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O ator Gene Hackman, 95, e sua esposa são encontrados mortos em casa

O renomado ator Gene Hackman, de 95 anos, e sua esposa, a pianista Betsy Arakawa, de 63 anos, foram encontrados mortos em sua residência no estado do Novo México, segundo informações veiculadas pela mídia norte-americana na última quinta-feira, 27 de fevereiro. O casal, junto com um cachorro da família, foi localizado em sua casa na tarde de quarta-feira, 26 de fevereiro, conforme detalhes divulgados pelo site Santa Fé New Mexican.

As autoridades locais não indicaram qualquer sinal de crime relacionado às mortes, mas, até o momento, optaram por não divulgar informações específicas sobre as circunstâncias em que os falecimentos ocorreram.

Uma investigação foi aberta para apurar as causas, embora os detalhes ainda sejam escassos.

De acordo com Denise Avila, porta-voz do Gabinete do Xerife do Condado de Santa Fé, a polícia recebeu uma solicitação para realizar uma verificação de bem-estar na residência por volta das 13h45, no horário local, de quarta-feira. Ao chegarem no local, os policiais encontraram os corpos de Hackman, Arakawa e do cachorro, todos sem sinais vitais. As autoridades afirmaram que estão investigando o caso, mas que, até o momento, não há indícios de qualquer crime envolvido.

Gene Hackman, um dos mais renomados atores da história de Hollywood, ficou mundialmente conhecido por sua carreira de destaque em filmes como ‘Os Bons Companheiros‘, ‘The French Connection‘ e ‘A Firma‘. Betsy Arakawa, sua esposa, é uma pianista talentosa, e o casal vivia de forma discreta no Novo México há vários anos, longe dos holofotes da mídia.

‘Quem Matou PC Farias?’: Prime Video anuncia série sobre o crime nunca resolvido e DOBRA aposta nas produções True Crime

O Prime Video prepara uma nova produção brasileira dedicada a um dos crimes mais controversos da história recente do país.

Durante o Prime Video Presents, realizado na Cidade do México com participação do CinePOP, a plataforma apresentou seus próximos projetos e revelou uma série documental ‘Quem Matou PC Farias?‘, sobre a morte de PC Farias, caso que há quase três décadas permanece cercado de dúvidas, versões conflitantes e teorias. A produção integra a nova leva de conteúdos brasileiros que o streaming pretende levar também para o público internacional.

A apresentação destacou a intenção do Prime Video de investir cada vez mais em histórias profundamente ligadas à cultura brasileira, explorando personagens e acontecimentos que marcaram o país. Dentro dessa estratégia, o crime envolvendo PC Farias aparece como uma das apostas voltadas ao universo do true crime. A plataforma vem ampliando esse tipo de conteúdo no Brasil e, durante o evento, deixou claro que pretende continuar explorando histórias reais com forte potencial de repercussão.

PC Farias foi uma das figuras mais controversas da política brasileira no início dos anos 1990. Tesoureiro da campanha presidencial de Fernando Collor de Mello, ele ganhou enorme projeção durante as investigações que atingiram o governo e ajudaram a desencadear uma das maiores crises políticas da Nova República. Anos depois, quando já estava afastado do centro do poder, PC seria encontrado morto em uma casa de praia em Alagoas, dando início a um dos casos criminais mais intrigantes do país.

A morte aconteceu em 23 de junho de 1996, quando PC Farias e sua namorada, Suzana Marcolino, foram encontrados mortos na residência de praia em Guaxuma. A versão inicialmente apresentada pelas autoridades apontava para um crime passional seguido de suicídio, segundo a qual Suzana teria atirado em PC e posteriormente cometido suicídio. No entanto, a explicação passou a ser questionada e, ao longo dos anos, diferentes investigações e perícias levantaram dúvidas sobre a dinâmica dos acontecimentos.

É justamente essa pergunta que dá título ao novo projeto: quem matou PC Farias? A produção documental terá como principal desafio revisitar um caso que nunca deixou de provocar discussões. A posição dos corpos, os disparos, a cena do crime e outras circunstâncias da morte foram analisadas repetidamente desde 1996. A possibilidade de envolvimento de uma terceira pessoa também passou a fazer parte das discussões sobre o caso.

O anúncio ganha ainda mais importância dentro do momento vivido pelo true crime brasileiro. Durante a apresentação na Cidade do México, o Prime Video destacou sua intenção de investir em histórias brasileiras e em produções capazes de apresentar diferentes aspectos da cultura do país para espectadores de outras partes do mundo. O caso PC Farias se encaixa perfeitamente nessa proposta por reunir crime, política, poder, mistério e um dos períodos mais turbulentos da história recente brasileira.

A produção também poderá revisitar a trajetória de PC antes de sua morte. Seu nome se tornou nacionalmente conhecido durante o governo Collor, quando denúncias sobre um esquema de arrecadação e movimentação de recursos colocaram seu personagem no centro do noticiário. O chamado “Esquema PC” se tornou um dos símbolos da crise que atingiu o governo e ajudou a transformar o tesoureiro em uma das figuras públicas mais controversas daquele período.

Mais de 30 anos depois, porém, é a morte que continua alimentando a curiosidade do público. A investigação do assassinato de PC Farias produziu diferentes versões ao longo das décadas, e a própria hipótese de crime passional seguida de suicídio nunca conseguiu eliminar completamente as dúvidas em torno do caso. É esse terreno de incertezas que o Prime Video pretende explorar, recuperando acontecimentos, depoimentos e elementos da investigação para reconstruir aquela madrugada.

A série também chega em um momento em que produções brasileiras de true crime conquistaram enorme espaço entre os assinantes das plataformas de streaming. O sucesso de histórias baseadas em crimes reais demonstrou que existe um público interessado não apenas em descobrir “quem matou”, mas também em entender as circunstâncias, as investigações e as consequências dos casos. Com PC Farias, o Prime Video terá ainda a possibilidade de conectar um mistério criminal a acontecimentos políticos que marcaram uma geração.

Ainda sem revelar todos os detalhes da produção, o anúncio feito no Prime Video Presents da Cidade do México coloca Quem Matou PC Farias? entre os projetos brasileiros que merecem atenção. A série promete revisitar um dos crimes mais enigmáticos do país justamente quando o interesse internacional por histórias brasileiras cresce. Para o Prime Video, a aposta representa mais um passo na estratégia de transformar acontecimentos e personagens nacionais em produções capazes de ultrapassar as fronteiras do Brasil.

E a pergunta permanece: quem matou PC Farias? Décadas depois da madrugada que chocou o país, o caso continua sem uma resposta capaz de eliminar todas as controvérsias. Agora, o Prime Video pretende voltar à cena do crime e reabrir, para uma nova geração, um dos maiores mistérios criminais brasileiros. Se a série conseguir reunir as diferentes versões e colocar novamente os fatos sob escrutínio, o caso PC Farias pode voltar ao centro das conversas — desta vez, para uma audiência global.

2ª temporada de ‘Tremembé’ ganha fotos e Marina Ruy Barbosa afirma: “Vem ainda mais impactante”

26 anos de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’

No ano seguinte após o sucesso estrondoso de Pânico, um outro filme do subgênero do terror, o slasher, chegou aos cinemas uma obra repleta de tensão que aborda as consequências de uma escolha na visão de jovens amigos à beira de fases importantes de suas vidas. Dirigido por Jim Gillespie, com roteiro assinado pelo craque Kevin Williamson, baseado no romance homônimo da escritora Lois Duncan, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado é um daqueles filmes que envelhecem mal.

Na trama, acompanhamos quatro jovens amigos que voltando de uma noitada na praia no dia da independência norte-americana, pegam o carro e numa distração, em meio as curvas perigosas de uma estrada, acabam atropelando uma pessoa. Tendo que decidir em minutos quais os passos a se seguirem nessa situação, optam pela pior opção que é a de não chamar a polícia e ainda por cima jogam o corpo na água. O tempo passa e logo percebemos como o ocorrido impactou suas vidas e para piorar um deles recebe um bilhete que diz exatamente o título do filme:  Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Assim, começam uma busca para saber quem era aquela pessoa que eles atropelaram e quem está causando mortes pela cidade.

Freddie Prinze Jr and Jennifer Love Hewitt looking up in fear in a scene from the film ‘I Still Know What You Did Last Summer’, 1998. (Photo by Columbia Pictures/Getty Images)

Rodado em quase dois meses na Califórnia, o projeto busca sua força na questão da escolha em momentos chaves na vida. Desde a apresentação dos personagens, seus sonhos, seus desejos, são colocados ao público, assim chegamos nas personalidades distantes de quatro personagens que caminham pela trama mas com uma forte ótica de uma protagonista feminina. Conhecemos um playboy mimado que sonha em ser jogador de futebol americano, uma jovem que acabara de ganhar o prêmio de rainha em um festival da cidade, uma estudiosa e exemplar aluna prestes a entrar numa grande faculdade e um jovem de classe social diferente dos demais ainda em busca de sonhos para seu futuro. Assim, quando a hora da decisão de ajudar ou não o atropelado chega, as dúvidas aparecem e principalmente sobre o que seria do destino deles.

Quando as peças são apresentadas e uma caçada mortal começa a se configurar, a narrativa se perde na obviedade, abrindo espaço para os clichês, deixando o superficial tomar conta, restando apenas as incertezas de alguma surpresa. A tensão não é contida, sustos aparecem, mas o desenvolvimento do roteiro acaba ficando arrastado, sem brilho. Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, mesmo sendo considerado um enorme sucesso comercial, não é nem de longe o melhor filme onde um assassino misterioso aparece e uma busca por sua identidade vira o objetivo dos sobreviventes. É um filme que envelhece mal, daqueles que a cada vez que assistimos gostamos menos.

 

 

 

Os 20 Filmes Mais ESPERADOS de Janeiro de 2017

O primeiro mês do ano e 2017 já começa quente com diversas estreias esperadas nas telonas. Conheça as principais e programe-se para fugir do calor numa sala de cinema geladinha, assistindo àquela superprodução, drama, terror ou comédia. Não importa. Desde que seja cinema. Veja abaixo e comente quais são os seus preferidos – as datas estão sujeitas a alteração dependendo da disponibilidade da distribuidora.

Quatro Vidas de um Cachorro (A Dog´s Purpose)

Adora filmes estrelados pelo melhor amigo do homem? Não cansa de chorar com Marley & Eu (2008) e Sempre ao Seu Lado (2009)?  Então prepare-se para se emocionar novamente. Quatro Vidas de um Cachorro é baseado no Best-seller de W. Bruce Cameron e novamente dirigido pelo sueco Lasse Hallström (do citado filme canino com Richard Gere). Na história, um cachorro vive literalmente quatro vidas distintas, reencarnando em novas raças e convivendo com diferentes donos. Prepare o lencinho. A estreia é no dia 26 de janeiro, último fim de semana do mês.

Dominação (Incarnate)

Você acha que o nível de sustos nos cinemas anda baixo neste início de ano? Bem, se prepare para receber sua cota de adrenalina com este filme. Dominação mistura O Exorcista (1973) com Matrix (1999) e traz Aaron Eckhart (Sully – O Herói do Rio Hudson) na pele de um cientista com a capacidade de entrar na mente de pessoas possuídas, para no subconsciente enfrentar demônios. Agora, ele terá o maior desafio de sua carreira ao tentar salvar um menino atormentado pelo demônio mais forte que já encontrou. A direção é de Brad Peyton (Terremoto – A Falha de San Andreas), e o elenco conta ainda com Carice van Houten (a feiticeira Melisandre de Game of Thrones) e a colombiana indicada ao Oscar Catalina Sandino Moreno (Maria Cheia de Graça). A estreia é neste fim de semana, dia 5 de janeiro. Já conferimos o terror, clique neste link para saber mais sobre o filme.

Os Penetras: Quem Dá Mais?

Os maiores caras de pau do Brasil estão de volta, para a continuação da comédia de sucesso de 2012. Marco Polo (Marcelo Adnet) e Beto (Eduardo Sterblitch) retornam para uma nova missão. O objetivo agora é dar um golpe num gringo, e para isso Beto precisa fingir ser gay e fisgar o sujeito. O diretor Andrucha Waddington lançou recentemente o drama hospitalar Sob Pressão e recebeu elogios. Agora, o cineasta volta para a comédia escrachada no comando da sequência de seu filme anterior. Mariana Ximenes e Stepan Nercessian também retornam e a adição no elenco fica por conta de Danton Mello e Stênio Garcia. A estreia é no dia 19 de janeiro.

Max Steel

A onda de brinquedos transformados em filmes – que deu certo com Transformers e Lego, mas nem tanto com G.I. Joe – segue dando frutos. Antes dos heróis Power Rangers, outro super-herói infanto-juvenil aportará nos cinemas brasileiros nessas férias. Baseado na linha de brinquedos da Mattel (que não quer ficar atrás da Hasbro), Max Steel conta a história de um jovem geneticamente modificado, que descobre poderes fantásticos de manipulação de energia. Some a isso uma visita de um robozinho alienígena chamado Steel e através da mescla dos dois teremos o boneco herói vivo, agora de carne e osso. O desconhecido Ben Winchell vive Max e o igualmente desconhecido Stewart Hendler dirige o filme. Mas não temos só desconhecidos aqui, já que os veteranos Andy Garcia e Maria Bello tentam dar credibilidade ao longa. A estreia é no dia 26 de janeiro.

A Bailarina (Ballerina)

Animação francesa / canadense que fala sobre uma jovem que possui o sonho de se tornar uma grande bailarina, e para isso viaja até Paris com seu amigo, que a incentiva. O filme é a resposta europeia para as animações da Disney, continuando a imprimir mensagens edificantes para os pequeninos. Aqui, a mensagem é “perseguir seus sonhos e não desistir deles jamais”. A dublagem norte-americana conta com as vozes de Elle Fanning (dando voz para a protagonista) e Dane DeHaan (Valerian e a Cidade dos Mil Planetas). A Estreia ocorre no dia 26 de janeiro.

Eu, Daniel Blake (I, Daniel Blake)

O grande vencedor da Palma de Ouro, o prêmio máximo no prestigiado festival de cinema de Cannes, do ano passado chega finalmente aos cinemas brasileiros no início de 2017. Eu, Daniel Blake é um drama sério, adulto, humano e realista, sobre um carpinteiro de meia idade, que devido a problemas de saúde precisa se afastar do emprego e receber assistência do Estado. Em sua jornada, ele conhece uma mãe solteira em situação similar. Este é um dos filmes de arte mais elogiados do ano. Na direção, o britânico Ken Loach. A estreia é neste fim de semana, dia 5 de janeiro.

O Apartamento (The Salesman / Forushande)

Por falar em prestigiados dramas de arte, O Apartamento é uma produção iraniana que segue firme e forte na disputa, entre os nove pré-selecionados restantes, para os indicados ao Oscar de filme estrangeiro. Na direção, outro mestre: Asghar Farhadi (A Separação e O Passado). Como de costume, os filmes do diretor falam sobre relacionamentos conturbados, e aqui o pano de fundo é a montagem da obra de Arthur Miller, A Morte de um Caixeiro Viajante (Death of a Salesman). A estreia é também no dia 5 de janeiro, conhecido como o próximo fim de semana.

Beleza Oculta (Collateral Beauty)

Que tal começar o ano com um dos melhores elencos já colocados em um filme? Pois janeiro de 2017 irá te proporcionar este pequeno agrado. Will Smith, Kate Winslet, Helen Mirren, Edward Norton, Michael Peña, Naomi Harris e Keira Knightley estrelam esse drama melancólico sobre um sujeito atrás de uma segunda chance. Smith vive o protagonista, na pele de um personagem que começa a escrever cartas como forma de terapia e acaba encontrando a materialização de sentimentos e entidades abstratas como Amor (Knightley) e a Morte (Mirren). A direção é de David Frankel (O Diabo Veste Prada e Marley & Eu). A estreia é no último fim de semana do mês, dia 26 de janeiro.

xXx – Reativado (The Returno of Xander Cage)

Vin, Vi e Venci. O astro Vin Diesel veio ao Brasil e causou com “uma entrevista do barulho”. Deixando a polêmica de lado, o astro de ação retorna para uma das franquias que fez seu nome – ao lado de Velozes e Furiosos e Riddick. Quinze anos depois e Diesel vive Xander Cage pela segunda vez (que havia sido dado como morto no segundo filme, aquele pavoroso mesmo, com Ice Cube), para mais um round cheio de adrenalina e esportes radicais. Quem volta também é Samuel L. Jackson. O Reforço vem nas belas peles de Nina Dobrev (Diários de um Vampiro) e Ruby Rose (Orange is the New Black), além do talento de Toni Collette (Já Sinto Saudades) e o nosso Neymar (é sério!). A direção é de DJ Caruso (Paranoia e Controle Absoluto). A estreia é no dia 19 de janeiro.

Assassin´s Creed

Filmes baseados em games tem salvação? A resposta virá este mês com a versão live action de Assassin´s Creed, protagonizado e produzido pelo astro Michael Fassbender (o Magneto dos novos filmes dos X-Men). A trama apresenta duas realidades, uma no futuro e outra no passado. Duas vidas ligadas pelo mesmo homem, descendente de uma linhagem de assassinos históricos. Além de Fassbender, temos o peso no elenco com a  presença da Oscarizada Marion Cotillard, e a direção de Justin Kurzel. O trio já colaborou anteriormente em Macbeth: Ambição e Guerra, lançado no final de 2015. Assassin´s Creed tomará os cinemas de assalto no dia 12 de janeiro.

Até o Último Homem (Hacksaw Ridge)

Mel F**ing Gibson is Back! O astro mais odiado e politicamente incorreto de Hollywood ensaiou um retorno em 2016. Deus, e como precisamos de alguém como ele! Gibson não é apenas polêmico, o ator e diretor é extremamente talentoso. Com Herança de Sangue, lançado em setembro, o astro voltou a atuar e a mostrar a velha forma dos 80´s, mais durão do que nunca. Agora, o retorno é como diretor, dez anos depois de Apocalypto (2006). O filme escolhido foi este drama de guerra sobre um soldado americano durante a Segunda Guerra Mundial, na Batalha de Okinawa, que ganhou a medalha de Honra sem disparar um único tiro – papel de Andrew Garfield (o ex-Homem-Aranha). O filme vem sendo cotado em época de premiação e a estreia ocorre no dia 26 de janeiro.

Resident Evil: O Capítulo Final (The Final Chapter)

Sempre duvido de filmes que usam “Capítulo Final” em seu título. Não me deixo enganar e acho muito difícil este ser o capítulo final de uma das franquias mais rentáveis da Sony e, pode-se dizer, a única que deu certo ao adaptar um famoso game para as telonas – digam os haters o que quiserem, mas não se chega a um sexto exemplar sem sucesso. A musa dos fanboys Alice (Milla Jovovich) está de volta para distribuir um novo lote de chutes no traseiro. Afinal, todos já sabemos o que iremos encontrar no filme. Só digo uma coisa: teremos um maldito dragão mutante! Cale-se e pegue meu dinheiro. Novamente dirigido pelo marido da atriz, Paul W. S. Anderson, o sexto Resident Evil chega aos cinemas no dia 26 de janeiro.

Sete Minutos Depois da Meia Noite (A Monster Calls)

Lembra do terror O Orfanato (2007) e do filme catástrofe de tsunami O Impossível (2012)? São dois filmes que você provavelmente adora. Pois bem, Sete Minutos Depois da Meia Noite é dirigido pelo mesmo sujeito que fez esses filmes, o talentoso cineasta espanhol J.A. Bayona. Desta vez, o diretor, que não fazia um filme há quatro anos, resolve adaptar para as telonas o livro de Patrick Ness. À primeira vista, soa como mais uma aventura de fantasia juvenil, mas não verdade trata de uma emocionante história familiar sobre como lidar com a dor da perda. Mais uma vez, alguém vai precisar de lencinhos. No elenco, Felicity ‘Jyn Erso’ Jones, Sigourney ‘Ripley’ Weaver e Liam ‘f**ing’ Neeson. A estreia ocorre neste fim de semana, dia 5 de janeiro.

Passageiros (Passengers)

Quem são os maiores astro e estrela do cinema atual de Hollywood? Bem, eu arriscaria dizer que Jennifer Lawrence e Chris Pratt disputam fortemente o cargo. E este mês receberemos uma superprodução protagonizada pelos dois. Passageiros é uma ficção científica passada inteiramente numa gigantesca espaçonave, na qual existem apenas dois personagens. Se você é fã da dupla não sairá insatisfeito. Já pudemos conferir o longa e gostamos do que vimos. Para mais detalhes, leia a crítica completa neste link. A estreia ocorre já neste fim de semana, no dia 5 de janeiro.

Aliados (Allied)

Passando de um jovem casal de astros do momento, para outro um pouco mais maduro. Brad Pitt e a francesa vencedora do Oscar Marion Cotillard são quem comandam o show aqui em Aliados, um drama de ação e romance durante a Segunda Guerra Mundial. Na trama, passada em 1942, um oficial da inteligência canadense (Pitt) une forças e desenvolve um relacionamento com uma agente da resistência francesa (Cotillard). Sr. & Sra. Smith (2005), alguém? O comando da obra é de ninguém menos que Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro e Forrest Gump). A estreia ocorre no dia 26 de janeiro.

Moana: Um Mar de Aventuras

Nova animação tropical da Disney, que tem como cenário a Polinésia Antiga. Esse é mais um lançamento no qual a Disney mostra que seu braço de animação vai muito bem (obrigado) sem a parceira Pixar. Dwayne Johnson (mais conhecido como The Rock) estrela em uma nova produção neste início de ano, cedendo a voz para o semideus Maui. Na trama, a protagonista Moana (voz de Auli’i Carvalho) precisa buscar ajuda do semideus a fim de impedir uma terrível maldição que se abateu sobre sua ilha. A estreia ocorre neste fim de semana, dia 5 de janeiro.

Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood

Essa é para todos os nostálgicos. Há muitos anos (desde 2008 para ser mais preciso), Renato Aragão não lançava um filme nos cinemas. Usando o nome do grupo imortal de comediantes Os Trapalhões então, desde 1991 quando Os Trapalhões e a Árvore da Juventude atingiu os cinemas. Desta vez, o eterno trapalhão Didi terá a ajuda do fiel escudeiro Dedé Santana para recontar aos novos tempos o clássico Os Saltimbancos Trapalhões (1981). A estreia é no dia 19 de janeiro.

A Criada (The Handmaiden)

Você já ouviu falar no diretor coreano Park Chan-wook? Bem, mas com certeza conhece seu trabalho mais marcante, o quintessencial Oldboy (2003)? Também não? Então pare tudo o que está fazendo, vá assistir ao filme e depois volte aqui. Só assim para conseguir dimensionar a importância que o cineasta possui no mundo do cinema. Este é seu mais recente trabalho, baseado num livro da autora britânica Sarah Waters, que trata da mudança que sofre a vida de uma família rica no Japão da década de 1930, após a chegada da nova criada ao local. Controverso e provocativo, o longa é um dos mais esperados e comentados neste início de 2017 no Brasil. A estreia é no dia 12 de janeiro.

Manchester à Beira Mar (Manchester by the Sea)

Se você tem paladar por filmes lacrimosos e uma boa “sofrência”, então Manchester à Beira Mar é indicado para você. Deixando as brincadeiras de lado, o novo trabalho do diretor Kenneth Lonergan é de fato um dos melhores filmes do ano passado, e tive a sorte de conferi-lo durante o Festival do Rio 2016. Clique neste link para saber mais do filme. A história apresenta o protagonista vivido por Casey Affleck, um sujeito traumatizado com uma grande perda em sua vida, precisando lidar com a criação de seu sobrinho após o falecimento de seu irmão. O longa é um dos mais cotados para o Oscar 2017 e tem desempenhos impactantes de Affleck e de sua coadjuvante Michelle Williams, além da revelação Lucas Hedges. A estreia no Brasil é no dia 19 de janeiro.

La La Land: Cantando Estações

Não tem jeito, o filme mais aguardado de janeiro é o elogiadíssimo novo trabalho do cineasta Damien Chazelle (Whiplash: Em Busca da Perfeição). O menino prodígio retorna ao terreno da música, desta vez em uma obra de teor menos amargo e bem mais doce, para entregar um musical no melhor sentido da palavra. Quem já pôde conferir se derreteu com o filme, que fala do amor florescendo entre uma aspirante a atriz e um músico de jazz. O longa é considerado o melhor filme que Woody Allen não fez. Ah sim, ainda temos protagonizado uma dupla que não poderia ter mais química, Ryan Gosling e Emma Stone (Amor a Toda Prova e Caça aos Gangsters). A estreia ocorre no dia 19 de janeiro.

FLOPOU! ‘Dungeons & Dragons’ (2000) e outros Fracassos do Cinema que Completam 23 Anos em 2023

Entra ano e sai ano, o mundo do cinema nos apresenta novos sucessos que iremos lembrar e comentar pelos próximos tempos, ou quem sabe para sempre. Mas para isso, como forma de equilibrar o universo, também ganhamos anualmente fiascos monumentais. Fracassos de crítica, público ou ambos, algumas produções azaradas simplesmente se tornam uma grande dor de cabeça para seus realizadores e podem inclusive marcar carreiras – chegando a terminar o sonho de estrelato para muitos.

A cada geração, no entanto, alguns fracassos (ou flops, como são carinhosamente chamadas atualmente estas obras) são redescobertos e reanalisados, podendo vir a se tornar filmes cults. São os casos com produções como Blade Runner e O Enigma de Outro Mundo, por exemplo, ainda hoje fortes na cultura popular após seus fracassos na época de lançamento.

Seja como for, aqui iremos abordar em especial os fracassos financeiros de alguns lançamentos do cinema, que custaram muito, renderam pouco, e em 2023 completam 23 anos. Vem conhecer.

 

Dungeons & Dragons

Igualmente membro do seleto clube dos piores filmes de todos os tempos no IMDB (este em número 74), o filme é a adaptação do famoso jogo de RPG criado em 1974 – que fez e faz a alegria dos aficionados. Este longa, por outro lado, é uma aula de como NÃO fazer uma aventura de fantasia medieval (muito em voga nos anos 1980, e que voltaria com tudo no ano seguinte ao seu lançamento, com Senhor dos Anéis e Harry Potter).

Sim, o adorado desenho conhecido no Brasil como Caverna do Dragão (1983-1985) também é baseado em tal jogo e possui este título na versão original. Ao invés de adaptar o icônico cartoon, os envolvidos preferiram criar esta enfadonha história do zero dentro de tal universo. Dungeons & Dragons é uma das maiores vergonhas da carreira do vencedor do Oscar Jeremy Irons (que vive o vilão) e junto à crítica no Rotten Tomatoes soma histéricos 10% de aprovação. A produção custou US$45 milhões aos cofres da New Line (subsidiária da Warner) e viu o retorno de apenas US$15 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$33 milhões ao redor do mundo.

O diretor Courtney Solomon seguiu para trabalhos melhores, como produtor do drama Cake, com Jennifer Aniston. E curiosamente, Dungeons & Dragons saiu ileso sem indicações ao Framboesa de Ouro.

A Reconquista

Não tem como começar a lista de outra forma. A Reconquista, ou Campo de Batalha Terra (no título original), é definitivamente um dos maiores fracassos da história do cinema. Projeto de estimação do astro John Travolta, a ficção científica é adaptada do livro homônimo de L. Ron Hubbard, o pai da cientologia, religião da qual o ator faz parte. A trama se passa no ano 3000 e é uma espécie de Planeta dos Macacos (1968) onde desta vez os humanos são escravizados por uma raça alienígena – da qual Travolta faz parte, ele é o vilão Terl.

Bancada pela Warner, a produção recebeu um orçamento de US$73 milhões, e viu de volta apenas algo em torno de US$21 milhões nos EUA. No mundo, não chegou nem a US$30 milhões. Fora isso, soma pífios 3% de aprovação no Rotten Tomatoes, e junto ao grande público no IMDB é o número 15 dos piores de todos os tempos. O filme fez a limpa nos prêmios Framboesa de Ouro, onde voltou a ser destaque no fim da década – eleito como o pior filme dos últimos dez anos, além do pior “drama” dos últimos 25 anos. Ah sim, e A Reconquista era planejado como uma trilogia, deixando até um gancho ao final para isso. E pensar que o diretor Roger Christian teve envolvimento com a saga Star Wars

 

Jogo Duro

Já pensou um filme de ação protagonizado por Charlize Theron e Ben Affleck? Hoje isso seria o suficiente para deixar os fãs ansiosos. E se eu disser que esta produção já existe, e foi lançada há nada menos que 22 anos. Para começar, devemos dizer que na época, o segundo nome mais quente no elenco não era o de Theron (que ainda se firmava em Hollywood) e sim o do sumido Gary Sinise, indicado ao Oscar por Forrest Gump. Um thriller de ação igualmente problemático, que usa como temática a época de natal, mas que devido aos inúmeros empecilhos foi lançado em fevereiro. Já começa errado aí.

Na trama, Affleck vive um sujeito atraído por Theron para integrar a gangue do irmão dela (Sinise), que planeja um assalto na época do natal. A direção é do consagrado John Frankenheimer (que saía do sucesso do eletrizante Ronin) e o roteiro é de Ehren Kruger (Pânico 3). O filme produzido pela Dimension Films contou com um orçamento de US$42 milhões, mas só arrecadou US$23 milhões nos EUA, e US$32 milhões no mundo, não conseguindo se pagar. A crítica também não pegou leve, com 25% de aprovação, o considerando “um filme decepcionante, dono de um enredo forçado e atuações fracas, apesar do elenco decente”.

Sobrou pra Você

A rainha da música pop Madonna é uma estrela irretocável nos palcos, mas sua carreira como atriz talvez tenha visto mais baixos do que altos. Quatro anos depois das críticas sofridas por Evita, Madonna, a atriz, retornava como protagonista nesta comédia dramática sobre uma mulher que decide ter seu primeiro filho (no auge dos 42 anos da atriz) com seu melhor amigo gay. A crítica deu apenas 19% de aprovação, e afirmou que “os elementos da história colidem e as atuações deixam a desejar”.

Sobrou pra Você não escapou dos prêmios ruins do cinema, e foi indicado para o Framboesa e o Stinkers Bad Movie Awards, sendo indicado para pior filme e “vencedor” de pior atriz para a material girl. O grande e saudoso diretor John Schlesinger (Perdidos na Noite e Maratona da Morte) já viu dias melhores. O filme fez uso de um orçamento mediano, de US$25 milhões, mas viu de volta apenas US$14 milhões nos EUA, e US$24 milhões mundialmente aos cofres da Paramount, não conseguindo sequer se pagar.

O Caminho para El Dorado

Disputar com a Disney no terreno das animações sempre foi uma missão suicida. Mas no fim da década de 1990, a Dreamworks, estúdios de três figurões do ramo do entretenimento, entre eles ninguém menos que Steven Spielberg, chegou forte. Foram filmes como Formiguinhaz (1998) e O Príncipe do Egito (1998) em seus primórdios, por exemplo. Mas antes de Shrek (2001) e no mesmo ano de A Fuga das Galinhas (2000), o estúdio lançava uma animação tradicional que iria amargar um dos maiores fracassos para a Dreamworks – embora depois tenha ganhado seus fãs: O Caminho para El Dorado.

Com uma história típica das aventuras de matinê do passado, o filme traz os aventureiros Tulio e Miguel – com as vozes de Kevin Kline e Kenneth Branagh respectivamente – em busca da cidade perdida de El Dorado, após se verem em posse de um mapa. O investimento para o longa animado foi um dos maiores do ano, com inacreditáveis US$95 milhões, daí um dos motivos de seu fracasso. A obra, embora fosse planejada como uma franquia para as aventuras da dupla, viu o retorno de US$50 milhões nos EUA, e US$76 milhões mundialmente, o que cancelou os projetos das continuações. Fora isso, as críticas também não animaram, com 48% de aprovação e a conclusão da imprensa de que os personagens eram fracos e a história previsível, resultando num filme raso.

 

Os Flintstones em Viva Rock Vegas

Muito antes de SCOOBY! fazer sucesso online com sua intenção de um Hanna-Barbera-verse, outras criações do clássico estúdio de animação já haviam emplacado nas telonas. O primeiro Os Flintstones (1994) chegava na esteira dos sucessos de Batman (1989), Dick Tracy (1990) e As Tartarugas Ninja (1990), que apesar de mais sombrios, mostravam que produtos como quadrinhos e desenhos podiam se dar muito bem nos cinemas. E apesar do primeiro filme, que tinha produção de Steven Spielberg, não ter caído no gosto dos críticos, arrecadou impressionantes US$341 milhões num orçamento de US$46 milhões para a Universal.

Porém, ao invés de engatilhar rapidamente a continuação, o estúdio resolveu esperar nada menos que 6 anos, perdendo totalmente o timing e hype do longa original. Assim, Viva Rock Vegas, uma pré-sequência, mudou seus atores e Spielberg saiu, mas trouxe novamente a direção de Brian Levant. E apesar de seguir não impressionando os críticos (com 25% de aprovação), o prego no caixão foi a irrisória bilheteria de US$35 milhões para um orçamento de US$83 milhões nos EUA. Mundialmente, o filme fez um pouco mais que US$59 milhões. Ah sim, o segundo Flintstones teve indicações no Framboesa e no Stinkers Bad Movie Awards e consta como um dos piores de todos os tempos (número 79) no IMDB.

Supernova

Um dos filmes mais polêmicos dos últimos anos, a ficção científica com ares de terror é um dos inúmeros filhotes de Alien – O Oitavo Passageiro (1979), mas um bem problemático. Orçamentos estourados, roteiro reescrito, adiamentos da estreia, e até mesmo a mudança do diretor. Sim, desde que Hollywood é Hollywood estas tretas acontecem. Aqui foi o icônico Walter Hill quem sofreu com esta superprodução da MGM, precisando assinar como Thomas Lee, e dizem que Francis Ford Coppola foi chamado às pressas para terminar o filme.

O resultado final é basicamente um slasher espacial, com uma força galáctica maligna possuindo um tripulante resgatado pela nave dos protagonistas. Em tela desfilam nomes como James Spader, Angela Bassett, Robert Forster, Lou Diamond Phillips e os então jovens talentos Robin Tunney e Peter Facinelli. Com um orçamento pra lá de inflado de aproximadamente US$90 milhões (é de deixar qualquer um de cabelo em pé), o filme não conseguiu recuperar mundialmente nem ao menos US$15 milhões. Os críticos não perdoaram e tascaram uma aprovação de meros 10%, elegendo o longa como “um insulto ao gênero da ficção científica, sem qualquer empolgação e efeitos especiais ruins”.

As Aventuras de Alceu e Dentinho

E quem disse que filmes infantis não podem ser um verdadeiro desastre de trem? Quando dói no bolso, quem sente é o estúdio. Assim, por mais inofensiva que possa parecer esta primeira adaptação para as telonas de um desenho clássico e adorado dos anos 1950, quem “entrou bem” foi a Universal, que distribuiu o longa. Alceu e Dentinho foram personagens criados para um desenho na TV, e aqui a proposta era levá-los ao cinema numa espécie de Roger Rabbit dos novos tempos, misturando atores reais com os personagens animados. Tudo parecia estar no lugar, e até mesmo o grande Robert De Niro estava a bordo no papel do vilão.

O problema é que o estúdio desembolsou US$76 milhões para o projeto, e o desejo do público de ver o filme era tão pouco, que ele só viu de volta US$26 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$35 milhões mundialmente, se tornando assim um prejuízo. Fora isso, a imprensa especializada deu apenas 43% de aprovação ao filme, e o definiu como “um roteiro decepcionante e sem graça, apesar de se manter fiel à natureza do desenho original”. Para os fãs dos personagens, no entanto, nem tudo está perdido, já que foi lançada uma nova série de animação com o alce o esquilo na Amazon em 2018, com 26 episódios.

África dos Meus Sonhos

Projeto pessoal da ex-modelo Kim Basinger, este filme foi o seu primeiro após a vitória no Oscar em 1998 por Los Angeles – Cidade Proibida, ou seja, existia hype dos cinéfilos. Baseado no livro homônimo de Kuki Gallmann sobre suas próprias experiências, Basinger interpreta Gallmann no longa, uma socialite que recebe um “despertar” e muda sua vida após um acidente. Para tanto, a Columbia/Sony desembolsou US$50 milhões e escalou o cineasta Hugh Hudson (indicado ao Oscar por Carruagens de Fogo) para o comando – pretendendo assim dar mais credibilidade à obra.

No entanto, ao invés de prêmios, África dos Meus Sonhos viveu um fracasso de crítica e bilheteria. Com apenas 10% de aprovação no Rotten, a opinião geral foi que a obra “não emociona, nem entretém o espectador, com seu retrato simples e didático da vida da protagonista”. Nos EUA, o público tampouco se interessou, garantindo uma bilheteria de míseros US$6 milhões, que somados com a bilheteria mundial fizeram um total de US$14 milhões. Ou seja, longe de pagar seu investimento. Para não dizer que o filme não viu “prêmios”, Basinger foi indicada para pior atriz no Framboesa e no Stinkers Awards.

A Filha da Luz

A área do entretenimento pode ser cruel, e é preciso ter uma cabeça muito boa para suportar a pressão e os altos e baixos. Afinal, um dia se está no topo do mundo como a atriz mais quente de Hollywood, ganhando Oscars, e no outro, fracassos consecutivos podem colocar um ponto final ao seu estrelato. Mais ou menos isso ocorreu com Kim Basinger, que viu sua carreira cair em declínio após a vitória do Oscar. Tudo devido ao fatídico ano de 2000 que a atriz teve. Seguindo África dos Meus Sonhos, Basinger apostou neste terror, igualmente baseado num livro.

Se juntar com bons diretores é o primeiro passo para o sucesso de qualquer atriz. No entanto, muitas vezes isso pode não ser tudo. Aqui, trabalhar com Chuck Russell, vindo dos sucessos de O Máskara (1994) e Queima de Arquivo (1996), por exemplo, não quis dizer nada. E pior, essa era a volta do cineasta ao gênero que o consagrou em filmes como A Hora do Pesadelo 3 (1987) e A Bolha Assassina (1998). Resultado: com um orçamento inchado de US$65 milhões (mais caro que o drama acima), bancado pela Paramount, o terror só viu o retorno de um pouco mais de US$29 milhões nos EUA, e US$40 milhões mundialmente.

A Filha da Luz é mais um que pegou carona nos thrillers sobrenaturais com temática apocalíptica da virada do milênio na época, e trazia Basinger como uma mulher precisando proteger uma menina, sequestrada por um culto satânico. A crítica avaliou o longa com irrisórios 3% de aprovação e sobre ele disse que “desperdiça o talento do elenco numa trama mais propícia a inspirar risadas não intencionais do que arrepios e sustos”.

Bônus: Um Tira à Beira da Neurose

Você lembra da comédia romântica protagonizada por Sandra Bullock e Liam Neeson? Pois é, nem mesmo os atores devem lembrar. Ou quem sabe querem esquecer. Mas tal filme de fato existe, e foi lançado há 23 anos por ninguém menos que a Disney – através de sua subsidiária Hollywood Pictures. Este é um dos filmes mais obscuros da carreira dos astros e fala sobre um agente estressado (Neeson) se apaixonando pela enfermeira que o trata (Bullock) enquanto tenta derrubar mafiosos. Ainda bem que a atriz lançaria 28 Dias e, principalmente, Miss Simpatia no mesmo ano.

Com um orçamento pra lá de modesto para os padrões Hollywoodianos, de US$14 milhões, o filme foi rapidamente ignorado e esquecido, recuperando menos de US$2 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$3 milhões mundialmente. Com a crítica também falhou em agradar, conquistando 24% de aprovação, e sendo considerado “uma comédia de humor negro pouco inteligente, cheia de piadas de peidos e de gays, que nem mesmo Liam Neeson e Sandra Bullock conseguem salvar”.

Bella Thorne entra para o elenco do terror ‘Ride’; Saiba mais!

A atriz Bella Thorne irá estrelar o suspense ‘Ride‘. A informação é do THR.

A produtora RLJ Entertainment tem planos para lançar o filme nos cinemas ainda este ano.

“A trama gira em torno de uma única noite em Los Angeles, e acompanha uma jovem que consegue uma carona com um app sem saber que estará se juntando a uma sociopata.”

Jeremy Ungar escreveu e irá dirigir o filme.

Will Brill e Jessie T. Usher também estrelam.

‘Penny Dreadful: City of Angels’: Adriana Barraza entra para o elenco do spin-off

De acordo com o Deadline, Adriana Barraza (‘Arraste-me Para o Inferno‘) entrou para o elenco do spin-off ‘Penny Dreadful: City of Angels‘.

A atriz vai interpretar Maria Vega, a poderosa matriarca da família Vega. Sua personagem fará de tudo para proteger suas crianças dos perigos do mundo sociopolítico em 1938, assim também como das forças sobrenaturais que invadem suas vidas.

O elenco ainda conta com Natalie Dormer, Nathan Lane, Daniel Zovatto, Jessica Garza e Johnathan Nieves.

O derivado foi criado John Logan, responsável pela série original, que também retorna como roteirista e produtor executivo do projeto.

O próximo capítulo da icônica história de terror traz ao público uma nova perspectiva, com novos personagens e uma nova narrativa. O spin-off se passa em Los Angeles de 1938, em uma época e um lugar profundamente bombardeados por tensões políticas e sociais. Quando um horrendo assassinado choca a cidade, cabe ao Detetive Tiago Vega mergulhar numa épica jornada que reflete os antecedentes da cidade: desde as primeiras ferrovias até o folclore e as tradições latinas que foram difundidos pelos primeiros habitantes. Entretanto, Tiago e sua família deverão enfrentar forças muito poderosas que ameaçam destruí-los.

A série original, ‘Penny Dreadful‘, durou apenas três temporadas e era ambientada durante a Era Vitoriana, em Londres.

‘Supernatural’: Episódio FINAL da série ganha data de estreia

A CW finalmente divulgou o último episódio de ‘Supernatural‘, que atualmente está exibindo sua temporada final, será lançado.

Depois de 15 temporadas, a história dos irmãos Winchester chegará oficialmente ao fim no dia 18 de maio.

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

Olivia de Havilland, estrela de ‘…E o Vento Levou’, morre aos 104 anos

Olivia de Havilland, estrela do clássico ‘…E o Vento Levou‘, morreu aos 104 anos.

De acordo com o THR, a atriz faleceu de causas naturais em Paris, onde ela vivia.

Apesar de ter ganhado dois Oscars de Melhor Atriz – pelos seus trabalhos em ‘Só Resta uma Lágrima‘ e ‘Tarde Demais‘ –, seu papel mais memorável foi no clássico ‘…E o Vento Levou‘, lançado em 1939.

Em 2009, ela saiu de sua aposentadoria para narrar o documentário ‘I Remember Better When I Paint‘, sobre Alzheimer. E, em 2018, ela abriu um processo legal contra a série ‘Feud‘, do Ryan Murphy, que logo foi engavetado.

‘Batman’ investiga assassinatos no novo trailer do filme animado ‘O Longo Dia das Bruxas’; Confira!

A Warner Bros. divulgou o novo trailer da primeira parte da animação ‘Batman – O Longo Dia das Bruxas‘ (Batman: The Long Halloween).

Confira:

O longa está programado para ser lançado no dia 22 de junho.

Vale lembrar que a segunda parte será lançada ainda em 2021, no segundo semestre.

Jensen Ackles (‘Supernatural’) dublará o icônico Bruce Wayne/Batman.

A produção ainda contará com as vozes de Naya Rivera (Selina Kyle/Catwoman), Josh Duhamel (Harvey Dent), Billy Burke (James Gordon), Titus Welliver (Carmine Falcone), David Dastmalchian (Homem Calendário), Troy Baker (Coringa), Amy Landecker (Barbara Gordon), Julie Nathanson (Gilda Dent), Jack Quaid (Alberto), Fred Tatasciore (Solomon Grundy) e Alastair Duncan (Alfred).

A produção é baseada nos quadrinhos homônimos escrito Jeph Loeb com arte de Tim Sale. Com 13 edições, lançadas em 1996 e 97, a saga permanece sendo um dos arcos mais amados do herói.

Na trama…

“Natal. Dia de São Patrício. Páscoa. Conforme os dias do calendário se acumulam, o mesmo ocorre com os corpos espalhados pelas ruas da cidade de Gotham. Um assassino está à solta, matando apenas nos feriados. O único homem que pode parar esse demônio? O Cavaleiro das Trevas.”

“Trabalhando com o procurador distrital Harvey Dent e o tenente James Gordon, Batman corre contra o calendário enquanto tenta descobrir quem é o assassino antes dele reivindicar sua próxima vítima. Um mistério que faz o leitor adivinhar continuamente a identidade do assassino, esta história também está ligada aos eventos que transformam Harvey Dent no inimigo mortal do Batman, Duas Caras.”

Chris Palmer (‘Superman: O Homem do Amanhã’) será responsável pela direção.

‘Amor, Sublime Amor’ arrecada MENOS que ‘Em um Bairro de Nova York’ em estreia nos EUA

O remake de ‘Amor, Sublime Amor‘ (‘West Side Story’), dirigido por Steven Spielberg, teve uma estreia morna nas bilheterias norte-americanas, arrecadando apenas US$ 10.5 milhões durante o seu primeiro final de semana.

Para termos de comparação, o resultado é MENOR que a estreia de ‘Em um Bairro de Nova York‘, que estreou com US$ 11.5 milhões no país – com lançamento simultâneo nos cinemas e no serviço de streaming da HBO Max.

No entanto, parece que o público gostou do remake, dando-lhe uma nota A (e 94% de aprovação no Rotten Tomatoes). Caso o filme gere boca-a-boca suficiente, é possível que a produção se beneficie nas próximas semanas, com as datas comemorativas que atraem milhares de cinéfilos às telonas.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia. 

Palhaço assassino toca o terror no teaser da sequência ‘Aterrorizante 2’; Assista!

O terror violento ‘Aterrorizante 2‘ (Terrifier 2) ganhou o primeiro teaser.

Vale lembrar que o trailer COMPLETO será lançado amanhã (23). Fiquem ligados!

Confira o teaser:

Damien Leone retorna à direção.

Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween. Ore para que você não apareça no seu caminho.

David H. Thornton retorna como o palhaço sádico. Lauren LaVera será a protagonista da continuação.

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

Charlie Cox revela que ainda NÃO assistiu aos seus episódios de ‘Mulher-Hulk’

Durante um painel na ICCCon, em Nasville, o ator Charlie Cox revelou que ainda não assistiu os episódios em que aparece na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O ator, que também reprisou o seu papel como o Demolidor no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘, esteve presente em dois episódios da série do Disney+, estrelada pela Tatiana Maslany.

“Acredito que os espectadores gostaram [do retorno do Demolidor], mas eu ainda não conferi os episódios. Eu vi algumas cenas enquanto fizemos um trabalho de dublagem [na pós-produção], e parecia muito divertido. Foi um experimento muito legal ter a chance de mostrar um outro lado desse personagem sem perder sua essência. Ele apenas está em um momento diferente de sua vida. Há momentos que temos dificuldade em encontrar humor em nossa vida porque tudo está muito difícil, mas há outros momentos que são bem divertidos.”

Ele completa, “Quando eu recebi os roteiros de ‘Mulher-Hulk’, senti que era uma ótima oportunidade de trazer um tom diferente para o Demolidor, mas ainda me mantendo fiel ao personagem, retratando um lado dele que é representado nos quadrinhos. O problema é que tiramos o Demolidor da série que conhecíamos e o colocamos em ‘Mulher-Hulk’. Ele era todo sério, mas eu não queria isso. Eu queria que ele combinasse um pouco com a energia da Jennifer Waters, e isso foi muito divertido.”

Lembrando que o ator reprisará o seu papel na série ‘Demolidor: Renascido‘, que já está sendo filmada, em Nova York. Com 18 episódios encomendados, a atração só deve estrear em meados de 2024.

Vincent D’Onofrio também retornará como vilão Wilson Fisk.

Infelizmente, Elden Hanson (Foggy Nelson) e Deborah Ann Woll (Karen Page) não retornam para o nova versão. Além deles, Ayelet Zurer também não voltará como a Vanessa Fisk, e sua personagem passará a ser interpretada pela Sandrine Holt (‘Better Call Saul’).

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.

‘Anaconda’ ganhou remake CHINÊS e o trailer é bizarro; Assista!

Enquanto Hollywood segue desenvolvendo um reboot de ‘Anaconda‘, a China já lançou sua própria versão do filme clássico de 1997.

No novo filme, um grupo de artistas de circo, a caminho do que eles pensam ser um novo local para apresentações, fica preso em uma exuberante floresta tropical depois que o barco em que estavam foi destruído por uma anaconda.

Eles acabam cruzando com um caçador furtivo que está caçando o animal, que logo percebe que agora tem isca suficiente para pegá-la. Mas, sendo artistas de circo, eles têm alguns truques de sobrevivência na manga…

Confira o trailer:

Xiang Qui LiangXiang He Sheng são responsáveis pela direção.

O elenco conta com Terence YinNita Xia, Paul Che, Jiu Kong, Ken Lok, Wang Xing Chen, Wang Gang, Wang Zi Run, Xu Shao Hang Wu Hao.

Infelizmente, o remake chinês não possui previsão de lançamento no Brasil.

Vale lembrar que o reboot americano de ‘Anaconda‘ deve apresentar uma trama cheia de metalinguagem. Durante o podcast The Hot Mic, o insider Jeff Sneider revelou possíveis novas informações sobre a trama: “Nenhum ator foi contratado para o reboot. Nada é oficial e tudo pode acabar mudando, mas o reboot de ‘Anaconda’ será um filme meta. Pelo o que eu entendi, a trama seguirá um grupo de atores interpretando versões de si mesmos enquanto tentam gravar um filme da franquia ‘Anaconda’. E tudo acaba dando errado. Tom Gormican está escrevendo o roteiro, e eu acredito que ele ainda não foi finalizado.”

Anteriormente, havia sido reportado que o reboot de ‘Anaconda‘ estava sendo planejado como uma “reimaginação” do longa original, com um grande orçamento no mesmo estilo de ‘MegaTubarão‘.

A franquia original rendeu quatro filmes (mas apenas os dois primeiros foram lançados nos cinemas) e um crossover com ‘Pânico no Lago‘. Ao todo, os dois primeiros filmes arrecadaram US$ 207.7 milhões mundialmente.

‘Wicked’ ultrapassa US$ 520 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A adaptação musical ‘Wicked‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 520 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa atualmente se encontra no TOP 8 das maiores arrecadações do ano, tendo ultrapassado ‘Venom: A Última Rodada‘ (US$475.5M), ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘ (US$451.1M) e ‘Bad Boys: Até o Fim‘ (US$404.5M).

Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 359 milhões. No mercado internacional, foram US$ 165.9 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 524.9 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$47.4M), Austrália (US$17.2M), Coreia (US$10.6M), México (US$8.1M) e Espanha (US$4.5M).

Vale lembrar que ‘Wicked‘ abriu no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 114 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana – representando mais do que o dobro do desempenho de ‘Gladiador 2‘ (US$55.5M)

Com uma estreia global de US$ 164.2 milhões, a adaptação também se tornou a maior abertura para um filme baseado em um musical da Broadway – superando ‘Os Miseráveis‘ (US$103M).

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A24 deve adquirir os direitos da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica’

De acordo com o Deadline, a aclamada produtora A24 está “muito perto” de adquirir os direitos da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

O site afirma que, apesar do acordo ainda não ter sido fechado, a produtora é a favorita para trazer o icônico Leatherface de volta às telonas.

Além disso, foi reportado que o acordo inclui os direitos para os cinemas e para a televisão – e a maior prioridade do estúdio seria uma série baseada na clássica franquia, produzida por JT Mollner, Roy Lee e Glen Powell.

Anteriormente, o Deadline havia revelado que muitos cineastas e estúdios estavam interessados em ressuscitar a clássica franquia.

O site destacou que a possibilidade de um novo capítulo da saga despertou o interesse de Jordan Peele (‘Corra!’), que tem a intenção de produzir o longa através da Monkeypaw Productions.

Osgood Perkins, diretor de ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘ e ‘O Macaco‘, e Taylor Sheridan, criador do popular universo de ‘Yellowstone‘, também estariam entre os interessados em reviver a lendária figura do Leatherface nas telonas.

Alegadamente, ao menos oito estúdios/serviço de streaming estavam brigando pelos direitos da franquia.

“A Verve representa a franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica’ e tem o objetivo de construir uma estratégia multimídia para a saga de terror. A empresa ainda não fechou acordo com nenhum cineasta, produtor ou investidor, mas as propostas continuam a ser apresentadas,” declarou um representante da agência ao site.

Vale lembrar que o filme mais recente da franquia, ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, foi lançado direto pela Netflix, em 2022. Apesar da recepção negativa, o longa alcançou 29 milhões de horas assistidas em sua primeira semana no serviço de streaming.

‘Dia D’: Novo filme de Steven Spielberg deve arrecadar US$ 65 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, o aclamado ‘DIA D‘ (Disclosure Day), novo filme de ficção científica do diretor Steven Spielberg (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’), deve arrecadar US$ 65 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa está programado para abrir com US$ 35 milhões – um desempenho semelhante a outros filmes do gênero comandados pelo cineasta, como ‘Minority Report – A Nova Lei‘ (US$35.6M) e ‘A.I. – Inteligência Artificial‘ (US$29.3M).

Internacionalmente, a produção deve acrescentar US$ 30 milhões através de 73 territórios.

Aclamado pelos críticos, o filme – que já se encontra em exibição nos cinemas nacionais – alcançou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Na trama, a humanidade descobre que não está sozinha no universo. Quando a verdade finalmente vem à tona e passa a ser conhecida por bilhões de pessoas, o mundo inteiro entra em estado de choque diante da aproximação do misterioso “Dia D”.

Crítica | Com performance arrebatadora de Emily Blunt, ‘Dia D’ é um IRRETOCÁVEL e inspirador drama sci-fi

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A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

‘A Simple Favor’: Anna Kendrick e Blake Lively devem estrelar thriller de Paul Feige

O diretor Paul Feig vai embarcar em um novo projeto, bem distinto das comédias com as quais ele está habituado a trabalhar.

Intitulado ‘A Simple Favour’, o thriller deve ser estrelado pelas atrizes Anna Kendrick e Blake Lively, que já estão em negociações para protagonizar a trama.

Adaptado do romance de Darcey Bell, ‘A Simple Favor’ é o primeiro de uma série de dois livros, que conta a história de Emily, uma mulher bem sucedida que trabalha para uma famosa marca do ramo da moda em Manhattan. Solitária e viúva com um filho pequeno, Stephanie se inspira em seu blog, acompanhando rotineiramente sua vida direto do subúrbio de Connecticut e imaginando Emily como uma espécie de confidente. Tudo muda de forma trágica quando a empresária de sucesso desaparece subitamente, sem deixar qualquer rastro.

Roteirizado por Feig, ‘A Simple Favour’ será produzido sob a tutela da Lionsgate. As filmagens estão programadas para começarem em agosto, em Toronto.

Ed Sheeran negocia participar de filme de Danny Boyle

Após sua participação em ‘Game of Thrones‘ e ‘O Bebê de Bridget Jones‘, o músico Ed Sheeran está negociando participar do novo filme de Danny Boyle. A informação foi divulgada pelo site Screen Rant.

Segundo a publicação, a atriz Lily James estrelará a produção, ao lado de Himesh Patel (‘Eastenders‘) e Kate McKinnon.

Ainda sem detalhes em relação à produção, o pouco que se sabe é que o filme terá temática musical.

Entre os produtores, o projeto conta com Tim Bevan e Eric Fellner da Working Title, ao lado de Matthew James Wilkinson e Bernie Bellew.

 

 

Vídeo | Lorena: Conheça a história da mulher que MUTILOU o pênis do marido!

A nova série documental da Amazon, Lorena, conta a emblemática história dessa mulher que, após sofrer vários abusos, mutilou o membro do seu marido!

Confira a crítica da Rafa Gomes, que viu com EXCLUSIVIDADE no Festival de Sundance. Lorena estreia no dia 15 de fevereiro na Prime Video.

Crítica | Lorena: Documentário produzido por Jordan Peele resgata polêmico caso de abuso

Coronavírs: Gal Gadot, Sia e mais artistas cantam ‘Imagine’ em belo vídeo; Confira!

A pandemia do coronavírus redefiniu o mundo nas últimas semanas, colocando a população global em estado de alerta e quarentena.

E para tentar animar seus seguidores com uma mensagem de esperança, a atriz Gal Gadot – intérprete da Mulher-Maravilha – compartilhou um emocionante vídeo, que traz ela e mais uma série de artistas cantando o hit ‘Imagine’, dos Beatles.

Entre os artistas presentes na gravação estão Sia, James Marsden, Pedro Pascal, Jamie Dornan, Kristen Wiig, Zoe Kravitz e mais.

Assista:

Gal Gadot poderá ser vista em breve, na sequência ‘Mulher-Maravilha 1984‘.

Lembrando que a sequência tem estreia marcada para 04 de junho nos cinemas nacionais.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Crítica | Fate: A Saga Winx – Versão live-action tem algumas falhas, mas entretém

Flertando com uma perspectiva mais sombria, a versão live-action de Fate: A Saga Winx pode – inicialmente – assustar aqueles fãs mais nostálgicos que cresceram com a atmosfera colorida e exageradamente alegórica da popular animação. Trazendo uma perspectiva bem mais madura e quase adultizada do clássico desenho infantil, a produção readequa o background de suas protagonistas e adiciona uma camada mais densa à trama, quase flertando com a mesma atmosfera de O Mundo Sombrio de Sabrina. Sendo bem mais leve e suave que a recém cancelada série da Netflix, a nova colega de streaming busca trazer uma maior profundidade às personagens adolescentes, explorando ainda a fase de amadurecimento juvenil, fazendo da série uma espécie de coming of age com fadas.

Fate: The Winx Club Saga Season 1. Abigail Cowen as Bloom in Fate: The Winx Club Saga Season 1. Cr. Jonathan Hession/NETFLIX © 2020

E Fate: A Saga Winx começa sua narrativa um tanto lenta. Apresentando suas personagens como se esta fosse a primeira vez que a vemos, parte de seu episódio inaugural visa nos levar pelas mãos de forma quase didática – o que pode ser um pouco maçante de início. Mas recuperando seu fôlego aos minutos finais do capítulo, a série – que pode mesmo agradar os órfãos de Sabrina, consegue se sustentar bem ao longo de sua narrativa e rapidamente nos introduz ao submundo das fadas, revelando criaturas macabras e uma jornada que promete misturar diversos gêneros, unindo pequenos fragmentos de humor, em uma trama cheia de mistérios, suspense e flertes românticos que beiram os populares filmes teens.

Com personagens extremamente díspares e distintos, a nova série original da Netflix, desenvolvida por Brian Young (The Vampire Diaries) é diplomática e logo em seu início começa a abordar temas fundamentais que permeiam o ambiente juvenil, como padrões de beleza impostos pela sociedade, disputa entre garotas e pressões familiares. Explorando um lado absolutamente inexistente da animação italiana, a série de caráter britânico possui um grande potencial de se desabrochar diante da audiência, a ponto de conquistá-la com facilidade. Pode ser até piegas em alguns momentos, mas consegue nos cativar por um elenco carismático formado por rostos (em geral) desconhecidos do público.

Ainda é cedo para afirmar o quão poderosa A Saga Winx ainda pode se tornar em suas futuras temporadas. Mas mirando sua trama naquela mesma audiência que durante a infância passou horas a fio se aventurando ao lado das coloridas fadas na Nickelodeon, a versão live-action da Netflix pode mesmo iniciar uma nova fase com essa antiga audiência. 

Apresentando uma narrativa que de fato é bem alegórica em sua abordagem do universo fantástico, a série já carrega em si mensagens e lições necessárias que podem mesmo impactar sua audiência.

Promissora, Fate: A Saga Winx também pode acabar conquistando uma nova audiência até um pouco mais velha, justamente por seu nível de maturidade. Quebrando todos os paradigmas estabelecidos por O Clube das Winx na Nickelodeon, a nova produção original da Netflix tem algumas pequenas falhas, às vezes peca em seus efeitos visuais, mas consegue sustentar a curiosidade do público em meio à paisagens que são realmente um deleite aos olhos.

Crítica | Alice: Keke Palmer e Common estrelam drama racial insosso

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Entre ficção e realidade, Alice é um drama racial que volta os seus olhos para um tempo não tão distante, em que homens e mulheres negros permaneciam escravizados em certas regiões dos Estados Unidos – em pleno século XX -, sem sequer saber da existência da Proclamação de Emancipação. Mas mesmo com tantos relatos reais dolorosos e simbólicos, a produção se perde em si mesma. Rasa e com pouco desenvolvimento de personagens, ela é um resultado insosso e sem alma, um terrível erro de qualidade fílmica que abafa tragédias genuínas que poderiam ter sido delicadamente honradas.

Keke Palmer and Common appear in Alice by Krystin Ver Linden, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2022 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute Eliza Morse.
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A história de Alice se torna esquecida antes mesmo de chegar ao Brasil. Simplista demais em seu roteiro, Krystin Ver Linden nunca vai além na construção de seus personagens, sempre entregando conflitos rasos e repetitivos que caminham de forma cíclica. Reprisando os mesmos abusos que tanto já lemos sobre ou já assistimos em outras aclamadas produções, o longa não sabe muito bem para que direção seguir. Sua protagonista homônima caminha um tanto perdida, com pouca profundidade e substancialidade. Os coadjuvantes seguem quase como figurantes de suas histórias e nem mesmo o abuso das cenas de violência contra pretos promove em nós o impacto e a dor necessários. Genérico e com poucas camadas, Alice não tem identidade nem em sua heroína, tão pouco em seu filme.

E Keke Palmer tenta fazer o seu melhor com o que tem. Com a trama essencialmente girando em torno de si mesma, ela nos sustenta ao longo de todo o filme com uma ótima atuação. Mostrando seu potencial em tela, ela consegue brilhar – ainda que os principais elementos ao seu redor não colaborem. Na trama, ela é uma jovem escrava que anseia por se libertar de uma vida de opressão e abusos em uma fazenda. Ao conseguir fugir, ela se surpreende com um terrível choque de realidade, ao descobrir que de fato estaria no ano de 1973 e a escravidão já havia sido abolida há mais de um século. Sem qualquer noção da realidade e como alguém que acaba de descobrir o que de fato é o mundo, ela agora se tornará uma espécie de justiceira, que luta para libertar sua comunidade que permanece presa no tempo e em uma trágica e dolorosa vida escravocrata.

O grande problema de Alice é ser simplista demais em toda sua construção narrativa. Explorando um leque tão valioso de assuntos correlacionados, Ver Linden não sabe o que fazer com as informações que possui em mãos e se distrai da historicidade afro-americana. Mesmo com um background sociocultural rigoroso e detalhado, ela não sabe aproveitar a duração de seu filme, estabelece conflitos profundos sem realmente aprofundá-los, além de soluções fáceis. Nada parece funcionar organicamente em tela, tornando Alice uma mulher esquecível, não importa o quão forte seja o seu ímpeto de justiceira alada.

Trazendo ares e referências do cinema Blaxploitation em sua direção e roteiro, o longa abusa de sua trilha sonora de época e tenta se estabelecer como uma versão renovada do amado clássico Coffy: Em Busca da Vingança. E ainda que tente fazer de Palmer e Common os alicerces de sustentação de toda sua trama, a cineasta falha miseravelmente no processo. Uma oportunidade perdida, Alice não serve nem como drama, nem como uma ode ao cinema black norte-americano e muito menos como uma reflexiva denúncia. É realmente uma pena.

Crítica | Radioactive – Cinebiografia de Marie Curie é aquém à relevância do seu trabalho

Duplamente ganhadora do prêmio Nobel, Marie Curie é um nome marcante na história mundial e esta cinebiografia tenta compartilhar seu percurso de conquistas e realizações. Contudo, baseado no livro de Laura Redniss, o roteiro de Jack Thorne (Extraordinário) promove rupturas bruscas em tom documental, exagera lamúrias fúnebres e desenvolve diálogos pouco realísticos. 

Embora a adaptação seja mal estruturada, Radioactive possui o seu mérito na busca de representar a luta de Marie Curie (Rosamund Pike), nascida Maria Skłodowska, em defesa de suas ideias e escolhas numa sociedade totalmente patriarcal e moralista. Na Paris do final do século XIX, a imigrante polonesa tenta ganhar o seu espaço de pesquisa e respeito na Universidade de Paris Sorbonne, mas é descredenciada pelos seus colegas cientistas, encabeçados pelo Professor Lippmann (Simon Russell Beale). 

De outro lado, um casual encontro com o pesquisador Pierre Curie (Sam Riley) abre uma porta para a investigadora científica. Apesar da retratação dos acontecimentos ser sofrível, ambos os atores constroem personagens dignos. Rosamund Pike registra uma mulher diligente, dura e duvidosa das reais intenções – com razão – da ajuda de outro pesquisador. Já Sam Riley entrega um amante e admirador gracioso, ao mesmo tempo em que torna-se um obstáculo aos saltos de Marie. 

Juntos, eles apresentam ao mundo a descoberta da radioatividade, além de dois novos elementos químicos, Polônio e Rádio. Casados, com duas filhas, o anúncio da concessão do prêmio Nobel a Pierre Curie cai como uma bomba nas ambições da obstinada cientista. Com a narrativa em flashback, o filme começa em 1934, quando madame Curie é levada ao hospital em seus últimos dias e relembra a perda da sua mãe na infância. A técnica é um recurso habitual em cinebiografias, haja vista a recente Rocketman (2019) e A Dama de Ferro (2011). 

Em contrapartida, o roteirista Jack Thorne ousa em rupturas flash-forward para apresentar, quase que didaticamente, os malefícios e benefícios das descobertas de Curie no futuro. Há movimentos insistentes ao acontecimento da bomba atômica na cidade Hiroshima, em 1945, e o acidente nuclear em Chernobyl, em 1986, além do contraponto de um drama particular no tratamento do câncer infantil por radiação, em 1954, nos Estados Unidos. 

Este movimento de ida ao futuro histórico não é usual e bem utilizado. Até porque, ele corta o envolvimento do espectador com a construção da narrativa da biografada a fim de desenhar explicações descabidas ao momento. Fora os escorregões do enredo, o filme da franco-iraniana Marjane Satrapi manobra uma perspectiva amorosa para além da vida, semelhante a utilizada pelo roteirista Abi Morgan nas conversas entre Margaret Thatcher (Meryl Streep) e o seu falecido marido Denis Thatcher (Jim Broadbent), no já citado A Dama de Ferro

Famosa pela animação autobiográfica Persépolis (2007), Satrapi não se mostra tão inspirada neste projeto ao lidar com temas familiares às suas obras, como os fantasmas da xenofobia e do patriarcado. Isso porque as agruras da personagem são centradas em uma remota prisão sentimental ao marido e seu status civil, ao invés dos holofotes estarem sobre sua história de pioneirismo e representatividade feminina no mundo científico, além do seu impetuoso desapego a convenções. 

Apesar dos seus enormes feitos científicos, os franceses a julgaram por ser estrangeira, ateia e amante. Os contrastes para essas perseguições são apresentados apenas em frases soltas pelos personagens, tal como: “Não vou deixar a minha vida pessoal ser mais importante do que meu trabalho científico”, dita por Marie. Ou por sua filha Irène (Anya Taylor-Joy): “Deve ter sido muito difícil ter feito que você fez sendo uma mulher”. 

Lançado no Festival de Toronto 2019, Radioactive se assemelha mais a um docudrama televisivo do que a uma envolvente trama cinematográfica. Diferente, por exemplo, da representação da genialidade e percalços de cientistas como Alan Turing, em O Jogo da Imitação (2014), Stephen Hawking, em A Teoria de Tudo (2014) e John Nash, em Um Mente Brilhante (2001).

Jordan Peele começa a filmar seu próximo terror ainda em 2018; Saiba mais!

O indicado ao Oscar 2018Jordan Peele (Corra!’) revelou ao THR que pretende gravar seu próximo filme de terror ainda em 2018.

“Estou escrevendo no momento e vou dirigir para a Universal Pictures ainda em 2018. Estou tentando me divertir novamente. Uma coisa que posso dizer é que vai ser um filme de gênero e eu gosto muito de brincar com o suspense, com o terror, a ação e as intrigas. Acho que em termos de tom, vai  com certeza lembrar ‘Corra!’, mas quero fazer um filme diferente. Quero tratar de outro tema além do racismo”

O novo longa ainda não tem título e deve chegar aos cinemas em 2019.

‘Morbius’, derivado do ‘Homem-Aranha’ com Jared Leto, ganha data para início das filmagens

Já alguns meses em desenvolvimento pela Sony, o filme solo de Morbius, o Vampiro Vivo’, derivado de Homem-Aranha focado no vilão, teve seus primeiros detalhes revelados.

Segundo a Variety, Jared Leto será o protagonista e Daniel Espinosa (‘Crimes Ocultos’) deve comandar o projeto, que deve começar a produção ainda este ano.

Segundo o The Hashtag Show, as filmagens começam já em novembro desse ano. As locações ainda não foram anunciadas.

Pensando nisso, o artista BossLogic criou um cartaz sensacional para mostrar como ficará o visual do ator como o vilão. Confira:

O site também afirma que o longa não irá afetar a participação de Leto em filmes da DC como o Coringa.

Uma sinopse preliminar foi divulgada, revelando que o filme será uma mistura de “horror com ação”. Confira:

“História de horror e ação de um cientista que, na tentativa de encontrar a cura para uma rara doença sanguínea, acidentalmente se transforma em um vampiro. Com nojo de si mesmo, ele decide caçar e punir aqueles que julga não serem merecedores da vida”

Recentemente, Burk Sharpless e Matt Sazama, mais conhecidos pelo recente reinício de Power Rangers da Lionsgate, enviaram um roteiro para a Sony.

Criado por Roy Thomas e Gil Kane, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que tentava descobrir a cura para um doença sanguínea, quando se transformou em um vampiro executando um experimento. Sua primeira aparição aconteceu na edição 101 de ‘The Amazing Spider-Man’, em 1971.

Morbius, porém, não é um vampiro convencional. Ele se alimenta de sangue e tem aversão à luz, mas suas vítimas não necessariamente viram vampiros. Entre suas habilidades, vale notar que ele é capaz de voar, tem força e velocidade sobre-humanas e capacidade de se curar.

O próximo filme da Sony sobre o universo do Aranha é ‘Venom’, com estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

Dica do fim de semana | Filmes gelados para assistir nessa friaca de setembro

O mês de setembro trouxe uma frente fria absurda para grande parte do país, que está convivendo agora com uma friaca chata e uma chuva forte. Em meio a nossas baixas temperaturas, o fim de semana praticamente implora por um cobertor, uma comida quentinha e um bom filme na TV. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco filmes em que o frio é um personagem fundamental para a trama para você curtir sozinho ou acompanhado nessa friagem de setembro. Confira!


Frozen: Uma Aventura Congelante

Clássico moderno da Disney, Frozen é baseado no clássico de Hans Christian Andersen sobre uma rainha do gelo que instaura um inverno eterno. No filme, acompanhamos Elsa e Ana, as irmãs regentes de um reino nórdico, que decidem reabrir os portões do castelo após muitos anos de reclusão. O problema é que Elsa acaba revelando seus poderes mágicos e aterroriza a todos. Com medo da repercussão, ela foge para a floresta, onde pode ser ela mesma. Só que, nesse processo, ela instaura um inverno no reino. Agora, cabe a Ana ir atrás da irmã e trazer o verão de volta.

Onde assistir: Disney+

 

O Regresso

Inspirado na história real do explorador Hugh Glass, O Regresso ficou conhecido como o filme que deu um Oscar a Leonardo DiCaprio. Essa história de vingança acompanha o explorador no século XVIII, em uma viagem pelo Velho Oeste. Após ser atacado por um urso pardo gigantesco, ele é deixado por seu parceiro de negócios para morrer no frio. Acreditando que o rapaz havia morrido, o traidor assassina o filho de Glass e “assume os negócios”. O problema, para ele, é que Hugh Glass sobrevive e começa uma jornada incessante por vingança e não vai parar até concluir seu objetivo, custe o que custar. Um ponto fantástico desse filme é que ele foi gravado exclusivamente com iluminação natural. Ou seja, demorou horrores para ser concluído e o resultado é um verdadeiro espetáculo visual das paisagens gélidas norte-americanas.

Onde assistir: Globoplay

 

Os Oito Odiados

Considerado um dos filmes mais controversos da brilhante carreira de Quentin Tarantino, Os Oito Odiados é um suspense fantástico sobre vingança e o pior que a humanidade tem a oferecer. Durante uma viagem de diligência, o caminho de dois personagens desprezíveis se cruza, dando início a uma jornada cheia de sangue, reviravoltas e todo tipo de agressão possível. Por conta de uma nevasca, eles se veem obrigados a pararem em uma pousada na estrada, onde mais seis personagens igualmente odiáveis se encontram em momentos distintos, sempre agregando uma situação mais bizarra que a outra. Em meio aos mistérios que eles trazem, cabe ao público decidir qual dos oito é menos odiável e por quem torcer para terminar vivo nessa fria, literalmente.

Onde assistir: HBO Max

 

Titanic

Quando o assunto é entrar numa fria, poucos atores mergulham de corpo e alma na parada quanto Leonardo DiCaprio. Em um dos romances mais famosos da história, ele interpreta Jack Dawson, um pobre artista amador que ganha no jogo um par de ingressos para a viagem inaugural do Titanic, o navio mais moderno e seguro do século XX (rs). No barco, ele conhece Rose (Kate Winslet), uma menina rica envolvida numa fria maior do que as águas gélidas do Atlântico Norte: ela está prometida para casar com um otário que só se interessa pela suposta fortuna da família. Em meio a essa angústia, ela conhece Jack e começa um romance relâmpago com ele até que um iceberg surge no caminho de todos, dando início ao naufrágio mais famoso do século passado.

Onde assistir: Star+

 

Jamaica Abaixo de Zero 

Inspirada em uma motivadora história real, essa comédia é um clássico dos filmes esportivos. Na Jamaica, um atleta traz vergonha para sua família após não conseguir se classificar para a prova de atletismo das Olimpíadas de Verão de 1988. Disposto a provar seu valor, ele se junta a um ex-atleta que mora na região que trapaceou em um Olimpíada de inverno e foi obrigado a devolver sua medalha. O problema é que ele convence o rapaz a participar da Olimpíada de Inverno de 88 na prova de Bobsled. Mas como treinar uma categoria que consiste em empurrar um trenó no gelo em pleno calor jamaicano? Contrariando todas as expectativas e precisando aturar todo tipo de piada e comentários maldosos, o time da Jamaica vai aos trancos e barrancos até chegar ao objetivo de disputar sua prova abaixo de zero.

Onde assistir: Disney+

 

Crítica | DC Liga dos Super Pets – Animais Viram Super-Heróis em animação com Super-Homem e a Liga da Justiça

Há um ditado que diz que tudo pode ser melhorado se houver animais envolvidos. E é verdade, dada a quantidade de filmes com animaizinhos das mais diversas raças e espécies que anualmente estreia nos cinemas. Isso vale também para o universo pop/geek/nerd, predominantemente ocupado pelas histórias de super-heróis e que a partir dessa semana ganhará também uma versão que une os queridos salvadores da DC com animaizinhos com super-poderes: o longa de animação ‘DC Liga dos Super Pets’.

Quando o Super-Homem ainda era um bebê e foi enviado à Terra por seus pais para ser salvo, o então filhote Krypto (na voz original de Dwayne Johnson, o The Rock) pulou junto na cápsula, e, desde então, se tornou o melhor amigo e protetor do Clark Kent (John Krasinski). Os anos se passaram e hoje os dois não só dominam os poderes especiais que ganharam, como ajudam a combater o crime na Terra – com a ajuda, claro, da Liga da Justiça, que não entende bem a relação dos dois para patrulhar as ruas da cidade. Porém, quando Lex Luthor (Marc Maron) tenta aproximar um asteroide poderoso para adquirir seus poderes, a coisa sai meio que do controle, e o objeto, em vez de afetar aos humanos, acaba afetando aos animais. É assim que o cachorro Ace (Kevin Hart), o esquilo Chip (Diego Luna/Marco Luque), a porquinha PB (Vanessa Bayer) e a tartaruga Merton (Natasha Lyonne) acabam ganhando habilidades especiais… juntamente com Lulu (Kate McKinnon), uma porquinha da índia com ambições de dominar o mundo.

É claro que, para início de conversa, ‘DC Liga dos Super Pets’ é um projeto que se propõe ser exclusivamente entretenimento. Não é para fazer conexão com universos, responder perguntas do núcleo principal da DC nem introduzir personagens. É importante frisar isso porque fãs mais ferrenhos da franquia não devem levar tão a sério o longa, ainda que os queridos personagens da Liga apareçam aqui para combater o mal. É tudo tão somente diversão.

Dito isto, o longa animado chama a atenção pelo elenco de peso na versão original da dublagem, que inclui, além dos supracitados, Keanu Reeves como Batman e Olivia Wilde como Lois Lane. Na versão brasileira, a dublagem ganha uma piada interna: no Brasil, quem empresta a voz para Krypto é o ator Marcelo Garcia, o mesmo que dubla o Capitão Pátria na série ‘The Boys’; não à toa, Krypto tem lá seus comportamentos de salvador da pátria, por vezes semelhante ao personagem da franquia vizinha.

Com uma hora e quarenta e cinco de duração, o primeiro e o terceiro arco do longa são os pontos altos, deixando o desenvolvimento um pouco arrastado. Entretanto, é nesse ponto que o roteiro de Jared Stern e John Whittington fala mais sério e aborda temas profundos como os maus tratos aos animais e o abandono dos bichinhos – assuntos de suma importância para serem dialogados com a criançada, público-alvo da produção. Jared Stern e Sam Levine alcançam uma boa direção do projeto, que diverte, faz rir, produz um brilho no olhar e ainda por cima humaniza os nossos queridos heróis (até mesmo o Batman). Ah, e tem duas cenas pós-créditos, fiquem atentos!

Fernanda Montenegro pode ganhar sua 2ª indicação ao Oscar por ‘A Vida Invisível’ [EXCLUSIVO]

Como todo mundo já sabe, A Vida Invisível foi o filme escolhido para representar o Brasil na corrida pelo Oscar de Melhor Filme Internacional no ano que vem. A novidade é que esta não será a única estatueta que a produção tentará em 2020. Com distribuição internacional da Amazon, que nos últimos anos obteve sucesso em campanhas ao Oscar com obras como O Apartamento e Guerra Fria, o filme brasileiro buscará ao menos outras três indicações.

Em conversa exclusiva com o CinePOP, o diretor Karim Aïnouz falou sobre os planos para o Oscar e revelou:

Estamos pleiteando a possibilidade de estar não só na disputa de Melhor Filme Internacional, mas também Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Fotografia e Melhor Atriz Coadjuvante, com a Fernanda Montenegro.

O cineasta revelou ter ficado muito feliz de poder contar com a atriz em sua produção.

Ela tem uma coisa muito impressionante, traz uma aura diferente ao filme”, disse.

Fernanda Montenegro, que completou 90 anos no último dia 16 de outubro, foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz por Central do Brasil, em 1999. Ela já recebeu um Emmy e um Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim.

A Vida Invisível chega aos cinemas brasileiros no dia 21 de novembro. Leia a crítica do CinePOP.

‘A Time Lost’: Millie Bobby Brown e sua irmã serão produtoras do novo drama da Netflix

Segundo o site DeadlineMillie Bobby Brown e sua irmã, Paige Brown, irão produzir seu primeiro filme original, intitulado ‘A Time Lost’.

Millie irá se reunir mais uma vez com a Netflix para dar vida ao projeto, cuja história “gira em torno de uma rixa entre duas famílias de Longs Island que acabam se unindo quando uma das filhas adolescentes é diagnosticada com câncer”.

Anna Klassen (‘Dark Hours: Roxana’) assina o roteiro.

Essa é a segunda vez que a atriz-mirim trabalha como produtora, visto que já assumiu o cargo no longa de mistério Enola Holmes.

Millie ganhou fama ao dar vida a Eleven na série sci-fi Stranger Things. Ela também apareceu em ‘Godzilla II: Rei dos Monstros’, e deve voltar para o cross-over Godzilla vs. Kong em 2020.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Não existe coragem sem medo no novo teaser emocionante de ‘Mulan’

A Disney divulgou um novo teaser oficial do remake em live-action de Mulan.

Confira:

As últimas projeções do BoxOffice indicam que ‘Mulan‘ vai estrear nos EUA com uma arrecadação na faixa de US$ 40 a 60 milhões, valor bastante decepcionante considerando o quanto o estúdio gastou no filme.

A Disney gastou entre US$ 200 e US $ 300 milhões no remake, que deve ter uma abertura semelhante à de ‘Dumbo‘, extremamente decepcionante se esses números de orçamento fossem precisos.

O filme está previsto para estrear em 26 de março de 2020.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

‘Stargirl’: 2ª temporada terá uma batalha ÉPICA, diz Luke Wilson

A 1ª temporada de Stargirl ainda não chegou ao fim, mas uma das séries de maior sucesso da The CW já foi renovada para o próximo ciclo – levando os fãs a se perguntarem qual será a história dos novos episódios.

Em entrevista ao TVLineLuke Wilson, que dá vida a Pat Dugan na produção, disse que acidentalmente teve contato com alguns elementos narrativos da segunda iteração – apesar de não saber como eles irão funcionar.

“Creio que vocês vão aprender muito mais sobre os planos da Liga da Injustiça – não apenas para Blue Valley, mas para a dominação do mundo. E terá uma batalha épica no final… No melhor sentido, será uma mistura de um grand finale e também algumas resoluções, mas quando você olha para o cenário completo, ainda tem muito acontecendo por baixo da superfície”.

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Uma Mulher de Outro Mundo’: Depois do trailer, confira o pôster oficial da nova comédia com Judi Dench e Isla Fisher

Depois do trailer, a IFC Films divulgou o cartaz oficial de ‘Uma Mulher de Outro Mundo’ (‘Blithe Spirit’), nova comédia estrelada por Judi DenchIsla Fisher.

Confira:

O filme é dirigido por Edward Hall e é baseado na peça teatral homônima de Noël Coward lançado em 1941.

O romancista criminal best-seller Charles (Dan Stevens) sofre de um terrível bloqueio criativo e está lutando para terminar seu primeiro roteiro. Sua mais nova esposa, Ruth (Fisher) está fazendo o que pode para mantê-lo focado, para que possam alcançar o sonho de deixar Londres e se mudar para Hollywood. A busca de Charles por inspiração o leva a se encontrar com a excêntrica e mística Madame Acarti (Dench) para que ela realize uma sessão espírita. Entretanto, ele ganha mais do que pediu no momento em que Acarti invoca o espírito de sua primeira mulher: a brilhante Elvira (Leslie Mann).

Emilia FoxJulian Rhind-TuttAdil RayMichele DotriceAimee-Ffion Edwards completam o elenco.

‘Uma Mulher de Outro Mundo’ estreia em VOD no dia 19 de fevereiro de 2021. A primeira versão do filme foi lançada em 1945.