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‘Teen Wolf’: Atriz confirma ter recusado retornar após xenofobia e salário baixo

Em entrevista ao The Cut, a atriz Arden Cho confirmou ter recusado participar do revival de ‘Teen Wolf‘ após ter sido oferecido “menos da metade do salário” dos seus colegas de elenco caucasianos.

“Eu provavelmente poderia dizer agora mesmo dez artistas asiáticos que eu sei que recebem bem menos que os seus colegas de elenco. Algumas vezes, você não tem a chance de recusar. Às vezes, você apenas precisa [do trabalho]. Eu recusei retornar porque tinha esperança de maior equidade no futuro.”

Sobre o corte de sua personagem na última temporada da série, Cho declarou: “Eu fiquei chocada. Não podia acreditar. Não havia mais espaço para a Kira.”

A atriz interpretou Kira Yukimura, que foi introduzida na terceira temporada, tendo sido promovida ao elenco regular nos dois ciclos seguintes.

O elenco do rerival trará o retorno de Tyler Posey como Scott McCall, Holland Roden como Lydia Martin, Shelley Hennig como Malia Tate, Crystal Reed como Allison Argent, Orny Adams como Coach Bobby Finstock, Linden Ashby como Sheriff Noah Stilinski, JR Bourne como Chris Argent, Seth Gilliam como Dr. Alan Deaton, Colton Haynes como Jackson Whittemore, Ryan Kelley como Vice Jordan Parrish, Melissa Ponzio como Melissa McCall, Dylan Sprayberry como Liam Dunbar e Tyler Hoechlin como Derek Hale.

Dylan O’Brien não aceitou o convite para voltar ao filme. Além dele, Arden Cho também não retorna.

No filme ‘Teen Wolf‘, um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez, pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.

O criador da série Jeff Davis volta para supervisionar o projeto.

Para quem não conhece, ‘Teen Wolf‘ estreou em 05 de junho de 2011 e se tornou uma febre entre o público adolescente, o que lhe rendeu seis temporadas.

Na trama, Posey interpreta Scott McCall, um estudante do ensino médio que é mordido por um lobisomem e precisa aprender a controlar seus instintos animais para proteger seus amigos e sua família.

Vale lembrar que o final da última temporada abre margem para uma continuação, com Scott e sua trupe deixando a cidade para recrutar mais lobos para se juntar ao seu bando e ajudar a lutar na guerra.

 

‘Pinguim’: Clancy Brown entra para o elenco da série derivada

De acordo com o Variety, Clancy Brown (‘Dexter: New Blood’) entrou para o elenco da série ‘Pinguim‘, spin-off focado no personagem introduzido no filme ‘Batman‘, de Matt Reeves.

Em caráter recorrente, o ator interpretará mafioso Salvatore Maroni. Apesar de não ter aparecido no longa, o personagem chegou a ser mencionado diversas vezes.

Vale lembrar que as filmagens da produção já estão acontecendo!

O ator Colin Farrell já está no set de gravações reprisando seu papel como o perigoso Oswald Cobblepot. Em fotos diretamente dos bastidores, o ator aparece bem caracterizado como o personagem, além de estar usando o icônico terno roxo com suspensórios por baixo.

Confira abaixo:

Durante uma entrevista recente para o Gold Derby, Colin Farrell comentou sobre o visual do Pinguim em sua série:

“Você vai se surpreender com a maquiagem. Não entendo sobre os materiais e diferentes opções de tom de pele que [os maquiadores] Mike Marino e Mike Fontaine estão usando, mas é ainda melhor do que vimos em ‘Batman’. É uniforme, se ajusta ao meu rosto, é simplesmente perfeita.”

Ele continuou, adiantando a data em que a série vai entrar em gravação:

“Passamos dois ou três dias em Nova York só fazendo testes de maquiagem e testes de câmera com os figurinos e outras coisas e conhecendo alguns dos outros atores, porque já vamos começar a filmar no dia 27 ou 28 deste mês.”

Por falar em elenco, o Deadline divulgou que a HBO Max adicionou mais quatro membros à série.

Os escolhidos são Michael Kelly (‘Jack Ryan’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), Deirdre O’Connell (‘Outer Range’) e Rhenzy Feliz (Os Fugitivos da Marvel’).

O grupo se ao protagonista Colin Farrell e Cristin Milioti (‘How I Met Your Mother’), que será Sofia Falcone, que brigará com o vilão para assumir o crime de Gotham.

Por enquanto não há detalhes sobre os personagens de Kelly, Aghdashloo e O’Connell.

Feliz dará vida a um adolescente que faz amizade com o Pinguim e se torna seu motorista, embora nada oficial tenha sido revelado.

Kelly, Aghdashloo, O’Connell e Feliz

Farrell também confirmou à Variety que “vai ser uma história de oito episódios. Vamos nos apoiar na ascensão de Oswald ao poder, preenchendo o vácuo de poder criado quando Falcone foi morto.”

Ele continuou, dando mais detalhes sobre a conexão entre a série e o próximo filme do Homem-Morcego.

“A ideia de Matt [Reeves, o diretor de ‘Batman‘] era fazer com que a série do Pinguim começasse cerca de uma semana após o final do filme de ‘Batman‘. E se funcionar, se a trajetória for interessante, e o público aceitar, o segundo ‘Batman‘ vai começar logo após o fim da trama da série.”

Lauren LeFranc (‘Agentes da SHIELD’) será a showrunner do projeto.

Farrell e Reeves também servirão como produtores executivos.

 

‘Twisted Metal’: Showrunner revela o que podemos esperar da 2ª temporada

Em entrevista ao NBC Insider, o showrunner Michael Jonathan Smith revelou detalhes sobre a 2ª temporada da adaptação live-action de ‘Twisted Metal‘.

Ele ainda indicou qual personagem icônico dos jogos deve dar as caras na série.

“Estou muito animado [com a segunda temporada]. Temos uma equipe incrível de roteiristas e estamos discutindo o arco narrativo do próximo ciclo. Estamos conversando sobre como será o primeiro episódio e mapeando o futuro deste universo.”

Ele completa, “O Sr. Grimm sempre foi um dos meus personagens favoritos [dos jogos], e estou ansioso para capturar exatamente o que os fãs esperam do personagem. Mas a grande pergunta é: ‘Como ele existe neste universo que nós criamos?’. Acredito que nos divertiremos muito com ele. Como ele irá interagir com pessoas como o Sweet Tooth?”

No Brasil, a produção está disponível no catálogo da HBO Max.

Na trama, Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal’) estrela como um forasteiro deve atravessar uma terra arrasada pós-apocalíptica para entregar um pacote misterioso em busca da promessa de uma vida melhor.

O elenco ainda contará com Samoa Joe, Neve CampbellStephanie BeatrizThomas Haden Church, Mike Mitchell, Tahj Vaughans e Lou Beatty Jr.

Kitao Sakurai será responsável pela direção de múltiplos episódios.

O roteiro fica por conta de Michael Jonathan Smith (‘Cobra Kai’).

O primeiro jogo da franquia ‘Twisted Metal‘ foi lançado em 1995, seguido de diversas sequências e derivados. Em algum momento, um filme baseado no jogo com o diretor de ‘Motoqueiro Fantasma‘ estava em desenvolvimento, mas o projeto nunca saiu do papel.

‘Pinguim’ quer DOMINAR Gotham no trailer LEGENDADO dos próximos episódios do spin-off; Confira!

O Max divulgou o trailer legendado dos próximos episódios de ‘Pinguim‘, série derivada de ‘Batman‘, estrelada por Colin Farrell.

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Intitulado Inside Man, o segundo episódio estreará no dia 29 de setembro.

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

‘Extermínio: A Evolução’ arrecada US$ 60 milhões em estreia GLOBAL

A aguardada sequência ‘Extermínio: A Evolução‘ arrecadou sólidos US$ 60 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Além de representar a maior abertura doméstica, internacional e global da franquia, o novo filme também deve superar a arrecadação total do primeiro filme (US$74.9M) nos próximos dias – tornando-se a maior bilheteria da história da saga.

Nos EUA, o longa abriu com US$ 30 milhões – o que representa um valor três vezes maior do que o lançamento do filme original. Internacionalmente, a produção também acrescenta US$ 30 milhões através de 59 mercados.

Os maiores mercados internacionais conta com o México (US$2.7M), Austrália (US$1.7M) e Coreia do Sul (US$1.5M).

Com 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e uma nota B do público no CinemaScore, este é um ótimo começo nas telonas para uma produção orçada em US$ 60 milhões.

Vale lembrar que o longa foi desenvolvido como a primeira parte de uma trilogia e as filmagens do próximo filme – intitulado ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ – já foram finalizadas. O lançamento nos cinemas nacionais está programado para o dia 15 de janeiro de 2026.

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‘Vidas Entrelaçadas’: Drama com Angelina Jolie ganha trailer LEGENDADO e data de estreia no Brasil

A Synapse divulgou o trailer legendado do drama ‘Vidas Entrelaçadas‘ (Couture).

Estrelada por Angelina Jolie (‘Malévola’), a trama que se desenrola durante a intensa Paris Fashion Week, e promete explorar os destinos cruzados de três mulheres.

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Crítica | Vidas Entrelaçadas – Novo filme com Angelina Jolie Entedia e Se Perde no Próprio Desfile

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de abril.

“Ambientado durante o frenesi da Paris Fashion Week, a vida de três mulheres se cruza em Paris: Maxine (Jolie), uma cineasta na casa dos quarenta que descobre que tem câncer de mama e é atraída para uma conexão inesperada com um colaborador familiar (Louis Garrel); Ada (Anyier Anei), um rosto novo na modelagem, escapando de um futuro predeterminado no Sudão do Sul; e Angèle (Ella Rumpf), uma maquiadora que trabalha nas sombras das passarelas. À medida que seus caminhos se cruzam, o filme revela a resiliência silenciosa sob a superfície da performance pública e homenageia a solidariedade tácita compartilhada entre essas mulheres em profissões, culturas e continentes.”

Alice Winocour (‘Memórias de Paris’) é responsável pela direção e roteiro.

‘Couture’: Drama estrelado por Angelina Jolie ganha primeiras imagens e sinopse; Confira!

Desenhos ‘Hora de Aventura’ e ‘Apenas um Show’ farão crossover em nova HQ

Duas das animações mais populares do Cartoon Network vão se unir em um crossover para uma nova história em quadrinhos que começa a ser comercializada em agosto nos EUA.

Intitulado ‘Hora de Aventura/Apenas um Show’, a série trará Finn e Jake (‘Hora de Aventura’) em uma missão, a pedido da Princesa Jujuba, para encontrar The Power, a única coisa capaz de salvar Ooo de um novo e poderoso vilão que ameaça conquistá-la. Entretanto, Skip (‘Apenas Um Show’) é quem está escondendo o objetivo.

A HQ foi escrita por Conor McCreery em parceria com o artista Mattia Di Meo. Em uma entrevista ao site da publicação americana Entertainment Weekly, McCreery comentou sobre o novo projeto, que une os dois desenhos mais amados e populares do Cartoon:

“‘Hora de Aventura’ e ‘Apenas um Show’ são as duas coisas mais engraçadas que eu já vi. Eles são tão estranhos, com uma lógica interna maluca que eu amo. Eu amo histórias que se mesclam em um ritmo elevado e este livro fará justamente isso. Eu tenho tentado colocar o máximo de referências das animações possível, deixando também espaço suficiente para suas duplas favoritas de parceiros e seus melhores amigos”.

O criador também pontuou que os quadrinhos vai abordar ambas as amizades já existentes no material original, bem como a amizade entre Rigby, Mordecai, Finn e Jake:

“Espere muitas loucuras. Espere muita amizade. Espere monstros. Espere socos. Espere bobagens. Espere talvez…Hambonning! E mais, o quão divertido é ter esses caras se encontrando e passando tempo uns com os outros? Oh, tem um novo vilão totalmente matemático!”

‘Unfriended: Dark Web’: Blumhouse confirma a sequência de ‘Amizade Desfeita’

Jason Blum e sua produtora Blumhouse anunciou, durante o festival South by Southwest, qual é o nome do seu mais novo projeto.

Intitulado ‘Unfriended: Dark Web‘, a produção será a sequência de ‘Amizade Desfeita‘, lançado em 2015.

A trama conta “a história de um jovem nos seus 20 poucos anos, que encontra uma série de arquivos escondidos no novo computador recém comprado e acaba se envolvendo no universo sombrio da dark web. O thriller se desvenda em tempo real, pela tela de um computador e é um aviso para a era digital”.

Com direção de Levan Gabriadze, o primeiro filme custou apenas US$ 1 milhão e arrecadou saudáveis US$ 32 milhões nos EUA.

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Sucesso mundial ‘Aquaman’ supera a marca de US$ 500 milhões

‘Aquaman’ continua conquistando os fãs nos cinemas e a bilheteria da produção não para de crescer, mesmo em meio às festas de final de ano.

Segundo relatos do The Hollywood Reporter, a produção teve um acréscimo generoso na véspera do Natal, equivalente a US$ 11,2 milhões apenas nos Estados Unidos. Essa quantia permitiu que a produção superasse  a marca de US$ 500 milhões mundialmente.

Com essa arrecadação, ‘Aquaman’ já contabiliza US$ 80 milhões em sua bilheteria doméstica, ultrapassando os US$ 420 milhões nos mercados estrangeiros.

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

 

‘O Homem Invisível’: Primeiras impressões são REALMENTE positivas; Confira!

O remake do terror ‘O Homem Invisível‘ chega aos cinemas no final do mês de fevereiro, mas parte da impressa especializada já pôde conferir a produção e algumas das primeiras impressões já estão entre nós.

E as poucas reações publicadas até o momento são realmente positivas e destacam a qualidade e o nível de terror empregado na trama, com fortes elogios à performance da atriz Elisabeth Moss.

Confira:

“O Homem Invisível é a verdadeira definição de um filme de terror. Elisabeth Moss está fantástica e Leigh Whannell está se provando ser um ótimo diretor de terror/thriller, entre esse filme e ‘Upgrade’. Você não está pronto para o quão aterrorizante e intenso esse filme é!”

“Rápidos pensamentos (já que vi outras pessoas falando sobre o assunto): Com O Homem Invisível, Leigh Whannell criou uma masterclass em tensão e terror e eu acho que meu queixo ficou caído no chão pelo menos duas vezes. Completamente eletrizante, visceral e emocional”.

“O Homem Invisível é uma viagem cheia de tensão e empolgação do começo ao fim. Leigh Whannell atualiza o clássico de 1933 perfeitamente para os tempos modernos, enquanto Elisabeth Moss entrega uma performance perturbadora e cativante, que está entre alguns dos seus melhores papéis até hoje. O Homem Invisível é intenso”.

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

A estreia está marcada para 27 de fevereiro.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (‘Nós’‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

Primeiras Impressões | American Gods: 3ª temporada recupera o seu fôlego com ritmo e dinamismo

Deuses vorazes, sedentos por idolatria em uma América incrédula pautada por seus próprios ídolos contemporâneos. A tumultuada e digladiante jornada dessas figuras mitológicas folclóricas de American Gods encontrou em si mais batalhas do que dentro de sua própria jornada fictícia, com a série da Starz e da Amazon Prime Video enfrentando uma sucessão de perrengues que quase lhe custaram um trágico fim. Mas tão obstinado como seus próprios personagens, Neil Gaiman se agarra à sua adaptação com unhas e dentes e toma todos pelas mãos (público e equipe técnica), em uma 3ª temporada que muito mais do que corrigir os erros do passado, volta a caminhar vigorosamente com ritmo, dinamismo e foco.

American Gods passou por poucas e boas. Com uma temporada inaugural visceral e hipnotizante, a produção nos conquistou por seu timing narrativo, que resgata a aclamada obra lançada em 2001, com um frescor novo que retrata clinicamente a sociedade de vícios e idolatrias contemporâneas com a qual vivemos. Mas se perdendo drasticamente em seu segundo ano, após a troca de seus showrunners e a saída das excepcionais atrizes Kristin Chenoweth e Gillian Anderson, a produção se aterrou em uma perdida e cíclica epifania. Com sua trama paralisada e confusa, seus oito últimos episódios se afogam em uma belíssima fotografia e direção autoral, em uma trama exaustiva, repetitiva e prolixa. Nunca deuses tão cheios de “querer ser” tiveram tão pouco a oferecer ao público.

Mas mesmo após contratempos que envolveram até duras acusações de racismo, a produção que mescla drama, ficção científica e fábula não desistiu de si mesma e sabendo de seu enorme potencial, volta a projetar seu foco na obra de Gaiman, trazendo-o ao lado de Charles “Chic” Eglee (Dexter, The Walking Dead), o novo nome por trás da série. E nessa 3ª temporada, rapidamente sinalizamos uma mudança de tom. Se desmembrando de mais outros personagens também deixados para trás (New Media – Kahyun Kim; the Djinn – Mousa Kraish; Mad Sweeney – Pablo Schreiber; e Mr. Nancy – Orlando Jones), o novo ciclo volta a ficar em Shadow Moon e em Mr. Wednesday, à medida que abrange seus demais coadjuvantes, lhes garantindo o valor que lhes fora tirado no ano anterior.

Reconhecendo os erros estruturais que custaram muito dinheiro e uma péssima segunda temporada, Eglee e Gaiman assumem a responsabilidade do tenebroso passado, com o compromisso de construir um futuro melhor para a série. Conectando os novos episódios a poucos dos eventos apresentados em 2019, a dupla de showrunners se ocupa em não se vincular tanto à narrativa da 2ª temporada, sabendo que dali quase nada pode ser aproveitado. E a contar pelos quatro primeiros episódios já assistidos, é notável e seguro dizer que American Gods mudou a sua rota e passa a caminhar a passos mais firmes e consistentes, dando aos seus atores a chance de brilhar tanto como seus personagens assim o fizeram ainda em 2001, no auge do lançamento da obra original.

Mais eletrizante e objetiva, a série retorna vigorosa, com a certeza de que o hiato de mais de um ano lhe fez muito bem. Ainda custando a dar maior celeridade para a tão comentada guerra entre velhos e novos deuses, American Gods pode ser ajustada nesse aspecto, com maior destreza narrativa, mas já supera seu passado de maneira grandiosa. Com Ian McShane fazendo um espetáculo logo nos primeiros episódios, a produção mostra em seu início que ainda há muito a ser dito e compartilhado com a audiência.

Lindamente produzida e pautada pela mesma poética fotografia que abusa do efeito slow motion, a 3ª temporada é mais sangrenta, diversificada e soube cortar as barrigas que tornaram a trama tão lenta e cansativa. Expandindo sua trama com o auxílio de pequenos novos personagens de apoio, American Gods começa a trazer mais da essência de Neil Gaiman consigo mesma, recupera a nossa fé – em seus primeiros quatro episódios – e resgata o entusiasmo por essa tão falada guerra que, embora custe a chegar, agora começa a fazer valer a pena o nosso tempo.

‘No Ritmo do Coração’: Drama musical com Emilia Jones estreia na Amazon Prime Video

O elogiado drama musical ‘No Ritmo do Coração’ (‘CODA’), estrelado por Emilia Jones (‘Locke & Key’), já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia recentemente na grade de programação do streaming.

Na trama, Ruby é a única pessoa que não é surda em sua família. Ao mesmo tempo em que enfrenta os dilemas da idade e a responsabilidade de ser a intérprete da família, Ruby descobre seu talento musical. Em meio a dificuldades nos negócios da família, se vê dividida entre seguir sua paixão pela música em outra cidade e o medo de deixar os pais.

O filme é escrito e dirigido por Sian Heder.

Emilia JonesMarlee Matlin e Troy Kotsur estrelam a produção.

Confira o trailer:

As 5+ Mães das Séries de TV (2018)

Antes de mais nada: Feliz Dia das Mães! Às mães que são fãs de séries, as que não são fãs de séries, as que amam falar sobre séries, as que começaram a assistir séries por causa dos filhos, enfim, a todos as mães fãs ou não fãs da Cultura POP. Aproveito também para desejar um Feliz Dia das Mães especial a todos as mamães dos colaboradores do CinePOP, a minha avó, Wilma, mãe duas vezes, minha mãe, Berenice, e minha tia, Rosina (sim, eu tenho três mães), e a esposa do Georgenor Franco Neto, a Rita, mãe da Laurinha.

Como mãe merece homenagem, chocolate, flores, abraços, carinho, atenção, e não só numa data comemorativa, porém todos os dias do ano, decidi fazer esta lista destacando cinco (mas na verdade seis) mães das séries de TV, que conquistaram os telespectadores, redefiniram o significado de badass, fizeram tudo ao alcance pelos filhos, aprenderam a aceita-los, respeita-los e ama-los como são, entre outras coisas mais.

Então, shall I begin?

Lynn Pierce (Black Lightning)

Interpretada pela talentosa Christine Adams (Agents Of Shield), Lynn Pierce é uma mãe badass. Ela possui um PhD e não bastando, a mesma também é médica. Dividida pelo amor que tem ao marido, Jefferson Pierce (Cress Williams), o também  Black Lightning, e a preocupação por ele ter se tornando o vigilante de Freeland, ela decide pelo divórcio. Anos mais tarde, nesta situação mal resolvida, os dois se veem mediante o despertar dos poderes das filhas, Anissa (Nafessa Williams), que passará a usar o codinome Thunder, e Jennifer (China Anne McClain). E é neste ponto que vemos o quão mãe Lynn consegue ser: com personalidades muito diferentes, a mais velha quer vestir o manto para ajudar as pessoas, enquanto isso, a mais nova enxerga os poderes como um fardo.

Nas situações divergentes, Lynn, mesmo relutante, entende que nada mudará a decisão de Anissa em ajudar e assumir uma identidade de heroína, ao mesmo tempo, que busca soluções para Jennifer, que não sabe lidar tão bem com esta nova realidade. Os diálogos e as diferenças deles são incríveis, e a relação da família Pierce como um todo é um quê a mais dentro da série Black Lightning.

Maeve Millay (Westworld)

Mas Karolen, ela é um androide! E desde quando androide, que ganhou consciência, não tem sentimentos?

[SPOILER]

Bom, Maeve (Thandie Newton), para quem não sabe, é um dos androides humanoides criados para ser parte do time de anfitriões do parque Westworld, onde humanos pagam para entrar e fazer o que quiserem. No final da primeira temporada, vemos Maeve ganhar consciência e liderar um grupo de anfitriões para tentar escapar do lugar. Porém, o inesperado acontece e em um impulso decisório a ex-meretriz decide ficar para procurar a filha.

É impressionante como os sentimentos nela colocados pela filha estão tão enraizado na personalidade da mesma que é isto, basicamente, que a leva a despertar. Após a personagem de Evan Rachel Wood, Dolores, dizer a frase “Esses prazeres violentos têm finais violentos”, uma sucessão de lembranças de gritos, uma casa, uma criança e o assassinato da mesma permeiam a mente da anfitriã, que passa a buscar compreender a natureza de si. É agradável acompanhar a jornada da mesma, que agora vai atrás da menina, que se encontra em algum ponto do parque, além, claro, de ser uma líder badass com direito a uma voz linda.

Stef e Lena Adams Foster (The Fosters)

Recentemente, durante uma entrevista à revista InStyle, Sandra Bullock disse não gostar do termo filhos adotivos e que prefere que não usem este termo ao se referir aos seus, porque não importa de onde vieram, eles são “nossos filhos”. Tenho certeza que se Stef (Teri Polo) e Lena (Sherri Saum) fossem pessoas da vida real, elas concordariam com tais palavras.

The Fosters foi um presente dos criadores Bradley Bredeweg (Fly Girls) e Peter Paige (Say Uncle) para o mundo. A série – que apresentou ao público o cotidiano de duas mulheres casadas e mães de cinco filhos, só demonstrou à sociedade que não importa se são gerados por si ou por terceiros, se foram adotados ainda bebês ou adolescentes, o amor distribuído é o mesmo. Mãe é quem está presente, quem cuida quando fica doente, responde perguntas difíceis e bobas, ajuda no dever escolar, chama a atenção quando é preciso, distribui atenção e carinho e faz tudo o que pode pelos filhos, dá o máximo de si, mesmo perante dificuldades.

E é isso que The Fosters mostra para o telespectador, que não importa se são duas mães, dois pais, uma mãe e um pai, uma mãe, um pai, pais são simplesmente tudo isso dito acima. Stef e Lena, definitivamente, farão muita falta.

June Osborne (The Handmaid’s Tale)

Antes da segunda temporada diria, facilmente, que o motivo de tamanha força e sobrevivência da June (Elisabeth Moss) provinha da força de vontade de encontrar a filha e salvá-la daquele lugar. Com o início da segunda, reafirmo meus pensamentos, porém, devo incluir que a forma como foi criada pela mãe, Holly Maddox, interpretada por Cherry Jones, foi de crucial importância para a pessoa (June) apresentada ao público hoje.

Só que é fato, agora estando grávida, o quanto as decisões da protagonista de The Handmaid’s Tale pairam sobre o bem-estar da filha e do bebê que carrega. É perceptível, especialmente, no terceiro episódio da segunda temporada, o lado maternal da editora de livros, e como isto, por vezes, instala um sentimento de culpa na mesma, devido aos caminhos tomados. A narrativa da série de Bruce Miller tem uma construção incrível, fenomenal, diria, e é de extrema sensibilidade e visão feminina o desenrolar desta relação da June com as memórias passadas em relação a filha.

Lorelai Gilmore (Gilmore Girls)

Nenhuma lista de dia das mães, especialmente, das que fazem parte das séries de TV, é completa se não tiver a maior delas, Lorelai Gilmore (Lauren Graham). A mãe criada pela roteirista Amy Sherman-Palladino se tornou um ícone para os fãs que acompanharam a jornada de sete anos da mesma e depois, com o Revival da Netflix, por mais quatro episódios.

Além de ter uma relação incrível com Rory (Alexis Bledel), parecendo mais duas melhores amigas do que mãe e filha, Lorelai fez tudo que uma mãe é capaz de fazer: criou a jovem sozinha, já que não aceitou se casar com Christopher (David Sutcliffe), e decidiu sair de casa devido a relação conflituosa com os pais, especialmente após engravidar aos dezesseis anos. Por vezes engoliu o orgulho pelo bem-estar da menina, deixou de lado necessidades próprias para que a personagem de Bledel tivesse melhores oportunidades e esteve sempre presente em momentos importantes da vida acadêmica da filha.

Lorelai é tão única quando falamos sobre construção de personagens, que é impossível compará-la a qualquer outro. Pode ter semelhanças, mas nada que chegue aos quase 90% de igualdade. Obrigada, Amy Sherman-Palladino, por este presente que podemos levar para o resto da vida!

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Mais uma vez, Feliz Dia das Mães a todo! Comentem aí alguma mãe das séries de TV que vocês lembrem e gostem. Bom, nos vemos na próxima!

Baseado em Fatos Reais

(D’ après une histoire vraie)

 

Elenco:

Eva Green

Emmanuelle Seigner

Damien Bonnard

Direção: Roman Polanski

Gênero: Suspense / Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: — milhões

Estreia: 12 de Abril de 2018

Sinopse:

Na trama, Delphine é a autora de um romance altamente pessoal dedicado a sua mãe que se tornou um best-seller. Esgotada em função das inúmeras cobranças e frustrada por suas memórias, Delphine é atormentada por cartas anônimas que a acusam de ter jogado sua família para os leões. A romancista está em uma rotina, paralisada com a ideia de ter que começar a escrever novamente. Seu caminho então cruza o de Elle. A jovem é encantadora, inteligente e intuitiva. Ela entende Delphine melhor do que qualquer um. Até onde ela irá depois de se mudar para o apartamento da escritora? Ela veio preencher um vazio ou criar um novo? Dar um novo impulso ou roubar sua vida?

Crítica | Baseado em Fatos Reais – O novo delírio de Roman Polanski (Nota: 4.0)

Curiosidades:

» Primeiro filme em idioma francês da Eva Green em 13 anos;

» Exibido no Festival de Cannes 2017;

Trailer:


Cartazes:

Fotos:

 

 

 

 

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Site lista extras do Blu-ray; Confira as cenas adicionais!

Após diversos rumores terem surgido na internet afirmando que ‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganharia uma versão estendida especial com foco no Titã Louco, Thanos, o site Comic Book teve acesso à verdadeira lista de extra do Blu-ray do filme.

Entre erros de gravação e cenas adicionais, o material inédito contará com uma apresentação dos irmãos Russo (com 1min31) e 5 featurettes – “A Batalha em Wakanda”, “A Batalha em Titã”, “Reino de Thanos”, “Novos Times”, “Decisões de um Pai” – e 3 cenas deletadas -“Happy tem uma perspectiva”, com 1min24, “Caçada pela Joia da Mente”, com 1min25, e “Os Guardiões encontram o seu ritmo”, com 3min20.

Enquanto isso, dois novos vídeos de bastidores de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ foi divulgado pelo Marvel Studios que mostra como foram feitos os efeitos especiais das cenas de luta entre de Hulk e Thanos, do Homem de Ferro e Doutor Estranho, além da batalha com todos os heróis em Wakanda. Assista:

Mundialmente, o filme ultrapassou a marca de US$ 2 bilhões em arrecadação mundial, e está atrás apenas de ‘Avatar‘ (US$ 2.788 bilhões), ‘Titanic‘ (‘US$ 2.187 bilhões’) e ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$ 2.068 bilhões).

Vingadores: Guerra Infinita‘ também quebrou o recorde ao se tornar o filme mais rápido a atingir a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria – saiba mais!

‘Vingadores: Guerra Infinita’ passa ‘Jurassic World’ e se torna a 5ª maior bilheteria dos EUA

Já no Brasil, em apenas duas semanas, o filme se tornou a maior bilheteria do ano. Com público de 15 milhões de espectadores,  ‘Guerra Infinita‘ já arrecadou R$ 224 milhões – ultrapassando ‘Pantera Negra‘, que liderava as bilheterias de 2018 com R$ 120 milhões.

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

Dica do fim de semana | filmes de todos os gêneros nos streamings

A dica deste fim de semana é uma seleção que envolve dramas, terror, suspense e comédia. A lista inclui lançamentos, filmes mais recentes e até um sucesso do último Oscar. Confira!

Buscando… (Netflix)

Lançado sem muito alarde em 2018, esse suspense é muito criativo e faz uso como ninguém dos computadores, celulares e redes sociais para contar uma história envolvente de um pai (John Cho) que não vai parar enquanto não resolver o mistério do desaparecimento de sua jovem filha de 16 anos. Duas dicas: a primeira é prestar atenção nas mensagens e progressão das notícias secundárias mostradas nos portais do filme, existe uma história no mínimo curiosa acontecendo em segundo plano. A outra é para prestar atenção na hora da busca na Netflix, porque pode ser que ele só apareça com o título em inglês, que é “Searching”.

 

Sing Street: Música e Sonho (HBO Max)

Ambientado nos anos 80 de Dublin, esse filme é uma declaração de amor a música e aos sonhadores. Na trama, um jovem vivencia o divórcio eminente dos pais, enquanto sofre bullying e com as regras de seu colégio religioso. Sua única paixão verdadeira é a música e seus respectivos videoclipes. Porém, quando ele conhece uma menina misteriosa, sua vida muda de vez. Buscando coragem para impressionar a morena, ele convoca os jovens mais “alternativos”, por assim dizer, para formar uma banda de rock e convidar a menina para estrelar o primeiro videoclipe deles. É uma aventura divertidíssima, dramática e que conta com uma trilha sonora original impecável.

 

Minari: Em Busca da Felicidade (Amazon Prime Video)

Sensação do último Oscar, Minari é um filme da A24 sobre as tradições coreanas. A trama fala sobre uma família sul-coreana que se estabeleceu nos Estados Unidos. Tentando melhorar de vida e conseguir o tão falado “american dream”, eles se mudam para o Arkansas, onde vão trabalhar numa fazenda. É um drama incrível que ganha muito carisma com a chegada da avó, que não segue os padrões americanos e vai mudar toda a rotina da família. Esse papel da avó rendeu a atriz Yuh-Jung Youn uma estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante, sendo a primeira atriz sul-coreana a realizar tal feito.


Maligno
(HBO Max)

Recém-saído dos cinemas, esse terror foi o responsável por fazer James Wan desistir de dirigir o terceiro Invocação do Mal para poder se dedicar exclusivamente a esse projeto. Estrelado por Annabelle Wallis, o filme é uma obra de arte para os fãs de terror por conseguir misturar de forma surreal diversas influências do gênero em uma única história. Os dois maiores influenciadores são o slasher e o terror japonês, mas diversos outros elementos são inseridos, fazendo uma verdadeira ode ao terror. Na trama, uma mulher vive um relacionamento abusivo. Depois de uma criatura resolver esse problema, ela começa a ser assombrada por visões de assassinatos. No início, ela pensa serem pesadelos, mas logo percebe que está vendo mortes reais. A mulher começa a investigar e descobre que todas estão ligadas por uma entidade que assombra seu passado.

The Fundamentals Of Caring (Netflix)

Lançado na Netflix em 2016, essa dramédia estrelada por Paul Rudd e Selena Gomez conta a história de um escritor que passa por uma grande tragédia na vida e encontra refúgio se tornando cuidador. Seu primeiro trabalho é junto a um jovem adulto com distrofia muscular. O garoto é cheio de manias e é envolvido por uma ironia insuportável, mas isso muda quando eles saem em uma viagem para conhecer os lugares dos sonhos do jovem junto a uma futura mamãe cheia de incertezas sobre o futuro. É um filme muito interessante e divertido sobre a vida e a amizade.

Crítica | Os Tradutores – Thriller Francês é um dos melhores lançamentos do ano!

Existe um ditado popular que diz que um segredo sabido por duas pessoas significa 50% de chance de ser revelado. Agora, imagine quando o segredo precisa ser mundialmente divulgado ao mesmo tempo, em diferentes línguas e lugares, entretanto, antes que isso aconteça ele será compartilhado entre dezenas de pessoas, que devem jurar silêncio em contrato. É o que acontece com os grandes lançamentos mundiais dos aguardados filmes da Marvel, por exemplo, ou com a publicação de livros ansiados pelo público, como os últimos da saga Harry Potter. E é exatamente disso que se trata o novo thriller franco-belga ‘Os Tradutores’, que chega essa semana aos cinemas brasileiros.

Em uma mansão isolada, nove tradutores são contratados para traduzir o ‘Dedalus’, a aguardada última parte de uma trilogia best-seller mundial, cuja identidade da autoria segue em anonimato. Lá eles descobrem que mais que trabalhar simultaneamente para cumprir o prazo do contrato eles ficarão trancados em uma espécie de bunker de luxo, sem sinal de internet, com seus celulares confiscados, sem contato com o mundo exterior, porém com todo o conforto que a mansão proporciona. Quando as primeiras dez páginas do manuscrito vazam na internet e o criminoso pede uma recompensa financeira para não divulgar mais cem páginas, todos os nove tradutores automaticamente se tornam suspeitos, e o que seria apenas um trabalho comum se torna a mais mortal de todas as traduções já feitas.

Seguindo a linha de mistério tão popularmente difundida nos livros de Agatha Christie, ‘Os Tradutores’ traz, em uma hora e quarenta e cinco minutos, uma história coesa toda calcada no suspense estilo “quem é o culpado”. Isso é parte da estratégia do roteiro de Romain Compingt, Daniel Presley e Régis Roinsard, que ao mesmo tempo em que apresenta cada um de seus personagens principais também lhes atribui características que justificam a desconfiança do espectador sobre a idoneidade do caráter de cada um deles, de modo que ninguém é absolutamente inocente na construção da trama. Os maiores destaques vão para os personagens Katerina (Olga Kurylenko) e Alex (Alex Lawther), tão instigantes quanto fascinantes.

Dirigido com muita precisão por Régis Roinsard, ‘Os Tradutores’ traz o clima de suspense e mistério para dentro do mundo editorial – universo este que é desconhecido pelo grande público. Ao mostrar o quão mordaz e cruel muitas vezes é o trabalho de um tradutor (ou revisor, ou editor), o público consegue visualizar como crimes como a pirataria são realizados – e o enorme impacto que este crime causa na produção editorial. Além disso, o diretor consegue manter a constância do thriller por todo o longa, sem deixar a peteca cair e, muitas vezes, surpreendendo-nos com cenas e revelações chocantes e inesperadas.

Exibido em pouquíssimas sessões no Festival do Rio 2019, um dos pontos fortes do filme é ser falado em dez línguas ao mesmo tempo (o que demonstra, inclusive, o alto grau de dedicação dos tradutores do longa, para legendá-lo aqui no Brasil). Mesmo sendo um filme de 2019, não é exagero dizer que é um dos melhores lançamentos do ano nos cinemas por aqui, pois ‘Os Tradutores’  traz tudo que o espectador quer ver: uma história hipnotizante, personagens sedutores, boas atuações e um final condizente com o esperado. ‘Os Tradutores’ vale a ida ao cinema.

‘Avatar: The Last Airbender’: Compositor comenta sobre estágio de produção da série da Netflix

‘Avatar: The Last Airbender’ ganhará uma adaptação em live-action na Netflix. Depois de meses sem receber novidades, a série recebeu uma atualização sobre o estágio de produção da série.

Em conversa com o Discussing Film, o compositor Jeremy Zuckerman revelou alguns detalhes sobre o projeto.

“Só posso dizer que não comecei ainda. Eu sei que a equipe de produção está trabalhando dia e noite para a escolha do elenco. Eu estou realmente animado. A Netflix está sendo muito mente aberta e nos apoiando. Eu acho que eles realmente estão tentando fazer tudo certo dessa vez”

Os criadores da série original, Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko também estão envolvidos no live-action.

Confira a primeira arte conceitual da série:

A animação foi lançada no Brasil como ‘Avatar: A Lenda de Aang’ e teve três temporadas produzidas, originalmente exibidas nos EUA entre 2005 e 2008.

Ainda não há data de lançamento para a série live-action.

Peter Fonda, ator de ‘Sem Destino’, morre aos 79 anos

Peter Fonda, ator conhecido por seu trabalho no filme road-trip ‘Sem Destino’, morreu hoje (16) aos 79 anos de idade devido a um câncer de pulmão.

O anúncio foi feito por sua irmã, a aclamada e premiada atriz Jane Fonda, que fez em uma declaração oficial: “Estou muito triste. Ele era meu irmãozinho mais novo. O falante da família. Tive momentos ótimos com ele nesses últimos dias. Ele se foi sorrindo”.

Sua esposa, Parky, também fez uma declaração em nome da família, dizendo que, “em um dos momentos mais tristes de nossas vidas, não conseguimos encontrar palavras para expressar a dor em nossos corações. E, enquanto sofremos pela perda deste homem gracioso e doce, também celebramos seu indomável espírito e seu amor pela vida”.

Em vida, Fonda foi um ator de grande sucesso, além de ter se aventurado como diretor e roteirista. Ele começou sua carreira em 1962 na televisão, migrando para os cinemas um ano mais tarde com ‘Artimanhas do Amor’. Em 1969, assinou e estrelou o drama ‘Sem Destino’, sendo indicado ao Oscar de Melhor Roteiro ao lado de Dennis HopperTerry Southern. Ele receberia sua segunda indicação, desta vez na categoria de Melhor Ator, pela memorável performance no clássico ‘O Ouro de Ulisses’.

Como diretor, comandou em 1971 o western ‘Pistoleiro Sem Destino’, que, apesar de ter recebido aceitação mista por parte da crítica especializada, tornou-se um de seus maiores clássicos.

Mais recentemente, Fonda deu vida a Mefistófoles no thriller sobrenatural ‘Motoqueiro Fantasma’, contracenando ao lado de Nicolas Cage, e voltou ao meio-oeste com ‘The Ballad of Lefty Brown’. Em 2019, participou de ‘The Last Full Measure’, seu último projeto nos cinemas, cuja estreia está marcada para outubro.

Crítica | ‘Sonic – O Filme’ é nostalgia pura e um deleite para os fãs

Para aqueles que se lembram dos anos entre as décadas de 1990 e 2000, é bem provável que a companhia de videogames Sega tenha feito parte da infância de modo mais impactante que imaginamos. Afinal, a desenvolvedora é simplesmente a responsável por trazer a franquia ‘Sonic’ à vida – criando uma narrativa divertida (e descoberta e redescoberta constantemente por fãs de jogos clássicos) que gira em torno de um ouriço antropomorfizado que luta contra o perigoso Doutor Eggman, um cientista maluco.

Desde 1991 até os dias de hoje, a trupe de personagens já apareceu em diversas produções, migrando para as telinhas um ano depois do lançamento, ganhando inúmeros especiais em longa-metragem e, finalmente, recebendo um tratamento em live-action que segue a onda das inúmeras releituras lançadas na última década. Aqui, a Paramount Pictures ficou a encargo de não apenas trazer esse enredo para os novos adultos que se recordam com facilidade de permanecer horas e horas na frente dos computadores pegando o máximo de anéis de ouro que conseguissem, mas também comprometendo-se a apresentar o icônico universo à nova geração – e o resultado é muito mais divertido e satisfatório do que esperávamos.

Depois de comentários controversos acerca do design do protagonista, ‘Sonic – O Filme’ passou um pouco de seu orçamento original por uma boa causa; resgatando os elementos clássicos dos games em vez de permanecer atado a uma ideia que já havia se provado falha, o estúdio responsável pela adaptação deu voz ao público e não pensou duas vezes em respaldar seus desejos. Dessa forma – e alguns adiamentos depois -, a obra estava pronta e lapidada para chegar as telonas, delineando uma mitologia que, apesar de ter sido explorada em níveis superficiais, pavimenta um caminho interessante para futuras iterações (respaldadas por duas cenas pós-créditos que são um deleite aplaudível para qualquer um que tenha o mínimo de contato com os jogos).

A trama é centrada em Sonic (Ben Schwartz), um ouriço azul dotado de habilidades incríveis que o permitem correr numa velocidade imensurável. Sonic vive em uma dimensão alternativa e é obrigado a fugir para a Terra para escapar de forçar malignas cujo principal objetivo é capturá-lo e entender a fonte de seus poderes. Utilizando aros dourados que o permitem viajar entre os vários mundos que existem na vastidão do universo, ele acaba se isolando em Green Hills, uma pequena cidade do interior dos Estados Unidos, e constrói uma espécie de caverna, onde passa seus dias na mais pura solidão – e desenvolve uma relação platônica com o xerife Tom Wachowski (James Marsden) e sua família.

Como já podemos imaginar, a trama segue uma linearidade nostálgica o bastante para que os espectadores de diferentes idades tenham a oportunidade de se conectar com os personagens apresentados. Mais do que isso, o roteiro assinado por Pat Casey e Josh Miller nutre-se de uma temática conhecida que oscila entre explorações sobre exílio e sobre autoaceitação (não é à toa que Sonic prefira – ou acredite que tudo não passa de uma escolha – se isolar a ter qualquer contato humano). Entretanto, as coisas mudam quando o nosso adorável herói acaba liberando uma quantidade gigantesca de energia, provinda de sua frustração por estar por conta própria, e chama a atenção do governo norte-americano, que contrata a mente sórdida de Robotnik (Jim Carrey) para descobrir o que aconteceu.

Robotnik e Sonic funcionam como dois extremos de uma complexa linha que entrelaça cada uma das personas apresentadas. É claro que precisamos levar em consideração que o filme é destinado principalmente a um público mais jovem (o que suprime investidas mais profundas por parte da equipe criativa). De qualquer forma, o vilanesco cientista é perigoso justamente por sua instabilidade e por seu intelecto inigualável, o que acaba transformando-o em um valentão de jaleco preto cuja missão é conquistar o mundo. Sonic, por sua vez, percebe que precisa fugir (mesmo estando cansado disso), mas acaba cruzando caminho com Tom e perdendo sua única chance de escapar.

Mesmo perdendo um pouco a mão na transição do segundo para o terceiro ato, Jeff Fowler de fato nos surpreende ao comandar o vindouro projeto. Apesar de já ter trabalhado em certas produções cinematográficas e televisivas (ganhando uma indicação ao Oscar de Melhor Curta-Metragem Animado), é notável como o diretor imprimi sua própria perspectiva em uma narrativa que atravessa as gerações. Mais do que isso, sua estreia na esfera dos longas-metragens pura, simples ser sem simplista, conseguindo arquitetar sequências divertidas e recheadas de ação – algumas delas inclusive repaginando o estilo dos games em uma modernização interessante e muito bem-vinda.

‘Sonic – O Filme’ é uma obra surpreendente, cuja promessa em nos levar a um tempo que não voltará mais é cumprida em uma história coesa e emocionante. Mais do que isso, a iteração é movida por uma ingenuidade pueril que nos mantém entretidos do começo ao fim, unindo o novo e o saudosista em um lugar que exala um enérgico potencial.

‘La Révolution’: Ficção da Netflix sobre a Revolução Francesa ganha teaser oficial; Confira!

Netflix divulgou o primeiro teaser oficial de ‘La Révolution’, série fictícia que fará uma releitura da Revolução Francesa.

Confira:

Aurélien Molas é o criador e showrunner da produção. Gaïa Guasti assina o roteiro.

Nesta releitura fictícia da Revolução Francesa, o futuro inventor da guilhotina descobre uma doença que faz com que membros da nobreza matem cidadãos comuns.

‘La Révolution’ estreia em outubro na plataforma, ainda sem data confirmada.

Fiona Apple divulga clipe oficial de “Shameika”, canção do álbum ‘Fetch the Bolt Cutters’

A lendária Fiona Apple divulgou recentemente o videoclipe oficial de “Shameika”, uma das canções do aclamado álbum ‘Fetch the Bolt Cutters’.

Confira:

Crítica | ‘Fetch the Bolt Cutters’ é o melhor álbum do ano (e a obra-prima de Fiona Apple)

Seu quarto álbum de estúdio foi lançado em 17 de abril deste ano e tornou-se o mais bem avaliado do ano, alcançando a pontuação quase perfeita de 98/100 no Metacritic, incluindo uma rara nota máxima do site Pitchfork (o segundo do veículo).

Apple lançou seu primeiro álbum de estúdio em 1996, chamado ‘Tidal’. Desde então, ascendeu a fama com produções impecáveis, dando uma breve pausa em sua carreira em 2012 com ‘The Idler Wheel…’.

‘The Handmaid’s Tale’: Vídeo promocional relembra a jornada de Luke na série; Confira!

Para preparar os espectadores para a aguardada 4ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale’, o Hulu divulgou um novo vídeo promocional que relembra a jornada de Luke (O-T Fagbenle).

Confira:

O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 28 de abril.

Lembrando que a série já foi renovada para a sua 5ª temporada.

Criada por Bruce Miller, a série é baseada no livro ‘O Conto da Aia‘, escrito por Margaret Atwood.

A história se passa na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado. Nesta sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred vive entre comandantes, as suas mulheres cruéis e seus servos – onde qualquer um poderia ser um espião para Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver para encontrar a filha que lhe foi tirada.

O elenco inclui Elisabeth Moss, Max Minghella, Amanda Brugel, Yvonne Strahovski, Joseph Fiennes, Ann Dowd e Madeline Brewer.

‘American Horror Story: Double Feature’: Segredos são revelados na promo oficial do episódio 10×04; Confira!

Hulu e a FX divulgaram a promo oficial de “Blood Buffet”, quarto episódio da 10ª temporada de ‘American Horror Story’, subtitulada ‘Double Feature’.

Na trama, “a sombria história de Provincetown e de seus habitantes é revelada”.

O capítulo vai ao ar no dia 08 de setembro.

A história da décima temporada irá se dividir em duas principais: uma ambientada no mar e outra em terra firme.

O próximo ciclo contará com o retorno dos veteranos Evan PetersKathy BatesBillie Lourd, Finn WittrockLily RabeLeslie GrossmanAdina Porter e Angelica Ross, além da introdução de  Macaulay CulkinKaia Gerber.

10 filmes de fantasia sombria para quem gostou de ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’

O aguardado e elogiado ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’ finalmente chegou ao Prime Video no último dia 21 de janeiro e, apesar de ter dividido o público por sua abordagem nada convencional sobre a clássica mitologia do Rei Arthur e da Távola Redonda.

A história é uma reimaginação da clássica de Gawain e o Cavaleiro Verde. O guerreiro em questão invadiu a corte de Rei Arthur, desafiando qualquer um dos membros da Távola Redonda a atacá-lo com seu machado – mas ele retornaria para devolver o golpe em um ano e um dia. Gawain aceita o desafio e corta a cabeça do Cavaleiro Verde. Ele, por sua vez, pega o próprio crânio decepado e diz, “até daqui um ano e um dia, Gawain”. Dessa forma, cabe ao jovem descobrir como manter sua parte do acordo sem perder a cabeça – literalmente.

Contando com Dev Patel, Alicia VikanderJoel EdgertonBarry KeoghanSean HarrisKate DickieRalph Ineson no elenco, a produção reacendeu o gosto dos espectadores pelo gênero da fantasia sombria.

Pensando nisso, o CinePOP preparou uma lista com dez longas-metragens fantásticos que você precisa conferir caso tenha gostado de ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

LABIRINTO (1986)

‘Labirinto’ é uma subestimada produção que alcançou status cult anos depois de seu lançamento oficial em meados da de´cada de 1980. Com direção de Jim Henson e estrelado por ícones do cenário do entretenimento, como Jennifer ConnellyDavid Bowie, a obra é centrada em uma jovem adolescente que viaja para outro mundo, dominado pelo mortal Jareth, o Rei dos Duendes, para resgatar seu meio-irmão.

EDWARD MÃOS DE TESOURA (1990)

O clássico ‘Edward Mãos-de-Tesoura’ é uma das assinaturas artísticas do conhecido realizador Tim Burton. Na trama, Peg Boggs (Dianne Wiest) é uma vendedora que acidentalmente descobre Edward (Johnny Depp), um jovem que mora sozinho em um castelo no topo de uma montanha, criado por um inventor que morreu antes de dar mãos ao estranho ser, que possui apenas enormes lâminas no lugar delas. Isto o impede de poder se aproximar dos humanos, a não ser para criar revolucionários cortes de cabelos. No entanto, Edward é vítima da sua inocência e, se é amado por uns, é perseguido e usado por outros.

A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA (1999)

A adaptação do clássico romance homônimo foi encabeçada por Burton e, até hoje, insurge como uma das referências no gênero fantástico, principalmente pelos cenários distorcidos e pela incrível fotografia de Emmanuel Lubezki. A produção mistura horror, romance e sobrenatural e acompanha Ichabod Crane, um detetive legista nova-iorquino que é requisitado para viajar à pequena cidade de Sleepy Hollow e examinar uma série de assassinatos que acontecem no local – todos realizados por uma criatura maligna sem cabeça que ganha vida à noite.

A NOIVA CADÁVER (2005)

A Noiva Cadáver é um dos grandes ápices da carreira de Burton – e uma das únicas animações sob seu comando. Lançada há dezessete anos, a obra conquistou o público ao trazer à vida uma fictícia vila vitoriana e focar no complexo relacionamento de Victor, um jovem estabanado que é visto com olhos tortos onde mora, e Emily, a personagem titular que volta dos mortos ao ser pedida em casamento por Victor. Trazendo no elenco nomes como Johnny DeppHelena Bonham CarterEmily Watson e Richard E. Grant, o filme foi aclamado pela crítica especializada e arrecadou quase US$120 milhões ao redor do mundo, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Animação.

CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

Se há um filme que ressoa como fantasia sombria, este é ‘Coraline e o Mundo Secreto’. Apesar de pintado como uma animação stop-motion infantil, toda a atmosfera provém da obra original assinada por Neil Gaiman e gira em torno de uma jovem menina chamada Coraline Jones, que descobre um mundo totalmente diferente do que está acostumada: um universo em que todos a tratam como uma rainha e usam botões no lugar dos olhos. Entretanto, mesmo parecendo um paraíso, esse mundo é recheado de perigos mortais que a querem manter presa lá para sempre.

CAMINHOS DA FLORESTA (2014)

‘Caminhos da Floresta’ é uma visão moderna dos adorados contos dos irmãos Grimm, cruzando as tramas de algumas histórias e explorando as consequências dos desejos e das buscas dos personagens. Este musical engraçado e emocionante segue os contos clássicos de Cinderela (Anna Kendrick), Chapeuzinho Vermelho (Lilla Crawford), João e o Pé de Feijão (Daniel Hittlestone) e Rapunzel (Mackenzie Mauzy) – todos reunidos em uma história original envolvendo um padeiro e sua esposa (James Corden e Emily Blunt), seu desejo de formar uma família e a interação com a bruxa (Meryl Streep) que os amaldiçoou.

A COLINA ESCARLATE (2015)

‘A Colina Escarlate’ acompanha o dia a dia de uma autora que, depois de ter seu coração roubado por um estranho sedutor, é arrastada para uma casa sombria no topo de uma montanha de barro vermelho-sangue – um lugar repleto de segredos que vão assombrá-la para sempre. Entre o desejo e as trevas, entre mistério e loucura, encontra-se a verdade por trás de Crimson Peak, também conhecida como a Colina Escarlate.

SETE MINUTOS DEPOIS DA MEIA-NOITE (2016)

‘Sete Minutos Depois da Meia-Noite’ é um dos filmes mais subestimados da década passada e não tem o reconhecimento que merece. A trama é uma apaixonante e comovente jornada de superação e amor que gira em torno de Conor (Lewis McDougall), um jovem garoto que descobre que sua mãe (Felicity Jones) foi diagnosticada com câncer terminal e que é visitado por um gigantesco monstros antropomórfico (Liam Neeson) que lhe contará três histórias diferentes.

A FORMA DA ÁGUA (2017)

Vencedor do Oscar de Melhor Filme, ‘A Forma da Água’ é construído sobre os grandes conflitos políticos e bélicos e as transformações sociais ocorridas nos Estados Unidos na década de 1960. Aqui, Elisa, zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, conhece e se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa no local. Para elaborar um arriscado plano de fuga, ela recorre a um vizinho e à colega de trabalho Zelda.

MARIA E JOÃO (2020)

Durante um período de escassez, Maria e seu irmão mais novo, João, saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. Ao encontrem uma senhora, cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.

‘Riverdale’: Pragas bíblicas vêm à cidade na promo oficial do episódio 06×18; Confira!

A The CW divulgou a promo oficial de “Biblical”, 18º episódio da 6ª temporada de ‘Riverdale’.

Na trama, “conforme a turma planeja um evento para celebrar dois de seus companheiros, estranhas pragas bíblicas pela cidade ameaçam colocar em risco um dia tão especial”.

O capítulo vai ao ar no dia 27 de junho.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Tom Holland já assinou contrato para ‘Homem-Aranha 4’, apontam rumores

Segundo múltiplas fontes no Twitter (via The Direct), o astro Tom Holland assinou um novo contrato com a Marvel Studios e a Sony Pictures para seu retorno como Homem-Aranha no MCU.

Ainda que nada tenha sido confirmado, as informações indicam que não se sabe para quantos filmes ele fechou o acordo, mas Holland não assinou contrato para fazer quaisquer aparições no Disney+.

Anteriormente, o jornalista Alex Perez, do The Cosmic Circus, revelou que a Marvel e a Sony já tem uma data para lançar ‘Homem-Aranha 4‘.

Os estúdios planejam colocar o filme nos cinemas já em 23 de julho de 2024, então as filmagens teriam que começar no início de 2023.

Se a data se confirmar, o filme fará parte da Fase 5 do MCU  – que terá filmes como ‘Capitão América: Nova Ordem Mundial‘ e ‘Deadpool 3‘.

Há alguns meses, a produtora da Sony, Amy Pascal conversou com o The New York Times e disse que o próximo filme do Cabeça de Teia não deve ser focado no “espetáculo” e na adição de grandiosos personagens, como acontece em ‘Sem Volta Para Casa‘.

Em vez disso, o vindouro longa terá como pilares a qualidade e a emoção.

“Nem todo filme do Homem-Aranha terá uma multidão de personagens. Essa abordagem adequada para este filme, mas não podemos esperar isso em todos os outros. Você não pode pensar em se superar em termos de espetáculo. Caso contrário, os filmes ficam cada vez maiores sem motivo e isso não gera bons resultados. O que queremos é superar questões de qualidade e emoção.”

Ela também disse que o principal objetivo do estúdio é explorar o fim da adolescência de Peter Parker e como ele vai lidar com as consequências de ‘Sem Volta Para Casa‘.

“O que Kevin [Feige] e eu não queremos perder de vista é que Peter Parker é um garoto normal. Agora ele está órfão. Como ele vai lidar com isso no fim de sua adolescência? Tudo em sua vida está em alta e o que acontece aqui e agora importa mais do que tudo. Ele está sendo movido pela bondade e pela culpa, se esforçando por uma causa maior e é difamado pela pela imprensa. É muita coisa para lidar ao mesmo tempo e há muito potencial nisso.”

Lembrando que Pascal já revelou que a Sony e a Marvel estão desenvolvendo uma nova trilogia do herói com o retorno de Tom Holland no papel principal.

 

Você está ansioso para o filme?

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Viaje para a Terra do Nunca no novo teaser OFICIAL de ‘Peter Pan & Wendy’!

Faltam apenas alguns dias para a estreia de ‘Peter Pan & Wendy‘, que chega à Disney+ em 28 de abril e, agora, o Disney+ divulgou um teaser inédito do live-action.

Confira:

Ever Anderson, filha de Milla JovovichPaul W.S. Anderson, dará vida à Wendy, enquanto Alexander Molony interpreta Peter Pan.

O elenco também conta com Jude Law como o infame Capitão Gancho, Alyssa Alook como a princesa Tiger Lily, Rebecca Hall como a Sra. Darling, Jim Gaffigan como o marujo Sr. Smee e Yara Shahidi como a fada Sininho.

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

Conheça a Família Usher no clipe inédito da série de terror ‘A Queda da Casa de Usher’!

Netflix divulgou um clipe inédito de ‘A Queda da Casa de Usher‘, série de terror comandada por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’).

O vídeo apresenta a família titular.

Confira, junto ao trailer:

Baseada na obra do mestre Edgar Allan Poe, a produção será lançada no dia 12 de outubro na plataforma de streaming.

Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.

Carla Gugino, Mark HamillCarl LumblyMary McDonnell estrelam a produção.

Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez, Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth GishRobert LongstreetKate SiegelWilla Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.

Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor MacyEmmy GrinwisMichael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.

O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por ‘Missa da Meia-Noite’, pelos elogiados ‘A Maldição da Residência Hill’‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller ‘Jogo Perigoso’ e a cancelada ‘The Midnight Club’.

Crítica | ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’ é movido a clichês, mas tem seu valor de entretenimento

É notável como a Blumhouse vem perdendo a mão em diversas produções recentes: apenas de memória, podemos citar o fracasso crítico e comercial de ‘Mergulho Noturno’, a frustrante adaptação de ‘Five Nights at Freddy’s’ e a esquecível investida ‘O Exorcista: O Devoto’ – cada qual mostrando uma fadiga não especificamente do gênero do terror, mas das mentes criativas por trás da companhia e de seus projetos. Agora, a produtora nos apresenta a mais uma tentativa de resgatar o brilho de originalidade que tinham há alguns anos com o lançamento de ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’, que chega aos cinemas nacionais amanhã, 14 de março.

O longa-metragem acompanha Jessica (DeWanda Wise), uma mulher recheada de traumas de um passado não muito distante que retorna para a casa de infância ao lado do marido, Max (Tom Payne), e das enteadas – Alice (Pyper Braun) e Taylor (Taegen Burns), esta não tendo uma relação muito próxima ou afetiva com a madrasta. Após se mudarem para o subúrbio a fim de começarem um capítulo novo de suas vidas, Alice cria um amigo imaginário após encontrar um ursinho de pelúcia, dando-lhe o nome de Chauncey e levando Jess a acreditar que aquilo é apenas uma forma da jovem menina lidar com tantas mudanças e com certos fantasmas que continuam voltando a atormentá-la. Entretanto, as coisas mudam drasticamente de forma quando Jess percebe que, de alguma maneira, Chauncey está induzindo Alice a fazer coisas terríveis e que podem colocar todos ali em perigo mortal.

Seguindo os passos de títulos anteriores da Blumhouse, ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’ é desprovido de qualquer originalidade – mas, nesse caso, essa falta de comprometimento com o novo não é algo ruim. É notável como a construção da obra preza mais pela atmosfera do que pelo conteúdo, aliando-se a performances boas o suficiente para nos engajar ao longo de uma hora e quarenta minutos e a certos jump-scares que, por mais óbvios que sejam, nos fazem pular da cadeira. E percebemos que o longa-metragem, em momento algum, tenta dar um passo maior do que consegue e não se rende aos pecaminosos equívocos da presunção fílmica, tendo plena consciência de seu teor escapista e de que, no final das contas, é um título “pipoca” cujo objetivo é nos engolfar em um cosmos nem um pouco próximo da realidade.

Como já mencionado, a produção é recheada dos mais variados clichês – e tem plena noção disso: temos a famosa casa assombrada com um porão assustador que é palco para o encontro entre o sobrenatural e o mundano; os personagens arquetípicos que são jogados em um mandatório arco de amadurecimento, enfrentando traumas que são materializados em criaturas medonhas; os supracitados jumpscares, talhados em movimentações de câmera que premeditam os sustos; a trilha sonora deliberadamente dissonante e com explosões instrumentais que fecham o ciclo de determinada cena; e muitos outros. Todavia, como esses elementos não se levam a sério, é muito fácil ser envolvido pelo projeto cinematográfico que se desenrola à nossa frente e sair da sala satisfeito, desde que não tenhamos as expectativas muito altas.

Jeff Wadlow, colaborador de longa-data da Blumhouse e responsável por títulos como ‘Verdade ou Consequência’ e ‘Ilha da Fantasia’, senta-se à cadeira de direção e tenta fazer o máximo que pode para fornecer estilizações ao filme. Eventualmente, ele percebe que o caminho mais seguro é focar na simetria angustiante de uma fotografia sóbria, no jogo de campo e contracampo que coloca em conflito as personalidades das protagonistas, e na elementaridade dos planos holandeses que ajudam a cultivar a tensão e a conclusão de cada ato. E, de fato, são as performances de Wise e Braun que nos ajudam nessa desequilibrada jornada, ainda mais pela honestidade que pregam em cena.

Um dos deslizes principais é o roteiro. Assinado por Wadlow, Greg Erb e Jason Oremland, a história poderia ter sido mais bem aproveitada caso não quisesse se valer de uma mitologia muito complexa e que envolve muitas subtramas. Afinal, temos explicações constantes de como o amigo imaginário de Alice corresponde a uma entidade cuja manifestação pode caminhar de duas maneiras – uma protetora e outra vingativa, como é o caso de Chauncey. E isso também se relaciona com o laço que une Alice e Jess e os segredos que se escondem no casarão, abrindo espaço para certas pulsões da psicologia que não deveriam existir, restringindo-se, sim, ao sobrenatural e às clássicas histórias de terror pelas quais somos apaixonados.

‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’ é um festival de convencionalismos criativos que, por incrível que pareça, tem o seu valor como entretenimento. É muito fácil se divertir com o longa-metragem caso varramos para debaixo do tapete as falhas estruturais e caso não esperemos nada mais do que nos é prometido. No fundo, a produção entrega aquilo que propõe e é uma pedida interessante para se ver em um final de semana menos movimentado, com um conceito muito bem-vindo que, de fato, não explora todo seu potencial.

Diretor de ‘Coringa’ revela que ele e Joaquin Phoenix consideraram fazer uma PEÇA baseada no filme

Em uma recente entrevista à Variety, o diretor Todd Phillips comentou sobre o antecipadíssimo ‘Coringa: Delírio a Dois’ – e revelou que ele e o astro Joaquin Phoenix (que interpreta o personagem titular) consideraram levar Arthur Fleck aos palcos da Broadway.

Durante a conversa, Phillips comentou que o projeto estava em fases iniciais desde o lançamento do primeiro filme, mas a pandemia de COVID-19 eventualmente suspendeu os planos.

“Quando começamos a pensar sobre isso, percebemos que levaria quatro anos para conseguir alcançar algo assim. E Joaquin teria que doar seis meses de sua vida para fazer [a peça] todas as noites”, ele comentou. “Então, pensamos em fazer isso [no teatro] Carlyle, em um âmbito menor. Mas então chegou o COVID”.

Anteriormente, Phillips trouxe detalhes sobre a aguardada sequência, afirmando que a Arlequina de Lady Gaga em ‘Coringa: Delírio a Dois’ será bem diferente da dos quadrinhos.

“A voz aguda, o sotaque, a mastigação de chiclete e tudo aquilo de coisa atrevida que está nos quadrinhos, nós tiramos. Queríamos que ela se encaixasse neste mundo de Gotham que criamos a partir do primeiro filme.”, ele afirmou.

Segundo ele, a personagem será mais manipuladora e realista que as outras versões.

 

A nova Harley Quinn, batizada de Lee, é descrita por Gaga como uma personagem com falhas e imperfeições.

“Para mim, há muitos erros de afinação, na verdade, de Lee. Eu sou uma cantora treinada, certo? Então até a minha respiração era diferente quando eu cantava como Lee. Quando eu respiro para cantar no palco, eu tenho uma maneira muito controlada de garantir que estou afinada e que é sustentada no ritmo e no tempo certos, mas Lee nunca saberia como fazer nada disso. Então é como remover a tecnicidade de tudo, removendo minha arte percebida e estando completamente dentro de quem ela é”.

‘Coringa: Delírio a Dois’ fará sua estreia na 81º edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontece de 28 de agosto a 07 de setembro.

Com estreia marcada para 03 de outubro nos cinemas nacionais, ‘Coringa: Delírio a Dois‘ traz a cantora Lady Gaga como a Harley Quinn, a amante do personagem vivido por Joaquin Phoenix.

Durante sua participação no Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary, a diretora de elenco Francine Maisler elevou as expectativas do público sobre a performance da estrela (via Deadline).

“Ela está muito bem o papel e sua performance vai explodir as mentes dos fãs. Eu não sugeri Lady Gaga. Não foi ideia minha, mas sim do [diretor] Todd Phillips. O que posso dizer é que ela está realmente surpreendente e muito convincente. Eu a vi atuando e fiquei impactada.”

Ela continuou:

“Todos nós sabíamos o que ela poderia fazer quando assistimos ‘Nasce uma Estrela’ (2018), mas eu pensei: ‘Caramba, ela está em seu habitat natural’. Algo que ela poderia fazer e ser ela mesma. Mas isso… Caramba, ela é muito boa. Joaquin impressiona, e ela consegue acompanhá-lo e não fica ofuscada, ela mostra o quanto é boa.”

Anteriormente, Gaga conversou com o Access Hollywood e afirmou que sua versão da personagem é completamente autêntica:

“Você sabe, minha versão da Harley é única e autêntica para este filme e esses personagens. Nunca fiz nada parecido antes, então será uma experiência completamente nova e muito divertida”.

Vale lembrar que a sequência promete ser um sucesso, considerando que o primeiro trailer se tornou o maior lançamento entre as prévias da Warner Bros. nos últimos anos.

Segundo a Variety, o trailer de ‘Coringa: Delírio a Dois’ somando todas as plataformas conquistou 167 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas após o lançamento. A reportagem ainda afirma que os números do trailer e o engajamento nas redes sociais superaram os do primeiro trailer de ‘Barbie’, tornando-se o maior lançamento da Warner Bros.

Além disso, o trailer se tornou instantaneamente o vídeo mais comentado no YouTube na noite da estreia e conta atualmente com 25,9 milhões de visualizações apenas nessa plataforma.

Durante as primeiras 24 horas, o trailer da sequência de ‘Coringa’ dominou o X, com 10 termos relacionados ao filme em tendência, incluindo #JokerFolieADeux, Gaga, Harley, Harley Quinn, Joaquin Phoenix, Joker, Joker 2, Joker2, Lady Gaga e Todd Phillips.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que o filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Essa é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

Como o novo filme apresenta Lady Gaga como Harley Quinn, as cenas mais impactantes devem se concentrar na sexualidade.

O longa será um musical maníaco com Joaquin Phoenix reprisando o papel do Coringa e Lady Gaga interpretando Arlequina. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Lembrando que Coringa: Folie à Deux estreia em 04 de outubro de 2024.

Confira as fotos, com a nova logo:

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

Millie Bobby Brown e Chris Pratt na prévia INÉDITA de ‘The Electric State’, novo sci-fi dos diretores de ‘Vingadores: Ultimato’

A Netflix divulgou uma prévia inédita de ‘The Electric State‘, sci-fi comandado pelos irmãos Anthony e Joe Russo (‘Vingadores: Ultimato’).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada na plataforma no dia 14 de março de 2025.

Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’), Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) e Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) estrelam a produção.

A trama é ambientada em um futuro alternativo onde humanos e robôs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.

O elenco também é formado por Stanley Tucci, Jason Alexander, Brian Cox, Jenny Slate, Giancarlo Esposito, Anthony Mackie e Billy Bob Thornton.

Christopher MarkusStephen McFeely (‘Vingadores: Ultimato’) assinam o roteiro.

Crítica | ‘Coração de Ferro’ é uma boa série da Marvel, mesmo com seus problemas

A crítica em questão analisa os dois primeiros episódios da série.

É um fato dizer que a Marvel Studios e o cenário de super-heróis em si vêm passando por uma tristonha fadiga criativa – vivendo mais de easter eggs e fan-services do que de boas histórias que realmente encantem o público e apresentem facetas novas de um gênero bastante conhecido e explorado. É claro que, vez ou outra, produções interessantes nos chamam a atenção pela originalidade, como foi o caso da recente série ‘Agatha Desde Sempre’, que levou vários prêmios para casa, e do ótimo ‘Thunderbolts*’, que infelizmente não fez o sucesso de bilheteria que prometia.

Em meio a acertos e erros, o Universo Cinemático Marvel parece não estar conseguindo acertar como deveria – e isso não se deve inteiramente a tentativas falhas, mas a um óbvio boicote promovido por grupos que permanecem em resistência a personagens novos e à mais ínfima centelha de representatividade – seja em relação a qualquer minoria social. ‘Coração de Ferro’, a mais nova série desse panteão super-heroico, vem sofrendo do mesmo mal desde seu anúncio e desde o lançamento dos trailers promocionais, tendo chegado a receber um review-bombing nos agregadores de críticas antes mesmo de sua estreia oficial no Disney+. De qualquer forma, isso não muda o fato de que, através de uma perspectiva diferenciada, o projeto, cujos três primeiros episódios já estão disponíveis na plataforma de streaming, é prático e funcional dentro de seus limites (e com certeza irá atrair a ira de haters sem fundamentação qualquer).

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A trama acompanha Riri Williams, uma jovem supergênia que fez sua estreia no MCU em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ e que volta às telas através de Dominique Thorne em uma sólida performance. Aqui, ela retorna para sua cidade natal, Chicago, após ser expulsa do MIT em virtude de inúmeros problemas burocráticos – mas não antes de colocar as mãos em uma armadura tecnológica que construiu, levando-a consigo para dar continuidade a seus projetos. Marcada pela trágica morte do padrasto e da melhor amiga, Natalie (Lyric Ross), Riri se vê em um beco sem saída até cruzar caminho com Capuz (Anthony Ramos), um homem misterioso que lhe apresenta a junção entre magia e ciência – abrindo possibilidades únicas e arremessando-a para um mundo de perigos inimagináveis.

De forma geral, a série funciona mesmo dentro de limites perceptíveis – mas alguns pontos devem ser levados em consideração: logo de cara, percebemos que a construção do projeto é pautada em uma atmosfera mais urban, por assim dizer, não apenas centrada em uma conhecida metrópole, como destinado a um público específico, trazendo páginas emprestadas de produções como ‘Atlanta’ para erguer uma ambientação peculiar e que nutre de sua própria identidade. E, levando isso em consideração, é notável como o caráter dramático da obra é sutil, trazendo uma leveza que há bastante tempo não víamos dentro do MCU e garantindo que essa narrativa não seja apenas mais um projeto mercadológico qualquer.

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Em meio a essa ideia, certos elementos funcionam e outros não. De um lado, temos um fabuloso elenco que se entrega de corpo e alma a seus respectivos personagens – incluindo Thorne em seu glorioso e melancólico retorno como Riri Williams, singrando por uma vida conturbada que, na verdade, é apenas o desejo de se destacar e de mudar o mundo (por mais que o caminho não seja fácil); Ramos apresentando um novo lado de sua carreira performática como Capuz, alter-ego de Parker Robbins, ainda que não use e abuse do potencial do personagem; Ross em uma entrada única como Natalie, retornando como a IA acoplada ao traje de Riri e trazendo um lado cômico bem colocado; e nomes que incluem Shea Coulée, Sonia Denis, Shakira Barrera e Eric André.

De outro lado, há problemas de ritmo que permeiam o capítulo de estreia, emergindo como uma espécie de “crime imperdoável” por não conseguir nos cativar a princípio. A história desenrola-se de maneira unidimensional, com cenas bem orquestradas, mas que não se arriscam em qualquer momento. Sam Bailey, responsável pelos três primeiros episódios, assume a cadeira de direção e sabe como apresentar ou representar Riri ao público; entretanto, a realizadora escorrega em algumas escolhas repetitivas que são aparadas apenas no segundo capítulo – o que é interessante, considerando que ficamos mais engajados para descobrir os próximos eventos e a consagração oficial da personagem dentro do MCU.

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‘Coração de Ferro’ é uma boa série e ganha pontos ao não se valer de convencionalismos constantes de tantas obras do gênero super-heroico, mesmo que acompanhada de óbvios deslizes. Mantendo-se fiel ao que deseja entregar ao público, a nova atração da Marvel Studios é prática e funcional como deve ser – e em momento algum deseja dar um passo maior que a perna.

Lembrando que os três primeiros capítulos da série já estão disponíveis no Disney+.

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