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Crítica | Dívida Perigosa – Jared Leto desafia a máfia japonesa em filme da Netflix

Scarface no Japão

Para entender um pouco no que consiste este The Outsider (Dívida Perigosa), novo lançamento Netflix, produzido e protagonizado pelo astro Jared Leto, é só imaginar uma mistura de O Poderoso Chefão (1972), Scarface (1983), os filmes de faroeste de Clint Eastwood e, é claro, os filmes de yakuza, a máfia japonesa, já que o longa se passa inteiramente no país do sol nascente, na década de 1950.

É curioso perceber a forma como Leto, hoje um astro mítico, conduz sua carreira. Devido a sua ocupação como frontman da banda 30 Seconds to Mars, Leto se afastou por alguns bons anos das telonas, retornando somente em 2013 para, não por menos, levar o Oscar de ator coadjuvante em Clube de Compras Dallas. Daí, foi mais um hiato de três anos e o retorno, alguns dizem furado, em Esquadrão Suicida, vivendo ninguém menos do que um dos grandes vilões do cinema (sim, não só dos quadrinhos): o Coringa. O exercício não rendeu o esperado, e Leto talvez não volte mais a viver o personagem. Ano passado, no entanto, o ator recuperou a forma (momentaneamente) e emplacou uma boa performance em Blade Runner 2049.

Disso tudo podemos perceber duas coisas. A primeira é que Leto se tornou um ator que escolhe meticulosamente seus projetos, mesmo que nem todos resultem no que ele planejou em sua cabeça. E a segunda, Leto tem se especializado em desempenhos pouco usuais e se morfado em personagens excêntricos e tão chamativos quanto os que Johnny Depp moldou sua carreira, por exemplo. Os de Leto, por outro lado, menos levados na comicidade, e mesmo com a caricatura, empenhados em densidade.

Então, a escolha do ator por este projeto, ao ponto de ocupar a função de produtor também, mostra certo afeto especial de alguém que não diz sim para tudo e só pega determinadas ofertas. Além disso, como dito, Leto desempenha mais um de seus papeis peculiares aqui, na pele de Nick Lowell, um sujeito perigoso e de pouquíssimas palavras.  De fato, ele está mais monossilábico neste filme do que na vida real, e se formos contar, este provavelmente é o longa no qual possui menos linhas de diálogos de toda sua filmografia.

Antes de Leto dizer sim ao projeto, no entanto, o filme teve Tom Hardy e o fantástico cineasta Takashii Miike (13 Assassinos) vinculados – fico me perguntando qual seria o resultado, no mínimo insano, caso Miike assumisse o projeto. No lugar do diretor nipônico, entrou o bem menos expressivo dinamarquês Martin Zandvliet (do indicado ao Oscar Terra de Minas). Mesmo longe do frenesi lisérgico que seria a obra caso comandada por Miike, o dinamarquês dá conta do recado, criando momentos muito bem construídos, um bom clima frio, tensão intensa, suspense e cenas impactantes. A direção de arte e fotografia chegam junto, elevando o status da produção.

Na trama, Leto vive Nick, um presidiário no Japão, que salva a vida de um companheiro detento, Kiyoshi (papel de Tadanobu Asano). Seguindo as tradições, já que este era membro de uma das maiores famílias mafiosas do Japão, uma vez ambos fora da prisão, o sujeito se certifica que sua organização acolha Nick como um dos membros. Aos poucos o protagonista mudo vai se provando e ganhando espaço dentro do clã, mesmo ainda sendo visto como um gaijn – um estrangeiro, o título original da obra igualmente. Assim, como nos melhores dramas criminais sobre máfia, passamos por desafetos de famílias rivais, muita violência, assassinatos, cobranças e, em se tratando da yakuza, tradições que somente os criminosos nipônicos possuem, como um pedido de desculpas formal para o patrão acompanhado de um dedo.

Fora isso, Dívida Perigosa serve para apresentar uma das figuras mais marcantes do ano no terreno do audiovisual, a jovem atriz Shioli Kutsuna, que vive a irmã de Kiyoshi. Com uma presença que não pode ser negada, a fotogênica e estonteante australiana, descendente de asiáticos, encanta do início ao fim, em todas as cenas que participa – ficamos desejando que tivesse uma relevância ainda maior para o todo, tamanho seu carisma.

Apesar das inúmeras qualidades, que nem de perto mereciam tamanho desprezo da imprensa especializada, sentimos que ficou faltando algo para que o longa ganhasse verdadeiramente destaque em nossas mentes e se tornasse especial. O problema se resume a isso: rotina. É inegável que Dívida Perigosa é um thriller rotineiro e mundano, que apesar de entreter e prender bem nossa atenção durante a exibição, não apresenta realmente nada de novo – e nos desafiará a guardar um momento sequer na mente. Fora isso, o desempenho robótico para o protagonista gelado e quase sem vida de Leto não está exatamente em sintonia com todo o resto. Em sua performance mais estranha dos últimos tempos, Leto soa tão aéreo que quase parece desinteressado.

Saiba quais são os 8 Filmes MAIS ESPERADOS dos Últimos Meses de 2023!

O ano de 2023 ainda não acabou! Mas está perto disso, pois só temos mais três meses até a virada para 2024 – onde uma nova leva de filmes esperadíssimos será lançada. Enquanto nos aproximamos do fim do ano, aqui no CinePOP resolvemos estrear uma série de matérias examinando o que de mais interessante 2023 ainda reserva. Já estão no ar matérias sobre os filmes de terror mais badalados e também os blockbusters mais esperados para o fim deste ano.

Nesse novo texto traremos agora os filmes mais interessantes segundo nossa redação, que ainda irão estrear ainda em 2023 (mesmo que alguns deles apareçam no Brasil apenas no início de 2024). E como separamos anteriormente os filmes de terror e blockbusters (que você pode conferir nos links abaixo), aqui selecionamos basicamente grandes produções dramáticas – muitas das quais vêm sendo alardeadas para prêmios no Oscar. Confira abaixo.

Leia também: O Ano Ainda Não Acabou! Conheça os 6 Blockbusters Mais Esperados para os Últimos Meses de 2023!

08 | A Cor Púrpura

A Cor Púrpura’, baseado no livro de Alice Walker, rendeu um dos filmes mais icônicos dos anos 80, assinado por ninguém menos que Steven Spielberg. O drama de época carrega fortes tintas raciais mostrando duas irmãs negras separadas ainda na infância. Uma delas é vendida como esposa de um fazendeiro autoritário e violento. Acima de tudo a história fala sobre fé e superação. E este ano, a mesma Warner decide transformar o musical dos palcos, um enorme sucesso, numa superprodução para as telonas, com um grande elenco. E os fãs não poderiam estar mais ansiosos para assistir. ‘A Cor Púrpura’ estreia no dia 25 de dezembro nos EUA, e chega por aqui um mês depois, no dia 25 de janeiro de 2024.

Leia também: Os 6 Filmes de Terror MAIS ESPERADOS para os Últimos Meses de 2023!

07 | Maestro

Essa é uma produção que deverá passar brevemente pelos cinemas do mundo antes de sua estreia oficial na plataforma da Netflix. E o motivo para uma carreira nos cinemas antes é para cumprir as regras da Academia de Cinema e se tornar elegível ao Oscar – já que é uma das grandes apostas para a próxima edição. Se trata do novo filme como diretor de Bradley Cooper – lembrando que a estreia do ator na direção rendeu o badaladíssimo ‘Nasce uma Estrela’ (2018). Aqui Cooper aposta de novo na música, mas em algo mais clássico na biografia do maestro judeu Leonard Bernstein e sua relação com o trabalho, com a esposa e família. A estreia no streaming é em 20 de dezembro.

06 | Napoleão

Apesar deste gritar “Oscar”, ainda é uma incógnita se irá figurar entre os indicados da cerimônia de 2024. Isso porque todo ano temos os chamados “isca de Oscar” – ou seja, filmes que têm toda a cara do maior prêmio do cinema, mas que terminam sem uma indicação sequer para chamar de sua – ou apenas com poucas indicações nas categorias que não são principais, quando o esperado era que sacudissem as estruturas do evento. Tudo dependerá de seu resultado com os críticos ou sua bilheteria. ‘Napoleão’ era um projeto antigo de Hollywood, que esteve vinculado inclusive ao icônico Stanley Kubrick no passado. Quem finalmente conseguiu tirar do papel foi Ridley Scott. E com Joaquin Phoenix no papel principal e Vanessa Kirby como coadjuvante, não podemos menosprezá-lo. A estreia é nos cinemas no dia 23 de outubro.

05 | O Assassino

As redes de cinemas “piram”. Aqui temos mais um dos lançamentos mais badalados do fim de 2023 e trata-se de outra produção da Netflix – veremos algumas assim ainda na lista. Assim como ‘Maestro’, ‘O Assassino’ foi exibido em alguns festivais de cinema pelo mundo e deverá estrear brevemente em salas de cinema para depois cair na plataforma da Netflix em 10 de novembro. Trata-se do novo filme de David Fincher, diretor de obras-primas como ‘Seven’, ‘Clube da Luta’ e ‘Garota Exemplar’. Em seu novo longa, ele recruta Michael Fassbender para o papel de um exímio matador de aluguel que desenvolve crise de consciência. A estreia é no dia 10 de novembro.

04 | O Mundo Depois de Nós

E olhe só, mais uma produção da Netflix encontra lugar na nossa lista. Essa é a adaptação para as telas do livro de suspense e ficção de Rumaan Alam – sobre uma família passando férias numa casa de lago. É quando os proprietários da residência, uma família negra, chega à porta com notícias devastadoras, de um cataclisma que se aproxima. Sim, esse é mais um filme sobre o fim do mundo da Netflix, depois do sucesso de ‘Não Olhe para Cima’ (2021). Quem estrela é a musa Julia Roberts, ao lado do ator duas vezes vencedor do Oscar Mahershala Ali. Como coadjuvantes de luxo temos Ethan Hawke e Kevin Bacon. A estreia é no dia 8 de dezembro.

03 | Segredos de um Escândalo

Se você acertar a produtora deste filme ganhar um prêmio. Sim, é mais um longa da Netflix na lista, mas esse será o último, prometemos. Começamos agora o top 3 dos filmes mais esperados desses três meses restantes de 2023. Foi difícil escolher e por mais que todos os itens acima chamem muito nossa atenção – selecionamos ‘Segredos de um Escândalo’ para figurar em terceira posição. O longa é um dos mais cotados para indicações no próximo Oscar e grande parte disso é por se tratar do novo filme do cineasta Todd Haynes – de ‘Carol’ (2015).

Mas não apenas isso, pois conta com as vencedoras do Oscar Natalie Portman e Julianne Moore juntas em tela pela primeira vez – o que se torna automaticamente um evento para os cinéfilos. Na trama, Portman é uma atriz estudando seu próximo papel no cinema. Julianne Moore é uma mulher que foi presa no passado por abuso de menores, já que se envolveu com um menor de idade, que se tornou seu marido anos depois. É justamente esta mulher que a personagem Portman irá interpretar.  A estreia é no dia 1º de dezembro.

02 | Pobres Criaturas

Um dos grandes chamarizes do Festival do Rio 2023 – tendo antes passado por outros eventos de cinema badalados pelo mundo, ‘Pobres Criaturas’ é o novo filme protagonizado por Emma Stone e grande elenco, com direção do grego Yorgos Lanthimos – de ‘A Favorita’ e ‘O Lagosta’. Trata-se de uma reimaginação superestilizada do clássico ‘A Noiva de Frankenstein’ (1935), no qual Stone interpreta uma mulher criada artificialmente em um laboratório por um cientista para ser a personificação da fêmea perfeita. Porém, ela ainda está aprendendo tudo sobre a vida, tentando ser humana e assimilando os prazeres carnais. Outro grande favorito a indicações no Oscar, a estreia ocorre no dia 8 de dezembro nos EUA, mas é programado apenas para 1º de fevereiro de 2024 no Brasil – visando o Oscar.

01 | Assassinos da Lua das Flores

Não tem jeito, o filme mais aguardado para esse fim de 2023 é o novo trabalho de Martin Scorsese, considerado o melhor diretor ainda em atividade. Ao que tudo indica, ‘Assassinos da Lua das Flores’ será a grande sensação do próximo Oscar. O longa conta com protagonismo dos dois maiores colaboradores de Scorsese, Leonardo DiCaprio e Robert De Niro. A trama se passa na década de 1920, mas é urgente e atual, abordando o massacre de uma tribo indígena em nome da ganância do homem branco. De Niro vive um poderoso atrás de petróleo encontrado em território Osage. DiCaprio vive seu sobrinho, que chega para trabalhar com ele, sem entender muito bem dos negócios do tio. Ao mesmo tempo em que fica a par de suas atividades, se apaixona por uma nativa, que faz parte de tal tribo. A produção é da Apple TV+ e da Paramount, por isso garantirá a distribuição nos cinemas antes do streaming. A estreia é no dia 19 de outubro.

Como fazer o Live-Action de Naruto dar certo

Naruto vai ter um filme em live-action. A adaptação hollywoodiana do mangá criado por Masashi Kishimoto em 1997 está em processo de produção e tem previsão de estreia para o ano de 2019. A Lionsgate, de filmes como a franquia Jogos Vorazes, será a responsável e já conta com Jon e Erich Hoeber (RED – Aposentados e Perigosos) no roteiro e Michael Gracey (O Rei do Show) na direção.

Tanto o mangá quanto o anime atingiram uma enorme popularidade em dezenas de países ao longo dos anos. No Brasil, a história de Naruto Uzumaki em busca do sonho de se tornar Hokage foi transmitida no SBT e no Cartoon Network.

A adaptação cinematográfica gera uma certa preocupação nos fãs de Naruto, pois Hollywood não tem um bom retrospecto em adaptações de animes. Como exemplo, é possível citar o execrado Dragonball Evolution (2009) e o recente Death Note (2017) da Netflix, ambos decepcionantes e ruins não somente na perspectiva dos fãs das histórias originais quanto para o público geral que nunca havia assistido ou lido sobre.

Naruto tem 700 capítulos no mangá, tornando assim inviável uma adaptação que envolva toda a história do jovem ninja. Ainda assim, é possível fazer um filme no mínimo razoável, desde que aborde os arcos certos e não repetir os erros que outras produções live-action de anime cometeram.

Para começar, um ponto primordial: Não ter vergonha da própria história.

A cultura ocidental é muito diferente da oriental em diversos aspectos, mas em relação a animes, o público já está acostumado ao padrão de histórias japonesas. Dragon Ball, Death Note, Sailor Moon, Pokemon e tantos outros são muito populares nos Estados Unidos. Não é necessário tentar moldar o tom do filme para alcançar determinado público jovem. O material fonte já é suficiente. A adaptação não precisa ser tão rústica a ponto de modificar conceitos e modus operandi de apresentação da jornada do protagonista. Nada de romance adolescente, linguajar infantil ou todos esses clichês que os produtores julgam necessários para atrair espectadores. Naruto é o sucesso que é por ser de determinado jeito. O ideal é seguir isso.

Sim, tem que ter bandana, chakra, introdução com o Minato selando a Raposa, ninjutsu, genjutsu e taijutsu e tudo ser ambientado em Konoha.

Por ser um filme, sua duração é extremamente curta se comparado com o material fonte, então é preciso limitar até onde vai o roteiro. Uma opção satisfatória é abordar a fase clássica, com os gennins ainda pequenos, até o Exame Chunnin. Durante este processo, alguns pontos inevitavelmente serão cortados ou encurtados, mas é preciso estabelecer pelo menos quem será o vilão do filme e o mais marcante do início de Naruto é unânime: Orochimaru.

O icônico antagonista  é o principal nome para representar o mal no filme. Sua personalidade e aparêncha chamam atenção de diversos modos e criam até uma simpatia por parte de quem assiste, mesmo ele indo contra os protagonistas. Por falar em aparência, um tópico de extrema importância é o visual dos personagens. Tanto em adaptações de mangás quanto de quadrinhos de super-heróis, em muitas vezes acham necessário fazer mudanças na imagem do elenco, mesmo já estabelecido por anos e de conhecimento do publico geral. Há uma certa vergonha do ridículo.

Nos últimos anos, em filmes de super-heróis, tanto da DC quanto da Marvel, isto vem mudando. Porém, nas adaptações de mangás/animes, ainda persiste. O que faz pouco sentido, visto que já foi provado que, sim, dá para fazer atores reais utilizarem o figurino do anime e ficar bom. O próprio Naruto é um exemplo prático disso, visto que no Japão houve uma apresentação de teatro e o figurino ficou impecável, fiel à história e muito bonito.

Em relação aos efeitos, em Guerra Infinita vimos que é possível. Fazendo um paralelo, o Doutor Estranho fez algo que remete muito ao kage bushin no jutsu, o multiclone das sombras, uma das técnicas mais características do personagem principal.  Não se espera efeitos visuais de qualidade tão ímpar quanto o filme da Marvel,  mas ainda assim dá para reproduzir alguns dos poderes, os nijutsus.

Outro ponto marcante no anime e esperado no filme é a alta qualidade da trilha sonora. Naruto tem músicas muito conhecidas e marcantes, sejam cantadas ou apenas instrumentais.  As diversas canções refletem bem o tom da cena exibida no momento e um trabalho na parte auditiva para a adaptação cinematográfica é algo a ser explorado. Para isto, nada de rap, hip-hop ou country, ritmos típicos americanos e sim algo mais oriental, que faz sucesso no mundo todo e é querido por muitos.

O auxílio de Kishimoto é primordial para que o filme dê certo. Sem o autor da obra, as liberdades criativas podem prejudicar muito o filme e então ter um resultado decepcionante como Dragonball Evolution. Ainda que não se espere uma produção digna de Oscar, um filme de Naruto pode ser bom o suficiente para divertir quem assiste, desde que seja trabalhado do jeito certo.

O filme de Naruto tem potencial para ser superior a outras produções do gênero como Death Note, Dragonball e Full Metal Alchemist. Basta seguir minimamente a linha da história original e não achar que o material fonte não funciona em telas de cinema. Um respeito à obra já o colocará à frente de outros e assim no futuro outras produções do tipo possam ter início.

Naruto teve mais de 700 episódios no anime e cerca de 200 milhões de mangás vendidos apenas no Japão. O sucesso é absoluto. O filme ainda está em processo de pré-produção e a tendência é que seja finalizado e exibido no próximo ano.

Netflix pode perder até 57% dos seus assinantes se adicionar comerciais no catálogo

Segundo o estudo “Audience Project“, do Reino Unido, a Netflix perderia 57% dos seus assinantes se tivesse optado por adicionar comerciais em sua plataforma.

A polêmica começou no final do ano passado, quando a Netflix andou testando anúncios em seus serviços, o que irritou boa parte de seu público. Os anúncios eram vídeos promocionais que apareciam entre os episódios, mas de títulos da própria Netflix.

E embora a pesquisa tenha sido realizada no Reino Unido, muito provavelmente o resultado não seria diferente aqui no Brasil, podendo ser até pior, já que uma das razões que o público adquire esse streaming é a não necessidade de ter que lidar com comerciais.

Você deixaria de assinar a Netflix se eles adicionassem comerciais entre os títulos?

Conheça os Filmes e Séries que estreiam na Netflix em FEVEREIRO

‘Coringa’ se torna a maior bilheteria da história de Outubro com US$ 93,5 milhões nos EUA

Coringa‘ estreou quebrando recorde de bilheteria nos EUA. O filme fez US$ 93,5 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias, tirando o título de melhor abertura para o mês de outubro de ‘Venom‘, que estreou arrecadando US$ 80 milhões no ano passado.

Coringa‘ já quebrou o recorde de bilheteria de sexta-feira em outubro ao ganhar US$ 39,8 milhões em seu primeiro dia nos cinemas. É também a melhor abertura de carreira para o diretor Todd Phillips, cujo recorde era de ‘Se Beber, não Case 2‘ (US$ 85,9 milhões).

Mundialmente, o filme fez US$ 234 milhões.

Lembrando queCoringa‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘Coringa’ é um filme violento demais?

Assista às nossas críticas:

 

Crítica | Coringa é o filme que o mundo precisa assistir… 

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

‘Aves de Rapina 2’? Warner já planeja o próximo filme da Arlequina

Aves de Rapina‘ estreou esse ano trazendo a Arlequina como protagonista de sua história, e apesar de ter agradado os críticos, o filme teve uma arrecadação mediana nas bilheterias e faturou apenas US$ 201 milhões mundialmente.

Mesmo assim, a Warner planeja continuar investindo na personagem vivida pela Margot Robbie.

Segundo o jornalista Jeremy Conrad, a Warner já iniciou conversas e negociações para definir qual será o próximo filme protagonizado pela Arlequina, com a possibilidade de uma adaptação de ‘As Sereias de Gotham‘.

Robbie assinou contrato para protagonizar três filmes, além de participar de ‘O Esquadrão Suicida‘, que estreia em 6 de agosto de 2021.

Além disso, a diretora Cathy Yan revelou ao The Wrap que tem ideias para uma sequência de ‘Aves de Rapina‘ e iria explorar o relacionamento entre Harley Quinn e a Hera Venenosa.

“Eu adoraria trazer a Hera Venenosa para o cinema e iria investir num relacionamento entre ela e Harley Quinn, porque seria completamente desafiador e chocante ver duas personagens fortes tomando a frente de uma nova franquia.”, disse a cineasta.

Questionada se ainda tem esperança de realizar a sequência, Cathy pareceu confiante.

“Eu não sei, mas acho que as pessoas não estão prontas para se despedirem da Harley Quinn. Também acho que Margot [Robbie] ainda tem muito fôlego para interpretá-la por mais alguns anos, então… Quem sabe. Eu espero que possamos fazer isso.”

 

 

‘Pânico’: Por Onde Anda o Elenco 24 Anos Depois

Na coluna ‘por onde anda o elenco…’ já tivemos alguns slashers da retomada dos anos 1990, como Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado e Lenda Urbana, mas havíamos deixado de fora o carro-chefe e grande responsável pela sobrevida do gênero no período, Pânico. Com o anúncio do quinto filme da franquia, agora pelas mãos da Paramount, a volta do elenco original e a data de estreia já definida para janeiro de 2022, não existe ocasião mais perfeita para celebrarmos este terror adolescente tão querido pelos fãs. Assim, iremos finalmente recapitular por onde andam os principais envolvidos com sua produção.

Portanto, sem mais delongas, enquanto aquecemos os motores para o quinto capítulo da franquia – e começamos a maratonar os quatro longas anteriores – vamos descobrir, bem a tempo para o halloween, o paradeiro do elenco de Pânico (Scream).

Neve Campbell (Sidney Prescott)

Recentemente, andamos falando muito sobre a estrela da década de 1990, Neve Campbell. Primeiro na matéria sobre as Screm Queens dos 90’s e depois na matéria sobre Jovens Bruxas – o primeiro papel de destaque da atriz no cinema. Na época, Campbell se preparava para a terceira temporada da série Party of Five (O Quinteto), produção que realmente colocou seu nome no mapa. Mas, seu primeiro papel protagonista nas telonas viria alguns meses depois com Pânico – época em que o seriado citado se encontrava a pleno vapor por seu terceiro ano. Há pouco tempo, Neve chegou inclusive a revelar que ninguém nos bastidores do slasher tinha certeza de sucesso.

A atriz mencionou que durante os takes, onde ela e os colegas de elenco esperavam para a próxima cena cobertos de sangue artificial, se perguntavam se no ano seguinte os fãs do gênero usariam a fantasia do assassino Ghostface no halloween, ou se o vilão cairia para sempre no esquecimento, como aconteceu com tantos. Hoje, 24 anos depois, três sequências (e mais uma ficando pronta) e três temporadas de uma série derivada, é seguro dizer que desde sua estreia o Ghostface nunca saiu de moda, e se tornou uma das máscaras mais populares saídas de um filme de todos os tempos. Campbell foi vista na superprodução da Universal Arranha-Céu (2018), ao lado do maior astro da atualidade, Dwayne Johnson, e, como dito, se prepara para estrear Pânico 5 em 2022.

Courteney Cox (Gale Weathers)

O legal dos filmes de terror slasher desta época é que testavam no cinema a capacidade de atores que brilhavam em séries de TV populares. E em Pânico, tínhamos duas jovens atrizes saídas de dois dos maiores programas de TV da época: o citado Party of Five e o fenômeno inesgotável Friends. A série de comédia sobre os seis amigos solteiros vivendo em Nova York é uma das mais populares de todos os tempos, sendo redescoberta consecutivamente por gerações ainda hoje, desde sua estreia lá em 1994. O programa durou dez anos, e na época do lançamento de Pânico em dezembro de 1996, Friends estava, vejam só, igualmente em seu terceiro ano e a pleno vapor. E não apenas isso, como no terceiro episódio da temporada, o programa contou com participação de ninguém menos que David Arquette, imortalizado como o policial Dewey na franquia Pânico!

É claro que Cox viveu a perfeccionista Monica Gellar no humorístico. Vale mencionar que nos quase 25 anos desde o primeiro filme, Cox conheceu o colega citado durante as filmagens, iniciaram um relacionamento, se casaram, ela mudou o nome para Arquette, tiveram uma filha e depois de alguns anos eles se divorciaram, com a atriz voltando ao nome de solteira. Apesar disso, continuam amigos e ambos retornam para o quinto filme. Cox, ainda bem novinha, fez o filme do He-Man, Mestres do Universo (1987), e o primeiro Ace Ventura (1994), com Jim Carrey, no qual estava lindíssima. Depois do fim de Friends, Cox protagonizou a série Cougar Town por seis temporadas, e participou de programas famosos como Shameless (2018) e Modern Family (2020).  No cinema, seu último filme foi a coletânea dramática sobre mães e filhas, Minha Mãe e Eu (2016).

David Arquette (Dewey Riley)

O policial atrapalhado Dewey morria no primeiro roteiro de Pânico, mas o carisma de David Arquette no papel foi tanto que os realizadores optaram por mantê-lo vivo no desfecho do filme original. Curiosamente, na continuação de 1997, o mesmo ocorre, com Dewey terminando entre a vida e a morte. Irmão mais novo das atrizes Rosanna Arquette e Patricia Arquette, David possui um jeito peculiar de ser e atuar nos filmes, sempre beirando o estranhamento e a esquisitice, características que leva consigo para seus papeis.

Após o sucesso de Pânico, Arquette teve destaque na comédia romântica Nunca Fui Beijada (1999) e no “terrir” Malditas Aranhas (2002), da Warner. Atualmente, no entanto, fora da franquia Pânico, Arquette se concentra basicamente em filmes da categoria B, sem nomes conhecidos no elenco e produção, e deve estar seguindo os passos do ex-cunhado Nicolas Cage, já que tem nada menos que 7 filmes em fase de pós-produção para estrear antes de Pânico 5, todos, certamente, renegados ao mercado de vídeo por aqui. Fora isso, desde 2000 David Arquette investe na carreira como lutador de luta livre (Wrestling) – é sério!

Drew Barrymore (Casey Becker)

Drew Barrymore era o maior nome do elenco na época do lançamento de Pânico, tanto que os realizadores a queriam no papel da protagonista Sidney. Barrymore, é claro, havia sido uma atriz mirim de sucesso, e um de seus primeiros trabalhos foi o blockbuster E.T. – O Extraterrestre (1982). Na fase adolescente se envolveu em diversos problemas pessoais com o uso de drogas e bebidas, mas deu a volta por cima emplacando em filmes como Relação Indecente, Quatro Mulheres e um Destino, Somente Elas, Amor Louco, Batman Eternamente e Todos Dizem Eu te Amo – tudo isso antes de estrelar Pânico. A atriz achou melhor optar por uma participação menor no filme, terminando com o papel da primeira vítima Casey.

A intenção da atriz era passar ao público a sensação de que nem mesmo o rosto mais conhecido do elenco estava seguro, assim tudo poderia acontecer. Algo orquestrado por Hitchcock em Psicose, porém, ainda mais intenso, já que Barrymore sai de cena logo nos primeiros minutos do filme. A atriz seguiu como nome mais forte do elenco, sendo a única considerada verdadeiramente uma estrela – dentre seus sucessos, a franquia As Panteras, da qual é produtora. Barrymore protagonizou as três temporadas de Santa Clarita Diet, da Netflix, ganhou seu próprio talk show e prepara sua volta às telonas com The Stand-In, comédia sobre uma atriz e sua dublê, onde viverá papel duplo. Seu último filme no cinema havia sido o drama Já Estou com Saudades (2015).

Skeet Ulrich (Billy Loomis)

 

 

Pânico é uma bela homenagem orquestrada pelo roteirista Kevin Williamson aos slashers do cinema. Uma das mais fortes referências é ao clássico absoluto Halloween – A Noite do Terror (1978), do mestre John Carpenter. Além das diversas citações, entre elas à atriz Jamie Lee Curtis, e do filme ser exibido na TV durante uma festa num momento chave de Pânico, o nome do personagem de Skeet Ulrich é pura dedicatória ao herói do filme de Carpenter, o psiquiatra do assassino Michael Myers, que trata de caça-lo na noite de dia das bruxas mais perigosa de todas. Porém, o personagem do saudoso Donald Pleasence era por sua vez uma dedicatória ao mestre Alfred Hitchcock e ao namorado da protagonista Janet Leigh em Psicose – que se chamava Sam Loomis (vivido pelo ator John Gavin).

Ulrich foi contratado por sua semelhança física com Johnny Depp, outro ator descoberto por Wes Craven para um de seus filmes, este no caso A Hora do Pesadelo (1984). Billy Loomis logo se torna o principal suspeito dos assassinatos, mas será que o personagem mais óbvio é mesmo o culpado? Depois de participações em filmes como Melhor é Impossível, Newton Boys e Suando Frio, todos ainda na década de 1990, Ulrich deu uma sumida e não cumpriu o estrelato prometido. Atualmente ele se encontra na série Riverdale, sucesso do canal CW.

Rose McGowan (Tatum Riley)

A morena Rose McGowan colocou uma peruca loira para viver Tatum, a desbocada cheia de atitude irmã do policial Dewey, que é também a melhor amiga da protagonista Sidney e namorada do amalucado Stu. É claro que com tantas conexões, apesar de ser a personagem preferida de muitos neste primeiro filme, a coisa ia dar ruim para Tatum. É dela que vem algumas das referências mais legais do longa, como citações a filmes, atores e diretores na forma de trocadilhos, embaralhando títulos e personalidades – como “Wes Carpenter” (mistura dos lendários cineastas do gênero). Apesar de seu destino cruel, a realidade pode ser ainda mais aterradora, já que Pânico, fora das telas, serviu como marco zero para o movimento #metoo e o início das acusações contra o mega produtor Harvey Weinstein.

Pânico foi produzido pelo empresário, e McGowan trabalharia com ele novamente no terror Fantasmas (1998). A atriz foi a primeira a vir a público com as denúncias. Na época, McGowan ainda participou de Um Crime Entre Amigas, Prontos para Detonar e foi parte do elenco fixo da série de sucesso Charmed, sobre um trio de irmãs bruxas, após a saída da problemática Shannen Doherty em 2001. Seu último filme conhecido foi em 2011, com o remake de Conan – O Bárbaro, protagonizado por Jason Momoa, no qual interpretou a vilã.

Matthew Lillard (Stu)

Outro amalucado do elenco, Matthew Lillard trazia sua excentricidade para os papeis que fazia, ficando conhecido pelo jeitão todo particular. Foi assim, por exemplo, em Hackers – Piratas de Computador (1995), no qual atuou lado a lado com a vencedora do Oscar Angelina Jolie, então uma solene desconhecida. Assim, Stu foi apenas mais uma extensão deste “personagem-ator”, cheio de trejeitos e maneirismos, além das gírias, risadas e jeito aloprado em geral.

Desta forma, não é de se espantar que o ator tenha sido escolhido para viver a versão de carne e osso do “maconheiro” Salsicha nos live-action do Scooby-Doo (2002 e 2004). Lillard segue até hoje como a voz do personagem em variadas animações. Ainda aproveitando o sucesso de Pânico, ele faria Wing Commander e 13 Fantasmas. Somente nos últimos anos foi que Matthew Lillard optou por papeis e uma atuação mais séria e contida, longe de sua sempre caricatura. O epicentro de tal mudança foi o indicado ao Oscar Os Descendentes (2011), trilha que continuou em Twin Peaks: O Retorno (2017). Atualmente, ele faz parte do elenco de Good Girls, série da Netflix.

Jamie Kennedy (Randy)

Uma das grandes sacadas de Pânico é a metalinguagem. Os personagens sabiam tudo sobre filmes de terror, e traçavam um paralelo com o que lhes ocorre na “vida real”, dentro do filme. No entanto, nenhum personagem personifica tanto este artifício quanto Randy, o funcionário cinéfilo de uma vídeo locadora (sim, Pânico já está no túnel do tempo) que entende tudo de filmes de terror. Ele é o nerd de plantão, o personagem com que todo aficionado se identifica. Devido a estas características, ele é também o eterno apaixonado pela protagonista Sidney, que nunca sai da “friend zone”.

Após o sucesso na franquia Pânico, na qual permaneceu como favorito de muitos até o terceiro episódio, Jamie Kennedy aproveitou sua popularidade para ganhar seu próprio programa de pegadinhas, intitulado The Jamie Kennedy Experiment (2002-2007). Neste período, resolveu protagonizar comédias ambiciosas para a Warner e sua subsidiária New Line, vide Sequestro em Malibu (2003) e O Filho do Máskara (2005), ambos fracassos de crítica e público, com o segundo vivendo para se tornar um dos piores filmes de todos os tempos. Em 2018, Jamie Kennedy participou de O Ataque dos Vermes Malditos 6, lançado direto em vídeo.

Wes Craven (Diretor)

O mestre Wes Craven nos deixou em agosto de 2015. Pânico viveu para se tornar um dos maiores sucessos de sua carreira, e uma muito bem-vinda reenergizada em sua filmografia, que na época amargava produções que não estavam emplacando muito com o público. É claro que Craven era dono de sucessos, como A Hora do Pesadelo (1984), mas nos anos que precederam Pânico andava meio mal das pernas. Ele havia lançado, por exemplo, Um Vampiro no Brooklyn – comédia de horror subestimada, protagonizada por Eddie Murphy, no ano anterior.

E nem mesmo uma nova investida pelos pesadelos de Freddy Kruger em 1994 se mostrou apelo de bilheteria suficiente. Craven repetiria muito da metalinguagem, dos bastidores de cinema e do filme dentro do filme tirado de O Novo Pesadelo (1994) para Pânico e suas sequências. Seus últimos trabalhos foram como produtor da série Scream e do longa de terror The Girl in the Photographs. Como diretor, Craven se despediu com Pânico 4 (2011).

Kevin Williamson (Roteirista)

Midas dos slasher adolescentes no fim da década de 1990, Kevin Williamson tinha o dedo em tudo, desde Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, passando por Pânico e sua continuação, até Prova Final – e dizem boatos que retocou o roteiro de Halloween H20. Não bastasse isso, o escritor criou sua própria série de sucesso juvenil com Dawson’s Creek. Mas foi quando se aventurou a dirigir que as coisas saíram dos trilhos e Tentação Fatal (1999) se viu em meio a polêmicas reais, se tornando um fracasso – que muitos sequer tem conhecimento da existência.

Depois da ausência em Pânico 3, Williamson voltaria a se reunir com o colega Wes Craven para duas outras obras, o fracasso Amaldiçoados (2005) e o subestimado Pânico 4 (2011). Williamson, embora nem todos saibam, esteve por trás de seriados de sucesso, como The Following (2013-2015) e Vampire Diaries (2009-2017). Atualmente está em cartaz, como criador, da série Tell me a Story. Infelizmente, em Pânico 5 não teremos o envolvimento dos criadores originais, já que Craven faleceu há cinco anos e Williamson não terá participação no roteiro do longa.

‘Viúva Negra’: Sósia de Scarlett Johansson VIRALIZA nas redes sociais; Confira!

Apesar de ‘Viúva Negra‘ marcar a despedida de Scarlett Johansson como Natasha Romanoff, isso não significa que o público vai ficar sem novidades da personagem.

Isso porque uma sósia de Johansson vem fazendo sucesso nas redes sociais e conquistando os fãs do MCU por conta de sua incrível semelhança com a estrela.

Trata-se da Tiktoker russa que atende pelo nome artístico de Kate Johansson.

A jovem está dominando a internet com seus vídeos, que incluem uma série de performances como cosplayer da Viúva Negra.

Kate já acumulou mais de 05 milhões de seguidores graças aos vídeos, e alguns deles chegam a ser assustadores, fazendo qualquer um confundi-la com a verdadeira intérprete da heroína.

Entre os vídeos, Kate imagina Romanoff em situações inusitadas, como dançando ao som de músicas engraçadas ou se empanturrando com doces e fast foods.

Por conta disso, uma multidão de usuários do TikTok, Instagram e Twitter já estão fazendo campanha para verem Kate e Scarlett juntas num desses vídeos.

Isso seria realmente interessante! Você concorda?

Confira os vídeos da cosplayer:

@kate_johansson♬ original sound – Josh & Bronson

@kate_johansson♬ yup thats me – Vector

@kate_johansson♬ bills – hayden’s side chick

@kate_johansson😂😂😂♬ original sound – Selwyn Huqueriza

 

No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Conheça Kaguya Sama – Love is War | O premiado anime que é o “Death Note” da Comédia Romântica

Kaguya Sama – Love is War (Amor é Guerra). Pelo subtítulo, para quem não conhece a produção, pode imaginar que o anime aborda uma história puramente de romance, com todos os clichês possíveis do gênero. Afinal, se os famosos Shounen costumam seguir sempre uma fórmula – que por sinal, costuma dar certo – as obras japonesas que abordam romance também estabelecem uma certa linha. Porém, Kaguya Sama vai além e, contando com um produção incrível, consegue dosar um ótimo tom cômico à história dos dois personagens principais. Um grande respiro no gênero.

O anime que aborda a história de Kaguya Shimomiya foi lançado no ano de 2020 e desde então conquistou muitos fãs e chamou atenção do público otaku, sendo, por exemplo, nomeado em diversas categorias do Crunchyroll Anime Awards nos dois últimos anos, inclusive conquistando o Prêmio de Melhor Comédia. Isso deixa claro que, apesar do nome, a Comédia está fortemente alinhada à obra, o que é um alívio para quem tem aversão ao Romance, que, sim, também está presente na história.

Apresentação geral feita e então entra a pergunta: Afinal, por que Kaguya Sama é tão bom? É possível citar diversos elementos, entre eles:

– A Guerra do Amor entre os personagens principais

Kaguya Shimomiya e Miyuki Shirogane são duas referências de excelência acadêmica e possuem uma paixão mútua. Porém, ambos não querem assumir esse sentimento e fazem todo o possível para que o outro confesse o amor. Essa relação é o fio condutor da história e a atitude dos personagens gera divertidas situações, com planos inteligentes (alguns nem tanto) e uma construção de relacionamento que gera um bom entretenimento ao público.

Os planos envolvem situações mundanas e do cotidiano, sendo fácil se envolver e se relacionar com eles. Este lado do anime tem força principalmente na primeira temporada e torna a obra como uma espécie de Death Note, com um tentando arrancar a confissão do outro. Claro, de uma forma muito mais leve e cômica.

– Incrível produção da série

Os planos citados no ponto anterior são muito bem executados no audiovisual porque a produção do anime dá um carinho especial à forma em que é passada ao público. O tom “sério” e “dramático” no momento de planejamento dá um tom sarcástico de muito bom gosto aos episódios.

Além disso, o anime de Kaguya Sama é visualmente muito bonito, com diversas mudanças de cores de tom de acordo com a situação. Como exemplo, o azul sendo predominante em momentos mais frios e racionais, enquanto o vermelho é mais evidente nas cenas em que o amor prevalece e as duas partes não conseguem se segurar. Isso sem falar em jogos de perspectivas criados para diversas situações.

– Propositalmente brega

Ainda no campo da produção, o anime é assumidamente brega em alguns momentos, ditando um divertido tom de deboche. A trilha sonora romântica é boa e assumidamente exagerada, trazendo uma excelente sintonia entre a Comédia e o Romance.

Com relação à breguice e o sarcasmo, a própria obra em diversos momentos finge ser as clássicas histórias de Romance e insere um tom de deboche, deixando claro que esse é um enredo diferente dos demais. Aqui a originalidade e o fora do comum prevalecem. É um anime de portas abertas para diversos tipos de público, mesmo àqueles que são mais familiarizados a Shounen como One Piece, Naruto e Dragon Ball, por exemplo.

– Mini-histórias

A excelência de Kaguya Sama também está relacionada ao fatos dos episódios serem divididos em mini-histórias. Elas não necessariamente estão interligadas, mas há um claro fio condutor do enredo numa forma geral. Esta divisão é boa também à medida que não há muita enrolação e não causa cansaço. Pelo contrário, dá um gosto de “quero mais” ao término de diversas situações.

– O Romance também é bom

Os momentos de Romance, propriamente dito, são muito eficientes e criam todo um clima de forma natural, sem a intenção de forçar muito a barra. A construção do relacionamento entre Kaguya e Shirogane é feita de modo natural e torna facilmente perceptível a evolução de ambos ao longo dos episódios. A aproximação dos dois é evidente e faz com que o anime tenha cenas bonitas e cativantes em meio ao tom bem humorado e sarcástico da série.

Kaguya-Sama: Love is War vem sendo anualmente premiado e não é à toa. É um anime que pode ser tranquilamente acompanhado até mesmo por aqueles que não assistem muito a esse tipo de obra. Até o momento, foram duas temporadas lançadas e a terceira começará a ser exibida em abril deste ano.

 

Framboesa de Ouro 2023 | ‘Blonde’, ‘Pinóquio’ e ‘Morbius’ são os grandes “vencedores”

Nem só de bons filmes vive o cinema, mas também de títulos bastante ruins ou decepcionantes. Logo, era apenas questão de tempo até alguém criar uma premiação que “homenageasse” essas produções.

Foram revelados os “vencedores” da 43ª edição do Framboesa de OuroBlonde, polêmica cinebiografia sobre Marilyn Monroe, foi o título vencedor da categoria Pior Filme.

A categoria Pior Atriz foi cancelada e o Framboesa de Ouro (The Razzie) premiou ele mesmo por ter indicado a atriz mirim Ryan Kiera Armstrong, de 12 anos, como Pior Atriz.

PIOR FILME
Blonde – Vencedor
Pinóquio
Tenho Um Bom Luto
A Filha do Rei
Morbius

PIOR ATOR
Machine Gun KellyTenha Um Bom Luto
Pete DavidsonMarmaduke
Tom HanksPinóquio
Jared LetoMorbius – Vencedor
Sylvester StalloneSamaritano

PIOR ATRIZ

O Framboesa de ouro por suas indicações ao Prêmio de “Pior Atriz”

Ryan Kiera Armstrong, Chamas da Vingança
Bryce Dallas HowardJurassic World: Domínio
Diane KeatonMack & Rita
Kaya ScodelarioA Filha do Rei
Alicia SilverstoneThe Requin – À Deriva

PIOR REMAKE/RIP-OFF/SEQUÊNCIA
Blonde
365 Dias: Hoje365 Dias Finais
Pinóquio – Vencedor
Chamas da Vingança
Jurassic World: Domínio

PIOR ATRIZ COADJUVANTE
Adria ArjonaMorbius – Vencedor
Lorraine BraccoPinóquio
Penélope CruzAs Agentes 355
Bingbing FanAs Agentes 355A Filha do Rei
Mira SorvinoLamborghini

PIOR ATOR COADJUVANTE
Pete DavidsonTenha Um Bom Luto
Tom HanksElvis – Vencedor
Xavier SamuelBlonde
Mod SunTenha Um Bom Luto
Evan WilliamsBlonde

PIOR DUPLA
Machine Gun Kelly & Mod SunTenha Um Bom Luto
Os Personagens da Vida Real na Cena do Quarto na Casa Branca, Blonde
Tom Hanks & seu Rosto de Látex (e Sotaque Horrível), Elvis – Vencedor
Andrew Dominik & seus Problemas com as Mulheres, Blonde
As Duas Sequências de 365 Dias

PIOR DIREÇÃO
Judd ApatowA Bolha
Machine Gun Kelly & Mod SunTenha Um Bom Luto – Vencedor
Andrew DominikBlonde
Daniel EspinosaMorbius
Robert ZemeckisPinóquio

PIOR ROTEIRO
Andrew DominikBlonde – Vencedor
Robert Zemeckis & Chris Weitz, Pinóquio
Machine Gun Kelly & Mod SunTenha Um Bom Luto
Emily Carmichael & Colin Trevorrow, Jurassic World: Domínio
Matt Sazama & Burk Sharpless, Morbius

EXCLUSIVO: Adam Robitel fala sobre suas ideias para ‘Escape Room 3’

O diretor Adam Robitel deu um show de simpatia ao conversar com o Renato Marafon sobre ‘Escape Room 2: Tensão Máxima‘, que será exibido na Rede Globo nesta quarta-feira, 24.

Adam falou sobre as cenas de ação da sequência, com qual franquia gostaria de ver um crossover e ainda revelou várias ideias que ele tem para um possível 3º filme.

Assista a entrevista:

No novo filme, seis pessoas se encontram presas em uma nova série de escape rooms, buscando o que elas têm em comum para sobreviver… e descobrindo que todos já jogaram esse jogo antes. Trata-se de um torneio para aqueles que já sobreviveram a outros jogos mortais.

Logan MillerTaylor Russell retornam para o novo filme. O elenco ainda conta com Isabelle Fuhrman (‘A Órfã’), Holland Roden (‘Teen Wolf’), Indya Moore (‘Pose’), Thomas Cocquerel (‘The 100’) e Carlito Olivero (‘A Casa do Medo’).

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 155.7 milhões mundialmente.


 

‘Blade 4’? Wesley Snipes tem dois roteiros para uma possível sequência

A Marvel Studios removeu seu reboot de ‘Blade‘ — que seria estrelado por Mahershala Ali como o meio-vampiro titular — do calendário de lançamentos. O filme estava datado para 7 de novembro de 2025.

Com o reboot praticamente cancelado, será que a franquia original ainda tem uma chance?

Entre 1998 e 2004, a trilogia ‘Blade‘ arrecadou para a New Line Cinema pouco mais de US$ 400 milhões nas bilheterias globais.

É uma quantia bastante satisfatória, considerando que os filmes receberam classificação para maiores de 18 anos.

Naquela época, as adaptações de quadrinhos também não eram tão populares, mas a trilogia foi tão bem recebida que o protagonista Wesley Snipes acreditou que novos filme seriam produzidos.

Em recente entrevista para o Comic Book, o astro revelou que ele e sua equipe elaboraram dois roteiros alternativos para um 4º filme, que foram reaproveitados em outros projetos.

Questionado sobre o assunto, ele disse:

“Para falar a verdade, escrevemos dois roteiros. São duas versões de uma história que se encaixaria bem no universo criado ao longo da trilogia. Então eu tenho dois assassinos Blade.”

Snipes acrescentou que não se lembra de ter usado nenhum outro personagem da Marvel no roteiro, já que o filme foi algo que ele e sua equipe fizeram por conta própria.

Além disso, o ator diz que nunca abordou Kevin Feige e a Marvel Studios para discutir as ideias.

Infelizmente, ele não deu detalhes sobre as tramas dos roteiros e é algo que os fãs podem nunca descobrir.

Traumatismo craniano? Pai de Tom Holland esclarece a gravidade do acidente no set de ‘Homem-Aranha 4’

No mês passado, as filmagens de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ foram interrompidas após Tom Holland sofrer um acidente no set. Muito se falou sobre a gravidade do ferimento, e houve relatos conflitantes sobre o que aconteceu com o ator no set.

Alguns disseram que ele foi levado de ambulância, enquanto outros alegaram que uma mulher não identificada também ficou ferida no incidente.

Dominic Holland, o pai do ator, esclareceu o que realmente aconteceu.

“Ler as notícias na mídia sobre o ‘horrível ferimento’ de Tom me fez lembrar do ditado que diz que nunca se deve acreditar no que está escrito nos jornais”, escreveu ele. “Eles estavam quase completamente errados, citando um motorista de ambulância que havia buscado o ‘astro ferido’ no Leavesden Film Studios, no norte de Londres.”

“Não havia ambulância, e Homem-Aranha: Um Novo Dia não está sendo filmado no Leavesden Studio”, confirmou Dominic. “‘Uma mulher misteriosa também ficou ferida no acidente…’ Não. [Eles] estavam completamente errados.”

Ele explicou que Tom realmente passou a noite no hospital após ser internado por precaução, mas foi uma “concussão leve” e o ator ficará “bem”.

O ator não estava no set quando começou a se sentir mal, ele havia batido a cabeça no set e depois foi para um evento de caridade.

Dominic relembrou: “Após as duas primeiras rodadas do nosso quiz e enquanto o jantar estava sendo servido, Tom começou a se sentir mal e instintivamente foi para os bastidores. Lembre-se de que, em caso de concussão, duas coisas a evitar são luzes fortes e barulho excessivo. Nikki e eu fomos chamados aos bastidores e encontramos Tom vomitando. Nós dois ficamos olhando, horrorizados.”

Ou seja, não houve traumatismo craniano e o acidente no set não teve a gravidade anunciada pelos jornais.

As filmagens de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ já foram retomadas.

Felizmente, a pausa não deve impactar a estreia do filme, que segue programada para o dia 31 de julho de 2026.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Imagem de bastidores pode ter confirmado retorno de [SPOILER]

 

Antes do início das gravações no mês passado, Tom Holland havia expressado entusiasmo por filmar em locações reais novamente, após ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa
(2021) ter sido gravado inteiramente em estúdios por conta da pandemia.

“Agora, vamos realmente investir nesse estilo clássico de filmagem e gravar em locais reais, por isso estamos começando em Glasgow e vamos usar as ruas da cidade para construir essa grande cena de ação que estamos montando”, explicou Holland. “Vai ser como fazer de novo. Já faz muito tempo desde que fiz isso, vai ser como um sopro de ar fresco. Acho que os fãs vão ficar empolgadíssimos com o que estamos preparando”.

Tom Holland fala sobre futuro após ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’

Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

Sobre Palhaços, Tubarões e Maníacos Urbanos – Parte 1

FRAMES DO TERROR

CENAS DA VIDA COTIDIANA Nº 01

Há situações em nosso cotidiano que parecem refletir acontecimentos comuns aos filmes e séries a que assistimos. Crimes em série, estupros, atos violentos de vingança e maníacos excêntricos já foram tão explorados pela ficção que ao acontecer na vida real, soam como parte de um mundo paralelo ao qual não pertencemos diretamente.

Um ataque de tubarão numa região praieira, um crime cometido por um indivíduo transtornado e mascarado, bem como uma série de ataques a pessoas comuns, em suas trajetórias diárias, realizadas por alguém apelidado de “maníaco da seringa”, são situações típicas do terreno ficcional, mas que nos últimos meses, tem acontecido na realidade, nos levando a utilizar uma expressão clichê, mas funcional: “a vida imita a arte” ou “a arte imita a vida”.

Pavor no Mar

Para início de conversa, vamos falar sobre os tubarões. Primeiramente, a espécie marinha sempre foi considerada perigosa, mas o seu status de fera do mar alcançou o ápice após o lançamento de Tubarão, de Steven Spielberg, tradução intersemiótica da novela homônima de Peter Benchley, lançado nos a nos 1970, uma época de incertezas nos Estados Unidos.

O filme foi um fenômeno nas bilheterias e abriu um novo segmento na indústria cinematográfica: o jawsplotation ou simplesmente o subgênero filme de tubarão, uma classificação que trafega livremente entre os filmes de aventura e terror. Aparentemente simples, o filme possui camadas que revelam uma trama mais complexa do que a que se imagina: não é apenas um filme sobre uma criatura marinha assassina, mas um drama sobre a incapacidade de um homem em resolver os conflitos que gravitam em torno da sua existência. Ele é policial, autoridade na região dos ataques, mas não possui as forças suficientes pois tem hidrofobia e para piorar, precisa lidar com a presença nociva da mídia e as necessidades de um político pouco interessado na segurança.

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Com uma trilha sonora envolvente, desenvolvida pelo mestre John Willians, Tubarão apavorou plateias e mudou a relação de muita gente com o mar. Basta você assistir a qualquer documentário sobre tubarões ou alguma outra criatura marinha de dimensões similares, e o nome de Spielberg e da sua besta mitológica serão citados.

A trama rentável não ficou apenas nos Estados Unidos. O México, a Itália e a Espanha foram alguns dos países que investiram em tubarões e lançaram filmes que hoje são pérolas do subgênero. No Brasil houve uma divertida paródia intitulada Bacalhau: no filme o tal peixe atacava as pessoas na beira da praia. Cheia de absurdos, a trama faz jus ao termo paródia e abusa de todos elementos subversivos que o leitor possa imaginar, no entanto, é uma fonte de pesquisa histórica dos mecanismos que envolvem a nossa indústria cinematográfica que tais problemas parecem desaparecer na projeção e recepção por pessoas que pensam o  cinema numa perspectiva mais intelectual, muito além dos princípios do lazer.

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Há algumas semanas, o que parecia ser uma trama cinematográfica oriunda deste universo ganhou projeção na vida real. No dia 10 de outubro de 2016, alguns jornais de Salvador noticiaram a presença de um tubarão de quase três metros, avistado por funcionários das Docas, próximo ao Terminal Marítimo de São Joaquim, na região da cidade baixa. Os indivíduos filmaram a criatura marinha e enviaram o vídeo para divulgação.

De acordo com os relatos, os funcionários alegaram que o bicho nadou nas praias de Cantagalo e Boa Viagem, região frequentada por banhistas. Soube desta notícia por uma estudante, logo no primeiro horário, antes de iniciar a minha primeira aula do dia. Entusiasmada, a garota narrou o acontecimento como se aquilo fosse uma “situação cinematográfica que invadia a vida real”.

Ao saber do acontecimento e assistir ao vídeo, disponível também através de compartilhamentos via whatsapp, fiz uma breve varredura nas últimas notícias sobre presença de tubarões no Brasil, algo noticiado com pouca relevância, e descobrir, nesta pesquisa, que as fronteiras entre o discurso cinematográfico e a vida real é um prato cheio para jornalistas e cidadãos comuns.

Ainda em 2016, no dia 10 de abril, um tubarão foi encontrado na praia de Cantagalo, local frequentado por banhistas. O animal estava “debilitado e sem nenhum dente”, afirmava a reportagem. Num veículo mais sensacionalista, a informação era um pouco diferente: “para quem adora uma praia, muita cautela e atenção”. O título já dá a entender que algo de perigoso tomava conta das águas em Salvador. No decorrer do texto, o oportunismo se expressa, ao apontar que “na hora havia crianças na água e o mesmo estava se dirigindo na direção delas quando foi capturado”.

Em 2011, um vídeo sobre um suposto tubarão nas águas próximas ao Yatch Club da Bahia impressionou muita gente. O vídeo mostrava a sombra de um animal que tinha em média dois metros. Durante entrevistas, o professor universitário Everaldo de Queiroz alegou que o risco de um ataque nesta região não deve ser uma ameaça descartada, mas algo tão raro quanto ser atingido por um raio. Segundo o especialista, “os seres humanos não são presas naturais dos tubarões, pois estes ataques são acidentais”.

Na reportagem, o professor discorre sobre a presença comum de tubarões no litoral baiano e narra descobertas nas praias de Piatã e Porto da Barra, deixando outra teoria para entender tais presenças:

“sem a fartura de peixes em áreas profundas, eles poderiam estar se aproximando da costa para se alimentar”.

Tais informações, no entanto, quando lidas de maneira descuidada ou adquiridas por formadores de opinião, pode espalhar o medo, causar pânico social e vender muitos jornais. Na seara do virtual, pode dar a projeção para o narrador, numa demonstração que Gale Weathers, a mesquinha repórter da franquia Pânico, é uma projeção de muitos jornalistas da vida real.

Com a disseminação destas presenças consideradas incomuns, boatos são centrifugados na sociedade, espalhando o medo e afastando banhistas das praias. “Nunca mais mergulho ali”, “cuidado com os tubarões” ou “morro de medo” foram algumas expressões de moradores de Salvador em rodas de conversa sobre o assunto. Munido com minha memória registradora, repassei tudo à caneta para alguns rascunhos, visando refletir sobre esta questão mais adiante.

Segundo o ISAF (International Shark Attack File), na Bahia, entre 1931 e 2010, apenas quarto ataques foram registrados, todos sem vítimas fatais. O susto, pelo menos, foi garantido. Em 2008, na praia de Guarajuba, um tubarão mordeu a prancha do surfista Ricardo Garcia. Em 2005, na praia de Luzimares, litoral norte de Ilhéus, um jovem de 13 anos foi atacado e levou 300 pontos na perna direita, após o ataque de um tubarão de três metros. Em Recife, um ataque mortal modificou as estatísticas do ISAF: uma adolescente em férias na região foi atacado e não resistiu aos ferimentos.

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Há três pontos expressivos durante a disseminação dos boatos e matérias sobre o assunto nas notícias mais recentes: a insistência no uso do vocábulo banhistas, o ritmo fantasioso da narração por parte de algumas matérias e as comparações com a presença de tubarões em Recife. No primeiro caso, a relação entre a soma banhistas + tubarões dá um resultado satisfatório no que diz respeito à polêmica. É rentável, mesmo que irresponsável, espalhar este tipo de informação. O assunto ganha fermento metalinguístico, é associado ao cinema, rende mais reportagens e dá pano para manga aos jornalistas do estilo sensacionalista.

O mesmo no que se refere ao segundo ponto, ou seja, o nível de fantasia dos relatos, pois diferente do que aconteceu, a descrição de uma das reportagens, por sinal, a mais popular em acesso dentre as analisadas, parecia a descrição de uma das cenas mais famosas do clássico de Spielberg, quando uma criança é atacada pelo tubarão-branco.

No que tange aos ataques de tubarões em Recife, para Milton Marcondes, do Instituto Baleia Jubarte, as condições que relacionam as duas orlas são distintas. Segundo informações do especialista, em Recife, eles aterraram um mangue para construir o Porto de Suape, uma região que era ponto de reprodução para diversos peixes, mas que após ser eliminado, diminuiu a oferta de alimentos para os tubarões. Outra questão importante é a história que relata a presença de um abatedouro bovino que descartava os seus resíduos sem tratamento no mar, algo que também pode ter provocado a presença das criaturas marinhas e, consequentemente, os ataques.

Para o pesquisador é necessário desmitificar a imagem dos tubarões construída pelo cinema, pois a figura ganhou contornos muito negativos graças aos apelos da sétima arte. Tal solicitação, entretanto, é uma proposta de intervenção que vai demorar muito tempo para se estabelecer, pois somente este ano, Águas Rasas e o inédito In The Deep, ótimas narrativas, alcançaram bastante êxito nas bilheterias e provaram que o gênero ainda atrai bastante gente.

  1. Não perca a segunda parte do especial!

10 Filmes muito alugados nas LOCADORAS que agora podemos rever nos streamings!

Pra quem não lembra ou não viveu esses tempos, antes da internet e os streamings uma das únicas formas de assistir a um filme sem ser no cinema era alugando nas locadoras. Com o passar do tempo, a extinção desse lugar mágico foi acontecendo mas as memórias daquele tempo – pra quem viveu – não cairão no esquecimento. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com 10 Filmes muito alugados nas locadoras que agora podemos rever nos streamings!

 

O Silêncio dos Inocentes (Prime Video)

Um do grandes clássicos do cinema e sem dúvidas um dos maiores filmes da década de 90, em O Silêncio dos Inocentes acompanhamos uma agente do FBI que precisa buscar informações com um psiquiatra psicopata, o Dr. Hannibal Lecter a fim de conseguir capturar um outro assassino.

 

Titanic (Disney Plus)

Um dos filmes mais conhecidos da história do cinema, Titanic conta a história de amor entre uma jovem rica e um jovem pobre que se encontram na viagem do Titanic.

 

Coração Valente (Disney Plus)

Nesse épico de cerca de três horas de duração, acompanhamos a saga de William Wallace, um herói escocês que luta contra os ingleses pela liberdade de seu povo. Dirigido e protagonizado por Mel Gibson.

 

Os Bons Companheiros (MAX)

Na trama, conhecemos o jovem Henry Hill (Ray Liotta) que sempre sonhou em fazer parte do grupo de gângster que dominavam as ruas do bairro onde morava. Começando lá embaixo na hierarquia ao longo do tempo foi crescendo e seu destino acaba se chocando com o de James Conway (Robert De Niro) um experiente criminoso e do explosivo e altamente inconsequentemente Tommy (Joe Pesci). O trio arma diversos atos criminosos e se envolvem cada vez mais com o crime, principalmente quando chega forte o tráfico de drogas na cidade. Mas essa amizade fica em xeque quando conflitos começam a surgir para os três.

 

Sintonia de Amor (MAX)

Na trama, conhecemos Sam (Tom Hanks), um arquiteto de luto que se muda para Seattle com o filho em busca de um novo recomeço após a morte da esposa. Um ano e meio depois e sem avançar muito no luto ainda intenso, numa noite de natal seu filho resolve enviar uma mensagem para um programa de uma rádio pedindo ajuda para o pai arranjar uma nova esposa. A mensagem toca os corações de muitos, inclusive da jornalista Anne (Meg Ryan) que embarca em uma viagem para conhecer essa família de dois.

 

Um Corpo que Cai (Telecine)

Um dos maiores clássicos do cinema, e não só da carreira de Hitchcock, Um Corpo que Cai, conhecido por muitos também pelo seu título original, Vertigo, nos mostra um ex-detetive, com acrofobia, que é contratado por um amigo para seguir sua esposa. A partir daí, uma série de reviravoltas acontecem. Baseado na obra D’entre les morts, de Boileau-Narcejac.

 

Psicose (Telecine)

Ambientado em Phoenix, no Arizona, na trama, num primeiro momento, acompanhamos a história de Marion (Janet Leigh) uma secretária que foge com uma alta quantia de dinheiro que pertence a um cliente da empresa que trabalha e segue sem rumo por uma estrada até resolver parar em um hotel perto da estrada onde encontraria um fatídico destino. Num segundo momento, vamos conhecendo a tenebrosa história de Norman Bates (Anthony Perkins) que a atende nesse hotel e as verdades de uma família.

 

Um Sonho de Liberdade (MAX)

Ao lado de Morgan Freeman e grande elenco Tim Robbins é o protagonista Andy Dufresne, um banqueiro que é acusado de ter assassinado a esposa infiel e o amante dela. Condenado à prisão perpétua, conhece a dor e o sofrimento buscando forças nas amizades que faz nessa prisão e principalmente não perdendo o sonho de liberdade. Duas poderosas atuações de Freeman e Robbins. Impossível não gostar deste filme.

 

A Casa do Lago (MAX)

Na trama, conhecemos Alex (Keanu Reeves) um arquiteto solitário que tempos atrás teve problemas sérios com o pai, o famoso arquiteto Simon (Christopher Plummer), e acaba voltando para a cidade onde nasceu buscando uma reaproximação com a família. Paralelo a isso também conhecemos a médica Kate (Sandra Bullock), uma mulher também solitária que sofre com as perdas em seu intenso trabalho. Esses dois personagens, Alex e Kate viveram em tempo diferentes na mesma casa num lago e surpreendentemente começam a trocar cartas mesmo não estando no mesmo ano.

 

A Hora do Pesadelo (MAX)

Na trama, conhecemos um grupo de amigos adolescentes que começam a serem perturbados quando estão dormindo, durante seus sonhos (que virão logo pesadelos), por uma figura monstruosa que usa chapéu, tem o corpo dominado por queimaduras e está sempre com um suéter vermelho e verde, conhecido por Freddy Krueger (Robert Englund). Após algumas mortes, a jovem Nancy (Heather Langenkamp), completamente abalada emocionalmente, se torna a única capaz de encontrar coragem para enfrentar a terrível situação que seu destino encontra.

 

Os 22 Filmes de Terror mais Esperados para 2018 e 2019

Sim, queridos leitores do CinePOP, conhecemos vocês e sabemos que são verdadeiros amantes de filmes de terror. Assim como nós.

Então, para compartilhar desta paixão em comum resolvemos criar nossa nova lista para você. Isso mesmo, você adivinhou, o assunto não poderia ser outro: filmes de terror. Aqui resolvemos descortinar o que 2018 trará de mais interessante neste gênero que adora nos fazer morrer de medo. Mas não apenas isso. Iremos também dar uma olhada mais adiante ainda no futuro e conferir já o ano de 2019 igualmente. Portanto, pegue seu caderninho e já deixe anotado para não perder sequer um lançamento. Vamos conhece-los?

22 | Verdade ou Desafio

O trailer já caiu na net e já demos aqui no CinePOP. Trata-se da nova produção da Blumhouse, estrelada pela jovem Lucy Hale (Pretty Little Liers). A trama, como diz o título, mostra um jogo de verdade ou consequência se tornando o mais mortal da história. Pode ser bem divertido ou bem idiota. A estreia é no dia 13 de abril de 2018 nos EUA.

 

21 | Mandy

Ele está de volta! Nicolas Cage, durante anos renegado ao ostracismo de filmes B, parece finalmente ter voltado às boas com a crítica, estrelando… bem, um filme B. Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, Mandy se passa em 1983 e mostra um homem atormentado, decidido a se vingar da seita religiosa que assassinou o amor de sua vida. O filme foi exibido no Festival de Sundance este ano.

 

20 | A Primeira Noite de Crime

Anteriormente intitulado The Purge – Island, o quarto Uma Noite de Crime decide voltar no tempo para mostrar como o movimento do expurgo na fatídica noite anual começou. James DeMonaco, o criador da franquia, retorna no roteiro. Mas o que surpreende mesmo é a presença da vencedora do Oscar – e dona de outras duas indicações – Marisa Tomei, a nova Tia May, encabeçando o elenco. A estreia é no dia da independência norte-americana, 4 de julho de 2018 nos EUA.

 

19 | Traffik

Um dos chamarizes de bons filmes de terror é seu elenco. E aqui temos a bela e talentosa Paula Patton (Missão: Impossível – Protocolo Fantasma) protagonizando na pele de uma mulher isolada numa bela casa nas montanhas para um fim de semana romântico ao lado do marido (papel de Omar Epps). Sendo este um filme de terror e suspense, logo uma gangue de motoqueiros aparece no local atrás de algo que o casal pegou por acidente e fará de sua noite um verdadeiro inferno. A estreia é no dia 27 de abril de 2018 nos EUA.

 

18 | Summer of ´84

Os anos 1980 foram uma década muito produtiva e rentável para o cinema, e para o terror também. Justamente por isso, hoje, diversas produções do gênero gostam de centrar suas histórias em tal época. É o caso com este próximo item da lista, como entrega o título. Apesar de não ter nomes conhecidos na frente ou atrás das câmeras, a história é muito interessante, e apresenta um grupo de crianças (no melhor estilo It e Stranger Things) espionando seu vizinho policial, quando começam a suspeitar que ele seja um serial killer. O filme estreou este ano no festival de Sundance.

 

17 | Slice

Com um trocadilho já no título, slice pode significar uma fatia (de pizza, por exemplo), já que o protagonista é um entregador justamente de tal comida, ou fatiar alguém, no pior sentido possível. Misturando comédia e terror, o filme mostra uma cidade procurando o culpado pela morte de um entregador de pizza. Mas quem foi o assassino, traficantes, ou seres sobrenaturais como fantasmas e lobisomens? No elenco, quem chama atenção é a bela Zazie Beetz, a Domino do vindouro Deadpool 2. A estreia ocorre em 2018.

 

16 | Bad Times at the El Royale

Dakota Johnson ficou mundialmente conhecida pela franquia 50 Tons de Cinza. Agora, a atriz tenta dar uma guinada em sua carreira e irá usar o terror e o suspense para isso. O primeiro a aportar na nossa lista é este filme passado em um hotel na Califórnia na década de 1960. A trama ainda é um segredo, mas o elenco conta com nomes de peso, como Russell Crowe, Jeff Bridges e Chris Hemsworth. No roteiro e direção está Drew Goddard, um verdadeiro especialista, tendo comandado um dos filmes de terror mais criativos dos últimos anos, O Segredo da Cabana (2012). A estreia é no dia 5 de outubro de 2018 nos EUA.

 

15 | Os Estranhos 2: Caçada Noturna

Sequência tardia, exatamente dez anos depois, de Os Estranhos, filme de terror protagonizado por Liv Tyler, sobre um casal aterrorizado em sua casa de campo por um trio de assassinos mascarados. O trio de psicopatas retorna, desta vez para infernizar a vida de uma família, que passa a noite num estacionamento para trailer. Nesta continuação, sai Tyler e entra Christina Hendricks. A estreia é no dia 9 de março de 2018 nos EUA.

 

14 | The Turning

Este é o primeiro filme de nossa lista que só estreia em 2019. Na trama, uma jovem governanta, papel da bela e talentosa Mackenzie Davis (do melhor episódio da essencial Black Mirror, San Junipero), é contratada por um homem para tomar conta de seus pequenos sobrinhos, após os pais deles falecerem. O filme é baseado no famoso livro de Henry James, The Turn of the Screw, no Brasil conhecido como A Volta do Parafuso ou Calafrio. No papel das crianças, Finn Wolfhard, de Stranger Things, e Brooklyn Prince, de Projeto Flórida. A data da estreia em 2019 ainda não foi definida.

 

13 | Slender Man: Pesadelo Sem Rosto

Uma das lendas urbanas mais famosas da atualidade, nascida na internet, o Slender Man parece ter chegado para ficar. Não demorou para que o personagem fictício ganhasse seu próprio longa. O trailer, no entanto, não empolgou muito. O fato pode ser um problema para a protagonista Joey King, que ano passou esteve no fracasso 7 Desejos. O Slender Man pode minar também um pouco os planos da Warner para um filme solo do Homem Torto, derivado de Invocação do Mal 2 (2016). Se este filme não vingar, opte pelo documentário Cuidado com o Slenderman (2016), este sim, verdadeiramente assustador. A Sony traz o filme para o Brasil em Setembro de 2018.

 

12 | Mar Profundo 2

47 Meters Down foi um dos sucessos surpresa do ano de 2017 nos cinemas. O filme mostrava duas irmãs presas numa dessas gaiolas de mergulho com os tubarões, e caiu nas graças de crítica e público. Embora ainda não tenha estreado no Brasil, apesar de confirmado pela Playarte, inclusive com o título em português Medo Profundo, o segundo já foi confirmado com estreia marcada para 2019. Como sequências geralmente precisam ser maiores em tudo, esta continuação traz um grupo de cinco mochileiros mergulhando nas ruínas de uma cidade submersa, somente para descobrir que não estão sozinhos no local. A estreia é de novo no verão norte-americano, no dia 28 de junho de 2019.

 

11 | Cemitério Maldito

Sabemos muito bem que Stephen King e suas obras estão mais em voga do que nunca. O autor nunca foi tão adaptado quanto na atualidade e deve estar curtindo à beça as novas cifras no banco. Em breve a série Castle Rock promete ser a nova febre reunindo todos seus personagens principais dos livros. Outra adaptação que promete dar muito o que falar é esta reimaginação do clássico Cemitério Maldito (1989). O filme sobre o cemitério que traz os mortos de volta à vida, mas de uma forma bem diferente, está programado para o dia 19 de abril de 2019. O projeto, no entanto, ainda está em fase de desenvolvimento.

 

10 | A Freira

Tivemos muitos novos fantasmas em Invocação do Mal 2, para compensar a pobre Annabelle, o único derivado que estava metendo a mão na massa para gerar dinheiro para a Warner. Este ano, no entanto, chega o segundo derivado da franquia, o filme solo da freira demônio Valak. A trama apresenta um padre enviado para Roma a fim de investigar a misteriosa morte de uma freira. Taissa Farmiga, irmã da protagonista de Invocação do Mal, Vera Farmiga, estrela o derivado na pele de uma jovem freira. O longa estreia em Setembro.

 

09 | MegaTubarão

É seguro dizer que perto deste, os tubarões de 48 Meters Down virarão sardinha. Calma, não é uma comparação entre os filmes, mas sim do tamanho das criaturas marinhas. Em desenvolvimento por anos, The Meg é o filme sobre o tubarão gigante que vem há muito tempo sendo anunciado. A criatura de 22 metros, no entanto, terá uma tarefa difícil pela frente, pois precisará encarar o durão Jason Statham. No elenco, Ruby Rose e a musa asiática Li Binbing. A estreia é no dia 10 de agosto de 2018 nos EUA.

 

08 | The Predator

Os maiores monstros do espaço não estão tendo a melhor das sobrevidas no cinema. Alien amarga obras irregulares nas mãos do criador original, Ridley Scott. Por outro lado, Predador, que já em sua estreia (1987) foi taxado como o Alien de segunda – mas que é bem legal – tenta novamente pelas mãos de Shane Black, que esteve no longa original ao lado de Schwarzenegger como ator. Black atualmente é um diretor e roteirista de mão cheia, Beijos e Tiros (2005) e Dois Caras Legais (2016) estão aí para provar. O diretor assume o comando do novo Predador e a coisa parece ser boa. Esta é uma sequência direta do original, então, se Arnoldão aparecesse seria muito especial. A estreia é no dia 2 de agosto de 2018 no Brasil.

 

07 | Hereditário

 

Nossa décima posição da lista pode muito bem ser o melhor filme de terror de 2018. Vendido como o “novo Exorcista”, o trailer é simplesmente pra lá de insano e traz Toni Collette como uma mulher dona de um estranho relacionamento com a mãe e a filha. A produção é da A24, uma distribuidora que tem se especializado em filmes de terror de arte acima da média, vide A Bruxa (2015) e Ao Cair da Noite (2017). Ao que tudo indica, Hereditary seguirá pelos mesmos moldes. A estreia é no dia 8 de junho de 2018 nos EUA.

 

06 | Halloween

A volta da primeira grande série de slasher da história será um evento histórico. O vilão mascarado Michael Myers não dava as caras desde 2002, assim como a protagonista vivida por Jamie Lee Curtis. Agora, os dois estão de volta para um novo embate bem especial. Primeiro porque a direção é assinada por um cineasta renomado, o americano David Gordon Green, de Joe (com Nicolas Cage). E segundo porque o roteiro promete muita irreverência e humor, já que é assinado por Danny McBride. Aqui, a história irá continuar exatamente de onde o original de John Carpenter parou, há quatro décadas. A estreia ocorre bem a tempo para o Halloween (como não poderia deixar de ser), no dia 19 de outubro de 2018 nos EUA.

 

05 | Suspiria

Outra reimaginação de um clássico do terror, este pertencente ao subgênero dos filmes giallo. Baseado no clássico de Dario Argento, de 1977, esta nova versão tem comando de ninguém menos do que Luca Guadagnino, diretor do prestigiado drama Me Chame Pelo Seu Nome, que vem emplacando em todas as premiações e está indicado a quatro prêmios no Oscar, incluindo melhor filme. A trama fala sobre uma jovem bailarina, estudando numa prestigiada escola de dança na Alemanha. Quando chega ao local, começa a descobrir os segredos sombrios da companhia de balé. O elenco traz Chlöe Grace Moretz, Tilda Swinton, Dakota Johnson e Mia Goth. A estreia em 2018 ainda não tem data definida.

 

04 | Novo filme de Jordan Peele

Depois de Corra!, indicado este ano para melhor filme no Oscar e em outras três categorias, o diretor Jordan Peele (igualmente indicado pela Academia) pode fazer qualquer coisa que estaremos lá assistindo. Então, é somente natural que seu novo projeto conquiste o quarto lugar desta lista em nosso interesse. Como ainda está sendo desenvolvido, muito pouco se sabe do filme, apenas se tratar de um novo thriller, e que tem estreia prometida para 15 de março de 2019 nos EUA. Acompanhe no CinePOP para novidades sobre o longa.

 

03 | X-Men: Novos Mutantes

Como as coisas mudam, não é mesmo? Quem diria, alguns anos atrás, que um filme da franquia X-Men (ou ao menos um derivado dela) iria figurar numa lista dos filmes de TERROR mais esperados do ano. Sim, mas é exatamente isso o que a Fox vem fazendo com seus spin off da franquia X-Men, que estão resultando em obras muito melhores do que seu carro chefe atualmente. Primeiro foi Deadpool (2016), depois Logan (2017) e agora é a vez dos jovens atormentados de Novos Mutantes. Como se o trailer já não tivesse chamado atenção o suficiente por seu teor sombrio, a Fox mandou recolher o filme, que tinha estreia prometida para o início desse ano, e o adiou para o ano que vem. O motivo: torna-lo ainda mais assustador. Alguém duvida que veremos algo único? A estreia agora é para o dia 22 de fevereiro de 2019 nos EUA.

 

02 | Glass

As últimas posições foram difíceis de organizar. E por mais que It tenha causado rebuliço, um novo filme de Jordan Peele seja muito esperado depois de Corra!, e estejamos doidos para ver o que irão arrumar com os Novos Mutantes, nenhum filme é verdadeiramente tão esperado para os próximos anos dentro do gênero quanto Glass. Bem, para quem pegou o bonde andando, o filme não é apenas a continuação do elogiadíssimo e injustiçado em premiações Fragmentado (2017), como também a tão aguardada sequência de Corpo Fechado (2000), suspense de super-heróis único de M. Night Shyamalan. Os dois filmes se unem de vez neste longa, que terá os retornos de Bruce Willis e Samuel L. Jackson, de Corpo Fechado, e James McAvoy e Anya Tayor-Joy, de Fragmentado. A estreia é no dia 18 de janeiro de 2019 nos EUA.

 

01 | It: A Coisa – Capítulo 2

Na vice-liderança em nosso pódio, está a sequência de um dos maiores sucessos do ano passado. De forma surpreendente, nem todo mundo ligava para uma reedição de It, um dos livros mais encorpados da bibliografia do autor Stephen King, que já havia sido levado às telas na forma de uma minissérie em dois episódios, em 1990. Mostrando que quando se tem empenho pode-se superar qualquer obstáculo, o cineasta argentino Andy Muschietti entregou uma verdadeira pérola do gênero, criando um terror no qual a força está em seus personagens humanos, o clube dos perdedores, um grupo de crianças hostilizado pela assombração conhecida como Pennywise, que aparece para eles na forma de um palhaço. O antagonista é vivido magistralmente por Bill Skarsgard, e dentre as crianças o destaque fica com a carismática Sophia Lillis. Como a parte dois terá as crianças agora crescidas, um novo elenco dominará a tela. Entre os adultos, Jessica Chastain faz campanha e está basicamente confirmada na pele da personagem de Lillis mais velha. A estreia ocorre no dia 6 de setembro de 2019 nos EUA.

Hoje é Sexta-Feira 13 | Confira dicas de Filmes de Terror Imperdíveis no Telecine

Sim, não é sempre que os fãs de terror se deparam com uma sexta-feira 13 para chamar de sua no calendário. E a data fica ainda mais especial quando vem em outubro, o mês que celebra o halloween, ou dia das bruxas. Desta forma é claro que os fãs de terror têm motivo em dobro para comemorar. E nesta nova matéria ajudaremos você a festejar da melhor forma possível: assistindo a muitos filmes de terror de qualidade. Escolhemos a plataforma do Telecine para nos ajudar nessa missão, já que o streaming é um dos melhores quando falamos em filmes de terror recentes.

Isso porque o Telecine tem acordo fechado com dois dos maiores estúdios de Hollywood de forma exclusiva: a Universal Pictures e a Paramount Pictures. Ou seja, tudo quanto é filme destes estúdios irá aportar neste streaming cem por cento brasileiro – pode ter certeza. Aqui selecionamos seis filmes muito recentes que chamaram atenção, seja por terem recebido elogios da crítica ou fazerem parte de franquias muito badaladas. Confira abaixo e não deixe de celebrar a data.

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Pearl

Um dos filmes de terror mais elogiados dos últimos tempos, ‘Pearl’ é a pré-sequência do igualmente badalado ‘X – A Marca da Morte’. Produzido pela queridinha A24 – a casa do cinema fora da caixinha número 1 da atualidade – ‘X’ rapidamente caiu no gosto dos aficionados de terror, vendido como um dos melhores exemplares do gênero desta geração. Assim, o que começou como uma brincadeira entre o diretor Ti West e da atriz Mia Goth, se tornou o filme de origem da idosa Pearl, antagonista de ‘X’, e para a surpresa de todos, ‘Pearl – O Filme’ se tornaria ainda mais elogiado e querido pelos fãs, enaltecido como um dramático estudo de personagem, no qual observamos o declínio mental de uma jovem.

Pânico 6

Outro grande chamariz no acervo atual do Telecine, ‘Pânico 6’ é o mais novo exemplar de uma das franquias mais populares do gênero. Pela primeira vez, a ação se desenrola em Nova York, com o maníaco mascarado atacando na grande maçã – onde persegue os sobreviventes do filme anterior, em especial as irmãs Carpenter, vividas por Jenna Ortega e Melissa Barrera. A pergunta que fica, como sempre, é: quem está por trás da fantasia de Ghostface desta vez? No aspecto positivo temos a volta de Hayden Panettiere como Kirby e a participação de Samara Weaving na abertura. No aspecto negativo, Neve Campbell pela primeira vez ficou de fora – e assim nada de Sidney. Esperamos que a atriz retorne no sétimo filme.

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M3GAN

Quando pensamos em terror atualmente, um dos pilares de Hollywood para tais filmes é a Blumhouse que, diferentemente da A24, produz “fast food”, ou seja, obras de consumo rápido e que fazem um grande sucesso financeiro. Seus longas estão mais preocupados como uma diversão imediata e não tanto ressonância ou complexidade narrativa. Aqui, como de costume, temos uma história simples, onde uma jovem cientista da área de robótica termina responsável pela guarda da sobrinha, após os pais da menina morrem em um acidente. Assim, como forma de entreter a pequena, a tia dá de presente o protótipo da boneca-robô M3GAN, provida de inteligência artificial (um tema muito em voga). Tudo o que pode dar errado certamente dará.

Batem à Porta

A mais recente novidade no acervo do Telecine é este filme dirigido por M. Night Shyamalan, seu último trabalho até o momento. Baseado no livro de Paul Tremblay, que se tornou um sucesso de vendas, a história conta sobre um casal gay passando férias em sua casa de campo com sua pequena filha. É quando batem à porte (como diz o título) um grupo de fanáticos religiosos, que os sequestram e os mantém como reféns. Mas não apenas isso, liderados pelo grandalhão Leonard, papel de Dave Bautista, eles anunciam o fim do mundo. O evento catastrófico poderá ser impedido, e para isso eles precisarão fazer a escolha mais difícil de suas vidas, algo impossível para qualquer um.

Cemitério Maldito – A Origem

Lançamento quentíssimo na plataforma, o mais recente ‘Cemitério Maldito’ acabou de estrear na Paramount+ mundialmente. Como o Telecine tem um acordo com a Paramount para a exibição de seus filmes, o longa estreou simultaneamente aqui também. Trata-se de uma pré-sequência, que conta o mistério por trás do cemitério capaz de trazer os mortos de volta à vida. Passado no fim dos anos 60, acompanhamos a juventude de Jud – que se torna o vizinho idoso da família Creed (não a de ‘Rocky’) no livro original de Stephen King – que foi adaptado em 1989 e depois em um remake de 2019.

Isolamento Mortal

Muitos podem não conhecer esse filme, que realmente passou fora da maioria dos radares – com estreia direto em streaming depois de uma breve passagem por festivais. Acontece que o streaming que acolheu o longa é o Peacock, o qual não temos no Brasil. Porém, trata-se de uma plataforma para os filmes da Universal Pictures – os quais são de parceria do Telecine em nosso país. Ou seja, se quiser conferir os lançamentos do estúdio por aqui, a grande maioria está na plataforma. Para quem curte terror slasher, esse tem roteiro de ninguém menos que Kevin Williamson, o criador da franquia ‘Pânico’. Aqui, o roteirista resolve utilizar a pandemia e o isolamento social para desenvolver seu slasher, sobre um assassino atacando duas jovens fazendo quarentena em uma casa de lago.

‘Venom 2’: Woody Harrelson confirma planos para a sequência

Woody Harrelson confirmou que estará em ‘Venom‘ e ainda adiantou que a Sony já está preparando uma sequência.

“Eu estou em uma pequena parte deste filme, mas eu estarei no próximo. Ainda não li o roteiro [da sequência], mas, de qualquer forma, estarei aguardando.”, afirmou.

Especula-se que o personagem do Carnificina não terá grande destaque neste primeiro filme, aparecendo em uma cena pós-créditos, que seria um gancho para sua maior participação na sequência.

‘Venom’: Treinador de Tom Hardy diz que ‘será um dos vilões mais poderosos e sombrios da Marvel’; Veja vídeo!

Tom HardyMichelle Williams e Jenny Slate estrelam a adaptação.

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel(’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi AradMatt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer(‘Zumbilândia’) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

Zachary Levi não gostou de ter atuado em ‘Thor’ e ficou feliz em sair da Marvel

Não, você não leu errado! Zachary Levi já fez parte de um filme da Marvel! Dois, na verdade. Em 2013 e 2017 o ator fez parte do elenco de ‘Thor: O Mundo Sombrio‘ e ‘Thor: Ragnarok‘, respectivamente.

Seu personagem, Fandral, era um guerreiro Asgardiano, mas conforme Levi declarou numa entrevista para o Screen Rant, ele não foi aproveitado o suficiente.

“Eu sabia que quando eu fui escalado como Fandral no primeiro [filme], embora eu não fosse capaz de fazer isso, sabia que os Três Guerreiros poderiam ser personagens realmente divertidos se eles os desenvolvessem. Eles simplesmente não o fizeram. Eles não o fizeram. Eles não o fizeram no primeiro. Eles não estavam realmente no Mundo Sombrio. Isso não quer dizer que não houve momentos que foram filmados e não foram usados no filme.”

Levi ainda disse que se tivesse continuado vivo no filme, perderia muito tempo que poderia ser usado em outros papéis:

“Mesmo quando fui morto, havia mais naquela cena. Garantido, talvez 30 segundos a mais de uma linha aqui, uma linha lá. Matar, matar, você está morto. Eu sabia que o Fandral poderia ser usado apenas para morrer. Eu não sei … a menos que a Marvel realmente quisesse que fosse tipo: ‘Queremos que cada personagem que já vimos, particularmente semideuses, possam fazer parte dos Vingadores’. Mas a verdade é que, para ser honesto… Se vamos dizer que Fandral ainda estava vivo, e digamos que eles me contatassem para estar em Vingadores [Guerra Infinita], eu provavelmente estaria em Atlanta por três meses sem fazer quase nada. E então eles ficariam: ‘Ok, agora estamos prontos para vocês, vocês entram,’ E então nós seríamos mortos então.”

Mesmo que desejasse que os Três Guerreiros tivessem sido melhor aproveitados, hoje ele está muito mais feliz por ter ido para a DC!

“E eu digo: ‘F — isso! Essa é a coisa mais legal de todas. Estou muito feliz. E, literalmente, ser capaz de alavancar minha vida. Estou mais saudável, mais forte e mais feliz do que nunca em minha vida.”

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

“Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).”

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril de 2019.

‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’ ganha trailer para MAIORES de idade; Assista!

Zumbilândia: Atire Duas Vezes’ teve seu novo trailer para maiores divulgado pela Sony Pictures.

O longa é dirigido por Ruben Fleischer, mesmo diretor de ‘Venom‘. O roteiro é assinado pela dupla responsável por ‘Deadpool‘, Rhett Reese e Paul Wernick, além de Dave Callaham. O filme chega aos cinemas do Brasil no dia 24 de outubro

Assista:

Uma década depois de ‘Zumbilândia‘ se transformar em um hit cult, o elenco original (Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Abigail Breslin e Emma Stone) se reúne ao diretor Ruben Fleischer (Venom) e roteiristas Rhett Reese & Paul Wernick (Deadpool) para ‘Zumbilândia: Atire duas vezes‘. Na sequência, esses quatro caçadores devem seguir através do hilário caos que se espalhou desde a Casa Branca até o coração do país, para novamente combater os novos tipos de zumbis que evoluíram desde o primeiro filme; e também lidar com alguns sobreviventes humanos. Mas, acima de tudo, eles devem lidar com os problemas de relacionamento que surgem em seu sarcástico e improvisado núcleo familiar.

Em entrevista ao Fandango, o diretor Ruben Fleischer revelou que a continuação trará zumbis evoluídos, que representarão uma ameaça real aos sobreviventes.

“Acho que nossos heróis estão um pouco acomodados porque os zumbis não são um desafio muito grande. Eles começaram a classificá-los em grupos diferentes. Há os que eles chamam de Lentos, pois eles são os mais burros. E há os Ninjas, que são um pouco mais espertos e podem chegar em você de fininho. Por fim, há os Hawkings, que são os inteligentes.”

Ele completa, “Mas há um novo tipo de zumbi de nós ainda não conhecemos. Eles são chamados T-800, um nome que faz referência ao infame Exterminador do Futuro. Esses T-800s são muito mais perigosos e ameaçadores. Acho que, pela primeira vez, nossos heróis se sentirão genuinamente em perigo por causa desse novo tipo de zumbi evoluído.” 

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘The Vast of Night’: Elogiado suspense sobre aparição de OVNI estreia na Amazon Prime

The Vast of Night, suspense que gira em torno da aparição de um OVNI na cidade do Novo México em 1950, estreou hoje (29) no catálogo da Amazon Prime.

Sucesso de crítica, o suspense alcançou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Assista ao trailer:

Andrew Patterson dirige o longa. James MontagueCraig W. Sanger assinam o roteiro.

No auge dos anos 1950, em uma fatídica noite no Novo México, uma jovem operadora de switchboard e um carismático DJ descobrem uma estranha frequência de áudio que poderia mudar a vida da pequena cidade em que vivem – e o futuro. Entre chamadas perdidas e sinais de rádio, os dois embarcam numa aventura em busca do desconhecido.

Sierra McCormickJake Horowitz estrelam a produção.

Sucessos do Terror que Completaram 15 anos em 2020

Aniversários precisam ser comemorados. E este ano muitas produções entram na meia idade e também na vida adulta. Mas não podemos esquecer as que se tornam adolescentes, nos fazendo sentir ainda mais velhos. E neste baile de debutantes, temos alguns filmes cujo lançamento nos lembramos vividamente como se fosse ontem. Uma brincadeira interessante é tentar recordar quantos assistimos nos cinemas e em quais circunstâncias (que você pode comentar abaixo).

É claro que esta lista em particular é sobre o gênero que mais amamos aqui no CinePOP e o motivo da existência do site: o terror. Sendo assim, trazemos algumas produções que continuam no consciente coletivo, mostrando seu valor atemporal. Dentre as quais, continuações, remakes de clássicos hollywoodianos e asiáticos do gênero, além de algumas ideias originais bem legais (algumas inclusive subestimadas), e até mesmo filmes que talvez você não conheça – mas que precisa conhecer! Sem mais delongas, vamos relembrar estas produções que entram na adolescência em 2020.

Jogos Mortais 2

Produção pequena, o primeiro Jogos Mortais (2004) se tornou um baita sucesso inesperado, ajudando a impulsionar as carreiras do diretor James Wan e do roteirista Leigh Whannell, e de quebra servindo como criador de um subgênero dentro do terror: o torture porn. É claro que sua explosão na cultura pop geraria uma continuação. E assim, o suspense minimalista deu lugar a uma trama maior, onde agora diversas pessoas participavam do “jogo mortal” dentro de uma casa – algo como um escape room assassino. Este segundo filme ainda guarda boas surpresas e certa inteligência, antes das continuações saírem por completo dos trilhos.

Amaldiçoados

Por falar em sair completamente dos trilhos, isso foi o que aconteceu com essa reunião da dupla responsável pela franquia Pânico, o diretor Wes Craven e o roteirista Kevin Williamson. Aqui, a dupla trocava os slahers pelos filmes de lobisomens. Recentemente, escrevi sobre a produção problemática e como os cortes do produtor Harvey Weinstein feriram o longa (você pode conferir aqui). Na trama, dois irmãos (Christina Ricci e Jesse Eisenberg) são mordidos pela criatura mitológica e começam a se transformar no ser bestial.

O Albergue

Por falar em torture porn, é fato que todo e qualquer sucesso termina por criar tendência em Hollywood. Assim, no mesmo ano em que Jogos Mortais continuava sua trama com mais algumas cenas de tortura explícita, um herdeiro chegava igualmente nas telonas. Trata-se de O Albergue, do cineasta açougueiro Eli Roth. Na trama, turistas “entram bem” em uma viagem de mochilão pela Eslováquia, quando se deparam com um albergue que serve de armadilha, capturando seus hóspedes para que ricaços sádicos os torture. Cenas explícitas e muita sanguinolência são as palavras de ordem.

A Casa de Cera

A Casa de Cera parece o típico exemplar slasher saído da década de 1990, após a retomada de Pânico. O filme se comporta exatamente de tal forma e traz uma história de jovens amigos viajando para um jogo e desviando na estrada para uma “cidade fantasma” onde a principal atração é um museu de cera. O longa é uma refilmagem adolescente de Museu de Cera (1953), clássico protagonizado por Vincent Price. No elenco, uma Paris Hilton arriscando como atriz. Os sádicos de plantão não demoraram a confeccionar camisas com os dizeres: “eu vi Paris Hilton morrer”, após o lançamento do filme – demonstrando o quanto a socialite é “querida” por parte do público.

O Exorcismo de Emily Rose

Baseado numa dita história real, o filme mescla terror, drama e suspense de tribunal. A jovem Emily Rose (Jennifer Carpenter), saída de uma cidadezinha campestre do interior, começa a presenciar estranhos acontecimentos em sua faculdade. Um padre (Tom Wilkinson) está convencido de que a menina está possuída pelo capeta e prepara seu exorcismo. Acontece que para a ciência, Emily Rose era apenas uma jovem epilética, dona de alguns problemas mentais que mexiam com sua percepção da realidade. Assim, o padre agora se encontra em julgamento onde precisa provar sua inocência. Uma boa abordagem para um filme do gênero.

A Chave Mestra

Por falar em boas abordagens para filmes de terror, esta é uma obra subestimada do gênero. Incursão da talentosa indicada ao Oscar Kate Hudson pelo horror, o longa é uma entrada vertiginosa por temas como o vodu e a magia negra. E para isso, nada melhor do que centrar a trama em Nova Orleans, cidade conhecida pela forte cultura negra nos EUA. Em filmes de terror o clima é tudo, e A Chave Mestra consegue tornar crível seu teor fantasioso por embasar tudo de uma forma que nos leve nessa jornada comprando cada detalhe. O final é simplesmente arrebatador. Um verdadeiro Coração Satânico (1987) moderno.

O Chamado 2

Por falar em continuações de filmes de sucesso, O Chamado (2002) conseguiu um feito impressionante: não apenas adaptou de forma muito bem sucedida uma ideia japonesa para os EUA, como conseguiu os louros de ser um filme ainda melhor que seu original – com melhores efeitos e dono de uma narrativa mais dinâmica, urgente e acelerada. O filme fez de Naomi Watts uma estrela. Assim, é claro que uma continuação viria, e ela chegou três anos depois. Quem comanda é o mesmo diretor dos filmes originais japoneses, Hideo Nakata. No entanto, O Chamado 2 americano não é uma refilmagem de Ringu 2, e traz uma história diferente. O resultado desta sequência, no entanto, ficou bem abaixo do original e do esperado de forma geral.

Água Negra

Por falar em remakes americanos de filmes de terror japoneses, assim como os torture porn estas refilmagens viraram uma tendência na década de 2000. Depois de O Chamado e O Grito, outro representante de peso a ganhar nova roupagem foi este Água Negra, que contou com a presença da estrela vencedora do Oscar Jennifer Connelly impulsionando. Para os brasileiros, este remake teve um gostinho especial, já que na direção temos ninguém menos que o nosso Walter Salles – saído dos sucessos consecutivos de Central do Brasil (1998), Abril Despedaçado (2001) e Diário de Motocicleta (2004).

Horror em Amityville

Seguindo pelo terreno dos remakes, desta vez temos a “reimaginação” de um clássico americano. Terror em Amityville (1979) narra uma pseudo história real sobre uma casa assombrada na qual crimes hediondos ocorreram. A trama faz parte do folclore norte-americano e gerou diversas continuações e produções derivadas. Há 15 anos estreava a primeira refilmagem do longa original, que teve Ryan Reynolds (saindo das comédias e se provando um ator sério) e uma Chloe Grace Moretz bem novinha.

 A Névoa

Ainda no tema dos remakes, os anos 2000 foram o epicentro da reciclagem. Falta de imaginação ou simplesmente revisionismo artístico, o que não faltaram foram refilmagens, fossem de obras estrangeiras ou de clássicos do cinema americano, populares ou não. Este fica no meio termo. É claro que aqui o assunto revisitado é The Fog – A Bruma Assassina, do mestre John Carpenter, um de seus filmes menos notáveis. A história fala sobre fantasmas mortais visitando uma cidadezinha devido a seus macabros segredos. O original conta com as presenças de gente como Jamie Lee Curtis e sua mãe, Janet Leigh, e se tornou uma obra cult. Já este remake, viveu para se tornar um filme esquecível.

Terra dos Mortos

Quem é rei nunca perde a majestade. George Romero, o pai do cinema zumbi, crivou seu nome na imortalidade do terror com a obra-prima A Noite dos Mortos-Vivos (1968) e ainda teve fôlego e muito a dizer para duas continuações: Despertar dos Mortos (1978) e Dia dos Mortos (1985). Por muito tempo sua trilogia foi considerada essencial para os que curtem o gênero de verdade. Mas se engana quem pensa que o saudoso diretor havia encerrado seu diálogo sobre o tópico. Vinte anos depois do capítulo três, Romero fez as pazes com o sucesso, chutando a porta dos anos 2000 com este Terra dos Mortos – uma grande analogia à luta de classes bem antes de Parasita e Coringa.

Abismo do Medo

Existem os bons filmes e existem as obras-primas. E se eu tivesse que colocar um filme no pódio desta lista, definitivamente este Abismo do Medo estaria lá. O diretor Neil Marshall pode até ter escorregado no comando de uma superprodução com o reboot de Hellboy (2019), mas há 15 anos estava no auge de sua forma ao entregar este que foi seu segundo longa para o cinema. E este é um p**a terror de gelar a espinha até mesmo dos menos impressionáveis. O filme começa como drama de perda e superação, na qual a protagonista recebe ajuda de um grupo de amigas para dar a volta por cima após a trágica morte de sua família devido a um acidente de carro. Para tal, essas mulheres empoderadas decidem fazer rapel em uma gruta pra lá de profunda na floresta. E o que elas encontram por lá promete te dar pesadelos para o resto da vida.

O Amigo Oculto

O grande Robert De Niro já fez de tudo em sua carreira, inclusive filmes de terror. É só lembrar do clássico de 1987, Coração Satânico. Aqui, no entanto, ele investe num thriller mais tradicional, e protagoniza ao lado da então menina prodígio Dakota Fanning, que chamava atenção de Deus e o mundo na infância. Aqui, a menina tem sua performance mais creepy da carreira no papel da filha do protagonista – que, ao lado do pai, se recupera da morte precoce de sua mãe. No entanto, além da aparência fantasmagórica, a menina possui um amigo imaginário chamado Charlie, a quem ninguém mais parece capaz de ver. É justamente o mistério por trás de Charlie que se desenrola neste longa – pouco apreciado em seu lançamento, mas que merece uma segunda chance passado tanto tempo.

Voo Noturno

Voltando para o saudoso Mestre Wes Craven, o lendário diretor lançava dois filmes nos cinemas há 15 anos. Esta manobra já havia sido realizada por ele no passado, é só voltarmos para 1984, por exemplo, ano em que Craven lançava nada menos que três filmes: A Hora do Pesadelo, Quadrilha de Sádicos 2 e Convite para o Inferno (produção para a TV). Em 2005, após o fracasso do indefensável Amaldiçoados, o cineasta dava a volta por cima com este filme, que pode ser considerado mais um suspense do que um terror – mesmo sem perder suas qualidades pra lá de tensas. Na trama, Rachel McAdams conhece um estranho num voo noturno, interpretado por Cillian Murphy. Os dois se entrosam e rola um clima, mas logo o sujeito irá mostrar sua verdadeira face em pleno ar. De roer as unhas.

Viagem ao Inferno

Filmes de terror ganham toda uma nova perspectiva quando sabemos se tratar de uma história real. E quando tais filmes utilizam atores desconhecidos e enfatizam o clima “cru” em sua produção, a proximidade com o realismo é aumentada consideravelmente, ao ponto de acharmos que estamos vendo basicamente um documentário de momentos tão tenebrosos. Essa descrição é perfeita para o caso deste Wolf Creek – Viagem ao Inferno, longa que narra os feitos sádicos do psicopata australiano que ficou conhecido como o “Crocodilo Dundee” da vida real, um caçador que espreitava e torturava turistas mochileiros por áreas rurais remotas. É de deixar sem dormir.

Meninamá.com

Toda ação gera uma reação. E todo crime pede punição. Com esta frase em mente, a premissa de Meninamá.com nos faz pensar seriamente sobre a pedofilia, o abuso de menores e suas consequências. Nesta obra instigante, Ellen Page brilha na pele de uma jovem menor de idade, aparentemente atraída por um predador sexual, pronto para dar o bote nela. No entanto, o caçador vira a caça, quando a menina mostra suas verdadeiras intenções, revelando ser uma auto clamada justiceira, dona de um ímpeto igualmente perigoso. Fazer justiça com as próprias mãos nunca foi apresentado no cinema de forma mais intensa e questionadora.

Rejeitados pelo Diabo

Rob Zombie, músico transformado em cineasta, é um destes realizadores do estilo ame ou odeie. Veja por exemplo o que o diretor fez com os remakes de Halloween – uns gostaram do resultado, outros não podem nem ouvir falar. Particularmente, este que vos fala se enquadra no segundo quesito. Artista autoral, Zombie escreve suas próprias histórias e as comanda com seu estilo único e peculiar. Voltando 15 anos no passado, Zombie entregava seu segundo longa para o cinema (num total de 7, sendo As Senhoras de Salem o único que de fato aprecio) com este Rejeitados pelo Diabo – espécie de continuação de seu primeiro filme, A Casa dos 1000 Corpos (2003). O filme acompanha uma família de psicopatas no melhor estilo O Massacre da Serra Elétrica, da qual faz parte a angelical, mas incrivelmente perturbada e sádica, Baby – papel da sempre presente esposa do cineasta, Sheri Moon Zombie. A trilogia chegou ao fim em 2019 com Os 3 Infernais.

Doom: A Porta do Inferno

Continuando pelo quesito “inferno”, chegamos ao último item da lista com esta adaptação do famoso game que é precursor na linha de visão em primeira pessoa. Doom foi uma verdadeira febre para os fãs de videogames. O filme, porém, amargou o destino que a maioria destas adaptações tem. Dando respaldo ao projeto, um nome em ascensão no cinema há 15 anos, o hoje consagrado maior herói de ação Dwayne Johnson. O astro, no entanto, não opta pelo protagonista Grimm (papel que fica com o multifacetado Karl Urban), e ao invés interpreta Sarge, líder durão da equipe que tem seus próprios demônios a enfrentar. No elenco ainda temos a Garota Exemplar em pessoa, Rosamund Pike, como a protagonista feminina. Na trama, passada no futuro, militares são chamados às pressas para investigar uma base científica em Marte, que talvez tenha aberto um portal diretamente para o inferno.

Você concorda? ‘Game of Thrones’ é eleita a MELHOR série do século 21!

Através de uma enquete do Digital Spy, os internautas votaram em suas séries favoritas que foram lançadas no século 21 e, apesar de ter tido o seu desfecho fortemente criticado, ‘Game of Thrones‘ assumiu a primeira posição da lista.

A pesquisa contou com cerca de três mil votos.

Confira o TOP 10 completo:

  1. Game of Thrones
  2. Stranger Things
  3. Doctor Who
  4. Sherlock
  5. Breaking Bad
  6. The Great British Bake Off
  7. Killing Eve
  8. Gavin & Stacey
  9. Line of Duty
  10. Chernobyl

Você concorda com o TOP 10?

Game of Thrones fez história desde o momento de seu debute na televisão e permanece como uma das produções mais aclamadas de todos os tempos.

Seguindo os passos de outras franquias predecessoras de fantasia épica, como ‘Senhor do Anéis’‘Harry Potter’, a série tornou-se marca registrada da HBO e levou para casa nada menos que 59 estatuetas do Emmy, pela impecável direção e pelo astuto roteiro – que, vez ou outra (especificamente na 8ª temporada), deslizou e se apressou para finalizar arcos profundos e complexos.

Para celebrar o décimo aniversário da estreia do primeiro episódio, o CinePOP preparou várias matérias especiais explorando o icônico mundo criado por George R.R. Martin. Nesta, você confere dez curiosidades de bastidores sobre a obra, desde segredos de bastidores até atores e atrizes que foram cogitados para os principais papéis.

Confira:

ODIADO POR TODOS

Joffrey Baratheon é, sem sombra de dúvida, um dos personagens mais sádicos de todo o panteão de Game of Thrones. Pouco depois que a série estreou, o ator Jack Gleeson, que o interpretou até a 4ª temporada, recebeu uma carta do próprio Martin que dizia: “parabéns por sua performance fantástica. Todos te odeiam”.

TYRION, O MAJESTOSO

Peter Dinklage interpretou majestosamente Tyrion Lannister e, por sua rendição espetacular, foi indicado oito vezes consecutivas (uma por cada temporada) à categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática no Emmy Awards. Ele levou a estatueta para casa quatro vezes, quebrando um novo recorde por maior número de vitórias na categoria pelo mesmo papel.

CHOVENDO DINHEIRO

O custo médio de produção por episódio, até o final da quinta temporada, foi de US$6 milhões de dólares, com o capítulo mais caro sendo “Blackwater” (02×09, US$8 milhões). Entretanto, a HBO decidiu aumentar o orçamento para US$100 milhões para o 6º ano, o que significa que cada episódio teve custo médi de US$10 milhões. A encargo de comparação, a série empata com ‘Friends’ como a mais cara de todos os tempos.

MELISANDRE LANNISTER

Carice van Houten conquistou o público a interpretar a vil e perigosa sacerdotisa Melisandre na série. Entretanto, ela havia sido considerada, previamente, para uma audição para a Rainha Cersei Lannister, mas não conseguiu participar dos testes em virtude de conflitos de cronograma: à época, ela estava rodando o filme ‘Intrusos’.

ATAREFADO

A princípio, Martin pretendia escrever um episódio para cada temporada, mas não assinou nenhum roteiro a partir da 4ª temporada, visto que estava focado em terminar o sexto livro da saga, ‘The Winds of Winter’. Quando o show terminou em 2019, o romance ainda não estava pronto.

O REI LOUCO

No piloto descartado, Liam Burke fazia uma aparição como Aerys II Targaryen, o Rei Louco, mas as cenas foram cortadas na versão remodelada. Eventualmente, uma sequência em flashback de Aerys foi incluída no episódio “Blood of My Blood” (06×06), mas trazendo David Rintoul como o personagem.

NÃO DESSA VEZ

Dominic West foi cogitado para participar da série, mas recusou a oferta da HBO. A West foi oferecido um papel secreto que ele mesmo descreveu como “amável”, mas, apesar de insistências de um sobrinho que era fã do show, ele decidiu passar o papel adiante para cuidar dos filhos. Ao que tudo indica, West interpretaria Mance Rayder (que foi vivido por Ciarán Hinds).

CASAMENTO VERMELHO

Martin comentou que o infame Casamento Vermelho foi o capítulo mais difícil que escreveu em ‘A Tormenta de Espadas’. Ele estava tão emocionalmente apegado aos personagens que escreveu o restante do romance primeiro, e então o capítulo em questão por último. Os produtores executivos David BenioffD.B. Weiss, depois que leram a cena, revelaram que a sequência foi uma das principais razões por quererem transformar os livros em uma série de televisão.

KHALEESI E OS DRAGÕES

Após filmar suas últimas cenas como a icônica Daenerys Targaryen, a atriz Emilia Clarke fez uma tatuagem de três dragões em seu pulso, homenageando as criaturas que lhe acompanharam durante a série: Drogon, Viserion e Rhaegal.

ESCOLHAS CONTROVERSAS

A série foi alvo de constantes críticas pelo retrato explícito de violência física e sexual. Particularmente, cenas de estupro causaram inúmeras controvérisas. Martin defendeu suas escolhas artísticas ao dizer que queria levar os leitores direto para a ação, em vez de criar uma distância segura dos eventos por resumi-los. O autor comentou que, apesar de sua criação ser um épico de fantasia, a baseou na própria História, onde “estupro e violência sexual fizeram parte de todas as guerras já lutadas”.

‘Terror no Estúdio 666’: Filme com Taylor Hawkins e os Foo Fighters está em exibição nos cinemas nacionais

Taylor Hawkins, baterista da banda americana Foo Fighters, morreu hoje (26) aos 50 anos. A triste notícia foi dada pela banda nas redes sociais, porém a causa da morte não foi divulgada.

O bateirista e a banda estavam em tour de shows pelo Lollapalosa, e também divulgando o filme ‘Terror no Estúdio 666‘, produzido e estrelado pelos músicos, que está sendo exibido em sessões especiais nos cinemas brasileiros exclusivamente hoje e amanhã, 26 de março.

Em entrevista ao CinePOP no último mês, os músicos revelaram como foi gravar a produção, se eles puderam improvisar e ainda contaram como tiveram a ideia para o filme.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

“A família Foo Fighters está devastada pela trágica e prematura perda de nosso amado Taylor Hawkins. Seu espírito musical e riso contagiante vão viver conosco para sempre. Nossos corações vão a sua mulher, filhos e família, e pedimos que sua privacidade seja tratada com o máximo de respeito nesse tempo de dificuldade inimaginável.”

BJ McDonnell (‘Terror no Pântano 3’) é responsável pela direção.

Em ‘Terror no Estúdio 666‘, os Foo Fighters – membros do Rock & Roll Hall of Fame – se mudam para uma mansão em Encino, Califórnia, para gravar seu tão esperado 10º álbum. Mas a casa é marcada por uma história cruel do rock. Uma vez lá, Dave Grohl é confrontado por forças sobrenaturais que ameaçam tanto atrapalhar a conclusão do álbum quanto acabar com a vida da banda.

O elenco conta com Dave Grohl, Taylor Hawkins, Pat Smear, Chris Shiflett, Rami Jaffee, Whitney Cummings, Will Forte, Jenna Ortega, Leslie Grossman e Jeff Garlin.

‘Pânico 6’ tem a maior estreia da franquia nos EUA com US$ 44,5 milhões

Pânico 6‘ arrecadou US$ 44,5 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA, a maior estreia da história da franquia.

No ano passado, ‘Pânico‘ arrecadou US$ 30 milhões. A maior abertura da franquia até então tinha sido de ‘Pânico 3‘, de 2000, com US$ 34 milhões.

“As críticas e as pontuações do público são muito boas, e os negócios internacionais devem ser sólidos”, diz David A. Gross, que dirige a empresa de consultoria cinematográfica Franchise Entertainment Research. “27 anos após o lançamento em 1996, a franquia está mais saudável do que nunca.” 

Assista a nossa crítica, entrevistas e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado.

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

HBO Max vai virar Max no Brasil dia 27/02; Confira os valores dos PLANOS do novo streaming!

A Warner Bros. Discovery anunciou hoje que sua plataforma de streaming Max será lançada no dia 27 de fevereiro no Brasil.

Após sua chegada aos Estados Unidos em maio do ano passado, o lançamento da Max na região marcará o início da sua implantação internacional. Max será o destino de entretenimento que aproximará o público local de histórias extraordinárias para cada momento, cada emoção e cada membro da família, proporcionando uma oferta incomparável para todos, tudo em um só lugar.

Em Max será possível encontrar uma variedade incrível de conteúdos da extensa família de marcas icônicas da Warner Bros. Discovery na América Latina, incluindo HBO, Warner Bros., o Universo DC, Discovery, Discovery Home & Health, ID, Cartoon Network, Discovery Kids e Adult Swim, com as franquias mais queridas pelos fãs ao redor do mundo, incluindo GAME OF THRONES, o mágico mundo de HARRY POTTER, THE BIG BANG THEORY, os super-heróis da DC, os personagens de LOONEY TUNES, RICK E MORTY, LARGADOS E PELADOS e 90 DIAS PARA CASAR, entre outras.

Além disso, a proposta de conteúdo da plataforma incluirá a primeira janela de exibição de filmes de grandes estúdios, como Sony Pictures; eventos ao vivo, como a Temporada de Premiações e torneios esportivos; e produções originais locais desenvolvidas em conjunto com a talentosa comunidade de criadores e artistas latino-americanos. Tudo isso acompanhado de uma experiência de usuário melhorada que permitirá a cada consumidor escolher e descobrir sua própria jornada pela plataforma.

Max proporcionará aos assinantes uma experiência focada no usuário, dando-lhes a possibilidade de escolher desde o primeiro momento em que visitam a plataforma. A experiência começa com mais opções de planos que melhor se adaptam às preferências e estilo de vida do usuário.

PLANOS

Max oferecerá 3 planos (*) para novos assinantes no lançamento, cada um com opção de pagamento mensal ou anual, que contará com economia de até 36% (**), quando a assinatura é feita diretamente através da Max. Para mais detalhes sobre os planos e preços clique aqui.

Plano Básico com Anúncios:

• Este plano permitirá aos usuários desfrutar do catálogo de Max por um preço menor e incluirá publicidade.
• O conteúdo poderá ser assistido em dois dispositivos simultaneamente.
• O conteúdo estará disponível em resolução Full HD.
• A assinatura mensal custará R$ 29,90 e a anual R$ 225,90.

Plano Standard:

• O conteúdo poderá ser assistido em dois dispositivos simultaneamente.
• O conteúdo estará disponível em resolução Full HD.
• Este plano permitirá até 30 downloads de conteúdo para visualização sem conexão com a internet.
• A assinatura mensal custará R$ 39,90 e a anual custará R$ 357,90.

Plano Platinum:

• Oferecerá a melhor experiência para o consumidor.
• O conteúdo poderá ser assistido em quatro dispositivos simultaneamente.
• O conteúdo estará disponível em resolução Full HD ou 4K e com som Dolby Atmos.
• O plano permite até 100 downloads de conteúdo para visualização sem conexão com a internet.
• A assinatura mensal custará R$ 55,90 e a anual R$ 477,90.

Com este lançamento, a HBO Max se tornará Max. Os atuais assinantes da HBO Max – tanto aqueles que assinaram diretamente pela plataforma quanto aqueles que assinaram por meio de terceiros que comercializam assinaturas da plataforma –, terão acesso a Max a partir do dia de seu lançamento. Esses usuários manterão as funcionalidades e os preços do plano atual por um tempo limitado após o lançamento da Max. Da mesma forma, os usuários da HBO Max que tiverem a oferta introdutória de 50% de desconto faturada por meio da HBO Max manterão o desconto, desde que cumpram os termos e condições da promoção.

Os assinantes da HBO Max poderão descobrir esta nova experiência mantendo seus perfis atuais, bem como as suas configurações e seus históricos de navegação, continuando sua jornada em Max exatamente de onde pararam. Em alguns casos – dependendo do dispositivo ou sistema operacional – o aplicativo da HBO Max será atualizado automaticamente para o aplicativo da Max em 27 de fevereiro. Em outros casos, quando os usuários abrirem o aplicativo da HBO Max, eles serão solicitados a baixar o novo aplicativo da Max, em um processo simples que rapidamente lhes permitirá começar a desfrutar da experiência da plataforma.

Detalhes adicionais sobre a experiência de streaming da Max serão divulgados nas próximas semanas.

(*) A Resolução Full HD, 4K e som Dolby Atmos podem não estar disponíveis em todos os conteúdos de cada plano. O conteúdo ao vivo nos planos Standard e Platinum pode conter anúncios. Alguns conteúdos podem conter restrições para downloads.
(**) Economia baseada no plano anual de menor preço em comparação à sua versão mensal ao longo de 12 meses.

Você sabia? ‘Megamente’ ganhou uma sequência no streaming que recebeu 0% de aprovação do público

A amada e divertida animação da DreamWorks Megamente ganhou uma sequência no começo do ano, mas o lançamento não teve muita divulgação.

Intitulada ‘Megamente vs. O Sindicato da Perdição‘ (Megamind vs. the Doom Syndicate’), a produção registrou 0% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, um feito raro para qualquer produção.

Na trama escrita por Alan Schoolcraft e Brent Simons (roteiristas do original), a antiga equipe de vilões de Megamente, conhecida como Sindicato da Perdição, retornou. Agora, cabe ao recém-coroado herói azul manter as aparências malignas até que ele possa reunir seus amigos para impedir que seus ex-aliados do mal lancem Metro City para a Lua.

Dirigido por Eric Fogel, o longa foi lançado diretamente na plataforma de streaming Prime Video devido a restrições orçamentárias.

Após o anúncio, os fãs já temiam que isso poderia resultar em uma leve queda na qualidade da animação… E foi o que aconteceu.

Além disso, o filme terá uma série animada derivada chamada ‘Megamind Rules!’ (Megamente no Comando! – tradução livre).

A série animada ‘Megamind Rules!’ também será disponibilizada na plataforma, consistindo em oito episódios, sendo considerada um complemento para o novo filme.

Schoolcraft e Simons, assumem o papel de produtores executivos, juntamente com Eric Fogel.

Ambos, o filme e a série, já estão disponíveis na Peacock. No entanto, dado que a plataforma não está disponível no Brasil, ainda não se tem informações sobre o lançamento local.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Veja os cartazes de divulgação.

 

FESTIVAL DO RIO, Domingo (5) | Terror, Jennifer Lawrence e mais em 8 Dicas de Filmes para você assistir

O Rio de Janeiro se transforma novamente na capital do cinema com o início da 27ª edição do Festival do Rio, que tem a cobertura COMPLETA pelo CinePOP.

Até o dia 12 de outubro, a cidade será palco de uma verdadeira maratona cinematográfica, reunindo cerca de 300 filmes, entre filmes, documentários, curtas, terror e outras produções que prometem agradar aos mais variados públicos.

Para este domingo, dia 5, selecionamos fizemos curadoria com 8 filmes imperdíveis que estarão em cartaz — desde TERROR, dramas intensos a experimentações sensoriais.

Hedda

Direção: Nia DaCosta

Elenco: Tessa Thompson, Nina Hoss, Imogen Poots, Tom Bateman, Nicholas Pinnock

Sinopse: Hedda se vê dividida entre a vida confortável, mas opressiva, de casamento e um amor do passado. Ao longo de uma noite, tensões reprimidas vêm à tona numa espiral de manipulações, paixões e traições — uma releitura moderna de Hedda Gabler.

Sessão (domingo 5/10): 14h00 — Estação NET Botafogo 1

‘A Vida Privada’: Juliette Binoche comparece na première do filme estrelado por Jodie Foster no Festival do Rio; Veja fotos!

Me Ame com Ternura (Love Me Tender)

Direção: Anna Cazenave Cambet

Elenco: Vicky Krieps, Monia Chokri, Antoine Reinartz, entre outros

Sinopse: Ao final de um verão, Clémence decide abrir seu coração ao ex-marido, revelando que agora vive novos amores com mulheres. Ele, em vingança, retira sua guarda sobre o filho e impede contato. Ela precisa reinventar-se, lutando pelo direito de amar e ser quem é.

Sessão (domingo 5/10): 14h00 — Cinesystem Belas Artes 4

TERROR sobre a Meia-Irmã Feia da Cinderela considerado “grotesco” pelos críticos será exibido no Festival do Rio

Incêndios (Incendies)

Direção: Denis Villeneuve

Elenco: Lubna Azabal, Mélissa Désormeaux-Poulin, Maxim Gaudet

Sinopse: Após a morte da mãe, os gêmeos Jeanne e Simon devem cumprir estranhas instruções post-mortem: entregar envelopes ao pai (que sempre consideraram morto) e a um irmão desconhecido. Essa jornada os leva ao Oriente Médio, em busca de seu passado familiar.

Sessão (domingo 5/10): 16h15 — Estação NET Botafogo 1

10 FILMES DE TERROR para ficarmos de olho no FESTIVAL DO RIO 2025

 

O Primata

Direção: JOHANNES ROBERTS

Elenco: JOHNNY SEQUOYAH, JESSICA ALEXANDER, TROY KOTSUR

Sinopse: Ao voltar da faculdade para alguns dias de férias na casa da família, que mora no Havaí, Lucy se reúne com o pai, a irmã mais nova e o chimpanzé de estimação deles, Ben. A mãe, falecida alguns anos antes, era cientista e criou Ben desde que o animal nasceu como se fosse membro da família. Porém, na véspera da chegada de Lucy o chimpanzé é mordido por um animal silvestre e contrai raiva. O que acontecerá nos dias seguintes obrigará Lucy, a irmã e os amigos a se refugiarem, em terror absoluto, na piscina – o único lugar temido por Ben.

Sessão (domingo 5/10): 16h15 — Estação NET Gávea 3

Crítica | O Primata – Filme de TERROR sobre Chimpanzé com raiva é extremamente sangrento e inventivo [Festival do Rio]

Cyclone

Direção: Flavia Castro

Elenco: Luiza Mariani, Karine Teles, Eduardo Moscovis, Magali Biff

Sinopse: Em 1919, uma jovem operária e dramaturga conquista uma bolsa para estudar teatro em Paris, mas descobre que o maior obstáculo será o mundo que a cerca — onde as mulheres nem sequer são donas de si.

Sessão (domingo 5/10): 16h30 — Cine Odeon – CCLSR

Lago dos Ossos (Bone Lake)

Direção: Mercedes Bryce Morgan

Elenco: Alex Roe, Maddie Hasson, Marco Pigossi, Andra Nechita, entre outros

Sinopse: Um casal aluga uma casa à beira de lago para um fim de semana. Mas outro casal também aparece por engano, e eles concordam em compartilhar o espaço. O que começa com harmonia escorrega para uma espiral de ciúmes, traições e violência.

Sessão (domingo 5/10): 18h15 — CineCarioca José Wilker 2

Love Kills

Direção: LUIZA SHELLING TUBALDINI

Sinopse: No centro de São Paulo, devastado pelo crack, uma jovem vampira, Helena, assombra um café sujo, cativando um garçom ingênuo. À medida que o garçom descobre os segredos dela, assim como o submundo da cidade, passa a ser atraído para um mundo perigoso de intrigas imortais, desafiando a própria mortalidade.

Sessão (domingo 5/10): 18h45 — Sala 5, Cinesystem Belas Artes

Morra, Amor  (Die, My Love)

Direção: Lynne Ramsay

Elenco: Jennifer Lawrence, Robert Pattinson, Lakeith Stanfield, Sissy Spacek, Nick Nolte

Sinopse: Grace, recém-mãe, e Jackson deixam a vida urbana em Nova York para se mudar para a antiga casa de infância do marido, em uma zona rural de Montana. Com o tempo, Grace começa a lidar com isolamento, sofrimento pós-parto e oscilações de sanidade, num casamento que ganha contornos de instabilidade psicológica e inquietude.

Sessão no domingo 5/10: 22h45 — Cine Odeon (CCLSR)

Crítica | Invocação do Mal 3 assusta, mas expõe desgaste da franquia

Mudança de rumo é algo que assusta. Se o novo caminho for melhor, enfrentamos a trajetória com satisfação, diferente quando a proposta modifica o que estava confortável e não traz nada que possa justificar o seu estabelecimento em nossas vidas. Esse é um pensamento que pode ser aplicado aos relacionamentos que vivenciamos, aos desafios profissionais e até mesmo durante um momento diletante diante de um livro, série ou filme. Ao trazer essa linha de pensamento para o universo de narrativas cinematográficas, podemos associar imediatamente com o terceiro ‘Invocação do Mal‘, mais recente exemplar da longeva franquia envolvendo o casal de demonologistas Ed e Lorraine Warren, interpretados com carisma, competência e coesa por Patrick Wilson e Vera Farmiga desde o primeiro capítulo desta saga de horror com momentos de possessão, exorcismo e descoberta de objetos macabros, elementos que testam a fé dos personagens que vivenciam situações numinosas e geralmente muito assustadoras.


Ao leitor, uma constatação para começar. ‘Invocação do Mal: A Ordem do Demônio‘ é um bom filme de terror, ou, como geralmente definimos no campo da crítica, uma narrativa genérica. Se a produção não é ruim, por qual motivo associar a mudança de rumo com algo desconfortável? Essa pode ser a pergunta a brotar enquanto você não chega ao final desse texto. Explico. Com o desenvolvimento muito acima da média dos seus dois capítulos antecessores, geralmente esperamos algo avassalador em sua terceira incursão, em especial, a experimentação de elementos da linguagem cinematográfica que possam manter o nível de tudo que já tinha sido apresentado com muita qualidade. Mas isso não ocorre. Sem a direção de James Wan, mais virtuoso que Michael Chaves, cineasta que assumiu o projeto mais atual, a terceira incursão do casal Ed e Lorraine Warren em um de seus casos mais polêmicos falha. Há momentos inspirados, mas nada que alcance o patamar dramático e estético de antes.

Inspirada no julgamento de Aaron Johnson (Ruari O’Connor), jovem que em 1981, assassinou um homem e alegou que no ato das facadas, estava possuído por forças demoníacas, o filme traz Ed e Lorraine em mais um desafio: garantir que as forças das trevas não dominem uma determinada família, envolta nos desdobramentos de rituais satânicos e conjurações de bruxas que devastam a vida de todos aqueles que gravitam em torno dos envolvidos nesta tragédia que se tornou piada na época, a estampar manchetes jocosas que satirizavam a situação que para a dupla de demonologistas era algo muito real, assustador e desolador, momentos de exaustão de energias e provocação da fé, principalmente para as vítimas de uma maldição sem precedentes, primeiro para o pequeno David Glatzel (Jullian Hillard), depois para o namorado de sua irmã, Johnson, levado ao tribunal e defendido por seu advogado com a tese incomum de ser sido possuído por entidades demoníacas quando cometeu o já mencionado crime.

Assim, resta lamentar, haja vista a alta expectativa que me tomou enquanto esperava o retorno do casal e da franquia aos circuitos de entretenimento, modificados completamente com o advento da pandemia da covid-19 que desde 2020 transformou a nossa forma de se entreter. Como já mencionado, desta vez, a história é dirigida por Michael Chaves, o responsável pelo fraco A Maldição da Chorona, spin-off da franquia, um dos momentos menos expressivos deste universo sobrenatural. Ao assumir o roteiro de David Leslie Johnson-McGoldrick, ele transforma o texto num festival de duplo ritmo narrativo ao longo de 112 minutos, ora com passagens frenéticas demais, ora com morosidade, sem deixar muito espaço para a sutileza que em muitos momentos, contribuem mais que o excesso de sustos e clichês, propiciados especialmente pela direção de fotografia de Michael Burgess, profissional que entrega os habituais espaços iluminados em contraste com pedaços da tela tomados por uma escuridão trevosa, como se as imagens captadas fossem alusões ao que se fazia comumente na pintura barroca. A movimentação e o uso de planos fechados em determinadas passagens funcionam bem, da mesma maneira que a utilização do ponto de vista, escolha ideal para mesclar imagens mais abertas com peculiaridades observadas exclusivamente pelos personagens, compartilhadas conosco num processo de aproximação que revela algo para logo adiante, nos fazer saltar com os sustos originados pelo jumpscare que já é uma muleta no cinema de terror há eras.

Em seus aspectos estéticos, Invocação do Mal: A Ordem do Demônio expressa o esmero estético dos membros que compõem a equipe técnica da franquia. Jennifer Spence expõe aos nossos olhos um excelente trabalho no design de produção, setor que compõe os cenários com uma direção de arte firme, sem espaço para nos decepcionar. Tudo está muito bem orquestrado. O necrotério, a casa da família Warren, os misteriosos túneis que nos conduzem para o macabro altar que demarca o desfecho da maldição que toma os personagens da história, dentre tantos outros cuidadosos territórios cênicos. A trilha sonora de Joseph Bishara, colaborador de longa data da franquia, também se porta de maneira eficiente, sem grandes momentos, mas adequada para o que nos é apresentado enquanto material dramático. Creio ser a fiel tradução musical para o que é ofertado ao músico e, consequentemente, aos espectadores, isto é, uma textura percussiva que dialoga exatamente com a qualidade mediana do filme que conduz.

Narrativa que depende bastante da sonoridade para produzir os efeitos necessários em seus consumidores, algo já mencionado anteriormente ao versar sobre o uso deliberado de jumpscare. aqui temos Jason W. Jennings como supervisor do design de som, setor responsável pela fabricação de ferrões musicais que alcançam níveis absurdos em determinados pontos, estratégia que não é de agora que se tornou sinônimo de preguiça para muitos filmes que dependem exclusivamente de seus atributos para criar algum impacto no espectador, mesmo quando a história em si deixa bastante a desejar. É quase o caso de Invocação do Mal: A Ordem do Demônio, produção que se equivoca quando abandona os ambientes ermos e se dispersa por uma investigação semelhante aos produtos televisivos genéricos sobre o tema. A opção por dividir o seu desfecho em duas situações justapostas por uma montagem alternada também prejudica o ritmo do filme, escolha que não deixa que nenhum dos dois lados seja potencializado, num processo de enfraquecimento da cadência narrativa, algo pecaminoso para uma produção que depende da manipulação do medo e do pavor para funcionar bem.

Um dos principais problemas que deixam Invocação do Mal: A Ordem do Demônio ser bom e não ótimo é, além do ritmo, a opacidade das entidades que dominam os personagens incautos. Diferente de Betsheeba e Valak, figuras demoníacas atordoantes dos filmes antecessores, aqui temos uma ameaça menos impactante, com menor tempo que o esperado em cena, frívola quando comparada com os “monstros” que a precederam, tornando-a banal e frágil, nada próxima do que foi prometido pelo marketing do filme, setor que deixou claro ser este “o caso mais assustador de Ed e Lorraine Warren”. Se investissem na saga dos Smurl, por exemplo, história que inspirou o tenso A Casa das Almas Perdidas, telefilme dos anos 1990, acredito que o potencial da história fosse muito maior. Não adianta, no entanto, ter uma boa trama quando a direção e o roteiro são ineficazes. Sabemos que o terror é um gênero de fases e acredito ser necessário uma nova reviravolta neste campo de produção, tal como Invocação do Mal fez em 2013, ao revitalizar temáticas desgastadas. Com oito filmes no projeto, a franquia apresenta sinais de desgaste e precisará de um novo capítulo muito mais intenso para garantir que ainda possa funcionar bem. Para nós, espectadores críticos, fica o questionamento: será que o Invocaverso ainda funciona? Resta esperar mais tempo para confirmar. Oremos.

Crítica | ‘Ainda não é Amanhã’ – Recorte profundo e delicado de uma jovem surpreendida por uma gravidez indesejada [Festival do Rio 2024]

A ida até a instabilidade das incertezas que chega num novo mundo de possibilidades. Trazendo um recorte profundo de uma jovem estudante de direito que é surpreendida por uma gravidez indesejada, Ainda não é Amanhã passa suas reflexões através das rupturas dos sonhos e o atropelo das interpretações da moral. Escrito e dirigido por Milena Times, o projeto tem como um dos acertos um ótimo desenvolvimento do roteiro que impulsiona uma narrativa que vai direto ao ponto levando o público para inúmeras reflexões sem esquecer de apresentar por completo a desconstrução de sua protagonista.

Na trama, conhecemos Jana (Mayara Santos), uma esforçada jovem que é orgulho de sua avó e da mãe – com quem mora num conjunto habitacional da periferia de Recife – sendo uma das primeiras da família a conseguir ir pra faculdade. Mas a alegria de um presente cheio de sonhos se transforma em desespero quando descobre estar grávida do namorado. Pensando em encontrar alguma solução, em meio as incertezas de ter ou não a criança, a protagonista precisará enfrentar alguns dilemas com respostas que levará por toda a vida.

Cena do filme, 'Ainda nâo é Amanhã', de Milena Times
Cena do filme, ‘Ainda nâo é Amanhã’, de Milena Times

Da simplicidade e bons diálogos até as fortes camadas que nos levam até importantes reflexões sobre um dos temas mais polêmicos da sociedade. Contornando a circunstância intimista, com um forte conflito imposto por um dilema, a narrativa navega pelas dores e incertezas, como se abrisse um leque de possibilidades a partir das dúvidas sobre uma gravidez. Totalmente pelos olhos de sua protagonista – muito bem interpretada por Mayara Santos – enxergamos toda a dor e sofrimento de uma situação que pode muito bem ser o reflexo de muitas outras do lado de cá da tela.

Cena do filme, 'Ainda nâo é Amanhã', de Milena Times
Cena do filme, ‘Ainda nâo é Amanhã’, de Milena Times

Ganhador de um prêmio no Festival do Rio 2024 (Melhor Atriz, na Mostra Novos Rumos), o filme levanta o foco para a maternidade como escolha, um caminho que traça um paralelo na pergunta: Como encarar essa situação? Não é uma abordagem inovadora, vai de encontro ao centro do conflito – no caso, o aborto – deixando também fortalecido os contextos, com a cidade em movimento ao redor da rotina, e as questões do desenvolvimento urbano através de críticas sociais.

Crítica em Vídeo | Círculo de Fogo: A Revolta

Círculo de Fogo: A Revolta, continuação do sucesso de 2013 dirigido por Guillermo del Toro, já arrecadou US$150 milhões mundiais e equiparou a bilheteria do filme original. Além disso, foi o primeiro a roubar o pódio este ano do todo poderoso Pantera Negra (que estava há cinco semanas no topo). Ou seja, espere uma terceira parte. O crítico Pablo Bazarello já conferiu o longa e comenta para você. Assista abaixo.

Superando as expectativas, Círculo de Fogo: A Revolta’ abriu as bilheterias neste final de semana e fez 122 milhões fora dos Estados Unidos, com 65 milhões sendo apenas na China, e 28 milhões de abertura doméstica, totalizando 150 milhões de bilheteria global. As informações são do ComicBook.

O resultado foi similar ao filme original, o que acabou garantindo uma sequência. Em 2013, o filme fechou com 411 milhões de dólares ao redor do mundo, com 112 milhões sendo apenas na China e 101 milhões nos Estados Unidos.

Círculo de Fogo: A Revolta’ já está em exibições nos cinemas nacionais.

Confira a nossa crítica: Círculo de Fogo: A Revolta – Mais robôs, menos monstros e emoção

Confira um vídeo especial legendado que relembra o Legado da Franquia.

‘Círculo de Fogo 2’: John Boyega aparece de Jaeger azul em novas fotos do set

O elenco conta com Jing Tian (‘A Grande Muralha’),  John Boyega (‘Star Wars: O Despertar da Força’) e Scott Eastwood (‘Esquadrão Suicida’).

O diretor Guillermo del Toro retorna apenas como produtor, e a direção fica por conta de Steven S. DeKnight. Em seu currículo, existe apenas a produção da primeira temporada de ‘Demolidor‘ para a Netflix e a direção de episódios das séries ‘Angel‘ e ‘Smallville‘, mas nenhum longa-metragem.

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Conheça as 6 Vezes que o Jogo ‘Dungeons & Dragons’ foi adaptado às telas

Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’ já está disponível para assistir no Paramount+ e Globoplay!

Os fãs conhecem bem o universo de D&D, como é conhecido por eles. Trata-se de um jogo de tabuleiro no estilo de RPG, ou seja, um jogo interativo onde os participantes criam suas próprias narrativas usando apenas a imaginação. Dungeons & Dragons foi criado ainda na década de 1970, se popularizou e se tornou o “pai” dos jogos de RPG. A série ‘Stranger Things’, por exemplo, mostrou os meninos protagonistas jogando e tirou muito de seus conceitos e criaturas do famoso jogo.

Tamanho sucesso atraiu atenção de produtores de Hollywood, que assim como os criadores de ‘Stranger Things’ resolveram inserir diversos conceitos saídos dele em suas próprias narrativas. É bem verdade que para o cinema, a trajetória de ‘D&D’ não foi das mais felizes, com esta sendo apenas a sua segunda adaptação oficial para as telonas. Mesmo assim, ‘Dungeons & Dragons’ já esteve presente na cultura pop das formas mais variadas. Sim, sua influência se estende a variados projetos, incluindo o citado ‘Stranger Things’, mas aqui nesta matéria iremos dar uma olhada em 6 produções que foram inspiradas diretamente em ‘D&D’. Confira abaixo.

Labirinto de Emoções (1982)

Primeiro papel protagonista da carreira de um certo Tom Hanks, ‘Labirinto de Emoções’ foi a primeira tentativa, de forma bem tímida, de levar ‘D&D’ às telas – bem, ou quase. Trata-se de um filme feito para a Televisão, que foi ao ar pelo canal norte-americano CBS. Com o título original de ‘Mazes and Monsters’ (‘Labirintos e Monstros’), referência clara a ‘Dungeons and Dragons’ (‘Masmorras e Dragões’), o filme é baseado no livro de Rona Jaffe. Por sua vez, o livro pegava carona na polêmica cercando o jogo de RPG na época, quando o estudante James Dallas Egbert III desapareceu de seu dormitório na Universidade Michigan State em agosto de 1979. Supostamente o rapaz teria ido até os túneis subterrâneos da instituição para jogar ‘D&D’ e nunca mais foi visto. Assim, a escritora bolou uma narrativa onde um grupo de estudantes universitários decide jogar uma partida de ‘M&M’ nas cavernas secretas de sua faculdade.

Caverna do Dragão (1983-1985)

Essa é clássica e inesquecível. Ainda hoje, muitos fãs do desenho dos anos 80 associam o título ‘Dungeons & Dragons’ a esta versão animada. Acontece que ‘Caverna do Dragão’ foi apenas uma adaptação do jogo para a TV, criando seus personagens originais, que por sua vez caíram no gosto do público. Porém, esse é o caso de produção, assim como ‘Chaves’, que fez muito mais sucesso no Brasil do que em seu próprio país de origem. Por aqui, não cansávamos de ver as reprises da história do grupo de adolescentes formado por Hank, Sheila, Diana, Bobby, Presto e Eric, que ao entrarem num trem fantasma de parque de diversões, vão parar em um mundo medieval mágico. Nos EUA, o programa durou apenas 3 temporadas, com um total de 27 episódios.

Krull (1983)

No mesmo ano da estreia de ‘Caverna do Dragão’ nas TVs americanas, a aventura de fantasia ‘Krull’ chegava aos cinemas com produção da Columbia Pictures (hoje Sony). O filme marca um dos primeiros papeis de Liam Neeson no cinema, no papel de um personagem coadjuvante. Na trama, um príncipe precisa resgatar sua noiva de uma fortaleza, onde é mantida prisioneira por invasores alienígenas. No percurso de sua aventura, irá se deparar com aliados, inimigos e todo tipo de criatura mística. Embora não seja cem por cento divulgado, além das inspirações nas missões do jogo, ‘Krull’ foi lançado com diversos produtos de merchandising, incluindo jogos – de videogame, fliperama e de tabuleiro. Um deles seria ‘D&D’, o que terminou não acontecendo. O criador do RPG, Gary Gygax nega.

Dungeons & Dragons: A Aventura Começa Agora (2000)

Sabe aqueles filmes que desejamos esquecer e que nunca tivessem sido feitos? Pois então, essa versão mequetrefe do famoso jogo é uma delas. Produção da New Line Pictures (hoje subsidiária da Warner) de US$45 milhões, a primeira adaptação oficial de ‘D&D’ aos cinemas prometia ser um verdadeiro blockbuster. No entanto, com um roteiro preguiçoso, a falta de atores carismáticos no elenco, e um Jeremy Irons mais caricato do que jamais esteve em toda a sua carreira, o filme terminou caindo rapidamente no esquecimento, ressurgindo um tempo depois apenas para se tornar uma chacota cult. Considerado um dos piores filmes dos anos 2000, a obra parecia ter colocado um ponto final em qualquer possibilidade de se revisitar essa marca muito valiosa nas telonas.

The Legend of Vox Machina (2022- )

Animação elogiadíssima da Amazon Prime Video, a série lançou sua segunda temporada esse ano e já foi confirmada para uma terceira temporada. Politicamente incorreto, violento e muito desbocado, esse desenho animado é o que ‘D&D’ seria se fosse mirado a um público mais adulto. O programa não se acanha em deixar o sangue correr solto, e apresentar algumas das mortes mais grotescas da TV, bem no estilo sujo de ‘The Boys’. Pense no que esta série citada fez com o material dos super-heróis e imagine uma aventura medieval de fantasia, capa e espada na mesma linha. Tudo começou no programa ‘Critical Role’, criado por Matthew Mercer, que traz semanalmente um grupo de atores jogando RPG e exibindo seu jogo. Num dos programas surgiu a ideia para ‘Vox Machina’, que reprisou muitos de seus atores como dubladores da animação.

Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes (2023)

Agora sim. Nunca diga nunca. Passados 23 anos desde a desastrosa primeira investida de um live-action no cinema baseado em ‘D&D’, a Paramount Pictures adquiriu os direitos da franquia e fez da maneira certa. Aliás, o estúdio está se tornando craque em injetar novo gás em franquias abandonadas e fazer elas virarem ouro em Hollywood. Foi o que a Paramount conseguiu com as franquias ‘Pânico’, ‘Sonic’ e agora com ‘Dungeons & Dragons’. Dessa vez, contando com nomes como Chris Pine, Michelle Rodriguez e Hugh Grant no elenco, a nova investida é puro charme, carisma e diversão garantidos. É tudo o que os fãs esperavam, sendo um grande atrativo também para os não familiarizados, graças a personagens bem desenvolvidos e atores que entregam tudo de si entrando de verdade na brincadeira. Com tamanha simpatia do público e dos críticos, uma continuação é praticamente certa de sair do papel.

‘O Corvo’: Reboot perde Jason Momoa e diretor

O reboot do clássico ‘O Corvo’, intitulado ‘The Crow Reborn’, sofreu mais uma vez a perda de seu astro e diretor.

Segundo o Deadline, ator Jason Momoa e o diretor Corin Hardy (A Maldição da Floresta) deixaram o projeto por “conflitos criativos e financeiros” com o produtor Samuel Hadida.

Sony Pictures havia agendado a estreia para 11 de outubro de 2019, mas o projeto deve ser cancelado.

O Corvo‘ é baseado na história em quadrinhos criada por James O´Barr na década de 1980, e foi levado aos cinemas pela primeira vez em 1994.