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‘A Sereia – Lago dos Mortos’ ganha novos comerciais assustadores; Assista!

A Paris Filmes divulgou novos comerciais do terror russo ‘A Sereia – Lago dos Mortos’ (The Mermaid: Lake of the Dead).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de janeiro.

Na trama, uma sereia macabra se apaixona por Roman, noivo de Marina, e tenta mantê-lo longe dela em seu Reino submerso. Marina terá apenas uma semana para superar o medo do oceano, lutar com monstros e se manter viva e na forma humana.

Viktoriya Agalakova, Efim Petrunin e Sesil Plezhe estrelam.

‘Midway – Batalha em Alto Mar’ ganha novo trailer EXPLOSIVO; Assista!

A Diamond Films divulgou o novo trailer legendado do filme ‘Midway – Batalha em Alto Mar‘.

Confira:

Dirigido por Roland Emmerich (‘O Dia Depois de Amanhã‘), o longa é baseado na Batalha de Midway, que ocorreu em 1942.

A perspectiva de soldados e aviadores que lutaram bravamente durante a Batalha de Midway, no Oceano Pacífico em junho de 1942. Através de mensagens codificadas, a Marinha Americana conseguiu identificar a localização e o horário dos ataques previstos pela Marinha Imperial Japonesa. Os danos sofridos pela frota oriental foram extremamente graves. Até hoje a disputa é considerada pelos historiadores como um dos pontos mais relevantes para o fim da Segunda Guerra Mundial.

O elenco inclui Ed Skrein, Patrick Wilson, Luke Evans, Aaron Eckhart, Nick Jonas, Mandy Moore, Dennis Quaid e Woody Harrelson.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de novembro.

Polêmica! Oliver Stark, de ‘9-1-1’, critica colega de elenco por uso de gíria racista

Polêmica! Através de uma live, o ator Ryan Guzman, que interpreta o bombeiro Eddie Diaz na série ‘9-1-1‘, tentou defender sua noiva após tweets antigos de cunho racista da modelo terem ressurgido online.

O artista tentou justificar que não via problema no uso de uma gíria racista entre amigos, mas foi duramente criticado pelos internautas.

Através do seu Twitter, o ator Oliver Stark respondeu a delcaração do colega de elenco, fazendo duras críticas ao seu posicionamento.

“Eu sei que muitos de vocês querem saber o que eu acho sobre o que foi dito durante uma live hoje. Minha opinião é que não há desculpas para o uso de gírias racistas. Essa palavra pertence à comunidade negra e eu definitivamente não concordo com o uso dela sob quaisquer circunstâncias.”

Que climão, não é mesmo?

Lembrando que a emissora Fox renovou oficialmente a série ‘9-1-1‘ para a 4ª temporada.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

‘True Blood’: Chefão da HBO revela detalhes sobre o desenvolvimento do reboot

Em entrevista ao TVLine, Casey Bloys, chefão da HBO, falou sobre o reboot de ‘True Blood‘, revelando que o projeto ainda está na fase inicial de desenvolvimento e não será lançado no futuro próximo.

Além disso, Bloys garantiu que quer ter a história certa para a nova versão.

“Ainda não há um sinal verde iminente para o reboot. Eu não diria que é tão certo quanto o spin-off de ‘Game of Thrones’ [intitulado ‘House of Dragon’]. Nós definitivamente temos um roteirista trabalhando em uma ideia, mas acho que é justo dizer que o projeto não está tão avançado quanto as pessoas pensam. O reboot não será lançado no próximo ano. Está muito mais longe do que isso.”

Ele completa, “Nós teremos que ver como a nova versão ficará. Assim como em qualquer projeto, você precisa ver se é uma história que vale a pena ser contada. É interessante? Acrescenta algo à série original? Veremos.”

Roberto Aguirre-Sacasa (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ e ‘Riverdale’) será responsável pelo roteiro do reboot ao lado de Jami O’Brien (‘NOS4A2’)

Alan Ball, criador da série original, retornará como produtor executivo.

Exibida no Brasil pela HBO aos domingos e na TV Aberta, a série teve 7 temporadas exibidas entre 2008 e 2014.

True Blood‘ mostrava sobre a coexistência de vampiros e humanos em Bon Temps, uma pequena cidade fictícia localizada em Louisiana.

‘Halloween Kills’: Retorno do Dr. Loomis foi criado com efeitos práticos e maquiagem; Confira as imagens!

Durante os flashbacks mostrando como o Michael Myers foi preso, a sequência ‘Halloween Kills: O Terror Continua‘ trouxe o icônico Dr. Loomis de volta. O ator Donald Pleasence, que interpretou o personagem na franquia original, faleceu em 1995, mas retornou às telonas com a ajuda de maquiagem e efeitos práticos.

Através do seu Instagram, o artista Chris Nelson confirmou que não foi usado CGI ao transformar o ator Tom Jones Jr. no icônico Dr. Loomis.

Confira as imagens dos bastidores, que mostram a impressionante transformação:

Lembrando que ‘Halloween Kills‘ segue em exibição nos cinemas brasileiros!

Sucesso nos cinemas, ‘Halloween Kills: O Terror Continua‘ estreou nos EUA com impressionantes US$ 50.3 milhões – o que representa a MELHOR estreia para um filme para maiores desde o início da pandemia.

Além disso, ‘Halloween Kills‘ se tornou a terceira maior estreia da história para um filme de terror lançado em outubro, atrás apenas do reboot ‘Halloween‘ ($76.2M) e ‘Atividade Paranormal 3‘ ($52.5M).

Halloween Ends‘ será lançado nos cinemas no dia 14 de outubro de 2022.

‘Zombies 3’: Invasão alienígena no trailer DUBLADO da sequência; Confira!

O Disney+ divulgou o primeiro trailer da sequência ‘Zombies 3‘.

Confira:

O novo filme da franquia estreará no serviço de streaming no dia 15 de julho.

Matt Cornett (‘High School Musical: O Musical: A Série’), Kyra Tantao (‘Law and Order: Special Victims Unit’) e Terry Hu serão introduzidos no novo filme.

Cornett e Tantao interpretarão os extraterrestres A-Lan e A-Li, respectivamente. Hu, um ator não binário, interpretará o alienígena não binário A-Spen. Os visitantes telepaticamente conectados começam a estudar na escola da cidade, que se tornou um lugar seguro para monstros e humanos. Zumbis, lobisomens e humanos ficam igualmente chocados pela chegada desses misteriosos alienígenas.

O elenco ainda conta com Chandler Kinney, Pearce Joza, Ariel Martin, Trevor Tordjman, Carla Jeffery, Kylee Russell, James Godfrey, Kingston Foster, Milo Manheim e Meg Donnelly.

Paul Hoen é responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por David LightJoseph Raso.

‘Contágio’: Atriz de ‘Sorria’ se junta ao elenco do sci-fi estrelado pelo Liam Neeson

De acordo com o Deadline, Sosie Bacon (‘Sorria’) entrou para o elenco do thriller de ficção científica ‘Contágio‘ (Cold Storage).

Detalhes sobre o seu papel não foram divulgados, mas a trama seguirá um micro-organismo mortal que se espalha sem controle.

Liam Neeson (‘A Perseguição’) estrelará a produção. O elenco ainda contará com Joe Keery (‘Stranger Things’), Georgina Campbell (‘Noites Brutais’) e Lesley Manville (‘Trama Fantasma’).

Dirigido por Jonny Campbell (‘Westworld’), o longa será baseado no livro homônimo do roteirista David Koepp (‘Jurassic Park’).

Confira a sinopse oficial:

“Eles achavam que estava contido. Eles estavam errados.

Quando o agente de bioterror do Pentágono, Roberto Diaz, é mandado para investigar um suposto ataque bioquímico, ele encontra algo muito pior: um organismo com taxa de mutação altíssima e com níveis de destruição que podem levar à extinção. Ele o conteve e o enterrou em um armazém gelado localizado sob um repositório militar.

Agora, décadas depois de ser esquecido, o espécime conseguiu escapar e está numa frenética e letal alimentação – e apenas Diaz sabe como pará-lo.

Ele corre através do país para ajudar dois seguranças – um ex-detento e uma mãe solteira. Durante uma angustiante noite, o trio deve descobrir como colocar esse horror de volta na quarentena. Tudo que eles têm é sorte, coragem e um senso mordaz de humor. Isso será o bastante para salvar toda a humanidade?”.

Infelizmente, a produção ainda não possui previsão de lançamento.

‘Beekeeper’: Filme de ação com Jason Statham ultrapassa US$ 100 milhões mundialmente

Apesar de ter sido barrado pela adaptação musical de ‘Meninas Malvadas‘ em sua estreia nos EUA, ‘Beekeeper – Rede de Vingança‘ finalmente conquistou o topo das bilheterias no território norte-americano.

O longa de ação estrelado por Jason Statham (‘Os Mercenários 4’) subiu para a primeira colocação no país, com US$ 7.4 milhões arrecadados em seu terceiro final de semana em cartaz – o que representa uma queda de apenas 13.7%.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 42.2 milhões nos EUA. No mercado internacional, foram US$ 61.9 milhões – totalizando US$ 104.1 milhões arrecadados mundialmente.

Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!

Na trama, uma jornada brutal de vingança de um homem assume riscos nacionais depois que ele é revelado como um ex-agente de uma organização poderosa e clandestina conhecida como “Apicultores”.

Relembre o trailer:

O longa também é estrelado por Josh Hutcherson e Jeremy Irons.

Além de estrelar, Statham assume a função de produtor, junto com Wimmer e Bill Block, diretor executivo da Miramax.

‘Conto de Fadas’: A24 está desenvolvendo série baseada no romance de Stephen King

De acordo com o Deadline, a aclamada produtora A24 está desenvolvendo uma adaptação de ‘Conto de Fadas‘ (Fairy Tale), baseada no livro homônimo de Stephen King.

Originalmente, a obra estava sendo desenvolvida como um filme para os cinemas pela Universal Pictures, mas parece que os planos mudaram.

J.H. Wyman (‘Fringe’) servirá como showrunner.

Paul Greengrass (‘O Ultimato Bourne’), que iria dirigir e havia escrito o roteiro da adaptação para as telonas, segue envolvido com a nova versão.

Ele irá trabalhar ao lado de Wyman para expandir seu roteiro original.

Peter Rice servirá como produtor executivo ao lado de Greengrass, Wyman e King.

Na trama…

Um jovem de 17 anos herda as chaves para um mundo aterrorizante onde o bem e o mal estão em guerra. Os riscos não poderiam ser maiores, para aquele mundo e para o nosso, enquanto ele viaja pelas raízes míticas da narrativa humana.

Dez episódios foram encomendados para a adaptação.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Capa do livro Conto de Fadas, Stephen King.

‘A Fada e o Pastor’: Novo dorama estreia no Prime Video; Confira o trailer DUBLADO!

O seriado coreano ‘A Fada e o Pastor‘ já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.

Na trama, Seong-A (Cho Yi-hyun) é uma estudante durante o dia e xamã à noite. Acostumada a ver e interagir com fantasmas, ela enfrenta o desprezo alheio com um sorriso no rosto, já que ser diferente faz parte de quem ela é. Gyeon-U (Choo Young-woo) é bonito, sensível e constantemente perseguido por tragédias. Quando ele entra no templo de Seong-A desafiando a morte, ela faz uma promessa: protegê-lo a qualquer custo.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é baseada no webtoon homônimo de Ahn Su-min.

Kim Yong-wan, de ‘Campeão‘, é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Yoon Byung-hee, Kim Mi-kyung, Kim Min-joo, Lee Young-ran e Lee Soo-mi.

ASSUSTADOR! Confira o trailer de ‘Passageiro do Mal’, novo terror do diretor de ‘A Autópsia’

A Paramount Pictures divulgou o primeiro trailer do terror ‘Passageiro do Mal‘ (Passenger), novo filme do diretor André Øvredal (‘A Autópsia’).

Na trama, jovem casal está viajando de carro quando testemunha um terrível acidente que deixa o motorista morto. A partir desse momento, eles começam a ser perseguidos por uma entidade demoníaca da qual é impossível escapar.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de maio.

Melissa Leo (‘O Vencedor’), Jacob Scipio (‘Bad Boys para Sempre’) e Lou Llobell (‘Fundação’) estrelam a produção.

Conhecido pelos fãs do gênero, Øvredal já comandou ‘O Caçador de Troll‘, ‘A Autópsia‘, ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘ e ‘Drácula – A Última Viagem do Demeter‘.

Zachary Donohue e T.W. Burgess são responsáveis pelo roteiro.

Gary Dauberman (‘A Hora do Vampiro’) servirá como produtor.

O longa é produzido pela 18hz Productions, companhia de Walter Hamada. Ele recentemente fechou um contrato com a Paramount Pictures , após ter deixado a Warner Bros, para a produção exclusiva de filmes de terror de médio orçamento.

Seus outros projetos com o estúdio também incluem ‘Primate‘ e ‘Familiar‘.

Novas informações sobre ‘Passageiro do Mal‘ devem ser divulgadas em breve.

Confira Sofia Boutella, de ‘A Múmia’, em ensaio fotográfico sensual

A atriz Sofia Boutella foi um dos grandes destaques da edição mais recente da revista imprensa ‘The Hollywood Reporter‘.

A edição, que traz Gal Gadot e Patty Jenkins na capa, conta com um belíssimo ensaio da argelina, uma das mais novas sensações do ramo do entretenimento.

Confira:

Em ‘A Múmia‘, a atriz Sofia Boutella interpreta uma antiga princesa cujo destino foi injustamente tirado dela. Sepultada em uma cripta abaixo do deserto, ela despertará nos dias atuais e desafiará a compreensão humana com sua malevolência e terror.

Das deslumbrantes areias do Oriente Médio até labirintos escondidos sob a Londres de hoje, ‘A Múmia traz um equilíbrio entre maravilhas e emoções. Desperta no público o imaginário e introduz um novo mundo de deuses e monstros para o cinema.

No elenco, além de Tom Cruise e Sofia Boutella, estão Russell Crowe, Annabelle Wallis, Jake Johnson e Courtney B. Vance.

A estreia está marcada para 8 de junho de 2017.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Thanos e Loki em cartazes feito por fã; Confira!

Os personagens Loki e Thanos, de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, são os mais recentes a ganharem seus próprios cartazes solo pelas mãos do artistas conceitual, BossLogic.

O excelente material traz os vilões em cores sombrias.

Confira:


 

Enquanto isso, a Marvel finalmente divulgou a data a partir da qual os veículos de comunicação de todo o mundo estão liberados para postar seus reviews de ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

Segundo a publicação, a partir de 24 de abril de 2018 (terça-feira), porém, os críticos poderão postar breves reações nas redes sociais já a partir da segunda (23).

O filme tem estreia marcada para 26 de abril. heróis.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

Crítica | Little Monsters: Lupita Nyong’o estrela divertida e imprevisível comédia zumbi

De todos os gêneros possíveis e imagináveis, o nome de Lupita Nyong’o não viria à mente em se tratando de filmes de zumbi. Com um público bem específico que saliva diante do canibalismo que as produções desse tipo proporcionam, a vencedora do Oscar não seria nossa primeira escolha para algo do estilo. Mas contradizendo as previsões e expectativas, é justamente o que ela faz, estrelando uma versão inusitada e, estranhamente, cômica de algo que beira a Todo Mundo Quase Morto. Little Monsters reúne crianças, cenas de sexo e uma inexplicável epidemia zumbi, em uma maçaroca que é, surpreendentemente, divertidíssima.

Se zumbis deixam as produções melhores ou não, isso cabe ao leitor decidir. Mas em se tratando de Little Monsters, somos pegos de surpresa em cada quadro, tamanha diversão eles e os demais personagens são capazes de proporcionar na trama. Desafiando a lógica e a construção habitual de roteiros, a comédia de humor negro, ainda estrelada por crianças (quem diria!), foge à todas as regras e entrega um banquete de sanguinolência, com cenas de nudismo e – contraditoriamente – uma inocência pairando no ar.

Na trama, Lupita vive a professora do Jardim de Infância, Srta. Caroline, que leva sua turma de pequenos alunos para uma excursão, que tinha tudo para ser só sorrisos, brincadeiras e diversão. Ela é acompanhada pelo músico frustrado Dave (Alexander England), que acaba de terminar um relacionamento e se encanta pelo carisma apaixonante da jovem professora de seu sobrinho. Lá, eles conhecem o famoso apresentador de programas infantis, Teddy McGiggle, vivido por Josh Gad, que garante a alegria dessa pequena turma de aventureiros. A atmosfera do dia de lazer muda drasticamente, quando uma epidemia zumbi toma a região, trazendo desolação em massa, iniciando a saga de sobrevivência dos personagens.

Dirigido e roteirizado por Abe Forsythe, a produção é simples em sua essência e narra em tempo real as longas horas de busca pela sobrevivência em meio ao caos. Ilhados em uma espécie de zoológico infantil, os protagonistas tentam escapar com vida, buscando alternativas das mais diversas. Em contraponto, a doce professora trabalha para garantir a paz das crianças, usando a criatividade como mecanismo de distração, fazendo os adoráveis alunos acharem que estão em meio a uma divertida competição. Com essa premissa tão simples, Little Monsters se torna o que é por construir uma sequência interminável de piadas. Fazendo da inocência infantil um excelente gatilho para o humor, o longa acerta em nos fazer rir, ainda que todos corram o sério risco de morrer.

E embora esse não seja o papel da vida de Nyong’o, Little Monsters traz a atriz se divertindo como nunca, cantarolando com seu ukulele, repetindo incessantemente o hit Shake It Off para as crianças. Com mais outras referências da cultura POP, a produção é de uma leveza impressionante, firmada em um roteiro meio sem-pé-nem-cabeça, mas que ainda assim tem o seu valor. Com o charme dos atores mirins que nos deixam cheios de encantos por sua pureza e doçura, a comédia de terror/humor negro traz um contraste colossal, ao dividir suas cenas entre a violência visceral dos zumbis e a doçura infantil – gerando a impressão de que tudo não passa de um truque de mágica, a fim de preservar a leveza do coração dos pequenos sobreviventes.

Com ares extremamente independentes, a comédia é o tipo favorito do Festival de Sundance. Um espaço amplo para filmes de baixo orçamento, com ideias inovadoras e peculiares que jamais seriam produzidas por grandes estúdios, ano após ano o evento tem os seus underdogs do cenário do cinema alternativo. Em 2019, Little Monsters se apresenta como um deles, dividindo espaço com outros filmes que já passaram por aqui, como The Little Hours, O Idiota do Meu Irmão e Eu, Você e a Garota que Vai Morrer. Divertido do começo ao fim, a produção é uma surpresa genuína, te deixa na dúvida sobre até que ponto ela é boa, mas se encerra te levando à conclusão certeira de que ela é tão prazerosa, justamente por ser estranha pra caramba.

 

Coronavírus: Filho de Tom Hanks tranquiliza fãs em novo vídeo; Confira!

Os fãs de Tom Hanks foram pegos de surpresa depois que o astro confirmou que ele e sua esposa, Rita Wilson, haviam sido infectados pelo Coronavírus.

E após a notícia preocupante, que desencadeou em uma comoção mundial, um dos filhos do casal, Chet, publicou um vídeo nas suas redes sociais, tranquilizando os fãs, afirmando que seus pais estariam tomando todas as medidas necessárias e que estariam bem.

Confira, com a legenda logo abaixo:

“Olá pessoal! É verdade, meus pais contraíram o coronavírus, que loucura. Ambos estão na Australia agora, pois meu pai estava gravando um filme por lá. Mas acabei de conversar com eles por telefone, ambos estão bem, eles não estão tão doentes assim, eles não estão preocupados com isso, mas também não estão sendo descuidados. Eles estão tomando todas as precauções necessárias, obviamente. Mas eu não acho que não há a necessidade de todos ficarem preocupados. Agradeço pela preocupação de todos e pelos desejos de melhora, mas eu creio que tudo vai ficar bem. Muito obrigado e se cuidem!”

Por meio de sua conta oficial, Hanks compartilhou a notícia:

“Olá pessoal. Rita e eu estamos aqui na Austrália. Nos sentimos um pouco cansados, como se tivéssemos resfriados e algumas dores no corpo. Rita teve alguns arrepios que iam e vinham. Ligeiras febres também. Para fazer as coisas direito, como é necessário no mundo agora, fomos testados para o Coronavírus e descobrimos que é positivo.

 

Mais informações serão divulgadas em breve.

 

‘A Viagem de Heidi e Cokeman’: Nova comédia francesa já está disponível na Netflix

A nova comédia francesa ‘A Viagem de Heidi e Cokeman‘ já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta quarta-feira (10).

A trama se passa em Paris, onde dois traficantes sem noção usam os laços familiares para tentar melhorar seus negócios ilegais nesta comédia irreverente, baseada em uma websérie.

Confira o trailer:

O longa é dirigido por Julien Royal, a partir de um roteiro co-escrito por Nassim Lyes e Julien Hollande.

‘Naquele Fim de Semana’: Leighton Meester é acusada de assassinato no INTENSO trailer do novo thriller da Netflix

Leighton Meester (‘Gossip Girl‘) está correndo perigo e terá que provar sua inocência no primeiro e intenso trailer do vindouro thriller original da Netflix, intitulado ‘Naquele Fim de Semana‘ (The Weekend Away).

Na produção, a atriz vive Beth, uma mulher que viaja com sua melhor amiga Kate para a Croácia. No entanto, sua viagem se transformará em um enorme pesadelo ao descobrir que sua amiga morreu e que agora ela também seria a principal suspeita do crime.

Confira:

Christina Wolfe, Ziad Bakri, Luke Norris e Amar Bukvić completam o elenco do filme.

Naquele Fim de Semana‘ é uma adaptação do best-seller homônimo escrito por Sarah Alderson.

Confira a sinopse oficial:

O longa é um thriller de tirar o fôlego que segue duas melhores amigas em umas férias que deram errado. Quando uma deles desaparece, a outra deve provar sua inocência, mas seus esforços para chegar à verdade revelam segredos dolorosos.

Kim Farrant assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Alderson.

Naquele Fim de Semana‘ estreia no dia 03 de março na Netflix.

Entrevista | Diretora Crystal Moselle põe em evidência skatistas e feminismo

Com apenas dois longa-metragens na carreira, a diretora e roteirista Crystal Moselle destaca-se pela originalidade de suas obras. Em passagem pelo Brasil durante o Festival do Rio, a cineasta conversou com o CinePOP sobre o seu recente trabalho, Skate Kitchen, que aliás, é o nome real do coletivo de skatistas do filme.

Com mistura de realidade e ficção, já que quase todo elenco é formado por skatistas, Moselle aborda a presença das mulheres no mundo dos skates, além de temas como descoberta da sexualidade e relacionamento familiar. O filme surgiu do encontro da diretora com as meninas no metrô, levando-as à produção do curta The One Day (2016), premiado no Festival de Veneza, e posteriormente ao longa. 

Antes deste trabalho, Moselle abocanhou o Prêmio do Júri de Documentário no Festival de Sundance 2015, com Os Irmãos Lobos (The Woof Pack). Ao esbarrar pelas ruas de Nova York com um grupo de rapazes de aparência “mais exótica”, ela começou a conversar com eles e desse encontro surgiu o documentário sobre a história de seis irmãos criados presos dentro de um apartamento pelo pai autoritário.

Com certeza, Crystal Moselle é uma cineasta para ficar de olho. Enquanto Skate Kitchen não ganha uma data de estreia no circuito nacional, veja o nosso rápido bate-papo com a diretora norte-americana.

Crítica | Skate Kitchen – Autodescoberta e pertencimento na adolescência

CinePOP: Quando realizou Skate Kitchen, você imaginava o impacto que ele teria em públicos de diversas partes do mundo, como o Brasil, por exemplo?

Crystal Moselle: Sim. Algumas meninas brasileiras skatistas entraram em contato comigo pelo Instagram (@crystalmoselle). Eu tive contato com vários grupos de skatistas do mundo todo. O elenco do filme também é completamente formado de meninas skatistas na vida real e elas entram em contato com pessoas do mundo todo. É muito bom ter realizado um filme que se conecta com as pessoas em qualquer lugar, com as pessoas da Rússia, Inglaterra, Espanha, agora na América do Sul. Isso tudo tem sido uma ótima experiência.

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CinePOP: Como foi para você colocar em evidência essa temática de nicho, meninas skatistas, em um filme sobre adolescência?

Crystal Moselle: Eu tive o trabalho de ouvi-las e discutir com elas essas questões. Eu, pessoalmente, pensei neste processo: “Uau, eu nunca vi isso em um filme; esses segredos sendo compartilhados no cinema”. Então, eu fiz um filme em que elas poderiam falar abertamente sobre suas próprias questões.

CinePOP: Como você compôs o roteiro? Ele é totalmente baseado na conversa com as meninas do filme?

Crystal Moselle: Eu ouvia muito as meninas falando e anotava para colocar no filme. Por exemplo, quando elas falavam sobre um acontecimento, menstruação ou Nelson Mandela. Qualquer coisa que elas falavam, eu planejava uma pequena cena e deixava elas improvisarem na atuação e depois eu escrevia a cena inteira a partir disso.

CinePOP: Ao escrever e dirigir um filme, você coloca a sua perspectiva no personagem? A protagonista Camille (Rachelle Vinberg) tem alguma coisa sua?

Crystal Moselle: Não. Somos totalmente diferentes. Eu sou documentarista, eu encontro um assunto e a minha criação se dá ao redor desse elemento. A vida em si. Nesse caso, o filme fala por várias jovens mulheres e, pessoalmente, eu não me sinto nem um pouco parecida com elas.

CinePOP: Com a repercussão positiva desse projeto, você pretende realizar outras produções para inspirar jovens mulheres?

Crystal Moselle: Não exatamente. Eu trabalho com o que me inspira e não tenho nada nesta direção no momento. Agora, eu estou criando um roteiro com o meu pai baseado em um período da vida dele. Eu não sei se eu vou voltar a trabalhar com adolescentes e fazer mais projetos voltado para essa faixa etária.

‘Pantera Negra’ deve arrecadar o mesmo que ‘Capitão América: Guerra Civil‘ na abertura

Um dos principais filmes da Marvel Studios já está em cartaz nos cinemas e, de acordo com previsões, ‘Pantera Negra’ deve arrecadar US$ 180 milhões em seu final de semana de estreia, recuperando quase 90% de seu orçamento de volta em apenas quatro dias, um fato impressionante para um filme que custou US$ 200 milhões.

Para comparação, ‘Capitão América: Guerra Civil‘ arrecadou US$ 181,7 milhões em seu primeiro fim de semana. ‘Homem de Ferro 3‘ fez  US$ 174,1 milhões, ‘Os Vingadores‘ fez US$ 207 milhões e ‘Vingadores: Era de Ultron‘ conquistou US$ 191 milhões.

Vai ao cinema esse final de semana? Leia a nossa crítica:

Crítica | Pantera Negra – O filme mais sério e necessário da Marvel

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra’ é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

Porque Jeremy Renner não retornou para ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’? Entenda!

Por conta de seu papel como Gavião Arqueiro, na Marvel Studios, o ator Jeremy Renner não retornou como William Brandt em ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’, foi o que revelou o diretor Christopher McQuarrie, em entrevista ao Digital Spy.

“Quando começamos a gravar MI6, ainda não tínhamos um roteiro, então era complicado dizer quem estaria por lá por quanto tempo e em quais dias, sendo que Renner tinha um compromisso com a Marvel. Simplesmente não havia como prever quais seriam os papeis que usaríamos. Foi um caso infeliz em um momento ruim”

Jeremy Renner retorna como o Gavião em ‘Vingadores 4’, que estreia em 2 de maio de 2019. Já ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’ tem estreia agendada para 26 de julho de 2018.

Em ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’, Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado.

O elenco conta com Tom Cruise, Rebecca Ferguson, Simon Pegg e Alec Baldwin, ao lado das novidades Henry Cavill, Vanessa Kirby e Frederick Schmidt. Ainda não há detalhes sobre a trama.

 

 

 

‘Jurassic World: Domínio’ | Quais filmes assistir antes do novo filme com os dinossauros mais famosos do cinema?

Depois de alguns anos de atraso por conta da pandemia, o último capítulo da trilogia Jurassic World finalmente está em exibição nos cinemas. Em Jurassic World: Domínio, os dinossauros sobreviventes da erupção da Ilha Nublar se espalharam pelo mundo. Agora, diante desse desastre ecológico, uma empresa de biotecnologia firma uma parceria com o governo para manter os animais em um santuário com a condição de estudá-los. Porém, com o surgimento de uma nova praga global, alguns dos principais cientistas do mundo começam a suspeitar que a engenharia genética por trás dos dinossauros possa ter a ver com a situação.

Como esse filme é a junção da trilogia Jurassic Park com a franquia Jurassic World, o capítulo final traz vários easter eggs e faz referências a capítulos anteriores, o CinePOP listou os filmes que valem a pena você ver antes de conferir Domínio.

Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros

Clássico imortal do cinema, o primeiro Jurassic Park recebe diversas homenagens ao longo do filme, a começar pela volta do trio original que se aventurou na Ilha Nublar em 1993. Além disso, o vilão da vez é Lewis Dodgson, que foi introduzido muito brevemente neste longa. E caso você ainda não tenha visto esse filme, vale muito a pena vê-lo antes de Domínio.

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros

Longe de ser a unanimidade que foi o filme de 1993, Jurassic World traz o parque reaberto e funcionando como uma “Dinolândia”, tal qual o sonho de John Hammond. Os protagonistas da vez são Owen (Chris Pratt), um marinheiro que trabalha pesquisando e ‘treinando’ os Velociraptores do parque, e Claire (Bryce Dallas Howard), que é a principal coordenadora do Jurassic World. Depois que uma espécie híbrida criada pelo Dr. Wu (BD Wong) perde o controle, ela sai pelo parque matando tudo que aparece pela frente. Então, entra em questão novamente a ética das ações e operações dos geneticistas e empresários responsáveis pelo parque. Para tentar deter o híbrido, a InGen põe em prática o plano de Owen guiar os raptores como uma equipe de ataque. Mas as coisas saem do controle e ele acaba provando que sua relação com os ‘raptores’ não é sobre controle, é um relacionamento baseado em respeito mútuo. Ou algo do tipo.

Jurassic World: Reino Ameaçado

Por fim, o segundo Jurassic World não agradou muito o público, mas tem seu valor. Como a trama dá uma viajada maior que o normal, pode ser que você chegue perdido no novo filme sem ver esse aqui. A história mostra os governos do mundo lidando com a crise gerada pelo desastre do primeiro Jurassic World. Para piorar a situação, o vulcão situação no meio da Ilha Nublar fica ativo, sentenciando os dinossauros à morte. Em meio a esse debate de deixar ou não os animais morrerem, o representante de uma empresa que ajudou a construir o Jurassic Park entra em contato com Claire e Owen para que eles ajudem a resgatar os dinossauros para levá-los a um santuário isolado da humanidade. Dentre várias subtramas, os empresários se perdem na própria ganância; o Dr. Wu cria um novo híbrido ainda mais mortal; a dupla de protagonistas conhece a pequena Maisie (Isabella Sermon), que tem um importante papel na trama do último capítulo da saga, e os dinossauros sobreviventes acabam escapando e povoando o mundo.

E os outros filmes?

Os outros dois longas da franquia Jurassic Park são referenciados brevemente, mas nada tão importante a ponto de te levar a vê-los.

Para não dizer que não vale a pena ver nada, os 20 minutos iniciais de Jurassic Park III trazem uma mudança importante no relacionamento do Dr. Alan Grant (Sam Neill) com a Dra. Ellie Sattler (Laura Dern).

Lançado como bônus do segundo filme, o curta A Batalha de Big Rock é referenciado muito brevemente, mas como está disponível de graça na internet de forma oficial, vale a pena assistir para ver um pouco do estrago que os dinossauros fizeram no mundo enquanto estavam em liberdade.

Da mesma forma, o prólogo divulgado junto a Velozes e Furiosos 9 também pode ser visto. Não que contribua diretamente para a trama, mas expande esse conceito de destruição causado pelos animais.

Jurassic World: Domínio está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil.

Crítica | Operação Obscura – Mary J. Blige Tenta Desvendar Entidade Maligna em Suspense da Netflix

Muito conhecida no universo pop do cenário musical internacional, a produtora e compositora Mary J. Blige vira e mexe também trabalha como atriz, e bem. Dotada de um rosto muito expressivo (até mesmo quando os personagens são mais misteriosos), a cantora já participou de grandes produções, como a série ‘The Umbrella Academy’ (2019) e o premiado longa ‘Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi’ (2017). Agora a atriz volta a atuar em novo lançamento da Netflix, o suspenseOperação Obscura’, que, apesar de ser de 2020, está sendo disponibilizado na plataforma apenas este ano.

O clima não anda muito bem para os policiais na pequena cidade de Swindon, na Califórnia, após a morte de um rapaz, encontrado morto, brutalmente assassinado. A opinião pública coloca os policiais como culpados, e a atmosfera está hostil. No meio disso tudo, Renee (Mary J. Blige) está voltando à corporação, após um período de luto pela morte de seu próprio filho. Já no primeiro dia ela é designada para fazer dupla com o novato Danny (Nat Wolff) e, enquanto fazem a ronda de rotina, encontram a viatura abandonada do colega Ganning (Ian Casselberry), cujo corpo é visto todo mutilado. A partir da perda desse amigo, Renee começa uma investigação por conta própria para descobrir o que está acontecendo com todas essas mortes sem explicação, sem saber que estava se metendo em um assunto sobrenatural…

Em uma hora e meia ‘Operação Obscura’ divide bem o enredo em dois momentos, literalmente marcados na metade da produção. A primeira parte caminha pelo suspense, nem o espectador nem a protagonista sabem o que ou quem está matando, e começamos a sentir a presença do mal; a segunda parte, que encaminha o enredo para sua conclusão, dá algumas várias derrapadas, muitas vezes deixando o espectador com cara de “ué?”. Essas pequenas liberdades que o roteiro de Nicholas McCarthy e Richmond Riedel propiciam uma leve arruinada no todo do longa, que eventualmente pode acabar frustrando aqueles que o assistirem.

Por outro lado, o filme de Malik Vitthal constrói bem o clima de suspense, com mortes condizentes à causa e cenas que podem agradar os fãs de terror. Mary J. Blige entrega uma personagem firme, de poucas expressões e fiel à sua história, destacando-se do resto do elenco. Também é bom ver o jovem ator Nat Wolff realizando papéis mais sérios, quem sabe pensando nos novos rumos para a sua carreira. 

Operação Obscura’ é um suspense interessante, porém irregular em sua execução. Começa muito bem, mas desanda no meio do caminho. Provavelmente anda dividindo também as opiniões dos espectadores, uma vez que o longa está figurando entre os mais vistos da Netflix. Para quem ainda não viu, é uma boa dica se os gêneros de suspense e terror são os únicos que você curte.

Crítica | The Walking Dead – Despedida de Rick e surgimento dos Sussuradores marcam boa 9ª temporada

Quando foi anunciado, em 2018, que a nona temporada de The Walking Dead marcaria a despedida de Andrew Lincoln da série, muita gente apostou que a produção estaria com os dias contatos. Já sem alcançar os números de audiência dos primeiros anos, TWD via seus fãs perderem a paciência com os acontecimentos e com o ritmo da trama. A série que surgiu como fenômeno foi a cada dia se tornando menos relevante e a saída de Rick Grimes poderia ser o último prego no caixão.

Curiosamente, não foi o que aconteceu. Pelo contrário. O que vimos foi, pela primeira vez em anos, uma temporada de The Walking Dead que podemos classificar como acima da média. Em algum ponto entre as temporadas quatro e oito, assistir à série se tornou quase um sacrifício. Os fãs tinham dois ou três episódios relevantes por ano, alguns momentos chocantes e nada mais. Felizmente, isso mudou.

Uma das principais críticas dos fãs era que os realizadores e roteiristas alongavam os acontecimentos ao máximo, gerando temporadas com ritmo muito lento. O maior exemplo disso é a gravidez de Maggie, que chegou a um ponto que virou piada dentre os espectadores por ter durado quase três temporadas. O nono ano vem para mudar isso radicalmente. Não só conta com dois grandes saltos temporais, como deixa claro que alguns episódios se passam ao longo de vários dias, talvez semanas.

A temporada inicia prometendo um novo começo, pouco mais de um ano após o fim da guerra e a prisão de Negan. Rick segue tentando possibilitar o novo mundo pensado por Carl, mas a decisão de manter o vilão vivo ainda pesa, principalmente com Maggie.

Apostando numa trama mais intimista, a série dá tempo aos personagens para viverem seus sentimentos, sem soar verborrágica ou desinteressante. Rick defende suas ideias sempre com muita clareza. Mas os lados de Maggie e Daryl também são bem explorados na primeira metade da temporada.

Mesmo a decisão de não matar Rick – e anunciar três filmes com Andrew Lincoln na pele do personagem -, que há alguns anos poderia ser vista como mais uma tentativa da série em fazer o espectador de bobo, aqui foi bem encaixada e desenvolvida. O desaparecimento do personagem tem um impacto maior para a trama do que sua eventual morte. A falta de respostas é uma nuvem que paira sobre o grupo, especialmente Michonne.

Ao longo dos anos, o fãs de TWD ficaram acostumados com uma certa fórmula. A temporada geralmente começava seguindo o cliffhanger do ano anterior e ia enrolando até criar um mega conflito na midseason finale, aquele episódio antes do intervalo. Depois, voltava com o ritmo lento até criar um novo momento de impacto no penúltimo ou último capítulo da temporada. Eis que quase tudo foi diferente no ano nove da série. Começamos com um salto temporal e temos outro antes mesmo da metade da temporada. A despedida de Rick, que obviamente foi o ponto mais marcante, aconteceu no episódio de número cinco. Na semana seguinte, os fãs já estavam anos à frente, num cenário de isolamento entre as comunidades e com a revelação de que Rick e Michonne tiveram um filho.

Pela primeira vez em anos, The Walking Dead assume que tinha muito o que corrigir e investe em diferente abordagens, sem perder a essência. Na verdade, acaba abraçando de vez o cenário apocalíptico, soando por vezes como um faroeste contemplativo. Neste sentido, há de se valorizar bastante o trabalho dos roteiristas e designers de produção. Acabou aquela história de gasolina e munição infinitas. Na nona temporada, vemos os personagens lidando com a falta de itens como estes. Há uma volta ao básico, e isso é marcado pelo episódio em que os personagens visitam um museu para obter materiais de cultivo e que possam ajudar na vida em sociedade.

O visual dos humanos e dos zumbis também está diferente. Com o passar dos anos, há um estado maior de degradação dos mortos e o time de maquiagem faz um belo trabalho neste sentido. A série também investe em novos cenários para surpreender o público, com direito à chegada de um forte inverno no último episódio. Ver o grupo tendo que lidar com um cenário de neve e quase congelamento foi algo que não havíamos visto antes. O que é muito para uma produção que estava com problemas para apresentar novidades nos últimos tempos.

Se a despedida de Rick funciona, a de Maggie serve apenas para deixar uma interrogação na cabeça dos espectadores. Como se sabe, a atriz Lauren Cohan teve problemas na negociação de seu contrato e acabou fechando com uma outra série (Whiskey Cavalier). Mas há uma abertura grande para o retorno da personagem.

Como não poderia deixar de ser, a saída de Maggie deixa uma lacuna em Hiltop, e os líderes seguintes da comunidade (Jesus e Tara) não tiveram destino melhor, pelo contrário. Neste sentido, é interessante notar como o elemento político das comunidades foi valorizado na temporada, tanto no que diz respeito à necessidade de se aproximarem, quanto com relação aos traumas vividos e a vontade de se isolar do mundo.

Rick, Maggie, Jesus, Tara, Enid, Henry… estes foram alguns dos personagens que se despediram da série ao longo do ano, boa parte de forma definitiva. Mas há de se destacar também a chegada de novas pessoas e ameaças. Enquanto o time dos “heróis” ganha reforços, há o aguardado surgimento dos Sussuradores, grupo liderado pela temida Alpha (Samantha Morton). O fato do grupo usar máscaras de pele humana e andar ao meio de zumbis dá toda uma nova dinâmica à série. A dúvida e a ameaça diante de qualquer walker impacta os personagens e os fãs.

Se o tom político funciona bem, o mesmo não dá pra falar dos relacionamentos. Se a dinâmica familiar de Michonne cativa, seja no início com Rick e Judith, seja no final com Judith e RJ, o oposto ocorre com a relação entre Carol e o rei Ezequiel, que surge como algo já consolidado, com direito a um filho bem chatinho. Mas pior mesmo é a insistência de se criar um par romântico para o padre Gabriel. Primeiro o padre aparece ao lado de Jadis. Quando esta deixa a série, ele passa a fazer parte de um quadrado romântico com Rosita, Eugene e Siddiq. Todos os momentos entre tais personagens são descartáveis e desinteressantes.

Os últimos anos de The Walking Dead eram marcados por cenas impactantes, mas sem a profundidade sentimental de antes (exceção para a morte do Carl). A nona temporada, no entanto, trouxe picos emocionais como nos episódios do sequestro das crianças e da mensagem (bem gráfica) dos Sussuradores, e a despedida de Rick, é claro.

Como dito anteriormente, pela primeira vez em muito tempo a série se manteve acima da média. Ainda é pouco para uma produção que surgiu de forma tão impactante e prometia revolucionar as séries de TV, mas não deixa de ser um alívio e uma promessa de que as coisas podem continuar a melhorar. Assim esperamos.

‘The Boys’: Atores de ‘Timeless’ entram para a 2ª temporada

Segundo a Entertainment WeeklyClaudia DoumitGoran Visnjic, atores conhecidos por seus papéis na série ‘Timeless’, entraram para a 2ª temporada da controversa série ‘The Boys’.

Doumit será Victoria Neuman, uma congressista do governo estadunidense que pode ou não ser a favor de super-heróis no exército militar. Enquanto isso, Visnjic dará vida a um líder religioso chamado Alistair Adana. Ambos terão grande importância para o próximo ciclo.

Em entrevista para o Comic Book, os produtores Evan Goldberg e Seth Rogen revelaram que o novo ano será “maior e melhor”.

“Eles já têm mais recursos para a segunda temporada. Terá novos personagens, a ideia da série se expande organicamente conforme ela continua. Acabamos de assistir, na verdade, ao primeiro episódio da 2ª temporada. Foi uma coisa maravilhosa como produtores. Isso é muito melhor do que eu esperava…”, disse Rogen, empolgado.

Confira a primeira imagem dos bastidores da próxima temporada:

Crítica | The Boys – Série violenta de super-heróis que parodia Liga da Justiça

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford e Nathan Mitchell.

‘Bloodshot’: Adaptação ganha teasers introduzindo os personagens principais; Confira!

Sony Pictures divulgou uma série de novos teasers oficiais de ‘Bloodshot’, os quais introduzem os personagens principais.

Confira:

O filme chega aos cinemas em 13 de março deste ano.

Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.

Disney e Lucasfilm adiam estreia dos próximos filmes da saga ‘Star Wars’

Anteriormente, a Walt Disney e a Lucasfilm haviam anunciado uma nova série de filmes do panteão intergaláctico ‘Star Wars’, com previsão de início em dezembro de 2022 e alternância a cada dois anos para lançamento nos cinemas.

Entretanto, as duas companhias chegaram a um consenso no dia de hoje (23) e resolveram adiar a estreia dos próximos três longas-metragens – sem muitos detalhes acerca do motivo.

Os seguintes ajustes foram feitos:

  • ‘Star Wars’ (projeto sem título) – de 16 de dezembro de 2022 para 22 de dezembro de 2023.
  • ‘Star Wars’ (projeto sem título) – de 20 de dezembro de 2024 para 19 de dezembro de 2025.
  • ‘Star Wars’ (projeto sem título) – de 18 de dezembro de 2026 para 17 de dezembro de 2027.

A Disney também havia confirmado que Rian Johnson, roteirista e diretor ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’, estaria desenvolvendo uma nova trilogia de filmes, enquanto Taika Waititi (‘Thor: Ragnarok’) e o presidente da Marvel, Kevin Feige, também iriam comandar seus próprios filmes. Dado o longo tempo desde que as últimas informações foram divulgadas, não se sabe se algum dos diretores estará atado aos projetos supracitados.

O último filma da saga lançado nos cinemas, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, teve o pior percentual de aprovação entre toda a franquia, registrando apenas 52% no Rotten Tomatoes. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).

Assista à nossa crítica:

‘Amigas para Sempre’: Katherine Heigl e Sarah Chalke são melhores amigas no trailer da nova série da Netflix

Netflix divulgou hoje (04) o trailer oficial de ‘Amigas para Sempre’, série de dramédia estrelada por Katherine HeiglSarah Chalke.

Confira:

A produção é inspirada no romance homônimo de Kristin Hannah e terá dez episódios.

‘Amigas para Sempre’ gira em torno de Kate e Tully. Tully Hart tinha 14 anos, era linda, alegre, popular e invejada por todos. O que ninguém poderia imaginar era o sofrimento que ela vivia dentro de casa: nunca conhecera o pai, e a mãe, viciada em drogas costumava desaparecer por longos períodos, deixando a menina aos cuidados da avó. Mas a vida de Tully se transformou quando ela se mudou para a alameda dos Vaga-lumes e conheceu a garota mais legal do mundo.

Kate Mularkey era inteligente, compreensiva e tão amorosa que logo fez Tully sentir-se parte de sua família. Ao longo de mais de trinta anos de amizade, uma se tornou o porto seguro da outra. Tully ajudou Kate a descobrir a própria beleza e a encorajou a enfrentar seus medos. Kate, por sua vez, a ensinou a enxergar além das aparências e a fez entender que certos riscos não valem a pena. As duas juraram que seriam amigas para sempre. Essa promessa resistiu ao frenesi dos anos 1970, às reviravoltas políticas das décadas de 1980 e 1990 e às promessas do novo milênio. Até que algo acontece para abalar a confiança entre elas.

Maggie Friedman entra como roteirista, showrunner e produtora executiva ao lado de Stephanie Germain e Hannah.

‘Amigas para Sempre’ estreia em breve na Netflix.

‘Obi-Wan Kenobi’: Atriz de ‘PEN15’ entra para a série derivada de ‘Star Wars’

Segundo o Deadline, a atriz Maya Erskine entrou para o elenco da vindoura série ‘Obi-Wan Kenobi’, derivada da saga ‘Star Wars’.

Conhecida por seu papel em ‘PEN15’, a atriz terá um “papel secundário em ao menos três episódios”. Mais informações não foram reveladas.

Erskine se junta aos previamente anunciados Ewan McGregor, que retorna como o personagem titular, Kumail Nanjiani, Rupert Friend, O’Shea Jackson Jr., Sung Kang, Simone Kessell, Benny Safdie e Indira Varma.

Hayden ChristensenJoel EdgertonBonnie Piesse também reprisam seus papéis como Anakin Skywalker, Owen e Beru, respectivamente.

Lembrando que a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que a obra será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:

“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.

Dirigida por Deborah Chow, ‘Obi-Wan Kenobi’ terá apenas seis episódios de uma hora de duração cada e previsão de estreia para 2022.

Primeiras Impressões | 3ª temporada de ‘Pose’ estreia no Star+ e nos prepara para um emocionante e potente final

Ryan Murphy sempre trouxe bastante representatividade para as produções que comandava, fosse de um modo mais fabulesco, como em ‘Glee’, fosse acrescentando elementos de terror, como em ‘American Horror Story’. Mas nada se compara à importância estética e narrativa de ‘Pose’, uma das obras televisivas mais aclamadas do século e uma das mais originais, sem sombra de dúvida. Na série, Murphy nos transporta de volta para a emergente cultura dos ballrooms e do voguing dos anos 1980 e 1990, apresentando o público ao maior elenco transgênero a já ocupar um serviço mainstream em complexos arcos narrativos e uma ode de solidariedade a uma comunidade que sofre diariamente com parcos prospectos de vida e preconceito infundado.

Em 2021, o showrunner, que mais uma vez retomou trabalho com Brad Falchuk e chamou a ajuda de Steven Canals, anunciou que a terceira temporada seria a última da saga, para a infelicidade dos fãs. Não é surpresa que boa parte daqueles que vinham acompanhando a saga de Blanca, Elektra, Pray Tell e tantos outros estivessem animados para a vindoura estreia dos novos episódios – e tanta espera valeu a pena: os dois primeiros capítulos dessa emocionante ano de conclusão já começam com um soco no estômago ao trazer um evocativo e nostálgico glamour aliado a temas de extrema importância, desde vício em drogas até o errôneo entendimento do que realmente era a epidemia de HIV/AIDS nos Estados Unidos – discussões que existem até hoje e que servem para entendermos tanto o trágico histórico dos LGBTQIA+ quanto a luta pela igualdade de direitos.

A princípio, tinha-se uma visão bastante clara de onde o protagonismo estaria: em Blanca Rodriguez-Evangelista (Mj Rodriguez) e em suas andanças pelas ruas de Nova York como uma mulher trans que buscava fundar a própria casa. Depois de recrutar meninos de rua que foram expulsos de casa e aliar-se a amigas de longa data, Blanca emergiu como uma forte e destemida personagem que, vivendo com o mortal vírus da época, percebeu que a vida era muito mais do que se esconder nos becos escuros da cidade grande e se render ao medo: a vida é uma celebração de tudo de bom que existe – e deve ser explorado ao lado das pessoas que amamos.

Talvez por esse motivo a estreia da terceira temporada venha com uma sensação agridoce, nos levando de volta para essa expoente e vibrante cultura que servia como escape e como movimento de resistência para uma minoria assassinada diariamente. E, no centro dessa beleza, mentiras que abalam as fortes estruturas de uma família fundada por escolha, não por laços sanguíneos – como o fato de Pray Tell (Billy Porter) estar se rendendo dia a dia ao alcoolismo, sem perspectiva de continuar seguindo em frente ao ver que todos os seus conhecidos estão lhe dando adeus.

Nem tudo são catástrofes; aliás, o roteiro supervisionado por Canals e trazendo nomes como Janet Mock e Our Lady J para auxiliarem-no, deixa isso bem claro. O cotidiano é movido por altos e baixos e, dessa forma, nossos personagens também seriam. O relacionamento outrora complicado de Blanca e Elektra (Dominique Jackson) amadurece em níveis assustadores e une a ousadia de duas powerhouses para conseguirem o que bem entenderem, seja a compreensão acerca da situação de Pray Tell, seja os prêmios dos bailes noturnos que a tirariam da aposentadoria e reclamariam por um trono que lhes pertence por direito. É aqui que outras subtramas ganham forma, ainda mais quando infundidas com o recém-acrescentada imodéstia predatória de Lemar Khan (Jason A. Rodriguez), que representa a potência diabólica de uma geração que não tem qualquer respeito pelo passado.

A iteração se beneficia principalmente por servir como ponte entre os dias de outrora e um futuro que aponta para o momento em que vivemos. Ambientada agora em 1994, quase um ano mais tarde dos episódios anteriores, é notável de que forma os protagonistas compreendem os erros que cometeram no passado e desejam crescer, por mais que a verdade doa. É nesse quesito que Rodriguez e Jackson roubam todas as cenas em performances que oscilam entre a comédia e a tragédia com simplicidade e naturalidade cativantes. A química que as duas compartilham nas cenas é auxiliada pela atuação aplaudível de Indya Moore como Angel, que recai nas drogas mais uma vez; Hailie Sahar como Lulu, que mergulha de cabeça em uma ascensão e queda que deve ser mais explorada nos capítulos seguintes; e Angel Bismark Curiel como Lil Papi, que conseguiu um trabalho digno e nutre de um amor incondicional por Angel.

POSE — Season 3, Episode 1 — Pictured: Mj Rodriguez as Blanca, Billy Porter as Pray Tell, Angel Bismark Curiel as Lil Papi. CR: Eric Liebowitz/FX

É admirável o modo como Murphy articula cada um dos aspectos de modo a fugir ou tentar fugir das obviedades cênicas. É claro que lidamos com uma espécie de dramatização documental de pessoas reais, ainda mais considerando que a série funciona como uma extensão do emblemático ‘Paris Is Burning’; mas a fusão entre altos e baixos é o que fornece o dinamismo necessário para ficarmos grudados nas telinhas do começo ao fim, procurando descobrir o que vai acontecer. Eventualmente, algumas peças fora do lugar esbarram na epifania frenética, mas nada que não seja apenas um tropeço.

‘Pose’ retorna com força após um longo tempo sem nos agraciar com enredos potentes e um elenco de ponta. Abrindo do modo mais espetacular possível, o novo ano pretende unir o melhor das incursões anteriores para um grand finale digno de uma das maiores séries da atualidade.

A nova temporada já está disponível no Star+.

Gold Derby Film Awards 2022 | ‘Duna’, ‘Amor, Sublime Amor’ e ‘Ataque dos Cães’ são os grandes indicados à premiação

O respeitado veículo de entretenimento Gold Derby anunciou recentemente os indicados à 20ª edição do Gold Derby Film Awards.

A elogiada adaptação ‘Duna’ foi a grande relembrada da lista, conquistando nada menos que 11 indicações, incluindo Melhor FilmeMelhor Direção para Denis Villeneuve. Os aclamados ‘Amor, Sublime Amor’‘Ataque dos Cães’ seguem de perto as nomeações, sendo mencionados em 10 categorias.

Os vencedores serão revelados no dia 27 de fevereiro.

MELHOR FILME
“Belfast”
“CODA”
“Não Olhe para Cima”
“Drive My Car”
“Duna”
“Licorice Pizza”
“Ataque dos Cães”
“tick, tick… Boom!”
“Titane”
“Amor, Sublime Amor”

MELHOR DIREÇÃO
Kenneth Branagh, “Belfast”
Jane Campion, “Ataque dos Cães”
Julia Ducournau, “Titane”
Steven Spielberg, “West Side Story”
Denis Villeneuve, “Duna”

MELHOR ATRIZ
Jessica Chastain, “Os Olhos de Tammy Faye”
Olivia Colman, “A Filha Perdida”
Lady Gaga, “Casa Gucci”
Alana Haim, “Licorice Pizza”
Kristen Stewart, “Spencer”

MELHOR ATOR
Nicolas Cage, “Pig”
Benedict Cumberbatch, “Ataque dos Cães”
Andrew Garfield, “tick, tick… Boom!”
Simon Rex, “Red Rocket”
Will Smith, “King Richard: Criando Campeãs”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Caitriona Balfe, “Belfast”
Ariana DeBose, “Amor, Sublime Amor”
Ann Dowd, “Mass”
Kirsten Dunst, “Ataque dos Cães”
Ruth Negga, “Passing”

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Mike Faist, “Amor, Sublime Amor”
Ciaran Hinds, “Belfast”
Jason Isaacs, “Mass”
Troy Kotsur, “CODA”
Kodi Smit-McPhee, “Ataque dos Cães”

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
“CODA” — Sian Heder
“Drive My Car” — Ryusuke Hamaguchi, Takammasa Oe
“Duna” — Jon Spaihts, Denis Villeneuve, Eric Roth
“A Filha Perdida” — Maggie Gyllenhaal
“Ataque dos Cães” — Jane Campion

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
“Belfast” — Kenneth Branagh
“Sempre em Frente” — Mike Mills
“Não Olhe para Cima” — Adam McKay
“Licorice Pizza” — Paul Thomas Anderson
“Mass” — Fran Kranz

MELHOR ELENCO
“CODA”
“Não Olhe para Cima”
“Mass”
“Ataque dos Cães”
“Amor, Sublime Amor”

MELHOR PERFORMER ESTREANTE
Ariana DeBose
Alana Haim
Emilia Jones
Kodi Smit-McPhee
Rachel Zegler

MELHOR FOTOGRAFIA
“Duna” — Greig Fraser
“Ataque dos Cães” — Ari Wegner
“Spencer” — Claire Mathon
“A Tragédia de Macbeth” — Bruno Delbonnel
“Amor, Sublime Amor” — Janusz Kaminski

MELHOR EDIÇÃO
“Belfast” — Una Ni Dhonghaile
“Duna” — Joe Walker
“Ataque dos Cães” — Peter Sciberras
“tick, tick… Boom!” — Myron Kerstein, Andrew Weisblum
“Amor, Sublime Amor” — Sarah Broshar, Michael Kahn

MELHOR FIGURINO
“Cruella” — Jenny Beavan
“Duna” — Jacqueline West, Robert Morgan
“Casa Gucci” — Janty Yates
“Spencer” — Jacqueline Durran
“Amor, Sublime Amor” — Paul Tazewell

MELHOR CABELO & MAQUIAGEM
“Cruella” — Nadia Stacey, Naomi Donne, Julia Vernon
“Duna” — Donald Mowat, Love Larson, Eva von Bahr
“Os Olhos de Tammy Faye” — Linda Dowds, Stephanie Ingram, Justin Raleigh
“Casa Gucci” — Goran Lundstrom, Anna Carin Lock, Frederic Aspiras
“Spencer” — Wakana Yoshihara, Sian Wilson, Stacey Panepinto, Nicola Isles

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
“Não Olhe para Cima” — Nicholas Britell
“Duna” — Hans Zimmer
“Encanto” — Germaine Franco
“Ataque dos Cães” — Jonny Greenwood
“Spencer” — Jonny Greenwood

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Be Alive”, de “King Richard: Criando Campeãs” — Beyoncé, Dixson
“Dos Oruguitas”, de “Encanto” — Lin-Manuel Miranda
“Just Look Up”, de “Não Olhe para Cima” — Nicholas Briteell, Ariana Grande, Scott Mescudi, Taura Stinson
“No Time to Die”, de “007 – Sem Tempo para Morrer” — Billie Eilish, Finneas O’Connell
“So May We Start”, de “Annette” — Sparks, Leos Carax

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
“Duna” — Patrice Vermette, Zsuzsanna Sipos
“A Crônica Francesa” — Adam Stockhausen, Rena DeAngelo
“O Beco do Pesadelo” — Tamara Deverell, Shane Vieau
“A Tragédia de Macbeth” — Stefan Dechant, Nancy Haigh
“Amor, Sublime Amor” — Adam Stockhausen, Rena DeAngelo

MELHOR SOM
“Duna” — Mac Ruth, Mark Mangini, Theo Green, Doug Hemphill, Ron Bartlett
“007 – Sem Tempo para Morrer” — Simon Hayes, Oliver Tarney, Paul Massey, Mark Taylor
“Um Lugar Silencioso – Parte II” — Erik Aadahl, Ethan Van der Ryn
“tick, tick… Boom!” — Todd A. Maitland
“Amor, Sublime Amor” — Gary Rydstrom, Brian Chumney, Andy Nelson, Tod A. Maitland, Shawn Murphy

MELHORES EFEITOS VISUAIS
“Duna” — Paul Lambert, Tristan Myles, Brian Connor, Gerd Nefzer
“Eternos” — Stephane Ceretti, Matt Aitken, Daniele Bigi, Neil Corbould
“A Lenda do Cavaleiro Verde” — Eric Saindon, Michael Cozens
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” — Christopher Townsend, Joe Farrell, Sean Walker, Dan Oliver
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” — Kelly Port, Chris Waegner, Scott Edelstein, Daniel Sudick

MELHOR ANIMAÇÃO
“Encanto”
“Flee”
“Luca”
“A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas”
“Raya e o Último Dragão”

MELHOR DOCUMENTÁRIO
“Billie Eilish: The World’s a Little Blurry”
“Flee”
“The Rescue”
“Summer of Soul”
“The Velvet Underground”

MELHOR FILME INTERNACIONAL
“Drive My Car”
“Flee”
“Mães Paralelas”
“Titane”
“A Pior Pessoa do Mundo”

Madonna divulga remix de “I Don’t Search I Find” para o compilado ‘Finally Enough Love’; Ouça!

A rainha do pop Madonna lançou uma nova versão da icônica faixa “Deeper and Deeper”, produzida por Honey Dijon.

A faixa faz parte do compilado ‘Finally Enough Love: 50 Number Ones’, que promove uma retrospectiva dos maiores hits de sua carreira.

Confira:

A versão original integrou o álbum ‘Madame X’, lançado em 2019, e é descrita segundo o nosso Thiago Nolla como um retorno ao “ápice da [carreira de Madonna] nos primeiros anos da década de 1990”, “buscando elementos do dance e mantendo uma estrita relação com ‘Erotica’.

A primeira edição do compilado, curado pela própria cantora e compositora, conta com 16 faixas e já está disponível nas plataformas de streaming. Em 19 de agosto, ambas as versões de 16 e de 50 faixas estarão disponíveis nos streamings, em CD físico e em vinil.

Dentre as faixas selecionadas, teremos títulos como “Vogue”“Like a Prayer”“Music”“Hung Up”.

Confira a tracklist das duas versões abaixo:

Finally Enough Love (pre-order)
Standard 16-track album
Streaming version out June 24
1-CD, 2-LP and digital download versions out Aug. 19

Track Listing
1. “Everybody” (You Can Dance Remix Edit) +#
2. “Into The Groove” (You Can Dance Remix Edit) +#
3. “Like A Prayer” (Remix/Edit)
4. “Express Yourself” (Remix/Edit)
5. “Vogue” (Single Version) +
6. “Deeper And Deeper” (David’s Radio Edit) +#
7. “Secret” (Junior’s Luscious Single Mix)
8. “Frozen” (Extended Club Mix Edit)
9. “Music” (Deep Dish Dot Com Radio Edit)
10. “Hollywood” (Calderone & Quayle Edit) +#
11. “Hung Up” (SDP Extended Vocal Edit)
12. “Give It 2 Me” (Eddie Amador Club 5 Edit) °+
13. “Girl Gone Wild” (Avicii’s UMF Mix)
14. “Living For Love” (Offer Nissim Promo Mix) *+
15. “Medellín” (Offer Nissim Madame X In The Sphinx Mix) – Madonna & Maluma
16. “I Don’t Search I Find” (Honey Dijon Radio Mix)

Finally Enough Love: 50 Number Ones (pre-order)
Deluxe 50-track album
3-CD, 6-LP, streaming and digital download versions out Aug. 19

Track Listing
1. “Holiday” (7” Version) +
2. “Like A Virgin” (7” Version)
3. “Material Girl” (7” Version)
4. “Into The Groove” (You Can Dance Remix Edit) +#
5. “Open Your Heart” (Video Version) +
6. “Physical Attraction” (You Can Dance Remix Edit) +#
7. “Everybody” (You Can Dance Remix Edit) +#
8. “Like A Prayer” (Remix/Edit)
9. “Express Yourself” (Remix/Edit)
10. “Keep It Together” (Alternate Single Remix) *+
11. “Vogue” (Single Version) +
12. “Justify My Love” (Orbit Edit)
13. “Erotica” (Underground Club Mix)
14. “Deeper And Deeper” (David’s Radio Edit) +#
15. “Fever” (Radio Edit) +
16. “Secret” (Junior’s Luscious Single Mix)
17. “Bedtime Story” (Junior’s Single Mix)
18. “Don’t Cry For Me Argentina” (Miami Mix Edit)
19. “Frozen” (Extended Club Mix Edit)
20. “Ray Of Light” (Sasha Ultra Violet Mix Edit) +#
21. “Nothing Really Matters” (Club 69 Radio Mix) +
22. “Beautiful Stranger” (Calderone Radio Mix)
23. “American Pie” (Richard ‘Humpty’ Vission Radio Mix)
24. “Music” (Deep Dish Dot Com Radio Edit)
25. “Don’t Tell Me” (Thunderpuss Video Remix) +#
26. “What It Feels Like For A Girl” (Above And Beyond Club Radio Edit)
27. “Impressive Instant” (Peter Rauhofer’s Universal Radio Mixshow Mix) +#
28. “Die Another Day” (Deepsky Radio Edit) +#
29. “American Life” (Felix Da Housecat’s Devin Dazzle Edit) *+
30. “Hollywood” (Calderone & Quayle Edit) +#
31. “Me Against The Music” (Peter Rauhofer Radio Mix) + – Britney Spears featuring Madonna
32. “Nothing Fails” (Tracy Young’s Underground Radio Edit) *+
33. “Love Profusion” (Ralphi Rosario House Vocal Edit) +#
34. “Hung Up” (SDP Extended Vocal Edit)
35. “Sorry” (PSB Maxi Mix Edit) +#
36. “Get Together” (Jacques Lu Cont Vocal Edit) +
37. “Jump” (Axwell Remix Edit)
38. “4 Minutes” (Bob Sinclar Space Funk Edit) + – featuring Justin Timberlake & Timbaland
39. “Give It 2 Me” (Eddie Amador Club 5 Edit) +#
40. “Celebration” (Benny Benassi Remix Edit)
41. “Give Me All Your Luvin’” (Party Rock Remix) – featuring LMFAO & Nicki Minaj
42. “Girl Gone Wild” (Avicii’s UMF Mix)
43. “Turn Up The Radio” (Offer Nissim Remix Edit) *+#
44. “Living For Love” (Offer Nissim Promo Mix) *+
45. “Ghosttown” (Dirty Pop Intro Remix)
46. “Bitch I’m Madonna” (Sander Kleinenberg Video Edit) +# – featuring Nicki Minaj
47. “Medellín” (Offer Nissim Madame X In The Sphinx Mix) – Madonna & Maluma
48. “I Rise” (Tracy Young’s Pride Intro Radio Remix)
49. “Crave” (Tracy Young Dangerous Remix) – with Swae Lee
50. “I Don’t Search I Find” (Honey Dijon Radio Mix)

Irene Cara | As 5 Melhores Músicas da Icônica Vencedora do Oscar

No último dia 26 de novembro, o mundo das artes perdeu mais um ícone com o falecimento inesperado de Irene Cara, aos 63 anos.

Conhecida por obras como ‘Fama’‘Flashdance’, Cara fez enorme sucesso nos anos 1980, sendo indicada ao Globo de Ouro e conquistando um Grammy e um Oscar pela clássica canção “Flashdance… What a Feeling”.

Para celebrar o legado e o impacto da performer, preparamos uma breve lista elencando suas cinco melhores músicas.

Confira:

5. “YOU WERE MADE FOR ME”

“You Were Made For Me” é a única balada inclusa no LP ‘What a Feelin” e, diferente das músicas que compõe o compilado, leva a produção para James Newton Howard (sim, o mesmo nome que ficaria conhecido por ‘Jogos Vorazes’ décadas mais tardes) e permite que Cara demonstre suas habilidades como liricista, dividindo os holofotes com Eddie Brown. A ótima canção fez barulho considerável nas paradas adultas nos Estados Unidos e se configurou como o último sucesso da artista no país.

4. “OUT HERE ON MY OWN”

Facilmente uma das baladas mais conhecidas dos anos 1980, “Out Here On My Own” também fez parte da trilha sonora de ‘Fama’ e, inclusive, foi indicada ao Oscar de Melhor Canção Original junto à canção-tema. A estrutura da faixa deixa de lado as vibes discoteca de suas conterrâneas para uma teatral e confessional performance de Cara, auxiliada pelas habilidades líricas de Lesley GoreMichael Gore – este último responsável pela simples produção, que se vale essencialmente dos vocais da cantora e de um melódico piano clássico.

3. “BREAKDANCE”

Em uma de suas múltiplas parcerias com o icônico Giorgio Moroder, Cara mergulho de cabeça no pós-disco e no synth-pop com “Breakdance” – single do mesmo álbum de “Flashdance… What a Feeling”. A canção fez um sucesso considerável nos Estados Unidos, além de continuar cimentando a carreira da artista, em uma bem-demarcada ode às investidas dos anos 1980, desde a estrutura mais futurista e robótica à emocionante rendição de Cara – que inclusive viria a influenciar diversos artistas nas décadas seguintes.

2. “FAME”

Em 1980, Cara fez sua estreia no circuito cinematográfico mainstream com mais um filme que entrou para a história – ‘Fama’. Na trama, ela interpreta Coco Hernandez, uma jovem com desejo inexplicável de se tornar famosa – e é claro que ela seria guiada principalmente pela música. Não é surpresa que Cara tenha comandado com perfeição a faixa “Fame”, assinada por Gore e Dean Pitchford, ajudando a alavancar sua carreira no escopo fonográfico. Aqui, a performer presta homenagens a Paula Abdul e a Michael Jackson em uma dançante e antêmica incursão disco-pop-rock, pincelada com ótimos sintetizadores.

1. “FLASHDANCE… WHAT A FEELING”

Nenhuma outra música poderia ocupar o topo do nosso singelo ranking. “Flashdance… What a Feeling” serviu como a canção-tema do clássico longa-metragem de 1983 e fez um sucesso gigantesco tantos nos Estados Unidos quanto no restante no mundo – chegando a alcançar o topo da Billboard Hot 100 e permanecendo no Top 10 por nada menos que catorze semanas.

Funcionando como uma explosão poppós-disco, Cara assinou a música ao lado do lendário Keith Forsey, além de trazer a produção impecável de Moroder. O resultado não poderia ser outro: além do Grammy de Melhor Performance Vocal Pop Feminina e uma indicação a Gravação do Ano, a faixa garantiu à artista o Oscar de Melhor Canção Original e é relembrada até hoje como uma das melhores de todos os tempos – sendo redescoberta ano a ano como um clássico atemporal.

‘Black Mirror’: 6ª temporada ganha curioso cartaz oficial; Confira!

A aclamada série ‘Black Mirror‘ finalmente está de volta para uma nova temporada e, agora, a Netflix divulgou o cartaz oficial do sexto ciclo.

Lembrando que a nova temporada estreia em junho na plataforma, ainda sem dia confirmado.

Confira, com as imagens promocionais e o teaser:

O elenco conta com Salma Hayek (‘Eternos’), Aaron Paul (‘Breaking Bad’), Zazie Beetz (‘Coringa’), Josh Hartnett (‘Pearl Harbor’), Michael Cera (‘Superbad – É Hoje’), Rory Culkin (‘Pânico 4’), Paapa Essiedu (‘Gangs of London’), Kate Mara (‘A Teacher’), Danny Ramirez (‘Top Gun: Maverick’), Clara Rugaard (‘I Am Mother’), Auden Thornton (‘This is Us’) e Anjana Vasan (‘Killing Eve: Dupla Obsessão’).

Diferente da temporada anterior – que foi lançada em 2019 –, o sexto ano terá mais de três episódios. Além disso, os novos episódios serão mais longos e com um orçamento mais alto, elevando-os ao potencial de pequenos filmes.

Isso indica que cada episódio pode ter mais de 60 minutos, como foi o caso de ‘Natal’, que teve 74 minutos na 2ª temporada, ‘Odiados pela Nação‘, com 90 minutos na 3ª temporada e ‘USS Callister‘, com 77 minutos na 4ª temporada.

Os planos para os novos episódios só saíram do papel depois que Netflix adquiriu os direitos da franquia em um acordo com a Endemol Shine Group, produtora que detinha a propriedade.

Desde 2019, os criadores Charlie Brooker e Annabel Jones lutavam pela retomada dos direitos da atração depois que deixaram a produtora para investir em sua própria companhia, a Broke And Bones (trocadilho com os sobrenomes).

Agora o plano é tornar ‘Black Mirror‘ maior e mais cara do que nunca.

Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.