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Música-tema de ‘Batman’ de Adam West recebe releitura em versão metal; Ouça!

A icônica abertura da série ‘Batman’, estrelada pelo já saudoso Adam West, passou por uma releitura, na versão metal.

O canal do Youtube 331 Erock, popular por transformar canções em pesados riffs de guitarra, prestou a homenagem ao ator, falecido no último dia 09.

Confira:

‘Meninas Malvadas’: Musical ganha novas imagens; Confira!

O musical de ‘Meninas Malvadas‘ estrou no último domingo (08), na Broadway, e novas imagens foram divulgadas.

Confira:

 

‘Batwoman’: Atriz da antiga série ‘Birds of Prey’ será vilã em nova série da The CW

A série da heroína ‘Batwoman’ é uma das produções mais aguardadas da emissora The CW e a principal vilã da produção foi escalada.

Segundo o Deadline, Rachel Skarsten foi contratada para viver a vilã Alice. A atriz não é novata no Universo DC e chegou a estrelar a série ‘Birds of Prey‘ nos anos 2000, no papel de Canário Negro. A produção não conquistou o público e teve apenas uma temporada.

 

O crossover ‘Arrowverse’ de 2018, intitulado ‘Elsewords’, introduziu aos fãs novas versões dos nossos amados personagens, apresentando seu novo carro-chefe do universo compartilhado, Kate Kane (Ruby Rose), também conhecida como Batwoman.

Após o sucesso de sua aparição, a série solo da heroína seguiu adiante com sua produção, com as gravações agendadas para março, sob a supervisão do diretor David Nutter, de ‘Game of Thrones’.

O elenco é formado por Rose, Meagan Tandy, Camrus Johnson, Nicole Kang e outros.

Ainda não há data prevista para o lançamento da série.

‘O Jardim Secreto’: Estreia do remake é adiada no Reino Unido, em virtude do coronavírus

O remake de ‘O Jardim Secreto‘ (The Secret Garden), baseado no livro de Frances Hodgson Burnett, teve sua estreia adiada no Reino Unido.

Segundo o portal Deadline, a produção não mais chegará aos cinemas britânicos no dia 03 de abril. Em virtude da pandemia do coronavírus, a Studiocanal decidiu adiar o lançamento do longa para o dia 14 de agosto de 2020.

Em um comunicado oficial, o estúdio explicou o motivo de sua decisão:

“Como um filme que certamente é atraente para o público familiar e para uma audiência mais velha, o estúdio decidiu mudar a sua estreia de um período potencialmente de alto risco, em virtude da situação do coronavírus, que continua a crescer”.

No Brasil, a estreia ainda permanece agendada para o dia 16 de abril.

Confira o trailer oficial:

Do produtor de ‘As Aventuras de Paddington‘, ‘Harry Potter‘ e ‘Animais Fantásticos‘, e do visionário e premiado diretor vencedor do prêmio BAFTA, Marc Munden, vem essa vívida adaptação de uma das histórias infantis mais duradouras já contadas – uma aventura encantadora e atemporal que celebra a amizade, a natureza e o poder ilimitado da imaginação infantil.

Quando a órfã de 10 anos Mary Lennox é enviada da Índia para morar com seu tio Archibald (Colin Firth) e sua rigorosa governanta, Sra. Medlock (Julie Walters), em uma misteriosa mansão em Yorkshire, ela se sente mais sozinha do que nunca. Mas sua curiosidade e determinação a levam a desobedecer aos adultos e explorar a casa proibida. Enquanto percorre os terrenos da mansão, ela descobre um jardim encantado e sem limites, escondido há anos e reflete sua imaginação sem limites. Com o garoto local Dickon, seu primo doente Colin, e um cão fofo e brincalhão, ela abraça esse mundo de maravilhas e desvenda segredos do passado, revelando uma nova vida de esperança e amizade.

Em 2013, Guillermo del Toro também anunciou que iria produzir uma nova versão para a Universal Pictures, mas o projeto não avançou.

O livro já foi adaptado aos cinemas várias, sendo a mais conhecida a versão de 1993, dirigida por Agnieszka Holland.

Confira as estreias desta semana na Netflix

Mais uma semana de fevereiro se inicia e os cinéfilos assinantes da Netflix podem comemorar, pois mais de 15 títulos chegam à grade de programação ao longo dos próximos dias.

E entre as principais estreias estão a Saga ‘Crepúsculo‘, que já teve o seu lançamento completo na grade de programação nesta segunda-feira (15), além dos aclamados cults ‘A Garota Dinamarquesa‘ e Scarface‘.

Nesta semana, os fãs também poderão conferir a estreia da nova comédia dramática ‘Eu me Importo‘, estrelada por Rosamund Pike. O longa teve sua estreia no Festival de Toronto 2020 e conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira a agenda completa de estreias:

15/02

Pit Stop
O chefe de uma equipe da NASCAR tem dificuldade em lidar com os jovens trazidos para modernizar o time. Estrelado por Kevin James.

Crepúsculo
Depois de se mudar para a casa do pai, Bella Swan (Kristen Stewart) começa a estudar na nova escola, onde conhece Edward (Robert Pattinson), um rapaz misterioso que é na verdade um vampiro de 108 anos.

A Saga Crepúsculo – Eclipse
Enquanto é perseguida por uma vampira com sede de vingança, Bella tenta equilibrar seu amor pelo vampiro Edward e sua crescente atração pelo lobisomem Jacob (Taylor Lautner).

A Saga Crepúsculo – Lua Nova
Bella Swan sofre com a partida de seu amor vampiro, Edward Cullen, mas encontra conforto na amizade com Jacob Black, um lobisomem.

A Saga Crepúsculo – Amanhecer – Parte 1
A vida de recém-casados de Bella e Edward não sai como o esperado em meio a reviravoltas causadas por uma grande surpresa.

A Saga Crepúsculo – Amanhecer – Parte 2
No capítulo final da saga, o nascimento da filha de Bella e Edward provoca um confronto com os Volturi que pode mudar a vida deles para sempre.

16/02

A Garota Dinamarquesa
Na Dinamarca da década de 1920, um casal de artistas vive uma história de amor incondicional. Drama inspirado na vida da pioneira trans Lili Elbe (Eddie Redmayne).

Dragão Vermelho
À caça de um novo assassino em série conhecido como “Fada do Dente”, o ex-agente do FBI Will Graham (Edward Norton) é forçado a confrontar seu velho inimigo Hannibal Lecter (Anthony Hopkins).

O virgem de 40 anos
Aos 40 anos, existe uma coisa que Andy ainda não fez e isso está incomodando seus colegas de trabalho obcecados por sexo, que decidem ajudá-lo nesse quesito.

Scarface
Neste clássico de Brian De Palma, Al Pacino é Tony Montana, um chefe do tráfico cujos inimigos e ego crescem na mesma proporção de seu império.

De Volta para o Futuro
Marty McFly viaja acidentalmente ao passado. Agora, ele precisará bancar o cupido e fazer os pais se apaixonarem para não deixar de existir.

Você Radical – Safári
Nesse especial interativo, a cerca de proteção de um santuário de animais na África do Sul fica sem energia e só Bear Grylls pode resolver a situação.

A grande aventura de Barney: O Filme
Cody e Abby visitam a fazenda de seus avós com sua amiga Marcella e ficam surpresos quando o dinossauro Barney aparece com suas músicas e diversões.

17/02

Por Trás de Seus Olhos
Uma mãe solo tem um caso com o chefe, faz amizade com a esposa dele e acaba entrando em um jogo perigoso. Steve Lightfoot, de Justiceiro, e Angela La Manna, de Hannibal, escrevem o roteiro enquanto Suzanne Mackie, Andy Harries e Jessica Burdett estão na produção executiva pela Left Bank, responsável por The Crown.

18/02

Assim Falava Kishibe Rohan
Um famoso criador de mangás se envolve em eventos paranormais enquanto viaja pelo mundo para se inspirar.

19/02

Tribes of Europa
Em 2074, três irmãos lutam para mudar o destino da Europa depois que uma catástrofe global divide o continente em microestados que disputam o poder.

Eu Me Importo
Uma cuidadora profissional de idosos descobre que um dos clientes não é quem parece ser. Com Rosamund Pike, Peter Dinklage, Dianne Wiest, Chris Messina e Eiza González.

20/02

Amigos de Escola
Com as histórias interligadas de quatro colegas de escola que passam por dificuldades pessoais, o filme apresenta os dramas dos homens de meia-idade.

Missão: Impossível – Efeito Fallout
Por causa de uma missão que deu errado, Ethan Hunt e sua equipe precisam trabalhar com a CIA para salvar o mundo da destruição nuclear. Um filme de Christopher McQuarrie com Tom Cruise, Henry Cavill, Rebecca Ferguson, Sean Harris.

‘jeen-yuhs’: Ato 1 da trilogia documental de Kanye West estreia na Netflix

O primeiro ato da trilogia documental de Kanye West, intitulada ‘jeen-yuhs‘, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quarta-feira (16) na grade de programação.

No documentário, as vidas de uma estrela emergente e de um cineasta se entrelaçam neste intenso e íntimo relato dividido em três partes, sobre a carreira de uma das figuras mais polêmicas e icônicas da indústria do entretenimento.

Regado por uma série de vídeos inéditos, a trilogia celebra a trajetória de sucesso de Ye, relembra suas batalhas e mostra brevemente como um criador de batidas se tornou um dos artistas mais visionários e controversos da contemporaneidade.

Crítica | jeen-yuhs: Documentário da Netflix sobre Kanye West é uma poderosa epifania sobre um dos maiores ícones da música

O documentário foi produzido e gravado ao longo de 20 anos e teve sua premiere mundial no Festival de Sundance 2022.

Assista ao trailer:

Os demais atos serão lançados nas próximas duas semanas.

Coodie & Chike assinam a direção da trilogia.

Do melhor ao Pior: Impressões sobre os Indicados a Melhor Filme no Oscar 2019

Listas de Melhores Filmes sempre geram discussões afloradas, porque cada obra toca o espectador de formas diferentes. Apesar da gente avaliar aspectos práticos como técnica de filmagem, produção, roteiro, atuação, montagem, etc, são os aspectos subjetivos que marcam o nosso julgamento.

Tendo isso em mente, após ver todas as obras indicadas à categoria de Melhor filme do Oscar 2019, segue uma lista de preferências pessoais e considerações. O objetivo é você fazer as mesmas reflexões sobre a seleção dos membros da Academia de Hollywood.

1 – Roma, de Alfonso Cuarón

Disparado é o melhor filme esteticamente e conceitualmente. Todas as cenas são simbólicas e a comunicação de sua mensagem é catártica com o público. Sob a perspectiva do diretor, as relações apresentadas se chocam, se ferem e se curam.

2 – Nasce Uma Estrela, de Bradley Cooper

As escolhas de cada composição de cena marcam sua característica sensorial. É raro ver uma obra que transmite o apaixonamento e a frustração de forma tão envolvente. Além disso, é impossível parar de ouvir ‘Shallow’.

3 – A Favorita, de Yorgos Lanthimos

Quando eu assisti a O Lagosta, eu me apaixonei pela criação de uma distopia para os nossos velados abusos sociais. Depois vi O Sacrifício do Cervo Sagrado como uma maquinação e distorção da mente humana, mais uma vez com aquela pitada de irracionalidade do diretor. A Favorita desce nesta escalada insensata, mas permanece no patamar inalcançável da mente do cineasta. As composições artísticas, as atuações e os jogos de personagens do roteiro, além dos sentimentos ruminantes constituem uma obra exclamativa.

4 – Pantera Negra, de Ryan Coogler  

Como um filme de super-herói chegou até aqui? Quando uma produção abrange questões políticas, sociais, tecnológicas e ainda exalta a cultura africana e seus milhões de descendentes pelo mundo com personagens carismáticos, espetáculo visual e um discurso popular e pragmático sobre preconceito, ela merece estar entre os melhores do ano.

5 – Infiltrado na Klan, de Spike Lee

Que atuações (principalmente de John David Washington), que crítica cômica, que roteiro escandaloso! De tão bem desenvolvida, a narrativa afrontosa nos indigna e revolta, mas Spike Lee oferece uma dose de catarse antes de mostrar que a ficção ultrajante é uma realidade doentia.

6 – Bohemian Rhapsody, de Bryan Singer

Eu adoro cinebiografias musicais, mas por que essa especificamente é tão querida? Acredito que é mais pela banda e a figura incomensurável de Freddie Mercury que a obra em si. Quando Clint Eastwood realizou Jersey Boys: Em Busca da Música (2014), sobre o Four Season e Frankie Valli, eu jurava que o veria no Oscar, mas foi completamente esnobado. Amo a cena do show no Rio de Janeiro mesclada com a discussão entre Freddie e Mary, fora isso apenas as histórias das composições chama a minha atenção.

7 – Green Book, de Peter Farrelly

É um filme de muitas aspas. Com roteiro do filho do motorista italiano, condutor do músico negro Don Shirley na década de 60, o road movie reflete a sociedade como benevolente e ressarcida na aceitação dos “diferentes”, sendo o branco “protetor” o destaque de uma história que evidentemente pertencia ao pianista negro e a sua resiliência. A perspectiva cênica acaba por reforçar uma imagem de resignação com a sugestão de uma “amizade” canhestra.

8 – Vice, de Adam McKay

Apesar de ser do mesmo diretor, este filme não é como o dinâmico A Grande Aposta (2015). Sua narrativa exagerada a cada passo de Dick Cheney é maçante, tanto que os acontecimentos mais importantes da história moderna dos EUA tornam-se cansativos. Assim como os filmes O Destino de Uma Nação (2017) e Lincoln (2012), esta é a obra histórica-política que tem que entrar na cota do Oscar todos os anos.

As Viúvas

(Widows)

 

Elenco:

Elizabeth Debicki

Daniel Kaluuya

Liam Neeson

Jon Bernthal

Colin Farrell

Carrie Coon

Michelle Rodriguez

Viola Davis

Direção: Steve McQueen

Gênero: DramaSuspense

Duração: 115 min.

Distribuidora: 20th Century Fox

Orçamento: 60 milhões

Estreia: 29 de Novembro de 2018

Sinopse:

De Steve McQueen, vencedor do Oscar® (’12 Anos de Escravidão’), e do autor do best-seller e co-roteirista Gillian Flynn (‘Garota Exemplar’), vem um thriller moderno, com cenário em crime, paixão e corrupção: ‘As Viúvas‘. É a história de quatro mulheres sem nada em comum, exceto uma dívida deixada pelas atividades criminosas de seus maridos mortos. Situada na contemporânea Chicago, em meio a um tumulto, as tensões aumentam quando Veronica (vencedora do Oscar®, Viola Davis), Alice (Elizabeth Debicki), Linda (Michelle Rodriguez) e Belle (Cynthia Erivo) assumem o destino em suas próprias mãos e conspiram para forjar um futuro em seus próprios termos.

Crítica | As Viúvas – Mulheres unidas e homens detestáveis (Nota: 9.0)

Curiosidades:

» Baseado na série britânica homônima, o suspense criminal tem roteiro da autora de ‘Garota Exemplar’, Gillian Flynn;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

‘Orange is the New Black’: Sexta temporada ganha cartazes individuais; Vem ver!

A Netflix anunciou que a 6ª temporada de ‘Orange is the New Black’ estreia em 27 de julho, além disso, a série ganhou um novo trailer. Confira, junto com os cartazes individuais das personagens:

As cinco temporadas anteriores estão disponíveis no catálogo do streaming.

 

Crítica com Spoilers | ‘The Boys – Herogasm’ subverte sua ‘subversão padrão’

[ANTES DE COMEÇAR A CRÍTICA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o sexto episódio da terceira temporada de The Boys, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Conhecida por sua visão subversiva dos super-heróis, The Boys trouxe um dos melhores episódios, se não o melhor, de suas três temporadas até aqui. O tão aguardado Herogasm, que contou com uma publicidade massiva tanto da produção quantos dos fãs, teoricamente teria apenas que adaptar uma super-suruba para as telas que já teria agradado aos fãs das baixarias, mas vai além ao manter seu padrão de críticas sociais certeiras e de abrir mão do seu estilo e abraçar um pouco do frenesi dos Supers na nossa sociedade. Como assim? A missão da série é subverter as expectativas dos fãs quanto aos heróis, mas ao trazer o clímax desse episódio, eles abraçaram o clichês desse tipo de produção e fizeram um dos embates mais empolgantes dos últimos tempos. Essa “subversão de sua própria subversão” poderia ter sido desastrosa? Poderia. No entanto, a forma como fizeram foi tão bem encaixada que dificilmente alguém não se envolveu no embate entre Billy, Soldier Boy e Hughie contra o Capitão Pátria.

Mas antes de falar da porradaria final, o episódio já começa com uma crítica a uma das ações mais toscas que o mundo viu recentemente. Lá no comecinho da pandemia, a Gal Gadot parou para refletir sobre a vida e chamou uns amigos famosos para cantarem Imagine por um mundo melhor. Como isso melhorou o mundo ninguém sabe, mas é claro que The Boys não ia perder a oportunidade de zoar a falta de bom senso das celebridades e reuniu um monte de famosos, Supers ou não, para cantarem a música em prol da paz após o atentado feito pelo Soldier Boy no episódio anterior. O interessante é que essa foi a sátira mais escrachada acerca da pandemia, mas o episódio faz uma outra um pouco mais sutil. Quando o Capitão Pátria surta durante a entrevista, na qual a repórter pergunta o que os Supers estão fazendo para conter a ameaça que está mantendo as pessoas em casa – no caso, o Soldier Boy -, o Pátria, completamente ignorante, repete o mantra que todo governo imbecil do mundo adotou nos meses de pandemia: “Saiam de casa, é seguro lá fora”, mesmo que várias pessoas estivessem morrendo e fosse de conhecimento público.

Essa críticas tão recentes e certeiras passam longe da coincidência, afinal a temporada foi gravada durante a pandemia.

Não à toa, todo o arco envolvendo o Trem-Bala e o Blue Hawk é baseado no assassinato covarde de George Floyd e a repercussão do movimento Black Lives Matter. E por esse contexto, a temporada parece trabalhar em uma redenção para o velocista. Depois de agir de forma tão irresponsável por anos e tendo sua sujeira varrida para baixo do tapete, o Trem-Bala se tornou descartável e agora sofre com sua invalidez. Diante desse descarte, ele desceu do pedestal e tentou buscar seu lugar de volta na comunidade, mas não é assim.

Ele tenta usar o que restou de sua influência, mas logo é submetido ao corporativismo que salvou sua imagem algumas vezes. Só que agora ele não é mais útil, então passa a sentir os efeitos de suas ações. Vivendo algumas semanas como uma “pessoa normal” para os olhos da Vought, o Trem-Bala foi vítima da empresa e viu seu irmão ficar paraplégico em um discurso que supostamente seria de desculpa. Ele teve que aguentar aquilo que sempre fez vista-grossa e não aguentou a pressão, pegando o babaca do Blue Hawk e colocando ele pra ralar peito, literalmente.

É curioso como a produção lida com a inversão de papéis nesta temporada. Enquanto o Trem-Bala vira o impotente, alguém passivo aos acontecimentos da vida – momentaneamente -, o Hughie, seu primeiro rival, ganha os poderes e assume uma arrogância que era típica do velocista. Caso ele sobreviva ao ataque cardíaco, será interessante ver como a série vai voltar nesse embate com as posições invertidas.

Falando na inversão de papéis, coitado do Francês. Ele começou como um membro ativo e fanático por explosões nos ‘The Boys’. Mesmo com esse jeitão meio gênio psicótico e sacana, ele tinha um lado “fofo” que trouxe carisma e o transformou em um dos favoritos dos fãs. Nesta terceira temporada, ele está cansado de tudo e só quer fugir dessa vida para viver feliz com a inocente e mortal Kimiko. O problema são os fantasmas do passado que impedem que ele viva em paz ou deixe as atividades.

Mas chega a ser cômica a dualidade das situações em que ele é referenciado neste episódio. Enquanto nosso último romântico está amarrado pelado, sofrendo tortura física e psicológica por não querer matar seus amores, Bruto e Leitinho – que justifica seu nome, como visto na cena acima – chegam ao Herogasm e falam a mesma coisa: “O Francês vai ficar revoltado quando souber que perdeu isso”. Pois é, já dizia a música: “parece ironia querer viver um amor no século da p…”

Sobre o Herogasm, que dá nome ao episódio, ele acaba não chamando tanta atenção porque a própria série já havia explorado muitas bizarrices quando o assunto era sacanagem entre Supers. Claro que o Leitinho entrou numa fria, já que levou uns carinhos do bingulim elástico do Salsicha do Amor, agora com um visual mais parecido com o das HQs, e coisas ainda mais nojentas. No entanto, chama atenção como um episódio que tenha tanta nudez e sexo rolando abertamente no entorno, se sobressaia pelo que está acontecendo com as pessoas que não estão transando no recinto.

Isso porque a estética das grandes produções de heróis chega avassaladora para um duelo de titãs tão bem conduzido que faz até mesmo com que o público esqueça momentaneamente dos absurdos ditos pelo Soldier Boy para que ele saia no braço com o Capitão Pátria. E olha que ele defendeu o Bill Cosby, comediante condenado por estupro, assédio e agressão – chegou a dizer que ele fazia uns drinks fortes, sendo que uma das acusações era que ele drogava as mulheres para dormir com elas -, como exemplo de como deve ser um homem. Fora isso, ele faz uma reflexão de como ele serviu aos interesses do seu país e foi abandonado por ele, substituído. É um discurso interessante sobre os veteranos de guerra. Mas como a série não deixa que esqueçamos que os Supers são babacas, ele faz um elogio depois aos Mujahidin, soldados islâmicos bancados pelos EUA que formariam a Al-Qaeda.

Isso tudo acaba sendo “varrido para baixo do tapete momentaneamente” para que ele caia na porrada com o Capitão Pátria. A sequência de luta entre eles é fascinante porque o público conhece os heróis em que eles foram baseados e o embate entre Capitão América e Superman já foi discutido algumas vezes pelos fãs. É legal ver isso acontecendo, mesmo que na versão deturpada deles.

Por fim, o Capitão Pátria e a Luz-Estrela trazem momentos que vão definir os próximos episódios. Enquanto o Pátria conversa com seu reflexo “super”, ao melhor estilo Duende Verde, sobre exterminar seu lado humano, a Luz-Estrela decide abandonar de vez o apego a sua própria vida ao abrir mão da vaga nos 7 e revelar os podres da Vought e do Pátria para o público. E depois de apanhar horrores do trio Super, é provável que o Pátria se torne 100% do monstro que seu interior quer. Já a Luz-Estrela, que resistiu à explosão de cabeça, pintou um alvo gigantesco sobre ela para que o Pátria Descontrolado a persiga.

E vocês? O que acharam do Herogasm?

Digam nos comentários!

Os episódios de The Boys estreiam toda sexta no Amazon Prime Video.

Crítica | Assassino Sem Rastro – Liam Neeson Estrela Filme de Ação em que NÃO é Protagonista

Um dos fantasmas que ronda os atores de filmes de ação em Hollywood é o tempo. Enquanto são jovens, bonitos e ágeis, é muito fácil estrelar e ganhar papéis de explosão, corrida e tiroteio. Porém, o tempo passa, e Hollywood é cruel. Os papéis vão diminuindo de oferta e de espaço, e começa a ficar difícil de se manter. Enquanto a solução para muitos é envergar para outros gêneros, como a comédia e o romance dramático, para atores como Liam Neeson a única opção é seguir na ação até o fim. E nesse fim de semana ele chega aos cinemas brasileiros com seu mais novo longa, ‘Assassino Sem Rastro’.

Alex Lewis (Liam Neeson) é um assassino de aluguel que já está querendo parar com sua carreira, pois enfrenta um grave problema pessoal: sentindo-se cansado, ele começa a enfrentar os primeiros sinais do Alzheimer, e, enquanto realiza os serviços, acaba tendo lapsos de memória. Quando o poderoso Mauricio (Lee Boardman) o chama no México para mais uma missão, Alex titubeia, mas acaba topando. Porém, quando chega em El Paso e descobre que a missão é assassinar uma jovem garota de apenas 13 anos, ele se recusa a seguir adiante, o que desperta não só a fúria da riquíssima Davana Sealman (Monica Bellucci), como também desperta a atenção dos investigadores Vincent Serra (Guy Pearce) e Amisted (Taj Atwal), que passam a perseguir o assassino na tentativa de relacionar este caso com o do assassinato do empresário Ellis Van Camp (Scot Williams).

Com longas duas horas de duração, ‘Assassino Sem Rastro’ passa a sensação de ser a junção de dois roteiros aleatórios reunidos pelos produtores para criar um único filme. O resultado é uma bagunça narrativa que só confunde o espectador, e perde uma grande oportunidade de ser diferente. Por um lado o roteiro de Dario Scardapane começa acompanhando Alex (e, portanto, passamos a entender esse personagem como protagonista da história), mostrando suas primeiras dificuldades com o Alzheimer; porém, ficamos por aí mesmo, sem nos aprofundarmos no drama desse assassino idoso que tenta manter sua missão ao mesmo tempo em que a doença o prejudica. Por outro lado, depois de quase quarenta minutos com o protagonista errado, o filme de Martin Campbell gira o eixo e foca na investigação policial – que, por sua vez, traz um quebra-cabeças tão disperso, que custa para o espectador conseguir encaixar todos os elementos sozinho e entender a estrutura do longa.

Baseado no livro de Jef Geeraerts e Carl Joos, ‘Assassino Sem Rastro’ é um filme de ação confuso, bagunçado e que não se decide se quer ser do gênero ação ou se suspense policial. Dessa instabilidade, saem prejudicados os atores, com um Liam Neeson mal aproveitado e com aspecto cansado, um Guy Pearce em papel secundário, quando, na verdade, era para ser o principal e uma Monica Bellucci congelada, como se estivesse com torcicolo o tempo todo. Com um elenco de peso e uma história que poderia provocar uma ótima aventura de ação com suspense psicológico se focasse do drama intelectual do matador de aluguel, ‘Assassino Sem Rastro’ é mais um filme policial do que um dos clássicos filmes de bangue-bangue de Liam Neeson.

Friends 25 anos | Os 10 melhores episódios da série

Friends chegou às telinhas há exatos 25 anos e até hoje é uma das séries mais assistidas em todo o mundo. Ao longo de dez temporadas, a produção contou com nada menos que 236 episódios, muitos desses verdadeiros clássicos da TV americana. A série marcou época com episódios temáticos de natal, Halloween e, especialmente, Dia de Ação de Graças. E lançou os nomes de Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt Le Blanc, Matthew Perry e David Schwimmer ao estrelato.

O CinePOP aceitou a difícil missão de elencar os dez melhores episódios da série. A lista você confere logo abaixo. Mas você também pode fazer a sua nos nossos comentários.

Foram lembrados alguns dos episódios mais marcantes da série, mas muitos simbólicos ficaram de fora, como o primeiro e o último episódio, o casamento de Monica e Chandler ou as loucas viagens para Las Vegas e Londres. Mas tem muito coisa legal. Vem com a gente!

 

10) Aquele com a Outra Irmã de Rachel

Nona temporada, episódio 8

Christina Applegate surge como Amy Green neste clássico episódio da série. A irmã sem filtros e sem consideração de Rachel visita a turma no Dia de Ação de Graças e passa um tempo com sua sobrinha Emma. Amy é o grande destaque do episódio, gerando toda uma discussão sobre quem ficaria com a garota em caso de morte de Ross e Rachel. Mas não é só isso que acontece. Ainda temos Phoebe tentando ensinar Joey a mentir após ele perder um compromisso de trabalho e Monica surtando por causa de seu jogo de jantar. Sem falar em Chandler, que se revolta com o fato de Monica ter escolhido um jogo de jantar diferente do que ele queria e ao saber que perderia a guarda de Emma em caso de morte de Ross, Rachel e Monica. Christina Applegate recebeu um Emmy pelo trabalho no episódio.

 

9) Aquele com Todos os Dias de Ação de Graças

Quinta temporada, episódio 8

Chandler dizendo “eu te amo” sem querer diante de uma Monica com a cabeça enfiada dentro de um peru, com direito a chapéu e óculos escuro. Só essa cena já é o bastante para colocar o episódio na nossa lista. Mas tem mais…. temos todo grupo relembrando Dias de Ação de Graças do passado. Phoebe, ao seu modo, relembra quando foi uma enfermeira na Primeira Guerra Mundial, em 1915. Monica relembra quando Chandler, em 1987, falou que não queria passar tempo com a “irmã gorda de Ross”. E Rachel lembra como, no ano seguinte, uma Monica já magra acaba cortando um dedo do pé de Chandler por acidente, numa tentativa de se vingar do comentário anterior. É claro, ainda temos Joey ficando com a cabeça presa dentro de um peru ao tentar fazer uma graça.

 

8) Aquele com o Tatu das Festividades

Sétima temporada, episódio 10

Mais um episódio muito simbólico da série. É impossível esquecer o natal em que Ross foi o Tatu Natalino, Chandler o Papai Noel e Joey o Superman. Aproveitando que passaria as festas de fim de ano com Ben, Ross decide ensinar o filho sobre as tradições judaicas. O problema é que o garoto só quer saber do natal e do Papai Noel. Sem conseguir uma fantasia natalina em cima da hora, Ross acaba se rendendo a uma surreal fantasia de Tatu, o que gera momentos divertidíssimos. Ao mesmo tempo, Chandler sofre com o fato de não conseguir dar gorjeta, enquanto que Phoebe se preocupa com o fato de Rachel gostar muito de morar com Joey, o que significaria que as duas não voltariam a morar juntas. Com isso, Phoebe passa a dar presentes para Joey que pudessem irritar Rachel, como uma bateria e uma tarântula. Ver Joey vestido de Superman, mas morrendo de medo de uma aranha, é impagável. Só não é melhor que Rachel achando que está no funeral do Coelhinho da Páscoa ao se deparar com todos os amigos fantasiados.

 

7) Aquele dos Embriões

Quarta temporada, episódio 12

O título do episódio remete ao fato de Phoebe sofrer a pressão de inseminar os embriões que resultaram nos trigêmeos de Alice e Frank, mas o que tornou este episódio inesquecível foi, na verdade, o jogo de apostas entre as duplas Joey-Chandler vs Monica-Rachel, sob a supervisão de Ross. Uma disputa que começou valendo poucos dólares terminou numa troca de apartamento. No episódio, descobrimos quem é a Sra. Chanandler Bong e nos divertimos com a revolta de Rachel diante do fato do pintinho de Joey e Chandler ter virado um galo bem barulhento. A cena de Joey e Chandler “tomando” o novo apartamento montados no cachorro de porcelana está fixada na cabeça de todo fã de Friends.

 

6) Aquele do Futebol Americano

Terceira temporada, episódio 9

Mais um clássico episódio do Dia de Ação de Graças, mas aqui a ceia, o peru e o desfile ficam em segundo plano quando o grupo decide embarcar em um inofensivo jogo de futebol americano. É o episódio em que conhecemos a Taça Geller, troféu que havia causado brigas na família de Ross e Monica na infância. Os dois acabam dividindo times na luta pela taça. O episódio é muito divertido. Phoebe não sabe nenhuma regra do esporte, Rachel mal é capaz de segurar a bola e Ross e Monica são insanamente competitivos. No meio disso tudo, Joey e Chandler disputam a atenção de uma mulher holandesa que passa pelo parque.

 

5) Aquele do Boato

Oitava temporada, episódio 9

Mais um episódio inesquecível. E graças a uma participação especial. Na verdade, AQUELA PARTICIPAÇÃO ESPECIAL. Brad Pitt interpreta Will, um ex-colega de colégio de Ross que odiava Rachel. Mais que isso, ao lado de Ross, ele abriu um clube chamado “eu odeio Rachel Green”, com direito a criarem um boato sobre ela. Hoje, após o casamento de anos de Brad e Angelina Jolie, talvez os novos fãs não apreciem o quão marcante foi a participação do ator à época. Então, ele era casado com Jennifer Aniston. Colocá-lo numa posição de alguém que odeia Rachel foi brilhante e divertidíssimo. O episódio traz ainda Joey prometendo comer sozinho todo o peru de Ação de Graças, enquanto que Phoebe surta com a beleza do novo convidado.

 

4) Aquele em que Ross Fica Doidão

Sexta temporada, episódio 9

Jack e Judy Geller vão ao jantar de Ação de Graças na casa de Monica e Chandler. Os pais dela não sabem da relação dos dois, então Chandler decide usar a oportunidade para tentar conquistar a admiração deles. Só que ele nota que os dois são muito agressivos e descobre que isso se deve a uma mentira de Ross no passado. Monica acaba revelando aos pais que Ross usou drogas no passado, e ele retribui entregando a relação dela com Chandler. Em meio a tudo isso, Rachel erra na receita e faz um pavê que leva creme, framboesas, geleia, bife e ervilhas, Phoebe tem um sonho sedutor com Jack Geller, e Joey só pensa em deixar o jantar para encontrar Janine e suas amigas. A dinâmica entre o grupo é incrível e tudo funciona numa sincronia que só Friends era capaz de entregar.

 

3) Aquele com o Vídeo de Formatura

Segunda temporada, episódio 14

Após quase ficarem juntos, Ross e Rachel parecem o mais distante possível um do outro. Ele está perto de desistir, mas muda de ideia quando Phoebe explica que Rachel é sua lagosta. E a persistência dá certo. O casal acaba o episódio com um belo beijo após Rachel ver um vídeo em que ela e Monica se arrumavam para a festa de formatura. Ela descobre que Ross chegou a se arrumar para servir de companhia a ela no baile, isso antes de seu parceiro aparecer de última hora. É um dos momentos mais emocionantes de toda a série. E o verdadeiro fã de Friends sempre dá aquela choradinha quando vê o final do episódio. Além de tudo isso, o capítulo ainda traz Chandler desesperado ao ganhar uma pulseira de ouro nada discreta de Joey.

 

2) Aquele em que Ninguém Está Pronto

Terceira temporada, episódio 2

Friends foi uma série que se especializou nos chamados “episódios engarrafados”, que são aqueles muitas vezes passado em um único espaço físico. Este capítulo da terceira temporada é um clássico exemplo disso. É completamente dependente do roteiro e das atuações. E faz muito bonito nos quesitos. Ross irá discursar em um evento no museu e começa a ficar nervoso ao perceber que nenhum dos amigos está pronto, inclusive sua namorada. O episódio tem momentos clássicos, como Joey vestindo todas as roupas de Chandler. Ainda temos Monica nervosa após ouvir uma mensagem antiga de Richard na secretária eletrônica. Talvez seja o episódio mais Friends de Friends, se é que isso faz algum sentido.

 

1) Aquele em que Todos Descobrem

Quinta temporada, episódio 14

“Eles não sabem que nós sabemos que eles sabem que sabemos.” É claro que o episódio com esta frase ocuparia a primeira posição na nossa lista. Mas não só por causa disso. “Aquele em que Ninguém Está Pronto” talvez seja o melhor episódio para se ver isoladamente, mas “Aquele em que Todos Descobrem” é o melhor canônico. É importantíssimo no universo de Friends. Traz Phoebe e Ross descobrindo que Monica e Chandler estão juntos. A cena de Phoebe, inclusive, é icônica. É possível fechar os olhos e ouvir “my eyes, my eyes!” E o que dizer de Phoebe fingindo estar atraída por Chandler e este tendo que fingir interesse? A dinâmica rendeu o beijo mais estranho e divertido de toda a série. Temos ainda uma declaração de amor entre Chandler e Monica na frente de todos os amigos. E no meio disso tudo seguimos Ross tentando subornar o “Ugly Naked Guy” para ficar com seu apartamento. São tantas cenas memoráveis… não é fácil elencar os melhores episódios de Friends, mas uma coisa é certa: não há uma pessoa que não goste de “Aquele em que Todos Descobrem”.

‘Gavião Arqueiro’: Hailee Steinfeld é cotada para estrelar a série

Ainda faltam dois anos para a estreia da série ‘Gavião Arqueiro’ na plataforma Disney+, mas a produção está prestes a começar.

Segundo uma nova reportagem da VarietyHailee Steinfeld é a queridinha da Marvel Studios para protagonizar a produção como Kate Bishop, personagem que sucede a manta do super-herói titular depois de Clint Barton (Jeremy Renner). Ela também faz parte do grupo conhecido como Jovens Vingadores.

Steinfeld é conhecida por seus papéis no drama ‘Bravura Indômita’ (que lhe rendeu uma indicação ao Oscar) e na comédia adolescente ‘Quase 18’. A atriz também estrelou o spin-off da franquia ‘Transformers’‘Bumblebee’, e viverá a rebelde escritora Emily Dickinson na série homônima da Apple.

Durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con 2019, Renner compartilhou um espetacular primeiro teaser do show, que tem estreia marcada para o outono norte-americano de 2021.

Confira:

O show é baseado nos quadrinhos originais nos quais Clint Barton passa a responsabilidade super-heroica para o próximo Arqueiro, Kate Bishop. A série, na verdade, terá enfoque no treinamento de Kate até sua transformação completa na heroína, permitindo que Barton oficialmente se aposente.

A adaptação das HQs de ‘Gavião Arqueiro’ será em uma minissérie, seguindo o passo de outras produções originais da Disney+. Renner apareceu pela última vez como o personagem na épica conclusão ‘Vingadores: Ultimato’, que estreou no dia 25 de abril deste ano.

 

‘Parasita’: Mark Ruffalo confirma série de TV baseada no filme

‘Parasita’ fez história na última edição do Oscar ao se tornar a primeira produção de língua não-inglesa a levar para casa a estatueta de Melhor Filme – e não demorou muito até que a HBO anunciasse o remake hollywoodiano em formato seriado.

Nas últimas semanas, rumores indicaram que Mark Ruffalo (‘Vingadores: Ultimato’) estaria sendo cotado para estrelar a adaptação. Agora, o ator confirmou os boatos e deu a entender que está quase fechando contrato para o show.

“Nós nos encontramos. Eu adoro ele [o diretor Bong Joon-ho], eu amo aquele filme. Talvez eu interprete o pai em ‘Parasita’ em uma série. Eu adoraria fazer isso. Estamos esperando o roteiro e essas coisas, mas sim, tudo isso é verdade, estamos fazendo uma série”.

Em entrevista ao The Wrap, o diretor afirmou que a série terá seis horas de duração e mostrará a mesma história do filme, mas com mais detalhes.

“Quando comecei o roteiro, surgiram várias ideias que tive que deixar de lado porque não consegui incluir todas elas em duas horas de filme. Está tudo salvo no meu iPad. Meu objetivo com essa minissérie é realizar um filme de seis horas.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

A produção acompanha um  jovem e sua família desempregada. Eles acabam ficando obcecados com a vida de uma outra família. Algo acontece e este clã desamparado se vê envolvido num grande problema.

O elenco conta com Song Kang-ho, que trabalhou com o diretor  em ‘O Hospedeiro’ (2006) e ‘Expresso do Amanhã’ (2013), e Choi Woo-shik, de ‘Invasão Zumbi’ (2016) e ‘Okja’.

‘The Vanished’: Thomas Jane e Anne Heche procuram pela filha perdida em novo thriller psicológico

Saban Films divulgou o trailer oficial do thriller psicológico ‘The Vanished’.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Peter Facinelli (‘Breaking and Exiting’).

Uma viagem em família se transforma em um pesadelo quando Paul e Wendy descobrem que sua jovem filha desapareceu sem deixar qualquer rastro para trás. Fazendo de tudo para encontrá-la, a busca pela verdade os leva para uma revelação chocante.

Thomas JaneAnne Heche estrelam. Jeff ElliottBrandon MenchenSasha Yelaun entram como produtores.

‘The Vanished’ tem estreia marcada em cinemas selecionados e em VOD para o dia 21 de agosto.

‘WandaVision’: Série do Disney+ ganha dois novos cartazes oficiais; Confira!

Em seu Twitter oficial, o Disney+ divulgou mais dois cartazes oficiais da vindoura série ‘WandaVision’.

Confira:

Lembrando que a série estará disponível no catálogo da plataforma de streaming a partir de 15 de janeiro de 2021.

WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

‘O Pai da Noiva’: Gloria Estefan entra para o elenco do reboot

Segundo o Deadline, a pré-produção do reboot de ‘O Pai da Noiva’ continua a todo vapor e, agora, a Warner Bros. anunciou a escalação de mais uma atriz ao elenco: Gloria Estefan.

A lendária cantora cubano-estadunidense irá co-estrelar a produção como a esposa de Andy GarciaAdria Arjona também faz parte do longa-metragem como a noiva.

Gaz Alazraki entra como diretor.

O cineasta tem sido uma força importante na indústria cinematográfica mexicana, criando a série original da Netflix ‘Club de Cuervos‘.

Vale relembrar que o primeiro ‘O Pai da Noiva‘ foi lançado em 1991, e traz a história de Banks, um pai de família de bem com a vida que surta ao receber que sua filha Annie vai casar em três meses. Banhado por ciúmes, George cria inúmeras confusões com medo de perder sua “filhinha” para sempre.

Apesar do sucesso de bilheteria do primeiro filme, ‘O Pai da Noiva 2‘ foi alvo de inúmeras críticas e de uma baixíssima bilheteria.

Crítica | ‘Everbody’s Talking About Jamie’ tem o coração no lugar certo, mas tropeça pelo caminho

‘Everybody’s Talking About Jamie’ pode não ser um musical muito conhecido, mas sem sombra de dúvida causou um grande impacto quando lançado em 2017 em Sheffield e, logo depois, em West End, no efervescente cenário teatral londrino. A história, criada por Tom McRae, gira em torno de um adolescente de dezesseis anos que enfrenta todas as dificuldades pelas quais um jovem gay poderia passar para descobrir uma nova expressão artística com a arte das drag queens. Elogiada pelos especialistas pela atuação do elenco e pelas belíssimas mensagens de empoderamento para a comunidade queer, não levou muito tempo até que a Amazon Studios e a New Regency unissem forças para transformar a narrativa em uma adaptação cinematográfica, que chegou ao catálogo da plataforma de streaming no último dia 17 de setembro.

Mantendo a premissa original, a trama acompanha o último ano de Jamie New (interpretado pelo estreante Max Harwood), que é obrigado a lidar com os sonhos medíocres da pequena cidade onde mora. Exilado pelo restante dos colegas de classe, que constantemente zombam de sua orientação sexual, Jamie reúne a força necessária para revelar que, quando crescer, deseja ser famoso como uma drag queen, performando nos principais palcos do mundo. Entretanto, os alunos e a própria professora (Sharon Horgan) diminuem o projeto que criou para seu futuro e acreditam que ele nunca conseguirá ser reconhecido – destilando um velado preconceito que dialoga com a aparência nada normativa e tradicionalista de Jamie.

Felizmente, o rapaz tem apoio incondicional de algumas pessoas em sua vida, incluindo a mãe, Margaret (Sarah Lancashire), Ray (Shobna Gulati), uma velha conhecida da família, e Pritti (Lauren Patel), sua melhor amiga. Apesar das turbulências que enfrentam, as três insurgem como as principais motivadoras para que Jamie corra atrás dos sonhos – que começam a se tornar realidade quando ele cruza caminho com Hugo Battersby (Hugo E. Grant em mais uma atuação aplaudível), icônico performer que se apresentava como Loco Channelle nos anos 1980 e 1990. Hugo ajuda Jamie a se montar pela primeira vez, dando-lhe dicas de como enfrentar aqueles que não compreendem a força da arte e a diversidade do mundo – dentro de uma formulaica e prática homenagem aos mentores das jornadas heroicas clássicas.

O drama coming-of-age encontra bastante sucesso estético ao diferenciar os dois mundos do protagonista: na escola, ele se amalgama em meio a pessoas que contentam-se com a zona de conforto e que almejam a carreiras que darão a elas o mínimo para sobreviver; nos palcos e na loja de roupas delegada por Hugo, ele é envolvido pelo glamour dos vestidos e pelo libertação promovida pelos sapatos de salto alto e pelas maquiagens carregadas de glitter. Não é surpresa que, prestes a fazer sua estreia como Mimi Me, Jamie sinta a euforia dos artistas, dominando os palcos como ninguém e tornando-se tópico principal de discussão na cidade.

Entretanto, vemos certas escolhas que poderiam ser mais ousadas e que poderiam beber da fonte de investidas similares – como a recente releitura de ‘The Boys in the Band’, da Netflix. O roteiro, mesmo estendendo-se ao longo de duas horas, não consegue encontrar o ritmo certo para arquitetar um arco bem resolvido; em outras palavras, cada ato transborda com acontecimentos que envolvem as subtramas de Pritti e de Margaret, o relacionamento tóxico entre Jamie e o pai ausente, a nostalgia memorialística de Hugo e o preço da fama. Como se não bastasse, há também inflexões efêmeras que revelam a dificuldade enfrentada pela comunidade LGBTQIA+ nas décadas passadas, bem como o preconceito que Jamie sofre pelo valentão da escola, Dean (Samuel Bottomley).

O longa marca a estreia diretorial de Jonathan Butterell, conhecido coreógrafo cuja carreira se estende pelo West End e pela Broadway. Butterell tem um material bastante conciso com o que trabalhar e, quando não se leva a sério, consegue criar mágica: temos a perspicaz emulação de Madonna e de Andy Warhol com a sequência “Work of Art”, e também a tocante rendição de Margaret em “He’s My Boy” – um dos momentos mais emocionantes do enredo; mas, no geral, há um senso de justaposição paradigmática que se alastra pela maior parte da obra que nos impede de conectar por completo com as adoráveis e densas personalidades. A história de Hugo é contada de forma muito rápida e esquecível, enquanto Pritti rende-se a uma coadjuvante que existe em subserviência ao personagem principal. Além disso, há um tom frenético adotado pela produção, que parece ter pressa em terminar o que se iniciou.

Ainda que erguendo-se sobre uma importante temática e evocando mensagens de amor-próprio e de força, ‘Everybody’s Talking About Jamie’ tropeça no caminho em obstáculos que poderiam ser evitados. É claro que o espetacular elenco consegue nos manter presos do começo ao fim, mas não o suficiente para que não percebamos as constantes falhas. De qualquer forma, o musical é uma pedida interessante para assistir em família e deve satisfazer aqueles que buscam por uma diversão tranquila e despreocupada.

‘Slow Horses’: Série de suspense estrelada por Gary Oldman ganha imagens oficiais e data de estreia; Confira!

Apple TV+ divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Slow Horses’, nova série de suspense estrelada pelo vencedor do Oscar Gary Oldman (‘O Destino de Uma Nação’, ‘O Espião que Sabia Demais’).

Além disso, foi confirmado que os dois primeiros episódios da produção têm estreia agendada para o dia 01 de abril.

Confira:

A série é baseada na franquia literária best-seller de Mick Herron, adaptada pelo vencedor do Emmy Will Smith (‘Veep’) e dirigida por James Hawes.

‘Slow Horses’ acompanha um time de agentes da inteligência britânica que trabalham no “departamento de despejo” do MI5 – Slough House. Oldman estrela como Jackson Lamb, o brilhante e irascível líder desses espiões, que vai parar na Slough House em virtude dos graves erros que cometeu ao fim de sua carreira.

Kristin Scott ThomasJonathan PryceJack LowdenOlivia Cooke também fazem parte do elenco.

A primeira temporada será composta por seis episódios.

Dia do Orgulho LGBTQIA+ | ‘Carol’ é um dos filmes queer mais essenciais do século

Há poucas histórias de amor que, quando adaptadas para o cinema, não se tornam melodramáticas ou clichês. Felizmente, esse não é o caso de Carol’, longa-metragem do diretor Todd Haynes.

Baseado no livro O Preço do Sal’, de Patricia Highsmith, a história gira em torno de duas personagens principais: Carol Aird, interpretada com sutileza e perfeição por Cate Blanchett, e Therese “Terry” Belivet, vivida com exímia cautela por Rooney Mara.

Therese trabalha numa loja de departamentos em Nova York, na qual sempre realiza as mesmas funções e se porta da mesma maneira. Um cenário claustrofóbico povoado por mães atadas às suas crianças e pacotes e mais pacotes cheios de brinquedos. É possível inclusive sentir a angústia da própria personagem toda vez que as portas se abrem e mais um dia de trabalho se inicia.

Mas tudo muda quando, ao fundo, uma figura que destoa das demais, principalmente pela escolha de cores que compõe seu figurino: é Carol. Therese se interessa imediatamente por ela. E nós nos interessamos pela provável história das duas – ainda mais pelo fato do filme se iniciar com uma dúbia cena de jantar entre elas, com falas soltas e uma atmosfera tensa.

As protagonistas se conhecem num estilo aparentemente clichê: Carol se aproxima da funcionária para comprar uma boneca, mas ela a convence a comprar um trenzinho para a filha – algo um pouco chocante para a época em que a história se passa (1952). E assim que todos os detalhes estão resolvidos, nos deparamos com o fantasioso incidente incitante à la Cinderela: a freguesa deixa seu par de luvas bem à frente de Therese. E nesse momento sabemos que a história acabou de começar.

A princípio, notamos a clara diferença entre as protagonistas, a qual, de algum modo – e devido à ótima química entre Blanchett e Mara – as completa. Enquanto esta usa roupas com tons mais escuros e menos chamativas, aquela opta pelo vermelho-berrante e por casacos e echarpes bufantes que realçam sua beleza. Uma diferença óbvia, mas que, com o passar do tempo, dá um toque especial na relação que constroem.

Assim que o segundo encontro das duas acontece, sentimos que talvez Carol tenha se precipitado. Apesar dos magníficos diálogos serem dinâmicos e profundos, Terry ainda se porta como uma boneca de porcelana prestes a se quebrar. Podemos quase perceber que a confiança da personagem de Blanchett assusta sua companheira, deixando-a até um pouco confusa.

Mas com o passar do tempo, a relação das duas vai se tornando mais forte. Os encontros se tornam mais frequentes e passamos a conhecer suas backstories. Terry tem uma paixão secreta por fotografia, a qual pratica às escuras por não ter os aparatos necessários para se especializar, visto que se sente pressionada pelo namorado Richard (Jake Lacy) a se casar com ele e viajar para a França. Enquanto isso, Carol tenta equilibrar suas emoções enquanto enfrenta o divórcio não-consensual com Harge Aird (Kyle Chandler) e tenta fazer o máximo para conseguir a custódia da filha.

O mais incrível é a multiplicidade de referências que encontramos no longa. Carol’ torna-se incrível por conseguir refletir o cotidiano das personagens em suas relações, ao mesmo tempo que cria uma realidade paralela em plena década de 1950 em que o amor lésbico não possui obstáculos. E do mesmo jeito que vemos em Thelma e Louise’, Carol e Terry deixam tudo para trás e entram numa viagem Oeste adentro, consumando sua relação amorosa.

O clímax principal vem de forma abrupta. Quando pensamos que o clichê mais famoso de todos – o “felizes para sempre” – finalmente chegou para nosso casal, Carol descobre que seu ex-marido pode não ter entendido muito bem o conceito de divórcio e manda um espião coletar evidências da relação homossexual que mantém com Terry a fim de provar que não é mentalmente capaz de cuidar da filha.

É aí que vemos a genialidade do filme. Enquanto pensávamos estar assistindo à construção de uma relação entre elementos opostos, vemos, no momento da virada que marca o fim do segundo ato, que os papéis se inverteram. Carol, a mais madura e “superior” mostra o seu interior frágil e desamparado, enquanto Terry passa a segurar as pontas.

Mas obviamente a saga não poderia terminar por aí. Temos a presença de um quinto elemento na trama que serve como um guia. Interpretada pela fantástica Sarah Paulson, a qual não precisa de muitas falas para mostrar a importância de seu papel durante o longa, temos a amiga de infância de Carol, Abby Gerhard. Através de cenas meticulosamente arquitetadas, serve como a guia de ambas as personagens. Possui uma história passada com Carol, a qual não terminou bem, e ampara Terry quando sua amiga a abandona.

O melodrama escolhido por Haynes configura-se como uma épica história de amor que não força os limites do clichê, mas sim que mostra de forma comovente a história de duas mulheres que tiveram de lutar para ficarem juntas numa sociedade que não aceitava relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo.

E, conforme nos aproximamos do final, toda a jornada de Carol e Terry se junta à primeira cena, onde tudo o que pensávamos estava errado. Onde tínhamos certeza de que a “boneca de porcelana” estava prestes a rachar ao meio e a equilibrada “deusa” mantinha total controle, na verdade estávamos olhando para o contrário.

‘Carol’ tornou-se um dos filmes mais promissores de 2015. Sua sutileza e a forma como arranja música e atuações mostra a simplicidade do diretor em transformar uma história a priori polêmica – o livro foi recusado por diversas editoras na época em que foi escrito – em algo tocante. A pureza das atuações e a química de todos os personagens não faz nada além de contribuir para a construção dessa maravilhosa obra de arte.

Harrison Ford e Helen Mirren estão em guerra no novo trailer da série ‘1923’; Confira!

A Paramount+ divulgou o trailer completo de ‘1923‘, nova série derivada da aclamada ‘Yellowstone‘.

O spin-off estreará oficialmente no dia dia 18 de dezembro.

Confira:

Helen Mirren e Harrison Ford serão os protagonistas da produção.

O elenco ainda contará com Brandon Sklenar, Darren Mann, Michelle Randolph, James Badge Dale, Marley Shelton, Brian Geraghty, Sebastian Roché, Robert Patrick, Aminah Nieves, Julia Schlaepfer e Jerome Flynn.

Originalmente, a produção era intitulada ‘1932‘. Segundo a Paramount+, a mudança se deu por que a série irá “incorporar o final de Primeira Guerra Mundial e o começo da Lei Seca”.

A nova série irá explorar as atribulações e os obstáculos enfrentados pela família Dutton, dessa vez focando em eventos explosivos da história dos Estados Unidos, incluindo a expansão para o Oeste, a Lei Seca (também conhecida como a Proibição) e a Grande Depressão (ou seja, a Queda da Bolsa de Valores de Nova York em 1929).

Taylor Sheridan, criador das iterações predecessoras, retorna como showrunner.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Miley Cyrus foi SUBSTITUÍDA como Mainframe no terceiro filme

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ marca o encerramento da adorada trilogia de James Gunn para a Marvel Studios – e, enquanto boa parte do elenco retornou para a produção, uma das atrizes foi substituída no terceiro longa-metragem.

De acordo com um novo comunicado emitido pela própria Disney (via Comic Book Movie), foi confirmado que a Marvel escalou a dubladora Tara Strong como a nova voz de Mainframe, sistema operativo que integra o grupo conhecido como Saqueadores. Este é o segundo papel da atriz no MCU, depois de seu trabalho como Miss Minutes na série ‘Loki’.

Strong substituiu a indicada ao Grammy Miley Cyrus, dubladora original da personagem em ‘Guardiões da Galáxia 2’.

O que você achou da mudança?

Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e EMOTIVO encerramento da trilogia de James Gunn

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘Percy Jackson e os Olimpianos’ ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

O Disney+ divulgou um cartaz inédito de ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, série de TV que adapta a aclamada série de livros criados por Rick Riordan.

Lembrando que a série estreia oficialmente no dia 20 de dezembro, com dois episódios no lançamento e os subsequentes sendo exibidos semanalmente.

Confira, junto ao teaser:

Recentemente, também foram divulgados novas imagens da série pela Entertainment Weekly.

O material traz novos vislumbres do trio protagonista; Percy (Walker Scobell), Annabeth Chase (Leah Jeffries) e o sátiro Grover (Aryan Simhadri).

Confira, junto com o trailer:

No ano passado, o nosso editor-chefe Renato Marafon participou da DisneyD23 e teve a oportunidade de entrevistar os astros da adaptação.

No vídeo, Scobell, Jeffries e Simhadri falam sobre seus personagens, quais são seus livros preferidos da saga, quais Deuses queriam ter como pais e muito mais.

Assista:

O elenco ainda conta com Virginia Kull (Sally Jackson), Glynn Turman (Chiron), Jason Mantzoukas (Sr. D), Megan Mullally (Alecto), Timm Sharp (Gabe Ugliano), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue), Charlie Bushnell (Luke Castellan), Olivea Morton (Nancy Bobofit) e Timothy Omundson (Hades).

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios’, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

‘The Circle’: 6ª temporada do REALITY ganha trailer e data de estreia na Netflix!

A Netflix divulgou o trailer da 6ª temporada do reality show ‘The Circle‘, uma de suas produções mais adoradas pelos assinantes.

Além disso, foi revelado que o próximo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 17 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Michelle Buteau retorna como apresentadora.

O conceito do reality é um grupo de pessoas interagindo on-line e ganhando popularidade entre os participantes, seja através de verdades… ou mentiras.

Os 10 Melhores Álbuns de Rock do Século (Até Agora)

Tendo suas raízes nos anos 1940 e 1950, o rock como o conhecemos hoje é nada mais que uma incrível evolução musical que o mantém vivo das mais diversas maneiras – sendo redescoberto, revisitado, desconstruído e reerguido em diversos suis generis. Ao lado do pop, o gênero em questão é um dos mais mutáveis e flexíveis da indústria fonográfica e, a cada ano, abre as portas para artistas dispostos a fornecer sua própria perspectiva.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores álbuns de rock do século (até agora).

Veja abaixo as nossas escolhas:

Nossa primeira lista contempla os doze álbuns incríveis do século XXI para você ouvir no dia de hoje – e a seleção traz uma diversidade considerável que viaja do nu metal até o chamber rock.

Confira:

10. DEATH BY ROCK AND ROLL, The Pretty Reckless (2021)

Enquanto ‘Who You Selling For’, lançado em 2016, demonstrou um profundo amadurecimento do estilo sonoro da banda The Pretty Reckless, ‘Death By Rock and Roll’ é uma ode à irreverência e ao post-grunge dos anos 1990 repaginado com características modernas, seja pela lírica, seja pelos apaixonantes solos de guitarra. A faixa titular, que abre o que podemos chamar alegadamente de obra-prima desse icônico ato musical, já havia entrado em nossa lista de melhores músicas de 2020, apenas para se renovar com beleza inenarrável em uma narrativa metalinguística sobre o que queremos deixar para o mundo e como vivemos a nossa vida. A produção quase impecável de Jonathan Wyman é brilhante do começo ao fim e, salvo algumas repetições, não há alguém que não se delicie com o que se trouxe à tona.

9. FALLEN, Evanescence (2003)

Anteriormente encarado com a expressão máxima da contracultura – que pouco depois seria transferida para o funk e para o rap -, o rock começou a ganhar maior popularidade com a virada do século. Uma das bandas que mais contribuiu para que isso fosse possível foi Evanescence. Sua estreia com o álbum ‘Fallen’ foi um sucesso crítico e comercial, tendo debutado em #7 na Billboard 200, indicado para o Grammy de Álbum do Ano e levado para casa duas outras estatuetas (incluindo Artista Revelação).

8. IS THIS IT?, The Strokes (2001)

Em uma época em que o rock já não tinha a força prometida, a banda The Strokes fazia sua estreia oficial no cenário fonográfico com o aplaudido ‘Is This It?’. Lançado em 2001, a produção é considerada por vários especialistas como um momento que mudou o mundo, com impacto imediato e dramático na cultura global. Movido pelo indie rock, pelo garage rock revival e pelo post-punk revival, o breve disco de pouco mais de meia hora conquistou diversos prêmios e aparece em várias listas de Melhores Álbuns do século.

7. VAMPIRE WEEKEND, Vampire Weekend (2008)

O álbum de estreia homônimo da banda Vampire Weekend causou grande comoção quando lançado e é relembrado como um dos melhores do século pelos fãs. Com produção de Rostam Batmanglij, a produção amalgama indie pop, música de câmara e Afropop e foi elogiado à época de seu lançamento – além de trazer singles como “Mansard Roof”“A-Punk”“Oxford Comma” e vários outros.

6. RIOT!, Paramore (2007)

A banda de rock estadunidense Paramore acompanhou a adolescência da última fase da geração millenial com força incontestável – e uma de suas marcas registradas é o álbum ‘Riot!’. Lançado dois anos após o début ‘All We Know Is Falling’, os membros do grupo se reuniram com o produtor David Bendeth para um disco que iria exaltar o pop punk e o pop-rock de maneira explosiva, garantindo aplausos e imortalizando canções como “Misery Business” “That’s What You Get”.

5. AMERICAN IDIOT, Green Day (2004)

‘American Idiot’ é uma das produções mais icônicas da história da indústria fonográfica e marca o retorno de Green Day à forma. Vencedor do Grammy de Melhor Álbum de Rock em 2005, a poderosa ópera punk-rock gira em torno das desilusões de uma geração que se viu no centro de eventos bélicos tumultuosos – e traz como personagem central o anti-herói Jesus of Suburbia. O sucesso crítico e mercadológico do CD deu origem ao aclamado musical homônimo da Broadway.

4. WHATEVER PEOPLE SAY I AM, THAT’S WHAT I AM, Arctic Monkeys (2006)

Arctic Monkeys é uma das bandas de rock alternativo mais conhecidas de todos os tempos – e nada mais justo que celebrar a carreira e a importância do grupo com o álbum de estreia ‘Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not’. Conquistando aclame e um sucesso comercial gigantesco, a produção foi elogiada por seu retrato pungente e real da cultura britânica jovem da época, além de auxiliar no ressurgimento da música indie no país que havia desvanecido depois dos anos 1990.

3. FUNERAL, Arcade Fire (2004)

A épica estreia de Arcade Fire‘Funeral’, é inquestionavelmente um dos highlights do século, tendo sido revisitada por diversos artistas contemporâneos. A amálgama simples e epopeica entre art rock e chamber rock viria a influenciar grande parte dos grupos que o seguiriam. Indicado ao Grammy de Melhor Álbum Alternativo, a produção apareceu em diversas listas de fim de ano e entrou para o ranking dos melhores CDs da revista Rolling Stone.

2. GOOD SOULS, BETTER ANGELS, Lucinda Williams (2020)

Em 2020, Lucinda Williams voltaria a nos encantar com o lançamento de ‘Good Souls Better Angels’, seu 15º álbum de estúdio. Forte candidato para as categorias principais do Grammy 2021, a produção foi extremamente elogiada pela crítica por seu teor devastador e catártico, e por sua capacidade de conexão emocional primitiva com os ouvintes e com qualquer um que ouse se aventurar nessa sinestésica jornada.

1. JANE DOE, Converge (2001)

‘Jane Doe’, da banda Converge, é um divisor de águas em praticamente toda a indústria fonográfica e, até hoje, é considerado o marco inicial do metal contemporâneo. Recheado de construções fora dos convencionalismos mainstream, sua arquitetura propositalmente bizarra e emocionalmente extenuante teve uma ótima recepção pela crítica e serve de influência para inúmeros artistas atuais.

Episódios FINAIS de ‘Cobra Kai’ chegam ao streaming; Saiba onde assistir!

Os últimos episódios de ‘Cobra Kai’, série de sucesso no universo de ‘Karate Kid’, já estão disponíveis no catálogo da Netflix.

A leva de encerramento da atração foi lançada na plataforma de streaming hoje, 13 de fevereiro.

Relembre o trailer:

Após um resultado chocante no Sekai Taikai, Miyagi-Do e Cobra Kai devem acertar as contas com seus passados ​​enquanto enfrentam um futuro incerto dentro e fora do tatame. Quase 40 anos após os eventos do All Valley Karate Tournament de 1984, tudo resultará nisso.

O elenco conta com Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser, Jacob Bertrand, Peyton List, Dallas Dupree Young, Gianni DeCenzo, Courtney Henggeler, Vanessa Rubio, Alicia Hannah-Kim e Thomas Ian Griffith.

Drama histórico da Apple TV com Jason Momoa ganha novo trailer ÉPICO; Assista!

O Apple TV+ divulgou um novo trailer oficial do drama épico ‘Chief of War’, estrelado, roteirizado e com produção executiva de Jason Momoa (‘Aquaman’).

Ambientada no belo cenário das ilhas do Havaí, a série de nove episódios, baseada em eventos reais, acompanha o guerreiro Ka’iana (Momoa) enquanto ele tenta unificar as ilhas antes da colonização ocidental no final do século XVIII.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 01 de agosto.

Confira:

A série foi criada por Momoa e Thomas Pa’a Sibbett.

Com um elenco predominantemente polinésio liderado por Momoa, Chefe de Guerra’ acompanha a unificação e colonização do Havaí de um ponto de vista indígena. Momoa retrata o guerreiro Ka’iana, enquanto ele tenta unificar as ilhas antes da colonização ocidental no final do século XVIII.

O compositor Hans Zimmer (‘O Rei Leão‘, ‘Duna‘), vencedor do Grammy e do Oscar, escreveu a música tema e coproduziu a trilha sonora de todos os nove episódios com o compositor James Everingham (‘Virdee‘, ‘Planeta Gelado II‘,’Robin and the Hood‘), durante seu período na Bleeding Fingers Music, o coletivo de compositores multipremiado com o Emmy e indicado ao BAFTA, cofundado por Zimmer em 2013.

Luciane Buchanan, Temuera Morrison, Te Ao o Hinepehinga, Cliff Curtis, newcomer Kaina Makua, Moses Goods, Siua Ikale’o, Brandon Finn, James Udom, Mainei Kinimaka e Te Kohe Tuhaka também integram o elenco.

‘IT: Bem-Vindos a Derry’ ganha ativação INCRÍVEL na CCXP 2025; Confira!

IT: Bem-Vindos a Derry‘, série derivada do terror ‘IT: A Coisa’, é uma das produções mais populares e elogiadas do ano – expandindo a icônica mitologia criada por Stephen King. E é claro que a atração não ficaria de fora da CCXP 2025.

HBO Max trouxe uma ativação especial do spin-off, convidando o público a participar de uma espécie de “casa do terror” cuja entrada se dá no infame cinema de Derry e termina nos encanamentos da cidade onde vive a perigosa entidade que assume a forma de Pennywise, contando com várias referências a esse panteão.

Confira o vídeo abaixo e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que o próximo episódio da série, intitulado “Black Spot”, vai ao ar hoje, 7 de dezembro.

Pennywise NÃO irá aparecer nos primeiros episódios de ‘IT: Bem-Vindos à Derry’

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.

Bill Skarsgård retorna como o icônico Pennywise.

O elenco ainda conta com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

Bem-Vindos a Derry‘ tem como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

Diretor de ‘Vingadores: Doutor Destino’ revela quem teve a ideia de trazer Robert Downey Jr. como o VILÃO

‘Vingadores: Doutor Destino’ chega aos cinemas em breve e, assim como os outros capítulos da elogiada franquia da Marvel Studios, reunirá vários personagens conhecidos e trará Robert Downey Jr. de volta ao Universo Cinemático Marvel – mas, desta vez, como o perigoso Victor von Doom/Doutor Destino.

O retorno de Downey Jr. foi anunciado na San Diego Comic-Con 2024, causando um alvoroço enorme entre os fãs do MCU. Em uma recente entrevista, o diretor Joe Russo revelou de quem foi realmente a ideia de trazê-lo mais uma vez ao icônico universo super-heroico.

“Foi o Kevin [Feige], ele contou. “Algo interessante sobre isso é que foi uma conversa que tivemos um tempo atrás”.

O vilão foi interpretado no filme de 2005 por Julian McMahon, com Downey estreando como Tony Stark em Homem de Ferro’, de 2008. Entretanto, o chefe da Marvel Studios insistiu na ideia de escalar Downey como Destino.

Agora, após o astro vencedor do Oscar ter concordado em assumir o manto do antagonista, ele tentou convencer os Irmãos Russo a reunirem a equipe para os dois próximos capítulos da saga ‘Vingadores’. Segundo Joe, a dupla ficou hesitante a princípio.

“Robert tentou nos convencer e nós dissemos ‘não’. Simplesmente não tínhamos uma história. Não tínhamos como entrar no projeto. Resistimos por um tempo.”

Eventualmente, os irmãos tiveram uma ideia: “um dia, Steve McFeely, um de nossos principais colaboradores, disse: ‘tenho uma ideia’. Nós respondemos: ‘essa é a história!’. Essa história precisa ser contada. É uma história realmente poderosa”.

Joe acrescenta: “a única coisa que direi sobre o filme é o seguinte: adoramos vilões que se acham os heróis de suas próprias histórias. É aí que eles se tornam tridimensionais e mais interessantes. E quando você tem um ator como Robert Downey Jr., precisa criar um personagem bem construído e tridimensional para o público”.

‘Vingadores: Dr. Destino’ estreia no dia 17 de dezembro de 2026.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano), Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Emilia Clarke pode se juntar ao DCEU como Zatanna

De acordo com o We Got This Covered, a Warner Bros. pretende trazer Zatanna para o DCEU e está considerando Emilia Clarke para interpretar a personagem.

A informação veio da mesma fonte que revelou a escolha de Robert Pattinson como Bruce Wayne em ‘The Batman’.

Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados, mas Clarke é apenas uma das estrelas na lista de desejos do estúdio, que pretende ampliar o universo feminino da DC nos cinemas.

Para quem não conhece, Zatanna é uma feiticeira que herdou seus poderes dos pais, John Zatara e Sindella, descendentes da raça homo magi.

Entre suas principais habilidades, ela é capaz de conjurar magia, materializar objetos com o pensamento, teletransportar, curar ferimentos e manipular o tempo e o espaço.

A personagem já fez parte da Liga Justiça Sombria ao Lado de John Constantine, até que é convidada como membro honorário da Liga da Justiça original.

‘Os Vingadores’: Vídeo inédito mostra gameplay do jogo cancelado em 2012

No início do MCU era comum o lançamento de jogos baseados nos filmes, como aconteceu com ‘Homem de Ferro’, ‘O incrível Hulk’ e ‘Capitão América: O Primeiro Vingador’.

Em 2011, a THQ Studio começou a desenvolver um game para ‘Os Vingadores‘ com lançamento previsto junto à estreia da adaptação no cinema, em 2012.

O game foi anunciado com uma jogabilidade inovadora, que traria visão em primeira pessoa através dos heróis da equipe. No entanto, a ideia acabou sendo engavetada após alguns testes.

E, pela primeira vez, um canal do YouTube divulgou como seria o visual do game.

O vídeo foi recuperado de um disco rígido da Obscure Gamers, revelando os gráficos projetados para o Xbox 360.

Confira:

Lembrando que a Square Enix vai lançar o game ‘Marvel’s Avengers‘ em 04 de setembro.

O trailer informativo mostra que os personagens podem ser customizados com uniformes e equipamentos diferentes, além de evoluírem ao longo da trama para conquistarem diversas combinações de habilidades e golpes.

Confira:

Previsto inicialmente para maio deste ano, o jogo foi adiado e teve que passar por algumas atualizações antes de chegar às plataformas de video game.

Ron Rosenberg, diretor da Crystal Dynamics, a desenvolvedora do jogo em parceria com a Squire Enix, disse que foi uma decisão difícil, mas necessária para garantir aos fãs a melhor experiência possível em jogabilidade.

Em uma parte do comunicado, Rosenberg diz que:

“Como fãs, é uma honra e um privilégio trabalhar com esses personagens lendários e sabemos o que eles significam para nós e para os verdadeiros fãs em todo o mundo. Quando decidimos trazer a vocês a nossa visão dos ‘Vingadores‘, nos comprometemos a oferecer uma jogabilidade original baseada nos quadrinhos, envolvendo cooperação e conteúdo atrativo. Para atingir esse fim, precisamos de tempo adicional com foco no desenvolvimento e no aprimoramento para os altos padrões que nossos fãs esperam e merecem.”

A declaração foi encerrada com um pedido de desculpas e uma garantia de que a espera irá valer à pena.

Assista ao gameplay:

O painel da Marvel Games na SDDC acontece hoje às 13h30 no Hall H. Enquanto isso, assista ao trailer do jogo:

‘WandaVision’: Kathryn Hahn surge como [SPOILER] em nova imagem de bastidores

O oitavo episódio da aclamada e adorada série ‘WandaVision’ respondeu a diversas questões e revisitou o passado de Agatha Harkness (Kathryn Hahn), que estava escondida como Agnes na realidade arquitetada por Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen).

Agora, o paparazzo @onset.unseen divulgou em seu Instagram oficial uma imagem de bastidores em preto e branco em que Agatha é arrastada para ser julgada pelo próprio clã de bruxas a que pertencia e quando deveria ter sido queimada na fogueira – isso é, até conseguir se libertar e matar suas algozes.

Confira:

Lembrando que o último episódio vai ao ar no dia 05 de março.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do marcar o retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Obi-Wan Kenobi’: Arte conceitual mostra o Jedi duelando contra Darth Vader; Confira!

O Star Wars News Net divulgou algumas artes conceituais da série ‘Obi-Wan Kenobi‘ e uma delas mostra o mestre Jedi duelando contra Darth Vader.

Ao que parece, a dupla está de volta ao planeta Mustafar, onde Kenobi (Ewan McGregor) derrotou seu antigo aprendiz anos atrás.

Como foi mostrado em ‘Rogue One’, Vader passou a viver numa fortaleza no planeta vulcânico.

Até o momento, não se sabe como e porque Kenobi voltará a Mustafar, mas é dito na trilogia original que ele tentou resgatar Anakin (Hayden Christensen) de volta ao lado luminoso da Força em seu último encontro.

Então é possível que a imagem se refira a esse encontro.

Confira:

Lembrando que o elenco de ‘Obi-Wan Kenobi‘ também conta com Sung Kang (‘F9’), Rupert Friend (‘Homeland’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Moses Ingram (‘O Gambito da Rainha’), O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

Vale ressaltar que Hayden Christensen retorna como Anakin Skywalker, junto com Joel Edgerton e Bonnie Piesse como Owen e Beru Lars, tios de Luke Skywalker.

Anteriormente, a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que ‘Kenobi’ será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:

“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.

Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá apenas seis episódios com 1 hora de duração.

Por enquanto, a previsão de estreia é apenas para 2022.