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‘Space Jam: Um Novo Legado’: Cena deletada traria brasileira dando um tapa em Pepe Le Pew

Muitos fãs das animações da Warner Bros foram surpreendidos com a notícia de que o gambá Pepe Le Pew será cortado de ‘Space Jam: Um Novo Legado‘.

A decisão foi tomada para evitar a apologia ao assédio, já que o personagem é conhecido por ser um ‘galanteador’ que muitas vezes importuna personagens do sexo feminino.

Antes disso, o gambá teria uma cena polêmica na sequência, como disse o diretor Malcolm D. Lee em entrevista para o Deadline.

Na cena, Pepe estaria trabalhando como o bartender de um café e iria tentar se aproveitar da modelo e cantora brasileira Greice Santo tentando beijá-la enquanto ela estava distraída. Por trás das câmeras, a atriz também já sofreu com o abuso sexual e psicológico e dirige a ONG Glam with Greice, que ajuda vítimas de violência doméstica.

Logo após a investida de Pepe, Santo daria um tapa no rosto dele, deixando-o tonto enquanto ele girava em seu banquinho.

Para piorar a situação, Lebron James aparece no café e pergunta a Pepe se ele sabe onde está Lola Bunny… E o gambá diz que não faz ideia porque recebeu uma ordem de restrição para ficar afastado de Penelope, a gata e amiga de Bunny.

Acontece que o trecho havia sido filmado quando o projeto era comandado por Terrence Nance, demitido em 2019 por conta de divergências criativas com Lebron.

Por outro lado, a cena foi pensada como uma crítica ao assédio, e LeBron finalizava seu encontro com Pepe dando uma bronca nas atitudes do gambá, dizendo:

“Você sabe que não deveria agarrar outros Tunes sem permissão, não é?”

Em entrevista ao portal, um dos representantes de Greice contou que ela está decepcionada com a decisão de cortarem a cena.

“O papel neste filme era muito importante para Greice. Embora Pepe seja um personagem de desenho animado, Greice sentiu que dar um tapa em um assediador sexual como ele era algo que ela faria. Agora a cena foi cortada, e ela não tem mais o poder de influenciar as novas gerações que assistirão ‘Space Jam 2‘. As jovens garotas e garotos precisam saber que o comportamento de Pepe é inaceitável.”
Anteriormente, Lee conversou com a Entertainment Weekly e aproveitou para esclarecer as mudanças que fez acerca do design da personagem Lola Bunny.

Além disso, a Lola foi remodelada para a sequência-reboot em virtude de sua caracterização hiperssexualidade no original de 1996.

“Estamos em 2021. É importante refletir a autenticidade de personagens femininas fortes e capazes”, ele comentou.

Confira a nova versão:

Lembrando que o filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

Saiba como foi a Reabertura dos cinemas em Nova York!

Enquanto restaurantes, bares, academias e centros recreativos tiveram permissão de atuarem normalmente durante a pandemia, diversos cinemas espalhados por Nova York foram proibidos de darem boas-vindas aos clientes.

Mas, a partir de hoje, os cinemas do estado começam a ser reabertos depois de um ano fechados e sem previsão de retorno.

Anunciada na semana passada pelo governador Andrew Cuomo, a decisão surpreendeu cinéfilos e representantes da indústria cinematográfica. Por enquanto, a capacidade será limitada a apenas 25% do espaço ou até 50 pessoas por sessão, dependendo do tamanho de cada sala.

E, apesar da expectativa de ambos os lados, a reabertura também está gerando pânico.

Enquanto alguns fãs ainda permanecem com medo da infecção pelo COVID-19, administradores de redes de cinemas temem não conseguir atender a grande demanda daqueles que estão famintos por uma sessão.

Confira como foi a reabertura:

Matthew Viragh, fundador da Nitehawk Cinema, disse que precisou reformular toda a sua rotina depois de saber da novidade, pois achava que a reabertura não iria acontecer antes do segundo semestre de 2021.

“Nós [administradores de cinemas] estamos muito empolgados com o retorno ao trabalho, mas também estamos em pânico. Eu me planejei para retomar as atividades depois do meio do ano. Mas fomos agraciados com a reabertura e tivemos menos de 10 dias para pôr a mão na massa. É muito chocante.”

Ainda que a novidade acenda uma chama de esperança para a indústria, o prazo apertado provou ser ambicioso demais para vários donos de salas ao redor estado, que representa o maior centro comercial dos EUA.

Grandes redes do ramo, como a AMC Theatres e a Regal Cinema não tiveram problemas em retomar as atividades até o grande dia da reabertura…

No entanto, salas independentes como a The Metrograph, e redes de menor destaque como a Alamo Drafthouse ainda estão tentando se organizar para entrar na disputa de concorrência contra as gigantes da indústria.

Scott Rosemann, gerente de divisão da Reading International (empresa mãe do Angelika Film Center), disse que:

“25% da capacidade é muito pouco, mas pé melhor do que nada. Estou feliz por recomeçar porque é um investimento para o futuro. Provavelmente não geraremos lucros por um bom tempo, mas achamos que é importante trazer nossos clientes de volta para quando voltarmos ao ‘normal’.”

A melhor de forma de se manter à frente dos concorrentes é usar a criatividade, como disse John Vanco, diretor do IFC Center, localizado no no Greenwich Village, em Manhattan.

“O IFC Center está lançando uma série chamada ‘What Did We Miss’, destacando os filmes que não tiveram a oportunidade de serem exibidos nos cinemas de Nova York durante o ano passado.”, disse Vanco.

Alguns dos destaques incluem o romance ‘Ammonite’, com Kate Winslet e Saoirse Ronan, a comédia de humor negro ‘Kajillionaire‘, estrelada por Evan Rachel Wood e Gina Rodriguez, e o comovente drama ‘Nunca, raramente, às vezes, sempre‘, aclamado pela crítica com 99% de provação no Rotten Tomatoes.

Por mais desesperadora que a situação pareça, ainda é muito cedo para tirar conclusões sobre como os representantes da indústria vão lidar com a reabertura.

Mesmo assim, há a esperança de que aos poucos tudo volte a se normalizar de acordo com o retrocesso da pandemia.

Junto com Los Angeles, é bom ressaltar que Nova York compõe um dos maiores mercados de cinema do mundo e representa um ótimo sinal para os estúdios e distribuidoras.

Tanto que muitos estúdios só adiaram suas estreias nas telonas porque ambas as regiões estiveram sob lockdown durante a maior parte do ano passado.

As duas áreas representam os dois maiores mercados de bilheteria dos EUA e, sem eles, os filmes não têm realmente uma grande chance de sucesso financeiro, uma prova disso foram os modestos números de ‘Tenet’ e ‘Mulher-Maravilha‘.

O primeiro arrecadou US$ 363,7 milhões ao longo de quatro meses, a partir de um orçamento de US$ 200 milhões.

A sequência estrelada por Gal Gadot foi orçada no mesmo valor e rendeu apenas US$ 159, 4 milhões, tornando-se o mais recente fracasso entre as adaptações da DC Comics.

Infelizmente, ainda não há previsão para a reabertura das salas em Los Angeles, mas o casos da doença estão caindo consideravelmente por lá… Então as atividades podem voltar ao ‘novo normal’ mais cedo ou mais tarde.

Mesmo assim, a Associação Nacional de Proprietários de Cinema dos EUA elogiou a decisão do governo nova-iorquino.

“Os proprietários de cinemas estão satisfeitos com o anúncio de que os cinemas de Nova York terão permissão para reabrir com segurança. Os rígidos protocolos voluntários de saúde e segurança possibilitaram que os cinemas de todo o país operassem com responsabilidade em limites de capacidade mais altos por muitos meses sem um único surto… “

Agora com a reabertura, esta pode ser a luz no fim do túnel para que a indústria cinematográfica comece a se recuperar após mais de um ano de queda financeira devido à pandemia do Coronavírus.

As Séries Flopadas que Completam 10 Anos e você NEM SABIA que existiram

O mundo profissional é altamente competitivo e muitos podem classifica-lo como injusto e cruel. Não estariam errados. Mas em todos os mercados, o que as empresas esperam é resultado. Isso não é diferente quando falamos em estúdios de cinema ou redes TV (atualmente canais de streaming). Por mais que gostemos de determinado programa, sua permanência de exibição dependerá unicamente dos números de audiência, leia-se: quanto maior sua popularidade, mais tempo ficará no ar. O cancelamento de uma série pode ser triste, porém, pior ainda é quando mesmo tendo tudo preparado, determinada produção sequer sobrevive além de seu episódio piloto (que é o que determina se uma série existirá ao menos uma temporada – acredite muitas nem chegam a tanto como veremos a seguir).

Pensando nisso, resolvemos revisitar o passado, já que recordar é viver, e apresentar alguns programas televisivos que estão completando 10 anos, mas que se tornaram tão obscuros (alguns verdadeiras “lendas urbanas”) devido a seu fracasso, que grande parte do público sequer tomou conhecimento de que haviam sido feitos. Veja abaixo e comente quais você lembra ou viu.

As Panteras

Depois da série clássica da década de 1970, depois dos filmes dos anos 2000 estrelados por Cameron Diaz e Drew Barrymore, mas antes do filme de 2019 estrelado por Kristen Stewart e dirigido por Elizabeth Banks, existiu esta tentativa de reboot do programa sobre três mulheres “angelicais” trabalhando como detetives particulares. E o motivo pelo qual você nunca tinha ouvido falar disso é porque a investida do canal ABC “morreu na praia” com apenas 8 episódios exibidos de sua primeira temporada. E sim, como de costume depois de sua entrada na franquia, Drew Barrymore também produziu este show. O trio desta vez era formado por Rachael Taylor, Annie Ilonzeh e Minka Kelly.

Pan Am

Essa era mais promissora e notória, causando certo estardalhaço na época de seu lançamento. Aposta da mesma rede ABC, um dos pilares da TV norte-americana, a série era vendida por sua época de puro glamour: os anos 1960. A proposta era uma volta no tempo para o boom e auge das companhias aéreas, em especial a tão famosa que dá título ao programa. Fora isso, o discurso aqui era bem feminino e empoderado, ao abordar mulheres focadas nas rédeas de suas vidas, decididas a se tornar aeromoças. A série também seria lembrada por um dos primeiros trabalhos da musa Margot Robbie, além de ser protagonizada igualmente por Christina Ricci. Pan Am teve mais sorte que As Panteras e viveu para exibir 14 episódios de sua primeira temporada.

The Playboy Club

Outra série promissora, com a pegada dos anos 1960, esta exibida pela rival NBC. Ao invés dos bastidores do dia a dia de aeromoças e pilotos de uma famosa companhia aérea, aqui tínhamos abordado um fato não muito conhecido do grande público atualmente. Na década citada, existiram os Clubes da Playboy, casas noturnas de luxo para homens de negócios ricos, administrados pelas empresas Playboy, a mesma responsável pela conhecida revista de mulher pelada. Nos locais, claro, as infames coelhinhas. Na série, a mais conhecida era nenhuma outra senão Amber Heard, estrela do programa, que visava ser alavancada de vez ao sucesso pelo seriado. No entanto, Playboy Club é uma das mais azaradas da lista, ficando no ar somente por 7 episódios antes de ser cancelada.

Ringer

Já tivemos duas loiras “azaradas” na lista, com Margot Robbie e Amber Heard, e agora chega a terceira. Sarah Michelle Gellar ficará para sempre conhecida como Buffy – A Caça-Vampiros, seu maior sucesso. O seriado divertido com leves toques de terror durou nada menos que 7 temporadas e quando acabou, a protagonista ficou tentando a sorte sem muito sucesso no cinema. Ringer foi a opção da atriz para marcar seu retorno triunfal às telinhas. No entanto, alguém esqueceu de avisar ao público, que não compareceu em frente à TV, fazendo o programa do canal CW ser cancelado após seus 22 episódios da primeira temporada. Na trama, Gellar interpreta gêmeas, mas logo de cara uma delas se suicida, fazendo a outra, um verdadeiro trem desgovernado, assumir a identidade da irmã, uma socialite casada de Nova York. Soa muito absurdo? Concordo.

Terra Nova

Steven Spielberg é indiscutivelmente um dos grandes nomes do cinema de todos os tempos. Mas quando falamos em séries de TV, bem, digamos que ele tenta. Foi exatamente o ocorrido com este programa de aventura, ficção científica e fantasia, bem nos moldes de tudo que o cineasta gosta e fez com maestria em sua carreira. Veja esta história: no futuro do ano 2149, nosso planeta está morrendo. A única solução encontrada é mandar os humanos de volta no tempo 85 milhões de anos para a era pré-histórica, a fim de uma nova chance de sobrevivência na colônia conhecida como Terra Nova. E sim, você adivinhou, teremos o encontro dos humanos com dinossauros. A ideia é interessante, e a série recebeu elogios, mas infelizmente os números não foram bons e a FOX cancelou após 13 episódios da primeira temporada, garantindo assim a ela um status de cult. No elenco, Stephen Lang e Naomi Scott.

Camelot

Séries medievais de “sandália e espada” ganharam um grande impulso após o sucesso fenomenal da prestigiada Game of Thrones. Assim, logo todos queriam uma fatia deste bolo. Uma de tantas que tentaram sem alcançar o esperado foi esta Camelot que, como diz o título, foi uma investida do canal Starz na mitologia do universo do Rei Arthur. O chamariz do programa é a presença da voluptuosa atriz francesa Eva Green, em seu primeiro trabalho num seriado (não podemos dizer que ela começou com o pé direito, mas depois veio Penny Dreadful…). Após a morte do Rei britânico, o mago Merlin (Joseph Fiennes) nomeia Arthur (Jamie Campbell Bower) como herdeiro do trono, para o desespero de sua ambiciosa meia irmã Morgana (Green). O programa durou somente 10 episódios da primeira temporada.

Luck

Nem mesmo a presença de grandes atores consagrados encabeçando o elenco de uma série é garantia de seu sucesso. Aqui, o veterano Dustin Hoffman, vencedor de 2 Oscar, foi quem protagonizou nesta série sobre o vício da jogatina, em especial apostas de cavalos de corrida. Além de Hoffman, outro nome de peso desta série da HBO é o de Michael Mann, produtor e diretor do programa. Luck, no entanto, é uma destas obras pra lá de problemáticas que devem ter dado alívio para todos os envolvidos não precisarem continuar. Para começar, o relacionamento entre Mann e o criador do seriado David Milch (que baseou a história em sua própria vida) foi tão ruim, que o diretor o baniu do set de filmagens por toda a primeira temporada. Fora isso, alguns cavalos se machucaram durante as gravações ligando o sinal de alerta de instituições como a PETA (que supervisiona o bem estar de animais nas gravações) pra cima da produção. Com tudo isso, Luck até que teve “sorte” de ter durado 10 episódios.

Mortal Kombat

A franquia de jogos de luta mais famosa de todas (talvez lado a lado com Street Fighter) voltou aos holofotes com um novo filme que será lançado nos cinemas este ano – e o trailer vem dando o que falar. É claro que a primeira adaptação do querido e violento game ocorreu ainda em 1995, e dois anos depois, ganhávamos uma continuação – bem menos querida, digamos. Mas entre este limbo da década de 1990 e o ano de 2021, Mortal Kombat existiu nas telinhas em uma produção em live-action (com atores de carne e osso). Também conhecido como Mortal Kombat – Legacy e produzido pela Warner, esta série é a mais bem sucedida até aqui na matéria, com duas temporadas produzidas. A primeira temporada, com 9 episódios, funciona como pré-sequência da mitologia, apresentando o passado dos personagens até chegarem ao torneio mortal de luta, que é onde se concentra a segunda temporada, com 10 episódios. Algumas curiosidades são as presenças de Casper Van Dien como Johnny Cage, Michael Jai White como Jax e uma Sonya Blade mais “madura” nas formas de Jeri Ryan (aos 43 anos). O mais legal, no entanto, é a presença de Cary-Hiroyuki Tagawa como o vilão Shang Tsung, mesmo papel que havia interpretado no filme de 1995.

The Client List

Existem artistas que reinam em determinadas mídias, sejam elas o cinema, o teatro, as novelas ou os seriados. E Jennifer Love Hewitt tem com a TV um verdadeiro caso de amor. Sua notoriedade veio em Party of Five – O Quinteto, programa no qual permaneceu por quatro anos. Sua personagem ficou tão popular que ganhou um derivado próprio, com Time of Your Life (durando apenas uma temporada). Depois disso, Hewitt viu novo sucesso com Ghost Whisperer, no qual interpretou uma médium por cinco temporadas. Assim, logo no ano seguinte do término desta última citada, a jovem atacava de novo, desta vez num programa do canal Lifetime. Tentando mudar de ares com uma personagem mais ousada em uma trama mais subversiva e picante, a atriz topou o papel de uma mãe solteira vivendo uma vida dupla. Ao arrumar emprego como massagista em um spa, ela logo descobre um submundo, onde um tipo de serviço diferente é oferecido, e resolve embarcar nessa. Client List durou duas Temporadas de 25 episódios totais.

Happily Divorced

Ainda no terreno das atrizes muito conhecidas na TV, Fran Drescher reinou absoluta nas telinhas e se tornou uma estrela graças ao icônico seriado The Nanny, que ficou no ar por seis temporadas, de 1993 a 1999. Mais de dez anos depois do término de tal programa, a comediante de voz estridente protagonizou um novo humorístico, cuja trama é no mínimo curiosa. A história é baseada na vida pessoal da protagonista e de seu ex-marido, o produtor Peter Marc Jacobson, que escreveu o programa ao lado dela. Acontece que após 18 anos de um casamento aparentemente feliz, a união chegava ao fim através da confissão do sujeito, afirmando-se gay. Fran e Peter ficaram casados de 1978 a 1999, quando chegou ao fim The Nanny. Apesar da curiosidade, a nova série durou apenas duas temporadas, com 34 episódios.

Wonder Woman

Este é o caso mais incrível da lista, mas também um dos mais tristes para os fãs e para a atriz protagonista. A Mulher-Maravilha é a primeira super-heroína dos quadrinhos a alçar status de celebridade. Hoje, a personagem ganhou mais fama do que nunca graças às superproduções cinematográficas estreladas pela israelense Gal Gadot. A trajetória da personagem no audiovisual, porém, ressoa lá atrás nas formas de Lynda Carter no programa de TV da década de 1970, que durou 3 temporadas. Entre esse grande hiato, o plano era para uma nova série com a guerreira amazona, que iria ao ar pela NBC. Atriz escolhida: Adrianne Palicki. Roteirista, diretor, gravações a toda. Tudo parecia no lugar, apesar de certa polêmica com o figurino, que traria a heroína usando calças pela primeira vez. O seriado traria Steve Trevor e uma trama na qual Diana, a identidade secreta da heroína, viveria uma dupla jornada, como CEO de uma grande companhia nas horas de folga. No elenco, nomes como Cary Elwes, Elizabeth Hurley e… Pedro Pascal (que anos mais tarde participaria de Mulher-Maravilha 1984 como o vilão Max Lord). A notícia ruim é que a série ficou apenas no piloto, sendo cancelada sem direito sequer a mais de um episódio. O que foi gravado, ficou engavetado, tornando esta Mulher-Maravilha uma lenda urbana da internet.

‘WandaVision’: Final original traria coelho se transformando em [SPOILER] e não foi filmado por causa da pandemia

Embora os fãs da Marvel ainda estejam empolgados com o futuro de Feiticeira Escarlate após o final de ‘WandaVision‘ e as cenas pós-créditos, o episódio final original seria bem maior, trazendo alguns subenredos e momentos de personagens que teriam tornado a história ainda mais interessante.

O diretor Matt Shakman revelou em entrevista ao Kevin Smith que ele não terminou a série conforme originalmente planejado por causa da pandemia.

Para começar, a série teria estreado os três primeiros episódios ao mesmo tempo (o que pode ter ajudado algumas audiências a embarcar mais facilmente), mas a Disney+ teria que atrasar o final se seguisse esse plano.

A equipe só terminou o último episódio duas semanas antes do lançamento oficial, e é por isso que parte do CGI não parecia finalizado.

Uma sub-trama foi filmada envolvendo os gêmeos, Monica, Darcy e Ralph Bohner enquanto tentavam roubar o Darkhold do porão de Agatha Harkness.

O diretor confirmou que o coelho de Agatha, Scratchy, teria sido revelado como um demônio… provavelmente Mephisto?

Shakman também confirmou que a cena sobre o engenheiro aeroespacial foi propositalmente incluída – mas uma cena retratando a referência foi aparentemente retirada quando o público começou a especular sobre a chegada de Reed Richards na série.

Apesar de ‘WandaVision‘ ter chegado ao fim, o universo da Marvel continuará a ser explorado na série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, que será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de março.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do marcar o retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

Mulheres lutam até a morte no novo trailer do terror ‘Spare Parts’; Assista!

O terror ‘Spare Parts‘ ganhou um novo trailer violento.

Confira:

O longa é dirigido por Andrew T Hunt.

A trama segue um grupo de mulheres que é sequestrado em um lugar sinistro da cidade. Elas acordam e descobrem que seus membros foram substituídos por armas mecanizadas e sua única chance de sobrevivência é lutar na arena para a diversão de espectadores sedentos por sangue.

O elenco conta com Michelle Argyris, Emily Alatalo, Jason Rouse, Kiriana Stanton e Chelsea Muirhead.

O terror será lançado em DVD, Blu-ray e VOD no dia 1º de junho.

‘Os Eternos’: Merchandising revela o visual completo do vilão; Confira!

Através do Twitter, uma página focada em novidades sobre Os Eternos‘ divulgou algumas artes detalhando o visual do vilão Kro, um dos Deviantes.

As imagens fazem parte da coleção de estampas de camisetas da marca Kohls Clothings.

Para quem não conhece, os Deviantes foram uma das primeiras raças criadas pelos Celestiais e nutrem um ódio incontrolável por todas as criações que vieram depois deles, principalmente pelos seres humanos.

Nos quadrinhos, Kro tem uma aparência humanoide e com a pele rosa, mas a adaptação o deixou com um aspecto alienígena esverdeado e com vários tentáculos pela extensão de seus braços e costas.

Confira:

Infelizmente, ainda não há muitos detalhes sobre os planos do vilão, tudo o que foi revelado até agora é que ele e seus aliados podem desencadear uma ameaça global de magnitudes nunca vistas antes no MCU.

Você está ansioso?

Previsto para novembro de 2021, ‘Os Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘Dexter’: Revival pode ter mais de uma temporada, sugere Michael C. Hall

As expectativas em relação ao retorno da série ‘Dexter‘ são grandes, principalmente em virtude de seu polêmico e controverso final, considerado por muitos fãs como um grande erro.

E o futuro da série, com o seu vindouro revival, pode acabar se tornando maior do que o originalmente esperado. Em uma entrevista recente feita ao NME, o astro Michael C. Hall chegou a cogitar a possibilidade da produção ganhar mais do que apenas uma temporada.

Se esquivando de uma resposta categórica, ele sugeriu que a proposta existe:

“Eu estou relutante em dizer definitivamente, sabe? Veremos. O que é óbvio por hora é que temos mais 10 episódios”.

Ao longo do bate papo, C. Hall ainda refletiu sobre o retorno do popular personagem, ponderando também sobre o seu entusiasmo em dar sequência em sua narrativa, depois de quase oito anos desde a exibição de seu último episódio.

“Estou ansioso para retornar ao papel de Dexter. Não sei muito bem o que esperar, já que eu nunca retornei a um trabalho depois de tanto tempo. Poder viver o Dexter em um contexto completamente diferente…veremos como isso será. Tem sido interessante entender como fazer isso e eu acho que era hora de descobrir o que de fato aconteceu com ele”.

Ele foi ainda mais além, afirmando que o retorno de ‘Dexter‘ dependia de uma boa história, o que de fato hoje eles possuem:

“Eu apenas precisava da persuasão da passagem do tempo, para que eu pudesse ter alguma distância desse papel e ter mais possibilidades para ele. Sério, se tratou de ser apresentado a uma história que eu achasse que valesse a pena contar. Já houveram outras propostas e possibilidades para Dexter, outras estradas que começamos a ponderar, mas essa foi a primeira que valeu a pena continuar”.

O elenco ainda contará com Jamie Chung (‘Lovecraft Country‘), Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’), Michael Cyril Creighton e Jack Alcott.

Vale lembrar que a trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.

Confira a sinopse publicada pelo The Hollywood Reporter:

“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”

Marcos Siega retornará para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia dirigido nove episódios ao longo das temporadas anteriores.

O revival de ‘Dexter‘ está previsto para estrear em 2021.

Clyde Phillips, produtor executivo da série original, será o showrunner do revival.

‘WandaVision’: 5 DÚVIDAS que ficaram sem resposta no episódio Final – Explicado [VÍDEO COM SPOILERS]

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

O último episódio de WandaVision foi fantástico de muitas formas, mas deixou cinco questões em aberto quee devem ser reveladas em outras produções, seja no Disney+ ou nos cinemas.

Pensando nisso, o CinePOP separou as principais questões.

Assista:

O Renato Marafon trouxe um vídeo sobre o finale.

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Recentemente, Mark Shakman, um dos diretores de ‘WandaVision’, disse à Entertainment Weekly que os fãs iam acabar se decepcionando com tantas teorias em torno da série… E foi o que aconteceu!

Como o destino de Wanda (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) não saiu como o esperado, muitos internautas estão reclamando do desfecho.

Além disso, muitos deles esperavam que o Pietro de Evans Peters tivesse ligação com o Multiverso, já que o astro deu vida ao personagem na trilogia dos ‘X-Men’, da Fox.

O pior é que ainda há alguns dizendo nas redes sociais que a série não respondeu nenhuma das perguntas criadas pelos teóricos, algo que nem sequer foi sugerido pelos criadores da série.

Confira as reações:

SPOILER #WandaVision

 

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do marcar o retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

Linda Cardellini quer seu próprio filme sobre a Laura Barton após ‘Vingadores: Ultimato’

Linda Cardellini fez sua estreia no MCU como Laura Barton, esposa de Clint Barton (Jeremy Renner), em ‘Vingadores: Era de Ultron‘ e reprisou o papel na abertura de ‘Vingadores: Ultimato’.

Depois de fazer pequenas participações no universo da Marvel, agora a atriz quer protagonizar seu próprio filme.

Durante uma entrevista para o Collider, ela foi questionada se gostaria de retornar ao MCU, e surpreendeu ao dizer:

“Mas é claro! Os amigos da minha filha adoram. Eu adorei participar [dos filmes] porque é sempre divertido estar rodeada de super-heróis. Na próxima vez, eu adoraria estrelar um filme focado em Laura Barton!”

Apesar da brincadeira, a estrela admitiu que não faria sentido explorar a vida de uma dona de casa em um filme de super-heróis, mas se sente orgulhosa por fazer parte do MCU.

Tenho muito orgulho do papel que desempenhei no MCU. Quero dizer, você sabe, foi uma daquelas coisas em que você sonha em fazer desde pequena, sabe? Eu adorei fazer parte de algo com uma comunidade de fãs tão grande como essa franquia. Foi muito divertido.”

Vale lembrar que Cardellini pode reprisar o papel na vindoura série do ‘Gavião Arqueiro‘, planejada para a Disney+.

Lançado em 2019, ‘Vingadores: Ultimato‘ tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Blumhouse está filmando terror sobre a Bola-8 mágica

Blumhouse Productions ganhou notoriedade por seus competentes filmes de terror, como as franquias Atividade ParanormalA Morte Te Dá Parabéns, e obras como Corra!’ ‘Whiplash – Em Busca da Perfeição’, ambos indicados ao Oscar em seus respectivos anos.

A companhia, porém, também é conhecida por adaptar um conhecido jogo de tabuleiro para os cinemas, dando origem à franquia ‘Ouija: O Jogo dos Espíritos’, que se tornou um sucesso de bilheteria e rendeu uma continuação. Agora, parece que a produtora está desenvolvendo uma narrativa baseada na famosa Bola-8 Mágica.

Segundo o site Deadline, que primeiro confirmou as notícias, um dos executivos da Mattel FilmsRobbie Brenner, confirmou que ambos os grupos irão se unir para contar essa inesperada história. “Desde 1950, a Bola-8 Mágica inspirou nossa imaginação e intrigou diversas gerações”, ele declarou. “Esse brinquedo icônico tem uma conexão incrível com os fãs e um potencial gigantesco para os cinemas”.

“Não há parceiros melhores para contar a história desse brinquedo em colaboração com a Mattel Films que Jeff Wadlow e a Blumhouse Productions, cuja perspectiva do gênero thriller cativou audiências no mundo inteiro e ganhou aclame considerável”, Brenner acrescentou.

Para aqueles que não conhecem o brinquedo, a Bola-8 Mágica é um objeto que contém certo número de respostas pré-dispostas em seu interior; quando alguém faz uma pergunta e a sacode, uma dessas respostas aparece em primeiro plano.

Ainda sem muitas informações divulgadas, o filme será dirigido por Wadlow (Verdade ou Consequência).

Disney quer pagar US$ 100 milhões para Beyoncé produzir a trilha sonora de ‘Pantera Negra 2’

Após dublar ‘O Rei Leão‘ e ficar responsável por algumas canções do live-action, a cantora Beyoncé está na mira da Disney novamente para um novo acordo ainda mais ambicioso.

Segundo o The Sun, o estúdio quer assegurar a cantora e fechar um contrato exclusivo para que ela participe de três grandes projetos da companhia, começando com a trilha sonora do filme ‘Pantera Negra 2‘. O valor? US$ 100 milhões (ou R$ 500 milhões).

“Beyonce se tornou um dos principais nomes da Disney e é a combinação perfeita para sua marca. Ela já trabalhou em vários projetos para eles, incluindo a voz de Nala no remake de O Rei Leão, e agora eles querem protegê-la para mais projetos.”, afirmou a fonte.

Além da trilha sonora, a Disney quer com que Beyoncé narre alguns dos novos documentários que vão ao ar no Disney+, se baseando no sucesso após Meghan Markle dublar o documentário ‘Elephant‘ na plataforma.

“As negociações ainda estão em andamento, mas são os detalhes finais que estão sendo discutidos agora. A Disney apresentou um acordo no valor de 80 milhões de libras, o que garantirá Beyoncé para três grandes projetos, incluindo a sequência de Pantera Negra”, concluiu a fonte.

A cantora já havia ganhado em torno de US$ 50 milhões para participar de ‘O Rei Leão‘.

Fase Vermelha | O que assistir em casa na NETFLIX

Cinemas fechados mais uma vez. Por uma boa razão. O Brasil entra agora numa fase alarmante durante a pandemia. Enquanto você fica em casa em segurança, saindo apenas para o essencial – temos certeza disso -, fazemos por aqui nossa parte dando dicas do que assistir durante esta nova reclusão. E para começar nossa série de matérias, escolhemos produções do líder do mercado: a Netflix. Mas não apenas isso, para você não ficar por fora da temporada de premiações (o Globo de Ouro já passou, mas o Oscar é em abril), selecionamos sucessos recentes nas cerimônias, além de obras de muito prestígio que acabam de chegar ao streaming (mesmo tendo sido lançadas há alguns anos), oportunidade ideal para conhecer ou revisita-las.  Vamos conferir.

Eu Me Importo

 

Este suspense com doses de humor (pra lá de) incorreto vem dando o que falar e se tornou um dos mais recentes sucessos da plataforma de streaming vermelhinha. Escrito e dirigido por J. Blakeson (guardem esse nome), o longa traz um dos melhores desempenhos da carreira da atriz Rosamund Pike (indicada ao Oscar por Garota Exemplar) que, não por acaso, venceu o último Globo de Ouro pela performance e pode vir a chegar até o Oscar novamente. No filme, ela vive Marla Grayson, uma “leoa”, como a própria se define. Uma mulher inescrupulosa, que ganha a vida tirando vantagem de idosos indefesos e enriquecendo com isto. Por esta sinopse podemos ver que a protagonista é uma vilã dessas que vemos aos montes na vida real. Mas ninguém pode se dar bem para sempre fazendo algo errado e assim ela, que é uma força que não pode ser parada, irá se deparar com um objeto que não pode ser movido. Assim está lançado o desafio. Um dos melhores exemplares da plataforma em anos recentes.

Leia também: Crítica | Rosamund Pike vive uma ambiciosa golpista no thriller ‘Eu Me Importo’

Fé Corrompida

Nossa segunda dica da lista é esta produção também conhecida por seu título original, First Reformed. Exibido originalmente ainda em 2017 em festivais de cinema pelo mundo, o filme chegou direto no mercado de vídeo brasileiro em 2018, tendo sua ausência sido muito sentida no Oscar para prêmios mais significados (o longa chegou a ser indicado na categoria de roteiro original na cerimônia de 2019), já que entrou em diversas listas dos melhores do ano de críticos e especialistas. Escrito e dirigido pelo veterano Paul Schrader (roteirista dos clássicos Taxi Driver e Touro Indomável), Ethan Hawke protagoniza na pele de um padre de uma pequena igreja de Nova York. Quando ele se depara com uma jovem e desesperada grávida (Amanda Seyfried) procurando ajuda, ele começa a questionar sua fé. O longa tem 93% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes.

Leia também: Crítica Netflix | Fé Corrompida – Ethan Hawke questiona humanidade e religião

Relatos do Mundo

Com 88% de aprovação dos críticos, este é o mais recente trabalho do astro Tom Hanks. Sua primeira incursão no gênero do faroeste, o astro interpreta o Capitão Kidd, veterano da Guerra Civil Americana, que dividiu o país num conflito contra a escravidão. Agora o sujeito ganha a vida lendo notícias para os analfabetos de cidade em cidade no velho Oeste. Sua nova missão, no entanto, será a mais desafiadora. A ele recai a incumbência de entregar uma menina, levada por membros da tribo Kiowa anos atrás, de volta aos tios. O filme foi escrito e dirigido por Paul Greengrass, que já havia trabalhado com Hanks no tenso Capitão Phillips (2013) – indicado ao Oscar. Relatos do Mundo também pode chegar aos prêmios da Academia, tendo sido nomeado aos Globo de Ouro deste ano de melhor trilha sonora e melhor atriz coadjuvante para Helena Zengel, que vive a menina Johana.

Leia também: Crítica | Tom Hanks e Helena Zengel exaltam o poder da palavra no drama faroeste ‘Relatos do Mundo’

Sob o Sol do Oeste

Esse é mais um faroeste repleto de rostos conhecidos que chega agora na lista. Cria de festivais de cinema famosos, como Sundance, Berlim e South by Southwest, o longa traz à frente do elenco como protagonista, o novo Batman do cinema, Robert Pattinson. Na trama, o ator vive um pioneiro se aventurando no Oeste selvagem por volta do ano 1870 com o objetivo de se casar com sua amada, papel de Mia Wasikowska. Nesta jornada árdua, o longa redefine as tênues linhas entre o herói, o vilão e a donzela em perigo (título original do longa). Curiosamente, Pattinson havia recusado o projeto à princípio por não saber defini-lo em um gênero apenas, já que o longa possui tons de humor pontuais igualmente.

Crime e Desejo

Essa é para os órfãos da série Game of Thrones e fãs de sua estrela Emilia Clarke. A jovem atriz mostrou que se sai bem em filmes românticos, vide Como Eu Era Antes de Você (2016) e Uma Segunda Chance para Amar (2019), mas vira e mexe se aventura por outros gêneros igualmente. Aqui, ela arrisca num drama criminal baseado numa história real. Na trama, Clarke interpreta uma informante do FBI, que termina se envolvendo amorosamente com um oficial (Jack Huston), designado a investigar um caso nas montanhas do Kentuchy. O caso proibido do casal se tornou escandaloso, levando à tragédia.

Leia também: Crítica | Crime e Desejo – Emilia Clarke é Informante do FBI em Drama Baseado em Fato Real

Malcolm & Marie

Continuando pelo terreno de jovens atrizes talentosas, a carismática Zendaya se encontra atualmente no topo do mundo. Ela é parte integral das superproduções da Marvel nos novos filmes do Homem-Aranha, e já prepara sua terceira participação como MJ no fim deste ano em Spiderman: No Way Home. Na TV, seu sucesso não diminui, já que protagoniza a impactante Euphoria, da HBO, que em breve estreará sua segunda temporada. Falando no programa, aqui a jovem estrela se reúne com o criador da série, Sam Levinson, para um drama bem intimista, que se comporta muito como uma peça de teatro. Passado em um único cenário, e com apenas dois atores, Malcolm & Marie é todo criado em preto e branco. Esperem muitos diálogos, discussões sobre relacionamentos e questões existenciais. Quem divide a cena com Zendaya é outro ator do momento, John David Washington, astro de filmes como Infiltrado na Klan (2018) e Tenet (2020), filho de Denzel Washington. A trama mostra um casal, um diretor de cinema e sua namorada, voltando para casa após a estreia do mais recente filme dele. Enquanto aguardam as críticas saírem, os dois começam a discutir seu relacionamento e revelações surgem.

Leia também: Crítica | ‘Malcolm & Marie’ é um maçante drama que tenta ser maior do que realmente é

Os 7 de Chicago

Um dos filmes mais prestigiados da temporada, a obra é escrita e dirigida por um verdadeiro mestre: o roteirista sensação Aaron Sorkin (vencedor do Oscar por A Rede Social). Baseado numa famosa história real, parte recente da história norte-americana, o tópico aqui é um julgamento considerado um dos mais importantes para a justiça dos EUA. É curioso notar, no entanto, como o passado se conecta com o presente, mostrando que muitas questões vão e voltam em nossa sociedade. Como diz o título, sete indivíduos (ou oito, dependendo do ponto de vista), vindos de passados e ideais diferentes, são julgados pelo mesmo crime. Todos líderes de movimentos e protestos contra a Guerra do Vietnã, que se transformaram em violentos confrontos com a polícia. Ah sim, o filme traz também um dos melhores elencos de anos recentes, com nomes como Eddie Redmayne, Sacha Baron Cohen, Mark Rylance, Joseph Gordon-Levitt, Yahya Abdul-Matten II, Frank Langella e Michael Keaton.

Leia também: Crítica Netflix | Os 7 de Chicago: Aaron Sorkin comanda cinebiografia com elenco estelar

O Diabo de Cada Dia

Por falar em elenco de primeira, este suspense dramático já valeria só pelos nomes que desfilam em tela. O tema aqui é uma crítica ferrenha ao fanatismo religioso, que leva algumas pessoas a cometerem as maiores atrocidades “em nome de Deus”. O abuso da fé alheia e a cegueira sem questionamentos são alguns dos tópicos. Diversas micro histórias se entrelaçam no filme escrito e dirigido por Antonio Campos, filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes. A trama perpassa por linhas temporais, apresentando passado e presente de uma família marcada por tragédias relacionadas a uma devoção equivocada. O protagonista é mesmo o jovem Tom Holland (o citado novo Homem-Aranha do cinema), um rapaz dono de um passado pra lá de traumático, disposto a fazer justiça, mesmo sendo com as próprias mãos. Um dos chamarizes é a presença de Robert Pattinson (em mais um filme da lista) na pele de seu personagem mais asqueroso, um pastor que se aproveita de suas fiéis para abusar sexualmente delas – algo muito recorrente em todas as religiões.

Leia também: ‘O Diabo de Cada Dia’ – Drama que critica o fanatismo Religioso estreia na Netflix dividindo opiniões

Artista do Desastre

Com 91% de aprovação dos críticos, esta produção muito comentada e celebrada de 2017 estreia agora na Netflix. Se você ainda não teve a chance de assistir, não perca mais tempo. Podemos ir mais longe ainda e dizer que se trata da obra-prima da carreira do jovem ator e cineasta James Franco, tanto no que diz respeito à sua atuação, quanto como realizador. O filme foi nomeado ao Oscar na categoria de roteiro adaptado, mas merecia mais. Para não sermos injustos e vendermos esse “peixe” de forma equivocada, vale dizer também que Artista do Desastre funciona melhor para os que gostam de filmes sobre os bastidores do mundo do cinema, e especialmente os que conhecem sobre o cult The Room (2003), considerado um dos piores filmes já feitos na história. Artista do Desastre fala justamente sobre as gravações de The Room, servindo igualmente como a biografia do “gênio” por trás da obra, o figuraça Tommy Wiseau (vivido de forma hilária e tocante por Franco no filme). Mas o longa não é apenas tiração de sarro com The Room e Wiseau, se mostrando uma história emocionante sobre aceitação, luta pelos nossos sonhos e, acima de tudo, amizade.

Leia também: Crítica | Artista do Desastre – James Franco e sua ode ao cinema marginal

MEDO! Programa oferece 120 mil reais para quem sobreviver uma noite em Mansão mal-assombrada

O dono da controversa e assustadora Mansão McKamey está oferecendo um pagamento de 20 mil dólares, em torno de 100 mil reais, a qualquer um que consiga sobreviver à terrível de experiência de ficar na casa.

Amy Milligan foi um dos nomes a ter entrado em McKamey e disse que a experiência era muito extrema. Laura Hertz Brotherton, por sua vez, comentou em entrevista ao Nashville Scene que “ainda tem cicatrizes de tudo que fizeram comigo. Eu fui esbofeteada no rosto várias e várias vezes”.

Mesmo com esses relatos, Russ permanece convidando quem for corajoso o suficiente para participar do evento, inclusiva lançando um vídeo anunciando a nova atração, “Desolation”, prometendo um novo nível de terror.

Confira:

Todos os visitantes devem passar por certas exigências: eles devem estar munidos de uma declaração de “aptidões físicas e mentais”, passar por diversos exames médicos e assinar um termo de responsabilidade de 40 páginas.
Veja mais informações aqui.

10 filmes para quem busca o sucesso na vida

O cinema tem sido uma fonte de histórias inspiradoras há mais tempo do que eu e você podemos imaginar. Se a experiência de ver um filme em coletividade tem como um dos objetivos o sentimento de catarse, histórias de superação são o caminho mais curto para causar aquela emoção no público, aquele êxtase que vem junto com a vontade de enfim encarar aquele plano que você sempre teve vontade de executar, mas nunca teve coragem. E se esta for a hora?

Pensando nisso, o CinePOP  resolveu te dar uma ajudinha! Nós listamos 10 filmes que guardam preciosas lições e que você precisa assistir se quiser ter sucesso na vida e na carreira. Partiu maratona?

Clube da Luta

Como já dizia Tyler Durden: “Você não é o seu trabalho. Você não é o quanto você tem no banco. Você não é o conteúdo da sua carteira. Você não é um bonito floco de neve.”

Das muitas reflexões levantadas pelo icônico (e muitas vezes mal compreendido) Clube da Luta, filme de David Fincher, uma delas é sobre desapego e materialismo e o quanto deixamos nossos objetos definirem nossa identidade na sociedade do século XXI. É um conselho que vale para qualquer aspecto da vida, e um para o qual sempre devemos voltar para lembrarmos do que importa verdadeiramente. 

Disponível no Prime Video.

A Rede Social

Dobradinha David Fincher na lista! Dito por muitos um dos melhores filmes da década,A Rede Social é, sim, aquele filme sobre o Facebook e a história de Mark Zuckerberg. Mais do que isso, no entanto, é uma obra que fala muito sobre autogestão e mostra as dificuldades no caminho de qualquer criador — sejam essas dificuldades as pessoas que se aproximam por interesse ou a necessidade de lutar contra a maré quando ninguém mais acredita.

Disponível para aluguel no Google Play, Microsoft Store ou iTunes. 

Sem Limites

Um filme contra o maior inimigo de qualquer projeto: a procrastinação. Quantas vezes você já não teve uma ideia que achou incrível mas desistiu antes de executá-la porque foi “deixando para depois”? 

Em Sem Limites, o protagonista Eddie Morra (Bradley Cooper) entra em contato com uma droga que é a solução para este grande problema, o que eventualmente o transforma em uma pessoa extremamente bem-sucedida — com seu preço, é claro. Na vida, não temos a solução mágica desta peça de ficção, mas ela pode te inspirar a pensar no potencial que está deixando passar com este “depois eu penso nisso…”

Disponível no Globoplay.

O Lobo de Wall Street

O enérgico filme de Martin Scorsese protagonizado por Leonardo DiCaprio é baseado na história de Jordan Belfort, e um belo exemplo de que o dinheiro pode comprar muitas coisas, mas não compra tudo. De uma forma ou de outra,O Lobo de Wall Street mostra até onde a ambição pode levar e o perigo dos excessos, num roteiro primoroso de Terence Winter.

Disponível no Prime Video e no HBO Go. 

Gênio Indomável

Esse  é daqueles de emocionar. Na história deGênio Indomável, Matt Damon interpreta Will Hunting, um rapaz talentoso que trabalha como faxineiro no MIT, e acaba contando com a ajuda do professor Sean Maguire (Robin Williams) para usar todo o potencial de seus talentos. Dirigido por Gus Van Sant, venceu 2 Oscars e traz um belo exemplo do poder e da importância do afeto em qualquer jornada de evolução.

Disponível na Netflix e no Prime Video. 

O Homem que Mudou o Jogo

O drama biográfico O Homem que Mudou o Jogo, ou ‘Moneyball’, é baseado na história do time de baseball Oakland Athletics e do seu gerente Billy Beane, que em 2002 criou um sofisticado sistema de análises métricas para construir um time com talentos desvalorizados, para poder lidar com seu orçamento limitado. Só essa breve sinopse já basta, não é? O filme com Brad Pitt e Jonah Hill mostra como lidar com as adversidades e é, por si, uma aula de marketing, escrita pelos talentosos Aaron Sorkin e Steven Zaillian

Disponível no Globoplay.

A Grande Aposta

Ok, essa pode não ser necessariamente uma história de sucesso, e justamente por isso está aqui. Para ter êxito, é importante também conhecer os caminhos errados — e saber evitá-los. A Grande Aposta “explica”  (bem longe de qualquer rastro de didatismo) como estourou a bolha da crise imobiliária de 2008 nos Estados Unidos, com roteiro e direção do afiadíssimo Adam McKay.

Disponível na Netflix

12 Homens e Uma Sentença

Um grupo de 12 pessoas se reúne após o encerramento do julgamento de um assassinato, com a missão de chegarem a um consenso. Onze deles concordam pela sentença, mas um acredita na inocência do jovem. Embora inicialmente este filme não tenha muita relação com negócio e sucessos, ele traz uma lição valiosa: às vezes é importante acreditarmos em instinto. 

Disponível no Telecine Play.

Prenda-me se For Capaz

A arte do improviso. DiCaprio interpreta um mestre do disfarce, que aproveita seu dom para levar a vida que quer. No entanto, tem em seu encalço um agente do FBI que quer a todo custo encontrá-lo. Por isso,Prenda-me se For Capaz traz uma dica importante em qualquer jornada: muitas vezes estaremos em situações estressantes e precisaremos conseguir pensar, improvisar e sair no alto.

Disponível na Netflix, no Prime Video e no Telecine Play.

Em Busca da Felicidade

Mais um drama biográfico, o filme é baseado na história de Christopher Gardner, que investe muito em um projeto que não dá retorno e acaba perdendo a casa, a esposa e o dinheiro. Uma verdadeira “montanha-russa emocional”, ‘Em Busca da Felicidade’, que marcou a carreira de Will Smith é uma reflexão sobre as lutas pelas quais passamos (e que perdemos) ao longo da vida, e mostra que as dificuldades podem compensar.

Disponível na Netflix e no Globoplay.

‘Matrix’: Brad Pitt explica que recusou o papel de Neo “porque não entendeu a história”

Brad Pitt revelou em entrevista ao USA Today que se arrepende de não ter aceito viver o Neo em ‘Matrix‘.

“Não gosto de falar dos papéis que recusei, mas eu tomei a pílula vermelha.”, brincou ele. “Recusei atuar como Neo em ‘Matrix‘. Não vou falar sobre outros [filmes que recusei].”

O astro deixou claro que estava no topo da lista de desejos da Warner Bros. antes de Keanu Reeves ganhar fama como o protagonista.

No entanto, Pitt argumentou que não entendeu a história e não se identificou com o personagem.

“Eu venho de um lugar que, se eu não entendo um coisa, eu não insisto naquilo. Então acho que não era para mim. Na verdade, eu acredito que o papel nunca foi pensado para mim, mas para outra pessoa.”

No ano passado, 20 anos após a estreia do longa, o produtor Lorenzo di Bonaventura confirmou que Pitt era um dos poucos astros considerados para o papel, além de Will Smith e Leonardo DiCaprio.

Matrix 4’ estreia em Dezembro de 2021

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘Falcão e Soldado Invernal’ precisam se unir em comercial com cenas inéditas

Disney+ divulgou um novo comercial da série ‘Falcão e Soldado Invernal‘.

Confira:

 

A aguardada série será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de Março.

WandaVision Finale | Último capítulo da série nos prepara para um futuro assustador no MCU

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

‘Godzilla vs. Kong’: Cartaz individual mostra Kong ostentando seu machado radioativo; Confira!

O IGN divulgou um incrível pôster internacional de ‘Godzilla vs Kong‘, mostrando o gorila gigante ostentando seu machado radioativo.

A imagem apresenta uma visão muito melhor da arma improvisada de Kong e, ainda que não se saiba de onde ele pegou aquele pedaço gigante de madeira, parece que a lâmina do machado é uma das barbatanas dorsais do Godzilla.

Obviamente, ele deve arrancá-la do corpo do lagarto durante uma luta inicial para usá-la contra ele mais tarde.

Confira o pôster:

Infelizmente, diversos estúdios voltaram a adiar suas estreias no Brasil em decorrência do aumento de casos de Coronavírus, o que obrigou algumas salas de cinemas a fecharem suas portas.

O primeiro filme a ter seu adiamento confirmado foi justamente ‘Godzilla vs. Kong‘, que estava programado para ser lançado nos cinemas nacionais dia 25 de Março.

Agora, a previsão é que o filme chegue aos cinemas uma semana depois, no dia 1º de Abril. Porém, tudo vai depender da reabertura dos complexos de cinema.

Vale lembrar que o filme será lançado nos EUA no streaming e nos cinemas dia 31 de Março.

Você está ansioso para assistir ao filme?

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian

Bichir.

‘Na Mira do Perigo’: Liam Neeson aparece em exibição do filme para comemorar o retorno dos cinemas

O astro Liam Neeson compareceu a uma exibição do seu novo filme, ‘Na Mira do Perigo‘ (The Marksman), em uma das salas de cinema da rede AMC, da Lincoln Square, na cidade Nova York.

Sua aparição aconteceu na última sexta-feira (05), data que marcou o primeiro dia de reabertura dos cinemas na capital novaiorquina. As redes de exibição permaneceram fechadas por quase um ano, em virtude da pandemia do coronavírus.

Na ocasião, o astro – que estava de máscara – celebrou os cinéfilos que marcaram presença na sessão de seu filme, refletindo sobre o quão importante é a experiência compartilhada de assistir a uma produção nas telonas.

Segundo a revista EW, Neeson – que já tomou a primeira dose da vacina contra o Covid-19 – pontuou:

“Vir aos cinemas é como voltar para casa. Eu acho isso sagrada. E esse sentimento nunca mudou”.

Confira algumas imagens de sua aparição:

Na trama, Liam Neeson (Busca Implacável, O Passageiro) vive um fazendeiro com problemas financeiros e recém-viúvo que mora no Arizona, próximo a fronteira com o México. Ao presenciar um crime, o homem se vê responsável por uma criança que precisa chegar até a sua família em Chicago. A viagem até o norte do país é repleta de aventura e ação na perseguição que sofrem por parte de um poderoso cartel latino.

Confira o cartaz nacional:

O filme tem atuação de Katheryn Winnick (Vikings) e está previsto de estrear em 2021.

No dia Internacional da MULHER – Conheça as diretoras que fizeram História no Cinema

Vitórias de Chloé Zhao no Globo de Ouro e Critics’ Choice Awards foram um sopro de alívio mas também chamam a atenção para disparidade gritante

Após vencer o Globo de Ouro de melhor diretor(a) na cerimônia do último dia 29 por seu trabalho em Nomadland, a cineasta Chloé Zhao quebrou um tabu muito importante: ela foi a segunda mulher em toda a história a ganhar o prêmio, a primeira sendo Barbra Streisand em 1984 com Yentl, além de ser a primeira asiática a ter sido laureada como melhor diretora no evento. Mesmo com tamanha vitória, porém, a disparidade no histórico de cineastas premiados é visível.

O crédito de primeira mulher como diretora de um filme é constantemente atribuído à francesa Alice Guy-Blaché. O início da sua carreira remonta ao final do século XIX, mais precisamente 1896, com a obra La fée aux choux (em uma tradução livre A Fada do Repolho, o primeiro filme a ter sido escrito e dirigido por uma mulher ) mas até a primeira metade do século XX ela já tinha estado à frente de pelo menos trezentos projetos, seja comandando direta ou indiretamente. 

À ela também é creditado os primeiros trabalhos na sincronização de áudio e imagem no cinema, mais especificamente com criação do chronophone. No artigo Imagining Sound in the Solax Films of Alice Guy-Blaché: “Canned Harmony” (1912) and “Burstop Holmes Murder Case” (1913), a autora Barbara McBane expõe uma fala de Guy Blaché em que a cineasta descreve o dispositivo.

Alice Guy-Blaché foi uma verdadeira pioneira do cinema

“Guy Blaché descreve o chronophone, um sistema primário de som sincronizado como ‘o primeiro filme falado, uma invenção francesa’. Essa foi, ela disse: não a imagem falada que você conhece. A voz do artista (cantor ou orador), ou a música para a dança eram gravadas no estúdio. Os atores então reencenam seus papéis até obterem uma sincronização perfeita com a gravação fonográfica. Logo, a gravação cinematográfica foi feita.”

É importante também mencionar que ela foi a primeira mulher a ter um estúdio próprio. A Solax Company foi fundada em 1910 e entre esse ano e 1913 o estúdio produziu mais de cem obras que estavam sob total controle de Guy-Blaché. No entanto, seu fim veio por volta de 1914 como uma consequência dos impactos econômicos diretos da Primeira Guerra Mundial.

Nesse mesmo período, a partir do início de 1911, os Estados Unidos tiveram o surgimento da primeira grande cineasta da sua história. Lois Weber marcou seu nome ainda no período do cinema mudo como uma profissional multifacetada; constantemente em seus projetos ela assumia o posto de atriz, roteirista, produtora e diretora. Da mesma forma que Guy-Blaché, ela dirigiu uma quantidade respeitável de filmes, Weber teve em sua contagem pelo menos mais de cem obras.

Lois Weber chocou e mudou o cinema nos EUA em sua fase inicial

Além disso, ela foi pioneira na elaboração da técnica de split screen (divisão de tela) ainda em 1913 com o filme Suspense, obra que aborda diferentes pontos de vistas de personagens de maneira quase simultânea. Essa ferramenta, que se tornaria bastante utilizada nos filmes da segunda metade do século XX e em matérias jornalísticas durante um acontecimento ao vivo, alçaram Lois Weber a constantes comparações com outro grande nome do cinema americano da época, D.W. Griffith, sem o adicional de ter uma obra extremamente problemática em sua filmografia (sim, é Nascimento de uma Nação).

Sobre a cineasta, Richard Henshaw escreveu no artigo WOMEN DIRECTORS: 150 FILMOGRAPHIES sobre a importância de ressaltar a carreira de Lois Weber. “Desse grupo de primeiros diretores, alguns são dignos de nota. De longe a mais prolífica foi Lois Weber, que começou como atriz de comédias musicais e escritora. Ela se destacou por ter tido seu próprio estúdio, alugado para ela pela Universal em 1916. Lois Weber Productions empregou dezenas de roteiristas, técnicos e pessoal de escritório, além de permitir Weber a produzir e dirigir seus próprios roteiros em ritmo constante”.

Todavia, a geração de diretoras da primeira metade do século XX também contém um nome problemático mas que teve seu quinhão de importância nas inovações técnicas; Leni Riefenstahl basicamente criou o conceito moderno de como conduzir um documentário e entregou a esse gênero um reconhecimento que ele não possuía nos anos 30. Ao mesmo tempo, essas conquistas concederam a ela o título de cineasta mais importante do Reich Nazista.

Propaganda era uma arma essencial na manutenção do poder junto às massas e para isso seria necessário que o cinema alemão carregasse a vanguarda de um novo tipo de propaganda política. A Alemanha já tinha seu quinhão de importância solidificado no cinema por ter gerado um dos primeiros grandes movimentos cinematográficos europeu: O Expressionismo Alemão. Com o apoio do governo, Riefenstahl entregou produções como Triunfo da Vontade e Olympia; o primeiro focado em mostrar o quão sobrenatural era a liderança de Hitler e o segundo mais voltado para uma suposta superioridade germânica nas olimpíadas de verão de 1936.

Ao mesmo tempo que Riefenstahl revolucionou o cinema ela fortaleceu a imagem do Partido Nazista no imaginário popular

Ashley Bunnell Ritchie, no artigo The Many Leni Riefenstahls: Inventing a Cinematic Legend, cita o historiador do cinema, Rainer Rother, para explicar que estilo de filmagem a cineasta adotou para ter atraído a atenção dos maiores nomes do regime nazista durante a produção do documentário Trinfo da Vontade

“De acordo com o autor Rainer Rother, o ideal estilístico de Riefenstahl foi notável em dois sentidos: por um lado ela empregou cortes em filmes narrativos em uma tentativa de colocar a audiência na posição de ‘espectador ideal’. Por outro lado, Riefenstahl fez o necessário para heroicizar o principal sujeito de seu filme… Ela posicionou a câmera de tal maneira que parecia estar dentro da cabeça de Hitler enquanto ele descia das nuvens para o comício de Nuremberg. A audiência viu através dos olhos de Hitler enquanto ele descia para perto do povo… Ela abordou a câmera de maneiras que ninguém mais fez e ela sabia como manipular isso em ordem de criar qualquer sentimento que ela queria em tela. ”

Eventualmente, principalmente após virada para a segunda metade do século XX, o número de mulheres cineastas diminui drasticamente na Europa e, mais alarmante ainda, nos Estados Unidos. Até a década de 60 as mulheres foram sendo explícita ou implicitamente desencorajadas a desenvolver novos projetos em prol de ficarem apenas como atrizes. 

No entanto, é justo ressaltar que as cineastas do período ainda assim encontraram formas de se expressar por meio dos novos movimentos cinematográficos que foram surgindo. Por exemplo, a Nouvelle Vague francesa proporcionou um palco para Agnès Varda Marguerite Duras. O Novo Cinema Alemão popularizou os trabalhos de Margarethe von Trotta Helma Sanders-Brahms

Outro elemento de dificuldade levantado, dessa vez pela Deborah Calla na matéria Why are women directors ‘excluded’ from cinema history? de autoria da Ana Maria Bahiana, foi que se uma cineasta buscasse financiamento para um projeto ela dificilmente conseguiria novamente para um segundo e nem muito menos para um terceiro, tornando assim bem difícil construir uma filmografia ampla.

Com o passar do século XX Hollywood continuou a ser uma indústria essencialmente conduzida por cineastas homens; mesmo que, na década de 70, o circuito de filmes de baixo orçamento tenha apresentado novos nomes como Joan Micklin Silver (seu filme Between the Lines conquistou duas das três indicações do Festival Internacional de Berlim em 1977). Foi com a chegada dos anos 2000 que surgiu uma nova variedade de filmes comandados por diretoras.

“Between the Lines” trouxe um jovem Jeff Goldblum para os olhos do público

O portal Statista fez uma levantamento da porcentagem de realizadoras que surgiram em Hollywood entre 2007 e 2019. É apontado que a alta histórica no período analisado foi em 2019, quando 10.6% dos cineastas eram compostos por mulheres, mas antes disso, em 2008 mais especificamente, houve uma porcentagem de participação com 8% de presença de diretoras.

É interessante notar que nesse ano foi lançado Guerra ao Terror, um drama sobre um esquadrão de desarmamento de bombas do exército americano no Iraque. O filme, dirigido por Kathryn Bigelow, recebeu aclamação universal, um Oscar de melhor filme e o primeiro (e até o momento único) de melhor direção concedido a uma mulher. Bem antes disso, por exemplo, a Sofia Coppola já escrevia seu nome desde os anos 90 (primeiro com Virgens Suicidas mas em 2006 também com Maria Antonieta).

O feito de Bigelow (no centro) com “Guerra ao Terror” foi verdadeiramente histórico

É a partir dos anos 2010 que uma nova safra de cineastas começa a realmente aparecer: Ava DuVernay (com os poderosos Selma e Olhos que Condenam), Lorene Scafaria (Hustlers protagonizado por Jennifer Lopez), Patty Jenkins (a primeira a dirigir um grande filme de super-heróis com Mulher Maravilha e atualmente a diretora mais cara de Hollywood), Greta Gerwig (por muito pouco não vencendo o Oscar de Melhor Direção com Lady Bird em 2018) e muitas outras.

Por fim, ao passo que as mulheres vão recuperando sua posição no comando de produções maiores é essencial lembrar que algumas das maiores inovações que essa indústria viu foram realizadas por pioneiras. A vitória da Chloé Zhao no Globo de Ouro, além de uma possível indicação no Oscar, pode ser um novo capítulo importante de uma história que aos poucos está sendo retomada.

Mês da História das Mulheres | 12 Diretoras que Você Precisa Conhecer

Março é o mês em que celebramos a história feminina, com o Dia Internacional das Mulheres comemorado no dia 08 de março. E é claro que, em homenagem à importância que elas trazem para cada um dos setores da sociedade – e suas jornadas repletas de obstáculos e falta de oportunidades -, o CinePOP não deixaria de homenagear os grandes nomes da indústria do entretenimento.

Para tanto, separamos doze diretoras que você precisa conhecer, seja no cinema, seja na televisão. Desde Ava DuVernay até Vera Egito, aproveitamos também para mencionar seus projetos mais conhecidos.

Confira abaixo nossas escolhas:

AVA DUVERNAY

Principais obras: Selma, Olhos que Condenam

Ava DuVernay se tornou a primeira diretora negra a ser indicada ao Oscar por seu incrível e subestimado trabalho em ‘Selma’. Sempre trazendo representatividade às suas aclamadas obras, DuVernay também ficou responsável pela potente minissérie ‘Olhos que Condenam’, que retrata com crueza a politicagem e a corrupção por trás do sistema judiciário estadunidense, e é o principal nome por trás do vindouro ‘Novos Deuses’.

SOFIA COPPOLA

Principais obras: Encontros e Desencontros, Maria Antonieta

Filha de EleanorFrancis Ford Coppola, Sofia Coppola encontrou sua identidade artística logo com sua estreia no cenário cinematográfico, ‘As Virgens Suicidas’. Desde então, construiu uma carreira honrável que conta com os títulos ‘Encontros e Desencontros’, que lhe rendeu um Oscar de Melhor Roteiro Original e uma indicação para Melhor Direção, e ‘Maria Antonieta’, icônico drama histórico que misturou presente e passado em uma colorida narrativa.

GRETA GERWIG

Principais obras: Lady Bird, Adoráveis Mulheres

Antes de aventurar-se na direção, Greta Gerwig teve uma carreira de sólido sucesso como roteirista e atriz. Provando sua versatilidade, ela encabeçou o aclamado drama coming-of-age ‘Lady Bird’, que lhe rendeu inúmeras indicações ao Oscar e, mais recentemente, a incrível adaptação ‘Adoráveis Mulheres’, que entrou para a lista de melhores longas-metragens de diversos consórcios de imprensa. Para a releitura, estrelada por Saoirse Ronan, Gerwig foi relembrada na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.

CHLOÉ ZHAO

Principais obras: Songs My Brothers Taught Me, Nomadland

Depois de fazer sua estreia no circuito independente com o ovacionado ‘Songs My Brothers Taught Me’Chloé Zhao viria a repetir o feito com o favorito das premiações ‘Nomadland’. Estrelado por Frances McDormand, o longa-metragem levou para casa o prêmio de Melhor Filme no Globo de Ouro 2021 e garantiu à Zhao o prêmio de Melhor Direção (a primeira mulher asiática a conquistar o feito e a segunda no geral a ganhar a estatueta). Ela também fica responsável pela direção de ‘Os Eternos’, aguardada produção da Marvel Studios.

LULU WANG

Principais obras: Póstumo, A Despedida

Se você nunca ouviu falar de Lulu Wang, não sabe o que está perdendo. Uma das figuras mais proeminentes da cultura sino-estadunidense, a realizadora é conhecida por seu trabalho em ‘Póstumo’ e, principalmente, na comédia dramática ‘A Despedida’, estrelada por Awkwafina. Conquistando o mundo e diversas condecorações por sua perspectiva original sobre dramas familiares, Wang tem seu nome associado aos mais diversos gêneros do cenário do entretenimento, incluindo videoclipes e documentários.

REGINA KING

Principais obras: Scandal, Uma Noite em Miami

Regina King é um dos nomes mais prolíficos e importantes da atualidade e conseguiu sucesso nas mais diversas esferas artísticas, tanto como atriz quanto como diretora, roteirista e produtora. Além de suas múltiplas incursões em séries como ‘Scandal’‘Insecure’‘Greenleaf’, King fez sua estreia cinematográfica na direção com o aplaudido ‘Uma Noite em Miami’, que já levou para casa diversos prêmios.

CÉLINE SCIAMMA

Principais obras: Tomboy, Retrato de uma Jovem em Chamas

Conhecida por desafiar convenções de gênero e o papel da mulher na sociedade, Céline Sciamma continua a chocar o público por abordagens incríveis da relação feminina, como a fluidez de gênero em ‘Tomboy’ e o romance lésbico em ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’ (uma das melhores obras das últimas décadas). Ela também é uma respeitada ativista que luta pelo fim da disparidade de gênero no cinema e na televisão.

AGNÈS VARDA

Principais obras: Cléo das 5 às 7, As Duas Faces da Felicidade, Varda por Agnès

É quase um crime falar sobre Agnès Varda em apenas um parágrafo. A celebrada e lendária cineasta francesa é responsável por alguns dos títulos mais revolucionários do cinema, como ‘Cléo das 5 às 7’‘As Duas Faces da Felicidade’, envolvendo-se com a new wave francesa da indústria audiovisual e considerada por muitos como um dos expoentes do feminismo cultural, focando em temáticas que normalmente eram protagonizadas por personagens fortes e complexas.

LILLY E LANA WACHOWSKI

Principais obras: Matrix, Sense8, V de Vingança

Lana e Lilly Wachowski são dois dos nomes mais conhecidos da atualidade e donas de títulos muito bem recebidos pela crítica e adorados pelo público. Desde a estreia em 1999 com ‘Matrix’ até a estupenda e subestimada série ‘Sense8’, as Wachowski não são apenas grandes nomes da presença feminina no cinema e na televisão, mas também ativistas pela luta dos direitos LGBTQ+, principalmente por serem mulheres trans.

KATHRYN BIGELOW

Principais obras: Caçadores de Emoção, A Hora Mais Escura, Guerra ao Terror

Seja com a ação cult ‘Caçadores de Emoção’, seja com o thriller de guerra ‘Guerra ao Terror’Kathryn Bigelow abriu portas para diversas cineastas depois de ter alcançado um feito considerado impossível: se tornar a primeira (e a única) mulher a ganhar o Oscar de Melhor Direção. Nomeada diversas vezes como uma das pessoas mais influentes do planeta, seus outros prêmios incluem um BAFTA, um DGA Award e um Critics’ Choice Award.

VERA EGITO

Principais obras: Amores Urbanos, Todxs Nós

Vera Egito é uma pioneira em diversas questões quando pensamos no escopo do entretenimento brasileiro. Seu longa-metragem mais famoso, Amores Urbanos, estreou no Festival Internacional de Miami apenas para receber aclame universal e conquistar o coração do público. Em 2020, fez história ao comandar a primeira série nacional estrelada por um personagem não-binário com ‘Todxs Nós’, da HBO, aproveitando também para falar abertamente sobre orientação sexual, gênero, identidade, cor e juventude.