Ao longo da franquia ‘007‘, o protagonista James Bond já foi interpretado por Sean Connery, George Lazenby, Roger Moore, Timothy Dalton, Pierce Brosnan, e Daniel Craig.
Mas qual deles é o preferido do público?
De acordo com uma pesquisa publicada pela Radio Times, Connery foi o escolhido do público, com 56% dos votos entre 14.000 entrevistados online.
A pesquisa foi dividida em várias rodadas, que colocavam ator contra ator para que o público escolhesse o vencedor.
Ao final, Dalton terminou em 2º lugar, com respeitáveis 32%, enquanto Brosnan ficou em 3º, com 23%.
Daniel Craig ficou em 4º lugar, seguido por Moore e Lazenby.
E aí, você concorda com a classificação?
A Universal Pictures Brasil divulgou hoje (10) um novo cartaz nacional do vindouro ‘007 – Sem Tempo para Morrer’, apontando a estreia para outubro de 2021 nos cinemas.
Confira:
Vale lembrar que o longa, que marca a despedida do astro Daniel Craig do personagem, ainda corre o risco de ser vendido para um streaming ao invés de ser lançado nas telonas.
Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.
Ao invés de 16 de Novembro de 2021, o filme agora estreia apenas dia 27 de Maio de 2022.
A estreia foi adiada por conta da crescente onda da variante Delta no mundo todo.
Depois de mais de 30 anos servindo a marinha como um dos maiores pilotos de caça, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) continua na ativa, se recusando a subir de patente e deixar de fazer o que mais gosta, que é voar. Enquanto ele treina um grupo de pilotos em formação para uma missão especial que nenhum “Top Gun” em vida jamais participou, ele encontra Bradley Bradshaw (Miles Teller), que tem o apelido de “Rooster”, o filho do falecido amigo de Maverick, o oficial Nick Bradshaw (Anthony Edwards), conhecido como “Goose”.
Enfrentando um futuro incerto e lidando com fantasmas de seu passado, Maverick confronta seus medos mais profundos em uma missão que exige sacrifícios extremos daqueles que serão escolhidos para executá-la.
Tom Cruise recebeu recebeu US$ 13 milhões pelo filme. Parece um valor baixo, considerando queChris Hemsworth recebeu US$ 20 milhões por ‘Thor: Amor e Trovão‘, mas Cruise também recebe uma boa fatia das bilheterias além do cachê bruto.
Para se ter uma ideia, Cruise também recebeu US$ 75 milhões por ‘Missão: Impossível – Protocolo Fantasma‘ levando em conta o cachê mais porcentagem da bilheteria.
Dirigido por Joseph Kosinskie com roteiro de Christoipher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm, e Ed Harris.
Já se passaram 134 anos da assinatura da Lei Áurea e o trabalho escravo continua sendo praticado no Brasil. Esse é o tema do longa ‘Pureza‘, de Renato Barbieri, que já está em exibição nos cinemas.
O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um clipe da produção.
Assista:
Vencedor de 28 prêmios nacionais e internacionais, o longa ‘Pureza‘ é inspirado na história real de Dona Pureza Lopes Loyola, uma mãe brasileira que luta para livrar seu filho do trabalho escravo no país e se torna símbolo desta causa no mundo inteiro, sendo agraciada em 1997, em Londres, com o Prêmio Antiescravidão, conferido pela organização não-governamental britânica Anti-Slavery International, a mais antiga organização abolicionista em atividade.
Dirigido por D.J Caruso, de ‘Eu Sou o Número Quatro‘ e ‘Paranoia‘, o longa acompanha a jovem Jessica (Qualley) e seus dois filhos. Enquanto organiza a casa de sua mãe em uma localidade remota para vendê-la, ela é surpreendida pelo ex-namorado violento, Rob (Jake Horowitz), e Sammy (Vincent Gallo), um perigoso foragido da justiça. Para se vingar de Jessica, Rob a tranca na despensa da casa. Aproveitando-se da situação, Sammy retorna à casa atrás de Lainey (Luciana VanDette), a filha mais velha do casal. Desesperada, Jessica procura uma saída para salvar seus filhos do perigo iminente.
Confira a lista:
“Eu estava animado para dirigir esse filme desde o momento em que li o roteiro brilhante de Melanie, em 2019. Eu tive liberdade criativa para guiar esta história que apresenta um personagem que luta contra circunstâncias terríveis para encontrar uma nova vida”, contou o diretor em uma entrevista para o Deadline.
Sucesso de público nos Estados Unidos e no México, o roteiro, escrito por Melanie Toast, foi destacado na 15ª edição da premiação The Blacklist, em 2019. O evento elege os melhores roteiros ainda não produzidos, votados por produtores de Hollywood e agências de talentos. Filmes como “Bela Vingança” e “Não se Preocupe, Querida” já foram reconhecidos em edições anteriores.
“Trancada” é produzido por Dallas Sonnier e Amanda Presmyk.
‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘ estreia em 28 de março nos cinemas nacionais e os críticos já assistiram a produção.
O filme foi bastante elogiado, apesar da trama dos humanos não ter agradado tanto – assim como dos filmes anteriores.
Porém, as cenas de ação e luta entre os monstros parece valer o ingresso.
Confira as reações:
“Godzilla x Kong: O Novo Império é o filme MonsterVerse mais divertido até agora, aquele em que parece que todos entenderam a tarefa. A história é um pouco tênue, mas a destruição do titã mais do que compensa.”
Godzilla x Kong: The New Empire is the most enjoyable MonsterVerse movie yet, the one where it feels everybody understood the assignment. Story is a bit thin, but the titan smashing more than makes up for it. #GodzillaXKongpic.twitter.com/gk8gDeYXhT
#GodzillaXKong foi mais divertido do que eu esperava. Fiquei feliz em ver Kong receber mais respeito. Foi bom ver mais monstros e humanos menos irritantes. As batalhas foram legais, mas bregas, e a ciência ficou um pouco nerd. Parecia que Christopher Nolan e WWE fizeram um filme de monstros.
#GodzillaXKong was more fun than I expected. I was happy to see Kong get more respect. It was nice to see more monsters and less annoying humans. The battles were cool but corny, and the science got a little too nerdy. Felt like Christopher Nolan & WWE made a monster movie. pic.twitter.com/FQqE6FnyAK
— Emmanuel (E-Man) Noisette (@EmansReviews) March 26, 2024
#GodzillaXKong é um espetáculo importante que deslumbra com seus vibrantes visuais em tecnicolor. As batalhas épicas entre os titãs são de cair o queixo e são acompanhadas por uma história com um coração gigantesco. Além disso, há Dan Stevens flexionando uma camisa havaiana por 2 horas.”
#GodzillaXKong is a momentous spectacle that dazzles with its vibrant technicolor visuals. The epic battles btwn the titans are jaw-dropping and are accompanied by a story with a gargantuan heart. Plus, there’s Dan Stevens flexing in a Hawaiian shirt for 2 hours. pic.twitter.com/PsBMAdsQjH
— Shannon | #FreePalestine (@shannon_mcgrew) March 26, 2024
“#GodzillaXKong: O Novo Império é um passeio divertido com Godzilla e Kong de volta. É outra razão para ver esses dois Titãs esmagando e atacando monstros e destruindo cidades. Skar King era promissor, mas não ficou tão ameaçador. A história humana é totalmente esquecível.”
#GodzillaXKong The New Empire is a fun ride with Godzilla and Kong back at it again. It’s another reason to see these two Titans smash and bash monsters and destroy cities. Skar King had promise but wasn’t threatening overall. The human story was forgettable. pic.twitter.com/NWa1Zf5T6d
O filme vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.
O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.
O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.
Vale lembrar que ‘Bailarina’passou por vários problemas de produção e teve que ser praticamente todo refilmado.
A primeira versão não agradou o estúdio, o que levou Chad Stahelski – diretor dos filmes do ‘John Wick‘ –a substituir o diretor Len Wisemannas refilmagens do longa.
Foram quase 3 meses de refilmagens, ou seja, praticamente o filme todo.
“O filme foi testado novamente na semana passada, e tinha o visual de Stahelski e suas refilmagens por toda parte. Comparado ao corte original, as pontuações dispararam significativamente. As refilmagens salvaram muito este filme.”, afirmou o BSL.
BALLERINA tested again last week, with Stahelski’s fingerprints and reshoots all over it. Compared to the original cut, scores skyrocketed significantly. Reshoots saved this movie big time. https://t.co/OPOs7rVvwA
A Lionsgate tinha realizado uma exibição teste no começo do ano que foi desastrosa, e o adiamento foi gerado pela necessidade de filmar novas sequências de ação que pudessem atender às altas expectativas dos fãs da franquia.
‘Bailarina‘ acabou atrapalhando o cronograma do reboot de ‘Highlander’, já que o diretor Chad Stahelskitambém comandará o filme estrelado por Henry Cavill.
No entanto, tanto o atraso em ‘Highlander’ quanto o adiamento de ‘Bailarina‘ foram necessários, já que, segundo uma fonte citada no relatório, um fracasso na franquia ‘John Wick’ não é uma opção.
“É claro que Chad teve que limpar a bagunça de outra pessoa. Eles não podem ter um fracasso em nada relacionado a ‘Wick’”, disse a fonte
‘Bailarina’ será lançado no dia 05 de junho de 2025.
Assista ao trailer repleto de cenas de luta coreografadas – marca registrada da franquia:
Depois de anos de pedidos dos fãs, rumores e falsas esperanças, ‘A Múmia 4‘ finalmente começou a ganhar forma. A nova sequência promete trazer de voltaBrendan Fraser e Rachel Weisz, protagonistas dos dois primeiros filmes da franquia, e resgatar o espírito de aventura, humor e fantasia que transformou ‘A Múmia‘ (1999) em um clássico absoluto do cinema pipoca.
Desde o fracasso do reboot estrelado por ‘Tom Cruise‘ em 2017, a Universal percebeu que o verdadeiro tesouro da franquia nunca esteve em universos compartilhados, mas sim no carisma de seus personagens originais. E agora, tudo indica que o estúdio finalmente aprendeu a lição.
Rumores indicam que a Radio Silence, responsável por sucessos como ‘Casamento Sangrento‘ e o reboot de ‘Pânico‘, vai reiniciar a franquia tentando equilibrar aventura clássica com um toque moderno, sem perder o humor e o ritmo que definiram a franquia no início dos anos 2000.
Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (‘Casamento Sangrento’, ‘Pânico’) devem assumir a cadeira de diretores, enquanto David Coggeshall (‘Plano em Família’) ficará responsável pelo roteiro.
Outro detalhe que anima os fãs é a presença de Sean Daniel, produtor dos filmes originais, novamente envolvido no projeto — o que reforça a intenção de respeitar a identidade da saga.
Tudo aponta para que ‘A Múmia 4‘ vai ignorar os eventos do terceiro filme, funcionando como uma continuação direta de ‘O Retorno da Múmia‘ (2001). Ainda não há detalhes oficiais sobre a trama, vilão ou ambientação, mas a expectativa é que o longa volte às raízes: mitologia egípcia, aventuras arqueológicas, criaturas sobrenaturais e muito carisma.
O astro Brendan Frasercomentou recentemente sobre os persistentes rumores de um quarto filme para a épica franquia de aventura.
Conforme o Collider, Fraser manteve o mistério, mas não escondeu o entusiasmo com a possibilidade de retornar ao papel de Rick O’Connell:
“Meus lábios estão selados! Estou esperançoso de ter boas notícias em breve, porque sei o quanto esses filmes foram populares. As pessoas me dizem: ‘Eu cresci assistindo a esse filme e agora tenho filhos que assistem’. Vamos todos cruzar os dedos e acender uma vela”, declarou o ator.
Quando questionado diretamente se gostaria de voltar ao set para uma nova caçada arqueológica, Fraser foi enfático: “Se eu gostaria? Com certeza. Sempre disse que gosto dessa ideia e sempre vou gostar. É só que… bem, não cabe a mim ‘puxar esse gatilho!'”.
O ator, que vive um excelente momento na carreira após sua vitória no Oscar, continua sendo o favorito dos fãs para liderar uma continuação que resgate o espírito divertido e clássico dos filmes dos anos 90 e 2000.
Mais detalhes não foram divulgados.
Lançado em 1999, ‘A Múmia’ nos levou de volta para a década de 1920 e acompanhou uma aspirante à arqueóloga e seu irmão que se unem a um aventureiro para encontrar um tesouro. Entretanto, nessa viagem milenar, o trio acaba ressuscitando uma múmia diabólica e vingativa que deseja transformar o planeta em um cenário de guerra.
Apesar das críticas mistas à época do lançamento, o filme dirigido por Stephen Sommerstransformou-se em um clássico cult que foi redescoberto e elogiado pela trama despojada e pelo trabalho do elenco – que incluiu Rachel Weisz, Arnold Vosloo, John Hannah e Oded Fehr. Arrecadando US$422,5 milhões ao redor do mundo, o sucesso financeiro deu origem a duas sequências diretas – ‘O Retorno da Múmia’ e ‘A Múmia: Tumba do Imperador Dragão’ – e uma pré-sequência intitulada ‘O Escorpião Rei’.
Não adianta, quando uma série conquista nossos corações em algum momento das nossas vidas vamos querer novamente reencontrar aqueles personagens, aquela história. Pensando em seriados recentes que após sua conclusão já deixam saudades, segue abaixo uma lista bem legal com 5 seriados que você vai querer rever daqui alguns anos!
Na trama, conhecemos o treinador de futebol americano Ted Lasso (Jason Sudeikis), que é curiosamente contratado por Rebecca Welton (Hannah Waddingham), presidente de um time da primeira divisão do futebol inglês, a Premier League, para assumir o time e lutar arduamente contra o rebaixamento. A questão é que Ted não entende nada de futebol (o soccer) e vamos entendendo melhor aos poucos que tudo faz parte de um plano maquiavélico da presidente numa espécie de vingança sobre o marido (ex-acionista do time). Mas o jeito carismático do protagonista vai me mexer com a vida de todos nesse clube.
Criada por Amy Sherman-Palladino, Maravilhosa Sra. Maisel conta as aventuras de Midge (Rachel Brosnahan) uma dona de casa, altamente dedicada ao marido Joel (Michael Zegen) que aos poucos acaba descobrindo um talento para fazer comédia, nos primórdios dos Stand Up Comedy. Ela vem de uma tradicional família judia, filha do professor de matemática Abe (Tony Shalhoub) e de Rose (Marin Hinkle). Quando Midge se separa de Joel, sua vida se transforma e assim acaba embarcando no mundo artístico com a ajuda de Susie (Alex Borstein), sua nova amiga.
O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Darkchegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, bastou os espectadores irem aos poucos terminando a temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo, culminando no desfecho da última temporada dentro do período pandêmico que o mundo viveu em 2020. Muito bem ranqueado em diversas listas dos principais sensores de cinema/séries do mundo, Darké uma série difícil de esquecermos.
Na trama, ambientada em um pós guerra na Inglaterra, conhecemos a ascensão da família Shelby, conhecidos como Peaky Blinders, envolvida em violência e corridas de cavalo na cidade de Birmingham. O líder não é o irmão mais velho e sim o do meio, Tommy, um ex-soldado de guerra que possui uma frieza e punho firme necessários para o crescimento de sua família. Abordando inúmeros temas importantes que vão desde a corrupção na polícia (já naqueles tempos), até a luta das mulheres por direitos mais equivalentes aos homens no mercado de trabalho, Peaky Blinders possui intenso episódios por temporadas sempre com um grande desfecho impactante.
Criada porMike White, The White Lotusnos leva para uma fascinante jornada até um badalado hotel, caríssimo, que fica no Havaí. Nossos olhos são alguns personagens que chegam até o local em um barco disponível apenas para os hóspedes vips. Assim, conhecemos uma família que beira ao disfuncional, uma solteirona carente e com muitos problemas emocionais que tem como objetivo jogar as cinzas da mãe no mar, um casal que acabara de se casar e vai passar parte da lua de mel no hotel. Esses completam um lado da história que tem seu complemento com a visão dos funcionários do hotel sobre todas as curiosas situações que acontecem durante o tempo desses vips no lugar, principalmente o gerente do hotel e a administradora do SPA aberto para clientes do hotel.
Praticar esportes nos ajuda a melhorar a aparência, eleva a nossa qualidade de vida e nos proporciona milhares de benefícios à saúde. No entanto, pode rolar aquela preguiça de praticar alguma atividade física e acabamos cedendo preciosas horas no sofá ou na cama. Para os cinéfilos, que sempre procuram inspiração no cinema, alguns clássicos podem vir bem a calhar como forma de empurrão para que demos a largada!
Está pronto para se inspirar?
Selecionamos 6 personagens para nos inspirar a praticar esportes. Confira a nossa lista, diga qual seu preferido, comente sobre o que deixamos de fora. E não se esqueça: Pratique exercícios! E na volta, assista a mais filmes. =)
6) Nunca Mais (2002)
Tudo bem, o primeiro filme da lista não é exatamente um clássico, já que seu lançamento ocorreu na década passada. Este é o item mais recente da lista, no entanto. Dirigido por Michael Apted, este suspense estrelado pela musa latina Jennifer Lopez fala sobre abuso doméstico, um mal que muitas mulheres enfrentam. A atriz interpreta uma personagem que acredita ter encontrado a felicidade ao se casar com um príncipe encantado. Um tempinho depois e o marido se mostra um verdadeiro sapo, digno de Dormindo com o Inimigo (1991). Depois de tentar de tudo para impedir a violência do sujeito, a única solução que encontra é aderir ao Krav Maga, técnica de autodefesa israelense, que também se tornou popular no Brasil. Muitas pessoas optam por este tipo de esporte, as lutas, como forma de exercício aeróbico e cada vez mais academias especializadas neste tipo de atividade física encontram seus adeptos.
5) Karatê Kid – A Hora da Verdade (1984)
Como dizia a música que embala este filme: “I am the man Who Will fight for your honor”, ou “eu sou o homem que irá lutar por sua honra”. Agora sim adentramos o território dos clássicos do cinema. Karatê Kidé um dos filmes mais queridos da década de 1980. Assim como Nunca Mais, esta produção aborda o esporte como defesa e estilo de vida. Daniel Larusso (Ralph Maccio), ou Daniel San para os íntimos, é um jovem que acaba de se mudar com a mãe divorciada para uma nova cidade. No novo colégio, sofre bullying nas mãos de valentões, e descobre que os mesmos frequentam uma academia de artes marciais. É quando ele termina sendo acolhido pelos ensinamentos do icônico Sr. Miyagi (Pat Morita), que, ao lado do Yoda de Star Wars, entrou para a história como o mestre mais querido da sétima arte. Karatê Kid fala sobre superar as adversidades e as barreiras que a vida coloca em nossa frente. Para desistir, primeiro temos que tentar, e só assim iremos pegar aquela mosquinha com Hashi (palito de comer japonês).
4) Footloose – Ritmo Louco (1984)
Outro marco do cinema dos anos 1980 e, coincidentemente, do mesmo ano de Karatê Kid. Quem nunca ouviu a música tema deste filme que atire a primeira pedra (ou melhor, quem nunca dançou ao som dela em alguma festa). Footloose pode ser considerado um musical moderno, embora ninguém se atine a sair cantando entre uma cena e outra. O filme trata sobre uma cidade na qual festas, música e dança são proibidas devido a um acidente que tirou a vida de jovens. Já imaginou? Kevin Bacon interpreta um jovem vindo da cidade grande que desafia as leis desta cidadezinha, até que tudo volte ao normal. A dança, assim como as lutas, é uma grande método de exercício, para entrar em forma e cuidar da saúde. E existem inúmeros tipos de dança para fazer suar a camisa e conquistar aquele corpo desejado. No Brasil inclusive temos danças típicas e ritmos próprios, só encontrados por aqui, que fazem sucesso no exterior. A dança é uma ótima forma de extravasar o estresse também, assim como Ren (Bacon), o protagonista do filme.
3) Rocky – Um Lutador (1976)
Sylvester Stallone é um ator que construiu sua carreira baseado em sua exímia forma física, e para isso foi necessário muito exercício. Rocky – Um Lutador traz Stallone na pele de um boxeador de quinta categoria, que recebe a chance de sua vida ao ser escolhido para disputar o título contra o atual campeão Apollo Creed (Carl Weathers). Rocky rendeu 5 continuações e um recente derivado (Creed – Nascido para Lutar). O filme é também um dos mais prestigiados desta lista, tendo conquistado a honra de vencer o Oscar de melhor filme em seu respectivo ano. No Brasil, o MMA se tornou um esporte muito popular e vem se tornando uma paixão nacional. O boxe, esporte defendido no filme, é a base de muitos lutadores que ingressam neste novo fenômeno mundial. Rocky fala sobre o dia de glória que todos nós recebemos pelo menos uma vez na vida, o qual não devemos desperdiçar. Não importa o quanto a vida te bata, é necessário saber levantar e seguir em frente. Palavras sábias do próprio “garanhão italiano” Rocky Balboa, um dos melhores personagens da história do cinema.
2) Um Sonho Possível (2009)
Baseado em uma história real que inspirou muitas pessoas, a trama mostra a difícil juventude de Michael Oher (Quinton Aaron) – que na vida real se tornou um bem sucedido jogador de futebol americano. Acompanhamos o adolescente Mike, que sobrevive sozinho como um sem-teto. Após ser adotado por Leigh Anne Tuohy (Sandra Bullock, vencedora do Oscar de Melhor Atriz) e sua família, ele finalmente recebe o apoio necessário para se transformar em um grande astro do esporte.
‘Um Sonho Possível‘ nos toca ao mostrar uma história de superação, já que no mundo real temos muitas situações parecidas com a de Mike: jovens talentosos e cheios de força de vontade que não tem recursos financeiros para desenvolver seus talentos, uma vez que os equipamentos esportivos são caros e ultrapassam suas possibilidades. Felizmente, o competitivo mercado esportivo nos deu ferramentas para economizar com promoções e métodos de compras inteligentes com cupom de desconto, disponíveis no Picodi.com, como Netshoes, Centauro e Futfanatics.
1) Forrest Gump – O Contador de Histórias (1994)
Outro vencedor do Oscar na lista, Forrest Gump é também 13º filme mais adorado da história, segundo o site IMDB(a bíblia do cinema a internet). Pelo filme, o astro Tom Hanks levou seu segundo Oscar de melhor ator, se tornando o segundo da história a conseguir duas vitórias consecutivas na premiação. No filme, Hanks vive o protagonista, um rapaz de QI baixo, que passa pelos períodos divisores de água para a história dos EUA, como a Guerra do Vietnã. Gump também era um esportista nato e fez de tudo um pouco: jogou futebol americano, correu da infância até a vida adulta, e participou de campeonatos de pingue-pongue, sua grande paixão. Este é outro filme motivacional que ensina a seguir atrás dos sonhos e que através dos incentivos certos, tudo o que basta é querer.
Hollywood, a maior indústria de cinema do mundo, segue tendências. Certos tipos de filmes são fabricados aos montes em determinadas épocas. Por exemplo, nos anos 50, o medo do comunismo durante a Guerra Fria fez surgir ficções científicas em que a Terra era visitada por seres “estrangeiros” de outros planetas – que muitas vezes pareciam com qualquer um de nós, comigo ou você. A década de 70 viu surgir os mais variados filmes catástrofes. Atualmente são os super-heróis de quadrinhos que mandam e dominam os cinemas. O sucesso de ‘Top Gun: Maverick’ no entanto, serviu para consolidar outra tendência: as sequências tardias de clássicos da década de 80 (ou 90) que resolvem apostar na nostalgia. Há algum tempo temos exemplares do tipo, vide ‘Cobra Kai’ e ‘Um Príncipe em Nova York 2’, mas podemos afirmar sem sombra de dúvida que o segundo ‘Top Gun’ foi o auge do subgênero.
Agora, parece que começamos a nos deparar com outra tendência em Hollywood, mas ainda é cedo para dizer se irá vingar: as sequências tardias de filmes que não pediam sequência. Geralmente os gêneros mais confortáveis a inaugurar franquias são os mais populares com o público mais jovem ou o grande público de forma geral, ou seja, filmes de ação, aventura, comédia, terror, ficção científica ou infantis. É claro que nem todos dentro de tais gêneros são filmes indicados para uma continuação, que em geral chega quando fica um gancho para tal, por exemplo, continuar as aventuras de exploradores (como Indiana Jones), agentes secretos ou policiais nas telonas. Algumas narrativas simplesmente possuem começo, meio e fim contidas em si e não deixam espaço para novas histórias. Bem, isso é o que se achava, já que Hollywood tem feito alguns anúncios ousados para suas continuações. São estes projetos que iremos conhecer logo abaixo. Confira.
Twisters
O título no plural entrega que se trata da continuação de ‘Twister’, um dos maiores sucessos de 1996, produzido por Steven Spielberg. A trama é simples e fala sobre cientistas meteorológicos, viciados em adrenalina que “caçam” tornados a fim de os compreender melhor e evitar a destruição causada por eles. Mas o motivo mesmo para a existência do filme era exibir os impressionantes efeitos visuais que criavam tornados tão realistas quanto os dinossauros de ‘Jurassic Park’ (1993). A proposta era quase a de um simulador de parque de diversões, numa época em que produções com efeitos realistas do tipo não eram comuns.
‘Twister’ foi lançado no mesmo ano de ‘Independence Day’, blockbuster de sucesso que também não pedia continuação, mas ganhou uma 20 anos depois. Agora chega a vez de ‘Twister’, cuja sequência já contratou o diretor Lee Isaac Chung, do Oscarizado ‘Minari: Em Busca da Felicidade’ (2020), e os protagonistas, vividos por Daisy Edgar-Jones (‘Fresh’ e ‘Em um Lugar Bem Longe Daqui’) e Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’). Resta saber se Helen Hunt fará uma aparição como a Dra. Jo Harding. A estreia é anunciada para o verão americano, em julho de 2024. O filme original está disponível apenas para aluguel nas plataformas digitais.
‘Gladiador’ (2000) é um dos maiores sucessos da história do cinema. O épico que trouxe para os novos tempos o subgênero de “sandália e espada” contou a história de Maximus (Russell Crowe), o general do exército romano traído pelo filho invejoso do Imperador, transformado em escravo e depois em gladiador, lutando para sobreviver nas sangrentas arenas. O filme transformou Crowe e Joaquin Phoenix (que vive o vilão) em astros, e venceu 5 dos 12 Oscar aos quais estava indicado, incluindo melhor filme e ator (Crowe). Fora isso, é o número 37 dos mais queridos de todos os tempos no IMDB.
Quando começaram a surgir boatos sobre um possível ‘Gladiador 2’, ninguém deu muita trela, afinal ambos os personagens de Crowe e Phoenix morriam ao final do primeiro. A primeira informação que ligou os alertas foi a presença do mesmo Ridley Scott na direção. Depois veio a confirmação de Paul Mescal (indicado ao Oscar desse ano por ‘Aftersun’) como o novo protagonista, e a contratação do igualmente indicado ao Oscar desse ano Barry Keoghan (‘Os Banshees de Inisherin’) para o elenco. Mas sentimos que a coisa era séria de verdade com a escalação de um certo Denzel Washington, transformando ‘Gladiador 2’ num filme imperdível. A estreia é para novembro de 2024. O filme original está disponível na Netflix, na Amazon Prime Video e na Star+.
‘Fogo Contra Fogo’ (1995) fez muito sucesso nos anos 90, e ficou conhecido como o filme que uniu pela primeira vez em tela os lendários Al Pacino e Robert De Niro – tudo bem que eles contracenam apenas por poucos minutos juntos, na cena da lanchonete quando se confrontam (um dos melhores momentos do filme). Mas seria injusto definir ‘Heat’ (no título original) apenas desta forma, já que se trata de um dos melhores filmes de ação policial dos anos 90, e um dos longas mais adorados da história do cinema, contando sobre um dedicado e preciso líder de um grupo de ladrões de banco, e o policial obstinado que o persegue. Apesar do imenso sucesso e de nunca ter deixado a cultura pop ao longo de todos esses anos, ninguém nunca havia pensado que o filme de Michael Mann pudesse ser continuado.
Porém, foi o próprio diretor quem jogou a isca para a sequência, voltando novamente os holofotes para o clássico. Acontece que Mann escreveu ‘Heat 2’, livro que continua a história do filme. A narrativa, assim como em ‘O Poderoso Chefão – Parte 2’ (1974), se passa em duas linhas temporais, no passado, mostrando como o policial Vincent Hanna (Pacino) e o ladrão Neil McCauley (De Niro) se tornaram quem são; e no presente, continuando os eventos mostrados no filme de 1995. Coincidentemente (ou não), Pacino e De Niro estiveram no segundo ‘Poderoso Chefão’, apesar de não contracenarem. A Warner já ligou o alerta e pretende levar o livro às telonas, com Mann dirigindo novamente. Boatos afirmam que Adam Driver estaria em negociações para viver o jovem Neil. O filme original está disponível na HBO Max, na Amazon Prime Video e na Star+.
Por falar em sequências de clássicos da ação dos anos 90, um dos melhores e mais adorados da época foi ‘A Outra Face‘ (1997), filme que uniu em tela para um embate explosivo os astros John Travolta e Nicolas Cage. É preciso ter em mente que na época a dupla estava em seu auge, com Travolta vivendo uma boa fase após uma indicação ao Oscar pelo sucesso ‘Pulp Fiction’ e do sucesso de ação ‘A Última Ameaça’ (Broken Arrow), dirigido pelo mesmo John Woo; e Cage havia ganhado o seu Oscar (‘Despedida em Las Vegas’) e feito o sucesso ‘A Rocha’. Em ‘A Outra Face’, Travolta é um agente obcecado em prender o terrorista vivido por Cage, mesmo que para isso precise trocar de rosto e identidade com ele.
‘A Outra Face’ é mais um filme cuja ideia de uma sequência parece altamente inadequada. Tratado incialmente como um remake, o filme começou a ganhar outros contornos. Isso porque o diretor contratado para o novo filme, Adam Wingard (responsável pelo sucesso ‘Godizlla vs. Kong‘ – e que está desenvolvendo a continuação deste) decidiu que queria os retornos de Nicolas Cage como Castor Troy e John Travolta como Sean Archer. Cage inclusive já se pronunciou sobre o fato, dizendo que adoraria retornar, e que a história dessa vez poderia se concentrar nos filhos do policial e do criminoso, além de, é claro, neles dois – aumentando as apostas para as “outras faces”. Apesar de estar em desenvolvimento atualmente, o filme deve demorar um pouco até sair do papel. O filme original está disponível na Star+.
Anunciada há quase 3 anos, a continuação de ‘A Paixão de Cristo’ (2004), de Mel Gibson, ao que tudo indica irá finalmente sair do papel em 2024, se juntando a outras duas sequências inesperadas que abordamos aqui nessa lista – ‘Gladiador 2’ e ‘Twisters’. ‘A Paixão de Cristo’ foi uma ambiciosa produção dirigida por Mel Gibson que, apesar de chocar grande parte de sua plateia com a violência mais que gráfica na hora da punição de Jesus Cristo, torturado pelos romanos, se tornou um dos maiores sucessos daquele ano, da década e da história do cinema – com uma bilheteria de mais de meio bilhão de dólares, que arrecadou 20 vezes o seu orçamento.
Intitulado ‘A Paixão de Cristo – Ressurreição’ (ao menos até o momento), a sequência será novamente dirigida por Mel Gibson, que também apronta o quinto Máquina Mortífera, como ator e realizador. A história irá se concentrar nos eventos que ocorreram nos três dias entre a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo. O ator Jim Caviezel está confirmado para retornar como Jesus na sequência – dessa vez esperamos sem raio na cabeça. A continuação é prometida para 2024. O filme original está disponível na Star+.
‘O Rei do Show’ (2017) é um dos filmes que mais dividiram as opiniões dos críticos e do público nos últimos tempos. O musical estrelado pelo astro Hugh Jackman sem dúvidas era ambicioso e tinha aspirações de se tornar um fenômeno de crítica e quem sabe chegar até o Oscar nas principais categorias, como melhor filme. Biografia de P. T. Barnum, o criador do conceito do circo, o longa desafia qualquer um a não se contagiar com suas canções empolgantes, números musicais belíssimos e uma mensagem bonita de aceitação. No entanto, o longa sofreu um grande “backlash” quando os críticos apontaram que Barnum não era, por assim dizer, uma figura tão humanitária assim, e explorava seus empregados.
O astro Hugh Jackman sentiu o golpe quando as críticas não foram nada favoráveis à superprodução. Jackman se dedicou por anos e apostou todas as suas fichas no sucesso do musical. Hoje, o filme soma 56% de aprovação dos críticos, o que não é de todo ruim, mas esperava-se bem mais. Num aspecto financeiro, ‘O Rei do Show’ não fez feio, arrecadando quase meio bilhão de dólares nas bilheterias mundiais. E parece que Hugh Jackman irá rir por último nessa história, já que o astro vem falando constantemente sobre a possibilidade de uma sequência para o musical. O ator, adepto de continuações, disse estar totalmente a bordo de um novo ‘Rei do Show’, e tal empolgação contagiou também o diretor Michael Gracey (do original), que espera dirigir Jackman novamente. Apesar do entusiasmo da dupla, nada de concreto sobre a continuação foi confirmado. O que pode mudar muito em breve. O filme original está disponível na Disney+.
De acordo com o Variety, um canal a cabo francês está desenvolvendo uma série baseada no livro de H.G. Wells, ‘Guerra dos Mundos‘. O projeto terá 8 episódios, e será ambientado nos dias atuais.
Esta nova adaptação foi criada por Howard Overman (‘Merlin‘). “De muitas maneiras, o romance de H.G. Wells é um conto preventivo de superioridade racial e conflito étnico,” disse ele. “São esses temas que eu queria explorar mais completamente na minha moderna re-imaginação. Estou ansioso para trazer a nossa versão ousada, nova e relacionável, inspirada por esta história muito amada, para um novo público.”
Curiosamente, a BBC One também está desenvolvendo uma minissérie, de três capítulos, baseada no mesmo material, a produção, inclusive, já ganhou a primeira imagem oficial.
Ainda sem data definida para o lançamentos, o canal revelou apenas que a adaptação será muito mais fiel à obra de H.G. Wells, se passando inclusive na cidade de Surrey, na Inglaterra, durante a era vitoriana, início do século XX.
Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.
A Netflix renovou oficialmente a série ‘Baby‘ para a 3ª temporada, que também será a ÚLTIMA da produção.
Confira:
Baby é uma história de amadurecimento ambientada no sofisticado bairro de Parioli, em Roma. Livremente inspirada num caso real de prostituição de menores que chocou a Itália, a série gira em torno de um grupo de adolescentes que desafia as convenções sociais em busca de identidade e independência em meio a amores proibidos, segredos e pressões familiares.
‘Lightyear‘ é uma aventura de ficção científica que acompanha o lendário patrulheiro espacial, Buzz Lightyear, após ser abandonado em um planeta hostil a 4,2 milhões de anos-luz da Terra ao lado de sua comandante e sua equipe. Enquanto Buzz tenta encontrar um caminho de volta para casa através do espaço e tempo, um grupo de recrutas ambiciosos e o encantador gato-robô de companhia, Sox, se juntam ao herói. Para complicar a situação, Zurg, uma presença imponente, e seu exército de robôs impiedosos, chegam ao planeta com um compromisso misterioso.
O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).
Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo.
Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor William Brent Bell revelou que a sequência de ‘Boneco do Mal‘ (The Boy) originalmente seguiria por um caminho MUITO diferente, focando no serial killer do primeiro filme – sem a introdução dos criticados elementos sobrenaturais.
A mudança no roteiro – e, consequentemente, na direção de toda a franquia – se deu para colocar o boneco no centro da história, que havia ganhado muita popularidade desde o lançamento do longa original.
Originalmente, a sequência seria um slasher continuando a história do serial killer [do primeiro filme], mas, alguns anos [após o lançamento do original], o boneco se tornou muito popular nas mídias sociais, ganhando sobrevida além do filme. Então, a história da sequência girou mais em torno dele.”
Sobre a demora para o lançamento do segundo filme, Bell declara: “Se nós tivéssemos feito o primeiro filme com o Jason Blum, já estaríamos desenvolvendo o terceiro filme na época que o segundo foi lançado. [Blum] sabe quando ele tem algo que os espectadores estão interessados. Nós não tínhamos essa segurança, então tivemos que esperar para saber o que iria acontecer [com a franquia].”
Vale lembrar que a sequência ‘Brahms: Boneco do Mal II‘ foi um FRACASSO de crítica e público, registrando apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes, com míseros US$ 20.3 milhões arrecadados mundialmente.
Os dois filmes da franquia estão disponíveis no Amazon Prime Video.
No original, Lauren Cohan (The Walking Dead) vive Greta Evans, uma jovem tentando recomeçar a vida na Inglaterra, após os maus tratos do abusivo ex-namorado. A bela arruma emprego de babá / governanta numa antiga e gigantesca mansão, muito semelhante a um pequeno castelo. Seus proprietários são o casal de idosos Sr. e Sra. Heelshire (Jim Norton e Diana Hardcastle). Aparentemente normais e amáveis, a dupla esconde um tenebroso segredo.
Após assistir ao live-action de ‘A Pequena Sereia‘ com seu filho de seis anos, o ativista britânico Marcus Ryder, que preside a Real Academia de Arte Dramática, criticou a produção da Disney por causa do apagamento da escravidão na narrativa.
Apesar de ter celebrado o protagonismo de Halle Bailey, o ativista declarou que o filme perdeu a oportunidade de educar as crianças sobre o tópico.
“Não acredito que estamos fazendo um favor às crianças ao fingir que a escravidão não existiu. Desenvolver uma história fantástica neste período e território seria literalmente o equivalente a criar uma história de amor entre um judeu e um alemão na década de 40, ignorando o holocausto. Histórias fantásticas são necessárias para o crescimento da imaginação das crianças, mas não podemos apagar partes da nossa história.”
Ryder destacou que, apesar da história ser ambientada no Caribe, durante o século 18, o filme apresenta um mundo completamente livre das atrocidades da escravidão. Em seu artigo, ele ainda argumenta que o filme poderia ter sido ambientado no Haiti, após a derrubada da escravidão, com a Ariel conhecendo seu príncipe em um cenário de crescente harmonia racial.
Vale lembrar que o live-action já está em exibição nos cinemas nacionais!
Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.
A GAROTA DA VEZ é baseado na história real bizarra de Sheryl Bradshaw (Anna Kendrick) e Rodney Alcala (Daniel Zovatto). Bradshaw era uma solteira em busca de um pretendente no programa de TV de sucesso dos anos 70, “The Dating Game”, e escolheu o solteiro charmoso nº 3, Rodney Alcala. No entanto, por trás da fachada gentil de Alcala havia um segredo mortal: ele era um serial killer psicopata em meio a mais uma onda de assassinatos.
Morrone interpretará a “noiva”, enquanto DiMarco será o “noivo”.
Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o projeto está sendo descrito como “um terror atmosférico ambientado em um casamento – a história seguirá os noivos uma semana antes de sua fatal noite de núpcias.
The Duffer Brothers, criadores da popular ‘Stranger Things‘, servirão como produtores executivos.
Weronika Tofilska (‘Bebê Rena’) será responsável pela direção de quatro episódios.
A série foi criada por Haley Z. Boston, que também atuará como produtora e showrunner. Ela é conhecida entre os fãs do gênero e já tem um histórico de parceria com o serviço de streaming, tendo trabalhado como roteirista em ‘O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro‘ e ‘Vingança Sabor Cereja‘.
“Nós ficamos chocados quando lemos o roteiro de Haley. Ela é extremamente talentosa e tem uma visão singular – suas histórias são sinistras, aterrorizantes e engraçadas,” declararam os Duffer Brothers. “Nos sentimos muito sortudos por termos a chance de produzirmos seu primeiro seriado e mal podemos esperar para compartilhar sua visão com o resto do mundo.”
A trama acompanha dois jovens, Lionel (Mescal) e David (O’Connor), nos bastidores da Primeira Guerra Mundial, que se dedicam a gravar a vida, as vozes e a música de seus compatriotas americanos. Ao longo dessa jornada, os dois se apaixonam.
Na trama, três melhores amigas de infância — Jane, Coco e Sophie — planejam uma luxuosa viagem só para garotas em um spa em Palm Springs. A tranquila viagem para relaxar de suas carreiras e responsabilidades familiares rapidamente se transforma em caos quando sua amiga descontrolada, Mel, invade suas férias.
O mais novo filme do cineasta Christopher Nolan, ‘Dunkirk’, quase foi feito sem nenhum roteiro.
A revelação foi feita pelo próprio diretor, durante uma entrevista realizada por seu irmão, Jonathan Nolan.
Na ocasião, Nolan revelou o quão imersiva foi sua experiência de pesquisa para a concepção da obra, a ponto de deixá-lo confortável para adotar uma abordagem mais livre.
Segundo ele:
“Eu cheguei em um determinando ponto onde eu consegui dimensionar a extensão, o movimento e o plano histórico daquilo que eu gostaria que o filme mostrasse. Porque para mim, se trata de uma simples geografia. Mas como meu colaborador de sempre, Nathan Crowley [designer de produção], já estava engatado no projeto, eu fui conversar com ele e sua esposa, Emma Thomas, que também é sua parceira na produção. Eu disse que não queria um roteiro, que apenas queria mostrar a guerra. O que tinha em mente meio que encenar o conflito e filmá-lo. Mas Emma me encarou como se eu fosse maluco e apenas ‘isso não vai acontecer’”.
Enquanto isso, o segundo capítulo da franquia segue com estreia marcada para 21 de junho, mas terá pré-estreias pagas à partir de 14 de junho. Os ingressos já estão à venda.
O longa recebeu classificação indicativa e aparentemente será mesmo mais sombrio que o filme anterior, dirigido por Colin Trevorrow.
“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.
Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.
Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”
Winstead interpretará uma funcionária operacional que trabalha para a mesma empresa que Henry (Smith). Inicialmente responsável por apenas monitorar as ações do homem, ela acaba se unindo a ele na luta para destruir seu clone do mal, que é muito mais jovem e forte.
A trama segue um assassino de aluguel veterano, que está tentando sair do ramo e se aposentar, para levar uma vida mais tranquila.
No entanto, sua saída não será tão simples e ele terá que enfrentar seu próprio clone, 25 anos mais jovem e no auge de seus poderes.
Um nova cena deletada do terror ‘O Homem Invisível‘ foi divulgada. Nela, vemos a atriz Elisabeth Moss dentro de uma delegacia, sendo avaliada após ter sido atacada por seu violento namorado.
Confira:
A produção chega no formato digital nesta terça-feira (12).
Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou US$ 122.9 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 7 milhões.
Escrita e dirigida porLeigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.
O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (‘Nós’, ‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.
Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.
‘O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.
A franquia de ‘Law & Order‘ está crescendo novamente como nos anos 90/2000 e mais um novo spin-off fora confirmado pela emissora NBC.
Dessa vez, a nova série, intitulado ‘Law & Order: For The Defense‘, vai explorar o submundo dos advogados, bem como o sistema de justiça criminal norte-americana.
Segundo a revista Variety, a vindoura produção “vai colocar os advogados sob o microscópio, junto com o sistema de justiça criminal, com todas as semanas entregando a promessa de um contemporâneo conto sobre moralidade”.
O criador da franquia ‘Law & Order‘, Dick Wolf, assume a função de produtor executivo do projeto, ao lado de Arthur Forney, Julie Weitz, Peter Jankowski e Carol Mendelsohn – que ainda será a showrunner.
Em um comunicado oficial, Wolf ponderou sobre a expansão do universo da série:
“Essa nova série é, particularmente, empolgante para mim. Passamos os últimos 30 anos em produções que apresentavam o lado da acusação. Agora será ótimo poder mostrar a defesa. E fazer isso com a Carol é uma honra e uma oportunidade para ambos produzirmos TV de um jeito que ainda não fora feito”.
Intitulado Not Your Father’s Organized Crime, o próximo episódio irá ao ar no dia 8 de abril.
Criada por Dick Wolf, Ilene Chaiken e Matt Olmstead, a série é um spin-off de ‘Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais‘.
Na trama, Stabler está se recuperando de uma perda pessoal e volta à Polícia de Nova York para liderar uma força-tarefa de elite que enfrentará o crime organizado. Ele descobre que – após a sua ausência de uma década da instituição – o sistema e a cidade já não são mais os mesmos que eram e agora ele terá que se adaptar a um diferente modelo de justiça criminal, em meio ao seu próprio momento de ajuste de contas.
‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ marca o início de uma nova fase do MCU e promete ser uma das principais estreias nos cinemas em 2025. Apresentando um universo retrofuturista inspirado na década de 60, o vindouro longa flerta com uma estética ainda não explorada pela Marvel Studios.
E essa nova proposta foi desenvolvida em parceria com a artista conceitual e ilustradora Mushk Rizvi, que compartilhou parte do seu processo criativo na construção desse novo momento do estúdio.
Por meio de seu portfólio online, a Rizvi divulgou os registro das artes conceituais e do desenvolvimento do design, um trabalho que se estendeu entre os anos de 2022 e 2024. Nas imagens, é possível ver como a estética dos protagonistas foi criada e como o design de produção e de figurino chegaram em suas versões finais.
Imagens e vídeos dos estágios de desenvolvimento do conceito ainda detalham parte dos efeitos visuais, como os poderes dos super-heróis.
Confira parte do material e conheça o trabalho dela no filme no filme aqui:
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.
“Quando leio um roteiro como esse, penso: é isso que significa ser artista — expressar algo que antes parecia impossível de dizer”, declara Jennifer Lawrence pela tela do Zoom, enquanto observo seu rosto expressivo sob sua franja e um fundo esfumaçado de um ambiente oculto aos meus olhos curiosos.
Este é o nosso terceiro “encontro” no ano por conta da promoção de Morra, Amor (Die, My Love), romance da escritora argentina Ariana Harwicz— um texto brutal, de escrita crua e desprovida de verniz, que aborda a maternidade sem suavização e sem didatismo. Tudo é narrado por Grace, protagonista do livro e, agora, do filme, interpretada por Jennifer Lawrence, em cartaz nos cinemas brasileiros desde 27 de novembro e com estreia no streaming MUBImarcada para 23 de janeiro.
Nosso primeiro encontro ocorreu durante a conferência de imprensa do Festival de Cannes, onde o filme fez sua estreia mundial na Mostra Competitiva pela Palma de Ouro. Embora sem prêmios, o longa pairava entre as expectativas mais intensas do festival, em grande parte por conta da volta de Lynne Ramsay, após oito anos de hiato, ao comando de um longa-metragem, e também pela força do encontro entre Jennifer Lawrencee Robert Pattinson: era a primeira vez que os protagonistas das franquias adolescentes mais rentáveis da última década — Crepúsculoe Jogos Vorazes — contracenavam juntos. De modo jocoso, Lawrence recordou o primeiro dia de filmagem com Robert Pattinson — uma cena de sexo — e brincou: “Nem tive tempo de depilar as pernas.” Entre risadas, descreveu as aulas de dança interpretativa impostas pela diretora como a verdadeira prova de fogo: “Depois disso, ficar nu parecia quase menos embaraçoso.”
Mas foi a experiência compartilhada da parentalidade que criou o vínculo mais profundo entre eles: “É bom estar com alguém que quer falar sobre o filho tanto quanto você — e que assiste sem reclamar a um vídeo de três minutos do seu bebê”, comentou durante nosso segundo encontro, no dia 29 de setembro, em um Q&A, em Paris.
Entre visibilidade e fratura política
Entre maio, em Cannes, até o anúncio dos indicados ao 83° Globo de Ouro — sua sétima indicação ao prêmio — no último dia 8 de dezembro, Jennifer Lawrence declarou abertamente sua posição contra o massacre de crianças durante os ataques em Gaza, tal como mãe, tal como artista, em 26 de setembro, no Festival de San Sebastián. Por conta da enorme repercussão, dias depois afirmou que não faria mais declarações políticas.
Enquanto algumas pessoas a parabenizaram pela fala, em Paris, outras demonstraram afeto pela sua performance como protagonista dos Jogos Vorazes e questionaram uma possível volta ao papel de Katniss Everdeen, o qual ela respondeu sempre ser possível. Na última semana, a revista Variety reforçou os boatos de sua participação em Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, apesar de não ter uma declaração oficial do estúdio Lionsgate.
Produzir é convencer
Ao contrário dos seus interlocutores no evento, conversei com Jennifer sobre seu papel como produtora. Falamos também de seus últimos trabalhos, incluindo os documentários Pão, Rosas e Liberdade (2023) e Zurawski v Texas (2024), sobre a perda dos direitos da mulheres com a volta do regime Talibã ao poder e sobre um grupo de mulheres em luta pelo direito ao aborto. “O trabalho como produtora é, na verdade, tornar o projeto viável, nem tanto na parte criativa. Em Morra, Amor, por exemplo, foi convencer Lynne Ramsay a dirigir o filme,” me explica e adiciona que continuará a produzir enquanto houver histórias interessantes a serem contadas com a necessidade de um empurrão.
Essa dimensão política também atravessa sua atuação como produtora. Que tipo de projeto, então, lhe interessa colocar em tela? “Quero produzir algo que conte a história norte-americana”, resume sem entrar em detalhes. Nossa conversa é interrompida por convidados animados por sua presença no salão e ela fala sobre as filmagens para o próximo ano com Martin Scorsese — What Happens at Night (O que Acontece à noite, em tradução livre), adaptação do romance de Peter Cameron —, sua primeira parceria com o renomado diretor conhecido por seus filmes sobre o submundo violento dos Estados Unidos.
Considerado padrinho do projeto, Martin Scorsese é o responsável por apresentar a obra argentina a Jennifer. “É difícil imaginar um presente melhor do que receber um livro diretamente dele”, brincou, quase descrevendo uma cena de ficção. Para ela, o texto de Harwicz era “um mergulho incontornável no psiquismo feminino, ao mesmo tempo brutal e profundamente comovente”. Era impossível largá-lo e impossível não querer transpor aquela violência emocional para o cinema, mesmo que, a princípio, não entendesse como.
Daí veio a decisão de não apenas protagonizar o longa, mas também produzi-lo. E a escolha quase inevitável da diretora Lynne Ramsay: “Sempre me impressionei com a força e a singularidade da visão dela. Quando li o romance em primeira pessoa, pensei: a única pessoa capaz de transformar isso em poesia cinematográfica é a Lynne.” Quase como um pequeno milagre, nas palavras da atriz, Ramsay aceitou, após oito meses e meio de sedução por e-mail.
Maternidade sem mito: instinto e colapso
Quando, neste terceiro encontro pela tela do computador, comecei a explorar com Lawrence suas impressões sobre o livro e sobre a construção de Grace no set, retomamos a experiência que marcou sua carreira: Mãe!, de Darren Aronofsky. “Foi a primeira vez que interpretei uma mãe em cena”, relembrou. “E Morra, Amor foi a primeira vez que interpretei uma mãe sendo, de fato, mãe”, pondera.
“Vejo semelhanças nisso com a experiência das mães no mundo real: o quanto somos pressionadas a ter filhos, criá-los para também produzir, trabalhar… as expectativas que recaem sobre nós são extremamente desgastantes”, relata Jennifer. Se em Mãe! sua personagem encarnava a metáfora da Terra devastada, aqui, em Morra, Amor, a devastação é íntima e cotidiana.
A atriz descreveu a fricção intensa entre sua própria sensibilidade, transformada pela maternidade, e a desordem emocional de Grace. “Muitas vezes, eu sentia pena do personagem de Robert Pattinson. Eu pensava: ‘Ela precisa pedir desculpas, ela precisa lhe dar um alívio’. Mas eu sabia que, da perspectiva da Grace, isso era impensável.” Uma das cenas mais duras no set — a de quebrar a pia do banheiro e descascar as paredes com as próprias unhas — foi o ápice dessa tensão.
Essa entrega radical, segundo Lawrence, só fez sentido porque encontrou eco no olhar da diretora. Em Paris, Jennifer mencionou a sua satisfação com o corte final: “Em um cinema americano que exige comentários definitivos sobre tudo, Lynne teve a ousadia de fazer o oposto: criar uma obra poética, aberta, que não oferece respostas”. Sua admiração pela cineasta escocesa nasceu quando ela assistiu pela primeira vez O Lixo e o Sonho (1999) e ficou encantada pelo seu estilo visual único.
Quando a atriz passa a dirigir o olhar
Estaria Jennifer Lawrence pronta a dar um próximo passo? Nossas últimas palavras foram sobre o futuro dela atrás das câmeras. Em um ano em que três atrizes premiadas ampliaram a atuação feminina na autoria cinematográfica — Kate Winslet, Scarlett Johansson e Kristen Stewart —, a resposta de Jennifer veio acompanhada de um leve coçar de sobrancelhas antes do sorriso:
Jennifer Lawrence reflete sobre assumir a direção de um filme no futuro (Foto: reprodução)
“Eu adoraria. Atuar é o melhor estágio possível para direção. É uma expansão natural do que fazemos como contadores de histórias. Eu seria muito sortuda em me juntar a elas.”A fala não escondia a ambição, mas o gesto revelava a cautela diante de uma expectativa que ela não parece disposta a assumir agora. Era menos um “talvez” e mais um “quando”.
Ao final desse percurso, em três encontros, o que emerge de Jennifer Lawrence é uma artista em transformação, principalmente por conta dos dois filhos: “a maternidade muda tudo”, declarou durante o 78° Festival de Cannes em maio. Com grandes chances da sua quinta indicação ao Oscar, a atriz de 35 anos escolhe papéis mais maduros sem rejeitar o caminho que a trouxe até o estrelato. Mais do que uma estrela em reinvenção, Jennifer Lawrence se mostra uma artista consciente do próprio tempo — e cada vez mais próxima de assumir o controle total da própria narrativa.
Após o lançamento do trailer, ‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganhou um pôster mostrando todos os heróis presentes no filme. E os fãs, claro, foram rápidos e logo compararam a arte com o pôster principal de ‘Thor: Ragnarok’, que também coloca os personagens na mesma posição. Confira:
A aventura pré-história ‘Alfa’, da Sony Pictures, está sofrendo um boicote organizado pela PETA, uma organização mundial que busca defender os animais.
O longa é acusado de ter abatido e esfolado cinco animais durante as gravações na província de Alberta, no Canadá. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a vice-presidente da PETA, Lisa Lange, contou o que aconteceu:
“Cinco bisões perderam suas vidas, tudo para que seus corpos pudessem ser usados como acessórios neste filme totalmente inútil que é ‘Alfa'”
Lisa também pede que o público não compareça aos cinemas para assistir o filme e que o uso de animais mortos na produção viola completamente as regras da American Humane Association, organização que garante a segurança dos animais no set.
Publicamente, o Studio 8, responsável pelo longa, alegou que não tinha conhecimento das diretrizes da American Humane e que a “situação é lamentável” e tudo “foi por causa de um vaqueiro que foi desonesto, contratado por fora”
A trama lembra bastante o clássico ‘Caninos Brancos‘, de 1991.
A década de 1960 é um verdadeiro oásis na ficção científica. Nos cinemas e na TV, produções como Perdidos no Espaço, Planeta dos Macacos, Doctor Who, Jornada nas Estrelas e 2001: Uma Odisseia No Espaço tomavam conta das telas do mundo inteiro, fazendo o público sonhar com novos mundos e temer o que a megalomania humana poderia fazer com o futuro. Na literatura, Philip K. Dick estava no auge, e Frank Herbert lançava uma das obras mais influentes da história da Cultura Pop: Duna. Com o passar dos anos, a trama política espacial serviu de inspiração para franquias comoMatrix,Avatar, Mad Max e Star Wars, além de ser uma das obras favoritas de Hayao Miyazaki.
O livro gira ao redor da família Atreides e seu envolvimento com o planeta Arrakis. Paul Atreides, um jovem monarca cuja família foi destruída pelas guerra políticas, surge como a principal esperança para os Fremen se revoltarem. Com essa parceria, ele pretende vingar o assassinato do pai. Por anos, muitos não entenderam como a franquia não se popularizou na mesma intensidade queStar Wars e O Senhor dos Anéis, por exemplo, mas a adaptação de Denis Villeneuve traz fortes indícios de que mudará isso nos próximos meses.
Em 2021, o primeiro capítulo da saga chegou aos cinemas e atraiu o público geral para apreciar a obra de ficção. Nos últimos anos, o gênero começou a se popularizar, mas chegou a um nível raro com Duna – Parte 1. O que as pessoas comumente chamam de ‘furar a bolha’. E agora, com Duna – Parte 2, Villeneuve parece que vai elevar o interesse do público geral pela ficção científica em níveis poucas vezes vistos.
Isso porque o filme é uma obra-prima. Quando o projeto foi anunciado como o primeiro de duas partes, Denis resolveu adotar uma estratégia narrativa ousada, mas eficaz. Ele trabalhou o ‘grosso’ da construção política desse universo no longa de 2021, abrindo espaço para uma expansão meticulosamente trabalhada dessa mitologia na parte 2, que é muito mais dinâmica e épica. Não que a política seja deixada de lado – ela está intrínseca à trama e a movimenta o tempo inteiro -, mas aqui entra um fator fundamental do livro: a reflexão filosófica sobre o papel de Paul Atreides na sociedade Fremen e as escolhas do rapaz no futuro desse mundo.
Trabalhando aquele conceito de Paul ser ou não o escolhido, o filme ganha ares de épico bíblico. O menino quer ser uma liderança para vingar o pai, mas em momento algum se vê como um messias descrito nas lendas e crenças. Paralelamente a isso, a sociedade Fremen se divide entre aqueles que acreditam na mitologia e nos céticos quanto a ter um estrangeiro liderando sua causa. Fato é que uma trama colossal como essa poderia dar muito errado, mas o preciosismo da direção é tão eficiente que fica impossível não embarcar nas contradições do protagonista e na crueldade da família Harkonnen. É um projeto feito com muito esmero, porque cada detalhe em cena importa para expandir esse universo tão fascinante.
Nesse segundo capítulo, é tudo trabalhado seguindo o manual do épico. Há maquinários impressionantes, paisagens de tirar o fôlego e um protagonista que precisa se provar para o povo e para si mesmo, enquanto reúne uma legião de apoiadores por onde passa. Em meio a uma abordagem praticamente religiosa, a grande novidade da vez é a ação. Enquanto aprende a ser tornar um Fremen, Paul é exposto a diversas atividades dessa sociedade, como lutar, se adaptar ao deserto e a montar nos colossais verme da areia. Villeneuve dedicou cerca de um ano de trabalho junto ao time de design para chegar ao visual perfeito dos vermes. Ele sabia que se essas criaturas não funcionassem em tela, muito provavelmente o filme em si não funcionaria. E toda essa dedicação deu certo, porque é impressionante ver esses monstros em ação.
Inclusive, há uma cena em especial que vai deixar o público de queixo caído, tamanha a grandiosidade do que é retratado em tela e como os vermes se encaixam nessa sociedade. Por sinal, grande mérito da direção do filme é o trabalho espetacular de escala. Não são todos os diretores que sabem brincar com as diferenças de tamanho de personagens e armamentos para impressionar. Um deles é Gareth Edwards (Godzilla e Rogue One), que é um mestre nessa arte. Neste filme, Villeneuve usa as escalas a seu favor para criar no público uma sensação de perigo. Todas as ações que Paul e os Fremen tomam diariamente são mortais. Por mais que eles tratem com uma naturalidade absurda, enfrentar o maquinário dos Harkonnen, montar os Vermes e viajar pelas intermináveis dunas de Arrakis representam chegar em casa vivo ou não. Essa sensação de perigo iminente permeia a totalidade da obra, muito pela forma como o diretor maneja as escalas.
Por falar em Harkonnen, a grande ameaça da vez é Feyd-Rautha Harkonnen, interpretado brilhantemente por Austin Butler. Ele é psicótico e por menos tempo de tela que tenha, rouba toda atenção para si quando aparece. Sua introdução beira o ridículo de tão ameaçadora que é. O rapaz é sobrinho do Barão Harkonnen e tem no tio uma promessa de assumir o império de Arrakis. Mais do que essa sede por poder, o trabalho de Butler exala carisma e sensualidade, quase como um astro do rock viciado em assassinar os inimigos a sangue frio. Sua caracterização e atuação são perfeitas para criar sensação de risco. Basta ele entrar em cena para que as atenções se voltem para o homicida careca que mata rindo. Faltam adjetivos para descrever o que Butler faz em tela. Fato é que ele vai deixar o público vidrado. O único problema, porém, é que ele tem realmente pouquíssimo tempo de tela. Diante de tudo que ele faz, ficou a vontade de vê-lo em mais cenas.
Além de Butler, Timothée Chalamet mostra uma evolução absurda como protagonista. O garoto é uma das maiores revelações recentes, mas sua escolha de projetos vinha causando uma certa antipatia de parte do público. No entanto, quem duvidava de seu talento vai se surpreender em como ele consegue convencer como Paul Atreides. Seu personagem é cheio de camadas, levando o público do amor ao ódio em questão de segundos, justamente por conta dessas camadas do dilema de seguir seu coração ou ser uma pessoa política. A decepção da vez é a talentosa Zendaya, que não está mal, mas também não faz um trabalho de destaque. É o mesmo problema da personagem da atriz na saga Homem-Aranha (2017 – 2021).
De qualquer forma, Duna – Parte 2 é a melhor ficção científica deste século e o grande filme do ano até aqui. Pode parecer exagero, principalmente diante de filmes como Ex_Machina (2014) e A Chegada (2016), mas é tudo tão meticulosamente reflexivo e impressionante que beira o absurdo não sair da sessão embasbacado com o nível altíssimo de qualidade atingido por Villeneuve neste longa. E caso não tivesse seu lançamento atrasado para 2024, certamente estaria indicado em todas as categorias técnicas das principais premiações de 2023. O mais fascinante do filme é que o épico é tão bem trabalhado que cria no público o mesmo encantamento sentido na saga O Senhor dos Anéis, como se você estivesse vendo nascer, diante de seus olhos, um novo Ben-Hur. É aquela sensação maravilhosa de ver a história ser feita. É uma experiência realmente espetacular e que consegue ser ampliada pela tela e equipamento sonoro do IMAX. É imperdível!
Duna – Parte 2 estreia em 29 de fevereiro de 2024.
No ano de 1996 um meteoro iluminado de alegria atravessou o céu do Brasil. O nome desse meteoro era Mamonas Assassinas, uma banda de jovens rapazes da cidade de Guarulhos que tudo o que queriam era tocar rock’ n roll e se divertir. O desejo genuíno dos cinco rapazes transbordava em suas apresentações, o que conquistou os espectadores imediatamente. O sucesso foi imediato, a recepção do público foi imediata, o amor dos fãs foi imediato. E em apenas sete meses, tudo acabou. Uma tragédia imensurável, a queda do avião que transportava todo o grupo, acabou prematuramente com a carreira dos cinco meninos grandes de Guarulhos, e deixou milhões de brasileiros em estado catatônico, porque simplesmente ninguém queria, ou sequer conseguia, acreditar. Era uma verdade cruel demais. Esse luto mal curado permaneceu no coração de muitas pessoas que acompanhou a carreira dos rapazes. Agora, 26 anos depois, estreia nos cinemas a cinebiografia ‘Mamonas Assassinas: O Filme’.
Dinho (Ruy Brissac) trabalha anunciando promoções em um mercado, e no tempo livre joga bola e vai aos shows da banda Utopia, sua favorita. Uma sequência de eventos faz com que Dinho acabe entrando para a banda, juntando-se a Sérgio (Rhener Freitas), Bento (Beto Hinoto, sobrinho de Bento), Samuel (Adriano Tunes) e Júlio (Robson Lima). Primeiramente, a ideia era fazer rock’n roll e covers das bandas estrangeiras, mas, enquanto gravavam sua primeira demo, o empresário Enrico (Ton Prado) percebe que a descontração dos bastidores é melhor do que aquilo que o grupo pretendia fazer. Aos poucos, Enrico vai moldando a banda naquilo que em pouco tempo se tornaria os Mamonas Assassinas, e os cinco rapazes de Guarulhos aos poucos começam a viver o sonho do estrelato.
‘Mamonas Assassinas: O Filme’ não tem nem duas horas de duração, mas consegue captar toda a essência do que foi o grupo mais querido do Brasil moderno. Isso é resultado de todo o trabalho que veio sendo realizado desde que esse projeto ainda era papel, e depois virou uma peça musical, série, para finalmente virar audiovisual. O fundamental – o entrosamento entre os cinco protagonistas – está lá, palpável no filme, e é o que permite a gente embarcar no breve sonho que é assistir a ‘Mamonas Assassinas: O Filme’ e ter a sensação de estarmos vendo os meninos de verdade. Em poucos segundos nos esquecemos que estamos diante de atuações.
Esse poderia ser o ponto mais impressionante, mas o que impressiona mesmo é o que se conseguiu fazer com o orçamento e a bagagem que se tinha. Vejam bem, os atores principais, apesar de terem participado do musical, não têm trabalhos expressivos em seus currículos. Nem mesmo a maioria do elenco de apoio o tem. Então, a qualidade que é entregue nesse filme demonstra não só a competência dos envolvidos, mas também que é possível conferir grandes papéis a atores novatos, basta confiar na capacidade de entrega deles. Em ‘Mamonas Assassinas: O Filme’, a entrega é tanta, que nos sentimos frequentemente dentro dos shows do grupo.
O roteiro de Carlos Lombardi faz um caminho bem curioso: ele conta a história da amizade entre os rapazes e como a partir dela criou-se a banda, mas sempre com a intervenção constante das namoradas e groupies e a presença frequente das famílias. Nos momentos cruciais, que o peito aperta e uma lágrima ameaça cair, o diretor Edson Spinello corta a cena e insere algo descontraído. Por quê? Porque não é um filme para fazer ninguém se sentir mal, pelo contrário, é para sair da sala de cinema leve. Então, mesmo sabendo o fim do filme (quem não sabe, né?), o diretor vai segurando a onda até o fim – quando, quem quiser, pode lavar a alma e permitir-se chorar tudo que ficou entalado no peito há quase trinta anos.
‘Mamonas Assassinas: O Filme’ é um presente para os fãs, a cura que precisávamos para nos permitirmos deixá-los ir, já que tudo foi tão rápido. É também uma linda forma de apresentar às novas gerações o que foi essa explosão de alegria que entretinha a família brasileira todos os finais de semana na televisão aberta. É, por fim, a derradeira despedida das famílias, amigos e namoradas, que puderam, neste filme, dizer as palavras que nunca puderam dizer em vida.
Para ver e rever nos cinemas, porque não cansa mesmo. ‘Mamonas Assassinas: O Filme’ é o filme das férias de verão. Para rir, se divertir, zoar com os amigos e sair do cinema com a alma renovada no início do ano de 2024.
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