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‘Alerta Vermelho’ passa ‘Bird Box’ como o filme mais assistido da HISTÓRIA da Netflix

Segundo o ator Dwayne Johnson, a ação Alerta Vermelho‘ quebrou recorde de exibição e acaba de se tornar o longa-metragem mais assistido da história da Netflix.

As informações indicam que a produção já foi visualizada por mais de 290 milhões de horas mundialmente em apenas 19 dias, destronando o thriller pós-apocalíptico ‘Bird Box’ (que, em um mês, alcançou a marca de 282 milhões de horas transmitidas).

Além disso, foi revelado que as exibições vem caindo apenas 14% em termos de horas assistidas, o que significa que o filme pode chegar rapidamente à marca das 400 milhões de visualizações.

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O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

Crítica | Britney Spears estremece a indústria da música mais uma vez com o lendário álbum ‘Blackout’

A indústria do entretenimento não é um lugar tão mágico quanto as pessoas pensam: em um momento, você pode estar no topo das paradas, conquistando milhões de fãs e mergulhando em uma montanha russa rumo ao sucesso; no outro, as estruturas de sua vida podem ser desmanteladas por um simples comentário ou um dia não tão bom quanto gostaria que fosse. Esse escopo inconstante de conciliação entre o pessoal e o profissional foi um dos principais motivos que desencadearam o famoso e até hoje relembrado meltdown da princesa do pop Britney Spears entre os anos de 2006 e 2007, cuja figura passava por inúmeros problemas dentro e fora de casa e acabaram explodindo da forma mais humilhante possível para a cantora.

Spears sempre esteve completamente embebida pela fama, desde o tempo em que participava do extinto programa A Casa do Mickey Mouse. Ao completar dezesseis anos, lançou-se na carreira solo e ficou marcada pela baby voice e a baby face – a composição estereotipada da rebelde colegial que mais tarde abriu portar para transformá-la num sex symbol. É claro que, em meio a problemáticas da hiperssexualização, a artista tornou-se também uma forma de expressão que ia de encontro a uma bolha comandada por homens – e, ao lado de MadonnaChristina Aguilera e outras cantoras que vinham das últimas décadas de um conturbado século, alcançou um patamar que lhe trouxe uma pressão imensurável e culminou na quase destruição de sua carreira. Não é à toa que ficou quatro anos em hiato entre In the Zone’ e seu próximo álbum.

Ressentida entre fãs assustados e uma imprensa visceral e compulsória que não a deixava em paz, Spears recuperou as rédeas de sua vida e deu ares de renovação com a chegada de Blackout’. É óbvio que, após as controvérsias que envolveram seu casamento e seus filhos, ninguém a estava levando a sério – mas o lançamento do primeiro single, “Gimme More”, provou que todos estavam errados e que Britney ainda conseguia causar um impacto. Sem sombra de dúvida, a composição da música já mostra ares totalmente diferentes de seus trabalhos anteriores, mergulhando em uma mescla contemporânea que abandona os ares noventistas e conversa com um público movido pelo dinamismo. A faixa de abertura é sexy, quase empoderadora, cuja letra traz um eu lírico sedento por mais – seja lá a que isso se refira.

Toda a estrutura do álbum, como já dito, afasta-se dos convencionalismos anteriores – não totalmente, mantendo aproximações com Toxic” e Overprotected”, por exemplo. Entretanto, os arranjos estendem suas inclinações para algo muito mais indie, talvez até mesmo ousando buscar alguns estilos musicais mais marginalizados. Heaven on Earth” e Freakshow”, fazendo parte do miolo, são referências claras ao Europop e a uma construção sintética que tangencia a eletrônica, mas permanece fiel às raízes do electro-pop. O uso de tons musicais distorcidos contribui para criar uma atmosfera onírica e propositalmente incômoda – um reflexo das próprias emoções da cantora.

Enquanto isso, Get Naked (I Got a Plan)”Toy Soldier” procuram uma abordagem mais bruta, tendo o funkcomo pano de fundo principal. As tracks do disco se aproximam muito mais entre si pela estruturação que pelo conteúdo, apesar de insurgirem enquanto continuação dos temas já tratados pela lead singer. Afinal, sabemos muito bem que Spears nunca teve problemas em falar abertamente sobre sexo, beleza, sensualidade e outros tabus um tanto quanto rechaçados pelos mais conservadores; aqui, entretanto, à medida que algumas faixas trazem narrativas esperadas, outras procuram explorar outros caminhos, criticando sutilmente a manipulação de certas pessoas e como ela está cansada de lidar com “soldadinhos de brinquedo”.

O álbum funciona em sua completude de diversos modos: a visão mercadológica e comercial está ali, dialogando com sua repaginação modernizada e refrescante a um pop prestes a mergulhar na era digital. Ao mesmo tempo, há também um experimentalismo claro, partindo do hibridismo de inúmeros estilos que casam e criam uma harmonia quase perfeita. É claro que os baixos existem, incluindo na participação de Pharrell Williams em Why Should I Be Sad”, construindo um parênteses fragmentado em comparação ao restante da sólida base. Mas os ápices são mais frequentes, senão pelos vocais em autotune de Britney, por tudo que suas investidas representam – afinal, é sua primeira participação como produtora executiva, conferindo-lhe mais autonomia em fazer o que quiser.

“Piece of Me”, o segundo e mais aclamado single, é a definição perfeita do que o título da obra significa: buscando colocar a vida de volta nos trilhos, Britney percebe que um dos principais motivos de ter cedido a uma insanidade aterrorizante foi a pressão exercida por uma imprensa manipuladora e sensacionalista. E que melhor forma de responder a esses ataques com um afronte bem claro? A faixa, uma ironia nem um pouco sutil que serve de resposta àqueles que tentaram diminui-la, e não só tem uma letra deliciosamente perversa, como também traz elementos do dubstep e das distorções acústicas que a transformam em uma obra-prima. A maturidade dessa canção é refletida até mesmo em Break the Ice”, cuja abordagem mais delicada cria contrapontos entre um poderoso refrão e bridges muito fluidos.

‘Blackout’ é um state-of-art por natureza e não poderia ter melhor representante que Britney Spears. A ideia de desligar-se para voltar à ativa é um dos motes que move a idealização do álbum e mostra como é sempre possível dar a volta por cima, mesmo que todos estejam contra você e ninguém acredite mais em seu potencial.

Nota por faixa:

1. Gimme More – 5/5
2. Piece of Me – 5/5
3. Radar – 4,5/5
4. Break the Ice – 4,5/5
5. Heaven on Earth – 4,5/5
6. Get Naked (I Got a Plan) – 3,5/5
7. Freakshow – 4,5/5
8. Toy Soldier – 4,5/5
9. Hot as Ice – 3,5/5
10. Ooh Ooh Baby – 4/5
11. Perfect Lover – 4,5/5
12. Why Should I Be Sad – 3/5

‘007’: Henry Golding diz que diversidade “não deve ser um fator” na escolha do próximo James Bond

Agora que Daniel Craig se aposentou do papel de James Bond, a vaga está em aberto e diversos astros já entraram para a lista dos fãs.

Mas um dos maiores desejos do público é ver o personagem sendo representado por um ator negro ou de origens diversificadas, alguém que vá além do padrão da franquia.

Falando nisso, Henry Golding (‘Snake Eyes’), entrou na mira dos fãs como um provável candidato ao papel, já que nunca houve um Bond asiático.

Por outro lado, o astro malaio disse à Rádio Times que a diversidade racial não deve ser um fator na escolha do novo intérprete do agente mais famoso do cinema.

Para ele, a MGM deve buscar alguém que represente as principais características do 007, como sua personalidade e seu charme.

“Diversidade étnica não deveria ser um fator quando se trata deste personagem. Acho que Bond representa algo com o qual todos nós crescemos, que é um homem de personalidade forte, de propriedades inabaláveis, mesmo assim tendo um lado protetor e sensível. Eu acho que o importante é ser fiel ao material de origem e destacar suas qualidades. Acho que resumi-lo a uma imagem física acaba com todo o charme.”

Ele acrescentou:

“Mas acho que eles vão escolher a pessoa certa para o papel. Que seja negro, asiático, latino, misto… Qualquer coisa, desde que tenham os atributos que sejam fiéis a ele. Acho que é isso que os fãs realmente querem.”

E aí, você concorda com ele?

Sucesso nos cinemas, a ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘ ultrapassou a arrecadação total de ‘Velozes e Furiosos 9‘ (US$ 721M), tornando-se a MAIOR bilheteria do ano para uma produção hollywoodiana.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 155.5 milhões. Internacionalmente, foram US$ 579.6 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 735.2 milhões.

Vale lembrar que ‘Sem Tempo Para Morrer‘ estreou nos EUA com US$ 56 milhões – tornando-se a 4ª maior estreia de todos os filmes do James Bond no país, atrás apenas de ‘007 – Operação Skyfall‘ ($88.3M), ‘007 Contra Spectre‘ ($70.4M) e ‘007 – Quantum of Solace‘ ($67.5M).

Cary Joji Fukunaga (‘Beasts of No Nation’) é responsável pela direção.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada. 

O elenco também traz o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright, além de apresentar Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Gavião Arqueiro’ tem ERRO de continuidade ao recapitular a batalha de ‘Os Vingadores’; Veja qual!

Os primeiros minutos da série do ‘Gavião Arqueiro‘ recapitulam a Batalha de Nova York, quando os Chitauri invadiram a Terra em ‘Os Vingadores‘.

Na série, a destruição da cidade é testemunhada pela pequena Kate Bishop (Clara Stack). No entanto, a cena tem um erro de continuidade.

Para quem não se lembra, quando a Torre Stark é destruída, as letras S, T, R e K caem durante a batalha com Loki (Tom Hiddleston), e a primeira a cair é o K, depois que o asgardiano o acerta com seu cetro.

Já na atração da Disney+, a primeira letra a cair é o R.

O erro foi notado por um usuário do Reddit, que fez uma montagem para evidenciar a mudança comparando ambas as torres em cada produção.

Confira:

Uma fan page do Twitter também aproveitou a recapitulação para sincronizar as cenas da série com as do filme, destacando o heroísmo de Clint Barton (Jeremy Renner) em ângulos diferentes.

E o resultado ficou simplesmente incrível.

Assista:

“Os paralelos entre ‘Os VingadoreseGavião Arqueiro‘.”

Lembrando que o próximo episódio da série estreia no dia 1º de dezembro.

Confira nossa entrevista com a produtora Trinh Tran e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

‘Coquetel Explosivo 2’: Filme de ação lançado no Amazon Prime Video vai ganhar sequência

O thriller de ação ‘Coquetel Explosivo’ (Gunpowder Milkshake) teve sua sequência CONFIRMADA pela Netflix e pela produtora StudioCanal.

Produzido e lançado no mercado internacional pela Netflix, o filme foi lançado no Brasil exclusivamente pelo Amazon Prime Video.

A trama acompanha Sam (Karen Gillan), uma garota que foi abandonada por sua mãe, a assassina profissional Scarlet (Lena Headey). Sam foi criado pela Firma, um sindicato do crime cruel para o qual sua mãe trabalhava. Agora, 15 anos depois, Sam seguiu os passos de sua mãe e se tornou uma assassina feroz. Ela usa seus “talentos” para limpar as bagunças mais perigosas da empresa. Ela é tão eficiente quanto leal.

Mas quando um trabalho de alto risco dá errado, Sam deve escolher entre servir a firma e proteger a vida de uma menina inocente de 8 anos, Emily (Chloe Coleman). Com um alvo nas costas, Sam tem apenas uma chance de sobreviver: reunir-se com sua mãe e suas associadas letais: as bibliotecárias (Angela Bassett, Michelle Yeoh e Carla Gugino).

Assista nossa crítica:

Karen Gillan (‘Guardiões da Galáxia’) estrela. O elenco ainda conta com Lena Headey, Carla Gugino, Michelle Yeoh, Angela Bassett, Ralph Ineson, Adam Nagaitis, Michael Smiley, Paul Giamatti e Chloe Coleman.

Produtora de ‘Gavião Arqueiro’ quer fazer um MUSICAL da Marvel

O primeiro episódio da série ‘Gavião Arqueiro‘ traz uma divertida homenagem ao Capitão América e aos Vingadores num musical que leva o nome do super soldado.

Através da canção ‘Save the City‘, o musical reproduz a batalha de Nova York, do clímax de ‘Os Vingadores‘ (2012).

E, parece que a ideia inspirou a produtora executiva Trinh Tran.

Durante uma entrevista para o The Reel Rejects, a cineasta disse que adoraria produzir um musical para a Marvel.

“Eu adoraria fazer um musical um dia para a Marvel. Quem não gostaria? O musical de ‘Gavião Arqueiro’ começou como uma brincadeira de bastidores. No início, só iríamos mostrar a propaganda num outdoor, Clint nem iria assistir ao show. Mas então pensamos: ‘Não seria divertido se reproduzíssemos uma luta dos Vingadores num musical’?”

O que começou como uma piada rapidamente ganhou forma.

“Toda vez que falávamos desse musical, mais a ideia ganhava força. Todos na sala ficavam animados em ver isso acontecendo até que se tornou algo real, mesmo que apenas por alguns minutos. Quem sabe a gente possa fazer um musical de verdade em algum momento.”

Vale lembrar que a Marvel compartilhou no YouTube a canção ‘Save the City‘, composta por Marc Shaiman, que também foi co-autor da letra junto com Scott Wittman (‘O Retorno de Mary Poppins’).

Confira, junto com as imagens do musical:

Lembrando que o próximo episódio da série estreia no dia 1º de dezembro.

Confira nossa entrevista com Tran e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Crítica | 8 Presidentes 1 Juramento – A História de um Tempo Presente – Documentário Analisa a Política Nacional

Carla Camurati é uma incrível e importante diretora de cinema brasileiro. Com uma carreira recheada de filmes que se tornaram referência a muitos estudantes que hoje já estão produzindo, como ‘Carlota Joaquina, A Princesa do Brasil’ (1995) e ‘Getúlio’ (2014), a diretora estreia agora nas salas de cinema do país seu mais novo trabalho – que é também o primeiro documentário de sua carreira: o longa político ‘8 Presidentes 1 Juramento – A História de um Tempo Presente’.

Acompanhando os 35 anos de redemocratização do estado brasileiro, ‘8 Presidentes 1 Juramento’ segue os caminhos percorridos não só pelos candidatos às eleições presidenciais da era da democracia brasileira, como também sinaliza os posicionamentos dos candidatos que também concorreram mas que acabaram não vencendo – dentre os quais, alguns nomes que voltam a reaparecer um pouco mais adiante em nossa História. Quando colocados assim, lado a lado, fica mais evidente como os caminhos foram sendo percorridos por estes indivíduos.

A montagem realizada por Joana Ventura é um dos aspectos mais certeiros da produção, conseguindo uma transição fluida entre os governos ao ponto de as primeiras uma hora e trinta do documentário passarem num piscar de olhos. Isso, claro, também tem a ver com a profunda e dedicada pesquisa de imagens que ficou a cargo de Antônio Venâncio, que realizou boas escolhas dentre o vasto material que deve ter encontrado nos acervos das emissoras Globo e GloboNews, coprodutoras do projeto. Conjuntamente, os dois realizaram um bom trabalho para dar conta de tanto tempo histórico e fazê-lo caber em um longa-metragem de duas horas e vinte minutos de duração.

Entretanto, a duração do documentário acaba também pesando contra ele, posto que o assunto, em si, é denso. De certa maneira essa escolha também corresponde à duração que o documentário dedica a cada um dos mandatos dos presidenciáveis; debruçando-se com muita agilidade até os anos 2000, o filme tem um ritmo mais acelerado, como que de suspense até, costurando os fatos históricos tumultuados no início, com a quase gestão de Tancredo Neves até o governo FHC e a era neoliberal, o Plano Real e as privatizações (inclusive com imagens dá própria Carla Camurati em dois momentos importantes para o cinema em que a diretora esteve presente); a hora final de ‘8 Presidentes 1 Juramento’, porém, se estende em explicar a ascensão e queda dos governos do PT, com muita ênfase na consequência da Lava-Jato nas gestões Lula e Dilma; entretanto, ao contrário do que anuncia em sua sinopse, o documentário não termina na posse do atual presidente – que, no filme, acaba sendo apenas pincelado, pouco demonstrando a tragédia que está sendo a atual gestão, que vem sendo desenhada desde o primeiro dia. No longa aparecem apenas a posse e um áudio extraído de abril de 2020 – e um áudio, sabemos, não tem o mesmo impacto que uma imagem em um filme.

8 Presidentes 1 Juramento’ é um documentário que, através de sua pesquisa, faz um espectador perceber que os ciclos políticos são viciosos, pertencentes à engrenagem do poder difícil de quebrar. Como diz seu título, é uma análise histórica que reflete no tempo presente.

Robbie Amell diz que seria INCRÍVEL gravar cenas de ‘Resident Evil 2’ no Brasil [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Robbie Amell revelou que “seria incrível” gravar cenas da sequência de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘ no Brasil.

“Isso seria incrível. Velozes e Furiosos 5 tem uma das minhas cenas de ação favoritas, com o Vin Diesel e o The Rock correndo nas favelas, é muito legal”, afirmou.

Imagina a trama saindo de Raccoon City para o Rio de Janeiro? Ia ser, no mínimo, divertido. O ator ainda revelou ser um grande fã da franquia estrelada por Milla Jovovich e contou quais foram os desafios em viver o amado personagem.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Johannes Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

Versão censurada de ‘Aves de Rapina’ foi adicionada na HBO Max por ENGANO, revela executiva

Ontem, a HBO Max adicionou uma versão censurada de ‘Aves de Rapina‘ no seu catálogo ao invés da versão exibida nos cinemas.

Foram removidos seis minutos de cenas do filme, e as partes com violência ou palavrões foram removidas ou borradas. A versão exibida nos cinemas tinha 1h 49m, contra 1h 43m da versão lançada na HBO Max.

Hoje, a executiva da WarnerMedia, Johanna Fuentes, confirmou que a versão editada para TV foi adicionada por engano na HBO Max e que a versão original e sem cortes vai ser adicionada em breve.

Em uma cena da versão para “14 anos” traz a detetive Montoya (Rosie Perez) usando uma camisa cuja escrita foi claramente borrada. Após confrontar a Arlequina (Margot Robbie), ela aparecia com a camisa escrita “Eu depilei minhas bolas para isso?”, que foi borrado na edição.

Confira:

Apesar de ‘Aves de Rapina‘ ter recebido 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa não agradou ao público e arrecadou somente US$ 201,8 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 85 milhões.

Além de não ter gerado o retorno financeiro esperado, a adaptação dirigida por Cathy Yan foi uma das mais criticadas pelos fãs da DC Comics.

E parece que Yan não teve muita escolha criativa sobre o projeto, tendo que se submeter aos pedidos dos executivos da Warner Bros quando eles trouxeram Chad Stahelski (‘John Wick’) para dirigir algumas refilmagens no longa.

Durante uma entrevista para o The Playlist, a cineasta tocou no assunto e demonstrou desânimo ao sugerir que o filme não saiu como ela planejava.

“Eu acho que quando você está lidando com um orçamento como o do ‘Aves de Rapina’, há muita pressão em jogo, especialmente quando um estúdio está passando por muitas mudanças. De uma forma ou de outra, você acaba cedendo e se comprometendo com o que te mandam fazer. É meio difícil lutar [par manter sua própria visão].”

Ela continuou, dizendo que sua visão não foi abordada de forma completa na versão que foi para os cinemas:

“Às vezes você ganha, às vezes perde. É assim que as coisas são, eu adoraria ter mais controle sobre a edição, então não sei se há uma Yan Cut do filme, mas acho que qualquer cineasta entra nesse ramo para pode se expressar de forma completa. Queremos que aquilo que passa na nossa mente seja transmitido na tela. Acho que isso não aconteceu [em ‘Aves de Rapina‘].”

Por conta de toda essa polêmica, parece que a Warner Bros não tem planos de investir numa sequência, pelo menos por enquanto.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Margot Robbie, a Harley Quinn, foi questionada sobre o assunto e deu uma resposta bem negativa para os fãs.

“Não sei de nada sobre uma sequência. Por enquanto, acho que não há planos nem nada que valha a pena mencionar.”

E aí, você acha que o filme merece uma continuação?

Confira nossa crítica:

Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Elenco de Hanna fala sobre o CHOCANTE final da série!

A 3ª e última temporada da série Hanna já está disponível na Amazon Prime Video e a nossa jornalista Rafa Gomes bateu um papo com o elenco principal da produção, que deu detalhes sobre o CHOCANTE final.

Confira a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Assista ao trailer:

Nos capítulos finais, Hanna tenta destruir a Utrax, a organização secreta que transforma meninas em jovens armas de guerra. Agora do mesmo lado, ela e Marissa Wiegler vão unir forças para colocar fim em um opressor sistema que visa também destruir a liberdade de pensamento da juventude.

A série foi criada por David Farr, o corroteirista do longa-metragem.

Hanna não é uma garota comum. Criada por seu pai, um ex-agente da CIA no ponto mais remoto da Finlândia; ela tem a força, a resistência e o instinto aguçado de um soldado. Sua educação e treinamento têm o mesmo objetivo, tudo conspira para fazer dela a assassina perfeita. O momento decisivo da sua adolescência é muito intenso: enviada por seu pai para cumprir uma missão, Hanna viaja escondida pelo norte da África e pela Europa iludindo agentes secretos e assassinos clandestinos que se reportam a uma espiã implacável que esconde segredos sobre ela mesma. Quanto mais próxima de seu objetivo final, Hanna tem que lidar não só com inimigos poderosos, mas também precisa enfrentar revelações alarmantes sobre sua própria existência.

Esme Creed-Miles interpreta a personagem-título, e Joel Kinnaman (‘Esquadrão Suicida‘) vive seu pai na 1ª temporada. Mireille Enos (‘The Killing‘) vive uma agente da CIA.

‘Um Castelo para o Natal’: Assinantes da Netflix estão AMANDO a comédia romântica com Brooke Shields; Confira as reações!

Chegou ao catálogo da Netflix a comédia romântica Um Castelo para o Natal, que já está conquistando os assinantes da plataforma.

Estrelada por Brooke Shields e Cary Elwes, a trama acompanha uma escritora americana que deseja comprar um castelo na Escócia, mas o dono mal-humorado não quer fazer negócio com ela, o que leva a um grande impasse com um desfecho surpreendente.

Nas redes sociais, o público está comentando que o longa dirigido por Mary Lambert (‘Cemitério Maldito’) tem tudo o que um filme natalino merece ter, como o roteiro clichê, mas contagiante, a trilha sonora mágica e o clima de fim de ano.

Além disso, os principais elogios são à química entre o casal, provando que até mesmo as maiores diferenças podem levar a um belo e inesperado romance.

Confira as reações e siga o CinePOP no YouTube:

Com roteiro assinado por Ally CarterKim Beyes-Johnson, o filme também conta com
Lee Ross, Andi Osho, Tina Gray, Eilidh Loan, Stephen Oswald, Vanessa Grasse e Desiree Burch.

A produção fica por conta de Shields, junto com Amanda PhillipsSteven R. McGlothenSteve BermanKatrina Stagner e Eric Jarboe.

 

‘Blade’: Sinopse revela DETALHES do reboot estrelado por Mahershala Ali

Um usuário do Twitter divulgou que as gravações do reboot de Blade‘, estrelado por Mahershala Ali (‘Estrelas Além do Tempo’) serão iniciadas em Atlanta no verão norte-americano de 2022 (entre junho e setembro).

Além disso, uma sinopse preliminar revela alguns detalhes da adaptação, dizendo que:

“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”

As informações foram publicadas originalmente no site Production Weekly, considerado como a principal fonte da indústria do entretenimento quando se trata de rastrear os dados de produções de filmes e séries.

Confira a publicação:

Anteriormente, o The Hollwood Reporter divulgou que Delroy Lindo (‘Vingança & Castigo’) foi adicionado ao elenco do reboot.

Por enquanto, ainda não há informações sobre qual será o papel de Lindo na adaptação.

No entanto, é possível que ele interprete Jamal Afari.

Nos quadrinhos, Afari e foi o homem que criou e ensinou o caçador de vampiros tudo o que sabia sobre os sugadores de sangue, já que ele enfrentou o próprio Drácula em sua juventude.

No cinema, o personagem foi adaptado como um homem branco e teve seu nome trocado para Abraham Whistler, sendo interpretado Kris Kristofferson.

Quanto a Lindo, o astro também é conhecido por filmes como ‘Malcolm X’ e 60 Segundos, mas voltou a ganhar notoriedade após estrelar ‘Destacamento Blood‘, dirigido por Spike Lee em 2020.

Lembrando que ele é apenas o segundo ator confirmado ao elenco de ‘Blade‘, além de Ali.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para o longa.

Recentemente, o diretor Bassam Tariq conversou com a IndieWire e prometeu aos fãs que sua versão fará tributo à trilogia original, estrelada por Snipes.

“O que é mais emocionante sobre o filme que estamos fazendo é que não houve um cânone para Blade, conforme lemos os quadrinhos e tudo o mais”, ele explicou. “Ele vivendo à luz do dia foi uma coisa estabelecida, e sabemos que não podemos negar o que Wesley Snipes fez. Um homem negro criou o mundo do super-herói em que estamos, essa é a verdade. Para mim, trabalhar com alguém tão talentoso e grandiosos quanto Mahershala Ali, e a roteirista Stacy Osei-Kuffour, estou muito honrado em trabalhar com esses talentos negros. Para mim, apenas estar com eles no quarto e ouvir e aprender conforme construo tudo isso, é realmente uma honra”.

Além disso, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel, afirmou que o reboot não será para maiores de 18 anos.

“Acho que direcionamos tudo o que fazemos para crianças e adultos. Eu sei que os fãs gostariam de ver um filme do ‘Blade‘ sem restrições, mas não é o caso. Acontece que o ‘Deadpool‘ já se estabeleceu como um filme Rated-R, e mudar essa proposta não cairia bem, mas isso não significa que vamos investir nessa classificação em qualquer filme.”

Ele reforçou que:

“Nunca fomos impedidos de contar boas histórias com classificações mais brandas. Se algum dia formos [impedidos], então certamente pode haver uma discussão sobre o assunto. Mas nosso modelo está dando certo até agora.”

reboot é intitulado Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

‘The Last of Us’: Joel e Ellie cavalgam por rua deserta em novo vídeo dos bastidores; Confira!

Uma fan page do Twitter dedicada a novidades da série ‘The Last of Us‘ divulgou um novo vídeo dos bastidores, mostrando Joel (Pedro Pascal) e Ellie (Bella Ramsey) cavalgando pelos ruas desertas de um Estados Unidos pós-apocalíptico.

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Baseada na aclamada franquia de games homônima, a adaptação também conta com Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray BartlettNatasha Mumba.

A série traz Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’) e Neil Druckmann (criador do jogo) como diretores. Balagov comanda os dois primeiros capítulos.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Por enquanto, The Last of Usainda não possui previsão de lançamento.

Confira TODOS os títulos que serão REMOVIDOS da Netflix no dia 1º de dezembro

A Netflix está constantemente renovando a sua grade de programação e assim como diversos títulos chegarão em breve no mês de dezembro, uma leva de outras produções serão removidas também.

E no dia 1º de dezembro, mais de 40 filmes e séries se despedem da plataforma de streaming. Entre os futuros removidos estão ‘300: A Ascensão do Império‘, ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘, ‘Falcão Negro em Perigo‘, além do aclamado drama ‘O Juiz‘.

01/12

¡Asu Mare! 2
300: A Ascensão do Império
300
60 Dias Infiltrados na Prisão – Todos os episódios
A Caminho do Aeroporto
A gangue está em campo
A Maldição de Oak Island – Todos os episódios
Acerto de Contas – Todos os episódios
Across Grace Alley
Be Somebody – Simples como o Amor
Black Butler: Black Butler
Caçadores de Emoção: Além do Limite
Cegos, Surdos e Loucos
Difícil de Matar
Don’t Go Breaking My Heart 2
Doris, Redescobrindo o Amor
Ela Lembra, Ele Esquece
Falcão Negro em Perigo
Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal
Intervention – Todos os episódios
Jack Reacher – O Último Tiro
Lágrimas do Sol
Mad Max: Estrada da Fúria
Nekfeu – Estrelas Errantes
Nota de Mil Rúpias
O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro
O Grande Gonzalez – Todos os episódios
O Juiz
O Universo – Todos os episódios
O Violinista
One Direction: This Is Us
Operação Presente
Os 100 Adeus
Pessoas, Lugares e Coisas
Quatro irmãos
Richard Pryor: Live in Concert
Sabotagem
Se liga na real – Todos os episódios
Shaft
The Bronze
Little Mermaid
The Rap Game – Todos os episódios
Triple Tap
Triunfo nas Nuvens
Visaranai
Zig e Sharko: Temporada 2

‘Sicario: Terra de Ninguém’ será REMOVIDO da Netflix em breve; Saiba quando!

O aclamado indicado ao Oscar ‘Sicario: Terra de Ninguém’, estrelado por Emily Blunt e Benicio Del Toro, será removido da Netflix em breve. A produção deixará a grande de programação no dia 11 de dezembro.

A trama se passa na crescente fronteira sem lei entre os Estados Unidos e o México, onde uma agente do FBI (Blunt) é exposta ao mundo brutal do tráfico internacional de drogas, por membros de uma força-tarefa do governo (Josh Brolin, Benicio Del Toro) que a escalam em seu plano para derrotar o chefe de um cartel mexicano.

Josh Brolin, Victor Garber, Jon Bernthal, Daniel Kaluuya, Jeffrey Donovan, Raoul Trujillo e Julio Cesar Cedillo completam o elenco oficial.

Denis Villeneuve assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Taylor Sheridan.

Assista ao trailer:

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Conheça a BOMBÁSTICA série de suspense e ação do rapper 50 Cent!

A 2ª temporada da amada série Power Book II: Ghost já está em exibição na plataforma Starzplay e a nossa jornalista Rafa Gomes bateu um papo incrível com o elenco da produção.

Ao longo da entrevista, os astros Larenz Tate, Clifford “Method Man” Smith, Daniel Sunjata e Michael Rainey Jr. falaram sobre o que os fãs podem esperar do novo e bombástico ciclo e ainda comentaram sobre 50 Cent, rapper, ator e produto da franquia Power.

Confira o bate-papo e siga o YouTube do CinePOP:

Os episódios da 2ª temporada de ‘Ghost‘ serão lançados semanalmente, aos domingos.

A trama começará dias após o desfecho da série ‘Power’. A nova produção irá focar em Tariq, enquanto ele lida com sua nova vida e tenta ser digno ao legado do pai. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe da prisão após ela ter tentado incriminar seu namorado pela morte do Ghost.

O elenco conta com Michael Rainey, Naturi Naughton, Mary J. Blige e LaToya Tonodeo.

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‘As Agentes 355’: Jessica Chastain e Lupita Nyong’o estão prontas para o combate em nova imagem oficial

Quase um ano depois desde que foi lançado o primeiro trailer de ‘As Agentes 355‘, a aguardada produção ganhou uma nova imagem oficial, divulgada pela revista Empire.

No material em questão, Jessica Chastain, Lupita Nyong’o e Diane Kruger estão prontas para o combate.

Confira:

Anteriormente previsto par janeiro deste ano, o longa tem estreia marcada para 07 de janeiro de 2022 nos cinemas norte-americanos.

Assista ao trailer:

Quando uma arma ultrassecreta cai nas mãos de um grupo de mercenários que ameaçam o mundo, a agente da CIA Mace Brown (Jessica Chastain) terá que unir forças para uma missão letal com a agente alemã Marie (Diane Kruger); a ex-membro do MI6, especialista em computadores, Khadijah (Lupita Nyong’o); a psicóloga Graciela (Penélope Cruz), e com Lin Mi Sheng (Bingbing Fan), uma mulher misteriosa que está rastreando todos os seus movimentos. Cheio de adrenalina, ‘As Agentes 355’ apresenta inúmeras cenas de ação ao redor do mundo, dos cafés de Paris e mercados do Marrocos à riqueza e glamour de Xangai.

Além das cinco protagonistas, o filme também é estrelado por Sebastian Stan (‘Vingadores: Endgame’) e Edgar Ramírez (‘A Garota no Trem’).

As Agentes 355 é dirigido por Simon Kinberg (roteirista, diretor e produtor de ‘X-Men: Fênix Negra’, produtor de ‘Deadpool’ e ‘Perdido em Marte’ e roteirista e produtor dos filmes X-Men), que também é co-roteirista e co-produtor do longa.

A produção executiva é de Richard Hewitt (‘Bohemian Rhapsody’).

‘Jack Reacher – O Último Tiro’: Thriller de ação com Tom Cruise será REMOVIDO da Netflix em breve

O thriller de ação ‘Jack Reacher – O Último Tiro‘, estrelado por Tom Cruise, será REMOVIDO da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no próximo dia 01 de dezembro.

Na trama, o ex-investigador militar Jack Reacher surge das páginas do livro de Lee Child e invade as telas, neste explosivo filme de suspense que os críticos consideram “um thriller superior”. Quando cinco pessoas são assassinadas e todas as evidências apontam alguém que jura ser inocente, somente um homem está treinado para pegar os verdadeiros criminosos. A lei tem limites, mas Jack Reacher não, neste sucesso de ação máxima.

Rosamund Pike, Richard Jenkins, David Oyelowo, Jai Courtney e Joseph Sikora estrelam a produção.

Christopher McQuarrie assina a direção e o roteiro da adaptação.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

‘Mimadinhos’: Comédia francesa já está disponível na Netflix

A comédia francesa ‘Mimadinhos‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia no último domingo (26) na grade de programação.

Três irmãos mimados são forçados a trabalhar depois que o pai finge perder tudo para ensinar uma lição aos filhos.

Nicolas Cuche assina a direção do longa, além de ter coescrito a produção ao lado de Laurent Turner.

Assista ao trailer:

 

Dica do fim de semana | Ficção, aventura e fantasia nos streamings

O fim de semana chegou com a grande estreia do mês do HBO Max. Entre filmes novos e antigos, o CinePOP selecionou cinco longas de aventura, fantasia e ficção para você conferir nos principais streamings. Confira!

Duna (HBO Max)

A grande estreia da semana é o já clássico Duna, de Denis Villeneuve, que estava nos cinemas há pouquíssimo tempo, chegou ao HBO Max para ser conferido sem custo adicional pelos assinantes.

Clássico da ficção científica, a nova adaptação traz uma produção absurda e de longa duração para levar para as telonas uma obra que era considerada por muitos impossível de ser adaptada. Na trama, uma família de monarcas espaciais é enviada para gerir Arrakis, um planeta desértico, onde mineram a substância mais valiosa do universo. Porém, após diversas manobras políticas, o jovem Paul Atreides (Timothée Chalamet) precisa encontrar um jeito de sobreviver ao golpe em meio ao deserto.

 

101 Dálmatas (Disney+)

Clássico da infância das crianças dos anos 2000, 101 Dálmatas completa 25 anos de idade neste sábado. Então, nada melhor que revê-lo para comemorar.

O filme acompanha as desventuras dos dálmatas de Roger e Anita, um casal simples, mas que ama muito seus cachorros. A vida era pacífica, até que a chefe de Anita, Cruella De Vil (Glenn Close), bola um plano para sequestrar seus doguinhos para usar a pele deles em um casaco. Assim começa uma aventura que encantou gerações.

Jumanji: Próxima Fase (HBO Max)

Continuação da sequência/ reboot, Jumanji: Próxima Fase leva os quatro amigos de volta para o perigoso mundo virtual de Jumanji, onde precisarão enfrentar um bárbaro que roubou a pedra que garante a subsistência de todo um povo.

A diferença é que agora o avô de Spencer e seu antigo melhor amigo, vividos respectivamente por Danny DeVito e Danny Glover, acabam sendo sugados acidentalmente pelo jogo, ocupando os personagens mais fortes sem entender exatamente o que estão fazendo ali. Com esse “reforço” da terceira idade, eles precisarão dar um jeito de sobreviver aos perigos do jogo para vencer o desafio e voltar para a vida real.

 

Bumblebee (Netflix)

Agora brilhando em Gavião Arqueiro, Hailee Steinfeld teve sua primeira aparição nesse tipo de aventura mais “pop” em Bumblebee.

Essa prequel/ reboot mostra a chegada do simpático robozinho amarelo à Terra nos anos 80. Ao chegar, ele é confrontado por militares, mas acaba indo para nas mãos de uma menina que estava doidinha para conseguir seu primeiro carro. Assumindo a forma de um fofo Fusquinha amarelo, o robô e a menina vão viver uma aventura inesquecível enquanto fogem do exército e enfrentam os Decepticons.

 

Jogador N°1 (HBO Max)

Marcando o retorno de Steven Spielberg aos filmes de fantasia, Jogador N°1 é uma adaptação do livro homônimo sobre um mundo dominado pelo Oasis, um videogame imersivo no qual os jogadores podem escolher qualquer personagem da Cultura Pop para encarar diversos desafios.

Nesse mundo, Wade Watts (Tye Sheridan) é um menino com dificuldades financeiras que, fascinado pelo jogo, começa a desvendar os três desafios que o criador escondeu nos diversos mundos do jogo. Quem completar os três primeiro herda a empresa dele.

Lotada de referências, nostalgia e clássicos da música dos anos 80, Jogador N°1 é uma aventura divertidíssima.

Crítica | Britney Spears reconstrói a própria carreira com a incrível originalidade de ‘In The Zone’

Britney Spears tem uma carreira bastante delineável e automaticamente reconhecível. Estreando 1999, a artista se consagrou como a voz de uma geração (com mais precisão, de uma geração teen que ganhava expressividade em meados da última década do século passado). Com o lançamento de ‘…Baby One More Time’, Spears causou um impacto enorme no mundo da música que seria reconhecido até os dias de hoje; pouco mais tarde, ‘Oops!… I Did It Again’ alicerçava um domínio cultural refletido no mercado fonográfico em termos técnicos e comerciais; Britney, apesar de ter dividido a crítica à época, marcava o início de uma transição identitária que a trazia para a vida adulta e todas as problemáticas implicadas (incluindo fama, solidão e martírio).

Mas o que isso significava para o futuro?

Enquanto a performer mergulhava, ano após ano, em um turbilhão criativo (auxiliado pelas habilidosas mãos de Max Martin e Rami Yacoub), ela percebia que poderia ousar mais do que estava acostumada, se afastando das críticas sem fundamento que recebia de conservadores e da imagem solidificada como uma eterna adolescente. Ora, “Overprotected” e “Bombastic Love”, por exemplo, vinham demonstrando apreço pelo novo e pelo inexplorável, levando-a a pensar em formas diferentes de se manter “refrescante” em uma indústria dominada pelo exagero. Dessa maneira, Britney insurgiu como primeiro capítulo de uma longa jornada que se estenderia aos anos 2020 – e que, para o bem ou para o mal, teria seu ápice com o revolucionário ‘In The Zone’.

São poucos os artistas que conseguem se revitalizar álbum após álbum – e Britney faz parte dessa seleta lista, mas não do jeito que pensamos: ela não apenas se manteve a par das tendências que dominavam a arte mainstream, como se reconstruiu ao se aliar com produtores e compositores inesperados e mostrar que ainda tinha muito a oferecer. Por esse motivo, seu 4º álbum de estúdio carrega um importante status, representando uma divisão na carreira da princesa do pop e na percepção da mídia acerca das jovens cantoras que começavam a trilhar seus caminhos no show business. Sendo ou não a melhor entrada da discografia, a verdade é que ninguém pode tirar a notoriedade desse compilado de canções (entre altos e baixos): aqui, a adolescência é uma fase que ficou para trás e, como resposta, somos presenteados com uma vibrante chama que exala sensualidade e autoconhecimento.

‘In The Zone’ fez um estrondo enorme nas paradas globais, garantindo mais um #1 na Billboard 200 para Britney e alcançando vendas estelares. Além de ter gerado quatro singles oficiais, a obra reuniu Roy “Royalty” Hamilton, Bloodshy & Avant, Mark Taylor e vários outros para celebrar o ícone reverenciado no qual a cantora tinha se transformado. Aludindo a nomes como Kylie Minogue, Madonna e Blondie, há diversas tracks que merecem nossa atenção, mesmo que divisórias: a canção de abertura, “Me Against the Music”, reúne a realeza da cultura pop em uma rendição que faz bom uso da presença apaixonante de Spears, mas, em uma oposição gritante, faz com que Madonna desapareça num dançante background; “Outrageous”, que amalgama hip hop e R&B, é esquecida quanto comparada a faixas anteriores e posteriores mais bem organizadas.

Felizmente, os deslizes são pontuais e não conseguem ofuscar a beleza de músicas que beiram a perfeição, senão a atingem. Falar da frenética “Toxic” e da tocante balada “Everytime” é cair na redundância do que representam para a arte da performer, visto que são duas de suas marcas registradas. Talvez o melhor seja destinar mais atenção às iterações não muito comentadas ou que foram desperdiçadas pela negligência da produtora responsável pelo álbum. A extravagância proposital de “(I Got That) Boom Boom”, que traz os vocais dos gêmeos Ying Yang, incorpora elementos orientais à predominância explosiva da contracultura do hip hop e do UK garage; “Early Mornin’” presta homenagem ao clássico ‘Erotica’, tanto na sinestesia instrumental quanto no conteúdo lírico; e “The Hook Up” promove uma mudança total de estilo e abre espaço para a fusão aplaudível do dance e do reggae.

É preciso dar destaque a como Spears não pensa duas vezes antes de se jogar de cabeça no experimentalismo, como visto em “Breathe on Me”. A quarta faixa do álbum, de longe a maior obra-prima que já lançou, é indesculpavelmente sexual, envolvente e sensorial em todos os sentidos – uma infusão espetacular de techno, dance, hi-NRG e trip-hop que se aglutina numa coesão surpreendente, influenciando Rina Sawayama, The Weeknd e Billie Eilish (para citar alguns exemplos). “Touch of My Hand” se entrega às fábulas orientais como forma de criar metáforas para a masturbação (uma das temáticas encaradas como tabu pelos tradicionalistas); e “Brave New Girl” volta a fazer uma brusca curva ao abraçar o Eurodance e o funk, reminiscência deixadas por ‘Fever’, de Minogue, de dois anos antes.

Com ‘In The Zone’, Britney Spears mostrava que não temia qualquer um que ousasse desmenti-la como uma artista original. Mais do que isso, demonstrou conhecimento de si própria para renegar dos rótulos concedidos a ela em um passado recente e ambicionar pelo que quisesse.

Nota por faixa (Digital Deluxe Version):

1. Me Against the Music (feat. Madonna) – 2/5
2. (I Got That) Boom Boom (feat. Ying Yang Twins) – 4/5
3. Showdown – 4/5
4. Breathe on Me – 5/5
5. Early Mornin’ – 4,5/5
6. Toxic – 5/5
7. Outrageous – 2,5/5
8. Touch of My Hand – 3,5/5
9. The Hook Up – 3,5/5
10. Shadow – 4/5
11. Brave New Girl – 5/5
12. Everytime – 5/5

‘Aves de Rapina’ estreia com versão CENSURADA na HBO Max

Aves de Rapina‘ estreou no catálogo da HBO Max no Brasil e no mundo com uma versão censurada.

O filme teve seus palavrões e cenas de violência atenuadas, visível em uma cena com a detetive Montoya (Rosie Perez) usando uma camisa cuja escrita foi claramente borrada. Após confrontar a Arlequina (Margot Robbie), ela aparecia com a camisa escrita “Eu depilei minhas bolas para isso?”, que foi borrado na edição.

Foram removidos seis minutos de cenas do filme. A versão exibida nos cinemas tinha 1h 49m, contra 1h 43m da versão lançada na HBO Max. A nova versão lançada é para maiores de 14 anos.

Confira:

Apesar de ‘Aves de Rapina‘ ter recebido 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa não agradou ao público e arrecadou somente US$ 201,8 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 85 milhões.

Além de não ter gerado o retorno financeiro esperado, a adaptação dirigida por Cathy Yan foi uma das mais criticadas pelos fãs da DC Comics.

E parece que Yan não teve muita escolha criativa sobre o projeto, tendo que se submeter aos pedidos dos executivos da Warner Bros quando eles trouxeram Chad Stahelski (‘John Wick’) para dirigir algumas refilmagens no longa.

Durante uma entrevista para o The Playlist, a cineasta tocou no assunto e demonstrou desânimo ao sugerir que o filme não saiu como ela planejava.

“Eu acho que quando você está lidando com um orçamento como o do ‘Aves de Rapina’, há muita pressão em jogo, especialmente quando um estúdio está passando por muitas mudanças. De uma forma ou de outra, você acaba cedendo e se comprometendo com o que te mandam fazer. É meio difícil lutar [par manter sua própria visão].”

Ela continuou, dizendo que sua visão não foi abordada de forma completa na versão que foi para os cinemas:

“Às vezes você ganha, às vezes perde. É assim que as coisas são, eu adoraria ter mais controle sobre a edição, então não sei se há uma Yan Cut do filme, mas acho que qualquer cineasta entra nesse ramo para pode se expressar de forma completa. Queremos que aquilo que passa na nossa mente seja transmitido na tela. Acho que isso não aconteceu [em ‘Aves de Rapina‘].”

Por conta de toda essa polêmica, parece que a Warner Bros não tem planos de investir numa sequência, pelo menos por enquanto.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, Margot Robbie, a Harley Quinn, foi questionada sobre o assunto e deu uma resposta bem negativa para os fãs.

“Não sei de nada sobre uma sequência. Por enquanto, acho que não há planos nem nada que valha a pena mencionar.”

E aí, você acha que o filme merece uma continuação?

Confira nossa crítica:

Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder indica que pode voltar à DC ao postar foto de ‘Crise Final’

O Dia de Ação de Graças foi comemorado ontem, 25 de novembro, por diversas celebridades dos Estados Unidos – e uma delas que resolveu compartilhar fotos das festividades foi o diretor e roteirista Zack Snyder.

Em suas redes sociais, Snyder publicou a foto do prato principal da comemoração – mas um detalhe peculiar chamou a atenção dos fãs. Apesar de borrada, a foto trouxe a presença do compilado de quadrinhos intitulado ‘Crise Final’, assinados por Grant Morrison, que corresponde a um dos arcos mais intrincados da DC Comics.

Para aqueles que não conhecem a narrativa, ‘Crise Final’ se desenrola após uma mortal batalha envolvendo deuses bons (Nova Gênese) e maus (Apokolips), sendo descrita como a vitória do mal sobre o bem – e trazendo Darkseid, vilão de ‘Liga da Justiça’, como um dos principais persongens do enredo.

Será que Snyder irá retornar ao universo DC?

Em recente entrevista à Entertainment Weekly, Snyder admitiu que nunca sonhou que a Warner voltaria para terminar a história que ele inicialmente se propôs a contar.

Por isso, ele agora tem esperança de que o estúdio o receba de volta para ‘Liga da Justiça 2‘.

“Eu sempre penso no que é mais provável. Nunca imaginei que a Warner Bros. me pedisse para fazer uma sequência para a Liga da Justiça. Ou que eles ressuscitassem um filme de três anos, gastassem milhões de dólares para restaurá-lo à minha [visão] original e depois o lançassem. Eu acho que a sequência teria sido um cenário mais provável do que o que acabou de acontecer. Então, eu acho que diante disso, eu quero ver o que o futuro me reserva”, afirmou.

No início desta semana, Snyder revelou quais seriam seus planos para uma sequência. O filme seguiria os eventos após a sequência Knightmare, onde Superman (Henry Cavill) é vítima da Equação Anti-Vida de Darkseid.

“A sequência mostraria a queda da Terra, quando o Superman sucumbe à anti-vida. E então eles enviam Flash de volta no tempo para mudar um elemento para que isso não aconteça. E então acontece a grande batalha em que o derrotamos. Quando [o vilão] Darkseid vem à Terra na sequência, todos os exércitos da Terra se unem novamente, como fizeram antes. Havia duas possibilidades, numa delas, o Flash é enviado cedo demais [como vimos em ‘Batman v Superman‘], na outra, ele seria enviado ao momento certo.”, explicou Snyder ao New York Times . 

Para quem não se lembra, o Flash aparece num pesadelo de Bruce Wayne e a cena indica que o velocista voltou no tempo para alertar o bilionário sobre uma possível ameaça, mas isso nunca foi explicado.

O cineasta também explicou o significado da frase do Flash, que menciona Lois Lane como uma espécie de ‘chave’…

“Quando o Flash é enviado para essa nova linha do tempo, ele vai para um momento mais próximo do futuro que ele estava tentando impedir… Nesse futuro, Lois Lane é morta, e ela era a única capaz de recuperar a natureza humana do Superman. Com Lois a salvo, o grupo teria uma chance de reverter o domínio de Darkseid sobre o Superman.”

Vale destacar que o Snyder indicou a possibilidade de um filho entre Clark Kent e Lois Lane na nova versão de ‘Liga da Justiça‘. Além disso, o novo corte do filme traz uma conclusão muito mais palpável para a relação entre o Bruce e o Clark, que acabam se tornando grandes amigos.

Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder – Filme resgata o supergrupo e ENTERRA o passado  

Com mais de 6 mil avaliações publicadas no Rotten Tomatoes, ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ recebeu 97% de aprovação dos espectadores.

Para comparação, o recorde de aprovação anterior era de ‘Batman Begins‘ e ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘, que receberam 94% de aprovação do público. Em seguida, vem ‘Mulher-Maravilha‘ com 83% de aprovação do público.

Além disso, o filme tem 78% dos críticos profissionais com 160 reviews publicadas.

Assista a nossa crítica em vídeo:

Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder – Filme resgata o supergrupo e ENTERRA o passado 

Wendigo ataca no trailer do terror ‘Don’t Say Its Name’; Assista!

O terror ‘Don’t Say Its Name‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Rueben Martell é responsável pela direção.

Depois que a ativista ambiental Kharis Redwater é invocada dos mortos pela sua mãe Mary Lynn após um “acidente” questionável, Kharis retorna como um Wheetago, uma criatura feroz que fica ainda mais faminta cada vez que se alimenta. Logo, a cidade terá que se juntar para parar Kharis antes que ela continue a se alimentar de todos em seu caminho.

Madison Walsh, Sera-Lys McArthur e Julian Black Antelope estrelam a produção.

O terror ainda não possui previsão de lançamento.

Crítica | Sandra Bullock atinge a perfeição na overdose dramática de ‘Imperdoável’, novo filme da Netflix

“Uma vez criminosa, sempre criminosa”.

É essa máxima obliterante que guia a estrutura de ‘Imperdoável’, novo drama da Netflix. O promissor longa-metragem, estrelado pela vencedora do Oscar Sandra Bullock, gira em torno de Ruth Slater, uma mulher que foi condenada a vinte anos de prisão por ter assassinado o xerife da pequena cidade onde morava. Após cumprir sua pena, ela recomeça sua vida enfrentando obstáculos que podemos imaginar dentro de um escopo como este – e tem como principal objetivo se reencontrar com a irmã, Katie (Aisling Franciosi), que era uma mera criança à época da tragédia e foi entregue ao Serviço Social, eventualmente adotada por uma família que se recusou a contar sobre seu passado.

Quando pensamos em Bullock, somos automaticamente atraídos por qualquer que seja a trama – como uma agente do FBI que se disfarça de miss para impedir um assassinato, uma golpista que deseja roubar um colar de diamantes ou uma astronauta que fica perdida na imensidão do espaço. Não é surpresa que o anúncio de que participaria de um novo projeto original de uma das gigantes do streaming tenha abarcado interesse dos mais diversos púbicos – principalmente aqueles que já se preparam para a temporada de premiações. É claro que a atriz não decepcionaria aqueles ansiosos para vê-la novamente em ação e, de fato, a performer entrega uma espetacular rendição que reitera uma versatilidade impressionante, invejável e de tirar o fôlego. O problema é que o filme, mesmo centrado naquilo que deseja entregar, não consegue acompanhá-la e mergulha numa cíclica e fastigiosa narrativa que não sabe em qual caminho seguir.

A produção é comandada por Nora Fingscheidt, diretora alemã que fez sua estreia oficial no cenário do entretenimento em meados dos anos 2000. Uma década e meia mais tarde, Fingscheidt foi contratada pela Netflix para comandar seu primeiro título em língua inglesa, prometendo fazer o melhor da adaptação da série britânica homônima lançada em 2009. A princípio, os elementos apresentados seguem uma fórmula básica, em que uma impávida figura sai da realidade que passou a conhecer e retorna para um mundo cruel que, ao que tudo indica, não está disposta a lhe dar uma segunda chance, ainda que tenha cumprido o que lhe foi sentenciado. Ruth, marcada por tudo o que perdeu e pela fortaleza que ergueu em volta de sua personalidade para se proteger de qualquer um; porém, um fantasma insiste em voltar para assombrá-la e relembrá-la de que tem assuntos pendentes a resolver (e que, mais cedo ou mais tarde, eles irão alcançá-las).

Em questões performativas, Bullock faz o que é esperado de uma artista consolidada em Hollywood, tornando-se irreconhecível e adotando as características do que exala ser uma extensa pesquisa de campo. A cada ato, a delineação que fornece à protagonista ganha uma nova camada, desconstruindo a figura engessada que é-nos apresentada nas sequências iniciais e demonstrando que ela se sente culpada por ter feito decisões erradas e abandonado a irmã. Apesar de não necessariamente dividir os holofotes com o restante do elenco, temos a presença de outros astros de peso na produção, que incluem Viola Davis e Vincent D’Onofrio como o casal Liz e John Ingram, e Richard Thomas e Linda Emond como Michael e Rachel Malcolm – todos fazendo máximo que podem dentro das restrições implicadas pelo enredo.

À medida que a obra se desenrola, a atmosfera adentra um território obscuro e denso – e aqui não digo de uma forma positiva, por assim dizer. Obviamente, o arco de Ruth é construído num traçado de ascensão e queda que remonta aos mais clássicos personagens do gênero, tratando com cautela o que ela representa para não tangenciar o melodramático. Entretanto, a condução de Fingscheidt oscila de maneirismos estranhos a previsíveis incursões premeditadas por uma trilha sonora pedante e exagerada; em outras palavras, promove-se um retorno constante às memórias enevoadas tanto de Ruth quanto de Katie, cujo desenlace alcança uma espécie de “final feliz” da maneira mais frustrante possível. Essa fragmentação (algo recorrente em diversos filmes e séries a que assisti recentemente) denota uma preocupação estilística que beira o hiperbólico e que deixa de lado elementos muito importantes – como o roteiro.

Não há de novo a ser visto nas investidas imagéticas, como a paleta de cores (que se isola em um monocromático discurso) e a fotografia (com seus enquadramentos sem muita imaginação). Peter Craig, Hillary Seitz e Courtenay Miles, contribuindo para a história, sabem o que desejam fazer até determinado ponto; mas, depois da chocante reviravolta que antecipa a conclusão, os eventos se arrastam em uma profusão de personagens desnecessários e que não contribuem em nada para si próprios e para os outros. Caso não fosse pela competência de um time de atores e atrizes que comanda cada cena que estrelam (em especial a irretocável encarnação de Bullock, que pode faturar uma indicação ao Oscar), o título seria apenas um divertimento barato sem algo de original a contar.

‘Imperdoável’ não chega a ser intragável, mas também não é bom. Com exceção dos pontos positivos mencionados nos parágrafos acima, há um certo rigor a que Fingscheidt e seus colaboradores se prendem – e, tentando dar um passo maior do que consegue, deixa que a ambição desmedida leve a melhor.

‘Gossip Girl’: Showrunner confirma que [SPOILER] deixou o elenco da série

Em entrevista ao TVLine, o showrunner Joshua Safran confirmou que o ator Jason Gotay, que interpreta o manipulador Rafa, deixou oficialmente o elenco do reboot ‘Gossip Girl‘.

“O que [o personagem] fez continua sendo horrível, mas estamos dando uma despedida digna para alguém que fez uma coisa horrível. A razão por trás disso é que o Rafa ainda tem alguma humanidade nele. Ele é capaz de reconhecer que fez algo terrível.”

Ele continua, “Então, sim, Rafa foi embora. Essa narrativa foi concluída, mas ela sempre irá ressonar no Max para sempre.”

A série foi criada por Joshua Safran, Stephanie Savage e Josh Schwartz.

Gossip Girl retorna como a principal fonte na vida escandalosa da elite de Nova Iorque. Uma nova geração de Upper East Siders é o alvo da blogueira, expondo seus escândalos, angústias e fofocas na nova era da mídia social.

O elenco conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Kristen Bell (‘The Good Place’) volta a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão.

Jovem caça serial killer no trailer da série de suspense ‘Reyka’; Assista!

O série de suspense ‘Reyka‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

A série foi criada por Rohan Dickson.

A trama segue uma brilhante criminal profiler, Reyka Gama, que é assombrada pelo seu passado. Tendo sido sequestrado quando criança por um fazendeiro chamado Angus Speelman, Reyka é traumatizada pela experiência – mas isso também a ajuda a entrar na mente dos criminosos mais notórios, usando isso contra eles. Logo, ela precisa retornar à cidade natal para investigar uma série de assassinatos brutais.

Kim Engelbrecht (‘The Flash’) e Iain Glen (‘Game of Thrones’) estrelam a produção.

A série sul-africana já foi lançada em seu país de origem, mas ainda não há previsão para ser lançada no Brasil.

40 Anos de Sucesso! Os Filmes dos Anos 80 que Voltam em Breve nos Cinemas e TVs

Cada vez mais nos últimos tempos no cinema a máxima “nada se cria, tudo se copia” se torna verdadeira. O que muitos parecem não saber, no entanto, é que fazer sucesso não é fácil. Para cada dez tentativas de emplacar um novo fenômeno midiático, menos da metade de fato atinge seu objetivo junto ao público-alvo. Ou seja, mesmo com uma campanha de marketing massiva e muito cara, e críticas elogiosas de grande parte dos veículos especializados, isso não é sinônimo de que um filme cairá de forma intensa no imaginário coletivo, se tornando a nova onda da cultura pop.

Dessa forma, é preciso tirar o chapéu para os que de fato conseguem seu lugar dentre os grandes itens do cinema de todos os tempos. Aqueles filmes atemporais que, além de não saírem jamais da mente e alma do grande público (atingindo de forma certeira a maioria dos espectadores), seguem relevantes culturalmente, popularmente e socialmente. Tais obras permanecem gerando dinheiro por transcenderem para inúmeras peças de merchandising, como quadrinhos, games, brinquedos e animações, e claro, seguirem dando frutos nas telonas.

Aqui olharemos justamente para filmes lançados há 40 anos no cinema, no ano de 1981, que continuam muito presente no consciente coletivo, e em breve darão novos frutos para Hollywood – seja nas telonas, com novos blockbusters, ou nas telinhas, com a nova era das séries de TV. Confira abaixo e comente.

Indiana Jones

Em 1981, o primeiro filme do herói Indiana Jones estreava nas telonas e mudava para sempre o cinema entretenimento – que pegava muita carona nos filmes de matinê do passado. O sucesso foi tanto que o longa se tornou um dos primeiros “arrasa-quarteirões” de Hollywood, e geraria mais duas continuações somente na década de 1980 (em 1984 e 1989). No início dos anos 1990, o personagem migrava para a telinha, na forma de uma série que contava seus primeiros anos como aventureiro ainda na juventude, sacada do gancho contido no terceiro filme.

Duas décadas depois e o personagem ainda nas formas de Harrison Ford voltava aos 66 anos para uma nova jornada (a quarta aventura), ao mesmo tempo em que descobria um filho. Agora, pela primeira vez teremos um filme sem a direção de Steven Spielberg – desta vez somente no cargo de produtor. Quem comandará a quinta aventura do herói nas telonas é James Mangold, do sucesso Logan (2017). Ford está mais uma vez a bordo no papel principal, após boatos de um possível reboot com Chris Pratt vivendo o personagem. O filme estreia em junho de 2023, mas ainda não possui título revelado. O que sabemos é que desta vez uma mulher estará no centro da aventura, com a personagem da prestigiada Phoebe Waller-Bridge.

Halloween

De um blockbuster de aventura, pulamos para um filme de terror. Mas não um qualquer, e sim uma das franquias do gênero mais queridas dos fãs, que retornou com força total e bastante classe nos últimos anos. Tudo bem, Halloween – A Noite do Terror (1978) é mais antigo que quarenta anos, mas acontece que ao voltarmos quatro décadas no passado, iremos nos deparar com a primeira continuação direta do sucesso atemporal de John Carpenter, escrita e produzida pelo próprio. Novamente, a sequência caía no gosto dos fãs.

Desde então, foram lançados 10 filmes no total, incluindo inúmeras continuações, reboots e até refilmagens. Em 2018, o décimo primeiro longa prometida zerar a contagem novamente (isto é, após o primeiro) e iniciar uma nova trilogia. Foi este filme, novamente protagonizado por Jamie Lee Curtis como Laurie, que trouxe prestígio de novo para a franquia, tirando Michael Myers do terreno dos filmes B, para o mainstream. Este ano, a continuação direta de tal filme, Halloween Kills estreou. E ainda estamos aquecendo os motores para a conclusão desta mais recente saga, com Halloween Ends, a ser lançado em outubro de 2022. É só esperar.

Evil Dead

Seguimos no terreno dos filmes de terror, porém, agora saímos do slasher para adentrar um gênero igualmente particular: os filmes de assombrações na floresta. Gênero esta que Evil Dead ajudou a criar. O filme semi amador do cineasta Sam Raimi se tornou uma das obras mais cult dos anos 1980, e elevou o status do realizador. Aos poucos, Raimi ia colocando seu nome dentre os grandes da indústria, e tudo começava há 40 anos, num terror sem muitos recursos, mas com muita criatividade. Seis anos depois, ele conseguia um orçamento melhor e realizava uma continuação / refilmagem de seu primeiro longa.

No início dos anos 90, a franquia concluía sua saga dos mortos-vivos conhecidos como Deadites e o herói bufão Ash (Bruce Campbell). A diferença dos filmes Evil Dead de Raimi em relação aos demais filmes de terror da época era o uso constante de humor, o que transforma a trilogia quase em uma paródia, mas sem esquecer os elementos mais barra-pesada, como possessões, decapitações e desmembramentos. Por vinte anos, o universo criado por Raimi ficou dormente, até que, na era das refilmagens dos anos 2010, Evil Dead – A Morte de Demônio ganharia uma reimaginação “pauleira”, que esquecia qualquer humor farsesco para investir pesado no gore – com direito a uma atuação inspirada da protagonista Jane Levy.

A forma cômica de Evil Dead ganharia lugar nas telinhas com a criação do programa Ash vs Evil Dead, que trouxe de volta Bruce Campbell para seu papel mais famoso. O seriado durou três temporadas. Agora, um novo filme intitulado Evil Dead Rise (A Morte do Demônio – A Ascensão) está em fase de pós-produção e deverá ser lançado no ano que vem. Este longa será uma continuação direta da trilogia original e se passará no cenário de um prédio no meio da cidade desta vez, ao invés da usual cabana na mata. Resta saber se a produção levará em conta os eventos de Ash vs Evil Dead.

Mad Max

George Miller, o criador da franquia pós-apocalíptica australiana Mad Max, não esconde de ninguém a relação tempestuosa que teve com seus astros protagonistas no quarto filme da franquia, Estrada da Fúria. Os filmes de Mad Max começaram ainda em 1979, como uma produção independente e cult. Há quarenta anos, Miller entregava um dos melhores filmes de ação da história com a sequência direta daquele filme, uma evolução em todos os sentidos. Após o terceiro filme, em 1985, a franquia teria um longo hiato e ficaria estacionada por um tempo nos anos 80.

Três décadas depois, já numa época de revitalizações constantes de marcas conhecidas e potencialmente rentáveis, Mad Max voltaria à cultura pop, desta vez nas formas de Tom Hardy – substituindo o veterano Mel Gibson. No set, Miller viveu um pesadelo ao tentar comandar ambos Hardy e Charlize Theron, assim como apartar suas brigas. Resultado, contra todas as expectativas, Estrada da Fúria foi um sucesso, recebendo até indicações ao Oscar, mas Miller não quis mais saber dos dois. Para um filme focado na personagem de Theron, Furiosa, o diretor escolheu Anya Taylor-Joy como substituta. A trama, será uma pré-sequência, mostrando a juventude da personagem. Furiosa tem estreia prometida para maio de 2024.

Falcões da Noite

O que, você pergunta? Calma, querido leitor. Sabemos que este título não é nem de perto tão chamativo quanto os itens acima. Mas saiba você que se trata de uma produção estrelada pelo astro Sylvester Stallone. Tudo bem, este porém não era o Stallone “rei da ação” como ficaria conhecido em meados da década de 80 após o lançamento de Rambo 2 (1985) mais especificamente. A partir daí, o ator se tornaria um dos pilares do subgênero dos filmes “exército de um homem só”. Mas aqui, voltando quarenta anos no passado, o ator ainda tateava para encontrar seu lugar na indústria de Hollywood e vira e mexe tentava um papel mais dramático.

Esse era o Stallone de Rocky e Rocky 2 – ambas produções da década de 1970. Assim, o ator começava os anos 80 não com um blockbuster de ação, mas sim um policial neo-noir, que se comporta mais como um filme de suspense. As bases estruturais que o ator usaria em seus personagens ao longo de tal década, no entanto, já ganhavam forma, com Stallone interpretando um policial (barbudo e cabeludo) durão e obstinado. Sua missão é encontrar um terrorista que tem a mania de explodir tudo em seu caminho e chacinar pessoas ao bel prazer.

O maníaco é vivido por um dos melhores e mais carismáticos vilões da história do cinema: o saudoso Rutger Hauer. Completando o elenco, o eterno Lando Calrissian, Billy Dee Williams, no papel do parceiro de Stallone. A notícia fresquinha é a seguinte: Falcões da Noite, ou Nighthawks no original, será transformado numa série com oito episódios em sua primeira temporada, que terá Stallone não apenas na frente das câmeras, como também dirigindo. Quem confirmou foi Frank Grillo, que irá protagonizar o programa, vivendo o mesmo personagem que Stallone fez no filme. A data de estreia ainda não foi divulgada.

Fuga de Nova York

Finalizando a lita, temos o terceiro item da tríade de aventura e ação de 40 anos atrás – fazendo coro com Indiana Jones e Mad Max. Snake Plissken, personagem de Kurt Russell no filme, possui um visual tão chamativo neste filme que foi imediatamente abraçado como item cult valiosíssimo pelos fãs de cinema. O sujeito durão, que usa tapa-olho, e sequer precisa da outra vista para distribuir sopapos, tiros e explosões é simplesmente icônico demais. Fuga de Nova York marcou também novos ares para a carreira de John Carpenter, então um diretor mais voltada ao terror.

Aqui, o diretor dava seu passo mais ambicioso com uma ficção científica que misturava ação e suspense. Russell vive um militar renegado no futuro. Ele é o único que pode concluir uma verdadeira missão suicida, mas precisa ser “coagido” a tal. Acontece que Manhattan se transformou numa grande prisão a céu aberto, uma espécie de grande Alcatraz, onde os criminosos são “desovados” e vivem por conta própria, criando suas próprias leis – sem qualquer interferência das autoridades, que apenas monitoram à distância.

Neste cenário mais que caótico é onde cai a aeronave do presidente dos EUA – e Plissken precisa resgatá-lo, correndo contra o tempo. Mais de dez anos depois, o próprio Carpenter conduziu uma espécie de remake, com mais humor e trocando New York por Los Angeles. Esse segundo não obteve a mesma recepção do original. Desde então, por anos se falou num possível remake – que teve Gerard Butler atrelado para estrelar, após o sucesso de 300. Agora, a coisa finalmente sairá o papel, com Leigh Whannell (O Homem Invisível) na direção. O cineasta abriu mão do remake de O Lobisomem para criar o novo universo de Fuga de Nova York. O filme já está em fase de pré-produção.

Kathryn Bigelow | Os grandes filmes da primeira mulher a ganhar o Oscar de Melhor direção

Filha de uma bibliotecária e um gerente de fábrica de tintas, Kathryn Bigelow nasceu em uma cidade do interior da Califórnia chamada San Carlos. Desde sempre teve uma paixão pela pintura, e assim na época de faculdade se matriculou na San Francisco Art Institute no início da década de 70 e recebeu seu bacharelado em Belas Artes.

Até então o cinema não tinha cruzado sua vida. Mas sem conseguir viver muito bem de sua escolha profissional, resolveu se matricular no programa de pós-graduação em cinema da Universidade de Columbia, onde estudou teoria e crítica além de concluir o seu mestrado. Assim, já quase na década de 80 fez seu primeiro curta-metragem. Após alguns anos já dentro da indústria cinematográfica, lançou um de seus primeiros trabalhos, o longa-metragem sobre vampiros que aterrorizam uma cidade do interior, Quando Chega a Escuridão.

 

Mas começou a ter reconhecimento quando em 1991 dirigiu os jovens Patrick Swayze e Keanu Reeves em um dos grandes filmes de ação da década de 90, Caçadores de Emoção. Depois de dirigir alguns outros excelentes trabalhos, no ano de 2010 foi a primeira mulher a ganhar o Oscar de Melhor Direção, pelo filme Guerra ao Terror.

Para sugerir alguns ótimos filmes da carreira de Bigelow, fizemos uma lista abaixo:

 

Quando Chega a Escuridão

Em um de seus primeiros filmes como diretora, no final da década de 80 chegou aos cinemas de alguns países o drama com pitadas de ação Quando Chega a Escuridão. Na trama, conhecemos um homem que é seduzido por uma vampira e acaba se juntando a uma gangue de vampiros que aterrorizam cidades do interior dos Estados Unidos. Disponível no catálogo do Telecine.

 

Caçadores de Emoção

Um dos grandes filmes de ação dos anos 90 (e podemos dizer também da história do cinema norte-americano), Caçadores de Emoção reúne uma forte história, personagens carismáticos, ação, aventura, nos mostra os limites da amizade, os limites da lei, vários pontos reflexivos reunidos em um filme pulsante protagonizado por Patrick Swayze e Keanu Reeves. Disponível no catálogo da Globoplay, Telecine e Amazon Prime Video.

 

K-19: The Widowmaker

Lançado em 2002 e ambientando nos conflitantes dias de Guerra Fria, K-19: The Widowmaker, protagonizado por Harrison Ford e Liam Neeson, nos conta a saga de tripulantes que recebem uma missão: testar o submarino nuclear K-19 em águas profundas, só que por conta de graves problemas técnicos as soluções se tornam complicadas com o risco de uma enorme explosão e assim até mesmo iniciar uma guerra.

 

Guerra ao Terror

Uma das maiores surpresas da história do Oscar, Guerra ao Terror é um filme que foi lançado em DVD no Brasil mas relançado nos cinemas por contas das indicações que teve da academia. Orçado em 15 milhões de dólares, e vencedor de seis Oscars, inclusive de Melhor Filme e melhor diretora (se tornando a primeira diretora a ganhar o prêmio por direção), o filme conta a história gira em torno de um grupo de soldados que integram um dos esquadrões anti-bombas do exército norte-americano e enfrentam inúmeras dificuldades em uma função que nunca sabem o dia de amanhã. O filme fez decolar a carreira do ator Jeremy Renner. Disponível no catálogo da Netflix e Amazon Prime Video.

 

A Hora Mais Escura

Esse trabalho da diretora Kathryn Bigelow chegou para chocar e mostrar ao público a operação secreta que levou à captura do maior terrorista dos últimos tempos. Com um roteiro do competente de Mark Boal, A Hora Mais Escura não é um filme fácil de digerir. O cinéfilo precisa ter muita paciência e estômago em alguns momentos. É o tipo de filme que vende muito mais lá fora do que aqui, por isso talvez não fora muito procurado. Como a Academia adora esse tipo de trabalho, recebeu algumas indicações ao Oscar anos atrás. Logo no começo, com os gritos reais e aterrorizantes daquela manhã do dia 11 de setembro de 2001 o espectador começa a entender sobre o que de fato é esta história. Disponível no catálogo da Netflix.

 

Detroit em Rebelião

As páginas não viradas de absurdos atemporais. Emplacando belos filmes em sequência, A Hora mais Escura, Guerra ao Terror, a excelente cineasta californiana traz para o público uma história baseada em fatos que ocorreram, sobre ações de elementos do corpo policial em um hotel, em meio a uma Detroit perturbada pelo caos nas ruas no ano de 1967. Detroit em Rebelião explora o preconceito vivido pela população negra em uma cidade completamente desgovernada e com ações policiais polêmicas. O roteiro, é do excelente nova iorquino Mark Boal (A Hora Mais Escura, Guerra ao Terror), que faz da carga dramática um filme explosivo que não nos deixam tirar os olhos da tela. Disponível no catálogo do Telecine.

 

‘Redeeming Love’: Romance de época baseado no livro de Francine Rivers ganha novo trailer; Confira!

O romance de época ‘Redeeming Love‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

Dirigido por D.J. Caruso, o longa é baseado no livro homônimo de Francine Rivers.

A história se passa em 1850 e gira em torno de Sarah, uma jovem garota que conhece seu pai, Alex Stafford, pela primeira vez. A jovem, então, descobre que é fruto dos casos adúlteros de Stafford com a mãe, Mae, a qual recusou abortar, mesmo sendo requisitada pelo amante. A decisão de ficar com a filha separou os dois e deixou Mae depressiva. Sarah começa a acreditar que ela é a culpa de tudo, mas espera que Alex nunca mais retorne.

Logan Marshall-GreenAbigail CowenNina DobrevFamke JanssenTom LewisEric Dane estrelam a produção.

O filme chega aos cinemas estadunidenses em 21 de janeiro de 2022, ainda sem confirmação de lançamento no Brasil.

Casa Gucci | Conheça a história REAL por trás do assassinato mostrado no filme com Lady Gaga

2021 veio para manter vivo nosso amor pelo cinema e, daqui a alguns meses, os fãs já podem assistir a cinebiografia ‘Casa Gucci’ nos cinemas.

O longa-metragem, que fica a encargo do lendário diretor Ridley Scott (‘Gladiador’, ‘Perdido em Marte’), é baseado no romance de não-ficção homônimo assinado por Sara Gay Forden e gira em torno do assassinato de Maurizio Gucci, ex-presidente da famosa marca de grife Gucci. A mandatária do homicídio, Patrizia Reggiani, será vivida por ninguém menos que a vencedora do Oscar Lady Gaga, que pode conquistar mais uma indicação na categoria de Melhor Atriz após sua aclamada rendição em ‘Nasce Uma Estrela’, de 2018. Também trazendo nomes como Adam Driver, Al Pacino, Jared Leto, Salma Hayek e Jeremy Irons, o filme promete ser um enorme sucesso – mas você conhece a história por trás dele?

Tudo começou quando Patrizia, filha de um caminhoneiro e de uma garçonete, conheceu Maurizio, neto do fundador da maison Gucci, Guccio, em uma festa nos anos 1970. Apaixonando-se pela semelhança da jovem com a icônica Elizabeth Taylor, ambos noivaram e se consumaram matrimônio em 1972, mesmo com as ressalvas que Rodolfo, pai de Maurizio, tinha sobre a união, chegando até mesmo a tentar subornar o Cardeal de Milão a cancelar a cerimônia, acreditando piamente que a nova nora estava atrás de dinheiro. É claro que as coisas correram bem (pelo menos até certo momento), e os recém-casados tiveram duas filhas, tornando-se nomes importantes da cena social milanesa. Patrizia, inclusive, era chamada carinhosamente de Lady Gucci pela imprensa local e internacional, em virtude de seu extravagante modo de vida, que incluía propriedades ao redor do mundo e um gasto exorbitante com flores e outros mimos.

Rodolfo morreu em 1983, com a causa da morte não revelada à época. O corpo foi achado pelo próprio pai, Guido Gucci. Pouco depois, Maurizio herdou os 50% da companhia de grife, cuja outra metade pertencia ao tio, Aldo, mergulhando em uma enredada batalha legal que os levou até mesmo à Suprema Corte de Nova York. Com a maré a favor de Maurizio, ele saiu vitorioso do tribunal e ganhou controle sobre o império – mas as coisas não permaneceriam dessa maneira por muito tempo. Dois anos mais tarde, o jovem empresário viajaria para Florença, a princípio a negócios; entretanto, ele nunca voltou para casa e começou uma vida nova ao lado da designer de interiores italiana Paola Franchi.

Por causa de gastos constantes e inconsequentes, Maurizio se viu num beco sem saída e foi obrigado a vender, em 1988, quase metade das ações da Gucci para um fundo de investimento chamado Investcorp, que controlava, por exemplo, a joalheria Tiffany desde 1984, tendo participação acionária de 50% e perdendo boa parte do controle sobre a marca. Nos primeiros anos da década de 1990, nada parecia melhorar e as contas permaneciam no vermelho. Maurizio inclusive tornou-se culpado de dilapidar quantias absurdas de dinheiro tanto no quartel-general do império, em Florença, quanto em Milão – algo que parecia incomodar Patrizia muito mais do que a infidelidade do marido.

Em 1993, ele vendeu o restante das ações da Gucci para a Investcorp, por um valor irrisório de US$170 milhões. Dois anos depois, foi baleado três vezes por um assassino de aluguel, parando o planeta pela brutalidade do inesperado acontecimento.

Inúmeras linhas de investigação começaram a tomar parte do caso de Maurizio, mas nunca chegando a qualquer conclusão. Prestes a ser arquivado pela polícia, um informante contou aos oficiais italianos que ouviu um porteiro noturno se gabando de ter recrutado o assassino. Traçando o perfil desse porteiro, todas as suspeitas recaíam sobre Patrizia.

Uma das evidências que chamou a atenção dos detetives foi o diário de Lady Gucci, na qual havia escrito paradeisos, palavra grega para paraíso, no mesmo dia do homicídio do ex-marido. Após ser acusada, ela negou ter envolvimento com o caso durante todos os dias do julgamento, exigindo absolvição. Entretanto, os advogados de acusação disseram ao juiz que Patrizia havia trabalhado com outros quatro cúmplices: Pina Auriemma, sua confidente, astróloga e amiga mais próxima; o pistoleiro Benedetto Ceraulo; o motorista de fuga Orazio Cicala; e o supracitado porteiro noturno Ivano Savioni. Ao que tudo indica, Patrizia orquestrou um intrincado plano de matança com medo de que as filhas perdessem a herança caso Maurizio resolvesse se casar mais uma vez.

Ganhando o apelido de Viúva Negra, Patrizia foi sentenciada a 29 anos de prisão, mas ficou encarcerada por apenas dezesseis. Ela até mesmo tentou se enforcar em sua cela com um lençol. Quando oferecida a oportunidade de cumprir a pena em liberdade provisória, ela recusou. “Nunca trabalhei em minha vida, e não vou começar agora”, disse.

Patrizia foi libertada em 2016. Um ano mais tarde, passaria a receber uma anuidade de 900 mil euros (US$1,08 milhão) da maison Gucci, em virtude de um antigo acordo assinado em 1993. A corte também ordenou que ela recebesse um pagamento atrasado por seu tempo presa, no valor de mais de 16 milhões de euros (US$19,229 milhões).

Quando perturbada em seu local de trabalho por um tabloide italiano, ela foi questionada sobre o motivo de não ter atirado por conta própria em Maurizio. Irritada, ela rebateu com a seguinte frase: “Minha visão não é muita boa. Não queria errar”.

Casa Gucci e mais 10 crimes reais CHOCANTES que viraram filmes

ACLAMADO! Teaser sombrio do suspense com Denzel Washington que teve 100% de aprovação da crítica

A Tragédia de Macbeth (‘The Tragedy of Macbeth’), primeiro filme solo de Joel Coen, ganhou um novo teaser espetacular.

Já despontando como um dos grandes favoritos do Oscar, o filme estrelado por Denzel Washington recebeu 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, “liderado por um Denzel Washington estelar, The Tragedy of Macbeth reduz a história clássica aos seus fundamentos visuais e narrativos.”.

O longa chega ao catálogo da Apple TV+ no dia 14 de janeiro de 2022, depois de uma breve exibição nos cinemas estadunidenses.

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Washington vive o personagem-título, enquanto McDormand será Lady Macbeth. O elenco também é formado por Brendan Gleeson como o Rei Duncan Moses Ingram como Lady Macduff. Corey Hawkins está em negociações para participar do filme.

A produtora A24 é responsável por lançar o projeto.

Na trama original, um casal escocês passa por cima de tudo e todos para assumir o trono, cometendo assassinatos e outras atrocidades. No entanto, a sede pelo poder trará um alto preço, com ambos sendo assombrados pelas terríveis consequências de seus atos.

Em 2015, a peça de Shakespeare ganhou uma nova adaptação, intitulada ‘Macbeth: Ambição e Guerra‘. Essa versão foi estrelada por Marion Cotillard e Michael Fassbender.

‘Aves de Rapina 2’ não deve acontecer tão cedo, revela Margot Robbie

Aves de Rapina‘ prometia ser um grande sucesso e uma revolução nas adaptações da DC Comics por trazer o primeiro grupo de anti-heroínas para as telonas. Porém, o longa arrecadou apenas US$ 201,8 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 85 milhões. Ou seja, o filme apenas se pagou – mas não gerou o lucro esperado.

Sendo assim, parece que a Warner Bros não tem planos de investir numa sequência, pelo menos por enquanto.

Pelo menos foi o que a atriz Margot Robbie revelou ao Den of Geek, quando questionada se a sequência ainda está em seus planos.

“Não sei se a sequência vai acontecer tão cedo. Eu não acho que seja um não. Mas não, não há nenhuma sequência em andamento até aonde eu sei”, afirmou. 

Recentemente, a atriz Jurnee Smollett confirmou que voltará a viver a Canário Negro em um filme derivado de ‘Aves de Rapina‘ feito para a HBO Max.

“Acho que a Canário está fora da gaiola! 🤪 Estou muito animada para finalmente embarcar nesta aventura com minha irmã alma criativa @MishaGreen. 🖤💛 #blackcanary”, afirmou a atriz.

Segundo o Collider, Misha Green vai roteirizar o projeto. Ela foi indicada ao Emmy por ‘Lovecraft Country‘, também estrelado por Smollett, e atualmente roteiriza a sequência de ‘Tomb Raider‘.

O filme será produzido por Sue Kroll, que também foi produtora de ‘Aves de Rapina‘.

Mais novidades serão divulgadas em breve.