Criada pelo cartunista Jim Davis, a história em quadrinhos de ‘Garfield‘ estreou em junho de 1978 e segue o gato laranja cínico e preguiçoso e suas interações com seu dono,Jon Arbuckle, e seu companheiro de estimação Odie, o adorável cachorro.
‘O Casal Perfeito’, minissérie dirigida por Susanne Bier (‘The Undoing’) e estrelada por Nicole Kidman, obteve uma recepção morna no Rotten Tomatoes, com uma aprovação de 59% com base em 17 críticas.
Os críticos, de maneira geral, elogiaram o drama e o mistério envolvente da trama.
“Apesar de seu final apressado e da inconsistência tonal, ‘O Casal Perfeito’ se destaca no desenvolvimento dos personagens, impulsionado por atuações excepcionais e uma tensão complexa e envolvente”, disse Tania Hussain do Collider.
“Baseada no best-seller de Elin Hilderbrand e adaptada para a tela por Jenna Lamia, esta minissérie astuta e, em alguns momentos, extravagante proporciona as emoções deliciosamente baratas de um romance de praia, mas com o orçamento requintado e de prestígio de um serviço de streaming”, disse Kristen Baldwin da Entertainment Weekly.
“‘O Casal Perfeito’ tem um enredo adequado – e com bastante conteúdo. O carrossel de suspeitos gira e as revelações surgem em intervalos perfeitamente espaçados; se alguém conseguir resistir a maratonar todos os seis episódios de uma vez que começaram, eu vou comer uma cesta de frutas”, disse Lucy Mangan do The Guardian.
“A série se deleita tanto em esconder quanto em revelar os segredos de seus personagens”, disse Ross McIndoe da Slant Magazine.
“Divertida e visualmente deslumbrante, a série é claramente voltada para o público geral e serve como um excelente exemplo de como o gênero pode brilhar quando é abordado com habilidade e astúcia”, disse Nina Metz do Chicago Tribune.
“Um mistério envolvente, com um elenco deslumbrante e ambientado em um cenário que faz você acreditar que o verão nunca vai acabar. O principal objetivo da série é entreter, e se você é fã de Big Little Lies, The White Lotus e The Undoing, certamente encontrará aqui uma nova obsessão”, disse Valentina Morillo do El Español.
A trama acompanha Celeste Otis, que, no dia 4 de julho está prestes a se casar com o homem perfeito, que por acaso é da família mais rica da região de Nantucket, Massachusetts. Mas quando um corpo é descoberto flutuando no porto na manhã do casamento, todos na festa se tornam suspeitos.
Aclamada por sua profundidade e realismo sombrio, a trilogia Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan, composta por “Batman Begins” (2005), “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012), é inegavelmente um divisor de águas no cinema de super-heróis.
Para milhões de fãs ao redor do mundo, a interpretação de Christian Bale como Bruce Wayne/Batman, sob a direção magistral de Nolan, é a quintessência do herói. No entanto, por trás da grandiosidade desses sucessos de bilheteria, existe um “quarto filme” dessa mesma franquia que muitos admiradores desconhecem: a animação “Batman: Gotham Knight”.
Lançado discretamente em 8 de julho de 2008, apenas duas semanas antes da explosão mundial de “Batman – O Cavaleiro das Trevas“, “Batman: Gotham Knight” foi um projeto nipo-americano estrategicamente concebido para servir como uma ponte narrativa entre “Batman Begins” e seu aclamado sucessor. Embora os filmes de Nolan dominassem as conversas e bilheterias, a animação, por não ser um live-action e ser uma antologia, passou despercebida por grande parte do público.
A essência de “Batman: Gotham Knight” – que no Brasil recebeu o título ‘Batman – O Cavaleiro de Gotham‘, reside na exploração do desenvolvimento do Batman de Nolan no período que separa os dois primeiros filmes.
A coletânea de seis curtas-metragens, cada um com um estilo de animação distinto, ilustra como o Cavaleiro das Trevas aprimorou suas técnicas de combate e investigação, ganhando experiência e solidificando sua reputação no submundo do crime de Gotham.
A antologia expande o universo da trilogia ao apresentar o Batman enfrentando uma galeria de vilões que não apareceram nos filmes de Nolan, como o temível Killer Croc e o letal Pistoleiro. Essa inclusão não só enriquece a mitologia de Gotham, mas também oferece aos fãs um vislumbre de ameaças adicionais que o herói enfrenta nos intervalos de suas grandes sagas cinematográficas. Embora esses vilões não fossem cruciais para a trama principal dos filmes de live-action, sua presença na animação confere um contexto mais amplo e vibrante ao universo do Cavaleiro das Trevas.
Um dos aspectos mais fascinantes do filme é sua diversidade visual. Cada um dos seis curtas foi produzido por um estúdio de animação diferente, resultando em uma fusão de influências do estilo japonês com a estética ocidental do herói. Essa abordagem criativa permite que cada segmento explore uma faceta diferente do Batman de Christian Bale, mantendo, no entanto, uma coesão narrativa que guia o espectador pela evolução do herói antes dos eventos de “O Cavaleiro das Trevas”.
Apesar de não ser uma peça “essencial” para a compreensão da trilogia principal de Nolan, a animação oferece uma camada adicional de contexto e aprofundamento para os fãs mais dedicados. Os produtores fizeram questão de ressaltar que as histórias são autônomas, mas para quem busca uma imersão completa no universo de Nolan, “Gotham Knight” é uma joia a ser descoberta.
Apesar de não ter tido um lançamento cinematográfico, o filme demonstrou um impressionante desempenho financeiro. Com um orçamento modesto de US$ 3 milhões, a animação arrecadou US$ 8,5 milhões apenas em vendas domésticas de DVD e Blu-ray. Esse retorno substancial para um projeto que não recebeu a mesma divulgação massiva dos filmes de live-action é um testamento de sua qualidade e do interesse do público em expandir a experiência do universo de Nolan.
Além do sucesso comercial, a animação foi bem recebida pela crítica, conquistando 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. Isso atesta sua qualidade e sua relevância dentro da franquia, mesmo que tenha sido, em grande parte, ofuscada pelo brilho avassalador dos filmes de Nolan.
Em suma, “Batman: Gotham Knight” representa um capítulo importante, mas frequentemente esquecido, do legado da aclamada trilogia Cavaleiro das Trevas. A animação expande o universo de Gotham e do Batman de uma maneira única, oferecendo aos fãs uma oportunidade valiosa de ver o Cavaleiro das Trevas de Christian Bale em novas aventuras e desafios, além de proporcionar um olhar aprofundado sobre sua evolução entre “Batman Begins” e “O Cavaleiro das Trevas”. Para os entusiastas do herói que ainda não exploraram esta obra, “Batman: Gotham Knight” é uma redescoberta que promete enriquecer ainda mais sua compreensão do universo de Nolan.
Os anos 80 nos apresentaram uma galeria de personagens maravilhosos que estão nas lembranças até hoje de muitas pessoas. Para relembrar alguns desses, segue uma lista bem legal abaixo:
Na trama, conhecemos um anjo chamado Damiel (Bruno Ganz) e outro chamado Cassiel (Otto Sander) que passeiam por uma Berlim do lado ocidental, friorenta, ao lado de outros iguais, observando o cotidiano dos mortais que não podem lhe enxergar. Damiel está no limite, de saco cheio da vida eterna. Seu maior desejo é se tornar um humano mortal algo que só cresce quando se apaixona por uma trapezista de circo chamada Marion (Solveig Dommartin).
Beetlejuice – Os Fantasmas se Divertem
Um clássico da famosa sessão da tarde! Hoje, disponível no catálogo da Hbo Max, Os Fantasmas se Divertem ou mesmo Beetlejuice, o filme conta a história carismática de um casal que após morrerem viram fantasmas dentro de sua própria casa. Quando uma nova família chega no lugar o conflito acontece. O filme custou 15 milhões de dólares e faturou 5 vezes esse valor.
Na trama, acompanhamos os dias de glória e os dias de fúria de Jake LaMotta (Robert de Niro), nascido no bairro do Bronx, em Nova Iorque, filho de imigrante italianos que desde cedo iniciou uma carreira no boxe profissional conhecido por uma fúria implacável em lutas memoráveis. A questão é que fora dos ringues ele agia da mesma forma. Machista, ciumento, paranoico, até mesmo inescrupuloso, conseguiu destruir os laços familiares que o cercava sempre demonstrando uma violência desmedida. Quem mais sofreu com isso foi sua esposa Vickie (Cathy Moriarty) e seu irmão Joey (Joe Pesci).
Na trama, conhecemos um grupo de amigos adolescentes que começam a serem perturbados quando estão dormindo, durante seus sonhos (que virão logo pesadelos), por uma figura monstruosa que usa chapéu, tem o corpo dominado por queimaduras e está sempre com um suéter vermelho e verde, conhecido por Freddy Krueger (Robert Englund). Após algumas mortes, a jovem Nancy (Heather Langenkamp), completamente abalada emocionalmente, se torna a única capaz de encontrar coragem para enfrentar a terrível situação que seu destino encontra.
O primeiro Oscar da Carreira de Foster é por seu papel nesse forte filme que mostra a saga de uma mulher na sua luta por justiça após ser violentada em um bar. Dirigido por Jonathan Kaplan com roteiro de Tom Topor, o filme é baseado num caso real.
Dirigido pelo cineasta australiano Peter Weir e com roteiro assinado por Tom Schulman, Sociedade dos Poetas Mortos possui cenas inesquecíveis. O longa-metragem, lançado no primeiro semestre do ano de 1990 aqui no Brasil, conta a história de um criativo e inspirador professor, interpretado por Robin Williams, que é contratado para dar aulas em uma escola cheia de regras e tradições no final da década de 50. Aos poucos, com seus métodos diferente do que todos encontravam na escola, consegue inspirar seus alunos a combaterem suas ansiedades e os conflitos provocados por uma sociedade conservadora.
Um dos maiores sucesso da carreira do inesquecível Bruce Willis, em Duro de Matar acompanhamos um policial que após ir parar na festa de confraternização de natal da empresa japonesa onde a esposa trabalha precisa salvar o dia quando terroristas invadem o lugar. Esse filme tem um vilão espetacular interpretado pelo fantástico Alan Rickman. Muitos não sabem mas o filme é baseado em um romance de 1970 do escritor Roderick Thorp chamado Nothing Lasts Forever.
Como ser fiel à própria natureza? Quando a distância da realidade encontra a genialidade para criticar pelas entrelinhas. Lançado no ano de 1987, dirigido por Joel Coen com roteiro do mesmo juntamente com seu irmão Ethan (dupla fantástica que sempre nos brindou com ótimos filmes), Arizona Nunca Maisfaz parte daquele bolo de filmes inesquecíveis de quando Nicolas Cage escolhia bons papéis. Com um narrador presente, excêntricos personagens, um arco inicial corrido com deixas em forma de críticas a todo instante, o projeto apresenta a saga de um homem em busca de uma longe redenção quando busca ser fiel à própria natureza. No elenco, além de Cage, nomes marcantes como John Goodman, Holly Hunter eFrances McDormand.
Será que é uma questão de tempo alguém abrir os olhos e desistir do sonho da felicidade? Escrito por John Patrick Shanley e dirigido pelo cineasta canadense Norman Jewison (No Calor da Noite) Feitiço da Lua, Moonstruck no original, nos mostra descontrolados impulsos de corações carentes por uma grande paixão. Os ‘poderes da lua’, uma conexão quase cósmica, faz os personagens refletirem e associarem momentos impactantes de suas vidas à presença dessa quase entidade que ilumina nossos céus todas as noites. Cherestá maravilhosa no papel principal, de uma sonhadora descendente de italianos que acredita ser uma grande azarada no amor até encontrar a felicidade de uma maneira bem peculiar. Há simbolismos sobre emoções e um combate louvável ao machismo descarado.
Um dos filmes mais emocionantes da história do cinema, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, teve sua primeira exibição no ano de 1988 e desde aquele tempo mora pra sempre nos corações de todos que o assistem. Com cenas marcantes, uma trilha sonora fabulosa (assinada pelo gênio Ennio Morricone), Cinema Paradiso é a paixão do cinema que mora em todos nós.
Death Note, adaptação das obras japonesas, estreou neste fim de semana na Netflix e já é uma das produções mais odiadas da casa. Não importa se você é fã ou não, o consenso geral é o de decepção, para todos menos para uma pessoa, este que vos fala. Leia minha crítica neste link.
Mas nem tudo está perdido. Em entrevista ao Hollywood Reporter, o talentoso Adam Wingard (Você é o Próximoe O Hóspede) disse que uma continuação pode estar em andamento, já que o plano da empresa era fazer pelo menos dois filmes. O resultado negativo, no entanto, pode jogar água fria em tais planos. Leia abaixo o que o diretor disse:
“Ainda existe muita coisa para explorar e lugares para levar Light. A série é basicamente sobre suas derrotas como personagem. Esta foi apenas a origem disse, o começo. Existem muitos lugares para ir e nós sabemos de uma forma geral o que fazer. Esperamos que as pessoas assistam e que a Netflix encomende a continuação. Eles definitivamente estão prontos para isso. As pessoas só precisam assistir.”
E você, é mais um hater de Death Note? Comente o que achou da produção.
Segundo informa o site Coming Soon, a Hasbro, fabricante de brinquedos transformada em produtora de cinema, comprou pela quantia de US$522 milhões diversas propriedades de entretenimento, entre elas a mais importante sendo os Power Rangers, da Saban.
Brian Goldner, diretor executivo da Hasbro, disse que tem planos para a marca Power Rangers e seu potencial para merchandising, frisando games, brinquedos e produções voltadas ao entretenimento. Embora não tenha entrado no mérito específico sobre o que seriam estas fontes de entretenimento, em breve a empresa deverá anunciar uma nova série televisiva ou um novo filme.
Entre as novas propriedades adquiridas pela Hasbro se encontram também My Pet Monster, Luna Petunia, Treehouse Detectives, Julius Jr. e Popples. A Hasbro, é claro, possui os direitos sobre a franquia Transformers.
Power Rangers (2017) recebeu elogios da imprensa especializada, mas com o orçamento de US$100 milhões e uma bilheteria de US$85 milhões nos EUA, e US$142 milhões mundiais, o filme foi considerado um fracasso financeiro e as chances de uma sequência foram momentaneamente minadas.
Fique ligado no CinePOP para novidades sobre Power Rangers.
O ano de 2023 reserva grandes lançamentos nos cinemas. Mas também marca alguns aniversários de produções adoradas pelos fãs. Grande parte do público não era sequer nascido quando estes filmes estrearam, mas com certeza já assistiram quase todos (ou todos) em reprises na TV ou em casa no sistema de vídeo.
Pensando nisso, o CinePOP resolveu criar sua nova lista – com nada menos do que 30 FILMES que completam 34 anos em 2023. Vem conhecer e não esqueça de comentar quais já assistiu e anotar quais mais quer ver.
Este foi o segundo filme de super-herói tratado de forma séria e adulta no cinema, depois de Superman – O Filme (1978). Batman foi ainda mais longe e apresentou um universo sombrio e pesado. O diretor Tim Burton fez seu nome e o filme se tornou um verdadeiro fenômeno de marketing e bilheteria. Eram os sinais dos novos tempos.
Por muito tempo esta foi realmente a última aventura de Indiana Jones, um dos maiores heróis do cinema. Parte de uma trilogia de muito sucesso criada por Steven Spielberg e George Lucas, na terceira parte, Indy se encontrava com o pai – vivido pelo lendário Sean Connery. Dezenove anos depois, o herói finalmente retornava em O Reino da Caveira de Cristal, e o resultado não foi dos melhores. Ainda se fala num quinto filme.
Cinco anos após o sucesso estrondoso do filme original, todos os atores, assim como o diretor Ivan Reitman, retornaram para esta sequência – que não agradou tanto quanto seu predecessor. Durante anos se falou numa terceira parte. Até que em 2014, Harold Ramis (intérprete de Egon) faleceu. Em 2016, um reboot com elenco feminino foi lançado, mas igualmente não caiu nas graças do público. Agora, a terceira parte com o elenco original finalmente sairá do forno, dirigida por Jason Reitman, filho do cineasta original.
Um dos filmes mais adorados da carreira do saudoso Robin Williams, traz o ator na pele de um professor que inspira seus alunos com aulas de poesia. O longa figura em número 225 na lista dos 250 melhores filmes de todos os tempos (o que é um excelente feito) e foi indicado a 4 Oscar (incluindo melhor filme, diretor e ator para Williams), vencendo o de roteiro original.
Karatê Kid 3 – O Desafio Final
Depois do sucesso do filme original e de sua sequência, chegava aos cinemas esta conclusão das aventuras de Daniel San e do Sr. Miyagi. Depois de sua viagem ao Japão no filme dois, a dupla retorna para os EUA, numa trama parecida com a do original – na qual valentões provocam Daniel a entrar num torneio de luta. A franquia ainda teve um quarto filme, uma refilmagem e hoje se encontra na forma da fabulosa série Cobra Kai, do Youtube.
Outra continuação encontra lugar na lista. Até o momento, esta é a quinta de uma grande franquia – o que demonstra que entre outras coisas, 1989 foi o ano de grandes sequências. Aqui quem retornam são Riggs e Murtaugh, os policiais imortalizados por Mel Gibson e Danny Glover. Esta é outra franquia cujo quinto episódio ainda paira no ar. Enquanto não acontece, a série de TV engata sua terceira temporada.
Querida, Encolhi as Crianças
Clássico da Disney em live action, que fez enorme sucesso na época de seu lançamento, gerando uma sequência imediata (Querida, Estiquei o Bebê, 1992) e uma terceira parte lançada direto em vídeo (Querida, Encolhi a Gente, 1997). Na trama, um cientista interpretado por Rick Moranis termina acidentalmente encolhendo seus filhos e os vizinhos com uma máquina que criou.
Mais um filme infantil que deu o que falar na época de seu lançamento, e gerou duas continuações. Aqui são John Travolta e Kristie Alley que comandam o show, na pele de um casal inusitado. Mas quem rouba os holofotes é mesmo Mikey, o filho recém-nascido dela, que exprime os pensamentos através da voz de Bruce Willis.
Antes de revolucionar os efeitos visuais em Exterminador do Futuro 2(1991) e muito antes de Titanic (1997) ou Avatar(2009), James Cameron já chamava atenção tecnicamente nesta ficção científica. O problema é que o filme passou quase em branco, devido a sua longa duração e história passada dentro d´água numa estação de pesquisa. Na trama, cientistas se deparam com vida alienígena no fundo do mar.
Conduzindo Miss Daisy
Para quem gostou do recente Green Book – O Guia, que está concorrendo a muitas categorias no Oscar deste ano, precisa conhecer este clássico que segue os mesmos moldes. Aqui, também temos uma inusitada amizade nascendo entre duas pessoas bem diferentes, um negro e uma branca, um motorista e sua passageira. A obra foi indicada para 9 prêmios no Oscar e levou na categoria principal de melhor filme e melhor atriz para Jessica Tandy.
A história sempre se repete. A geração de hoje pode ter adorado se chocar com o polêmico Infiltrado na Klan, de Spike Lee – ambos indicados ao Oscar 2019. Mas há 34 anos, os fãs de cinema mais velhos sofriam uma verdadeira revolução cultural e social ao adentrarem o cinema e se depararem com Faça a Coisa Certa. O filme já abordava os mesmos temas relevantes sobre racismo, mas naquela época a Academia não tinha a coragem que tem hoje, e terminou indicando um dos melhores filmes do ano apenas para ator coadjuvante (Danny Aiello) e roteiro.
Harry e Sally – Feitos um para o Outro
Considerado uma das mais emblemáticas comédias românticas de todos os tempos – e uma que ditou regra por um longo período (ou ainda o faz), este filme é protagonizado por Billy Crystal e Meg Ryan. Diversos encontros e desencontros ao longo de anos marca a trajetória deste relutante casal. O filme foi indicado ao Oscar de roteiro original. E a cena do orgasmo falso na lanchonete ainda ecoa através dos tempos.
Campo dos Sonhos
Esporte, família e espiritismo se misturam nesta obra protagonizada por Kevin Costner. Na trama, Costner vive o protagonista, o dono de uma grande casa rural, que começa a ter visões e avisos para construir um campo de baseball em seu quintal. Assim, fantasmas de jogadores mortos começam a surgir para jogar pela última vez, inclusive seu falecido pai. O longa recebeu três indicações ao Oscar – incluindo melhor filme.
Filmes com animais sempre fizeram sucesso no cinema. E este é um dos maiores clássicos da Sessão da Tarde. James Belushi, em seu filme mais famoso, protagoniza como um policial durão, que começa a trabalhar com o pastor alemão chamado Jerry Lee, para desvendar seu novo caso. Duas continuações, uma em 1999 e outra em 2002 (direto para vídeo), foram produzidas.
Digam o que Quiserem
Primeiro filme do diretor Cameron Crowe (Quase Famosos), esta comédia adolescente com ares dramáticos traz John Cusack como protagonista. O ator interpreta um jovem meio perdido sobre suas aspirações profissionais da vida adulta, que se apaixona por uma garota que é seu exato oposto (vivida por Ione Skye), no verão antes da ida dela para a faculdade. Sabe a cena muito reprisada (inclusive no recente Deadpool 2) na qual um personagem segura um rádio acima da cabeça para que outro ouça dentro da casa? Pois bem, é deste filme.
Sim, o astro Tom Cruise já foi indicado ao Oscar de melhor ator. Três vezes para ser mais preciso. E a primeira delas foi neste filme, que surgiu na época como denúncia sobre a Guerra do Vietnã. O diretor Oliver Stone já havia contado suas experiências em tal guerra com Platoon(1986), vencedor do Oscar de melhor filme.Nascido em 4 de Julho também foi indicado, mas não levou. O longa mostra Cruise como um jovem idealista e patriota, louco para servir na guerra e lutar por seu país. Até que volta ferido e preso a uma cadeira de rodas, e vê seu mundo se transformar.
Jornada nas Estrelas V – A Última Fronteira
O ano de 1989 também marcou o lançamento do quinto filme da franquia Star Trek no cinema, anteriormente conhecido como Jornada nas Estrelas, ainda com a equipe clássica (William Shatner, Leonard Nimoy). Existe uma curiosidade com os filmes desta série no cinema: os números pares são bons e os ímpares são ruins. Aqui, numa história criada pelo próprio Shatner, a tripulação da Enterprise precisa lidar com o irmão de Spock, que sequestra a nave. Shatner também dirigiu o longa.
Neste ano, Sylvester Stallone não lançava nenhum filme da franquia Rocky, tampouco um da franquia Rambo. Assim, o ator tinha que se virar em outro longa de ação e pensar numa próxima obra que rendesse uma série de episódios no cinema. A pergunta que fazemos é: cadê a sequência deTango e Cash? Stallone e Kurt Russell estão em alta novamente, então façam acontecer. Na trama, a dupla interpreta dois detetives bem diferentes, que precisam se unir para desvendar um caso – e o que mais?
Sim, este não é só o título de um funk, mas uma das ideias mais non sense para um produção cinematográfica de todos os tempos. Apesar disso, pode ser dito que fez escola. Um Cadáver para Sobreviver (2016) que o diga. Na história estapafúrdia, dois jovens Yuppies são convidados pelo seu chefe para passar o fim de semana em sua casa de praia, daí o título original em inglês: Weekend at Bernie´s (ou fim de semana no Bernie). Chegando lá, percebem que o sujeito está morto, e para não serem incriminados pelo assassinato, decidem fingir a festa inteira que o dono da casa está vivo. HINO.
Além da Eternidade
Filme sentimental de Steven Spielberg, que foi recebido de forma morna pelos críticos e público, e marca o último trabalho no cinema da lendária e icônica Audrey Hepburn, aqui interpretando um anjo – bem propício, não? Refilmagem de Dois no Céu (1943), a história mostra um piloto de avião falecendo num acidente, que volta na forma de espírito para aliviar o sofrimento de sua amada e fazê-la seguir em frente, superando sua morte.
Loucademia de Polícia 6 – Cidade em Estado de Sítio
Algumas franquias são rápidas ao terem seus filmes produzidos, porque gastam pouco e arrecadam bem. Assim, séries como Sexta-feira 13 e A Hora do Pesadelo marcaram toda a década de 1980, a cada ano lançando um novo exemplar. Com os filmes da Loucademia de Polícia o mesmo ocorreu, e desde 1984, quando o primeiro foi lançado, a cada ano um novo episódio chegava aos cinemas. O problema é que os atores originais iam ficando pelo caminho, e só os bravos resistiam aos últimos lançamentos da franquia. Porém, fala-se em refilmagem.
Antes da série de sucesso da Netflix e até mesmo antes das malfadadas produções para o cinema (em 2004 e 2008) já na nova era dos super-heróis nas telonas, o ator Dolph Lundgren encarnava o ex-policial vingativo Frank Castle. Trata-se de uma produção B, com total cara de lançamento em vídeo, mas que surpreendentemente foi lançada nos cinemas. Temos que dar um desconto, pois esta era uma época muito sofrida para os fãs de quadrinho nos cinemas. Mesmo assim, ao olharmos o que estava sendo feito com Batman no mesmo ano… . Nem mesmo a caveira no peito o personagem exibida. Hoje, a obra ganhou status cult.
Quando assisti a esta filme pela primeira vez na TV, foi um misto de alegria com muito medo. Os gêneros da comédia e terror são mesclados de forma muito satisfatória pelo diretor Joe Dante (Gremlins) – um especialista no assunto. E é de se espantar que este filme não seja mais tão falado – apesar de ter feito a alegria de crianças da minha geração. Protagonizado por Tom Hanks, Bruce Dern e pela saudosa Carrie Fisher (a eterna Princesa Leia), o filme (The Burbsno original, algo como ‘Os Subúrbios’) apresenta uma vizinhança pra lá de excêntrica. A coisa só piora quando uma misteriosa família se muda para a rua, e todos os vizinhos começam a suspeitar que eles possam fazer parte de uma seita satânica.
O saudoso Patrick Swayze protagoniza este longa de ação, que se tornou um verdadeiro clássico. Após o sucesso e Dirty Dancing – Ritmo Quente (1987) e antes de Ghost – Do Outro Lado da Vida (1990) e Caçadores de Emoção(1991), Swayze viveu o leão de chácara Dalton, um especialista em administrar casas noturnas turbulentas. Uma vez no local, o sujeito precisa colocar nos eixos um dos piores bares de que se tem notícia, e no processo cria grandes inimizades com figurões locais da pequena cidade. O filme também é extremamente sensual – e as cenas ao lado da bela Kelly Lynch pegam fogo. Há algum tempo se fala num remake, protagonizado agora por uma mulher – e que já garantiu o título Matadora de Aluguel. A lutadora Ronda Rousey era a favorita para o papel.
Outro ator saudoso. O comediante bonachão John Candy nos deixou cedo demais, aos 43 anos. Mesmo assim, conseguiu o impressionante feito de ter 66 créditos na carreira como ator, em 23 anos de atuação na área. Escrito e dirigido por John Hughes, um especialista no universo dos jovens, o filme mostra uma história de maturidade – mas não de uma criança ou um adolescente, e sim do Tio Buck do título (papel de Candy). O protagonista é um homem que nunca cresceu de fato, e mesmo assim precisa cuidar dos sobrinhos. O longa também marca um dos primeiros trabalhos do pequeno Macaulay Culkin, um ano antes do sucesso Esqueceram de Mim (1990). Uma série baseada no longa foi ao ar em 2016.
Esta é uma comédia elogiada e cultuada. Depois de trabalharem juntos nos filmes da franquia Tudo por Uma Esmeralda (1984) e A Joia do Nilo (1985), o trio Michael Douglas, Kathleen Turner e Danny DeVito volta a contracenar nesta obra de humor negro. Dirigido pelo próprio DeVito e baseado no livro de Warren Adler, o filme apresenta o casal vivido por Douglas e Turner, que se conhece e se apaixona loucamente. Do tórrido caso de amor, ao casamento de décadas, tudo que sobrou foi o desgaste e o desejo de vingança. Um sombrio conto cautelar de como não se comportar num relacionamento.
Muitos acreditam que o papel mais sensual da carreira da musa Michelle Pfeiffer é como a Mulher-Gato de Batman, o Retorno (1992), e não estão de todo errados. Porém, se existe um personagem em sua filmografia a fazer frente, esta é Susie Diamond, aspirante a cantora que tira a sorte grande ao se juntar à dupla de músicos irmãos, Os garotos Baker – vividos pelos irmãos na vida real Jeff Bridges e Beau Bridges. Com seu vestido vermelho indefectível, Pfeiffer incendeia a tela ao deitar no piano, atingindo notas pra lá de sedutoras com sua voz. O filme foi indicado para quatro prêmios no Oscar – melhor música, edição, fotografia e atriz para Pfeiffer.
Condenação Brutal
Stallone retornava no mesmo ano para um filme mais sério. Em Condenação Brutal, o ator apostava em seu desempenho dramático, se afastando da ação, para o papel de um presidiário injustiçado, transferido erroneamente para uma prisão de segurança máxima, em vias de ser liberado da cadeia. O filme aborda temas como o abuso de poder das autoridades e as torturas e humilhações de prisioneiros.
De Volta para o Futuro – Parte 2
Muitos não sabem, mas os filmes desta franquia não foram planejados em sequência. A prova disto é este hiato de quatro anos para a continuação. O diretor Robert Zemeckis já disse que a cena ao final do primeiro serviu apenas como brincadeira – mas o sucesso falou mais alto. Na história, desta vez Marty e Doc vão ao futuro e sem querer criam um presente alternativo.
Esta animação pode ser considerada um marco para a Disney e o primeiro passo na direção da era moderna dos filmes do gênero do estúdio. Depois dele vieram A Bela e a Fera (1991), Aladdin (1992) e O Rei Leão (1994), por exemplo. Na era das refilmagens em live action, A Pequena Sereia ainda ganhou a nova roupagem, mas um longa dirigido por Rob Marshall (O Retorno de Mary Poppins) é planejado.
Bônus
O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante
Cult por excelência, este longa foi comparado na época ao cinema de Stanley Kubrick. Protagonizado por uma jovem Helen Mirren, o filme possui um visual incrível e arrebatador. O filme narra a história de uma mulher (Mirren), abusada pelo marido mafioso, encontrando conforto nos braços de um dos clientes regulares do restaurante do qual é dona.
Apesar de não ser baseada em um livro de Stephen King, a série ‘Castle Rock‘ se passa na cidade ficcional criada pelo autor, e até mesmo apresenta personagens que apareceram em suas histórias. No sétimo episódio, a trama focará no passado misterioso de Ruth Deaver (Sissy Spacek).
Intitulado The Queen, teorias apontam que o episódio revelará que Ruth Deaver é ninguém menos do que Carrie White – que foi nomeada a rainha do baile antes de toda a tragédia! A teoria faz ainda mais sentido se considerarmos que Spacek interpretou a icônica personagem na adaptação de 1976.
Confira a promo do episódio:
Recentemente, o cocriador Sam Shaw revelou que cada temporada narrará uma trama diferente.
“Nosso plano é sempre abordar cada temporada como se fosse um livro original de Stephen King. Ele é o seu próprio gênero, e há sete ou oito subgêneros bem definidos. Nós sempre amamos as histórias que lidam com crime e punição, e prisões, e Stephen King conseguiu desenvolver tudo isso com monstros do mundo real – e o que fazemos com eles, onde os colocamos, como os tratamos, e se isso nos faz monstros. Essa temporada teve muita inspiração em ‘Um Sonho de Liberdade’ e ‘À Espera de um Milagre’, e histórias que lidam com prisões. Mas há vários outras histórias com monstros e histórias cósmicas sobre o bem e o mal.”
Ele continua, “Nós esperamos ter a oportunidade de retornar para futuras temporadas e contar uma ótima história de monstros ambientada em 1974, ou algum outro tipo de história sob a influência de uma trama de King.”
A primeira temporada tem 10 episódios, e trar vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.
O Hulu já renovou a série ‘Castle Rock‘ para a 2ª temporada. A previsão que é o próximo ano estreie em 2019.
Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.
Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.
Haters:”Voce ta maluco os Titans vao aparecer nesse crossover da cw aqui é Titans ‘
”Lucifer no crossover da crise da cw kkkkkk aqui é lucifer da netflix nunca que ele vai participar disso”
O terror ‘Come Play‘ ganhou o primeiro trailer sinistro.
Confira:
Dirigido por Jacob Chase, o longa é baseado no assustador curta-metragem Larry.
Um menino solitário, desesperado por um amigo, busca companhia e refúgio em seu tablet. Quando uma criatura misteriosa usa o aparelho da criança para entrar em nosso mundo, os pais devem lutar para salvar seu filho de uma ameaça real.
A Paramount+ divulgou o trailer completo da 2ª temporada da série antológica ‘Why Women Kill‘.
Confira:
A nova temporada irá estrear no dia 3 de junho.
O elenco do novo ciclo contará com Lana Parrilla (‘Once Upon a Time’), B.K. Cannon (‘Switched at Birth’) Jordane Christie (‘A Maldição da Residência Hill’), Matthew Daddario(‘Shadowhunters’) e Veronica Falcón (‘A Rainha do Sul’).
A trama será ambientada em 1949, e irá explorar a verdade por trás de um mundo lindo e cheio de falsidade, os efeitos de ser ignorante e ignorados pela sociedade e, finalmente, até onde uma mulher irá para fazer parte de algo.
Não é segredo que ‘Pânico 4‘ deveria ser o primeiro filme de uma nova trilogia. Infelizmente, após o desempenho morno do terror nas bilheterias, as outras duas sequências foram engavetadas.
“[Em ‘Pânico 5’], Jill iria para a faculdade, então assassinatos começariam a acontecer no campus. O assassino sabia que ela estava por trás da máscara no filme anterior, então ele estaria tentando expor a verdade. Para esconder o seu passado, a Jill teria que continuar matando para encobrir os fatos. Seria assassino vs. assassino. E a Sidney sofreria de amnésia e seria uma professora na faculdade.”
Ele completa, “O ‘Pânico 6’ iria responder o que aconteceu entre Dewey e Gale. Sidney também iria retornar, mas o filme seria focado na narrativa da Gale.”
No Rotten Tomatoes, o quinto capítulo da franquia ‘Pânico‘ recebeu 78% de aprovação através de 79 críticas publicadas e se tornou o terceiro filme mais bem avaliado da franquia – apesar de muitos críticos afirmarem que é o melhor desde o original.
O filme mais bem avaliado da franquia é ‘Pânico 2‘ (81% de aprovação e 81 críticas publicadas) seguido pelo original (79% de aprovação e 82 críticas).
Como os críticos ainda estão postando suas reviews do novo filme, a porcentagem pode mudar nos próximos dias.
Confira o ranking:
5. Pânico 3 (41% de aprovação)
4. Pânico 4 (61% de aprovação)
3. Pânico – 2022 (78% de aprovação)
2. Pânico (79% de aprovação)
1. Pânico 2 (81% de aprovação)
No consenso geral, “os críticos elogiaram o tom, a narrativa, as performances e o ressurgimento da saga slasher com o novo longa-metragem.”
Veja os principais comentários abaixo:
“Brutalmente sangrento, gloriosamente auto-referencial e genuinamente divertido, ‘Pânico’ presta homenagem ao passado enquanto ainda está completamente de pé.”, The Jam Report.
“Pode não ser tão escandalosamente banal em sua abordagem, mas este quinto filme da franquia Pânico tem algo em comum com Matrix: Ressurreições em seus comentários mordazes sobre nossa cultura cinematográfica contemporânea.”, Flicks.
“Pode não se equiparar ao original, mas o novo ‘Pânico’ está lá em cima com ‘Pânico 2’ como a melhor sequência da série” – Digital Spy.
“É divertido sem diminuir o público ou o gênero, é assustador sem precisar de sustos baratos ou imitações e é divertido e imprevisível” – The AU Review.
“Eu realmente gosto de como [‘Pânico’] tira sarro de si mesmo” – Nerd Reactor.
“O novo filme continua com sucesso a tradição de ‘Pânico’ em evoluir, através de comentários originais e pungentes sobre o gênero do terror – mas uma das qualidade mais incríveis do quinto capítulo é estar absolutamente exalando amor e respeito pela franquia” – Perri Nemiroff.
O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.
Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.
A Universal Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores do terror ‘Halloween Ends‘, com a atriz Jamie Lee Curtis comentando sobre o que podemos esperar com o “acerto de contas FINAL” entre Michael Myers e Laurie Strode.
Confira:
Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming do Peacock. No Brasil, a estreia acontecerá exclusivamente nas telonas, no dia 13 de outubro.
“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.”
Fátima é uma mulher de 60 anos que saiu de São Luís para o Rio de Janeiro para realizar o sonho de ser cantora. Com o passar dos anos seu sonho ficou cada vez mais distante e ela se viu obrigada a trocar os palcos pelas cartas do tarô. Com a ajuda de seu marido Lindoval, ela enrola seus clientes obtendo informações sobre eles nas redes sociais. Quando um anel de turmalina paraíba aparece em sua casa, Fátima e seu marido fogem de bandidos para o Maranhão, embarcando numa aventura para lá de engraçada e emocionante.
Com 7 críticas publicadas até o momento, a 2ª temporada da série antológica de terror ‘Them‘, intitulada ‘Them: The Scare‘, abriu com impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Segundo o consenso geral, o novo ciclo se destaca com sua atmosfera sinistra, sua narrativa aterrorizante e o sólido desempenho de seus atores talentosos.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Uma representação magnífica, mas aterrorizante, de como o trauma pode ser transmitido de geração em geração.” (Just My Opinions Reviews)
“Podemos finalmente dizer que temos a primeira grande série de terror do ano.” (Espinof)
“Como na primeira temporada, o horror em ‘Them: The Scare’ tem mais a ver com racismo institucional do que com algum tipo de aparição ou monstro.” (Decider)
“‘Them: The Scare’ quer transmitir algo, mas ainda não estou convencido de que a série sabe exatamente o que quer entregar aos espectadores.” (Ready Steady Cut)
“A série ‘Them: The Scare’ pode ser elogiada por muitas coisas, a entrega do ‘susto’ titular não é uma delas.” (Screen Rant)
“Uma temporada profundamente perturbadora e assustadora que abraça totalmente as coisas que os fãs de terror amam.” (Mama’s Geeky)
“Elevada por seus atores incrivelmente talentosos, ‘Them: The Scare’ é uma série sobrenatural aterrorizante que leva esta antologia para o caminho certo.” (But Why Tho? A Geeky Community)
Vale lembrar que o segundo ciclo já está disponível no Prime Video.
Ambientada em Los Angeles, a história gira em torno de Dawn Reeve, uma detetive que recebe um novo caso: o assassinato bizarro de sua mãe adotiva que deixou até os profissionais mais experientes em choque. Lidando com o caos da cidade, Dawn está determinada a prender o assassino. No entanto, enquanto ela se aproxima da verdade, algo sinistro e malevolente espreita sua família…
A série foi criada por Little Marvin, que também serve como showrunner e produtor.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 14 de fevereiro.
Criada por Ashley Lyle e Bart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.
Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.
O longa será lançado no serviço de streaming no dia 3 de dezembro.
Uma mãe solteira precisa de um emprego. Um resort de ski precisa de um Papai Noel. Disfarçada como um imitador do bom velhinho, será que ela conseguirá usar seu charme para fazer um herdeiro contratá-la?
De acordo com o TMZ, as gravações do live-action de ‘God of War‘ foram interrompidas após um acidente grave nos bastidores da produção.
O site afirma que o ator Ryan Hurst, que dá vida ao protagonista Kratos, rompeu o bíceps enquanto filmava uma cena de ação, e terá que passar por uma cirurgia.
Fontes ligadas ao projeto esperavam que as gravações pudessem ser retomadas em meados de agosto, mas o processo de recuperação deve levar bem mais tempo. Rumores apontam que as filmagens só devem recomeçar em 2027.
Confira a primeira imagem do live-action:
Na trama…
“Kratos e seu filho, Atreus, embarcam uma jornada para espalhar as cinzas de sua esposa e mãe, Faye. Através de suas aventuras, Kratos tenta ensinar seu filho a ser um deus melhor, enquanto Atreus tenta ensinar seu pai a ser um ser humano melhor.”
Ben Chapplecomo Magni, filho mais velho de Sif e Thor;
Evelyn Miller como Gna, comandante das Valquírias de Odin;
Island Austin como Thrud, filho mais novo de Sif e Thor.
Frederick E.O. Toye, vencedor do Emmy pelo seu trabalho em ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.
Ronald D. Moore servirá como showrunner, roteirista e produtor executivo.
Um grupo de estudantes se muda para uma antiga casa, atormentada por uma entidade macabra, chamada Bye Bye Man. Para se manterem vivos, os amigos terão que fazer de tudo, à medida que tentam guardar o segredo sobre a existência da entidade, que pode colocar em risco a vida de outras pessoas.
A jovem Jay é acometida por uma força malígna, após transar com um garoto e descobrir que ele carregava em seu corpo o espírito. Ao saber que a maldição só pode sair de si através da relação sexual, ela deve decidir se passará o mal adiante ou se renderá às perseguições malignas que a cercam.
Baseado em fatos reais, ‘Diário de um Exorcista – Zero‘ conta a história do jovem Lucas Vidal, que decide ficar face a face com o diabo após uma terrível tragédia familiar.
Uma misteriosa caixa de madeira desencadeia uma série de vozes e acontecimentos estranhos na vida de uma garota. Se comportamento estranho é notado pelo pai, que tardiamente vai descobrir que jovem estava possuída por uma entidade maligna.
Bonecos sinistros, enterrados com Mary Shaw, uma mulher acusada de assassinar um garoto, somem do seu túmulo e reaparecem de maneira assustadora ao longo dos anos.
Durante uma entrevista com o site Collider, ele comentou sobre o retorno, pontuando que muitos ficaram preocupados com o seu futuro no MCU, após os acontecimentos de ‘Guerra Infinita‘.
Disse:
“Eu recebi muitas mensagens dizendo ‘não acredito que você morreu, que o seu personagem esteja morto’. As pessoas estavam realmente com os corações partidos e eu confirmei que estarei no quarto filme e em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘. Eu não sei como eles me trarão de volta, mas de algum jeito eu sei que isso vai rolar. E até onde eu sei, eu estarei no terceiro capítulo de ‘Guardiões’, então preciso voltar”.
“Uma culminação de 22 filmes interconectados, o quarto capítulo da saga dos ‘Vingadores’ vai levar as audiências a testemunharem um ponto de virada desta épica jornada. Nossos amados heróis vão verdadeiramente entender o quão frágil é essa realidade e os sacrifícios que precisam ser feitos para sustentá-la”.
O popular drama ‘Com Amor, Simon‘ vai ganhar uma série spin-off desenvolvida pelo streaming Disney+. A informação foi compartilhada pelo portal The Hollywood Reporter.
Segundo a publicação, a produção será baseada nos livros de Becky Albertalli. A série será, especificamente, um spin-off da obra ‘Simon vs. A Agenda Homo Sapiens‘, no qual ‘Com Amor, Simon‘ é baseado.
Se passando no mesmo universo das obras de Albertalli, a nova produção não será um remake ou uma adaptação do segundo livro da saga, intitulado ‘Leah Fora de Sintonia‘. A série fará parte do mesmo contexto da narrativa de Simon.
Baseado no romance deBecky Albertalli, ‘Simon vs. A Agenda Homo Sapiens’ (2015), o romance foi dirigido por Greg Berlanti e conta a história de Simon (Nick Robinson de ‘Jurassic World’), um adolescente que se apaixona por outro colega de sala através da troca de e-mails e precisa lidar com o medo de relevar para o mundo como realmente se sente.
O filme solo da heroína ‘Viúva Negra‘ ganhou um novo colecionável, que traz detalhes do visual do vilão Taskmaster.
O produto já está na pré-venda por US$ 27,99 e terá seu lançamento oficial no mês de julho.
Ainda nã há data de lançamento do colecionável para o Brasil, mas ele pode ser adquirido pelo site Entertainment Earth.
Confira as imagens, com a descrição do boneco:
“Desenvolvido por Eamon O’Donoghue e esculpido pela Gentle Giant Studios, esta figura de ação tem aproximadamente 17cm, 16 pontos de articulação e vem com vários acessórios, incluindo escudo, espada, arco, flechas e mãos alternativas. O 173º lançamento da linha Marvel Select, o Taskmaster é fornecido na embalagem Select Action Figure pronta para exibição”.
‘Viúva Negra‘ foi adiado para 6 de novembro – data que o estúdio lançaria ‘Os Eternos‘, que agora sai em 12 de fevereiro de 2021.
Em ‘Viúva Negra‘, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff confronta o lado mais sombrio de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada ao seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Romanoff precisa lidar com seu legado como espiã e encarar as relações enfraquecidas que deixou para trás depois se juntar aos Vingadores.
A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.
Durante uma entrevista para a revista Total Film, Scarlett Johansson deu alguns detalhes sobre a trama e disse que adaptação terá uma drástica mudança de tom em relação aos outros filmes do MCU.
“O que eu mais gosto na genialidade de Kevin Feige [diretor criativo da Marvel] é que ele sempre pensa em algo para surpreender os fãs. Quando o público espera uma coisa, Feige consegue superar essa expectativa e entregar algo que os fãs nunca sonharam. A ideia de mostrar Natasha Romanoff em um drama familiar é a coisa menos óbvia nesse filme, e eu demorei a entender porque há uma grande mudança de tom em relação aos filmes anteriores.”
Questionada sobre o que o público pode esperar no futuro da personagem, a estrela fez mistério.
“O legado dela será para sempre, acho que vale à pena esperar e ver com seus próprios olhos.”
As gravações da série do ‘Gavião Arqueiro‘ foram finalmente encerradas e o astro Jeremy Renner ponderou sobre o fim dos trabalhos, por meio de sua conta oficial do Instagram.
Em duas publicações distintas, feitas em seus stories e no feed, o ator agradeceu ao árduo trabalho de todos e salientou que a despedida não seria um “adeus”.
Confira:
“Último dia por hora…Isso não é um adeus, mas um te vejo em breve”.
“Bravo a todos na Marvel e Disney+, a toda a nossa equipe técnica, ao nosso time de dublês e ao maravilhoso elenco, por todo trabalho colocado nessa série! Mal podemos esperar para compartilhá-la. Obrigado a todos pela incrível jornada”.
continuam a todo vapor e imagens dos bastidores divulgadas por um usuário do Twitter revelaram o visual deAlaqua Cox como a heroína Echo.
Para quem não conhece, Echo é o codinome de Maya Lopez, uma nativa americana com deficiência auditiva que pode copiar exatamente os movimentos de outras pessoas.
Sua habilidade faz dela uma excelente lutadora e uma dura adversária para qualquer oponente.
Até o momento, não foi revelado como ela será adaptada na série, então não se sabe se ela estará do lado de Clint Barton (Jeremy Renner) e Kate Bishop (Hailee Steinfeld)
Lembrando que a Disney+ também vai desenvolver uma série derivada da personagem.
A trama será escrita por Etan Cohen e sua esposa, Emily, que também serão os showrunners e diretores do primeiro episódio.
Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para a produção.
Por outro lado, ‘Gavião Arqueiro‘ chegará ao catálogo da Disney+ no final de 2021, ainda sem data definida.
A trama será ambientada em 2025, dois anos após a derrota de Thanos (Josh Brolin) em ‘Vingadores: Ultimato‘.
Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.
Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.
Para quem não sabe, a série é baseada nos quadrinhos originais nos quais Clint Barton passa a responsabilidade super-heroica para o próximo Arqueiro, Kate Bishop. A trama será focada no treinamento de Kate até sua transformação completa na heroína, permitindo que Barton se aposente, oficialmente.
Uma das estreias mais aguardadas do segundo semestre de 2024, ‘É Assim que Acaba’ já está em exibição nos cinemas e segue dominando as principais bilheterias ao redor do mundo. Mas todo esse sucesso nas telonas tem sido ofuscado pelas supostas desavenças entreBlake Lively eJustin Baldoni, que chamaram a atenção da audiência logo em sua première mundial.
E se você está confuso com a quantidade de informações e reviravoltas que envolvem essa treta, entenda como tudo começou, quais seriam os motivos por trás do suposto embate e porque Lively tem sido taxada como a grande vilã dessa novela mexicana.
Juntos, mas separados
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A première de ‘É Assim que Acaba‘ foi marcada por momentos emblemáticos e memoráveis, como a participação de Hugh Jackman como convidado e da bela homenagem feita pela atriz Blake Lively à Britney Spears, ao aparecer no lançamento do drama trajando o mesmo icônico vestido da Versace feito para a cantora em 2002.
Mas logo isso seria ofuscado pela inesperada ausência do diretor e ator Justin Baldoni nas fotos oficiais feitas no tapete rosa. Chegando mais tarde para a pré-estreia, ele concedeu entrevistas desacompanhado e só fez fotos oficiais ao lado de sua esposa. Tal postura chamou a atenção dos internautas, que logo perceberam que ele também não havia participado da press tour ao lado do elenco e da escritora Colleen Hoover, ficando de fora das coletivas de imprensa e das entrevistas. Baldoni eventualmente passou a conceder entrevistas a talk shows matinais e veículos de imprensa, mas sempre sozinho.
Diferenças criativas e fococas
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Diante dos constantes questionamentos feitos nas principais redes sociais, uma secreta fonte interna envolvida no projeto veio a público comentar o que teria acontecido nos bastidores das gravações. De acordo com o Daily Mail, o suposto desentendimento entre Blake e Justin seria em virtude das diferenças criativas que ambos possuem. Segundo a publicação, o diretor se recusava a “considerar a perspectiva da personagem” Lily nas filmagens das cenas de violência doméstica. Ainda segundo o veículo, o diretor teria sido acusado de focar no que ele acreditava ser abusivo, do ponto de vista masculino.
No entanto, o veículo TMZ relatou que os motivos das desavenças criativas teriam sido outro. Segundo uma fonte secreta, Justin teria sido “gordofóbico” ao questionar seu treinador quanto a atriz pesava antes de gravar uma cena em que ele teria que carregá-la no colo. Ele também teria sido acusado de estender demais o tempo do beijo com a atriz. Em se tratando do peso, o questionamento fora realizado em virtude dos problemas crônicos que o ator possui em sua coluna. Seu objetivo era compreender a melhor forma de levantá-la sem que se machucasse.
Especula-se que Blake também fazia diversas intereferências na forma como Justin deveria gravar algumas das cenas, inclusive mostrando como ele deveria beijá-la, qual a melhor forma de usar sua linguagem corporal, etc. As distintas visões criativas teriam afetado até a dinâmica dos bastidores, com alguns pontuando que o diretor não teria “pulso firme” para conduzir o set.
Duas versões de um mesmo filme e interferência de Ryan Reynolds
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As diferenças criativas entre ambos os atores e co-produtores do longa teria ido ainda mais longe, afetando até mesmo a pós-produção de ‘É Assim que Acaba‘. Fontes secretas revelaram ao The Hollywood Reporter que Justin tinha uma visão mais sombria do projeto final, enquanto Blake teria optado por algo mais suave, leve e colorido, o que a levou a encomendar uma versão alternativa do corte final para Shane Reid, o mesmo editor de ‘Deadpool & Wolverine‘.
Ainda assim, isso não necessariamente teria sido o motivo da treta entre a dupla criativa, uma vez que a prática de encomendar cortes alternativos de um mesmo filme é bem comum.
Mas o que poderia ter aflorado os ânimos ainda mais foi o fato de Ryan Reynolds ter interferido na produção do longa, reescrevendo uma das cenas mais populares da história original. Conforme revelado pela própria Blake Lively na première mundial, seu esposo foi o responsável pela famosa cena no rooftop, em que Ryle e Lily têm seu primeiro encontro. Rumores indicam que Justin não sabia disso e que só descobriu do envolvimento direto de Ryan na mesma festa de lançamento.
Nem tudo são flores
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Conforme as primeiras pistas a respeito da suposta treta entre Blake e Justin começavam a surgir em vídeos do Tiktok e do Instagram, muitos internautas passaram a reparar na falta de tato da atriz em tratar a violência doméstica, tema central do longa. Enquanto ela era sempre vista nos eventos públicos desfilando belíssimos looks florais e aproveitando a ocasião para lançar sua marca de produtos de cabelo, a Blake Brown, Justin sempre focava suas interações com a imprensa em alertar a audiência a respeito das temáticas sensíveis de seu filme.
Em sua entrevistas, ele cita a instituição No More, organização responsável pelo combate à violência doméstica e sexual contra mulheres, que fora uma das suas parceiras de trabalho ao longo do processo de produção. Em contrapartida, a falta de engajamento de Blake e da escritora Colleen Hoover no assunto principal da trama não pegou bem com os fãs, que as criticaram duramente pela falta de sensibilidade, delicadeza e senso de urgência. Ambas foram acusadas de romantizar um drama cujo foco é a violência doméstica, com Lively sendo especificamente repreendida por tentar reproduzir o mesmo frenesi de ‘Barbie‘, vivido por Margot Robbie durante a press tour do longa, em 2023.
Blake passou a ser alvos de trends tendenciosas que satirizavam seu comportamento exageradamente alegre e “insensível”, sempre focando em roupas florais e “passeios” com as amigas, divulgando o longa como se fosse uma espécie de comédia romântica. A fim de minimizar os danos, Blake, recentemente, publicou um story detalhado a respeito de violência doméstica, encorajando vítimas e sobreviventes a denunciarem.
Em contraste ao aumento das especulações de desavenças nos bastidores, Baldoni contratou Melissa Nathan, uma gerente de relações públicas especialista em gerenciamento de reputação e publicidade. Ela foi a mesma responsável por representar Johnny Depp durante o seu famigerado julgamento contra Amber Heard.
O exposed de Blake e a espiral de momentos constrangedores
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Mas nada é tão ruim que não possa ficar pior.
Quando a reputação de Blake não poderia ficar mais desgastada, a jornalista norueguesa, Kjersti Flaa, decide resgatar uma antiga entrevista feita com a atriz e com Parker Posey, em 2016, para a divulgação do filme Café Society, de Woody Allen. Na ocasião, a entrevistadora parabeniza Lively pela sua gestação – que havia se tornado pública recentemente. Sua resposta surpreende e gera estranhamento, ao sugerir que Flaa estivesse gorda (??). O restante da entrevista é marcado por momentos constrangedores e olhares de desdém de ambas as atrizes, que simplesmente ignoram a presença da correspondente da revista Elle e passam a conversar apenas entre si.
A entrevista em questão fora compartilhada pelo canal do YouTube de Kjersti, acompanhada do seguinte título: “A entrevista com Blake Lively que me fez querer desistir do meu emprego”. No momento, o vídeo em questão acumula mais de três milhões de visualizações e deu início ao ressurgimento de uma avalanche de antigos momentos constrangedores envolvendo a atriz. Estimulados pelo “exposed” realizado pela jornalista, muitos internautas começaram a vasculhar a internet em busca de outras entrevistas e aparições públicas de caráter duvidoso.
De cortes da época de ‘Gossip Girl‘ à junkets recentes de ‘É Assim que Acaba‘, as redes sociais foram inundadas por vídeos de Blake que resgatam interações ácidas, piadas de mal gosto e momentos até mesmo inocentes. E, obviamente, isso só contribuiu negativamente para a imagem da atriz, que permanece em sigilo diante de todas as polêmicas.
O posicionamento de Brandon
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Diante do escrutínio da mídia e das redes sociais, Brando Sklenar, colega de elenco de Blake em ‘É Assim que Acaba‘, publicou um comunicado oficial em defesa da atriz e da escritora Colleen Hoover. Por meio de seu Instagram, ele criticou aqueles que têm sido agressivos com a dupla criativa e ponderou que “vilanizar as mulheres que colocaram todo o seu coração e alma para fazer esse filme, porque elas acreditam fortemente na mensagem dele, me parece contraproducente e desvia do verdadeiro foco do filme”.
Vale lembrar que nem o elenco de ‘É Assim que Acaba‘ e nem a escritora Colleen seguem Baldoni nas redes sociais. No entanto, ele continua seguindo todos.
A adaptação cinematográfica do best-seller já alcançou a marca de US$ 200 milhões. No entanto, a possibilidade de uma sequência parece cada vez mais remota, mediante as supostas desavenças dos bastidores.
Com um orçamento de apenas US$ 25 milhões, o filme já garantiu um retorno financeiro considerável, superando as expectativas da Sony. A existência de um livro sequencial, “É Assim que Começa”, daria embasamento para uma continuação, mas os conflitos nos bastidores podem ter colocado um ponto final nessa possibilidade.
Christy Hall(‘I Am Not Okay With This’) assina o roteiro.
Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.
Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.
À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.
Prevista para ser anunciada em coletiva em Paris no dia 10 de abril, a seleção oficial do Festival de Cannes 2025 sempre gera burburinho no mundo do cinema, pois o evento é uma grande vitrine, e muitos títulos acabam entre os nomeados ao Oscar. Além do vencedor da Palma de Ouro, Anora, ter ganhado a estatueta de Melhor Filme este ano, outros cinco títulos lançados em Cannes receberam indicações em Los Angeles.
Enquanto aguardamos a lista oficial (e as surpresas) da 78ª edição do Festival de Cannes, realizada entre os dias 13 e 24 de maio de 2025, o CinePOP apresenta um panorama dos filmes mais prováveis de estrear na Croisette neste ano.
Em nossos palpites, destacamos a estreia de duas grandes atrizes na direção, o retorno de vencedores da Palma de Ouro, um grande blockbuster e até mesmo uma possível presença dupla brasileira no tapete vermelho. Quantos desses 30 títulos realmente entrarão na seleção oficial desta edição?
Acreditamos que o novo filme de Julia Ducournau, sucessor de Titane (2021) — vencedor da Palma de Ouro —, estará na competição de 2025. Exibido no Marché du Film no ano passado, o longa já teve os direitos norte-americanos adquiridos pela Neon — a mesma que gastou 18 milhões de dólares na campanha de Anora ao Oscar. Estrelado por Golshifteh Farahani (Paterson) e Tahar Rahim (O Profeta), Alphase passa nos anos 1980 e acompanha uma menina de 11 anos que é rejeitada por seus colegas de classe após rumores de que ela foi infectada por uma nova doença.
Em 1977, um homem de passado obscuro (Moura) chega a Recife, onde tenta, sem sucesso, construir uma nova vida. Com duas passagens pela Mostra Competitiva — Aquarius(2016) e Bacurau (2019) —, Kleber Mendonça Filho tem todas as chances de competir novamente e lutar por uma representação brasileira no Oscar do próximo ano.
Após o sucesso de O Brutalista, ganhador de três Oscars, a cineasta norueguesa Mona Fastvold e seu marido, Brady Corbet, abraçam o outro longo projeto de pesquisa e memória — ele assina a coautoria desta vez. Embora seus últimos trabalhos tenham sido lançados no Festival de Veneza, o musical dramático histórico de Fastvold pode estrear em Cannes, caso a dupla decida diversificar o ambiente.
Estrelada por Amanda Seyfried no papel-título, Ann Lee conta a história da fundadora do movimento Shaker, cujos seguidores a consideravam a “Cristo feminina”. Ela era adorada através de canções e danças, as quais servem de base para os elementos musicais do filme. As músicas originais são assinadas por Daniel Blumberg, ganhador do Oscar pela trilha sonora por O Brutalista. O longa foi rodado na Hungria logo após a finalização das filmagens do seu antecessor.
Assim como em 2019, o Brasil pode ter uma dobradinha no Festival de Cannes deste ano com Kléber e Karim. Se há seis anos tanto Bacurau quanto A Vida Invisível saíram premiados do evento, as expectativas agora se repetem.
EmboraKarim Aïnouztenha apresentado Motel Destino na mostra Competitiva em 2024, ele já trabalhava paralelamente no suspense familiar, Rosebush Pruning, filmado em inglês e estrelado por Elle Fanning, Riley Keogh, Pamela Anderson e Jamie Bell. O longa é uma refilmagem do longa italiano De Punho Cerrados (1965), o filmeacompanha umafamília que luta contra doenças genéticas em uma propriedade rural.
Esta é a sua segunda incursão no cinema internacional, após concorrer à Palma de Ouro em 2023 com O Jogo da Rainha (Veja a entrevista exclusiva para o CinePOP). Além disso, Aïnouz apresentou o documentário Marinheiro das Montanhas (2021) fora de competição no festival. Desde o lançamento de Madame Satã (2002), na mostra Un Certain Regard, o cineasta cearense tornou-se presença constante na Croisette.
Enquanto promovia Maria Callas, de Pablo Larraín, em novembro/dezembro do ano passado, Angelina Jolie rodava na França o novo drama de Alice Winocour. Se a cineasta francesa conseguir finalizar o projeto a tempo para Cannes, o filme terá sua presença praticamente garantida na competição do festival. Afinal, Winocour é uma presença constante na Croisette — três de seus quatro longas estrearam no festival, mas nunca na mostra competitiva: Augustine (2011), Transtorno (2015) e Revoir Paris (2022).
Couture (Costura, na tradução) representa um salto em orçamento e ambição artística da diretora. Angelina Jolie interpreta a cineasta norte-americana Maxime em uma jornada de autodescoberta durante o frenesi da Paris Fashion Week, quando o seu caminho é interpelado pela modelo sul-sudanesa Ada (a atriz estreante Anyier Anei) e a maquiadora francesa Angèle (Ella Rumpf). Louis Garrel também está na trama.
A cineasta marroquina Maryam Touzanitem chamado atenção na seção Un Certain Regard de Cannes com as obras Adam (2019) e O Caftan Azul (2022), este último vencedor do prêmio da crítica internacional FIPRESCI. Seu próximo longa, falado em espanhol, deve ser reconhecido pelos curadores mais uma vez ou até mesmo estrear na mostra competitiva.
Calle Málaga narra a trajetória de Maria Angeles, uma mulher septuagenária da comunidade espanhola de Tânger. Ela resiste às tentativas de sua filha de vender sua casa e forçá-la a mudar de vida. Determinada, Maria decide recuperar os seus móveis vendidos a um antiquário e, durante o processo, redescobre sentimentos românticos e uma sensualidade há muito esquecida.
Shih-Ching Tsou seria uma estreante em Cannes como diretora, mas já é uma presença familiar no festival devido ao seu frequente trabalho como produtora em Projeto Flórida (2015) e Red Rocket (2017). Ambos de Sean Baker, com quem co-dirigiu, escreveu e produziu o primeiro filme independente: Take-out(2004).
Ambientado no cenário vibrante dos mercados noturnos de Taiwan, Left-Handed Girlconta a história de uma mãe solteira e suas duas filhas enquanto lutam para se adaptar à vida na cidade após retornarem a Taipei, depois de vários anos vivendo no interior. Tsou co-escreveu o filme com Baker, ele, também, é responsável pela edição.
Dois anos após Beau tem Medo(2023), Ari Aster se reúne com Joaquin Phoenix em Eddington, um western de terror cuja trama se passa no Novo México durante a pandemia de Covid-19 e uma disputa política na cidade.
Apesar de ser um cineasta de terror consagrado, Ari Aster nunca esteve no Festival de Cannes. O filme conta com Emma Stone, Austin Butler e Pedro Pascal. Será essa sua primeira seleção oficial?
Vicky Krieps e Cate Blanchett em ‘Father, Mother, Sister, Brother’.
Esperado em Cannes no ano passado, Father, Mother, Sister, Brother, o novo longa de Jim Jarmusch, deve ser finalmente apresentado este ano. Aos 72 anos, o diretor norte-americano já esteve mais de dez vezes entre os selecionados na competição do festival, levando o Grande Prêmio do Júri — isto é, o segundo lugar — por Flores Partidas (2005).
O drama familiar apresenta Cate Blanchett, Vicky Krieps e Adam Driver interpretando irmãos que se reencontram após anos afastados e precisam enfrentar tensões familiares não resolvidas.
Quatorze anos após ganhar a Palma de Ouro porA Árvore da Vida (2011) e seis anos depois de Uma Vida Oculta(2019), Terrence Malickpode retornar à competição com seu novo filme de temática bíblica. O longa é uma leitura de vários episódios da vida do profeta Jesus Cristo.
Embora as filmagens de The Way of The Wind tenham sido concluídas em 2019, Malick ainda não havia terminado a edição em janeiro de 2025. O intérprete de Jesus, Géza Röhrig, entretanto, afirmou que a obra fará sua estreia no Festival de Cannes 2025.
Jennifer Lawrence em ‘Morra, Amor’, adaptação do romance de Ariana Harwicz.
Presença recorrente no Festival de Cannes, Lynne Ramsay deve ser uma das confirmações na disputa pela Palma de Ouro com seu novo longa, Morra, Amor (Die, My Love), com Jennifer Lawrence, Robert Pattinson e LaKeith Stanfield.
A diretora de Precisamos Falar Sobre Kevin (2011) reúne terror e humor ácido nesta adaptação do romance da escritora argentina Ariana Harwicz sobre uma nova mãe em uma cidade do interior que desenvolve depressão pós-parto e entra em psicose.
Em 2022, Top Gun: Maverick iniciou sua impressionante trajetória nos cinemas com uma estreia marcante em Cannes. Ano passado, os curadores levaram Furiosa: Uma Saga Mad Max (2024), de George Miller, também fora de competição. Já este ano, a revista Variety anunciou que Tom Cruise pode voltar à Croisette para a estreia mundial de Missão Impossível – O Acerto Final.
Previsto para chegar aos cinemas dia 22 de maio, data do festival, o longa deve ganhar uma poderosa premiére mundial na Croisette. O filme conta com o elenco de Missão Impossível: Acerto de Contas Parte Um(2023), incluindo Hayley Atwell, Simon Pegg, Pom Klementieff e Esai Morales, sendo esta a última aventura da saga.
Há mais de uma década, Park Chan-wook trabalha em uma adaptação do suspense de terror The Ax, de Donald E. Westlake. A obra já foi adaptada por Costa-Gavras com o título O Corte (2005). Depois de ficar desempregado por vários anos, um homem elabora um plano único para conseguir um novo emprego: eliminar sua concorrência.
Vencedor do Grande Prêmio (Oldboy), do Prêmio do Júri (Sede de Sangue) e do Prêmio de Direção (Decisão de Partir), o diretor sul-coreano é uma das grandes apostas para a competição pela Palma de Ouro 2025. O longa é protagonizado por Lee Byung-hun, de Round 6.
Após Oslo, 31 de agosto(2011) e A Pior Pessoa do Mundo(2021) apresentados em Cannes, Joachim Trier se reúne novamente com o roteirista Eskil Vogte e a atriz ganhadora da Palma de Ouro Renate Reinsve (veja entrevista exclusiva com atriz no YouTube).Devido ao histórico do cineasta dinamarquês, esta é uma das apostas certas deste ano.
Sentimental Value narra a história de duas irmãs que, após a morte da mãe, veem o pai, um cineasta, reaparecer em suas vidas. O elenco também inclui Stellan Skarsgård, Inga Ibsdotter Lilleaas e Elle Fanning.
Frequentador assíduo da Croisette, Wes Anderson já competiu oficialmente com Moonrise Kingdom (2012), A Crônica Francesa (2021) e Asteroid City (2023), porém nunca recebeu nenhum prêmio.
Seu novo filme, The Phoenician Scheme, pode seguir o mesmo caminho, especialmente considerando sua data de lançamento, marcada para 28 de maio – um forte indicativo de uma possível estreia em Cannes.
Vencedor de vários prêmios em Cannes com O Desterro (2007), Elena (2011), Leviatã (2014) e Sem Amor(2017), Andrey Zvyagintsev fez sua última aparição no festival em 2018 como jurado.
Em 2025, ele provavelmente retorna com Jupiter, um longa que explora o universo dos ultra-ricos. A trama acompanha um oligarca russo lidando com o futuro incerto de sua família.
Com roteiro de Tory Kamen, o filme conta a história de Eleanor Morgenstein, uma mulher de 90 anos que tenta reconstruir sua vida após a morte de sua melhor amiga. Ela se muda para Nova York para fazer novos amigos, mas é difícil. Ansiando por conexão, Eleanor faz amizade com um estudante de 19 anos (Erin Kellyman).
Após Limonov: O Camaleão Russona mostra competitiva do ano passado, Kirill Serebrennikovapresenta um novo filme biográfico, desta vez sobre Josef Mengele.
Adaptado do romance de Olivier Guez, La Disparition retrata a fuga do ex-médico nazista para a América do Sul após a Segunda Guerra Mundial, com August Diehl (Uma Vida Oculta) no papel principal.
O filme é um remake de Céu e Inferno(1963), de Akira Kurosawa, que por sua vez foi baseado no livro Ransom on a Theme, do nova-iorquino Ed McBain. O elenco conta com Denzel Washington, Jeffrey Wright e o rapper A$AP Rocky.
Como o nome sugere, o novo filme dirigido por Richard Linklater, cuja obra Blue Moon acaba ser premiada 75ª Berlinale, abordará a renovação do cinema francês no final dos anos 1950, acompanhando a trajetória dos jovens Jean-Luc Godard, vivido por Guillaume Marbeck, e François Truffaut, interpretado por Adrien Rouyard. Com os personagens Jean Seberg (Zoey Deutch) e Jean-Paul Belmondo (Aubry Dullin), a trama se passa durante a produção e filmagens do clássico Acossado(1960)
Para escapar de um lar abusivo, Lidia, com uma bolsa de natação e sonho de ir às Olimpíadas, entra na faculdade do Texas. Suas esperanças na natação são frustradas quando ela perde sua bolsa devido ao uso de álcool e drogas. Mais tarde, na Universidade de Oregon, ela trabalhou com Ken Kesey em seu romance colaborativo Caverns. Em seu percurso, ela explora sua identidade bissexual por meio do BDSM até encontrar o seu verdadeiro “eu”.
Depois de competir em 2022 com Esculturas da Vida, a cineasta norte-americana continua centrada na temática artística em seu novo trabalho. The Mastermindconta a história de um artista que planeja roubar obras de arte durante a Guerra do Vietnã.
O elenco conta com Josh O’Connor (Rivais), no papel principal, além de Alana Haim (Licorice Pizza), Gaby Hoffmann (Eric) e John Magaro (Setembro 5).
Veteranos da competição em Cannes, os irmãos Dardenne já conquistaram duas Palmas de Ouro: a primeira por Rosetta(1999) e a segunda por A Criança (2005). Será que vem uma terceira? Com The Young Mother’s Home, os diretores belgas estariam pela décima vez na disputa pela estatueta.
Filmado no outono de 2024, o filme conta a história de cinco jovens mães, que vivem em um abrigo, lutando por um futuro melhor para seus filhos.
Quinze anos após Kaboom(2010), exibido fora de competição em 2010, o ícone do cinema queer independente pode retornar a Cannes com seu novo filme, um aguardado thriller sensual. I Want Your Sexé estrelado por Olivia Wilde (diretora de Não Se Preocupe, Querida), Charli XCX e Cooper Hoffman. O filme acompanha Elliot, o qual emprega a artista Erika Trac como sua musa sexual.
Vencedor do Grande Prêmio do Júri em Cannes e do Oscar de Filme Estrangeiro por O Filho de Saul(2015), o diretor húngaro László Nemes concluiu as filmagens de seu novo longa em setembro de 2024.O filme deve chegar aos cinemas ainda neste ano e tem grandes chances de ser exibido em Cannes.
Orphan se passa em Budapeste, em 1957, após a revolução húngara. A narrativa acompanha a vida de um menino de 12 anos, o qual acreditava na figura de pai morto e idealizado, mas é confrontado com um homem brutal que afirma ser seu pai verdadeiro durante o fracasso da insurreição contra a URSS.
O cineasta sueco Tarik Saleh causou grande impacto com os longas The Nile Hilton Incident(2017) e Garotos do Céu (vencedor do prêmio de Melhor Roteiro em Cannes, 2022). Com Eagles of the Republic, ele completa sua trilogia egípcia.
Na trama, o ator mais adorado do Egito, George El-Nabawi (Fares Fares), cai em desgraça com as autoridades da noite para o dia. À beira de perder tudo, ele é forçado a atuar em um filme encomendado pelas mais altas autoridades do país.
Para aqueles que se encantaram com Kaili Blues(2015) e Longa Jornada Noite Adentro(2018), o jovem diretor chinês Bi Gan deve retornar a Cannes com Resurrection. O título será protagonizado por Shu Qi, conhecida pelos filmes Millennium Mambo(2001), Carga Explosiva (2002) e A Assassina (2015).
O filme promete uma mistura ousada de futuro pós-apocalíptico e uma jornada pela história chinesa. A trama segue uma mulher cuja consciência cai na “zona do tempo eterna” durante um procedimento cirúrgico. No ano de 2068, ela acorda e descobre que é o único ser vivo em um mundo em ruínas. Presa em muitos sonhos, ela encontra um cadáver biônico meio-homem meio-robô e tenta acordá-lo contando histórias sem fim.
Após o aclamado documentário As 4 Filhas de Olfa (competição oficial e vencedor do Olho de Ouro em 2023), O Homem que Vendeu sua Pele (indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrageiro, 2020) e A Bela e os Cães (Un Certain Regard, 2017), a cineasta tunisiense Kaouther Ben Hania pode retornar ao tapete vermelho em 2025.
Tu ne feras point d’images (Você não fará imagens, na tradução) segue a jovem Amira, uma estudante reservada de Túnis e apaixonada por cinema. Quando ela recebe uma chave misteriosa de sua avó no leito de morte, a menina começa a explorar o passado de sua família e as crenças de sua aldeia.
Timothée Chalamet vive o campeão estadunidense de tênis de mesa Marty Reisman.
Josh e Benny Safdie estrearam juntos em Cannes com Bom Comportamento (2017), porém, desta vez, Josh pode ir sozinho. Pela primeira vez desde 2008, ele dirige um filme sem seu irmão.
Marty Supreme é uma cinebiografia sobre o campeão estadunidense de tênis de mesa, isto é, ping-pong, Marty Reisman. O longa é estrelado por Timothée Chalamet (Um Completo Desconhecido), ao lado de Gwyneth Paltrow (Vingadores: Ultimato) e o rapper Tyler, The Creator.
De Santiago, Chile, Diego Cespedes finaliza seu primeiro longa aos 30 anos, após ter ganhado oCinéfondation First Prize em Cannes pelo curta The Summer of the Electric Lion (2018). O festival costuma trazer várias pratas da casa para participar da competição Un Certain Regard ou das mostras paralelas, e, quem sabe, até mesmo na Competição Oficial.
La Misteriosa Mirada del Flamenco acompanha Lídia, uma ousada garota de 12 anos, que vive em uma cidade mineira isolada que está sendo afetada por uma doença que já matou vários homens e que se diz ser transmitida quando um homem se apaixona por outro através dos olhos, seu irmão é o principal suspeito. Situado em 1984, a trama confronta a ignorância de um mito e os relacionamentos familiares.
Após muitas especulações e rumores de que um novo trailer com cenas inéditas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ seria lançado hoje (13), a Marveldesmentiu, alegando que os fãs não verão nada do filme neste semana.
Só resta aguardar pelo novo trailer, que está para sair muito em breve.
A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
Olha essa história! O escritor Joe Hill, filho do também escritor Stephen King, acredita ter solucionado um misterioso assassinato não resolvido em Massachusetts, nos EUA.
Tudo começou após Hill assistir ao clássico ‘Tubarão’, de Steven Spielberg. Assim que o filme terminou, ele comentou em seu blog oficial que encontrou grandes semelhanças entre uma das figurantes e a mulher assassinada na vida real.
Por coincidência (ou não!), o clássico do suspense foi filmado na mesma região, no verão de 1974, e a mulher assassinada foi encontrada um mês depois, em julho, se tornando conhecida como Senhora das Dunas.
Sua morte nunca foi solucionada e seu corpo foi exumado três vezes (em 1980, 2000 e 2013) em esforços para a identificar e seu homicida, ainda assim, não tiveram sucesso, mesmo tendo feito reconstrução de seu rosto várias vezes.
Será que agora com a possível descoberta de Hill o caso será reaberto? Que louco!
Há dois anos, o mundo vivia uma das maiores catarses coletivas da história do cinema: Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa enfim estreava, após uma série de especulações que tomaram a cabeça dos fãs em meio a pandemia de Covid-19. Em novembro de 2020, o ator Tom Holland postou uma foto nos sets da Sony/ Marvel usando seu traje do Homem-Aranha e uma máscara de proteção em cima. O terceiro filme do Cabeça de Teia do MCU estava previsto para estrear em novembro de 2021, sendo que todo mundo já aceitava a ideia de que ele seria adiado indeterminadamente. Não só por conta do vírus mortal que tomava o planeta, mas principalmente porque era um projeto enorme e os filmes que estavam saindo nos cinemas não correspondiam às expectativas financeiras. E todos sabem que os estúdios não gostam de perder dinheiro, né?
Pois bem, as filmagens voltaram e como o lockdown ainda estava em alta, parece ter havido um menor cuidado na hora de esconder os atores que integrariam o elenco.
Em outubro, o ator Jamie Foxx já havia postado uma foto no Instagram confirmando que voltaria a interpretar o Electro– da franquia de Andrew Garfield – no novo filme doHomem-Aranha. Mais do que isso, a foto do vilão tinha três Homens-Aranhas olhando para o raio azul do Electro. Junto a isso, não demorou muito para que os paparazzi flagrassem Alfred Molina, o Doutor Octopus de Homem-Aranha 2 (2004) nos sets. Em seguida, o estúdio confirmou que ele repetiria o papel e também seria o vilão do filme. Com os boatos de que o longa seria inspirado na polêmica saga Um Dia a Mais, em que Peter Parker faz um pacto demoníaco para que as pessoas esquecessem sua identidade secreta, misturado a uma aventura no multiverso, os fãs logo assumiram que não seriam apenas os vilões a voltar para a sequência. Já era mais que óbvio para todos que a tão sonhada reunião dos Homens-Aranhas do cinema estava prestes a acontecer.
Só que produtores, atores e diretores negavam constantemente que a reunião aconteceria. Enquanto isso, os fãs passaram a vasculhar e fazer ‘marcação pesada’ em cima de Andrew Garfield e Tobey Maguire. Stories, fotos, tweets… Tudo era motivo de especulação de fãs desesperados à procura de qualquer pista que indicasse a volta dos outros Peters.
Então, saiu o primeiro trailer, confirmando Octopus como vilão. Essa prévia foi o bastante para deixar os fãs maluquinhos. A cena do Otto aparecendo no final rendeu memes comparando o personagem com o comentarista esportivo Walter Casagrande e viralizou em todas as redes sociais. Pouco tempo depois, vazaram fotos de Willem Dafoe, o Duende Verde do Sam Raimi, nos sets de filmagem. Dessa vez, eles não confirmaram a presença do ator e seguraram até o lançamento do outro trailer, que terminou com o próprio Duende Verde dando as caras no final.
Então, começaram os vazamentos. É bem provável que tenha sido o maior caso de vazamentos de arquivos da Sony desde os polêmicos e-mails da empresa em 2015, que acabaram redefinindo diversas franquias da Cultura Pop, incluindo a do Homem-Aranha.
O primeiro deles foi a já clássica imagem do Andrew Garfield com o traje do segundo filme em uma tela azul, apoiando o braço numa estrutura de ferro. Faltando poucos meses para o lançamento do longa, os fãs explodiram de emoção com o vídeo de milissegundos. A Sony, obviamente, negou que aquilo era real. Na mesma época, um prestigiado youtuber do meio da edição de vídeo gravou um vídeo “provando” que o conteúdo vazado era falso. Isso abriu uma grande discussão dentre os fãs para debater se era ou não real.
Mas a situação perdeu o controle mesmo com os vazamentos dos figurinos. Nas fotos, era possível ver o traje clássico do Aranha dos anos 2000, mas com leves alterações. Também era possível ver o uniforme de Andrew Garfield e a roupa preta que Tom Holland usa no filme. Para piorar as coisas, o trailer final brasileiro cometeu uma gafe que rodou o mundo. Na cena em que os vilões se unem para atacar o Homem-Aranha, o Lagarto tomava chute invisível na cara.
Durante a edição, um desavisado não percebeu o chute de Andrew Garfield e o apagou do vídeo, deixando sua ação ser executada por um indivíduo invisível. Quando os fãs perceberam e começaram a postar os prints, o perfil apagou o vídeo e colocou uma versão alterada. Mas já era tarde demais. O mundo já havia visto.
Então, na semana da estreia, milhões de fãs queriam ver o filme exclusivamente para saber se Tobey e Andrew fariam a participação ou não. Nas redes sociais, campanhas pedindo para não espalharem spoilers tomaram conta. E no fim das contas, esse tanto de vazamentos acabou servindo como uma publicidade espetacular para o filme, que não saía da boca do povo em meio a pandemia. E o melhor de tudo é que a primeira dose da vacina foi lançada alguns meses antes, então já seria mais seguro ir aos cinemas de máscara, contanto que estivessem vacinados. Ou seja, era o menos pior dos cenários dentre o inferno que o mundo vivia.
Para a Sony, o resultado foi fantástico. Nem mesmo o mais otimista investidor podia esperar que, em plena pandemia, o filme fosse não só romper a marca do bilhão, mas de chegar pertinho de fazer dois bilhões de dólares em bilheteria, mostrando que o cinema poderia sobreviver aos anos fechados.
Atualmente, há quem discuta qual momento seria o ápice da Cultura Pop envolvendo os super-heróis. Se é Sem Volta Para Casa ou a sensacional batalha final de Vingadores: Ultimato (2019). Enquanto um foi o resultado de mais de dez anos de planejamento do estúdio, com 21 filmes levando até aquele momento, o outro transcendia o próprio MCU, reunindo de três gerações de fãs para conferir os heróis de suas respectivas épocas interagindo em tela.
Diante disso, fica até complicado de discordar que nenhum ato dos filmes inspirados em quadrinhos supera o encontro dos Peters em tela. E o mais interessante disso é que Sem Volta Para Casa, tal qual a HQ que serviu de base, conseguiu fazer um retcon no Peter Parker do MCU de forma quase natural. Isso porque o filme desenvolve a história do garoto, redefinindo ideias anunciadas previamente – como a de não mostrar a perda traumática do Tio Ben, mas substituindo o momento pela morte da Tia May – e redirecionando o protagonista para um caminho mais próximo do que os fãs queriam.
Nas redes sociais, era muito comum ver as reclamações de que o Peter do Tom Holland era muito mimado e distante do garoto simples das HQs. Da mesma forma, sua dependência das figuras paternas era um incômodo. Então, o filme tratou de terminar com o menino sozinho, sem faculdade, sem amigos ou namorada, se mudando para um muquifo em Nova York. É aquilo, né? Quanto mais ferrado o Peter, mais felizes ficam os fãs.
No fim das contas, os fãs que tiveram o privilégio de ver esse filme nos cinemas puderam viver uma experiência que dificilmente se repetirá tão cedo. A catarse das sessões pelo mundo foi algo único, com fãs vibrando como um gol em final de Copa do Mundo quando Andrew Garfield apareceu pela primeira vez. O que parecia ser impossível aconteceu. O sonho antigo de gerações se realizou e a Marvel, dois anos depois, conseguiu superar a sensação da batalha final de Ultimato, em um momento que mexeu diretamente com o emocional de diferentes públicos.
Para muitos, esse foi o grande ato final doMCU que conquistou milhões pelo mundo, já que as produções seguintes não chegaram perto de repetir o sucesso deste filme.
O ser humano sempre teve especial curiosidade pelos casos de crime, os mistérios não resolvidos, os porquês não explicados. A recente onda de interesse do público com relação a filmes e séries baseadas em crimes reais apenas comprova esta afirmação: nos últimos anos tem havido um aumento de podcasts, livros, canais especializados em todo tipo de crime, no mundo inteiro. Não demorou muito para que esse interesse crescente se voltasse para o nosso quintal, afinal, em nosso país é também ocorre crimes reais absurdos. Dentre a ficcionalização do real e a abordagem documental, os streamings têm se debruçado com interesse nos casos brasileiros. O mais recente chegou aos assinantes da Netflix através de um filme documental, sobre um dos episódios mais bizarros da era contemporânea brasileira: ‘Isabella: O Caso Nardoni’.
Isabella Nardoni era uma menina de 5 anos, feliz e contente, voltando de carro em um domingo à noite para a casa de seu pai e de sua madrasta. Algo tenebroso aconteceu no intervalo de dez minutos em que a menina subiu com o pai para o apartamento, pois, em seguida, o corpo da menina foi encontrado no jardim do condomínio em São Paulo, quase já sem vida. Entre a hipótese de acidente até a acusação de que o pai biológico, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Ana Paula Jatobá, teriam jogado a criança pela janela, cortando a redinha de proteção antes, muita especulação foi feita, sendo que até hoje há pontos obscuros dessa história, que nem mesmo o filme documental foi capaz de sanar.
O documentário de Cláudio Manoel e Micael Langer é um pouco confuso em seu objetivo. Às uma hora e meia da produção podem ser divididas em duas etapas: a primeira, em que o caso é apresentado, desde a hipótese de acidente, sendo conduzido à interpretação de homicídio; e a segunda, em que basicamente os depoentes usam o espaço para criticar o papel da imprensa na cobertura de casos como o da menina Isabella. Esse segundo ponto é onde o documentário se perde, não tanto por atribuir a responsabilidade aos jornalistas, pela forma como espetacularam o episódio, mas sim por atribuir à imprensa a manipulação indireta da condução do caso pelos investigadores e também do júri com relação à sentença alcançada, focando metade de seu tempo nisso.
O núcleo de pesquisa do documentário ‘Isabella: O Caso Nardoni’ conseguiu entrar em contato e captar depoimentos do promotor do caso, do advogado, da mãe, da avó e da irmã de Isabella e até mesmo de alguns policiais envolvidos, salientados pelas observações da criminóloga Ilana Casoy ( de ‘Bom Dia, Verônica‘). Afora a ausência dos depoimentos dos acusados, por conta da recusa dos próprios, a sensação final ao assistirmos ao documentário é de não entender o objetivo dele, mais parecendo o de tão somente rememorar o episódio – e, nesse sentido, pra que fazê-lo?
Sob a concordância da mãe da menina, o documentário ‘Isabella: O Caso Nardoni’ é vazio de sentido e passa a impressão de tão somente ser uma produção para o resto do mundo conhecer o que aconteceu aqui. Para quem não conhece a história desse crime, serve como porta de entrada pra história, mas fica só nisso.
Nos últimos anos, Wesley Snipes deu a entender que houve conversas sobre sua reprise no papel de Blade para um novo projeto dos estúdios Marvel, que recentemente readquiriram os direitos do personagem após a fusão da Disney com a Fox. Entretanto, nenhum anúncio confirmou esse retorno do ator às telonas.
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Nos quadrinhos, Blade é também conhecido como Eric Brooks, um meio-humano, meio-vampiro cuja mãe foi assassinada por uma dessas criaturas noturnas logo após seu nascimento. Desde então, ele se especializou em seu próprio estilo de luta para derrotar monstros e livrar o mundo dos sugadores de sangue.
Snipes deu vida ao herói em 1998 com ‘Blade – O Caçador de Vampiros’ e na sequência dirigida por Guillermo del Toro, ‘Blade II’. ‘Blade Trinity’ foi a aparição final do ator como o personagem.
A onda de remakes cinematográficos continua a crescer: depois das releituras em live-action dos estúdios Walt Disney, do reboot de ‘Cemitério Maldito’ e de ‘It: A Coisa’, é a vez de ‘O Sobrevivente’ ganhar sua nova versão.
Segundo o site We Got This Covered, a Sony Pictures (que lançou o longa original pelo nome de TriStar Pictures) já está desenvolvendo o projeto. Entretanto, não se sabe se Arnold Schwarzenegger retornará como o protagonista.
Lançado em 1987, o filme é uma livre adaptação de ‘O Concorrente’, romance lançado por Stephen King sob o pseudônimo de Richard Bachman. Ambientado entre os anos de 2017 e 2019, a história mostra os Estados Unidos como um regime totalitário onde o programa de televisão favorito é o “The Running Man”, uma competição em que os prisioneiros devem correr para a liberdade e evitar uma morte brutal. Como bode expiatório por parte do governo, o preso Ben Richards (Schwarzenegger) tem a oportunidade de se ver livre, apenas participando no programa mortal. O problema é que o anfitrião Damon Killian (Richard Dawson) não tem a menor intenção de deixá-lo escapar.
Apesar de não ter feito muito sucesso à época do lançamento, arrecadando pouco mais de 38 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, o longa tornou-se um cult e ganhou uma legião de fãs.
Depois do assassinato de uma linda jovem chocar uma comunidade suburbana, a irmã da vítima e seus colegas do colégio lutam para recuperar a normalidade à medida que amadurem forçosamente durante a investigação.
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