ação e personagens envolventes que refletem o duradouro legado da atração no cenário do entretenimento. E, acompanhando a onda de adaptações em live-action das últimas duas décadas, a série recebeu um remake supervisionado pela Netflix que estreou em 2024 sob o título Avatar: O Último Mestre do Ar.

Fincando os dentes em uma sólida e apaixonada reconstituição dos explosivos eventos da animação original, o live-action estrelado por Gordon Cormier como Aang, o último dobrador dos Nômades do Ar e a nova encarnação do poderoso Avatar – a única entidade capaz de manter a paz e a ordem em meio à ascensão descontrolada e mortal da Nação do Fogo -, encontrou sucesso por se manter fiel à essência desse vibrante cosmos à medida que explorou outras camadas. Agora, a gigante do streaming nos convida a mergulhar em uma segunda temporada que, apesar de acertar em alguns pontos, nos deixa com um gostinho agridoce de frustração ao não sabe exatamente como delinear suas múltiplas e impulsivas tramas.

O ciclo anterior se encerrou com uma gloriosa e emocionante batalha entre a Nação do Fogo e a Tribo da Água do Norte, em que Aang incorporou o estado Avatar em um ímpeto destrutivo que acendeu um alerta no protagonista. Nos novos episódios, ele caminha para se especializar nas Dobras de Terra após Katara (Kiawentiio) tê-lo ajudado com as Dobras de Água – mas o caminho é mais tortuoso do que o esperado. Recusado ser auxiliado por seu amigo de longa data, Bumi (Utkarsh Ambudkar), que permanece preso em Omashu, Aang encontra em uma jovem dobradora de terra cega conhecida como Toph Beifong (Miyako) a possibilidade de continuar investindo seu treinamento, mesmo encontrando certa resistência inicial, considerando o status real da garota.

Como podemos imaginar, Toph se junta a Aang, Katara e Sokka (Ian Ousley) na interminável empreitada contra o Lorde Ozai (Daniel Dae Kim) e seus asseclas, viajando para a impenetrável cidade de Ba Sing Sei a fim de alertá-los de uma investida destrutiva da Nação do Fogo – cujo plano foi arquitetado pela psicótica filha de Ozai, a Princesa Azula (Elizabeth Yu), uma poderosa dobradora de fogo que consegue atirar raios. Determinada não apenas a destruir o Avatar, como também a encontrar seu irmão exilado, Zuko (Dallas Liu), e o ex-General Iroh (Paul Sun-Hyung Lee), que foi taxado como traidor e inimigo, Azula posa como a principal ameaça dos heróis nessa temporada.

O segundo ciclo começa de maneira sólida ao dar ares de uma remodelação da clássica estrutura da Jornada do Herói explorada na iteração anterior, que seguiu todos os moldes desse “manual de instruções” para nos apresentar ao universo de ‘O Último Mestre do Ar’. Aqui, o showrunners Albert Kim e Christine Boylan têm todos os elementos necessários para se aprofundar nos arcos de amadurecimento de cada personagem, porém, mesmo com sete capítulos de mais de uma hora cada, não conseguem se desvencilhar de atribulações técnicas e o início de uma fadiga criativa que não cumpre com as expectativas e resolve jogar no seguro.

Em outras palavras, a série singra entre acertos e erros de forma muito similar: de um lado, a controversa e alienável estrutura político-social de Ba Sing Se ganha palanque notável, colocando o Rei Kuei (Justin Chien) em uma espécie de estado de torpor que renega a guerra impulsionada pela Nação do Fogo, fomentando a hierarquia de seu reinado ao passo que silencia aqueles que se opõe a ele e aos ideais que representam – e que tem sua representação máxima na figura de Joo Dee (Amanda Zhou), que funciona como “guia turística” do local e uma espiã de seus superiores.

De outro, os fracos diálogos parecem ter saído de qualquer história de fantasia e ação dos últimos trinta anos, apoiando-se em convencionalismos baratos que, inclusive, atuam negativamente na atuação de certos membros do elenco. Cormier, tendo nos presenteado com uma sólida e envolvente incursão na temporada predecessora, é engolfado em uma sucessão de falas que nos causam estranhamento – e engolido pela presença de Kiawentiio e Liu. De qualquer maneira, é preciso dar o destaque merecido à performance singular e espetacular de Yu como a imponente e perigosa Azula, roubando os holofotes em todas as cenas em que aparece; e Lee em uma solene e dramática subtrama envolvendo Iroh e seu arco de culpa e redenção, reiterando um dos melhores personagens de todo o universo ‘Avatar’.

Ousley e Miyako também têm seus momentos de glória, mas ficam apagados em uma unidimensionalidade tristonha e que não explora o potencial de seus respectivos personagens. Toph, inclusive, tem sua personalidade ácida e contundente diluída em um coming-of-age que, apesar de ter suas centelhas de comprometimento criativo, nunca alcança o que esperaríamos de uma das heroínas mais marcantes da atração.

A 2ª temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar reduz o épico escopo da temporada de estreia e nos arremessa a uma zona de conforto que não traz nada de novo e até mesmo remodela pontos importantes da animação original a fim de investir esforços em uma continuidade de fórmulas cansativas – e que nos deixa incertos quanto à qualidade futura do live-action.

‘The I-Land’ decepciona e é considerada a pior série da Netflix; Confira as reações

Após o lançamento de ‘The I-Land‘, nova série da Netflix, os assinantes da plataforma foram às redes sociais reclamar da péssima qualidade da atração.

Entre os comentários, alguns usuários afirmam que a série é a pior produção da Netflix e pedem o retorno de séries como ‘The OA’, ‘Sense 8’, ‘Demolidor’, e ‘Santa Clarita Diet‘.

No Rotten Tomatoes, ‘The I-Land‘ atingiu apenas 25% de aprovação do público.

Confira as reações:

Netflix cancelou ‘Vândalo Americano’, ‘Santa Clarita Diet’, ‘The OA’, ‘Demolidor’, ‘Sense 8’, e ‘Everything Sucks!’, mas estão produzindo conteúdo como ‘The I-Land‘, como se isso fosse trazer mais assinantes. Honestamente, não entendo.”

“Mesmo levando em conta que o controle de qualidade da Netflix está ruim há um tempo, ‘The I-Land’ pode ser a pior série que eles criaram. É horrível!”

“‘The I-Land‘ é tão ruim que até vale a pena assistir (?). Faz ‘Riverdale‘ parecer uma obra de arte.”

“‘The I-Land‘ é a melhor coisa na Netflix. O roteiro, a ação e a iluminação são tão ruins que faz ficar bom.”, ironizou um usuário.

“Estou assistindo ‘The I-Land‘ e a verdade é que é a pior série que eu já assisti na vida. É tão ruim que estou convencida que é uma piada e estou procurando provas na internet.”

Quando dez pessoas acordam em uma ilha misteriosa sem memória de quem são ou como chegaram lá, eles começam um plano para voltar para casa. Logo, eles descobrem que esse mundo não é o que parece. Desafiados com desafios psicológicos e físicos, eles terão que se superar – ou morrer em seus fracassos.

O elenco inclui Kate BosworthNatalie MartinezAlex PettyferRonald PeetKyle SchmidKota EberhardtSibylla DeenAnthonly Lee MedinaGilles Geary e Michele Veintimilla.

Assista ao trailer:

‘The Batman’: Giancarlo Esposito surge como Mr. Freeze em fan pôster realista; Confira!

Em seu perfil do Instagram, um fã publicou um incrível fan pôster imaginando Giancarlo Esposito como o Mr. Freeze numa futura sequência de ‘The Batman‘.

A arte faz parte de um desafio em que o ilustrador passou um mês desenhando personagens inspirados na aparência de diversos artistas.

Confira o resultado:

“Arte que fiz imaginando Giancarlo Esposito como o Mr. Freeze no dia 18 do Desafio de Arte de 30 Dias desenhando heróis.”

Lembrando que as gravações de ‘The Batman‘ foram interrompidas por tempo indeterminado no Reino Unido.

Mas o Ministério da Saúde da nação insular informou que o retorno das produções cinematográficas será autorizado em breve, já que alguns países da região estão afrouxando as medidas de isolamento social.

Mesmo assim, a Warner Bros ainda não divulgou uma data para o retorno das gravações de ‘The Batman‘, que estreia em 01 de outubro de 2021.

Além de Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Showrunner pode ter revelado quem será o novo Capitão América

Ainda não sabemos quem será o próximo Capitão América no MCU, mas se a trama de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ seguir os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson (Anthony Mackie) deve ser o escolhido.

E parece que isso já foi realmente definido.

Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, o showrunner Malcolm Spellman tocou no assunto e refletiu sobre a possibilidade de vermos um Capitão América negro, praticamente revelando a escolha.

“A ideia de um homem negro se tornar o Capitão América parecia uma grande oportunidade quando fomos chamados para trabalhar na série. Ainda mais no momento em que estamos vivendo, é algo representativo e simbólico.”

Considerando seu apego à ideia de apresentar Wilson como Capitão América, não resta dúvidas de que ele deve assumir o manto de Steve Rogers (Chris Evans) ao final da temporada.

Anteriormente, o compositor Henry Jackman conversou com o podcast FilmSpeak edisse que a história busca explicar o que significa ser um herói de verdade, ainda mais para um homem negro.

“Há uma questão muito particular na série porque o público vai perceber como há tanta política e ideologias por trás de um símbolo. A série vai explorar como a população irá lidar com o fato do Capitão América ser um homem negro.”

Ele continuou:

“Além disso, o próprio Sam Wilson vai se questionar se um negro poderia representar o legado da América como fez Steve Rogers antes dele.

E aí, você acha que o Falcão vai honrar o manto do seu melhor amigo? 

A estreia está marcada para 19 de março na Disney+.

Confira o trailer:

A série irá estrear no dia 19 de março, na Disney+, e foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘Echo’: Série derivada de ‘Gavião Arqueiro’ ganha nova previsão para o início das filmagens

De acordo com o Production Weekly, as gravações da série ‘Echo‘ serão iniciadas somente em abril de 2022, em Atlanta, onde acontecem as principais produções da Marvel Studios.

Originalmente, as gravações da derivada de ‘Gavião Arqueiro‘ teriam início em dezembro deste ano, mas não foi revelado o motivo do atraso.

Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados, mas é possível que a nova data tenha um grande impacto na previsão de estreia da atração estrelada por Alaqua Cox.

Escrita por Marion Dayre (‘Better Call Saul’), ‘Echo‘ vai explorar as origens da personagem.

Para quem não conhece, Echo é o codinome de Maya Lopez, uma nativa americana com deficiência auditiva que pode copiar exatamente os movimentos de outras pessoas.

Sua habilidade faz dela uma excelente lutadora e uma dura adversária para qualquer oponente.

Lembrando que Echo apareceu nos segundos finais do 2º episódio de ‘Gavião Arqueiro‘, mas ainda não foi revelado como ela será adaptada na série, então não se sabe se ela estará do lado de Clint Barton (Jeremy Renner) e Kate Bishop (Hailee Steinfeld)

A reposta deve ser revelada no próximo episódio, que estreia no dia 1º de dezembro.

Confira nossa entrevista coma produtora Thrin Tran e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld, Renner e Cox, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

 

‘Hulk’: Marvel Studios deve RETOMAR os direitos para realizar novo filme do personagem

‎Antes da Disney comprar a Marvel Entertainment e fundar a Marvel Studios, os primeiros filmes adaptados para o MCU eram distribuídos pela Paramount Pictures, como ‘Homem de Ferro‘ e Capitão América: O Primeiro Vingador.

Ambos os personagens ganharam suas próprias franquia, que geraram trilogias de sucesso.

Por outro lado, personagens como o Hulk não foram desenvolvidos em mais de um filme solo.

O único filme solo do personagem envolvendo o MCU foi ‘O Incrível Hulk‘, lançado em 2008 pela Universal Pictures, que é detentora dos direitos de propriedade do Golias Esmeralda.

Isso porque, assim como a Sony faz com o ‘Homem-Aranha‘, o Hulk só poderia fazer participações especiais no universo compartilhado da Marvel de acordo com as exigências da Universal, que empresta o personagem até hoje para o MCU.

No entanto, os diretos do Hulk podem ser adquiridos pela Marvel Studios em 2023.

Fazendo uma minuciosa pesquisa, um usuário do Reddit descobriu um documento datado de 2006, afirmando que:

“A Paramount Pictures terá o direito de exercer seus direitos de distribuição por um período de 15 anos a partir da exibição cinematográfica inicial do primeiro filme do MCU financiado e produzido pela Marvel Entertainment.”

Outra parte do documento aponta os mesmos termos para a Universal Pictures:

A Universal Studios concordou em distribuir o filme da Marvel O Incrível Hulk e suas sequências essencialmente nos mesmos termos em que a Paramount concordou em distribuir os outros filmes financiados e produzidos sob supervisão da Marvel.”

Como ‘O Incrível Hulk‘ completa 15 anos em 2023, tudo indica que a Marvel pode finalmente adquirir os direitos sobre o personagem no ano que vem.

No início da publicação, o internauta ainda menciona um rumor sobre uma possível adaptação de ‘Hulk Contra o Mundo‘, elogiado quadrinho criado por Greg Pak e ilustrado por John Romita Jr entre 2007 e 2008.

Confira:

“Eu pesquisei bastante sobre isso algumas semanas atrás e fiz um post sobre os direitos de distribuição da Universal em relação a Hulk e o Namor. Eu entrei em uma discussão com outro usuário sobre isso, este contrato tinha uma data de término. Eu sugeri que não, mas desde que os rumores sobre ‘Hulk Contra o Mundo‘ começaram a ganhar força, acabei vasculhando alguns arquivos antigos, e os sinais apontam para o acordo de distribuição do Hulk da Universal voltando para a Marvel em junho de 2023.

Lembrando que a próxima aparição do Hulk será na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’, que estreia na Disney+ em 18 de agosto.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Showrunner da animação dos ‘X-Men’ revela quais serão os principais personagens do revival

Em seu perfil do Twitter, Beau DeMayo, roteirista e showrunner dos novos episódios da clássica animação dos ‘X-Men‘, revelou que os principais personagens do revival serão Ciclope e a Tempestade.

DeMayo fez a revelação para desmentir a publicação de uma fan page da franquia, que afirmou que a trama seria focada em Scott, Jean, Vampira e Gambit tentando viver uma vida comum.

Confira:

“A série começará vários meses depois que Xavier partiu para o espaço com Lilandra para se curar… Alguns personagens como Jean e Scott ou Rogue e Gambit pensaram que talvez pudessem viver a vida pela qual lutavam”, diz a publicação da página.

DeMayo compartilhou a publicação e corrigiu:

Tempestade e Ciclope são os principais personagens kkk.”

Lembrando que o revival estreia ainda este ano na Disney+, e os fãs estão ansiosos por novidades da atração, afinal já se passaram quase 26 anos desde o último episódio.

Durante uma transmissão do X-Men: 60 Uncanny Years Live Virtual Event (via Toonado), DeMayo, compartilhou alguns detalhes interessantes sobre os novos episódios.

A partir de agora, parece que os mutantes não serão tão odiados como na última vez que o público os viu.

“A trama vai começar meses depois que o Professor X deixou a Terra após ser baleado por Henry Gyrich (um agente anti-mutantes enviado pelo governo norte-americano). E o que acaba acontecendo é que o atentado à vida de Xavier leva a sociedade a nutrir maior simpatia e compreensão pelos mutantes.”

DeMayo também revelou que a equipe terá uma nova formação.

“Vocês vão acompanhar Ciclope e Tempestade tendo mais controle sobre o Instituo Xavier, tomando a frente dos assuntos desde que Xavier partiu para o planeta Shi’ar. E eles recrutaram Morfo e Bishop como membros em tempo integral da equipe.”

Curiosamente, ele revelou que alguns dos principais membros da equipe, como Jean Grey, Vampira e Gambit, agora tentam viver uma vida além do cenário de ser um X-Men.

Magneto também terá um arco de grandes mudanças e chega à mansão Xavier procurando redenção por suas atitudes como vilão.

Quanto ao principal tema dos novos episódios, DeMayo disse que:

“Parte da empolgação da série nos anos 90 era a luta do bem contra o mal. Mutantes lutando contra vilões superpoderosos… Agora eles estão vislumbrando o futuro, então o foco da nova animação é discutir: ‘Como você encara o futuro depois de anos sendo ameaçado? É possível confiar nos humanos? Os mutantes um dia poderão viver de forma comum entre a sociedade?”

Confira as primeiras imagens:

Essa nova interpretação contará com o retorno dos heróis conhecidos da animação original. A equipe terá a mesma formação do desenho original, como Wolverine, Ciclope, Jean Grey, Vampira, Gambit, Fera, Tempestade e Jubileu. Também retornam personagens como Noturno, Cable, Bishop, Forg e Morfo.

Vale destacar que, entre as novidades, está a nova liderança do time, cujos ‘X-Men‘ são chefiados por ninguém menos que o Magneto. Além disso, a animação contará com o mutante brasileiro Mancha Solar, Senhor Sinistro, Emma Frost, Calypso, Sebastian Shaw e Valerie Cooper.

Confira abaixo as imagens reveladas no evento:

A produção contará com o retorno das vozes de Cal Dodd, Lenore Zann, George Buza, Adrian Hough, Christopher Britton, Catherine Disher, Chris Potter, Alison Sealy-Smith e Alyson Court, além de introduzir Jennifer Hale, Anniwaa Buachie, Ray Chase, Matthew Waterson, JP Karliak, Holly Chou, Jeff Bennett e AJ LoCascio.

X-Men: The Animated Series‘ foi lançada em 1992, na Fox Kids Network, sendo exibida ao longo de cinco temporadas.

‘Fundação’: 3ª temporada escala Troy Kotsur, vencedor do Oscar por ‘No Ritmo do Coração’

De acordo com o The Wrap, o vencedor do Oscar Troy Kotsur (‘No Ritmo do Coração’) foi escalado ao elenco da terceira temporada de ‘Fundação‘, adaptação do romance sci-fi escrito por Isaac Asimov.

O astro vai interpretar Preem Palver, um personagem importante apresentado pela primeira vez em ‘Segunda Fundação‘, sequência publicada escrito por Asimov em 1952.

Palver é descrito como “o líder de um planeta de médiuns”.

Kotsur é mais conhecido por seu papel em ‘No Ritmo do Coração‘, que lhe rendeu um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

Ele também apareceu como ele mesmo na temporada final de ‘Segura a Onda‘ e na 1ª temporada de ‘The Mandalorian‘, além de ter atuado em ‘Criminal Minds’, ‘Scrubs’, ‘CSI: New York‘ e muito mais.

Infelizmente, o The Hollywood Reporter divulgou que o co-criador da adaptação de Fundação, David S. Goyer, se afastou do cargo de showrunner antes da retomada da produção da 3ª temporada.

Goyer, agora estará envolvido apenas nos roteiros da série em Los Angeles, enquanto o produtor executivo Bill Bost se mudará para Praga (onde a série é filmada) para supervisionar a duração das filmagens da terceira temporada.

Fontes relatam que Goyer e os executivos da empresa de produção do programa, Skydance, entraram em conflito sobre o orçamento para a próxima temporada, o que justificaria sua decisão.

Além disso, a produtora de linha Laurie Borg está se afastando, com Doug Moreno assumindo seu lugar.

O programa anteriormente entrou em hiato de produção devido às greves de Hollywood e espera-se que retome as filmagens em 6 de março. Cerca de metade da terceira temporada do programa foi filmada antes da pausa.

Lembrando que as duas primeiras ciclos estão disponíveis na Apple TV+.

A série foi criada por GoyerJosh Friedman.

Quando o revolucionário Dr. Hari Seldon prevê a queda iminente do Império, ele e um grupo de seguidores leais se aventuram nos confins da galáxia para estabelecer a Fundação em uma tentativa de reconstruir e preservar o futuro da civilização. Enfurecidos pelas alegações de Hari, os governantes Cleons — uma longa linhagem de clones imperadores — temem que seu domínio sobre a galáxia possa estar enfraquecendo, pois são forçados a contar com a realidade potencial de perder seu legado para sempre.

O elenco conta com Jared Harris como Hari Seldon, Lee Pace como Brother Day, Lou Llobell como Gaal, Leah Harvey como Salvor, Laura Birn como Demerzel, Terrence Mann como Brother Dusk e Cassian Bilton como Brother Dawn.

‘Superman – O Legado’: Filme será dirigido por James Gunn, afirma Tom King

No início de fevereiro, foi anunciado que ‘Superman – O Legado’, filme escrito por James Gunn, chegará aos cinemas em julho de 2025.

O novo filme já havia sido oficialmente confirmado no ano passado. Entretanto, durante uma conversa com os repórteres presentes na cerimônia de anúncio, Gunn disse que pode não dirigir o longa-metragem por já estar ocupado demais com outros assuntos importantes relacionados à DC.

Mas em entrevista  ao Comic Pop, o escritor Tom King pareceu confirmar que James Gunn será o diretor de Superman – O Legado’. (via Heroic Hollywood)

King é um dos autores de quadrinhos para a DC, e faz parte da equipe criativa que Gunn reuniu para a nova fase da DC Studios.

James Gunn é um grande nerd e ele é muito criativo. Ele é o roteirista e diretor do novo filme do Superman, e ele também é meio que a força criativa por trás de tudo, junto com Peter Safran. Ele reuniu um grupo de roteiristas incríveis para fazer com que esses filmes e séries sejam os melhores possíveis”, disse King.

A trama vai se concentrar em Clark Kent já vivendo em Metrópolis e trabalhando no Planeta Diário.

E, ao responder a pergunta de um fã nas redes sociais, Gunn ofereceu novos detalhes sobre os personagens de apoio, dizendo que:

“Os personagens em torno de Clark não estarão sendo apresentados pela primeira vez, pois ele já convive com eles. Não é uma história de origem, é apenas uma versão mais jovem dele”.

Após a declaração, alguns fãs e perguntaram se o cineasta estaria se referindo aos membros da Liga da Justiça.

Mas, considerando que a trama vai explorar os primeiros anos de Clark como herói, tudo indica que esses personagens devem ser Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White e outros colegas de trabalho.

‘Ahsoka’: Série terá 2ª temporada antes do filme de Dave Filoni, diz site

Após o final da primeira temporada de ‘Ahsoka‘, os fãs ficaram ansiosos por mais aventuras da amada personagem de ‘Star Wars‘.

Embora uma renovação oficial ainda não tenha sido confirmada, os rumores indicam que a segunda temporada pode estar mais próxima do que se pensava.

O site Deadline divulgou recentemente informações sobre o futuro da série e do próximo filme da saga dirigido por Dave Filoni, que seria uma culminação dos eventos de ‘The Mandalorian‘, ‘Ahsoka‘ e ‘O Livro de Boba Fett’.

Enquanto alguns fãs especulavam que o filme poderia ser o próximo projeto de Filoni, o relatório sugere que a segunda temporada de ‘Ahsoka‘ está mais adiantada nos planos.

“Alguns fãs especularam que o longa-metragem de Dave Filoni […] seria seu próximo trabalho. No entanto, ouvimos que a 2ª temporada de Ahsoka pareça ser uma realidade [mais próxima], embora nada esteja definido ainda”, diz o site.

Enquanto isso, relembre o trailer de ‘Ahsoka‘:

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

‘O Senhor dos Anéis: A Guerra de Rohirrim’: Animação ganha imagem, Confira!

Dirigida por Kenji Kamiyama (‘Ghost in the Shell: Stand Alone Complex’), a animação ‘O Senhor dos Anéis: A Guerra de Rohirrim‘ ganho novas imagens.

A animação é ambientado na mesma era dos filmes de Peter Jackson, e é uma pré-sequência de ‘O Hobbit‘ e da trilogia ‘O Senhor dos Anéis‘.

As imagens foram compartilhadas pela EW.

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Personagens de anime sentados em tronos, em sala medieval.

Personagem de anime segurando espada com expressão séria

Personagem anime segurando tocha no ambiente noturno.

E, de acordo com o Culture Crave, a produção terá 2h30 minutos de duração e se passa cerca de 183 anos antes de O Hobbit‘, que por sua vez se passa antes da trilogia, cronologicamente.

Lembrando que a esteia está agendada para 13 de dezembro deste ano.

A primeira prévia do longa foi divulgada durante Festival de Cinema de Annecy, e parece que a animação pode ser um grande sucesso, considerando a empolgação dos jornalistas.

Confira as reações:

“‘O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim‘ já está no topo dos meus filmes mais esperados de 2024. A prévia (muito curta e inacabada) mostrada no #Annecy2023 foi fantástica. Está 100% alinhada com a trilogia original, ao mesmo tempo em que é muito diferente. é em anime. Mal posso esperar.”

 

“Acabei de terminar o trabalho em andamento para o novo filme ‘O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim‘, e devo dizer que o casamento entre a franquia e o estilo #anime nunca pareceu tão bom! O mundo e os personagens pareciam muito autênticos. Mal posso esperar para ver isso nos cinemas no ano que vem.”

Outros membros da imprensa, como o CloneWeb, admitiram que choraram ao assistir à prévia.

“Estou secando as lágrimas dos meus olhos, estou limpando todas essas páginas de anotações e estou lhes dizendo, ‘O Senhor dos Anéis: A Guerra de Rohirrim’ está em muito boas mãos. Este é um belo 2D de novos desenhos de John Howe e Alan Lee. É Rohan completa e a história, baseada em três parágrafos, é protagonizada por uma jovem, Hera, filha de Helm Hammerhead [eu acho que deveria ser ‘Hammerhand’.]”

Lembrando que ‘A Guerra de Rohirrim‘ está programado para chegar em abril de 2024 e vai acompanhará as conquistas de Helm Hammerhand, o Rei de Rohan, e a criação do Abismo de Helm – fortaleza que é destaque em ‘O Senhor dos Anéis: As Duas Torres‘.

A produção da New Line Cinema em parceria com a Warner Bros. Animation.

Millie Bobby Brown reflete sobre crescer após a fama conquistada em ‘Stranger Things’: “Eu não tenho muitos amigos”

A atriz Millie Bobby Brown, estrela de Stranger Things, falou recentemente sobre os desafios de crescer em meio à fama, especialmente o isolamento causado por ela.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a atriz refletiu sobre sua trajetória no sucesso da Netflix, que começou quando ela tinha apenas 11 anos.

“Eu não tenho muitos amigos, por causa de quem eu sou”, revela Brown. “Eu não fui para a escola, então não desenvolvi as melhores habilidades sociais com pessoas da minha idade e em relação a amizades. Eu luto bastante com isso. Acabei perdendo algumas coisas, mas estou aprendendo a lidar”.

Ela também destacou a importância de Noah Schnapp, seu amigo e colega de elenco na série, e contou como Finn Wolfhard, também colega de elenco, a ajudou em 2017, quando ela enfrentou ataques de haters na internet.

“Se você é de verdade, não vai assediar meus amigos ou colegas de trabalho”, escreveu Wolfhard em uma postagem que agora foi apagada.

A atriz ainda abordou como a constante sexualização de sua imagem afetou sua saúde mental e a fez tomar a decisão de se afastar das redes sociais por um período em 2022.

“Eu pensei, ‘Meu Deus, isso está me fazendo me sentir horrível comigo mesma'”, afirmou.

Atualmente, Millie Bobby Brown vive em uma fazenda com seu marido, Jake Bongiovi.

Sobre sua despedida de Eleven, a trilha sonora de ‘Wicked’ a inspirou durante as gravações.

“Ela nos pediu para tocar ‘Defying Gravity’ enquanto ela estava flutuando no ar em um arnês para poder fingir que estava voando como Elphaba”, disse Matt Duffer, co-criador do show. “Não apenas porque ela ama a música, mas porque sabe que isso nos deixa um pouco loucos. Assim que a câmera começa a gravar — quase um segundo antes — aquela diversão desaparece e ela simplesmente… se transforma em Eleven”.

As filmagens da tão aguardada quinta e última temporada foram concluídas em dezembro, e Brown explicou como foi fechar esse capítulo:

“Eu estava no set e pensei, ‘Bem, eu tenho mais um dia’. E comecei a chorar. Eu não gosto de chorar no trabalho. Sou uma pessoa muito emocional, mas tento me manter super forte. Isso me fez me sentir tão desconfortável… e eu comecei a me emocionar”, concluiu.

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A nova temporada de estreia dia 27 de novembro de 2025

‘Guerreiras do K-Pop’: Animação se torna o 4º filme em inglês mais popular da Netflix

A animação da Netflix Guerreiras do K-Pop provou ser um verdadeiro sucesso, consolidando-se como um dos títulos mais populares da história da plataforma, segundo a Variety.

Conforme a reportagem, durante a semana de 28 de julho a 3 de agosto, o musical de fantasia alcançou 158,8 milhões de visualizações desde sua estreia em 20 de junho.

Esse número o coloca atualmente em quarto lugar no ranking de filmes em língua inglesa mais populares da Netflix, ficando atrás apenas de Alerta Vermelho’ (230,9 milhões), Bagagem de Risco’ (172,1 milhões) e ‘Não Olhe para Cima’ (171,4 milhões).

A contagem da plataforma considera as visualizações acumuladas durante os primeiros 91 dias, o que significa que o musical de fantasia ainda tem sete semanas para ultrapassar os concorrentes e subir ainda mais no ranking.

Na mesma semana, o único filme a superar seu desempenho foi a comédia Um Maluco no Golfe 2, de Adam Sandler, que arrecadou 40,8 milhões de visualizações em sua primeira semana completa na Netflix.

Guerreiras do K-Pop’ está disponível na Netflix.

“Quando as superestrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey não estão esgotando estádios ao redor do mundo, elas usam suas identidades secretas como caçadoras de demônios para proteger seus fãs dos perigos sobrenaturais que espreitam pelas sombras. Juntas, elas precisarão enfrentar sua maior ameaça: uma boy band rival irresistível — que, na verdade, são demônios disfarçados”, diz a sinopse.

‘O Morro dos Ventos Uivantes’: Ingressos para remake com Margot Robbie e Jacob Elordi já estão à venda

O remake de O Morro dos Ventos Uivantes, estrelado por Margot Robbie e Jacob Elordi, nova adaptação do clássico romance de Emily Brontë, já iniciou a venda de ingressos.

As entradas podem ser adquiridas nas bilheterias das redes de cinema ou online, pelo site Ingresso.com.

 A nova versão será lançada nos cinemas nacionais no dia 12 de fevereiro de 2026.

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Emerald Fennell, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança‘, é responsável pela direção.

Baseado no romance clássico de Emily Brontë, o longa acompanha o Sr. Earnshaw, que encontra um órfão nas ruas e decide adotá-lo, levando-o para o sombriamente isolado Morro dos Ventos Uivantes, onde vive com sua família. O órfão recebe o nome de Heathcliff, e enquanto ele é bem recebido por Catherine, a filha do senhor Earnshaw, seu irmão mais velho, Hindley, sente ciúmes e desprezo, e faz de tudo para humilhá-lo.

À medida que crescem, nasce uma paixão avassaladora entre Catherine e Heathcliff, o que só alimenta o ódio de Hindley. Após a morte do pai, a família entra em uma profunda crise financeira, e Catherine sente-se pressionada a se casar com Edgar Linton, um homem rico, para manter sua posição social. Heathcliff não aceita o casamento e, devido ao seu amor obsessivo, decide partir com a intenção de voltar para se vingar de todos.

‘Flesh Impact’: Dakota Johnson interpretará Marilyn Monroe em curta-metragem de diretora de ‘A Noiva’

A atriz Dakota Johnson (conhecida por ‘Cinquenta Tons de Cinza’ e ‘Madame Teia’) vai dar vida à lendária estrela do cinema Marilyn Monroe no curta-metragemFlesh Impact’.

De acordo com a Vanity Fair, a produção foi escrita e dirigida por Maggie Gyllenhaal para homenagear o centenário de nascimento de Marilyn. O curta terá sua grande estreia mundial durante o prestigiado Festival de Veneza.

Quando recebeu o convite para comandar o projeto, Gyllenhaal inicialmente hesitou em aceitar a proposta:

“Eu conhecia, claro, suas atuações mais famosas e a imagem que ela projetava para o mundo enquanto estava viva. Mas pensei: ‘Não sei se sou a pessoa certa para esse trabalho’. Resolvi parar um pouco e ver o que surgiria”, contou a diretora.

Ao mergulhar na trajetória da atriz, eternizada por clássicos como Os Homens Preferem as Loiras, O Pecado Mora ao Lado eQuanto Mais Quente Melhor, Gyllenhaal passou a refletir sobre o futuro que Monroe poderia ter tido se não tivesse falecido precocemente aos 36 anos:

“Acho sua atuação fascinante: estranha, intense, extremamente alegre e, ao mesmo tempo, profundamente dolorosa. Fiquei imaginando o que teria acontecido se ela tivesse vivido mais 60 anos. Como seria o trabalho que faria hoje?”, explicou.

Foi a partir desta provocação que nasceuFlesh Impact, um curta de 17 minutos que reimagina e explora diferentes caminhos para a vida de Marilyn Monroe.

Na produção, Dakota Johnson e a veterana Ellen Burstyn interpretam duas versões de Monroe em fases distintas da vida.

“Esse filme é uma mistura entre a verdadeira Marilyn e a minha fantasia sobre quem ela poderia ter sido”, disse Gyllenhaal. “Em muitos aspectos, é um filme sobre Marilyn, mas também sobre atrizes em geral e sobre como essa profissão pode ser, ao mesmo tempo, extremamente vulnerável e muito poderosa”.

A cineasta revelou que Dakota sempre foi a primeira opção para o papel: “Dakota sempre esteve na minha cabeça. Às vezes, enquanto escrevo, um ator aparece naturalmente e preciso até afastar essa ideia para não limitar o roteiro”.

Já a contratação de Ellen Burstyn (vencedora do Oscar, Tony e Emmy) envolveu um desafio adicional por conta da complexidade do roteiro:

“Ela tem 93 anos e eu nem sabia se toparia. Na prática, o papel é um monólogo de cerca de 15 páginas”, revelou a diretora.

Burstyn, que chegou a frequentar os mesmos círculos sociais de Monroe no passado, aceitou o papel imediatamente: “Acho que esse papel encontrou Ellen em um momento muito especial da vida, oferecendo exatamente o tipo de reflexão que ela queria fazer”.

Gyllenhaal admitiu que, no começo, teve receio sobre o fato de Johnson não ter forte semelhança física com a estrela de Hollywood:

“Depois pensei: ‘Isso é ridículo. Quem se importa?’. Nem sei se hoje alguém realmente sabe como Marilyn era de verdade, porque sua imagem foi tão explorada comercialmente que acabou se tornando um mito”, acrescentou.

No curta, Johnson surge caracterizada com a icônica peruca loira curta e a famosa pinta no rosto. Contudo, a diretora enfatiza que o foco principal foi capturar a essência da atriz, e não apenas replicar sua aparência.

O título da obra resgata uma expressão famosa do cineasta Billy Wilder, que afirmava que Marilyn possuía um flesh impact, um impacto tão físico e real na tela que dava ao público a sensação de que podia tocá-la.

“É sobre o impacto que ela causava ao entrar em uma sala e permanecer na memória das pessoas”, explicou Amy Marentic, diretora de marketing.

A seleção deFlesh Impact para o Festival de Veneza é uma conquista rara, já que o evento dificilmente inclui curtas-metragens na programação oficial. Para coroar o momento, Ellen Burstyn será homenageada durante o festival com o cobiçado Leão de Ouro pelo Conjunto da Obra.

Resumindo o propósito do filme, Gyllenhaal concluiu: “Eu queria dar a Marilyn a oportunidade de se expressar de uma forma que talvez ela nunca tenha tido em vida”.

‘Halo’: Novos cartazes da série mostram parceiros espartanos de Master Chief

Mais de duas décadas após sua estreia como um jogo de tiro em primeira pessoa no console Xbox original, ‘Halo‘ é uma das maiores franquias de entretenimento de todos os tempos está chegando ao streaming em março, após um processo de desenvolvimento prolongado que começou em 2015.

Além de revelar a premissa, a Paramount está mantendo mais detalhes específicos da trama em segredo por enquanto. No entanto, ‘Halo’ acontecerá em uma linha do tempo alternativa, com a história seguindo aproximadamente o padrão da série de jogos, retratando a guerra intergaláctica entre a humanidade e uma raça alienígena conhecida como Covenant.

Os cartazes dos personagens recém-lançados mostram vários soldados que estarão lutando lado a lado com o nosso principal protagonista, Master Chief. Como você pode ver abaixo, os atores Natasha Culzac, Bentley Kalu e Kate Kennedy estarão interpretando o Silver Team, uma unidade espartana da série de jogos.

A Paramount+ divulgou recentemente três novos cartazes individuais de Halo, adaptação estrelada por Pablo Schreiber.

Os pôsteres dão destaque a Kwan (Yerin Ha), Soren (Bokeem Woodbine) e a Halsey (Natasha McElhone).

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada. O ciclo de estreia, por sua vez, tem estreia agendada para o dia 24 de março.

Assista ao trailer oficial:

Halo‘ se passará no mesmo universo em que surgiu em 2001, com o lançamento deste primeiro jogo homônimo para Xbox. Dramatizando um conflito épico do século XXVI, entre a humanidade e uma ameaça alienígena conhecido como Pacto, a série HALO vai tecer histórias pessoais profundamente desenhadas com ação, aventura e uma visão do futuro ricamente apresentada.

A série é estrelada por Schreiber (American Gods) como o Master Chief John-117, Natascha McElhone (Californication) como Dra. Halsey, a criadora brilhante, confrontadora e incompreensível dos super soldados espartanos e Jen Taylor (Halo Game Series, RWBY) como Cortana, a IA mais avançada da história da humanidade e potencialmente a chave para a sobrevivência da raça humana.

Outras estrelas incluem Bokeem Woodbine (Fargo), Shabana Azmi (Fuego), Natasha Culzac (The Witcher), Olive Grey (investigações da meia-lua), Yerin Ha (Reef Break), Bentley Kalu (Avengers: Age of Ultro), Kate Kennedy (Catastrophe), Charlie Murphy (Peaky Blinders) e Danny Sapani (Penny Dreadful).

Halo reinventou a maneira como as pessoas pensam sobre videogames e se tornou um fenômeno do entretenimento global, tendo vendido mais de 82 milhões de cópias em todo o mundo e arrecadando mais de 6 bilhões em receita total de vendas.

Rumores indicam que diretor de ‘Top Gun: Maverick’ pode comandar novo filme do ‘Superman’

Existem novos rumores sobre Joseph Kosinski, diretor do recente sucesso ‘Top Gun: Maverick‘, ser o novo cineasta a comandar o novo filme do ‘Superman‘, com Henry Cavill, da DCU.

Segundo o perfil no twitter Home of DCU, a prioridade do estúdio seria Kosinski, mas David Yates, diretor da franquia ‘Harry Potter‘, também estaria sendo contado.

Veja a postagem:

Cavill deu vida ao herói em ‘O Homem de Aço‘ (2013), ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ (2016) e ‘Liga da Justiça‘ (2017), tendo finalmente retornado no recente ‘Adão Negro‘ após um hiatus de cinco anos.

Lembrando que ‘O Homem de Aço 2‘ já está em desenvolvimento na Warner Bros. Pictures.

Ao que parece, a sequência só ficou presa no limbo por conta do antigo chefe da DC Studios, Walter Hamada, que não queria o retorno do ator.

Segundo The Hollywood Reporter, Hamada, líder da DC Films nos últimos quatro anos e agora de saída, era o grande responsável por deixar a iteração do herói interpretada por Cavill “na geladeira”. Hamada tinha seus próprios planos para a franquia, um deles envolvendo a introdução de uma versão alternativa, roteirizada por Ta-Nehisi Coates, e por isso não queria nenhum envolvimento do Superman em Adão Negro, mas esses planos mudaram recentemente.

Ao que se sabe, a mudança de comando foi fundamental para que isso acontecesse, incluindo David Zaslav (CEO da Warner Bros. Discovery), e Michael De Luca e Pam Abdy (presidentes da Warner Bros. Pictures). Os três tinham esse “intenso desejo” em retomar a iteração de Cavill.

No entanto, Dwayne Johnson e a Seven Bucks Productions é quem são os verdadeiros responsáveis pela volta de Cavill. O astro e sua marca, uma das mais influentes em Hollywood atualmente, insistiram por anos para que acontecesse.

Após as respostas negativas de Hamada, Johnson decidiu contatar De Luca e Abdy diretamente, que deram a sinalização positiva. Uma rodada intensa de negociações ocorreu antes do Dia do Trabalho, prazo insistido pelo estúdio, e tudo deu certo.

Tatuagem

(Tatuagem)

 

Elenco:

Irandhir Santos, Jesuíta Barbosa, Rodrigo García, Sylvia Prado, Sílvio Restiffe e Ariclenes Barroso.

Direção: Hilton Lacerda

Gênero: Drama

Duração: 110 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Novembro de 2013

Sinopse:

Ao iniciar o esgotamento político do golpe militar no Brasil (1978), acompanhamos o romance entre um soldado de dezoito anos e um agitador cultural, dono de um cabaré anarquista. Confrontos e reflexões de uma geração analisados a partir da periferia. A exceção pautando a visão da regra.

Curiosidades:

» —

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Emily Blunt está receosa em retornar para ‘No Limite do Amanhã 2’

Emily Blunt explicou, durante o Festival de Toronto, que esse receio em fazer parte da sequência de ‘No Limite do Amanhã‘, está ligado principalmente ao fato de que ela não quer estragar o quão interessante foi o longa original.

Blunt chegou até mesmo a usar o termo “ferrar”, quando ela confirmou que está com um tanto de medo em fazer a continuação.

Bem, sabemos que Tom Cruise está bastante taxativo com a qualidade de suas produções, sobretudo, após o sensacional ‘Missão Impossível – Nação Secreta‘. Então, acredito bastante que o roteiro da continuação está tão interessante quanto foi o longa original.

No Limite do Amanhã‘ custou US$ 180 milhões e arrecadou US$ 369 milhões mundialmente.

A história se desenrola em um futuro próximo, quando o grupo alienígena Mimics atinge a Terra com um implacável ataque, deixando grandes cidades em escombros e milhões de vítimas humanas em seu rastro. Nenhum exército no mundo se iguala à velocidade, brutalidade ou presciência dos guerreiros armados Mimic ou de seus comandantes telepáticos. Mas agora os exércitos do mundo uniram forças para uma última posição ofensiva contra a horda alienígena, sem segundas chances.

O tenente-coronel Bill Cage (Cruise) é um oficial que nunca viu um dia de combate quando é descaradamente rebaixado e depois escalado – destreinado e mal equipado – para o que equivale a pouco mais do que uma missão suicida.

Bill Paxton (“Aliens, O Resgate”, “Big Love”, da HBO), Jonas Armstrong (série “Robin Hood” da BBC), Tony Way (“Game of Thrones” da HBO), Kick Gurry (“Tangle” da Australian TV), Franz Drameh (“Ataque ao Prédio”), Dragomir Mrsic (“Snabba Cash II”), e Charlotte Riley (“World Without End”) completam o elenco.

O filme já está disponível em DVD e Blu-Ray no Brasil.

Divulgadas fotos misteriosas de ‘Star Wars – Episódio VIII’

O diretor Rian Johnson publicou duas fotos misteriosas dos bastidores de ‘Star Wars: Episódio VIII‘ em sua página pessoa.

A primeira mostra o que parece ser uma nave X-Wing, e a segunda tem um personagem misterioso que aparenta ser um vilão da Primeira Ordem.

‘Star Wars: Bloodline’: Livro revelará mistérios sobre Leia e Darth Vader 

Confira:

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Na última semana, vazou suposta sinopse que explica a origem CHOCANTE de Rey – leia mais!

Os príncipes da Inglaterra William e Harry visitaram o set de filmagem na última semana e podem participar do filme – confira!

‘Rogue One: A Star Wars Story’ ganha seu primeiro teaser 

Segundo um boato no Facebook, o título oficial do ‘Star Wars – Episódio VIII‘ pode ser ‘Star Wars: Tale of the Jedi Temple‘ (Star Wars – O Conto do Templo Jedi, na tradução livre).

A Disney estaria se preparando para divulgar o título e detalhes do filme dia 4 de maio, conhecido por anos como o “Dia Star Wars“, data em que fãs se reúnem e eventos sobre a franquia tomam conta de vários países do mundo.

Star Wars: Episódio VIII‘ é escrito e dirigido por Rian Johnson (‘Looper – Assassinos do Futuro’), e dá continuidade ao enredo apresentado em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘.

Benicio Del Toro (‘Guardiões da Galáxia’), Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran são os novos nomes do elenco, que traz de volta Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis.

Rey deu seus primeiros passos em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ e vai continuar sua jornada épica ao lado de Finn, Poe e Luke Skywalker no próximo capítulo da saga, que estreia em 15 de dezembro de 2017.

‘Star Wars: O Despertar da Força’ chega a US$ 1,9 bilhão mundialmente 

Harrison Ford deve reprisar o papel de Han Solo – saiba mais!

Crítica | Star Wars – O Despertar da Força

Segundo um jornalista do The Wrap, o roteiro da nova produção foi reescrito para aumentar e aprofundar a história do passado de Rey e Finn – leia!

A retomada da saga, comandada por J.J. Abrams, é baseada na obra de George Lucas, e se passa trinta anos após os acontecimentos de ‘Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi, produção de 1983.

Reboot de ‘Van Helsing’ será inspirado em ‘Mad Max’

Agora a coisa começou a ficar interessante. Jon Spaihts (‘Doutor Estranho’) foi contratado pela Universal Pictures para roteirizar o reboot de ‘Van Helsing‘.

O filme fará parte do Universo Monstros de Cinema, mega franquia que o estúdio está montando e que será iniciada em março de 2017 com o lançamento de ‘A Múmia‘ (também roteirizado por Spaihts).

Em entrevista ao MovieWeb, o roteirista falou que se inspirou na franquia ‘Mad Max‘ para recriar o icônico personagem.

“Eu só posso dizer que o comportamento e os trejeitos de Van Helsing foram inspirados por Mad Max”, revelou.

Segundo ele, o novo filme será bastante diferente dos anteriores.

“A tonalidade será bastante diferente dos outros filmes. Terá um pouco mais de comédia e muita ação, além de ser um filme tradicional de terror”, afirmou.

‘Van Helsing’ ganhará série de TV

Van Helsing‘ se junta aos recém anunciados filmes ‘Lobisomem‘ e ‘A Noiva de Frankenstein‘. Cada um dos personagens ganhará um filme solo que farão parte do mesmo universo, podendo assim ter uma reunião no futuro, assim como a Marvel fez com seus Vingadores.

Em 2004, Stephen Sommers dirigiu um filme focado no personagem: ‘Van Helsing – O caçador de Vampiros‘. O elenco trazia Hugh Jackman e Kate Beckinsale.

O personagem também foi interpretado por Anthony Hopkins em ‘Drácula, de Bram Stoker‘, em 1992.

Filha de ‘Van Helsing’ pronta para caçar vampiros em prévia do quarto episódio

Van Helsing‘, série de 13 episódios do canal americano SyFy, ganhou sua prévia para o quarto episódio, que será exibido na próxima sexta-feira.

O foco da trama será a filha do lendário personagem, Vanessa (Kelly Overton).

Assista:

Abraham Van Helsing é um personagem do romance ‘Drácula, de Bram Stoker‘, um célebre professor de antropologia especialista em doenças obscuras, além de ser um cientista de métodos pouco ortodoxos, tendo em vista que usava símbolos religiosos para derrotar seus inimigos.

Segundo o Deadline, a história mostrará a caçadora de vampiros seguindo o legado do pai. Após acordar de um coma de cinco anos, ela descobre que o mundo foi dominado pelos vampiros.

Neil LaBute (‘Morte no Funeral’) será o produtor executivo, e as filmagens começam em janeiro de 2016.

Em 2004, Stephen Sommers dirigiu um filme focado no personagem: ‘Van Helsing – O caçador de Vampiros‘. O elenco trazia Hugh Jackman e Kate Beckinsale.

O personagem também foi interpretado por Anthony Hopkins em ‘Drácula, de Bram Stoker’, em 1992.

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‘Amityville: The Awakening’ ganha data de estreia no Brasil

Pronto desde 2014 e adiado ao longo de três anos, ‘Amityville: The Awakening‘ finalmente ganhou data de estreia…

A Paris Filmes lançará o terror nos cinemas nacionais no dia 27 de Julho. Nos EUA, o filme ainda não possui data de estreia definida.

O filme, que havia recebido classificação indicativa “R” (proibido para menores de 17 anos), recentemente foi reeditado para ser lançado como PG-13.

Assista ao trailer:

Jennifer Jason Leigh, Cameron Monaghan e Bella Thorne estrelam a continuação de ‘Horror em Amityville‘ (2005) como uma família que se muda para uma assombrada casa em Long Island, nº 112 da Ocean Avenue – mesmo endereço em que foram praticados os assassinatos originais de Amityville.

Com direção de Franck Khalfoun (‘Maniac’, ‘P2 – Sem Saída’) e produção de Jason Blum, das franquias ‘Atividade Paranormal’ e ‘Sobrenatural’, o projeto está em desenvolvimento ativo há dois anos. A versão mais recente do roteiro é de Nicolas Tecosky e David Bruckner (‘V/H/S’).

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Neil Gaiman, autor de ‘American Gods’, revela detalhes da série no novo vídeo

Já renovada para a segunda temporada, ‘American Gods‘ ganhou um vídeo apresentado por Neil Gaiman, autor da obra adaptada para o TV Show.

Confira, com o trailer:

Na trama de ‘American Gods‘, a Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

Com estreia marcada para 30 de abril nos Estados Unidos, ‘American Gods’ terá 10 episódios em sua primeira temporada e é produzida por Bryan Fuller e Michael Green, além de contar com a supervisão de Gaiman em toda a produção.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Gillian Anderson, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

 

Previsão é que estreia de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra’ fique abaixo de ‘O Confronto’

A Variety liberou a  previsão para o faturamento de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘ no fim de semana de estreia nos Estados Unidos.

A expectativa do mercado é que o faturamento seja entre US$ 55 milhões e 65 milhões, abaixo dos US$ 72 milhões de ‘Planeta dos Macacos – O Confronto‘ e acima dos US$ 54 milhões de Planeta dos MacacosA Origem‘.

A estreia nos cinemas nacionais acontece dia 3 de Agosto, e no final desse mês Andy Serkis virá ao Brasil divulgar a produção.

Confira o vídeo-anúncio:

Em ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, o terceiro capítulo da franquia de sucesso aclamada pela crítica, César e seus macacos são forçados a um conflito mortal com um exército de seres humanos liderados pelo cruel Coronel. Após os macacos sofrerem perdas inimagináveis, César luta com seus instintos mais sombrios e começa sua própria busca mítica para vingar sua espécie. Como a viagem final finalmente os trazem cara a cara, César e o Coronel são colocados uns contra os outros em uma batalha épica que irá determinar o destino de ambas as espécies e o futuro do planeta.

Liberada a logo oficial de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra’; surpresa virá em ‘The Walking Dead’

‘Planeta dos Macacos – A Guerra’ contrata atriz de ‘The Vampire Diaries’

O novo filme seguirá a história que começou com Planeta dos Macacos: A Origem’ e continuou com ‘Planeta dos Macacos: O Confronto’.

Andy Serkis emprestou brilhantemente seus movimentos para o macaco César. Para retornar para a sequência, seu salário foi milionário, de 7 dígitos, uma valor bastante alto para captura de movimentos.

Judy Greer (‘De Repente 30’) voltará a emprestar seus movimentos à primata Cornelia, a amada de César.

Andy Serkis, Steve Zahn e Woody Harrelson estrelam.

Woody Harrelson será o vilão da sequência de ‘Planeta dos Macacos: O Confronto’

Planeta dos Macacos: O Confronto’ arrecadou US$ 708 milhões pelo mundo.

Ator de ’13 Reasons Why’ se assume gay

Brandon Flynn, que interpreta Justin Foley, em ‘13 Reasons Why‘, se assumiu gay em post publicado no Instagram.

Na legenda de uma foto sobre a igualdade, Brandon relatou que vários amigos seus sofreram agressões ao se assumirem homossexuais.

“Muitos dos meus amigos foram jogados para fora de suas casas, mantidos no armário, agredidos, mortos, ridicularizados por igreja e estado, internados… e você está assustado que, se votarmos sim, você não vai poder mostrar o seu ódio por nós.”

 

Just saw the “vote no” message in the sky, looming over Sydney. Thank you for raising money and hiring on a plane to write your lack of support amongst the clouds. I hope your hate and lack of understanding fades, just like those words will. Too many of my friends have been kicked out of their homes, kept in the closet, beat up, killed, ridiculed by church and state, institutionalized… and you are scared that if we vote YES, you won’t be able to show your hate for Us. Fuck that. We’ve been scared shitless our whole lives thanks to all the stigmas that surround Us, stigmas that were set in place by the same kind of people who flew that plane over Sydney. We’ve fought, we’ve come out bravely even in our fear, and you wrote a message in the sky because you’re scared. Equality takes courage, it worries me that too many people in this world lack the balls to stand up for what is right. #fuckhate

Uma publicação compartilhada por Brandon Flynn (@flynnagin11) em

Enquanto isso, a expectativa é que a nova temporada de ’13 Reasons Why’ estreie no primeiro semestre de 2018.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

A série tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar® Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados).

Os 13 episódios deste drama jovem adulto já estão disponíveis na Netflix.

 

Orfão de ‘Lost’? Veja essas 10 Séries repletas de MISTÉRIOS e suspense!

Lost, quando foi lançada, se tornou um enorme acontecimento, ainda longe da era do epicentro das redes sociais que existe hoje, que ganhou a melhor propaganda que existe: o boca a boca. Para você, assim como eu, é órfão de Lost, segue abaixo uma lista bem legal com algumas séries interessantes para conferir:

 

Silo (Apple Tv Plus)

Ficção científica lançada nesse ano, Silo nos leva para uma reflexão sobre a sobrevivência em um futuro distópico onde pessoas vivem em um lugar controlado por regras e repleto de restrições. Baseado na obra do escritor norte-americano Hugh Howey.

 

A Garota na Fita (Netflix)

Na trama, conhecemos um casal com uma filha pequena que vai até o tradicional Desfile dos Reis Magos nas ruas de Málaga, na Espanha. Durante o evento, a filha deles desaparece, levando a uma busca durante anos. A jornalista Miren (Milena Smit) fica obcecada pela investigação e resolve da sua forma ajudar a solucionar o mistério.

 

O Problema dos Três Corpos (Netflix)

Na trama, conhecemos uma jovem cientista lá na década de 60, em meio à revolução cultural chinesa, que após passar por um trauma acaba recebendo a chance de trabalhar num lugar secreto que tem como objetivo colocar a China como líder na comunicação interestelar. Um dia, ela consegue contato com seres de outro planeta e uma decisão nessa comunicação acaba vindo a ter consequências anos depois atingindo em cheio as vidas de um grupo de amigos e brilhantes cientistas que estão na Europa nos tempos atuais.

 

Fallout (Prime Video)

Na trama, bem à frente no futuro, conhecemos a Terra dizimada por ações nucleares. Para proteger alguns, os Estados Unidos junto à um grupo de empresas, principalmente uma, a Vault- Tec , resolvem criar refúgios subterrâneos. Assim, 200 anos depois do caos começar, conhecemos a jovem Lucy (Ella Purnell) que após o lugar onde nasceu e foi criada ser atacado, e ainda com o sequestro de seu pai, resolve ir atrás dele e desbravar a superfície, um lugar onde nunca antes havia ido. A cada caminhada, uma nova descoberta, e assim seu destino se cruza com Maximus (Aaron Moten), um sobrevivente de um dos ataques nucleares mais impactantes e o enigmático necrótico Cooper (Walton Goggins), esse último com um passado com vivas memórias do início do fim.

 

The Sinner (1ª Temporada) (Netflix)

Dirigido em sua primeira temporada quase toda pelo cineasta Antonio Campos, nessa primeira jornada de Ambrose aos misteriosos assassinatos que o rondam, acompanhamos a história de Cora (Jessica Biel, que inclusive foi indicado por esse papel ao prêmio Globo de Ouro de Melhor Atriz em Série Dramática) uma mulher feliz no casamento que após uma ida à praia com seu marido e seu filho, acaba por impulsão esfaqueando um homem na frente de todos. Presa, ela a princípio se coloca como culpada, mas o detetive Harry Ambrose (Bill Pullman) desconfia que há algo a mais nesse assassinato a sangue frio.

 

Em Defesa de Jacob (Apple Tv +)

Na trama, conhecemos a família Barber: Andy (Chris Evans), o pai, principal promotor da cidadezinha onde vivem e bastante querido pela comunidade; Laurie (Michelle Dockery) um profissional exemplar e super mãezona; Jacob (Jaeden Martell), o único filho do casal que possui uma personalidade introspectiva e não tem muitos amigos. Tudo desmorona em pouco tempo para essa família quando Jacob é acusado de assassinato de um colega do colégio. O pai, no início, promotor titular do caso, é dispensado e praticamente usa todo seu tempo e conhecimento para tentar inocentar o filho. A mãe, desmorona aos poucos e a cada episódio que passa, desconfiando mais do filho.  Assim, a série vai caminhando para uma decisão no tribunal que deixará marcas em todos. A minissérie conta com a participação de um brasileiro, o ator goiano Guilherme Vieira que atua como um ‘paralegal’ e repórter.

 

The Head: Mistério na Antártida (Netflix)

Na trama, seguimos para os detalhes complicados de decifrar de um grupo de pessoas que são de uma equipe de pesquisa que precisam ficar seis meses longe de tudo e todos no meio da terra gelada da Antártida. Acontece que quando uma outra equipe chega até onde eles estavam, liderados por Johan (Alexandre Willaume), após três semanas sem comunicação, apenas dois sobreviventes são encontrados, em situação de trauma total. Assim, Johan deve comandar uma investigação e descobrir quem está mentindo em uma investigação que está inclusa até mesmo sua esposa Annika (Laura Bach) uma das integrantes da expedição que deu problema.

 

Parasyte: The Grey (Netflix)

Esse novo seriado sul-coreano nos mostra a luta de um grupo de pessoas para conter a expansão e controle de parasitas nunca vistos que controlam a mente das pessoas influenciando de forma preponderante a sociedade. O mangá em que foi baseado, Parasyte, de Hitoshi Iwaaki, já vendeu mais de 25 milhões de cópias em todo mundo. O projeto estreia no segundo trimestre de 2024.

 

1899 (Netflix)

A nossa realidade está dentro da nossa mente. Explorando conceitos filosóficos, bebendo um pouco da fonte de Alice no País das Maravilhas e esbarrando em reflexões vistas no filme A Origem, dentro de uma busca pelo que seriam as falhas da natureza humana, todas as escolhas que de alguma forma são dominadas pelas emoções, 1899 é um seriado imprevisível, usa dos infinitos caminhos da fantasia para trazer à tona debates sobre a mente, o medo, a desconfiança, o inusitado, a fé, o sonho, o pesadelo, a perda, a dor, as escolhas. Mais qual seria o contexto, os motivos para tudo que assistimos? Realidade? Simulação?

 

Dark (Netflix)

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, bastou os espectadores irem aos poucos terminando a temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo.

 

Os Filmes Mais Esperados de Novembro 2017

Pois é, amiguinhos, já estamos no penúltimo mês do ano. Daqui a pouco já é Oscar de novo. E depois, mais uma temporada de blockbusters. O ciclo no mundo do cinema não tem fim, mas para os fãs, as novidades são sempre bem vindas. 2017 já apresentou todos os filmes da Marvel que tinha na manga, com Guardiões da Galáxia Vol 2, Homem-Aranha: De Volta ao Lar e o recente Thor:Ragnarok, que acabou de chegar destruindo as bilheterias. Já a DC finalmente viu a luz no fim do túnel com o grato sucesso Mulher Maravilha, pioneiro ao apresentar o primeiro filme de uma super-heroína que deu muito certo. Justamente falando nela, o penúltimo mês do ano traz o filme que pode ser a salvação da lavoura para o estúdio, e um dos filmes mais esperados do ano: Liga da Justiça. Bem, existem outros filmes legais estreando em Novembro também, é só conferir abaixo. E como sempre, não esqueça de comentar dizendo quais irão colocar em suas listinhas para assistir.

02/11

Depois Daquela Montanha

Exibido em festivais de cinema, como os de Toronto e do Rio, esta é uma aventura à moda antiga, quase sem espaço dentro da Hollywood atual. Na trama, um médico e uma fotógrafa sobrevivem a um desastre de avião, mas ficam isolados no meio de montanhas de neve, precisando lutar por suas vidas. No filme, os holofotes recaem sobre a química do casal protagonista, os talentosos Kate Winslet (vencedora do Oscar por O Leitor) e Idris Elba.

Leia nossa crítica de ‘Depois Daquela Montanha’

Em Busca de Vingança

Produzido por Darren Aronofsky (mãe!), este é o novo trabalho do ex-astro da ação Arnold Schwarzenegger, em nova fase de sua carreira aos 70 anos, agora buscando projetos mais sérios e voltados ao drama. De fato, este é o maior esforço dramático de atuação da carreira do icônico artista. Na trama, Arnold vive um sujeito que tem a vida despedaçada quando a mulher e a filha morrem num desastre aéreo. Depois da depressão, ele descobre que a falha foi humana, mas o responsável, papel de Scoot McNairy, igualmente sofre as consequências da tragédia por conta própria.

Leia nossa crítica de ‘Em Busca de Vingança’

Terra Selvagem

Estreia na direção do roteirista Taylor Sheridan (o terror que fez como diretor de aluguel não conta), indicado ao Oscar ano passado por A Qualquer Custo, e também responsável pelo roteiro de Sicario – Terra de Ninguém. Aqui, Sheridan também roteiriza, para contar a história de um crime passado numa gelada reserva indígena (ou nativa americana). Uma jovem nativa foi assassinada e uma agente do FBI novata é enviada para investigar. Devido a sua inexperiência, a ajuda de um exímio rastreador/caçador vem bem a calhar. Nos papeis principais, dois Vingadores, Jeremy Renner e Elizabeth Olsen.

Leia nossa crítica de ‘Terra Selvagem’

A Noiva

Este é um terror russo, que mostra que o país está disposto a exportar seus filmes de entretenimento, vide o recente Os Guardiões, produção sobre super-heróis. Aqui, uma antiga lenda local é o mote, e serve como pano de fundo. Segundo a história, as almas dos mortos ficam aprisionadas e são amaldiçoadas quando tiramos suas fotografias. Uma jovem irá aprender da pior maneira que tais lendas podem ser muito reais, quando seu noivo a leva para conhecer a casa de sua família no campo, local que esconde inúmeros mistérios e alguns segredos sobrenaturais.

Leia nossa crítica de ‘A Noiva’

Assista ao nosso vídeo sobre ‘A Noiva’

Gabriel e a Montanha

Produção nacional que vem dando o que falar e promete uma boa dose de emoção nos cinemas. Exibido nos principais festivais de cinema no Brasil, como o Festival do Rio e a Mostra de São Paulo, o filme é uma bela homenagem do diretor Fellipe Barbosa para o amigo Gabriel Buchmann, um jovem aventureiro com grandes sonhos de um mundo melhor. No filme, João Pedro Zappa vive Gabriel, nesta história que narra seu destino derradeiro na África.

Dona Flor e Seus Dois Maridos

Estreando em algumas cidades do Nordeste Brasileiro, esta nova roupagem do clássico de Jorge Amado (que já foi levado aos cinemas na década de 1970, com Sônia Braga, e inclusive teve uma versão gringa, chamada Meu Adorável Fantasma, com Jeff Bridges, Sally Field e James Caan) tem direção de Pedro Vasconcelos e Juliana Paes, Marcelo Faria e Leandro Hassum no elenco como o trio protagonista. Na trama, Dona Flor teve um relacionamento pra lá de quente com o marido boêmio Vadinho. Mas após sua morte, ela encontra outro companheiro no recatado farmacêutico Teodoro. No entanto, a mulher sente tanta falta do falecido, que ele volta na forma de um fantasma para enlouquecê-la.

09/11

Gosto se Discute

A onda de estrelato de artistas lançados pela plataforma Youtube pegou e se tornou uma das fontes mais constantes de entretenimento, inclusive no cinema. Uma das que mais se beneficiou disso (ou a que mais se beneficiou) foi Kéfera Buchmann, que já protagonizou alguns filmes, como o sucesso É Fada! e agora volta trabalhando num filme de verdade e não num veículo para ela, ou quase. Kéfera interpreta uma funcionária enviada por investidores para fazer um renomado restaurante voltar a dar lucro. O veterano Cássio Gabus Mendes interpreta o irredutível chef, dono do local.

Assista nossa entrevista com o elenco de ‘Gosto se Discute’

16/11

Liga da Justiça

Este é sem dúvidas um dos filmes mais esperados do ano, e a prova de fogo para a DC/Warner nos cinemas. A Marvel se preparou durante anos para o espetáculo principal: Os Vingadores (2012). E o resultado foi a quebra de inúmeros recordes. Agora, a rival corre atrás do tempo perdido e chega com a sua resposta. Esta é a junção de seus principais heróis em um único e apoteótico filme. Aqui, Batman, Mulher Maravilha, Flash, Aquaman e Ciborgue unirão forças, à espera do Superman, para combater uma ameaça alienígena que planeja dominar a Terra. Qualquer semelhança não é pura coincidência. É esperar para ver.

23/11

Sem Fôlego

Colecionando elogios por onde foi exibido e com grande força para a época de premiações, este é o novo trabalho do prestigiado diretor Todd Haynes (Carol). Baseado no livro de Brian Selznick, Sem Fôlego conta duas histórias, coexistindo em tempos e formas cinematográficas distintas. Um menino está à procura de seu pai. No passado, uma menina também busca por algo especial. Cada história é narrada de uma forma, uma inclusive em preto e branco. Tem tudo para ser um dos mais criativos e especiais filmes do ano. Julianne Moore e Michelle Williams estão no elenco.

Pai em Dose Dupla 2

Ninguém imaginou que o primeiro Pai em Dose Dupla (2015) seria sucesso o suficiente para gerar uma sequência, mas aqui ela está. Se no primeiro filme tínhamos o embate entre o padrasto atrapalhado Will Ferrell e o pai biológico bad boy Mark Wahlberg, disputando a liderança da família, nesta continuação entram em jogo os pais dos pais. Os avôs interpretados por John Lithgow e Mel Gibson são versões mais velhas de suas crias e prometem criar muita confusão na época de natal, neste filme para toda a família.

Boneco de Neve

Suspense gelado, baseado no livro do especialista no gênero, o norueguês Jo Nesbro. Dirigido pelo sueco Tomas Alfredson, dos ótimos Deixa Ela Entrar (2008) e O Espião que Sabia Demais (2011), e protagonizado por um grande elenco, vide Michael Fassbender, Rebecca Ferguson e Charlotte Gainsbourg, o thriller narra uma caçada por um serial killer. Numa pacata cidade, assassinatos começam a ocorrer, crimes envolvendo mulheres. Cabe ao detetive Harry Hole (Fassbender), uma vez um talentoso policial, agora caído em desgraça, solucionar o caso.

30/11

Assassinato no Expresso Oriente

Falando em suspense baseado em livro, que tal a adaptação de um dos mais famosos de todos os tempos. Deixe para a autora Agatha Christie a criação de alguns dos maiores mistérios da literatura mundial. Considerada a rainha do suspense, Christie é renovada para uma nova geração, na forma de uma superprodução cinematográfica. Esperamos que esta moda pegue e outros trabalhos da icônica escritora deem frutos como este. Aqui, numa viagem de trem no dito expresso do Oriente, o exímio investigador Hercule Poirot se vê no meio de uma trama de assassinato, quando um dos passageiros é morto, deixando inúmeros suspeitos. Vale a pena ser investigado nas telonas, com as participações de Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Penélope Cruz, Daisy Ridley e Kenneth Branagh – que protagoniza e também dirige o longa.

Jogos Mortais – Jigsaw

O mês termina com um presente para os fãs de terror. Na minha infância, tínhamos como reis do gênero as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo. A nova geração tem como representantes as séries Atividade Paranormal e Jogos Mortais. Agora, uma delas retorna, sete anos depois de sua última aparição nas telonas, para um novo round de torturas intermináveis. O assassino John Kramer, conhecido como Jigsaw, morreu, mas suas armadilhas mortais continuam vivas. Na direção, os irmãos Michael e Peter Spierig, do ótimo O Predestinado (2014).

10 Sucessos Fenomenais Inesperados dos Últimos Anos

O que define um sucesso absoluto? No caso de produções cinematográficas é fácil: a junção de uma gorda bilheteria (o que garante a adoração do público) com a aprovação da crítica especializada.

Existem sucessos. E existem os fenômenos. Aquele tipo de filme dos quais estão todos falando e que se você não quiser ficar de fora do assunto, precisa correr para assistir. Mas existem também os sucessos fenomenais inesperados. São aqueles tipos de filme pelos quais todos estavam receosos – seja por qual motivo for -, com os dois pés atrás e que ainda assim viveram para se mostrar a nova sensação do pedaço.

Pensando neste tipo de obra que conseguiu superar a descrença, formulamos nossa nova lista. Estes são os 10 filmes que se tornaram sucesso fenomenal inesperado.

Pantera Negra (2018)

Tudo bem que só de ser um filme da Marvel, a garantia de sucesso é certa. O lance aqui é que ninguém esperava, nem em seus sonhos mais felizes, o tamanho de tal sucesso. O primeiro super-herói negro em grande escala do cinema trazia uma carga social muito importante, dirigido por um cineasta negro e com um elenco majoritariamente negro. O personagem já havia causado boa impressão em seu debute na aventura Capitão América: Guerra Civil (2016), mas ter um filme solo era algo diferente.

Com o lançamento, veio o burburinho. A Marvel havia acertado novamente. Mas algo inédito acontecia, até mesmo para os padrões da casa – que precisou reconhecer o fenômeno. Pantera Negra se tornava um marco social, transcendendo Hollywood ou até mesmo uma produção cinematográfica. O filme se tornou a produção mais rentável do ano nos EUA e a segunda ao redor do mundo – ficando atrás somente de outro fenômeno, este esperado: Vingadores: Guerra Infinita.

Com a crítica não foi diferente e Pantera Negra marca 97% de aprovação, quase a nota máxima. O maior legado da superprodução, no entanto, foi mostrar que filmes deste porte protagonizados e comandados por negros funcionam. E funcionam muito bem. Sinal de bem-vindos novos tempos e de que Hollywood pode mudar sossegada, sem precisar se preocupar com o lucro.

Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)

A Sony já havia passado por um backlash parecido há pouco tempo. Em 2016, quando o primeiro trailer do novo Caça-Fantasmas, inteiramente protagonizado por mulheres, foi lançado no Youtube quebrou um triste recorde: se tornou o trailer com mais “descurtidas” da história da plataforma. O motivo: nerds mimizentos chorando e acusando os produtores de terem “acabado com suas infâncias”. Isso antes mesmo de poderem assistir ao longa. Mesmo tentando se envolver no manto do feminismo – como último recurso desesperado -, o filme não emplacou. Tudo bem que a qualidade da obra não ajudou muito.

Imagine o desespero dos executivos do mesmo estúdio, passando novamente por um incrível backlash pelo segundo ano consecutivo. A internet ardeu em comoção quando o primeiro trailer de Jumanji atingiu a rede. Pessoas que cresceram amando o filme original com o saudoso Robin Williams estavam mais do que descontentes com a nova roupagem, acusando-a de ser muito mais um veículo de Dwayne Johnson do que um remake/reboot/continuação de seu adorado filme. E eu de cá pensando com meus botões: “nunca soube que Jumanji tinha esta legião de culto”.

Mas para a extrema felicidade dos produtores, The Rock e todos os envolvidos, foi só a aventura juvenil atingir os cinemas, que o jogo virou de vez a seu favor. A ideia estranha de um novo Jumanji já havia caído nas graças de todos e com a aprovação de quase 80% da imprensa, curiosamente ainda mais alta que a do filme original de 1995, os céticos tiveram fé. O fracasso certo se tornava sucesso, mas não apenas isso, se tornava um fenômeno. O filme foi o quarto mais rentável de 2017 nos EUA (batendo simplesmente todos os lançamentos da Marvel) e o quinto ao redor do mundo, beirando a marca do US$1 bilhão. Alguém duvida que as continuações chegarão correndo?

Mulher-Maravilha (2017)

Podemos dizer que parte do sucesso de Pantera Negra se deve ao pioneirismo de Mulher-Maravilha. Antes um grande tabu, quando a primeira superprodução protagonizada por uma heroína mostrou que podia dar muito certo, outras que visavam aceitação de gênero ou raça vislumbraram a luz no fim do túnel. Mas você pergunta: por que Mulher-Maravilha, uma das personagens mais icônicas dos quadrinhos, era incerteza? Bem, por dois grandes motivos. O primeiro é o citado acima. Sim, já havíamos tido superproduções comandadas por mulheres em papeis principais, mas não deste porte, não deste subgênero ainda muito masculino.

Fora que outros haviam naufragado gloriosamente, vide Mulher Gato (2004), com Halle Berry, da mesma DC/Warner, e Elektra (2005), com Jennifer Garner. Chegamos ao segundo motivo, que se divide em uma bifurcação. Primeiro, a nova leva de produções da casa, a citada Warner/DC, não estava na melhor das fases, para dizer no mínimo, vindo de recepções que variavam de mornas a geladas, em filmes como O Homem de Aço (2013), Batman Vs. Superman (2016) e Esquadrão Suicida (2016). Mulher-Maravilha era quase como a última esperança deste universo não afundar.

Segundo, a protagonista Gal Gadot ainda estava em provação, por assim dizer. Muito criticada quando eleita para personificar a amazona, a israelense não havia impressionado incondicionalmente ao viver a heroína em BVS – tudo bem que a participação era pequena. Entretanto, quando chegou a hora de protagonizar seu filme solo, não faltaram elogios para a atriz. Mas com Liga da Justiça, lançado logo depois, pudemos perceber que ninguém a fotografa ou a utiliza como Patty Jenkins. Mulher-Maravilha ultrapassou todas as expectativas, marcando 92% de aprovação junto aos críticos. Além disso, se tornou fenômeno de bilheteria, em terceiro lugar nos EUA e décimo ao redor do mundo. Sim, as mulheres podem. E podem mais! O jogo mudou e Mulher-Maravilha 1984, a continuação a ser lançada ano que vem, já é um dos filmes mais esperados de 2019. Vida longa, Patty Jenkins e Gal Gadot.

Fragmentado (2017)

Quem já curtia cinema no final da década de 1990, conheceu de perto a ascensão de M. Night Shyamalan. Pouquíssimas vezes um diretor debutava no cenário mundial enaltecido com o título de gênio da sétima arte. Bastou uma obra (O Sexto Sentido) para Shyamalan ser tratado como o novo Spielberg ou o novo Hitchcock. Exageros da imprensa – que adora títulos. Mas depois, a cada novo trabalho o indiano perdia um pouco de seu prestígio. E isso parecia incomodá-lo. Até que, após o divisor de águas A Vila (2004), o cineasta resolveu declarar guerra aos críticos com A Dama na Água (2006).

Depois disso, parecia que a voz de autor do cineasta havia se calado, entre um desastre pretensioso aqui e um filme de aluguel ali. A volta por cima foi timidamente ensaiada com A Visita (2015), produção intimista na qual Shyamalan se despia de tudo e voltava a falar com o coração, ou com a paixão. Daí o ceticismo em relação a seu próximo trabalho, o então misterioso Fragmentado. Natural a desconfiança. Natural também os novos louros que o diretor recebeu após todos terem conferido o resultado de seu novo projeto.

Fragmentado trouxe um tour de force de James McAvoy – que fez todos gritarem “Oscar” – uma jovem talentosa recém-saída de um cult do gênero (Anya Taylor-Joy, de A Bruxa) e, acima de tudo, um texto caprichado de seu autor, fazendo de vez as pazes com crítica e público. E sim, com o sucesso. O desfecho que o interliga com outra obra sua, a qual todos pediam sequência, foi a cereja no bolo. O filme somou quase 80% de aprovação junto a imprensa e permaneceu por três semanas em primeiro lugar após sua estreia no início do ano passado – feito impressionando se levarmos em conta as competitivas bilheterias americanas, onde a cada semana filmes se devoram. E que venha Vidro, a continuação prometida para 2019.

Uma Aventura LEGO (2014)

Quando um longa-metragem para o cinema baseado nos brinquedos de encaixe LEGO foi anunciado, nem mesmo o mais visionário espectador fazia ideia do seu resultado. Na verdade, quase ninguém achava o conceito minimamente relevante ao ponto de render uma obra de qualidade. Nem mesmo as presenças dos diretores Christopher Miller e Phil Lord, responsáveis pelo hilário e insano reboot de Anjos da Lei (2012 e 2014), tirava a descrença geral.

Provando que até mesmo o material fonte mais idiota e inanimado pode render um bom filme se houver empenho e vontade, Uma Aventura LEGO surpreendeu dez entre dez espectadores, se mostrando um dos filmes mais divertidos não apenas de seu respectivo ano, como dos últimos anos igualmente. Escracho, metalinguagem, criatividade e excelente timing cômico fizeram de Lego um fenômeno, ao ponto de criar todo um universo derivado de animações da Warner, que já rendeu Lego Batman (2017) e Lego Ninjago (2017).

Uma Aventura Lego conquistou a crítica, com 96% de aprovação, o público, se tornando a quinta maior bilheteria nos EUA em seu respectivo ano, e o mundo. A continuação, programada para o ano que vem, seguirá o mesmo caminho. Alguém duvida?

Deadpool (2016)

Já vimos super-heróis salvando pessoas em filmes, séries, desenhos e quadrinhos. O que nunca havíamos visto era heróis salvando a carreira de seu intérprete. Bem, não desta forma. O ator Ryan Reynolds por pouco não entra para a história como o mais azarado quando o assunto é adaptação de quadrinhos. Tudo porque ele já tinha escorregado não uma, não duas, não três, mas quatro vezes antes de finalmente se redimir na pele de um personagem que, inclusive, já havia interpretado.

Primeiro foi Blade Trinity (2004), malfadada conclusão de uma boa franquia de herói obscuro. Depois – e talvez o pior da lista – foi X-Men Origens: Wolverine (2009), no qual personificou de forma totalmente equivocada o mercenário tagarela Wade Wilson, ao qual nunca se referem como Deadpool. E claro, não poderia faltar Lanterna Verde (2011), o pseudo divisor de águas para ao ator – como satirizado em Deadpool 2. Ah sim, e como esquecer de RIPD (2013), baseado nos quadrinhos de Peter M. Lenkov e Lucas Marangon. Apostando todas as suas fichas, Reynolds investiu em levar Deadpool de forma correta para as telonas, mas para isso era necessário muito sangue, palavrão, metalinguagem e censura alta, aposta arriscadíssima até então.

Depois de um teste de filmagens ter “vazado” na internet, a resposta foi mais do que positiva e os fãs clamavam por um filme do anti-herói, mas com a condição de ser produzido pela FOX nos termos do ator, em contato direto com a vontade dos fãs. Deadpool quebrou barreiras, se mostrou um filme de super-heróis de censura alta, que proibia a entrada justamente de seu público-alvo, e ainda assim se tornou um sucesso fenomenal. Assim como Pantera Negra mostrou que era possível para um elenco negro, Mulher-Maravilha cimentou as super-heroínas, Deadpool antes deles criava um subgênero dentro do cinema de super-heróis, mais adulto, lascivo e subversivo. Logan (2017) seguiu e a continuação Deadpool 2 (2018) também. O próximo da lista é Jovens Mutantes (2019). Com 83% de aprovação da imprensa, o filme de baixo orçamento se tornou o sexto mais rentável nos EUA em 2016 e o nono mundialmente. Impressionante para um personagem desconhecido e proibido. E que venham novas produções no estilo.

It: A Coisa (2017)

Pensa que a Warner só acerta em produção de terror quando se fala da franquia Invocação do Mal? Pois pense de novo. Indo contra todas as expectativas e descrenças, o diretor Andy Muschietti, apadrinhado de Guillermo del Toro, já havia ensaiado no gênero, com Mama (2013) – filme que ficou entre erros e acertos. It, no entanto, era muito mais ambicioso, quase um épico dividido em duas partes e, por isso mesmo, uma aposta arriscada.

Junte a isso o fato de que as obras de Stephen King na maioria das vezes não rendem filmes… bem, por assim dizer, muito bons – cof cof A Torre Negra cof cof. Além disso, It já havia sido transposto ao audiovisual, na forma de uma minissérie para a TV em dois episódios, que chegou por aqui como um filme longo nas locadoras. Apesar daquele filme portar uma participação icônica de Tim Curry como o irreverente palhaço Pennywise, basta uma segunda visita atualmente para perceber que nos apegávamos puramente a um valor nostálgico e que a obra não é lá muito boa.

O novo It funcionou e muito bem. A começar pelo título em português, A Coisa no lugar do esquisito Uma Obra-Prima do Medo. O elenco infantil é um deleite, destaque para a carismática Sophia Lillis, a única mulher do grupo. E quanto ao palhaço, numa síndrome de Coringa – Jack Nicholson contra Heath Ledger -, Bill Skarsgard mostra que nem sempre o clássico é melhor, num desempenho simplesmente impressionante. O filme é nostálgico, horripilante, mas também poético. Melhor que tudo isso, apresentou para uma nova gama de jovens fãs, a mitologia de Stephen King criada da forma ideal. It marca 85% de aprovação da imprensa e se tornou um dos filmes de terror mais rentáveis da história, a sétima maior bilheteira de 2017 nos EUA e a décima terceira no mundo. Alguém mais não consegue esperar pela parte dois, com Jessica Chastain e James McAvoy?

Guardiões da Galáxia (2014)

Mais uma vez, seguindo os passos de Pantera Negra, Mulher-Maravilha e Deapool, temos outro filme de super-heróis de quadrinho quebrando paradigmas na lista. Guardiões da Galáxia, no entanto, veio antes de todos esses e quebrou sua barreira antes. E qual foi a barreira desta vez, você pergunta. Bem, não foi a racial, de gênero ou a de censura alta. A barreira que a superprodução quebrou foi a de elevar personagens do time C ao primeiro escalão no patamar.

Tudo bem, você pode até dizer que a Marvel já havia conseguido tal feito com personagens como Homem de Ferro e Thor, que antes de seus respectivos filmes não eram heróis favoritos de ninguém. Mas estes são os que podemos chamar de personagens do time B, conhecidos ao menos nos círculos de aficionados. Com Guardiões, nem mesmo os amantes de quadrinhos sabiam bem do que se tratava.

Bastou um cineasta empenhado, do nível de James Gunn, para pouco tempo depois da estreia todos estarem apaixonados pelos personagens. Hoje em dia, Gamora, Rocket e Groot são itens indispensáveis em qualquer convenção de super-heróis. O filme não foi apenas sucesso, foi um fenômeno. E mostrou que com esforço e qualidade, qualquer personagem pode se tornar uma estrela e qualquer história pode cativar, se tornando icônica. Com 91% de aprovação da imprensa, o filme foi a terceira maior bilheteria de seu respectivo ano, tanto nos EUA quanto ao redor do mundo. O segundo, Vol. 2, seguiu a mesma linha. Mas a polêmica em torno do criador Gunn deixa uma nuvem de incerteza quanto ao terceiro filme.

Corra! (2017)

Ninguém tinha ouvido falar de Corra! até seu lançamento. O filme era vendido como um thriller racial. Confesso que não soube muito bem o que pensar ao assistir pela primeira vez a prévia. Sem entender o tom planejado, pensei estar vendo algo de péssimo gosto, que navegava por águas perigosas. E aí vieram as primeiras críticas, extremamente favoráveis. Mas até aí… quantos filmes já receberam aval da imprensa e morreram na praia. Junto às críticas, o falatório do público, um boca a boca garantindo o sucesso de bilheteira.

Pouquíssimo tempo após Fragmentado ter deixado a liderança das bilheterias americanas (duas semanas para ser mais preciso), outra obra de terror com muito a dizer se posicionava em primeiro. Corra! deu trabalho e fez frente à superproduções com Logan e Kong: Ilha da Caveira. Podemos, inclusive, dizer que o filme deu o pontapé para o fenômeno cultural e social alcançado por Pantera Negra. Afinal, a obra, por mais questões que levante, ainda é emoldurada no contexto do entretenimento.

Corra! fez mais e subiu até o Oscar. Quem imaginaria. Indicado para melhor filme. São os sinais dos novos tempos. Elogios da imprensa – com 99% de aprovação – e uma bilheteria impressionante para um filme tão pequeno – o que se traduz na aceitação plena do filme – é a receita que a Academia tem prestado atenção. Filmes como Corra! mostram que ideias podem valer mais do que astros e efeitos.E isso precisa ser valorizado. No comando, Jordan Peele, mais acostumado a atuações cômicas. Quem não quer ver o próximo trabalho do sujeito?

Um Lugar Silencioso (2018)

E que excelente época para os filmes de terror. O ano de 2017 foi excepcional, com obras como Fragmentado, Corra! e It: A Coisa. Todos querem ser os próximos. Alguns conseguem. É o caso com Um Lugar Silencioso, fenômeno do terror em 2018, enaltecido pela crítica, com 95% de aprovação.

Assim como Corra!, o filme traz um diretor inusitado no comando da produção. O ator John Krasinski é mais conhecido por sua participação numa série cômica, no entanto, deu o próximo passo ao confeccionar uma obra totalmente fora de sua zona de conforto. Para isso, escalou a parceira da vida real Emily Blunt e juntos criaram um clássico moderno. Muito semelhante a um episódio de Além da Imaginação, Um Lugar Silencioso nos apresenta uma realidade na qual qualquer barulho pode se tornar mortal.

O grande elemento do filme é o silêncio. Ele é primordial para uma sessão da obra. Além disso, Um Lugar Silencioso foi quase inteiramente confeccionado na linguagem de sinais, o que o transforma, na maior parte da projeção, em um terror mudo. O nível de tensão é alto. O longa é o mais rentável do ano dentro de seu gênero e está pronto para ganhar uma continuação. Mas será que precisava mesmo?

FLOPOU! Saiba Quais foram os Filmes mais DETONADOS pelos críticos em 2023…

A arte é subjetiva, como todos nós estamos cansados de saber. A máxima de “o que é bom para você pode ser ruim para mim e vice-versa” é a mais pura realidade quando tratamos de arte. E com os filmes isso acontece mais ainda por serem uma forma de arte muito popular e que desperta a paixão dos fãs como nenhuma outra. A verdade é que cada um de nós absorve a arte baseados em nossas próprias vivências e experiências, a bagagem que trazemos conosco. Dessa forma, a arte ou um filme é o espelho do que levamos para ele, ou seja, só irá refletir o que já temos dentro de nós.

Uma vez dito isso, é preciso levar em conta também o fator consenso. Vivemos em uma sociedade democrática, ou pelo menos desejamos que seja cada vez mais. Assim como o voto em políticos para saber quem ganhou uma eleição através da maioria das opções, a forma de avaliação de um filme pode ser simples: foi bom ou não em nossa opinião. Sendo assim, os mais variados agregadores reúnem avaliações da crítica especializada (profissionais com um conhecimento maior da arte cinematográfica, especializados em assistir e comentar todo tipo de filme com mais propriedade) e também do grande público, que em sua maioria procura cinema apenas para se entreter.

É sobre esta segunda categoria de espectador que iremos falar nessa matéria, o grande público. Por mais que você tenha gostado de alguns dos filmes que iremos apresentar abaixo como os piores de 2023, saiba que na opinião da maioria dos espectadores que os assistiu e votou no maior banco de dados de cinema da rede, o IMDB, eles deixaram muito a desejar. Aqui, reunimos os filmes de prestígio, de grandes estúdios, com astros e estrelas protagonizando, e que não conseguiram sequer uma nota 5 de 10 nestas avaliações. Confira abaixo quais são esses longas “azarados” ou “odiados” mesmo.

Casamento em Família
Nota: 4.9 / 6.1 mil votos

Reunir em um único filme os talentos de Richard Gere, Susan Sarandon, Diane Keaton e William H. Macy seria o suficiente para atrair atenção de qualquer cinéfilo. E apesar de sua premissa “farsesca” até interessante, na opinião geral dos espectadores o filme recai na fórmula do mais baixo denominador comum em sua comédia romântica. Na trama, Emma Roberts e Luke Bracey ficam noivos e decidem se casar, como forma de último esforço para seu relacionamento que já não estava indo muito bem. Porém, ao apresentarem suas famílias uma para a outra – Richard Gere e Diane Keaton (os pais dela) e William H. Macy e Susan Sarandon (os pais dele) – os casais de meia idade logo descobrem que estão secretamente traindo uns aos outros.

O Exorcista: O Devoto
Nota: 4.9 / 23 mil votos

Aqui podemos dizer que o consenso é praticamente uma unanimidade, pois difícil mesmo é encontrar alguém para falar bem do novo ‘O Exorcista’. Se fosse qualquer outro filme sobre possessão demoníaca, ‘O Devoto’ seria considerado medíocre e esquecido na semana seguinte, como a maioria dos exemplares deste que já se tornou um subgênero. O problema é que a Blumhouse e o diretor David Gordon Green (que cada vez se queima mais com a comunidade de fãs do terror) ousaram colocar o título de um dos filmes mais influentes e celebrados da sétima arte. Planejado como uma trilogia, duvidamos muito que uma continuação receba sinal verde.

Os Mercenários 4
Nota: 4.8 / 21 mil votos

Até então, a franquia dos heróis de ação da terceira idade havia ficado entre erros e acertos, mas sempre conseguia conquistar o coração do amante nostálgico do gênero. A proposta já nasceu como “galhofa” – Sylvester Stallone escreveu e dirigiu sua homenagem aos colegas e a ele mesmo, mostrando que os velhos cães de guerra ainda tinham muito sangue para dar em tela.

Com as continuações, o envolvimento de outras lendas foi aumentando, com: Jean-Claude Van Damme, Chuck Norris, Wesley Snipes, Harrison Ford, Mel Gibson e Antonio Banderas. Esse era o caminho que os filmes deveriam ter seguido, escalando quem sabe a seguir Jackie Chan, Steven Seagal, Kurt Russell e afins. Mas sabemos que a coisa começa errada quando os atrativos de seu novo filme são Megan Fox e 50 Cent…

Cemitério Maldito: A Origem
Nota: 4.7 / 7.5 mil votos

Os cinéfilos um pouco mais velhos ainda guardam com muito carinho a primeira adaptação de ‘Cemitério Maldito’ para o cinema, baseado no livro de Stephen King, e lançado em 1989. A história fala sobre uma família, dessas de comercial de margarina, se mudando para sua nova grande casa numa área rural dos EUA. Nas proximidades existe um antigo cemitério de animais, tido como místico, parte do folclore local, e que segundo reza a lenda, quem for enterrado ali retorna dos mortos; mas não está “puro”.

Aproveitando o sucesso que o filme fez, o estúdio resolveu lançar uma continuação três anos depois, e trinta anos depois um remake. Nenhum dos dois teve a mesma relevância cultural do primeiro. Agora eles tentam de novo com a primeira prequel deste universo e o resultado foi ainda mais genérico, agradando poucas pessoas.

Os Cavaleiros do Zodíaco
Nota: 4.4 / 9.1 mil votos

Muitos fatores jogaram contra esta primeira adaptação em live-action do famoso e muito cultuado anime dos anos 80. Talvez o mais determinante seja a ausência de grandes nomes envolvidos com o projeto, na frente e atrás das câmeras. Na hora de levar para as telonas uma produção deste porte com atores de carne e osso, é preciso ter o compromisso de fazer da maneira certa. E há muito tempo Hollywood percebeu que grandes atores dão credibilidade a este tipo de produto.

As presenças de Marlon Brando e Jack Nicholson foram o que fizeram os filmes do ‘Superman’ e ‘Batman’ darem certo, por exemplo. Isso e o fato de serem bons, é claro. E é isso que faz hoje a Marvel e a DC investirem pesado em nomes badalados para suas obras. Talvez ‘Cavaleiros do Zodíaco’, que não é bom, ganhasse mais credibilidade com esse investimento.

Peter Pan e Wendy
Nota: 4.4 / 26 mil votos

Peter Pan e Wendy’ parece ter seguido a fama das produções da Disney em live-action que adaptam suas animações clássicas despejadas na plataforma de streaming da Disney+; em especial o pouco apreciado ‘Pinóquio’, de Robert Zemeckis. De forma geral, mesmo os que rendem bilheterias astronômicas, como ‘A Bela e a Fera’, ‘O Rei Leão’ e ‘A Pequena Sereia’ não conseguem encantar da mesma forma que suas contrapartes em desenho. Não que o estúdio se importe muito com isso, afinal, como dito, tais produções ainda correspondem enchendo seus cofres. Porém, algumas delas parecem não terem a fé de seus produtores e terminam desovadas no streaming, somente para depois todos constatarem que realmente não eram muito boas – e caso fossem ao cinema certamente dariam prejuízo.

Pequenos Espiões: Apocalipse
Nota: 4.3 / 2.6 mil votos

A produção renomada menos apreciada pelo grande público é o quinto filme da franquia infantil ‘Pequenos Espiões’, idealizada por Robert Rodriguez. O diretor teve a ideia quando foi pai, e assim começou a pensar em projetos infantis para a criançada. O problema é que nenhum deles se salva. E não apenas dentro da franquia ‘Pequenos Espiões’, com fracassos como ‘Sharkboy e Lavagirl’, ‘A Pedra Mágica’ e ‘Pequenos Grandes Heróis’.

De alguma forma tais filmes devem dar algum resultado para o cineasta, caso contrário não continuaria fazendo-os. Depois da fracassada tentativa de reboot em 2011, com Jessica Alba, Rodriguez tenta de novo com esse exemplar, dessa vez contando com Zachary Levi e Gina Rodriguez como os nomes chamativos do elenco.

Alunos conspiram contra professor no trailer do suspense ‘School’s Out’

O suspense francês ‘School’s Out‘ (L’heure de la Sortie) ganhou trailer.

Confira:

Dirigido por Sebastien Marnier, o filme estreará no Fantastic Fest, no Texas.

Na trama, “Pierre Hoffman, um professor substituto, é contratado depois que o seu antecessor comete suicídio ao se jogar da janela na sala de aula em frente aos seus alunos. Logo, Hoffman percebe que seis estudantes parecem estranhamente indiferentes ao que testemunharam, e com o passar do tempo ele percebe que este pequeno grupo tem uma grande influência sobre o resto da escola. Essa obsessão se transforma em terror quando ele descobre qual a verdadeira intenção do grupo.”

Laurent LafitteEmmanuelle Bercot, Pascal Greggory, Greg Montel, Thomas Scimeca e Véronique Ruggia estrelam.