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6 Motivos para assistir a nova série da Netflix, ‘Não Provoque’

A mais nova série original da Netflix, intitulada Não Provoque, tem – gradativamente – chamado a atenção dos assinantes da plataforma de streaming. Configurando no Top 10 de títulos mais vistos no serviço, a produção explora o universo de líderes de torcida, trazendo uma abordagem mais sagaz, dramática e recheada por um suspense que conquista o público a cada novo capítulo.

Desenvolvida originalmente pela emissora norte-americana USA, a produção ainda conta com um elenco de atrizes jovens com muito potencial, liderado por Willa Willa Fitzgerald (Scream), que ao lado da novata Marlo Kelly, fazem da produção com atmosfera teen, um verdadeiro espetáculo do subgênero coming of age.

Explorando essa fase de transformações físicas e hormonais, Não Provoque é uma bela surpresa adquirida pela Netflix. E se você ainda não tem certeza se a série de thriller vale o seu tempo, a atriz Marlo Kelly te dá seis motivos para te fazer para tudo e se hipnotizar nessa narrativa cercada por muito mistério.

Confira a entrevista EXCLUSIVA feita pela nossa jornalista Rafa Gomes!

Personagens complexas 

Não Provoque vai na contramão do seu próprio subgênero, indo além da típica superficialidade muitas vezes tratada no universo de líderes de torcida, conforme pontuou Marlo:

“As personagens são bem complexas e Eu creio que é isso que faz com que o trabalho da Megan Abbott (autora do livro no qual a série é baseada) seja tão universal. Independente do contexto, sexo ou época, todas as suas personagens e relacionamentos são incrivelmente muito facetados e dolorosamente humanos.

e A primeira coisa que me chamou a atenção foi a oportunidade de ser desafiada por um personagem tão multifacetada e mercurial como a Beth. A antítese de perfeição loira, cabeça de vento e líder de torcida historicamente estereotipada reduz mulheres jovens, particularmente líderes de torcida, para baixo. Em vez disso, ela é egoísta, bagunçada, insensível, ferozmente inteligente, sincera e destemida, todas as coisas que dizemos para nossas meninas não serem”.

Trama intrigante

A construção narrativa de Não Provoque faz com que uma crescente atmosfera de suspense seja apresentada para a audiência a cada novo episódio, mantendo a atenção do público e sempre gerando questionamentos quanto ao caráter de seus personagens. Para a atriz Marlo Kelly, essa combinação foi exatamente o que cativou sua atenção para a produção:

“É emocionante fazer parte de uma série em que todos os personagens, seus motivos e relacionamentos estão sob suspeita, o que significa que o público nunca pode dizer quem é o vilão, quem é a vítima ou ambos. Então, tudo isso, combinado com a bizarra guerra pelo poder/triângulo amoroso entre Colette, Addy e Beth, me conquistou e sei que vai conquistar também o público”

Equilíbrio entre vários gêneros

A nova série une vários gêneros em uma única trama, fazendo com que a experiência seja ainda mais ampla, levando o público a uma jornada emocional intrigante – capaz de alcançar os mais diversos gostos, conforme salienta Marlo Kelly:

“A série é um pastiche de vários gêneros atraentes: Um mistério sedutor com assassinato, um drama esportivo em ritmo acelerado, um suspense psicológico e uma história de amor, tudo ao mesmo tempo que perscruta as vidas de uma pequena cidades da América. Eu acho que tem algo que pode agradar a todos!”

Abuso sexual e ansiedade crônica tratados com precisão

Não Provoque não tem medo de tratar sobre assuntos tão complexos no âmbito juvenil. Explorando circunstâncias delicadas como alienação parental, síndrome do pânico, abuso sexual e ansiedade crônica, a série ainda revela camadas diversas em suas próprias personagens, fazendo com que a percepção da audiência em relação a elas seja mutável constantemente.

“Eu me pressiono bastante para representar essas experiências da maneira mais verdadeira e honesta possível, o que significa muito para mim. Eu adoraria ter uma segunda temporada para continuar explorando todas essas camadas e as consequências de tudo o que Beth sofreu. Os roteiristas da série são tão brilhantes que tenho certeza de que, se tivermos a sorte de conseguir uma segunda temporada, eles continuarão a enfrentar esses enredos difíceis com graça e respeito”.

Background teen, temática adulta

Trazendo como pano de fundo o pequeno mundo das líderes de torcida, a série da Netflix chega bem próxima do mesmo nível de qualidade da aclamada Euforia, da HBO. E para atriz, essa abordagem mais adulta do meio adolescente representa um novo momento na produção televisiva:

“Acho que houve uma mudança no mercado nos últimos anos em direção à histórias que não zombem dos adolescentes, mas que comemorem suas complexidades. Há um desejo cultural de narrativas com protagonistas imperfeitos; adolescentes modernos no comando de tramas que não sejam condescendentes e não julguem seu público. Tenho muito orgulho de podermos fazer parte disso e ajudar nessa mudança”.

Uma segunda temporada promissora

Não Provoque ainda não teve sua segunda temporada confirmada, mas caso ela seja anunciada, o público pode esperar uma continuação que genuinamente deve honrar o material fonte, que é o livro homônimo de Megan Abott.

De acordo com a atriz, o primeiro ciclo compreende apenas metade da obra original, o que garante que a temporada seguinte não fugirá da ideia proposta pela autora:

“A primeira temporada engloba apenas metade do livro, o que significa que uma segunda temporada nos dará a oportunidade de terminar a história e juntas todas as pontas soltas do final do primeiro ciclo. Então, dedos cruzados!”

Confira o trailer:

O show é baseado no romance homônimo de Megan Abbott, que também entra como produtora executiva e roteirista.

A história mergulha no feroz mundo escolar das competições de líderes de torcida e gira em torno do relacionamento entre duas melhores amigas depois que uma nova treinadora chega ao colégio e deseja levar seu time à proeminência. Enquanto sua amizade é posta à prova, suas vidas mudam quando um crime chocante abala a pequena cidade em que moram.

Herizen GuardiolaMarlo KellyWilla FitzgeraldPaul FitzgeraldZach RoerigRob HeapsAlison ThorntonAmanda Brugel fazem parte do elenco.

Crítica | Cryptozoo: Animação com Zoe Kazan e Michael Cera é um bizarro experimento artístico

Filme assistido durante o Festival de Sundance

Particular e inusitado, Cryptozoo é um experimento cinematográfico muitas vezes desconfortável aos olhos. Com uma estética absolutamente autoral e um ritmo muito lento em seus primeiros 20 minutos, a produção é do tipo que causa estranheza, tamanha a sua vanguarda. Exigindo muito mais do que disposição do público, ela reside em sua peculiaridade e explora o universo de criaturas míticas históricas, para abordar um tema real: Os valores do capitalismo selvagem.

Na trama, uma mulher dedica a sua vida para salvar e proteger criaturas míticas que atualmente se encontram em extinção, com muitas vivendo suas vidas reclusas, escondidas entre os humanos ou até mesmo subordinadas a um subversivo e corrompido submundo. Para garantir que suas raras espécies sejam preservadas, essa ativista decide criar o Cryptozoo, um zoológico que – teoricamente – resolverá o problema de tráfico de figuras míticas, prática que passou a dominar o mundo e deu início a uma perigosa milícia.

Sendo absolutamente feita manualmente, a animação quebra paradigmas logo com o seu estilo criativo. Com traços em 2D mais “simples” e bem caricatos, a produção tenta cativar a audiência para essa característica diferenciada, a fim de que ela se envolva com a narrativa de maneira mais próxima, sendo ainda capturada pelos tons vibrantes e diversos que estampam a tela a cada tomada. Entre erros e acertos, a ideia pode até funcionar, mas Cryptozoo perde o seu fôlego por ser pouco comunicável com a maioria dos cinéfilos, ainda que sua mensagem seja clara.

Com a sua trama crescendo apenas na metade de seu segundo ato, o longa é inquietante em seu visual. Embora seja muito ousado, o excesso de cores e o design das criaturas míticas tendem a se tornar um problema. Tudo parece estar em excesso, inclusive o fator autoral do cineasta Dash Shaw, que assina o roteiro e a direção do longa. Com uma abordagem com ares das séries animadas do bloco Adult Swim, do canal Cartoon Network, Cryptozoo se apoia em um forte elenco de dubladores, formado por Michael Cera, Zoe Kazan, Alex Karpovsky e Lake Bell – mas perece de encanto.

Simbólico em sua premissa, a produção acerta por querer instigar o público a refletir sobre como a sociedade contemporânea se comporta de forma voraz diante do poder e do dinheiro. No entanto, seu texto ecoa pouco e o interesse pode se perder, diante de sua exaustão visual que mais nos incomoda do que nos intriga. Ao menos que você decida comprar essa alucinação do diretor, Cryptozoo segue como um filme que terá dificuldades de também encontrar o seu o lugar no mundo, assim como suas criaturas.

Crítica | Dupla Jornada: Comédia de vampiros é uma divertida e sangrenta aventura

Sob uma coloração bem quente, que reforça a fotografia bastante solar do noroeste de Los Angeles, Dupla Jornada chega à Netflix como uma tentativa de resgatar o mesmo vigor do amado clássico dos anos 2000, Zumbilândia. Abusando de sua sanguinolência a partir de uma trama regada por muito humor e performáticas cenas de ação, a produção vampiresca é despretensiosa e faz de seus protagonistas caricatos uma ótima oportunidade para brincar com estereótipos sócio raciais que tanto vemos em Hollywood.

Entre uma vilã latina, um herói negro irreverente e um alinhado mauricinho, existe uma narrativa pouco inventiva, mas nem por isso menos atraente. Sem pretensão de inovar no gênero de produções de vampiros, a comédia de ação de J.J. Perry, roteirizada por Tyler Tice e Shay Hatten, acompanha um pai trabalhador que só quer proporcionar uma vida boa para a sua filha. Mas seu trabalho como limpador de piscinas na região do Valley é apenas uma fachada para sua verdadeira profissão de caçador de vampiros. E buscando proteger sua família, ele terá que enfrentar uma espécie de “chefona do crime” – uma bela mulher que se apropria das mesmas expressões piegas de tantos outros vilões mexicanos, fazendo as vezes de uma exímia caricatura hollywoodiana.

Sem qualquer detalhe preciso que explique a existência de vampiros no estado da Califórnia, Dupla Jornada está mais preocupada em oferecer um banquete sangrento, com confrontos hiperbólicos entre mortos e vivos, que fariam Isaac Newton se revirar no túmulo. E conforme Perry desafia a lei da gravidade, Jamie Foxx e Dave Franco se divertem em tela, compram a insana ideia de vampiros aprimorados que não temem a luz do sol e nos levam pela mesma aventura, com a certeza de que essa é mais uma daquelas aleatórias descargas de adrenalina que frequentemente são lançadas pela Netflix.

Com efeitos visuais medianos, mas muita química em tela, Dupla Jornada é uma mistura de diversos produtos da cultura POP, indo muito além do fator vampiresco. Com dois parceiros bem contrastantes que replicam o humor pastelão das duplas dinâmicas das comédias policiais, o longa traz de tudo um pouco – incluindo uma participação de Snoop Dogg. De ritmo rápido e repleto de sacadinhas cômicas cafonas, o filme faz do seu emaranhado de clichês um entretenimento completamente leve, que não se leva a sério e ainda premia a audiência com um balde de sangue a cada nova cena.

Com coreografias de lutas muito bem executadas, a comédia de ação brinca com nossos sentidos ao tirar proveito da enorme quantidade de sangue derramado e das inúmeras acrobacias mirabolantes – que rendem cenas extremamente ágeis e eletrizantes. Exigindo apenas duas horas livres de seu público, Dupla Jornada não quer revolucionar o gênero, pouco se importa com seu conceito e pode ser facilmente esquecido. Mas apesar de todas essas falhas, a comédia acerta naquilo que se propõe a fazer: divertir do começo ao fim, com a possibilidade de se tornar um novo prazer culposo, daqueles que nos relaxam após um dia estressante.

Crítica | Flag Day | Sean Penn apresenta tépido conflito entre pai e filha embalado em folk-rock

Sexto projeto de Sean Penn (Na Natureza Selvagem) na direção, Flag Day (na tradução livre Dia da Bandeira) é baseado no livro de memórias da jornalista norte-americana Jennifer Vogel, Flim-Flam Man: The True Story of My Father’s Counterfeit Life (2004), no qual relata a relação com seu pai, um falsário congênito. Apresentado ao mundo no Festival de Cannes 2021, o projeto é marcado pela primeira vez que Sean Penn dirige a si mesmo e atua ao lado da sua filha Dylan Penn (Condemned). 

Contado pela perspectiva de Jennifer (Dylan Penn), o filme transcorre da infância até o dia em que a jornalista é chamada à delegacia e a comissária de polícia (Regina King) conta os crimes do seu pai John Vogel (Sean Penn). Assim, Flag Day revisita o final dos anos 1970, 1980 até 1992. Com a estonteante fotografia de Daniel Moder (da série Dead to Me), uma das principais cenas é a iluminação solar sobre um campo de centeio. Uma memória marcante da pequena Jennifer (Jadyn Rylee), revisitada várias vezes no filme, por ser um dos últimos passeios em família com o seu irmão (Hopper Penn) e seus pais. 

Assim como a rápida aparição de Regina King, Flag Day conta a participação especial de Josh Brolin, como Tio Beck, em menos de três minutos em tela. Outra parceria fiel no projeto de Sean Penn é do cantor Eddie Vedder, o qual canta ao lado da filha Oliva Vedder a canção principal There Is a Girl. A trilha sonora, a propósito, é uma espetáculo à parte para os amantes do folk-rock. Além do vocalista da banda Pearl Jam, as cenas de um Estados Unidos de 40, 30 anos atrás são embaladas por Cat Power (Dreams) e Glen Hansard (As You Did Before), ex-banda The Frames

Com a saída de John Vogel de casa, o crescimento de Jennifer é marcado pelo abandono emocional da mãe alcoólatra (Katheryn Winnick, da série Vikings) e a eterna esperança de reunir-se com ele. O pai, entretanto, está sempre envolvido em esquemas secretos, enquanto declara ser um empreendedor. A mentira, portanto, torna-se uma constante na vida da menina. 

Nos anos 1980, Jennifer transforma-se numa adolescente rebelde e viciada em drogas para fugir do seu cotidiano. Seu padrasto (Norbert Leo Butz) rendido à bebida lhe faz visitas noturnas sob a vista grossa da própria mãe. Sem esperança de continuar na escola e determinada a fugir do abuso domiciliar, a jovem parte para construir uma vida ao lado do pai. Apesar de não ser bem recebida, os dois tentam edificar uma convivência equilibrada, mas não por muito tempo. 

Com uma peruca de cabelos escuros, a adolescente Jennifer é a parte mais arrastada da história. A narrativa recupera-se com as cenas entre pai e filha, no qual a jovem toma a responsabilidade de colocá-lo nos eixos. Nesses momentos, Dylan Penn brilha e apresenta a força necessária para torná-la uma protagonista legítima. É evidente que existe uma potência de estar ao lado do seu verdadeiro pai, visto que Sean Penn sabe como poucos atores vestir a capa do vigarista implacável, tanto quanto do fracassado arrependido.  

Por um lado, a dramática relação entre pai e filha funciona e os sentimentos confusos da personagem, entre a admiração infantil e a decepção da realidade, são tocantes. Em contrapartida, Flag Day exibe uma narrativa morna sobre a penúria de crescer em uma família desfeita e as decisões imprudentes tomadas a partir dessa vivência.

Se o roteirista Jez Butterworth (No Limite do Amanhã) retirasse as graciosas cenas de diálogos entre pai e filha, nas quais o mentiroso inexorável continua a usar suas astúcias para a filha já madura, o filme é fraquíssimo. Sem grandes impressões, Jennifer torna-se uma jornalista com um pai presidiário. Flag Day estampa o sentimento de decepção de uma filha por seu pai não ter sido o herói dos seus sonhos.

‘Pantera Negra’ teria mais de 4 horas de duração, afirma compositor

Em uma entrevista recente ao Hollywood Reporter, o compositor Ludwig Goransson confirmou que o primeiro corte de Pantera Negra teria um pouco mais de 4 horas de duração, confirmando rumores que haviam surgido na internet.

“Eu lembro que o primeiro corte de diretor tinha um pouco mais de quatro horas de duração, mas já tinha muito material escrito e gravado. Então, na verdade, compus as quatro horas de duração, o que é ótimo”

Sucesso absoluto! De acordo com o Box Office Mojo,Pantera Negra deve arrecadar mais de US$ 100 milhões no seu segundo final de semana nos Estados Unidos.

Caso se confirme, o longa será o quarto a conquistar esse feito, além de se tornar a segunda maior bilheteria da semana seguinte da estreia, ficando atrás apenas de ‘Star Wars: O Despertar da Força’.

O novo filme da Marvel Studios já arrecadou US$ 202 milhões na bilheteria norte-americana. Mundialmente, já ultrapassou a incrível marca de US$ 500 milhões.

Os Melhores e Piores filmes da Marvel Studios – Incluindo ‘Pantera Negra’

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar).

O longa já está em cartaz nos cinemas.

Ryan Reynolds produzirá filme inspirado em ‘Esqueceram de Mim’ para maiores de idade

De acordo com informações do Deadline, o astro de DeadpoolRyan Reynolds vai produzir e estrelar um filme inspirado na comédia Esqueceram de Mim (1990), para a Fox, produtora do clássico que revelou Macaulay Culkin ao mundo.

O projeto se chamará ‘Stoned Alone’ (‘Chapado Sozinho’, em tradução livre) e deverá contar a história de um jovem rapaz cultivador de maconha e que passará por grandes apuros parecidos com os que Kevin McCallister passou ao ser deixado sozinho em casa pelos pais que viajam durante o Natal. Além disso, o filme será para maiores de idade.

Augustine Frizzell (‘Krisha’) cuidará da direção, com roteiro de Kevin Burrows e Matt Mider.

‘Stoned Alone’ ainda não possui data de lançamento.

Dica do fim de semana | Filmes do Oscar nos cinemas para fugir do Carnaval

Apesar de ser o principal feriado brasileiro, sabemos que há quem não goste da folia do Carnaval e prefira curtir esses dias com outras atividades, como ir ao cinema. Pensando nessa galera, o CinePOP selecionou cinco filmes indicados ao Oscar, que estão em cartaz nos cinemas, para você assistir enquanto os blocos e desfiles tomam as ruas do país. Confira!

Ah sim, vale a pena verificar a disponibilidade das sessões na sua cidade.

Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo

Lançado em 2022, esse filme deu o que falar em um ano marcado por produções sobre o Multiverso. Com as impressionantes 11 indicações ao Oscar, ele foi trazido de volta aos cinemas para que o público tivesse uma chance de conferi-lo antes da premiação. A trama é uma ficção dramática sobre uma mulher chinesa frustrada, cuja vida nos EUA está longe de ser a que sempre sonhou. Enquanto ela prepara uma festa em sua lavanderia e refaz os cálculos do Imposto de Renda para apresentar na Receita Federal, uma variante de seu marido, vinda de outra linha do tempo, entra em contato com ela para ajudá-lo a salvar o Multiverso de uma ameaça que quer por fim à vida de todos em todas as realidades existentes.

A Baleia

Lançado na última quinta (16), A Baleia é um filme que já nasceu polêmico. Este drama acompanha a complicada vida de Charlie (Brendan Fraser), um professor de inglês que sofre de transtorno de compulsão alimentar e com obesidade crônica. Assim, ele dá aulas on-line, mas por medo de ser julgado por sua aparência, ele nunca liga a webcam. Além disso, ele é atormentado pela culpa de ter largado sua filha quando ainda era criança. Então, ele decide tentar corrigir esse erro se aproximando da menina, que só aceita vê-lo novamente por precisar de ajuda em um trabalho da escola. Apesar de toda a controvérsia da trama, o longa chamou atenção pela atuação magistral de Fraser, que é um dos favoritos a levar o prêmio de Melhor Ator.

Gato de Botas 2: O Último Pedido

Grande sucesso da DreamWorks na temporada, a sequência de Gato de Botas (2011) dá uma enorme revitalizada na saga do espadachim felino mais amado das telonas ao mostrar suas aventuras pelo mundo após sua jornada com Shrek e os amigos. Nessa história original, o Gato viaja o globo bebendo leite, paquerando gatinhas e salvando comunidades mais carentes de criaturas mágicas e governantes tiranos. Porém, em um de seus duelos, o felino descobre que chegou à última de suas nove vidas. Então, caçado por mercenários e na mira de um caçador de recompensas muito sinistro, ele vai atrás do mapa da Estrela dos Desejos para tentar recuperar suas nove vidas.

Os Fabelmans

Dirigido por Steven Spielberg, Os Fabelmans é um dos filmes mais especiais da carreira do diretor que encantou o mundo com alguns dos maiores longas de todos os tempos. Isso porque a história desse longa é inspirada na própria vida do diretor, que traz muita dedicação a essa fábula biográfica. A trama acompanha um jovem que cresce no Arizona no período pós-Segunda Guerra Mundial. Sua vida muda de uma vez por todas ao ter contato com o cinema pela primeira vez. Assim, ele arruma uma câmera filmadora e começa a gravar seus próprios filmes. Então, ao descobrir um enorme segredo de família, o garoto decide usar a magia do cinema para encontrar a verdade em si mesmo e em seus familiares.

Avatar: O Caminho da Água

Assim como seu antecessor, Avatar: O Caminho da Água conseguiu uma série de indicações em categorias técnicas e até a Melhor Filme. A trama segue contando a história de Jake Sully, agora completamente convertido Na’Vi, enquanto aproveita a vida com sua família em Pandora. Só que uma nova interferência dos humanos no planeta colocará sua aldeia em risco. Então, buscando salvar seu povo e sua família em risco, os “Sullys” deixam as árvores e buscam abrigo em outro bioma de Pandora, junto com a tribo das águas. Agora, eles precisarão se adaptar a essa nova cultura marítima se quiserem sobreviver. É um daqueles filmes que vale a pena assistir nos cinemas, ainda mais se tiver a opção do 3D, que realmente acrescenta à história.

Conheça o repugnante HORROR Polonês que está fazendo o maior Sucesso na Netflix

Não é de hoje que as produções polonesas andam fazendo sucesso na Netflix. Vira e mexe há uma série ou filme, em qualquer gênero, figurando entre os mais vistos no Top 10 da plataforma. Isso indica não só um grande investimento da plataforma de streaming naquele país, mas também (ou acima de tudo) um grande interesse do público em (continuar a) assistir o que anda sendo produzido por lá. O mais recente sucesso polonês atende pelo nome ‘O Monastério’, que, embora repugnante, não sai das primeiras posições dentre os mais assistidos pelo público.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Nos anos 1950, um padre em um isolado monastério no interior da Polônia foi impedido pela polícia de sacrificar um bebê em um ritual bizarro. Trinta anos depois, desde esse incidente, a polícia local tenta não interferir mais nos assuntos do monastério, porém, após denúncias anônimas, Marek (Piotr Zurawski) se infiltra no ambiente como um padre disfarçado, na tentativa de investigar o desaparecimento repentino de jovens mulheres da vila. Entretanto, o que ele não esperava era que seus colegas de batina fossem se comportar de maneira tão bizarra, levantando a suspeita de tudo e de todos.

De início, ‘O Monastério’ não parece o filme que vai te pegar. Com uma cena inicial interessante, em poucos minutos o longa recai numa mesmice que parece que vai se arrastar ao longo de suas uma hora e trinta de duração. Porém, o roteiro de Bartosz M. Kowalski e Mirella Zaradkiewicz segura a grande reviravolta para o último ato, inserindo, com entusiasmo, sequências de terror que certamente causam, no mínimo, repulsa, um ímpeto de vômito pelo que estamos assistindo. Não que ao longo da trama isso não aconteça – acontece, mas paulatinamente, apenas como consequência de um determinado ato, e quase sempre de maneira inesperada, uma vez que, salvo estas cenas, não acontece muita coisa no enredo até o supramencionado terceiro ato.

Partindo de um roteiro interessante, o longa de Bartosz M. Kowalski se vale de uma ideia cada vez mais holofotada de um puritanismo social alcançado por aqueles que se comportam dentro das normas especificadas por um seleto grupo, e aqueles que não se encaixam automaticamente se tornam párias e, portanto, objetos de uso e descarte. Bartosz parte desse mote e o insere dentro de um contexto católico extremista, elevando-o à potência máxima do embate bem versus mal, que é o grande dilema da humanidade desde o surgimento das religiões.

Desse panorama, as cenas de terror são moldadas a partir dessa proposta, misturando jump scares mais leves com closes de horror da mais genuína repugnância, desde consumo de alimentos estragados e asquerosos a corpos sendo mutilados explicitamente. Soma-se, ainda, a uma rápida demonstração de possessão demoníaca envolvido em fanatismo religioso com doses de satanismo e está servido o prato principal de ‘O Monastério’, e seu consequente sucesso na Netflix nesse mês de outubro.

Hamilton: Como o musical da Broadway se tornou um fenômeno da cultura pop

Hamilton conquistou 11 Tonys, um Grammy e um prêmio Pulitzer. Desde sua estreia off-Broadway, em janeiro de 2015, faturou quase US$ 700 milhões em bilheteria, contando apenas a montagem nova-iorquina da peça. Ganhou versões fixas em Londres, Chicago e Los Angeles, além de uma companhia que passa o ano (isso antes da pandemia, é claro) fazendo tour por cidades dos Estados Unidos. Em 2021, há previsão de montagens oficiais em Hamburgo, na Alemanha, e Sydney, na Austrália. Hamilton é, sem dúvida, um dos maiores sucessos da história dos musicais da Broadway. Mas é bem mais que isso. A obra criada por Lin-Manuel Miranda é também um dos maiores fenômenos da cultura pop do século XXI. 

Aproveitando o lançamento da versão filmada da peça da Broadway, que chega junto com o serviço da Disney Plus no Brasil, o CinePOP decidiu apresentar um pouco da trajetória deste novo clássico e tentar entender um pouco como chegou até aqui.

Não deixe de conferir nosso ranking das 46 canções do musical, da pior à melhor.

 

O início de tudo

Antes de tudo, é importante destacar que Hamilton não é o primeiro sucesso de Lin-Manuel Miranda. O ator, cantor, compositor, produtor, escritor e tudo mais já havia criado uma peça vencedora do Tony de Melhor Musical antes: In the Heights. Após um período de testes em Waterford, em 2005, o musical chegou aos palcos da Broadway em 2007, e transformou Miranda em um nome em que as pessoas começavam a prestar atenção. Ainda durante o auge de In the Heights – cuja versão cinematográfica estreia em 2021, sob o nome de Em um Bairro de Nova York -, Miranda começou aler a biografia de Alexander Hamilton escrita por Ron Chernow e publicada em 2004. Envolvido pela história do pai-fundador que foi braço-direito de George Washington e responsável por desenvolver um sistema financeiro que transformou os Estados Unidos, Lin começou a pensar em projetos envolvendo a história de Hamilton antes mesmo de acabar o livro. 

Inicialmente, Miranda pensou em produzir um álbum conceitual de hip hop sobre o primeiro Secretário de Tesouro norte-americano. E ele teve a oportunidade perfeita para testar o alcance de seu projeto. No dia 12 de maio de 2009, o compositor foi convidado pela administração de Barack Obama para se apresentar no White House Poetry Jam, que basicamente era um sarau de poesia que acontecia na Casa Branca, com a presença do presidente, sua família e convidados ilustres. Ao invés de apresentar uma música de In the Heights – cujo sucesso tinha gerado o convite -, Lin, acompanhado do diretor musical Alex Lacamoire, preferiu mostrar um conteúdo inédito, no caso uma versão prévia da música que serviria de abertura para a peça, “Alexander Hamilton”. À época, a letra da melodia era toda centrada na figura de Aaron Burr, o que mudou um pouco na versão derradeira.

Além de cativar todos os presentes no salão da Casa Branca, Miranda viu sua canção ganhar o mundo através das redes sociais. Publicado no canal oficial do governo americano, no YouTube, o vídeo com a apresentação viralizou e mostrou ao compositor um pouco do potencial para o projeto, que tinha o nome de The Hamilton Mixtape

Ainda no início de 2009, Miranda deixou o elenco de In the Heights na Broadway e passou a se dedicar completamente a embarcar na história de vida de Alexander Hamilton. Com o tempo, o compositor foi percebendo que tinha em mãos mais do que um álbum de hip hop, mas uma nova peça. Entre 2009 e 2012, fez apresentações esporádicas em Nova York, em que apresentava canções da peça, sempre despertando muita curiosidade por parte da cena teatral. No dia 27 de julho de 2013, Lin juntou alguns amigos para realizar uma leitural provisória do que tinha em um workshop no Powerhouse Theater Reading Festival, evento organizado pela conceituada universidade Vassar. Na ocasião, Lin, já acompanhado de nomes como Daveed Diggs e Christopher Jackson, leu boa parte do primeiro ato da peça e algumas canções do segundo, em apresentações completamente lotadas.

Todo burburinho fez criar uma aura de curiosidade e sucesso sobre Hamilton, que foi só aumentando com o passar do tempo. Em janeiro de 2015, a peça estreia Off-Broadway no tradicional The Public Theater em Nova York. Após seis meses de apresentações esgotadas, o musical se muda para o Richard Rodgers Theatre e finalmente estreia na Broadway.

 

Uma carreira de sucesso

Da estreia no Teatro Público até o último dia de apresentação com o elenco original, a peça não deixou de vender um único ingresso. E uma longa fila sempre ficava do lado de fora do teatro torcendo por raríssimos ingressos de desistentes. Mesmo após Lin-Manuel Miranda deixar a produção, e vários outros atores fazendo o mesmo na sequência, a casa de Hamilton sempre esteve cheia, e sempre praticando o valor de ingresso mais caro da cidade.

Nas bilheterias, o musical bateu recorde atrás de recorde, tendo sido a primeira produção da história a superar a marca de US$ 3 milhões em uma única semana (ou oito exibições). Antes mesmo do lançamento, acumulou uma pré-venda de cerca de US$ 30 milhões, algo nunca visto antes na Broadway. A procura era tão insana, e os valores tão altos, que a loteria de Hamilton acabou se transformando em um evento, o Ham4Ham. A loteria consistia em valores promocionais de US$ 10 para assistir ao musical. As pessoas iam para a frente do teatro para participar do sorteio. Com o Ham4Ham, Lin passou a fazer pequenas performances do lado de fora da bilheteria, premiando as pessoas que estavam ali lutando por um ingresso. As apresentações se tornaram tão populares que passaram a lotar a rua, o que começou a implicar em problemas no trânsito local e na circulação da cidade de NY. Após isso, a loteria passou a ser online. Logo no primeiro dia de sorteios online, o site da produção foi derrubado por causa de muita procura.

Mas o que explica o sucesso magistral da produção? O texto de Lin? Sem dúvida, mas não só isso. Um elemento foi muito importante para transformar Hamilton em algo maior, em algo que as pessoas queriam assistir, em algo que ultrapassava todas as barreiras da bolha da Broadway. E este elemento foi justamente o elenco formado praticamente apenas por minorias. Outras peças clássicas já haviam adotado o estilo de seleção “color-blind”, em que o responsável pelo casting não se importa com a raça do ator na hora de escolher o personagem. Mas este não é o caso de Hamilton. Aqui, há a opção deliberada por escolher homens e mulheres não-caucasianos para interpretar os pais-fundadores dos Estados Unidos e suas famílias. Quase 100% da peça é formada por atores negros, de origem latina ou asiática. E isso em todas as versões do elenco. Em todas as montagens. Em um momento cultural de engloba do Oscar So White ao Black Lives Matter, a opção por atores negros interpretando ícones históricos dos Estados Unidos, todos conhecidos através de pinturas clássicas, marca um rompimento com o real sem precedentes no teatro. E com muitas camadas. De certa medida, valoriza o trabalho do ator e as possibilidades de atuar além do seu tipo físico, raça ou ancestralidade. Num grau mais complexo, tenta olhar de forma crítica para a história. Lin descreve a peça como “”um olhar dos Estados Unidos da época através dos Estados Unidos atuais.”

Em um cenário político em que velhos indícios de intolerância começaram a sair do armário, Hamilton expunha de forma quase afrontosa seu elenco. E a própria narrativa da peça acabava ressoando em movimentos como o Brexit ou a eleição de Donald Trump. A decisão dos realizadores chegou a receber críticas de atores brancos da Broadway que viam quase como um “racismo reverso” (deixando claro que isso não existe!) no processo de seleção, mas com o passar do tempo tais vozes foram se apagando diante de uma verdadeira louvação. Mesmo organizações sociais e historiadores chegaram a questionar o fato de atores negros interpretarem homens brancos que exploravam pessoas como eles, mas Lin sempre defendeu a peça como uma plataforma para: 1) lançar as carreiras de atores negros (e latinos, e asiáticos); e 2) reforçar o absurdo que é a ausência histórica de tais minorias no centro do poder.

Além dos palcos

Que Hamilton era um mega-sucesso da Broadway já ficou claro, mas como o musical se tornou um fenômeno da cultura pop a ponto de virar um dos principais carros-chefe da Disney+?

A apresentação de Lin-Manuel Miranda na Casa Branca já havia demonstrado todo o potencial viralizante da obra. E isso ficou ainda mais evidente durante a trajetória da peça na Broadway. Quase todos os dias, inúmeras celebridades tentavam conseguir ingressos para o musical ou uma fotinho nos camarins após a apresentação. De Barack Obama a Beyoncé, passando por Madonna, Julie Andrews, príncipe Harry e Meghan Markle, a lista de celebridades era tão significativa que funcionou quase como uma ação promocional da peça. Todo dia, alguns dos artistas ou influenciadores mais famosos do mundo estavam ali divulgando a produção. Isso acabou despertando a atenção de pessoas que não necessariamente são apaixonadas por Broadway.

Aqui, cabe até uma curiosidade… Lin-Manuel Miranda estava internado num hospital, com uma febre de 40º, quando ficou sabendo que Beyoncé e Jay-Z iriam assistir a peça no dia. Ele quis fazer a apresentação mesmo assim, mas acabou aceitando a recomendação dos médicos e da esposa. Como podem ver, ele ficou de fora da foto acima, sendo substituído por Javier Muñoz, que viria a assumir o papel do protagonista após a saída de Lin.

E quem não tinha acesso aos palcos da Broadway e queria saber mais sobre Hamilton também teve uma oportunidade: a trilha sonora da peça, lançada em setembro de 2015, poucos meses após a estreia no teatro. Trata-se de uma das trilhas de maior sucesso comercial da história. O álbum entrou pro top 10 de 2015 da Rolling Stone e ficou mais de 250 semanas no top 200 da Billboard (e contando). Foram aproximadamente duas milhões de cópias vendidas, além de 7 álbuns de platina.  

A trilha original fez tanto sucesso que desencadeou outros projetos. No final de 2016, Lin reuniu atores e cantores famosos para gravar algumas das músicas da peça em The Hamilton Mixtape. Além disso, para o deleite dos fãs, inseriu canções que acabaram não entrando na versão final.

 

Multimídia

Hamilton foi um sucesso teatral, um sucesso musical e, agora, um sucesso cinematográfico. Por mais que a estreia nos cinemas tenha sido cancelada por causa da pandemia, o lançamento antecipado no Disney+ mostrou todo o potencial cênico da produção. Mas, além de tudo, Hamilton foi um sucesso viral. Se você é fã da peça, provavelmente já passou horas no YouTube consumindo todo tipo de conteúdo. O Ham4Ham não ficava apenas na porta do teatro, mas também nas redes sociais do musical. São inúmeros vídeos de Lin e do elenco interagindo com fãs ou entre eles. O YouTube também foi usado para apresentar conteúdos inéditos, como a versão original de “Burn”. E o magnetismo da peça também acabava alcançando ressonância em outros conteúdos virais. Dessa forma, Lin foi convidado para o Carpool Karaoke de James Corden e ainda viu suas músicas ganharem uma extraordinária versão polka por Weird Al Yankovic.

 

Objeto de estudo e discussão

O potencial educativo de Hamilton sempre esteve presente no debate, até pela capacidade de fazer jovens se interessarem por figuras como velhos presidentes e um secretário de tesouro dos Estados Unidos. Durante toda carreira da peça nos teatros, a produção fez parcerias com escolas locais, especialmente públicas, para facilitar o acesso de alunos. Mesmo no período de pandemia, Lin Manuel-Miranda tratou de criar o programa #EduHam at Home, um curso gratuito para estudantes e suas famílias em que explora o mundo de Hamilton e o processo de criação da peça.

Apesar do valor educativo, é importante ressaltar que o musical não é um retrato super preciso da vida de Alexander Hamilton e àqueles que o cercavam. Lin tomou certas liberdades narrativas, o que gerou muito debate por parte de historiadores e professores nos EUA. Há uma certa romantização dos personagens. É algo até natural numa obra de ficção, mas cuja a observação deve ser sempre feita para evitar conclusões equivocadas. Hamilton é retratado como um convicto abolicionista, mas historiadores reforçam que ele, por mais que tenha escrito sobre isso, não chegou a tomar tantas atitudes concretas neste sentido, principalmente diante do fato de seu sogro, o general e senador Philip Schuyler, ser dono de escravos. E o mesmo acontece com George Washington, outro dono de escravos que tem essa informação omitida na peça.

Sem dúvida, Hamilton realiza uma idealização do passado. Mas isso é algo que os Estados Unidos sempre fez. A diferença é que Hamilton idealiza um passado mais diverso, representativo, feminino e empoderador, sempre olhando para o futuro. E isso, é fabuloso!

‘Os Eternos’: Cena pós-créditos vai introduzir os X-Men no MCU

Segundo uma nova reportagem do We Got This Covered, o vindouro Os Eternos, que estreia em novembro do ano que vem, irá introduzir o icônico time de super-heróis conhecido como X-Men no Universo Cinemático Marvel.

O filme em questão terá uma cena pós-créditos ainda não detalhada que irá preparar o terreno para os novos personagens entrarem para o panteão, visto que os Eternos criaram o Gene-X e, dessa forma, permitiram a insurgência dos mutantes.

Os Eternos‘ é dirigido por Chloé Zhao e chega aos cinemas em 2020.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

‘The Walking Dead: World Beyond’ ganha pôster e novas imagens oficiais; Confira!

A AMC divulgou novas imagens oficiais de The Walking Dead: World Beyond’, bem como mais um cartaz oficial.

Confira:

A série irá estrear no dia 12 de abril.

O projeto é comandado por Matt Negrete, roteirista e produtor da série original desde a 5ª temporada.

O elenco do spin-off conta com Nico Tortorella, Hal Cumpston, Alexa Mansour, Annet Mahendru, Nicolas Cantu e Aliyah Royale.

‘Pinóquio’: Roberto Benigni é Gepetto no novo trailer INCRÍVEL do live-action

Pinóquio, nova adaptação em live-action do clássico italiano, ganhou seu segundo trailer oficial.

No filme, Roberto Benigni vive o icônico marceneiro Gepetto. Federico Ielapi interpreta Pinóquio.

Assista:

O filme é dirigido e escrito por Matteo Garrone e tem estreia marcada para o dia 14 de agosto em cinemas selecionados e em VOD.

A produção será uma colaboração ítalo-francesa – logo, não faz parte do extenso panteão de remakes dos estúdios Walt Disney.

O elenco também conta com Gigi Proietti, Rocco Papaleo, Massimo Ceccherini, Matilda De Angelis e outros.

‘What If…?’: Série animada da Marvel ganha primeiro trailer INCRÍVEL; Confira!

Marvel Studios divulgou recentemente o primeiro trailer oficial de What If…?’, sua nova série animada que recontará e remodelará o panteão do MCU como o conhecemos.

Confira:

A produção tem estreia prevista para o verão estadunidense de 2021.

Laura Karpman, conhecida por seus trabalhos em Lovecraft Country‘L.A.’s Finest’, ficará responsável pela trilha sonora da série.

O novo show fica sob tutela de Kevin Feige e, claramente, não fará parte do cânone conhecido pelos fãs. 

What If é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, e eles desde coisas sutis, como o Homem-Aranha entrando para o Quarteto Fantástico ou então o que aconteceria se o mundo soubesse que Demolidor é cego, até cenários mais extremos – por exemplo, e se Loki tivesse encontrado o martelo no lugar de Thor, ou Doutor Estranho tivesse se tornado um díscipulo de Dormammu?

Outro aspecto bastante popular dessa compilação é explorar como o mundo seria se certos personagens tivessem sobrevivido ao invés de morrer. Por exemplo, um dos quadrinhos explora o mundo em que Ben Parker, tio de Peter, não tivesse morrido, ou então em que Gwen Stacy não tivesse morrido nas mãos do Duende Verde.

‘Sombra e Ossos’: Vídeo nos convida para os incríveis bastidores da série de fantasia da Netflix; Confira!

A ambiciosa fantasia Sombra e Ossos, baseado na saga Grisha de Leigh Bardugo, finalmente chegou à Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores incrível.

No featurette, o elenco e os criadores da produção nos levam para conhecer segredos sobre o aclamado drama fantástico.

Confira:

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.

‘Round 6’: Assista aos divertidos erros de gravação da nova série sul-coreana da Netflix!

A série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game), que traz uma mistura entre ‘Jogos Vorazes‘ e ‘Batalha Real‘, já estreou na Netflix! Todos os episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

Para promovê-la, a plataforma divulgou um novo vídeo que traz ao público os divertidos erros de bastidores da produção.

Confira:

Na trama, 456 pessoas participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões de won. Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as 6 fases do jogo, mas a consequência de perder é a morte.

Hwang Dong-hyuk é o criador da série.

Um misterioso convite para entrar no jogo é enviado para pessoas em risco que precisam urgentemente de dinheiro. 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won. Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

Escolha o seu time no novo teaser explosivo de ‘Sonic 2 – O Filme’; Confira!

Paramount Pictures divulgou mais um clipe inédito da aguardada sequência Sonic 2 – O Filme’.

O filme tem estreia marcada para o dia 07 de abril nos cinemas nacionais.

Confira:

“Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”  

Lembrando que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco do filme original ainda conta com conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler

A atriz Colleen O’Shaughnessey foi confirmada como Miles “Tails” Prower. Ela já interpreta o icônico personagem há muito tempo nos games e até mesmo foi contratada para a breve cena pós-créditos do primeiro filme, dando o gancho para a continuação.

O’Shaughnessey se junta ao recentemente confirmado Idris Elba, que será Knuckles.

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

‘Industry’: 2ª temporada da aclamada série ganha teaser trailer LEGENDADO; Confira!

HBO Max divulgou o teaser trailer oficial e legendado da 2ª temporada de Industry, aclamado drama corporativo dirigido por Lena Dunham (‘Girls’).

A nova iteração tem estreia marcada para o dia 01 de agosto na plataforma de streaming.

Confira, junto às imagens promocionais:

O primeiro ciclo do show conta com oito episódios, criados por Jane Tranter (‘Fronteiras do Universo‘).

A premiada dupla Mickey DownKonrad Kay, ambos vencedores do BAFTA, é responsável pelo roteiro.

A história gira em torno de um grupo de jovens graduandos competindo por limitadas vagas em uma empresa de investimento em Londres. As fronteiras entre colegas, amigos, amantes e inimigos logo se fundem umas com as outras à medida que eles mergulham num mundo marcado pelo sexo, pelas drogas e pela egolatria.

‘The Cleaning Lady’: ÚLTIMOS episódios da 2ª temporada ganham trailer oficial; Confira!

FOX divulgou o trailer oficial dos últimos episódios da 2ª temporada do drama criminal The Cleaning Lady, estrelado por Élodie Yung.

Os dois capítulos finais, intitulados “Sanctuary”“At Long Last”, vão ar no dia 12 de dezembro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por Miranda Kwok, baseada na série argentina ‘La Chica que Limpia’.

Uma médica se muda para os Estados Unidos buscando um tratamento para seu filho doente. Porém, o sistema norte-americano falha com ela, obrigando-a a se esconder. Se recusando a perder e ser marginalizada, ela se torna faxineira para a máfia, jogando com suas próprias regras.

Adan CantoOliver HudsonMartha MillanSebastien LaSalleValentino LaSalleSean LewFaith BryantEva De Dominici e outros completam o elenco.

‘O Pior Vizinho do Mundo’: Comédia dramática com Tom Hanks chega AMANHÃ na HBO Max!

‘O Pior Vizinho do Mundo’, comédia dramática estrelada pelo vencedor do Oscar Tom Hanks, ganhou data de estreia na HBO Max Brasil.

O longa-metragem será lançado amanhã, 12 de maio, na plataforma de streaming.

Confira o novo trailer promocional e CinePOP no YouTube:

A produção é baseado no aclamado romance ‘A Man Called Ove’, de Frederik Backman, e acompanha o personagem titular, um irritável e extremamente estrito viúvo que investiga e julga as atividades que se desenrolam em seu bairro. Um homem isolado, profundo e solitário que ainda lida com o luto de perder a esposa, a vida tem sido injusta com Otto. Entretanto, ele acaba criando uma amizade inesperada com seus novos vizinhos, o que permite que ele cresça e se cura. Entretanto, velhos hábitos são difíceis de serem mudados – e sua jornada será bastante árdua.

Marc Foster (‘Finding Neverland’) fica responsável pela direção do longa, enquanto David Magee (‘As Aventuras de Pi’) está sendo considerado para assinar a adaptação.

Rachel KellerManuel Garcia-RulfoMariana Treviño também fazem parte do elenco.

Dica da Semana | Filmes românticos CLÁSSICOS para ver na HBO Max

Ainda que encontrar o amor não seja uma tarefa fácil, sempre somos atraídos por produções cinematográficas que falam sobre o tema – e que nos dão esperança de que a nossa alma gêmea está por aí e que, em algum momento, os destinos irão se cruzar.

Ao longo dos anos, narrativas do gênero se transformaram em odes relembradas até os dias de hoje – como Diário de uma Paixão, a trilogia ‘Antes’ e inúmeros outros.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com cinco filmes românticos para você conferir na HBO Max.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

…E O VENTO LEVOU (1939)

Apesar das inúmeras problemáticas, ‘…E o Vento Levou’ não poderia estar de fora da nossa lista, visto que é considerado um dos filmes mais importantes e marcantes de todos os tempos. E é claro que não podemos ser anacrônicos com a temática explorada em um filme dos anos 1930, mas sim explorar seu impacto gigantesco que rendeu à produção nada menos que oito estatuetas do Oscar – incluindo a de Melhor Atriz Coadjuvante para Hattie McDaniel, que se tornou a primeira mulher negra a conquistar o prêmio.

Na trama, Scarlett O’Hara é uma jovem mimada que consegue tudo o que quer. No entanto, algo falta em sua vida: o amor de Ashley Wilkes, um nobre sulista que deve se casar com a sua prima Melanie. Tudo muda quando a Guerra Civil americana explode e Scarlett precisa lutar para sobreviver e manter a fazenda da família.

CASABLANCA (1942)

O clássico Casablanca não é apenas considerado o maior romance de todos os tempos, mas um dos melhores longas-metragens da história da sétima arte – contando com atuações impecáveis, um roteiro inspirado e uma profundidade estética e técnica que serve de inspiração para inúmeros realizadores.

Ambientada contra o belicoso cenário da II Guerra Mundial, a trama acompanha Rick Blaine (Humphrey Bogart), gerente de um modesto e pitoresco café na cidade de Casablanca que sofre pela ilusão do amor verdadeiro. Incrédulo sobre a possibilidade de encontrar alguém, sua visão de mundo muda totalmente quando Ilsa Lund (Ingrid Bergman) adentra o estabelecimento em busca de salvação ao lado do marido, Victor Laszlo (Paul Henreid).

TRILOGIA ANTES (1995 – 2013)

A trilogia ‘Antes’ não é considerada uma das maiores da história do cinema por qualquer motivo: comandada pelo aclamado realizador Richard Linklate e trazendo Ethan HawkeJulie Delpy como os protagonistas, os longas-metragens funcionam como uma exploração do romance pós-moderno que traz reflexões sobre tempo, idade, perda e autodescoberta de maneira impecável.

A narrativa acompanha o relacionamento amoroso entre Jesse (Hawke) e Céline (Delpy) em três períodos diferentes de suas vidas: o primeiro se passa em apenas uma noite em Viena, na Áustria, discorrendo sobre como os dois se apaixonaram; o segundo, ambientado nove anos depois, nos leva para Paris, marcando o reencontro entre Jesse e Céline; e o terceiro, ambientado nove anos no futuro, nos leva à Costa Peloponesa, na Grécia, e nos mostra que os dois se casaram e agora enfrentam alguns problemas que precisam resolver.

O CASAMENTO DO MEU MELHOR AMIGO (1997)

Dirigido por P.J. Hogan e trazendo nomes como Julia RobertsDermot MulroneyCameron DiazRupert Everett no elenco, O Casamento do Meu Melhor Amigo é um dos filmes românticos mais adorados do público e, além da estrondosa bilheteria, recebeu críticas bastante positivas que destacaram a química do elenco e a singela e apaixonante narrativa.

Na trama, Julianne e Michael são ex-namorados que viraram melhores amigos. Eles combinaram que se casariam se ambos continuassem solteiros quando completassem 28 anos. Às vésperas da fatídica data, ela recebe um telefonema do amigo anunciando que está prestes a se casar com outra, a charmosa Kimberly. Julianne se descobre apaixonada por Michael e aceita o convite para ser madrinha, mas com a intenção de reconquistá-lo antes do casamento acontecer.

DIÁRIO DE UMA PAIXÃO (2004)

Esse clássico romântico conta a história de Allie Hamilton (Rachel McAdams) e Noah Calhoun (Ryan Gosling), dois jovens enamorados que em 1940 se conheceram num parque de diversões. Eles foram separados pelos pais dela, que nunca aprovaram o namoro, pois Noah era um trabalhador braçal e oriundo de uma família sem recursos financeiros. Para evitar qualquer aproximação, os pais de Alie a mandam para longe.

Por um ano Noah escreveu para Allie todos os dias mas não obteve resposta, pois a mãe (Joan Allen) dela interceptava as cartas de Noah para a filha. Crendo que Allie não estava mais interessada nele, Noah escreveu uma carta de despedida e tentou se conformar. Alie esperava notícias de Noah, mas após 7 anos desistiu de esperar ao conhecer um charmoso oficial, Lon Hammond Jr. (James Marsden), que serviu na 2ª Grande Guerra (assim como Noah) e pertencia a uma família muito rica. Ele pede a mão de Allie, que aceita, mas o destino a faria se reencontrar com Noah. Como seu amor por ele ainda existia e era recíproco, ela precisa escolher entre o noivo e seu primeiro amor.

Harrison Ford e Anthony Mackie nas imagens INÉDITAS de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’; Confira!

EW divulgou as duas primeiras imagens oficiais da aguardada sequência ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’.

As fotos dão destaque aos personagens de Anthony MackieHarrison Ford.

Confira:

Durante a CinemaCon 2024, a Disney divulgou o trailer oficial do longa-metragem, e o CinePop teve a oportunidade de presenciar essa estreia épica em primeira mão!

O novo longa apresenta Sam Wilson (Mackie) assumindo o manto do Capitão América e enfrentando novos desafios em um mundo turbulento.

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, definiu o filme como um “thriller de ação relativamente realista”, dando o tom para a aventura que nos espera.

No trailer, vemos Sam Wilson se reunindo com o General Thaddeus E. “Thunderbolt” Ross (Ford), agora presidente dos Estados Unidos, na Casa Branca. Ross, impressionado com as ações de Wilson no México, pede sua ajuda para reunir os Vingadores sob a liderança de um novo Capitão América.

Sam, no entanto, se questiona sobre o que fazer caso discordem sobre o comando da equipe. A tensão aumenta quando um vilão misterioso assume o controle dos alto-falantes e manipula as mentes dos agentes do Serviço Secreto e de Isaiah Bradley (Carl Lumbly), com quem Sam precisa lutar para conter a ameaça.

Em seguida, somos presenteados com sequências de ação de tirar o fôlego, com Sam sendo atacado na Casa Branca e usando seu escudo para se defender de diversos agentes do Serviço Secreto. O trailer também mostra Sam Wilson e Joaquín Torres/Falcão lutando lado a lado.

O clímax do trailer nos leva a um embate épico entre Sam e Thunderbolt Ross no Salão Oval. Ross dispara: “Você não é Steve Rogers”. Após uma pausa tensa, Sam responde: “Você está certo, eu não sou”. E então, para delírio do público, ele surge em seu novo traje de Capitão América, agora com tons prateados e azuis, marcando a nova era do herói.

‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Confira a reação de Renato Marafon do CinePop:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Os 10 Melhores Filmes Internacionais do Século (Até Agora)

O cinema não possui a alcunha de sétima arte por qualquer motivo: afinal, é ele quem conflui todas as outras expressões artísticas em um mesmo lugar, seja nos enquadramentos e nas fotografias (emulando a própria pintura), seja no uso da música como potencializador narrativo.

E, desde a consagração do cinema como “arte” no sentido factual do termo, inúmeros títulos carregam o lendário título de revolucionários, por terem modelado diversas “regras” ou “formulações” a serem seguidas por cineastas, auxiliando-os inclusive a desmistificar convencionalismos em prol de impulsões que caem no gosto dos espectadores e dos especialistas.

Pensando nisso, tivemos a árdua tarefa de eleger os dez melhores longas-metragens do século XXI (até agora).

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. E SUA MÃE TAMBÉM (2001)

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No cenário mainstreamAlfonso Cuarón ganhou aclame e fama mundiais ao comandar títulos como ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’‘Filhos da Esperança’. Porém, em 2001, Cuarón lançou a obra-prima de sua carreira com a espetacular dramédia coming-of-age E Sua Mãe Também. Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original, o filme acompanha Julio e Tenoch, dois adolescentes que, junto com Luisa, uma mulher mais velha, embarcam em uma jornada para uma praia paradisíaca. Em uma viagem de carro pelo México, os três acabam se envolvendo e aprendem muito sobre si mesmos e suas relações.

9. DRIVE MY CAR (2021)

“O que se deve fazer da vida e do amor? Buscando por perguntas sobre a existência e entregando respostas em forma de diálogos e situações do cotidiano, […] Drive my Carflerta com a metalinguagem em sua narrativa de pausas e longos diálogos,  principalmente quando colocamos o sujeito sob a ótica de estarmos presenciando uma adaptação de um famoso conto do mais famoso médico e escritor que rompeu as barreiras do drama no universo teatral, Anton Tchekhov. Um trabalho fabuloso de Ryûsuke Hamaguchi, um cineasta que sempre precisamos estar de olho” – Raphael Camacho

8. PARASITA (2019)

“Toda a mise-en-scène de confrontação do medo e horror da flagelação humana, desde o início até o último minuto desta fábula de sobrevivência, é um delírio cinematográfico. Comprovando, deste modo, que Joon-ho Bong é um dos maiores realizadores da atualidade. Ele entrega exatamente o que o público espera ao começar a prestar a atenção aos feixes de luz pulsantes na tela: o deleite” – Letícia Alassë

7. POBRES CRIATURAS (2023)

Além de apresentar uma perspectiva totalmente original à história eternizada por Mary Shelley e recriada por Alasdair Gray em seu romance, Pobres Criaturas mergulha em uma reflexão sobre a imutabilidade da condição humana dentro de um contexto de época, prezando por uma atemporalidade que em nenhum momento soa anacrônica, mas que fornece os elementos necessários para criar um elo entre passado, presente e futuro – um retrato que, ao mesmo tempo, é otimista e pessimista, infundido em uma celebração surrealista das pulsões do indivíduo.

6. A REDE SOCIAL (2010)

Um dos filmes mais conhecidos da carreira de David Fincher é a aclamada biografia A Rede Social. Lançada em 2010, a obra é baseada no livro ‘The Accidental Billionaires’ e conta a fundação da plataforma social Facebook e toda a controvérsia envolvendo o fundador Mark Zuckerberg. O longa trouxe no elenco nomes como Jesse EisenbergAndrew GarfieldJustin TimberlakeArmie Hammer e Max Minghella. Com roteiro de Aaron Sorkin, que inclusive levou o Oscar para casa, o filme foi extremamente aclamada pelo público e pela crítica especializada, e conquistou inúmeros prêmios.

5. MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR (2016)

Moonlight: Sob a Luz do Luar’ é um filme necessário. Vencedor da estatueta de Melhor Filme no Oscar 2018, a história que revolve a infância, adolescência e vida adulta conturbadas de Chiron, todas as múltiplas subtramas são uma análise subjetiva, emocionante e muito relevante sobre inúmeros temas, incluindo tráfico de drogas, racismo, pobreza e principalmente, apesar de extremamente sutil, a aceitação da sexualidade. Desde criança, o protagonista sofria com comentários incisivos sobre seu jeito “afeminado” e não aceito na comunidade onde morava. Conforme crescia, Chiron e seu melhor amigo Kevin transformam a amizade em uma complicada tensão sexual e nova, que assusta a ambos e que culmina em uma das sequências mais belas do cinema. O filme não permite simplificações, visto que afasta-se da rotulagem de “narrativa de nicho” para fornecer uma perspectiva muito maior e mais complexa que seus semelhantes.

4. CIDADE DOS SONHOS (2001)

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David Lynch é conhecido por gostar de chocar seu público. E é isso o que ele faz com grande sucesso no filme ‘Cidade dos Sonhos, protagonizado por Naomi Watts e Laura Harring. Misturando o mundo real com as inconstâncias do paralelismo onírico, a história de mistério é perscrutada por uma gradativa tensão sexual, pautada no desejo e no primitivismo humano, entre as personagens principais, que eventualmente consumam sua atração uma pela outra em uma cena incrível. Ao contrário de outros filmes do gênero, a crueza é a opção narrativa principal, com passagens explícitas e que não se preocupam com a catarse absorvida pelo espectador.

3. A VIAGEM DE CHIHIRO (2001)

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A Viagem de Chihiro não é considerado um dos melhores filmes da história por qualquer motivo: a produção, dirigida e escrita por Hayao Miyazaki, surpreendeu a todos por uma competente e emotiva narrativa, guiada por uma animação cautelosamente arquitetada – e não apenas conquistou aclame da crítica, como carregou o título do filme mais bem-sucedido da história da sétima arte japonesa por quase duas décadas. Como se não bastasse, o título ajudou a calcar a animação como arte, e não apenas como um gênero voltado ao público infantil.

2. O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN (2005)

É inexplicável o motivo de O Segredo de Brokeback Mountain não ter levado o Oscar de Melhor Filme para casa – mas seu legado estende-se até hoje. Dirigido por Ang Lee, o drama romântico neo-western retrata o complexo relacionamento emocional e sexual entre dois caubóis estadunidenses, chamados Ennis Del Mar e Jack Twist, no Meio-Oeste dos anos 1960. Interpretados por Jake Gyllenhaal Heath Ledger em rendições que ficariam marcadas para a história, o longa-metragem acompanha os dois protagonistas trabalhando como pastores em uma fazenda em Wyoming e como eles esconderam quem realmente eram do mundo, mantendo um caso romântico por mais de vinte anos.

1. O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI (2003)

‘O Retorno do Rei’ traz uma história maravilhosa contada com detalhes impressionantes que honram o nome de J.R.R. Tolkien. Entretanto, ele não merece reconhecimento apenas por isso, e sim por representar a excelência em relação aos primores técnicos. Se o diretor Peter Jackson conseguiu criar mágica nas obras anteriores, aqui ele supera a seus próprios limites ao não apenas orquestrar coreografias perfeitas e fluidas, mas por unir investidas artísticas e metodológicas em uma só atmosfera: cada frame se assemelha a uma pintura barroca pela composição paradoxal de luz e sombra, seja nos momentos de glória dos personagens, nos reflexivos ou nos derradeiros. Em adição, os enquadramentos e movimentos de câmera são tão fluidos que parecem dançar conforme seguem os guerreiros em suas tentativas de prevalecer perante a ruína iminente.

Primeiras Impressões | 3ª temporada de ‘Reacher’ mantém o ALTO nível de qualidade da série com uma história bastante envolvente

Desde sua estreia oficial no catálogo do Prime Video em 2022, Reacher tornou-se um sucesso absoluto de público e de crítica – não apenas pelos nomes envolvidos nessa explosiva adaptação, mas também pelo charme irresistível de Alan Ritchson como o personagem titular. Baseado na saga literária ‘Jack Reacher de Lee Child, a trama é centrada em um ex-policial militar do exército dos Estados Unidos que se autoproclama uma espécie de “freelancer” e que possui habilidades invejáveis de intelecto e força que o coloca como alvo de pessoas e organizações bastante perigosas. Agora, somos convidados a retornar para esse universo com a estreia da aguardada 3ª temporada, cujos três primeiros episódios já estão disponíveis no Prime Video.

Nessa nova iteração, Reacher cruza caminho com o jovem Richard Beck (Johnny Berchtold), que é quase assassinado durante uma emboscada, mas é salvo pelo nosso herói e levado de volta para casa. Porém, o que Reacher não imaginava era que Richard é filho de um mortal magnata que trabalha como um importador de tapetes orientais chamado Zachary (Anthony Michael Hall) – e que, após perceber as incríveis habilidades do ex-agente militar, resolve contratá-lo (praticamente à força, diga-se de passagem). Na verdade, Zachary não deixa muitas escolhas, colocando-o sob a prova da “roleta russa” com um revólver e afirmando que, caso ele recuse a oferta de auxiliá-lo em suas empreitadas, ele será denunciado para os oficiais de justiça por ter atirado em um policial para salvar Richard.

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O que não imaginávamos é que Reacher, na verdade, está trabalhando como agente infiltrado através de Susan Duffy (Sonya Cassidy), uma agente da DEA (Departamento de Controle de Drogas dos Estados Unidos) que recruta os serviços do protagonista para ajudá-la a resgatar uma informante que foi sequestrada e, ao que tudo indica, torturada por Zachary e seus comparsas. E, após criarem um plano que tinha tudo para dar errado, Reacher oficialmente se infiltra nesse submundo do crime, fazendo de tudo para encontrá-la e descobrindo segredos obscuros que podem colocar não apenas a sua vida em risco, mas a de todos à sua volta.

Considerando o espectro de ação, espionagem e thriller adotados pelos romances originais e pela série, não há muita escapatória de certos convencionalismos; porém, o criador e showrunner Nick Santora tem plena ciência das fórmulas em que esbarra para trazer essa nova história às telinhas e faz questão de abrir espaço para que o elenco brilhe em meio a certos diálogos um tanto quanto clichês e uma estética imagética que é própria de enredos do gênero. E, no final das contas, os três primeiros capítulos dessa terceira iteração funcionam dentro dos limites autoimpostos e cumprem com seu maior objetivo: o de entreter.

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Falar de Ritchson parece redundante a esse ponto, considerando que o ator é o fio conduto de cada um dos episódios e vestiu a roupagem de Reacher de maneira indelével e apaixonante. Aqui, é notável como o personagem passa por mais um processo de amadurecimento, fomentando seu arco com incursões bem-vindas e com mais algumas camadas de complexidade e de humor ácido que já se tornaram marca registrada. Nos novos episódios, inclusive, é notável a química que ele desfruta não só ao lado de Cassidy, que faz um trabalho incrível ao encarnar a calculista Susan, mas ao lado de Olivier Richters como Paulie, um dos guarda-costas de Zachary que, apesar do porte assustador, em momento algum faz Reacher “tremer nas bases”, por assim dizer.

O restante do elenco também faz um trabalho ótimo, com destaque à presença ambígua de Hall como Zachary, que consegue pincelar os arquétipos vilanescos que lhe são dados com uma espécie de humanização, algo que pode premeditar sua provável ruína durante a temporada. Ademais, os episódios iniciais têm maior enfoque na missão que é entregue a Reacher, movendo-se através de uma montagem que oscila entre o frenesi das cenas de ação e de uma paleta de cores efervescente, e o drama detetivesco que revela os planos de Reacher e dos membros da DEA, configurados dentro de um microcosmos mais sóbrio e racional.

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A 3ª temporada de Reacher tem um sólido início e mantém a qualidade das iterações anteriores, ainda que não tenha aproveitado todo o potencial que tenha. Todavia, considerando que estamos sendo introduzidos a um enredo inédito, é costumeiro que o ritmo seja mais contido por agora, para explodir na reverberante envolvência que fez com que nos apaixonássemos pela série desde sua estreia.

Homem de costas, logo 'Reacher', nova temporada em fevereiro

Miley Cyrus lança clipe de “Walk of Fame”, faixa do álbum ‘Something Beautiful’

A vencedora do Grammy Miley Cyrus lançou o clipe oficial do novo single de seu mais novo álbum de estúdio, Something Beautiful.

Intitulada “Walk of Fame”, a canção marca parceria com Brittany Howard, e é precedida pelos singles “End of the World”, “More to Lose”“Every Girl You’ve Ever Loved”.

Lembrando que o compilado de originais já está disponível nas plataformas.

Assista:

O álbum vem acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman Brendan Walter, com fotografia de Debie, e que terá estreia mundial no Festival de Tribeca.

O disco conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry MuglerJean Paul GaultierAlexander McQueen e Alaïa.

‘Emily em Paris’: 5ª temporada chega ESTA SEMANA ao streaming!

‘Emily em Paris’, a popular série de comédia estrelada por Lily Collins (‘Espelho, Espelho Meu’), retorna esta semana com episódios inéditos.

A 5ª temporada, que leva Emily Cooper de Paris para Roma, será lançada no catálogo da Netflix no próximo dia 18 de dezembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Nos novos episódios, Emily agora é a chefe do escritório da Agence Grateau em Roma, onde enfrentará novos desafios. Um plano de trabalho que dá errado causa revezes na carreira e na vida pessoal, e um grande segredo ameaça um de seus relacionamentos mais próximos.

‘Emily em Paris’: Gravações da 5ª temporada são interrompidas após morte no set

Os fãs podem esperar o retorno dos personagens regulares da série, como Philippine Leroy-Beaulieu (Sylvie Grateau), Ashley Park (Mindy Chen), Samuel Arnold (Julien), Bruno Gouery (Luc) e William Abadie (Antoine Lambert), além de Thalia Besson, Paul Forman e Arnaud Binard.

Entre as novidades no elenco estão Bryan Greenberg e Michèle Laroque, que interpretarão Jake, um americano vivendo em Paris, e Yvette, uma antiga amiga de Sylvie, respectivamente. Minnie Driver, também recém-chegada à série, interpretará a Princesa Jane nesta nova temporada.

‘Protective Custody’: Ben Stiller irá estrelar e produzir nova COMÉDIA do Apple TV; Saiba mais!

Segundo a VarietyBen StillerMike Judge estão desenvolvendo uma nova série de comédia para o Apple TV.

Com título atual de ‘Protective Custody’, o projeto traz Stiller como “um financista em desgraça, acusado de fraude em larga escala, é colocado sob custódia protetiva, onde precisa lidar com a política prisional, salvar sua reputação e enfrentar as consequências de seus atos enquanto aguarda julgamento”.

Judge (‘Silicon Valley’) coassina a história ao lado de Steve Hely (‘Veep’) e Dave King (‘Park and Recreation’). Os três também assumem as funções de produtores executivos e showrunners.

Judge fica responsável pela direção dos episódios.

Stiller e John Lesher entram como produtores executivos através da companhia Red Hour, juntamente a Ben SilvermanHoward Owen e Rodney Ferrell, da Propagate ContentMichael RotenbergOly Obst, da 3 Arts Entertainment; e Nanette Burstein.

Caso ‘Protective Custody’ ganhe sinal verde pelo streaming, este será o segundo papel principal de Stiller em uma produção do Apple TV, visto qu também estrelará a série ‘The Off Weeks’. Além disso, ele é produtor executivo da aclamada e premiada ‘Ruptura’, também do s “Severance”, também da plataforma.

Mais detalhes não foram divulgados.

‘Supergirl’: Ator deixará a série durante a 5ª temporada

Mehcad Brooks, intérprete de Jimmy Olsen em Supergirl‘, deixará a série na primeira metade da quinta temporada, segundo a Entertainmente Weekly.

O ator e músico decidiu encerrar suas atividades no programa e se dedicar aos longas-metragens, além de desenvolver e estrelar uma nova série, e terminar de escrever seu livro.

Por enquanto, ainda não detalhes de como a saída do personagem será trabalhada em Supergirl, e um possível retorno não será descartado.

“Adoramos Mehcad e estamos tristes em vê-lo deixar a série, mas estamos animados com o futuro de Mehcad e James Olsen”, disseram os showrunners, Robert Rovner e Jessica Queller, em um comunicado. “Ele sempre fará parte da nossa família e esperamos que James volte à National City em algum momento para visitar sua irmã e seus super amigos”.

Lembrando que Jeremy Jordan, antigo membro do elenco principal, está retornando para três episódios na segunda metade da nova temporada.

Supergirl retorna para a quinta temporada em 06 de outubro na CW.

Confira os detalhes do novo uniforme da heroína:

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Marvel’s Avengers’ ganha trailer informativo apresentando mecanismos do jogo; Assista!

A Square Enix divulgou um novo trailer informativo do game ‘Marvel’s Avengers’, apresentando alguns dos recursos que os fãs poderão experimentar assim que o jogo chegar às lojas, em 04 de setembro.

O trailer mostra que os personagens podem ser customizados com uniformes e equipamentos diferentes, além de evoluírem ao longo da trama para conquistarem diversas combinações de habilidades e golpes.

Confira:

Previsto inicialmente para maio deste ano, o jogo foi adiado e teve que passar por algumas atualizações antes de chegar às plataformas de video game.

Ron Rosenberg, diretor da Crystal Dynamics, a desenvolvedora do jogo em parceria com a Squire Enix, disse que foi uma decisão difícil, mas necessária para garantir aos fãs a melhor experiência possível em jogabilidade.

Em uma parte do comunicado, Rosenberg diz que:

“Como fãs, é uma honra e um privilégio trabalhar com esses personagens lendários e sabemos o que eles significam para nós e para os verdadeiros fãs em todo o mundo. Quando decidimos trazer a vocês a nossa visão dos ‘Vingadores‘, nos comprometemos a oferecer uma jogabilidade original baseada nos quadrinhos, envolvendo cooperação e conteúdo atrativo. Para atingir esse fim, precisamos de tempo adicional com foco no desenvolvimento e no aprimoramento para os altos padrões que nossos fãs esperam e merecem.”

A declaração foi encerrada com um pedido de desculpas e uma garantia de que a espera irá valer à pena.

Assista ao gameplay:

O painel da Marvel Games na SDDC acontece hoje às 13h30 no Hall H. Enquanto isso, assista ao trailer do jogo:

“‘Velozes e Furiosos 9’ é um ótimo motivo para voltarmos ao cinema”, diz John Cena

Desde o lançamento do trailer de Velozes e Furiosos 9‘, os fãs estão contando os dias para descobrir os segredos de Dominic Toretto (Vin Diesel) e seu irmão, vivido por John Cena.

Durante uma entrevista para a Total Film, Cena provocou os fãs ao comentar sobre sua expectativa pela estreia e garantiu que o filme é um ótimo motivo para os fãs voltarem ao cinema.

“Estou ansioso para saber a reação do público desde que pisei pela primeira vez nos bastidores. Eu posso garantir que ‘Velozes e Furiosos 9‘ é um ótimo motivo para voltarmos ao cinema.”

Apesar de não revelar nada, a declaração de Cena mostra que a equipe preparou grandes surpresas para o novo filme e o público deve se surpreender com os acontecimentos.

Há alguns meses, o diretor Justin Lin confirmou que a pós-produção já foi finalizada e a sequência está pronta para ser lançada.

Confira:

“A mixagem de som de ‘Velozes e Furiosos 9’ oficialmente foi finalizada! Um grande obrigado à melhor equipe do mundo por trabalhar em tempos tão sem precedentes na perfeição.”, afirmou.

Confira, com um novo teaser repleto de cenas de ação e que traz os protagonistas Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) para o centro dos holofotes:

Lembrando que será lançado em 28 de maio de 2021.

Assista ao trailer completo:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Além de Diesel e Cena, o elenco conta com Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Aquaman 2: O Reino Perdido’: Randall Park tem retorno confirmado na sequência

De acordo com o The Hollywood Reporter, Randall Park (‘WandaVision’) vai reprisar seu papel como o Dr. Stephen Shin, um biólogo marinho obcecado por Atlântis.

Para quem não se lembra, ele faz uma breve aparição na cena pós-créditos do primeiro filme.

É possível que o personagem tenha um papel de destaque na trama, podendo servir como um intermediário entre a superfície e o reino perdido. No entanto, não foi revelado qual será sua importância no novo filme.

O portal também anunciou a contratação de mais três novos membros, incluindo Indya Moore (‘Pose’), Jani Zhao (‘Jogo Duplo’) e Vincent Regan (‘300’) foram adicionados ao elenco de ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’.

Moore interpretará Karshon, uma vilã introduzida nos quadrinhos do ‘Lanterna Verde‘ em 1963 e que se alimenta do medo através de poderes psicocinéticos e telepáticos.

Zhao será a misteriosa Stingray, personagem criada exclusivamente para o filme.

Regan irá substituir o ator Graham McTavish como Atlan, antigo governante de Atlântis e ancestral de Arthur Curry (Jason Momoa).

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama, mas é certo que o filme continue a expandir o relacionamento entre Arthur e Mera (Amber Heard) enquanto eles se aventuram em novos perigos pelos setes mares e pela terra firme.

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022Yahya Abdul-Mateen IIDolph Lundgreen Temuera Morrison também retornam.

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

‘Jurassic World: Domínio’ conquista nota A- no Cinemascore

Apesar de Jurassic World: Domínio ter recebido apenas 31% de aprovação dos críticos, a sequência que encerra a trilogia iniciada em 2015 está fazendo um grande sucesso entre o público.

No Cinemascore, o filme de Colin Trevorrow conquistou a nota A-, a segunda maior da plataforma.

A notícia veio direto de uma publicação no perfil oficial do site no Twitter.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+‘ a ‘F‘.

Confira a publicação e algumas críticas:

“Estávamos nos cinemas hoje à noite para pesquisar a recepção de ‘Jurassic World: Domínio e o público deu uma nota A-. Parabéns à Universal Pictures e todo o elenco e equipe!”

“Nunca decola. Ou, ao menos, leva o próprio tempo [para decolar]” – Clarín.

“Enquanto não tem os níveis ruins de Jurassic Park 3’‘Domínio’ conclui muito pouco com um rugido triunfante à medida que esse exausto projeto está pronto para voltar para casa” – South Chine Morning Post.

“O fim de uma era… Cheio de nostalgia e, acima de tudo, fiel às ideias cimentadas em seus predecessores” – Cine Premiere.

“[O filme] retorna à fundação espiritual da saga” – Otroscines.com.

“À imagem de ‘Indiana Jones’, [o filme] prioriza o ritmo alucinado e os espetaculares vislumbres físicos através de um terreno disputado” – EscribiendoCine.

A trama é ambientada quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.

Colin Trevorrow retorna à cadeira de direção, enquanto Emily Carmichael assina o roteiro.

O elenco também conta com Laura DernJeff GoldblumSam NeillBD WongOmar SyIsabella SermonJustice SmithDaniella PinedaMamoudou AthieCampbell ScottScott HazeDichen Lachman.

‘Duna: A Irmandade’ perde diretor e uma das atrizes

De acordo com o Comic Book, a série ‘Duna: A Irmandade‘ perdeu uma de suas estrelas, a atriz Shirley Henderson, que daria vida à Tula Harkonnen.

Além dela, o diretor Johan Renck, que iria comandar dois episódios, também saiu do projeto.

Não foi dito porque Henderson abandonou o papel, mas a saída de Renck foi motivada por seu estilo de direção, que não se alinhava com a visão da HBO Max para o programa.

Ao que parece, suas ideias estavam destoando da proposta dos filmes dirigidos por Denis Villeneuve.

Através de um comunicado, um porta-voz da plataforma de streaming disse o seguinte:

“Como ‘Duna: A Irmandade’ entrou em uma pausa pré-programada, algumas mudanças criativas estão sendo feitas na produção em um esforço para criar a melhor série possível e permanecer fiel ao material original. Johan Renck concluiu seu trabalho na série e um novo diretor será contratado; por acordo mútuo, Johan está seguindo em frente para outros projetos. Além disso, Shirley Henderson sairá da série e não interpretará mais Tula Harkonnen. “

Por conta das mudanças, a produção deve ficar em pausa, o que deve acarretar um atraso de sete meses enquanto a equipe busca por um novo diretor e candidatas ao papel.

Vale lembrar que essas saídas ocorrem após a saída da showrunner Diane Ademu-John, que deixou a série pouco antes de começar a produção no final de novembro, o que supostamente levou a alterações no roteiro.

Anteriormente, a Variety divulgou que  Josh Heuston e Edward Davis foram escalados para o ambicioso projeto.

Heuston será Constantine, descrito como o filho ilegítimo do Imperador (Mark Strong); Davis, por sua vez, será Harrow Harkonnen, um “político em ascensão de uma família outrora grandiosa, que tem um forte desejo de levar sua Casa à glória do passado”.

A dupla se junta aos previamente confirmados Mark Strong (‘Shazam!’), Jade Anouka (‘Fronteiras do Universo’) e Chris Mason (‘Broadchurch’).

Strong será o Imperador Javicco Corrino, “um homem de uma grande linhagem de imperadores de guerra que é chamado para governar o Imperium e lidar com uma paz frágil”; Anouka será a Irmã Theodosia, uma “talentosa e ambiciosa acólita na Irmandade que esconde um segredo perigoso sobre seu passado”; por fim, Mason será Keiran Atreides, “um espadachim cuja ambição em honrar o nome da família é colocada em xeque quando ele forma uma aliança inesperada com um membro da família real”.

Emily Watson, Indira Varma (‘Game of Thrones’), Travis Fimmel (‘Vikings’), Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’) também fazem parte do elenco.

Alison Schapker entra como showrunner.

A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.

Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.

Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

‘Clube dos Vândalos’: Após ser descartado pela Disney, filme com Austin Butler e Tom Hardy ganha data de estreia; Saiba quando!

Há algumas semanas, foi revelado que a 20th Century Studios removeu ‘The Bikeriders‘ de seu calendário de lançamentos.

Anteriormente agendado para 1º dezembro nos cinemas, o longa foi posto à venda pela pela produtora New Regency, que financiou o projeto e estava à procura de um novo distribuidor.

E, de acordo com o THR, os direitos de distribuição do longa foram adquiridos pela Focus Features e pela Universal Pictures, para um lançamento em 2024.

O longa estava sem data definida para chegar aos cinemas, mas o Deadline divulgou que a estreia foi oficializada para 21 de junho de 2024 nos EUA.

Por enquanto, ainda não há informações sobre a data de lançamento aqui no Brasil.

A Focus cuidará do lançamento doméstico, enquanto a Universal cuidará do lançamento internacional.

Através de um comunicado, o presidente-da New Regency, Yariv Milchan, comemorou o acordo.

“Estamos entusiasmados por nos unirmos novamente aos nossos parceiros da Focus Features e ansiosos por outra colaboração de sucesso. E não poderíamos estar mais orgulhosos de ‘The Bikeriders’, Jeff Nichols e de todo o talento que ele reuniu para criar este filme verdadeiramente excepcional.”

Escrito e dirigido por Jeff Nichols (‘Amor Bandido’) ‘The Bikeriders‘ é baseado no livro de fotografia homônimo de Danny Lyon e conta com Austin Butler, Jodie Comer, Tom Hardy, Mike Faist e Michael Shannon.

Butler e Comer estrelam como o casal Benny e Kathy. Ele é um membro indomável de um clube em ascensão chamado Vândalos, enquanto ela entra no estilo de vida das motocicletas seguindo Benny. Ao longo do filme, Kathy relembra a história da ascensão dos Vândalos ao poder.

Hardy interpreta Johnny, o perigoso líder do clube.

Confira o trailer e a sinopse:

“‘The Bikeriders‘ é um drama furioso que gira em torno da ascensão de um clube de motociclismo fictício do meio-oeste dos Estados Unidos nos anos 60. Sob o ponto de vista de Kathy (Comer), um membro obstinado dos Vândalos, que é casada com um motociclista selvagem e imprudente chamado Benny (Butler), conhecemos a evolução do grupo ao longo de uma década, começando como um clube local de forasteiros unidos por bons tempos, motos barulhentas e respeito por seu líder, Johnny (Hardy). Ao longo dos anos, Kathy faz o possível para navegar pela natureza indomada de seu marido e sua lealdade a Johnny, com quem ela sente que deve competir pela atenção de Benny. À medida que a vida nos Vândalos se torna mais perigosa e o clube ameaça se tornar uma gangue mais sinistra, Kathy, Benny e Johnny são forçados a fazer escolhas sobre sua lealdade ao clube e entre si.”