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Matthew McConaughey vive pai de traficante no trailer de ‘White Boy Rick’

O thriller baseado em fatos reais, ‘White Boy Rick, ganhou um trailer estrelado por Matthew McConaughey, que vive o pai de jovem traficante. Assista:

Com direção de Yann Demange, a trama gira em torno de Richard Wershe Jr, que nos anos 80, com apenas 14 anos, se tornou um chefão do tráfico de drogas local após alguns meses trabalhando como informante do FBI.

O roteiro é de Steve Kloves, da franquia ‘Harry Potter’.

Richie Meritt interpreta o papel principal. Bel Powley, Bruce Dern, Jennifer Jason Leigh e Bryan Tyree Henry completam o elenco.

A Sony Pictures lança o longa em 17 de agosto nos EUA. Ainda sem previsão no Brasil.

 

‘X-Men’ 20 anos | O legado dos mutantes nos cinemas

Há 20 anos, o primeiro filme dos X-Men chegava aos cinemas para causar uma verdadeira revolução no mundo do entretenimento. Para entender o motivo de X-Men: O Filme ter sido tão importante, precisamos entender o contexto em que ele foi lançado.

Em 2000, o mundo vivia a chegada de um novo milênio. Com isso, vieram as diversas mensagens falando de novos tempos, do início de uma nova era. E não dá para dizer que elas estavam erradas, já que ali começou a Era Heroica dos cinemas. Isso porque os anos 1990 ficaram marcados por alguns vários filmes horrorosos envolvendo super-heróis, como Capitão América – O Filme, O Quarteto Fantástico, Liga da Justiça, Aço e os filmes do Batman depois da saída de Tim Burton da direção. A maioria representou grandes fracassos para os respectivos estúdios e pairava a sensação de que ninguém sabia muito bem o que fazer com esses materiais. Paralelamente a isso, a franquia de Blade, O Caçador de Vampiros ia bem, abordando o personagem em filmes voltados para o terror, que rendiam boas críticas, mas nenhuma bilheteria interessante o suficiente para justificar que inserissem essa abordagem em todos os outros super-heróis. Afinal, para os executivos, pessoas poderosas vestindo roupas coloridas eram coisa de criança.

O filme do Capitão América de 1990 era uma tosqueira total. O uniforme que incluía ORELHAS DE BORRACHA mostra porque os estúdios não confiavam no gênero de super-heróis.

Então, Bryan Singer apareceu para adaptar um dos grupos mais famosos e carismáticos da Marvel: Os X-Men. Com uma visão diferenciada do que havia sido feito até ali, Singer não prezou tanto pela fidelidade ao material das histórias em quadrinhos. Ele pegou o conceito dos mutantes, manteve algumas características básicas, como eles serem alvo de preconceito, e moldou esse universo como achou melhor. Logo de cara saíram os uniformes coloridos e entraram os trajes pretos de couro. Com esse visual mais “realista”, os heróis deixavam de ser visualmente feitos para crianças e, para os executivos, poderia ser melhor aceito também pelos adultos. Além disso, ele trouxe um elenco de renome. Com astros do nível de Sir Patrick Stewart, Sir Ian Mckellen e Halle Berry, o longa começava a ganhar relevância para a imprensa e para os veículos especializados em cinema. Não era mais o tempo em que qualquer um poderia interpretar o Capitão América nas telonas como um passatempo e tudo bem. Não, agora os heróis seriam vividos por atores gabaritados e dedicados aos projetos.

 

Não tinha mais essa de atleta da NBA ou da NFL interpretar heróis. Agora, eles seriam vividos por atores de verdade.

Junto a isso, saíam de cena os deuses perfeitos e entravam os personagens com características humanas. O Wolverine – interpretado pelo até então desconhecido Hugh Jackman – era um cafajeste, o Magneto era um vilão arrogante com passado trágico, o Professor Xavier era misterioso e benevolente, enquanto o Ciclope (James Marsden) era um líder inseguro. O lado humano passa a ser explorado e a ser importante. Isso aumentava a identificação do público com os personagens.

Personagens, ainda que caricatos, passariam a ter problemas e personalidades humanas.

Fora, claro, o uso dos efeitos especiais. Se hoje, os efeitos especiais são parte fundamental dos filmes com super-heróis, X-Men: O Filme tem participação direta nisso. Quando se retrata um grupo de pessoas com habilidades especiais nos cinemas, um dos maiores atrativos é poder mostrar esses poderes para o público de forma crível. Até então, a maioria dos personagens adaptados possuíam habilidades mais parecidas com a de atletas do que heróis. O Batman utilizava seus aparatos e resolvia as coisas no soco. O Capitão América era um superatleta, o Justiceiro era um mercenário e o Nick Fury era um espião. Com os mutantes, o cinema precisa mostrar um homem soltando laser pelos olhos, um idoso contorcendo ferro, uma mulher soltando raios e por aí vai. A alternativa encontrada para isso foi a computação gráfica misturada aos efeitos práticos.

 

Os heróis passaram a ser realmente superpoderosos.

Quando se fala em narrativa, o roteiro do primeiro filme dos X-Men era bem padrão, apesar de ainda seguir uma temática mais adulta, mas escrita de forma que não prejudicasse o entendimento das crianças. A Warner tinha desistido de ter Tim Burton à frente dos filmes do Batman justamente por considerar que sua visão para o personagem era adulta demais para abranger a todos os públicos. A consequência disso foram filmes mais bobos, que não agradaram aos adultos e culminou no fim da franquia. A Fox confiou em Brian Singer, que correspondeu ao encontrar um meio termo, que agradasse tanto aos pequenos quanto aos adultos. Dessa forma o filme foi um sucesso e abriu o terreno para que os personagens da Marvel começassem a dominar o cinema.

Enfim Hollywood tinha um filme de super-heróis para todas as idades.

Com o passar do tempo, a franquia X-Men foi avançando de forma muito irregular, chegando ao ponto de virar piada por conta da falta de diálogo entre suas diversas linhas do tempo. Ainda assim, em meio a essa bagunça, alguns filmes da franquia conseguiram destaque mesmo quando outras franquias de super-heróis já faziam bastante sucesso. O ponto é que provavelmente nenhum deles teria conseguido esse sucesso se não fossem os primeiros passos dados pelos X-Men há exatos 20 anos.

 

Crítica | Quase Uma Rockstar – Parece uma Comédia Juvenil, Mas vai Te Fazer Chorar

O universo juvenil não é flores todos os dias. Crescemos achando que todas as crianças e adolescentes são felizes o tempo todo, mas não é bem assim. Atentos a isso, muitos escritores e cineastas têm buscado jogar luz nos dramas enfrentados por esses jovens que muitas vezes são obrigados a ter que lidar com adversidades da vida que encurtam a própria juventude. Exatamente como pode ser visto em ‘Quase uma Rockstar’, novo filme da Netflix.

Amber Appleton (Auli’i Cravalho) é uma jovem que se esforça MUITO pra fazer as coisas. Ela trabalha numa loja de donuts, dá aulas de inglês para estrangeiros (que pagam o quanto podem), é voluntária num lar para idosos, organiza os eventos sociais da escola, ajuda no café da manhã do colega especial…. é tanta coisa, que ela mal tem tempo para dormir. Aliás, Amber mal tem onde dormir, porque, na verdade, ela e a mãe (Justina Machado) foram despejadas e dormem todas as noites em um ônibus escolar. E, embora Amber faça tanto por todos e por sua comunidade, a verdade é que sua vida pessoal está desmoronando e ela não consegue ver perspectiva de como conseguir dar a volta por cima.

Baseado no livro homônimo do best-seller Matthew Quick (que também colaborou no roteiro), o filme tem uma roupagem de comédia romântica adolescente – com seu título, seu pôster e por trazer a queridinha Auli’i Cravalho como protagonista (que fez sucesso mundial ao dublar e cantar a voz de ‘Moana’, sucesso da Disney) –, mas como pode ser visto pela sinopse, é um drama bem impactante que evidencia uma realidade cruel que muitos jovens precisam enfrentar – mais particularmente nos Estados Unidos, onde se passa a história e as leis dão mais responsabilidades a adolescentes com dezesseis anos, porém onde o bem-estar dos menores de idade é uma preocupação abraçada por toda a comunidade.

Com a missão de desconstruir o colorido da juventude, o roteiro de Brett Haley e Marc Basch começa bastante acelerado, no ritmo da protagonista, e imediatamente mostra quão exaustiva é a rotina de Amber. Entretanto, peca no excesso de vontade, inserindo tanto elementos dramáticos na vida da jovem, que a coitada não tem nem tempo para se permitir sofrer pelos seus percalços. Esse exagero faz com que o enredo não consiga focar em nenhuma trama, desenvolvendo superficialmente todos os elementos e falhando em conectar com as emoções de quem assiste a este filme.

Entraria aí o papel de Brett Haley, que, como diretor, poderia ter estudado a possibilidade de enxugar alguns desses elementos para dar maior profundidade ao arco dramático do longa – e, consequentemente, proporcionar uma reflexão empática no espectador. Ou então escolher o formato serial para a sua produção, de modo a conferir maior espaço para desenvolver, inclusive, os coadjuvantes, cujos nomes o espectador não consegue nem gravar, tão rápido aparecem.

Quase uma Rockstar’ é conduzido pelo carisma de Auli’i Cravalho e, mesmo tentando abraçar muitos assuntos, é um filme tocante e inspirador que mostra que o verdadeiro super-herói ou rockstar é aquele que diariamente se esforça em fazer do mundo um lugar melhor.

Sou Carnaval de São Salvador

(Sou Carnaval de São Salvador)

 

Elenco: 

João Miguel

 

Direção: Marcio Cavalcante

Gênero: Documentário

Duração: 112 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento:

Estreia: 24 de Janeiro de 2019

Sinopse: 

O projeto é um longa-metragem documental que tem como tema o Carnaval de Salvador, que é mais que uma festa, é um estado de espírito. É singular e é plural: são milhões de pessoas que são de verdade Carnaval, num mergulho profundo para tentar entender o porquê de tanta loucura. Que histeria coletiva é essa? Existe explicação?

Curiosidades: 

» Narrado pelo baiano João Miguel, o longa foi gravado durante cinco anos (2015-18), num mergulho profundo para tentar entender o porquê de tanta loucura. Que histeria coletiva é essa? Existe explicação?

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Midsommar’: Terror está fazendo as pessoas passarem mal

Ari Aster construiu seu nome como um dos proeminentes diretores da nova geração com o assustador Hereditário. Entretanto, é o seu segundo filme, Midsommar – O Mal Não Espera a Noite’, que promete não nos deixar dormir à noite ou até mesmo sair de casa.

Bom, é o que está acontecendo. Vários espectadores já estão publicando suas reações online e todas entraram em um arrepiante consenso: o longa-metragem é tão pesado e tão visceral que as pessoas estão passando mal.

Confira alguns comentários abaixo e o novo trailer:

“Há muitas imagens de Midsommar que são tão horrendas que ficaram para sempre em minha mente. Eu vejo flashes [sic] delas do nada”.

“Eu tentanto dormir depois de Midsommar“.

“Todos estavam certos: uma hora aqui dentro, e não consigo me mexer”.

Midsommar é o filme mais lindo, perturbador e grotesco que já vi na vida”.

Midsommar é incrível. Você consegue ver como Ari consegue fazer um filme de terror totalmente à luz do dia e ainda me deixar muito assustada”. 

Mais uma vez, Ari Aster parece ter superado as expectativas, entregando um longa que já está sendo chamado de “obra-prima”. Segundo as primeiras reações, o terror foi considerado um mergulho psicotrópico sobre o significado da morte, feito de maneira desafiadora e confiante, com toques de humor.

Dani e Christian formam um jovem casal americano com um relacionamento prestes a desmoronar. Mas depois que uma tragédia familiar os mantém juntos, Dani, que está de luto, convida-se para se juntar a Christian e seus amigos em uma viagem para um festival de verão único em uma remota vila sueca. O que começa como férias despreocupadas de verão em uma terra de luz eterna toma um rumo sinistro quando os moradores do vilarejo convidam o grupo a participar de festividades que tornam o paraíso pastoral cada vez mais preocupante e visceralmente perturbador. Da mente visionária de Ari Aster surge um conto de fadas cinematográfico encharcado de pavor onde um mundo de escuridão se desdobra em plena luz do dia.

O elenco conta com Florence Pugh, Jack Reynor, Will Poulter, Vilhem Blomgren, William Jackson Harper, Ellora Torchia e Archie Madekwe.

Midsommar será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de setembro.

Critics’ Choice Awards 2020: Confira a lista completa de vencedores!

A temporada de premiações continua hoje (12) com a cerimônia do Critics’ Choice Awards 2020 – e o CinePOP traz para você a lista completa de vencedores atualizada em tempo real!

Confira:

CINEMA

MELHOR FILME

1917
Ford vs. Ferrari
O Irlandês
Jojo Rabbit
Coringa
Adoráveis Mulheres
História de um Casamento
Era uma Vez em… Hollywood
Parasita
Joias Brutas

MELHOR ATOR 

Antonio Banderas – Dor e Glória
Robert De Niro – O Irlandês
Leonardo DiCaprio – Era uma Vez em… Hollywood
Adam Driver – História de um Casamento
Eddie Murphy – Meu Nome é Dolemite
Joaquin PhoenixCoringa
Adam Sandler – Joias Brutas

MELHOR ATRIZ

Awkwafina – The Farewell
Cynthia Erivo – Harriet
Scarlett Johansson – História de um Casamento
Lupita Nyong’o – Nós
Saoirse Ronan – Adoráveis Mulheres
Charlize Theron – O Escândalo
Renée Zellweger – Judy

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Willem Dafoe – O Farol
Tom Hanks – Um Lindo Dia na Vizinhança
Anthony Hopkins – Dois Papas
Al Pacino – O Irlandês
Joe Pesci – O Irlandês
Brad Pitt – Era uma Vez em… Hollywood

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Laura Dern – História de um Casamento
Scarlett Johansson – Jojo Rabbit
Jennifer Lopez – As Golpistas
Florence Pugh – Adoráveis Mulheres
Margot Robbie – O Escândalo
Zhao Shuzhen – The Farewell

MELHOR TALENTO JOVEM

Julia Butters – Era uma Vez em… Hollywood
Roman Griffin Davis – Jojo Rabbit
Noah Jupe – Honey Boy
Thomasin McKenzie – Jojo Rabbit
Shahadi Wright Joseph – Nós
Archie Yates – Jojo Rabbit

MELHOR ELENCO

O Escândalo
O Irlandês
Entre Facas e Segredos
Adoráveis Mulheres
História de um Casamento
Era uma Vez em… Hollywood
Parasita

MELHOR DIRETOR

Noah Baumbach – História de um Casamento
Greta Gerwig – Adoráveis Mulheres
Bong Joon-ho – Parasita
Sam Mendes – 1917
Josh Safdie e Benny Safdie – Joias Brutas
Martin Scorsese – O Irlandês
Quentin Tarantino – Era uma Vez em… Hollywood

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

Noah Baumbach – História de um Casamento
Rian Johnson – Entre Facas e Segredos
Bong Joon Ho and Han Jin Won – Parasita
Quentin Tarantino – Era uma Vez em… Hollywood
Lulu Wang – The Farewell

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

Greta Gerwig – Adoráveis Mulheres
Noah Harpster and Micah Fitzerman-Blue – Um Lindo Dia na Vizinhança
Anthony McCarten – Dois Papas
Todd Phillips & Scott Silver – Coringa
Taika Waititi – Jojo Rabbit
Steven Zaillian – O Irlandês

MELHOR FOTOGRAFIA

Jarin Blaschke – O Farol
Roger Deakins – 1917
Phedon Papamichael – Ford vs. Ferrari
Rodrigo Prieto – O Irlandês
Robert Richardson – Um Lindo Dia na Vizinhança
Lawrence Sher – Coringa

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

Mark Friedberg, Kris Moran – Coringa
Dennis Gassner, Lee Sandales – 1917
Jess Gonchor, Claire Kaufman – Adoráveis Mulheres
Lee Ha Jun – Parasite
Bob Shaw, Regina Graves – O Irlandês
Donal Woods, Gina Cromwell – Downton Abbey – O Filme
Barbara Ling, Nancy Haigh – Era Uma Vez em… Hollywood

MELHOR MONTAGEM

Ronald Bronstein, Benny Safdie – Uncut Gems
Andrew Buckland, Michael McCusker – Ford vs. Ferrari
Yang Jinmo – Parasita
Fred Raskin – Era uma Vez em… Hollywood
Thelma Schoonmaker – O Irlandês
Lee Smith – 1917

MELHOR FIGURINO

Ruth E. Carter – Meu Nome é Dolemite
Julian Day – Rocketman
Jacqueline Durran – Adoráveis Mulheres
Arianne Phillips – Era uma Vez em… Hollywood
Sandy Powell, Christopher Peterson – O Irlandês
Anna Robbins – Downton Abbey – O Filme

MELHOR CABELO E MAQUIAGEM

O Escândalo
Meu Nome é Dolemite
O Irlandês
Coringa
Judy
Era uma Vez em… Hollywood
Rocketman

MELHORES EFEITOS VISUAIS

1917
Ad Astra – Rumo às Estrelas
The Aeronauts
Vingadores: Ultimato
Ford vs. Ferrari
O Irlandês
O Rei Leão

MELHOR ANIMAÇÃO

Abominável
Frozen 2
Como Treinar o seu Dragão 3
I Lost My Body
Link Perdido
Toy Story 4

MELHOR FILME DE AÇÃO

1917
Vingadores: Ultimato
Ford vs. Ferrari
John Wick 3 – Parabellum
Spider-Man: Longe de Casa

MELHOR COMÉDIA

Fora de Série
Meu Nome é Dolemite
The Farewell
Jojo Rabbit
Entre Facas e Segredos

MELHOR FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU TERROR

Ad Astra – Rumo às Estrelas
Vingadores: Ultimato
O Mal Não Espera a Noite – Midsommar
Nós

MELHOR FILME DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

Atlantique
Les Misérables
Dor e Glória
Parasita
Retrato de uma Jovem em Chamas

MELHOR CANÇÃO

Glasgow (No Place Like Home) – As Loucuras de Rose
(I’m Gonna) Love Me Again – Rocketman
I’m Standing With You – Superação – O Milagre da Fé
Into the Unknown – Frozen 2
Speechless – Aladdin
Spirit – O Rei Leão
Stand Up – Harriet

MELHOR TRILHA SONORA

Michael Abels – Nós
Alexandre Desplat – Adoráveis Mulheres
Hildur Guðnadóttir – Coringa
Randy Newman – História de um Casamento
Thomas Newman – 1917
Robbie Robertson – O Irlandês

TELEVISÃO

MELHOR DRAMA

The Crown
David Makes Man
Game of Thrones
The Good Fight
Pose
Succession
This Is Us
Watchmen

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA

Sterling K. Brown – This Is Us
Mike Colter – Evil
Paul Giamatti – Billions
Kit Harington – Game of Thrones
Freddie Highmore – The Good Doctor
Tobias Menzies – The Crown
Billy Porter – Pose
Jeremy Strong – Succession

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA

Christine Baranski – The Good Fight
Olivia Colman – The Crown
Jodie Comer – Killing Eve
Nicole Kidman – Big Little Lies
Regina King – Watchmen
Mj Rodriguez – Pose
Sarah Snook – Succession
Zendaya – Euphoria

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA

Asante Blackk – This Is Us
Billy Crudup – The Morning Show
Asia Kate Dillon – Billions
Peter Dinklage – Game of Thrones
Justin Hartley – This Is Us
Delroy Lindo – The Good Fight
Tim Blake Nelson – Watchmen

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA

Helena Bonham Carter – The Crown
Gwendoline Christie – Game of Thrones
Laura Dern – Big Little Lies
Audra McDonald – The Good Fight
Jean Smart – Watchmen
Meryl Streep – Big Little Lies
Susan Kelechi Watson – This Is Us

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA

Barry
Fleabag
The Marvelous Mrs. Maisel
Mom
One Day at a Time
PEN15
Schitt’s Creek

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA

Ted Danson – The Good Place
Walton Goggins – The Unicorn
Bill Hader – Barry
Eugene Levy – Schitt’s Creek
Paul Rudd – Living with Yourself
Bashir Salahuddin – Sherman’s Showcase
Ramy Youssef – Ramy

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA

Christina Applegate – Dead to Me
Alison Brie – GLOW
Rachel Brosnahan – The Marvelous Mrs. Maisel
Kirsten Dunst – On Becoming a God in Central Florida
Julia Louis-Dreyfus – Veep
Catherine O’Hara – Schitt’s Creek
Phoebe Waller-Bridge – Fleabag

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine
Anthony Carrigan – Barry
William Jackson Harper – The Good Place
Daniel Levy – Schitt’s Creek
Nico Santos – Superstore
Andrew Scott – Fleabag
Henry Winkler – Barry

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

Alex Borstein – The Marvelous Mrs. Maisel
D’Arcy Carden – The Good Place
Sian Clifford – Fleabag
Betty Gilpin – GLOW
Rita Moreno – One Day at a Time
Annie Murphy – Schitt’s Creek
Molly Shannon – The Other Two

MELHOR SÉRIE LIMITADA

Catch-22
Chernobyl
Fosse/Verdon
The Loudest Voice
Unbelievable
Olhos que Condenam
Years and Years

MELHOR TELEFILME

Brexit
Deadwood: O Filme
El Camino: Um Filme Breaking Bad
Guava Island
Native Son
Patsy & Loretta

MELHOR ATOR EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME

Christopher Abbott – Catch-22
Mahershala Ali – True Detective
Russell Crowe – The Loudest Voice
Jared Harris – Chernobyl
Jharrel Jerome – Olhos que Condenam
Sam Rockwell – Fosse/Verdon
Noah Wyle – The Red Line

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME

Kaitlyn Dever – Unbelievable
Anne Hathaway – Modern Love
Megan Hilty – Patsy & Loretta
Joey King – The Act
Jessie Mueller – Patsy & Loretta
Merritt Wever – Unbelievable
Michelle Williams – Fosse/Verdon

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME

Asante Blackk, Olhos que Condenam
George Clooney, Catch-22
John Leguizamo, Olhos que Condenam
Dev Patel, Modern Love
Jesse Plemons, El Camino: Um Filme Breaking Bad
Stellan Skarsgård, Chernobyl
Russell Tovey, Years and Years

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME

Patricia Arquette – The Act
Marsha Stephanie Blake – Olhos que Condenam
Toni Collette – Unbelievable
Niecy Nash – Olhos que Condenam
Margaret Qualley – Fosse/Verdon
Emma Thompson – Years and Years
Emily Watson – Chernobyl

MELHOR SÉRIE ANIMADA

Big Mouth
BoJack Horseman
O Cristal Encantado: A Era da Resistência
She-Ra e as Princesas do Poder
The Simpsons
Undone

MELHOR TALKSHOW

Desus & Mero
Full Frontal with Samantha Bee
The Kelly Clarkson Show
Last Week Tonight with John Oliver
The Late Late Show with James Corden
Late Night with Seth Meyers

MELHOR ESPECIAL DE COMÉDIA

Amy Schumer: Growing
Jenny Slate: Stage Fright
Live in Front of a Studio Audience: Norman Lear’s All in the Family and The Jeffersons
Ramy Youssef: Feelings
Seth Meyers: Lobby Baby
Trevor Noah: Son of Patricia
Wanda Sykes: Not Normal

‘Rádio Coisa Mais Linda’: Elenco explica o que é sororidade no segundo episódio da websérie

A 2ª temporada da série nacional Coisa Mais Linda’ já está disponível na Netflix e, para promover o novo ciclo, a plataforma deu início a uma websérie em que o elenco feminino conversa sobre temas bastante importantes

O segundo capítulo traz as atrizes falando sobre o que é sororidade.

Confira:

Na nova leva de episódios, enquanto seguem em frente após uma recente tragédia, Malu e as amigas abraçam novos desafios profissionais e novas possibilidades de amor, além de confrontar injustiças corajosamente.

Confira o trailer, junto às imagens:

A série foi criada por Giuliano CedroniHeather Roth.

Na São Paulo do final da década de 50 está Maria Luiza, uma moça conservadora e completamente dependente de dois homens: seu pai, Ademar, e o marido dela, Pedro. No entanto, sua vida toma um rumo completamente diferente quando Pedro desaparece ao viajar para o Rio de Janeiro a fim de montar um restaurante. Maria Luiza, é claro, segue os rastros do marido, mas acaba transformando o sofisticado restaurante em uma casa noturna. Em terras cariocas, essa jovem passa então a descobrir um novo mundo na companhia de mulheres feministas e liberais e ao som da Bossa Nova.

Maria CasadevallPathy DejesusFernanda VasconcellosMel LisboaLeandro Lima, Ícaro Silva, Alexandre Cioletti e Gustavo Vaz estrelam.

‘Sneakerella’: Disney+ anuncia novo filme original baseado livremente no conto da Cinderela

Disney+ anunciou recentemente que está trabalhando em mais um filme original.

Intitulado Sneakerella, a produção será um musical que mistura pophip-hop e é ambientado no cenário da subcultura vanguardista do street-sneaker em Nova York.

A narrativa gira em torno de El (Chosen Jacobs), um aspirante à designer de tênis do Queens que trabalha como estoquista em uma loja anteriormente pertencente à falecida mãe. El esconde seus talentos artísticos de seu conturbado padrasto e dos dois meios-irmãs que constantemente destroem seus sonhos. Quando El conhece Kira King (Lexi Underwood), a filha independente e feroz de uma lendária estrela do basquete (interpretada por John Salley), os dois criam laços fortes por sua afinidade com tênis. Com a ajuda de seu melhor amigo e um pouco de magia de seu “fado-padrinho”, El encontra a coragem necessária para conquistar a indústria do design.

Como o nome e a história sugerem, a obra será uma adaptação contemporânea do clássico Cinderela, criada por Charles Perrault em 1657 e adaptada pela própria Casa Mouse em 1950 e em 2015.

Devyn NekodaJuan ChioranRobyn AlomarBryan Terrell ClarkKolton StewartHayward Leach completam o elenco.

Sneakerella está atualmente em produção e é dirigido por Elizabeth Allen Rosenbaum, que também entra como co-produtora executiva.

Tamara ChestnaGeorge Gore IIMindy Stern assinam o roteiro.

O longa tem estreia prevista para 2021.

‘Relatos do Mundo’: Drama faroeste com Tom Hanks conquista quatro indicações ao Oscar 2021

O novo drama faroeste Relatos do Mundo, estrelado por Tom Hanks, foi lançado na Netflix há algumas semanas e continua a cair no gosto dos críticos e das premiações.

Na revelação dos indicados ao Oscar 2021, o longa-metragem conquistou quatro nomeações e disputa pelas estatuetas de Melhor FotografiaMelhor Design de ProduçãoMelhor SomMelhor Trilha Sonora Original.

Os vencedores serão anunciados no dia 25 de abril.

O longa é dirigido por Paul Greengrass.

Cinco anos após o fim da Guerra Civil, o Capitão Jefferson Kyle Kidd (Hanks), um veterano de três guerras, viaja de cidade em cidade para contar histórias, compartilhar notícias e suas aventuras pelo mundo. Quando passa pelo estado do Texas, ela cruza o caminho de Johanna (Helena Zengel) uma menina que foi acolhida pelo povo Kiowa. Kidd assume a missão de devolver a jovem aos seus tios biológicos, mas conforme atravessam o Oeste americano, acabam enfrentando grandes desafios humanos e naturais.

Luke Davis assina o roteiro, baseado no romance homônimo publicado em 2016 por Paulette Jiles.

‘Jumanji’: Produtor revela status do próximo filme da franquia

Em entrevista ao Collider, o produtor Hiram Garcia revelou alguns detalhes sobre o processo de construção do próximo filme da saga ‘Jumanji’, comentando que ele e Dwayne Johnson, que também fica a encargo da produção, esperam trazer todos os membros do elenco de volta.

“Estamos muito focados em entregar a melhor versão dessa história. Obviamente, quando temos a sorte de trazer um time como aqueles de volta para uma terceira vez, queremos causar um impacto. É importante para nós entregar algo grande aos fãs, enquanto expandimos nossa narrativa em ‘Jumanji’. Então, estamos mergulhando fundo e colaborando juntamente a nossos roteiristas, ao diretor Jake [Kasdan] e ao nosso parceiro Matt [Tolmach], ele comentou.

Kasdan retorna para a cadeira de direção, após ter comandado ‘Jumanji: Bem-vindo à Selva‘ e ‘Jumanji: Próxima Fase‘.

No quarto filme, o videogame será levado para o mundo real, e os personagens do jogo poderão ser eles mesmos, interagindo com o elenco mais jovem – ao invés de serem controlados.  

O elenco conta com o retorno de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black, Karen Gillan, Ser’Darius Blain, Alex Wolff, Madison Iseman, Morgan Turner, AwkafinaDanny DeVito,Danny Glover.

Relembre o trailer do filme anterior:

Crítica | ‘Não Olhe para Cima’ é uma sátira sci-fi extremamente bizarra e divertida

A indústria cinematográfica hollywoodiana tem um apreço inestimável pelo gênero da ficção científica – e para o subgênero dos filmes de desastre. Apenas neste século, títulos como ‘Destruição Final – O Último Refúgio’, ‘O Dia Depois de Amanhã’ e ‘2012’ dominaram os cinemas e caíram no gosto do público, ainda que nem sempre tenham funcionado. E, agora, chegou a hora do diretor Adam McKay, responsável pelos aclamados títulos Vice e A Grande Aposta, fornecer sua própria perspectiva ao gênero supracitado com a sátira sci-fi Não Olhe para Cima.

O ambicioso projeto é centrado em dois astrônomos chamados Randall Mindy (Leonardo DiCaprio) e Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) que descobrem um perigoso meteoro a caminho da Terra – e com potencial de destruição gigantesca. Em uma corrida para alertar as autoridades responsáveis, Randall e Kate enfrentam um controverso negacionismo por parte da presidente dos Estados Unidos, Janie Orlean (Meryl Streep), a superficialidade da mídia mainstream e o levante inexplicável de pessoas que simplesmente escolheram não acreditar na destruição iminente. E, apesar de alguns solavancos espalhados pela longa produção (que quase esbarra nas duas horas e meia de duração), o resultado é divertido, bizarro e sincronizado com a proposta que adota desde os minutos de abertura.

DON’T LOOK UP (L to R) CATE BLANCHETT as BRIE EVANTEE, TYLER PERRY as JACK BREMMER, LEONARDO DICAPRIO as DR. RANDALL MINDY, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY, Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

McKay tem um estilo bastante peculiar e único de conduzir suas obras e não pensa duas vezes antes de reestruturar as fórmulas do cinema contemporâneo. Desde A Grande Aposta, o realizador arquitetou uma técnica de condução que amalgamava ficção e realidade em uma espécie de documentário desconstruído, guiado pela brusca montagem e pela superposição de imagens a fim de alcançar um objetivo – e é claro que ele faria a mesma coisa com Não Olhe para Cima. O principal objeto de estudo são os personagens e como cada um deles é condicionado ao tipo social que representa: temos a representante política vivida majestosamente por Streep (em uma ironia simbólica à figura retrógrada e nepotista do ex-presidente Donald Trump); o sensacionalismo midiático traduzido pela presença dos apresentadores Brie Evantee (Cate Blanchett) e Jack Bremmer (Tyler Perry); a ultra-exaltação da vida privada de personalidades, como o relacionamento entre Riley Bina (Ariana Grande) e DJ Chello (Kid Cudi); e muitos outros.

A principal crítica vem com a sarcástica análise do capitalismo predatório e da falsa sensação de que o povo é respaldado por aqueles que elegem como governantes. Enquanto os personagens de DiCaprio e Lawrence lutam por levar a verdade às pessoas, questões mais complexas os impedem de alertar a população – em suma, causar pânico não é lucrativo para a enorme empreitada enterrada no cerne do governo estadunidense e de todos os atores que fazem parte dessa gigantesca companhia. Janie só percebe que precisa agir quando sua campanha é ameaçada e quando precisa recuperar a confiança de seu corpo eleitoral para garantir mais um mandato. A mascarada preocupação é reflexo de uma desconfiança incompreensível em relação à ciência, como se opiniões infundadas fossem o suficiente para refutar a credibilidade de especialistas.

DON’T LOOK UP, MERYL STREEP as PRESIDENT JANIE ORLEAN. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

Assim como Kate e Randall, os espectadores que compram a história vendida por McKay são transportados em uma montanha-russa de indignação e resignação frente a forças que não podem controlar – tema de pertinência assustadora para o que enfrentamos na atualidade. Em meio a tantas fake news acerca da vacinação e do trabalho dos profissionais de saúde, que variam desde mentiras sobre efeitos colaterais até ataques às minorias sociais, o diretor e roteirista eleva essa imbecilidade coletiva à quadragésima potência, delineando diálogos escrachados que entram em conflito com o drama trágico que se esconde nas entrelinhas. Até mesmo o ex-namorado de Kate diminui sua frustração e a trata como uma pessoa histérica e que não tem ideia do que está falando.

O peso jocoso pode ser turbulento – e esse é o principal problema enfrentado pelo longa-metragem. Além da temática mencionada nos parágrafos acima, McKay faz inflexões pontuais acerca da disparidade de gênero e de gaslighting, ou então do cerceamento de expressão e do patriotismo exacerbado (visto com o personagem de Ron Pearlman, Benedict Drask). Eventualmente, as subtramas parecem aglutinada em uma tentativa desesperada em contar tudo ao mesmo tempo e, no final das contas, não conseguir explorar as múltiplas mensagens que despontam na produção. As possibilidades existem, mas talvez uma cautela maior com a edição e com a seleção dos enredos deixaria o filme um tanto quanto mais leve e ainda mais divertido do que já é.

DON’T LOOK UP, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

Enquanto algumas escolhas técnicas e estéticas podem não ser do agrado de parte do público, Não Olhe para Cima configura-se como uma aventura muito aprazível e que lança uma luz angustiante sobre o futuro da própria humanidade – não em relação à ameaça de um cometa com potencial aniquilador, mas sim numa segregação que é movida pela falta de fé na ciência e pela ambição desmedida. Com atuações avassaladoras e uma sensação desoladora que nos acompanha até os créditos finais, o novo longa da Netflix é uma declaração mórbida e elevada de que, às vezes, é mais fácil aceitar o destino do que lutar contra ele.

Curiosidades | Os 11 anos de ‘Precisamos Falar sobre o Kevin’, drama psicológico estrelado por Tilda Swinton

Mais de uma década depois de seu lançamento oficial, Precisamos Falar sobre o Kevin permanece como um dos filmes mais impactantes do cinema contemporâneo. O drama psicológico, baseado no romance homônimo de Lionel Shriver, recebeu críticas bastante positivas, apesar de não fazer muito sucesso nas bilheterias mundiais, e trouxe às telonas temas de bastante importância para discussão – incluindo maternidade e psicopatia.

A trama acompanha Eva (Tilda Swinton), uma mulher mora sozinha e teve sua casa e carro pintados de vermelho. Maltratada nas ruas, ela tenta recomeçar a vida com um novo emprego e vive temorosa, evitando as pessoas. O motivo desta situação vem de seu passado, da época em que era casada com Franklin (John C. Reilly), com quem teve dois filhos: Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller) e Lucy (Ursula Parker). Seu relacionamento com o primogênito, Kevin, sempre foi complicado, desde quando ele era bebê. Com o tempo a situação foi se agravando mas, mesmo conhecendo o filho muito bem, Eva jamais imaginaria do que ele seria capaz de fazer.

Swinton foi o principal foco do longa-metragem dirigido por Lynne Ramsay, conquistando indicações ao Globo de Ouro, ao SAG Awards e ao BAFTA. E, para celebrar seu recente 11º aniversário, montamos uma breve lista trazendo algumas curiosidades de bastidores.

Confira abaixo:

  • Swinton havia entrado para o projeto como produtora muito antes de decidir também estrelar o longa-metragem.
  • O filme levou um tempo considerável para ser rodado e levado aos cinemas. As preparações para desenvolvê-lo começaram ainda em 2005, mas não seria até 2010 que o processo de financiamento começaria. Em abril de 2010, as gravações se iniciaram.
  • As cores no alvo para o arco e flecha que Kevin ganha de presente estão presentes em todas as cenas (vermelho, azul, amarelo e branco).

  • O lançamento do filme na Noruega foi adiado em virtude de ataques terroristas ocorrido em julho de 2011. O filme só chegou aos cinemas do país na primavera nórdica de 2012.
  • No livro original, Kevin utiliza uma besta para cometer os assassinatos (que são pessoas que ele escolheu, em vez de pessoas aleatórias), em vez de um arco e flecha, que é a arma escolhida no filme.

  • Este é a segunda produção que a morte do bichinho de estimação da filha do personagem de Reilly é um ponto-chave da narrativa. A outra produção é o drama ‘Deus da Carnificina’, também lançado em 2011.
  • Precisamos Falar sobre o Kevin foi rodado em apenas 30 dias.
  • Quando Eva está fazendo compras, o responsável pelo sistema do mercado toca uma versão instrumental da clássica canção “What Child Is This?” – música que descreve uma narrativa de afastamento e estranheza que Eva sempre sentiu em relação a Kevin, mesmo antes dele nascer.

  • O filme foi primeiramente exibido no Festival de Cannes de 2011 e causou desconforto considerável no público, em virtude dos densos temas da narrativa – incluindo violência nas escolas.
  • A obra foi rodada em Nova York e na cidade de Stamford, Connecticut, nos Estados Unidos.

Confira as PRIMEIRAS REAÇÕES de ‘Adão Negro’: “Eletrizante” e “recheado de ação”

Adão Negro é um dos filmes mais aguardados do ano e, agora, as primeiras reações ao longa-metragem estrelado por Dwayne Johnson começaram a despontar nas redes sociais.

Os jornalistas que já assistiram ao filme rasgaram elogios para Johnson, além de comentarem que o projeto é “eletrizante”, “incrível” e “recheado de ação”, apesar de criticarem o ritmo e as escolhas do roteiro.

Confira alguns dos comentários:

Adão Negro é um produto incrível da DC. A ação é brutal e Dwayne Johnson entrega a promessa de levar o DCEU em um caminho diferente. A história em si tem seus altos e baixos e certas cenas não funcionam como deveriam… Mas há vários momentos que os fãs irão amar”.

Adão Negro’ nos entrega uma das aventuras mais CHEIAS DE ADRENALINA do ano! Este ESPETÁCULO DE AÇÃO estilo 300′ deve ser um sucesso para a DC. Alguns personagens secundários e um roteiro instável impedem que isso altere a hierarquia do DCEU. Pierce Brosnan rouba a cena”.

“‘Adão Negro foi o momento que mais me diverti com a DC nos cinemas desde BvS’. O filme é enorme em escala, épico e essa cena pós-créditos, que todos nós sabemos, tem o maior aplauso desde Ultimato’. A JSA é fantástica e o filme estabelece um futuro brilhante no DCEU. Adorei”.

Adão Negro eletriza os milhões e milhões de fãs da DC! The Rock dá o golpe enquanto acrescenta empatia, o que torna o personagem um dos anti-heróis mais intrigantes do DCEU. Um passeio rápido e cheio de ação que cumpre sua promessa de espetáculo”.

Adão Negro é construído sobre uma ação épica e imparável. Me fez querer uma sequência com uma história mais tranquila imediatamente. Quando se move, é uma injeção direta de adrenalina. Os personagens são ótimos. Especialmente Teth-Adam e Doutor Destino. É um filme incrível”.

De acordo com o Box Office Pro, o filme deve arrecadar entre US$ 55 – 70 milhões no primeiro fim de semana de estreia nos EUA e no Canadá.

O portal menciona que um dos pontos positivos é que há uma grande expectativa para a estreia de Johnson nas adaptações de quadrinhos de super-heróis.

O valor é similar a abertura de Aquaman, que ultrapassou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Lembrando que o filme será lançado no dia 20 de outubro nos cinemas.

Você está na expectativa?

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Amigas partem em uma viagem recheada de descobertas no trailer da comédia ‘Joy Ride’; Confira!

Lionsgate divulgou o trailer oficial de Joy Ride, comédia estrelada por Ashley Park (‘Emily em Paris’), Sherry Cola (‘Good Trouble’), Stephanie Hsu (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) e Sabrina Wu (‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce’).

O longa, que fez sua estreia no Festival South by Southwest, será lançado nos Estados Unidos em 07 de julho de 2023, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

O filme é dirigido pela estreante Adele Lim, enquanto Cherry ChevapravatdumrongTeresa Hsiao assinam o roteiro.

Audrey, Lolo, Kat e Deadeye são quatro mulheres asiático-americanas que viajam pela Ásia em busca da mãe biológica de Audrey. Nessa aventura, as amigas veem suas vidas mudarem através de sexo, muita cocaína e de descobertas que nem ao menos imaginavam fazer.

O elenco também conta com Ronny ChiengLori Tan ChinnDavid DenmanAnnie MumoloDesmond ChiamAlexander HodgeChris Pang.

‘The Outsiders’: Musical produzido por Angelina Jolie ganha data de estreia na Broadway

O clássico cult The Outsiders (‘Vidas sem Rumo’, na tradução para o português) chegará em breve aos palcos da Broadway.

Segundo o ComicBook.com, a adaptação musical, que traz Angelina Jolie como produtora, tem estreia marcada para o dia 11 de abril de 2024, quase um mês depois da pré-estreia, em 16 de março.

O espetáculo fez seu début off-Broadway em março deste ano e conta com a direção de Danya Taymor, além de trazer Adam Rapp assinando o libreto ao lado de Justin Levine.

Jonathan ClayZach Chance, que compões a dupla Jamestown Revival, ficam responsáveis pela música e pelas letras, sendo auxiliados por Levine.

Ainda não se sabe quem estrelará a produção.

A trama, baseada no longa-metragem de 1983 comandado por Francis Ford Coppola e romance homônimo de 1967 assinado por S.E. Hinton, a trama é ambientada em Tulsa, Oklahoma, em meados dos anos 1960, e discorre sobre a vida dos adolescentes Ponyboy Curtis, Johnny Cade e suas famílias escolhidas de “forasteiros”.

‘Magnatas do Crime’: Série derivada do filme de ação de Guy Ritchie ganha cartaz INÉDITO e data de estreia na Netflix

A Netflix divulgou o cartaz oficial de Magnatas do Crime‘, série derivada do filme homônimo de Guy Ritchie.

Composta por oito episódios, a atração chega ao catálogo da plataforma em 07 de março.

A trama acompanha Eddie Horniman (Theo James), que herdou a considerável propriedade de seu pai aristocrata inglês e se torna o novo duque de Halstead – apenas para descobrir que está no topo da maior fazenda de ervas daninhas da Europa, que pertence ao lendário Mickey Pearson.

Confira, junto à prévia:

O elenco também conta com Kaya Scodelario, Max BeesleyVinnie JonesJoely RichardsonDaniel IngsGiancarlo EspositoPeter Serafinowicz.

Ritchie fica a encargo da produção, da direção e do roteiro da nova adaptação, colaborando com Ivan AtkinsonMarn Davies para supervisionar o projeto.

O filme original teve sucesso considerável tanto financeiro quanto crítico, arrecadando pouco mais de US$115 milhões mundialmente (a partir de um orçamento de US$22 milhões) e conquistando 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Não Fale o Mal’: Remake de terror estrelado por James McAvoy ganha novo trailer ARREPIANTE; Confira!

O remake do aclamado terror dinamarquês de 2022, ‘Não Fale o Mal”, acabou de ganhar seu segundo trailer oficial.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de setembro.

James Watkins (‘A Mulher de Preto’) é responsável pela direção e roteiro.

Quando uma família americana é convidada para passar o fim de semana na idílica propriedade rural de uma encantadora família britânica com quem fez amizade nas férias, o que começa como as férias do sonho logo se transforma em um complicado pesadelo psicológico.

O elenco da nova versão conta com Mackenzie Davis (‘Os Órfãos’), James McAvoy (‘Fragmentado’), Scoot McNairy (‘Argo’) e Aisling Franciosi (‘Drácula: A Última Viagem de Demeter’).

Crítica | Speak no Evil: Terror dinamarquês é uma visceral e satírica crítica à misantropia

Friends | Explorando o LEGADO de uma das séries mais icônicas da história

Há mais de três décadas, o cenário televisivo mainstream mudava para sempre com a estreia de uma pequena comédia chamada Friends.

Estreando em meados dos anos 1990, a trama acompanhou o cotidiano, as atribulações e os problemas de seis melhores amigos que vivem na cidade de Nova York e que, ao longo de nada menos que dez anos, encantaram espectadores ao redor do mundo – e firmaram um legado que permanece até os dias de hoje, mesmo depois de anos desde seu término. Com a estreia do primeiro episódio, lá em 22 de setembro de 1994, o público foi convidado a se apaixonar por personagens carismáticos que são revisitados e redescobertos constantemente, redefinindo o modo de se contar histórias mesmo na atualidade.

Para aqueles que não conhecem, a série foi criada por David Crane e Marta Kauffman e foi centrado em seis personagens principais: Rachel Green (Jennifer Aniston), uma mimada garota que escapou de seu casamento com um dentista e tornou-se uma garçonete de um café; Monica Geller (Courteney Cox), uma habilidosa cozinheira que deseja ser a chef de seu próprio restaurante; Ross Geller (David Schwimmer), irmão de Monica e um renomado paleontólogo que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando descobre que a esposa é lésbica; Chandler Bing (Matthew Perry), um analista de sistemas que usa o humor como forma de se proteger; Phoebe Buffay (Lisa Kudrow), uma engenhosa cantora, compositora e massagista que sempre tenta ver o lado positivo da vida; e Joey Tribbiani (Matt LeBlanc), um charmoso ator com descendência italiana que pode não ser muito esperto, mas tem o coração no lugar certo.

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Juntos, esse grupo variado de pessoas se une em virtude das circunstâncias do destino e, tendo uns aos outros como companhia e como âncora, singram pelo amor, pela amizade, pelas decepções e pelas frustrações da vida adulta de maneira bastante espirituosa e cômica – não apenas emergindo como uma ótima e memorável peça audiovisual, mas um evento que continua a ser celebrado e que merece nossa atenção, ainda que as histórias dos nossos protagonistas não sejam do seu apreço.

A princípio, é preciso comentar sobre como a série alavancou a carreira dos atores envolvidos – e dos nomes por trás das câmeras. Mesmo já tendo participado de certas produções (Aniston, por exemplo, já havia feito sua estreia oficial com o terror ‘O Duende’, um ano antes da estreia de Friends), o elenco principal foi escolhido a dedo de forma a manter seu “anonimato”, justamente para garantir uma maior relacionabilidade para que o público se visse espelhado em meio aos eventos narrados. É claro que, considerando a ambientação em questão e levando em conta que a globalização não era tão forte quanto hoje, certos jargões, piadas e situações quebram essa universalidade, mas permitiram o encontro entre culturas diferentes que, agora, mesclam-se em uma quase homogeneidade – e reiteraram um reconhecimento generalizado para os performers.

Três amigos conversam na sala de estar.

Um outro aspecto de forte notoriedade da série foi a conexão que construiu com os fãs com o passar dos anos – e o emblemático status parassocial que arquitetou. Ao apostar fichas em histórias cômicas e cotidianas, Kauffman e Crane permitiram que os espectadores se enxergassem nas múltiplas personalidades que dominavam as telinhas, fosse no carisma de Joey ou nas sagazes tiradas de Chandler. Dessa maneira, a audiência conseguiu construir laços impalpáveis que a aproximou dos personagens como se eles fizessem parte da realidade, estando lá em momentos fáceis e difíceis, felizes e tristes. Não é surpresa que a série tenha ajudado várias pessoas e compreenderem que elas não estavam sozinhas – com testemunhos reais sendo colocados no especial Friends: A Reunião’.

A série ajudou a popularizar um estilo de narrativa televisiva que também não era comum à época e que seria emulada por inúmeras obras consecutivas. É claro, Friends não inventou o conceito de sitcoms (comédias de situação), mas de fato popularizou a ideia de enredos centrados não em acontecimentos contínuos, e sim em narrativas sem conflitos cataclísmicos ou de forte mudança estrutural – em que o objetivo é mostrar o dia a dia de pessoas de uma maneira não convencional. Como se não bastasse, as mensagens defendidas ofereceram uma perspectiva interessante e original sobre o funcionamento social, defendendo a ideia de uma “família escolhida” em vez dos costumeiros laços sanguíneos que vemos em títulos como ‘That ‘70s Show’, ‘Três É Demais’ e ‘Anos Incríveis’.

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Utilizar como base esse desprendimento de estruturas já existentes para transferir atenção a algo a priori banal foi uma jogada de gênio por parte dos criadores da série – e asseverando uma popularidade exponencial que a transformou em uma das produções mais consumidas da história, com recordes aparentemente inquebráveis. Não é surpresa que a obra tenha conquistado 62 indicações ao Emmy Awards, levando para casa o prêmio de Melhor Série de Comédia pela oitava temporada, e influenciado atrações como ‘How I Met Your Mother’ (cujas similaridades são gritantes e inegáveis), ‘New Girl’ e ‘The Big Bang Theory’.

Enquanto algumas pessoas afirmem a falsa representatividade de Friends, é preciso mencionar que a época de gestação da série era outra – e que, mesmo com as restrições impostas pelas próprias emissoras e pela ideologia dos anos 1990 e 2000, momentos de importância significativa. Por exemplo, tivemos o primeiro casamento lésbico da televisão aberta norte-americana com o show, realizado entre Carol Willick (Jane Sibbett) e Susan Bunch (Jessica Hecht), marcando algo inédito no circuito mainstream; ou a breve exposição do relacionamento entre Molly (Melissa George), babá da filha de Rachel e Ross, e sua namorada. E, ainda que repletos de estereótipos incabíveis na contemporaneidade, não podemos ser anacrônicos quanto ao que existia décadas atrás.

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Trinta anos depois de sua grandiosa estreia, Friends permanece como uma das produções de maior impacto no circuito seriado dos Estados Unidos e, agora, pertencente à cultura pop mundial com revisitações constantes. É claro que a série encontra resistência por parte da mentalidade da nova geração, porém, nada disso apaga sua crescente e sucessiva importância.

‘The Last of Us’: Vídeo de bastidores explora as incríveis ACROBACIAS da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada completa da aclamada série ‘The Last of Us‘ chegou ao fim recentemente.

Agora, a HBO divulgou um vídeo promocional inédito nos levando aos bastidores da atração e explorando as incríveis acrobacias feitas pelos atores e pelos dublês.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | 2ª temporada de ‘The Last of Us’ se inicia com um tenso e envolvente prospecto

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Traições e vinganças no trailer de ‘Merteuil: Jogos de Sedução’, nova série francesa da HBO Max

HBO Max Brasil o trailer oficial de ‘Merteuil: Jogos de Sedução’, nova série francesa que funciona como uma reimaginação do clássico romance Ligações Perigosas.

A produção tem estreia marcada para o dia 14 de novembro na plataforma de streaming.

Confira:

A série foi criada por Jean-Baptiste Delafon, com Jessica Palud assumindo a cadeira de direção.

A história é centrada na Marquesa de Merteuil (Anamaria Vartolomei), que embarca em uma jornada ousada para se tornar a principal cortesã de Paris após ser traída pelo libertino Visconde de Valmont (Vincent Lacoste).

A obra foi descrita como “uma adaptação livre” do romance picante de Pierre Choderlos de Laclos e “uma exploração do preço da liberdade emocional e sexual — em um mundo onde as mulheres tinham pouco”.

O elenco ainda conta com Diane KrugerLucas BravoNoée AbitaJulien de Saint-JeanFantine HarduinSamuel KircherSandrine Blancke.

‘I Love Boosters’: COMÉDIA criminal com Keke Palmer e Demi Moore ganha novo trailer INSANO; Confira!

NEON divulgou o novo trailer oficial de I Love Boosters, comédia criminal estrelada por Keke Palmer (‘Um Dia Daqueles’, ‘Não! Não Olhe!’).

O longa chega aos cinemas norte-americanos no dia 22 de maio, ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Boots Riley (‘Sorry To Bother You’, ‘I’m a Virgo’).

I Love Boosters acompanha Corvette (Palmer), a líder de um grupo de mulheres que tem como alvo uma magnata da moda (Demi Moore), com o objetivo de furtar roupas das lojas da estilista e vendê-las com desconto.

Naomi AckieTaylour PaigePoppy LiuEiza GonzálezLaKeith StanfieldWill PoulterDon CheadleJason RitterKerris DorseyKara Young também fazem parte do elenco.

‘Sherlock Holmes 3’ contrata diretor de ‘Rocketman’

A franquia ‘Sherlock Holmes‘ esteve em hiato por oito anos, o que impediu a conclusão da história estrelada por Robert Downey Jr. e Jude Law.

Agora, os astros voltarão à Baker Street… e sem o diretor Guy Ritchie.

De acordo com a Variety, a Warner Bros. está desenvolvendo ‘Sherlock Holmes 3′, com Dexter Fletcher (‘Rocketman’) na direção. Downey e Law vão reprisar seus papéis como Sherlock Holmes e seu fiel amigo Watson, respectivamente.

O roteiro fica a cargo de Chris Brancato, com produção de Susan Downey, Joel Silver e Lionel Wigram.

A Warner Bros. vinha planejando concluir a franquia há anos, mas a agenda de Robert Downey Jr. com a Marvel Studios acabou atrapalhando.

No entanto, ainda vai demorar algum tempo até vermos o filme chegar aos cinemas, com estreia prevista para dezembro de 2021.

‘La Casa de Papel’: Netflix divulga títulos dos episódios da 4ª temporada; Confira!

Através do Twitter, a Netflix divulgou o título de todos os episódios da 4ª temporada da atração, que chega ao catálogo nesta sexta-feira, 03 de abril.

Confira, junto com o novo cartaz:

Criada por Álex Pina, a série inicialmente teria 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

‘Voorhees’: ‘Sexta-Feira 13’ ganha longa-metragem feito por fãs; Confira!

Através do Youtube, a Wet Paint Pictures compartilhou o longa-metragem intitulado ‘Vorhees‘, um filme feito por fãs para contribuir com a franquia ‘Sexta-Feira 13‘.

O filme foi realizado através de um financiamento coletivo de US$ 13.000, permitindo que a equipe de edição pudesse recriar efeitos semelhantes aos dos primeiros filmes da saga.

Escrito por Chris Plaushin e Cody Faulk, que também atua como diretor, a trama acompanha uma gangue de ladrões de banco e seus dois reféns enquanto eles se refugiam no acampamento Crystal Lake.

Sem que eles percebam, o assassino Jason Voorhees começa a persegui-los, tentando matar um por um.

Assista ao filme completo:

Lembrando que, infelizmente, os direitos da franquia estão enfrentando uma tortuosa batalha na justiça.

O roteirista Victor Miller e o diretor Sean S. Cunningham, responsáveis pelo filme original, brigam há anos pelo controle de tudo que está relacionado à saga.

Por conta disso, o último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki.

Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.

 

 

 

‘Liga da Justiça’: Versão nacional do Blu-ray vem com ERRO no nome de Zack Snyder; Confira!

O Blu-Ray do Snyder Cut deLiga da Justiça‘ foi um dos maiores sucesso de pré-venda dos últimos anos e começou a ser disponibilizado por aqui no último dia 07.

No entanto, a capa da versão brasileira traz alguns erros de digitação, inclusive no nome do próprio Zack Snyder, grafado como SYNDER.

A grafia também está incorreta na lombada e nos dois discos presentes na embalagem, e o erro é visível no próprio site da Amazon, que comercializa as cópias.

O erro foi divulgado originalmente por uma fan page do Twitter dedicada ao filme.

Depois que os administradores da page receberam diversas mensagens de clientes indignados com a falta de atenção ao produto, eles compartilharam a informação.

E não foi só o nome de Snyder que veio errado… No verso da capa, há a repetição da palavra ‘Universo‘, que pode ser vista na legenda informativa sobre os extras da edição.

De acordo com o Blog do Jotace, a empresa responsável pela distribuição do Blu-ray, a Solutions 2 Go, não irá substituir as cópias, já que “o erro não compromete a reprodução das mídias”.

Então, quem já comprou a versão, terá que se contentar com os erros em sua coleção.

Confira os erros:

Assista à nossa crítica do Snyder Cut:

Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder – Filme resgata o supergrupo e ENTERRA o passado  

Liga da Justiça de Zack Snyderconta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

‘X-Men’: Fãs querem Sadie Sink como Jean Grey no MCU; Confira!

Agora que a primeira parte da 4ª temporada de Stranger Things‘ já está disponível, o nome de Sadie Sink voltou a circular nas redes sociais.

E, se depender dos fãs, a intérprete de Max já tem um novo trabalho garantido.

Isso porque há diversos comentários nas redes sociais pedindo a estrela seja a nova Jean Grey quando os ‘X-Men’ forem introduzidos ao MCU.

Confira as reações:

Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Após ‘Homem-Formiga 3’, Jonathan Majors quer estrelar comédias românticas

Jonathan Majors fará sua primeira aparição como Kang, o Conquistador em ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, mas ele já tem planos de carreira que vão além dos filmes da Marvel.

Em entrevista ao The Cut, o astro revelou que adoraria estrelar uma comédia romântica e explicou porque é um candidato perfeito o gênero.

“Eu sou o tipo de cara que se apaixona todos os dias e chora algumas vezes por semana. Gosto de ver que o amor está em toda parte… A vida é tão bonita.”

Ele também revelou alguns de seus filmes favoritos do gênero, como ‘Diário de uma Paixão’, ‘Uma Loucura Chamada Amor’, ‘Namorados para SempreeAlém dos Limites.

E aí, você acha que ele se sairia bem em filmes de romance?

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Majors falou sobre sua preparação para interpretar o novo vilão do MCU, Kang, o Conquistador.

Quando questionado sobre suas inspirações para interpretar Kang, Majors confirmou que “observou” e estudou os três maiores vilões dos Vingadores: Loki, Ultron e Thanos.

“Eu estudei Ultron, Loki e Thanos. Acho que esses seriam os maiores vilões ou anti-heróis por excelência. Todos eles tinham qualidades muito interessantes e alguns deles compartilhavam essas qualidades, o que é apenas uma necessidade para assumir o manto.”, afirmou. 

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ estreia em 16 de fevereiro, dando início à Fase 5 do MCU.

O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

 

‘As Marvels’: Arte conceitual mostra os detalhes no visual de Kelsey Grammer como Fera; Confira!

O filme mais recente do Universo Cinematográfico Marvel, As Marvels, apresenta uma das cenas pós-créditos mais aguardadas da franquia ao introduzir os X-Men.

As Marvelstermina com Monica Rambeau (Teyonah Parris) presa em outro universo depois que a Kree Dar-Benn (Zawe Ashton) rasga um buraco no tecido do espaço. Dada como perdida por seus aliados Capitã Marvel (Brie Larson) e Ms. Marvel (Iman Vellani), Monica acabou em outro lugar no multiverso: em uma realidade onde sua falecida mãe, Maria Rambeau (Lashana Lynch), é a super-heroína cósmica Binary e aliada do mutante Fera (Kelsey Grammer) e dos X-Men.

Apesar de ser uma cena breve, a aparição do mutante azul foi o bastante para deixar os  fãs animados, e o artista conceitual da Marvel Andy Park aproveitou o hype para compartilhar artes que detalham o visual do amado personagem.

Diferente dos filmes anteriores, o Fera aparece com uma mandíbula mais proeminente e cabelos arrepiados para trás, como nos quadrinhos e animações.

Confira:

De acordo com o Comicbook, o astro afirma que essa não será a última vez que o público verá o mutante Henry “Hank” McCoy no Universo Cinematográfico Marvel.

“É minha esperança que vocês o [vejam novamente]. Posso dizer com certa confiança que verão. Eu adoraria,” disse Kelsey Grammer sobre reprisar o mutante Fera.

Grammer comemorou seu retorno no novo longa: “Eu sempre quis interpretá-lo novamente. Vejo-o como um personagem extraordinário, um personagem de gravitas e importância reais em nossa cultura. Estou encantado que o Fera esteja de volta e espero que ele retorne de verdade.”

Os fãs estão teorizando que o Fera, interpretado por Kelsey Grammer, possa retornar em ‘Deadpool 3’, no qual Ryan Reynolds assume o papel de Wade Wilson e seu ex-colega dos ‘X-Men’, Hugh Jackman, interpreta Logan/Wolverine. Este novo filme também incluirá Patrick Stewart como Professor Charles Xavier e Ian McKellen como Magneto, possivelmente sinalizando o desfecho do Fox X-Verse.

Confira nossa critica:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer:

A Zumbimania nos filmes, games e séries

Por Gustavo Barreto

Os anos 2000 foi a década dos zumbis. Antes de, em seu crepúsculo, dar lugar para as adaptações de quadrinhos. Jogos, séries, filmes, livros – e tudo que se possa imaginar – se apropriaram da imagem dos mortos vivos para os mais diversos fins. No cinema é imediata a identificação com a saga Resident Evil, iniciada pelo cineasta Paul W. S. Anderson em 2002 e que tinha na figura da atriz Milla Jovovich uma protagonista que poderia bater em zumbis até dizer chega.

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A franquia passou toda sua existência sendo constantemente criticada por fãs da série de jogos por realizar um mau trabalho de adaptação e até mesmo desrespeito com os elementos tradicionais. O nível de produção dos filmes também era vítima de críticas por parte de veículos especializados, especificamente algumas opções de narrativa escolhidas por Anderson (e os diretores que o sucederam), as atuações fracas dos elencos em todos os filmes e efeitos visuais considerados ultrapassados. As bilheterias, porém, sempre foram consideradas pelo estúdio como positivas e se mantiveram assim, fortes o suficiente para que a saga fosse fechada.

Nos games, a Zumbimania da época também marcou presença forte em diversos títulos. Em 2006 teve início a franquia Dead Rising no qual o jogador se veria preso em um shopping junto a um grupo de sobreviventes enquanto a cidade ao redor era tomada por zumbis em um enredo muito similar a refilmagem Madrugada dos Mortos de 2004. O diferencial do game estava em colocar hordas gigantescas de zumbis para perseguir o jogador através do mapa e que o mesmo poderia personalizar suas armas das formas mais insanas para combater os inimigos.

Em 2008 a ideia de hordas de zumbis foi levada a outro patamar com o jogo multiplayer Left 4 Dead onde um ou mais jogadores deveriam trabalhar juntos para atravessar um mapa infestado de zumbis em direção a safe rooms (salas seguras) sobrevivendo assim a fase em questão. Mesmo só apresentando conceitos básicos para os personagens disponíveis e não havendo uma trama densa a ser apresentada, o jogo conquistou muitos fãs por sua jogabilidade divertida e crescente dificuldade, gerando assim uma sequência.

O diferencial para o gênero nos games viria em 2012, com o lançamento de The Walking Dead desenvolvido pela Telltale e baseado na franquia de quadrinhos e série de mesmo nome. Diferente de tudo que estava sendo trabalhado com zumbis até então, a abordagem conferida a The Walking Dead foi algo muito mais próximo de Heavy Rain do que de Left 4 Dead. O foco não era mais sobreviver às ondas infinitas de zumbis, mas absorver o drama dos personagens inseridos naquele cenário e realizar escolhas bem difíceis por meio de um sistema muito parecido com os da Quantic Dreams.

Interessante lembrar que The Walking Dead da Telltale trabalhou também o conceito de dupla de protagonistas formada por um adulto e uma garotinha e como esse tipo de relação molda a personalidade de ambos no decorrer da jornada, seja suavizando a visão de mundo do adulto ou construindo o amadurecimento da criança, mostrando que apocalipse zumbis nos games não precisavam ser sinônimo apenas de jogos frenéticos.

É claro que o grande expoente de toda essa onda foi a série da AMC The Walking Dead baseada nos quadrinhos de mesmo nome de Robert Kirkman, Tony Moore e Charlie Adlard. Foi essa produção quem ditou as normas sobre dinâmica de grupos de sobreviventes, cenários pós-apocalípticos retomados pela natureza (cenário padrão em The Last of Us), atenção aos detalhes de produção como maquiagem de zumbis figurantes e ferimentos dignos dos trabalhos de Tom Savini nos antigos filmes Slasher, e a atenção para o psicológico de personagens nessas histórias. Sobre como sua humanidade vai se degradando aos poucos em prol da sobrevivência.

‘Stranger Things’: Will será parte FUNDAMENTAL da 5ª temporada, diz co-criador

O personagem Will, interpretado por Noah Schnapp, retornará ao centro da trama no quinto ano da série ‘Stranger Things‘.

O co-criador da série, Ross Duffer, revelou em entrevista à Variety que o garoto, cujo desaparecimento para o Mundo Invertido foi o ponto de partida da primeira temporada, terá um papel crucial no desenvolvimento da história.

Duffer afirmou: “Will é realmente fundamental na quinta temporada. Este arco emocional para ele é o que nós sentimos que amarrará a série toda. Will está acostumado a ser o mais novinho, o introvertido, o que está sendo protegido. Portanto, parte de sua jornada não é apenas sua sexualidade — é Will se tornando um jovem homem.”

Vale lembrar que a ganhadora do Oscar Jodie Foster fará parte do próximo ciclo, bem como a icônica Linda Hamilton.

Originalmente, as filmagens do ciclo final estavam previstas para começarem durante o verão norte-americano (período que engloba os meses entre junho de agosto), mas foram pausada em virtude da greve de roteiristas de Hollywood. Infelizmente, é impossível prever até quando a greve irá durar.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer.

O elenco também conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

Adam Wingard fala sobre adaptação de ‘Thundercats’ e ‘A Outra Face 2’

O cineasta Adam Wingard, conhecido por seu trabalho em ‘Godzilla vs. Kong: O Novo Império’, compartilhou uma atualização sobre o roteiro do aguardado live-action de ThunderCats, a clássica série animada.

Em uma entrevista ao Deadline, Wingard discutiu o progresso do projeto de ThunderCats e seu envolvimento com ‘A Outra Face’.

“As coisas têm sido bastante movimentadas ultimamente com ambas as adaptações, tanto ‘ThunderCats’ quanto ‘A Outra Face’, em termos de roteiro. Ainda não posso oferecer muitos detalhes até que alcancemos a próxima fase, mas o desenvolvimento está avançando e os roteiros estão incríveis. Estou genuinamente empolgado com o potencial que ambos têm e, além disso, há a questão sobre o futuro da franquia. Que direção iremos tomar? Estou totalmente aberto a diversas possibilidades e estou mantendo todas as opções em aberto. Vamos aguardar para ver o que o futuro nos reserva”.

A animação original dos ThunderCats está disponível na Max

Relembre a clássica abertura:

A série de 1985 rendeu quatro temporadas, que somam 130 episódios. Ícone dos anos 1980, no Brasil marcou uma geração ao ser exibido pela Globo a partir de 1986, voltando ao ar no fim dos anos 1990 pelo Warner Channel e pelo Cartoon Network. Em 2001, voltava à TV aberta pelo SBT, quando finalmente um último lote de episódios, ainda inédito, ganhou versão brasileira.

Lembrando que ‘ThunderCats‘ (1985) narra a saga de uma raça sobrevivente do planeta Thundera, que reúne poucos remanescentes ao escapar em uma nave do colapso de sua terra natal. Encontrando um novo lar em um planeta que chamam de Terceiro Mundo, os Thundercats terão de lidar com o conflito contra seus rivais, os Mutantes, aliados do terrível (mas nem tanto) Mumm-ra.

‘Nosso Segredinho’: Comédia NATALINA com Lindsay Lohan encanta os fãs; Confira as reações!

‘Nosso Segredinho’, o novo longa estrelado por Lindsay Lohan (‘Meninas Malvadas’), já está disponível na Netflix e tem gerado muitos comentários nas redes sociais.

O filme natalino encantou a maioria dos internautas, que o consideraram divertido e encantador.

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Crítica | Lindsay Lohan e Ian Harding estrelam a inofensiva comédia natalina ‘Nosso Segredinho’

‘Nosso Segredinho’ está disponível na Netflix.

“A comédia gira em torno de dois ex-namorados ressentidos que se veem forçados a passar o Natal juntos ao descobrir que seus atuais parceiros são irmãos”.

Dirigido por Stephen Herek, o filme conta com roteiro de Hailey DeDominicis e um elenco que inclui, além de Lindsay Lohan, Kristin Chenoweth, Ian Harding, Jon Rudnitsky, Chris Parnell, Tim Meadows, Dan Bucatinsky, Katie Baker, entre outros.

Anne Burrell, chef e apresentadora de ‘A Batalha dos Piores Cozinheiros’, morre aos 55 anos

A renomada chef de cozinha e personalidade televisiva Anne Burrell, famosa por apresentar o programa ‘A Batalha dos Piores Cozinheiros’, faleceu aos 55 anos. O falecimento ocorreu em sua casa, em Nova York, na manhã desta terça-feira, conforme noticiado pelo Deadline.

A família da chef emitiu um comunicado lamentando a perda: “Anne foi uma esposa, irmã, filha, madrasta e amiga muito amada, seu sorriso iluminava todos os ambientes por onde passava. A luz de Anne irradiava muito além das pessoas que a conheciam, tocando milhões ao redor do mundo. Embora ela não esteja mais conosco, seu calor, espírito e amor infinito permanecerão eternos”.

Burrell era amplamente reconhecida como uma das grandes estrelas do Food Network, cativando o público com seu icônico cabelo loiro espetado e sua personalidade vibrante.

Um porta-voz da emissora também se pronunciou: “Anne era uma pessoa extraordinária e um talento culinário marcante — ensinando, competindo e sempre compartilhando a importância da comida em sua vida e a alegria que uma refeição deliciosa pode proporcionar. Nossos pensamentos estão com a família, amigos e fãs de Anne neste momento de imensa perda”.

A carreira televisiva de Anne Burrell começou como sous chef no programa ‘Iron Chef America’. Em seguida, ela estrelou seu próprio show, ‘Segredos de uma Chef’, que teve nove temporadas. Seu trabalho mais recente foi em ‘House of Knives’, que estreou em março deste ano.

Anne Burrell casou-se com Stuart Claxton em 16 de outubro de 2021. Ela deixa o marido, o enteado Javier, sua mãe Marlene e a irmã Jane.