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Divulgado vídeo BIZARRO da série da ‘Mulher-Maravilha’ que nunca foi ao ar

Antes de Lynda Carter assumir o laço da verdade da ‘Mulher-Maravilha’ em 1975, uma outra série de TV chegou a ser planejada e até mesmo produzida.

Estrelada por Ellie Wood Walker, a produção seria lançada no final dos anos 60 e o vídeo com o teste de cena para o episódio piloto – publicado há quase 10 anos atrás -, está circulando na internet em meio à chegada da mais nova intérprete da heroína, a elogiada Gal Gadot.

Patty Jenkins tem retorno confirmado em ‘Mulher-Maravilha 2’; Confira detalhes!

Filmado em 1967, o material em si é bem ruim, mas não deixa de ser uma divertida memória de algo que nunca foi.

Confira:

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista a nossa crítica:

Após polêmica, axilas da ‘Mulher-Maravilha’ são “corrigidas” em novo trailer 

Warner gastou mais em publicidade com ‘Mulher-Maravilha’ do que com ‘Esquadrão Suicida’ 

 

‘Com Amor, Simon’: Kristen Bell e Neil Patrick Harris compram cinemas para exibição gratuita

Os atores Neil Patrick Harris e Kristen Bell decidiram comprar algumas salas de cinema para garantir ao público o direito de assistir ‘Com Amor, Simon’ gratuitamente.

Seguindo os passos dos atores Matt Bomer, a dupla comprou cinemas inteiros em Albuquerque, Novo México e Minneapolis.

Para anunciar a novidade, Harris e Bell publicaram em suas respectivas contas do Instagram.

Confira:


Jovem conta para os pais que é gay durante sessão de ‘Com Amor, Simon’

A Fox Film adiou a estreia da comédia romântica para o dia 5 de abril.

O longa está sendo bem elogiado pela crítica internacional, conquistando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 99 críticas positivas, além de ter estreado em 6º lugar nas bilheterias norte-americanas, fazendo US$ 6.5 milhões no primeiro final de semana.

Nós já assistimos ao filme. Confira nossas críticas em texto e vídeo:

Crítica | Com Amor, Simon – Comédia romântica gay diverte e quebra tabus

Baseado no romance de Becky Albertalli, ‘Simon vs. A Agenda Homo Sapiens’ (2015), o romance será dirigido por Greg Berlanti e conta a história de Simon (Nick Robinson de ‘Jurassic World’), um adolescente que se apaixona por outro colega de sala através da troca de e-mails e precisa lidar com o medo de relevar para o mundo como realmente se sente.

Love, Simon’ chega aos cinemas em 5 de abril de 2018 e conta também com Jennifer Garner, Josh Duhamel, Jorge Lendeborg Jr., Alexandra Shipp e Katherine Langford (de 13 Reasons Why).

‘The Perfect Date’: Noah Centineo e Camila Mendes nas primeiras fotos da comédia da Netflix

A nova comédia romântica da Netflix,The Perfect Date‘, ganhou suas primeiras imagens, que trazem os astros Noah Centineo (‘Para Todos os Garotos que Já Amei‘), Camila Mendes (‘Riverdale‘) e Laura Marano (‘Lady Bird‘).

Confira:

Na trama, Brooks (Centineo) desenvolve um aplicativo de namoro para tentar arrecadar dinheiro para sua faculdade. Nele, ele se transforma em uma espécie de step para garotas que não possuem namorados.

Chris Nelson assume a direção do longa, com roteiro assinado por Steve Bloom (‘Uma Noite Mágica‘) e Randall Green (‘Billions’).

The Perfect Date‘ ainda não tem data de estreia.

‘Red Notice’: The Rock compartilha imagem direto dos bastidores; Confira!

A produção do novo filme da Netflix, intitulado ‘Red Notice‘, segue a todo vapor nos Estados Unidos e o astro The Rock compartilhou uma nova imagem direto dos bastidores.

Confira:

O longa é estrelado também por Gal Gadot e Ryan Reynolds.

Na trama de ‘Red Notice‘, dirigida por Rawson Marshall ThurberJohnson interpreta um agente da Interpol que busca um ladrão internacional de obras de arte, conhecido por ser o mais procurado no mundo. Os outros personagens não foram discriminados.

O filme teve sua estreia adiada do dia 12 de junho de 2020 para 13 de novembro do mesmo ano. Com a alteração feita pela Universal Pictures. o longa de ação assumirá o espaço anteriormente reservado pelo estúdio para um filme até então desconhecido.

Devido à nova data, ‘Red Notice‘ vai disputar as bilheterias com a versão live-action da animação da Nickelodeon,Rugrats – Os Anjinhos‘.

‘Clouds’: Emocionante cinebiografia já está disponível no Disney+

A cinebiografia ‘Clouds’, baseada na vida do jovem Zach Sobiech, já está disponível no Disney+. A produção chegou à grade de programação nesta sexta-feira (29).

A história é centrada em Sobiech, um adolescente com um câncer terminal da cidade de Lakeland que conquistou uma carreira musical meteórica, após compartilhar suas canções no YouTube. Sua música mais famosa, intitulada Clouds, ganhou fama por ser também uma emocionante e inspiradora carta de despedida feita por ele mesmo, pouco antes de morrer. O jovem artista faleceu em 2013, em decorrência da doença.

Crítica | ‘Clouds’: Cinebiografia do Disney+ é emocionante e encantadora

Confira o emocionante trailer:

A cinebiografia é dirigida por Justin Baldoni.

Fin ArgusSabrina CarpenterMadison IsemanThomas Everett ScottNeve Campbell estrelam.

O longa é baseado no romance Fly a Little Higher, assinado por sua mãe, Laura Sobiech.

Crítica | The Territory: Documentário produzido por Darren Aronofsky denuncia os horrores sofridos por uma das aldeias indígenas mais vitais do Brasil

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Na imensidão da floresta Amazônica, uma pequena comunidade indígena resiste a um Brasil precário onde invasores são celebrados e discursos extremistas são propagados. Cercados pela solar extensão de uma das áreas mais importantes do nosso país, a tribo Uru-Eu-Wau-Wau luta para manter sua ancestralidade e garantir seu futuro em uma terra que – gradativamente – é dizimada por desmatamentos ilegais e grileiros. E nesse território sem lei, o documentarista Alex Pritz se esconde entre galhos secos de uma mata viva, a fim de registrar uma história que há muito tempo precisava ser contada.

A still from The Territory by Alex Pritz, an official selection of the World Cinema: Documentary Competition at the 2022 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute.
All photos are copyrighted and may be used by press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or ‘Courtesy of Sundance Institute.’ Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

The Territory traz três vertentes narrativas, que ajudam a audiência a dimensionar a grandeza da questão indígena que envolve uma das florestas mais importantes do mundo. À medida em que tenta compreender os grileiros, que sem instrução e com poucos recursos invadem uma área protegida, o cineasta acompanha Bitaté, um jovem índio que assume a missão de liderar sua comunidade. Entre esses dois lados de uma mesma moeda, ainda temos a voraz ativista Neidinha – uma mulher sem medo da morte – e Sérgio, que nos é apresentado como um caseiro simples que sonha em ter o seu pequeno pedaço de chão, para garantir a sobrevivência da sua família. Disposto a montar uma associação de pequenos produtores de Rio Bonito, ele peleja ao lado de um grupo de homens que insistem em desmatar um terreno que nunca lhes pertenceu.

Entre anseios dignos e um desejo de sair da miséria que movimenta esses quatro perfis, existe um país que não parece ter sido feito para os seus. The Territory evidencia mundialmente como uma má gestão pública e uma indiferença às questões sociais estão custando o sangue e a dignidade do povo brasileiro. E como forasteiro que veio da África do Sul, Pritz traz um olhar apurado e necessário, vindo de alguém que não possui nenhuma agenda de caráter duvidoso. Como um contador de histórias que aqui se apresenta, ele narra a peleja dos índios, escuta os sonhos dos grileiros e acompanha a jornada de um senhor simples em busca do seu pé de meia.

Neidinha Bandeira appears in The Territory by Alex Pritz, an official selection of the World Cinema: Documentary Competition at the 2022 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute.
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Trazendo Darren Aronofsky como o seu “padrinho” – produzindo o documentário ao lado de outros nomes como o do brasileiro Gabriel Uchida -, o diretor se alia a um dos maiores cineastas do cinema contemporâneo a fim de garantir que a voz do povo indígena seja devida e globalmente ouvida. Com uma produção riquíssima e intimista, que acompanha o dia-a-dia de todos os seus personagens, The Territory é uma denúncia ampla que não mede esforços em mostrar a ineficiência e incompetência da Funai, à medida em que pondera sobre o circo dos horrores em que o Brasil foi colocado desde sua última eleição presidencial. Com o foco objetivo de trazer à luz tudo aquilo que por tanto tempo permaneceu nas trevas, o filme é uma experiência que gera sentimentos dúbios para nós, brasileiros.

Constrangedora, dolorosa, mas também revigorante, a produção é eficaz em abrir os olhos do público, sendo ainda capaz de celebrar a beleza dos povos ancestrais que fazem parte da fundação do nosso Brasil. Emocionante e bem apurado, o documentário com ares de suspense ainda conta com uma riquíssima bagagem de material em vídeo coletada pela própria tribo Uru-Eu-Wau-Wau. Com uma fotografia que exala a exuberância da Floresta Amazônica – em meio a uma devastação sem precedentes -, The Territory é um dos documentários mais necessários lançados nos últimos anos. Tecnicamente brilhante e socialmente necessário, ele é um alerta global para tempos sombrios. E de quebra, ainda pode se tornar um grito de esperança brasileiro na temporada de premiações de 2023.

Crítica | UglyDolls – animação ganha na ideia, mas perde na execução

As animações são o típico entretenimento que serve para toda a família. Enquanto as crianças se divertem e aprendem algumas coisas importantes, os adultos captam a história e o que tem por trás daqueles bonecos e/ou animais falantes. Normalmente, esse gênero conta com canções para melhor prender a atenção dos pequeninos assistindo, afinal, qual criança não ama uma música?

Bom, com UglyDolls não é muito diferente, a produção mostra as UglyDolls – bonecas feias – que decidem se arriscar numa aventura para chegar ao mundo real, entretanto, no meio do percurso elas descobrem um outro grupo que são as chamadas bonecas bonitas. Neste lugar, os residentes passam por um treinamento para conseguir chegar ao mundo real e serem amados pelas crianças. As UglyDolls decidem, então, participar e precisam encarar o tirano Lou ( ano original e João Côrtes na versão dublada).

O roteiro é assinado por Alison Peck e conta com uma dramaturgia que tenta passar um importante ensinamento sobre as diferenças entre os seres, mas falha em algumas partes da construção da trama. A jornada dos personagens, por vezes, parece faltar informação ou detalhes que poderiam fazer toda a diferença. O arco do vilão acontece rápido demais e sem uma explicação mais elaborada para suas atitudes. Ademais, certas palavras usadas e reafirmadas mesmo após o triunfo dos mocinhos poderiam buscar uma outra maneira de tratar do assunto.

A animação busca apresentar as diferenças como algo positivo, como algo que constrói quem cada um é e que é preciso respeitar isso. Em pleno 2019, é uma história fundamental, especialmente quando o assunto são os mais pequenos. Contudo, ao mesmo tempo em que tenta propagar essa mensagem, o filme falha na sua base construtiva perdendo a atenção tanto da criança quanto do adulto. Um dos pontos mais negativos se encontra na dublagem que soa falsa em muitas das vezes, e na hora da interpretação das canções perde o espectador por completo. É como se o ritmo e as vozes não conseguissem se alinhar.

No quesito de construção de personagem, Moxy (Kelly Clarkson no original e Aline Wirley na versão em português) é a protagonista que lidera a trama. Ela demonstra, desde o princípio, seu desconforto em ficar presa na sua cidade e decide convencer os amigos a partir numa aventura. Os tons de inocência da mesma e dos outros que compõem a dramaturgia são evidentes e importantes quando encaram o choque de realidade ao chegar na outra suposta cidade. A jornada, entretanto, é falha, faltando um pouco mais de argumento.

Uglydog (Pitbull no original e Rincón Sapiência em português) é o mais divertido dentre todos. O cachorro de pelúcia está sempre pronto para soltar alguma piada ou alívio cômico, prometendo conseguir agradar todos os públicos. E Babo (na dublagem original Gabriel Iglesias) é o grandão que dá vontade de abraçar de tão cuidadoso que é. Os secundários não possuem grandes desenvolvimentos e parecem estar ali somente para acompanhar a principal. Contudo, Mandy (Janelle Monaè no original e Paula Lima em português) é quem mais recebe destaque depois de Moxy, além de possuir um arco mais interessante que o da protagonista.

Em relação ao antagonista Lou, ele é facilmente detestável para os adultos devido ao seu egocentrismo elevado, o que leva os pequeninos aos poucos, juntamente aos outros que fazem parte da história, ir descobrindo quem ele é de verdade. Apesar de suas falhas, UglyDolls entrega um bom desfecho para o personagem em questão.

A direção é de Kelly Asbury (Shrek 2),  que entrega um trabalho que se adapta ao que o roteiro exige. Não espere surpresas ou inovações por aqui. Do outro lado, a trilha sonora peca devido às dublagens e também por causa das traduções das músicas ao tentar colocar gírias demais nas letras como uma tentativa de se aproximar da realidade, o que causa o oposto porque nem todas elas são de total conhecimento dos pequenos ou soam bem dentro das canções.

No geral, UglyDolls é uma animação que possui o mérito por tentar contar uma história que fala sobre a importância de respeitarmos as diferenças, entretanto, poderia ter um roteiro mais rico para que a produção fosse mais atraente.

‘Han Solo: Uma História Star Wars’: Protagonistas são destaques das novas fotos; Confira!

A Entertainment Weekly divulgou fotos inéditas de Han Solo: Uma História Star Wars. Confira:

A Disney divulgou o primeiro trailer completo do aguardado Han Solo: Uma História Star Wars, junto com novos pôsteres individuais dos personagens. Confira:

A Disney divulgou a sinopse de Han Solo: Uma História Star Wars em que ressalta os perigos que os personagens irão enfrentar desbravando a galáxia. Confira:

“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars’, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

‘Godzilla vs. Kong’: O problemático crossover passará por MAIS refilmagens

A disputa épica entre Godzilla e King Kong passará por refilmagens em breve, de acordo com o Omega Underground.

As mudanças devem ser significativas, já que locais como Havaí, Atlanta e alguns estados da Austrália serão reutilizados como base para as gravações de novas cenas.

Não é a primeira vez que o filme passa por refilmagens, e mais astros e personagens estão sendo adicionados de última hora.

A última adição ao grupo foi a atriz vencedora do Oscar, Frances McDormand. Ainda não se sabe qual será o seu papel na trama.

A Legendary e Warner Bros. revelaram que o longa já possui um subtítulo de trabalho: ‘Apex’. O termo em inglês sugere que os dois grandalhões deverão lutar para ver quem ocupará o topo da cadeia alimentar.

Os poderosos monstros tornaram-se gigantescos heróis para uma nova geração, com a revelação de uma mitologia que reúne Godzilla e o King Kong  em um ecossistema que conta com outras super espécies gigantes, tanto clássicas como novas. A Monarch, a organização humana que descobriu Godzilla no filme de 2014, expandirá a sua missão ao longo de vários lançamentos.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

Terry Rossio (‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’) será o chefe da equipe de roteiristas, comandando o time composto por Patrick McKay e JD Payne (‘Star Trek – Sem Fronteiras’), Lindsey Beer (‘Dungeons & Dragons’), TS Nowlin (‘Maze Runner’), e J. Michael Straczynski (‘Guerra Mundial Z’).

O crossover das franquias ‘Godzilla‘ e ‘King Kong‘ vai aproveitar os novos filmes para criar um universo compartilhado.

‘Godzilla Vs Kong’ estreia em 22 de maio de 2020. Antes disso, Godzilla: O Rei dos Monstroschega aos cinemas em 22 de março de 2019.

Dica | Indicados ao Oscar nos Streamings – Parte 2

Prosseguindo com a lista de indicados ao Oscar, que acontece na próxima semana, no dia 27 de março, o CinePOP separou na lista de hoje todos os indicados que estão disponíveis na Netflix. Confira!

Caso você não tenha visto a parte 1, você pode encontrá-la clicando aqui.

A Sabiá Sabiazinha

Pouco comentado, esse musical animado em stop-motion da Aardman Animations recebeu uma indicação a Melhor Curta Animado. Com pouco mais de meia hora de duração, ele conta a história natalina de uma Sabiá que foi criada por camundongos. Chega uma hora na vida em que ela começa a se questionar sobre suas origens. E assim começa uma jornada fofíssima sobre a autodescoberta da protagonista.


Três Canções Para Benazir

Indicado a Melhor Documentário de Curta-Metragem, é um drama afegão emocionante sobre o jovem Shaista, que acabou vive em um acampamento de refugiados com sua esposa, que está com um bebê à caminho. Ele sustenta sua família confeccionando tijolos, mas mantém vivo em si o sonho de dar melhor condições para sua família. Por isso, ele decide servir ao Exército, o que traz tristeza a quem ele ama. Afinal, ele pode morrer a qualquer momento. Em cerca de 20 minutos de filme, esse curta traz uma história fantástica sobre sonho, esperança e um lado pouco visto no ocidente do Afeganistão.


Audible: Vidas em Jogo

Também indicado a Melhor Documentário de Curta-Metragem, Audible é um documentário de aproximadamente 40 minutos muito sensíveis sobre um time de futebol americano composto por rapazes surdos. O foco é no jovem Amaree, cujo melhor amigo não resistiu aos inúmeros casos de bullying e acabou tirando a própria vida. Diante do trauma, ele encontra no esporte uma nova forma de vida, uma nova família.


A Mão de Deus

Um dos favoritos na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, esse drama italiano de Paolo Sorrentino é uma autobiografia do diretor, que conta a história de um jovem e sonhador garoto de Nápoles, na Itália, que não vê a hora de perder a virgindade e de saber se os boatos que o craque argentino, Diego Maradona, viria mesmo para seu time de futebol. Quando ‘El Pibe’ enfim chega à cidade, o garoto corre para vê-lo. Isso acaba salvando sua vida das mais diversas formas.


Mães Paralelas

Dirigido por Pedro Almodóvar, Mães Paralelas conseguiu duas indicações ao Oscar. Uma de Melhor Atriz para Penélope Cruz e outra de Melhor Trilha Sonora. Esse drama conta a história de duas mulheres que vivem contextos completamente distintos de maternidade. Elas foram colocados no mesmo quarto de hospital onde terão seus bebês. No entanto, uma é mãe na meia-idade, enquanto a outra é uma adolescente que está arrependida de suas escolhas na vida. Enquanto as crianças não vêm, elas vão conversando e se entendendo melhor.


A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas

Franca favorita ao Oscar de Melhor Animação, A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas é mais uma daquelas animações que deixou de lado a busca pelo realismo e investiu pesado num estilo visual mais divertido e criativo. A trama gira em torno de uma jovem que vai para a faculdade dos seus sonhos. No entanto, tentando reaproximar a família, o pai decide levar todo mundo junto para conhecer a faculdade em uma viagem pelas estradas dos EUA. O problema é que no meio do caminho, a revolta das máquinas começa. Então, eles precisam resolver suas diferenças para conseguirem sobreviver e salvar o mundo.


Tick, Tick… Boom!

Baseado em uma história real e numa peça homônima, o filme conta a história de um jovem aspirante a compositor e dramaturgo que sente sua juventude se esvair enquanto tenta emplacar o trabalho de sua vida. Diante dos dramas da idade e das dificuldades para chegar à Broadway, ele leva seus dias em meio a muita música e polêmicas. O filme foi um sucesso na Netflix e conquistou duas indicações, uma de Melhor Ator para Andrew Garfield e outra de Melhor Montagem.


A Filha Perdida

Baseado em um livro de Elena Ferrante, esse filme de Maggie Gyllenhaal traz uma mãe divorciada deixando suas duas filhas com o pai enquanto decide tirar férias em uma ilha da Grécia. Buscando paz, ela acaba se envolvendo com uma família disfuncional, principalmente com a jovem mãe de um bebê bem novinho. Diante desse cenário, ela acaba revivendo memórias de sua própria vida enquanto criava suas filhas. O drama conseguiu três indicações aos ‘Oscars’ de Melhor Atriz para Olivia Colman, Melhor Atriz Coadjuvante para Jessie Buckley e Melhor Roteiro Adaptado.

Não Olhe Para Cima

A comédia multimilionária de Adam McKay contra o negacionismo dividiu opiniões. Enquanto uns disseram ser incrível, outros apontaram um humor meio Zorra Total. Fato é que a história dos cientistas que descobrem que um meteoro gigantesco está vindo em direção à Terra e tentam comunicar às autoridades e ao povo, mas acabam sendo desacreditados ou virando celebridades conquistou a atenção do público e da Academia, que o indicou a Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Montagem e Melhor Trilha Sonora Original.

Ataque dos Cães

Forte candidato a ser o maior vencedor dessa edição, Ataque dos Cães recebeu nada menos que 12 indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Diretora, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e por aí vai. Baseado em um livro clássico dos anos 60, o filme conta a história de dois irmãos que ostentam a maior fazenda de Montana. Eles são muito diferentes um do outro, mas a relação vai por água abaixo quando um deles se casa em segredo com uma viúva. Diante do novo amor do irmão, o outro vai fazer de tudo para acabar com a relação.

Crítica | Lov3 – Série Nacional da Prime Video enfoca as Múltiplas Formas de Amar

Como diria Bauman, vivemos tempos de amores líquidos. O que basicamente significa que as relações interpessoais entre os seres humanos não se solidificam mais, e, portanto, tendem a se dissolver, cansar, até mesmo se destruir com o passar do tempo e a perda de interesse. É uma característica da tal modernidade, em que tudo é descartável, inclusive as pessoas. Agora, imagina ser jovem, cheio de hormônio, carregado de potencial e crescer num mundo assim, tão irrelevante. Dessa angústia surge a série nacional ‘Lov3’, que chega essa semana aos assinantes da Prime Video no Brasil.

Sofia (Bella Camero), Beto (João Oliveira) e Ana (Elen Cunha) são irmãos, sendo que os dois primeiros são gêmeos e a última é a mais velha, recém-separada do marido e que decidiu ir morar com os irmãos na casa onde cresceram, mas sem contar para os pais. Quando Fausto (Donizeti Mazonas) e Baby (Chris Couto) aparecem sem avisar os filhos e comunicam que eles estão se separando, os três ficam sem chão. Mais ainda: Baby lhes dá dez dias para desocuparem o apartamento e tomarem rumo na vida, que ela irá utilizar o imóvel. Começa aí o desespero dos três: como arranjar dinheiro para pagar o aluguel à mãe? Ou seria melhor se independer do ninho e procurar a própria sorte com o próprio esforço?

Dividido em seis episódios de cerca de trinta minutos cada, a série ‘Lov3’ é claramente voltada para seu público específico: a juventude classe média urbana que, entediada com seu próprio privilégio, busca alívio das suas angústias de maneira incansável e exploratória. E, no caso, os protagonistas de ‘Lov3’ encontram esse alívio no sexo – ou, mais especificamente, na busca e no encontro das múltiplas possibilidades de amar. Essa é a solução de seus problemas.

Criado por Rita Moraes e Felipe Braga, um dos acertos da série é dialogar abertamente sobre a abertura amorosa que os tempos 00 trouxeram para a sociedade, com relacionamentos não monogâmicos, não heteronormativos e plurais. É onde os protagonistas querem encontrar as soluções de suas inquietações – Ana e seu casamento aberto; Sofia e o casal trisal; Beto e o amor gay. Porém, o roteiro de Rafael Lessa vai construindo esses personagens de maneira bem birrenta, especialmente Sofia, que se autointitula a dona da casa. Talvez a direção de Gustavo Bonafé (do filme e da série ‘O Doutrinador’) e Mariana Youssef tenha deixado passar em demasia o jeito mandão dessa protagonista, tornando-a uma mala mimada. Dos três irmãos, o mais simpático é Beto, que, com toda a sua insegurança, tem a jornada mais adorável de se acompanhar.

Estreando em plenas férias escolares da garotada jovem adulta, ‘Lov3’ é uma série nacional bem-produzida, que dialoga com um determinado nicho da população brasileira. Com muito sexo, pegação em grupo e personagens pouco carismáticos, é uma produção para debater a abertura de leque dos relacionamentos humanos nos tempos atuais tendo em vista as construções para o futuro, e tentar entender como a juventude urbana está buscando interagir, inclusive com os pais e familiares, que, sem jeito de como abordar essa galerinha espírito livre, acaba se afastando. Vale como ferramenta de debate.

‘Shazam!’: Herói aprende a voar em novo clipe; Confira

Shazam!’ ganhou um novo clipe no qual mostra o herói aprendendo a voar.

Confira:

As primeiras reações de ‘Shazam!‘ já estão entre nós, e parece que o longa agradou bastante os críticos. Com 47 críticas registradas, o filme alcançou 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que a produção traz uma mistura natural de humor e emoção, sendo um filme de super-heróis que nunca esquece o poder real do gênero: a realização de um desejo alegre.

Separamos trechos das principais críticas para vocês:

The Wrap:

“O longa captura a combinação dos quadrinhos originais com heroísmo ventoso e uma trama maluca, transferindo-a da década de 40 para a era moderna com grande habilidade.”

Guardian:

“Flutuante e despretensioso, ‘Shazam!’ tem objetivos baixos e, em sua maioria, bem-sucedidos. Uma brincadeira divertida para crianças, alimentada com energia suficiente para manter seu público-alvo envolvido com um conceito central divertido, que funciona como um cruzamento entre Big e Superman.”

EW:

“Sempre que [Zachary] Levi está na tela, impressionado com seu novo físico adulto (seus músculos parecem ter músculos) e chocado com seus poderes recém-descobertos, o filme realmente acerta.”

We Got This Covered:

Shazam! é a palavra mágica no que diz respeito a estabilidade do Universo da DC, já que David Sandberg prova que os super-heróis da Warner podem ser engraçados, cheios de coração e eletrificados com muita ação – tudo isso ao mesmo tempo.”

AV Club:

“O que muitas vezes é a parte mais comercial de uma história de origem de super-heróis – estabelecendo os poderes do herói –, acaba se tornando a parte mais divertida de ‘Shazam!’, carregada pelo encanto inquietante e infantil de [Zachary] Levi.”

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril.

Crítica de Álbum | Lana Del Rey nos convida para uma inebriante experiência musical em ‘Norman Fucking Rockwell!’

Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

Como se não bastasse, o sexto álbum de estúdio da cantora não se isola em uma investida completamente original e faz ótimo uso da discografia antecessora. Não é surpresa, pois, que a produção retome construções de ‘Honeymoon’, Born to Die e até mesmo ‘Ultraviolence’ (em uma perspectiva bem mais sutil, é claro), dando vida a um delicioso compilado que, apesar das longas faixas (como “Venice Bitch”, que se desenrola em mais de nove minutos), é aprazível do começo ao fim e sabe muito como se estruturar. Além disso, é interessante observar de que forma a artista se mantém fiel às raízes, trazendo elementos do trip hop e do rock psicodélico com assertiva fluidez.

Logo de cara, a faixa-titular demonstra a regência principal dessa epopeia musical: o piano clássico é o instrumento que definitivamente ganha maior peso ao longo das catorze tracks, algo que também não se configura como uma escolha inesperada. O choque (no sentido mais positivo da palavra), na verdade, dialoga com a forma de uso à qual Lana se rende, em detrimento de uma significação convencional do que o classicismo exacerbado representa para a indústria fonográfica contemporânea; em outras palavras, a cantora mergulha em uma narcótica experiência, respaldando-se em uma narcótica sinestesia que desconstrói o formulaico e abre portas para uma identidade única e emocionante.

As sutilezas psicológicas também configuram a preferência pessoal de Del Rey: temos as notas propositalmente dissonantes de “Venice”, que se rearranjam na verborrágica “Fuck It, I Love You”, em que esse descompasso se transpõe para os vocais quase falados, antecedendo o refrão em crescendo. Em uma análise mais profunda, entretanto, é inegável dizer que as lyrics roubam nossa atenção com força maior que a progressão sonora – aliás, esta faixa se dispõe de um cansaço criativo notável que, apesar de ser retificado nas faixas seguintes, não deixa de representar um deslize considerável.

Porém, não pense que Lana abre mão de outras características próprias de sua discografia: se em ‘Honeymoon’ nos víamos diante de acuadas delineações, ‘Rockwell’ dosa com maestria a complacência e a sedução, algo que toma forma com “Doin’ Time”. Mesmo não sendo composta por Del Rey – visto que a ideia aqui é revisitar a clássica produção da banda Sublime, que já funciona como cover de “Summertime”, de George Gershwin. E, enquanto o grupo em questão já se afastava do jazz de Gershwin, a lead opta por dar adeus à constância do rap da virada do século para abraçar com força inegável a mistura do trap e de um onírico pop que reflete suas tendências para o hibridismo de gêneros e suis-generis. Porém, essa revitalização também vem acompanhada de uma inexpressividade obrigatória dos vocais, que variam do ecoante grave até o belo falsetto sem qualquer dificuldade aparente.

Ao contrário do que poderíamos imaginar, a primeira balada romântica não dá as caras até a metade do álbum: é claro que a artista chega a explorá-la com “Mariners Apartment Complex”, mesmo prestando homenagem a nomes como Anna Nalick em um pop-rock travestido de folk acústico à la anos 1970, mas é com “Love Song” que Lana volta a atingir sua excelência. Em meio à abafada sobriedade do violão, do piano e do violino, ela se dispõe a cantar de modo milimetricamente cronometrado, oscilando dentro de um dinamismo que, por vezes, nos faz esquecer do lent-tempo que ouvimos – isso sem mencionar a teatralidade que ela também imprime nesses quase quatro minutos. Tal escopo se expande para a similar “Cinnamon Girl”, que, ao mesmo tempo, se excede em uma épica e sintética entrega.

Não podemos deixar de mencionar alguns deslizes que beiram o amadorismo, como a supracitada “Fuck It, I Love You” e a esquecível “Bartender”, que acaba abrindo mão de um suposto subito e orquestra uma monótona e frustrante peça. Felizmente, Del Rey não deixa que alguns tropeços tirem sua concentração, permitindo que ela volte à boa forma com a sucessora “Happiness Is a Butterfly” antes de culminar com a ilustre presença de “Hope Is a Dangerous Thing for a Woman Like Me to Have – but I Have It”, cuja premeditada redundância é composta por inúmeras referências sagazes e um minimalismo conceitual e trágico que refrata uma memorável joia fonográfica.

O classicismo mencionado alguns parágrafos acima aparece também com impactante força na rock-ballad “The Greatest”, track que, sem sobra de dúvida, é uma das melhores produções de sua carreira. A aliança entre baixo e guitarra vem à tona em uma opressiva jornada psicológica que preconiza um icônico solo apenas como forma de sustentar uma dramática e comovente performance. Essa mesma união instrumental também é utilizada em outras faixas, incluindo a transgressora “California” – que não se esconde em meio a tanta coisa acontecendo.

Norman Fucking Rockwell!’ é um explícito convite de Lana Del Rey para uma experiência bastante sensorial que, talvez daqui a um tempo, seja consagrado como o álbum mais intimista de sua carreira. Em meio a ótimas composições e deslizes ofuscados pela competência musical de sua artista, o álbum entrega tudo o que promete – e mais.

Nota por faixa:

  • Norman Fucking Rockwell – 4,5/5
  • Mariners Apartment Complex – 4/5
  • Venice Bitch – 4,5/5
  • Fuck It, I Love You – 3/5
  • Doin’ Time – 4,5/5
  • Love Song – 5/5
  • Cinnamon Girl – 5/5
  • How to Disappear – 4/5
  • California – 4/5
  • The Next Best American Record – 4,5/5
  • The Greatest – 5/5
  • Bartender – 2,5/5
  • Happiness Is a Butterfly – 4,5/5
  • Hope Is a Dangerous Thing for a Woman Like Me to Have – but I Have It – 5/5

‘Mulan’: Live-action ganha novos cartazes individuais; Confira!

A Disney divulgou novos cartazes individuais de seu próximo remake em live-actionMulan.

Confira:

As últimas projeções do BoxOffice indicam que ‘Mulan‘ vai estrear nos EUA com uma arrecadação na faixa de US$ 40 a 60 milhões, valor bastante decepcionante considerando o quanto o estúdio gastou no filme.

A Disney gastou entre US$ 200 e US $ 300 milhões no remake, que deve ter uma abertura semelhante à de ‘Dumbo‘, extremamente decepcionante se esses números de orçamento fossem precisos.

O filme está previsto para estrear em 26 de março de 2020.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

Crítica | ‘Gaslighter’ é uma volta triunfal para as The Chicks – e uma grande obra de empoderamento

Previamente conhecida como The Dixie Chicks, o grupo formado pela estonteante vocalista Natalie Maines e pelas talentosíssimas irmãs Emily Erwin e Martie Erwin carrega consigo um legado infindável e representa uma grande mudança no enário mainstream para as cantoras femininas. Surgido em 1991, o trio, que agora abraçou o simples título de The Chicks, já levou para casa nada menos que 13 estatuetas do Grammy (incluindo uma de Álbum do Ano em 2007) e, até hoje, permanecem como uma das bandas de maior sucesso comercial e crítico de todos os tempos. Entretanto, esse caminho de puro sucesso não foi trilhado com pacifismo – muito pelo contrário: depois do tremendo sucesso, as integrantes do trio resolveram se posicionar contra o governo de George W. Bush e de suas ofensas contra o Iraque em 2003, dizendo que “sentiam vergonha de que o presidente fosse de nossa mesma terra natal”.

Como Taylor Swift sabiamente falou em seu documentário Miss Americana, lançado neste ano, as pessoas não querem que ídolos musicais se manifestem em âmbitos políticos, principalmente se você for uma mulher. E, assim como Madonna, Cher e tantas outras divas da indústria fonográfica, Natalie, Emily e Martie arriscaram sua carreira em prol de algo muito maior – e receberam um injusto boicote que durou quase uma década e meia. Felizmente, grande parte do público percebeu que elas estavam certas, no final das contas, pavimentando um retorno glorioso àquilo que outrora as havia colocado no topo do mundo. Depois de longos catorze anos, as Chicks retornaram com força descomunal através do lançamento do irretocável Gaslighter.

Logo de cara, percebe-se que o grupo não deixou de lado sua necessária militância – que, nos dias de hoje, vem ganhando uma dimensão maior e mais globalizada. O próprio título do álbum, que estende-se para a faixa de abertura, é uma menção ao abuso psicológico sofrido por diversas mulheres, que são tachadas de loucas e de histéricas pelo modo como os homens as tratam, tentando fazê-las duvidar da própria sanidade mental e da própria memória. Um tanto quanto digno para um comeback, visto que foi isso que as Chicks experimentaram durante tanto tempo ao falar coisas que as pessoas não estavam prontas para ouvir. O resultado final transforma essa obra em sua incursão mais coesa e mais exuberante, criando uma amálgama bastante fluida de country-pop que as eternizou logo no começo da carreira.

Aqui, o grupo se reúne com o aclamado produtor Jack Antonoff para uma jornada ao mesmo tempo íntima e dançante que explora os grandes problemas da sociedade atual – por mais que se renda às fórmulas do mainstream. E, conhecendo os trabalhos de Antonoff, não esperaríamos nada além de envolventes inflexões saudosistas e originais, transmutando-se em um ensaio sociológico ao longo de doze faixas – e, mais do que isso, o produtor soa similar e, de alguma forma, diferente de tudo que já nos apresentou (como 1989, Norman Fucking Rockwell!’ e Melodrama). É possível ver em cada faixa um pedacinho daquilo que marcou sua identidade sonora, enquanto busca por elementos novos que o tornem mais versátil.

Entretanto, é impossível tirar o crédito das aplaudíveis rendições das líderes dessa delineação fantástica. De um lado, temos as inclinações ácidas e pungentes às marchas de bandinhas escolares na track titular, enquanto “Sleep at Night” mostra-se afável ao resgate de instrumentos mais clássicos, como o violino; de outro lado, as dissonâncias propositais e “modernizadas”, por assim dizer, ganham voz na crescente “March March”. Há de tudo um pouco no álbum – e, em vez de apenas fazerem o que bem entenderem, elas têm plena ciência de que essa explosão catártica é exatamente o que seus fãs vinham lhe pedindo por tantos anos. “Eu sou o exército de uma só” é um dos inúmeros versos emblemáticos que resumem as mensagens de empoderamento e de autossuficiência declamadas do começo ao fim.

As baladas não ficam de fora – e, em vez de buscarem inspiração nas progressões épicas de tantas canções similares e conterrâneas (até mesmo dentro de sua própria discografia), as Chicks mergulham na sutileza minimalista dos sintetizadores, enquanto tanto os lead vocals quanto o fundo performativo opta pelo sensorialismo, pela sinestesia fonográfica que ganhou impulso em meados da década passada – como é o caso da controversa “Everybody Loves You” e da exultante “My Best Friend’s Wedding” (uma das melhores criações da carreira, sem sombra de dúvida). Já em “Tights On My Boat”, Natalie encarna uma vingança pessoal na altivez crua de alguém que a machucou sem escrúpulos no passado – e para quem o universo vai se encarregar de punir, uma hora ou outra; e o mais incrível, sem dúvida, seja o fato de que cada assinatura lírica reflete as disparidades de gênero que existem até hoje e que foram vividas através de slutshaming e mansplaining quando as integrantes eram mais jovens.

O álbum recua mais uma vez em seu terceiro ato, possivelmente abandonando quaisquer reminiscências de um pano de fundo “superficial”, atingindo-nos com a poderosa e melódica “Julianna Calm Down”, um hino de sororidade que as Chicks precisavam colocara para fora, deixando claro que estão ali para quem precisar. Em “Young Man”, temos a presença muito bem-vinda de um saudosista e narcótico country, infundido com as calmas arquiteturas do violão e do violino. E, em etérea conclusão, “Set Me Free” é exatamente o que a banda procurava desde seu início no cenário musical: liberdade.

Gaslighter não é uma produção revisionista – muito pelo contrário: as The Chicks não têm mais medo do que um passo em falso pode ocasionar; afinal, elas já viveram em um pesadelo interminável após falarem o que pensavam. Aqui, passado e presente se entrelaçam em um único e lancinante fio que prova que as coisas não mudaram tanto dos anos 2000 para cá, cabendo a elas mostrar que renascer pode ser muito mais belo do que as pessoas imaginam.

Nota por faixa:

  • Gaslighter – 5/5
  • Sleep at Night – 5/5
  • Texas Man – 4/5
  • Everybody Loves You – 5/5
  • For Her – 4,5/5
  • March March – 5/5
  • My Best Friend’s Weddings – 5/5
  • Tights On My Boat – 5/5
  • Julianna Calm Down – 5/5
  • Young Man – 4,5/5
  • Hope It’s Something Good – 4/5
  • Set Me Free – 5/5

Especial de Natal de Mariah Carey ganha cartaz oficial; Confira!

Apple TV+ divulgou o cartaz oficial de Mariah Carey’s Magical Christmas Special’, evento musical apresentado pela lendária cantora e compositora.

Confira, junto ao trailer:

Assim como diversas produções especiais apresentadas por celebridades, incluindo as sessões musicais com Kacey Musgraves, o evento trará diversos nomes de grande calibre para as telinhas, incluindo Billy Eichner, Tiffany Haddish, Jennifer Hudson, Ariana Grande, Misty Copeland e Snoop Dogg.

Carey convidou um grupo mais que especial de superestrelas para acompanharem-na nesse evento único. Moroccan e Monroe, gêmeos da cantora e compositora, também aparecerão no especial. Lidando com uma crise de fim de ano, o Polo Norte sabe que há apenas uma pessoa que pode salvar o dia: a melhor amiga do Papai Noel, Mariah Carey. Combinando performances musicais, danças dinâmicas e animações de tirar o fôlego, a Rainha do Natal está pronta para criar um feriado espetacular e deixar o mundo mais feliz.

Mariah Carey’s Magical Christmas Special’ será lançado no dia 04 de dezembro.

‘Primal’: Aclamada animação de Genndy Tartakovsky conquista duas estatuetas do Annie Awards 2021

A aclamada e visceral animação adulta Primal, de Genndy Tartakovsky, fez bonito na última edição dos Annie Awards e levou para casa duas estatuetas.

A série conquistou os prêmios de Melhor Animação para TV – Público GeralMelhor Direção para TV.

Lembrando que a produção é transmitida pela Warner Channel no Brasil.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada e tem previsão de retorno para 2021.

A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.

A animação foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky (Samurai JackStar Wars: A Guerra dos Clones).

‘JAGUAR’: Nazistas se escondem entre os espanhóis no trailer oficial da nova série da Netflix

A nova série espanhola da Netflix, intitulada ‘JAGUAR‘, ganhou seu primeiro e misterioso trailer completo.

A produção tem estreia marcada para 22 de setembro na plataforma de streaming.

Confira:

Na trama, muitos nazistas reconstruíram suas vidas na Espanha após a Segunda Guerra Mundial. Mas existe uma gangue não esquece de seus rostos e não vai parar, até que a justiça seja feita.

Blanca Suárez, Iván Marcos, Francesc Garrido e Adrián Lastra estrelam a produção.

Ramón Campos e Gema R. Neira assinam a criação.

Christian Bale – 48 Anos | 9 filmes com o “camaleão de Hollywood” para conferir nos streamings

Christian Bale é um dos atores mais conhecidos de sua geração – e construiu uma carreira recheada de sucessos que o eternizaram como o “camaleão de Hollywood”, por sua incrível e invejável capacidade de se transformar totalmente para cada um de seus papéis.

Bale encarnou seu grande primeiro papel no cenário cinematográfico com o drama de guerra ‘Império do Sol’, que estrelou com apenas 13 anos. Desde então, participou de projetos como Psicopata Americano, a trilogia Batman, de Christopher Nolan, a dramédia criminal Trapaça e diversos outros longas-metragens. Por seu papel em O Vencedor, conquistou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, além de um Globo de Ouro na mesma categoria.

No dia de hoje, 30 de janeiro, o icônico ator completa 48 anos de idade – e é claro que não poderíamos deixar essa data passar em branco. Dessa forma, montamos uma lista com nove títulos estrelados por Bale que você precisa conferir nos streamings.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

IMPÉRIO DO SOL (1987)

Onde assistir: Prime Video, HBO Max

Até hoje, não consigo entender como Bale nem ao menos conquistou uma indicação por sua irretocável performance no drama de guerra ‘Império do Sol’ (afinal, são poucas as crianças que conseguem entregar uma rendição tão espetacular com apenas 13 anos). Na trama, o ator interpreta Jim Graham, um garoto de onze anos de uma família inglesa que vive no Oriente. Jim tem um padrão de vida alto, mas de repente é separado de seus pais em virtude da China ser invadida pelo Japão. Isso o força a se defender e o obriga a crescer, tornando-se então um sobrevivente em um campo de concentração com rígidas regras.

PSICOPATA AMERICANO (2000)

Onde assistir: Prime Video

Patrick Bateman (Bale) jovem, branco, bonito e sem nada que o diferencie de seus colegas de Wall Street. Protegido pela conformidade, privilégio e riqueza, Bateman também um serial killer, que vaga livremente e sem receios em busca de uma nova vítima. Seus impulsos assassinos são abastecidos por um zeloso materialismo e uma inveja torturante quando ele encontra alguém que possui mais do que ele. Após um colega dar-lhe um cartão de visitas melhor que o seu em tinta e papel, a sede de sangue de Bateman surge e ele aumenta ainda mais suas atividades homicidas, tornando-se um perigoso e violento psicopata.

O OPERÁRIO (2004)

Onde assistir: Prime Video

A última vez em que Trevor Reznik (Bale) dormiu foi há um ano, sendo que desde então o cansaço vem destruindo progressivamente sua saúde física e mental. Ele trabalha numa fábrica operando maquinário pesado, e faz de tudo para manter seu emprego. Envergonhado por causa de seu problema, Trevor isola-se cada vez mais, tornando-se paranóico. Depois de se envolver em um acidente no trabalho em que um homem perde um braço, Trevor começa a crer que seus colegas estão conspirando para demiti-lo. Ele precisará lutar não apenas para se manter no cargo, mas também para manter a sanidade.

TRILOGIA BATMAN (2005 – 2012)

Onde assistir: HBO Max

A partir de 2005, Bale daria vida a um dos personagens mais emblemáticos da cultura pop, Batman (alcunhado como Cavaleiro das Trevas). Sua performance conquistaria o público e a crítica especializada e interpretaria o protagonista em três longas-metragens: Batman Begins’O Cavaleiro das TrevasO Cavaleiro das Trevas Ressurge’. Comandado por Christopher Nolan, a trilogia ajudaria a alavancar e a cimentar o gênero de super-heróis no cinema, além de reacender o interesse do público neles.

O VENCEDOR (2010)

Onde assistir: Globoplay, Telecine, Prime Video

Bale voltaria a reiterar sua incrível versatilidade como ator com o drama biográfico esportivo O Vencedor, comandado por David O. Russel. Na produção, o astro interpreta Dicky Eklund, meio-irmão do protagonista Micky Ward (Mark Wahlberg) e ex-boxeador profissional que ficou conhecido como “o Orgulho de Lowell”. Bale foi exaltado por sua interpretação e conquistou não apenas o Globo de Ouro, mas também o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

TRAPAÇA (2013)

Onde assistir: NOW

Retomando sua colaboração com Russell, Bale estrelou ao lado de nomes como Amy AdamsJennifer LawrenceBradley Cooper a comédia criminal Trapaça. Na trama, Irving Rosenfeld (Bale) é um grande trapaceiro, que trabalha junto da sócia e amante Sydney Prosser (Adams). Os dois são forçados a colaborar com um agente do FBI ( Cooper), infiltrando o perigoso e sedutor mundo da máfia. Ao mesmo tempo, o trio se envolve na política do país, através do candidato Carmine Polito (Jeremy Renner). Os planos parecem dar certo, até a esposa de Irving, Rosalyn (Lawrence), aparecer e mudar as regras do jogo.

A GRANDE APOSTA (2015)

Onde assistir: Globoplay, Prime Video, Netflix

Michael Burry (Bale) é o dono de uma empresa de médio porte, que decide investir muito dinheiro do fundo que coordena ao apostar que o sistema imobiliário nos Estados Unidos irá quebrar em breve. Tal decisão gera complicações junto aos investidores, já que nunca antes alguém havia apostado contra o sistema e levado vantagem. Ao saber destes investimentos, o corretor Jared Vennett (Ryan Gosling) percebe a oportunidade e passa a oferecê-la a seus clientes. Um deles é Mark Baum (Steve Carell), o dono de uma corretora que enfrenta problemas pessoais desde que seu irmão se suicidou. Paralelamente, dois iniciantes na Bolsa de Valores percebem que podem ganhar muito dinheiro ao apostar na crise imobiliária e, para tanto, pedem ajuda a um guru de Wall Street, Ben Rickert (Brad Pitt), que vive recluso.

VICE (2018)

Onde assistir: Looke

Na juventude, Dick Cheney (Bale) se aproximou do Partido Republicano ao ver na política uma grande oportunidade de ascender de vida. Para tanto, se aproxima de Donald Rumsfeld (Carell) e logo se torna seu assessor direto. Com a renúncia do ex-presidente Richard Nixon, os poucos republicanos que não estavam associados ao governo ganham imediata importância e, com isso, tanto Cheney quanto Rumsfeld retornam à esfera de poder do partido. Décadas depois, com a decisão de George W. Bush (Sam Rockwell) em se lançar candidato à presidência, Cheney é cortejado para assumir o posto de vice-presidente. Ele aceita, mas com uma condição: que tenha amplos poderes dentro do governo, caso a chapa formada seja eleita.

FORD VS. FERRARI (2019)

Onde assistir: NOW, Apple TV+

Talvez um dos filmes mais subestimados da carreira de Bale, Ford vs. Ferrari é um competente drama esportivo que gira em torno da rixa entre duas das marcas automobilísticas mais famosas da história – Ford e Ferrari. Na trama, Bale interpreta o piloto e engenheiro Ken Miles, que é contratado pelo ex-piloto Carroll Shelby (Matt Damon) para entrar no ramo das corridas de carros e permitir que a Ford ganhe o mesmo prestígio e glamour da empresa concorrente, a Ferrari. Por seu papel Bale conquistou indicações ao Globo de Ouro e ao SAG Awards na categoria de Melhor Ator.

Lana Del Rey – 37 Anos | Ranqueamos todos os álbuns da icônica artista

Lana Del Rey, um dos nomes mais proeminentes da cultura pop contemporânea, completa 37 anos no dia de hoje, 21 de junho – e nada melhor que celebrar sua carreira e sua importância para o cenário musical com algumas matérias especiais.

Depois de elencarmos suas dez melhores músicas, chegou a hora de ranquear todos os seus álbuns oficiais, desde o icônico Born to Die, um dos favoritos dos fãs, até o aclamado e premiado Norman Fucking Rockwell!’, que solidificou o nome de Lana como uma das melhores compositoras do século.

Para tanto, não estamos levando em consideração o disco ‘Lana Del Ray’, lançado em 2010, visto que a performer ainda não tinha adotado seu alter-ego oficial e que a produção passou por alguns contratempos desde sua divulgação.

Confira abaixo a nossa lista e conte para nós qual o seu álbum favorito:

7. HONEYMOON (2015)

Não se enganem: Lana Del Rey não tem um álbum ruim em toda sua carreira. ‘Honeymoon’ apenas ocupa o último lugar do nosso ranking por, em alguns aspectos, não alcançar a beleza cinemática de suas produções predecessoras e sucessoras. De qualquer forma, a cantora e compositora mergulha em uma instrumentação diferente da produção anterior, Ultraviolence, voltando às raízes do baroque-pop e construindo narrativas que falam sobre a tortura do romance, o ressentimento, a luxúria e, principalmente, um escapismo poético que, até então, já havia se tornado marca registrada de suas composições. Além disso, o disco conta com os ótimos singles “High by the Beach”“Music to Watch Boys To”.

6. BLUE BANISTERS (2021)

“Caracterizar os álbuns de Lana como ‘idênticos’ é realmente não ter a capacidade de perceber os minuciosos detalhes que se escondem em suas músicas – e não compreender a argúcia da qual a artista se vale para dar vida a enredos apaixonantes e movidos por experiências que variam do efêmero ao eterno. Aqui, nota-se uma transgressão do que se tomava como verdade, numa medida que transcende nossas expectativas e desbrava um terreno cinemático e profundamente dramático: a representação máxima desse respaldo vem com “Arcadia”, cuja carga sentimental transborda em uma teatralidade invejável e que, dentro do que se propõe a fazer, nem ao menos tangencia a imodéstia; marcada por versos como ‘meu corpo é um mapa de Los Angeles’ e ‘não posso dormir em casa esta noite, me mande para o Hotel Hilton’, Del Rey continua a degustar as próprias metáforas através de uma elegância atemporal que atravessa gerações” – T.N.

5. ULTRAVIOLENCE (2014)

Dois anos depois de sua estreia oficial no mundo da música, Lana continuou a investir pesado em peculiaridades artísticas e rendições originais que a afastassem do EDM e do pop que regiam o cenário mainstream da época. Em Ultraviolence, cujo lançamento se deu em 2014, a performer aposta fichas em uma gama considerável de estilos, incluindo o rock psicodélico, o dream pop, o desert rock, o soft rock e vários outros. O disco ajudou a consagrar Del Rey como o ícone que a conhecemos hoje, debutando em primeiro lugar nas paradas mundiais e gerando canções como “West Coast”“Shades of Cool” e a música titular (que rendeu inúmeras controvérsias à época).

4. CHEMTRAILS OVER THE COUNTRY CLUB (2020)

Chemtrails over the Country Club é apenas mais uma apaixonante e reverenciável adição à discografia de uma artista que ainda tem muito a nos contar – seja por seu estilo único, contemporâneo e saudosista ao mesmo tempo, impulsionado pela necessidade de despontar como algo diferente em meio à mesmice. Lana Del Rey encontrou-se em meio ao folk e ao americana para proferir seu estilo e uma identidade que, ano após ano, torna-se mais complexa” – T.N.

3. LUST FOR LIFE (2017)

Com ‘Lust for Life’, Lana Del Rey mais uma vez reinventou a identidade estética e sonora de sua carreira, afastando-se da atmosfera mais sombria e melancólica de ‘Honeymoon’ e abraçando seu retorno para construções inspiradas pelo hip-hop, pelo trap-hop e pelo folk.  Contando com aparições de nomes como The WeekndA$AP RockStevie Nicks, o álbum fez um grande sucesso comercial, estreando em primeiro lugar na Billboard 200, além de conquistar uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum Pop Vocal. Como se não bastasse, Lana também encabeçou diversos singles, incluindo a faixa-título, “Groupie Love”“Love”, conquistando o coração dos fãs.

2. BORN TO DIE (2012)

Born to Die é uma construção à frente de seu tempo e que viria a influenciar uma geração inteira de artistas – e, como já poderíamos imaginar, foi extremamente subestimada pela crítica especializada em seu lançamento (o renomado site Pitchfork, por exemplo, deu uma medíocre nota 5,5/10 para o álbum, mudando, anos mais tarde, sua classificação para 7,8/10, compreendendo a importância do disco para o século XXI). Assim como ‘ARTPOP’ prenunciaria o boom do hyper-pop e seria repreendido por seu proposital exagero, Born to Die serviria como base para o baroque-pop do final dos anos 2010 e começo dos anos 2020, alimentando uma afeição crescente pelo experimentalismo e pela música conceitual que não era muito bem aceita em 2012″ – T.N.

1. NORMAN FUCKING ROCKWELL! (2019)

“A faixa-titular demonstra a regência principal dessa epopeia musical: o piano clássico é o instrumento que definitivamente ganha maior peso ao longo das catorze tracks, algo que também não se configura como uma escolha inesperada. O choque (no sentido mais positivo da palavra), na verdade, dialoga com a forma de uso à qual Lana se rende, em detrimento de uma significação convencional do que o classicismo exacerbado representa para a indústria fonográfica contemporânea; em outras palavras, a cantora mergulha em uma narcótica experiência, respaldando-se em uma narcótica sinestesia que desconstrói o formulaico e abre portas para uma identidade única e emocionante” – T.N.

Final de ‘The Walking Dead’ trouxe aparição surpresa de [SPOILER]

O último episódio da adorada série The Walking Dead foi ao ar ontem, 20 de novembro, e marcou o fim de uma das jornadas pós-apocalípticas mais longevas da televisão contemporânea.

series finale fez inúmeras referências a personagens que deixaram a produção ao longo dos anos, boa parte como voiceovers ou montagens em flashback. Entretanto, um dos astros do show, Chandler Riggs (intérprete de Carl Grimes), fez uma breve aparição no capítulo de encerramento.

Riggs pode ser visto andando pelo set de filmagens. Segundo o time criativo da série, Riggs estava na cidade onde a série é rodada e apareceu no estúdio para reencontrar os colegas.

“Chandler Riggs estava na cidade e ele perguntou se podia nos visitar e dizer oi para os amigos”, conta a showrunner Angela Kang, em entrevista à EW“Me diverti muito tendo ele no set, e foi muito revê-lo. E, então, enquanto fazíamos as cenas e precisávamos de alguns extras, nós perguntamos: ‘quer aparecer? Entre lá! Vá ficar no fundo'”.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

A Múmia | Há 15 anos, franquia estrelada por Brendan Fraser chegava a uma decepcionante conclusão

Franquias cinematográficas fazem parte de um círculo perigoso e muitas vezes vicioso, principalmente quando pensamos na originalidade da trama. Enquanto a primeira iteração normalmente emerge como uma perspectiva original e carregada de elementos contraditórios que a perscrutam com complexidade, divertimento e satisfação, as seguintes acabam perdendo um pouco do brilho e caem nas ruínas do esquecimento, rotuladas como “filmes genéricos” e com uma grande perda de potencial. Infelizmente, este é o caso de A Múmia: Tumba do Imperador’ Dragão, longa-metragem que traz um fim para as aventuras de Rick e Evelyn O’Connell.

A história é ambientada no período pós II Guerra Mundial, mais de vinte anos após os acontecimentos de O Retorno da Múmia’, de 2001. Já aposentados, o casal protagonista tenta encontrar algum significado para suas próprias vidas, longe das areias dos desertos e com uma reputação que os acompanha até os dias atuais sobre seus trabalhos realizados para conter as ameaças de forças sobrenaturais e sobre suas capacidades investigativas. E depois da comum sequência introdutória – da qual falarei nos próximos parágrafos -, nos deparamos com uma das grandes mudanças da trilogia: a substituição de Rachel Weisz por Maria Bello como intérprete de Evy (parece que Weisz percebeu a decadência da franquia em que estava e não renovou seu contrato, obrigando os estúdios Universal a correr para a contratação de outra). E já posso dizer que, como era de se esperar, a mudança repentina trouxe certas reações quanto à química do casal principal.

Film Title: The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor
Explorers Rick (BRENDAN FRASER) and Evelyn O’Connell (MARIA BELLO) in an all-new adventure that races from the catacombs of ancient China high into the spectacular Himalayas: “The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor”.
Photo Credit: Jasin Boland
Copyright: © 2008 Universal Studios. ALL RIGHTS RESERVED.

Enquanto os dois lutam contra a monotonia de uma vida londrina, seja atirando em peixes para o jantar ou criando cenas de luta para um romance histórico, Alex (agora interpretado por Luke Ford) está na longínqua China da década e 1950, seguindo os passos dos pais ao abandonar a faculdade e mergulhar no descobrimento de um antigo santuário milenar que permaneceu escondido por séculos até ser encontrado. A partir daqui, fica fácil entender o desenrolar da história – cuja “nova perspectiva” é tamanha, que podemos prever o conteúdo de cada ato até o desfecho mais improvável e clichê que podemos pensar.

Primeiramente, vamos analisar o prólogo: seguindo o padrão estético e identitário de seus predecessores, Tumba do Imperador Dragão’ se inicia com uma narração sobre a vida de um dos líderes mais tiranos da história – o Imperador Han (Jet Li). Através de uma impetuosidade inenarrável e uma constante busca pelo poder supremo e pela imortalidade, o governante chinês destruiu centenas de vilarejos e dizimou exércitos numerosos para endossar o nome de sua crueldade, atraindo olhares malignos e, como podemos prever, traidores dentro de seu próprio séquito. Após encontrar uma feiticeira chamada Zi Juan (Michelle Yeoh), a qual poderia lhe garantir a vida eterna, ele é amaldiçoado e é transformado numa estátua de barro, assim como todos os seus seguidores.

Não é preciso pensar duas vezes para descobrir como o poder maligno do imperador seria libertado: afinal, a família O’Connell parece estar conectada de modo quase inverossímil ao despertar de forças das trevas que têm como único objetivo a destruição de seus inimigos e a reafirmação da onipotência. Alex é o responsável, ainda que indiretamente, pela descoberta, mas é a combinação de vários acontecimentos envolvendo todos da família – incluindo o sempre bem-vindo escape cômico John Hannah como Jonathan Carnahan – que possibilita aos antagonistas da narrativa concretizarem seus planos.

É quase automático realizar uma comparação entre o terceiro filme da franquia e os dois anteriores. As coisas aqui são representadas através de um maniqueísmo utilitário e desnecessariamente pseudometafórico, pois, enquanto Imhotep (Arnold Vosloo) trazia consigo um arco histórico e uma delineação arquetípica que transcendia os conceitos do bem e do mal – ainda que fosse movido por um desejo corrompível -, Han é simplesmente fruto de um cansaço criativo por parte dos roteiristas Alfred Gough Miles Millar e não emerge como um personagem nem agradável nem odiável – mas simplesmente… Existente. A vingança de Imhotep era banhada por um passado de romance e traição que o levaram por um caminho obscuro e culminaram em sua condenação a um destino pior que a morte – a suspensão no purgatório. O Imperador é essencialmente mal, mas essa vertente de sua personalidade não é explorada com afinco e não permite a conexão entre o mundo criado e o espectador.

Brendan Fraser retorna como Rick em mais uma de suas encarnações cômicas. Entretanto, o que parece é que a altivez de outrora que acompanhava seu personagem através das aventuras e o permitia dosar de modo equilibrado a comédia e o drama deu lugar à letargia cênica. A química entre ele e Weisz era invejável e mostrava de forma mútua como o potencial de dois atores poderia ultrapassar os limites físicos de um longa-metragem e transbordar para os olhos fixos do público; mas com Bello, essa paixão é inexistente. Não o vemos como um casal, e sim como construções publicitárias que visam à venda de um filme já morto.

A própria arquitetura da família é falha; em outras palavras, Jonathan, Rick, Evy e Alex não estão na mesma sintonia narrativa e parecem presos a cada um de seus microcosmos, cada um lutando pela retificação da valores – retificação que não é explorada nem mesmo superficialmente pela história. Os conflitos internos de cada personagem, antes com valor agregador à narrativa, desapareceram para darem lugar às resoluções de roteiro do mundo blockbuster no qual a franquia infelizmente se afundou.

Não posso tirar mérito do design de produção, porém; apesar dos graves erros de CGI e dos efeitos especiais extremamente mal-utilizados e que trazem uma saturação desconfortável para a tela, a construção dos cenários é interessante e consegue trazer o melhor de dois mundos para uma mesma sequência. A atemporalidade é um elemento claramente visível quando temos, num mesmo frame, a presença da modernidade pós-Guerra chegando à China – revólveres, vestimentas, automóveis e até mesmo decorações de ano-novo – entrando em um choque agradável aos olhos com a medievalidade do governo imperial, com a arquitetura suntuosa e a crença constante no sobrenatural.

O terceiro e último filme da franquia A Múmia marca sua própria decadência, perceptível desde seu predecessor. Através de um roteiro muito fraco e sem identidade, baseando-se em elementos formulaicos da vertente narrativa das histórias de aventura, podemos ficar muito felizes – ou talvez não – de que um dos monstros mais icônicos a já permearem o imaginário das pessoas teve seu fim e encontrará um muito próximo reboot. Só não podemos deixar de ficar tristes pela jornada da família O’Connell ter entrado numa queda livre – e talvez isso seja o que nos doa mais.

‘The Burial’: Drama legal com Jamie Foxx e Tommy Lee Jones ganha cenas INÉDITAS; Confira!

Prime Video divulgou cenas inéditas de The Burial, drama legal estrelado por Jamie Foxx.

O filme chega aos cinemas estadunidenses em 06 de outubro e à plataforma de streaming em 13 de outubro.

Confira, a partir de 01:56:

O filme é dirigido por Maggie Betts, que também assina o roteiro ao lado de Doug Wright.

A história é baseada no advogado Willie E. Gary e seu cliente, Jeremiah Joseph O’Keefe, que abriu um processo contra uma companhia funerária após ir à falência.

Em 1995, Willie E. Gary (Foxx), um advogado não convencional de danos pessoais com um histórico impressionante, ajuda um dono de uma funerária falida, Jeremiah Joseph O’Keefe (Tommy Lee Jones) a processar a empresa funerária Loewen, liderada por Raymond Loewen (Bill Camp). como resultado de uma disputa contratual. Gary finalmente ganhou o veredicto do júri de US$ 500 milhões e a empresa Loewen entrou com pedido de falência.

Jurnee SmollettMamoudou AthieDorian MissickPamela ReedAmanda WarrenJim KlockAlan RuckBilly SlaughterLance E. Nichols completam o elenco.

‘Thriller’, ‘Purple Rain’ e outros álbuns que DEFINIRAM os anos 1980

Poucas décadas foram tão importantes para o mundo da música quanto a de 1980.

Ao longo de dez anos, nomes como Michael Jackson, Madonna e Prince mudaram o cenário fonográfico com produções impecáveis e que, mesmo quase quatro décadas depois de seu lançamento, continuam a influenciar artistas das novas gerações pelas revoluções que promoveram – fossem na área fonográfica ou até mesmo na área estética.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco álbuns internacionais que definiram a década de 80 e que você precisa ouvir.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

5. CONTROL, Janet Jackson (1986)

Na família Jackson, Michael não foi o único a despontar como um dos grandes ícones da música. Sua irmã, Janet Jackson, fez algo muito similar ao apostar na própria carreira – e, em 1986, deu vida ao aclamado ‘Control’, facilmente um dos melhores álbuns da história da música. Contando com nada menos que sete singles promocionais, incluindo a faixa-título e a clássica “Nasty”, a obra é uma mistura perfeita de pop e R&B e se consagrou como uma das investidas de maior sucesso da artista – além de ser caracterizado como o precursor de um gênero conhecido como new jack swing, estendendo seu legado por décadas a fio.

4. LIKE A PRAYER, Madonna (1989)

“A quarta rendição de Madonna é, sem sombra de dúvida, um divisor de águas em sua discografia e até mesmo na história da música pop – afinal, esta foi uma das primeiras vezes em que o gênero em questão alcançou um patamar aplaudível, raspando na perfeição fonográfica. Não é surpresa, pois, que a artista se valha de seus melhores vocais e performances que oscilam do proposital melodramático ao puro cinismo, conversando em uma deliciosa contradição com o CD anterior. Like a Prayer, inclusive, serviria de inspiração para inúmeras construções contemporâneas e ressurgiria com mais força em futuros álbuns da lead singer – caso prestemos atenção, alguns versos são bastante familiares com os de compilações como ‘Confessions on the Dancefloor’ (2005) e ‘MDNA’ (2012)” – Thiago Nolla

3. THRILLER, Michael Jackson (1982)

Michael Jackson continua, até os dias de hoje, como um dos maiores nomes da música – e carrega o legado de rei do pop com merecidos aplausos. Ele não apenas revolucionou o modo de se produzir música, como é um dos precursores da transformação do videoclipe em forme de arte audiovisual, unindo fonografia e imagética em um só lugar. E, há mais de quatro décadas, Jackson lançava seu revolucionário e aclamado sexto álbum de estúdio, Thriller. Com praticamente todas as músicas se tornando singles promocionais, a obra quebrou inúmeros recordes comerciais, tornando-se a produção fonográfica mais vendida de todos os tempos com mais de 70 milhões de cópias comercializadas. Além disso, levou diversos prêmios para casa, incluindo o Grammy Award de Álbum do Ano.

2. HOUNDS OF LOVE, Kate Bush (1985)

“A produção do álbum começou dois anos antes de seu lançamento: Bush isolou-se na própria casa e, munida de uma LinnDrum, um Fairlight e um piano clássico, gestou uma sensorial e versátil jornada regada a incursões alternativas e experimentais que caíram no gosto público e, até hoje, são redescobertas. E o carro-chefe da obra viria com a impecável “Running Up That Hill (A Deal with God)”, uma track alicerçada no synth-pop e no new wave, discorrendo sobre como um homem e uma mulher não podem entender um ao outro justamente por serem quem são (“se eu pudesse, eu faria um acordo com Deus, e eu faria com que ele trocasse nossos lugares”). Ainda que a faixa não tenha feito sucesso considerável à própria época, conquistou os holofotes do ano passado ao ser redescoberta pela geração atual, que a permitiu viralizar nas redes sociais e alavancar-se nas paradas de todo o mundo mais uma vez” – T.N.

1. PURPLE RAIN, Prince (1984)

Prince é um nome que absolutamente todos já ouviram. O icônico artista serviu de inspiração para diversos nomes do cenário contemporâneo da música, incluindo BeyoncéLady Gaga e Janelle Monáe. Começando sua carreira em 1978, Prince ascendeu a uma fama meteórica que o transformou num dos nomes mais importantes da história do escopo fonográfico – e, em 1984, lançou o que apenas podemos considerar como o melhor álbum de sua carreira e um dos melhores de todos os tempos: Purple Rain (que entrou como trilha sonora do filme homônimo).

A produção é composta por nove faixas, dentre as quais basicamente todas se transformam em singles e/ou em assinaturas de seu estilo único. Aqui, Prince aproveitou todo seu contato com múltiplos gêneros musicais para arquitetar uma explosão de poprockR&B e funk, amalgamando-os em uma enérgica aventura sonora que, mesmo nos dias de hoje, serve como padrão para diversos performers. Cada incursão dialoga com a outra, mas não abandona as próprias idiossincrasias – à época, auxiliando na imortalização do artista e, agora, merecendo ainda mais reconhecimento pelo impacto causado na cultura mundial.

Atriz de ‘X-Men 97’ fala o que o público pode esperar da 2ª temporada: “Apertem os cintos”

Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, a atriz Jennifer Hale, que dubla Jean Grey na aclamada animação X-Men ’97’, comentou sobre o que o público pode esperar da 2ª temporada.

“Tudo o que vou dizer é: apertem os cintos”, ela afirmou. “Não posso falar nada… Nada. Estou praticando não dizer uma palavra sobre qualquer coisa. Nem mesmo menciono que estou em algo até eu ver os produtores e os criadores dizerem algo. Apenas não faço. Melhor não arriscar. Não quero ser a pessoa que estraga tudo”.

Vale lembrar que a 1ª temporada já está disponível na Disney+, e ainda não há previsão de lançamento para a 2ª.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Beau DeMayo, que foi afastado do projeto em virtude de polêmicas envolvendo sua conta no OnlyFans.

Continuando após os eventos de X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

Os 10 Melhores Filmes de Fantasia de Todos os Tempos

O gênero fantástico sempre esteve em nossas vidas – seja na literatura, no cinema ou na televisão. Desde os primórdios da contação de histórias, artistas incríveis tiveram a capacidade de nos transportar para mundos distantes, recheados de criaturas sobrenaturais e mitológicas, que nos apresentavam uma nova perspectiva aventuresca movida por acontecimentos soberbos e épicos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores filmes de fantasia de todos os temposa – desde a clássica aventura A História Sem Fimaté o icônico O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, que se tornou um divisor de águas para o gênero no cenário cinematográfico.

Confira a nossa lista abaixo:

10. A HISTÓRIA SEM FIM (1984)

No clássico A História sem Fim, Bastian (Barret Oliver) é um garoto que usa sua imaginação como refúgio dos problemas do dia-a-dia, como as provas do colégio, as brigas na escola e a perda de sua mãe. Um dia, após se livrar de alguns garotos que insistem em atormentá-lo, ele entra em uma livraria. Lá o proprietário mostra um antigo livro, chamado A História Sem Fim, que classifica como perigoso. O alerta atiça a curiosidade de Bastian, que pega o livro emprestado sem ser percebido. A leitura o transporta para o mundo de Fantasia, um lugar que espera desesperadamente a chegada de um herói. A imperatriz local (Tami Stronach) está morrendo e, junto com ela, o mundo em que vive é aos poucos devorado pelo feroz Nada. A única esperança é Atreyu (Noah Hathaway), que busca a cura para a doença da imperatriz com a ajuda de Bastian.

9. UGETSU (1953)

ugetsu

Em 1953, a história do cinema era agraciado com um épico fantástico japonês intitulado ‘Ugetsu’. Essa obra-prima cinemática, cortesia das habilidosas mãos do diretor Kenji Mizoguchi e recontando de maneira fabulesca um dos períodos mais complicados da história do país (a guerra civil Azuchi-Momoyama), o longa nos leva de volta ao século XVI e acompanha dois irmãos fazendeiros que vão à capital local para tentar vender peças de cerâmica. Eles vendem todas, e depois o destino dos dois se separa quando Tobei decide se tornar samurai, e Genjuro quer enriquecer por meio do comércio. Entre as surpresas que os esperam, Genjuro descobre que a rica mulher que o recebeu em seu palácio é, na verdade, um fantasma.

8. MONTY PYTHON EM BUSCA DO CÁLICE SAGRADO (1975)

monty python e o cálice sagrado

Nessa icônica comédia ácida, que inclusive ditou os moldes dos filmes de comédia que se seguiriam após sua estreia, Terry GilliamTerry Jones recontam as clássicas novelas arturianas de maneira despojada e hilária. Na trama, o Rei Artur sai à procura de cavaleiros que o acompanhem em uma jornada histórica: a busca do Santo Graal. Aparecem então Sir Lancelot, o Bravo; Sir Robin, o Não-Tão-Bravo-Quanto-Sir-Lancelot; Sir Galahad, o Puro, entre outros personagens surreais. Escrita pelo genial grupo de comédia britânico Monty Python, a trama do longa satiriza diversos eventos históricos ocorridos na Idade Média.

7. O LABIRINTO DO FAUNO (2006)

O Labirinto do Fauno é um conto de fadas distorcido que não se rende à romantização excessiva, mas sim que exala as angústias às quais uma nova geração estava fadada a carregar à época do real significado de caos. Não nos poupando de catarses naturais e nem mesmo de sacrifícios narrativos, essa obra de Del Toro é uma de suas mais memoráveis – e mais aterrorizantes, certamente. Na trama, a jovem Ofélia e sua mãe doente chegam ao posto do novo marido de sua mãe, um sádico oficial do exército que está tentando reprimir uma guerrilheira. Enquanto explorava um labirinto antigo, Ofélia encontra o fauno Pan, que diz que a menina é uma lendária princesa perdida e que ela precisa completar três tarefas perigosas a fim de se tornar imortal.

6. EXCALIBUR (1981)

É notável como o universo arturiano sempre serviu de inspiração para diversas incursões audiovisuais – tanto na televisão quanto no cinema. Em 1981, uma das melhores releituras dessas clássicas novelas de cavalaria ganhou forma pelas mãos de John BoormanExcalibur. Inspirado livremente na lenda do Rei Arthur, a trama é centrada em Arthur, um servente e filho bastardo do lorde Uther Pendragon, que recebe a mágica espada Excalibur para reunir os Cavaleiros da Távola Redonda e unificar o reino de Camelot – tudo isso com a ajuda do mago Merlin. No entanto, este monarca enfrenta grandes desafios à sua frente em busca do amor, do Cálice de Cristo e da sobrevivência de sua nação.

5. A PRINCESA PROMETIDA (1987)

Apesar de ter tido uma estreia bastante modesta entre os críticos e nas bilheterias, A Princesa Prometida possui um impacto inegável não apenas no cenário dos filmes de fantasia, mas no escopo da sétima arte como um todo. A aventura estrelada por nomes como Cary ElwesMandy PatinkinRobin Wright e tantos outros transformou-se em um clássico cult com o passar dos anos e, nos dias de hoje, é considerado como uma das melhores produções não apenas de Rob Reiner, mas da década de 1980. A trama acompanha a bela Buttercup, uma jovem que é raptada e mantida encarcerada contra a sua vontade – obrigada a se casar com o odioso príncipe Humperdinck. Porém, o corajoso Westley, seu verdadeiro amor e que retorna como um impiedoso pirata, parte em uma missão para salvá-la.

4. MARY POPPINS (1964)

Mary Poppins continua como uma das melhores produções da Walt Disney Studios, trazendo um elenco de peso que inclui Julie Andrews (que inclusive conquistou o Oscar de Melhor Atriz por seu irretocável trabalho no longa) e Dick Van Dyke. Baseada no romance homônimo de P.L. Travers, a trama nos leva para a Londres de 1910, onde um banqueiro rígido e severo com os filhos escreve um anúncio no jornal em busca de uma governanta. Trazida pelo vento em um guarda-chuva voador, uma babá com poderes mágicos aparece para transformar a triste rotina da família.

3. O SÉTIMO SELO (1957)

o sétimo selo

Poucos filmes carregam o extenso legado no cenário audiovisual como O Sétimo Selo. Responsável por calcar a imagem da Morte como uma misteriosa figura encapuzada que joga xadrez com os mortais (e que foi adotada até mesmo por Maurício de Sousa nos quadrinhos da Turma da Mônica Jovem), a trama é centrada em um cavaleiro que retorna das Cruzadas após uma década de luta e encontra o país devastado pela Peste Negra. Sua fé em Deus é sensivelmente abalada e, enquanto reflete sobre o significado da vida, a Morte surge à sua frente querendo levá-lo, pois chegou sua hora. Objetivando ganhar tempo, convida-a para um jogo de xadrez que decidirá se ele parte com ela ou não. Tudo depende da sua vitória no jogo e a Morte concorda com o desafio, já que não perde nunca.

2. O MÁGICO DE OZ (1939)

O Mágico de Oz é um dos filmes mais relembrados e adorados de todos os tempos. Desde sua comovente história de superação e autoaceitação delineada perfeitamente por L. Frank Baum até as inovações técnico-artísticas, a obra de Victor Fleming parece não envelhecer. Mesmo os cineastas contemporâneos, principalmente aqueles que ousam se aventurar no mundo da fantasia, buscam referências do clássico longa, remodelando-as em uma tentativa de aproximá-las das novas gerações. Entretanto, sua atemporalidade talvez seja um dos maiores atributos – afinal, quem não conhece a história de Dorothy, os sapatinhos de rubi, o temido feiticeiro da cidade das Esmeraldas e os macacos voadores? É claro que se restringir apenas aos artifícios narrativos é cair no senso-comum; afinal, a trama que se desenrola vai muito além do que os olhos podem ver.

1. O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI (2003)

Depois de dois filmes impecáveis, ‘O Senhor dos Anéis’ chegou ao fim com um terceiro capítulo épico, emocionante e que honrou a memória de J.R.R. Tolkien da melhor maneira possível. ‘O Retorno do Rei’ não só emocionou o público e levou de forma merecida para casa onze estatuetas do Oscar, como também insurgiu como a obra-prima da carreira de Peter Jackson – e não é por menos; em meio aos seus mais de 240 minutos de exposição cênica, ele nos apresenta a cada um dos aspectos que transformou a Terra-Média em um dos cosmos mais apaixonantes de todos os tempos, fazendo questão de fornecer a cada um dos vários personagens o seu momento de glória, sua complexa construção arquetípica e sua significação além do que poderíamos imaginar.

MENÇÃO HONROSA: EDWARD MÃOS DE TESOURA (1990)

Com ‘Edward Mãos-de-Tesoura’, o conhecido diretor Tim Burton conseguiu encontrar uma forma de poetizar aquilo que é considerado “fora do normal”. A beleza do personagem principal está justamente em sua excentricidade, em sua construção nem um pouco dentro das saídas convencionais e como sua personalidade altruísta e ingênua é capaz de cativar todos à sua volta – não é surpresa que a jovem Kim acabe se apaixonando por sua transcendência, visto que não é como nenhum dos outros garotos que passaram por sua vida. Uma aventura romântica que segue uma linha tragicômica é a frase que mais define essa linda obra de Burton, mas não se pode deixar de dizer que ela falha quando não se aprofunda em algumas outras questões, principalmente a não aceitação que, eventualmente, permanece em um escopo mais superficial.

Crítica | ‘The Old Guard 2’ é uma sequência DECEPCIONANTE que desperdiça o próprio potencial

Em 2020, a Netflix trazia a seus assinantes a ambiciosa adaptação de ‘The Old Guard’, longa-metragem inspirado nos quadrinhos homônimos de Greg Sucka. Apesar do conhecido histórico de produções originais da gigante do streaming, o projeto encabeçado por Gina Prince-Bythewood encantou os espectadores não apenas pelo trabalho impecável de um elenco liderado por Charlize Theron, mas pela inesperada profundidade da narrativa e por se manter fiel ao material original – estendendo-se ao longo de duas horas e sagrando-se um ótimo épico de ação que clamava por uma sequência.

Cinco anos mais tarde, somos convidados a retornar para esse glorioso universo com o lançamento de ‘The Old Guard 2’, que chegou ao serviço hoje, 2 de julho. Comandado pela novata Victoria Mahoney, que fez sua estreia em 2021 com o drama ‘Yelling to the Sky’, a história da sequência se desenrola assim que os eventos do primeiro capítulo terminam – com Andrômaca de Cítia (Theron), também conhecida como Andy, lidando com o fim de sua imortalidade e protegendo-se ainda mais de ataques externos. Acompanhada da recém-chegada Nile (KiKi Layne), que se tornou a mais nova imortal e integrante do grupo de soldados, além de Joe (Marwan Kenzari), Nicky (Luca Marinelli) e James (Chiwetel Ejiofor), Andy e seus aliados percebem que o perigo é constante – e se veem na mira de duas antagonistas movidas por um desejo irrefreável de vingança e poder.

Como sabemos da icônica cena pós-créditos do longa predecessor, Booker (Matthias Schoenaerts) foi exilado após trair a confiança do grupo, cruzando caminho com Quỳnh (Vân Veronica Ngô), o antigo amor de Andy que, durante a época da Inquisição e da caça às bruxas, foi confinada em um caixão de ferro e condenada a passar a eternidade no fundo do oceano em um sofrimento eterno. Porém, Quỳnh foi resgatada pela impiedosa Discórdia (Uma Thurman), a imortal mais antiga do planeta que, em meio a contínuas injustiças sofridas por aqueles que não entendem a dádiva que foi dada a esses soldados, ela abandona a esperança de tornar o mundo um lugar melhor e se transforma em uma máquina guiada por uma cega vendeta – e que coloca os outros imortais em perigo inimaginável.

E isso não é tudo: Andy e Quỳnh fizeram um juramento inquebrável antes de serem separadas por seus algozes, impulsionando a protagonista a procurar sua amada e sua amiga por séculos antes de desistir – o que nos leva às vontades da própria Quỳnh de represália, sentindo-se traída por Andy estar em liberdade enquanto ela era torturada sob o frio desconcertante de águas opressoras. Influenciada pelo carisma e pelo discurso de Discórdia, a guerreira se vira contra aquela que um dia jurou apoiar e trilha um caminho de escuridão que também dá base para a história.

uma thurman

Enquanto todos os que acompanharam o primeiro capítulo da saga acreditavam que isso iria acontecer, Mahoney desperdiça o potencial do projeto em meio a cenas que não fazem sentido e que se valem de um mero espetáculo visual (o que não é um problema, considerando que boa parte do nosso envolvimento com o filme anterior se deu pelas espetaculares sequências de ação). Todavia, conforme navega pelas atribulações de laços frágeis e por um barril de pólvora que está prestes a explodir, a realizadora deixa que o roteiro co-assinado por Rucka e Sarah L. Walker se desenrole em meio a sofridos diálogos e a one-liners cansativas que, em vez de fornecerem mais densidade aos personagens, transforma-os em meros arquétipos de tantos produtos similares que acompanhamos nas últimas décadas.

A questão é que o longa de 2020 conquistou o público e a crítica por não se levar a sério e acompanhando a defasagem super-heroica que emergiu na sétima arte com o término de ‘Vingadores: Ultimato’ – além de ter sido lançado no início de uma complicada pandemia de COVID-19 que nos confinou à segurança dos lares. Aqui, o teor do entretenimento e da leveza foram deixados de lado, e mesmo as temáticas sociais exploradas foram varridas para debaixo do tapete em prol de repetições sistemáticas que não aproveitam tudo o que esse cosmos tem a oferecer. E, de fato, o criador da HQ original não conseguir sustentar um roteiro inspirado em sua própria criação é algo a ser levado em consideração – e algo que nos deixa com um pé atrás, considerando o monumental cliffhanger que antecipa os créditos de encerramento.

the old guard 1

O elenco faz um trabalho formidável, com destaque aos membros que retornam e, em especial, Theron em mais uma entrada no circuito de filmes de ação que nos deixa de boca aberta e que traz referências a ‘Atômica’, que protagonizou em 2017. Ngô expande o breve contato que tivemos com Quỳnh e nutre de uma química interessante com Theron, por mais que as delineações não sejam esquadrinhadas como deveriam. Thurman nos agracia ao mergulhar de cabeça nas vilãs que eternizou no show business, mas é desperdiçada em meio a falas mal construídas. E Henry Golding completa o time de estreantes como Tuah, um antigo imortal e amigo de longa data de Andy.

‘The Old Guard 2’ falha por não manter o nível do título anterior e por apostar fichas em uma história metódica, sem inspiração e que se vale mais do espetáculo do que de uma concretude criativa, por assim dizer. Com exceção das atuações e das cenas de combate, o resultado dessa sequência é decepcionante e frustrante – por mais que nos prepare para um terceiro capítulo que pretende concluir essa épica jornada.

Josh Hutcherson corre PERIGO no teaser inédito ‘Five Nights at Freddy’s 2’; Confira!

Universal Pictures divulgouum novo teaser oficial da aguardada sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2’.

O longa chega aos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.

Confira, junto ao trailer completo:

Em 2023, o fenômeno de bilheteria do terror da Blumhouse, Five Nights at Freddy’s — baseado na famosa série de jogos de Scott Cawthon — se tornou o filme de terror de maior bilheteria do ano. Agora, um novo e chocante capítulo do terror animatrônico começa.

Um ano se passou desde o pesadelo sobrenatural na Freddy Fazbear’s Pizza. As histórias sobre o que aconteceu lá foram distorcidas e viraram uma lenda local exagerada, inspirando o primeiro Fazfest da cidade.

O ex-segurança Mike (Josh Hutcherson) e a policial Vanessa (Elizabeth Lail) esconderam a verdade da irmã de 11 anos de Mike, Abby (Piper Rubio), sobre o destino de seus amigos animatrônicos.

Mas quando Abby foge para se reconectar com Freddy, Bonnie, Chica e Foxy, isso desencadeia uma série assustadora de eventos, revelando segredos sombrios sobre a verdadeira origem da Freddy’s — e libertando um horror há muito esquecido, escondido por décadas.

Skeet Ulrich foi confirmado no elenco e voltará a contracenar com Matthew Lillard, seu parceiro de cena em ‘Pânico‘ (1996), filme que os consagrou como ícones do terror slasher nos anos 1990.

Ainda não há detalhes oficiais sobre o personagem que Ulrich interpretará, mas espera-se que ele desempenhe um papel central na nova fase da história, que promete expandir o universo sombrio e animatrônico de Freddy Fazbear’s Pizza. Lillard, que apareceu no primeiro filme como William Afton — o grande vilão da franquia — deve ter participação ainda mais destacada na sequência.

O primeiro ‘Five Nights at Freddy’s‘ estreou em 2023 e se tornou um sucesso de bilheterias, arrecadando mais de US$ 280 milhões mundialmente, mesmo com lançamento simultâneo na plataforma Peacock. O filme superou as expectativas da Universal e da Blumhouse e garantiu rapidamente a aprovação para uma continuação.

 

O elenco conta com o retorno de Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard, além de introduzir Mckenna GraceWayne KnightMegan Fox.

Emma Tammi retorna à direção.

Conheça o novo DRAMA com Sally Field e Lewis Pullman que chegou ao streaming!

Criaturas Extraordinariamente Brilhantes, filme baseado no romance homônimo de Shelby Van Pelt e estrelado por Sally Field (‘Lincoln’) e Lewis Pullman (‘Thunderbolts’), finalmente chegou ao catálogo da Netflix.

Lançado hoje, 8 de maio, na plataforma de streaming, o longa conta a história do peculiar e fascinante relacionamento entre uma idosa e solitária viúva chamada Tova, que trabalha como zeladora em um aquário, e um polvo gigante do Pacífico, chamado Marcellus, que vive na instalação. Tova forma uma amizade improvável com o cefalópode rabugento, mas, sem que ela saiba, Marcellus está em uma missão para resolver um mistério que irá curar o coração da viúva e levá-la a uma descoberta que mudará sua vida.

O romance original foi lançado na primavera de 2022 e se tornou uma sensação através do boca a boca, crescendo vertiginosamente, a ponto de se tornar a obra literária mais vendida de 2023 – segundo algumas páginas de ranqueamentos de livros.

Colm Meaney, Joan Chen, Kathy Baker, Beth Grant e Sofia Black-D’Elia completam o elenco.

Olivia Newman, mais conhecida por seu trabalho em ‘Um Lugar Bem Longe Daqui‘, assina a direção do longa. Newman também fica responsável pelo roteiro ao lado de John Whittington.

Criaturas Extraordinariamente Brilhantes‘ vendeu mais de duas milhões de cópias e passou por pelo menos 30 reimpressões.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stardust’: Cinebiografia de David Bowie ganha primeira imagem oficial

O The Hollywood Reporter divulgou a primeira imagem oficial da cinebiografia de David Bowie, destacando Johnny Flynn como Ziggy Stardust, alter ego do artista.

A foto faz referência a icônica imagem de Bowie sentado em uma mesa de jantar com uma camisa roxa, chapéu na cabeça e um cigarro nas mãos.

Stardust‘ se passa em 1971 e acompanha a primeira viagem de David Bowie à América, saindo de sua em Brixton, Inglaterra, aos 24 anos de idade.

Além de Flynn, o elenco conta com Jena Malone como a esposa de Bowie, Angie, e Marc Maron como Ron Oberman.

Stardust é dirigido pelo ganhador do Emmy, Gabriel Range, e o roteiro é de Christopher Bell (‘Os Últimos Czares’).

Por enquanto ainda não há previsão de estreia.

 

Oscar 2021 pode ser adiado devido ao Coronavírus

Devido ao Coronavírus, diversos estúdios interromperam suas produções e diversas salas de cinema foram fechadas, deixando o ano de 2020 sem estreias expressivas para concorrer ao Oscar no próximo ano.

De acordo com a Variety, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas está considerando adiar o Oscar 2021 por conta da pandemia..

A premiação permanece marcada para 28 de fevereiro do ano que vem, mas fontes ligadas à organização disseram que não há planos definidos para a realização do evento.

“É muito provável que a cerimônia seja adiada”, disse uma das fontes.

No entanto, não foram divulgados maiores detalhes sobre a decisão, incluindo possíveis novas datas.

Em entrevista ao portal, David Rubin, o presidente da Academia, expressou dúvidas quanto à relaização da cerimônia.

“Por enquanto, é impossível saber qual será o cenário. Tudo o que eu sei é que queremos celebrar os filmes, mas não sabemos exatamente de que forma isso vai acontecer.”

Também não está claro se o adiamento do Oscar também permitirá que os filmes lançados após o prazo final do ano se qualifiquem para a 93ª edição.

Em abril, a Academia já havia anunciado que iria alterar as regras de elegibilidade ao prêmio.

Anteriormente, um filme deveria manter uma passagem mínima de sete dias nos cinemas de Los Angeles para ser qualificado.

Mas para este ano, os filmes lançados digitalmente podem ser qualificados se os estúdios reponsáveis tivessem programado os lançamentos para as telonas antes do quadro atual.

Além disso, o longa também tem que ser disponibilizado para os membros da academia 60 dias antes de seu lançamento digital.

“A Academia acredita que não há maior experiência do que assistir um filme nos cinemas,” disse Rubin. “Nosso compromisso com isso é imutável. No entanto, a trágica pandemia de COVID-19 tornou necessária uma mudança em nossas regras. A Academia apoia nossos membros e colegas nesse momento difícil de incerteza. Nós reconhecemos a importância de seus trabalhos serem vistos e celebrados, especialmente agora, quando o público aprecia filmes mais do que nunca.”

Quando os cinemas forem reabertos, a regra de elegibilidade voltará ao normal, com a necessidade da passagem pelos cinemas. Os filmes que forem liberados digitalmente nesse período não terão que ter passagem posterior pelas telonas.

Além disso, a academia anunciou que irá eliminar uma categoria do Oscar. Mixagem de Som e Edição de Som se tornarão uma categoria só na premiação, reduzindo o total de troféus para 25.

‘Coração de Ferro’: Dominique Thorne fala pela 1ª vez sobre estrelar a série da heroína

Uma das maiores revelações do Disney Investors Day foi a notícia de que a ‘Coração de Ferro vai ganhar uma série live action estrelada por Dominique Thorne (‘Judas e o Messias Negro’).

Thorne dará vida à Riri Williams, uma jovem de apenas 15 anos que criar sua própria armadura inspirada no Homem de Ferro.

Durante uma entrevista para o Black Filmand, a atriz falou pela primeira vez sobre como se sentiu ao ser escolhida para o papel principal.

“Minha mãe me presenteava com quadrinhos desde que eu era uma criança, então eu já conhecia a personagem. Isso me ajudou muito durante os testes [de elenco]. Quando eu soube que fui escolhida foi um momento maravilhoso e inspirador. Lembrei de quando lia as HQs e me imaginei representando essa menina tão inteligente. Fiquei muito orgulhosa de mim mesma.”

Ela continuou, explicando porque se interessou pelo papel.

“Para mim, a história de força e superação de Riri é muito marcante. Muitos de nós [atores] entram na profissão buscando contar histórias significativas e isso foi isso que me atraiu. Quando eu era mais nova, aprendi a ter empatia e dar voz aos que precisam, acho que Riri representa muito bem esses conceitos.”

Infelizmente, a estrela não revelou nada mais sobre a série, então a trama permanece em segredo.

Apesar disso, tudo indica que a personagem será um membro dos ‘Jovens Vingadores‘ agora que Kate Bishop (Hailee Steinfeld) e a Ms Marvel (Iman Vellani) serão introduzidas ao MCU.

Lembrando que ainda não há previsão de estreia.

Para quem não a conhece, Riri Williams apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing.

Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Tony Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

Confira a primeira imagem oficial da série:

Em 2019, a criadora da personagem já havia publicado no Twitter que o próprio Downey Jr. expressou sua esperança em ver a Coração de Ferro no MCU.

Confira:

“O negócio aqui é que Robert Downey Jr. disse publicamente que a Coração de Ferro deve ser introduzida no MCU.”, escreveu Ewing.

E aí, o que você achou da novidade?

‘Homem-Aranha 3’: Novo símbolo do herói é detalhado em artes oficiais; Confira!

O CBM divulgou algumas novas artes promocionais de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, destacando o novo símbolo do herói.

Além disso, as variantes dos trajes usados na sequência também são detalhados.

As imagens fazem parte do merchandising dos cadernos Tilibra.

Confira:

Lembrando que Homem-Aranha: Sem Volta para Casa terá nada menos que duas horas e meia, e chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.