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10 ÓTIMOS filmes que você provavelmente não conhece e estão pelos streamings

Ninguém é obrigado a assistir tudo que é filme quando lança, muito menos em curto tempo depois. Tem filmes que vamos visitar décadas depois. E tudo bem! Para te ajudar a relembrar, ou até mesmo conhecer pela primeira vez grande obras, segue uma lista bem legal abaixo:

 

Fim da Sentença (MAX)

A decepção é um labirinto. Escondido no catálogo da HBO Max, esse poderoso drama que parte do recorte de um pai e sua conflituosa com o filho dilacera as mágoas do passado entre idas e vindas da liberdade até a oportunidade. Fim da Sentença, dirigido por Elfar Adalsteins, em seu primeiro longa-metragem, é um interessante road movie que caminha na melancolia para se achar um norte, uma direção, mas de forma próxima à realidade, humana, numa relação angustiante presa em um passado que não existe mais. John Hawkes e Logan Lerman estão sublimes nos seus respectivos papéis.

 

A Linha (Reserva Imovision)

Um longo caminho para o perdão. Com um slow motion tenso como abre alas, algo que fortifica um importante detalhe do momento de alto clímax ao longo da narrativa, o longa-metragem francês A Linha, indicado ao Urso de Ouro em Berlim em 2022, busca uma profunda análise dentro do que acontece entre quatro paredes de uma família disfuncional onde o antes, o agora e o depois parecem interligados por um reflexo de relações conturbadas. Dirigido pelo cineasta francesa Ursula Meier, o filme, todo rodado todo em Port-Valais, na Suíça, dilacera aos olhos do público a angústia da culpa e do arrependimento por meio de vários personagens em uma narrativa detalhista.

 

Acertando o Passo (Telecine)

A busca pelo sorriso no rosto até a hora de partir. Trazendo um olhar delicado e divertido para a melhor idade, associado também ao campo da redescobertas da vida, o longa-metragem britânico Acertando o Passo, lançado em 2017, é uma explosão dançante de sentimentos aos olhos de uma protagonista em crise existencial. Dirigido pelo cineasta britânico Richard Loncraine, o alegre projeto mostra a dança como uma ponte para descobertas nas novas maneiras de enxergar a vida.

 

Até Amanhã (Filmicca)

Quando a responsabilidade bate na porta. Exibido no Festival de Berlim, o drama iraniano Até Amanhã aborda as escolhas de uma jovem mãe e os dilemas que precisa enfrentar quando o destino e suas inconsequências se chocam em um dia intenso onde viverá horas de incertezas, descobertas e muitos aprendizados. Escrito e dirigido pelo cineasta Ali Asgari, o longa-metragem tem seu alicerce nas emoções conflitantes de uma forte protagonista na busca pelos seus sonhos e independência, driblando os olhares julgadores de um país onde a repressão contra a mulher ainda é um chocante retrato dessa sociedade.

 

Reality (Mubi)

A verdade e a lei. Baseado numa peça teatral do ano de 2019 chamada This A Room, e filmado em apenas 16 dias, o interessante filme Reality nos mostra um interrogatório feito com uma especialista em linguística da inteligência norte-americana acusada de vazar informações que culminaram na exposição de dados que expôs a possível interferência russa nas eleições norte-americanas em 2016. Escrito e dirigido pela norte-americana Tina Satter, o filme possui uma narrativa intrigante, com eficácia no uso da linguagem cinematográfica, buscando interpretações aos conflitos emocionais em todos os momentos.

 

Suncoast (Star Plus)

Toda vida é preciosa. Inspirado em partes das experiências de vida da própria diretora Laura Chinn, em sua primeira direção de um longa-metragem, Suncoast lida com as variáveis de uma iminente tragédia aos olhos de uma adolescente com inúmeros embates com a mãe. O projeto, que estreou recentemente no catálogo da Star Plus e antes fora apresentado pela primeira vez no Festival de Sundance desse ano, aborda alguns assuntos delicados, reflexões que geram debates na sociedade.

 

Bunny Drop – Surpresas da Vida (Prime Video)

Na trama, acompanhamos um jovem trabalhador de vinte e poucos anos, o Daikichi (Ken’ichi Matsuyama), que volta para casa após anos para o funeral de seu querido avô e descobre que o mesmo tinha uma filha pequena de cinco anos fora do casamento. Como toda sua família não quer cuidar da jovem, Daikichi assume essa responsabilidade e assim passará por situações e aprendizados que nunca esperava.

 

Caminhos da Sobrevivência (Netflix)

Mais uma página dos horrores de uma guerra. Baseado em um livro chamado Wil do autor belga Jeroen Olyslaegers, o novo longa-metragem disponível no início de 2024 na Netflix, Caminhos da Sobrevivência, explora o caminho dos dilemas para retratar os labirintos das escolhas na visão de um jovem oficial da força policial em uma Bélgica ocupada pelos nazistas no início da década de 40.

 

A Rota Selvagem (MAX)

Na trama, exibida no Festival de Toronto de 2017 e no Festival do Rio, acompanhamos a história de Charley (Charlie Plummer), um adolescente de 15 anos que mora com o pai solteiro em Portland. O jovem vive em uma casa humilde e acaba conseguindo trabalho, uma espécie de emprego de verão, como treinador (ou ajudante) de cavalos. Aos poucos vai gostando muito desse trabalho e fica próximo de um dos cavalos de corrida chamado Pete. Quando Pete acaba sendo enviado para ser sacrificado no México, Charley, em um impulso inconsequente resolve fugir com o cavalo.

 

Antes de Partir (Prime Video)

Na trama, conhecemos Rory MacNeil (Brian Cox) um emburrado senhor que vive seus dias isolado na distante Vallasay, uma ilha na Escócia. Quando precisa de um atendimento médico que não tem por aquelas terras, arruma um pretexto para se consultar de emergência e vai para São Francisco nos Estados Unidos visitar o filho Ian (JJ Feild), um especialista em gastronomia molecular, que não vê faz uma década e meia. Ao longo do tempo que passam juntos, entre encontros e desencontros, uma aproximação acontece, principalmente por Rory enfim conhecer pessoalmente seu neto que o faz encontrar novos rumos para sua fase final da vida.

Netflix se junta a operadoras de TV a cabo – E disseram que eu estava na pior?

Recentemente, foi divulgado que a Netflix, o serviço de streaming de filmes e séries número 1 do mundo, teria uma dívida de alguns bilhões de dólares. Nada que a empresa não possa tapar em pouco tempo. Talvez a nova parceria com operadoras de TV a cabo nos EUA ajude. O serviço é a novidade do momento para a empresa e já está em vigor nos EUA – ainda sem data para o Brasil.

Cada vez mais empresas operadoras de TV a cabo se juntam a Netflix, criando uma base maior de clientes para a dona de séries como House of Cards e Stranger Things.

Esses acordos podem fazer a Netflix conquistar ainda mais terreno nos EUA, mercado que encontra-se saturado. Já nos mercados estrangeiros, a empresa conquista cada vez mais espaço. A empresa Charter Communications, a terceira maior dos EUA, irá disponibilizar a Netflix em seu acervo de canais, somando assim mais de doze operadoras que já adotaram tal modelo. Outras operadoras vendem a Netflix como parte de seu pacote de internet e vídeo.

Sobre o assunto, Reed Hastings, presidente executivo da Netflix, disse durante um webcast após divulgação de resultados em julho:

“Estamos agora analisando propostas para incluir a Netflix em alguns serviços e começar a aprender sobre a parte integrante do negócio. Estamos interessados em expandir isso.”

O presidente-executivo da Altice EUA (uma das empresas interessadas no modelo), Dexter Goei, também se pronunciou a repórteres em maio:

“Nosso modelo se baseia em cooperação com muitos dos provedores (de serviços de transmissão)”.

E você, o que acha de assinar um pacote de TV a cabo incluindo o serviço de streaming mais adorado do momento? Não esqueça de comentar e fique ligado no CinePOP para novidades.

16 Filmes com Monstros Gigantes

Com a estreia de ‘Godzilla: O Rei dos Monstros‘ nos cinemas nesta quinta-feira, dia 30, decidimos relembrar 16 grandes produções com monstros nos cinemas.

Vamos lá?

Kong: A Ilha da Caveira

Godzilla pode levar o título de “o rei dos monstros” (ou seria rainha?), mas antes da primeira aventura truculenta do réptil nuclear japonês em 1954, o gorilão americano já aterrorizava plateias em 1933, no primeiro longa-metragem de King Kong. Hoje, o que assusta no filme é seu stop motion, ainda assim mais crível que o sujeito no traje de macaco da refilmagem de 1976, filme que contou com Jeff Bridges e Jessica Lange no elenco.

Depois de uma malfadada continuação em 1986, na qual Kong encontra uma fêmea, foi em 2005 que o grande símio ganharia sua melhor e mais completa roupagem até hoje – pelas mãos de Peter Jackson, protagonizado por Naomi Watts. Tudo bem, podemos até considerar que Kong não é um monstro de verdade, e sim o herói de sua própria história, que se apaixona pela mocinha. No entanto, escolhemos para figurar na lista a última iteração do gigantesco primata, com Kong: A Ilha da Caveira, lançado ano passado, que traz o protagonista se digladiando não com dinossauros como de costume, mas com criaturas pré-históricas monstruosas.

Conheça todos os filmes de King Kong em nossa lista especial

Godzilla

Agora sim. Considerado o Rei dos Monstros, Godzilla, ou gojira no original, que significa uma mistura das palavras japonesas para gorila e baleia (???), surgiu no auge do medo da era nuclear. Não por menos, em 1954, do meio do mar emerge esta criatura reptiliana capaz de destruir tudo por onde passa devido a seu tamanho expressivo e seus poderes radioativos, como rajadas de fogo e laser. Inúmeras sequências foram produzidas após o filme original em preto e branco virar cult – algumas inclusive colocando a criatura para lutar com monstros que viriam igualmente a se tornar icônicos, como a Mothra (uma mariposa gigante), Rodan (um pterodátilo mutante) e Ghidorah (um dragão de três cabeças).

Na época Godzilla chegou a enfrentar King Kong, numa produção japonesa – feito que deve voltar a ocorrer em Godzilla: King of Monsters, programado para estrear em 2019 como novo passo na construção do universo de monstros da Warner. Em 1998, Godzilla ganhava sua primeira superprodução norte-americana pelas mãos de Roland Emmerich, recém-saído do sucesso de Independence Day (1996), lançado pela Sony. O filme não rendeu o esperado de crítica e bilheteria. Assim, um reboot, pelas mãos da Warner, chegaria aos cinemas em 2014 – e este é o escolhido para ilustrar nossa matéria, já que se trata da última encarnação do lagartão nos cinemas e mais próxima esteticamente do sua versão original.

O Império das Formigas

Produção lançada em 1977 que aterrorizou minha infância com suas reprises no SBT – onde tenho quase certeza que o filme era exibido com outro título. O longa é uma grande homenagem ao “clássico” de 1954, O Mundo em Perigo (Them!), ainda o filme sobre formigas gigantes mais cultuado da história. Nesta produção, como era de se esperar, testes atômicos transformam simples formigas em monstros gigantes devoradores de homens. Uma curiosidade é que a obra norte-americana foi lançada no mesmo ano de Godzilla e mostra o pavor que os EUA e Japão sentiam na época.

Mas aqui o assunto é minha nostalgia, que fica como dica para que vocês busquem encontrar o filme – hoje com certeza completamente datado com seus efeitos práticos, que mesclavam bonecos animatrônicos com efeitos visuais de formigas comuns aumentadas – algo como quando o mesmo ator de Chaves se encontra em personagens diferentes. Na trama, uma cidadezinha é dominada e escravizada por formigas mutantes – sim, elas comandam os humanos através de controle mental. Tudo se passa numa ilha e ninguém é poupado ou está a salvo.

O Ataque dos Vermes Malditos

Talvez este aqui você conheça. É provável que este divertido filme protagonizado por Kevin Bacon tenha feito mais parte de sua infância nas reprises do SBT. Confesso que também peguei esta época e igualmente fiquei entretido pela produção de Ron Underwood, que funciona justamente como grande homenagem ao cinema fantástico da década de 1950. No making of da produção, os envolvidos afirmam que não queriam deixar claro de onde vieram os monstros subterrâneos, similares a grandes minhocas velozes – então, durante toda a projeção os personagens especulam sobre a origem das criaturas: do espaço, radiação, sempre estiveram no planeta, etc..

Tremors (ou tremores), no título original, é criativo, e apesar de alguns sustos, possui muito bom humor. O que intriga também é motivo de um título original tão simples e explicativo ter se transformado numa frase gigantesca em nosso país. Foram produzidas quatro continuações até 2015 – todas lançadas em vídeo e protagonizadas por Michael Gross. Em 2003 uma série de TV, também com Gross no papel principal, exibiu 13 episódios. Uma curiosidade é que havia falatório de um reboot na forma de uma nova série (vide Ash Vs Evil Dead) ou um novo filme. E ele vai acontecer mesmo. Dirigido por Vincenzo Natali, e protagonizado por Kevin Bacon e Fred Ward, retirando Val e Earl da aposentadoria, o filme se encontra em fase de pós-produção e será lançado direto na TV. O que chama atenção é que este ano sai o sexto filme da franquia, também direto em vídeo, novamente com Gross, levando a ação para a neve pela primeira vez. Tudo soa como briga entre produtores por direitos autorais, algo como 007 Nunca Mais Outra Vez, com Sean Connery.

Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros

É fato que Jurassic Park (1993) mudou o jogo. E mudou o jogo não somente para o cinema blockbuster de entretenimento, ou para a forma de se fazer efeitos especiais, mas também para os filmes de monstros e sua recepção pelo público. É como se Spielberg, um aficionado pelo subgênero, tivesse tirado tais filmes da marginalidade e levado às claras, ao grande público, a ser consumido como qualquer outra digna superprodução. Para este que vos fala, amante dos filmes de monstros, era como estar assistindo a O Império das Formigas nas reprises do SBT, mas numa sala de cinema cheia de gente vibrando – e claro, com uma qualidade muito superior em todos os sentidos.

Ao longo das continuações – sejamos sinceros, desnecessárias – algo foi se perdendo, mas o dinheiro foi entrando. Assim chegamos a 2015, com o quarto filme da franquia, Jurassic World, uma espécie de reboot, bem mais sanitário e menos intenso. E é justamente este longa que consta em nossa lista, representando toda a franquia, por ser o último exemplar lançado nos cinemas. Isto é, até daqui a alguns meses, quando veremos sua continuação direta atingir os cinemas, com Jurassic World – Reino Ameaçado. Dinossauros continuam a ser grandes monstros, e os modificados geneticamente mais ainda.

Tentáculos

Não é dizer que não teremos itens trash em nossa lista. Alguns lançados há não muito tempo. Este que vos fala é um experiente cinéfilo, que marca presença nas salas de cinema desde o final da década de 1980, conferindo inúmeras produções ao longo desta jornada. Entre elas está esta obra de 1998, que, sim, assisti em tela grande. Produção B até a medula, mas que fez certo sucesso em sua época de lançamento, chegando a figurar entre as dez maiores bilheterias de seu respectivo fim de semana, Tentáculos – ou Deep Rising (algo que surge das profundezas) – mistura filmes de assalto com cinema de monstros, apostando em seus efeitos computadorizados muito em voga no período.

Na trama, um grupo de criminosos (piratas modernos), capitaneados por Treat Williams, resolve assaltar um luxuoso cruzeiro. O que tanto assaltantes quanto vítimas não contavam era com a presença de uma espécie de polvo gigante, do qual tudo que vemos durante os ataques são os tentáculos adentrando a embarcação. O filme entretém e rende alguns momentos de sustos. Além disso chama atenção pela presença da holandesa Famke Janssen antes de se tornar a Jean de X-Men, e a direção de Stephen Sommers (que também assina o roteiro), antes de “rebootar” A Múmia (1999).

Malditas Aranhas

Insetos gigantes rendem bons monstros no cinema. E na lista já tivemos formigas gigantes. Agora chega a vez de aranhas gigantes no “terrir” Malditas Aranhas, lançado nos cinemas em 2002. Produzido por Roland Emmerich (Independence Day e Godzilla), o filme abraçava a vibe de tosqueira completamente, entrando na brincadeira e nos fazendo (ou tentando) rir com o longa. É só olhar para o protagonista David Arquette e perceber que a obra não deseja, nem de longe, se levar a sério.

O título original “Eight Legged Freaks!”, algo como “aberrações de oito patas”, já diz tudo. A trama é exatamente o que você imagina: uma cidadezinha americana é atacada por aranhas gigantes. Esta, no entanto, não é uma produção feita para vídeo, mas sim um lançamento da Warner nos cinemas. Em nota de rodapé, este é um dos primeiros filmes de destaque de uma ainda miudinha Scarlett Johansson.

Reino de Fogo

Ainda no ano de 2002, esta produção subestimada atracava nos cinemas, somente para passar em branco. Este que vos fala teve o prazer de assistir nas telonas, e guarda com boas recordações o longa – será que uma investida atual tiraria o gosto bom da boca? Seja como for, aqui temos Christian Bale, numa era pré-Batman, mas pós-Psicopata Americano, encorpando o líder de uma resistência num futuro apocalíptico. No entanto, não são zumbis, selvagens ou máquinas (como ele viria a combater posteriormente) os algozes da nova realidade, mas sim impetuosos dragões cuspidores de fogo.

Não bastasse esse Mad Max da fantasia (com dragões), Reino de Fogo apresenta Matthew McConaughey em uma caracterização irreconhecível na pele de Van Zan, um matador profissional das criaturas que respiram fogo, líder de uma equipe de especialistas. Vale muito ser encontrado.

O Hospedeiro

Homenageando o maior clássico imortal asiático Godzilla, esta produção sul coreana decide fazer sua própria versão de um filme do gênero. Elevando em muitos quesitos uma obra B do subgênero, O Hospedeiro, lançado em 2006, concentra-se no drama familiar de um pai, fazendo de tudo para resgatar sua pequena filha, abduzida por uma criatura mutante, transformada devido a um acidente químico de uma grande empresa. Aqui, o monstro é uma espécie de superbagre, ágil e muito veloz, que toca o terror na cidade. As cenas do ataque do grande anfíbio são realistas e impressionam.

Não por acaso, O Hospedeiro é escrito e dirigido por um dos cineastas mais proeminentes a sair de seu país, Bong Joon-ho, de O Expresso do Amanhã (2013), e que voltou a este tipo de filme – com mais coração e menos terror (ao menos explícito) – ano passado, com Okja, da Netflix.

O Nevoeiro

Stephen King já aterrorizou multidões com seus livros abordando todo tipo de monstro e criatura. O escolhido aqui é um no qual ele deixa correr solta sua veia “Lovecraftiana” para contar a história de um grupo de pessoas bem distintas de uma cidadezinha, presas num supermercado quando militares deixam aberto um portal interdimensional, soltando em nosso mundo todo tipo de ser estranho e abominável.

É claro que as ameaças só vão aumentando durante a exibição, e os níveis de evolução passam de insetos gigantes, a pássaros, até grandes tentáculos e por fim… bem, você precisa assistir para crer. Ano passado, o canal Spike resolveu adaptar para a telinha sua própria versão do conto, que acabou não vingando. Por isso mesmo, e porque aqui iremos concentrar apenas em filmes, o item escolhido para compor a lista é a versão cinematográfica de 2007, dirigida por um especialista em King: Frank Darabont, de Um Sonho de Liberdade (1994) e À Espera de um Milagre (1999).

Cloverfield – Monstro

Esta produção de J.J. Abrams, dirigida por Matt Reeves (do vindouro filme solo do Batman), lançada em 2008, subverte o cinema de monstros, introduzindo na mistura o subgênero do found footage – e se mantendo como um dos melhores exemplares de tal, talvez abaixo somente de A Bruxa de Blair (1999). Fora isso, como de praxe nas obras com envolvimento de Abrams, o mistério em torno do que era o filme, o vendeu melhor do que qualquer publicidade.

A trama apresenta um grupo de amigos de classe média alta de NY numa festa de despedida para um deles, que está de mudança ao Japão –pegaram a referência aos clássicos do gênero?  No meio da festa, o pior acontece e a cidade parece estar sob ataque terrorista (outro grande medo dos EUA). Justamente por ter se tornado uma série cinematográfica de antologia, na qual os filmes parecem não ter muita ligação entre si, somente este primeiro longa se encaixa na lista – o segundo, Rua Cloverfield 10, é um suspense claustrofóbico e minimalista, e o terceiro, o decepcionante Cloverfield Paradox (lançado direto na Netflix), é uma ficção científica passada no espaço.

Monstros

Aqui nesta lista temos filmes de monstros de todos os tipos e estilos. Este, por exemplo, é uma pequena (dentro do possível) produção independente britânica, focada muito mais no relacionamento de um casal de humanos, do que nas criaturas que estão assombrando o planeta – seres monstruosos que parecem diretamente saídos de O Nevoeiro. Os gigantes aparecem apenas de relance servindo como pano de fundo desta história poética e reflexiva.

Escrito e dirigido por Gareth Edwards (seu primeiro longa-metragem pro cinema), que depois alçaria voos maiores, com Godzilla (2014) e Rogue One (2016), Monstros foi lançado em 2010 e conta a história Andrew (Scoot McNairy), um jornalista que precisa levar Sam (Whitney Able), a namorada de seu chefe (e sua namorada na vida real – hoje, casados), pela área infestada de colossais criaturas através do México até a fronteira com os EUA.

O Caçador de Troll

Produção norueguesa de 2010 que se diverte ao criar um “mockumentary” – um documentário falso – sobre míticas criaturas gigantes, os trolls (com um design bem caricato no longa, o que diminui um pouco o realismo almejado, mas não a galhofa) – todo confeccionado no estilo found footage.

A criatividade está na escolha dos monstros usados como tópico desta obra, com toda a pompa de cult. Um caçador experiente é nosso guia através desta jornada, levando também os cinegrafistas que documentam tudo. Hans, o caçador, papel de Otto Jespersen, usa diversas e inovadoras armas no combate às mortíferas criaturas humanoides.

Círculo de Fogo: A Revolta

O Círculo de Fogo original, lançado em 2013, e dirigido pelo vencedor do Oscar deste ano, Guillermo del Toro, era por si só uma grande homenagem ao gênero, encorpado e modelado com muita verve do cinema atual, moderno e recheado de apelo visual. A potência era mais de filme de super-heróis do que cinema de monstro.

Quase quatro anos depois e recebemos a sequência, sem del Toro na direção (apenas como produtor), que até tenta se distanciar (ao menos no roteiro) do original. A produção consegue guardar certos mistérios e algumas reviravoltas – mesmo que nem todas as decisões do texto sejam plausíveis ou palatáveis. Mas ainda assim entretém com seu jeitão de produção B.

Colossal

A criatividade é sempre importante na hora de adentrar um gênero cinematográfico e utilizar um tópico contido nele. Aqui, o cinema de monstro é mais uma vez virado do avesso pelo diretor Nacho Vigalondo, que acrescenta na mistura drama independente e bastante humor negro. A mescla desses subgêneros termina rendendo uma grande inovação e um dos filmes mais elogiados do ano passado.

Na trama, Anne Hathaway vive uma de suas melhores personagens na pele de Gloria, um desastre de trem ambulante, alcoólatra, festeira e sem rumo na vida, que termina dispensada pelo namorado. Ao ter que voltar para sua cidadezinha, percebe estar vivendo uma grande metáfora real, que a transforma num monstro destruidor, simultaneamente devastando Tóquio. Mesmo que nem tudo seja perfeito na obra, a maioria funciona.

Megatubarão

No último item da lista, um filme recentemente foi lançado nos cinemas, e já se tornou um fenômeno de bilheterias. Na lista já tivemos gorilas gigantes, lagartos, dinossauros, formigas, vermes malditos, trolls e mulheres desesperadas. Agora é a vez do rei dos mares, o tubarão, ganhar sua versão monstruosa com Megatubarão, longa estrelado por Jason Statham.

Produção da Warner, o filme traz, além de Statham, Ruby Rose, Rainn Wilson, Li Bingbing e Masi Oka enfrentando o peixe de quase 22 metros de comprimento. E não é que o monstrengo tocou o terror no divertido filme?

‘Castle Rock’ é renovada para a 2ª temporada e terá nova história

O Hulu renovou oficialmente a série ‘Castle Rock‘ para a 2ª temporada. A previsão que é o próximo ano estreie em 2019.

Recentemente, o cocriador Sam Shaw revelou que cada temporada narrará uma trama diferente.

“Nosso plano é sempre abordar cada temporada como se fosse um livro original de Stephen King. Ele é o seu próprio gênero, e há sete ou oito subgêneros bem definidos. Nós sempre amamos as histórias que lidam com crime e punição, e prisões, e Stephen King conseguiu desenvolver tudo isso com monstros do mundo real – e o que fazemos com eles, onde os colocamos, como os tratamos, e se isso nos faz monstros. Essa temporada teve muita inspiração em ‘Um Sonho de Liberdade’ e ‘À Espera de um Milagre’, e histórias que lidam com prisões. Mas há vários outras histórias com monstros e histórias cósmicas sobre o bem e o mal.”

Ele continua, “Nós esperamos ter a oportunidade de retornar para futuras temporadas e contar uma ótima história de monstros ambientada em 1974, ou algum outro tipo de história sob a influência de uma trama de King.”

Confira nossas primeiras impressões: Castle Rock | Primeiras impressões – Mistérios, terror e muito fan service

A primeira temporada tem 10 episódios, e trar vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.

Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.


‘Lucifer’: Ator fica nu para promover a 4ª temporada; Veja o vídeo!

A Netflix divulgou um novo vídeo divertido com os atores Tom Ellis, Lauren German e Inbar Lavi falando sobre a quarta temporada de ‘Lucifer‘. Além de agradecer aos fãs, eles prometeram que a próxima temporada será bem mais picante.

Confira:

Criada por Tom Kapinos, a série foi cancelada pela FOX depois de três temporadas, mas foi resgatada pela Netflix depois da forte reação dos fãs.

A trama gira em torno de Lucifer Morningstar, que está entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco conta com Tom Ellis, Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

Com 10 episódios encomendados, a quarta temporada será lançada em 2019.

‘Apocalipse V’: Série de vampiros com Ian Somerhalder estreia na Netflix!

A série de vampiros ‘Apocalipse V‘ (V-Wars), estrelada por Ian Somerhalder (‘The Vampire Diaries‘), já estreou na Netflix! Todos os 10 episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

Confira o trailer:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2779394542091911?vh=e&d=n&sfns=mo

 

William Laurin e Glenn Davis serão os showrunners da série, que é baseada no livro homônimo de Jonathan Maberry.

Dr. Luther Swann entra em um mundo de horror incalculável quando uma misteriosa doença transforma seu melhor amigo, Michael Fayne, em um predador assassino que se alimenta de outros seres humanos. À medida que a doença se espalha e mais pessoas são transformadas, a sociedade se fragmenta em campos opostos que colocam pessoas normais contra o crescente número desses “vampiros”. Swann corre contra o tempo para entender o que está acontecendo, enquanto Fayne se torna o poderoso líder oculto dos vampiros.

O elenco conta com Ian Somerhalder, Laura VandervoortKyle BreitkopfKimberly-Sue Murray, Peter Outerbridge e Adrian Holmes.

Brad Turner dirigirá o primeiro episódio, e será o produtor executivo.

Monstros de outra dimensão atacam no trailer do terror ‘Intersect’; Assista!

O terror de ficção científica ‘Intersect‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Gus Holwerda.

A trama segue um grupo de jovens cientistas que inventa uma máquina do tempo, mas eles acabam descobrindo que estavam sendo manipulados por forças desconhecidas de outra dimensão.

James Morrison, Jason Spisak e Richard Dawkins estrelam a produção.

O terror será lançado direto em VOD no dia 15 de setembro.

Escritor é atormentado no trailer do terror ‘Open Your Eyes’; Assista!

O terror ‘Open Your Eyes‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Greg A. Sager.

Jason Miller mergulha de cabeça em seu mais novo roteiro na tentativa de evitar lidar com uma experiência traumática. Com seu estado mental no limite, ele conhece Lisa, sua vizinha do corredor, e um relacionamento começa a se formar. À medida que ele fica mais intrigado com Lisa e Jason continua a se esforçar para terminar seu roteiro, coisas estranhas e misteriosas começam a acontecer, fazendo com que ele questione tudo. Com sua mente se desfazendo e sua vida saindo do controle, Jason luta para se agarrar à única coisa que ele mais deseja, a esperança.

Ry Barrett e Joanna Saul estrelam a produção.

O terror será lançado pela Gravitas Ventures em VOD, DVD & Blu-ray no dia 1º de junho.

‘Dexter: New Blood’ se torna a série MAIS ASSISTIDA da história do canal Showtime

De acordo com o TVLine, o revivalDexter: New Blood‘ se tornou a série mais assistida da história do canal Showtime.

Incluindo o seu último episódio – que foi ao ar no último dia 9 –, os 10 episódios do revival registraram uma média semanal de mais de 8 milhões de espectadores através de todas as plataformas, batendo recordes históricos do canal.

Ao vivo, o último episódio da série foi assistido por 3 milhões de espectadores, o que representa a melhor audiência para uma finale do canal em mais de 8 anos – desde o controverso desfecho da série original ‘Dexter‘, que foi assistido por 3.3 milhões de espectadores, em 2013.

O elenco conta com Michael C. Hall (‘Safe’), Jamie Chung (‘Lovecraft Country’) Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’), John Lithgow (‘The Crown’), Jennifer Carpenter (‘O Exorcismo de Emily Rose’), Michael Cyril Creighton e Jack Alcott.

Revival de ‘Criminal Minds’ ganha data de estreia na Paramount+

A Paramount+ finalmente anunciou quando o revival de ‘Criminal Minds‘, intitulado ‘Criminal Minds: Evolution‘, será lançado.

A produção retornará com episódios inéditos no dia 24 de novembro.

O revival contará com o retorno dos veteranos Paget Brewster (Prentiss), Joe Mantegna (Rossi), A.J. Cook (JJ), Kirsten Vangsness (Garcia), Aisha Tyler (Tara) e Adam Rodriguez (Luke).

Infelizmente, Matthew Gray Gubler e Daniel Henney não assinaram contrato e aparentemente não irão reprisar seus papéis como Spencer e Matt, respectivamente.

Confira as imagens oficiais:

Em ‘Criminal Minds: Evolution‘, a equipe de elite de perfis criminais do FBI enfrenta sua maior ameaça até agora, um suspeito anônimo que se aproveitou da pandemia para construir uma rede de outros serial killers, obrigando nossos heróis a se dividirem para caçá-los através de um assassinato de cada vez.

A produção retornará com 10 episódios inéditos, e servirá como continuação da série original. O revival está sendo tratado como uma “série limitada”, com possibilidades da produção futuramente ganhar novas temporadas.

Erica Messer servirá como showrunner.

A produção irá trazer uma mistura de personagens clássicos com novos personagens, em uma abordagem parecida com o revival de ‘CSI‘.

A série original, exibida entre 2005 e 2020, rendeu 15 temporadas e incríveis 323 episódios.

‘Duna: A Irmandade’: Série derivada NÃO será afetada pela greve dos atores

De acordo com o ComicBook, a série ‘Duna: A Irmandade‘, spin-off de ‘Duna‘, não será afetada pela greve dos atores, e as filmagens seguirão conforme foram programadas.

Além disso, também foi reportado que outras duas séries da HBO também não serão afetadas pelo ato: ‘Industry‘ e ‘A Casa do Dragão‘.

A greve foi determinada pelo Sindicato de Atores e Federação Americana de Televisão e Rádio (SAG-AFTRA), mas ela não engloba atores do Reino Unido.

Esse grupo de artistas são representados por uma organização separada, a Equity. E, segundo as leis britânicas, estes membros não podem se juntar em solidariedade à greve do SAG-AFTRA.

O elenco de ‘Duna: A Irmandade‘ é formado quase exclusivamente por atores que seguem os parâmetros da Equity – o que viabilidade a continuidade das gravações.

Anteriormente, a Variety divulgou que  Josh Heuston e Edward Davis foram escalados para o ambicioso projeto.

Heuston será Constantine, descrito como o filho ilegítimo do Imperador (Mark Strong); Davis, por sua vez, será Harrow Harkonnen, um “político em ascensão de uma família outrora grandiosa, que tem um forte desejo de levar sua Casa à glória do passado”.

A dupla se junta aos previamente confirmados Mark Strong (‘Shazam!’), Jade Anouka (‘Fronteiras do Universo’) e Chris Mason (‘Broadchurch’).

Strong será o Imperador Javicco Corrino, “um homem de uma grande linhagem de imperadores de guerra que é chamado para governar o Imperium e lidar com uma paz frágil”; Anouka será a Irmã Theodosia, uma “talentosa e ambiciosa acólita na Irmandade que esconde um segredo perigoso sobre seu passado”; por fim, Mason será Keiran Atreides, “um espadachim cuja ambição em honrar o nome da família é colocada em xeque quando ele forma uma aliança inesperada com um membro da família real”.

Emily Watson, Indira Varma (‘Game of Thrones’), Travis Fimmel (‘Vikings’), Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’) também fazem parte do elenco.

Alison Schapker entra como showrunner.

A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.

Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.

Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

‘Infestação’: Terror com aranhas assassinas conquista 95% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 41 críticas publicadas até o momento, ‘Infestação‘ (Vermin), novo terror de aranhas assassinas, alcançou impressionantes 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a direção sólida, a tensão inquietante e o uso inteligente de efeitos práticos e visuais – o filme está sendo descrito como ‘Aracnofobia‘ da nova geração.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Um clássico instantâneo extremamente divertido – este é um filme de animal assassino muito engenhoso, energético e bem-humorado.” (Variety)

“A mistura de aranhas reais e as criadas com CGI resulta em uma história de terror que vai tirar o seu fôlego, arrepiar os pelos de sua nuca e fazer você se contorcer na cadeira.” (Movies and Munchies)

“Não há ideias novas neste assustador terror francês, mas este primeiro longa dirigido por Sébastien Vanicek se desenvolve com tanta vitalidade e propósito que suas deficiências são facilmente perdoáveis.” (The New York Times)

“Esta produção francesa oferece sustos de arrepiar e uma apresentação digna que eleva seu material típico de filme B.” (Deep Focus Review)

“Aracnofóbicos, cuidado: ‘Infestação’ é o melhor filme de terror centrado em aranhas desde ‘Aracnofobia’.” (Paste Magazine)

“O diretor Sébastien Vanicek faz excelente uso de seu espaço e mostra instintos sólidos para os efeitos das criaturas – ele sabe quando ser prático, quando mostrar pouco e quando mostrar muito.” (MaddWolf)

“Sébastien Vanicek consegue deixar as aranhas assustadoras o suficiente para que até mesmo as pessoas que não sentem medo desses animais começarem a tremer. ‘Infestação’ é a ‘Aracnofobia’ dessa geração, e seus comentários políticos contundentes ajudam a elevar sua narrativa.” (THN)

O terror será lançado nos cinemas nacionais em 11 de julho, pela Paris Filmes.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, o jovem Kaleb (Théo Christine), fascinado por animais exóticos, encontra uma aranha venenosa em um bazar e a leva para seu apartamento. Quando a aranha escapa e se reproduz, o prédio é transformado em uma terrível armadilha de teias. Para evitar o contágio, a polícia isola o prédio com os moradores dentro e todos terão de ir atrás da própria sobrevivência.

Sébastien Vaniček, que comandará o próximo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘, é responsável pela direção.

O elenco conta com Théo ChristineFinnegan Oldfield, Jérôme NielSofia LesaffreLisa Nyarko.

Florent Bernard assina o roteiro.

‘Teacup’: Série de terror é CANCELADA após uma temporada

O Peacock cancelou oficialmente ‘Teacup‘, série de terror produzida pelo James Wan (‘Invocação do Mal’), depois de apenas uma temporada.

Estrelada por Scott Speedman (‘Grey’s Anatomy’) e Yvonne Strahovski (‘Dexter’), a produção era baseada no livro Stinger, escrito por Robert McCammon.

A trama gira em torno de um grupo de pessoas em um rancho que deve se lutar para sobreviver a uma ameaça misteriosa.

O seriado alcançou 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Ian McCulloch (“Yellowstone”) atua como showrunner.

O elenco conta com Scott SpeedmanYvonne Strahovski, Chaske SpencerKathy BakerBoris McGiverCaleb DoldenEmilie Bierre e Luciano Leroux.

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SOCORRO!

(Send Help)

 

Elenco:

Rachel McAdams
Dylan O’Brien
Dennis Haysbert

 

Direção: Sam Raimi

Gênero: Terror

Duração: 113 min.

Distribuidora: 20th Century Studios

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 29 de Janeiro de 2026

Sinopse: 

Em SOCORRO!, dois colegas ficam presos em uma ilha deserta após serem os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles precisam superar antigos ressentimentos e trabalhar juntos para sobreviver, mas, no fim, trata-se de uma inquietante batalha de vontades e perspicácia, marcada por humor ácido, para sair com vida.

SOCORRO! tem direção do visionário cineasta Sam Raimi, que desafia os limites do gênero, e é estrelado pela atriz indicada ao Oscar® Rachel McAdams e Dylan O’Brien. O filme é produzido por Raimi e Zainab Azizi, com produção executiva de JJ Hook, roteiro de Damian Shannon & Mark Swift, e música original de Danny Elfman.

Crítica: 

Crítica | Rachel McAdams e Dylan O’Brien lutam pela sobrevivência no insano e divertido thriller ‘Socorro!’

Curiosidades: 

‘Socorro!’: Novo terror de Sam Raimi abre com 91% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

‘Socorro!’: Primeiras impressões do novo TERROR de Sam Raimi são EXTREMAMENTE POSITIVAS; Confira as reações!

‘Socorro!’: Sam Raimi cobre Rachel McAdams e Dylan O’Brien de vômito, sangue e água em novo filme de terror

‘A Empregada’, ‘Hamnet’, ‘Socorro!’, ‘Extermínio’ e os Filmes mais ESPERADOS de Janeiro 2026 nos cinemas!

» Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Kathryn Newton e Lana Condor no novo cartaz de ‘The Devil’s Mouth’, terror de TUBARÃO assassino

O terror ‘The Devil’s Mouth‘, novo filme de tubarão assassino estrelado por Kathryn Newton (‘Casamento Sangrento 2: A Viúva’) e Lana Condor (‘Para Todos os Garotos que Já Amei’), ganhou um novo cartaz.

Na trama, durante uma viagem para a Tailândia, amigos universitários ficam presos em um sistema de cavernas subaquáticas com um tubarão-touro. Logo, velhas tensões e disputas por poder ressurgem enquanto eles lutam para sobreviver.

Confira:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 29 de julho.

O elenco ainda conta com Gavin CasalegnoNico HiragaTommi RoseTayme Thapthimthong.

Jeff Wadlow (‘Verdade ou Desafio’) é responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Aja Gabel (‘The Staircase’) e Myung Joh Wesner (‘Star Wars: Skeleton Crew’), com revisões de Wadlow.

O terror recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA, e poderá ser assistido por menores de idade. A produção foi classificada pelo MPAA por “conteúdo violento, imagens sangrentas, linguagem e material sugestivo”.

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ ganha versão em jogo 8-bit; Assista!

Os amantes dos clássicos videogames vão ter a oportunidade de conferir ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ em uma versão bem nostálgica.

O novo reboot do herói foi repaginado como um jogo 8-bit e é possível conferir as principais cenas do filme no material.

O vídeo foi produzido pelo canal do Yotube BitCine e publicado nesta quinta-feira (13).

Confira:

Crítica | Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme ESPETACULAR que os fãs queriam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar – É o filme do herói que você queria (Nota: 8.0)

Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Celebridades leem mensagens de textos de suas mães em divertido vídeo

Para celebrar o Dia das Mães, o talk show Jimmy Kimmel Live convidou algumas celebridades para lerem mensagens de texto reais, enviadas por suas mães.

O resultado é uma série de mensagens bem honestas e divertidas, que mostram um pouco da dinâmica familiar entre os atores e suas respectivas mamães.

O quadro contou com atores como Anna Faris, Adam Scott e Kristen Bell.

Confira:

‘Capitã Marvel’: Lancheira The “Fonz” que aparece no filme já pode ser adquirida

A lancheira da série ‘Happy Days‘, que traz o personagem Fonzie em destaque, talvez seja uma das referências mais  legais de ‘Capitã Marvel‘.

O produto, que tem uma funcionalidade importante na trama, ganhou uma réplica que já está disponível para ser adquirida.  

A lancheira ainda está no período de pré-venda, por apenas US$ 14,99. Se você tem interesse, pode conferir o produtor aqui.

Confira as imagens:

Escrito e dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, o filme é ambientado nos anos 90.

Carol Danvers (Larson) é uma ex-piloto da aeronáutica que se torna uma das heroínas mais poderosas da galáxia. Ao se juntar à Força Estelar, uma equipe militar Kree, ela retorna à Terra com novas dúvidas sobre seu passado e sua identidade quando o planeta se encontra no centro de um conflito entre dois mundos alienígenas.

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Jude Law, Annette Bening, Lashana Lynch, Clark Gregg, Rune Temte, Gemma Chan, Djimon Hounsou e Lee Pace.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Killing Eve’: Primeiras temporadas ganham resumo em novo vídeo divertido; Assista!

Para promover a proximidade da estreia da 3ª temporada de ‘Killing Eve‘, a BBC America divulgou um vídeo especial resumo as duas primeiras temporadas.

Confira:

A próxima temporada irá estrear no dia 12 de abril.

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada.

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

‘O Método Kominsky’: 3ª e ÚLTIMA temporada da comédia da Netflix ganha várias imagens; Confira!

A 3ª e última temporada da aclamada série de comédia ‘O Método Kominsky‘ estreia apenas no dia 28 de maio, mas a produção ganhou várias imagens oficiais.

As fotos foram compartilhadas pelo astro Michael Douglas, por meio de sua conta oficial do Instagram.

Confira:

Vale lembrar que o veterano ator Alan Arkin não retornará para a última temporada da produção.

Segundo a publicação, fontes próximos afirmaram que Arkin já havia tomado essa decisão há algum tempo atrás. A ausência do seu personagem também será retratada na narrativa.

Arkin interpretou Norman Newlander, melhor amigo a gente de Sandy Kominsky, ator que teve o auge de sua carreira artística ainda na sua juventude e que hoje trabalha com coach de atuação para novos talentos que chegam à Los Angeles com o sonho de uma carreira em Hollywood.

Criada por Chuck Lorre (‘Two and a Half Men‘), a produção acompanha Sandy Kominsky, um ator que anos atrás teve uma breve aventura com o sucesso e agora é um respeitado professor de Hollywood. A produção conquistou dois Globos de Ouro em 2019, nas categorias de Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical e de Melhor Série de Comédia.

Michael Douglas estrela a produção.

O que esperar de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’? James Gunn e elenco respondem!

A aguardada sequência final ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ chega aos cinemas nesta quinta-feira (04), encerrando nas telonas a jornada estelar do grupo de super-heróis mais peculiar do MCU.

E para celebrar o fim dessa saga cinematográfica – que teve início há quase nove anos -, o cineasta James Gunn, o produtor Kevin Feige e parte do elenco principal se reuniram para um bate-papo com a imprensa. Ao longo da coletiva, da qual o CinePOP participou, eles refletiram sobre o momento em que se encontram e como a franquia se destaca dentro do universo de mais de 30 filmes já lançados pela Marvel Studios.

Em clima de despedida, James Gunn revelou o que mais sentirá falta de ‘Guardiões da Galáxia‘. Para ele, é difícil pensar que não escreverá novas histórias para o time de heróis:

“Vou sentir falta dos personagens. Essa é a parte mais triste para mim, pois eu realmente amo esses personagens – todos eles. Acho que há alguns pelos quais tenho um carinho especial, como é o caso do Rocket. Mas sim, essa é a parte mais triste disso tudo. Até porque, eu verei essas pessoas [o elenco] novamente. Todos eles são amigos meus. Mas eu não vou rever os personagens. Não vou mais escrever sobre eles, pelo menos não em um futuro próximo. Então, isso é uma verdadeira tristeza”.

E um dos aspectos mais poderosos da franquia é justamente a versatilidade de seus protagonistas, dentro de um universo completamente diverso e expansivo. Para o produtor Kevin Feige, essa singularidade de Guardiões da Galáxia é o que torna o Volume 3 um importante rito de passagem dentro da Marvel.

“Sabe, nós já tivemos trilogias antes. Na verdade, tivemos várias. E eu estava pensando, ‘por que isso parece ser tão diferente e também uma espécie de rito de passagem?’ E é porque Guardiões realmente foi o primeiro filme completamente fora do molde. Ele se conecta a Thanos e às Joias do Infinito. Mas os Vingadores não estavam presentes nele. E nós não estávamos preparando a próxima aventura de Tony Stark ou do Capitão América. E essa foi realmente nossa tentativa de dizer que não queremos apenas fazer filmes de super-heróis”.

O produtor, e também presidente da Marvel Studios, foi ainda mais além, ponderando sobre como Guardiões da Galáxia é um reflexo da visão criativa da Disney de justamente cruzar fronteiras e quebrar barreiras, indo além dos heróis mais óbvios e naturalmente mais populares.

“Não queremos apenas fazer filmes do Homem de Ferro ou dos Vingadores. E queríamos fazer, como James disse antes, um grande filme espacial. E funcionou de uma forma louca! Funcionou inteiramente por causa de James Gunn. Então, parece que essa trilogia, com James escrevendo e dirigindo todos os três longas, representa algo único dentro do panteão do MCU, do qual tenho muito orgulho”.

O final da trilogia também representa um tempo de amadurecimento, tanto do elenco, bem como dos heróis. Segundo o astro Chris Pratt, intérprete de Peter Quill, o Volume 3 é uma jornada de autodescoberta para o Senhor das Estrelas, que se vê confrontado com seus complexos do passado e com a necessidade de desenvolver sua própria identidade.

“Tem um monólogo incrível que o Bautista faz, que vem da Mantis. Ele diz que o Quill precisa aprender a nadar. Pois ele tem pulado de galho em galho, de mulher em mulher, de relacionamento em relacionamento. E acho que isso é um ótimo retrato da condição humana. […] Ele está perdido. No começo ele estava fugindo da morte de sua mãe, então fingiu ser esse personagem baseado nesses ícones da cultura POP de sua infância, do final dos anos 80. […] Ele é um cara que está constantemente tentando se encontrar. E então ele se acha novamente em seu relacionamento com Gamora. Mas quando isso lhe é tirado, ele verá que nenhuma dessas pessoas em que ele projetou sua personalidade de fato era o seu verdadeiro eu. Ele está perdido, o que o deixa triste”.

O ator Sean Gunn complementou o raciocínio de Pratt e foi ainda mais além, refletindo sobre como a jornada particular de Kraglin desde o primeiro filme se equipara ao seu amadurecimento.

“Sabe, acho que, assim como todos os Guardiões, Kraglin teve que descobrir qual era o seu lugar na família. E uma coisa que realmente me impressiona sobre os filmes é como eu sinto que, de certa forma, a jornada do elenco refletiu também a jornada dos personagens. E no primeiro filme eu me sentia meio deslocado, o irmão do diretor. E Kraglin está meio que na periferia também. Mas no decorrer das sequências, me senti tão em casa com todas essas pessoas, sabe, que me senti totalmente aceito – um genuíno membro do elenco e do grupo. E é isso que acontece com Kraglin ao longo dos filmes. Isso é muito especial e realmente legal de assistir”, disse.

E em se tratando de desenvolvimento, Guardiões da Galáxia Vol. 3 traz novos personagens, que ajudam a ditar o ritmo da trama. Will Poulter faz sua estreia no MCU como Adam Warlock, enquanto Chukwudi Iwuji chega ao universo compartilhado como o odiado vilão Alto Evolucionário.

Para construir seu personagem, Poulter adotou o mesmo paralelo de Sean Gunn, tentando conectar sua experiência como um novato no MCU, com o fato de Warlock estar iniciando sua jornada ao lado dos Guardiões.

“Eu compartilhei com o Adam aquela mesma sensação de tentar descobrir o que estava acontecendo ao meu redor. Como o próprio Sean disse, é realmente interessante quando você encontra um paralelo entre seu personagem e sua própria experiência. É algo no qual você pode se agarrar. Eu era o novo garoto chegando neste set de filmagens, muito parecido com o Adam Warlock, que estava chegando nesse mundo, meio que tentando encontrar seu caminho e lidar com a regras”.

Chukwudi tentou compreender a profundidade de Alto Evolucionário a partir de uma de suas principais características, que é sua conexão com a música clássica.

“Quando o personagem aparece no roteiro, a primeira coisa que está escrita a seu respeito é que ele está ouvindo uma Ópera Espacial. Então, imediatamente eu soube que a música clássica seria uma grande parte dele. Eu ouvi muitas das minhas composições clássicas favoritas, mandei para o pessoal e duas delas até chegaram a entrar no filme. Para mim, muito do processo de descobrir quem era esse cara foi tentar ir além, pensando ‘há algo a mais ali’. Eu pensei: ‘Se ele está ouvindo ópera, dentro de uma ópera espacial – sendo uma espécie de cientista maluco -, só consigo pensar em alguém que não dorme’. Ele é obcecado, precisa ouvir sua música enquanto vagueia pelo seu castelo à noite. E eu me lembrei muito do rei Henrique IV. Ele tem uma ótima citação que diz, ‘pesada é a cabeça que veste a coroa. Quantos dos meus milhares de pobres súditos estão dormindo neste momento?’. E eu mandei isso para o James, como uma observação sobre o personagem”, concluiu.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Crítica Netflix | Camaleões – Benicio Del Toro lidera MORNA Investigação Policial com Justin Timberlake

Cenas de um casal em crise se desenrolam nos primeiros minutos de Camaleões (Reptile), primeiro longa-metragem do estadunidense Grant Singer, conhecido por conduzir videoclipes de celebridades do mundo pop. O diálogo entre o casal não existe, Will Grant (Justin Timberlake) tenta em vão aproximar-se de Summer (Matilda Lutz), mas a frieza, as camas separadas e as ausências mostram que algo não está dentro dos conformes. Ambos são corretores de imóveis e as residências vazias são esconderijos dos segredos e a metáfora do vácuo entre eles até um crime acontecer.

Antes de tornar-se vítima numa investigação policial, Summer encontra uma casca de serpente no domicílio à venda, entre o literal e a metáfora, o roteiro — escrito a seis mãos: Grant Singer, Benjamin Brewer e Benicio Del Toro — coloca em evidência um perigo iminente para a jovem. Como esperado, o “réptil” do título é o suspeito do assassinado. Com 13 facadas, vestígios de sêmen e lesões pelo corpo, o crime parece ser um caso passional, ou seja, realizado por um parceiro sexual. 

Para resolver o mistério e encontrar o culpado, o capitão da polícia de Scarborough Robert Allen (Eric Bogosian), designa o sério detetive Tom Nichols (Benicio Del Toro) e o ajudante Dan Cleary (Ato Essandoh) para a investigação. Aparentemente abalado, Will confessa ter tido brigas com a namorada, ainda casada legalmente com o ex-marido Sam Gifford (Karl Glusman) e, portanto, um dos principais suspeitos. 

Para dar gás à narrativa, Michael Pitt (Os Sonhadores) incorpora um vizinho alucinado, vingativo e traumatizado pela família de Grant. Em uma interpretação exótica, o personagem serve de despistagem e, posteriormente, pontes para a solução dos mistérios. Em um percurso de desenganos, falsas interpretações e mortes por conta da ganância, Camaleões tem uma condução lenta e contemplativa. 

O detetive Nichols é pintado como homem de virtude, apaixonado pela esposa Judy Nichols (Alicia Silverstone) e incapaz de traí-la mesmo quando a oportunidade bate à porta. Já os seus companheiros de profissão apresentam caráter mais duvidoso, seja pelas falas, seja pelas atitudes. De forma bem dualista, o roteiro desenha condutas de mocinhos e vilões. 

Com algumas descobertas fáceis, outras forçadas e pistas bastante chamativas, Grant Singer deseja criar uma trama com a marca de David Fincher, porém acerta nos romances policiais de bancas de jornais. Desse modo, o longa apresentado no TIFF 2023, e distribuído pela Netflix, consegue manter o espectador interessado nas ações do seu protagonista de impecável reputação, porém não apresenta cenas marcantes ou momentos surpreendentes. 

Como uma produção inicial, Camaleões pode ser considerado uma boa tentativa de filmes de gênero, contudo poderia ter uma cena de confronto final melhor trabalhada e um roteiro menos mastigado. Sendo um lançamento Netflix, é possível compará-lo com o insosso suspense tragicômico Sorte de Quem? (2022), de Charlie McDowell, que mesmo com um bom elenco [Jesse Plemons, por exemplo], não consegue empolgar e torna-se uma experiência deletável. 

Apesar da presença de Benicio Del Toro e um apagado Justin Timberlake, Camaleões é um filme básico de detetives envolvidos em traições e reviravoltas dentro de uma pequena atmosfera da classe média suburbana norte-americana.

Uma pena que a talentosa atriz italiana Matilda Lutz — do maravilhoso filme Vingança (2017), de Coralie Fargeat, — tenha apenas segundos de tela. O crime inicial torna-se pano de fundo para dar espaço a uma investigação sobre a conduta nada ilibada da polícia estadunidense e dos seus cidadãos de bens da classe média, os camaleões. 

 

Camaleões estreou mundialmente em setembro no Festival Internacional de Cinema de Toronto – TIFF. No Brasil, o longa estará disponível na Netflix a partir de 29 de setembro de 2023. 

E se ‘The Batman’ se passar nos anos 30? Veja artes incríveis!

O fã John Regan criou algumas artes mostrando como ficaria se a trama de The Batman, novo filme solo do herói dirigido por Matt Reeves, se passasse no ano de 1939. Além do Batmóvel clássico, o fã ainda criou artes para o uniforme e alguns detalhes, utilizando o ator Jake Gyllenhaal no papel principal. Confira:

Recentemente, o diretor Matt Reeves tranquilizou os fãs em seu twitter ao garantir que não abandonará a direção de The Batman, mesmo com os possíveis problemas que a DC está enfrentando atualmente dentro da Warner Bros.

Rumores recentes sobre o polêmico The Batman vindo de uma reportagem no site Revenge of the Fans afirmam que o diretor Matt Reeves e a Warner já ofereceram o papel do herói para o até então cotado Jake Gyllenhaal. Porém, seria necessário uma desistência de Ben Affleck para que o ator pudesse assumir:

De acordo com o site, uma fonte próxima a produção revelou:

“O estúdio está um pouco amargo com Ben, mas ele ainda tem um contrato. Estão todos esperando para ver”

Outros rumores sobre The Batman divulgados pelo Comic Book, indicam que o filme solo do herói não terá conexão com o Universo compartilhado que a DC está construindo.

De acordo com o site, essa mudança daria maior liberdade para o diretor Matt Reeves (Cloverfield) criar um filme singular e diferente, além de planejar escalar um novo ator para o papel do herói. Com isso, Ben Affleck retornaria como Batman em apenas mais um filme, ouEsquadrão Suicida 2 ou emFlashpoint’.

Devemos tratar tudo ainda como rumores. Novas informações oficiais devem sair em breve.

Enquanto isso, durante uma entrevista ao podcast Q&AMatt Reeves contou que já definiu a trama de The Batman, filme solo do herói da DC. Apesar de não entrar em muitos detalhes, o diretor disse que já está trabalhando no rascunho do primeiro tratamento do roteiro, e que a trama já está quase toda definida.

Originalmente, o roteiro estava sendo escrito por Ben Affleck e Geoff Johns, porém, Reeves havia descartado e decidiu começar do zero.

O filme passou por diversas reformulações ao longo dos últimos meses. O filme seria estrelado, dirigido e roteirizado por  Ben Affleck (o texto teria a ajuda de Geoff Johns), mas o ator sentiu o peso do trabalho e decidiu se afastar de algumas funções, seguindo como protagonista (apesar de vários rumores alegarem que ele não viverá o herói no filme).

Especula-se que o projeto possa chegar aos cinemas entre 2019 e 2020.

‘The Batman’: “Quero encontrar uma forma graciosa e legal de sair”, comenta Ben Affleck; Saiba mais!

‘Lizzie’: Kristen Stewart e Chloë Sevigny no trailer do suspense sobre serial killers

thriller psicológico Lizzie, estrelado por Kristen Stewart (‘Personal Shopper’) e Chloë Sevigny (‘American Horror Story’) acabou de ganhar seu primeiro trailer. Confira:

A trama explora os eventos que levaram aos lendários assassinatos da família Borden pela filha, Lizzie Borden, se concentrando no relacionamento de Lizzie (Sevigny) com Bridget Sullivan (Stewart), uma das empregadas da casa de sua família.

O longa estreia em 14 de setembro de 2018, nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.

Dica do fim de semana | CLÁSSICOS de Guillermo Del Toro nos streamings

Consagrado por sua obra repleta de ambientes e personagens sombrios, mas amáveis, Guillermo Del Toro conseguiu deixar sua marca no cinema mundial. Apaixonado por monstros e criaturas bizarras o diretor mexicano é tão autêntico que conseguiu mobilizar uma legião de fãs apaixonados ao redor do planeta. Neste fim de semana de frente fria pelo país, separamos cinco filmaços de Del Toro para você assistir debaixo das cobertas. Confira!

A Forma da Água

Filme que rendeu o tão sonhado Oscar a Guillermo Del Toro, A Forma da Água é um conto de fadas sombrio ao melhor estilo do diretor. A trama acompanha uma jovem zeladora muda que trabalha limpando os porões de uma base militar em meio a guerra. Sua vida vira de cabeça pra baixo quando ela descobre que o exército capturou uma divindade amazônica e a está mantendo em cativeiro na base, apenas esperando a oportunidade para dissecá-la. Assim, a moça começa a se envolver com a criatura e bola um plano para tirá-la de lá antes que seja tarde demais.

Onde assistir: Star+

 

Círculo de Fogo

Apoiado por um dos melhores usos de CGI da década passada, Círculo de Fogo é uma clássica aventura que homenageia as animações e filmes de monstros gigantes japoneses. A história se passa numa realidade distópica, em que uma fossa no meio do oceano esconde um portal interdimensional que libera uma série de monstros gigantes hostis. Porém, a cada nova invasão que acontece, as criaturas passam a vir mais fortes. Como resposta, os governos do mundo decidiram criar robôs gigantes controlados por meio de uma conexão neural entre dois pilotos para enfrentar os monstrões. Só que, após vários anos sem novos ataques, o programa foi desativado. Então, quando as criaturas voltam a aparecer, começa uma busca pelos pilotos restantes para reativar o projeto e mandar os monstros de volta para casa na base da porrada.

Onde assistir: HBO Max

 

Pinóquio

Fazendo sua própria versão da clássica história do boneco de madeira que sonha em ser um menino de verdade, Del Toro encantou o mundo novamente com um conto de fadas ao seu estilo, abordando temas políticos, como o abuso do fascismo, e sentimentos complexos, como o luto. O roteiro é inovador, apesar de abordar um conto já conhecido. A história acompanha Gepetto, que perdeu o filho no contexto da Segunda Guerra Mundial. Então, ele constrói um boneco de madeira que acaba ganhando vida. Com a cidade não aceitando o brinquedo supostamente endemoniado, Pinóquio acaba chamando a atenção de um dono de circo, dando início a uma aventura cheia de bizarrices. Esse filmaço foi premiado com o Oscar de Melhor Animação de 2022.

Onde assistir: Netflix

 

O Labirinto do Fauno

Filme que abriu os olhos do mundo para o talento surreal de Del Toro, O Labirinto do Fauno é uma mistura de fantasia com aventura e terror, que aborda a grande desventura da pequena Ophelia, cuja mãe, grávida, se envolve com um militar racista e sádico, que se importa apenas com a vida do bebê que está no ventre da mulher. Em um contexto de guerra, Ophelia explora a nova casa e seu entorno. Assim, ela encontra um assustador Fauno que conta a ela uma história e tenta convencê-la a retornar para o submundo, de onde ela é supostamente a princesa. E aí, será que ele está falando a verdade?

Onde assistir: Claro TV+

 

Hellboy

Antes dos super-heróis se tornarem essa febre que toma conta dos cinemas, TVs e videogames, Del Toro conseguiu emplacar seu próprio clássico dessa temática ao adaptar o anti-herói sobrenatural da Dark Horse. Hellboy acompanha a história de um bebê demônio que foi capturado ao fim da Segunda Guerra Mundial e cresceu na Terra sob tutela de um professor especializado no paranormal. Várias décadas depois, ele cresce e se torna um agente da subdivisão paranormal secreta do FBI, lutando contra criaturas de outro mundo. Sua missão da vez é deter os terríveis Rasputin e Behemot. Puro suco de filme de quadrinhos dos anos 2000.

Onde assistir: HBO Max

10 Filmes e Séries Para Entender o Enredo Campeão do Carnaval do Rio 2023

É findo o Carnaval 2023. Após dois anos de muita espera pela verdadeira retomada da folia, a festa foi grande, e os desfiles na Marquês de Sapucaí entregaram o deslumbre que se esperava depois de tanto tempo longe. Com o enredo inspirado nos cordéis ‘A Chegada de Lampião no Inferno’ e ‘O Grande Debate que Teve Lampião com São Pedro’, de José Pacheco, o carnavalesco Leandro Vieira levou a cultura nordestina do Cordel e a história de Lampião para a avenida. Para quem ficou curioso em conhecer mais desse universo, separamos aqui 10 filmes e séries para você se aprofundar mais no tema. Confira!

10 – ‘O Shaolin do Sertão’ – Netflix

Edmilson Filho já se tornou um grande representante do humor e do Nordeste. O longa conta a história de um rapaz que, no sertão dos anos 1980, é obcecado por filmes de artes marciais.

9 – ‘Cinema, Aspirinas e Urubus’ – Reserva Imovision

Sertão, 1942. Conta a história de dois homens de mundos diferentes que acabam se encontrando no meio da caatinga: um alemão vindo da guerra e vendedor de aspirinas e um homem humilde morador local.

8 – ‘A Luneta do Tempo’ – Canal Brasil

Com o próprio Alceu Valença no elenco, o longa conta a história de Lampião e Maria Bonita pelo interior de Pernambuco enquanto enfrentam a polícia local.

7 – ‘O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro’ – Globoplay

O longa, de 1969, conta a história de Antônio das Mortes, um antigo matador de cangaceiros contratado por um coronel para matar um beato agitador. Com Othon Bastos e Odete Lara no elenco.

6 – ‘Deus e o Diabo na Terra do Sol’ – Globoplay

Um dos maiores clássicos do cinema brasileiro. Passado no sertão, conta a história de um vaqueiro que se revolta contra a exploração de um coronel e acidentalmente acaba matando-o, sendo, então, perseguido posteriormente. O filme foi recentemente remasterizado em 4K.

5 – ‘Entre Irmãs’ – Globoplay

Filme que foi exibido no formato de série na tv aberta. Conta a história de duas irmãs que vivem no interior de Pernambuco cujas vidas mudam por completo quando o bando do cangaceiro Carcará passa pela casa delas, separando-as.

4 – ‘O Cangaceiro do Futuro’ – Netflix

Atualizando o tema do cangaço, Edmilson Filho estrela esta série de comédia em que interpreta um homem que, depois de bater a cabeça, volta a 1927 e descobre que é um cangaceiro procurado pelas redondezas.

3 – ‘Bacurau’ – Globoplay

Grande queridinho do público, o filme de 2019 atualiza o tema do cangaço e do sertão trazendo-o para o tempo contemporâneo, mas sem esquecer suas raízes: em determinado ponto os personagens visitam o museu do cangaço.

2 – ‘Vidas Secas’ – Globoplay

Um dos maiores clássicos da literatura brasileira eventualmente se transformou em filme, e também se tornou um dos maiores clássicos do cinema nacional. O filme, de Nelson Pereira dos Santos, foi gravado em preto e branco e completa sessenta anos este ano. O cachorro Baleia, que é da história, apareceu na comissão de frente da Imperatriz Leopoldinense.

1 – ‘O Auto da Compadecida’ – Globoplay

O filme, lançado quase na mesma época do último título da Imperatriz Leopoldinense, é um clássico do escritor Ariano Suassuna e principal representante do movimento Armorial. Esta comédia é estrelada brilhantemente por Selton Mello e Matheus Nachtergaele – que desfilou na escola campeã este ano.

‘Vingadores: Ultimato’: Joia do Infinito e Xandar podem ser a chave para derrotar Thanos

Dentre as seis Joias do Infinito, apenas uma Thanos adquiriu fora das telas. Antes dos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, o personagem devastou o planeta alienígena de Xandar para capturar a Joia do Poder.

Partindo dessa ideia, um dos fãs da franquia acredita não apenas que essa cena irá aparecer em ‘Ultimato’, como também será de suma importância para os heróis derrotarem o Titã de uma vez por todas.

Originalmente compartilhado pelo usuário w2amit, a teoria acredita que os estúdios Marvel resolveram mudar a cor de seu logo original ao buscar referências da própria Joia do Poder. E com a teoria significando que essa pedra será a ruína de Thanos, é possível que os Vingadores remanescentes tenham que voltar no passado para reaver o objeto.

A Joia em questão apareceu pela primeira vez em ‘Guardiões da Galáxia’, e então foi transferido para as mãos da Nova Corps em Xandar, no final do longa. E pensando na cronologia do cânone Marvel, o primeiro filme da franquia se passou mais ou menos em 2014. Sabemos que Thanos aguardou até a morte de Odin (Anthony Hopkins) para começar a coletar as Joias do Infinito – e então chegamos em 2017.

Isso dá aos Vingadores uma janela considerável para voltar no tempo, ao momento em que sabem que a pedra foi roubada. Claro, depois de chegarem a Xandar, a história não passa de novas especulações. E já que não sabemos absolutamente nada de certeiro sobre o plot, qualquer coisa é possível.

Dirigido por JoeAnthony Russo, o longa trará Robert Downey Jr.Chris HemsworthMark RuffaloChris EvansScarlett JohanssonDon CheadleTom HollandChadwick Boseman e inúmeros outros nomes familiares de volta às telonas, além de introduzir Brie LarsonPaul Rudd como Capitã Marvel e Homem-Formiga, respectivamente, na equipe.

Vingadores: Ultimato estreia no dia 25 de abril de 2019.

Crítica | American Horror Story – 09×02: Mr. Jingles

Na semana passada, American Horror Story voltou para sua nona e promissora temporada, prometendo resgatar os bizarros e propositalmente chocantes elementos que transformaram a antologia em um clássico instantâneo. E, ainda que o primeiro episódio tenha se discorrido entre altos e baixos, conseguiu refletir o comprometimento de Ryan Murphy e Brad Falchuk em recuperar um brilho narrativo outrora perdido – eventualmente satisfazendo aquilo pelo que todos clamavam há alguns anos. Agora, com a exibição do segundo capítulo, percebemos que a subtitulada ‘1984’ tem um imenso potencial se transformar em uma das melhores (senão a melhor) das iterações dessa série, mesmo que os conhecidos nomes desse panteão sobrenatural não tenham marcado presença.

Se ‘Camp Redwood’ serviu como um interessante, porém comedido prólogo para essa sinistra aventura, ‘Mr. Jingles’ mergulha num frenético ritmo que não se acua em nenhum momento – transformando os pouco mais de 40 minutos em um show de horrores drenado diretamente de qualquer filme slasher que você consiga pensar. Como se não bastasse, o diretor John J. Gray imprime uma identidade ao mesmo tempo familiar e inédita para as obrigatórias afetações cênicas tão característica da sombria mente de Murphy, contribuindo para que nenhuma das cenas represente um excesso estético ou perturbador, mas contribua para que compreendamos o tenso pano de fundo que fica mais crível e mais mortal.

Seguindo os passos da iteração predecessora, o novo episódio também se inicia com um prólogo, desta vez delineando a primeira vítima do serial killer que empresta seu nome ao título (interpretado pelo irreconhecível John Carroll Lynch em mais um de seus icônicos papéis). Já por aqui, temos noção de sua perturbada mentalidade e da perturbada personalidade que o fez cometer crimes hediondos, como realizar um massacre no acampamento Redwood antes de ser internado num manicômio; agora, ele está solto e retorna para o suposto porto-seguro em busca de vingança, provavelmente para terminar o trabalho não finalizado com a calculista e religiosa Margaret Booth (Leslie Grossman).

Entretanto, não é o conhecido caminho sanguinolento trilhado pelo antagonista que nos chama a atenção, e sim que ele tem completa ciência do que faz e do porquê faz. Diferente de Michael Myers ou Jason Vorhees, Mr. Jingles, cujo inocente e quase cômico apelido serve apenas para reafirmar sua cruel existência no mundo, transcende nossas expectativas com diálogos irônicos que não só tangenciam, mas invade o escopo de um sarcasmo psicótico que não vai parar por nada. E, conforme a trama se torna mais intrincada, percebemos que ele pode ter uma backstory mais complicada do que imaginaríamos.

Porém, o grupo de jovens que ofereceu seus serviços como monitores daquele verão não tem apenas ele com quem se preocupar: um outro “incompreendido” assassino está à solta, dessa vez atendendo pelo nome de Richard Ramirez (Zach Villa), que consegue de alguma forma inexplicável rastrear sua vítima Brooke (Emma Roberts) e fazê-la reviver seu pesadelo mais uma vez. Todavia – e aqui jaz a primeira virada do roteiro -, Richard cruza caminho com Margaret e demonstra um lado vulnerável, enquanto a supervisora do acampamento delineia uma gritante e problemática índole que deve ser principal tema das semanas seguintes.

Murphy e Falchuk cedem o lugar de roteiristas para o conhecido colaborador Tim Minear, que também não pensa duas vezes antes de nos engolfar em um constante bombardeio de reviravoltas. Em uma análise individual – ou seja, nos contentando com a análise do episódio em si -, Minear brinca de forma sagaz com o que lhe é entregue e também com toda sua bagagem das famosas produções de época que até hoje servem de referência para artistas contemporâneos. De modo convincente, ele adiciona uma camada literalmente fantasmagórica ao permitir que as vítimas de Jingles voltassem à vida em busca de fechar suas pendências; afinal, se pensarmos de uma perspectiva espiritualista, seu tempo no mundo terreno chegou ao fim de forma abrupta e os deixou vagando sem rumo por aí, presos em um eterno presente (como os personagens de Hotel).

Para além disso, o roteiro também aproveita certas nuances para premeditar outros twists – ainda não confirmados, é claro, mas tomados por um foreshadowing chocante. Ao que tudo indica, Margaret, além de ter sido a única sobrevivente das ações condenáveis do serial killer, pode estar escondendo segredos que revelem suas reais intenções em reabrir Redwood – e que podem estar mascaradas por sua performance como a perfeita católica.

Se Grossman rouba a atenção, ela não está sozinha: Billie Lourd aparenta ter se livrado completamente de suas amarras anteriores, que a restringiam a atuações blasé e sem qualquer desenvolvimento catártico, para se render à tragicômica Montana Duke. Roberts, apesar de ofuscada em seu crescente vitimismo que de certa forma nos relembra Sarah Paulson em Cult, aproveita o espaço para oferecer relances explicativos sobre seu arco traumático e obscuro, por assim dizer.

American Horror Story: 1984’ voltou a nos conquistar mais uma vez em uma deliciosa e inteligente narrativa que, assim como sua temporada de estreia, se vale de saudosismos clássicos sem se respaldar por completo na nostalgia pura. É certo dizer que talvez Minear tenha abusado demais de um ritmo incontrolável, roubando dinamismo dos próximos capítulos; mas teremos que esperar para ver – e o futuro do show parece mais radiante do que nunca.

‘La Casa de Papel’: 4ª temporada ganha cartaz oficial; Confira!

Netflix divulgou um novo cartaz oficial da 4ª temporada de La Casa de Papel.

Confira:

A próxima temporada será lançada na plataforma no dia 03 de abril de 2020.

Assista:

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Criada por Álex Pina, a série inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.

O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

‘Club Future Nostalgia’: Álbum remix de Dua Lipa será lançado no final de agosto

Depois de anunciar que “Levitating” ganharia um remix ao lado das lendárias cantoras e compositoras MadonnaMissy ElliottDua Lipa revelou que seu aclamado álbum de Future Nostalgia seria relançado com diversas colaborações.

Intitulado ‘Club Future Nostalgia, a reedição já tem colaborações confirmadas de Gwen StefaniMark Ronson. Com estreia marcada para o dia 21 de agosto, boatos indicam que nomes como Kylie MinogueZara Larsson, Ed Sheeran e Charli XCX também participarão do projeto.

Além disso, rumores afirmam que o novo álbum terá quatro novas faixas: “Never Ending”“Love Me Better”“Disco Goes On”“If It Ain’t Me”.

O álbum original, foi lançado em 27 de março, tornou-se um dos mais bem recebidos do ano, conquistando a pontuação 88/100 no agregador de reviews Metacritic.

Future Nostalgiaé composto por 11 faixas e também inclui as músicas promocionais “Physical”“Don’t Start Now”.

Crítica | ‘Future Nostalgia’ é um álbum impecável e viciante do começo ao fim

Dua Lipa ganhou fama em 2017 com o lançamento de seu CD homônimo – que rendeu-lhe o Grammy de Artista Revelação dois anos mais tarde.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Gal Gadot estampa novo pôster belíssimo da sequência; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo e belo pôster de ‘Mulher-Maravilha 1984‘, estampando Gal Gadot como a heroína.

Lembrando que o longa estreia hoje (17) nos cinemas nacionais.

Confira:

Sucesso entre os críticos, o filme abriu com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com 63 críticas publicadas, o filme recebeu 56 reviews positivas e 7 negativas. A nota média do filme está em 7.4/10.

Confira nossa crítica em vídeo e as principais críticas do Rotten Tomatoes:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Mulher-Maravilha 1984 são três filmes em um … E são apenas os dois primeiros que realmente nos levam a algum lugar maravilhoso.” – Alex Abad-Santos | Vox

“A sátira social perversamente pungente do filme deve ocasionalmente dar um passo para os super-heróis, é claro. E embora a nova edição de Gadot e Jenkins proporcione as esperadas emoções e empolgação, esta sequência compartilha a falha significativa de seu antecessor.” – Alonso Duralde | TheWrap

“Se Mulher-Maravilha 1984 não consegue atingir as alturas do primeiro filme, ainda assim ele voa lindamente quando é mais importante.” – Angie Han | Mashable

Gal Gadot retorna como a princesa amazona com as pulseiras à prova de balas, apresenta um casal de inimigos dignos e traz um filme muito divertido, mesmo que seja extremamente agitado e quase esgote suas energias com pesadas duas horas e meia.” Brian Truitt | EUA Today

“Uma aventura vibrante e virtuosa repleta de todo o coração e heroísmo que esperamos da luz brilhante da DC. Mulher Maravilha 1984 é realmente a heroína que 2020 precisava o tempo todo.” – Ben Travis | Empire Magazine

Mulher-Maravilha 1984 realmente brilha como uma dose bem-vinda de escapismo perfeito e dourado.” – Laura Griffiths | Starburst

“Todos nós esperamos por Gadot e valeu a pena. Um blockbuster muito necessário cheio de humor, espetáculo e otimismo.” – Jamie Graham | TotalFilm

“A história da Mulher Maravilha em 2020 pode ser edificante e inspiradora, mas este filme não é nada disso.” Seanan McGuire | Polígono

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘O Legado de Júpiter’: Nova série da Netflix é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

A vindoura série ‘O Legado de Júpiter‘ estreou ontem (07) no catálogo da Netflix e, ao que tudo indica, falhou em todos os aspectos e não cumpriu com as expectativas prometidas.

No Rotten Tomatoes, a primeira temporada amargou apenas 20% de aprovação, com nota 4.6/10 baseada em 5 reviews (até o momento).

Confira as principais críticas abaixo:

O Legado de Júpiter é diferente o bastante das produções mainstream de super-heróis da Disney e da Warner Bros. – mas o motivo é uma escolha tonal que é arrastada para três direções distintas” – ComicBook.com.

“Procurando por dinâmicas familiares disfuncionais? ‘The Umbrella Academy’ é mais divertido. Gosta de flashbacks que exploram traumas geracionais? ‘Watchmen’ é muito mais inteligente” – Digital Spy.

“No mínimo, O Legado de Júpiter tem atuações admiráveis e figurinos excepcionais. A primeira temporada tem duas histórias e apenas finaliza uma delas. Ao menos uma delas vale muito a pena assistir” – WhatToWatch.

“Com uma narrativa clichê que já vimos inúmeras vezes, [a série] parece ter sido lançada alguns anos tarde demais” – We Have a Hulk.

“O primeiro volume de O Legado de Júpiter parece um prólogo de uma série muito melhor” – ComicBookMovie.com.

A série é dirigida por Steven S. DeKnight (‘Demolidor’) e Brian e Mark Gunn.

“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

A trama será estrelada por Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).