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Os Melhores Álbuns de 2022 (Até Agora)

A primeira metade de 2022 já acabou – e, como é de costume aqui no CinePOP, já começamos a divulgar algumas listas com as melhores produções cinematográficas, televisivas e musicais do semestre que passou, ajudando vocês a relembrar ou a conhecer o que ficou para trás.

Nesta mais nova matéria, elencamos os dez melhores álbuns do ano até agora – e garantimos que, assim como o cinema e a televisão, o cenário fonográfico também nos presenteou com algumas pérolas que merecem ser ouvidas pelos amantes da música.

Desde a magnum opus de ROSALÍA, que ascendeu a um dos melhores discos do século assim que lançada nas plataformas de streaming, até o aguardado retorno de nomes como Kendrick LamarCharli XCXFlorence + the Machine, montar a lista abaixo foi um trabalho complicado, mas tentamos fazer o nosso melhor.

Veja as nossas escolhas e conte para nós qual foi o seu favorito e quem ficou de fora:

10. HARRY’S HOUSE, Harry Styles

“Três anos depois de ter gestado o elogiado Fine Line – que se tornou um sucesso crítico e comercial imediato, entrando para a lista dos 500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos da Rolling Stone -, Harry faz um aguardado comeback com uma vibrante e sólida terceira iteração intitulada ‘Harry’s House’, demonstrando todo o seu amadurecimento artístico à medida que se mantém fiel à identidade apresentada desde que deixou o grupo supracitado e encontrou a própria voz. E, apesar dos deslizes aqui e ali, o resultado é instigante e profundo o bastante para sermos transportados em uma jornada romântica e extremamente comovente, com destaque para uma explosiva mixórdia rítmica e estilística e um processo de construção narrativa diferente do que já vimos”. – Thiago Nolla

9. CHLOË AND THE NEXT 20TH CENTURY, Father John Misty

O quinto álbum de estúdio de Father John Misty, nome artístico de Josh Tillman, configura-se como seu primeiro lançamento de originais desde 2018. ‘Chloë and the Next 20th Century’ foi recebido com aclamação imediata por parte dos críticos e do público, em virtude de versos eximiamente bem escritos e a promoção de um retorno ao passado, em composições que misturam jazzfolkswing. Mais do que isso, Tillman constrói um cânone à sua própria arte, talhando uma história de intimidade invejável que se relaciona em diversos níveis com quem ouse ouvir um dos melhores discos de sua carreira.

8. POMPEII, Cate Le Bon

Cate Le Bon é provavelmente um nome que você não conhece – e confesso que, até seu mais recente compilado de originais aparecer nas dicas do Spotify, também nunca tinha ouvido sequer uma música dela. A cantora e produtora escocesa lançou seu sexto álbum de estúdio em fevereiro de 2022 e gerou uma vertiginosa aventura pelo art pop, revelando suas predileções pelo city pop japonês e incrementando cada composição com um pungente synth-pop. Com apenas nove faixas e menos de 45 minutos, Le Bon surpreendeu a todos com um produto absolutamente fantástico e que merece ser apreciado em sua completude.

7. CAPRISONGS, FKA Twigs

“Não é apenas o conceitualismo que fala mais alto nesta obra – pelo contrário, os movimentos realizados por FKA Twigs e por uma gama gigantesca de produtores e compositores criam picos e vales de significações múltiplas, que variam desde audaciosas progressões até reflexões mercadológicas. Dessa maneira, “honda” nos chama a atenção por manter-se fiel à identidade da performer e por fornecer um lado mais costumeiro, por assim dizer, permitindo que ela brinque com aspectos como o atabaque, o kissange e o corpo gospel. Além disso, a parceria com o rapper Pa Salieu carrega uma química categórica, reafirmada pelo fraseamento divertido e bastante rítmico de cada verso, que foge das obviedades e nos engolfa em uma aventura aprazível e completa” – T.N.

6. DAWN FM, The Weeknd

“O ápice de criação vem pelo mote do qual o álbum se vale – afinal, o título em si já é uma brincadeira metalinguística com as estações de rádio e com a popularização desse recurso nas décadas anteriores. Para unir essas peças, temos a ilustre presença de Jim Carrey como o narrador e o apresentador do “programa”, transformando o lúdico jogo em um etéreo conto que convida os ouvintes para uma mística jornada pelo anoitecer e pelo amanhecer. A consciente estrutura da obra, dessa maneira, reafirma que Dawn FM não é apenas uma produção fonográfica, mas uma experiência multimídia que arranca músicas irretocáveis de um dos maiores nomes da música atual” – T.N.

5. CRASH, Charli XCX

“A obra é uma enorme mixórdia de diversos estilos que, fundidos com um objetivo específico, irrompem em resultados mágicos que só alguém com o nível criativo de Charli e de seus inúmeros colaboradores poderia criar – e devo dizer que, pelo fato de assinar todas as tracks, a cantora tem controle completo do que quer fazer. No geral, somos presenteados com um resumão do que a indústria fonográfica foi capaz de fazer, desde a intensa faixa-titular, que abre de forma irrefreável, até a ode ao electro-house e ao power-pop dos anos 2000 com “Used To Know Me”, pegando elementos emprestados de Steve Angello e Laidback Luke com a memorável “Show Me Love”“. – T.N.

4. THE GODS WE CAN TOUCH, AURORA

“O álbum não é uma mera declaração artística, mas uma epopeia bíblica que perpassa pela história da humanidade sem se deixar levar pelas fórmulas a que estamos acostumados. É nesse âmbito que “Heathens”, cujo título já demonstra uma promissora narrativa, funciona como uma crítica transparente e coesa ao fato de que, segundo as entidades onipotentes que nos criaram, somos todos pecadores e “vivemos como pagãos”, repetindo o verso inúmeras vezes como parte de uma jornada à compreensão e à lucidez. Algo parecido ocorre na sensualidade agourenta de “Artemis”, que se mostra comedida e esconde seus verdadeiros significados pela suavidade de uma performance familiar e magnético. Em “Everything Matters”, a colaboração entre AURORA e a cantora francesa Pomme é uma verborrágica constatação ethereal-trap de que o que fazemos importa – nem que seja para nós próprios” – T.N.

3. DANCE FEVER, Florence + The Machine

“Analisar um álbum de Florence, ou, como conhecemos seu ato musical ao lado de Isabella SummersFlorence + the Machine, nunca é um trabalho fácil, pelo fato das músicas não se encaixarem essencialmente em um gênero bem demarcado. Sua última incursão, High as Hope, fincou os pés em um coming-of-age sinestésico pincelado por diversos estilos sonoros – e, agora, atingindo uma maturidade surpreendente, retornamos com uma agressiva e aplaudível mixórdia estilística que já se inicia com a potente “King”, um dos singles oficiais do álbum. Enquanto a pessoalidade inalienável das produções anteriores abria espaço para reflexões íntimas e individuais, a canção em questão ergue-se em um empoderamento antêmico e discorre, ao longo de quase cinco minutos, sobre um dos principais que as mulheres continuam enfrentando: o sacrifício de sonhos em prol do forçoso papel lhes dado desde o nascimento” – T.N.

2. MR. MORALE & THE BIG STEPPERS, Kendrick Lamar

Qualquer lançamento de Kendrick Lamar já é o suficiente para nos fazer parar com tudo o que estamos fazendo e conferir o que esse ícone da música contemporânea tem para nos entregar. Afinal, Lamar é responsável por alguns dos melhores álbuns de todos os tempos, como o memorável ‘To Pimp a Butterfly’; agora, em 2022, ele retorna com mais um projeto espetacular, intitulado Mr. Morale & the Big Steppers, que continua o projeto de descontruir os engessamentos musicais em uma crítica narrativa em hip-hop que imprime jazzbluesrap, arquitetando enredos de consciência social que nos envolvem desde as primeiras batidas.

1. MOTOMAMI, ROSALÍA

ROSALÍA fez sua estreia no cenário fonográfico em 2017, com o lançamento de ‘Los Ángeles’ e, desde então, calcou um sucesso fenomenal que a colocou no centro dos holofotes. A cantora e compositora se tornou um ícone do resgate da cultura latina e das incursões fora do mainstream anglo-saxônico, criando histórias envolventes e emocionantes através de uma fusão de literatura e música. E é claro que ‘MOTOMAMI’ não seria diferente: seu terceiro álbum de estúdio é descrito como uma antêmica produção pessoal, íntima e declamatória, em que a performer mergulha de cabeça nos sentimentos que guardou pelos últimos três anos, traduzindo-os em um dos melhores discos conceituais de todos os tempos. Contando com nada menos que seis singles oficiais, a obra se estrutura no contraste de dois tipos de energia que existem inerentemente uma a outra.

M’Baku e Namor são destaque no novo teaser oficial de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’

Marvel Studios divulgou um novo teaser oficial do aguardado Pantera Negra: Wakanda para Sempre, dando destaque a M’Baku (Winston Duke) e a Namor (Tenoch Huerta).

Confira:

Com estreia marcada para 10 de novembro, o longa também conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Dominique Thorne, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Relembre o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Jovem busca pela verdade no trailer LEGENDADO do suspense ‘Saint X’; Confira!

O Star+ divulgou o trailer legendado e oficial de ‘Saint X’, sua mais nova série de suspense e mistério.

A produção chega à plataforma de streaming no 07 de junho.

Confira:

A série é dirigida por Darren GrantDee Rees, e é baseada no romance homônimo de Alexis Schaitkin.

Contada através de várias linhas do tempo, a produção explora e revira o gênero do mistério de desaparecimentos à medida que discorre sobre como a morte misteriosa de uma jovem durante umas férias idílicas no Caribe cria um efeito traumático que acaba levando sua irmã sobrevivente a uma perigosa busca por a verdade.

Alycia Debnam-CareyMelissa Juliet LawsonJoshuah MelnickAmy GordonJayden ElijahBre Francis e mais estrelam.

O icônico musicista vencedor do Grammy Drake entra como produtor executivo.

10 Filmes Perfeitos para Harmonizar com VINHOS!

O vinho, essa bebida não tão popular aqui em nosso país parece que vem caindo no gosto cada vez mais do brasileiro. Durante a pandemia, o consumo dessa bebida de aromas bem complexos, com seus variados tipos, aumentou consideravelmente no nosso país. Dentro desse contexto, há também a harmonização de vinhos com comidas, uma arte complexa repleta de teorias e gostos de todos os tipos.

Trazendo essa questão para nosso universo criativo cinéfilo, resolvemos exercitar e criar a nossa própria harmonização cinéfila de filmes e vinhos. Existem muitas listas por aí sobre esse assunto mas a maioria delas é contida por produções que tem o vinho de alguma forma como ingrediente para sua trama, como em Sideways, entre outros longas-metragens. Aqui, vamos tentar algo diferente. Exercitamos nossa mente cinéfila para buscar uma associação entre as características/tipos de vinhos com contextos perto dos paralelos com alguns filmes.

Preparados? Vamos para a lista:

 

Vinho Tinto

É um vinho potente e alguns subtipos até mesmo encorpados. É um dos tipos de vinhos que mais melhoram com o tempo. Isso quer dizer que em alguns casos, depois de abrir um vinho tinto após anos, provavelmente será uma experiência melhor do que se tivesse aberto antes. Na nossa associação para o universo dos filmes, são aquelas produções que ficam cada vez melhores depois de um tempo, de uma época. Para tal, separamos dois filmes:

 

Whisky

O que dizer sobre a rotina monótona e a vontade de fazer diferente? Explorando o contraponto de forma trivial, com muitas expressões e poucos diálogos, o delicado filme uruguaio Whisky, dirigido pelos cineastas Juan Pablo Rebella e Pablo Stoll no ano de 2004, marcou uma geração de cinéfilos latinos que volta e meia conversam sobre esse ótimo trabalho nas rodinhas cinéfilas. Falar sobre a solidão de maneira detalhista é muito complicado e um dos méritos desse projeto é conseguir de alguma forma conectar o espectador aos sentimentos de ponto futuro principalmente da personagem Marta, interpretado pela ótima atriz Mirella Pascual.

Vencedor de mais de duas dezenas de prêmios, inclusive no Festival de Gramado aqui no Brasil, Whisky conta a história de Jacobo (Andrés Pazos), um dono de uma fábrica antiga de meias (que nem de longe pensa em se modernizar) que faz um acordo com sua funcionária de maior confiança, Marta (Mirella Pascual), para que ela finja ser sua esposa durante a estadia do irmão Herman (Jorge Bolani) que mora no Brasil mas vem passar uma temporada no Uruguai para um evento ligado a mãe deles. Durante esse tempo, todos os três acabam influenciando uns na vida dos outros, principalmente Marta que começa a enxergar um novo mundo de possibilidades.

Sensível até o último segundo. Cheio de dizeres fortes pelas entrelinhas, o roteiro navega pelos sentimentos dos três personagens de maneira leve e descontraída mesmo tendo uma carga forte de emoções em plano de fundo como o distanciamento dos irmãos por conta do tempo em que a mãe deles estava doente e um só deles cuidou dela. Marta é um contraponto, uma variável amorosa forte que os irmãos nunca tiveram em suas vidas quando eram jovens e isso acaba mexendo de formas diferentes mas com os dois. Esse detalhe nesse triângulo é o fator que salta a tela mas quase nada é mostrado especificamente. O bom do cinema é isso: não precisa dizer muito se o contexto já está completo. Belo filme.

 

O Preço de um Resgate

O que fazer sobre os dilemas da vida quando sentimos bem de perto as incertezas das escolhas? Um pai milionário, uma mãe carinhosa e um terrível sequestro mudam pra sempre a vida de uma família. A engenhosa trama já ganha o público na desqualificação do herói, totalmente imperfeito, que toma atitudes extremas e muito polêmicas quando precisa negociar com os sequestradores. Escrito pela dupla Richard Price e Alexander Ignon, e com direção do talentoso Ron Howard, O Preço de um Resgate, lançado no ano de 1996, é um poderoso drama sobre escolhas e até onde um homem pode ir (e isso você pode personificar no ‘herói’ ou no ‘vilão’) para provar seu ponto de vista, muitas vezes egoísta. Grande elenco no projeto: Mel Gibson, Rene Russo, Delroy Lindo, Gary Sinise, são alguns dos bons nomes.

Na trama, conhecemos o dono de uma poderosa empresa de aviação Tom Mullen (Mel Gibson), sua esposa Kate (Rene Russo) e seu filho Sean (Brawley Nolte). Os três vivem em uma luxuosa cobertura de frente para o central park em Nova Iorque. Certo dia, em um evento beneficente próximo de casa, Sean é sequestrado. Com sua vida virada pelo avesso e resolvendo chamar o FBI para ajudar a encontrar a criança, Tom chama a equipe de Lonnie Hawkins (Delroy Lindo), um negociador com experiência nesse tipo de situação. Só que as coisas logo saem do controle, principalmente quando Tom tem uma ideia e vai na televisão anunciá-la.

O roteiro é intenso e muito objetivo, nem vemos o tempo passar. Disponível na plataforma Netflix, o filme possui arcos muito bem definidos enrolados na interseção do sequestro, vemos muito bem os dois lados dessa história. O herói cheio de problemas é a grande chave para o sucesso da trama pois a torna imprevisível, e exatamente isso que acontece nesse universo de imperfeições, muito real, com falhas de caráter a todo instante, corrupção na polícia, atitudes inconsequentes e alta carga de adrenalina. Bom filme dos anos 90.

 

 

Vinho Branco

Quando pensamos em Vinho Branco pensamos em Leveza. É servido, geralmente, gelado pois assim transforma a acidez em frescor. Na nossa associação para o universo dos filmes, são aquelas produções que encostam em temas profundos mas a maneira da narrativa e dos fatos apresentados acaba dando uma leveza para o refletir. Para tal, separamos dois filmes:

 

Força para Viver

Quase debutando na carreira de diretor (já que havia dirigido um filme feito para TV, Lip Service, na década de 80), o fabuloso ator William H. Macy reúne um elenco primoroso para contar uma história dramática sobre um pai em busca de redenção para um terrível trauma em sua vida. O nova iorquino Billy Crudup foi o escolhido para ser o protagonista, concorreu pela vaga com outros atores e a produção do filme não poderia ter escolhido melhor, Crudup emociona em cada cena, é algo tão tocante que deve gerar todos os tipos de reações do espectador, sem dúvidas um grande filme.

Na trama, conhecemos o confiante e bem-sucedido Sam (Crudup), um pai de família que vive intensamente seu cotidiano fazendo dinheiro com seu estável trabalho. Certo dia, uma grande tragédia acontece na biblioteca onde seu filho estudava e esse fato muda completamente o protagonista que se joga no alcoolismo, muda de cidade e vai morar em um barco bem longe de casa. Passados dois anos, agora trabalhando como pintor e sem muitas pretensões na vida, Sam recebe de sua ex-mulher Emily (interpretado pela sempre maravilhosa Felicity Huffman) uma caixa com alguns pertences do filho e isso o faz despertar para um elo esquecido que eles tinham, a música. Preso ainda pelos pensamentos doloridos de seu passado, Sam embarca numa jornada musical, principalmente quando conhece o carismático Quentin (Anton Yelchin) e resolve criar uma banda.

As canções chegam para Sam de maneira impactante, o aproxima novamente de seu filho. Eles possuíam uma boa relação mas pouco se viam, esses pensamentos de nunca poder estar tão presente na vida do filho, de querer voltar no tempo, praticamente destrói o protagonista por dentro. Conseguimos sentir toda a angústia e amargura desse grande personagem por conta da espetacular atuação de Billy Crudup.

 

Amores Inversos

A arte de se descobrir surge das maneiras mais simples, no modo de amar. Baseado no premiadíssimo livro de Alice Munro, Amores Inversos é uma daquelas produções que sem muita divulgação, às vezes até como uma grande surpresa pela simplicidade, chega devagarzinho e atinge em cheio nossos corações. A direção competente de Liza Johnson, o ótimo Nick Nolte e a maravilhosa atuação de Kristen Wiig colocam muita qualidade em cada sequência, cada diálogo, deste surpreendente filme.

Na trama, acompanhamos a sofrida e distante Johanna Parry (Kristen Wiig), uma pacata mulher que esconde dentro de si desejos e sonhos, sem condições de realizar. Certo dia, vai trabalhar na casa do emburrado Mr. McCauley (Nick Nolte) e lá se aproxima da jovem Sabitha (Hailee Steinfeld). O pai da menina, Ken (Guy Pearce), volta e meia aparece para ver a filha e Johanna logo se apaixona. Depois de uma brincadeira de mal gosto de Sabitha e sua amiga Edith (Sami Gayle), Johanna embarca em jornada de descobertas que influenciam o destino de sua vida e a de todos ao seu redor.

A dinâmica do filme é muito interessante. As histórias dos personagens vão se desenvolvendo de maneira muito uniforme e a cada nova informação acontece uma transformação maravilhosa que leva o espectador a pensar sobre as ações deles. É um filme que gera uma grande reflexão sobre sonhos e o desejo de despertar. O carisma da protagonista é justificado exatamente por isso, uma pessoa comum que poderíamos facilmente encontrar diariamente atravessando a rua ou comprando um pão na padaria. Mesmo correndo o risco da personagem estacionar em momentos de lentidão – fruto do estilo da narrativa – , Kristen Wiig constrói e desconstrói Johanna de maneira surpreendente.

 

Vinho Rosé

Divididos em leves e encorpados, são surpreendentes, com combinações inusitadas. Combina com muitos pratos e situações. Na nossa associação para o universo dos filmes, são aquelas produções que nos surpreendem mesmo em alguns casos não sendo filmes tão profundos. Para tal, separamos dois filmes:

 

A Música da Minha Vida

As interseções de um gatilho musical, inspirador, que muda para sempre quem deixar que a mensagem chegue até o epicentro do seu coração. Pouco badalado, passou como uma flecha nos cinemas o drama/musical A Música da Minha Vida. Despretensioso, com um protagonista muito carismático e um roteiro redondo, vai conquistando o público aos poucos. A trilha é uma menção à parte já que o filme, baseado em fatos reais, também pode ser classificado como uma gigante homenagem aos 70 anos de vida, completados a pouco tempo, e aos mais de 50 anos de carreira de um dos maiores da música, o chefe, Bruce Springsteen.

Na trama, dirigida pela cineasta queniana Gurinder Chadha (do bom Driblando o Destino) o longa-metragem nos mostra o retrato da adolescência conturbada e criativa de Javed (Viveik Kalra) que vive com os pais descendentes de paquistaneses na Inglaterra no final da década de 80. Muito dedicado ao estudo mas sem muitos amigos e não aproveitando a vida como deveria por conta de costumes de sua família, certo dia ganha uma fita k7 de um músico que faz muito sucesso no mundo chamado Bruce Springsteen. As canções do ‘chefe’ começam a fazer sentido na vida de Javed e impulsionado pela força dessas letras começa a realizar uma grande revolução em sua vida.

Procurando uma palavra para definir esse projeto, só meio veio uma: inspirador. Muito difícil, você que não conhece, logo após terminar o filme não ir procurar/pesquisar Springsteen. Uma música, um filme, a cultura em geral, mudam vidas. Pena que alguns governantes nunca vão entender isso.

 

A Despedida

Escrito e dirigido pela cineasta chinesa Lulu Wang em apenas seu segundo longa-metragem, The Farewell, explora um tema familiar complicado de maneira leve e argumentativa. Há delicadeza por todos os lados. Preenche com elegância os contornos culturais tendo como pano de fundo uma família que possui um problema em comum. Lançado no Festival de Sundance, essa linda história, infelizmente, não ganhou as telonas brasileiras.

O filme gira em torno da ótica de Billi (Awkwafina, em grande atuação que lhe rendeu o Globo de Ouro de Melhor Atriz em filme de Musical ou Comédia), uma jovem chinesa que vive desde os seis anos nos Estados Unidos e certo dia recebe uma notícia terrível: sua querida e próxima avó está com Câncer de Pulmão avançado. Assim, os pais de Billi e os demais integrantes da família resolvem simular um casamento de um dos primos da protagonista para conseguirem reunir toda a família para uma espécie de despedida da querida vovó, essa última que não sabe que está com a doença.

Nas semanas que antecedem ao casamento fake, as reuniões de família e os debates sobre a China, Estados Unidos, sonhos, profissões, futuro e desejos preenchem o roteiro de maneira profunda e que explica muito os personagens envolvidos. Os pontos de vistas entre Oriente e ocidente são colocadas em prova sobre a questão do fardo emocional imposto pelo epicentro da história. Nesses momentos de clímax, vale mencionar a trilha sonora também, é belíssima, contorna os altos e baixos de maneira brilhante.

Tudo acaba girando em torno dos absurdos da mentira que causam conflito em toda uma família. Durante os arcos, os principais integrantes da família ganham forte espaço como se fossem pequenas pílulas emocionais. Esses conflitos entre os familiares são repletos de argumentos e acontecem diariamente. Nesses fortes diálogos repleto de personalidades distintas, entendemos melhor a força desse momento que estão vivendo e a dificuldade em esconder a verdade da mais velha da família.

 

Espumante

É uma espécie de vinho que passa por duas fermentações naturais. Está muito ligado a festas, comemorações, casamentos, eventos. Também paralelo quando pensamos em elegância. Na nossa associação para o universo dos filmes, são aquelas produções que nos mostram comemorações pulsantes, algumas polêmicas, ou até mesmo histórias encantadoras que brindam ao amor. Para tal, separamos dois filmes:

 

Aqui em Casa Tudo bem

A verdadeira família é aquela unida pelo espírito e não pelo sangue. Com filmagens realizadas na paradisíaca ilha italiana de Ísquia, no golfo de Nápoles, o trabalho do cineasta Gabriele Muccino (À Procura da Felicidade) reúne diversos personagens em uma comemoração para mostrar todos os altos e baixos, sonhos e esperanças, de uma família que convive pouco junto e quando se reúne, a poeira debaixo do tapete vem à tona. Entre alegrias e tristezas, Muccino retrata, sem muita profundidade dessa vez, o ambiente familiar e suas curiosas histórias.

Na trama, conhecemos a enorme família de Alba (Stefania Sandrelli) e Pietro (Ivano Marescotti), que reúnem filhos, sobrinho, netos para comemorem as bodas de ouro na pequena ilha de Ísqua, onde moram e possuem um restaurante. Tudo era para ser bem rápido, com os convidados chegando via balsa de diversos lugares. Porém, após a comemoração, na hora de voltarem para casa, uma forte tempestade impede da balsa retornar ao centro de Nápoles, fazendo com que todos os convidados precisem ficar por mais algumas horas na ilha. Assim, situações começam a serem instauradas, fruto de um passado não tão distante de todos os personagens. Cada um com seu drama, buscam inspiração na família para tentar driblar qualquer eventualidade do destino.

 

Coração de Leão – O Amor não tem tamanho

Um grande amor não se encontra em toda esquina. Partindo deste princípio básico do manual do romântico moderno, o diretor argentino Marcos Carnevale (do maravilhoso Elsa & Fred) volta as telas do cinema para falar sobre o amor. Coração de Leão – O Amor não tem Tamanho é um filme água com açúcar, divertido como os bons longas de humor argentino. Julieta Díaz e Guillermo Francella, ambos muito inspirados, formam um simpático e atraente par romântico que tira muitos risos da plateia.

Na trama, conhecemos a história de Ivana (Julieta Díaz), uma advogada divorciada que após perder seu celular em um ataque de fúria com seu ex-marido, conhece o arquiteto galanteador León (Guillermo Francella) que com sua lábia preponderante aos poucos vai conquistando por completo o coração da bela morena. A questão é que esse homem encantador é baixinho, tem apenas 1,36 de altura o que acaba gerando incertezas, medo e preconceito dentro e fora deste relacionamento inusitado. O baixinho entra como uma flecha certeira no coração de Ivana mas será que ambos conseguirão suportar as críticas a esse amor?

A maturidade e a elegância com que o assunto da diferença de altura é tratado eleva a qualidade da trama. O longa-metragem é uma deliciosa viagem aos caminhos de amor. Sensível e romântico, o filme promete inspirar muitos corações perdidos que buscam um recomeço na arte do amar. Uma lição fica: encontrar alguém de verdade é algo que acontece poucas vezes na vida. Não é verdade? Não se feche para um grande amor e com certeza não perca esse belo filme.

 

Frisante

É uma opção leve e refrescante, não tão conhecido como os outros tipos de vinhos citados. Parece um espumante mas não é. Na nossa associação para o universo dos filmes, são aquelas produções pouco conhecidas mas que são ótimas. Para tal, separamos dois filmes:

 

Pecados Antigos, Longas Sombras

É com muito terror que vemos a desunião das moléculas da nossa própria existência. Vencedor de 10 prêmios Goya (o Oscar do cinema espanhol), o longa-metragem Pecados Antigos, Longas Sombras, dirigido pelo cineasta espanhol Alberto Rodríguez é um True Detective com sotaque hispânico. Um suspense com detalhadas pistas sobre as conclusões dos atos finais que faz o espectador não desgrudar os olhos da telona. Além de uma trama para lá de sólida, o filme possui uma fotografia belíssima.

Na trama, acompanhamos a saga de dois detetives de Madri, Juan (Javier Gutiérrez) e Pedro (Raúl Arévalo) com ideias, personalidade e ações sob pressão completamente diferentes, que são enviados a um pequeno povoado para resolver um caso intrigante de desaparecimento de duas jovens. Ao longo dos intensos 105 minutos, vamos descobrindo segredos, traições, e um grande mistério, muito maior que os assassinatos, que é aos poucos desvendado.

O conflito entre as personalidades dos protagonistas é o ponto central da trama, é para onde vai a atenção do público logo nos primeiros minutos, também por conta do ato final onde escondidas situações chegam à luz.

 

 

Lições em Família

A adversidade é um trampolim para a maturidade. Em seu terceiro longa-metragem do currículo, o norte-americano Zach Braff, que você já deve ter ouvido falar por conta do seriado Scrubs, volta a falar sobre dramas familiares e personagens complexos no intrigante e cheio de metáforas Wish I Was Here. O filme é um drama comovente sobre a arte do crescer e saber a hora certa de adicionar componentes de maturidade nas suas escolhas de vida.

Na trama, conhecemos um ator desempregado chamado Aidan (Zach Braff), pai de dois filhos, que vive às custas de sua mulher Sarah (Kate Hudson) que é extremamente infeliz no casamento. Para piorar, seu pai Gabe (Mandy Patinkin) está com câncer terminal e sua vida começa a desabar ao seu redor. Assim, o protagonista embarcará em uma jornada em busca de um novo sentido para seu destino.

Como em todo filme de Braff, uma ótima trilha sonora se mistura adequadamente às sequências. Falando no diretor, esse artista completo, é um dos poucos que conseguem dirigir e atuar com muito êxito em seus projetos.

 

 

Bem, tomara que tenham gostado de mais esse exercício cinéfilo! Comentem!

 

10 filmes para se apaixonar e esquecer do tempo

Seja em um drama profundo sobre resiliência após uma devastadora tempestade, seja nos obstáculos enfrentados em uma jornada rumo aos próprios sonhos, alguns filmes preenchem as lacunas da emoção com tramas envolventes e que chegam fácil na emoção.

Para você que está em busca de um bom título para se apaixonar e esquecer do tempo, segue abaixo algumas sugestões:

 

Sorry, Baby

Neste belíssimo, sensível e cativante filme, conhecemos Agnes, uma jovem professora de literatura que, ao longo dos últimos anos, tem enfrentado profundas descobertas sobre o viver após sofrer um trauma impactante.

 

Sob as Estrelas (Prime Video)

Dirigido por Sébastien Tulard, em Sob as Estrelas acompanhamos a trajetória de um jovem que, após uma infância difícil, vai atrás dos seus sonhos em busca do sucesso no ramo da confeitaria.

 

Uma Boa Pessoa (Prime Video)

Allison (Florence Pugh) é uma mulher de 26 anos que está em um momento muito feliz, prestes a se casar com o grande amor de sua vida. Só que um dia, uma tragédia acontece. Tentando seguir em frente, meses após o ocorrido, seu destino novamente se cruza com o do seu ex-sogro, Daniel (Morgan Freeman), um ex-policial e também ex-alcoólatra. Ambos vão buscar curar feridas do passado.

 

Eternidade (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Após morrer, uma mulher desperta em um lugar onde as almas precisam definir, em alguns dias, onde passarão a eternidade. Ela só não esperava ter que escolher entre seu último marido – com quem dividiu praticamente toda a vida – e seu primeiro grande amor.

 

Valor Sentimental (Em cartaz nos cinemas)

Um diretor de cinema, que mantém uma relação distante e estremecida com as duas filhas, está prestes a iniciar seu novo filme e oferece o papel principal a uma delas. Diante da recusa, ele convida uma famosa atriz norte-americana para o projeto. Aos poucos, vamos compreendendo a complexa dinâmica familiar que se forma, marcada por sentimentos conflitantes de todos os lados.

 

Meu Bolo Favorito (Reserva Imovision)

A vida da ex-enfermeira e viúva Mahin (Lili Farhadpour), uma mulher que se prendeu em uma solidão faz décadas, caiu na mesmice. Vendo as amigas que adora cada vez menos a cada ano, vive sozinha numa casa tendo contato com as filhas somente pelo celular. Certo dia, algo desperta nela e tomando coragem para se livrar do cantinho solitário que passa o cotidiano, acaba tendo um encontro pra lá de casual com o também solitário, e taxista, Faramarz (Esmaeel Mehrabi), com quem passa uma noite inesquecível, cheia de surpresas.

 

A Natureza das Coisas Invisíveis (Netflix)

Gloria é uma jovem super inteligente e comunicativa que acabou de entrar de férias. Sem ter com quem deixá-la, sua mãe, uma profissional da saúde, a leva diariamente ao hospital onde trabalha. Um dia, dá entrada na emergência Sofia, uma menina trans, neta de uma senhora que adoeceu. Com idades próximas, Gloria e Sofia logo se tornam amigas. As mães resolvem levá-las até um sítio, e lá começam a ultrapassar páginas do passado e abrir os horizontes para o futuro.

 

The Last Showgirl (HBO MAX)

Shelly (Pamela Anderson) é uma dançarina de um antigo show em Las Vegas e integra o elenco do espetáculo há muitas décadas. Ao receber a notícia que a atração será encerrada, começa a entrar em conflito com as escolhas que fez até então. Enquanto busca alguma saída para se reinventar profissionalmente, sua filha reaparece em sua vida.

 

Baby (Telecine)

Na trama, conhecemos o jovem Wellington que, ao sair de um reformatório, vai em busca dos pais quem não manteve contato enquanto estava em reclusão. Ao se ver perdido na maior cidade do país, seu destino se cruza com o de Ronaldo. Aos poucos, esse relacionamento se estabelece com muitas fases: desde o amor intenso até caóticos desencontros.

 

A Pior Pessoa do Mundo (Prime Video)

Dirigido por Joachim Trier, esse filmaço nos leva até a história de uma jovem perto dos 30 anos que se encontra em diversas dúvidas na sua vida, passando por momentos importantes e amadurecendo conforme reflete sobre o que passou.

Quem é o Melhor James Bond do Cinema? Elegemos do pior ao melhor todos os atores que viveram 007

Com 007 – Sem Tempo para Morrer, o ator Daniel Craig, de 53 anos, se despede da franquia mais duradoura do cinema em grande estilo. O 25º filme de 007 nos cinemas marca impressionantes 84% de aprovação da imprensa especializada – o que garante ao filme um sucesso de crítica. Com o público, segue pela mesma linha garantindo uma boa bilheteria, isto é, para tempos pandêmicos – sabem como é.

Craig foi o James Bond definitivo para toda uma geração – os mais novos. Mas acreditem se quiser, antes do ator, outros cinco artistas já haviam emprestado suas formas para o maior espião do cinema, o agente secreto da rainha britânica 007. Pensando nisso, e como forma de homenagear a despedida deste ótimo James Bond, resolvemos seguir com nossa tarefa ingrata sobre a franquia. Desta vez, colocaremos em nossa ordem de preferência, do que menos nos agradou até o nosso intérprete de 007 preferido. Sabemos que cada um tem suas qualidades e charme e no fundo gostamos de todos. Portanto, faça abaixo você também nos comentários o seu ranking. Confira a nossa a seguir.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

06 – George Lazenby

Quem??! Você pode até ter ficado um pouco confuso agora, querido leitor. Mas sim, em algum momento da franquia oficial de 007 no cinema, um modelo australiano chamado George Lazenby assumiu o papel de James Bond nas telonas. O fato ocorria com a saída de Sean Connery, o primeirão, após cinco filmes como protagonista. Insatisfeito e procurando alçar novos voos, Connery cumpriu a promessa e deixava a franquia em 1967. Assim, coube aos produtores “se coçarem” e iniciar uma nova buscar mundial por um sucessor.

O escolhido era George Lazenby, um modelo sem muita experiência como ator. O que contou em sua escolha foi sua aparência e presença física. Além disso, foi incluída no roteiro uma brincadeirinha onde o novo Bond diz: “isso nunca aconteceu com o outro sujeito”, se referindo ao seu predecessor.  E curioso nisso tudo é que o próprio Lazenby pediu para sair após um único filme – os produtores visavam mantê-lo. Assim, não podemos dizer que seu legado na franquia seja muito significativo. Apesar disso, A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969), o filme protagonizado por Lazenby, ressurgiu como cult, sendo enaltecido por cineastas de peso, vide Quentin Tarantino, Christopher Nolan e Guy Ritchie.

05 – Timothy Dalton

E se quase ninguém tem conhecimento de George Lazenby na franquia como James Bond, o que chegaria em segundo neste hall de anonimato é Timothy Dalton. O ator foi escolhido após a saída (tardia) de Roger Moore da série – durante o período conhecido como o mais “galhofa” e “canastrão” para o agente secreto. Justamente por isso, quando foi a vez de outro intérprete seguir com a série, a opção dos produtores foi trazer para a franquia um ar mais realista e sério. Esse clima mais soturno marcaria a era de Dalton – o que veríamos repetido anos mais tarde na era de Daniel Craig.

O principal obstáculo para a trajetória de Dalton como James Bond se resume a um fato: o cinema dos anos 1980. O ator estreou na franquia em 1987 e fez apenas dois filmes (Marcado para a Morte e Permissão para Matar), deixando a série em 1989. Acontece que, como todos sabemos, os anos 80 marcaram de vez o que conheceríamos como cinema entretenimento. Desta forma, superproduções muito queridas e eternas, como Star Wars, E.T., Indiana Jones, De Volta para o Futuro, Rambo, Os Caça-Fantasmas, entre outras, dominaram a década. Ou seja, 007 estava se sentindo deslocado e sem muita vez. Era preciso uma reformulação. E infelizmente a era Dalton, dona dos filmes mais sombrios e violentos do personagem, não era o que o público buscava naquele momento. Embora também tenham se tornado cult, a fase de Dalton é uma das menos lembradas pelo grande público em geral.

04 – Pierce Brosnan

Agora sim. Quando falei que a franquia 007 precisava de uma reformulação para enfrentar a concorrência pesada que se estabelecia no cinema entretenimento, era disso que eu falava. A entrada de Pierce Brosnan na franquia, em 1995 com GoldenEye, trouxe o que a série estava precisando: um entretenimento grandioso, que misturava seriedade, uma boa história, mas também bastante diversão. Com Brosnan, James Bond recuperava o prestígio que não via desde seu auge nos anos 1960. A febre chamada “Bondmania” voltava com força total, e GoldenEye mostrou que os filmes do agente secreto podiam fazer frente às maiores produções da sétima arte da época.

Embora tenha estreado com o pé direito, elevando a franquia a novos patamares, a era de Pierce Brosnan foi aos poucos se voltando para o que a era Roger Moore havia sido – tanto que as duas fases são muito comparadas. Ou seja, já no filme seguinte, O Amanhã Nunca Morre (1997), as tramas foram ficando cada vez mais farsescas, o clima cada vez mais gaiato, e tudo foi adquirindo um ar fantasioso e cartunesco. Para a época funcionou, e os quatro filmes estrelados por Brosnan foram alguns dos mais rentáveis da franquia, a cada novo exemplar quebrando algum recorde. Porém, quando foi a vez de lançar o comemorativo Um Novo Dia para Morrer (que celebrava o vigésimo filme da franquia oficial e o quadragésimo aniversário da série no cinema), os produtores perceberam que as coisas haviam saído dos trilhos e que o caminho mais certo era um reinício. Assim, um Brosnan disposto a continuar na série viu a porta se fechar em sua cara – numa das histórias mais tristes envolvendo um ator de 007.

03 – Roger Moore

Quando pensamos em atores que viveram 007 no cinema, o nome do saudoso Roger Moore vem logo à mente em sequência de Sean Connery. Bem, quem sabe isso mudou um pouco com geração mais jovem e adepta de Daniel Craig. Seja como for, durante muitos anos o nome de Moore foi sinônimo de James Bond. O ator, é claro, pegou o manto deixado por Connery e o vestiu perfeitamente bem. Após o vai não vai com George Lazenby, os produtores buscavam um nome comprometido e que pudesse permanecer na franquia por bastante tempo. Roger Moore foi o homem certo para este trabalho – até hoje mantendo o recorde como o ator que por mais filmes interpretou 007: foram sete no total (número sugestivo).

Devemos esclarecer, Sean Connery também fez sete filmes como 007, mas o seu último, Nunca Mais Outra Vez (1983), não é canônico – trata-se de uma refilmagem de A Chantagem Atômica feita pela Warner, fora da EON – a produtora oficial da franquia. Assim, com sete filmes feitos na cronologia da série no cinema, Roger Moore ainda mantém o recorde. Sua fase, como todos sabem, foi a mais “zoada” da franquia, a mais divertida e engraçada. Os filmes de Moore não podem ser muito levados a sério. Temos por exemplo a infame ida de James Bond ao espaço (engula essa Velozes e Furiosos) em O Foguete da Morte (1979), filme que quis pegar carona no sucesso de Star Wars. O capítulo mais “sóbrio” da era Moore foi Somente para Seus Olhos (1981).

02 – Sean Connery

Prevejo polêmica e treta. Bem, talvez os mais jovens até concordem. Aqui devo dizer também que gosto de todos os intérpretes de James Bond no cinema, acredito que todos tenham conseguido deixar sua marca, de uma maneira ou de outra. E Sean Connery é definitivamente o preferido de muita gente. Em partes por ter sido o original e cimentado tudo o que seria usado pelos outros atores para compor o papel. Connery deu a largada e deu muito certo. Seu estilo era único e inigualável. Desde sua estreia em O Satânico Dr. No (1962), o ator já exalava charme, carisma e suavidade, vindo a ser o retrato definitivo de James Bond.

Talvez o que mais marque na interpretação de Sean Connery no papel seja a capacidade de caminhar nos dois mundos. Os demais atores tendem a escolher a suavidade e graça, ou a dureza e seriedade. Connery tinha as duas coisas. Era duro e certeiro quando precisava, mas também irônico ao ponto de entregar algumas das melhores tiradas da franquia. Não que ele não tenha tido seus filmes “farofeiros” (Os Diamantes São Eternos, estou olhando para você), mas em especial em seus primeiros filmes, Sean Connery entregou alguns dos melhores momentos que seriam projetados na franquia até hoje. Fora isso, quando falamos em James Bond, o nome que ainda vem na boca da maioria é o de Sean Connery.

01 – Daniel Craig

Calma, me deixem argumentar. Para começo devo dizer que escolher um favorito é uma tarefa mais que ingrata. E continuo para defender o ponto de que o primeiro e original não necessariamente é sinônimo de melhor ou intocável. Os filmes da década de 1960, protagonizados por Sean Connery, tiveram definitivamente seu propósito e foi graças a eles que temos hoje o cinema entretenimento moderno. Todos os louros devem ser dados. Ao mesmo tempo, devemos considerar que os anos 1960 estão cada vez mais longínquos e sem eco na modernidade. De fato, até mesmo as produções blockbuster dos anos 1980 se encontram datadas atualmente. A falta de conexão com o tempo retratado pode ser uma barreira para muitos.

Mas não nos desesperemos, porque a franquia 007 no cinema nos deu um exemplar moderno à altura. Cassino Royale (2006) constantemente citado por muitos, sem medo, como “o” melhor capítulo da franquia 007. E muito merecidamente. Na época de seu lançamento, falava-se inclusive de indicações ao Oscar. É bom neste nível. Pessoalmente, no entanto, o que mais pega quando penso em Craig como Bond é na entrega humana que o ator nos presenteou desde sua estreia. O Bond de Craig é o mais humano e real – já virou até clichê dizer isso, mas é verdade. Enquanto todos os outros sentimos se tratar de um personagem, da interpretação de um ator em um personagem – na maioria dos casos envolto na mais deliciosa fantasia; com Daniel Craig sentimos uma pessoa de verdade debaixo da carapaça do espião intocável. Essa vulnerabilidade é o grande trunfo de Craig no papel. Tudo bem que grande parte disso se deve ao roteiro, mas Craig foi felizardo em participar de uma era em que os envolvidos decidiram entregar ao público mais sobre um dos heróis icônicos da sétima arte. Era o passo além que no passado se recusavam a dar. Aqui é como se James Bond, o dinossauro da Guerra Fria, finalmente houvesse evoluído, se modernizado e acompanhado os novos tempos.

Novas imagens de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ destacam os efeitos práticos do filme

Depois do último e eletrizante trailer divulgado pela Universal Pictures, o EW divulgou novas fotos de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘, destacando os seus efeitos práticos.

Confira:

O longa recebeu classificação indicativa e aparentemente será mesmo mais sombrio que o filme anterior, dirigido por Colin Trevorrow.

Jurassic World 2‘ foi classificado como PG-13 (para maiores de 13 anos) por “sequências intensas de violência e perigo de ficção científica”.

“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.

Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.

Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”

‘Jurassic World 3’ ganha data de estreia; Vem ver!

James Cromwell,Ted LevineRafe SpallToby Jones e Justice Smith foram confirmados na nova produção, ao lado de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard. A estreia é prevista para 21 de junho de 2018.

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Sucesso! ‘Nasce Uma Estrela’ ultrapassa US$ 200 milhões nas bilheterias dos EUA

Além de ser um dos filmes mais aclamados do ano, ‘Nasce Uma Estrela‘ também foi um dos mais bem-sucedidos. O longa ultrapassou a marca de US$ 200 milhões nas bilheterias dos EUA.

Esse ano, o filme também é o de maior bilheteria da Warner Bros. no país. O segundo lugar é de ‘Podres de Ricos‘, com US$ 174 milhões.

Ao total, ‘Nasce Uma Estrela‘ já acumula US$ 382 milhões mundialmente.

Produtor de ‘It: A Coisa’ vai adaptar novo livro de Stephen King; Saiba mais!

De acordo com o THR, Roy Lee, produtor de ‘It: A Coisa‘, e Jon Berg, da Vertigo Films, estão desenvolvendo uma adaptação do livro ‘The Girl Who Loved Tom Gordon‘, escrito por Stephen King.

Além disso, Chris Romero, esposa do finado George A. Romero, também está envolvida com o projeto.

“Estou animado que meu livro está sendo adaptado com o envolvimento da esposa de [George A.] Romero. Chris [Romero] trabalhou duro para esse projeto acontecer,” declarou King.

Na trama do livro:

Em uma caminhada de dezesseis quilômetros na Trilha dos Apalaches, Trisha McFarland, de nove anos de idade, cansa-se rapidamente das constantes brigas entre seu irmão mais velho, Pete, e sua mãe recém-divorciada. Mas quando ela vagueia sozinha, e depois tenta pegar um atalho, ela se perde em um labirinto cheio de perigos e terror.

“Quando a noite cai, Trisha tem apenas sua engenhosidade como defesa aos elementos a sua volta, e apenas sua coragem e fé para resistir a seus crescentes medos. Para seu consolo, ela sintoniza seu walkman nas transmissões dos jogos de beisebol do Red Sox e acompanha as performances corajosas de seu herói, o lançador Tom Gordon. E quando a recepção de seu rádio começa a desaparecer, Trisha imagina que Tom Gordon está com ela – protegendo-a de um inimigo muito real que deixou um rastro de animais abatidos e árvores mutiladas na densa floresta escura…

Novos detalhes serão divulgados em breve.

Lulu Wilson, de ‘Annabelle 2’, enfrenta psicopatas no trailer do suspense ‘Becky’; Assista!

O suspense ‘Becky‘, estrelado por Lulu Wilson (‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido pela dupla Jonathan Milott e Cary Murnion.

A trama gira em torno da Becky, uma adolescente rebelde de 14 anos, que é obrigada a passar um final de semana na casa do lago de seu pai em um esforço para se reconectar após a morte de sua mãe. A viagem se torna um pesadelo quando um grupo de condenados em fuga, liderado pelo impiedoso Dominick, invade o lugar. Mas a situação muda quando a Becky decide contra-atacar.

O elenco ainda conta com Kevin James, Joel McHale, Amanda Brugel, Robert Maillet e Ryan McDonald.

O terror será lançado direto em VOD no dia 5 de junho.

‘Bridgerton’ é renovada para a 2ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série ‘Bridgerton‘ para a 2ª temporada.

O próximo ciclo irá adaptar o segundo livro da saga, ‘O Visconde Que Me Amava‘, e as filmagens estão programadas para começar nos próximos meses.

Confira o teaser e o anúncio oficial:

“Querido leitor,

 As pessoas estão alvoroçadas com os últimos boatos, então é minha honra noticiar: Bridgerton retornará oficialmente para uma segunda temporada. Eu espero que você tenha guardado uma garrafa de licor para essa ocasião tão aprazível.

 O elenco incomparável de Bridgerton irá retomar a produção no primeiro semestre de 2021. Esta autora foi informada por fonte confiável que Lorde Anthony Bridgerton pretende dominar a temporada social. Estarei com a minha caneta preparada para reportar toda e qualquer novidade dos acontecimentos românticos.

 No entanto, querido leitor, antes de incendiar a seção de comentários e pedir mais detalhes sórdidos, não estou inclinada a revelar mais informações no momento. A paciência, no final das contas, é uma virtude. 

 Atenciosamente, 
Lady Whistledown

 

Recentemente, em entrevista à nossa jornalista e crítica Rafa Gomes, Phoebe Dynevor falou sobre a grande popularidade da série entre os fãs brasileiros, além de revelar detalhes de como as cenas calientes foram produzidas.

Confira:

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Emily em Paris’: 2ª temporada ganha as primeiras imagens oficiais; Confira!

A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais da 2ª temporada da série ‘Emily em Paris‘.

Confira:

Emily in Paris. (L to R) Lucien Laviscount as Alfie, Lily Collins as Emily in episode 205 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. Lily Collins as Emily in episode 209 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Lucas Bravo as Gabriel in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Ashley Park as Mindy in episode 210 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, William Abadie as Antoine Lambert, Ashley Park as Mindy in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie, Samuel Arnold as Julien, Bruno Gouery as Luc, Lily Collins as Emily in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie in episode 207 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021

Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Na trama, Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

O elenco conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

‘All the Old Knives’: Ataque terrorista no clipe do novo thriller da Amazon Prime; Confira!

A Amazon Prime divulgou um novo clipe do thriller ‘All the Old Knives‘, estrelado por Chris Pine (‘Mulher-Maravilha 1984’) e Thandie Newton (‘Westworld’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Vale lembrar que o longa já está disponível no serviço de streaming!

Janus Metz (‘True Detective’) é responsável pela direção.

Henry (Pine) e Celia (Newton) eram agentes da CIA e amantes, juntos os dois viveram um tormento em uma missão em Viena, seis anos atrás. Na tentativa de resgatar centenas de reféns das mãos de terroristas tudo acabou dando errado, e agora Henry e Celia tentam viver com as consequências daquela noite.

Laurence FishburneJonathan Pryce também estrelam a produção.

James Cameron revela conexão entre ‘Avatar 3’ e o parque temático da Disney

Em entrevista ao Deadline, o diretor James Cameron revelou que ‘Avatar 3‘ irá introduzir alguns personagens que já foram apresentados no parque temático da Disney.

“O povo do deserto… São comerciantes de vento que negociam, que viajam por aí, esse tipo de coisa.”

Anteriormente, o cineasta já havia confirmado que o terceiro filme iria introduzir o “Povo das Cinzas”, que deve mostrar um lado mais sombrio dos Na’vi: “Os próximos filmes mostrarão culturas diferentes daqueles que já mostrei. O fogo será representado pelo Povo das Cinzas. Quero mostrar os Na’vi por outro ângulo porque, no momento, mostrei apenas lados bons. Nos primeiros filmes, há exemplos muito negativos de humanos e muito positivos de Na’vi. Em ‘Avatar 3’, faremos o contrário. Também exploraremos novos universos enquanto continuamos a história dos principais personagens”.

Vale lembrar que ‘Avatar: O Caminho da Água‘ voltou a superar a arrecadação total de ‘Titanic‘, tornando-se a terceira maior bilheteria da história do cinema.

Mundialmente, ‘Avatar 2‘ já arrecadou US$ 2,243.2 bilhões, enquanto ‘Titanic‘ soma US$ 2,242.8 bilhões.

Além disso, ‘O Caminho da Água‘ já arrecadou US$ 1,586 bilhão internacionalmente, tornando-se a terceira maior bilheteria internacional da história do cinema, atrás apenas de ‘Avatar‘ e ‘Vingadores: Ultimato‘.

Vale destacar que James Cameron é o único cineasta a ter dirigido três filmes no TOP 5 das maiores bilheterias.

Confira a lista:

1 – ‘Avatar’ – US$2,923 bilhões
2 – ‘Vingadores: Ultimato’ – US$2,798 bilhões
3 – ‘Titanic’ – US$ 2,216 bilhões
4 – ‘Avatar – O Caminho da Água’ – US$ 2,213 bilhões
5 – ‘Star Wars Ep. VII: O Despertar da Força’ – US$ 2,06 bilhões

Assista nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Jessica Chastain estrelará adaptação de ‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo’? Atriz responde!

Em entrevista ao E! News, Jessica Chastain (‘It: Capítulo 2’) desmentiu os rumores que a apontavam como a protagonista da vindoura adaptação de ‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo‘, que está sendo desenvolvida pela Netflix.

Apesar de ser uma das favoritas dos fãs para interpretar a personagem Celia St. James, a atriz afirmou que “não há nenhuma chance” de estrelar a adaptação.

“Eu amo o quanto os fãs estão empolgados com a adaptação de ‘Os Sete Maridos de Evelyn Hugo’. Quando eu estava trabalhando na Broadway, todos os dias havia alguém pedindo que eu autografasse o livro. Eu amo o quanto essa base de fãs é maravilhosa. Estou ansiosa para assistir a adaptação, mas não farei parte dela. Sinto muito decepcioná-los.”

Leslye Headland, conhecida por seu trabalho em ‘Boneca Russa‘, será responsável pela direção.

Liz Tigelaar (‘Little Fires Everywhere’) assinda o roteiro, que é baseado no romance homônimo de Taylor Jenkins Reid.

Lendária estrela de Hollywood, Evelyn Hugo sempre esteve sob os holofotes ― seja estrelando uma produção vencedora do Oscar, protagonizando algum escândalo ou aparecendo com um novo marido… pela sétima vez. Agora, prestes a completar oitenta anos e reclusa em seu apartamento no Upper East Side, a famigerada atriz decide contar a própria história ― ou sua “verdadeira história” ―, mas com uma condição: que Monique Grant, jornalista iniciante e até então desconhecida, seja a entrevistadora. Ao embarcar nessa misteriosa empreitada, a jovem repórter começa a se dar conta de que nada é por acaso ― e que suas trajetórias podem estar profunda e irreversivelmente conectadas.

Liza ChasinBrad Mendelsohn irão supervisionar o projeto.

Reid também entra como produtora executiva.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Meus Quatro Maridos

(Meus Quatro Maridos)

Elenco:

Naura Schneider
Toni Garrido
Antônio Fragoso

 

Direção: Fred Mayrink, Naura Schneider

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: H20

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 16 de Julho de 2026

Sinopse: 

Em MEUS QUATRO MARIDOS, Joana está reavaliando tudo agora que está fazendo 50 anos. Pensando nos quatro casamentos que viveu, se dá conta de que, juntos, eles somam 25 anos. E, aí, porque não celebrar essas bodas de prata diferentonas? Pra isso, convida os quatro ex-maridos pra um jantar, sem que eles saibam quem vão encontrar ou mesmo qual o motivo do evento. Entre lembranças e conflitos, o grupo vai refletir sobre relacionamentos amorosos e suas complicações de forma divertida e descontraída.

Curiosidades: 

» Além de dirigir e estrelar, Naura Schneider também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

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Terror em Shelby Oaks

(Shelby Oaks)

 

Elenco:

Keith David
Michael Beach
Camille Sullivan

 

Direção: Chris Stuckmann

Gênero: Terror

Duração: 99 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 30 de Outubro de 2025

Sinopse: 

TERROR EM SHELBY OAKS acompanha a busca desesperada de Mia por sua irmã desaparecida, Riley, uma youtuber famosa por investigar o paranormal. A obsessão de Mia recomeça quando ela recebe uma fita misteriosa com indícios de que Riley ainda pode estar viva. A partir daí, ela mergulha em uma espiral de horror de um mal desconhecido, repleta de revelações perturbadoras e uma atmosfera sufocante.

Crítica | Terror em Shelby Oaks – Suspense, Experimentação e Sobrenatural em Boa Pedida para o Halloween

Crítica | ‘Terror em Shelby Oaks’ se inspira em ‘A Bruxa de Blair’, mas não sabe que caminho tomar

Curiosidades: 

»  Além de dirigir, Chris Stuckmann também assina o roteiro ao lado de Sam Liz;

» Terror independente, o longa foi financiado através do Kickstarter. Com uma meta inicial de US$ 250 mil, a campanha ultrapassou a marca de US$ 1 milhão em pouco mais de um mês – quebrando recordes na plataforma;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

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Jane Levy, de ‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’, estrelará nova série de COMÉDIA da NBC

De acordo com o Deadline, Jane Levy (‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’) será a protagonista da nova série de comédia da NBC, ainda sem título.

A atriz interpretará Faye, uma mulher inteligente, engenhosa e uma força da natureza. Faye é uma jornalista investigativa extremamente perspicaz.

Jake Johnson (‘New Girl’) e Keith David (‘Eles Vivem’) também irão estrelar a produção.

Na trama…

“Mickey Wilder (Johnson) é um ex-policial de Los Angeles que se tornou detetive particular. Ele trabalha para Garner Taggert (David), dirige uma Agência de Detetives Particulares, onde seu filho Mitch e Mickey são os principais detetives. Ele é um sujeito durão com uma visão de mundo um tanto antiquada.”

Akiva Schaffer, diretor do reboot de ‘Corra que a Polícia Vem Aí!‘, comandará o episódio piloto e servirá como produtor executivo.

Dan Goor e Luke Del Tredici estão desenvolvendo o projeto.

Vale destacar que a NBC ainda não deu sinal verde para a série. A emissora encomendou apenas o primeiro episódio, e tomará uma decisão sobre o futuro da produção a partir de seu resultado.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Arte feita por fã traz Josh Gad como o Pinguim de ‘Batman’; Confira!

Desde a mais recente postagem do ator Josh Gad em sua conta do Twitter, a internet tem se questionado se ele viria a ser ou não o próximo Pinguim da saga de ‘Batman’.

Não perdendo tempo, o artista e fã BossLogic já produziu uma arte em que o jovem ator surge caracterizado como o vilão dos quadrinhos.

“Um pouco de diversão na hora do intervalo”.

Confira:

Zack Snyder promete “drama e relacionamentos complexos” em ‘Liga da Justiça’

Parte da ‘Liga da Justiça’ na nova foto oficial; Confira!

BOMBA! Ben Affleck abandona a direção de ‘Batman’

Participação de Lex Luthor em ‘Liga da Justiça’ deve ter cenas no Asilo Arkham

Kevin Smith diz que Darkside deve ser o verdadeiro vilão de ‘Liga da Justiça’

Roteirista de ‘Liga da Justiça’ reescreveu o roteiro de ‘The Batman’

 

‘Gemini Man’: Ang Lee inicia as filmagens do novo filme de Will Smith; Veja o vídeo!

A produção de ‘Gemini Man’, o novo filme de Ang Lee, já começou. E para marcar o início das filmagens, o astro Will Smith publicou um vídeo e uma imagem em meio a um pântano, com uma tela de proteção contra mosquitos.

Confira:

First week on my new film @GeminiManMovie!! Ang Lee got me out here fighting the wildlife.

Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em

Mary Elizabeth Winstead desbancou Tatiana Maslany e Elizabeth Debicki e vai contracenar lado a lado de Will SmithBenedict Wong (‘Doutor Estranho’) também se juntou ao elenco.

Winstead interpretará uma funcionária operacional que trabalha para a mesma empresa que Henry (Smith). Inicialmente responsável por apenas monitorar as ações do homem, ela acaba se unindo a ele na luta para destruir seu clone do mal, que é muito mais jovem e forte.

A trama segue um assassino de aluguel veterano, que está tentando sair do ramo e se aposentar, para levar uma vida mais tranquila.

No entanto, sua saída não será tão simples e ele terá que enfrentar seu próprio clone, 25 anos mais jovem e no auge de seus poderes.

A Paramount Pictures agendou a estreia para 4 de outubro de 2019.

‘Aquaman’: Ouça a música tema de Pitbull

Aquaman‘ já estreou nos cinemas e a canção tema da produção, de autoria do cantor Pitbull foi divulgada pela Warner.

A canção, intitulada “Ocean to Ocean”, traz trechos da música “Africa”, de Toto,

Confira:

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O meio-humano, meio-Atlante Arthur Curry, é levado à jornada de sua vida — uma jornada que vai forçá-lo a não só encarar sua verdadeira identidade, mas também a descobrir se ele tem o que é necessário para ser… um rei.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

 

Crítica em Vídeo | Miss Americana: Documentário da Taylor Swift é efêmero e superficial

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

Nossa jornalista Rafa Gomes conferiu, COM EXCLUSIVIDADE, o documentário da Taylor Swift pela Netflix, intitulado Miss Americana.

Confira sua crítica, feita direto do Festival de Sundance:

 

‘Seu Nome Gravado em Mim’: Romance LGBTQ+ já está disponível na Netflix

O romance LGBTQ+, intitulado ‘Seu Nome Gravado em Mim‘, já está disponível na Netflix. A produção, original de Taiwan, foi lançada na plataforma de streaming nesta quarta-feira (23).

Em 1987, após o fim da lei marcial em Taiwan, Jia-han e Birdy se apaixonam e são alvos de homofobia, pressão familiar e estigma social.

Confira o trailer:

Dirigido por Liu Kuang-hui, ‘Seu Nome Gravado em Mim‘ conta com Edward Chen, Tseng Ching-hua e Leon Dai no elenco.

‘Westworld’, ‘House of Dragon’ e mais são os grandes destaques da HBO Max em 2022; Assista ao trailer!

O ano de 2022 promete grandes novidades nos streamings e a HBO Max divulgou um novo trailer, que destaca os seus principais lançamentos no vindouro ciclo.

E entre as estreias estão a parte dois da série ‘The Nevers‘, a 2ª temporada de ‘The Flight Attendant‘, o especial ‘Harry Potter: De Volta a Hogwarts‘ e o derivado de ‘Game of Thrones‘, intitulado ‘House of Dragon‘.

Além disso, outras novidades foram confirmadas, como as séries ‘Julia‘ e ‘Pretty Little Liars: Original Sin‘, bem como a minissérie ‘DMZ‘.

Assista:

Marcado para 01 de janeiro de 2022, o especial de Harry Potter vai mostrar Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson junto com o diretor Chris Columbus e outros membros do elenco enquanto viajam de volta para Hogwarts pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2′.

O especial também terá Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes, Jason Isaacs, Gary Oldman, Imelda Staunton, Tom Felton, James Phelps, Oliver Phelps, Mark Williams, Bonnie Wright, Alfred Enoch, Matthew Lewis, Evanna Lynch e Ian Hart, entre outros.

EXCLUSIVO! “Não foi fácil”: Morena Baccarin fala sobre estereótipos em Hollywood e seu novo filme de ação

Dupla Perigosa (The Wrecking Crew), novo filme de ação estrelado por Jason Momoa (‘Aquaman’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’) e Morena Baccarin (Gotham) já está disponível na Prime Video.

O longa, que abriu com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, combina a comédia e ação, em uma trama em que dois irmãos são forçados a abrir mão de suas diferenças para desvendar uma conspiração envolvendo a Yakusa.

E durante uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Morena comentou sobre o mais novo longa e sua experiência à frente da cena de ação mais eletrizante da trama.

Além de revelar detalhes dos bastidores das gravações, Baccarin ainda refletiu sobre sua luta para driblar e vencer os estereótipos de Hollywood e quais foram seus maiores desafios para se provar na indústria.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ángel Manuel Soto (‘Besouro Azul’) é responsável pela direção.

Na trama, dois meio-irmãos distantes, Jonny (Momoa) e James (Bautista), são forçados a se reencontrar após a morte misteriosa do pai. Enquanto buscam a verdade, segredos enterrados ressurgem e lealdades são testadas, revelando uma conspiração que pode destruir sua família. Juntos, eles estão prontos para enfrentar qualquer obstáculo.

O elenco ainda conta com Claes Bang, Jacob Batalon, Stephen Root e Morena Baccarin.

Jonathan Tropper, de ‘O Projeto Adam‘, assina o roteiro.

Conheça ‘Hereditário’, novo terror sensação do Festival de Sundance

Todo ano um filme de terror/suspense faz fama nos festivais de cinema do mundo. O terror da vez se chama Hereditário, considerado por alguns críticos como “um filme visceral e traumatizante”. O longa é dirigido pelo novato Ari Aster e produzido pela ótima A24.

O filme tem sido eleito o novo A Bruxano Festival de Sundance e logo será uma sensação do “pós-horror”. Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.

O elenco conta como Toni Collette (‘O Sexto Sentido’), Zachary Arthur, Mallory Bechtel e Ann Dowd (‘The Handmaid’s Tale’).

O filme ainda não tem data de estreia para o Brasil.

Criaturas assustadoras dominam o novo trailer do terror ‘Cold Skin’; Assista!

O terror Cold Skin, dirigido por Xavier Gensde A Fronteira, Exorcismos e Demôniosganhou seu primeiro trailer, mostrando criaturas assustadores em uma ilha isolada. Confira:

A trama se passa na borda do círculo Antártico, quando um navio a vapor se aproxima de uma ilha isolada. A bordo está um jovem, preparado para assumir o cargo de observador do clima, para viver na solidão no fim da terra. Mas na costa ele não encontra nenhum vestígio do homem a quem ele foi enviado para substituir, apenas um naufrago perturbado que testemunhou um horror que ele se recusa a nomear, quando a noite chega e junto traz mistérios assustadores.

O elenco conta com Ray Stevenson, David Oakes e Aura Garrido. O terror já estreou na Espanha e não tem data para chegar ao Brasil.

Confira o pôster:

 

Crítica ‘Loki’ | Quarto episódio faz a série “engrenar” a dois capítulos do fim

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao quarto episódio de Loki, não leia esta matéria para não receber spoilers.

Após um terceiro episódio monótono e com jeitão de filler, o que rendeu muita reclamação nas redes sociais, o quarto capítulo veio com os dois pés na porta e avançou muito com a trama. Se o desenvolvimento da Sylvie (Sophia Di Martino) ficou devendo na semana passada, que apostou em mostrar mais do Loki de Tom Hiddleston, dessa vez virou ponto central para desenvolver a série e deixar dúvidas interessantíssimas para serem respondidas nos próximos episódios. Ah, e o episódio traz uma cena pós-créditos simplesmente maravilhosa.

Antes do início da série, especulava-se que a jovem Cailey Fleming (The Walking Dead) interpretaria o Kid Loki. No quarto episódio, eles mostram que foi algo assim. Isso porque ela faz a versão jovem da Sylvie, que foi sequestrada por Ravonna Renslayer (Gugu Mbatha-Raw) sem um motivo aparente, apenas por ela ser uma suposta ameaça – mesmo não passando de uma criança. Anos mais tarde, à beira da morte em Lamentis, ela conversa com o Loki sobre o fracasso ser a característica em comum a todos os Lokis. Esse momento de sinceridade quase inédita consolida o vínculo afetivo entre as duas variantes, que se contentam em aceitar que a característica básica a todos os Deuses da Trapaça é não morrer. Esse vínculo emocional dos dois parece mudar a mentalidade base dos Lokis e cria uma nova linha temporal. Comprovando o que o Loki de Tom Hiddleston dissera momentos antes, esse novo evento alerta a TVA, que encontra a dupla e os leva em cárcere, fazendo com que eles sobrevivessem a mais um apocalipse.

O retorno para a TVA é o início do fim. Considerando que aquele ambiente repressor parecia incomodar Mobius (Owen Wilson), seu maior investigador, há algum tempo, esse episódio apenas consolida a antiga teoria dos fãs de que a agência fazia lavagem cerebral em variantes para transformá-los em agentes subservientes aos supostos Guardiões do Tempo para caçarem outras variantes. Essa ideia lembra muito os Replicantes caçadores de Replicantes no universo de Blade Runner. Ou seja, é uma ideia que não é bem aceita pelas variantes da TVA, que se recusam a acreditar até que os Lokis deem uma breve prova de suas vidas passadas. No caso de Mobius, porém, a “ficha” cai em um ato de confiança no Deus da Trapaça. Ele percebe sinceridade durante a investigação e entende que Ravonna estava escondendo alguma coisa dele. Infelizmente, ele acaba sendo resetado pelos guardas e se despediu da série sendo um dos melhores personagens até aqui. Ou será que ainda veremos mais do agente #1 da TVA?

Essa pergunta é válida porque o próprio Loki, após tentar se declarar para sua versão de outra realidade, acaba sendo resetado por Ravonna. A cena choca porque eliminar outro protagonista no mesmo episódio. No entanto, vemos na cena pós-créditos que ele não morreu exatamente. Na cena, ele vai parar em uma Nova York destruída, onde é recebido por uma resistência de Lokis do Multiverso, com direito ao Kid Loki, um Loki vacinado contra Covid e o Loki dos quadrinhos, interpretado por Richard E. Grant. Quando foi anunciado na série, Richard virou motivo de especulação dentre os fãs, que acreditavam que ele viveria o… Mephisto. Não foi dessa vez, galera. Uma hora ele aparece aí em alguma produção do MCU. A “resistência Loki” diz que a variante do Tom Hiddleston ainda não morreu, mas que poderá morrer se não ajudá-los. Será que essa sobrevivência acontece com todas as variantes resetadas, como o Mobius, ou foi uma exceção ocasionada pela intervenção dos Lokis? É algo a ser explorado no próximo episódio.

E essa nova suposta morte do Loki aconteceu após a confirmação de outra teoria dos fãs: a de que os Guardiões do Tempo eram apenas marionetes de uma entidade fascista que se esconde atrás da imagem deles para controlar essa realidade de acordo com sua vontade. Ou seja, eles são o equivalente ao Snoke, da nova trilogia Star Wars, no Universo Cinematográfico Marvel. Sylvie derrota eles e, ao descobrir que não passavam de robôs, sequestra Ravonna para obter respostas. Nos quadrinhos, Ravonna já foi esposa de Kang, O Conquistador  (Jonathan Majors), que, segundo boatos, está cotado para estrear na série. Caso ele apareça, será uma introdução fantástica para Homem Formiga e a Vespa: Quantumania.

Fato é que teremos dois núcleos distintos nessa reta final. O primeiro será o de Sylvie, líder de uma rebelião, tentando descobrir quem realmente comanda a TVA, enquanto o segundo será a Resistência Loki tentando encontrar um meio de  sair daquela dimensão destruída, talvez buscando Mobius no caminho. Esse segundo núcleo deve mostrar o Loki candidato presidencial e até mesmo o Loki Rei de Asgard.

Por fim, vale ressaltar que Mobius introduziu um novo segmento até então inédito no MCU: o sobrenatural. Em uma conversa com Ravonna, o supostamente falecido agente diz que eles já investigaram Krees, Titãs (a raça do Thanos) e Vampiros. Os vampiros não foram citados no MCU até esse momento, provavelmente para lembrar ao público que um filme de Blade, o Caçador de Vampiros está em produção e será protagonizado por Mahershala Ali.

Os novos episódio de Loki estreiam no Disney+ toda quarta-feira.

Crítica | Beckett – John David Washington estrela suspense de ação conspiratório na Netflix

Conspiração e paranoia. Dois artifícios excelentes para prender a atenção de um espectador e garantir o engajamento dele até o fim, afinal, o ser humano é curioso por natureza e quase sempre insiste por todas as vias até saber a resolução da história. Confiando nessa premissa, estreia nesse fim de semana na Netflix o thriller de açãoBeckett’, que provavelmente irá dar um nó na sua cabeça.

Beckett (John David Washington, de ‘Infiltrado na Klan’) está de férias com a namorada, April (Alicia Vikander, de ‘Tomb Raider: A Origem’) em Atenas, na Grécia. Eles ficam sabendo que um protesto vai acontecer na praça em frente ao hotel em que estão hospedados, por isso decidem pegar o carro e viajar para uma cidade do interior. Infelizmente no caminho os dois sofrem um acidente de carro e Beckett acaba vendo que um menino ruivo está morando na casa em que seu carro bate. Depois de ser resgatado, Beckett só deseja poder voltar para os Estados Unidos, porém, sem nenhuma razão aparente, pessoas aleatórias começam a caçá-lo pelas ruas, e agora ele precisa lutar para chegar à embaixada dos Estados Unidos em Atenas e tentar sobreviver.

Dirigido por Ferdinando Cito Filomarino, ‘Beckett’ tem dois momentos bem marcados, que dividem o longa em pegadas diferentes. O primeiro vai desde a felicidade do casal protagonista nas férias, seguida da perseguição a vai até a conquista de um grande objetivo de Beckett, que ocorre na metade do longa. A partir daí a gente até se pergunta para onde vai a história, afinal, ela já teria se concluído aqui, mas então eis que o roteiro dá uma guinada e começa a espiralar, fazendo com que todos os personagens emerjam de uma teoria da conspiração inacreditável, envolvendo absolutamente todas as pessoas que o pobre coitado do protagonista conhece naquele país que não é o dele. Incrível, não? A imprecisão da proposta pode fazer com que alguns espectadores se percam na segunda metade da produção.

Mas não se enganem, afinal, não é à toa que o longa se chama ‘Beckett’ – nome do escritor e teatrólogo, autor de ‘Esperando Godot’, peça que conta a história de dois homens que ficam eternamente esperando a chegada de Godot, que nunca vem. No ‘Beckett’ da Netflix de certa forma o espectador é levado a esse mesmo turbilhão de acontecimentos, sem entender por que as coisas estão acontecendo (tal como na peça). Assim, o roteiro assinado por Kevin A. Rice nos engata em um thriller de ação que requer atenção, pois constantemente a coisa toda revira de ponta cabeça e o protagonista precisa seguir adiante lutando por sua vida, bem estilo ‘Duro de Matar’ ou ‘O Turista’.

Através do fundo político da crise econômica em que se encontra a Grécia, ‘Beckett’ se constrói como um filme de ação conduzido pelo suspense, com uma pitadinha de crítica social e reviravoltas constantes embaladas pela teoria da conspiração. É desses filmes que prende sua atenção desde o início com uma típica história do sujeito que estava no lugar errado, na hora errado, mas bem feitinha, embora não tão convincente.

‘X-Men: Fênix Negra’: Confira o explosivo trailer internacional repleto de novas cenas!

A Fox Film do Brasil divulgou um novo trailer de ‘X-Men: Fênix Negra‘. Dessa vez, se trata da versão internacional que traz algumas imagens novas.

O começo é bastante diferente do trailer lançado ontem. Mostra flashbacks da infância de Jean incluindo seu primeiro encontro com o Professor X na mansão. Depois, novas imagens dos X-Men levando seu jato para o espaço a fim de resgatar alguns astronautas que estão à deriva. Porém, tudo dá errado quando Jean fica pressa no módulo espacial que é atingido por uma explosão solar levando Jean a ativar seus poderes da Fênix.

Confira:

Recentemente um dos tópicos mais sensíveis sobre a produção finalmente foi discutido: os constantes adiamentos que a obra, antes prevista para 2018, sofreu.

O diretor Simon Kinberg, em entrevista à EW, explicou melhor o que ocorreu:

“Bem, foi uma combinação de coisas. Novembro foi sempre uma data de lançamento muito ambiciosa para nós, considerando quão complexos os efeitos visuais seriam nesse filme. Quando achávamos que não poderíamos concluir o filme no nível que queríamos do ponto de vista dos efeitos visuais, pensamos em mudar de novembro para fevereiro. Então, por causa da maneira como o calendário internacional era para nós e da rapidez com que conseguimos material para outros territórios, sentimos que fevereiro tornou-se não apenas desafiador, mas não necessariamente a melhor janela internacional para o filme.”, conta.

“Estaria muito perto de Capitã Marvel. O estúdio começou a sentir que o filme tinha uma escala tão grande que poderia competir no momento mais competitivo do cinema, que é o verão. Então começamos a pensar em novas datas, e o dia 6 de junho se destacou como uma data que poderíamos ter. Muitas semanas depois dos Vingadores, não haverá um filme de história em quadrinhos por algum tempo, e nossa esperança é que as pessoas fiquem animadas para assistir ao nosso filme.”, finalizou

Assista o novo trailer:

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais em 6 de junho.

 

‘Dora e a Cidade Perdida’: Adaptação em live-action abre com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes!

‘Dora e a Cidade Perdida’ chega apenas em novembro deste ano aos cinemas de todo o Brasil, mas já está fazendo um barulho considerável lá fora.

A adaptação da clássica série infantil abriu com inesperados 79% de aprovação no agregador de reviews Rotten Tomatoes, com nota 6.27/10 baseada em 19 críticas (por enquanto) e sem consenso geral.

Confira alguns dos comentários:

“Apesar de um estranho primeiro ato, o filme retorna para o gênero de aventura familiar que os pais de hoje irão se lembrar de sua própria infância” – The Wrap.

“[O filme] abraça totalmente seu material origem. As crianças irão gargalhar. Elas são o público-alvo e ficarão entretidas do começo ao fim” – MovieWeb.

“O elenco está ótimo, a história não se sustenta totalmente, mas o filme tem a intenção de alcançar um público maior e é positivo para todos” – Movies and Shakers.

“As crianças não vão aprender nada aqui, mas também não vão confundir [o longa] com entretenimento” – Globe and Mail.

“Estrelando Isabela Moner como a bilíngue Dora, [o filme] é engraçado, inteligente e só um pouco trôpego” – Cleveland Plain Dealer.

Dirigido por James Bobin (‘Alice Através do Espelho‘), o longa é baseado na clássica série animada ‘Dora, a Aventureira‘, lançada em 2000.

Tendo passado a maior parte de sua vida explorando a selva com seus pais, nada poderia preparar Dora para a aventura mais perigosa de todas: o colégio. Sempre a exploradora, Dora logo se vê liderando Boots, seu melhor amigo macaco, Diego, um estranho habitante da selva, e um grupo de adolescente em uma jornada em live-action para salvar seus pais e solucionar esse impossível mistério por trás de uma cidade de ouro.

O elenco conta com Isabela Moner, Benicio del Toro, Danny Trejo, Michael Peña e Eva Longoria.

A estreia foi antecipada em alguns dias nos EUA. Inicialmente previsto para ser lançado em 2 de agosto, o longa agora irá estrear no dia 31 de julho. A mudança ocorreu para que a produção pudesse ter alguns dias de vantagem antes de competir diretamente com o aguardado ‘Velozes & Furiosos: Shaw & Hobbs‘.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro.

‘Midnight Mass’: Kate Siegel e Henry Thomas entram para a nova série da Netflix

Netflix confirmou recentemente que Midnight Mass, nova série comandada por Mike Flanagan, acrescentou mais três membros ao seu elenco: Kate SiegelHenry ThomasAnnabeth Gish. Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O trio já trabalhou com Flanagan na aclamada A Maldição da Residência Hill. Siegel e Thomas retornam para a segunda temporada da antologia, ‘A Maldição da Mansão Bly’.

As filmagens do novo show começam em breve.

O diretor irá se reunir com o produtor Trevor Macy e desenvolver a minissérie composta por sete episódios.

O show gira em torno de “uma isolada comunidade insular que presencia eventos miraculosos – e presságios aterrorizantes – depois da chegada de um carismático e misterioso padre”.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Flanagan recentemente dirigiu a sequência de O IluminadoDoutor Sono, que estreou em  07 de setembro de 2019, e a nova temporada de sua antologia de terror, que será focada na Mansão Bly e adaptada do romance A Outra Volta do Parafuso, de Henry James.

Kylie Minogue vai voltar às raízes do dance-pop para seu 15º álbum de estúdio

Em entrevista à GQ Magazine, a lendária estrela do pop Kylie Minogue revelou que já está trabalhando em seu 15º álbum de estúdio – e que está pronta para voltar às suas raízes.

“Há um amor bastante forte pelos anos 2000 nesse momento”, ela comentou. “Então estou canalizando isso para a produção”.

As informações também indicam que a artista está trabalhando com DJs europeus e produtores como Alex Gaudino (“Destination Calabria”) e Mousse T (“Horny”).

A princesa do pop australiana, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas artistas dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete – estilo que vem usando e reinventando desde seu début com seu álbum homônimo.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

Minogue fez seu último lançamento de inéditas em 2018, mergulhando de cabeça no country-pop com Golden. Em 2019, lançou o incrível Step Back in Time: The Definitive Collection, compilado de seus maiores sucessos que estreou no topo das paradas mundiais – e que ganhou uma versão estendida no mesmo ano.