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‘Chemical Hearts’: Romance com estrela de ‘Riverdale’ estreia no Amazon Prime em Agosto

O Amazon Prime agendou a data de estreia do romance original ‘Chemical Hearts‘ para o dia 21 de agosto.

A produção é estrelada por Lili Reinhart (‘Riverdale’) e Austin Abrams (‘Euphoria’).

Assista ao trailer legendado:

Dirigido por Richard Tanne, o longa é baseado no livro ‘Our Chemical Hearts‘, escrito por Krystal Sutherland.

Henry Page, de 17 anos, nunca esteve apaixonado. Ele se imagina um romântico, mas o tipo de amor pelo qual ele está esperando ainda não aconteceu. Em vez disso, ele tem sido feliz em concentrar toda a sua atenção em finalmente se tornar o editor de jornal do ensino médio. Então, no primeiro dia do último ano, ele conhece Grace Town, e sabe que tudo está prestes a mudar.

Amazon Prime explica por não adicionou ‘O Escândalo’ no catálogo e divulga nova data

O aclamado drama indicado ao Oscar, intitulado ‘O Escândalo‘, foi anunciado como uma das principais estreias de Julho da Amazon Prime Video.

A produção seria lançada no dia 23, mas a plataforma de streaming não adicionou o título conforme prometido.

Em nota oficial enviada ao CinePOP, o Amazon Prime explicou o motivo do filme não ter entrado para o catálogo, e reagendou a estreia para o dia 25 de Agosto:

O Amazon Prime Video informa que, infelizmente, por problemas técnicos, o filme O Escândalo não entrou no serviço de streaming na data prevista. O filme estará disponível para os assinantes a partir de 25 de agosto.

Vários usuários foi ao Twitter reclamar que o filme ainda não foi adicionado.

Confira:

A trama traz um olhar revelador dentro do mais poderoso e controverso império de mídia norte-americano, com a história pulsante das mulheres que afrontaram o infame homem à frente deste império, ao o acusarem de assédio sexual. 

Dirigido por Jay Roach, o longa é baseado no escândalo norte-americano Bombshell, deflagrado em 2016.

O elenco conta com Margot Robbie, Charlize Theron, Nicole Kidman, Kate McKinnon, Allison Janney e John Lithgow.

Pânico 3 faz 20 anos | Conheça todos os detalhes da problemática produção

Pânico (1996), de Wes Craven, é um filme importante para o cinema de terror, pois serviu para revitalizar os subgêneros do slasher e thriller adolescente – que se encontravam sem força nos anos 1990.  A solução do roteiro proposto por Kevin Williamson (grande nome do gênero na época) foi o uso do humor e da metalinguagem. Os personagens estavam por dentro da piada e faziam o público rir com eles, não deles, além de homenagear através de inúmeras referências outras obras do tipo. Os personagens não apenas pertenciam a um filme de terror, mas também sabiam tudo sobre eles – assim como todo adolescente aficionado.

Com aclamação de crítica e público, em um ano os realizadores confeccionaram Pânico 2 (1997) – que, com todos os envolvidos de volta (incluindo atores, diretor e roteirista), seguia mantendo a qualidade e evoluindo o jogo. Resultado: um novo sucesso. Na hora do encerramento da trilogia, no entanto, a coisa se complicou e Pânico 3 sofreu um embargo de três anos até atingir as telonas mundiais – o fazendo perder completamente seu momento. Afinal, em 2000, a febre de tais filmes já estava novamente por um fio.

Pânico 3, considerado o mais fraco e problemático de todos os filmes da franquia (incluindo o tardio Pânico 4, lançado em 2011), completa 20 anos em 2020 – pois é, já está se sentindo velho? E como forma de celebrar este aniversário, o CinePOP resolveu dar uma olhada em algumas curiosidades de bastidores do filme. Vem com a gente relembrar o terceiro capítulo da famosa e bem sucedida franquia de terror.

Pânico 3, lançado exatamente dois anos e um mês após Pânico 2, fez sua pré-estreia mundial na Califórnia, no dia 3 de fevereiro de 2000, completando assim 20 anos de lançamento. O filme estreou oficialmente nos EUA no dia seguinte, 4 de fevereiro, e no Brasil estreava no dia 7 de julho do mesmo ano.

Com o orçamento de US$40 milhões, o terceiro episódio era então o mais caro da trilogia, afinal Pânico era uma franquia extremamente lucrativa que só crescia. O quarto filme receberia o mesmo orçamento, onze anos depois. Em matéria de retorno financeiro, porém, dos três primeiros filmes, o terceiro foi o menos rentável – como dito o timing havia passado e os produtores perderam a janela. Caso fosse lançado logo em seguida, em 1998, poderia ter, além de engatado novos episódios, arrecadado mais nas bilheterias. De qualquer forma, com mais de US$161 milhões mundiais, Pânico 3 não fez feio.

Dois grandes impasses embarreiravam a produção de Pânico 3. O primeiro era a falta de vontade da atriz Neve Campbell, que interpretou a protagonista Sidney em todos os filmes da franquia, em retornar para este terceiro capítulo. Campbell, uma atriz de TV, viu sua popularidade deslanchar e estava em busca de novos desafios na carreira, não desejando ficar presa ao mesmo papel para sempre. Ela estrelou filmes como Jovens Bruxas (1996), Garotas Selvagens (1998) e Studio 54 (1998) na época. Do outro lado, o diretor da franquia declarava que sem a atriz não teria Pânico 3. Após um longo embargo, Neve Campbell retornava, mas com o contrato estipulando apenas vinte dias para as gravações – resultando no filme onde Sidney tem menos tempo em cena.

O outro impasse mencionado foi a saída da mente por trás da franquia, o roteirista sensação Kevin Williamson. O escritor viveu seu auge no período e parecia ter a mão em todas as produções do gênero na época, além de sua própria série Dawson’s Creek. A história oficial é que Williamson estava com a agenda lotada, mas será que ele recusaria um texto da franquia que o colocou no mapa? Alguns relatos afirmam que Williamson chegou a escrever um tratamento para a história do que deveria ser o terceiro filme – uma espécie de planta para o projeto. Estas ideias teriam sido totalmente descartadas pelo roteirista oficial contratado, Ehren Kruger (O Chamado, Dumbo e o vindouro Top Gun: Maverick), talvez por puro ego.

O roteiro original para esta terceira parte traria de volta o personagem Stu (Matthew Lillard), um dos psicopatas do primeiro filme, que teria sobrevivido aos graves ferimentos no final do longa. Preso, o lunático comandaria da cadeia os novos assassinos, que promoveriam outra matança em um colégio. Possivelmente no mesmo roteiro, Sidney descobriria uma casa onde um aparente massacre teria ocorrido, com diversos jovens mortos. A reviravolta viria com os jovens se mostrando na verdade vivos e sendo os responsáveis pelos crimes, todos fãs obcecados da franquia Stab. A ideia foi abandonada  devido ao massacre real de alunos na escola de Columbine, no Colorado. Assim, a trama foi transferida para Hollywood, sem personagens adolescentes, focada nos bastidores do cinema.

Apesar de suas inconsistências e furos no roteiro, Pânico 3 até funciona como sátira do mundo da sétima arte e de Hollywood, fazendo dele o diferente da franquia. O filme inclusive poderia pertencer a uma lista de longas sobre insight de fazer cinema. Pânico 3 também eleva o conceito metalinguístico, apresentado no segundo episódio, e se concentra na produção de Stab 3 (o filme dento do filme). Assim, os personagens coadjuvantes aqui são atores, diretores e produtores, todos envolvidos na confecção do terror. E todos vivendo na vida real um filme de terror igualmente. Pelo aumento da sátira, este é o mais cômico da trilogia e o que possui menos gore – elemento pelo qual o diretor Craven constantemente batia e o pé – os produtores queriam um filme ainda mais “domado”.

Em matéria de participações especiais, temos, por exemplo, as aparições de Jay e Silent Bob, personagens dos filmes de Kevin Smith, e Carrie Fisher na pele de uma secretária brincando sobre o fato de não ter sido a Princesa Leia no cinema por ter se recusado a dormir com George Lucas. O próprio Wes Craven chegou a ser cogitado para o papel de John Milton, o mega produtor com um passado negro, que terminou nas mãos do veterano Lance Henriksen.

Nesta época já existia o pavor de spoilers por parte dos cineastas, que queriam manter segredo sobra suas reviravoltas. Por isso, Craven filmou três finais diferentes e não exibiu o longa para jornalistas. Os próprios atores só viram o produto final na pré-estreia. Outra cena de abertura havia sido escrita também, mas não chegou a ser filmada. Nesta introdução bad, Sidney atira diversas vezes num sujeito vestido de Ghostface que a ataca dentro de sua casa, somente para descobrir que se tratava de um fã dos filmes Stab aplicando uma pegadinha nela.

Um dos elementos mais problemáticos do roteiro, que soa como verdadeiro coelho tirado da cartola (em inglês o termo jump the shark seria o usado aqui, que significa uma reviravolta non sense e desesperada), é a revelação do assassino e sua verdadeira identidade. Roman Bridger (Scott Foley, em sua estreia no cinema), o diretor de Stab 3, é o assassino. Até aí tudo bem, já que alguém precisava ser o culpado. Sua motivação, no entanto, é o verdadeiro momento jump the shark do filme. Ele é na verdade, vejam isto, o irmão perdido de Sidney, que ela nunca soube que existia. Reviravoltas estapafúrdias como esta são dignas das mais exageradas novelas mexicanas, porque conhecemos bem o(a) protagonista ao longo de outros filmes para saber que nada indicava isso. Quando aplicado em um personagem coadjuvante se torna mais passível. Revelações assim geralmente vêm acompanhadas de “eu estava por perto observando este tempo todo”, ou em caso de vilões, “eu estava por trás de tudo”, sem deixar qualquer rastro de sua existência até então. Soa sempre como sinônimo de roteiro preguiçoso. E o pior é quando tal elemento é utilizado em grandes produções, como o caso de 007 contra Spectre (2015) e o vindouro Velozes e Furiosos 9 (2020). O irmão perdido é um dos artifícios mais deploráveis de roteiros.

Outro item que vem incomodando os fãs da franquia desde o lançamento do terceiro filme é a teoria do segundo assassino. Oficialmente, Pânico 3 é o único filme da série que não tem dois assassinos por trás dos crimes, mas apenas um: Roman Bridger. O que é notável durante toda a projeção é o comportamento pra lá de estranho de uma das personagens: Angelina (Emily Mortimer), a atriz que interpreta Sidney em Stab 3. Na cena em que a mansão explode matando um dos atores, Angelina aparece de forma suspeita, ao que alguns personagens, como Dewey (David Arquette), a questionam, a olham de forma incriminadora e a trilha sonora ajuda a desconfiarmos da moça. Em um outro momento de tensão, Sidney a flagra pronta para vestir a roupa de Ghostface e atacá-la, mas ela de pronto inventa uma desculpa esfarrapada.

Estas pistas deixadas ao longo do filme servem para confundir o público, mostrando obviedade quanto a culpa de um personagem, para desviar nossa atenção nos fazendo acreditar que não pode ser ele(a). Assim, finalmente revelando sua autoria ou cumplicidade dos crimes. Algo como foi feito no primeiro Pânico com Billy Loomis (Skeet Ulrich), o personagem mais óbvio, que terminou realmente se mostrando o culpado – mas ele não estava sozinho. A “morte” de Angelina também é suspeita, e ocorre quase off-screen, meio de relance, vista de cima por outro personagem, com todos os indícios de ser algo orquestrado falsamente. Em uma das cenas na mansão, podemos ver Ghostface atacando Tyson (Deon Richmond) e, segundos depois, dentro de uma passagem secreta, perseguindo e matando Jennifer (Parker Posey – que rouba a cena como a atriz que interpreta Gale Weathers). Este é outro momento que deixa claro a existência de duas pessoas utilizando a fantasia do assassino.

Estas suspeitas não são por acaso. O próprio diretor Wes Craven confirmou em comentários que originalmente Angelina era uma das assassinas do filme e a namorada secreta de Roman. Ela também era uma ex-colega de colégio de Sidney, obcecada pela trágica história da protagonista (ideia reaproveitada no quarto filme). A luta e o desfecho com a morte dos vilões ficou muito parecido com o segundo filme, fazendo com que os produtores desaprovassem, descartando a ideia. O problema é que o filme já havia sido gravado com esta proposta, e a mudança deixou várias cenas soltas no ar, que apenas enfatizam o comportamento bizarro de Angelina, sem uma explicação plausível para tal.

Pânico 3, em seu fim de semana de lançamento, foi o filme a estrear em maior número de salas nos cinemas dos EUA, num total de 3.467 salas. Recorde quebrado no ano seguinte por Harry Potter a Pedra Filosofal, que estreou em 3.762 salas.

Entre os atores famosos que quase participaram do filme, Jamie Lee Curtis foi oferecida o papel que terminou com Carrie Fisher. Téa Leoni (Os Bad Boys) era uma das preferidas para o papel de Jennifer, que ficou com Parker Posey. Atrizes como Alicia Silverstone, Denise Richards, Liv Tyler, Claire Denis e o ator Ben Affleck foram considerados para alguns dos personagens do filme.

A mais curiosa, no entanto, foi Kate Hudson, contratada, mas substituída no início da fotografia principal para o filme. Na capa do filme Uma Aventura no Deserto (1998), Hudson é creditada no elenco de Pânico 3. Seu papel seria o de Christine, que ficou com Kelly Rutherford, a primeira vítima do assassino.

E você, gosta da franquia Pânico? Curte Pânico 3? Gostou das curiosidades desta matéria? Comente abaixo.

10 Franquias Interrompidas

Não é novidade que a Hollywood atual investe pesado em franquias. A era dos astros foi finalmente suplantada pela era das marcas. Cada grande estúdio deseja sua fatia do mercado, tentando criar aquele nome reconhecível que acerte o alvo, seja revivendo o que deu certo no passado ou adaptando de outra mídia de sucesso (a originalidade é cada vez um item mais raro).

No entanto, ter um produto que ressoe junto ao público não é tudo. É necessário ter o mínimo de qualidade em seu filme. Pense, por exemplo, em Guardiões da Galáxia (2014), que pegou um produto obscuro e trouxe para os holofotes graças ao esforço do time responsável. Com a máxima “nem tudo que Hollywood toca vira ouro” em mente, o CinePOP cria uma nova lista com as potenciais franquias que não decolaram. Reunimos os primeiros, segundos, ou terceiros filmes que foram interrompidos pelos mais variados motivos, sendo seu objetivo lucrar rios de dinheiro para seu respectivo estúdio, na forma da mais nova mania mundial. Vamos a eles.

Boa leitura, bom divertimento e não esqueça o comentário.

#10) A Série Divergente (2014, 2015 e 2016)

Este é um caso curioso. Divergente é baseado numa série literária juvenil de sucesso, que claramente bebe na fonte de títulos como Harry Potter e Jogos Vorazes. O problema foi justamente quando sua contraparte cinematográfica também tentou trilhar pela mesma estrada. As aventuras de Tris e seus amigos foram a cada exemplar decaindo no gosto da crítica e público. O fato bastou para que os produtores decidissem lançar o quarto e último filme, que fecharia a série, direto para a TV.

O que acontece foi que assim como as franquias citadas acima, Divergente dividiu seu último livro em dois filmes – aqui claramente uma façanha visando apenas o lucro financeiro. Como resultado, a produção está embargada, com sua protagonista Shaielene Woodley afirmando que não participará se o lançamento não ocorrer nos cinemas. Que sirva de lição para a ganância corporativa acima da qualidade. Que tal fazer um filme e se ele der certo, pensar na continuação? Quem sofre são os fãs.

Solução: um meio termo precisa ser achado. Ou Woodley aceita protagonizar a produção para a TV, em respeito unicamente aos fãs, ou os produtores devem arcar com as consequências e realizar o último longa nos cinemas, doa a quem doer.

#9) Super Mario Bros (1993)

A primeira adaptação de um vídeo game para o cinema também não teve a vida fácil. Super Mario Bros era uma febre nos anos 1980 e 1990. Não existia uma criança na época que não conhecesse o jogo do encanador descendente de italiano Mario e seu irmão Luigi, que se aventuravam em mundos estranhos de fantasia com o objetivo de resgatar uma princesa. Entre escorregar por um cano aqui, e pisar em tartarugas ali, Super Mario se tornou uma das franquias mais conhecidas, rendendo de tudo, desde desenho animado até todo tipo de merchandising.

Na hora de realizar a transição para o cinema, a empolgação não podia ser maior. O trailer jogou as crianças da época na lua, afinal, quantas vezes seus personagens favoritos dos games que passavam horas jogando já tinham aparecido nos cinemas? Nenhuma. O resultado, no entanto, foi menos do que satisfatório, criando, ao invés de um filme mágico com o visual próximo ao que todos estavam acostumados, uma produção soturna, suja e depressiva, numa espécie de Mad Max encontra Gotham City. Nem um Dennis Hopper caricato e parecendo se divertir de verdade na pele do Rei Koopa consegue salvar a produção da apatia. Super Mario Bros se tornou cult, mas naquela categoria de prazer culposo, o que não é o que nenhum fã deseja. Está mais do que na hora de ser revitalizado.

Solução: pegando carona no sucesso de Uma Aventura LEGO (2014) e Angry Birds – O filme (2016), um novo longa do Mario poderia ser criado todo em animação. Foi a solução encontrada para o terceiro Smurfs (lançado recentemente nos cinemas), que se mostrou a melhor investida da franquia.

#8) O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014)

Quando a notícia de que a Sony iria realizar o reboot da franquia Homem-Aranha, após o malfadado terceiro episódio de 2007, ao invés de seguir a série com Tobey Maguire e Sam Raimi na direção – ambos interessados em participar de um quarto filme – a maioria dos fãs achou que a proposta era um disparate. O fato é que Homem-Aranha (2002), um dos longas responsáveis por esta era de ouro dos super-heróis no cinema, havia sido lançado há apenas dez anos, tempo insuficiente para formar uma geração que não o conhecia.

A verdade é que após o encerramento da era Raimi, com divergências fervorosas entre o cineasta e o estúdio, negadas hoje em dia, a Sony não queria perder os direitos do personagem e sua galinha dos ovos de ouro, que seriam revertidos para a Marvel, propriedade da Disney. A solução foi realizar este reinício, com outro diretor e outro protagonista. O Espetacular Homem-Aranha (2012) foi um filme bem morno, no qual fica difícil destacar elementos que satisfaçam. Mas foi com esta sequência de 2014, que tudo foi para o ralo. A Ameaça de Electro é ruim, caindo no quesito prazer culposo e sendo comparável a Batman & Robin (1997) em questão de vergonha alheia. O pior foi ter o plugue puxado sem uma conclusão. Pobre Andrew Garfield, tão empolgado ao ganhar o papel. Pobre Shailene Woodley, a Mary Jane que nunca foi.

Solução: já temos um novo Homem-Aranha nas formas de Tom Holland, um novo diretor nas formas de Jon Watts, e um novo filme em parceria com a Disney/Marvel. A estreia de Homem-Aranha: De Volta ao Lar ocorre em julho.

#7) O Último Mestre do Ar (2010)

Recentemente falei sobre O Último Mestre no Ar na maratona Shyamalan que fiz para o CinePOP. Uma vez um mestre da sétima arte, em pleno domínio de sua forma, M. Night Shyamalan deixou seu ego falar mais alto, travou uma batalha contra os críticos e os fãs e caiu em desgraça. O ápice desta fase negra, como muitos apontam, foi este filme, onde Shyamalan resolveu adaptar para o cinema o famoso desenho Avatar, objeto de paixão de seus filhos. Com a obra, o cineasta entregava sua primeira superprodução, um blockbuster bem diferente do que estava acostumado a fazer, geralmente longas mais autorais e intimistas.

Um dos motivos do fracasso de O Último Mestre do Ar foi a falta de bom humor, presente no material original. Shyamalan cria um filme sorumbático, longe do tipo de sentimento geralmente associado a uma produção mirada ao público infantil. Este é um épico sério e enfadonho, sem alívios ou beleza visual – até os efeitos são carregados na sobriedade. O carisma dos protagonistas não são o suficiente para livrar o filme da apatia. O curioso é que, assim como muitos que tentam agarrar com unhas e dentes a chance de uma continuidade, O Último Mestre do Ar deixa a porta escancarada para uma sequência – que nunca viria, obviamente.

Solução: com a salvadora Netflix resgatando tudo que é série e filme de status cult do ostracismo, bem que o colosso do audiovisual poderia dar mais uma chance para a franquia Avatar. A história poderia ser continuada ou reiniciada através de uma série em live action, como a empresa fez com Desventuras em Série ou Os Instrumentos Mortais.

#6) O Besouro Verde (2011)

Mesmo quando achamos que nada pode dar errado em produções que parecem nascer vencedoras, o acaso entra em jogo, subvertendo tudo. Seth Rogen estava na crista da onda na época, como um dos humoristas norte-americanos de maior proeminência, saído dos sucessos consecutivos de Ligeiramente Grávidos, Superbad, Segurando as Pontas e do aclamado Tá Rindo do Que? (2009). Ao lado de seu parceiro de roteiro usual Evan Goldberg, criar um roteiro para a série cult O Besouro Verde soava como ideia genial. No elenco, o vencedor do Oscar Christoph Waltz e o astro asiático Jay Chou.

Se na frente das câmeras, o elenco era mais do que convidativo, atrás tínhamos o cineasta francês cultuado Michel Gondry, que colocou seu nome no coração dos cinéfilos graças a Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004). A proposta aqui era realizar um filme de super-herói diferente, apostando mais no humor e rindo do ridículo da coisa. Comparando, era mais para o Batman galhofeiro da década de 1960 e menos para o próprio Besouro Verde, uma série da mesma época levada num tom mais sóbrio. Apesar de escolhas técnicas criativas, o roteiro capenga e a falta de química entre os atores e seus personagens, deixou o público a ver navios e o filme naufragou. Rogen e sua turma fazem inclusive piadas sobre a desgraça da produção atualmente. Uma pena, pois poderia render uma franquia divertida e nostálgica.

Solução: a mesma do item acima poderia ser aplicada, já que dificilmente algum estúdio iria investir novamente um orçamento de dezenas de milhões de dólares em uma aposta arriscada, que mostrou não dar certo. A solução aqui seria por algo menor, como uma série de TV, com novo elenco e novos envolvidos, revitalizando o material, sob novo aspecto.

#5) O Poder e a Lei (2011)

Nem só de super-heróis de quadrinhos, vídeo games, desenhos animados, séries antigas de TV e literatura infanto-juvenil vivem as franquias que não deram certo no cinema. Esta aqui, no entanto, é uma das que mais dói no coração cinéfilo não ter emplacado, impossibilitando os fãs e amantes do cinema de verem novas aventuras jurídicas do advogado malandro Mick Haller (Matthew McConaughey), um dos melhores personagens criados no cinema mainstream nos últimos anos. E dói principalmente por sabermos que O Poder e a Lei (The Lincoln Lawyer) é, no mínimo, um ótimo filme.

O filme adapta o livro homônimo, parte de uma série criada pelo autor Michael Connelly, protagonizado pelo personagem escorregadio, um advogado cheio de artimanhas que tem como escritório o carro Lincoln (daí o título original) e com ele percorre toda a cidade atrás de clientes. Além disso, O Poder e a Lei figura como primeira produção da chamada “McConaissance”, a renascença de Matthew McConaughey, resgatado de filmes ruins. O Poder e a Lei infelizmente não atingiu o esperado pelo estúdio e melou os planos de outros filmes, mesmo uma continuação sendo de grande interesse do astro e dos envolvidos.

Solução: quem sabe agora que Matthew McConaughey voltou às boas com o sucesso de crítica e público (embora tenha sofrido um novo leve declínio pós Oscar), algum produtor ou estúdio não desenvolva interesse em levar os livros de Connelly e o personagem de volta aos cinemas. Se McConaughey desse uma de Ryan Reynolds e investisse no lobby, a coisa poderia sair do papel.

#4) Sombras da Noite (2012)

Uma das produções mais broxantes desta nova década, que nos fez perder bastante fé em Johnny Depp e no diretor Tim Burton. Anunciado por anos como um projeto dos sonhos de Depp, um aficionado pela série original da década de 1960, sobre uma família para lá de estranha – cujos membros eram desde vampiros até outras criaturas sombrias – que fazia de sua missão levar Barnabas Collins e sua trupe para as telonas. As primeiras notícias sobre a produção enchiam o coração cinéfilo de esperança. O tom de terror de mentirinha pedia a direção de Burton, que por sorte é um grande amigo de Depp e parecia ter nascido para desenvolver o projeto.

Além disso, Sombras da Noite marcava a tão aguardada reunião de Burton com a veterana Michelle Pfeiffer, depois de icônico Batman – O Retorno (1992). Se tivesse dado certo, poderíamos ver a cada par de anos novas confusões desta família disfuncional. O maior problema do longa foi a falta de compromisso com um tom, oscilando entre cenas saídas tipicamente de um filme de horror (como quando Barnabas mata um grupo de hippies) e uma comédia, que não funciona com piadas seguras demais e muito velhas (como a cansada dinâmica do peixe fora d´água, o personagem vindo do passado não conhece a televisão e por aí vai).

Solução: uma paixão antiga não morre assim tão fácil. Desta forma, ainda reside dentro de Depp e Burton a frustração de não terem sido bem sucedidos com a obra. Isso pode mudar se a dupla propuser para um destes veículos de streaming ou canal a cabo, uma série sobre o tema, produzida por eles. E quem sabe, protagonizada pelos mesmos atores, já que o filme não é tão antigo assim e todos estão em perfeita forma para retornarem a seus personagens.

#3) Lanterna Verde (2011)

A Warner, dona dos direitos dos personagens da DC Comics, via o início da construção do universo cinematográfico da rival Marvel nesta época. Se com a rival deu certo investir num personagem do escalão B de seu acervo, como o Homem de Ferro, trazer o Lanterna Verde como protagonista de seu próprio filme parecia ser uma opção acertada. A proposta de tirar o foco dos medalhões da casa, Superman e Batman, poderia até ter dado certo, caso os envolvidos estivessem verdadeiramente empenhados. O diretor Martin Campbell, por exemplo, confessa ter sido apenas um diretor de aluguel, sem qualquer apreço pelo material.

A Warner sentiu também que tentar replicar o clima descontraído e colorido da rival, em um personagem que não pedia, não era a solução. Pior para o ator Ryan Reynolds, que com o longa participou de sua terceira incursão malfadada pelo subgênero (depois de Blade Trinity, de 2004, e X-Men: Origens – Wolverine, de 2009), sendo resgatado somente com o sucesso de Deadpool (2016). Reynolds inclusive fez questão de tirar sarro do personagem no longa citado, e de positivo do projeto levou apenas o casamento com sua colega de cena, Blake Lively. Este é outro filme que deixou tudo encaminhado, como mostra sua cena pós-créditos, para uma sequência e uma possível franquia, que não vingou.

Solução: muitos já queriam ver Hal Jordan, ou outro Lanterna Verde, no filme da Liga da Justiça, que será lançado no final deste ano. Muitos acreditam inclusive que a Warner está escondendo o jogo, e que o personagem estará sim presente no longa. Seja como for, outros projetos envolvendo o personagem não param de salpicar nas notícias. Um novo filme solo tendo o Lanterna Jon Stewart é mencionado, mas a certeza parece ser um filme com o time inteiro dos Lanternas, intitulado Tropa dos Lanternas Verdes (Green Lantern Corps), que possui data de estreia anunciada para 2020.

#2) Dredd (2012)

A primeira faz tchan, a segunda faz… O que acontece quando tentamos mais de uma vez, de diferentes formas e não atingimos nosso objetivo? Continuamos tentando ou desistimos? Se o projeto envolve muitos milhões de dólares, talvez seja o caso de repensar muito bem a ideia. Foi o que ocorreu com o personagem Juiz Dredd, dos quadrinhos obscuros ingleses criados por John Wagner e Carlos Ezquerra. A primeira incursão do personagem pelos cinemas aconteceu em 1995, numa era pré-boom do gênero, aonde foi protagonizado por Sylvester Stallone, num filme que entre outras coisas descaracterizou não apenas o personagem, como a proposta do material, criando um blockbsuter mundano.

A tragédia que foi O Juiz (1995) seria o suficiente para enterrar de vez o personagem. No entanto, em 2012, novo fôlego foi dado ao policial do futuro, que é juiz, júri e carrasco dos criminosos. Mais intimista, contando com um orçamento mais justo e uma história que misturava Operação Invasão, Cidade de Deus e filmes de ficção e ação, Dredd acertou em cheio, criando um cult instantâneo. Desta vez, no lugar de Stallone e seu ego, tínhamos o eficiente Karl Urban, que aceitou participar do filme inteiro usando o capacete do personagem, sem mostrar o rosto. No entanto, como nem tudo é perfeito, o filme não se mostrou um sucesso financeiro, apesar das críticas em sua maioria favoráveis, já que fazia uso de uma censura alta e nenhum humor.

Solução: até hoje Karl Urban e os envolvidos fazem campanha para a volta de Dredd, e uma espécie de crowdfunding, donativos do público para o orçamento da produção, entrou em vigor. A solução pode estar com a Netflix ou outro veículo de streaming, que poderia bancar a produção de um novo longa lançado direto em tal mídia. Não seria nada mau.

#1) Millennium  (2011)

E a posição de número 1 da lista é The Girl with the Dragon Tattoo, de David Fincher. Este é o item que deixa o coração cinéfilo mais triste e chorando por uma franquia que infelizmente não virá, ao menos não como queríamos. O filme é a versão norte-americana dos livros de suspense protagonizados por uma das melhores personagens femininas dos últimos anos, Lisbeth Salander, escritos por Stieg Larsson, já falecido. O autor escreveu uma trilogia, que foi adaptada na forma de produções cinematográficas suecas (país de origem das obras literárias), embora uma série maior tenha sido planejada. Na trilogia sueca, Noomi Rapace deu vida à personagem.

No entanto, foi com a adaptação de David Fincher que a história atingiu novos níveis de excelência. Tudo foi aumentado em relação às produções suecas no longa de Fincher, inclusive o comprometimento da atriz principal – Rooney Mara tem um desempenho vertiginoso, até mesmo colocando piercing de verdade nos mamilos, e como resultado recebeu uma indicação ao Oscar. Mara é a Liesbeth Salander definitiva. Infelizmente, devido ao seu orçamento inflado, para uma produção de suspense de censura alta e temas para lá de polêmicos – como estupro, assassinato e abuso de mulheres – o filme deu certo prejuízo para a Sony, apesar das críticas extremamente positivas e de figurar na maioria das listas de melhores de seu respectivo ano.

Solução: aos poucos foi ficando cada vez mais distante o sonho de vermos Rooney Mara na pele de Lisbeth novamente, assim como uma continuação para o filme de Fincher. Agora, já está decidido que o caminho a ser tomado será um reboot, adaptando A Garota na Teia de Aranha, quarto livro da saga, escrito por David Lagercrantz desta vez. Fede Alvarez (O Homem nas Trevas) vai dirigir, e Claire Foy estrelar como Lisbeth!

‘Avatar 2’: James Cameron já exibiu TRÊS CENAS da sequência; Confira foto!

O cineasta James Cameron foi um dos primeiros grandes nomes de Hollywood a retomar os trabalhos em seus filmes, após a reabertura da Nova Zelândia em meio à pandemia do coronavírus.

E a produção das sequências de ‘Avatar‘ parece estar caminhando em ritmo mais acelerado, com o produtor do longa, Jon Landau, compartilhando que até mesmo algumas cenas quase finalizadas já foram exibidas à equipe de apoio.

Por meio do Instagram, Landau revelou que três cenas de uma das sequências foram exibidas. Sem especificar a qual continuação elas pertencem, a expectativa é de que as tomadas em questão sejam de ‘Avatar 2′.

O produtor ainda salientou que as cenas estão praticamente finalizadas e já contam com os efeitos visuais desenvolvidos pela Weta Digital. Indo mais além, ele pontuou que a equipe de apoio está empolgada por poder retornar aos trabalho

Confira a imagem da exibição:

Avatar 2‘ chegará aos cinemas apenas em 2022, após quatro anos de atraso.

Cameron também já agendou o lançamento dos demais capítulos da saga.

Confira:

AVATAR 2 – 16 de Dezembro de 2022
AVATAR 3 – 20 de Dezembro de 2024
AVATAR 2 – 18 de Dezembro de 2026
AVATAR 5 – 22 de Dezembro de 2028

Zoe Saldana, Worthington, Sigourney Weaver e Stephen Lang retornarão. 

‘A Barraca do Beijo 2′: Joey King usou uma peruca na sequência; Saiba o motivo!

Muitos espectadores repararam que o cabelo da atriz Joey King estava ligeiramente diferente na sequência ‘A Barraca do Beijo 2‘ e o motivo é pelo fato da atriz ter usado uma peruca durante as gravações do novo filme.

As filmagens da sequência aconteceram em 2019 e o cabelo da atriz estava relativamente curto nesse período, devido o seu trabalho na minissérie ‘The Act‘, que levou King a raspar completamente o cabelo.

Confira um vídeo dos bastidores:

Recentemente, a Netflix pegou os fãs de surpresa ao anunciar que ‘A Barraca do Beijo 3‘ foi filmado em segredo simultaneamente com o segundo filme da franquia.

O terceiro filme já está em fase de pós-produção, e teve seu primeiro clipe divulgado. A Netflix anunciou a estreia da produção para 2021.

Assista ao clipe e nossa crítica de ‘A Barraca do Beijo 2‘:

‘A Barraca do Beijo 2′ é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

O filme é dirigido por Vince Marcello.

Na trama, após conquistar o namorado dos sonhos, Elle tenta equilibrar o relacionamento à distância com inscrições para universidades e uma nova amizade com um colega de classe maravilhoso que pode acabar mudando tudo.

O filme traz de volta Joey King, Joel Courtney e Jacob Elordi.

Crítica | Viagem das Garotas – Netflix disponibiliza divertida comédia com elenco estelar

Desde que saiu do gueto e de produções de baixo orçamento, o cinema negro norte-americano, então popularmente chamado blaxploitation, cresceu e se ramificou. De fato, os EUA possuem um dos públicos mais fortes e fiéis para este tipo de cinema. Seja em qual for o gênero, este cinema é sinônimo de representatividade, dando voz e chance para atores e realizadores negros. Em tais filmes, ao contrário de qualquer outro tipo produzido em Hollywood, por exemplo, temos um elenco predominantemente de atores afro-americanos.

Neste segmento, temos como representante o cineasta Tyler Perry e a produtora Screen Gems – que todo ano, por volta de setembro, lança um suspense protagonizado por atores negros, vide O Intruso (2014), com Taraji P. Henson e Idris Elba, e Além da Realidade (2016), com Morris Chestnut e Regina Hall. Outro nome que é sinônimo do segmento é o do diretor Malcolm D. Lee, comandante deste Viagem das Garotas (Girls Trip).

À primeira vista esta pode parecer apenas mais uma comédia escrachada e vulgar, sobre um grupo de amigas se comportando de forma selvagem, subgênero igualmente em voga após a popularidade e prestígio de Missão Madrinha de Casamento (2011), e mais recentemente os dois filmes da dobradinha Perfeita é a Mãe! (2016 e 2017). Bem, e Viagem das Garotas é isso mesmo. Mas também foi sucesso de crítica e bilheteria, rendendo apenas em sua estreia mais de US$ 31 milhões, contra os seus US$ 19 milhões de orçamento. Ou seja, se pagou no primeiro fim de semana. Fora isso, viveu para somar mais de US$ 115 milhões, somente nos EUA, se tornando um dos sucessos surpresa deste verão norte-americano – alguém duvida que estas amigas voltem a se encontrar em breve?

Com os críticos o caminho não foi diferente, o filme tem 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, número ainda maior do que com o público (80%), mesmo sendo um produto tecnicamente mirado ao segundo. Para uma comédia de baixo calão, com muitas piadas abaixo da linha da cintura, e certo sentimentalismo barato, Viagem das Garotas caiu mesmo nas graças do mundo (ou dos profissionais da área nos EUA). Quer outro exemplo? A atriz Tiffany Haddish, o rosto menos conhecido dentre as quatro amigas principais, vem emplacando nesta temporada de prêmios, e já foi eleita a melhor coadjuvante feminina pelos críticos de Nova York, e no Critics Choice Awards foi indicada novamente como coadjuvante e melhor atriz em comédia.

Viagem das Garotas chegou recentemente no catálogo da Netflix. Tendo assistido ao longa, posso afirmar que a bajulação para a atriz não é um disparate, durante toda a projeção eu não consegui tirar meus olhos dela. A trama é básica, e apresenta quatro amigas inseparáveis desde os tempos de colégio, conhecidas como As Poderosas (Flossy Posse), famosas por sua curtição. Ao longo do tempo, elas sempre estiveram em contato, ajudando umas as outras em qualquer situação. Depois de alguns anos afastadas, elas decidem se encontrar para uma nova viagem alucinada para Nova Orleans, no evento anual Essence Festival, que celebra a cultura negra norte-americana.

Ryan (Regina Hall) é uma bem sucedida guru de autoajuda, cujo marido (papel de Mike Colter, o Luke Cage em pessoa) a está traindo. Saha (Queen Latifah) é uma jornalista caída em desgraça, que agora se mantém devido ao blog de fofocas e paparazzis. Lisa (Jada Pinkett Smith, mulher de Will Smith, e a que menos naturalmente envelhece, devido aos tratamentos estéticos e preenchimentos em seu rosto) é uma enfermeira e mãe paranoica de crianças pequenas, que esqueceu como se divertir. E Dina (Tiffany Haddish), bem, é a alma do filme, e o que sustenta ele. Sem exageros.

Passamos aqui por várias situações inacreditáveis, porém, típicas deste tipo de comédia de humor super ácido. A boa notícia é que o filme verdadeiramente entretém. É divertido e por muitas vezes engraçado, e grande parte, mais uma vez, vem provido pela sensação Haddish. A coragem e entrega da atriz, se jogando na pele de sua personagem pra lá de atrevida, é louvável. Desde urinar enquanto pendurada na tirolesa, até utilizar uma toranja (grapefruit) para um fim sexual (esta cena é de deixar boquiaberto) – depois da torta em American Pie (1999) e do pêssego em Me Chame Pelo Seu Nome, outra fruta se junta ao hall das impróprias para menores – Haddish faz tudo pelo humor, dona de grande presença em cena e um carisma indomável.

Apesar de muitos clichês, o roteiro possui seus momentos de brilho. O humor não é refinado, e você precisa ter certo gosto para a coisa, não imagino que todos irão gostar. Mas dentre os destaques no texto estão uma brincadeira feita pela própria Jada Pinkett Smith sobre o fato de comer placenta – sabemos que os adeptos da Cientologia, como Tom Cruise, passaram por isso, e o maridão Will Smith é o novo recruta da religião/culto. Ou quando caracterizadas com óculos escuros e perucas, emitem a frase “set it off”, ou “resolver a situação”, também o título de um filme de assalto de 1996, intitulado por aqui Até as Últimas Consequências, e protagonizado por Latifah e Pinkett Smith. Neste momento, só as duas ficam em quadro e se entreolham. Boa referência.

Fora o humor nada sutil, em algum lugar, e talvez você não precise ir mundo fundo para achar, Viagem das Garotas guarda um jeito honesto de lidar e falar sobre amizade. Mesmo com estes atrativos, que muito bem poderiam emplacar com o público de nosso país, apesar da falta de rostos muito conhecidos no elenco, a Universal reservou o lançamento para o mercado de vídeo, onde ele tem tudo para ser descoberto e agradar.

20 Continuações que Completam 30 Anos em 2020

Essa matéria é para aqueles que acham que as intermináveis continuações e franquias são artifícios utilizados pelos grandes estúdios apenas na atualidade. O desejo pelo sucesso financeiro e por manter uma indústria ativa e muito aquecida caminha lado a lado com a criação da sétima arte em si. Adaptações de livros clássicos e seus personagens fictícios, como Tarzan, criação de Edgar Rice Burroughs, ou reais, como Robin Hood, foram alguns dos primeiros filmes de entretenimento do cinema.

Nos anos 1970, com o advento do primeiro blockbuster da história, Tubarão, a ideia seria catapultada e nunca mais freada, gerando um segmento extremamente lucrativo que dura até hoje com bilionárias franquias. Mas as sequências de produções cinematográficas ainda precedem a era dos blockbusters, é só olharmos para cine séries como 007 (iniciada em 1962, e que ao final de tal década já tinha seis filmes) e A Pantera Cor de Rosa (iniciada em 1963).

Toda esta apresentação é apenas para contextualizar e apresentar nossa nova matéria. Voltando trinta anos no passado, o ano de 1990 é um dos mais lembrados por suas inúmeras continuações. Mas não apenas isso, essas são continuações de franquias famosas, que marcaram seu nome na história do cinema ou ao menos da década em que produziram suas obras originais. Sendo assim, o CinePOP relembra para você as 20 Continuações que Completam 30 Anos em 2020. Vamos conhecer.

O Poderoso Chefão – Parte III

Terceira parte da famosa e prestigiada trilogia de máfia criada por Mario Puzzo e dirigida por Francis Ford Coppola. Este terceiro filme é o menos adorado dos três, mas nem por isso menos celebrado pelos fãs, e ainda assim um dos mais importantes do gênero de crime – indicado ao Oscar de melhor filme, diretor e mais cinco prêmios.

Desta vez, Michael (Pacino), já bem mais velho, tenta legitimar os negócios da família, ligando suas finanças com o Vaticano. Um dos pontos mais criticados é a presença de Sofia Coppola, filha do diretor, num papel importante: a herdeira dos Corleone, filha do protagonista. As habilidades de atuação da hoje famosa diretora deixam a desejar.

De Volta para o Futuro III

Outro encerramento de uma adorada trilogia, as partes 2 e 3 de De Volta para o Futuro foram gravadas de forma simultânea e lançadas com menos de um ano de intervalo. Apesar do sucesso, o terceiro filme foi o que menos arrecadou em bilheteria. Na trama, continuação direta do anterior, Doc Brown (Christopher Lloyd) vai parar acidentalmente no velho oeste, e Marty (Michael J. Fox) arruma um jeito de ir atrás dele resgatá-lo. O filme se passa inteiramente em tal cenário, se comportando quase como um western. Um dos pontos positivos é a introdução da professora Clara Clayton (papel de Mary Steenburgen), interesse amoroso do velho cientista.

Duro de Matar 2

O primeiro Duro de Matar (1988) revolucionou o cinema de ação dos anos 1980 ao apresentar o herói mais humano e falho da época. Assim, é claro que a Fox não iria perder tempo em confeccionar uma sequência, mesmo que a história não necessariamente pedisse. Mudando o diretor e o cenário dos arranha-céus de Los Angeles para um aeroporto em Washington, o roteiro é baseado no livro 58 Minutes, de Walter Wager. Duro de Matar 2 é tido por muitos como tão interessante quanto seu predecessor.

Troll 2

Calma, esta não é a sequência da famosa animação de 2016 sobre os bonecos descabelados, prometida para este ano. Trata-se de uma continuação que é considerada um dos piores filmes já produzidos na história do cinema. E sendo assim, é claro que não a deixaríamos de fora da lista. Troll – O Mundo do Espanto (1986) é um filme tipicamente saído dos anos 1980, que fala sobre um duende (ou troll) vindo parar num condomínio de San Francisco a fim de adquirir forma humana. O mais inusitado é que este terrir tem no elenco ninguém menos do que Julia Louis-Dreyfus, conhecida por seus personagens em séries cômicas prestigiadas como Seinfeld e Veep.

A continuação saiu quatro anos depois e automaticamente se tornou um prazer culposo cult, destas prontas para serem consumidas ao lado de amigos e muita bebida, com o propósito único de boas gargalhadas. As atuações são atrozes, fazendo Troll 2 ser muito comparado a The Room (2003), neoclássico trash de Tommy Wiseau – com diálogos que já viraram memes.

Robocop 2

Ao contrário de outros filmes de ação, Robocop – O Policial do Futuro (1987), de Paul Verhoeven, parece ter sido criado para virar febre e enlouquecer os jovens dos anos 1980. Tudo no filme grita status de culto, em especial o design do policial robô. Foi como o nascimento de um novo super-herói, mesmo com a censura alta para maiores: cenas violentíssimas, muitos palavrões e momentos traumatizantes. Bonecos e desenho animado foram produzidos, e claro que uma sequência também saiu do papel. Desta vez, a trama tem ainda mais elementos típicos de uma HQ, com a presença do papa Frank Miller criando a história e roteiro.

Na trama, uma nova droga (injetada no pescoço) assola a Detroit do futuro. O traficante responsável por sua criação e distribuição morre num confronto, e uma criança assume em seu lugar. A mesma empresa que criou o protagonista deseja uma nova máquina de combate ao crime, desta vez mais humana, e usa o cérebro de tal criminoso para seu novo robô.

Rocky V

Depois de duas grandes lutas contra Apollo Creed, e de derrotar Clubber Lang e Ivan Drago, Sylvester Stallone decidia levar a história de seu personagem mais humano de volta às origens. Para isso, foi escalado o diretor Oscarizado do original, John G. Avildsen. Na trama, escrita pelo próprio protagonista, Rocky não pode mais lutar, sendo assim se torna treinador de um jovem no qual o campeão vê muito de si. Tommy Gunn, o novo lutador, no entanto, trai a confiança do mentor, resultando numa luta de rua no clímax. O resultado amargo do quinto Rocky fez com que Stallone retornasse para mais um filme 16 anos depois, antes dos derivados de Creed.

Três Solteirões e uma Pequena Dama

Muitos podem não saber, mas o clássico cômico oitentista Três Solteirões e um Bebê (1987) é a refilmagem do francês 3 Homens e um Bebê (1985). Além de ficar famoso por conter o espírito de um garoto em uma de suas cenas, o longa foi um sucesso e gerou uma continuação três anos depois. Assim, Tom Selleck, Steven Guttenberg e Ted Danson retornavam para a continuação Três Solteirões e uma Pequena Dama, precisando agora lidar com a infância da pequena Mary e a mudança de cenário dos EUA para Londres.

Predador 2 – A Caçada Continua

Assim como Robocop, o personagem Predador (em especial seu design) se tornou icônico, transcendendo o resultado de tais filmes. O sucesso financeiro do primeiro filme obviamente ajudou, e colocou no radar da cultura pop o alienígena caçador de homens com cara de crustáceo. Mas como contornar a ausência do astro Arnold Schwarzenegger e do diretor John McTiernan, que não aceitaram retornar? Simples, a Fox logo confeccionou uma mudança de cenário, para a selva urbana de Los Angeles no “futuro”. Danny Glover, saído do sucesso de Máquina Mortífera 1 e 2 estrelou e a direção ficou com Stephen Hopkins (A Hora do Pesadelo 5). Ficar sem continuação é que o estúdio não iria. Uma terceira parte, no entanto, nunca ocorreria, a opção sendo dois reboots e dois derivados para a franquia.

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Os anos 1980 foram uma fase difícil para as animações da Disney. Quase não dá para imaginar isso nos dias de hoje. Mas os 80’s foram uma época em que as produções do estúdio não se encontravam em seu auge de popularidade e alguns de seus maiores sucessos eram, ou ao menos em partes, obras live-action. Assim, o estúdio amargava os lançamentos de O Cão e a Raposa (1981), O Caldeirão Mágico (1985), As Peripécias do Ratinho Detetive (1986) e Oliver e sua Turma (1988), filmes esquecíveis que não atingiram o esperado, e que muitos sequer conhecem.

Foi só com o lançamento de A Pequena Sereia (1989) no fim da década que as animações da Disney fariam as pazes com o sucesso. Dando sequência, no ano seguinte a Disney resolveu lançar a continuação de uma de suas animações cultuadas dos anos 1970, Bernardo e Bianca (1977), sobre dois ratinhos membros de uma agência de resgate. Nesta continuação, a dupla de ratinhos parte para a Austrália, na missão de resgatar um menino e uma águia.

O Exorcista III

Deixando um pouco de lado a história da personagem principal dos filmes anteriores, a jovem duplamente possuída Regan (Linda Blair), o terceiro filme da franquia de terror sobrenatural opta por uma trama envolvendo um serial killer que volta do além. Dirigido por William Peter Blatty, o autor do livro original, que também assina o roteiro aqui, a ideia desta vez acompanha um detetive (papel do vencedor do Oscar George C. Scott) investigando os crimes do psicopata conhecido como Gemini (não, não é Will Smith), mesmo depois que o assassino é morto. O caso o leva até um hospital psiquiátrico onde eventos sobrenaturais estão ocorrendo.

Gremlins 2 – A Nova Geração

Um dos filmes mais icônicos produzidos por Steven Spielberg na década de 1980, a fantasia em partes cômica e em partes assustadora Gremlins (1984) se tornou um grande fenômeno do cinema. Sendo um favorito dos fãs, a continuação recebeu sinal verde, porém, seriam 6 anos até a sequência chegar às telas de cinema. Subvertendo o conceito original minimalista de uma pequena cidade aterrorizada pelas criaturinhas no natal, mas ainda tendo o mesmo Joe Dante na direção, Gremlins 2 leva a ação até Nova York, onde dentro de um prédio extremamente hich-tech a ação se desenrola. A continuação ainda arruma tempo para tirar sarro de sucessos recentes como Rambo e Batman.

Brinquedo Assassino 2

Com o sucesso do primeiro Brinquedo Assassino (1988), dois anos foram o suficiente para o filme de terror sobre um boneco possuído pelo espírito de um assassino serial ganhar uma continuação. Criativo, muitas das ideias do original são abandonadas nesta sequência caça-níquel, que agora coloca o pequeno Andy num lar adotivo, aonde um Chucky remontado pela mesma empresa (o que não faz o menor sentido) o segue. As boas adições são a irmã adotiva mais velha do menino, e a cena do clímax passada na fábrica do brinquedo – que o remake recriou.

A História Sem Fim 2

Assim como Gremlins, quem também ganhava sua primeira sequência 6 anos após o original era a superprodução alemã (sim, isso mesmo) A História Sem Fim (1984), sobre um menino que sofre bullying no colégio, recorrendo a um mundo de magia e fantasia de um livro, onde faz amizade com seres mitológicos e sobrenaturais. A continuação, curiosamente dirigida por George Miller, da franquia Mad Max, basicamente reconta a mesma história do original. Outra curiosidade, esta é uma das poucas franquias do cinema onde o protagonista a cada novo filme é interpretado por um ator diferente.

Jovens Demais para Morrer

Você que é fã de Bon Jovi sabe muito bem. O álbum Blaze of Glory (1990), primeiro solo do cantor, é a trilha sonora deste filme, e contém canções de sucesso como a própria Blaze of Glory e Miracle. Sendo assim, esta continuação ficou mais famosa que se predecessor, o qual muitos não conhecem – já que no Brasil o filme inclusive recebeu um título independente. Mas Os Jovens Pistoleiros (1988) conta a história de origem do famoso Billy the Kid, vivido por Emilio Estevez, e seu bando, que passava de um lado da lei para o outro. Um dos chamarizes era a presença de jovens atores de futuro, vide Kieffer Sutherland, Charlie Sheen, Dermot Mulroney, Lou Diamond Phillips e o próprio Estevez.

Na sequência, lançada apenas dois anos depois, outro pistoleiro lendário, Pat Garrett (William Petersen), é colocado na trilha do grupo, e no elenco as adições de Christian Slater e Viggo Mortensen.

48 Horas – Parte 2

48 Horas foi o primeiro filme de Eddie Murphy no cinema, saído do programa humorístico Saturday Night Live. O filme dirigido pelo lendário Walter Hill fez sucesso, e após Um Tira da Pesada (1984), Murphy se tornava um astro. Assim, uma continuação de seu primeiro sucesso era praticamente exigida. Novamente trazendo Murphy e Nick Nolte como a dupla disfuncional de um policial e um ex-presidiário, e dirigido de novo por Hill, a sequência foi lançada 8 anos após o original, para desta vez combaterem um poderoso traficante da região de San Francisco.

Olha Quem Está Falando Também

Só um ano separa esta continuação, confeccionada às pressas, de seu original sobre um bebê “falante”. Escrito e dirigido pela cineasta Amy Heckerling (de As Patricinhas de Beverly Hills e Picardias Estudantis), Olha Quem Está Falando (1989) é um filme para toda família que fala sobre uma mãe solteira (Kirstie Alley) se apaixonando e iniciando um relacionamento com o motorista de táxi que a leva para ter o bebê no hospital, papel de John Travolta. O diferencial desta comédia romântica é que podemos ouvir os pensamentos do filho da protagonista, o recém-nascido Mikey, que tem a voz de Bruce Willis. Na continuação, Mikey ganha uma irmãzinha, que pensa com a voz de Roseanne Barr.

A Chave do Enigma

Dessa poucos sabem. Mas o clássico absoluto do cinema noir Chinatown (1974) teve uma continuação. E uma escrita novamente pelo roteirista Robert Towne. No lugar do polêmico Roman Polanski na cadeira de direção, o astro Jack Nicholson assume o comando, em seu terceiro longa na função. Aqui, o detetive Jake Gittes (Nicholson) se depara com um novo caso envolvendo petróleo, adultério e um xará (Harvey Keitel), 16 anos depois dos eventos no ganhador do Oscar Chinatown.

O Massacre da Serra Elétrica 3

Depois dos dois primeiros, e muito diferentes, filmes da franquia de terror dirigidos por Tobe Hooper, a New Line Cinema assume a produção e lança este terceiro longa, que usa pela primeira vez no título, o nome do psicopata principal da família de canibais, Leatherface. No entanto, ao contrário da crueza visceral do primeiro, e do tom nonsense de sátira alucinógena do segundo, este terceiro O Massacre da Serra Elétrica se comporta mais como um slasher rotineiro. No elenco, Viggo Mortensen em início de carreira é o destaque.

A Guerra dos Donos do Amanhã

Esta é a continuação de um filme cult, cuja franquia merece ser ressuscitada por Hollywood, já que faz uso de uma ideia criativa e que pode ser aproveitada nos dias de hoje. Escrito e dirigido pelo cineasta Mark L. Lester (Comando para Matar), Os Donos do Amanhã (1982) é uma crítica à violência e à criminalidade na forma de filme de gangues e ficção. Passada num futuro de apenas dois anos a frente de seu tempo real, o longa previa escolas dominadas por gangues, onde um novo professor termina batendo de frente com os alunos, iniciando uma verdadeira guerra.

A continuação tardia chega 8 anos depois, e traz uma ideia ainda mais criativa e futurista. Aqui, elementos de O Exterminador do Futuro são introduzidos à mistura, quando em 1999 (apenas 9 anos além da data real), professores ciborgue são a resposta do governo para controlar as gangues que reinam nas escolas. Porém, o que acontece quando estes mesmos professores metalizados saem do controle?

A Noiva do Re-Animator

O último item de nossa lista é igualmente a continuação de uma obra cult e não tão conhecida quanto deveria. A Hora dos Mortos Vivos (ou Re-Animator), baseado no famoso autor H.P. Lovecraft, é uma espécie de reedição do clássico Frankenstein para os tempos modernos. Na trama, estudantes de medicina brincam de Deus quando descobrem uma forma de reanimar tecidos mortos. Daí para ressuscitarem pessoas em experimentos bizarros e lascivos é só um pulo. O filme se tornou cult e 5 anos depois do original chegou esta sequência. E adivinhe, agora a homenagem é para a continuação A Noiva de Frankenstein – com os protagonistas do original decidindo criar uma mulher perfeita.

As melhores séries de 2020 até agora

2020 pode estar sendo um ano atípico em vários sentidos, mas a televisão continua fazendo o seu papel para nos entreter e emocionar. Nos primeiros seis meses do ano, as telinhas nos entregaram uma leva preciosa de atrações que provam o quanto ainda podemos nos surpreender mesmo nos momentos mais angustiantes da humanidade e sem sair de casa. Deu para rir, chorar, ficar com medo, sentir a cabeça dando um nó na tentativa de entender o que está acontecendo e até ter uma pontinha de esperança na humanidade. 

A lista leva em consideração apenas séries que estrearam oficialmente no Brasil, e isso faz com que algumas grandes atrações tenham precisado ficar de fora — como as excelentes Better Things, What We Do in The Shadows,Devs eMrs. America. Agora, sem mais delongas, vamos às escolhidas!

The Plot Against America

Talvez não estejamos no melhor momento, tratando de um emocional coletivo, para uma série que trata do crescimento do nazismo nos Estados Unidos da América, mas aqui estamos. A minissérie é uma peça de história especulativa baseada no livro homônimo de Phillip Roth, partindo das mentes criativas de David Simon e Ed Burns (The Wire), e imagina o que teria acontecido caso o aviador Charles Lindbergh tivesse vencido as eleições presidenciais de 1940 no lugar de Franklin Delano Roosevelt. Pontuada com as excelentes atuações de Zoe Kazan, Winona Ryder e John Turturro como parte da comunidade judaica, The Plot Against Americausa uma cinematografia bastante clássica para fazer o contraponto e despertar no espectador um sentimento incômodo de que algo não está certo enquanto o antissemitismo cresce pelas beiradas do que muitos chamam de exagero.

Dark

A ficção científica alemã que deu o que falar com os seus episódios finais foi a responsável por muitas dores de cabeça para a sua audiência. Enquanto nos desdobrávamos para entender quem somos, onde estamos e que dia é, o drama desatava seus nós para entregar um final simples e reconfortante como um contraponto de tantas linhas narrativas se cruzando o tempo todo.Dark pode não ter inventado todos os conceitos dos quais bebeu com tanta vontade, mas o fato de equilibrar com toda aquela aparente facilidade uma quantidade absurda de tramas como se estivesse escrevendo um episódio de CSI é nada menos que impressionante.

Little Fires Everywhere

Little Fires Everywhere — “The Spark” Episode 101 — The picture-perfect lives of the Richardson family are upended by the mysterious arrival of artist Mia Warren, and her daughter, Pearl, in Shaker Heights, OH, an idyllic town founded on the utopian principals of harmony and order. Egged on by her guilty conscious, do-gooder Elena rents to the mother-daughter duo and encourages her younger son Moody to befriend Pearl, irrevocably intertwining the fates of the two families. Mia (Kerry Washington) and Elena (Reese Witherspoon), shown. (Photo by: Erin Simkin/Hulu)

Big Little Lies pode até ter chegado ao fim, mas esta aqui é para ninguém sentir saudades de Madeline McKenzie. Reese Witherspoon e Kerry Washington (‘Scandal) dividem o protagonismo desta minissérie do Prime Video que mistura mistério, drama familiar e uma narrativa poderosa sobre o racismo estrutural, tudo isso no meio da década de 1990 com discussões que caminhavam a passos lentos sobre visibilidade LGBTQ+ e, é claro, aquela boa inimizade entre Elena (Witherspoon) e Mia (Washington) que faz a gente vibrar de raiva e alegria ao mesmo tempo.

The Great

Huzzah! The Great é a história de Catarina, a Grande como você nunca viu. Apenas levemente baseada no que a história nos conta, a adaptação da peça teatral de Tony McNamara (‘A Favorita’) narra os primeiros anos após Catherine (Elle Fanning) ter chegado à Rússia para seu casamento com o então imperador, Peter III (Nicholas Hoult). A história “ocasionalmente verdadeira” é na verdade um conto sobre a libertação feminina que se delicia com a justaposição do belo com o grotesco em cena e usa uma espécie de anacronismo ao seu favor quando deixa o olhar moderno e progressista de sua protagonista transparecer. Todas as nuances da personagem — ingênua, apaixonada, inspiradora, sagaz — são acentuadas pela forma como Fanning, também produtora executiva da atração, acerta o tom para que a ostensibilidade cômica de todo o entorno (o exagero faz parte de seu teor teatral) não interfira na complexidade de sua atuação. É a transição da atriz de papéis jovens para papéis adultos e com autoridade e, assim como Catherine. ela domina o campo com muita maestria. 

The Good Place 

O que acontece depois que você morre? E se você for parar no lugar errado? O que começou como uma comédia aparentemente despretensiosa foi ganhando traquejo naquele tipo de evolução que é típica dos trabalhos de Mike Schur. Desta forma, The Good Place foi ao longo dos anos se transformando em uma potente comédia niilista cujas investigações sobre a psique humana se baseiam mais nas nossas relações do que na forma como nos apresentamos em sociedade. Se a temporada final dessa comédia se abriu com alguns tropeços, sobretudo em relação aos novos personagens, finalizou sendo exatamente o que a transformou em algo diferente na televisão: com a pura honestidade de mostrar que ninguém cresce sozinho e que a busca e a descoberta são muito mais empolgantes do que a resposta. 

Todxs Nós

Uma das mais recentes produções brasileiras da HBO, Todxs Nósé um retrato raro de uma multiplicidade de vozes e gêneros. Um retrato raro não apenas dentro do cenário brasileiro, mas em todo o escopo de produções televisivas que estamos habituados a consumir no mar de streaming. Mas não é só isso que faz dela excepcional. A ousadia da história montada por Daniel Ribeiro, Vera Egito e Heitor Dhalia está em deixar o incômodo transparecer não porque os três protagonistas fazem parte de minorias, mas porque isso não os isenta de serem humanos imperfeitos, questionadores e questionáveis. Eles quebram paradigmas, mas também se sentem confortáveis dentro de alguns — complexidade humana é assim. A jornada de evolução e comunhão entre Rafa (Clara Gallo), Maia (Julianna Gerais) e Vini (Kelner Macêdo) é uma trama universal pincelada com detalhes que volta e meia ficam com você depois de cada episódio. É essa pulguinha atrás da orelha que vira a cereja do bolo. 

Visible: Out on Television

Com tantas discussões sobre representatividade e visibilidade de minorias nas telas, chega a ser curioso um trabalho como ‘Visible: Out on Television’ não ter sido feito antes. O distanciamento temporal de boa parte de seus objetos de estudo, portanto, talvez seja um de seus maiores trunfos. Em cinco episódios, a série documental retoma o histórico de representatividade LGBT+ nas telas norte-americanas dos primórdios da década de 1960 até os tempos atuais. Mais do que um registro, no entanto, a série tece relações entre como a televisão retrata(va) a comunidade e como isso moldou a visão da sociedade ao longo dos anos. Jamais apologético, o documentário toca nas feridas onde o movimento falhou, e ajuda a entender o quanto já foi percorrido e o quanto ainda falta. 

BoJack Horseman

A temporada final de BoJack Horseman foi dividida em duas partes, deixando para 2020 os últimos oito episódios desta animação que fica na história como um feito raro — uma série da Netflix que durou mais do que três temporadas e chegou ao fim sem perder o gás. BoJack sempre transitou muito bem entre a comédia e o drama, utilizando o sarcasmo do seu protagonista para abordar com muita delicadeza os traumas do abandono familiar e os grandes problemas da indústria do entretenimento. Na jornada final, Raphael Bob-Waksberg não poupa nosso cavalão de encarar suas próprias falhas e as dores que fazem parte de quem ele é.BoJack Horseman chega ao fim não apenas como a melhor série da Netflix, mas um dos dramas mais emocionalmente complexos que a TV viu recentemente. Não é para qualquer um.

I May Destroy You

Se você nunca ouviu falar de Michaela Coel, guarde o nome. A comediante (mais conhecida por Chewing Gum) tira inspiração de sua própria história para esta versão ficcionalizada. Na série, acompanhamos Arabella, que está virando a noite no escritório para terminar de escrever seu segundo livro. Ela decide dar uma pausa para encontrar um amigo em um bar, e acaba tendo sua bebida adulterada e é atacada por dois homens.I May Destroy You é a jornada de Arabella (e de Micaela) tentando entender o que é inexplicável. A série passeia por diversos gêneros em busca da resposta para a pergunta que não cala: como seguir em frente depois de ser atingida por um trauma tão grande?

Normal People

A princípio, ‘Normal People’ parece aquela série banal sobre um romance jovem que você veria em uma tarde de sábado sob as cobertas com uma panela de brigadeiro. Fofinha, com um elenco bonito, de fácil digestão, nada de novo. Mas a atração britânica vai além disso ao utilizar a relação tórrida entre Connell (Paul Mescal) e Marianne (Daisy-Edgar Jones) para refletir sobre a dificuldade de comunicação da geração Millennial, fazendo com que a profunda conexão entre eles seja ao mesmo tempo doce e dolorosa, universal e extremamente específica. Adaptada do romance best-seller de Sally Rooney nas lentes habilidosas de Lenny Abrahamson e Hettie Macdonald, esta minissérie é um caso raro de um retrato extremamente sensível em que cada respiração e cada toque tem muito a dizer. E diz muito bem. 

Better Call Saul

A penúltima temporada da série derivada deBreaking Badcontinua a rota de ascensão e talvez seja a melhor leva de episódios até agora. A atração, original do canal AMC e exibida no Brasil pela Netflix, segue como um mostruário para os talentos não apenas de Bob Odenkirk mas também da excelente Rhea Seehorn e, nesta temporada, da adição Tony Dalton. Aos poucos, os dois cantos da composição — de um lado, a transformação de Jimmy em Saul e, do outro, a imersão de Mike (Jonathan Banks) no mundo dos cartéis — foram se transformando em uma coisa só. O resultado é uma temporada não apenas veloz em que ninguém está salvo, mas também uma construção de expectativa, destruição e transformação dos personagens que não deve em nada a Walter White. Por vezes, Better Call Saulaté o supera.

Pesquisa revela que o público não se sente seguro para voltar aos cinemas neste ano

Mesmo durante a pandemia do Coronavírus, diversas redes de cinema pretendem reabrir suas portas ao longo do segundo semestre de 2020.

No entanto, uma pesquisa publicada pelo The Hollywood Reporter revelou que a maioria do público não está preparado para retornar aos espaços.

Realizada pelo Morning Consult, a pesquisa entrevistou 2200 pessoas no território americano.

Questionados se pretendiam retornar aos cinemas assim que as salas fossem reabertas, apenas 7% dos entrevistados disseram que se sentem à vontade sobre isso, enquanto 65% afirmaram que “é muito improvável.”

Os pesquisadores foram mais além e perguntaram se alguém pretendia retornar ao longo de 2020. Somente 12% do público disse que sim, e 37% que não.

Por outro lado, 34% responderam que se sentiriam mais seguros a retornar se as redes obrigassem o público a usar máscaras durante as sessões.

Confira:

Vale lembrar que as salas de cinema do Brasil foram fechadas em março devido a pandemia de COVID-19 que afetou o mundo todo. Desde então, a data de reabertura dos cinemas segue incerta, seguindo as medidas de segurança e distanciamento impostas pela OMS (Organização Mundial de Saúde).

Muitos leitores do CinePOP estão enviando mensagens questionando se existe uma previsão para a reabertura dos cinemas nacionais.

No início de junho, a pandemia parecia um pouco controlada no país e a Paris Filmes agendou a previsão de duas de suas estreias para o dia 9 de Julho: o terror ‘A Maldição do Espelho‘ e o drama ‘A Jornada‘.

Com novos casos e ineficiência ao combate ao vírus, a distribuidora adiou a estreia de ambos os filmes para 30 de Julho. Mesmo assim, a certeza da reabertura nessa data segue como um sonho distante.

Nos Estados Unidos, as redes de cinema adiaram suas reaberturas após novos casos do COVID-19.

Com a nova onda de contágio, estúdios como Disney e Warner Bros. optaram por adiar as datas de lançamento de seus filmes para agosto, permitindo mais tempo para a segurança.

Tenet‘ teve sua estreia adiada para o dia 12 de agosto, seguido pelo live-action da Disney, ‘Mulan‘, que tem previsão de estreia para 21 de agosto .

Sendo assim, a previsão mais otimista é que os cinemas reabram suas portas em agosto, seguindo protocolos de segurança e distanciamento. Porém, até o momento, não existe uma previsão oficial para a reabertura dos cinemas no Brasil.

Assista ao trailer dos dois filmes:

A Maldição do Espelho

O fantasma sinistro da Rainha de Espadas está novamente sedento por sangue, e desta vez suas vítimas são os alunos do internato, localizado em uma antiga mansão, envolto em rumores sombrios. Divertindo uns aos outros com histórias de horror sobre os assassinatos de crianças que foram cometidas nesta casa no século XIX, os adolescentes encontram na ala abandonada do edifício um espelho misterioso coberto de desenhos misteriosos. Por diversão, os alunos fazer diante desse espelho o ritual místico para chamar o espírito da Rainha de Espadas e realizar seus desejos mais íntimos, esperando que o fantasma os cumpra. Os coringas não sabem que suas próprias almas serão o preço a pagar por cada capricho que virá, e que a Rainha de Espadas não descansará até que tenha todos.

A Jornada

Sarah é uma astronauta francesa que está em treinamento na Agência Espacial Europeia, em Colônia. Ela é a única mulher no árduo programa. Ela mora sozinha com Stella, sua filha de oito anos. Sarah se sente culpada por não poder passar mais tempo com sua filha. Seu amor é avassalador, inquietante. Quando Sarah é escolhida para se juntar à tripulação de uma missão espacial de um ano chamada Proxima, isso abala o relacionamento mãe e filha.

 

‘Ghostbusters: Mais Além’ terá FORTE conexão com os filmes originais

A sequência/reboot ‘Ghostbusters: Mais Além‘ teve sua sinopse oficial divulgada, que reforça sua conexão com os filmes originais.

Confira, com o trailer:

“Do diretor Jason Reitman e produtor Ivan Reitman, vem o próximo capítulo no universo original dos Caça-Fantasmas. Em ‘Ghostbusters: Mais Além’, quando uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena, eles começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais e o legado secreto que seu avô deixou para trás.”

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 4 de Março de 2021.

Jason Reitman, filho de Ivan, comanda o projeto.

Finn Wolfhard (‘It: A Coisa‘), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill‘) e Carrie Coon (‘The Sinner‘) fazem parte do elenco protagonista. Paul Rudd também estrela, enquanto Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie PottsSigourney Weaver retornam.

‘Aladdin’ vai ganhar filme derivado

O serviço de streaming Disney+ ainda não completou um mês de lançamento, mas a Casa Mouse já está dando mais sinais verdes para produções originais.

Segundo o The Hollywood Reporter, o live-action de Aladdin vai ganhar um spin-off focado no Príncipe Anders (introduzido no remake e interpretado por Billy Magnussen). Jordan DunnMichael Kvamme ficarão a encargo do roteiro.

Príncipe Anders

Entretanto, essa produção derivada não funciona como sequência direta do longa-metragem, e sim um projeto complementar.

Aladdin superou todas as expectativas e arrecadou mais de US$1,05 bilhão nas bilheterias mundiais. Com esse sucesso, os estúdios Walt Disney estão considerando produzir uma sequência e trazer o elenco principal de volta, incluindo Mena Massoud no papel-titular, Will Smith (Gênio), Naomi Scott (Jasmine) e Marwan Kenzari (Jafar).

A ideia ainda está em estágio inicial e só sairá do papel se o roteiro agradar os executivos.

Assista à nossa crítica de ‘Aladdin‘:

‘Power Rangers’: Reboot terá ligação com a clássica série de TV

Power Rangers ganhará um novo reboot nos cinemas, comandado por Jonathan Entwistle – da série ‘The End of the F***ing World‘.

Segundo o THR, o filme se passa nos anos 90 e incluirá viagem no tempo.

O site diz que a história começará nos dias de hoje e levará as crianças de volta no tempo para a década de 1990, a década em que a série ‘Mighty Morphin Power Rangers‘ original ocorreu.

O roteiro de Patrick Burleigh (Pedro Coelho 2: O Fugitivo) terá toques de ‘De Volta para o Futuro 2‘.

O projeto é produzido pela Paramount, estúdio responsável por Transformers‘ e ‘G.I.Joe’.

Mais novidades surgirão em breve.

‘Invasão Secreta’: Marvel planeja fazer série de TV

De acordo com o jornalista Daniel Richtman, a Marvel Studios está desenvolvendo uma série de TV baseada nos quadrinhos da saga ‘Invasão Secreta‘.

Além disso, foi dito que a trama da série terá ligação direta com ‘Capitã Marvel 2‘.

Apesar de não haver confirmação, Richtman divulgou a presença de Ezra Miller em ‘Crise nas Infinitas Terras‘ em julho de 2019, meses antes de sua aparição no especial.

Em seu perfil no Twitter, o jornalista diz:

“Ouvi dizer que os rumores sobre a série baseada em ‘Invasão Secreta’ são verdadeiros. A Marvel está desenvolvendo uma narrativa que terá ligação com os eventos de Capitã Marvel 2‘. Eu acho que o programa irá mostrar o ponto de vista da SWORD tentanto combater os Skrulls e os Kree, enquanto a sequência de ‘Capitã Marvel‘ vai mostrar como Danvers irá lidar com a situação.”

Para quem não conhece, a saga ‘Invasão Secreta‘ foi escrita por Michael Bendis e Leinil Francis Yu, sendo publicada em 2008.

Na trama, os heróis mais poderosos da Terra descobrem que os Skrulls se infiltraram no planeta e tomaram o lugar de diversos Vingadores na tentativa de controlar nosso mundo.

No entanto, não se sabe como a história será adaptada para a Disney+.

Como o estúdio ainda não se pronunciou sobre a informação, considere como rumor.

Lembrando que a Marvel já contratou Megan McDonnell (‘WandaVision‘) para escrever o roteiro de Capitã Marvel 2’ e segue à procura de de uma diretora para assumir a sequência, que tem previsão de estreia para 2022.

Lançado em março de 2019, ‘Capitã Marvel‘ foi um sucesso de público, arrecadando US$ 1,128 bilhão pelo mundo.

Assista nossa crítica:

‘Tenet’: John David Washington e Christopher Nolan na nova imagem de bastidores do longa

Warner Bros. divulgou uma nova imagem de bastidores de ‘Tenet’, trazendo o astro John David Washington e o aclamado diretor Christopher Nolan.

Confira:

A Warner planeja lançar a produção dia 26 de agosto em países que já contiveram o pico do coronavírus, como Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Coréia, Rússia, Espanha e Reino Unido.

Vale lembrar que, de acordo com uma recente matéria do IndieWire, o filme teria que arrecadar pelo menos US$800 milhões pelo mundo para não ter prejuízo comercial. Com o adiamento indefinido, é provável que o valor aumente.

O filme é dirigido e escrito por Christopher Nolan e tem duração de 149 minutos (2 horas e 29 minutos).

“Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real.

Não viagens no tempo. Inversões”.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

Confira as estreias da Netflix em Agosto de 2020!

Agosto vai ser agitado. Por isso fizemos um compilado das estreias do mês. Tem de tudo: filmes e séries pra toda família, cheios de ação, comédia, romance, crítica social, animação infantil e histórias incríveis.

São mais de 70 novos títulos para o deleite dos fãs.

Assista ao vídeo e confira a lista:

01/08

No Coração do Mar
Nessa história real que inspirou Moby Dick, a tripulação de um navio baleeiro luta desesperadamente para sobreviver ao ataque de uma baleia gigante. Com Chris Hemsworth.

Operação Sombra – Jack Ryan
Enquanto trabalha disfarçado em Wall Street, o analista da CIA Jack Ryan descobre um plano terrorista para derrubar a economia dos EUA.

O Núcleo – Missão ao Centro da Terra
O centro da Terra parou de girar, e o cientista Josh Keyes deve descobrir o porquê antes que o mundo literalmente desmorone. Com Aaron Eckhart e Hilary Swank.

Loucademia de Polícia 2: A Primeira Missão
Mahoney e seus colegas finalmente se formaram na Academia de Polícia. Agora, eles saem às ruas para combater o crime e garantir muitas risadas.

Armações do Amor
Em uma tentativa desesperada de expulsar o filho de 30 e poucos anos do ninho, seus pais frustrados contratam uma “consultora de relacionamentos”. Com Matthew McConaughey, Sarah Jessica Parker e Zooey Deschanel.

Sleight: O Truque Perfeito
Lutando para criar a irmã sozinho, um jovem mágico de rua acaba entrando para o tráfico e precisa enfrentar a crueldade do mundo das drogas.

Colateral
O taxista Max se vê diante de uma possibilidade de ganhar dinheiro fácil, mas tudo vira um pesadelo quando ele descobre que o passageiro é assassino profissional. Com Jamie Foxx e Tom Cruise.

Ressurreição
Para acabar com os rumores sobre a ressurreição de um pregador judeu, um tribuno romano e um soldado novato buscam o corpo desaparecido do homem crucificado. Com Joseph Fiennes e Tom Felton.

Lenda urbana
Três universitários fazem pouco caso de uma série de crimes horripilantes parecidos com antigas lendas, mas uma amiga descobre que pode ser a próxima vítima.

Além da Escuridão – Star Trek
O reboot de Star Trek continua com Kirk e Spock lutando contra uma ameaça terrorista à frota estelar, com a ajuda de um aliado inesperado.

Good Burger
Dois jovens tentam salvar a lanchonete de bairro em que trabalham depois que uma franquia gigante de hambúrguer se instala do outro lado da rua.

Footloose
Criado na cidade grande e apaixonado pela dança, um jovem se muda para o interior e descobre que sua atividade favorita não é permitida no seu novo lar.

Love Story – Uma História de Amor
Neste romance clássico, o futuro advogado Oliver deixa seu pai milionário revoltado ao se apaixonar por uma estudante de origem humilde.

Instinto Selvagem
Um policial tenta resistir aos encantos de uma escritora sexy que é a principal suspeita de ter cometido um assassinato igual ao de seus livros.

Fuga de Alcatraz
Em 29 anos, ninguém conseguiu fugir da intransponível penitenciária de Alcatraz, exceto três homens, entre eles Frank Morris, um espertíssimo assaltante de bancos.

Super Monstros: Turma Nova
É hora de mais aventuras! Os Super Monstros recebem novos colegas na escola. O que será que essa turminha vai aprontar?

Peter Pan
Saiba o que aconteceu antes da história clássica do Peter Pan, quando ele conheceu e até lutou ao lado do futuro rival Capitão Gancho.

Perfeita Execução: Temporada 1
Tudo muda para a jovem e talentosa ginasta Jenny Cortez quando ela troca os EUA pelo Canadá, com a família, para abrir um clube de ginástica.

Toradora!: Temporada 1
Ryūji convoca a melhor amiga da crush para se aproximar dela, mas a explosiva Taiga está de olho em um colega dele. Será que isso vai dar certo?

02/08

A Era dos Dados
O jornalista científico Latif Nasser investiga as conexões fascinantes e complexas entre os seres humanos, o mundo e o universo em geral nesta produção americana.

03/08

Casa Grande
Uma família da alta burguesia carioca vai à falência, e o jovem Jean precisa aprender a lidar com a realidade nua e crua de uma vida menos afortunada. Os atores Suzana Pires, Marcello Novaes e Thales Cavalcanti fazem parte do elenco deste filme, vencedor do prêmio do público no Festival do Rio 2014.

Immigration Nation
Conheça os problemas e as singularidades no sistema de imigração dos Estados Unidos nesta série documental.

04/08

Mundo Mistério
O youtuber e apresentador Felipe Castanhari explora enigmas da história e da ciência com seus colegas de laboratório. Juntos, eles usam humor e experiências científicas para responder perguntas como “O que acontece no Triângulo das Bermudas?”, “É possível viajar no tempo?” e “Como eram os cães pré-históricos?”. Cada episódio teve a consultoria de especialistas como professores, médicos e pesquisadores.

Acampamento de Verão do Cory Carson
Cory vai para o acampamento de verão e fica morrendo de ciúmes quando descobre que seu melhor amigo vai dividir a barraca com a prima, e não com ele.

Resgate em Malibu: A Próxima Onda
O verão chegou, e a Equipe dos Linguados vai sediar a Competição Mestre da Praia Internacional, com muitas surpresas pelo caminho!

Luccas Neto em: O Hotel Mágico
Luccas Neto e a irmã Gi se hospedam no Hotel Mágico, mas precisam se livrar dos elfos que conheceram no Pólo Norte e estão em busca de vingança.

05/08

Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy x Reverendo
Um especial interativo da Kimmy! Ela vai se casar, mas antes precisa acabar com o plano maligno do Reverendo. Agora é com você: o que ela deve fazer?

Os Mais Procurados do Mundo
Alguns dos bandidos mais procurados do mundo, que conseguiram fugir apesar de grandes recompensas e extensas investigações.

Anelka – O incompreendido
Insuportável ou incomparável? Este documentário investiga as controvérsias que permeiam a vida e a carreira do astro do futebol francês Nicolas Anelka.

06/08

The Rain: Temporada 3
Anos após a chuva dizimar a população da Escandinávia, Simone e Rasmus se desentendem sobre como salvar a humanidade.

The Seven Deadly Sins: Imperial Wrath of The Gods
Agora que Camelot é o reduto dos Dez Mandamentos, os Sete Pecados Capitais se juntam mais uma vez para livrar a Britânia do Clã dos Demônios.

07/08

Natureza Discreta
Esta série documental mostra animaizinhos fascinantes lutando para sobreviver em diversos mundos escondidos.

Alto Mar: Temporada 3
Quando o navio Bárbara de Braganza sai da Argentina para o México, Eva aceita a missão de acabar com um cientista que leva um vírus fatal a bordo. Com Marco Pigossi no elenco.

Vem Cantar! Alemanha
Neste campeonato de karaokê apresentado por Palina Rojinski, os competidores mais afinados podem ganhar até 30.000 euros.

Sunset – Milha de Ouro: Temporada 3
Grandes mudanças chegam ao Oppenheim Group: após fecharem uma grande venda, uma corretora enfrenta um fim de namoro complicado.

Dançarina Imperfeita
Para entrar na faculdade de seus sonhos, a inteligente e desajeitada Quin precisa vencer uma competição de dança. Com Sabrina Carpenter.

Magos: Contos da Arcadia
O jovem aprendiz de Merlin se une a personagens de Caçadores de Trolls e Os 3 Lá Embaixo no último capítulo da trilogia Contos da Arcadia, de Guillermo del Toro.

As Novas Aventuras do Macaco: Temporada 2
A busca pelos pergaminhos sagrados continua para o Rei Macaco e seus amigos. Mas, em um mundo cheio de demônios, deuses e magia, tudo tem seu preço.

O Ônibus Mágico Decola Novamente – Rumo ao Espaço
As crianças do Ônibus Mágico vão para a Estação Espacial Internacional, mas precisam fugir de um animal gigante!

12/08

Greenleaf: Temporada 5
Com a igreja da família à beira da destruição, os Greenleaf enfrentam seus rivais e tentam resolver os problemas do passado.

A Indústria da Cura
Esta série documental mergulha na lucrativa indústria do bem-estar que vende saúde e qualidade de vida, mas será que os produtos cumprem o que prometem?

Axé: Canto Do Povo De Um Lugar
A história do ritmo que levou o sincretismo cultural da Bahia para o mundo.

13/08

Círculo de Fogo: A Revolta
O filho de Stacker Pendercost, Jake, se une a um amigo piloto e uma hacker para enfrentar uma nova ameaça kaiju na batalha para salvar a humanidade.

RIDE ON TIME: Temporada 2
Dos novos talentos aos artistas consagrados, esta série reveladora continua acompanhando as principais boy bands do Japão.

14/08

3%: Temporada 4
Na última temporada desta série brasileira, o conflito entre a Concha e o Maralto está escancarado e uma guerra é iminente. Mas, enquanto o Processo 108 se inicia sob uma liderança nova e ainda mais agressiva, os integrantes da Concha são convidados para uma visita diplomática ao Maralto. A proposta de paz acaba sendo o pretexto para a destruição que definirá o futuro desse mundo dividido.

Dirty John – O Golpe do Amor
Uma socialite chega ao limite durante um divórcio complicado que acaba em tragédia. Baseado em um crime real.

Teenage Bounty Hunters
Após capturarem um fugitivo por acidente, duas gêmeas unem forças com um veterano caçador de recompensas para entregar criminosos à justiça de Atlanta, Estados Unidos.

Assalto ao Banco Central
Baseada no roubo de 33 milhões de dólares do banco central da Colômbia, em 1994, que abalou o país. Estrelando Andrés Parra e Christian Tappan.

Glow Up: Temporada 2
Um novo grupo de competidores precisa usar muita técnica e criatividade para ser o próximo astro ou estrela da maquiagem no Reino Unido.

Power
Um ex-soldado, uma adolescente e um policial se encontram em Nova Orleans, Estados Unidos, durante a busca por uma perigosa pílula que dá superpoderes temporários a quem a toma. Com Jamie Foxx, Joseph Gordon-Levitt, Dominique Fishback e Rodrigo Santoro.

Octonautas e as Cavernas de Sac Actun
Os Octonautas embarcam em uma aventura submarina navegando por águas perigosas para ajudar um amiguinho a voltar para casa, no Caribe.

17/08

Caçadores de Bugs: Temporada 2
O suporte técnico está de volta em mais uma temporada, caçando monstros que saem dos jogos para a vida real.

18/08

A Cidade Onde Envelheço
Neste filme premiado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e no Festival de Biarritz, na França, duas jovens portuguesas tentam criar raízes no Brasil. Teresa chegou recentemente; Francisca já está no país há um tempo.

19/08

Crimes de Família
Alicia vive a saga de uma mãe desesperada que vai fazer de tudo para impedir que o filho seja preso por tentar matar a ex-mulher.

GDLK
Este documentário mostra que a era de ouro dos videogames foi uma época competitiva, inovadora e muito divertida.

20/08

Biohackers
Mia vai cursar medicina atrás de um professor que ela suspeita estar ligado a uma tragédia do passado de sua família e acaba envolvida no mundo do biohacking.

John à procura de aliens
Um mago da eletrônica transmite sinais de rádio para as estrelas em busca de civilizações alienígenas enquanto leva uma vida solitária.

Great Pretender
Makoto Edamura se considera o maior vigarista do Japão, mas encontra um rival à altura quando tenta enganar um escroque de altíssimo nível.

21/08

Lucifer: Temporada 5
Lucifer faz um retorno triunfal, Chloe repensa o amor, Ella finalmente encontra um cara legal e Amenadiel se adapta à paternidade.

Hoops
Nesta série de animação, um técnico de basquete mal-humorado faz de tudo para colocar seu time na linha e chegar às divisões principais. Não vai ser mole!

Tammy: Fora de Controle
Após perder o emprego e ser traída pelo marido, Tammy decide pegar a estrada com a avó, que bebe demais. Com Melissa McCarthy e Susan Sarandon.

Missão Pijamas
Ela é uma ex-criminosa no programa de proteção a testemunhas. E seus filhos vão arriscar tudo para salvá-la de sequestradores que exigem que ela faça um trabalho para eles.

25/08

Gatunas: Temporada 2
Três garotas de diferentes círculos sociais se tornam amigas após descobrirem que têm algo em comum: o hábito de furtar. Agora, elas estão de volta para a segunda temporada.

O Destino de uma Nação
Com a ameaça de invasão nazista, o recém-nomeado primeiro-ministro britânico Winston Churchill convoca um país a lutar pela própria sobrevivência. Com Gary Oldman, que venceu o Oscar de Melhor Ator por este filme.

O Lab da Emily
Nesta série de live-action, a apresentadora Emily Calandrelli surpreende com atividades, demonstrações e experimentos científicos divertidos.

26/08

Mansão de Praia
Conheça as mansões luxuosas dos ricos e famosos na badalada região norte-americana dos Hamptons.

Pódio para Todos
Este filme conta a história extraordinária dos Jogos Paralímpicos e vai mudar a sua forma de ver a deficiência, a diversidade e o potencial humano.

27/08

Aggretsuko: Temporada 3
A panda vermelha Retsuko e seu karaokê de heavy metal voltam para mais uma temporada (com legendas em português; sem previsão de dublagem).

28/08

Cobra Kai: Temporadas 1 e 2
Trinta anos depois, a rivalidade entre Johnny e Daniel ressurge. Ralph Macchio e William Zabka voltam a seus papéis marcantes nesta continuação de Karatê Kid.

Sou um Assassino: Em Liberdade
Será que um assassino que foi condenado à morte por um crime brutal há quase 30 anos consegue se reintegrar a uma sociedade que mal conhece?

Origens Secretas
Dois policiais se unem a um fã de quadrinhos e uma fã de cosplay para encontrar um assassino que recria histórias de origem de super-heróis.

Quase uma Rockstar
Amber não esquenta a cabeça com nada, até que uma tragédia ameaça seu otimismo e estilo de vida. Será que ela consegue enfrentar tudo isso sem se abalar?

31/08

Em Prova: Amiga do Inimigo
Uma história cheia de mistérios e emoções. Nessa continuação da websérie da influenciadora Viih Tube, ela e sua turma precisam descobrir quem é o Anônimo do Recanto, que está espalhando os segredos da escola pelas redes sociais.

Luo Bao Bei: Temporada 1
Luo Bao Bei é uma menininha fofa e inteligente que usa a imaginação para viver aventuras com seus amigos reais e imaginários.

‘Pinóquio’: Roberto Benigni é Gepetto no novo trailer INCRÍVEL do live-action

Pinóquio, nova adaptação em live-action do clássico italiano, ganhou seu segundo trailer oficial.

No filme, Roberto Benigni vive o icônico marceneiro Gepetto. Federico Ielapi interpreta Pinóquio.

Assista:

O filme é dirigido e escrito por Matteo Garrone e tem estreia marcada para o dia 14 de agosto em cinemas selecionados e em VOD.

A produção será uma colaboração ítalo-francesa – logo, não faz parte do extenso panteão de remakes dos estúdios Walt Disney.

O elenco também conta com Gigi Proietti, Rocco Papaleo, Massimo Ceccherini, Matilda De Angelis e outros.

‘Desalma’: Série de terror da Globo sobre possessões demoníacas ganha trailer

Seguindo os passos das séries de terror da Netflix, a Globoplay divulgou trailer da série ‘Desalma‘, que estará disponível no streaming a partir de Outubro de 2020.

Assista ao trailer:

Escrita por Ana Paula Maia e dirigida por João Paulo Jabur e Pablo Müller, a trama sobrenatural se passa em Brígida, uma comunidade de tradições ucranianas localizada no Sul do Brasil, apresentando temas como rituais de bruxaria, terror psicológico e paganismo.

Para manter a originalidade, todas as cenas foram gravadas em colônas ucranianas no Rio Grande do Sul, nas cidades de Antonio Prado e São Francisco de Paula.

Em entrevista para o Uol, Ana Paula adiantou o que o público pode esperar da atração:

“A mitologia ucraniana é aterrorizante, gente. É um negócio muito estranho, sabe? Envolve um universo próprio, com paganismo, bruxaria e um pano de fundo muito sombrio. É o melhor lugar pra contar uma história de terror nesse momento.”

Apesar disso, ela garante que não apelou para cenas de susto desnecessárias, imagens violentas ou alusões a demônios… A tensão está concentrada nos momentos de silêncio.

A série é protagonizada por três mulheres, interpretadas por Cássia Kis, Cláudia Abreu, e Maria Ribeiro.

Festa de Ivana Kupala 1988.

Gosta de ‘Masterchef’? Confira 2 dicas de programas de comida na Netflix…

O editor-chefe Renato Marafon traz um vídeo com duas dicas de programas na Netflix para quem é fã do ‘Masterchef‘.

Assista, com outras dicas imperdíveis:

Todos os dias, vamos lançar Dicas de Filmes e Séries para você assistir no streaming, passando por todos os gêneros e serviços.

Diariamente, vamos tentar combater o tédio e ajudar você a escolher o melhor programa para se fazer junto aos que você ama e a sua TV.

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Confira nossas listas em TEXTO:

Filmes que ACABARAM de sair nos cinemas e você pode assistir em CASA; Confira!

10 Sagas Cinematográficas para Maratonar nas Próximas Semanas

Filmes e séries para ver com as crianças em casa

Séries com reviravoltas de cair o queixo para assistir durante a quarentena

10 reality shows insanos pra você que amou The Circle e Casamento às Cegas

10 Séries Animadas para Maratonar nas Próximas Semanas

20 Filmes com Nota Baixa no Rotten Tomatoes que Adoramos

10 Filmes Recentes que Você Esqueceu que tinham sido Lançados

 

Netflix

10 gemas escondidas na Netflix para quem quer algo fora do convencional

15 Séries da Netflix Para Maratonar

15 filmes na Netflix para não sentir falta dos cinemas

10 Cinebiografias Imperdíveis para Assistir na Netflix

10 Séries Biográficas para Maratonar na Netflix

10 ótimos filmes brasileiros para maratonar na Netflix

 

Amazon Prime

10 filmes de terror no Amazon Prime Video para fugir dos problemas…

15 filmes no Amazon Prime Video para não sentir falta dos cinemas

15 Séries da Amazon Prime Para Maratonar neste mês

 

Globoplay

15 Séries da Globoplay Para Você Maratonar

 

HBO

15 Filmes Para Assistir na HBO e Não Sentir Falta dos Cinemas

 

Vídeolistas

Jennifer Lopez e Shakira são indicadas ao Emmy 2020 pelo Super Bowl LIV

O indicados ao Emmy Awards 2020 foram anunciados há alguns dias e, enquanto diversos foram relembrados, dois deles causaram bastante surpresa e comoção no mundo da música: Jennifer LopezShakira.

A dupla latina entregou uma icônica performance no show de intervalo do Super Bowl LIV e é claro que a apresentação não passaria batida. Ambas as cantoras foram indicadas pelo conjunto da obra para a categoria de Melhor Direção Musical.

Relembre a performance, divulgada pela Pepsi e pela NFL na íntegra: