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25 anos de PÂNICO | Conheça várias curiosidades do clássico filme de terror slasher

Pânico (1996), de Wes Craven, se tornou um dos maiores sucessos do terror adolescente no cinema, e um dos filmes mais influentes e revolucionários do gênero. O longa revitalizou o subgênero slasher no fim dos anos 1990, que se encontrava sem fôlego no início da mesma década. O uso de humor, metalinguagem e diálogos espertos – que demonstravam como os jovens realmente interagiam entre si – foram alguns dos segredos do sucesso do filme.

Pânico 3 | O Problemático Filme da Franquia completa 20 anos

Pânico faz 25 anos de lançamento no dia 18 de Dezembro… sim, o tempo passa. E dando continuidade às homenagens desta querida franquia, entregamos agora uma matéria especial sobre curiosidades do filme que deu origem a tudo. Vem conhecer e não esqueça de comentar. Ps. Lembrando, como já anunciamos aqui no site, que o quinto filme da franquia já está em pré-produção, para o lançamento em 13 de Janeiro de 2022.

Baseado em uma história REAL

O roteiro de Pânico foi escrito por Kevin Williamson, que se tornou um dos nomes mais quentes da indústria na época, após o sucesso do filme. O roteirista se baseou em partes em um caso verídico para criar a história. O tal caso ocorreu em 1990, em Gainesville, na Flórida, quando o psicopata Danny Harold Rolling, conhecido como o “estripador de Gainesville”, assassinou cinco adolescentes de forma cruel. Ele foi capturado, confessou o crime e foi condenado à morte, depois sendo executado.

O roteiro de Kevin Williamson foi alvo de uma verdadeira guerra de ofertas, como um leilão entre grandes estúdios. Querendo adquirir o texto do escritor estavam a Paramount, a Universal e a produtora Morgan Creek. Os lances finais ficaram entre o diretor Oliver Stone, na época à frente da produtora Cinergi Pictures, e os irmãos Weinstein, da Miramax.

Williamson, inclusive, já havia escrito um tratamento de cinco páginas, que serviu como o esqueleto para Pânico 2, ao final do roteiro original. Após o sucesso do filme, a continuação recebeu sinal verde, e Williamson desenvolveu sua ideia para um roteiro completo. O título original, como muitos podem saber, era Scary Movie – ou “filme assustador”. Quando foi mudado para Scream, ou Grito, o título planejado originalmente foi usado pela paródia Todo Mundo em Pânico (2000).

Para o papel protagonista, o autor do texto escreveu Sidney pensando na ruivinha Molly Ringwald, a rainha dos filmes adolescentes da década de 1980 (vide Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco), e uma das atrizes favoritas do roteirista. Ringwald, por outro lado, apesar de lisonjeada, optou por não interpretar uma colegial no auge de seus 27 anos. Neve Campbell, que viria a interpretar o papel, tinha 23 anos na época.

Diretor e Produção

Como todos sabem, Pânico se tornou uma franquia de sucesso devido a uma harmoniosa colaboração. Além do roteiro criativo de Kevin Williamson, um dos grandes responsáveis por esta obra icônica foi o diretor Wes Craven, grande nome do gênero. Mas o saudoso cineasta não foi a primeira opção do estúdio, e o longa foi oferecido a outros diretores. Entres eles, George A. Romero (A Noite dos Mortos Vivos), Sam Raimi (A Morte do Demônio), Danny Boyle (Trainspotting) e Robert Rodriguez (Um Drink no Inferno). O roteirista Williamson, no entanto, afirmou que nenhum deles havia entendido a ideia, pois todos acreditavam que se tratava mais de uma comédia do que um terror. Coincidentemente, dois anos depois de Pânico, Rodriguez viria a colaborar com Williamson em Prova Final (1998).

Fora isso, o diretor Wes Craven inicialmente recusou a proposta de dirigir o filme, por considerá-lo muito violento. Ele voltou atrás, pensando em dirigir um novo filme de terror que agradasse aos fãs. Na época, o cineasta estava desenvolvendo um remake de Desafio do Além (1963), que nunca se concretizou. O filme eventualmente seria refilmado em 1999, produzido por Steven Spielberg com o título A Casa Amaldiçoada. O texto também deu origem à elogiadíssima série A Maldição da Residência Hill, da Netflix.

Pânico é a única franquia de terror na qual o mesmo diretor assinou o comando de todos os filmes, com Wes Craven à frente dos quatro longas. Infelizmente, isso mudará com o possível lançamento do quinto filme, já que o saudoso cineasta nos deixou em 2015, antes de realizar seu desejo de Pânico 5.

O produtor Bob Weinstein, irmão de Harvey Weinstein, responsáveis pelo estúdio dono de Pânico, não gostou dos copiões que viu e achou a máscara do assassino, em suas palavras: “idiota”. O mega empresário sugeriu que fossem gravadas cenas com diversas outras máscaras, para depois decidirem pela que seria a definitiva. A equipe protestou e ameaçou parar a produção, pedindo para Weinstein assistir à cena completa do ataque no início do filme. Após atender ao pedido, Bob gostou do que viu e não reclamou mais.

O clímax do filme, a cena da festa, dura 40 minutos. As gravações ocorreram por 21 dias, sempre do momento em que o sol se punha ao nascer dele – durante toda a madrugada. Ao término desta maratona, a equipe mandou fazer camisas com os dizeres: “Eu Sobrevivi à cena 118”. O elenco apelidou a cena como “a noite mais longa na história do terror”.

Pânico foi o primeiro trabalho do compositor Marco Beltrami em uma produção cinematográfica de grande escala. Beltrami depois foi indicado duas vezes ao Oscar, por suas composições em Os Indomáveis (2007) e Guerra ao Terror (2009). Entre suas composições mais recentes estão as dos filmes Ford Vs Ferrari e a franquia Um Lugar Silencioso.

Assassino Mascarado

A máscara do vilão Ghostface, o assassino da franquia, surgiu por acaso. Enquanto procurava locações para o filme, o diretor Wes Craven estava visitando uma das casas que havia gostado e dentro de um dos quartos ele encontrou a máscara. Assim que bateu os olhos, a enviou para o estúdio, onde os executivos pediram para que uma máscara similar fosse produzida, porém, modificando alguns detalhes – já que não possuíam os direitos autorais da máscara original.

O visual da máscara é baseado em algumas obras pré-existentes. Primeiro, no clássico quadro “Scream”, O Grito, de Edvard Munch. Segundo, no personagem na capa do álbum The Wall, do Pink Floyd. E por último, no personagem fantasmagórico do desenho Betty Boop, de 1930. Segundo a designer da máscara, a artista Brigitte Sleiertin, a imagem que lembra ao mesmo tempo um grito e um choro, retrata diferentes emoções: uma face de horror, uma face de pesar e uma face de frenesi.

Inicialmente, o famoso traje do assassino Ghostface seria branco, para ficar mais semelhante a um fantasma. Porém, a ideia foi descartada devido ao medo dos produtores de que a fantasia ficasse muito semelhante às vestimentas usadas pelo grupo racista Ku Klux Klan.

Personagens e Atores

Originalmente, Drew Barrymore havia sido escalada para o papel da protagonista Sidney. Porém, Barrymore sugeriu que ficasse com o papel de Casey – apesar de ser o nome mais conhecido do elenco. Sua teoria era a de que ao viver Casey, o público imaginaria que tudo poderia acontecer no filme, já que a atriz mais famosa morreria logo de início. Drew Barrymore filmou suas cenas em 5 dias. Para manter a atriz assustada e chorando durante a cena de abertura, o diretor Wes Craven contava histórias de crueldade contra animais para ela, uma amante e defensora das causas dos bichinhos.

Com a saída de Barrymore do papel principal, ele foi oferecido a Reese Witherspoon, que o recusou. No mesmo ano, a atriz vencedora do Oscar estrelaria o suspense Medo. Outras que fizeram teste para o papel foram a saudosa Brittany Murphy (As Patricinhas de Beverly Hills) e Melissa Joan Hart (Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira). O papel eventualmente ficaria com Neve Campbell, atriz imortalizada pela personagem Sidney. Wes Craven a escolheu devido ao seriado O Quinteto (Party of Five). O diretor achou que Campbell era a mistura perfeita de inocência e força física para se cuidar das ameaças. Porém, a atriz estava relutante em aceitar o papel de início por não querer participar de outro filme de terror seguido, após Jovens Bruxas – lançado no mesmo ano.

Para o papel da repórter Gale Weathers, a icônica Brooke Shields por pouco não foi escalada, após a atriz Janeane Garofalo recusar o personagem. Mostrando como Hollywood pode ser cruel, Elizabeth Berkley fez o teste para o mesmo papel, porém, foi imediatamente recusada após o fracasso de sua atuação e do filme Showgirls (1995). Courteney Cox, que ficaria definitivamente com o trabalho no filme, correu atrás dele com unhas e dentes, e insistiu apesar das recusas dos produtores. Ela estava decidida a mudar a imagem de boazinha, conquistada pelo seriado Friends, e procurava interpretar uma “megera”.

O policial trapalhão Dewey, vivido por David Arquette, morreria no desfecho original do filme. No entanto, em exibições teste, o público gostou tanto do personagem que Craven decidiu gravar uma cena em que ele sai de ambulância caso mudasse de ideia sobre deixá-lo viver. Outra curiosidade é que inicialmente Dewey seria uma espécie de galã do filme, e Arquette só aceitou interpretá-lo quando o roteiro foi reescrito para que o personagem ganhasse suas características cômicas.

Skeet Ulrich, que ficou com o papel de Billy Loomis, o namorado da protagonista, foi escolhido por sua semelhança física com Johnny Depp. A cena em que o personagem entra pela janela da namorada, é inclusive uma homenagem para A Hora do Pesadelo (1984) – com o próprio Depp realizando a façanha. No entanto, a primeira opção dos produtores para Billy era o então jovem ator Joaquin Phoenix, que recusou a proposta. Já pensaram?

Freddie Prinze Jr. fez o teste para o papel de Stu – que ironicamente ficou com Matthew Lillard, após este ter sido visto, no corredor do prédio onde estavam sendo realizadas as audições, por uma das produtoras de elenco. Lillard estava somente acompanhando sua então namorada para outro teste no mesmo prédio. Prinze viria a participar de outro terror adolescente de sucesso, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, lançado no ano seguinte de Pânico.

Referências e Homenagens

Pânico é lotado de referências, e algumas delas são ao clássico absoluto de John Carpenter, Halloween – A Noite do Terror (1978), que inclusive aparece numa cena  assistido pelos jovens na festa do final. Na cena de abertura em que o pai de Casey manda a mãe pedir ajuda na casa dos vizinhos, os Mackenzie, é o mesmo diálogo proferido por Laurie (Jamie Lee Curtis) para as crianças no desfecho de Halloween.

Outro clássico de horror que é mencionado no longa é O Exorcista (1973), quando Billy escala a janela do quarto de Sidney. Além desta citação, a própria protagonista Linda Blair, que interpretou a menina Reagan, faz uma ponta em Pânico, no papel de uma repórter.

Além de inúmeros filmes serem citados ao longo da projeção de Pânico, um dos momentos mais curiosos é quando o próprio diretor Wes Craven aparece com as vestimentas de sua outra grande criação, Freddy Krueger, no papel do faxineiro… bem, Freddy.

Recepção do Filme

Pânico é um ótimo exemplo do que a propaganda boca a boca pode fazer para o sucesso de um filme. A ideia dos produtores em lançar o longa em dezembro, época de filmes voltados para o Natal e a família, com o propósito de dar aos fãs de terror algo para assistirem no período, se mostrou um equívoco. Pânico estreou em quarto lugar, com US$6.4 milhões arrecadados. A qualidade do filme, no entanto, evitou o fracasso da decisão dos executivos. Desesperados, os produtores viram o boca a boca positivo elevar a cada semana a arrecadação do filme. Isso é algo que raramente ocorre após a estreia. No final de sua estadia nas telonas, o terror somava mais de US$100 milhões em bilheteria, fazendo dele um blockbuster.

Pânico é o 20º filme de terror mais lucrativo de todos os tempos, e o primeiro no ranking do subgênero slasher.

Em matéria de “esta capa foi feita por um estagiário”, um dos cartazes do filme mostra o ator Skeet Ulrich portando bigode e cavanhaque, imagem tirada de sua participação em Melhor é Impossível (1997). Em Pânico, Ulrich está barbeado.

Pânico, infelizmente, ficou marcado por ser o marco zero do movimento Me Too. Foi nesta produção que a atriz Rose McGowan, que vive Tatum, a melhor amiga da protagonista Sidney, conheceu o produtor Harvey Weinstein, responsável por este longa. McGowan foi a primeira mulher a vir a público com denúncias contra o mega executivo do cinema, fazendo acusações de assédio. Ela incentivou outras a seguirem o mesmo caminho, e marcarem nas redes sociais a hashtag (#) Me Too. Assim nasceu o movimento e a queda do poderoso abusivo e tóxico.

‘Gavião Arqueiro’: Produtora revela se Clint vai usar a clássica máscara na série da Disney+

Agora que ‘Gavião Arqueiro‘ já chegou à Disney+, os fãs estão se perguntando se Clint Barton (Jeremy Renner) vai usar sua icônica máscara em alguma momento da série.

Os trajes do personagem vistos nos filmes sempre foram bastante criticados, e Kate Bishop (Hailee Steinfeld) até fala sobre isso no 2º episódio da atração.

E, durante uma entrevista para o CBM, a produtora Trinh Tran foi questionada sobre o assunto, ao que ela respondeu:

“Se Clint vai usar aquela máscara pontuda com um H no meio da testa? É uma boa pergunta porque essa série tem um tom alegre e já conversamos sobre como seria divertido descobrir uma maneira de incorporar o acessório de uma forma ou de outra.”

No entanto, a cineasta disse que a única referência a isso é quando Kate tira sarro do herói e o aconselha a usar um novo traje e mostra um desenho parecido com o traje dos quadrinhos.

“O que fizemos foi uma cena em Kate tira sarro sobre o marketing pessoal de Clint, já que ele é o único herói cuja imagem ‘não gera vendas’. E essa questão da máscara é incorporada quando Kate diz a Clint que ele deveria melhor sua imagem como herói e mudar suas roupas.”

Mesmo assim, Tran disse que a Marvel está disposta a apostar na ideia, como aconteceu com Wanda (Elizabeth Olsen) e sua tiara em ‘WandaVision.

No entanto, vale lembrar que a série do Gavião é inspirada nos quadrinhos de Matt Fraction, nos quais o herói usa vestimentas urbanas para não chamar a atenção de seus inimigos.

Confira a entrevista:

Lembrando que ‘Gavião Arqueiro‘ já está disponível no catálogo da Disney+.

A aguardada série estrelada por Jeremy RennerHailee Steinfeld mal estreou e já está colhendo frutos.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 85% de aprovação, com nota 7.60/10 baseada em 33 reviews até o momento.

Confira as críticas e siga oCinePOP no YouTube:

“Não é tão ambiciosa quando ‘WandaVision’, mas tem uma qualidade refrescante pela qual é fácil se apaixonar” – Arizona Republic.

“Steinfeld e Renner são bons parceiros um para o outro” – New York Times.

“O objetivo [da série] não está totalmente decifrado, mas isso não impede que essa dupla de ser uma diversão total” – IGN.

Gavião Arqueiro segue a própria batida o suficiente para evitar a fatiga de super-heróis” – The Verge.

“Ela deve ser vista seja o resultado bom ou ruim” – Cleveland Plain Dealer.

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

SUCESSO! Série de suspense e traição da Netflix com Wesley Snipes e Kevin Hart estreia em 3º lugar entre as mais vistas…

A Netflix lançou uma nova minissérie em seu streaming que está dando o que falar.

A Mais Pura Verdade‘ (‘True Story’), estrelada por Wesley Snipes e Kevin Hart, estreou no catálogo na 3ª posição entre as séries mais vistas e tem surpreendido a audiência.

A minissérie traz Hart interpretando “uma versão de si mesmo” na minissérie fictícia. A trama acompanha o seu personagem, chamado Kid, e o seu irmão mais velho, Carlton, que será vivido por Snipes.

Na trama, uma parada na turnê na cidade natal de Kid, Filadélfia, torna-se uma questão de vida ou morte para um dos comediantes mais famosos do mundo, quando as consequências de uma noite perdida com seu rebelde irmão mais velho ameaçam destruir tudo que ele construiu.

Confira as reações dos assinantes:

Assista ao trailer:

Eric Newman (‘Narcos‘) assume a função de produtor executivo do projeto, que também é desenvolvido em parceria com a HartBeat Production, a produtora de Hart.

Os episódios são dirigidos por Stephen Williams (‘Watchmen’, ‘Lost’) e Hanelle Culpepper (‘Star Trek Picard’, ‘Kung Fu’).

 

‘Imperdoável’: Drama da Netflix com Sandra Bullock não convence e recebe apenas 36% de aprovação; Confira as críticas!

Com estreia marcada para 10 de dezembro na Netflix, o suspense dramático ‘Imperdoável‘ está disponível em cinemas selecionados e os críticos já assistiram à trama estrelada por Sandra Bullock (‘Bird Box’).

Infelizmente, as avaliações não foram nada amigáveis e o título recebeu apenas 36% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Até o momento, o longa dirigido por Nora Fingscheidt (‘Transtorno Explosivo’) teve 16 críticas negativas, contra nove positivas.

Os principais comentários destacam que o roteiro de  Christopher McQuarrie (‘Os Suspeitos’) é uma bagunça, o que impede Bullock de mostrar o poder de sua atuação.

Além disso, foi dito que Fingscheidt é uma diretora promissora, mas parece que estava com preguiça de desenvolver sua visão para o filme.

Confira as análises:

“No final das contas, ‘Imperdoável’ é uma experiência de visualização decepcionante e frustrante principalmente por conta de problemas de roteirto e edição.” – Chicago Sun-Times.

“O que parecia ser uma atuação marcante, se tranformou em uma performance fraca por conta de uma diretora que é comprovadamente capaz de coisas muito maiores.” – The Jewish Chronicle.

“Com menos de duas horas, este filme é uma bagunça das grandes e parece punir o espectador sem um final adequado.” – RogerEbert.com.

“A confusão de roteiro de ‘Imperdoável’ esgota a credibilidade à medida que aumenta sua audácia.” – Original Cin.

“Veja ‘Imperdoável’ pelo desempenho emocional de Bullock. Só.” – Knaplan vs Knaplan.

“Há um enredo e personagens que realmente valem à pena estudar aqui, mas tudo o que ‘Imperdoável’ mostra é uma oportunidade para um drama inútil e reviravoltas terríveis. Isso é o que é imperdoável” – Flickering Myth.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme gira em torno de Ruth Slater (Bullock), uma mulher que é libertada da prisão depois de cumprir pena por um crime violento, apenas para re-entrar numa sociedade que não a aceita mais e que não irá perdoar seu passado. Enfrentando um julgamento severo do lugar que outrora chamava de casa, a única esperança de redenção de Ruth é reencontrar a irmã que foi forçada a deixar para trás.

Baseado na aclamada série britânica Unforgiven’, o longa também conta com Vincent D’Onofrio, Jon Bernthal, Richard Thomas, Linda Emond, Aisling Franciosi, Rob Morgan e Viola Davis.

Dwayne Johnson dá sua própria caminhonete para fã que promove ações sociais; Confira!

Em eu perfil do Instagram, Dwyane Johnson emocionou seus seguidores ao compartilhar um vídeo em que presenteia um fã com uma caminhonete para ajudá-lo em suas ações sociais.

Mas toda a emoção não é apenas pelo presente, e sim pela história por trás de tudo.

Durante uma exibição beneficente de Alerta Vermelho‘ em Culver City, na Califórnia, o astro surpreendeu os clientes ao aparecer em carne e osso antes de convidar Oscar Rodriguez para se juntar a ele no palco.

Rodriguez é um veterano da Marinha e personal trainer que cuida de sua mãe, de 75 anos, e é voluntário de uma ONG que ajuda mulheres vítimas de violência doméstica.

Alguém da academia onde Rodriguez trabalhava entrou em contato com os produtores do filme e contaram sua história, que emocionou Johnson profundamente.

“Reuni o máximo de informações que pude sobre todos na plateia e, no final das contas, a história de Oscar me comoveu. Ele cuida de sua mãe de 75 anos. é um personal traimner. Líder em sua igreja. Fornece apoio e refeições para mulheres vítimas de violência doméstica. Orgulhoso e humilde, é um veterano da Marinha. É um ser humano gentil”, diz o astro em parte do vídeo.

Johnson ainda disse que o plano original era presentear Rodriguez com o Porsche Taycan que ele dirige no filme, mas a Porsche negou o pedido.

Em vez disso, ele deu sua própria caminhonte Ford Raptor para ajudar Rodriguez a entregar marmitas.

Ao fim da publicação, ele diz:

“A gentileza é importante para mim. Oscar disse que o que faz é por amor. Isso é tudo, irmão. Apenas ame. Vá curtir sua nova caminhonete e Feliz Natal para você e sua família!”

Em entrevista para a Eyewitness News (via Comic Book), Rodriguez disse que ele é um fã de Johnson, especialmente por sua positividade e como ele inspira outras pessoas e pretende usar o carro para promover a caridade.

“Só espero e oro para que isso inspire outras pessoas, eleve outras pessoas”, disse ele.

Rodriguez também postou sua reação nas redes sociais. Confira as publicações da dupla e siga o CinePOP no YouTube:

 

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Uma publicação partilhada por therock (@therock)

“Todas as minhas reações nessas fotos incríveis foram capturadas perfeitamente. Até as da minha namorada. Essas fotos são joias que guardarei por toda a minha vida e além. Meus filhos vão ouvir sobre isso! Da minha família e comunidade à sua, Feliz Dia de Ação de Graças e Feliz Natal, The Rock.”

Lembrando que Alerta Vermelho‘ já está disponível na Netflix:

Relembre o trailer:

O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

‘Star Trek: Discovery’: 4ª temporada estreia na Paramount+; Confira o trailer legendado!

Com a antecipação da estreia da 4ª temporada de ‘Star Trek: Discovery‘ no Brasil, os dois primeiros episódios do novo ciclo já estão disponíveis na plataforma da Paramount+.

Vale lembrar que a produção foi recentemente removida do catálogo da Netflix, que costumava lançar a série em território nacional.

Confira o trailer legendado:

Criada por Bryan Fuller e Alex Kurtzman, a série é ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original.

A trama mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, a primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

O elenco conta com Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Wilson Cruz, David Ajala e Blu del Barrio.

10 Filmes SENSACIONAIS de Terror Cult que Completam 10 Anos em 2021

Nem só de filmes de grandes estúdios é feito o cinema. E no gênero do terror, o mesmo ocorre. De fato, muitos cinéfilos inclusive afirmam de pés juntos que existe muito mais originalidade vinda do cinema independente. O que podemos dizer é que a qualidade autoral dos realizadores pode correr mais solta sem as amarras de um estúdio investindo centenas de milhões de dólares e exigindo de volta o dinheiro. Afinal, quando estamos “famintos” a vontade é maior. E em muitos casos, os primeiros filmes de diretores renomados são os preferidos dos fãs. É claro também que nem sempre mais dinheiro significa falta de qualidade, isto é, no roteiro pelo menos – o chamado “muitos cozinheiros na cozinha”.

Em 2021, muitos filmes de terror completam aniversário de dez anos de seu lançamento, como Pânico 4, Premonição 5, O Segredo da Cabana e os remakes de A Hora do Espanto e A Coisa. Porém, existem aqueles que costumam passar abaixo do radar, muitas vezes caindo no anonimato e se tornando desconhecidos para grande parte do público. Pensando em jogar uma luz nestes filmes menos populares, embora igualmente valiosos, sendo alguns verdadeiras preciosidades, resolvemos trazer esta nova lista com os filmes de terror cult que completam 10 anos e você precisa conhecer.

Ataque ao Prédio

Exibido no Festival do Rio 2011, onde tive a oportunidade inesquecível de conferir o longa nas telonas (depois disso o filme foi lançado direto em vídeo por aqui), Attack the Block no título original é uma produção britânica que foi descrita como “Cidade de Deus encontra Independence Day”. Deu para sentir que cult é a palavra de ordem aqui. Escrito e dirigido por Joe Cornish (roteirista de Homem-Formiga da Marvel) e produzido pelo “padrinho” Edgar Wright, este filme muito original serviu para, entre outras coisas, revelar os talentos de John Boyega e Jodie Whittaker (a nova Doutora de Doctor Who). Na trama uma invasão alienígena realizada na surdina por criaturas muito estranhas (uma mistura de lobo, urso e macaco) sacode a rotina de um conjunto habitacional barra-pesada repleto de bandidinhos nos subúrbios ingleses. E justamente os jovens marginais serão nossos heróis contra esta invasão nesta aventura.

Seita Mortal

O diretor Kevin Smith ficou conhecido como uma das vozes mais inovadoras do cinema independente norte-americano graças a filmes como O Balconista (1994) e Procura-se Amy (1997). Mas quando parecia não ter mais o que dizer neste universo, após a recepção, digamos, fria de alguns de seus projetos, resolveu se voltar para obras de terror. Diretor autoral, Smith seguiu escrevendo e dirigindo suas próprias histórias e o primeiro longa que marcou esta transição do cineasta foi este Seita Mortal (Red State). Igualmente exibido no Festival do Rio 2011, onde igualmente pude conferir nas telonas (igualmente sendo lançado em vídeo após o evento), Seita Mortal é uma crítica ácida e muito sangrenta sobre o fanatismo religioso e até onde as pessoas estão dispostas a irem em nome de sua fé cega. A favor do longa, o elogio de Quentin Tarantino dizendo tê-lo amado.

Hotel da Morte

Pérola escondida do terror independente, este longa desconhecido do grande público recebeu elogios da imprensa especializada na época, que foi o que o fez ser descoberto por seus fãs (como este que vos fala). Capaz e arrepiar até o último pelo da espinha, Hotel da Morte esteve por muito tempo no acervo da Netflix e agora se bandeou para os lados da Amazon como parte de sua biblioteca. A trama acompanha dois funcionários de hotel vividos por Sara Paxton e Pat Healy, que teimam em ser investigadores paranormais amadores nas horas vagas. Fãs de terror, eles consomem todo tipo de informação vinda da internet sobre lendas urbanas e assombrações. Acontece que existe uma mística em torno do próprio estabelecimento onde trabalham e a dupla está decidida a provar que o local não está “puro”.

Absentia

Um dos grandes nomes do terror na atualidade, o diretor Mike Flanagan tem no currículo filmes como O Espelho, Hush: A Morte Ouve, O Sono da Morte, Ouija: Origem do Mal, Jogo Perigoso, Doutor Sono e as séries A Maldição da Residência Hill e A Maldição da Mansão Bly. Tudo isso nos últimos anos. O cara não cansa de trabalhar. Antes de tudo isso, no entanto, em seu quarto longa-metragem, Flanagan já chamava atenção dos especialistas e aficionados com este Absentia. Na trama, duas irmãs começam a investigar um misterioso túnel e começam a suspeitar da ligação do local com uma série de desaparecimentos, incluindo o do marido de uma delas.

Hobo With a Shotgun

Embora muitos não tenham visto ou não compreendam, mas este filme nasceu como um dos curtas que simulavam trailers falsos dentro da “brincadeira” de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez conhecida como Grindhouse (À Prova de Morte/Planeta Terror). Acontece que este aqui era parte de um concurso para a divulgação de Grindhouse no Canadá. O trailer falso ganhou o concurso e foi exibido apenas nos cinemas de lá. Quatro anos depois, se tornava um longa-metragem estrelado pelo saudoso Rutger Hauer na pele de um mendigo sem-teto justiceiro que com sua calibre 12 sai eliminando policiais corruptos, pedófilos e todo tipo de escória na cidade.

O Despertar

A estrela Rebecca Hall é quem protagoniza este terror gótico britânico. Passado em 1921 no pós-Primeira Guerra Mundial, Hall interpreta Florence Cathcart, especialista em desvendar casos tidos como sobrenaturais e desmascará-los como farsa. Sua mais nova missão é num internato onde visões de uma criança fantasma estão ocorrendo. No local ela irá se deparar com seu maior desafio para provar que a “entidade” presente não é exatamente o que todos pensam. Ou será?

A Casa Silenciosa

Remake de uma produção Uruguaia de 2010, que por aqui ficou conhecida como A Casa (La Casa Muda), a versão norte-americana era lançada logo no ano seguinte, tendo como protagonista a “cancelada” Elizabeth Olsen – a Wanda da Marvel. A trama apresenta uma jovem que termina presa dentro de uma casa por forças além de sua compreensão, sem conseguir contato com o mundo externo. Um dos chamarizes aqui é o plano-sequência que dá a impressão de que o filme foi todo gravado de uma tomada só, sem cortes. Uma curiosidade é que já se encontra em fase de pré-produção uma nova roupagem da história, desta vez na forma de uma produção indiana.

Virgínia

O imortal Francis Ford Coppola é um dos nomes mais lembrados e admirados de Hollywood por ter no currículo obras-primas como a trilogia O Poderoso Chefão, por exemplo, ainda enaltecidos por muitos como os melhores filmes de todos os tempos (ao menos os dois primeiros). Desde o fim da década de 90, o cineasta tem mostrando descontentamento com a indústria atual – assim como Brian De Palma e John Carpenter, outros dois grandes mestres – escolhendo por se ausentar do mercado e canalizar seus esforços em outras direções. Vez ou outra no entanto, Coppola lança um pequeno projeto aqui, outro acolá, sempre fazendo valer sua visão e sem qualquer amarra de grandes estúdios. Aqui, ele conta a história sobre um escritor de livros de terror, uma cidadezinha e o assassinato de uma jovem. Virgínia (Twixt) possui forte teor alucinógeno e conta com as presenças de Elle Fanning e Val Kilmer no elenco.

Relação Mortal

Aqui temos outro nome de prestígio na direção. A cineasta canadense Mary Harron dirigiu ao menos uma obra-prima em sua carreira, a sátira ácida, sombria e sangrenta Psicopata Americano (2000), que revelou ao mundo o talento de Christian Bale. Aqui, igualmente baseado num livro, Harron conta a história de um internato de meninas e como a chegada da novata Ernessa (Lily Cole) muda a rotina da protagonista Rebecca (Sarah Bolger). A amizade das duas logo se desenvolve para uma espiral de obsessão, revelando sua verdadeira natureza sobrenatural e sedenta de sangue.

Chillerama

Homenagem bem divertida de quatro jovens cineastas aos filmes B de terror, que funciona como um Grindhouse “de segunda” e sem nomes conhecidos no elenco ou na produção. Dividido em quatro segmentos, a história acompanha o último dia de funcionamento de um drive-in nos EUA, com a exibição de quatro curtas de terror raríssimos nunca anteriormente exibidos. Nos tais curtas, terror e comédia se misturam, donos de muito teor para maiores de idade. O primeiro é Wadzilla, que brinca com filmes de monstros gigantes como Godzilla. O segundo, I Was a Teenage Werebear é uma sátira aos filmes de lobisomem misturado à descoberta da homossexualidade de um jovem. No terceiro The Diary of Anne Frankenstein, o clássico de Mary Shelley vira alvo de uma trama envolvendo Hitler na Segunda Guerra Mundial. E o último, Zom-B-Movie parodia os filmes de zumbi dos anos 70 e 80.

Benedict Cumberbatch explica o motivo das refilmagens de ‘Doutor Estranho 2’

No começo do mês, o The Hollywood Reporter revelou que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ irir passar por sérias e extensas refilmagens.

Agora, o ator Benedict Cumberbatch explicou à revista Empire o motiv.

“Estamos no meio de uma refilmagem. Estamos trabalhando incrivelmente duro para fazer um cronograma funcionar para aproveitar todo o potencial do filme – partes que queremos fazer melhor, mas também partes que eram simplesmente impossíveis de fazer no dia por causa da logística, do COVID e etc. Estávamos muito atrasados ​​na produção por causa disso.”, revelou.

Apesar de algumas fontes afirmarem que as refilmagens vão entregar praticamente um novo filme, o insider KC Walsh revelou que o Kevin Feige está TÃO feliz com a direção de Sam Raimi que conseguiu a participação especial de OUTROS personagens e atores da Marvel para o filme.

“Consegui algumas informações sobre essas refilmagens e o que disseram é que Feige está realmente satisfeito com Raimi e a direção do filme, e eles estão adicionando pessoas que estavam ocupadas (filmando uma série) e alinhando uma cena essencial que também envolve várias participações especiais”, afirmou.

Lembrando que o longa teve estreia adiada de março de 2022 para 06 de maio do mesmo ano.

“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

‘O Livro de Boba Fett’: Empire divulga imagens inéditas da derivada de ‘O Mandaloriano’; Confira!

O Livro de Boba Fett’ estreia em 29 de dezembro na Disney+, e a revista Empire divulgou novas imagens da derivada de ‘O Mandaloriano‘.

Uma das imagens mostra o produtor executivo Jon Favreau acompanhando as gravações, enquanto as outras destacam o personagem titular vivido por Temuera Morrison, além da caçadora de recompensas Fennec Shand, vivida por Ming-Na Wen.

Confira:

Anteriormente, a revista compartilhou as capas variantes de sua próxima edição.

Numa delas, Fett posa com seu rifle nos arredores de Tatooine.

Já na capa exclusiva para assinantes, o personagem aparece em frente ao palácio de Jabba, o Hutt, para reivindicar o trono do submundo do crime.

Confira:

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A primeira temporada terá oito episódios:

Episódio 1: The Champion
Episódio 2: The Assassin
Episódio 3: The Syndicate
Episódio 4: The Battleground
Episódio 5: The Homeworld
Episódio 6: The Warlord
Episódio 7: The Showdown
Episódio 8: The Hunter

Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.

Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.

Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.

A série também vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi’.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

‘Exército de Ladrões: Invasão da Europa’: Netflix divulga vídeo com os melhores momentos da pré-sequência de ‘Army of the Dead’!

O thriller de ação Exército de Ladrões: Invasão da Europa, pré-sequência do sucesso ‘Army of the Dead‘, já está disponível na Netflix e, para promovê-lo, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilando os melhores momentos do longa.

Confira:

O filme é focado em Dieter – o divertido personagem interpretado por Matthias Schweighöfer – que também assina a direção. Nesta história, que antecede ‘Army of the Dead‘, uma mulher misteriosa convoca o bancário Dieter para roubar cofres superprotegidos na Europa.

Nathalie EmmanuelRuby O. FeeStuart MartinGuz KhanJonathan CohenNoémie Nakai e outros completam o elenco.

Army of Thieves será um filme muito divertido e muito legal. Terminamos e estou em pós-produção. Nathalie Emmanuel está fantástica naquele filme. E sim, será uma viagem e tanto. É tão engraçado. E você verá cenas nunca vistas antes. É muito divertido. Então, esperançosamente, todos nós podemos assistir a esse filme em breve. “, revelou Matthias Schweighöfer em entrevista ao ComicBook.

O filme também ganhará uma pré-sequência em anime chamada ‘Army of the Dead: Lost Vegas‘, além de uma sequência direta.

‘Alerta Vermelho’ já é o segundo filme mais assistido da HISTÓRIA da Netflix; Saiba qual é o 1º!

Segundo um novo levantamento da Netflix, a ação Alerta Vermelho, estrelada por Gal GadotDwayne JohnsonRyan Reynolds, continua a quebrar recordes de exibição e agora caminha para se tornar o longa-metragem mais assistido da história da plataforma (via ComicBook.com).

As informações indicam que a produção já foi visualizada por um total de 277,9 milhões de horas mundialmente em apenas 17 dias – número que tende a crescer nos últimos dias e que ameaça destronar o thriller pós-apocalíptico ‘Bird Box’ (que, em um mês, alcançou a marca de 282 milhões de horas transmitidas).

Além disso, foi revelado que as exibições vem caindo apenas 14% em termos de horas assistidas, o que significa que o filme pode chegar rapidamente à marca das 400 milhões de visualizações.

Relembre o trailer:

O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

‘Gavião Arqueiro’: Marvel divulga a canção do musical inspirado em Steve Rogers; Confira!

O primeiro episódio da série ‘Gavião Arqueiro‘ traz uma divertida homenagem ao Capitão América e aos Vingadores num musical que leva o nome do super soldado.

E, ao contrário de Clint Barton (Jeremy Renner), os fãs gostaram bastante da canção ‘Save the City‘, composta por Marc Shaiman, que também foi co-autor da letra junto com Scott Wittman (‘O Retorno de Mary Poppins’).

Para a alegria dos fãs, a Marvel divulgou a música na íntegra para quem quiser ouvir e baixar a melodia.

Confira, junto com as imagens do musical:

Lembrando que o próximo episódio da série estreia no dia 1º de dezembro.

Confira nossa entrevista com a produtora Trinh Tran e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Crítica | Mestres do Universo – Série da Netflix é a obra DEFINITIVA do He-Man

Após o desfecho apoteótico que aconteceu nesta segunda parte enfim liberada pela Netflix, dá pra cravar, tranquilamente, que Mestres do UniversoSalvando Eternia é, com distancia, a melhor produção já feita de He-Man e os guerreiros de Grayskull. O que também não lá é uma tarefa difícil, já que a última boa animação do personagem saiu há cerca de 20 anos e era um reboot conhecido como He-Man e os Mestres do Universo, que foi cancelado já na metade da segunda temporada. E, ainda que atualizasse algumas ideias da animação clássica e apresentasse boas cenas de ação, não possuía uma história elaborada e seguia apenas o formato de sempre dos desenhos procedurais.

Salvando Eternia, que não é nenhum reboot ou remake, mas uma continuação direta do desenho que passava na TV Colosso, deu um passo à frente, pois, além de expandir todos os conceitos originais, relacionados ao universo e o elenco de personagens, construiu uma trama ampla e envolvente, digna de um épico, dando mais importância a outras figuras que nunca foram desenvolvidas pra valer. Isso sem falar em toda criação visual, acertada desde a estética escolhida, com cores que variam entre roxo, dourado e verde (em alusão a Esqueleto, He-Man e a força de Grayskull), até o design dos cenários ou mesmo as vestes em geral. A animação é de um primor estético impressionante, sem margem para crítica negativa do ponto de vista técnico.

Idealizada pelo cineasta Kevin Smith (Dogman), a decisão de tirar o He-Man de cena na primeira parte da série se mostrou igualmente acertada e casou como uma luva, pois, se nos atentarmos ao tipo de situação que essa história coloca os heróis daquele universo, vemos o quão necessário era esses guerreiros ganharem força e experiência. Pela primeira vez os parceiros do príncipe Adam vão ter que se virar sozinhos e, para além disso, também terão que enfrentar o vilão Esqueleto, que enfim conseguiu ter acesso poderes de Eternia. Restando a Teela o fardo de tomar a frente da situação e sair pelo mundo numa espécie de odisseia, recrutando algumas figuras antigas (a passagem do Mentor é sensacional!) e obtendo informações necessários para seguir na batalha contra a criatura maléfica. O gancho deixado na primeira parte foi desesperador, fazendo o espectador pensar no que os heróis podiam fazer dali pra frente.

Bem como essa segunda parte conseguiu se superar explorando mais a fundo o conceito dos poderes de Grayskull e deixar claro que tanto a espada quanto o castelo são apenas filtros que controlam a força real daquela energia. He-Man, inclusive, ressurge e toma de volta os seus poderes, mesmo sem a sua espada, no entanto o herói não consegue controlar tamanha energia e se torna uma espécie Hulk sem freios, destruindo tudo que encontra pela frente. Mais interessante ainda é a traição de Maligna que, através da sedução, dá um golpe de estado no parceiro Esqueleto e toma dele o poder de Eternia, se transformando numa criatura estelar poderosa. Assim como o Coringa depende do Batman para existir, o Esqueleto também precisa de He-Man, já que quando tinha em mãos esses poderes não sabe o que fazer. Sendo facilmente traído por Maligna, tal qual a Morte traiu Thanos, o titã louco na saga Desafio Infinito.

O episódio final ainda reserva uma guerra de escala gigantesca, que deve ter sido inspirada diretamente da batalha final vista em Vingadores: Ultimato (2019), pela quantidade de raças, personagens recrutados e até do enorme poder emanado do confronto. A Teela, por exemplo, teve que passar por uma longa jornada para enfim conseguir dominar o poder supremo da Feiticeira, cumprindo o que chamam de A Jornada do Herói. O clímax da grande batalha acontece com o retorno de Gorpo, o mago que vem para elucidar toda situação e, junto He-Man, Teela e seus amigos, trazer a paz àquele mundo novamente.

Bom, pelo menos durante algum tempo, pois a última cena já nos apresenta a chegada do mestre de Esqueleto, Hordak, o principal vilão da franquia – inclusive das aventuras de She-Ha – por sinal, a animação da Netflix She-Ra e as Princesas do Poder é tão excelente quanto Mestres do Universo, sendo artisticamente impressionante e soando como uma odisseia épica. Enfim, agora é só aguardar pra saber como essa história vai seguir daqui pra frente, já que a saga do Esqueleto, de maneira geral, foi iniciada e concluída sublimemente. O que deixa sem sentido toda àquela reclamação pelo protagonismo da Teela, pois agora He-Man voltou e tem ao seu lado um verdadeiro exército.

‘Midsommar’, ‘A Bruxa’ e outros filmes de Terror MACABROS para assistir nos streamings

O início da última década ficou marcada por uma forte crise criativa no mercado dos filmes de terror, que investiu em muitas sequências de franquias cujo primeiro capítulo deu certo, mas que jamais conseguiram entregar o mesmo nível de qualidade nas continuações. Apostando nos sustos fáceis e nessa ideia de franquias, diversas bombas chegaram por aí trazendo sempre o mesmo estilo de terror – ou tentativa de terror.

Porém, com o crescimento da “rivalidade” entre as produtoras Blumhouse e A24, a parte final da última década começou a trazer novas produções com estilos diferentes de terror, ousando mais e proporcionando produções inovadoras e incríveis. Na sugestão de hoje, separamos cinco dos filmes de terror mais comentados dos últimos anos e indicamos em qual plataforma de streaming você pode conferi-los.

Midsommar – O Mal Não Espera A Noite (Amazon Prime Video)

esse terror é bem diferente da maioria, porque ele tem pouquíssimas cenas no escuro, usa e abusa de cores e trabalha bastante com o poder da sugestão, deixando para o espectador imaginar o que pode estar acontecendo ali. A trama conta a história de um casal em crise após a jovem (Florence Pugh) perder a irmã e os pais em uma situação bizarra. Traumatizada, ela se apoia no namorado, que já pensava em terminar o relacionamento, mas acaba “empurrando a situação com a barriga” por um sentimento de pena. Quando o rapaz decide ir para a Suécia com os amigos estudar um festival de solstício de uma comuna, a jovem acaba virando tema de debate. Depois de uma conversa, ela acaba se juntando ao grupo, contrariando a maioria dos amigos. Ao chegar no vilarejo, eles tem contanto com drogas e a outros convidados estrangeiros que vão dividir a experiência da comuna com eles pelos próximos dias. O problema é que as tradições dessa comunidade sueca são estranhas, envolvendo assassinatos, rituais de magia e até mesmo estupro. Logo, o grupo de amigos vai desaparecendo, deixando um clima muito incômodo no ar.

Além de trabalhar a direção de arte com visuais incríveis, cores fortes e cenas de pura psicodelia, o filme tem momentos de gore e trabalha uma questão interessantíssima: qual o limite do aceitável entre as “diferenças culturais” e bizarrice? Partindo dessa premissa, Ari Aster vai elevando ainda mais o nível de coisas terríveis que acontecem e o grupo vai aceitando.

A Bruxa (Globoplay)

Vendido como o filme que fez Stephen King se borrar de medo, A Bruxa é um filme que não tem nenhum jumpscare ou os sustos clássicos de aumento de volume repentinamente, mas investe em criar um clima de tensão acerca da dúvida que é brutal. Na trama, uma família camponesa perde seu bebê para uma bruxa em meio a uma grande crise familiar e financeira. Com o passar do tempo e com várias situações estranhas acontecendo, eles começam a desconfiar que sua filha mais velha (Anya Taylor-Joy) seja uma bruxa. Brincando com a incerteza do público sobre a menina ser apenas julgada pela realidade opressora da época ou dela realmente ter envolvimento com o sobrenatural, o filme é um terror psicológico incrível.


O Sacrifício do Cervo Sagrado
(Amazon Prime Video)

Extremamente esquisito e desconfortável, esse filme do grego Yorgos Lanthimos é um clássica tragédia grega sobre um cirurgião de Ohio que perdeu um paciente há cerca de três anos. Sentindo culpa, ele passa a se encontrar com o filho do homem e começa a maneirar na bebida. A dupla desenvolve uma boa relação, até que o médico o convida a frequentar a casa da família, apresentando sua esposa e os filhos.

Porém, o desconforto é muito grande e a intimidade dos dois começa a incomodar. Então, essa fixação do garoto com o cirurgião começa a trazer situações terríveis para o lar da família, como sua mãe, viúva, investindo no médico casado e casos misteriosos de paralisia atingindo os filhos do rapaz. Yorgos constrói o filme baseado nesse desconforto e na série de absurdos que essa relação traz. A ambientação é esquálida, tal qual as personalidades dos protagonistas diante das bizarrices. É um terror sutil que reflete sobre aspectos problemáticos da sociedade e pode não agradar a todos, mas é impressionante.

 

Hereditário (HBO Max)

Considerado um dos filmes mais assustadores dos últimos anos, Hereditário mostra que os segredos de família nem sempre envolvem herança escondida. Nessa história, a matriarca de uma família comum se envolve com cultos satânicos e oferece a própria família para trazer de volta um antigo demônio. Quando ela morre, coisas sinistras começam a acontecer, fazendo da casa dos filhos e netos um verdadeiro inferno. Conforme a trama avança, problemas comuns se misturam ao caos demoníaco, mergulhando os membros em uma depressão profunda e sobrenatural. A história também chega a brincar com a possibilidade de tudo não passar de uma situação chatíssima de uma família problemática, mas logo fica impossível não assumir o sobrenatural da situação. Com uma caracterização tão absurda quanto o nível das atuações e uma direção segura que extrai o máximo do incômodo e do horror, Hereditário é uma obra-prima do terror atual.

O Farol (Amazon Prime Video)

Ambientado no finalzinho do século XIX, esse terror psicológico em preto e branco chamou bastante atenção em 2019 por sua excentricidade e recursos muito similares aos que eram utilizados nos clássicos do cinema mudo. A trama conta a história de Thomas (Willem Dafoe), o dono do farol que dá nome ao filme, cujos hábitos envolvem o alcoolismo e se trancar peladão no farol. Ele passa a conviver com um jovem misterioso chamado Ephraim (Robert Pattinson), que ostenta um passado obscuro. Juntos nessa ilha, os dois precisam se entender. No entanto, eles parecem caminhar rumo à loucura, em um terror psicológico de mão cheia, que faz uso da linguagem visual para criar um clima completamente incômodo e aterrorizante.

O fato de ter poucos personagens em cena só ajuda a construir a sensação de clausura e de falta de perspectiva de dois homens que não sabem se nutrem amor ou ódio um pelo outro. É um filme escatológico, tenso e assustador.

Críticos elegem os 11 PIORES Filmes Originais da Netflix

A Netflix dificilmente acerta em seus filmes originais. Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar para você os piores filmes originais produzidos pela Netflix. E para tudo ficar mais democrático, como sempre, a pesquisa foi feita em cima da opinião dos críticos.

Antes de começarmos a lista, vale dizer que nem todos os filmes rechaçados por gregos e troianos encontraram lugar na lista, então aqui vão algumas menções honrosas (ou desonrosas) de filmes que são difíceis de defender: O Paradoxo Cloverfield (2018), Zerando a Vida (2016), História Real de um Assassino Falso (2016), Campo do Medo (2019), Perda Total (2018), O Silêncio (2019) e Pai do Ano (2018).

Sem mais delongas, vem conhecer.

11 | Sandy Wexler (2017)

Para não dizer que somos injustos e perseguimos Adam Sandler (que este ano pode ser indicado ao Oscar por Uncut Gems), vale ressaltar mais uma vez que esta lista se baseou na opinião geral do grande público. Curiosamente, o filme mais criticado da parceria entre Sandler e a Netflix foi Zerando a Vida, produção que não entrou na lista. Neste longa, o ator interpreta um agente de talentos, sempre visando o melhor para seus clientes, e em busca de novos astros. O filme é criado na forma de mockumentary, com depoimentos de personalidades reais sobre o personagem fictício – e para isso, Sandler usa sua influência conseguindo diversas participações de peso.

10 | Lá Vem os Pais (2018)

Ao contrário de Sandy Wexler, que possui uma pegada de drama, este longa recai mais para o humor escrachado, daí o possível motivo da rejeição dos fãs. Na trama, Sandler e o colega comediante Chris Rock são os pais de jovens noivos que estão para se casar (o primeiro, o pai da noiva, e o segundo, do noivo). De personalidades diferentes e classes sociais também, os dois precisarão conviver e fazer o dia especial de suas crias dar certo.

09 | The Titan (2018)

Depois de dois filmes da franquia Fúria de Titãs (2010 e 2012), o ator Sam Worthington retornou para protagoniza outro longa com a palavra no título. Este, porém, de um gênero e roteiro bem diferentes. Produção subestimada, é até injustiça colocar o longa na lista – bem, ao menos a meu ver, já que o filme foi realmente bem destratado pelo grande público. Uma ficção científica, The Titan mistura elementos de clássicos do gênero (como A Mosca, de Cronenberg) para contar a história de astronautas se preparando para explorar o espaço, e para isso precisando alterar seu DNA. O elenco traz ainda duas atrizes belas e talentosas, a prata da casa Taylor Schilling e Nathalie Emmanuel.

Crítica Netflix | The Titan – Ficção Científica com Taylor Schilling, musa da casa

08 | Os 6 Ridículos (2015)

Primeiro filme da parceria Sandler/Netflix, Os 6 Ridículos foi lançado no mesmo ano em que Quentin Tarantino estreava seu Os 8 Odiados. Se foi coincidência ou uma brincadeira saudável com o cineasta não me pergunte. Aqui, Sandler também protagoniza um faroeste, mas na trama apresenta personagens muito improváveis se descobrindo irmãos e precisando se unir para um bem maior. A comédia tem seus momentos.

07 | IO – O Último na Terra (2019)

Lançada este ano, esta ficção científica traz como protagonista a jovem Margaret Qualley, vista recentemente na obra de Quentin Tarantino, Era uma Vez em Hollywood. A ficção é um gênero no qual a Netflix gosta de apostar, mas nem sempre acerta. Aqui, Qualley vive uma cientista lutando para salvar a Terra da extinção, numa realidade de um futuro apocalíptico. Neste novo mundo devastado, ela acaba encontrando outro sobrevivente, interpretado por Anthony Mackie (o Falcão da Marvel), que, ao contrário dela, deseja deixar o planeta na próxima aeronave.

06 | Cascavel (2019)

Uma das produções mais recentes da lista, este filme mistura elementos de terror, com drama e mistério. O mal de muitas produções da Netflix é querer entupir seus roteiros com reviravoltas mil – como The Perfection, por exemplo. Muitos filmes começam de uma forma, abordando um tema, somente para depois abandoná-lo, se tornando algo totalmente diferente, muitas vezes jogando um balde de água fria no espectador. É o caso com este filme protagonizado pela talentosa Carmen Ejogo, que começa como um thriller desesperador de sobrevivência, quando a atriz tem que salvar sua filha de uma picada de cobra, e evolui para algo do tipo Arraste-me para o Inferno.

Crítica | Cascavel – Suspense da Netflix simplesmente não tem história

05 | O Último Capítulo (2016)

Filmes de casas assombradas podem render obras arrepiantes ou enfadonhas, dependendo de sua confecção. E aqui, segundo o grande público, este thriller sobrenatural recai no segundo item. Na trama, Ruth Wilson interpreta uma enfermeira contratada para tomar conta de uma famosa autora de livros de terror reclusa. No local, a protagonista começa a perceber que a lenda da velha mansão amaldiçoada pode ser mais real do que imagina.

04 | Death Note (2017)

Outro filme pelo qual o grande público pegou implicância. Uma das maiores reclamações aqui é que esta obra desvirtuou a ideia de seu material original. Bem, interpretações de uma história sempre são mais interessantes do que apenas se copiar o que já foi feito. Aqui temos boas atuações de LaKeith Stanfield como L, e principalmente o grande Willem Dafoe como o demônio Ryuk. E novamente no elenco, a jovem Margaret Qualley, no papel do objeto de afeto do jovem Light (Nat Wolff), um rapaz que assim como Aladdin, descobre um “gênio” que lhe concede desejos – mas ao invés de uma lâmpada, temos um livro.

Crítica | Death Note – adaptação de desenho japonês acerta no tom

03 | Seis Vezes Confusão (2019)

O humorista Marlon Wayans resolve dar uma de Eddie Murphy em sua segunda colaboração com a Netflix. Nesta comédia, ele vive um sujeito que descobre ter cinco irmãos gêmeos. E parte numa jornada para encontrá-los e conhecê-los. É claro que tudo não passa de uma desculpa para Wayans interpretar todos eles e tentar tirar graça das situações. Assim, ele pode viver um irmão com sobrepeso, uma presidiária, um malandro, um esnobe e um doente terminal, todos estereotipados e exagerados como Wayans gosta.

02 | The Last Days of American Crime (2020)

Last Days Of American Crime – Edgar Ramírez – Photo Credit: Netflix / Marcos Cruz

O que esperar de um filme cujo título é ‘The Last Days of American Crime’ – que, em português seria “os últimos dias de crime americano”? Só o título já demonstra toda a pretensão dessa produção, seja por se autodenominar “americano” (quando, americanos são todos os nascidos nas Américas, e não só quem nasceu nos Estados Unidos), seja pela pretensa ilusão de propor o fim da criminalidade naquele país, ainda que na ficção. E ainda usou 2h30 pra contar isso.

É tanto problema nesse filme, que fica difícil eleger o principal. ‘The Last Days of American Crime’ é desses filmes que já na primeira cena você tem o tom do que está por vir – e é dali pra baixo. Pretensioso, cafona e gratuitamente violento, é uma grande produção, com explosivos e carros batendo, mas não vale o tempo do espectador.

Crítica | The Last Days of American Crime – Filme de Ação da Netflix é Cafona, Violento e Constrangedor

 

01 | Vende-se Esta Casa (2018)

E o grande vencedor (ou “perdedor”) não poderia ser outro. Pobre Dylan Minnette, que precisou protagonizar o filme que é tido como a pior produção original da Netflix até o momento. Desde que foi lançado, este suspense sobre um rapaz e sua mãe se mudando para uma misteriosa casa, vem sendo detonado pelos críticos e o público sem dó nem piedade. Um thriller/terror onde nada acontece, e dono de uma reviravolta pra lá de insatisfatória, não existe muito argumento que possa defender este longa de ocupar a primeira posição dos piores filmes originais da Netflix.

Crítica | Vende-se Esta Casa – Suspense da Netflix é ASSUSTADORAMENTE ruim

‘King Richard: Criando Campeãs’: Venus e Serena são destaque no novo clipe oficial do drama; Confira!

Warner Bros. divulgou um novo teaser oficial do aclamado drama King Richard: Criando Campeãs’, estrelado por Will Smith.

O vídeo dá destaque a Venus e Serena Williams, filhas de Richard.

Confira:

O longa teve sua estreia oficial Festival de Veneza 2021 e surpreendeu a crítica especializada, conquistando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A inspiradora e cativante história real do pai das atletas Serena e Venus Williams cativou a imprensa, justamente por sua sensibilidade e delicadeza ao retratar o poder de uma família unida.

Confira as principais avaliações:

“Green orquestra esses vários elementos em uma sinfonia que é uma homenagem aos pais trabalhadores, por mais difíceis que sejam, e para mostrar a história de origem que começa uma geração antes de nossos heróis se tornarem famosos”. – Monica Castillo, TheWrap

King Richard está perfeitamente sincronizado; seu desempenho é um lembrete excelente da carga singular de Smith, agarrando-se a um desafio poderoso com um compromisso emocionante”. – Richard Lawson, Vanity Fair

Will Smith consegue uma vitória com King Richard”. – Todd McCarthy, Deadline Hollywood Daily

“O filme incorpora frequentemente o seu mote de que a diversão sempre deve vir primeiro”. – David Ehrlich, indieWire

“Está longe de ser um filme perfeito, mas é tentador, graças ao tema forte e às caracterizações e performances nítidas”. – Stephen Farber, Hollywood Reporter

A história, assinada por Zach Beylin e dirigida por Reinaldo Marcus Green, é baseada na vida do duro pai de VenusSerena Williams, o qual tinha em mente um plano para transformar suas filhas nas maiores jogadoras de tênis do mundo. Serena já possui 23 títulos solo do campeonato Grande Slam desde sua estreia em 1999, tornando-se uma das maiores atletas da história; Venus, por sua vez, começou sua carreira em 2000 e também já foi condecorada com diversos prêmios. As irmãs, em conjunto, possuem 14 títulos em dupla.

Saniyya SidneyDemi Singleton completam o elenco.

King Richard: Criando Campeãs‘ estreia nos cinemas no dia 02 de dezembro.

Dinossauros tocam o terror em cena de abertura de ‘Jurassic World 3’; Confira DUBLADO!

A Universal Pictures divulgou um novo clipe do aguardado ‘Jurassic World: Domínio‘, revelando os cinco primeiros minutos da produção.

Confira, dublado e legendado:

Quando a jovem Maisie é sequestrada por contrabandistas de dinossauros, Owen e Claire saem em busca de encontrá-la e resgatá-la, e sua jornada os leva para um habitat de dinossauros operado por uma corporação global com um plano sinistro… que, agora, está sendo investigada até por Alan Grant e Ellie Sattler.

Jurassic World: Domínio‘ chegará aos cinemas em 10 de junho de 2022.

O filme vai trazer de volta os atores Laura Dern, Sam Neill e Jeff Goldblum, além de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.

Colin Trevorrow dirige.

O Polêmico ‘Marighella’ estreia no Globoplay dia 4 de Dezembro

Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, a cinebiografia de ‘Marighella‘ será lançada no streaming exatamente um mês após sua estreia nos cinemas.

O filme chega no catálogo do Globoplay no dia 4 de dezembro.

O filme conquistou 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com elogios da maioria da imprensa especializada, por sua qualidade fílmica e urgência narrativa. No entanto, o drama também recebeu duras críticas por não ser considerado “ético” e imparcial.
Confira as principais avaliações:

“À medida que as tragédias aumentam, o filme de Moura torna-se um lamento – não tanto sobre Marighella, mas sobre um idealismo consumido pelos jogos de Pirro de regimes sujos”. – Devika Girish, New York Times

“‘Marighella não está interessado em pesar a ética, preferindo um retrato carregado de testosterona da insurreição armada como um caminho glorioso para o martírio”. – Jay Weissberg, Variety

“Depois de aceitar sua visão de mundo binária nós-e-eles, Marighella funciona bem como uma estreia emocionante e altamente segura, com um elenco incrível em seu coração”. – Stephen Dalton, Hollywood Reporter

“Marighella é um filme urgente em seu compromisso e intensidade cinematográfica, e dificilmente poderia ser mais oportuno”. – Jonathan Romney, Screen International

“Raivoso e brutalmente necessário para o Brasil de hoje, Marighella é montado com frieza e confiança pelo verde [Wagner] Moura”. – Rhys Handley, One Room With A View

Assista ao novo trailer:

Baseado no livro escrita pelo jornalista Mário Magalhães, o filme acompanha os últimos cinco anos em que o escritor, político e guerrilheiro Carlos Marighella esteve vivo, de 1964 até sua morte em 1969.

Entenda a censura:

Mesmo após sua exibição no Festival de Berlim e em diversos eventos internacionais, o lançamento da produção havia sido proibido nos cinemas nacionais.

O filme foi duramente criticado por ideologias políticas e sofreu diversas polêmicas, até que os responsáveis publicaram uma nota oficial para divulgar o cancelamento.

Confira:

Nós, produtores do longa-metragem Marighella, dirigido por Wagner Moura, anunciamos que a data de lançamento do filme nos cinemas brasileiros, divulgada anteriormente para 20 de novembro de 2019, foi cancelada.

Os produtores haviam escolhido o mês de novembro, que marca os 50 anos de morte de Carlos Marighella, e o dia 20, da Consciência Negra, para a estreia. No entanto, a O2 Filmes não conseguiu cumprir a tempo todos os trâmites exigidos pela Ancine (Agência Nacional do Cinema).

Marighella segue sendo apresentado com muitos sucesso em vários festivais de cinema no mundo.

Além de Seu Jorge, no papel principal, o elenco conta com Adriana Esteves, Bruno GagliassoHumberto CarrãoLuiz Carlos Vasconcelos.

Robbie Amell fala sobre os desafios de viver Chris Redfield em ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City’ [EXCLUSIVO]

O Renato Marafon entrevistou com EXCLUSIVIDADE o astro Robbie Amell, que estrela ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘ no papel de Chris Redfield.

Na entrevista, Amell nos revelou ser um grande fã da franquia estrelada por Milla Jovovich e contou quais foram os desafios em viver o amado personagem.

Ele também revelou qual game deve ser adaptado na sequência e que ama ‘Velozes & Furiosos 5: Operação Rio‘ por que se passa no Brasil.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Johannes Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

10 séries INCRÍVEIS para você maratonar no HBO Max

Com o fim de semana chegando, o CinePOP preparou uma matéria especial para você que está procurando algo para assistir e não sabe o que….

Separamos uma breve lista com dez séries icônicas para maratonar no HBO Max.

Confira:

FRIENDS (1994 – 2004)

A aclamada e premiada sitcom Friends é uma das produções mais queridas de todos os tempos e, agora, os fãs poderão se divertir com a vida de Rachel, Ross, Monica, Chandler, Phoebe e Joey na HBO Max. As dez temporadas da comédia, bem como a reunião especial transmitida há algumas semanas, estão disponíveis no catálogo da plataforma.

THE FLIGHT ATTENDANT (2020 – PRESENTE)

A produção original do serviço de streaming veio sem muito alvoroço e logo caiu no gosto da crítica, conquistando nada menos que 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e levando para casa uma quantidade considerável de prêmios. Estrelada por Kaley Cuoco na melhor atuação de sua carreira, The Flight Attendant é uma dramédia que gira em torno de uma comissária de bordo que acorda de ressaca num quarto de hotel em Dubai com um cadáver deitado ao lado dela. Temendo chamar a polícia, ela continua a viver o dia como se nada tivesse acontecido, juntando-se aos colegas de trabalho e embarcando para Nova York. Lá ela é recebida por agentes do FBI e passa a se perguntar se realmente é uma assassina.

RAISED BY WOLVES (2020 – PRESENTE)

Na elogiada série produzida por Ridley Scott, dois andróides são encarregados de tomar conta de filhos humanos em um misterioso planeta pouco povoado. Como o futuro da humanidade passa a ser ameaçado por diferenças religiosas, os robôs aprendem que controlar as crenças dos homens é uma tarefa muito difícil.

VENENO (2020)

Baseado no livro de memórias Cristina Ortiz, a série gira em torno de uma jovem estudante de jornalismo chamada Valeria que descobre ter mais em comum com a icônica cantora La Veneno que acredita. As duas mulheres nasceram em tempos bastante diferentes, mas suas histórias se entrelaçam quando ela escreve um livro sobre a performer. Conforme aprende mais sobre ela, Valeria descobre quem é sua família de verdade, como amar a si mesma e o impacto da mídia de massa na vida da enigmática performer.

RICK E MORTY (2013 – PRESENTE)

A ovacionada animação adulta ‘Rick e Morty’ retornou há poucas semanas para sua 5ª temporada – e coube apenas à HBO Max transmiti-la ao mesmo tempo que as plataformas internacionais. A narrativa antológica é centrada nos dois personagens principais, um avô e um neto, que partem em aventuras sci-fi pelo universo e enfrentam dilemas sobre si mesmos e sobre os outros enquanto descobrem quem realmente são.

SEX AND THE CITY (1998 – 2004)

Dona de quatro estatuetas do Emmy Awards, incluindo Melhor Série de Comédia, Sex and the City também estourou no final dos anos 1990 e carrega um legado majestoso até os dias de hoje. A história, ambientada em Nova York, é centrada por quatro mulheres solteiras, bonitas e confiantes que são melhores amigas: Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), uma colunista e narradora da série; Miranda Hobbes (Cynthia Nixon), uma advogada determinada, que deseja sucesso na carreira e na vida amorosa. Charlotte York (Kristin Davis), comerciante de arte vinda de uma família rica que é insegura sobre si mesma; e Samantha Jones (Kim Cattrall), uma loira fatal que está sempre à procura de um bom partido.

GAME OF THRONES (2011 – 2019)

A lendária série Game of Thrones, considerada por muitos como uma das melhores já feitas na história da televisão, também está disponível no catálogo da plataforma. Tendo levado para casa nada menos que 59 estatuetas do Emmy, a narrativa é ambientada no mundo fictício de Westeros e, aliando drama, fantasia e ação, foca o enredo em diversos personagens que lutam por um mesmo objetivo: conquistar o Trono de Ferro.

PATRULHA DO DESTINO (2019 – PRESENTE)

A ovacionada produção da Warner Television e da DCPatrulha do Destino, retorna em breve com sua terceira temporada – e, enquanto isso não acontece, podemos revisitar as duas iterações anteriores na HBO Max. A série traz à vida um time de pessoas super-habilidosas e marginalizadas pela sociedade que combatem o mal. Liderados por Chefe, o grupo é composto por Crazy Jane, Homem-Negativo, Mulher Elástica, Homem-Robô e Ciborgue.

FAMÍLIA SOPRANO (1999 – 2007)

Chefe da máfia e pai de família, Tony Soprano (James Gandolfini) começa a ter ataques de pânico e decide procurar a ajuda de uma profissional, Dra. Jennifer Melfi (Lorraine Bracco). Ele discute sua intimidade e a vida no crime, revelando o desconforto da mulher, Carmela Soprano (Edie Falco), com as suas atividades profissionais. Enquanto tenta proteger os filhos, Meadow (Jamie-Lynn Sigler) e Anthony Junior (Robert Iler), o mafioso irá enfrentar uma investigação federal e a possível traição de um membro da família.

CHERNOBYL (2019)

Chernobyl conta a história da explosão que aconteceu na Usina Nuclear que dá nome ao título. Em 1986, na Ucrânia, o acidente dizimou dezenas de pessoas e acabou por se tornar o maior desastre nuclear da história. Enquanto o mundo lamentava o ocorrido, o cientista Valery Legasov (Jared Harris), a física Ulana Khomyuk (Emily Watson) e o vice-presidente do Conselho de Ministros Boris Shcherbina (Stellan Skarsgård) tentam descobrir as causas do acidente.

‘Nove Dias’: Assista ao emocionante trailer do drama espiritual sobre reencarnação

A Sony Pictures divulgou o trailer legendado do drama ‘Nove Dias‘.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Edson Oda.

Will passa seus dias em um posto avançado assistindo ao vivo e em diversas TVs ao ponto de vista de pessoas cuidando de suas vidas; até que alguma dessas pessoas morra, deixando uma vaga para uma nova vida na Terra. Logo, vários candidatos, almas não nascidas, chegam até Will para se submeter a testes que determinam sua aptidão para a vida, enfrentando o esquecimento quando são considerados inadequados. Mas Will logo enfrenta seu próprio desafio existencial quando conhece o espírito livre de Emma, uma candidata que não é como os outros e que o força a se voltar para si e lidar com seu próprio passado tumultuado. Alimentado por esse poder inesperado, ele descobre um novo e ousado caminho para sua própria vida. Fazendo sua estreia no cinema após uma série de curtas e videoclipes altamente aclamados e premiados, o diretor nipo-brasileiro Edson Oda oferece uma visão sincera e meditativa sobre as almas humanas no limbo, ansiosas para nascer contra probabilidades inimagináveis, mas prejudicadas por forças além de suas vontades…

O elenco conta com Winston DukeZazie BeetzBenedict Wong, Tony Hale e Bill Skarsgård.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de dezembro.

Crítica | Missão Resgate – Liam Neeson agora salva as pessoas… no gelo!

Liam Neeson está de volta! Depois de salvar a esposa e a família algumas vezes contra bandidos malvados e de até mesmo ter retornado às comédias românticas em 2021, o ator está de volta ao gênero em que tem feito mais sucesso e no qual ele parece estar mais confortável. Com estreia programada para os cinemas brasileiros no próximo 2 de dezembro, vem aí ‘Missão Resgate’, o mais novo filme de ação com Liam Neeson.

Mike (Liam Neeson) acaba de ser demitido de seu emprego atual, onde trabalha como motorista de caminhão. Isso porque seu irmão, Gurty (Marcus Thomas), que é um ótimo mecânico, sofre de transtorno pós-traumático, e, para defender o irmão, Mike acaba se metendo em brigas com os colegas de trabalho. Quando uma mina ao norte do país, já na fronteira com o Canadá, explode por conta da alta concentração de gás metano, 26 trabalhadores acabam ficando presos do lado de dentro. Para salvá-los, a empresa responsável e o governo sugere enviar ao local enormes cilindros capazes de esvaziar e conter o gás. O problema é que a única forma de levar essa carga, que pesa algumas toneladas, é por via terrestre, porém, já é fim de abril e o caminho até a mina é feito através de estradas de gelo, que, nessa época do ano, já começa a derreter. Para levar essa ajuda, será preciso contar com a ajuda de três motoristas experientes e dispostos a arriscar suas vidas.

Com cerca de uma hora e cinquenta minutos de duração, ‘Missão Resgate’ é puro entretenimento sem muito comprometimento com a verdade. A primeira uma hora de filme prende o espectador com sua história interessante – e, para nós, brasileiros, distante de nossa realidade. Quando os três caminhões partem para a missão de salvamento – afinal, vão três caminhões para o caso de alguma coisa dar errado no caminho – já podemos imaginar que alguns percalços serão enfrentados pelos motoristas, que além do protagonista inclui Laurence Fishburne e Amber Midthunder.

O lance é que o filme de Jonathan Hensleigh tem dois ritmos bem-marcados, que acabam dividindo o longa em propostas diferentes. Na primeira metade do roteiro do próprio Jonathan há uma história sendo explicada ao espectador, com um leve grau de suspense conduzindo o enredo pelo desafio do gelo que sabemos estar pela frente, mas que não sabemos como será enfrentado; na segunda parte a produção abre mão de qualquer tipo de lógica em prol das sequências de ação. Aí entram cenas absurdas de pessoas carregando objetos pesadíssimos na mão e do caminhão sendo desvirado no gelo sem nenhum tipo de ajuda. Essa segunda parte é tão displicente, que a conclusão do objetivo mal é mostrada no filme.

Missão Resgate’ cumpre seu papel de distrair o espectador é ainda traz uma “novidade” ao colocar Liam Neeson salvando não apenas sua própria família, mas sim um grupo inteiro. Em um cenário gelado e diferente, é bom ver um filme de ação que saia um pouco do lugar comum, mesmo que a travessia dos caminhões ironicamente nos faça lembrar de filmes como ‘Carros’.

Os Filmes de Terror que Completam 30 anos em 2021

O terror é um dos gêneros mais rentáveis do cinema, mas isso não é garantia de lançamentos de qualidade ou sequer de uma boa quantidade de produções. E quando voltamos trinta anos no passado para 1991, nos deparamos com um dos anos mais minguados para a criatividade dentro deste estilo de filme tão querido pelos fãs.

Alguns fatores corroboraram para o fato. O primeiro é que chegava ao fim da primeira onda dos filmes slasher no cinema, produções juvenis com massacres, assassinos e armas cortantes. O auge de tais longas ocorria há 40 anos, em 1981, e dez anos depois a fórmula já esmaecia de tal forma que já não dava qualquer resultado financeiro e os produtores a largavam por completo (até ser resgatada em 1996 com Pânico).

O segundo é que enquanto o terror era “reinventado” para os anos 90, num período em que primeiro apostou-se na volta dos monstros clássicos do cinema (Drácula de Bram Stoker, Entrevista com o Vampiro, Frankenstein de Mary Shelley e Lobo) e no fim da década na volta dos slasher (Pânico, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, Lenda Urbana e Halloween H20), o período encontrava força nos chamados thrillers, obras mais adultas voltadas para o suspense: de onde há trinta anos saíram pérolas como O Silêncio dos Inocentes e Cabo do Medo, por exemplo – os quais muitos igualmente veem como terror. Mas isso é assunto para uma próxima matéria.

Mesmo em um dos piores anos para exemplares declaradamente de terror e horror, tivemos alguns filmes que conseguiram sobressair e aderir, de uma forma ou de outra, à cultura pop. Aqui, voltaremos trinta anos no passado para um dos períodos mais fraquinhos para estreias de terror no cinema, revisitando alguns de seus mais famosos filmes. Confira abaixo.

As Criaturas Atrás das Paredes

O saudoso diretor Wes Craven adicionou muito tempero na mistura dos slasher ao revolucionar com seu produto único A Hora do Pesadelo (1984) e depois reinventar o jogo com Pânico (1996). Há trinta anos no passado até tivemos um exemplar da franquia de Freddy Krueger, mas Craven já não tinha o menor interesse de envolvimento. Na época, o cineasta preferiu criar este estranho terror que dá ênfase no abuso infantil, traz como protagonista uma criança e ainda arruma tempo para falar sobre questões sociais como luta de classes e racismo. O resultado pode não ter sido dos melhores, se mostrando um dos trabalhos irregulares de Craven, mas As Criaturas Atrás das Paredes é um daqueles filmes que tem tudo para ressurgirem como cult a qualquer momento em algum revisionismo.

O pequeno Brandon Adams até teve certa fama no fim dos anos 80 e início dos 90, e aqui protagoniza no papel de Fool, um pequeno delinquente. Vindo de uma origem humilde, ele acaba sendo levado no papo por Leroy (Ving Rhames) e juntos invadem uma residência, a qual julgavam vazia, para roubá-la. E assim podemos ver certa influência para O Homem nas Trevas (2016). Ao invés de um homem cego, no local a dupla encontra um casal de maníacos sádicos, totalmente desequilibrados mentalmente. A dupla, nomeada no filme somente como Man e Woman, ou “Homem” e “Mulher”, cria seus filhos gerados através do incesto os confinando no porão da casa. Eles, as tais “criaturas” do título, nasceram deformados, mas não são os verdadeiros monstros aqui.

Uma curiosidade é que para a dupla de psicopatas foi escalado o casal que fazia sucesso na série cult Twin Peaks: Everett McGill e Wendy Robie, que no programa de David Lynch interpretavam o boa praça Big Ed e a amalucada Nadine. Foi sua química em tela que levou Craven a coloca-los juntos mais uma vez. Fora isso, está em desenvolvimento um remake da obra produzido por Jordan Peele na Universal Pictures, ou seja, esperem esse teor racial latente do original colocado muito mais à tona.

A Hora do Pesadelo 6 – A Morte de Freddy

Anunciado como “O Pesadelo Final”, essa foi uma franquia que realmente cumpriu o prometido de certa forma. Embora mais três exemplares com a marca tenham sido lançados, a cronologia oficial da “saga” chegava ao fim neste sexto longa. Depois disso vieram apenas uma brincadeira com a mitologia de forma metalinguística, um crossover com Sexta-Feira 13 e uma refilmagem do original. A decisão pelo encerramento, é claro, vinha dos números de bilheteria cada vez mais insatisfatórios a cada novo exemplar, assim como a rechaçada da crítica cada vez maior.

Para celebrar “O Pesadelo Final” foi convocado inclusive para uma participação especial o astro Johnny Depp, que iniciou sua carreira com o primeiro filme em 1984 e a esta altura já tinha um nome a zelar. Depp mostrou que era um bom esportista e topou sua pontinha brincando com uma propaganda antidrogas. Embora não seja o filme preferido de ninguém, A Morte de Freddy traz sim seus atrativos e curiosidades. O maior deles é o primeiro e único (até o momento) capítulo da franquia dirigido por uma mulher. Rachel Talalay, que já vinha trabalhando em episódios anteriores dos filmes de Freddy como produtora, assumia o comando do encerramento, se tornando responsável pela árdua tarefa de dar cabo de vez do assassino dos sonhos, que sempre arranjava um jeito de retornar.

Como já era figurinha carimbada da cultura pop, tendo a esta altura tido inclusive seu próprio programa de televisão, o nível de ameaça do “bicho papão” Freddy Krueger era exponencialmente reduzido para algo mais amigável às crianças, algo como um terror de mentirinha, com o personagem vivido pelo eterno Robert Englund soltando frases de efeito e piadinhas a torto e a direito. Sua primeira aparição no filme é inclusive vestido de Bruxa Má do Oeste do clássico O Mágico de Oz (1939). Validando ainda mais o argumento, este amigo que vos fala foi passar medo ainda bem pequenininho no cinema com este filme, e ainda ter um pouquinho de dor de cabeça com os óculos 3D de papel celofane.

Brinquedo Assassino 3

Outra franquia de terror querida dos fãs lançava um novo exemplar há trinta anos no cinema. Veremos algumas continuações famosas na lista, já que o terror de 1991 se segurou muito em sequências de séries estabelecidas e adoradas. Apesar disso, tais exemplares lançados foram alguns dos menos apreciados de suas respectivas franquias. Depois de A Morte de Freddy, temos agora Brinquedo Assassino 3, a terceira desventura do boneco com alma de serial killer Chucky. O enorme sucesso do longa original (1988) se mostrou tão influente que dois anos depois gerava sua primeira continuação – bem inferior, diga-se.

Para uma terceira parte a espera foi nula, já que logo no ano seguinte, Chucky voltava a atacar. O resultado, porém, foi ainda mais decepcionante. Para começar, o protagonista dos anteriores tinha sua forma trocada. No papel de Andy Barclay saía o menino Alex Vincent para a entrada do adolescente Justin Whalin. O motivo pode até ter sido pelo roteiro centrar a trama desta vez numa escola militar para rapazes, tendo passado certo tempo entre o segundo capítulo e este. Seja como for, “Chucky na Academia” resultou numa ideia morna para tema de um filme da franquia, a colocando na geladeira por sete anos até sua reformulação em A Noiva de Chucky (1998).

Criaturas 3

Sim, este é o filme com Leonardo DiCaprio! Um dos maiores astros de Hollywood na atualidade, dono de uma estatueta do Oscar e outras cinco indicações como ator, DiCaprio estreou nas telonas com esta segunda continuação de um terror, digamos, B do cinema, que conquistou status de cult. Criaturas (1986) era, pela falta de uma definição melhor, uma cópia descarada do sucesso de Spielberg, Gremlins (1984). E são exatamente o que você espera desta definição: um bando de monstrinhos peludos, pequenos e de aparência inofensiva, mas com dentes afiadíssimos e uma atitude extremamente hostil. Para não dizer mortal.

As criaturas aqui são seres especiais que chegam para aterrorizar uma pequena cidade rural no interior dos EUA. O sucesso trouxe ainda nos anos 80 a primeira continuação. A altura desta segunda sequência a ideia foi por seguir os moldes do roteiro de outra continuação de uma famosa franquia: Poltergeist. O terceiro filme desta citada franquia, centrava a ação num arranha-céu moderno e altamente tecnológico, aderindo a um “terror vertical”. O mesmo foi tentado aqui com este terceiro Criaturas, trazendo os bichinhos peludos para devorarem tudo e todos numa torre de apartamentos em Los Angeles, inclusive um certo menino loirinho então com seus 17 aninhos e aparência de 11.

Popcorn – O Pesadelo Está de Volta

Uma das poucas produções originais do gênero em 1991, este filme talvez seja mais conhecido devido a seu cartaz criativo, que com certeza todos que cresceram na época das locadoras nos anos 90 bateram os olhos. A “capa da fita” traz uma caveira usando o rosto de uma jovem como máscara envolto em um brilho verde. Por outro lado, o roteiro do longa já exibia certos elementos que viriam a ser abraçados por outros filmes de terror auto referentes, como a citada franquia Pânico.

Tudo porque a história se passa dentro de um cinema onde um grupo de estudantes universitários estão organizando uma maratona de filmes de terror. Um dos convidados do evento, ou quem sabe um penetra indesejado, é um serial killer mestre em disfarces que irá aterrorizar a todos no local. No elenco, o nome mais conhecido é o da musa 80’s Dee Wallace, de E.T. – O Extraterrestre, Cujo, Grito de Horror e Criaturas. Um dos produtores do longa é Bob Clark, diretor de Noite do Terror (Black Christmas, 1974) e Porky’s (1981).

O Poço e o Pêndulo

Aqui temos dois grandes ícones do terror de estilos e épocas distintos se unindo para uma produção. O Poço e o Pêndulo, é claro, surgiu em forma do clássico literário do escritor Edgar Allan Poe, sumidade no gênero no século XIX. A história pode ser considerada o marco zero para todo torture porn, e passada na Espanha de 1492 traz os horrores da tortura medieval promovidos pelo monge Torquemada, papel do grande Lance Henriksen, um Grande Inquisidor da Inquisição Espanhola – uma época real de trevas da humanidade.

Para desenhar esta trama arrepiante nas telonas em 1991, o diretor Stuart Gordon foi escalado. Muito conhecido dos fãs do cinema de horror dos anos 80, Gordon foi o responsável pelo comando de obras queridas, grotescas e viscerais como Re-Animator (A Hora dos Mortos-Vivos, 1985) e Do Além (1986).

Scanners II e Scanners III

Lançados no mesmo ano, há trinta anos, duas continuações visavam dar sequência à história originada pelo renomado David Cronenberg em seu início de carreira, em um de suas primeiras produções verdadeiramente cult, lançada há quarenta anos. Scanners – Sua Mente Pode Destruir (1981) marcou uma geração em especial devido a uma única cena, em que a cabeça de um infeliz é desmantelada após explodir num confronto mental demonstrando toda a periculosidade da telecinese – tópico de fascínio na época. De certa forma, era o passo além de Carrie – A Estranha, obra de Stephen King e Brian De Palma que apresentava uma adolescente descobrindo a força de sua mente.

Aqui, os chamados Scanners são justamente pessoas que possuem o dom de ler pensamentos, influenciar decisões e inclusive destruir qualquer coisa e qualquer um, como diz o subtítulo em português. Michael Ironside já marcava a cultura pop mostrando que viria a se tornar um dos atores-personagens preferidos na hora de elencar o vilão de seu filme. Aqui ele vive Darryl Revok, o scanner “do mal”, que possui prazer sádico de ver a mente alheia explodir. Em seu encalço é escalado Cameron Vale (Stephen Lack), o scanner “bonzinho”, um andarilho recrutado para dar cabo dos rebeldes.

Sem qualquer envolvimento do criador Cronenberg, dez anos depois eram lançadas duas continuações. De qualidade bem mais duvidosa e estreando em vídeo em muitos lugares do mundo, o segundo Scanners apresenta uma conspiração governamental para utilizar scanners renegados a seu favor, enquanto o terceiro traz uma trama mais intimista com uma jovem scanner se tornando uma serial killer após o uso de uma nova droga experimental. Seu irmão, igualmente um scanner, parte em seu encalço para faze-la parar.

‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccon City’ arrecada US$ 2,5 milhões em seu primeiro dia nos EUA

Resident Evil: Bem-Vindo a Raccon City‘ estreou na quinta posição nos EUA no feriado de Ação de Graças, que aconteceu nesta quarta-feira, dia 24.

O filme abriu com US$ 2,5 milhões, e deve arrecadar US$ 7,7 milhões no final de semana e $ 11,9 milhões para cinco dias do feriado prolongado.

O primeiro filme da franquia foi lançado em Maio de 2002 e arrecadou US$ 17,7 milhões no final de semana.

A animação ‘Encanto‘ abriu com US$ 7,5 milhões, incluindo as prévias de terça-feira.

De acordo com o Deadline, a animação que menos arrecadou no feriado foi ‘O Bom Dinossauro‘ (2015), da Pixar, que ainda assim abriu com US$ 9,76 milhões, e acumulou US$ 55,4 milhões ao fim do feriado de cinco dias.

Apesar de ‘Encanto’ não garantir uma abertura surpreendente para uma animação da Disney, o título conseguiu ultrapassar o aguardado ‘Casa Gucci’, que conquistou US$ 4,2 milhões no primeiro dia de exibição nos EUA. Além disso, projeções indicam que ‘Casa Gucci‘ pode faturar US$ 14,3 milhões ao fim dos três primeiros dias em cartaz, e US$ 21,7 milhões em cinco.

O Renato Marafon entrevistou com EXCLUSIVIDADE o astro Robbie Amell, que vive Chris Redfield no terror.

Na entrevista, Amell revela ser um grande fã da franquia com estrelada por Milla Jovovich, revela quais foram os desafios em viver o amado personagem, conta qual game deve ser adaptado na sequência e ainda revela que ama ‘Velozes & Furiosos 5: Operação Rio‘ por que ama o Brasil.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Johannes Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

‘Cowboy Bebop’: Vídeo revela os divertidos bastidores da adaptação; Assista!

Para promover o lançamento da série live-action ‘Cowboy Bebop‘, a Netflix divulgou um novo vídeo divertido revelando os bastidores da produção.

Confira:

Vale lembrar que a primeira temporada já estão disponível na Netflix!

O elenco conta com John Cho, Mustafa Shakir, Daniella Pineda, Elena Satine e Alex Hassell.

Andre Nemec, Josh Appelbaum, Jeff Pinkner, e Scott Rosenberg são os produtores executivos. O diretor da produção original, Shinichiro Watanabe, atuará como consultor.

Com toques de filosofia, diálogos profundos e psicológicos, o anime ‘Cowboy Bepop’ traz a história de um grupo de caçadores de recompensa que viaja em uma nave intitulada Bepop. E, à medida que eles procuram trabalho, as conversas vão se tornando ainda mais interessantes e reflexivas.

‘As Marvels’: Imagem dos bastidores revela o novo traje da Ms. Marvel; Confira!

Através do Twitter, uma fan page dedicada a novidades deAs Marvels compartilhou uma imagem dos bastidores revelando novo traje da Miss Marvel (Iman Vellani).

A nova vestimenta da personagem é bem semelhante àquela que ela vai vestir na sua própria série, apesar dos tons de cores diferentes e dos detalhes nos ombros.

Confira e compare:

“A primeira foto de dos bastidores de ‘As Marvels‘ vazou online – mostrando Iman Vellani vestida como a Ms. Marvel!”

Lembrando que ‘As Marvels‘ chegará aos cinemas em 17 de fevereiro de 2023.

Anteriormente, a diretora Nia DaCosta conversou com a Variety sobre sua abordagem para o aguardado filme.

“Posso falar que é uma [produção] bastante diferente. Mas estou obcecada sobre como todos nós lidamos com nossa dor e nosso trauma, e há algo disso na história”, ela falou.

Em outra entrevista, dessa vez ao Entertainment Weekly, ela exaltou o fato de ter liberdade o suficiente para fornecer sua própria visão à história.

“É incrível. É muito mais liberdade do que tive em qualquer outro projeto. É ótimo, porque somos todos grandes nerds de quadrinhos que querem fazer um grande filme de quadrinhos”.

“É muito menos traumatizante, com certeza. Mas esse filme também lida com coisas pessoais, específicas, às vezes tristes. Mas não, tem sido incrível trabalhar em um mundo diferente, com certeza”.

Brie Larson retorna como a Capitã Marvel/Carol Danvers. O elenco também conta Park Seo-joon (‘Parasita’) e Teyonah Parris (‘WandaVision’).

Megan McDonnell assina o roteiro.

Fique ligado para mais informações!

A Hora do Espanto (2011) | Remake do querido terror dos anos 80 completa 10 anos e está no Star+

É seguro dizer que desde meados da década de 2000, Hollywood passou por uma avassaladora onda de refilmagens. Tudo e mais um pouco que podemos pensar em matéria de filme ganhou nova roupagem no período – que para muitos só enfatizava a cada vez mais crescente falta de criatividade contida na indústria de Hollywood. No centro do alvo estava uma década específica, muito querida por todos que cresceram nela e até mesmo por quem não era vivo e apenas ouvia falar: os anos 80, é claro. Se pensarmos em como essa época foi revisitada pelos realizadores dos anos 2000, nos perderemos na imensidão de produtos recauchutados para os novos tempos – além das refilmagens estavam os reboots e as continuações.

Nessa época, diversas propriedades cultuadas e queridas pelo grande público foram revisitadas. A maioria rendendo revisões aquém de seus potenciais. Uma delas foi a nova versão de A Hora do Espanto. O que levou o cineasta Tom Holland (não, não aquele do Homem-Aranha) a criar a história do filme original de 1985 foi a paixão pelos filmes de terror e a paixão pela nostalgia do passado. Em meados da década de 1980, o cinema de terror era dominado por produções adolescentes e slashers, que centravam suas tramas em um psicopata mascarado perseguindo jovens. Pode até ser divertido, mas não era muito criativo. Holland cresceu com os clássicos do gênero e adorava filmes de vampiros, por exemplo. Monstros icônicos e atemporais.

Leia também: A Hora do Espanto (1985) na Netflix | Relembre o Clássico do Terror disponível na plataforma

Assim, o diretor decidiu revisitar um tipo de filme feito no passado, mas acrescentando um frescor de modernidade. Esse seria um filme de vampiros passado no presente de 1985, e falaria sobre como um adolescente lidaria com este tipo de problema naquela época “descolada”. Ah sim, mas esse não seria um adolescente comum. Assim como o próprio Holland, Charley Brewster – o protagonista – era um rapaz aficionado pelo gênero do terror, que conhecia como ninguém toda a cartilha deste tipo de filme. Sua diversão era passar noites “maratonando” este produto na TV, e numa época em que a Netflix ainda não existia, a solução era recorrer aos programas exibidos na telinha, especializados neste tipo de produção. Essa brincadeira metalinguística, repleta de humor autoconsciente (como por exemplo adereçar no filme a predileção dos jovens da época por slashers) é o ponto forte de A Hora do Espanto.

Pulamos para 2011, uma época já regida por adaptações, continuações e refilmagens – a tríade que dita Hollywood deste então. Na hora das marcas pré-estabelecidas não existe muito espaço para criações originais. Bem, ao menos não no cinemão-produto-entretenimento, onde as apostas e riscos são mais altos. Neste contexto nasce o conceito para a refilmagem de A Hora do Espanto. Não é tanto pela vontade ou por achar que algo de novo precisa ser dito. A investida soa mais como algo cínico de se manter uma marca em evidência. Soa como se o estúdio tivesse vasculhado suas propriedades e decidido que estava na hora de uma recauchutada em Fright Night. No comando, Craig Gillespie, que havia chamado atenção no indie A Garota Ideal (2007) – o filme em que Ryan Gosling arruma uma boneca como namorada -, foi contratado para a direção. Ou seja, vindo de um trabalho conceitual e “estranho”, mostra-se que a pegada para o remake partiria de tais características e não da paixão pelo terror – como no original.

Mas se por um lado o diretor Gillespie investiria em um produto diferenciado, no roteiro tínhamos uma verdadeira especialista no gênero vampiros. Marti Noxon é a roteirista e produtora de um verdadeiro ícone dos anos 1990, a série Buffy – A Caça-Vampiros – que pode ser considerada uma descendente à altura de A Hora do Espanto (1985) para a década seguinte. O resultado da refilmagem, no entanto, demonstra que em algum momento os estilos dos artistas não dialogaram. Desta forma, o remake de A Hora do Espanto se mostra um filme com ideias e conceitos interessantes, mas que em tela nunca conseguem atingir todo o seu potencial.

Para começar, podemos dizer que A Hora do Espanto (2011) usa como base o que toda reimaginação deveria querer atingir: não é uma cópia carbono de seu original. O novo filme muda locações, elimina personagens, muda características e personalidades de muitos deles e inclusive sua dinâmica, além de acrescentar inúmeras novidades e cenas diferenciadas. Em sua essência possui a forma das melhores refilmagens. Para se contar uma história de vampiros, nada melhor do que centrar a narrativa na cidade de Las Vegas. A cidade do pecado, como é conhecida, além de exalar um teor lascivo esperado neste tipo de conto, ainda traz o elemento de ser um local onde muitos trabalham à noite e durante as madrugadas, dormindo durante o dia em suas casas com janelas de vidro fumê. “Aqui é Las Vegas, muitas pessoas tem o vidro preto em suas janelas”, diz um dos personagens. Perfeito.

Em resumo, o protagonista Charley era um nerd, o típico personagem boa-praça que permeava os filmes da década de 1980. Com a nova década, Charley, nas formas do saudoso Anton Yelchin, evoluiu e amadureceu. Ele agora não anda mais com “perdedores” como Evil Ed, e quer pertencer à turma dos descolados do colégio, o que inclui sua popular namorada Amy. Aqui, é Evil Ed (papel de Christoper Mintz-Plasse – o eterno McLovin de Superbad) quem assume basicamente o papel do Charley original: um amente de terror, que sabe tudo sobre vampiros e junta “um mais um” ao descobrir que os estudantes de seu colégio estão desaparecendo. É ele quem segue Jerry, o novo vizinho de seu melhor amigo, e aos poucos soma provas de que o sujeito seja na verdade um sugador de sangue das trevas.

Aqui existem dois problemas no roteiro. Como dito, a intenção era boa, mas talvez por intromissão de produtores, os arcos nunca terminam de forma completa. É quase impossível torcer para o protagonista vivido por Yelchin. Ele é o sujeito que virou as costas ao melhor amigo do passado e por causa dele é que o rapaz termina virando alvo do vilão e se tornando ele mesmo um ser amaldiçoado. Fora isso, o novo Charley não tem ressalvas ao eliminar o ex-amigo, agora uma criatura das trevas. E a mensagem implícita nisso tudo é bem torta. O texto de Noxon não traz redenção para Charley. Outro detalhe é que Evil Ed, por mais que qualquer ator jamais pudesse equiparar o retrato único de Stephen Geoffreys no personagem, o que poderia ser capturado com a escalação de Mintz-Plasse no papel seria o misto de doçura ingênua com a acidez “sacana” contida no personagem do ator no citado Superbad (2007). E toma-lhe piada sobre Crepúsculo – na época a franquia sobre os vampiros apaixonados ainda estava a toda, e qualquer menção a sanguessugas precisava alfinetar a obra mirada para as meninas adolescentes.

Outro ponto que devo adereçar como uma das maiores fragilidades deste remake é o fato da roteirista não conseguir criar sequer um personagem interessante, carismático ou com quem nos importemos. Não torcemos por ninguém porque não existe identificação como no original. Charley no passado era um adolescente comum, com paixões e questões. O novo Charley é em sua essência um “babaca”. É como se o filme enaltecesse tal comportamento equivocado e punisse um tipo de comportamento mais humano e afetuoso. Os personagens principais por quem deveríamos torcer e nos identificar possuem desvios de caráter tão reprováveis que nos pegamos nos perguntando a qual elemento redentor deveríamos nos agarrar. Sem falsos moralismos, nada contra personagens politicamente incorretos, mas nestes casos precisa igualmente haver algum nível de interesse, alguma característica curiosa ou inventiva sobre aquela pessoa que cause atração. É assim na vida real quando conhecemos qualquer um. E é assim no cinema quanto nos deparamos com personagens em um filme.

Quem se sai melhor em seu retrato – embora por vezes caricato e exagerado – é Colin Farrell. Afinal, ser sedutor e carismático parece vir naturalmente para o ator. Farrell cria um Jerry Dandrige (embora seu sobrenome não seja mencionado no filme) musculoso, que vive de camisetas, é prestativo e habilidoso com trabalho braçal. Existe uma diferença na abordagem que Chris Sarandon deu ao original, um retrato mais suave e sofisticado, que tinha a ver com a clássica interpretação de vampiros do passado, como o Drácula. O de Farrell é dono de um sex appeal moderno e vigarista – um sedutor de Las Vegas que faz piadinhas machistas para policiais quando estes suspeitam de algo nebuloso em sua residência. “Ouviram um grito vindo de sua casa”, dizem as autoridades; “Certamente a fiz gritar”, retruca o patife. É reportado que essa interpretação de Jerry soava demais como um predador sexual para Farrell, que reclamou e pediu que esta característica fosse mudada ou abrandada. Mas nenhuma mudança foi realizada.

Sim, é verdade que a mãe de Charley (Judy no original, e aqui Jane) recebeu mais destaque e interação na trama uma vez que foi contratada a indicada ao Oscar Toni Collette para o papel. Porém, quando o roteiro necessita, a tira de cena sem cerimônia da forma mais banal e fácil, e a mantém afastada durante todo o terceiro ato. Ah sim, o remake elimina um dos personagens mais interessantes do original, cuja dinâmica com Jerry acrescentava certo tom homoerótico subliminar ao filme: Billy Cole (Jonathan Stark), o “guardião” de Jerry, que zelava por seu sono diurno. Em seu lugar, o remake adiciona mais personagens desagradáveis, na forma dos valentões do colégio, encabeçados pelo Mark de Dave Franco que muito pouco adicionam à trama, somente mais aborrecimento.

Finalizando as alterações criativas dos personagens – cujo resultado final não deram muito certo – está um dos pilares desta história. De fato, o cineasta Tom Holland disse que só tinha um filme a partir do momento em que criou o personagem Peter Vincent, uma mistura de figuras como Vincent Price e Peter Cushing, veteranos de filmes de terror e vampiros da década dourada do cinema britânico de gênero. O sujeito era um ator no ostracismo, que sobrevivia apostando na nostalgia e apresentando um programa típico da época: maratonas de filmes de terror na TV. Tudo a ver com a proposta.

Mas como modernizar Peter Vincent, uma vez que tais formatos de programa na TV não existem mais e nem mesmo o protagonista tinha uma forte ligação com os filmes de terror? Estando esta trama situada em Las Vegas, a melhor solução encontrada pelo roteiro foi transformar Peter Vincent em um mágico, destes que se apresentam em espetáculos nos palcos – que são verdadeiras superproduções. Algo muito comum na cidade. E no caso deste, voltado a um teor assustador de vampiros. Mais do que isso, seguindo a tendência do período em que tudo precisava estar interligado na trama, a família de Peter Vincent havia sido morta por um vampiro em sua infância. E você ganha um prêmio se adivinhar quem era esse vampiro.

Incrivelmente, apesar de todos os seus problemas, o remake de A Hora do Espanto não foi um destroçado por críticos. Pelo contrário, o longa soma 72% de aprovação no Rotten Tomatoes. Tudo bem que não se compara aos 92% de aprovação do original, mas levando em conta toda a sua bagagem, em especial o fato de ser uma refilmagem de um produto querido, a reimaginação, ao menos com os especialistas, não fez feio. Porém, aqui ocorre uma inversão de valores, com este se tornando um daqueles filmes que o público (e os fãs) divergem fortemente dos críticos. Os maiores algozes de A Hora do Espanto (2011), justamente foram aqueles para os quais o filme foi feito. Com um orçamento de US$30 milhões aproximadamente, a produção recuperou em bilheteria para a Disney (sim, esse foi um remake da Disney em parceria com a Dreamworks) algo em torno de US$18 milhões nos EUA, e US$41 milhões, apenas conseguindo se pagar – e em seu país de origem nem isso. Quem sabe com o advento da plataforma Disney+ o estúdio não se anima de criar uma série adaptando novas aventuras assustadoras de Charley, Jerry Dandrige e Peter Vincent.

‘Downton Abbey 2’: Cartaz da sequência destaca os personagens principais; Confira!

Depois do trailer, a Universal Pictures divulgou um cartaz promocional da sequência ‘Downton Abbey 2: Uma Nova Era‘, destacando o nome dos protagonistas.

Confira:

Vale lembrar que o longa estreia no dia 18 de março de 2022.

De acordo com o criador da série, Julian Fellowes, todo o elenco original retornará, com quatro novas adições: Hugh Dancy (‘Hannibal’), Dominic West (‘The Affair’), Laura Haddock (‘Os Demônios de Da Vinci’) e a atriz francesa Nathalie Baye.

Seus papéis estão sendo mantidos em segredo, assim como a trama do novo filme.

Simon Curtis (‘Meu Amigo Enzo’) será responsável pela direção.

Fellowes voltará a escrever o roteiro do novo filme.

“Não há nada melhor do que estar em casa para os feriados e não podemos imaginar um presente melhor do que nos reunirmos com Julian, [o produtor] Gareth Neame e toda a família Downton em 2021 para trazermos os Crawleys de volta aos fãs,” afirmou Peter Kujawski, presidente da Focus Features.

O filme original foi um grande sucesso, arrecadando quase US$ 200 milhões mundialmente.

SUCESSO! Saiba Quais Filmes Mais Arrecadaram Dinheiro nos Anos 90

Recentemente aqui no CinePOP, divulgamos as maiores bilheterias da década de 1980. E para surpresa de muitos, no topo do ranking do período talvez não tenha ficado o filme esperado. Você pode conferir a lista completa abaixo.

As Maiores Bilheterias dos Anos 80

Agora, resolvemos fazer o mesmo com a década seguinte, os anos 90. Sim, a década em que toda uma geração de fãs de cinema cresceu será a homenageada da vez. E assim como na lista anterior, levaremos em conta os números nas bilheterias mundiais. Portanto, esperem muitas produções de gente tarimbada, além de algumas surpresas. Sem mais delongas, vamos conhecer. E não esqueça de comentar ao final.

10 | Armageddon (1998)

A década de 1980 foi marcada por grandes franquias como Indiana Jones e Star Wars. Surpreendentemente, a década seguinte, viu produções originais conquistarem as dez primeiras posições. Sim, ainda são grandes blockbusters, mas muitos dos quais não se tornaram franquias. Como é o caso de nossa décima posição: Armageddon. O filme sobre um grande meteoro vindo para se chocar com a Terra, foi uma das duas produções do ano a abordar o tema (a outra sendo Impacto Profundo). Aqui, grandes nomes como Bruce Willis (que emplacou dois filmes no top 10), Ben Affleck (que ascendia ao estrelato) e Liv Tyler protagonizam o drama de ação, dirigido por Michael Bay – que viria a se tornar um grande diretor na indústria, para o bem ou para o mal. O longa cataclísmico se tornou um fenômeno no fim da década e arrecadou US$533 milhões.

09 | Homens de Preto (1997)

Sim, e vocês tinham dúvidas de que o Midas de Hollywood voltaria na década seguinte? Depois de ter criado os blockbusters com Tubarão (1975) e marcado a década de 1980 com cinco de suas maiores bilheteiras (E.T., a trilogia Indiana Jones e De Volta para o Futuro, como produtor), Steven Spielberg volta ao ranking no terreno da produção. O cineasta está por trás de Homens de Preto, no cargo de produtor deste filme sobre uma agência ultrassecreta do governo monitorando a vida alienígena em nosso planeta. Baseado em uma HQ obscura, o filme levado no tom de comédia é dirigido por Barry Sonnenfeld (A Família Addams) e traz o equilíbrio perfeito entre o durão Tommy Lee Jones e o carismático Will Smith. Homens de Preto serviu para transformar Smith, um ator vindo da TV, num dos maiores astros da década. O filme arrecadou US$589 milhões ao redor do mundo.

08 | O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997)

Outra produção de 1997 e… você adivinhou, o dedo de Spielberg metido no longa. Aqui, Spielberg comanda a obra como diretor, e continua seu sucesso estrondoso de 1993. Um filme que não pedia continuação, mas a bilheteria astronômica do original falou mais alto e um novo rio de dinheiro correu para os cofres da Universal com esta sequência. O cineasta também teve um desafio aqui, e conseguiu criar uma obra bem diferente de seu predecessor, que guarda seus bons momentos, jogando a ação desta vez num ambiente sem cercas ou grades. É como se os personagens voltassem no tempo para interagir com dinossauros em seu próprio ambiente. Não chega ao nível de excelência do anterior, mas consegue pairar acima do que a franquia se tornou em seus últimos exemplares: obras mecânicas, sem alma e sem qualquer impacto de seus efeitos. O Mundo Perdido somou US$618 milhões pelo mundo.

07 | O Sexto Sentido (1999)

O item acima pode ser considerado a primeira franquia da lista, já que Homens de Preto lançou na década seu primeiro filme, que poderia não funcionar. Mas aqui voltamos para uma obra que nunca teve uma continuação. Na verdade, O Sexto Sentido serviu para transformar seu diretor, M. Night Shyamalan em sua própria franquia milionária, ou um diretor-estrela. Com uma voz autoral tão impactante quanto a de Quentin Tarantino – em filmes ainda mais comerciais e lucrativos -, o cineasta indiano emplacava um sucesso atrás do outro em seus primeiros longas. Mas como sabemos, um tempinho depois, cairia em desgraça, vindo a recuperar seu prestígio somente agora.

Seja como for, O Sexto Sentido é cinema em toda a sua magnitude e excelência. Um primor de roteiro, atuações de primeira (com indicações ao Oscar para o menino Haley Joel Osment e Toni Collette) e uma direção precisa de Shyamalan, o filme colocou o gênero terror de novo no radar. Além destas indicações, num total de seis, O Sexto Sentido ainda foi nomeado para melhor diretor e melhor filme. A obra está entre as 200 preferidas do grande público de todos os tempos e arrecadou US$672 milhões pelo mundo.

06 | Forrest Gump (1994)

Aqui não temos Spielberg exatamente, mas temos um de seus maiores pupilos e colegas, o diretor Robert Zemeckis. Em seu início de carreira, Zemeckis teve a trilogia De Volta para o Futuro e Uma Cilada para Roger Rabbit produzidos por Spielberg. Em meados da década de 1990, caminhava por conta própria e emplacava o que foi, naquela época, seu filme mais maduro. A história de um rapaz autista que perpassa por toda a história recente norte-americana interagindo e a modificando marcou o período, se tornou um fenômeno e ganhou muitos prêmios. Além de melhor filme e diretor no Oscar (num total de 13 indicações e 6 vitórias), Forrest Gump ainda deu o segundo prêmio de melhor ator para Tom Hanks, pelo segundo ano consecutivo (o primeiro sendo por Filadélfia). O filme é o número 14 na preferência do grande público de todos os tempos – o que é um feito popular extraordinário –e juntou US$678 pelas bilheterias mundiais.

05 | Independence Day (1996)

Um verdadeiro fenômeno, esta superprodução da Fox apresentou para a época uma invasão alienígena sem precedentes para o cinema blockbuster. Em matéria de efeitos especiais, foi o filme que mais chamou atenção depois de Jurassic Park (1993) no período. No longa de Roland Emmerich (diretor que ficaria famoso ao pegar o filão do cinema entretenimento megalômano – seguindo esta produção com Godzilla, 1998), uma raça alienígena invade a Terra destruindo nossa planeta, e começando com a Casa Branca (que fez plateias vibrarem). Coube aos humanos revidar no dia da independência americana. Entre outras coisas, Independence Day mostrou ao mundo quem era o carismático Will Smith (que viria a se consolidar como astro em outra obra sobre alienígenas, a citada Homens de Preto). Vinte anos depois, os produtores resolveram continuar a história e o resultado foi o morno (para dizer no mínimo) Independence Day: O Ressurgimento. O Primeiro filme arrecadou US$817 milhões ao redor do mundo.

04 | O Rei Leão (1994)

Enquanto a versão em live action acumula um montante absurdo, se tornando a segunda maior bilheteria de 2019, o material fonte, a animação original de 1994, já demonstrava um feito impressionante. A maior animação da Disney até então, a história do leãozinho Simba conseguiu escalar e superar enormes sucessos da época, como A Pequena Sereia (1989), A Bela e a Fera (1991) e Aladdin (1992). Depois de roteiros com personagens humanos, a Disney voltava a apostar em histórias com animais falantes, e aqui tal tipo de narrativa atingia o ápice, adicionando elementos shakespearianos. O Rei Leão já inspirou de tudo, até peça teatral pelos palcos de vários países, e definitivamente é um dos maiores sucessos do estúdio do Mickey. O longa animado está entre os 35 melhores filmes de todos os tempos na opinião do grande público e somou US$968 milhões ao redor do mundo.

03 | A Ameaça Fantasma (1999)

Agora a brincadeira ficou séria. Este é o primeiro filme a ultrapassar a barreira do bilhão na lista (mostrando que apenas três filmes nos anos 1990 foram capazes de realizar tamanho feito) – o que afirma uma década mais lucrativa em relação à anterior. E como não poderia deixar de ser, se temos um filme da franquia Star Wars num ano ou numa década, pode ter certeza que ele irá figurar entre os mais rentáveis. Com o Episódio I não foi diferente. Mais ainda, A Ameaça Fantasma foi o primeiro filme lançado nos cinemas a estampar o logo da franquia Star Wars desde o início da década de 1980, quando O Retorno de Jedi (1983) encerrava a história. Aqui, George Lucas, o criador, decidia voltar a tal universo e contar a infância do vilão Darth Vader – ainda um menino em seus nove anos de idade. Ou seja, imagine a expectativa. Hoje, o filme viveu para se tornar o episódio mais odiado da franquia, mas isso é outra história. A Ameaça Fantasma arrecadou US$1.027 bilhão ao redor do mundo.

02 | Jurassic Park (1993)

Bem, vocês sabiam que ele viria. Já nos referimos a ele em algumas posições anteriores na lista. E se sua continuação O Mundo Perdido já havia aparecido, nada mais natural do que ele aparecer também. Revolucionário para a indústria do cinema no quesito efeitos especiais, Jurassic Park foi produzido numa época em que os filmes realmente contavam boas histórias e os efeitos eram apenas parte da narrativa. Hoje em dia, os novos episódios deste mesma franquia incluídos, os filmes parecem se segurar apenas pelos efeitos, com grandes crateras onde deveria ser o roteiro.

Jurassic Park foi precursor e talvez esta nova geração já nascida na era do CGI nunca consiga compreender o que significou. James Cameron já havia brincado com tais efeitos criados por computador em O Segredo do Abismo (1989) e O Exterminador do Futuro 2 (1991), mas foi Spielberg e seu Jurassic Park que fizeram a cabeça do público explodir com sua criação, que trouxe de volta à vida criaturas pré-históricas. Afinal, este era o mote do filme e ele não funcionaria sem tais efeitos pra lá de realistas. A obra arrecadou US$1.029 bilhão pelo mundo.

01 | Titanic (1997)

Por falar em James Cameron, o cineasta foi por muitos anos retentor do primeiro lugar do pódio, tendo dirigido o filme mais lucrativo de todos os tempos. O diretor audacioso, autoral e pra lá de criativo, sempre deu sinal de sua coragem artística dentro do cinema comercial. Tudo começou com O Exterminador do Futuro (1984). A continuação de 1991 foi simplesmente revolucionária e a maior bilheteria de seu respectivo ano. Mas após alguns filmes de ação e ficção muito eficientes, elogiados e bem sucedidos, Cameron dava seu passo mais ambicioso – e isso falando de um cineasta acostumado a grandes produções e orçamentos largos.

Titanic era uma constante dor de cabeça em sua produção, extrapolando o orçamento, quase falindo a FOX e sofrendo adiamentos constantes. O estúdio estava pronto para decretar seu novo fracasso, quando Cameron provou que todos estavam errados, e emplacou o maior sucesso do cinema de todos os tempos. Com US$2.187 bilhões, Titanic foi por 12 anos a maior bilheteria da história do cinema. Isto até outra produção do próprio Cameron roubar o trono. É claro que estamos falando de Avatar (2009), que foi igualmente destronado este ano por Vingadores: Ultimato. Seja como for, a história fictícia de um romance dramático, incluído na trágica história real de um dos maiores desastres da humanidade, fez o público retornar inúmeras vezes aos cinemas.

Conheça mais alguns fenômenos de bilheteria da época:

11 | O Exterminador do Futuro 2 (1991) – US$520 milhões
12 | Ghost (1990) – US$505 milhões
13 | Aladdin (1992) – US$504 milhões
14 | Toy Story 2 (1999) – US$497 milhões
15 | Twister (1996) – US$494 milhões
16 | O Resgate do Soldado Ryan (1998) – US$482 milhões
17 | Esqueceram de Mim (1990) – US$476
18 | Matrix (1999) – US$463,5 milhões
19 | Uma Linda Mulher (1990) – US$463,4
20 | Missão: Impossível (1996) – US$457 milhões
21 | Tarzan (1999) – US$448 milhões
22 | Uma Babá Quase Perfeita (1993) – US$441 milhões
23 | A Bela e a Fera (1991) – US$425 milhões
24 | Dança com Lobos (1990) – US$424 milhões
25 | A Múmia (1999) – US$415 milhões
26 | O Guarda-Costas (1992) – US$411 milhões
27 | Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões (1991) – US$390 milhões
28 | Godzilla (1998) – US$379 milhões
29 | True Lies (1994) – US$378 milhões
30 | Toy Story (1995) – US$373 milhões

Astro de ‘Shang-Chi’ quer enfrentar o Wolverine na sequência

Em entrevista ao ComicBook.com, o astro Florian Munteanu, que interpretou Razorfist no elogiado ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, revelou que o público pode esperar seu retorno para a sequência da ação – e ele até mesmo já escolheu quem gostaria de enfrentar.

“Há muito a se contar com esse personagem. Como você sabe, ele tem duas lâminas nos quadrihos e um belíssimo confronto, e os fãs estão me mandando coisas dos quadrinhos em que Razorfist se encontra com Wolverine, o que acho que seria um confronto incrível – lâmina contra lâmina”, ele contou.

Em outra entrevista, dessa vez para o Pop Culture, Munteanu contou mais sobre o que espera ver do personagem no futuro.

“Eu quero seguir exatamente o caminho que começamos a traçar para o personagem. Eu quero mostrar que ele é mais do que apenas um soldado. Eu sinto que em vislumbres você pode ver que ele representa os valores corretos. Nós o vemos como um soldado, mas o vemos como um soldado leal a quem ele serve: os Dez Anéis e a organização, sua família. Isso por si só mostra que há mais nele do que apenas receber ordens e executá-las.”

Ele continuou, falando que algumas das cenas deletadas do filme mostrariam esse lado mais humano do personagem:

“Quando vemos as cenas deletadas, sinto que temos uma visão melhor de Razor Fist, seu lado emocional, que ele tem muito coração, que há muito mais coisas com as quais ele se preocupa além de lutar ou executar ordens ou até mesmo com os Dez Anéis. Eu mostrar exatamente isso, porque sinto que o lado dramático é uma das minhas maiores forças e quero colocar essa força no Razor Fist também.”

Lembrando que ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ já foi adicionado ao catálogo da Disney+, e a plataforma também lançou um especial explorando os bastidores da adaptação estrelada por Simu Liu.

O especial faz parte da série Marvel Studios Avante, que traz curiosidades por trás das câmeras das atuais produções do estúdio, como ‘WandaVision’, ‘Falcão e o Soldado Invernal’, ‘Loki’ e ‘What If…?’.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ se tornou um dos mais recentes sucessos da Marvel Studios e conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias ao redor do mundo.

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Na trama, Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

Confira a nossa crítica:

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

 

‘The Score’: Thriller musical com Will Poulter ganha trailer oficial; Confira!

thriller musical ‘The Score’, estrelado por Will Poulter (‘Maze Runner’, ‘Midsommar’), ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

O filme marca a estreia diretorial de Malachi Smyth.

Dois vigaritstas estão em uma missão através da qual esperam transformar as próprias vidas. Em um café de estrada, conforme esperam por um encontro, um deles se apaixona pela garçonete local e começa a se questionar sobre as escolhas que fez – enquanto uma ameaça real está cada vez mais próximo deles.

Johnny FlynnNaomi Ackie completam o elenco.

‘The Score’ ainda não tem data de estreia definida.

10 ÓTIMAS séries para você assistir no Paramount+

Um dos mais recentes streamings disponível no Brasil, a cada novo mês apresenta seriados interessantes em seu catálogo digno de maratonas para todos nós que amamos o universo dos seriados. Para ajudar você leitor com algumas dicas, reunimos aqui nessa matéria algumas das grandes séries desse streaming:

 

Os Donos de Kingstown

Criado pela dupla Hugh Dillon e Taylor Sheridan, Os Donos de Kingstown é uma das series mais aguardadas de 2021. Reunindo os atores Dianne Wiest, Jeremy Renner e Kyle Chandler o seriado conta a história dos irmãos Mitch e Mike McLusky que agem como mediadores em Kingstown e, quando um jovem guarda, Sam, é incriminado por entregar uma carta para um prisioneiro, o trabalho do Mike é inocentá-lo. Os Donos de Kingstown é exclusivo da Paramount+ !

 

American RUST

Com uma narrativa lenta para os espectadores que gostam de refletir sobre as escolhas dos personagens, American Rust é mais uma série disponível somente na Paramount+ ! Na trama, ambientada em uma pequena cidade do cinturão da ferrugem no sudoeste da Pensilvânia, o chefe de polícia Del Harris (Jeff Daniels) investiga depois que um cadáver aparece em uma usina siderúrgica abandonada.

 

Dexter: New Blood

Depois de um final de série dos piores possíveis para uma das séries mais vistas da história da televisão norte-americana, Dexter volta para uma nova temporada depois de mais de uma década revisitando as inconsequências de um protagonista serial killer interpretado brilhantemente por Michael C.Hall. Dexter: New Blood é exclusivo da Paramount+ !

 

Yellowstone

 

Desde junho de 2018 em andamento, o seriado Yellowstone um elenco com nomes como: Kevin Costner, Luke Grimes, Wes Bentley, Danny Huston acompanhamos a saga de John Dutton que tenta proteger a fazenda das construtoras, de uma reserva indígena e do primeiro parque nacional dos Estados Unidos além de uma disputa dos filhos pela sucessão nos negócios do pai.

 

Your Honor

O obscuro universo das escolhas éticas em meio a dramas familiares. Criado por Peter Moffat e baseado em uma série israelense chamada Kvodo, Your Honor tem intensos 10 episódios e que ao longo de sua trajetória abre inúmeras portas de possibilidades através da eminência, do conflito entre duas famílias, representadas pelos pais. Mesmo buscando profundidade até mesmo onde poderia ser objetivo na superfície, o caminho até o clímax é lento e sempre deixando atento para o espectador, pequenas dicas sobre os destinos. Bryan Cranston e Michael Stuhlbarg, dois dos maiores atores da atualidade comandam o embaralhado castelo de cartas que é descontruído pela inconsequência dos atos de seus perigosos (cada um a seu estilo) personagens.

 

Yellowjackets

Um seriado bem forte disponível no catálogo da Paramount+ , sem dúvidas é esse Yellowjackets. Na história, um grupo de meninas campeãs regionais de futebol (o soccer mesmo) pegam um avião para disputas nacionais mas um acidente acontece, deixando as sobreviventes perdidas por meses no meio de uma naureza selvagem. Fazendo um ping pong com os dias atuais, aos poucos vamos descobrir todos os segredos de tudo que as sobreviventes passaram naquele lugar.

 

 

Schitt’s Creek

Pouco badalada mas com enorme sucesso de quase todos que já a viram, o seriado canadense Schitt’s Creek rapelou os emmys na cerimônia de 2020. A sitcom de seis temporadas (está no ar desde 2015) acompanha a doidinha família Rose, que tinha um empreendimento poderoso e rentável que por conta de uma enorme fraude financeira perde toda a fortuna. Sem terem para onde ir, lembram que compraram uma cidade em uma brincadeira e é pra lá que eles vão tentar se reerguer.

 

Two Weeks to Live

Protagonizada por um dos destaques de Game of Thrones, Maisie Williams, Two Weeks to Live mostra as escolhas de uma jovem chamada Kim que cresceu praticamente isolada do mundo, sendo criada somente por sua mãe. Em busca de vingança para entender a morte do pai, embarca em jornada cheia de obstáculos.

 

Escape at Dannemora

Benicio Del Toro as Richard Matt and David Morse as Gene Palmer in Escape at Dannemora (Episode 1). -Photo: Chris Saunders/SHOWTIME -Photo ID: DANNEMORA_101_1278

Considerada uma das melhores minisséries do ano de 2019, Escape at Dannemora , baseada na fuga massiva de uma prisão em plena em Nova Iorque, em 2015, mostra um recorte de  perseguição a dois assassinos condenados, que foram ajudados em suas fugas por uma funcionária com quem ambos se envolveram sexualmente. O elenco é ótimo, como nomes como: Benicio del Toro, Patricia Arquette, Paul Dano, Bonnie Hunt e David Morse.

 

Twin Peaks

Uma das criações mais mirabolantes e geniais da mente criativa de David Lynch, que inclusive já enxergava o potencial do universo dos seriados, Twin Peaks mostra os obstáculos e incertezas do agente do FBI Dale Cooper que viaja para a pequena e quase desconhecida cidade de Twin Peaks para investigar o assassinato da jovem Laura Palmer.

‘A Volta ao Mundo em 80 Dias’: Série baseada no romance de Júlio Verne ganha trailer e data de estreia; Confira!

PBS divulgou hoje (25) o trailer oficial de A Volta ao Mundo em 80 Dias (‘Around the World in 80 Days’), série baseada no clássico romance de Júlio Verne.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia marcada para o dia 02 de janeiro de 2022.

Confira:

A narrativa é centrada em Phileas Fogg, um aventureiro que aposta 20 mil euros contra os membros do Clube da Reforma, garantindo que consegue circunavegar o mundo inteiro em apenas oitenta dias. Nessa jornada, ele é acompanhado pelo ajudante Jean Passepartout e pela jornalista Abigail Fix.

David Tennant dá vida a Phileas. O elenco também conta com Leonie BeneschIbrahim Koma.

Simon Crawford CollinsLionel UzanPascal BretonWinnie Serite entram como produtores executivos.