Site Página 4456

‘Power Rangers’ vai ganhar reboot nos cinemas e na TV com produtor de ‘Titãs’

De acordo com o Deadline, a Hasbro e o estúdio Entertainment One contrataram Bryan Edward Hill para escrever os roteiros do universo compartilhado dos ‘Power Rangers‘ na TV e no cinema.

Para quem não conhece, Hill também é co-produtor da ‘Titãs‘, série live-action da equipe jovens heróis produzida pela HBO Max.

Além disso, ele também é quadrinista e já escreveu algumas histórias para a DC Comics e para Marvel, como algumas edições de ‘Batman e os Foras da Lei’, ‘American Carnage’, e ‘Killmonger’.

Em seu perfil do Twitter, o artista agradeceu pelo apoio dos fãs e comemorou a escalação:

“Estou INCRIVELMENTE animado com isso. Eu AMEI o trabalho de Jonathan [Entwistle, o diretor] antes de embarcar nisso, e quando ouvi suas ideias, fiquei imediatamente entusiasmado. Este é um daqueles projetos que você pensa: ‘Uau, eu consigo fazer isso!’. E vocês me ajudaram apoiando meu trabalho. Sou muito grato a vocês.” 

Lembrando que Jonathan Entwistle (‘I Am Not Okay with This‘) será o responsável pela direção dos projetos.

Entwistle está vinculado à reinicialização dos ‘Power Rangers‘ desde dezembro do ano passado, quando parte dos direitos da franquia ainda pertenciam à Paramount.

No entanto, como a Hasbro adquiriu 100% da marca, a produção ficará por conta do eOne, estúdio supervisionado pela companhia de brinquedos.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama das atrações, mas rumores indicam que este novo universo pode ser baseado no arco ‘Shattered Grid‘, HQ que explora a união de diversos Rangers através de épocas diferentes.

Shattered Grid, Editora Boom! 2018

Através de um comunicado, Nick Meyer, o presidente do eOne comemorou a notícia:

“Jonathan tem uma visão criativa incrível para esta franquia icônica e de enorme sucesso, ele é o arquiteto perfeito para moldar o que está por vir. Estamos ansiosos para trabalhar com os contadores de histórias mais talentosos do ramo enquanto reinventamos os Rangers na TV e no cinema.”

Entwistle também expressou seu entusiasmo em uma breve declaração para divulgar os próximos projetos:

“Esta é uma oportunidade inacreditável de introduzir novos ‘Power Rangers‘ para as novas e antigas gerações de fãs. Vamos trazer o espírito analógico para o futuro, aproveitando a ação e a narrativa que fizeram desta marca um sucesso. Estou ansioso para trabalhar com as equipes da eOne e da Hasbro. Juntos, mal podemos esperar para compartilhar mais ‘Power Rangers com o mundo em breve.” 

‘A Menina que Matou os Pais’: Carla Diaz emagreceu 5 quilos para interpretar Suzane Von Richthofen

Em entrevista para a revista Quem, Carla Diaz disse que teve que se adaptar a uma intensa rotina de treinos para interpretar Suzane von Richthofen no filme ‘A Menina que Matou os Pais’.

“Para interpretar Suzane, eu tive uma preparação física diferente do que já vinha fazendo. Como farei a personagem desde seus 15 anos, parei com a musculação. A direção me pediu para deixar o corpo menos definido, já que eu vinha de uma preparação intensa do Carnaval. Então foquei em exercícios mais aeróbicos e emagreci cinco quilos.”, disse a atriz.

Recentemente, a Galeria Distribuidora divulgou um clipe dos filmes ‘A Menina Que Matou Os Pais‘ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais‘.

Assista:

Descrito como um drama psicológico, o longa conta a história real por trás do caso de Suzane Von Richthofen, responsável pelo assassinato dos próprios pais, ao lado de Daniel e Christian Cravinhos.

O crime ocorreu em 2002 e chocou o Brasil e o mundo na época. Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

“O filme que iremos contar é um thriller psicológico, de suspense, onde discutiremos os motivos que levaram ao fato em detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso. Sem dúvida alguma essa é uma história muito forte e original e por ser real torna tudo mais absurdo e instigante. O filme trás um tema que muita gente conhece e tem ideias pré-concebidas, mas as pessoas não sabem o mais importante que é o motivo que levou a filha e seu namorado a matarem seus pais. Por isso, esse projeto parte de um grande desafio que é entender um pouco a mente de cada um dos dois assassinos”, explicou o diretor Mauricio Eça.

O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.

Anunciado em julho de 2018, ‘A Menina que Matou os Pais‘ é dirigido por Maurício Eça e produzido pela Santa Rita Filmes, chegando aos cinemas no segundo semestre de 2021 com duas versões diferentes.

Crítica | Quem Matou Sara? – Série de Suspense da Netflix se inspira em Agatha Christie

Agatha Christie é unanimidade entre todos os fãs de histórias de suspense. Considerada a rainha das histórias de crime, ela construiu uma fórmula de elaborar histórias conhecidas como “whodunit” – traduzindo: quem é o culpado? Não à toa, a escritora inglesa é citada na abertura da série mexicana ‘Quem Matou Sara?’, lançamento da Netflix que já figura entre o Top 10.

Quando eram jovens e descolados, Rodolfo (Andres Baida), Alex (Manolo Cardona), José (Eugenio Siller) e Sara (Ximena Lamadrid) adoravam curtir o verão juntos. Certo dia, saíram com outros amigos para um passeio de lancha e Sara topou o desafio de voar em um paraquedas preso à lancha, mas, o que era para ser uma ousadia animada se transformou em uma grande tragédia, resultando na morte de Sara. Dezoito anos se passaram e Alex sai da cadeia, tendo cumprido pena pelo assassinato da irmã. Só que Alex é inocente, e agora, em liberdade, vai buscar vingança e colocar o verdadeiro assassino de Sara na prisão.

Criada por José Ignacio Valenzuela, a série de dez episódios com cerca de quarenta minutos cada intercala os momentos do presente de Alex com o passado, revelando, aos pouquinhos, pequenos segredos sórdidos dos personagens, apresentando ao espectador como e por que cada um deles teria motivação para ter matado Sara. Novamente, essa é uma técnica bastante utilizada por Agatha Christie, que também pode ser vista em filmes como ‘Assassinato no Expresso do Oriente’ e ‘Entre Facas e Segredos’.

Embora com a pegada que constrói o suspense de quem seria o verdadeiro culpado, a bem da verdade o roteiro de Jean Pierre Fica e Rosario Valenzuela não traz nada de novo ao que já vem sido apresentado em produções semelhantes. Na real, parece até seguir a cartilha da rainha do crime muito ao pé da letra, sem imprimir a própria assinatura. Isso faz com que diversas informações dos personagens sejam literalmente jogadas na trama através de diálogos inverossímeis que dão a impressão de acontecer só para que a gente tome nota daquela informação específica.

Tudo isso poderia ter sido melhor trabalhado na série, caso o diretor David Ruiz tivesse empenhado seu elenco em dar mais veracidade aos sentimentos dos personagens. O protagonista Alex, por exemplo, em dezoito anos no cárcere conseguiu se tornar um mega hacker apenas lendo livrinhos e usando instrumento de solda, e, na hora de confrontar seus inimigos (ou até mesmo na hora de fugir de um tiroteio), Manolo Cardona faz a mesma cara de quem acabou de descobrir que botou sal em vez de açúcar no café. Um tédio só.

Quem Matou Sara?’ é uma série de suspense previsível, razoável e com pouco elemento surpresa. Sem oferecer nada de diferente, acaba se tornando uma opção aos assinantes da Netflix tão somente por ser novidade no catálogo.

Fuja de Marvel X DC com estes filmes de super-heróis nos streamings

As duas maiores editores dos quadrinhos dominaram os cinemas e agora os streamings também. Entretanto, não é todo mundo que vira fã da Marvel ou da DC e suas respectivas visões acerca do heroísmo. Por isso, selecionamos alguns filmes com super-heróis que não se enquadram em nenhuma das duas empresas, mas que entregam entretenimento de muita qualidade. Confira!


Super

Primeiro filme de “super-heróis” do diretor James Gunn, Super conta a história de um chapeiro fracassado (Rainn Wilson) que pede para Deus transformá-lo em um super-herói após descobrir que sua companheira (Liv Tyler), usuária de drogas, foi supostamente sequestrada pelo traficante da região (Kevin Bacon). Depois de uma experiência “sobrenatural” – ou algo assim -, ele acredita ter a missão divina de salvar a cidade como o temível Crimson Bolt. Aparatado com uma chave inglesa, ele sai pelas ruas batendo em criminosos enquanto busca pistas sobre o paradeiro de sua amada.

Onde assistir: Amazon Prime Video

 

Rocketeer

Dirigido por Joe Johston e baseado na graphic novel homônima dos anos 1980, Rocketeer se passa em 1938 e conta a história do piloto Cliff Secord (Billy Campbell), que acaba sendo baleado em um confronto do FBI contra bandidos que roubaram uma tecnologia revolucionária. Nisso, ele encontra um protótipo de mochila a jato sendo traficada pelos vilões. Em posse do objeto, ele assume a identidade do super-herói Rocketeer. Enquanto tenta reconquistar seu amor, Betty (Jennifer Connelly), ele terá de enfrentar um espião nazista que se disfarça de astro de Hollywood se quiser impedir que o mundo seja dominado pelo mal. É um daqueles filmes clássicos com jeitão de matinês.

Onde assistir: Disney+


Sonic: O Filme

Um dos últimos filmes lançados nos cinemas em 2020, essa mistura de live action com animação 3D traz o ouriço mais amados dos videogames para as telonas. Famoso pela mudança na aparência do personagem principal, o filme é uma aventura sobre o Sonic, um ouriço alienígena superveloz e viciado em cultura pop que é mandado para Terra. Perdido por aqui, ele encontra um policial (James Marsden) que vai ajudá-lo a recuperar os anéis – capazes de abrir portais – para tentar voltar para casa. O problema é que o Dr. Robotnik (Jim Carrey) está a sua procura e conta com o apoio do governo para capturar a criaturinha azul.

Onde assistir: Telecine

As Tartarugas Ninja

Esqueça aquela bizarrice do Michael Bay! Neste clássico dos anos 1990, acompanhamos a história de um rato e quatro tartaruguinhas que entram em contato com um líquido mutagênico e crescem nos esgotos treinando o ninjutsu. Quinze anos depois do encontro, Michelangelo, Leonardo, Donatello e Raphael precisam agir como irmãos se quiserem resgatar o Mestre Splinter das garras do Destruidor e seu Clã do Pé, que se escondem pelas ruas de Nova York.

Onde assistir: Amazon Prime Video

Power Rangers

Longe de ser uma obra-prima, esse filme é uma tentativa interessante da Saban de trazer as porradarias explosivas dos Power Rangers para os cinemas. Apesar de ter conseguido uma boa publicidade no boca a boca, o longa não foi bem nas bilheterias e acabou tendo sua continuação engavetada. Atualmente, Hollywood já trabalha num reboot para contar essa mesma história sobre cinco amigos que encontram uma tecnologia de guerreiros lendários que toma conta de seus corpos e dá a eles super-habilidades para deter uma invasão alienígena. Mesmo não tendo mais uma continuação nos planos, esse filme pipoca é bem divertido, ainda mais se você já for um fã dos Power Rangers.

Onde assistir: Telecine


Dredd

Baseado em histórias em quadrinhos Dredd é um filme de super-herói para maiores de 18 anos. Muito antes de Deadpool explodir, o Juiz Dredd (Karl Urban) já fazia o trabalho sujo nas telonas. O filme se passa em um futuro distópico, no qual a radiação tomou conta dos EUA e a população passou a viver um cidades verticais gigantescas delimitadas por zonas. O problema é que a criminalidade aumenta desenfreadamente e o tráfico toma conta desses edifícios-cidades. Para manter o controle da violência, o juízes prendem, julgam e executam a punição dos criminosos. Dredd é um dos juízes exemplares do sistema, logo um dos mais temidos. Porém, a situação muda quando ele é enviado para um prédio que inicia um processo de lockdown. Preso lá dentro, ele vai precisar encontrar uma forma de sobreviver, escapar da criminalidade e julgar a chefe do tráfico. Tudo isso com um visual psicodélico e assassinatos explícitos. É um filme bem subestimado.

Onde assistir: Amazon Prime Vídeo.


Kick-Ass: Quebrando Tudo

Baseado nos quadrinhos de Mark Millar, esse filme é diversão purinha. Na trama, acompanhamos Dave (Aaron Taylor-Johnson), um nerd comum, que, cansado de injustiças, decide se vestir de super-herói e sair pelas ruas combatendo o crime. Claro que as coisas dão muito erradas e ele quase morre no processo. No hospital, ele perde as terminações nervosas de dor e tem que botar várias placas de ferro no corpo. Sem sentir dor e com vários pedaços de ferro no corpo, ele decide voltar a patrulhar as ruas como o Kick-Ass, mas acaba entrando numa luta contra o crime organizado ao conhecer a Hit-Girl (Chlöe Grace Moretz) e Big Daddy (Nicolas Cage), dois “heróis” de verdade. Repleto de violência e cenas explícitas, é um filmaço.

Onde assistir: Netflix

Dica do fim de semana | Comédias adolescentes sacanas nos streamings

Hollywood tem uma safra muito curiosa de filmes adolescentes. O subgênero consegue abranger vários estilos diferentes, geralmente apostando no drama ou na comédia escrachada, a fase da adolescência é sempre retratada de forma confusa e cheia de “hormônios”, por assim dizer. Pensando nisso, o CinePOP selecionou alguns filmes que estão disponíveis nos streamings que seguem mais por esse rumo de comédias sacanas adolescentes. Confira!

American Pie: A Primeira Vez é Inesquecível

Com os hormônios aflorados, Jim, Kevin, Oz e Paul estão no último ano do colégio e ainda são virgens, mas não por falta de tentativas. Após uma sequência de situações vergonhosas e frustradas em busca de sexo, eles decidem fazer um pacto para perderem a virgindade até a festa de formatura. Então, com 24h para cumprirem o acordo, eles vão passar por mais situações bizarras envolvendo meninas, pornografia e uma tradicional torta. E a melhor parte é que toda a franquia está disponível no streaming.

Onde assistir: Netflix e Amazon Prime Video

Eurotrip: Passaporte Para a Confusão

Durante a festa de formatura, Scotty descobre que sua namorada, Fiona, o traía com praticamente todo mundo da escola. Frustrado e taxado como previsível, o garoto decide usar suas últimas férias escolares para ir até a Alemanha encontra Mika, sua amiga virtual que se interessava por ele. O problema é que ele vai com seu melhor amigo Cooper, que nada mais é que um grande bobalhão. No caminho para a Alemanha, eles acabam fazendo um mochilão pela Europa, encontrando novos amigos e passando pelas situações mais absurdas que o roteiro imprevisível deles poderia proporcionar.

Onde assistir: Netflix

Finalmente 18

Prestes a completar 21 anos, o jovem Jeff Chang está pressionado para fazer a prova de admissão para realizar o sonho da família de ter um filho médico. Porém, contrariando todas as indicações de concurseiros e pré-vestibulandos, ele decide sair para beber com seus dois amigos em vez de parar e descansar. Junto aos dois bobalhões, Jeff se envolve em problemas inimagináveis e precisa resolver tudo antes da prova. Lembra muito Se Beber, Não Case! com adolescentes.

Onde assistir: Amazon Prime Video


Superbad: É hoje

Na véspera da formatura, três amigos começam a ter uma crise por conta da separação iminente, já que cada um vai para uma faculdade. Paralelamente a isso, eles estão doidos para pegarem as respectivas meninas dos sonhos antes da “fase escolar” terminar. Dessa forma, eles se comprometem a levar as bebidas para impressionar as garotas na última festa da turma. O problema é que eles ainda não tem idade para beber e acabam recorrendo à carteira de motorista falsificada de McLovin. A partir daí, eles acabam se envolvendo com a polícia, bandidos, um mendigo e vão precisar passar por tudo isso se quiserem se resolver entre si e ficar com as garotas.

Onde assistir: Netflix

Como Sobreviver a um Ataque Zumbi

Vivendo seus últimos dias de colégio, três amigos escoteiros querem deixar de lado o estigma de lerdões para irem a uma grande festa. No entanto, um deles ainda quer concluir seu ciclo no escotismo realizando uma cerimônia na mesma noite da festa. Em meio a esse impasse sobre a festa ou a cerimônia, um apocalipse zumbi começa a acontecer. Dispostos a tapear o colega, os dois escoteiros vão para a cerimônia e pretendem esperar o amigo dormir para eles darem uma escapadinha rumo à diversão. Só que as coisas saem de controle e o trio vai precisar usar suas habilidades do escotismo se quiserem sobreviver.

Onde assistir: Netflix e Amazon Prime Video

Senhor Destino | Conheça o personagem do ator Pierce Brosnan no filme da DC ADÃO NEGRO

Personagem é figurinha recorrente no universo da DC Comics mas ainda é pouco conhecido do público

A ala de personagens mágicos da DC é muito ampla e tem bases bem fincadas, ainda assim ela tradicionalmente tende a não ser tão explorada quanto os grupos que orbitam a Liga da Justiça; no entanto isso pode estar para mudar. Recentemente Pierce Brosnam foi confirmado como o Senhor Destino em Adão Negro, futuro filme a ser protagonizado por Dwayne Johnson.

Mesmo que o nome do ex-007 para o papel do feiticeiro tenha sido uma surpresa, positiva diga-se de passagem, a noção de que o personagem estaria na obra não foi; isso porque, em 2020, durante o evento da DC Fandome foram reveladas artes conceituais para Adão Negro. Em uma delas é possível ver os membros da Sociedade da Justiça da América, sendo um deles o Senhor Destino.

Isso por si só é muito interessante, pois a Sociedade da Justiça foi o primeiro grupo de fato dos quadrinhos lançado em 1940. Criada pelo Gardner Fox o grupo não só introduziu o conceito do crossover como se conhece hoje mas também foi responsável por criar dois dos membros do super grupo: o Gavião Negro e o Senhor Destino.

Enquanto que o primeiro tem suas origens muito fincadas no antigo Egito, o segundo já é um pouco diferente. Senhor Destino foi criado também em 1940 durante a revista Fun Comics #61, integrando assim o período da Era de Ouro dos quadrinhos. Sua origem remonta a uma exploração conduzida pelo arqueólogo Sven Nelson junto a seu filho Kent que acaba por descobrir a tumba do deus sumério Nabu, senhor do conhecimento.

Senhor Destino marcou presença durante a Era de Ouro dos quadrinhos

Nesse local a dupla encontra um sarcófago que, ao interagir com os visitantes, libera um gás venenoso que mata Sven. O desolado Kent então se vê frente a frente com o próprio Nabu que se apieda do jovem e lhe concede seu elmo, que por sua vez é a fonte do seu poder. De cara é possível conferir que a origem dele, segundo Fox, compartilha dos elementos que muito faziam sucesso com outras origens de heróis da época: a morte de um ente querido, o chamado inesperado para o heroísmo, uso aberto de elementos fantásticos.

O diferencial para histórias como as do Superman é que o Senhor Destino tinha seu pé fincado em elementos abertamente mágicos e bem estruturados em termos de regra e mitologia própria. Prova disso era que, por mais simples que pudesse soar, o personagem estava inserido em um grupo maior conhecido como Lordes da Ordem cuja responsabilidade era justamente manter a ordem no universo enquanto que oposto a eles haviam os Lordes do Caos. Mostrando que desde cedo já havia um sistema simples mas eficiente de dualidade como regra.

Essa questão de dualidade também é muito interessante e enriquece o herói no sentido de que ela está diretamente ligada a fonte dos seus poderes. O assim chamado Elmo do Destino (ou Elmo de Nabu) ao ser colocado pelo indivíduo concede os poderes místicos do deus sumério porém ele também desencadeia a possessão do hospedeiro pela própria divindade cujo objetivo é manter a ordem no universo.

Mesmo que essa não seja uma ideia que remonta ao material original e só foi introduzida em histórias posteriores, a questão do conflito pessoal eterno entre o que o portador quer e o que o elmo deseja abre margens para tratar o Senhor Destino não como mais um super herói pura e simplesmente mas como um ser muito poderoso que deseja manter a ordem mas que internamente vive em conflito.

A dualidade promovida pelo Elmo de Nabu torna o personagem bem interessante

Além dos quadrinhos, o personagem já fez participações especiais em outras mídias sendo a mais famosa no clássico desenho da Liga da Justiça de 2001. Suas participações geralmente abriam o leque para que outros integrantes da ala mágica da editora também pudessem participar tais como a feiticeira Zatanna, o demônio Etrigan além dos vilões Morgana Le Fay e seu filho Mordred.

Logo, a presença confirmada de Kent Nelson em Adão Negro pode indicar sim uma ambição da Warner em começar a introduzir o lado do ocultismo tão forte na DC Comics; além do que em um futuro próximo o projeto da Liga da Justiça Sombria (equipe que reúne os principais ocultistas) deve vir a ser realizada após diversos adiamentos. 

 

Noite Infernal | Os 40 Anos do slasher gótico com Linda Blair de ‘O Exorcista’

Misto de terror gótico no estilo das produções inglesas do estúdio Hammer, com filmes adolescentes slasher, Noite Infernal foi lançado nos cinemas norte-americanos em agosto de 1981, tendo antes passado pelo film Market em Cannes em maio do mesmo ano. Ou seja, este ano está completando 40 anos de sua estreia. O grande chamariz aqui é a presença de Linda Blair estampando o cartaz e protagonizando o horror. A atriz, é claro, ficou imortalizada no papel de Regan, a menina possuída pelo demônio no clássico indicado ao Oscar O Exorcista (1973) – quando tinha 14 anos de idade. Mas não foi apenas o filme citado que recebeu indicação ao Oscar, e provando que Blair realmente atingiu o ápice de sua carreira com o thriller sobrenatural, a atriz igualmente foi nomeada ao Oscar por seu desempenho coadjuvante no longa. E toma-lhe prestígio.

O sucesso foi tanto que Linda Blair não perdeu tempo e voltou a interpretar Regan na sequência do clássico, em O Exorcista II: O Herege (1977), aos 18 anos; e tirou sarro de tudo (surfando mais um pouco na popularidade) com A Repossuída (1990), aos 31 anos. Ou seja, tendo vivido Regan duas vezes à altura do lançamento de Noite Infernal, podemos dizer que Linda Blair era um ícone do gênero, aos 22 aninhos. Bem, aqui temos que levar em conta também, como eu já havia citado em outra matéria, o fenômeno que ocorria com os filmes de terror adolescentes (ou pós-adolescentes), que ganharam a alcunha de slasher. Halloween – A Noite do Terror (1978) cimentou e popularizou, e Sexta-Feira 13 (1980) elevou o jogo a um novo patamar. Assim, no ano seguinte, em 1981, tais filmes atingiam seu auge, com uma verdadeira enxurrada de títulos do subgênero. E Noite Infernal foi mais um deles.

Leia também: Terror Slasher | Os 40 Anos do Auge do Subgênero no Cinema

O que difere verdadeiramente Noite Infernal dos demais, como dito, é uma atmosfera gótica, com o filme passado quase inteiramente dentro de uma mansão, com aparência de castelo medieval, dono de uma decoração soando intocada pelo tempo. Ajuda o fato do desenrolar do filme ser consequência de uma festa à fantasia de estudantes universitários, com direito aos personagens principais estarem trajando vestimentas de nobres britânicos da idade média.

Escrito por Randy Feldman, que depois viria a criar o buddy cop movie Tango e Cash (com Sylvester Stallone e Kurt Russell), Noite Infernal possui uma premissa simples, mas confeccionada de forma bastante gélida, graças a condução do diretor Tom DeSimone – que nunca conseguiu emplacar um trabalho significativo em sua carreira, sendo este provavelmente o mais cultuado, embora ainda assim sendo desconhecido de grande parte do público e não aficionados. O que DeSimone cria é um ritmo deliberado, que não se apressa com matanças ou os costumeiros sustos que arrastam os jovens para este tipo de produto. Aqui, o clima é construído com muita segurança nos fazendo temer cada canto do casarão assombrado, muitas vezes nos transportando junto aos personagens para dentro de tal mausoléu. A grosso modo, Noite Infernal está mais para Halloween do que para Sexta-Feira 13.

A história segue um grupo de universitários numa festa à fantasia. É claro que os calouros precisam levar um trote. Assim, o veterano Peter (Kevin Brophy) logo bola um desafio que se mostrará verdadeiramente uma tarefa “infernal”. Quatro calouros: Marti (Linda Blair), Jeff (Peter Barton), Seth (Vincent Van Patten) e Denise (Suki Goodwin) precisarão passar a noite dentro de uma mansão tida como maldita. Mas calma, é claro que existe uma lenda urbana por trás da propriedade, aparentemente, abandonada. Segundo reza a lenda, o local era de propriedade de um famoso médico que ao descobrir que seus filhos nasceram com deficiência mental, após trancafia-los por anos na juventude, decide matar toda a família e tirar a própria vida também. Linda história para passar a noite, certo? A pegadinha, no entanto, está no fato de que o veterano planeja uma noite repleta de sustos e já andou providenciando todas as pegadinhas e armadilhas no local com seus comparsas. Eles só não esperavam que alguém além deles estaria à espreita, preparando sustos verdadeiros e mortais igualmente.

SPOILERS de 40 Anos (Pule o parágrafo)

O mais legal de Noite Infernal é que o filme não se dá ao trabalho de explicar verdadeiramente quem são os antagonistas. E sim, eu disse “os”. O que ocorre é que no local vive uma espécie de criatura meio “elo perdido”, quase um pé grande / sasquatch, um ser humanoide parte ogro, que presumimos ser um dos filhos da família, agora já um adulto, vivendo nas catacumbas da casa. O que ele andou comendo não me pergunte. Os esqueletos de sua família (possivelmente) se encontram nos corredores em forma de caverna subterrânea da propriedade. Mas eis que surge a reviravolta na trama, quando descobrimos que não se trata apenas de um pé grande, mas dois seres das cavernas vivendo no local e caçando os jovens sorrateiramente. Inicialmente, no entanto, a ideia era por apenas um vilão, mas os produtores acharam que ter um segundo elemento renderia algumas surpresas no terceiro ato do filme. A tragédia, infelizmente, se abateu para além da tela, e o ator alemão que interpreta o “homem das cavernas” principal faleceu num acidente de carro antes da estreia do longa.

Filmado num período de 40 dias, entre novembro de 1980 e janeiro de 1981, Noite Infernal seguia a fórmula rentável para qual diversas produtoras de cinema abriam os olhos: terror era barato e rendia muito junto a seu público cativo. Aqui, no entanto, com um orçamento inicial de US$1 milhão, a produção precisou aumentar o valor em mais US$400 mil para arcar com as despesas de filmagens mais caras durante os feriados de fim de ano. O resultado nas bilheterias foi de US$2,3 milhões, não exatamente um grande sucesso, ainda mais se comparado a ícones do gênero como os citados Halloween e Sexta-Feira 13. De fato, muitos sequer ouviram falar deste filme. E você, já conhecia?

A consequência deste relativo fracasso financeiro foi o fechamento das portas para a produtora do longa, a Compass International Pictures. E por falar na produtora, ela foi a mesma que deu ao mundo exatamente o primeiro filme do maníaco Michael Myers, dirigido por John Carpenter, citado acima, demonstrando a grande conexão entre os filmes. Halloween, no entanto, foi o único grande sucesso da empresa. Mas a história não acaba de forma tão triste assim, já que quatro anos após seu encerramento, os fundadores da companhia Irwin Yablans e Joseph Wolf criaram a Trancas International Films e adquiriram os direitos da franquia Halloween, produzindo todos os exemplares desde o quarto filme de 1988, incluindo a trilogia mais recente em parceria com a Blumhouse: Halloween, Halloween Kills e Halloween Ends.

Por falar nos bastidores da produção de Noite Infernal, alguns nomes famosos estiveram envolvidos atrás das câmeras em seus primeiros trabalhos no mundo do cinema. Um dos assistentes de produção do terror foi ninguém menos que Frank Darabont, que viria a se tornar um renomado diretor de cinema indicado a três Oscar, tendo em sua filmografia produções verdadeiramente adoradas até hoje, vide Um Sonho de Liberdade (1994) e À Espera de um Milagre (1999). Outra figura ilustre presente no set, segundo reza a lenda, foi ninguém menos que Kevin Costner, antes de se aventurar na frente das câmeras como ator. Segundo Vincent Van Patten, que no filme interpreta o surfista Seth, Costner trabalhou na produção como assistente de câmera.

E terminando com o elenco, o protagonista masculino Peter Barton, que interpreta Jeff, escalaria para a série de terror slasher de maior sucesso no cinema ao viver, três anos depois, o personagem Doug em Sexta-Feira 13 – Capítulo Final (1984) e ter sua cabeça esmagada por Jason enquanto tomava banho. Voltando para Linda Blair, como sabemos, infelizmente a carreira da atriz nunca decolou como deveria. Na época, a atriz afirmava que devido ao papel em O Exorcista, ela havia ficado marcada e estereotipada à personagens joviais e vítimas indefesas. Pensando em dar uma guinada em sua carreira e mostrar que poderia ser vista como uma mulher de atitude e força, adulta e não mais uma menininha, ela decidiu posar nua para a revista Oui em 1982, após o lançamento de Noite Infernal, decidida que este fosse o último terror em sua carreira. O movimento de Blair terminou tendo o resultado contrário do planejado e sua carreira ficou restrita a filmes de gênero, produções B do cinema e pequenas participações em programas de TV. A realidade do mundo competitivo de uma indústria como Hollywood sempre será mais assustador e cruel do que qualquer terror que vejamos nas telas.

Por que criticamos o longa da Suzane Von Richthofen, mas adoramos filmes de crimes americanos?

Ontem, a Galeria Distribuidora divulgou um clipe dos filmes ‘A Menina Que Matou Os Pais‘ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais‘, que traz a atriz Carla Diaz como Suzane von Richthofen.

Suzane Von Richthofen tornou-se mundialmente famosa depois de orquestrar o assassinato brutal de seus pais. Não demoraria muito até que sua história fosse levada aos cinemas brasileiros – e tal promessa se cumpriu com o anúncio de algo inédito na indústria do entretenimento: A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou Meus Pais chegarão às salas de todo o território nacional com a mesma narrativa, mas com perspectivas diferentes (uma delas com a versão de Suzane e a outra, com a do ex-namorado Daniel Cravinhos).

Entretanto, uma onda de repúdio aos dois longas-metragens tomou conta das redes sociais de modo indescritível – alguns internautas condenando a própria ideia de se levar uma história dessas às telonas, outros pedindo que o presidente da República inconstitucionalmente vetasse o financiamento de um filme desse modo. 

Apesar da síndrome de “bom samaritano” encarnada com força por pessoas como as supracitadas, tudo não passa de falso moralismo e de algo que vai para muito além de um repúdio justificável: o complexo de vira-lata.

Criada pelo dramaturgo, cronista e jornalista Nelson Rodrigues em meados do século passado, a expressão surgiu na Copa do Mundo de 1950, quando o Brasil foi desclassificado enquanto jogava em casa e continuou a ter performances sofríveis nos campeonatos seguintes como se “tivesse medo de se impor perante os adversários” (via Monitor Digital). Em sentido amplo, esse complexo reflete a baixa autoestima do brasileiro que, como resposta a um “tremelique” constante, deprecia as próprias cultura, inteligência, economia e até mesmo moral.

E não se enganem: mesmo pavimentada há várias décadas, o vira-latismo nacional implora por aceitação estrangeira e é nutrido de um sentimento ridiculamente reprovável de autopiedade – disfarçado, é claro, de um pedantismo imperialista que remonta aos tempos coloniais. Em outras palavras, precisamos que Estados de Primeiro Mundo (como as nações europeias e, principalmente, os Estados Unidos) nos digam constantemente que somos o bastante e que somos adorados. Já numa esfera interior e pessoal, as ferrenhas críticas são muito mais comuns que um simples elogio e o necessário reconhecimento da importância do país para a cultura mundial.

Isso não se limita apenas a patrimônios imateriais, mas, como já mencionado, estende-se para o fomento e o apoio do entretenimento nacional – seja em séries, filmes ou novelas. Utilizando o exemplo de A Menina que Matou os Pais, parece inacreditável observar que, na segunda década do século XXI, a hipocrisia ética seja imperativa e use de argumentos insólitos e refutáveis para defender um cretino ponto de vista.

Afinal, os grandes filmes de drama e suspense (vários deles inclusive vencedores de diversos prêmios de alto calibre) têm como foco a análise da psique humana e a correlação entre patologia e psicose. Ou seja, obras sobre serial killers que não são aclamados apenas no exterior, mas também aqui. Temos, por exemplo, ‘Se7en – Os Sete Crimes Capitais’ e Zodíaco, dois longas-metragens que até hoje servem de inspiração para contos de mistério e de assassinato, comandados pelo mestre David Fincher; o clássico O Silêncio dos Inocentes, que rendeu a Anthony Hopkins e Jodie Foster suas respectivas estatuetas do Oscar; O Massacre da Serra Elétrica, cujo legado trash é revisitado constantemente por adoradores dos anos 1970 e 1980; Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal’, que foi baseado numa história real de um homicida que esquartejou mais de 30 pessoas; e até mesmo ‘O Alienista’, que nos apresenta uma versão nova-iorquina do famoso assassino em série Jack, o Estripador.

E o que todas essas produções têm em comum? Bom, o fato de serem aclamadas pelo público brasileiro e terem sido feitas em outros países que não o nosso. Então por que não podemos levantar a nossa própria bandeira, como muitos falsos patriotas proferem dia após dia, e dar uma chance ao crescimento do cinema nacional?

Tal questionamento não tem uma resposta única, mas deixa claro uma coisa: a síndrome do vira-lata nunca esteve tão fortemente entranhada nos nossos valores.

Crítica | Trilha sonora de ‘Nasce Uma Estrela’ traz o melhor de Lady Gaga à tona

Depois de se aventurar pelo pop, pelo electro-rock, pela música eletrônica, pelo jazz e pelo country, Lady Gaga se olhou no espelho e decidiu que estava na hora de voltar a conquistar um antigo sonho: o de conquistar o mundo da atuação.

É claro que a titânica performer nunca deixou de imprimir traços do cinema e da televisão em seus aclamados videoclipes e em suas centenas de apresentações ao redor do mundo – é só observarmos a competência emocional que ela traz para “Marry the Night” ou seu apreço pelo macabro e pelo bizarro em “Applause”. Até mesmo no subestimado “John Wayne” ela mostrava seu interesse por atuar e, depois de algumas aparições em filmes e documentários, ela entregou-se ao elogiado e premiado papel da Condessa na quinta temporada de ‘American Horror Story’ antes de, em 2018, voltar a conquistar o mundo na aclamada interpretação de Ally Maine no remake de Nasce Uma Estrela. Quebrando recordes e fazendo história mais uma vez, nada seria mais justo que um papel musical para sua estreia protagonista nas telonas – e o sucesso da trilha sonora homônima do longa-metragem mostra que, mesmo com altos e baixos, Gaga nunca foi passada para trás por absolutamente ninguém.

O compilado de músicas originais não apenas fez um sucesso comercial estrondoso, tornando-se uma das trilhas sonoras mais rentáveis do século e garantindo à Gaga mais um #1 nas paradas mundiais, como também caiu no gosto da crítica e dos membros da Academia Fonográfica, conquistando quatro estatuetas do Grammy, um Oscar, um BAFTA, dois Critics’ Choice Awards e dúzias de outros prêmios. E não é por menos: a artista, aliando-se às habilidades irretocáveis de Bradley Cooper, continuou provando ser uma das personas mais versáteis da história, desmistificando sua aparência e apostando em algo que poderia recair no blasé estético, mas que explodiu de modo irreverente, crítico e sensível pelos quatro cantos do planeta.

Cooper, que deu vida ao decadente astro da música Jackson Maine, surpreendeu a todos com sua voz rouca e grave, bem como um domínio sonoro de causar inveja em qualquer um. Ele é a voz por trás das maravilhosas “Black Eyes” e “Alibi”, além de investir no amadorismo estreante de Ally e seu domínio teatral que lhe chama a atenção desde as breves incursões de “Somewhere Over the Rainbow” até a rendição aplaudível de “La Vie En Rose”, encarnando Edith Piaf como ninguém. Como se não bastasse, o ator assinou vários versos e ficou encarregado da produção executiva de boa parte das faixas, sempre guiado pela veterana da música que sabia muito bem o que estava fazendo desde o momento em que o público e os ouvintes foram transportados para os espetaculares shows do longa.

A dupla desfruta de uma paixão pelo que faz que transparece em cada nota, cada crescendo e cada falsetto que compartilham nas faixas. O carro-chefe da soundtrack, “Shallow”, é até hoje aclamada pelos críticos internacionais e continua a colher frutos de sua ovação, estendendo o recorde de prêmios e mantendo-se sólida no patamar de música mais premiada de todos os tempos. A composição, assinada por Gaga e por seu frequente colaborador, Mark Ronson, traz uma lírica elegíaca e evocativa, pincelada com explorações temáticas sobre depressão, confiança e relacionamentos. É notável a forma como a camaleônica artista abriu espaço para o country e para o folk e afastou-se de todos os alter-egos utilizados em eras anteriores, quebrando os paradigmas que a cruel mídia engessava sobre sua imagem e criando ainda outra construção que se tornou aliada dos fãs pela simplicidade e pela assertiva humildade.

Eventualmente, é Gaga quem rouba os holofotes, não apenas pela canção supracitada, mas por todos os outros momentos em que apodera-se de um piano e cria mágica como mais ninguém. É claro que já havia trabalhado com melódicas baladas anteriormente, como é o caso de “Speechless” e “Dope”, e esse apreço pelo instrumento permitiu que ela colocasse todos os seus sentimentos em uma poética jornada de ascensão e queda, de romance e ódio, de fervor e de calmaria. “Always Remember Us This Way”, uma de tantas belíssimas tracks do álbum, carrega inspirações de Elton John e de Martina McBride, reafirmando o panorama country que rege essa aventura sinestésica e tocante; “Look What I Found”, que traz o blues rock à tona, merecia mais reconhecimento por ser, simplesmente, uma das melhores músicas da década passada; e, fechando com chave de ouro, temos a trágica e estonteante epopeia “I’ll Never Love Again”.

De um lado, temos a profundidade de letras atemporais e que se tornaram clássicos instantâneos da indústria do entretenimento; de outro, temos as duras críticas que Gaga, Cooper e um time de competentes musicistas fazem à modelagem do cenário pop com a propositalmente superficial “Why Did You Do That?”, que cumpre com o que esperamos de uma música assim; temos o divertido synth-pop “Hair Body Face” e até mesmo a repetitiva semi-balada “Heal Me” – com as três demonstrando uma capacidade inigualável de compactuar com as melodias conhecidas do country e do americana.

A trilha sonora de Nasce Uma Estrela é um fenômeno anômalo quando pensamos no cenário cinematográfico. Despontando como o álbum mais premiado desse gênero e conquistando as mais diversas gerações desde o seu lançamento até os dias de hoje, são poucas as produções que conseguiram o feito que esta – e poucas que irão conseguir nas próximas décadas.

Nota por faixa:

1. Black Eyes – 5/5
2. La Vie En Rose – 5/5
3. Maybe It’s Time – 4,5/5
4. Out of Time – 5/5
5. Alibi – 5/5
6. Shallow – 5/5
7. Music To My Eyes – 4,5/5
8. Diggin’ My Grave – 5/5
9. Always Remember Us This Way – 5/5
10. Look What I Found – 5/5
11. Heal Me – 4/5
12. I Don’t Know What Love Is – 4,5/5
13. Is That Alright? – 5/5
14. Why Did You Do That? – 4/5
15. Hair Body Face – 4,5/5
16. Before I Cry – 5/5
17. Too Far Gone – 4,5/5
18. I’ll Never Love Again (Extended Version) – 5/5

‘Homem-Aranha 3’: Uniforme do herói de Andrew Garfield estampa imagem de marketing

As filmagens de ‘Homem-Aranha 3(‘Spiderman: No Way Home’) já terminaram e a sequência permanece repleta de mistérios e teorias.

Uma dessas teorias inclui a presença de Andrew Garfield como um Peter Parker de uma realidade alternativa. Apesar de Tom Holland já ter negado a participação de Garfield, uma imagem divulgada por uma fan page focada em novidades sobre a sequência revela o contrário.

A imagem faz parte de um kit comemorativo para o fim das gravações, e uma desses brindes mostra um bottom personalizado do herói vestindo um traje idêntico ao que Garfield usou em ‘O Espetacular Homem-Aranha 2‘.

Outra mostra o traje usado no primeiro filme.

Confira:

“A equipe de filmagem de #SpiderManNoWayHome recebeu um monte de brindes fantásticos para comemorar o fim da produção!”

Além disso, um usuário do Twitter revelou que William Spencer, dublê de Garfield em ‘O Espetacular Homem-Aranha 2’, está trabalhando junto com Greg Townley, dublê de Holland desde ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’.

Na publicação, o usuário mostrou um print do instagram de Spencer, que aparece num cenário com chroma key e menciona Townley na legenda.

“Desafio do dia com alguns dublês. Ben Jenkin não apareceu porque ele foi muito rápido antes de ser fotografado por Greg Townley, escreveu Spencer.

O mais curioso é que ele apagou a publicação de seu perfil depois que alguns começaram a especular sua participação em ‘Homem-Aranha 3′.

Confira:

“Dublê de Andrew Garfield num set trabalhando com o dublê de Tom Holland.”

E aí, você acha que o Aranhaverso é real mesmo?

Assista ao anúncio que revela o título oficial da sequência, que estreia em 16 de dezembro de 2021:

Alfred Molina teve seu retorno confirmado como Dr. Octo

ZendayaJacob BatalonMarisa Tomei também retornam.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica do filme anterior:

‘Falcão e o Soldado Invernal’ introduz membro dos JOVENS VINGADORES e vilão das HQs; Você percebeu?

O segundo episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ introduziu um membro dos Jovens Vingadores e um novo vilão das HQs.

Você percebeu? Assista ao vídeo para saber quem são:

 

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘Transformers’: Filme com showrunner de ‘Os Defensores’ não terá ligação com os anteriores

A franquia Transformers‘ acaba de ganhar novidades agora que a Paramount Pictures divulgou o nome do roteirista e do diretor do novo filme da franquia.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o estúdio contratou Marco Ramirez para escrever o longa, que terá a direção de Angel Manuel Soto (‘Charm Cuty Kings’).

Para quem não conhece a dupla, Ramirez foi roteirista e showrunner de ‘Os Defensores‘, série da Marvel em parceria com a Netflix cancelada em 2018.

Soto é conhecido por seus trabalhos em filmes de pequeno orçamento, como os dramas ‘22 Weekse ‘La Carta‘, e também foi escolhido recentemente como diretor da vindoura adaptação do ‘Besouro Azul’.

Ainda sem muitos detalhes divulgados, o novo título não será ambientado no mesmo universo dos anteriores.

Até o momento, não há previsão de estreia.

Lembrando que Steven Caple Jr. (Creed 2‘) também foi escolhido para assumir o cargo de diretor de um outro longa. Ao que parece, a trama será uma sequência de ‘Bumblebee‘ (2018), com roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada‘). Foi dito que o estúdio só estava à espera de um diretor para avançar com o projeto, mas não foi revelado quando as câmeras serão rodadas.

A Paramount também pretende expandir a franquia com o derivado intitulado ‘Beast Wars‘, que teve um roteiro escrito por James Vanderbilt (‘O Espetacular Homem-Aranha’), mas o projeto segue sem novidades.

Vanderbilt também escreveu e produziu ‘Mistério no Mediterrâneo’, projeto da Netflix estrelado por Adam SandlerJennifer Aniston. Seus recentes trabalhos incluem também a aclamada comédia de terror ‘Ready or Not’ e a série Altered Carbon.

Harold, por sua vez, supervisionou ‘John Wick 3 – Parabellum’ e assinou o novo projeto de Zack Snyder‘Army of the Dead’ e reescreveu o roteiro de ‘Kenobi’, vindoura série da Disney+ inspirada na saga ‘Star Wars’.

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

‘O Esquadrão Suicida’: Taika Waititi NÃO dublará o vilão Starro, confirma o diretor

Apesar do ator Taika Waititi (‘Jojo Rabbit’) ter sido anunciado no aguardado ‘O Esquadrão Suicida‘, seu papel na produção permanece um mistério. Após o primeiro trailer ter sido divulgado, muitos fãs começaram a teorizar que Waititi seria responsável por dublar Starro, um vilão alienígena que parece uma estrela-do-mar.

No entanto, ao ser diretamente questionado sobre a teoria no Twitter, o diretor James Gunn apenas negou a informação, colocando fim aos rumores.

Após Sylvester Stallone ter sido confirmado como o Tubarão-Rei, Waititi é o único integrante do elenco cujo papel permanece um mistério.

O Esquadrão Suicida‘ será lançado nos cinemas nacionais dia 5 de agosto – um dia antes da estreia nos EUA.

Confira o cartaz nacional e o trailer legendado:

O Esquadrão Suicida | Os melhores momentos do trailer do filme

O filme é escrito e dirigido por James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’).

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn, e Mayling Ng.

 

‘Sky Rojo’ é a série mais INSTIGANTE e LOUCA da Netflix desde ‘La Casa de Papel’

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘Sky Rojo‘, a nova série de Álex Pina e Esther Martínez Lobato – criadores do sucesso ‘La Casa de Papel‘.

A série vai agradar em cheio quem gosta de ação, mulheres poderosas e uma trama cheia de reviravoltas.

Assista a crítica:

 

“Este é meu clube. Aqui passamos as noites em um sofá de couro vermelho tentando parecer maravilhosas o suficiente para que caras desprezíveis queiram fazer amor com a gente”.

Assim Coral (Verónica Sánchez) descreve o Clube Las Novias, bordel de onde ela foge com Wendy (Lali Espósito) e Gina (Yany Prado). Juntas, vão em busca de liberdade enquanto são perseguidas por Moisés (Miguel Ángel Silvestre) e Christian (Enric Auquer), os capangas de Romeo (Asier Etxeandia), o cafetão e dono da boate.

As três garotas iniciam uma corrida desesperada na qual enfrentam todo tipo de perigo, com o objetivo de permanecerem vivas e conquistarem a liberdade. Tudo é possível quando o futuro se trata apenas de sobreviver pelos próximos 5 minutos. E só há uma maneira para que essa realidade não acabe com elas: com determinação, perspicácia e senso de humor. É vida ou morte!

Com humor ácido, com grandes doses de ação e pura adrenalina, Sky Rojo é  a nova série original Netflix.

Lali Esposito, Yany Prado e Victoria Sanchez estrelam a produção, que ainda contará com Asier Etxeandia e Miguel Ángel Silvestre.

Sam Claflin busca redenção no trailer LEGENDADO de ‘Teia de Corrupção’; Assista!

O thriller ‘Teia de Corrupção‘ (The Corrupted) ganhou um trailer legendado.

Confira:

Ron Scalpello (‘Sob Pressão’) é responsável pela direção.

Ambientado após as Olimpíadas de Londres de 2012, o filme segue Liam, um ex-presidiário que tenta reconquistar o amor e a confiança de sua família. Ele perdeu tudo nas mãos de um sindicato do crime local, dirigido por Clifford Cullen, que têm conexões de alto nível na política, finanças e polícia. O desejo de redenção de Liam o deixa preso em uma rede de conspiração, crime e corrupção.

O elenco conta com Sam Claflin, Timothy Spall, Hugh Bonneville, Noel Clarke, Charlie Murphy, Joe Claflin, Naomi Ackie e Aled Arhyel.

No Brasil, o longa será lançado direto em VOD pela A2 Filmes.

‘O Esquadrão Suicida’: Conheça os personagens com os novos cartazes individuais do longa!

O aguardado ‘O Esquadrão Suicida‘ ganhou novos cartazes individuais.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de agosto – um dia antes da estreia nos EUA.

Confira o cartaz nacional e o trailer legendado:

O Esquadrão Suicida | Os melhores momentos do trailer do filme

O filme é dirigido e roteirizado por James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’)

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn, e Mayling Ng.

 

‘Liga da Justiça 2’: #RestoreTheSnyderVerse bate recorde no Twiter; Confira!

Quando os fãs querem, eles realmente se esforçam.. E os fãs da DC são os mais aplicados.

A hashtag #RestoreTheSnyderVerse atingiu 1,5 milhão de tweets em menos de 24 horas e quebrou um novo recorde.

O movimento superou os recordistas anteriores, que eram liberar o trailer de Vingadores com #AvengersEndgame levando 1,4 milhão e #ReleaseTheSnyderCut – com 1 milhão.

Trata-se de um novo recorde nas redes sociais, pedindo para que a Warner recontrate o Zack Snyder para comandar o Universo da DC

Assim, a hashtag se torna a maior da história dos cinemas até hoje e mostra o interesse do público em continuar vendo as histórias feitas pelo diretor. Será que a Warner vai ouvir novamente?

A  hashtag #RestoreTheSnyderVerse continua bombando:

Será que a Warner e a DC agora vão topar restaurar o Universo Cinematográfico criado por Snyder, que começou com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e terminou em ‘Liga da Justiça‘?

O estúdio agora precisa analisar se deve ouvir os fãs novamente ou seguir com os projetos criados sem a presença do Snyder.

Confira as reações dos fãs:

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Homem busca vingança no trailer LEGENDADO de ‘Noite no Paraíso’, novo filme da Netflix

A Netflix divulgou o trailer legendado do suspense ‘Noite no Paraíso‘.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Park Hoon-jung, (‘Novo Mundo’ e ‘A Bruxa: Parte 1 – A Subversão’).

Escondido em uma ilha após uma tragédia, um gângster injustiçado se envolve com uma mulher que tem seus próprios demônios.

O elenco conta com Tae-goo Eom, Yeo-bin Jeon, Seung-Won Cha, Dong-in Cho, Park Ho-San e Bong-sik Hyun.

Noite no Paraíso‘ será lançado na plataforma no dia 9 de abril.

‘Corte de Espinhos e Rosas’: Hulu está desenvolvendo adaptação da saga literária

De acordo com o TVLine, o Hulu está desenvolvendo uma série baseada em ‘Corte de Espinhos e Rosas‘, na saga literária escrita por Sarah J. Maas.

A adaptação será conduzida pela própria autora e Ronald D. Moore (‘Outlander’).

O anúncio foi feito através de Maas, em seu Instagram:

“É oficial: Eu e o Ron Moore (criador de ‘Outlander’ e um dos meus ídolos) iremos adaptar ‘Corte de Espinhos e Rosas’ como uma série de televisão no Hulu! Atualmente estou escrevendo o episódio piloto com o Ron. E, apesar de ter muitas outras notícias para compartilhar com vocês sobre trazer essa história à vida, eu me sinto incrível por finalmente poder falar sobre isso! Fiquem ligados para mais detalhes!”

Na trama:

Depois de anos sendo escravizados pelos feéricos, os humanos enfim se rebelaram; mas a liberdade tem seu preço e, em meio a batalhas épicas, um Tratado é forjado para selar a paz e determinar os espólios de guerra. Uma muralha mágica então separa as espécies. Do lado feérico, mistério; do humano, apenas medo, desconfiança e dificuldade. Num mundo sem futuro ou esperança, Feyre, filha caçula de um mercador humano falido, se torna caçadora para sustentar a família. Dura como as flechas que carrega, letal como sua pontaria, ela abandona as fantasias de garota pela árdua vida nas florestas ao redor de sua aldeia. Sua única alegria é observar as cores e sonhar em capturá-las. Mas, na floresta coberta de neve, tudo é branco e árido; como o ódio pelos feéricos que carrega no coração; como as telas que não pode comprar ou colorir. Até que um enorme lobo cruza seu caminho… Sem hesitar, Feyre dispara… uma flecha. Um ato de rebelião. Após matar o lobo, uma criatura bestial surge, exigindo uma reparação. Arrastada para além do muro, para uma terra mágica e traiçoeira – que ela só conhecia por meio de lendas -, a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, Grão-Senhor da Corte Primaveril. Um feérico com um segredo, escondido sob uma máscara. À medida que ela aprende mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade a uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mundo das fadas, e Feyre deve provar seu amor para detê-la… ou Tamlin e seu povo estarão condenados.

A saga ainda conta com mais quatro livros, ‘Corte de Névoa e Fúria‘, ‘Corte de Asas e Ruínas‘, ‘Corte de Gelo e Estrelas‘ e ‘Corte de Chamas Prateadas‘.

‘Liga da Justiça’: Artes conceituais revelam o curioso visual do vilão Desaad

O artista conceitual Jerad Marantz revelou as artes conceituais do vilão Desaad, um dos servos de Darkseid na ‘Liga da Justiça de Zack Snyder

Confira a imagem do súdito do Lorde do Apokolips, Darkseid.

Confira:

 

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.