Site Página 4888

Fox cancela nova adaptação de James Mangold alegando que livro “romantiza o estupro”

O novo filme do diretor de ‘Logan’James Mangold, não vai mais acontecer. A cinebiografia de Patty Hearst foi cancelada pela Fox logo após Hearst alegar que a obra “romantiza o estupro e a tortura e chama meu sequestro de ‘aventura.’”

O roteiro era baseado no livro American Heiress, de Jeffrey Toobin. Segundo Hearst, ela se inspirou no discurso da Oprah no Globo de Ouro para se impor contra o projeto:

“Estou muito triste e chocada que a Fox concordou em financiar um filme baseado no livro de Toobin (com um roteiro semelhante ao livro e também escrito apenas por homens). Me recuso dar meu aval para qualquer pessoa envolvida neste projetos sobre a minha vida e que podem servir de plataforma para pessoas culparem as vítimas”

A atriz Elle Fanning seria a protagonista e o roteiro estava sendo escrito por Scott Alexander e Larry Karaszewski, de ‘Ed Wood’.

Na história real, Hearst foi sequestrada por guerrilheiros do Exército Simbiótico de Libertação, os membros pediam dinheiro em troca de seu resgate e ela fazia várias ligações para seus pais pedindo para eles pagarem a quantia que pediam. A reviravolta aconteceu quando em uma dessas ligações, Hearst anunciou que se juntou ao grupo, adotando o pseudônimo de Tania. Foi presa em 1975 e condenada a prisão por sete anos.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Diretores receberam ameaças de morte por causa da ausência do Gavião Arqueiro

Como alguns fãs perdem o limite, o ator Jeremy Renner revelou, em entrevista ao USA Today, que os irmãos Russo chegaram a receber ameaças de morte devido à ausência do Gavião Arqueiro em ‘Vingadores: Guerra Infinita’.

“Acho que os irmãos Russo se safaram de muitas ameaças de morte por ser um personagem querido. Disse ‘wow, cara, isso é intenso. Desculpa'”

Vingadores: Guerra Infinita‘ continua quebrando recorde mundo afora, e agora (finalmente!) ultrapassou a marca de US$ 2 bilhões em arrecadação mundial.

O filme da Marvel está em quarto lugar entre as maiores bilheterias da história, atrás apenas de ‘Avatar‘ (US$ 2.788 bilhões), ‘Titanic‘ (‘US$ 2.187 bilhões’) e ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$ 2.068 bilhões).

Vingadores: Guerra Infinita‘ também quebrou o recorde ao se tornar o filme mais rápido a atingir a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria – saiba mais!

‘Vingadores: Guerra Infinita’ passa ‘Jurassic World’ e se torna a 5ª maior bilheteria dos EUA

Confira o TOP 10:

1AvatarFox$2,788.0$760.527.3%$2,027.572.7%2009^
2TitanicPar.$2,187.5$659.430.1%$1,528.169.9%1997^
3Star Wars: The Force AwakensBV$2,068.2$936.745.3%$1,131.654.7%2015
4Avengers: Infinity WarBV$2,000.0$623.441.0%$1,280.066.4%2018
5Jurassic WorldUni.$1,671.7$627.639.0%$1,019.461.0%2015
6Marvel’s The AvengersBV$1,518.8$518.441.0%$1,004.059.0%2012
7Furious 7Uni.$1,516.0$353.023.3%$1,163.076.7%2015
8Avengers: Age of UltronBV$1,405.4$459.032.7%$946.467.3%2015
9Black PantherBV$1,342.5$696.751.9%$645.848.1%2018
10Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2WB$1,341.5$381.028.4%$960.571.6%2011

Já no Brasil, em apenas duas semanas, o filme se tornou a maior bilheteria do ano. Com público de 15 milhões de espectadores,  ‘Guerra Infinita‘ já arrecadou R$ 224 milhões – ultrapassando ‘Pantera Negra‘, que liderava as bilheterias de 2018 com R$ 120 milhões.

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 2 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

Dica do fim de semana | Filmes que você talvez nem sabia que estão no streaming

Com uma grande variedade de streamings à disposição, fica até difícil de acompanhar qual filme entrou em qual serviço. Por isso, a dica deste fim de semana são cinco filmes que você provavelmente não sabia que estavam no streaming. Confira!

Dredd (2012)

Baseado em histórias em quadrinhos Dredd é um filme de super-herói para maiores de 18 anos. Muito antes de Deadpool explodir, o Juiz Dredd (Karl Urban) já fazia o trabalho sujo nas telonas. O filme se passa em um futuro distópico, no qual a radiação tomou conta dos EUA e a população passou a viver um cidades verticais gigantescas em uma zona delimitada. O problema é que a criminalidade aumenta desenfreadamente e o tráfico toma conta desses edifícios-cidades. Para manter o controle da violência, o juízes prendem, julgam e executam a punição dos criminosos. Dredd é um dos juízes mais exemplares do sistema, logo um dos mais temidos. Porém, a situação muda quando ele é enviado para um prédio que inicia um processo de lockdown. Preso lá dentro, ele vai precisar encontrar uma forma de sobreviver, escapar da criminalidade e julgar a chefe do tráfico. Tudo isso com um visual psicodélico e assassinatos explícitos. É um filme bem subestimado.

Dredd está disponível no Amazon Prime Vídeo.

 

Fome de Poder (2016)

Estrelado por Michael Keaton, esse filme conta como o McDonald’s deixou de ser um restaurante familiar no sul da Califórnia até se tornar esse verdadeiro império alimentício que é hoje. Mas calma lá! Esse não é um daqueles filmes motivacionais melosos que volta e meia aparecem por aí. Não mesmo. A história é cercada de controvérsias, reviravoltas, ações judiciais e uma sacanagem gigantesca feita por Ray Kroc (Michael Keaton) para tirar os irmãos McDonald’s do negócio que eles mesmos criaram. É uma trama de corrupção, ambição, empreendedorismo e crueldade dirigida de forma fenomenal.

Fome de Poder está disponível na Netflix.

 

Rocketeer (1991)

Dirigido por Joe Johston e baseado nas graphic novels homônimas dos anos 1980, Rocketeer se passa em 1938 e conta a história do piloto Cliff Secord, que acaba sendo baleado em um confronto do FBI com gângsters. Nisso, ele encontra um protótipo de mochila a jato sendo traficada pelos bandidos. Em posse do objeto, ele assume a identidade do super-herói Rocketeer. Junto a um espião anti-nazistas que se disfarça de astro de Hollywood, ele vai combater o mal e tentar impedir que o mundo seja dominado pela vilania. É um daqueles filmes clássicos com jeitão das películas das matinês.

Rocketeer está disponível no Disney+

 

Rush: No Limite da Emoção (2013)

Estrelado por Chris Hemsworth e Daniel Brühl, o filme conta a história de rivalidade entre dois grandes astros da Fórmula 1: James Hunt e Nikki Lauda. A direção de Ron Howard é impecável e consegue trazer a adrenalina das pistas para as telas, além de recriar com perfeição a atmosfera dos anos 1970. O longa trata a relação de rivalidade e até mesmo amizade de um piloto despojado e adepto aos exageros disputando contra um perfeccionista caxias e mais regrado. É uma história alucinante de dedicação, rivalidade e admiração, além de contar com a melhor atuação da carreira de Chris Hemsworth.

Rush: No Limite da Emoção está disponível no catálogo do Amazon Prime Video.

 

Blade Runner 2049 (2017)

Continuação de um dos filmes mais aclamados da história da ficção científica, Blade Runner 2049 tinha o peso do mundo nas costas para continuar a história do Universo no qual Humanos e Andróides Replicantes compartilham a Terra. Para não correr riscos, o diretor Denis Villeneuve trouxe de volta Harrison Ford para reviver um desaparecido Rick Deckard e apostou na vinda do carismático Ryan Gosling para unir as tramas de passado e futuro. Com ritmo lento e fotografia abusando de neons e tons pastéis, o filme flerta com a monotonia filosófica acerca de questões éticas e morais da sociedade. É uma excelente pedida para os fãs do anterior.

Blade Runner 2049 está disponível na Netflix.

Crítica | Abaixo de Zero – TERROR da Netflix é um FILMAÇO de roer as unhas!

O título é uma das partes mais importantes na divulgação de um filme. Através do nome, a produção pode acessar memórias afetivas no espectador, indicar o gênero de que trata ou até mesmo dar um grande spoiler da trama. Ou, em outros casos, não condizer em nada com o que realmente propõe o filme, como é o caso de ‘Abaixo de Zero’, nova aposta da Netflix.

Miguel (Karra Elejalde) é um policial que está chegando em seu primeiro dia de trabalho em uma nova delegacia, e sua primeira tarefa é acompanhar, junto com Montesinos (Isak Férriz), um grupo de prisioneiros que será transferido para outro presídio. O traslado será feito à noite, e faz muito, muito frio na Espanha. E o que parecia uma tarefa simples e rotineira acaba se tornando o pior pesadelo de todos naquela noite.

Abaixo de Zero’ é o tipo de filme que, se você conta demais, estraga. O roteiro de Lluís Quílez e Fernando Navarro é extremamente bem escrito e intrincado, deixando pouca brecha para o espectador respirar e segurando as rédeas do suspense de modo que a gente não consegue desligar. Já a primeira cena dá o tom do que está por vir, e nós nos deparamos com o impacto do terror que irá pontuar as uma hora e trinta e seis de suspense. Isso porque embora o filme esteja mais inclinado para o thriller, as cenas precisas de terror são tão marcantes, que faz o espectador dar um pulo na poltrona. E o intermédio entre um desses momentos e o próximo é um suspense tão bom, que faz a gente ficar roendo as unhas sem nem perceber.

A inquietante história de ‘Abaixo de Zero’ é conduzida por ótimas atuações de um grupo de atores que consegue imprimir mistério, raiva e ocultar emoções na medida certa de um conjunto de personagens tão mesclados quanto a própria Espanha. Numa pegada suavizada de ‘Jogos Mortais’, vamos conhecendo cada um dos presidiários, o que os fez ser encarcerados e como estão diretamente contribuindo naquele cenário de confinamento e tortura. Os destaques são Mihai, o Romeno (Florin Opritescu), que mais parece o Ragnar de ‘Vikings’; Rei (Édgar Vittorino), o bonitão; e Ramis (Luis Callejo) e Nano (Patrick Criado), cujos protagonismos são justificáveis.

Lluís Quílez acerta a mão em dirigir uma história simples, cujos elementos entram em sincronia e alcança um resultado tenso, nervoso, inesperado e com a constante sensação de “vai dar merda, vai dar merda” – e, quando dá, o espectador ainda assim é surpreendido porque simplesmente não dá para esperar pelo que o enredo está tramando. Tem coisa melhor do que isso em um filme de suspense e terror?

Se você só tiver tempo para assistir a um filme essa semana, deixe todas as opções de lado e vá ver ‘Abaixo de Zero’. Em um misto de terror, suspense e ação, vale cada minuto do seu tempo, apesar do título não condizer com a trama.

‘L.A.’s Finest’: Derivado feminino de ‘Bad Boys’ ganha trailer; Confira!

A série spin-off de ‘Bad-Boys‘, intitulada ‘L.A.’s Finest‘, ganhou seu primeiro trailer oficial, trazendo as atrizes Jessica Alba e Gabrielle Union como as protagonistas.

Confira:

O projeto foi resgatado pela Charter Communications, empresa de telecomunicações que opera no serviço de televisão a cabo, internet de alta velocidade e telefonia.

L.A.’s Finest‘ servirá como o carro-chefe da empresa, ao lado de outros conteúdos exclusivos que já estão sendo produzidos como parte de um vasto acordo com a emissora AMC Networks e a Viacom.

O episódio piloto da série foi escrito por Brandon Margolis e Brandon Sonnier, sendo dirigido por Anton Cropper. Além de estrelar, Jessica Alba também é a produtora-executiva do projeto, ao lado dos produtores Jerry Bruckheimer e Doug Belgrad. A série também é produzida pela Primary Wave Entertainment.

A série estreia em 13 de maio de 2019.

‘The Batman’ contrata diretor de fotografia de ‘O Aviador’

De acordo com o site Discussing Film‘The Batman’ contratou o diretor de fotografia Robert Richardson para sua equipe.

Richardson é um frequente colaborador de Martin ScorseseQuentin Tarantino, e seu mais recente projeto é o drama ‘Era Uma Vez em Hollywood’. Ele também é um dos recordistas do Oscar, tendo levado três estatuetas por seu trabalho em ‘JKF’‘O Aviador’‘A Invenção de Hugo Cabret’.

As filmagens devem começar a partir de 13 de janeiro de 2020.

Até o momento, mais detalhes não foram revelados e Pattinson é o único membro confirmado para o elenco.

Rumores sugerem que o quadro de vilões do filme inclui Mulher-Gato, Charada, Pinguim, Vagalume, Chapeleiro Louco e Duas Caras, mas nada foi divulgado oficialmente pela Warner Bros.

Dirigido por Matt Reeves, ‘The Batman’ tem estreia marcada para o dia 25 de junho de 2021.

‘Cherry’: Terminam as filmagens do novo filme dos Irmãos Russo

Em seu perfil do Instagram, Tom Holland publicou uma imagem dos bastidores de ‘Cherry’, novo filme dos Irmãos Russo, anunciando que as filmagens finalmente terminaram.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Last day vibes #cherry

Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em

Com roteiro assinado por Jessica Goldberg, o projeto é baseado no romance Exit West, de Nico Walker. A história verdadeira gira em torno de Walker, um ex-médico das forças armadas diagnosticado com Síndrome do Estresse Pós-Traumático depois de retornar para casa do Iraque. Enquanto tenta lidar com esse problema, Walker desenvolve um vício por ópio e começa a roubar bancos. Ele foi pego e considerado culpado em 2011, e sairá da prisão em 2020.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

Além de Holland, o elenco conta com Ciara Bravo, Bill SkarsgardForrest GoodluckJeffrey WahlbergMichael Gandolfini e Kyle Harvey.

Crítica | ‘Festival Eurovision da Canção’ tem alma de sobra, mas lhe falta ousadia

O Festival Eurovision é uma das competições mais famosas dos últimos sessenta anos e, realizado na Europa, reúne diversos talentos em território ocidental e oriental que lutam para conquistar o primeiro lugar do pódio. Ao longo de sua história, diversas lendas da música já passaram pelo evento, incluindo Conchita Wurst, Salvador Sobral e Netta Barzilai – explorando as culturas nacionais e entregando construções sonoras que destilam inúmeros estilos conhecidos, convergindo-os para uma explosão dançante e regada a sintetizadores que nos convida para uma experiência única. Agora, em 2020, Will Ferrell e a Netflix uniram forças para dar vida a ‘Festival Eurivision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars’, uma comédia musical com o coração no lugar certo, mas que se vale de muitas fórmulas para dar vida à sua narrativa principal.

Na trama, Ferrell e Rachel McAdams dão vida ao casal principal titular, amigos que, desde criança, são apaixonados pelo festival em questão, quando assistiram o icônico grupo ABBA se apresentando (e levando para casa o grande prêmio). Os dois passaram a vida compondo as músicas mais insanas e bizarras possíveis para fazer parte da concorrência, mas sempre foram diminuídos pelos habitantes da pequena Húsavík, na Islândia, e principalmente por seus respectivos pais. Como obra do destino – que é explicada num adorável meneio para a cultura celta que se apoderou do país na Idade Média -, eles são escalados para participar da competição local como “tapa-buracos”, tornando-se os mais fracos entre os competidores. Entretanto, depois que uma explosão infeliz mata a melhor das artistas (Demi Lovato em uma brevíssima aparição como Katiana), cabe a eles restaurar a glória de sua terra natal.

Conhecendo a extensa carreira de Ferrell, que aqui entra como roteirista e produtor executivo também, era de se esperar que a comédia pastelão fosse o principal mote. Porém, no geral, ele parece sem inspiração para alçar voo para além das grades que o prendem, e resolve se escorar com força em convencionalismos baratos que só são salvos pelos números musicais, pelo incrível design de produção e por sua química com McAdams. Afinal, cada ato da trama, que estende-se desnecessariamente por duas horas, é previsível, seja o arco romântico fustigado por partes terceiras que não têm nada a ver com qualquer coisa, seja a autolibertação e o amadurecimento promovido pelas mensagens clichês. Mesmo assim, é impossível não ficar preso no enredo e querer saber o final dessa conturbada jornada.

É interessante ver David Dobkin voltando para a direção de comédias, visto que encontrou uma sólida recepção da crítica e do público com ‘Penetras Bons de Bico’. Visto que não repetiu o mesmo sucesso com o drama criminal ‘O Juiz’, era apenas questão de tempo para retornasse às raízes – mas, assim como seus outros colegas, não parece aproveitar o colorido e transbordante potencial do material com o qual trabalho. Na atmosfera arquitetada, o conhecido jogo do campo-contracampo é o suficiente para diminuir a grandiosidade do cenário – seja na Islândia, seja na Escócia – e transformá-lo em uma danceteria qualquer que, por alguma razão, se mescla com as alternativas metalinguísticas dos videoclipes (o que não funciona, por mais que suas intenções sejam as melhores).

O desenrolar da história é premeditado, ainda que tente fazer inflexões generosas e ousadas para seus personagens – com alguns foreshadowings óbvios demais para serem críveis ou surpreendentes. Felizmente, as homenagens que Dobkin e seu time artístico imprimem no longa-metragem são palpáveis o bastante para não transformá-lo em uma ridicularização dessa competição tão importante para a esfera fonográfica, deixando claro que as construções irreverentes dos personagens (quando existem) se restringem apenas a eles mesmos, e não ao festival. No final das contas, o roteiro mergulha de cabeça num final feliz “às avessas”, que não entrega o primeiro lugar à dupla protagonista, mas os transforma em heróis.

O grande sucesso de ‘Festival Eurovision da Canção’ é, sem dúvida, sua impecável trilha sonora. Trazendo DJ Tiësto para fazer um tributo ao exorbitante synth-house noventista com “Double Trouble” – cujas ambas versões são de tirar o fôlego – e a incrível My Mariannen para comandar grande parte das tracks, misturando seus vocais com os de McAdams, cada peça instrumental é um presente para os fãs do festival e para quem é apaixonado pela subversiva arte europeia. Em meio a uma bagunçada narrativa, até mesmo o song-a-long que traz Cher, Madonna e David Guetta e a rendição emocionante de “Húsavík” (a balada que todos precisávamos) servem como motivo para assistirmos ao filme até os momentos finais.

No geral, a nova comédia musical da Netflix cumpre em partes o que veio nos prometendo desde o lançamento do material promocional – incluindo o divertido vídeo de “Volcano Man”. Deixando de lado uma preocupação maior com o enredo e não explorando todo o potencial, o visual camp e kitsch e as canções podem até agradar; mas seria melhor assistir ao festival original para se deliciar com o que ele tem para oferecer.

Crítica | ‘Jovens Bruxas – Nova Irmandade’ é uma desnecessária continuação repleta de clichês vencidos

Em 1996, Andrew Fleming conquistava os fãs do terror adolescente com o lançamento de ‘Jovens Bruxas’, longa-metragem que, apesar de não ter sido recebido de forma favorável por parte da crítica, tornou-se um dos clássicos do gênero ao contar a história de um grupo de meninas que se envolveu com feitiçaria para alcançarem seus objetivos – e sentiram na pele o preço da ambição humana. Colocando nomes como Fairuza Balk e Neve Campbell (esta última a estrela de diversas produções similares, incluindo a franquia slasher ‘Pânico’) no centro dos holofotes, a obra ganhou uma legião de seguidores que revisitaram-na inúmeras vezes, encontrando elementos novos a cada incursão.

Na era dos remakes e dos revivals, era só uma questão de tempo até que o cult ganhasse uma versão modernizada para a geração contemporânea – e, 24 anos depois da estreia do filme original, a diretora e roteirista Zoe Lister-Jones nos apresentou com sua própria perspectiva de uma atemporal narrativa, procurando manter a essência da iteração predecessora enquanto apostava fichas em algumas reviravoltas interessantes. Dessa forma, nasceu ‘Jovens Bruxas – Nova Irmandade’, liderado pela performance de Cailee Spaeny como Lilith “Lily” Schechner, uma jovem estudante que se muda para a casa do padrasto com a mãe, Helen (Michelle Monaghan), onde experencia uma série de eventos paranormais que refletem suas raízes como bruxa. A partir daí, ela se junta a outras garotas para fundarem um coven e exaltarem os poderes da natureza com os quais foram concedidos.

Entretanto, o resultado do longa-metragem é bem aquém do esperado: supervisionado pela Blumhouse – que, da mesma forma que nos entregou construções interessantes como ‘Fragmentado’ e ‘Halloween’, também falhou com ‘Verdade ou Consequência’ e ‘Ilha da Fantasia’ -, essa sequência revitalizada é crua demais para ser levada a sério ou para ser aproveitada, seja pelas constantes fórmulas das quais se vale para fornecer uma centelha de profundidade às personagens principais, seja por sua obviedade. Mais do que isso, é notável a forma como o roteiro é canalizado apenas para Lily, deixando as outras participantes do clã de soslaio e utilizando-as quando bem entender – e entenda o uso como restrito a sequências sem qualquer prospecto de inspiração.

Lily descobre que tem poderes ao enfrentar um valentão na escola, Timmy (Nicholas Galitzine), sendo contatada por Frankie (Gideon Adlon em uma exaurível e exagerada performance), Tabby (Lovie Simone) e Lourdes (Zoey Luna completamente apagada quando ao lado das companheiras) para assumir suas habilidades e talvez ter uma vida melhor. O quarteto, a princípio, decide apenas mudar a personalidade de Timmy, transformando-o em um cara desconstruído. E, de fato, o filme é quase completamente centrado na forçada relação que se ergue entre dois lados de uma mesma moeda, não deixando espaço para investidas coerentes e coesas em seu escopo inicial.

De fato, a magia premeditada pela premissa do filme é deixada de lado, servindo apenas como frágil sustentação de uma espécie de drama romântico adolescente que passa por cima de importantes temas da forma mais superficial possível. Há certos flertes bem intencionados com questões sobre homofobia e machismo que nunca dão frutos sólidos, nem mesmo guiados pela força impetuosa de Spaeny e Monaghan nas cenas que dividem. Porém, o maior crime que o filme comete é impedir que suas “heroínas” desfrutem da companhia uma da outra: Lily trilha seu próprio caminho, da mesma forma que Sarah (Robin Tunney) fez na obra original, apesar de não ter a mesma intensidade; as outras três, perdidas em uma massa amorfa indistinguível, rendem-se a qualquer estereótipo dos anos 1990 e são brevemente diferenciadas pelos elementos naturais que representam. Dito isso, a química entre as quatro é inexistente.

Lister-Jones poderia muito bem explorar alegorias sobre cobiça, irmandade, empatia e traição, até mesmo tangenciando a altivez emblemática de tragédias shakespearianas – por mais desmesurado que isso soe. Afinal, a realizadora tinha a faca e o queijo na mão, mostrando uma parcela de seu potencial no curto primeiro ato. Mas todos os outros elementos parecem jogados profusamente sobre uma tela em branco, tentando criar algo com um mínimo de impulso. Como se não bastasse, os insistentes esforços em nos comover pela beleza do cenário e da construção imagética (incluindo a sobriedade de uma paleta de cores duvidosa) não vão muito além do que esperaríamos.

‘Jovens Bruxas – Nova Irmandade’ era um tiro no escuro desde sua concepção e de seu anúncio até a aguardada chegada – e o longa poderia seguir dois caminhos bem opostos. Infelizmente, boas intenções não foram o bastante para livrá-lo de ilogismos narrativos, pressões desnecessárias e a manutenção de um legado que não deveria ter sido tocado para começo de conversa.

10 Filmes para Entender mais sobre Genocídio

A palavra “genocídio” caiu no vocabulário popular nos últimos anos frente a diversas políticas controversas adotadas nesse período de pandemia do COVID-19. Mas o que exatamente significa genocídio?

Criado pela primeira vez em 1944 por Raphael Lemkin, o verbete foi associado à perseguição judaica, homossexual e negra ocorrida na II Guerra Mundial, com a ascensão do nazifascismo europeu comandado principalmente por Adolf Hitler. A palavra faz referência ao ato de exterminação sistemática de um grupo étnico ou a todo ato deliberado que tenha como objetivo o extermínio de um aspecto cultural de extrema importância para um povo.

É claro que as práticas genocidas não se limitaram apenas ao período supracitado, mas também em outros momentos da história, como no Camboja entre 1975 e 1979, na Turquia entre 1915 e 1923, e na Ruanda entre abril e julho de 1994.

Para ajudá-los a entender mais sobre o conceito de genocídio e genocida, o CinePOP separou uma breve lista com dez produções sobre o tema (independente de terem sido bem recebidas pela crítica internacional ou não).

Confira abaixo as nossas escolhas:

TERRA DE UM SONHO DISTANTE (1963)

Direção: Elia Kazan

Inspirado pela vida de seu próprio tio, Elia Kazan utilizou um elenco pouco conhecido para contar a história de um homem que mora em um pequeno povoado na Turquia como parte da minoria grega. Enfrentando uma opressão crescente por parte dos turcos, ele é mandado para a Constantinopla, mas sonha em conhecer os Estados Unidos e começar uma vida nova.

A LISTA DE SCHINDLER (1993)

Direção: Steven Spielberg

Sem sombra de dúvidas, ‘A Lista de Schindler’ é uma das produções mais conhecidas de todos os tempos – e uma das várias obras-primas do lendário Steven Spielberg. Levando para casa nada menos que sete estatuetas do Oscar, a narrativa é ambientada no trágico período do Holocausto e gira em torno de Oskar Schindler (Liam Neeson), empresário alemão que foi contra a ideologia nazista de seu país e salvou mais de mil refugiados judeus holandeses durante a II Guerra Mundial.

A VIDA É BELA (1997)

Direção: Roberto Benigni

Enquanto muitos associam o tema do genocídio a dramas poderosos ou a documentário reflexivos, Roberto Benigni provou que conseguiria fornecer uma perspectiva única ao tema com o clássico ‘A Vida É Bela’. Vencedor de três estatuetas do Oscar, o longa-metragem é centrado em um pai que utiliza sua imaginação para impedir que o filho enxergue os horrores de um campo de concentração para judeus em que estão presos.

ARARAT (2002)

Direção: Atom Egoyan

O metalinguístico ‘Ararat’ é provavelmente um título pouco conhecido no cenário mainstream, mas merece um lugar na nossa lista. A história gira em torno de Edward Saroyan (Charles Aznavour) um cineasta de origem armênia que está dirigindo um filme sobre os trágicos eventos de 1915, que culminaram com o massacre de parte do povo armênio pelo exército turco. A realização desse filme acaba afetando profundamente a vida de duas famílias. Uma delas, a do jovem Raffi (David Alpay), que, ao regressar da Turquia, é retido na alfândega com latas de filme. A outra, a de David (Christopher Plummer), o inspetor aduaneiro que se encarrega de interrogar Raffi. Enquanto o rapaz enfrenta uma relação tumultuada com a mãe e a irmã de criação, David encontra-se em fase de reconciliação com seu filho homossexual e o amante dele, que trabalha como ator no filme de Saroyan.

HOTEL RUANDA (2004)

Direção: Terry George

Em ‘Hotel Ruanda’, o diretor Terry George abre portas para explanações sobre o genocídio de Ruanda, ocorrido em 1994. A história, baseada em fatos, traz Don Cheadle e Sophie Okonedo como Paul Rusesabagina e sua esposa, Tatiana, que salvaram a vida de sua família e outros mil refugiados ao lhes fornecer abrigo no Hôtel des Mille Collines. Além disso, o longa-metragem explora temas como corrupção política e as repercussões da violência – ganhando aclame por parte da crítica e três indicações ao Oscar.

A IMAGEM QUE FALTA (2013)

Direção: Rithy Panh

O premiado documentário dirigido por Rithy Panh nos transporta para os tensos momentos do governo dos Khmers Vermelhos no Camboja, entre os anos de 1975 e 1979. Por si só, a imagem não poderia provar o genocídio – mas certamente levaria o público a pensar, a refletir e a escrever os recentes capítulos da História. Pahn procurou por muito tempo nos arquivos, documentos antigos e nas zonas rurais do país pela foto e, eventualmente, decidiu criá-la como forma de buscar um entendimento que só o cinema consegue permitir.

A PROMESSA (2016)

Direção: Terry George

Assim como em sua investida anterior, George aproveitou sua necessidade de contar histórias reais para dar vida ao longa ‘A Promessa’. Aqui, os holofotes se transferem para Michael (Oscar Isaac), um jovem armênio que sonha em estudar medicina, mas que não tem o dinheiro suficiente para bancar os estudos. Após prometer se casar com uma garota do próprio vilarejo, na intenção de receber o dote da família, ele viaja para a Turquia e ingressa no curso durante os meses finais do genocida Império Otomano -eventualmente apaixonando-se por uma professora armênia que, por sua vez, nutre de fortes sentimentos por um fotógrafo estadunidense.

O ZOOLÓGICO DE VARSÓVIA (2017)

Direção: Niki Caro

Niki Caro tornou-se mundialmente conhecida ao comandar o elogiado remake em live-action de ‘Mulan’. Porém, em suas investidas predecessoras, ela dirigiu o drama cinebiográfico ‘O Zoológico de Varsóvia’. Baseado na vida de Jan e Antonina Żabiński (vividos por Johan Heldenbergh e Jessica Chastain respectivamente), o filme mostra os esforços do casal em esconder centenas de judeus poloneses dos alemães nazistas no zoológico em que moravam.

PRIMEIRO, MATARAM MEU PAI (2017)

Direção: Angelina Jolie

Em mais uma das inúmeras obras dirigidas por Angelina Jolie, ‘Primeiro, Mataram Meu Pai’ nos transporta novamente para o regime comunista do Khmer Vermelho no Camboja. Depois da insurgência do governo genocida, a pequena Loung Ung (Sareum Srey Moch) foi obrigada a deixar sua casa para trás e seguir com a família para o interior. Obrigada a viver em um campo de trabalho forçado, ela lida dia após dia com o horror, a fome, o medo e a ameaça de separação dos pais e dos irmãos.

LA LLORONA (2019)

Direção: Jayro Bustamante

Alma (María Mercedes Coroy) e seus filhos são assassinados no conflito armado da Guatemala. Trinta anos depois, é instaurado um processo criminal contra Enrique (Julio Diaz), um general aposentado que supervisionou o genocídio. Mas ele é absolvido através de um julgamento e o espírito de La Llorona é desencadeado para vagar pelo mundo como uma alma perdida entre os vivos. À noite, Enrique começa a ouvi-la lamentar. Sua esposa e filha acreditam que ele está tendo crises de demência relacionada ao Alzheimer. Mal poderiam suspeitar que sua nova governanta, Alma, está lá para cumprir a vingança que o julgamento não foi capaz de fazer.

‘Impeachment: American Crime Story’: 3ª temporada da antologia ganha novo teaser oficial; Confira!

FX divulgou recentemente um novo teaser oficial da 3ª temporada da antologia ‘American Crime Story’, intitulada ‘Impeachment’.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 07 de setembro.

Confira, junto ao trailer completo:

O elenco conta com Sarah Paulson como Linda Tripp; Clive Owen como Bill Clinton; Beanie Feldstein como Monica Lewinsky; Annaleigh Ashford como Paula Jones; Billy Eichner como Matt Drudge; Edie Falco como Hillary Clinton; e Cobie Smulders como Ann Coulter.

O novo ciclo é baseado no romance não-ficcional ‘A Vast Conspiracy: The Real Story of the Sex Scandal That Nearly Brought Down a President’, assinado por Jeffrey Toobin.

Sarah Burgess será a roteirista dos novos episódios e também produtora executiva ao lado do criador Ryan Murphy e de Nina JacobsonBrad SimpsonBrad Falchuk, Larry KaraszewskiScott AlexanderAlexis Martin Woodall e Paulson.

Número de assinantes da HBO e da HBO Max supera o previsto pela companhia

Há alguns anos, a Netflix se consagrava como a única plataforma de streaming do planeta – e se manteve como o principal serviço de entretenimento virtual por muito tempo. Entretanto, os tempos são outros e, agora, a companhia lida com outras que vêm surgindo ano após ano.

Nesse tocante, a HBO Max rapidamente cimentou uma popularidade sólida desde seu lançamento oficial em 2020 (sem estar disponível em boa parte do mundo), contando com um catálogo variado e com um nível de produção bastante respeitado pela crítica e pelo público.

Agora, segundo um novo artigo do Deadline, tanto a HBO Max quanto a HBO ultrapassaram o número de usuários globais que estava previsto pelos executivos – e abarcaram nada menos que 73,8 milhões de assinantes ao fim de 2021.

As previsões iniciais revelavam uma expectativa de assinantes entre 70 e 73 milhões – e superar a própria demanda é sempre algo de bastante felicidade para os executivos.

Em entrevista ao mesmo site, Jason Kilar, CEO da WarnerMedia (que subsidia a HBO e a HBO Max), comentou que 2021 foi o ano que a plataforma de streaming “viralizou”. Ele notou que o serviço está no centro de sua popularidade mundial e, atualmente, está disponível em 46 países.

Vale lembrar que, à época do lançamento da plataforma, os fãs ficaram animados para conferir o que havia no catálogo – ainda que lidando com alguns problemas de performance e de conclusão de assinatura.

Hoje, a HBO Max é palco de diversos títulos de calibre considerável, incluindo as franquias ‘Harry Potter’‘O Senhor dos Anéis’, além de produções como ‘Duna’‘Game of Thrones’‘Rick e Morty’‘O Esquadrão Suicida’‘Godzilla vs. Kong’.

‘Obi-Wan Kenobi’: Série com Ewan McGregor estreia no Disney+!

A aguardada série ‘Obi-Wan Kenobi’, estrelada por Ewan McGregor, finalmente chegou ao Disney+.

Os dois primeiros episódios da produção foram lançados hoje, 27 de maio, na plataforma de streaming. O restante dos capítulos será exibido semanalmente.

A produção é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Relembre o trailer:

Além de McGregor e Hayden Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.

O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Moses Ingram (‘O Gamito da Rainha’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

Rina Sawayama anuncia videoclipe de “Frankenstein”, novo single do álbum ‘Hold the Girl’

A aclamada cantora e compositora Rina Sawayama anunciou hoje, 21 de outubro, o lançamento do videoclipe oficial de “Frankenstein”, novo single do elogiado álbum ‘Hold the Girl’.

O clipe será lançado no próximo dia 27 de outubro. O disco, por sua vez, já está disponível nas plataformas de streaming.

O álbum também conta com a faixa homônima e as canções “This Hell”“Catch Me In the Air”“Phantom”“Hurricanes”.

A artista nipo-britânica começou a ganhar fama com o lançamento de ‘SAWAYAMA’début que foi aclamado pela crítica mundial e contou com os singles “Comme Des Garçons (Like the Boys)” e “XS”.

Desde então, colaborou com inúmeros nomes lendários do cenário fonográfico, incluindo Elton John, Charli XCX e Lady Gaga. Recentemente, participou da colaboração “Follow Me”, da drag queen brasileira Pabllo Vittar.

‘Star Trek: Strange New Worlds’: 2ª temporada ganha data de estreia OFICIAL!

Star Trek: Strange New Worlds‘, série derivada de ‘Star Trek: Discovery’, se tornou um dos mais recentes sucessos do panteão intergaláctico e, agora, foi revelada a data de estreia da 2ª temporada (via Collider).

O novo ciclo chega ao catálogo da Paramount+ no dia 15 de junho.

Lembrando que a 1ª temporada já está disponível na plataforma de streaming!

O elenco é formado por Anson MountRebecca Romijn, Ethan Peck, Babs OlusanmokunChristina ChongCelia Rose GoodingJess Bush e Melissa Navia.

Paul Wesley, conhecido por seu trabalho em séries como ‘The Vampire Diaries’‘Tell Me a Story’, dará vida ao icônico Capitão James T. Kirk.

Jonatahn Frakes (‘Star Trek: The Next Generation’) entra como um dos diretores.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção irá girar em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Akiva Goldsman, veterano da franquia, assina o roteiro do episódio piloto ao lado de Alex Kurtzman e Jenny Lumet.

O trio também entra como produtor executivo ao lado de Henry Alonso MyersHeather KadinRod Roddenberry e Trevor Roth.

Para os iniciantes na saga, o Capitão Christopher Pike apareceu na série original de 1960 por um episódio antes de ser interpretado por Bruce Greenwood nos filmes de J.J. Abrams. Número Um, a segunda comandante da nave, apareceu algumas vezes no show antes de ser ressuscitada por Romjin no ano passado. Spock, por sua vez, é um dos personagens principais de praticamente toda a franquia – e poucos não conhecem o personagem.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada!

‘Fionna & Cake’: Série derivada de ‘Hora de Aventura’ estreia na HBO Max!

‘Hora de Aventura com Fionna & Cake’, série derivada da aclamada animação ‘Hora de Aventura’, já está disponível na HBO Max.

A produção estreou hoje, 31 de agosto, na plataforma de streaming – mesmo dia de lançamento nos Estados Unidos.

Na animação, um novo inimigo surge na terra de Ooo e as garotas Fionna e Cake precisam recorrer a ninguém menos que o antigo Rei Gelado para garantir a paz. Nas novas aventuras, temos participações especiais de personagens já queridos como Marceline e Princesa Jujuba.

Relembre o trailer:

A produção foi criada por Adam Muto e contará com dez episódios.

Madeleine MartinRoz RyanTom Kenny fazem parte do elenco de dublagem.

Fionna e Cake foram introduzidas oficialmente na série original no nono episódio da 3ª temporada.

Personagens como Marshall Lee, Marceline, a Rainha dos Vampiros, e Princesa Jujuba também aparecem no spin-off.

‘Extraordinária’: 2ª temporada da série sobre super-heróis ganha trailer DIVERTIDO; Confira!

Hulu divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Extraordinária’, série que gira em torno de super-heróis.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 06 de março na plataforma de streaming. No Brasil, os episódios chegam no mesmo dia ao catálogo do Star+.

Confira:

A trama é ambientada em um mundo onde todos desenvolvem um poder em seu aniversário de 18 anos, menos Jen. Ela está fazendo 25 anos e ainda está esperando conseguir o próprio. Morando em um apartamento compartilhado no leste de Londres com a melhor amiga Carrie, o namorado de Carrie, Kash, e um gato secretamente talentoso chamado Jizzlord, ela se sente incapaz de conseguir grandes coisas, e se vê presa em um emprego sem futuro em uma loja de festas enquanto ocasionalmente sai com Luke, um jovem esquisito que tem a habilidade de voar.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Emma MoranToby McDonaldJennifer SheridanNadira Amrani entram como diretores.

Máiréad Tyers estrela como Jen. Sofia OxenhamBilal HasnaLuke RollasonSiobhan McSweeneyRobbie GeeSafia Oakley-GreenNed Porteous completam o elenco.

‘Kaos’: Série que traz Jeff Goldblum como Zeus, o Rei dos Deuses, chega ESTE MÊS à Netflix!

Kaos’, nova série ácida de mitologia grega, que traz o icônico Jeff Goldblum (‘Jurassic Park’) como Zeus, o Rei dos Deuses do Olimpo, chega este mês à Netflix.

A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 29 de agosto.

Na trama, Zeus tem uma crise existencial quando pensa que pode estar envelhecendo e decide se afastar de toda essa coisa de “rei dos deuses” e aproveitar a vida aos olhos mortais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

kaos netflix 01
kaos netflix 01
kaos netflix 02
kaos netflix 02
kaos netflix 03
kaos netflix 03
kaos netflix 04
kaos netflix 04

O elenco ainda contará com Janet McTeer (Hera), David Thewlis (Hades), Debi Mazar (Medusa), Aurora Perrineau, Cliff Curtis (Poseidon) e Nabhaan Rizwan (Dionísio), além de Killian Scott, Misia Butler, Leila Farzad, Rakie Ayola e Stanley Townsend como um grupo de mortais que podem ser responsáveis pela queda de Zeus.

O projeto foi criado por Charlie Covell (‘The End of the F***ing World‘), e está sendo descrito como grandioso, na mesma escala que ‘Games of Thrones‘.

“Será basicamente uma reimaginação contemporânea da Mitologia Grega,” revelou Covell. “Acredito que terá a mesma escala que ‘Game of Thrones’, mas o tom será mais descontraído, em termos de humor, visual e trilha sonora.”

Esperando família, política e poder, a trama apresentará três mundos: os Deuses, a Terra e o Submundo. Usando os mitos e renovando-os, a trama focará em Orpheus e Eurydice, que fazem parte de uma família disfuncional de deuses.

A série terá 20 episódios de uma hora cada, com produção de Nina LedermanJohn WoodwardTanya Seghatchian.

1ª temporada COMPLETA de ‘Star Wars: Skeleton Crew’ já está disponível no streaming!

A primeira temporada de ‘Skeleton Crew‘, nova série derivada do popular universo de ‘Star Wars‘, chegou ao fim com a exibição de seu oitavo e último episódio.

Agora, os fãs da icônica saga intergaláctica poderão conferir a iteração na íntegra no catálogo do Disney+.

Na trama, quatro crianças que fazem uma descoberta misteriosa em seu planeta natal aparentemente seguro, então se perdem em uma galáxia estranha e perigosa. Para encontrar o caminho de casa — cheio de aliados e inimigos improváveis ​​—, eles terão que embarcar em uma aventura maior do que eles jamais imaginaram.

Relembre o trailer:

 

Apesar da premissa aparentemente destinada ao público infantil, o co-criador Chris Ford disse à Entertainment Weekly que a série vai agradar a todas as idades.

“O tom de ‘Skeleton Crew‘ é uma aventura. Queríamos que fosse algo muito divertido. Mas é claro que, junto com a aventura, vem o lado sombrio, que é o perigo. E quando as crianças estão em perigo, torna-se uma trama mais pesada e carregada. Então, brincamos com isso, mas no geral queríamos que fosse apenas uma aventura divertida.”

Mesmo com um elenco mais jovem, que conta com Ravi Cabot-Conyers, Kyriana Kratter, Robert Timothy Smith e Ryan Kiera Armstrong, Ford deixou claro que:

“‘Skeleton Crew‘ é para todas as idades. Quando contamos a Kathy Kennedy que queríamos usar aquele tom dos filmes da Amblin (‘Os Gonnies’, ‘E.T. – O Extraterrestre‘), que ela aperfeiçoou ao longo dos anos junto com Steven Spielberg, ela disse é que eles nunca pensaram nesses filmes como algo infantil. Acontece que são sobre crianças, crianças em aventuras bem maduras e reflexivas. Então ‘Skeleton Crew’ é para todos, não importa a idade.”

Entre os diretores estão Bryce Dallas Howard (‘The Mandalorian’) e os vencedores do Oscar Daniel Kwan e Daniel Scheinert (‘Tudo em todo lugar ao mesmo tempo’), além de David Lowery (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’), Jake Schreier (‘Beef’) e Lee Isaac Chung (‘Minari’).

Durante uma entrevista para o portal, o produtor Jon Favreau confirmou que ‘Skeleton Crew’ também será ambientada no mesmo período deO Mandaloriano’, ‘Ahsoka’ e ‘O Livro de Boba Fett’.

“Todos os programas em que trabalhamos – ‘O Mandaloriano’, ‘Ahsoka’, ‘O Livro de Boba Fett’ e agora ‘Skeleton Crew‘ – todas elas existem no mesmo período. Todas elas são ambientadas após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘. Então, entre o ‘Episódio VI’ e o Episódio VII’, há 30 anos de histórias que ainda não foram exploradas, pelo menos na tela.”

Ele continuou, sugerindo uma possível encontro dos personagens de ‘Skeleton Crew‘ com o restante dos protagonistas.

“Há muito espaço para contarmos histórias, e há muitos personagens em jogo porque sabemos ‘quem’ está por perto durante esse período de tempo, então todos podem se conectar uma hora ou outra.”

Dica da Semana | Estrelado por Brendan Fraser e Rachel Weisz, ‘A Múmia’ é um filme de aventura perfeito

Se você é um fã assíduo de filmes de terror, com certeza já ouviu falar de uma famosa e lendária franquia conhecida como Universal Monsters. Tendo sua estreia oficial em 1913 com ‘O Médico e o Monstro’, adaptação do aclamado romance de Robert Louis Stevenson, esse universo permanece em contínua expansão, ramificando-se através de mais de um século para eternizar algumas das criaturas mais populares do cenário do terror – como Drácula, Sr. Hyde, Frankenstein, a Múmia, o Monstro da Lagoa Negra, o Homem Invisível e tantos outros. E é claro que, com a constante remodelação da sétima arte, inúmeras releituras ganharam vida nas telonas – e uma das mais famosas e mais adoradas pelo público é a aventura ‘A Múmia’, de 1999.

O longa-metragem, dirigido e escrito por Stephen Sommers, funciona como remake do clássico homônimo de 1932 e acompanha Evelyn Carnahan (Rachel Weisz), uma bibliotecária apaixonada pela história do Antigo Egito que, ao lado do irmão Jonathan (John Hannah) e do ex-capitão da Legião Francesa Rick O’Connell (Brendan Fraser), que foi preso por dissidência e está prestes a ser enforcado. Ao ser libertado por Evelyn, ele tem a tarefa de levá-los à cidade perdida de Hamunaptra, conhecida também como Cidade dos Mortos, localizada em alguma região do Cairo. Ao chegarem lá, eles encontram um misterioso volume intitulado Livro dos Mortos e inadvertidamente, trazem de volta à vida o sumo-sacerdote Imhotep (Arnold Vosloo), que foi condenado à mumificação e que nutriu, durante mais de três milênios, um desejo de vingança.

À época de sua exibição nos cinemas, o projeto atraiu críticas mistas por parte dos especialistas, mas transformou-se em um clássico cult com o passar dos anos, sendo redescoberto e apreciado por seu total despojamento criativo. Solidificando-se como um dos grandes sucessos financeiros de 1999 ao arrecadar quase US$420 milhões mundialmente, ‘A Múmia’ é o filme perfeito de aventura ao não se levar a sério e ao conseguir misturar de forma bastante balanceada incursões do terror, da comédia e da aventura em um mesmo lugar – pegando páginas emprestadas do atemporal filme da Universal Pictures e de produções como ‘Indiana Jones’.

Sommers encontra sucesso ao divertir-se do começo ao fim nessa empreitada. Ele já havia explorado os conceitos de ação e comédia com sua estreia diretorial, ‘Tudo ou Nada’, mas alcançou níveis estratosféricos ao nos levar ao encontro entre passado e presente em meio às escaldantes areias egípcias. É claro que, considerando o teor puramente recreativo da produção, inúmeras incongruências históricas e anacronismos crassos despontam constantemente (como, por exemplo, o retrato de pirâmides em Tebas ou a mitologia por trás do embalsamento de cadáveres) – mas a ideia não é posar como um documentário didático sobre civilizações antigas, e sim nos envolver em uma aprazível e jocosa jornada. Não é surpresa que Sommers regressaria para a cadeira de direção em ‘O Retorno da Múmia’ e o spin-off ‘O Escorpião Rei’.

O realizador faz um bom trabalho ao saber dosar os dramas interpessoais dos personagens, os claustrofóbicos corredores da tumba onde Imhotep foi enterrado, e a idílica paisagem do Egito – que, apoiando-se na fervorosa fotografia de Adrian Biddle, se afasta dos comodismos panfletários. Todavia, a cereja do bolo vem com o trabalho aplaudível do elenco, em especial de Fraser e de Weisz, que brilham quando sozinhos e explodem em uma química apaixonante que é mantida para o filme subsequente e que transforma essa inebriante epopeia em uma história de romance marcante e emocionante. Hannah insurge como o principal escape cômico como o fanfarrão Jonathan, que preza pelo dinheiro, mas que tem o coração no lugar certo; e Vosloo desfruta de uma presença enigmática que casa com perfeição com a personalidade vilanesca de Imhotep.

Não se pode cometer o erro de criticar aspectos sociais e culturais do filme, considerando que, à época, a discussão sobre Orientalismo e temas afins ainda não ocupava espaço significativo na sociedade – e, apesar dos claros estereótipos à comunidade árabe, é inegável comentar sobre o entretenimento que o projeto nos traz. Em contraposição, é notável como a construção de Evelyn foge dos preceitos das “donzelas em perigo” eternizados pelo cinema e a transforma em uma das heroínas seminais da virada de século, influenciando, indiretamente, diversas personagens similares que ganhariam espaço no show business; aliás, a própria arquitetura de Rick também serviu como destituição dos moldes intocáveis dos heróis masculinos, ganhando uma camada mais humana e vulnerável que seria repetida anos à frente.

#image_title

Mais de duas décadas e meia depois de chegar aos cinemas mundiais, ‘A Múmia’ permanece como um dos melhores filmes de aventura dos anos 1990 e, cada vez que é redescoberto ou revisitado, aumenta sua crescente legião de fãs – e, no final das contas, é sempre bom assistir a uma produção que não se leva a sério e que entrega exatamente o que promete aos espectadores.

Lembrando que o longa está disponível no Prime Video e no Telecine.

HBO revela cronograma de exibição da nova série de COMÉDIA de Rachel Sennott

HBO e a HBO Max revelaram o cronograma de lançamento dos episo´dios de ‘I Love LA’, nova série de comédia criada e protagonizada por Rachel Sennott.

A produção tem estreia marcada para o dia 2 de novembro e conta com oito episódios que serão exibidos em caráter semanal até o dia 21 de dezembro.

Confira:

Domingo, 2 de Novembro: Episódio 1
Domingo, 9 de Novembro: Episódio 2
Domingo, 16 de Novembro: Episódio 3
Domingo, 23 de Novembro: Episódio 4
Domingo, 30 de Novembro: Episódio 5
Domingo, 7 de Dezembro: Episódio 6
Domingo, 14 de Dezembro: Episódio 7
Domingo, 21 de Dezembro: Episódio 8 (Finale)

A trama é centrada em um grupo de amigos ambiciosos que navegam pelas atribulações da vida e do amor em Los Angeles.

Relembre o trailer:

A série é coestrelada por Jordan Firstman como Charlie, Josh Hutcherson como Dylan, Odessa A’zion como Tallulah e True Whitaker como Alani.

Leighton Meester, Moses Ingram, Lauren Holt, Elijah Wood, Quenlin Blackwell, Josh Brener, Tim Baltz, Froy Gutierrez e Colin Woodell completam o elenco.

Sennott, Lorene ScafariaBill BenzKevin Bray integram o time de diretores.

Internautas DETONAM novo clipe promocional de ‘MICHAEL’: “Medíocre” e “artificial”

A cinebiografia ‘MICHAEL’, que traz Jaafar Jackson como o lendário rei do pop Michael Jackson, ganhou um novo clipe oficial que coloca o icônico astro da música em uma de suas performances mais conhecidas do hit “Billie Jean”. Porém, o vídeo parece não ter agradado ao público.

Nas redes sociais, os internautas detonaram o excerto, tecendo comentários negativos sobre a montagem, a direção e até mesmo a fotografia.

Confira o material e os comentários abaixo:

“Isso é lixo. Igualzinho a ‘Bohemian Rhapsody’, àquela cinebiografia horrível do Elton John, e também ao filme do Elvis Presley. Por que as pessoas insistem em fazer filmes insossos sobre músicos, que são apenas refilmagens cena por cena de performances clássicas? Será que quem gosta dessas coisas é mesmo tão burro?”.

“A edição está péssima. Precisam adiar o filme por um ano e voltar para o estúdio. As tomadas de câmera e as atuações são ótimas, mas todos os aspectos da edição são um lixo. Demitam o editor, sem dúvida”.

“Eu estava realmente muito ansiosa por isso, mas vi ao vivo na televisão e essa versão tem uma qualidade péssima de reality show. Não tem energia nenhuma e os cortes constantes para a plateia fazem parecer um comercial da Pepsi dos anos 80, que vergonha alheia”.

“Há algo de medíocre na fotografia para um filme desta escala”.

“Um erro crasso tentar recriar um momento de puro gênio que jamais poderá ser replicado. Os truques de câmera e os cortes para reações ‘atônitas’ da plateia não convencem e só aumentam a artificialidade”.

“Por que diabos você está me mostrando a reação de uma criança dizendo ‘uhh’ e vinte cenas diferentes de pessoas aleatórias aplaudindo no momento mais épico da parte do Motown 25? É o Michael Jackson, você não precisa me convencer disso”.

Lembrando que a pré-venda de ingressos para o filme já está aberta. O público poderá conferir o longa em sessões antecipadas nos cinemas a partir das 20h, de 21 de abril. A estreia oficial acontece em 23 de abril.

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia Long, Miles Teller, Laura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como ‘This Is It’.

‘Fargo’: Confira o elenco completo da 4ª temporada

Estrelada por Chris Rock, a 4ª temporada de ‘Fargo’ teve seu elenco completo revelado, incluindo 12 doze novos rostos, como Ben Whishaw e Jessie Buckley, de acordo com o TV Line.

Além de Wishaw e Buckley, o elenco completo será formado por Jack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri Crutchfield e Amber Midthunder.

Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos grupos.

As gravações da 4ª temporada de ‘Fargo’ estão agendadas para setembro de setembro deste ano e a previsão de lançamento é somente para 2020.

‘Killers of the Flower Moon’: Novo filme de Martin Scorsese com Leonardo DiCaprio pode ser lançado em streaming

De acordo com o Wall Street Journal, o diretor Martin Scorsese entrou em contato com a Netflix e com a Apple TV+ para conversar sobre a produção de seu mais novo filme, intitulado ‘Killers of the Flower Moon‘.

Anteriormente, o longa estava sendo desenvolvido unicamente pela Paramount Pictures, e o início das filmagens estava marcado para março deste ano.

No entanto, o estúdio interrompeu o projeto mesmo antes do surto de Coronavírus por conta do alto custo da produção, avaliada em US$ 200 milhões.

O mesmo aconteceu em 2018 com ‘O irlandês‘, pois a Paramount decidiu abrir mão dos direitos de distribuição porque não podia arcar com os custos milionários para rejuvenescer o elenco através de efeitos visuais.

Pelo visto, Scorsese quer realizar uma obra-prima e não está disposto a gastar menos que o valor mencionado, por isso as plataformas de streaming entraram no radar do cineasta.

Ainda assim, a Paramount continua anexada à produção, mas os custos serão divididos entre o estúdio e a plataforma de streaming escolhida para assumir a distribuição.

Dessa forma, o longa pode ser lançado nos cinemas e ir direto para o streaming no intervalo de um mês, como foi feito com ‘O irlandês‘.

Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados, e ainda não há previsão para o retorno da produção até que um acordo seja elaborado.

Lembrando que Robert De NiroLeonardo DiCaprio foram confirmados como protagonista do longa-metragem. Ambos trabalharam juntos em ‘As Filhas de Marvin’, de 1993.

Rodrigo Prieto, frequente colaborador de Scorsese, será o diretor de fotografia. 

Baseado no romance homônimo de David Grann e roteirizado pelo premiado Eric Roth, ‘Killers of the Flower Moon‘ acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração.

Jared Leto quer continuar interpretando o Coringa após o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça’

Recentemente, foi confirmada a presença do Coringa de Jared Leto no Snyder Cut de ‘Liga de Justiça‘, o que pegou muitos fãs de surpresa.

E parece que Jared Leto está disposto a lutar para continuar interpretando o Palhaço do crime em outros filmes do DCEU.

Durante uma entrevista para a Variety, o astro foi questionado se gostaria de manter o papel e sua reposta bois bastante animadora:

“Sério? É difícil dizer não a esse personagem. Para mim, o Coringa é como Albert Sparma [personagem de Leto no vindouro suspense ‘Os Pequenos Vestígios‘]. Existem poucos personagens que você interpreta e não exigem absolutamente nenhuma regra, sabe? O Coringa é aquele personagem que te permite uma liberdade artística, é muito divertido porque ele tem uma energia bem louca. Eu adoraria explorar mais disso no futuro.”

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a participação do vilão no Snyder Cut, mas tudo indica que suas cenas podem ter ligação com a morte de Dick Grayson, o Robin.

Desde a estreia de ‘Batman vs Superman‘, os fãs aguardam por respostas sobre a morte do menino prodígio, já que o uniforme pichado de Grayson sugere que o Coringa o assassinou.

No entanto, o público ficou sem saber o que aconteceu após o fracasso de ‘Liga da Justiça‘, o que interrompeu os planos de Zack Snyder em expandir o DCEU.

Dessa forma, a presença de Leto no Snyder Cut pode se referir ao momento em que ele tirou a vida de Robin, e esta seria a possibilidade mais conclusiva para o retorno do vilão, pois ele não se encaixaria de outra forma na trama da adaptação.

Além disso, um fã já havia perguntado a Snyder se ele iria esclarecer a morte do Robin em algum de seus filmes, e o diretor confirmou que daria uma dica no Snyder Cut de ‘Liga da Justiça’.

Confira:

Zack Snyder, você tem planos de aprofundar a morte de Dick [Grayson] em seus futuros filmes? Talvez em ‘Liga da Justiça‘?”, perguntou o fã.

Ao que ele respondeu:

“Darei uma dica em ‘Liga da Justiça‘.”

Originalmente, o Coringa apareceu ‘Esquadrão Suicida‘ (2016) e foi bombardeado com críticas e piadas por conta da péssima caracterização e da atuação caricata e sem brilho de Leto.

Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.

Confira o trailer e as imagens promocionais:

‘Venom 2 – Tempo de Carnificina’: Divulgadas QUATRO cenas inéditas da sequência; Assista!

Um canal do YouTube divulgou quatro cenas inéditas de ‘Venom 2 – Tempo de Carnificina‘, que estreia em 07 de outubro nos cinemas nacionais.

Uma delas mostra Eddie Brock (Tom Hardy) discutindo com o e eles até chegam a brigar, em seguida vemos Brock confrontando o detetive Patrick Mulligan (Stephen Graham), que nos quadrinhos acaba se tornando o simbionte Toxina.

Outra cena revela uma conversa entre Brock e Cletus Kasady (Woody Harrelson) antes da execução do serial killer… Pelo visto, Brock pode ter desempenhado um papel em colocar o vilão no corredor da morte.

Por fim, conhecemos um pouco mais sobre Shriek (Naomie Harris), que prova ser assustadora o bastante para estar na sequência.

Confira:

Assista ao trailer:

 

 

‘Lightyear’: Chris Evans revela quais personagens de ‘Toy Story’ deveriam ganhar filmes derivados

A aguardada animação ‘Lightyear’ é a primeira produção derivada de ‘Toy Story‘ e gira em torno do patrulheiro espacial que deu origem ao famoso brinquedo do filme da Pixar em 1995.

Considerando que os outros brinquedos apresentados em ‘Toy Story‘ também fazem um enorme sucesso entre as crianças do filme, eles também podem ganhar spin-offs?

Durante uma entrevista para a Variety, Chris Evans, que dubla Buzz no novo filme, foi questionado sobre quais personagens deveriam estrelar seus próprios filmes.

Em resposta, ele foi direto ao dizer:

“Olha, eu sou um grande fã de Woody, então talvez ele seja o próximo.”

Confira:

Como os fãs se lembram, as origens de Woody já foram exploradas em ‘Toy Story 2’, com o clássico show infantil ‘Woody’s Roundup‘ se tornando um ponto focal da trama e introduzindo outros novos brinquedos na sequência.

Mesmo assim, a Pixar tem a capacidade de criar alguma trama anterior a essa abordagem. O que você acha da ideia?

Em ‘Toy Story‘, Woody é dublado por Tom Hanks, mas quem você acha que poderia dar voz à versão humana do adorado vaqueiro?

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Lightyear‘ estreia em 16 de Junho de 2022.

Assista ao novo trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lightyear‘ é uma aventura que apresenta a história definitiva da origem do herói que inspirou o brinquedo, o Buzz Lightyear, apresentando o lendário Patrulheiro Espacial que conquistou fãs de todas as gerações.

Além de Chris Evans no papel titular, a produção também conta com Keke PalmerDale SoulesTaika WaititiUzo AdubaJames BrolinMary McDonald-LewisEfren RamirezIsiah Whitlock Jr.. Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

‘X-Men’: Hugh Jackman revela que danificou sua voz interpretando o Wolverine

Hugh Jackman já provou que sabe cantar muito bem quando entoou algumas canções em ‘Os Miseráveis‘ (2012) e ‘O Rei do Show‘ (2017).

No entanto, a voz do astro é mais reconhecida pelos gritos e rosnados do Wolverine, papel que desempenhou entre ‘X-Men‘ (2000) e ‘Logan‘ (2017).

Agora que Jackman está se preparando para reprisar o papel em ‘Deadpool 3‘, ele confessou à BBC que danificou suas cordas vocais depois de interpretar o herói por tantos anos.

“Eu causei alguns danos à minha voz interpretando o Wolverine. Meu falsete não é tão agudo quanto costumava ser e isso eu atribuí diretamente a alguns rosnados e gritos… Meu professor de canto na escola de teatro teria ficado horrorizado com algumas das coisas que fiz como Wolverine.”

Ele acrescentou:

“Aprendemos uma técnica na escola de como gritar e como gritar sem estragar sua voz. No entanto, durante meu tempo como Wolverine, eu gritei com vontade e acabei forçando a garganta várias vezes, e acho que foi isso que prejudicou a minha voz. Estou trabalhando nisso. Eu trabalho com um professor de canto e tento não me agredir mais. Eu me esforço muito tanto no movimento físico quanto na minha preparação vocal para cada papel.”

Lembrando que o astro já iniciou seu treinamento para voltar a viver o mutante.

No fim do ano passado, Hugh Jackman prometeu que estará mais musculoso do que nunca quando reprisar seu papel como Wolverine em ‘Deadpool 3‘.

Atualmente com 54 anos de idade, o astro brincou ao dizer que está competindo com o protagonista Ryan Reynolds (46) para ver quem estará com a melhor forma física.

Em seu perfil do Twitter, Jackman revelou que já começou a se preparar fisicamente e provou que está levando a competição a sério.

Na publicação, ele compartilhou uma imagem fazendo exercícios, marcou o perfil de Reynolds e escreveu:

“Ele só tem 46 anos. Eu sou mais velho. Mas não é uma competição. @VancityReynolds.” 

Confira:

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre como será o retorno do Wolverine, mas rumores apontaram que Deadpool iria viajar através do tempo e do espaço para revisitar alguns filmes de heróis da Fox, como ‘X-Men’ e ‘Quarteto Fantástico‘.

Anteriormente, Jackman deixou escapar uma pista sobre a teoria enquanto conversava com o membros do The Jass Cagle Show. Questionado sobre o que o motivou a reprisar o papel, o astro disse:

“É tudo por causa desse dispositivo que eles têm no mundo Marvel de mover as linhas do tempo, agora podemos voltar porque, você sabe, é ciência, então não tenho que mexer com a linha do tempo de ‘Logan‘, que era importante para mim. E Acho que provavelmente para os fãs também.”

Considerando a declaração de Jackman, é possível que ‘Deadpool 3′ realmente seja uma aventura através do Multiverso da Fox.

Jackman interpretou Wolverine pela primeira vez em ‘X-Men‘, retornando para ‘X-Men 2‘ (2003), ‘X-Men: O Confronto Final‘ (2006), ‘X-Men: Primeira Classe‘ (2011), ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ (2014) e ‘X-Men: Apocalipse‘ (2016).

Além de ‘Logan‘, ele também interpretou o personagem em mais dois filmes solo: ‘X-Men Origens: Wolverine‘ (2009), ‘Wolverine – Imortal‘.

Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’), a partir do roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

Angelina Jolie diz que “Hollywood não é um lugar saudável e não seria atriz se pudesse voltar no tempo”

Famosa por diversos filmes marcantes, como ‘Sr & Sra Smith’, ‘Lara: Croft: Tomb Raider’ e ‘Malévola’, Angelina Jolie continua sendo um pilar do mundo da cultura pop.

Além de atuar, a estrela também é diretora e produtora, mas ela tem uma visão bastante negativa da indústria cinematográfica de Hollywood.

Em entrevista para o The Wall Street Journal, Jolie disse que pretende se mudar de Los Angeles para sua casa no Camboja, em parte por causa da maneira inautêntica como ela acredita que a indústria evoluiu nos últimos anos.

“Eu não seria atriz hoje se eu pudesse voltar no tempo. Quando eu estava começando, não havia tanta expectativa de ser uma pessoa tão pública, de compartilhar tanto da sua vida pessoal… Como cresci em Hollywood, nunca fiquei muito impressionada com isso. Nunca achei que fosse algo importante.”

Ela continuou:

“Esse excesso midiático é parte do que aconteceu depois do meu divórcio. Perdi a capacidade de viver e viajar livremente. Vou me mudar quando puder. Cresci em um lugar bastante raso. De todos os lugares do mundo, Hollywood não é um lugar saudável. Então você busca autenticidade depois de experimentar essa vida fake.”

Jolie também confirmou ao portal que vai retornar para o terceiro filme da franquia ‘Malévola‘.

Jaume Collet-Serra, de ‘A Órfã‘ e ‘Adão Negro‘, está em negociações para dirigir.

‘Malévola: Dona do Mal’ estreou marcando o retorno de Angelina Jolie após um longo período ausente das telonas, mas arrecadou quase a metade do primeiro filme. Enquanto o original fez US$ 758 milhões mundialmente, a sequência encerrou sua jornada nos cinemas com US$ 491 milhões.

Recentemente, Elle Fanning revelou que ela e Angelina Jolie já discutiram o que poderia acontecer em um possível terceiro filme. Isso é algo que elas sonhavam durante os intervalos nas filmagens de ‘Malévola 2‘.

“Angelina e eu inventamos um terceiro filme inteiro. Não foi aprovado pela Disney ainda. A gente imaginava como seria a vida de Aurora com o [príncipe Philip] do lado, agora que ela conseguiu reunir todos os reinos”, afirmou em entrevista ao Metro. 

Você gostaria de assistir ‘Malévola 3‘?

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2511932655504769?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

Lanterna Verde | Filme ‘Problemático’ da DC Completa 10 Anos em 2021

Primeira tentativa de adaptar o Cavaleiro Esmeralda foi um exemplo de fiasco no gênero de filmes de quadrinhos

Apesar da distância imediatamente sugerida, o ano de 2011 não era tão diferente do que se tem hoje em termos de entretenimento. De fato, à época ainda não havia se iniciado a guerra dos serviços de streaming com as ofertas em excesso desses produtos e suas produções originais cada vez mais requintadas. No entanto, a configuração do mercado cinematográfico hollywoodiano não era tão diferente do que é atualmente.

Naquele ano a palavra de ordem já era adaptar ao máximo histórias em quadrinho, muito disso motivado pelo sucesso da Marvel Studios (que até aquele momento já tinha dois filmes do Homem de Ferro, estreava o do Capitão América e o do Thor e estava em vias de lançar o primeiro Vingadores). A única outra empresa que, a princípio, tinha material o suficiente para competir com a Marvel em popularidade a curto prazo era a DC Comics.

Esta, por sua vez, vivia em uma outra realidade de mercado. Enquanto a competição estabelecia um modelo comercialmente rentável de universo compartilhado, a DC se concentrava em produzir o terceiro capítulo da trilogia Cavaleiro das Trevas do Christopher Nolan que era uma outra proposta de filme, mais tradicional e fechada em seu próprio universo sem maiores ligações com outros personagens.

A Warner estava focada demais na trilogia do Batman mas via potencial em algo do Lanterna Verde

É claro que a Warner Bros, que é a detentora dos direitos sobre as propriedades da DC Comics, acompanhava de perto a situação do mercado e já havia o planejamento de lançar seu universo compartilhado. Um roteiro para uma adaptação do Lanterna Verde já rondava os corredores da Warner há um bom tempo, mais ou menos desde 1997 quando o estúdio abordou Kevin Smith (que nesse mesmo período estava envolvido no projeto natimorto de Tim Burton para o Superman) para dirigir o possível longa sobre o herói esmeralda.

Smith, no entanto, recusou a oferta por acreditar que haviam diretores mais competentes para dar seguimento à ideia. Poucos anos mais tarde, Zack Snyder recebeu o mesmo convite mas foi outro que recusou pois já estava comprometido com a produção de Watchmen. Outros nomes seriam especulados para a cadeira de diretor (de David S. Goyer até Quentin Tarantino) mas sem sucesso.

Eventualmente o estúdio acabou partindo para uma escolha que, se não era a mais glamorosa ou impactante, era em teoria a mais estável. Martin Campbell era um nome conhecido por seus trabalhos em grandes franquias; mais notavelmente com os filmes do 007 (Goldeneye em 1995 e o renascimento da série em 2006 com Cassino Royale) e com os dois filmes do Zorro estrelados por Antonio Banderas.

Martin Campbell realizou alguns dos melhores filmes do 007 de todos os tempos

Apesar de nunca ter se autoproclamado como um fã ardoroso do personagem em si, Campbell tinha a confiança do estúdio de que o projeto se desenvolveria bem e, pessoalmente, conforme ele expôs em uma entrevista para Steve Weintraub no Collider, ele achava que “o universo envolvendo a tropa dos Lanternas Verdes era rico o suficiente”.

O roteiro foi outro elemento bem controverso; por um bom tempo o projeto esteve associado ao rascunho feito por Corey Reynolds visando uma trilogia focada no Lanterna Verde John Stewart. Hal Jordan, portanto, seria um personagem que seria introduzido apenas mais tarde. Esse roteiro, intitulado Green Lantern: Birth of a Hero, foi retrabalhado do zero pela equipe de novos escritores contratados: Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Michael Green.

Para o papel principal houve uma disputa entre Bradley Cooper, Ryan Reynolds e Jared Leto sendo que o favorito do diretor era Cooper, mas o estúdio decidiu optar por Reynolds por ser a escolha mais econômica. Como consequência a relação entre o astro e o cineasta se deteriorou rapidamente durante a produção, com Campbell obrigando o ator a repetir a mesma cena diversas vezes, além de criticar sua atuação em diversos momentos.

“Lanterna Verde” é o tipo de projeto que os envolvidos não querem lembrar que fizeram parte

O filme teve um orçamento de US$ 200 milhões e globalmente arrecadou nas bilheterias cerca de US$ 219 milhões, o que foi considerado um fracasso monumental (pois a diferença entre o custo e a receita do filme foi bastante tênue). A atuação de Reynolds, a direção de Campbell e o uso exagerado de CGI, muitos deles envelhecidos muito mal e muito rapidamente, foram apontados com unanimidade pela crítica como elementos que enterraram a produção.

O fracasso de Lanterna Verde também adiou o início de um universo compartilhado da DC Comics até 2013, quando estreou Homem de Aço. De forma inusitada, no entanto, Lanterna Verde se tornou um dos filmes mais assistidos em streaming nos EUA no início da pandemia no ano passado. Não sabemos o que dizer, só sentir. Atualmente o personagem permanece em suspensão, com a alta possibilidade no horizonte de uma série a ser produzida pela HBO Max focada na Tropa dos Lanternas Verdes.

E você, acha que o filme merece uma segunda chance?

 

Presidente Lula e o astro Mark Ruffalo trocam mensagens no Twitter para SALVAR a Amazônia

Mark Ruffalo, ator conhecido por interpretar o Hulk no Universo Cinematográfico da Marvel e por seu ativismo ambiental, dirigiu um questionamento ao presidente Lula (PT) em uma publicação recente no Twitter, abordando medidas de proteção para a Amazônia.

Na postagem, Ruffalo elogiou o político brasileiro como um “herói”, porém levantou preocupações em relação aos compromissos estabelecidos na Declaração de Belém, que não incluíam metas concretas de preservação da floresta amazônica, cuja maior parte está dentro do território brasileiro.

Em resposta à mensagem de Ruffalo, o presidente Lula esclareceu que o protocolo estabelecido durante a semana da Cúpula da Amazônia representou “um passo adiante”, mesmo que não tenha fixado metas explícitas para o fim do desmatamento e da exploração de petróleo na região.

Lula também ressaltou que, no primeiro semestre, houve um combate de pelo menos 33% do desmatamento na Amazônia, destacou os esforços para proteger as comunidades indígenas e sublinhou a importância das alianças para a preservação da floresta.

O presidente brasileiro convidou Mark Ruffalo a visitar a Amazônia, oferecendo a oportunidade de conhecer de perto os esforços em curso para a conservação do bioma.

Emma Roberts fala sobre beijo em Kim Kardashian em ‘American Horror Story’

A atriz Emma Roberts (‘Madame Teia’) compartilhou sua experiência de beijar Kim Kardashian durante a nova temporada de ‘American Horror Story’, intitulada ‘Delicate’.

Durante uma entrevista no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Roberts explicou como foi filmar o icônico momento mostrado no trailer da série: “Assistindo, parecia tão intenso. Mas na verdade, estávamos rindo porque nos beijamos e tivemos que cortar. Kim olhou para mim e começou a rir, e eu estava com o gloss dela espalhado por todo o meu rosto. Tivemos que fazer uma grande limpeza a cada tomada em que nos beijamos”.

Vale lembrar que os novos episódios da segunda metade da 12ª temporada estreiam às sextas no Star Plus.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, a atriz Anna Victoria Alcott está desesperada para ter uma família. Mas enquanto ela tenta equilibrar sua vida cada vez mais pública com uma cansativa jornada de fertilização in vitro, ela começa a suspeitar que está sendo seguida.

Emma Roberts, Kim KardashianCara Delevingne estrelam o novo ciclo.

“Anna começa a suspeitar que alguma coisa está tentando impedi-la de ter um bebê. Poderia ser o usuário anônimo no Tumblr com seus comentários maldosos? Poderia ser a mulher estranha que tirou uma foto dela quando entrou no consultório médico? Poderia ser o estranho que invadiu sua casa e deitou na cama ao seu lado enquanto dormia? Ela não tem certeza de nada hoje em dia.”

“Anna encontra apoio em sua amiga Siobhan, uma outra atriz muito mais conhecida do que ela, mas seu próprio marido não acredita nela. Então, seu pior pesadelo se torna realidade: seu médico a informa que ela sofreu um aborto… Mas ela ainda consegue sentir o bebê dentro dela. Ela ainda consegue sentir os efeitos físicos em seu corpo. Enquanto os sintomas da gravidez se tornam cada vez mais severos e aterrorizantes, Anna sente que está sendo perseguida, e ninguém a leva a sério quando ela insiste que há algo terrivelmente errado.”

Halley Feiffer é responsável pelo roteiro.

‘Queer’: Daniel Craig afirma que nunca protagonizaria um filme LGBT enquanto era James Bond

Daniel Craig, conhecido por seu icônico papel como James Bond na franquia ‘007’, revelou recentemente que nunca teria protagonizado um filme LGBT como ‘Queer’ durante sua época interpretando o agente secreto.

Segundo a Variety, Craig declarou: “Eu não poderia ter feito isso enquanto fazia Bond. Isso pareceria reacionário, como se eu estivesse tentando mostrar minha versatilidade”.

Ele continuou, “No começo de Bond, pensei que precisava fazer outros trabalhos, mas não era necessário. Eu estava me tornando uma estrela, seja lá o que isso signifique, e as pessoas queriam me ver em seus filmes. Incrível. A maioria dos atores fica desempregada por longos períodos, então você acaba aceitando as ofertas de trabalho — mas elas me deixavam vazio. No fim, eu fui pago. Eu ficava tão exausto após um filme de Bond que demorava seis meses para me recuperar emocionalmente. Sempre tive a atitude de que a vida deve vir em primeiro lugar e, quando o trabalho ficou em primeiro lugar por um tempo, isso me desgastou”.

Por fim, ele explicou que interpretar um personagem LGBTQ poderia levantar discussões sobre a “masculinidade” de Bond, algo que o ator não queria.

“Simplesmente não é uma conversa que eu queria ter. Já enfrentei isso durante toda a minha jornada com Bond”, explicou. “Será que poderia existir esse Bond? Aquele Bond? Então, qualquer coisa que inflamasse essa conversa? Não — a vida é curta demais.”

‘Queer’ estreia nos cinemas nacionais no 12 de dezembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é baseado no romance semiautobiográfico de William S. Burroughs, lançado originalmente em 1985.

“Ambientado na Cidade do México dos anos 1950, Queer segue William Lee, um expatriado americano na casa dos quarenta e poucos anos, que leva uma vida solitária em meio a uma pequena comunidade americana. No entanto, a chegada à cidade de Eugene Allerton, um jovem estudante, faz com que William finalmente estabeleça uma conexão significativa com alguém.”

O elenco ainda conta com Drew Starkey, Omar Apollo, Lesley Manville, Jason Schwartzman, Andra Ursuta, Michael Borremans e David Lowery.

Poster de filme com escorpião dourado.