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‘Duna’: Adaptação de Denis Villeneuve estreia na HBO Max!

Depois de estrear nos cinemas de todo o mundo, a primeira parte da épica adaptação de ‘Duna‘ finalmente chegou à HBO Max.

O título foi disponibilizado hoje, dia 26 de novembro.

O filme arrecadou  US$ 351.2 milhões mundialmente nos cinemas. Nos EUA, o longa arrecadou US$ 93.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 258.1 milhões.

Assista ao trailer:

Segundo o jornalista Josh Encinias em atendimento a uma das sessões de Duna, o aclamado diretor Denis Villeneuve já deu início à produção da 2ª parte da adaptação – e que as filmagens devem começar em meados de 2022 (mais precisamente no dia 18 de julho do ano que vem).

Villeneuve já deu início à escrita do roteiro e começou a trabalhar no projeto antes mesmo de ganhar sinal verde na Warner Bros.. Segundo ele:

“Estou escrevendo a parte dois, agora, e me sinto com oito anos de idade de novo. Isso é muito incomum para mim. É a primeira vez que experimento ver um dos meus filmes e tenho um momento de pura gratidão, alegria e eu digo: ‘obrigado, vida, por me dar a oportunidade de trazer isso para as telas'”.

O diretor pretende fazer uma trilogia.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

‘Homem-Aranha 3’: Comercial traz cenas INÉDITAS do Electro e do Peter com a MJ

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa teve um novo comercial divulgado, para promover o lançamento em IMAX, e o vídeo traz algumas cenas inéditas.

Assista:

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Encanto’ abre com quase o dobro da bilheteria de ‘Casa Gucci’ nos EUA

A animação ‘Encanto‘ chegou aos cinemas norte-americanos na quarta-feira (24) de Ação de Graças e teve uma abertura de US$ 7,5 milhões, incluindo as prévias de terça-feira.

De acordo com o Deadline, a animação que menos arrecadou no feriado foi ‘O Bom Dinossauro‘ (2015), da Pixar, que ainda assim abriu com US$ 9,76 milhões, e acumulou US$ 55,4 milhões ao fim do feriado de cinco dias.

Apesar de ‘Encanto não garantir uma abertura surpreendente para uma animação da Disney, o título conseguiu ultrapassar o aguardado ‘Casa Gucci, que conquistou US$ 4,2 milhões no primeiro dia de exibição nos EUA.

Além disso, projeções indicam que ‘Casa Gucci‘ pode faturar US$ 14,3 milhões ao fim dos três primeiros dias em cartaz, e US$ 21,7 milhões em cinco.

Já o quadro de abertura de ‘Encanto gira em torno de US$ 26,1 milhões e US$ 38,6 milhões no mesmo período.

Com canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Tick Tick… Boom!’), ‘Encanto‘ também ficou a frente de ‘Ghostbusters: Mais Além‘, que ficou em segundo lugar, arrecadando US$ 5,5 milhões na quarta-feira.

Mesmo assim, o longa dirigido por Jason Reitman abriu com US$ 44 milhões no fim de semana de estreia no mercado interno e já conta com US$ 52,5 milhões… Uma marca que ‘Encanto‘ pode não ultrapassar.

Por outro lado, o badalado feriado de Ação de Graças acontece entre quarta e domingo e pode fazer da animação o título ‘para toda a família’ com os maiores números de abertura desde o início da pandemia.

Lembrando que ‘Ghostbusters: Mais Além‘ não se encaixa no termo pois ganhou classificação etária PG-13 em virtude de “ação sobrenatural e material sugestivo”.

A estreia menos impactante da semana foi a de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccon City‘, que fechou o primeiro dia com míseros US$ 2,5 milhões, com uma perspectiva de US$ 7,7 milhões em três dias, e $ 11,9 milhões para cinco dias.

Lembrando que Encanto‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.

Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.

Encanto‘ será a terceira animação da Disney nos últimos cinco anos a apresentar uma mulher não caucasiana como personagem principal, seguindo Moana (polinésia) e Raya e o Último Dragão (asiático).

O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).

Ator de ‘A Princesa Prometida’ volta a CRITICAR possível remake da Sony

Em 2019, a Variety publicou uma matéria insinuando que a Sony está interessada em um remake do clássico de fantasia A Princesa Prometida’, mas parece que a ideia não agradou a todos.

Na época, Cary Elwes, astro do filme, criticou a decisão em seu perfil do Twitter ao afirmar que “há poucos filmes perfeitos neste mundo. Seria uma pena arruinar a imagem deste.”

A notícia começou a circular após o presidente da Sony afirmar que “há um monte de gente interessada em fazer um remake do clássico.”

Mesmo que a notícia não tenha sido atualizada desde então, Elwes voltou a criticar a possibilidade durante uma recente entrevista para o The Hollywood Reporter.

Para ele, o filme de 1987 é uma obra amada e uma parte importante da cultura pop e é melhor não desgastar essa imagem com um remake.

“Muitos executivos de estúdios cinematográficos acreditam que quando eles fazem reboots ou remakes, eles já têm um público-alvo certo, então não precisam gastar com tanto marketing. É por isso que o cinema foi invadido por filmes desse tipo.”

Ele continuou:

“Eu entendo a motivação, mas minha teoria é, se o filme é popular e é bem feito, e as pessoas adoram, acho que é melhor não desgastar sua imagem. Se um filme conquistou o coração do público, então, não é uma boa ideia tentar revisitá-lo.”

Elwes também não é o único astro do filme a criticar a ideia…

Chris Sarandon, intérprete do Príncipe Humperdinck, disse o seguinte ao Comic Book:

“Não entendo por que alguém precisaria refazer ‘A Princesa Prometida’, porque é um filme tão específicos em seus efeitos ao público. É um filme icônicoem tantos aspectos e tem uma marca tão cultural que não vejo como um remake poderia ser outra coisa senão uma decepção para os fãs do original.”

Baseado no romance homônimo de William Goldman, ‘A Princesa Prometida‘ foi um sucesso de crítica, conquistandi 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

Além de Elwes, o filme também conta com Robin Wright, Peter Falk, Fred Savage, Betsy Brantley, Mandy Patinkin, Chris Sarandon, Christopher Guest, Wallace Shawn, Andre; o Gigante, Billy Crystal e Carol Kane.

 

‘Gossip Girl’: 2ª parte do reboot estreia na HBO Max; Assista ao trailer!

A 2ª parte da primeira temporada do reboot de Gossip Girl já estreou na HBO Max.

O primeiro episódio da nova leva foi lançado no último dia 25 de novembro, na plataforma de streaming.

A série foi criada por Joshua Safran, Stephanie Savage e Josh Schwartz.

Gossip Girl retorna como a principal fonte na vida escandalosa da elite de Nova Iorque. Uma nova geração de Upper East Siders é o alvo da blogueira, expondo seus escândalos, angústias e fofocas na nova era da mídia social.

O elenco conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Kristen Bell (‘The Good Place’) volta a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão.

‘The Witcher’: MONSTRO medonho aparece em novo vídeo da 2ª temporada; Assista!

The Witcher é uma das maiores sensações da história da Netflix e caminha para sua segunda temporada.

Para promover o próximo ciclo, a plataforma de streaming divulgou um clipe inédito que apresenta um novo monstro ao universo televisivo: a Centopeia Gigante, também conhecida como Miriápode.

Confira:

Lembrando que a 2ª temporada tem estreia marcada para 17 de dezembro.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Dominic Orlando, roteirista de ‘Mindhunter e ‘The OA’, morre aos 57 anos

De acordo com The Hollywood Reporter, o dramaturgo e roteirista Dominic Orlando (‘Mindhunter’) faleceu no último dia 17 após complicações devido a um câncer não especificado.

O cineasta tinha apenas 57 anos de idade e estava com sua família, em Washington, quando veio a óbito.

Nascido no Brooklyn em 1963, Orlando foi duas vezes indicado ao Writers Guild of America por seu trabalho como roteirista de ‘MindhuntereThe OA‘.

Ele também desempenhou a função no aclamado suspense dramático Them‘, série exibida pela Amazon Prime.

Além disso, ele foi produtor de ‘Outer Range‘ (Amazon Prime), ‘Retreat‘ (FX) e ‘Nightflyers (Syfy), série baseada no romance homônimo de George R.R. Martin, que acabou sendo cancelada.

Antes de migrar para a TV, Orlando começou sua carreira no teatro em 1992 e foi co-fundador da No Pants Theatre Company, sediada em Nova York, cuja missão era devolver ao teatro seu papel como um lugar onde a sociedade confronta com seu lado espiritual.

Antes de se mudar para Los Angeles e seguir carreira na televisão, ele também ajudou a estabelecer uma das maiores companhias de teatro de Minneapolis, a Workhaus Collective.

Através de um comunicado, sua família lamentou a perda com as seguintes palavras:

“Ele era aquela pessoa da qual todos queriam sentar ao lado no Dia de Ação de Graças, nos restaurantes em Minneapolis e nos churrascos de quintal em Los Angeles. Ele era o dono da voz mais alta, discutindo, falando, afirmando sua opinião firme e ainda assim, de alguma forma, ele sempre conseguiu ser um ouvinte empático e cuidadoso. Um mentor, amigo e uma alma profundamente generosa, ele passou sua vida construindo círculos sociais da mesma forma que construiu histórias, e ele era o coração de cada um desses círculos.”

Nostalgia? 10 Filmes Recentes que Parecem ter Saído dos anos 80 e 90

Cada década no cinema é reflexo de sua época e sociedade. Ou seja, é muito fácil identificarmos produções das mais variadas décadas apenas olhando para o conjunto que compõe o todo, vide figurinos, penteados, cenários, músicas, estilos, comportamentos, gírias e diálogos. Mas em especial o tipo de trama que estamos assistindo. Afinal, nosso mundo sempre em evolução deixa bastante datado o contexto das obras específicas de seu tempo. Isso é, ou quase.

O que acontece é que vira e mexe ganhamos em nossa época atual tipos de filmes que parecem parados no tempo. São produções que fazem uso de uma história ou estrutura narrativa muito conhecida para os que são um pouco mais velhos, pois já as viram inúmeras vezes no passado. É claro que os realizadores menos preguiçosos irão modificar uma coisa aqui e outra ali, em especial no que diz respeito a diálogos, colocando uma frase mais moderninha ou elemento atual. Apesar disso, na maioria dos casos a impressão que fica é que determinados filmes tiveram seus roteiros escritos lá nas décadas de 80 ou 90, e depois foram engavetados, vendo a luz do dia somente agora.

Pensando nisso, resolvemos formular uma nova matéria abordando 10 filmes recentes que facilmente poderiam ter sido gravados ainda nas décadas de 80 e 90, substituindo um CGI por um efeito prático aqui, ou um celular por telefone público ali. Confira abaixo.

A Mulher na Janela

O novo suspense da Netflix vem dando o que falar. Esse é mais um dos casos onde crítica e público parecem discordar. Enquanto o filme com a talentosa Amy Adams é destroçado pelos especialistas, os espectadores fizeram do longa o novo sucesso da plataforma, o fazendo adentrar na lista dos filmes mais vistos. Quem já conferiu, percebeu que ele possui certo “teor” recorrente de alguns filmes das décadas de 90, onde uma protagonista feminina se via no meio de uma trama misteriosa, geralmente usando como tema o cenário de uma casa ou apartamento, vide Morando com o Perigo (1990) e Mulher Solteira Procura (1992). Em se tratando de revelações de mistérios simplistas, podemos incluir O Colecionador de Ossos (1999) na lista – todos figurando facilmente como bons exemplares do Supercine.

Aqueles que Me Desejam a Morte

Estamos no ano de 2021, mas para que criar histórias modernas e únicas, quando Hollywood pode reciclar à exaustão o mesmo tipo de material que sempre usou, certo? Aqui, neste novo thriller de ação, que marca o retorno de Angelina Jolie ao gênero (com estreia programada para o dia 27 deste mês), a trama utilizada é a da criança em perigo que precisa ser protegida pela heroína. Nesta seara, James Cameron fez escola, com as superproduções Aliens – O Resgate (1986) e O Exterminador do Futuro 2 (1991). O mote também foi utilizado em Código para o Inferno (1998), com Bruce Willis.

Esquadrão Trovão

Essa comédia é mais uma produção lançada diretamente pela Netflix. A trama conta sobre duas amigas quarentonas e um pouco acima do peso, se descobrindo como as novas super-heroínas do pedaço, vividas por Melissa McCarthy e Octavia Spencer. Ao mesclar comédia com o gênero da ação e fantasia de super-heróis, o longa soa muito como um produto tipicamente das décadas de 80 e 90, quando não se sabia muito bem como transformar quadrinhos em filmes. A lista de filmes do gênero que apelaram para a galhofa é longa, mas podemos citar Superman 3 (1983), Batman Eternamente (1995), Batman & Robin (1997), O Juiz (1995) e Heróis Muito Loucos (1999).

Mulher Maravilha 1984

Por falar nos heróis da DC, o segundo filme da Amazona mais popular da cultura pop pegou tanta carona na nostalgia que terminou com gostinho requentado de alguma produção saída diretamente de tais décadas. Aqui temos diversos elementos anteriormente vistos, seja o tom de cores e o visual chamativo, as subtramas de trocas de corpo com Steve Trevor, o vilão que no passado era tímido e introvertido, até a trama central do objeto mágico que realiza desejos, tudo soa muito como se tivesse vindo do passado.

Os Novos Mutantes

Por mais que este último filme da FOX tenha a proposta diferenciada de mesclar os gêneros do terror e de super-heróis, muito anunciado como o pioneiro em tal feito, aqui podemos notar fortes influências de produtos do passado. De Clube dos Cinco (1985) temos os personagens disfuncionais reunidos na “detenção”, realizando um curso relâmpago em entrosamento. Fora isso, ecoa A Hora do Pesadelo 3 (1987), com jovens pacientes de uma instituição psiquiátrica precisando enfrentar com seus poderes um mal comum a todos.

Sonic: O Filme

Nos anos 80 e 90, era comum termos filmes com alguma criaturinha estranha que causa alvoroço, atrai a atenção de caçadores ou do governo, mas que na verdade é dócil e bondosa. A lista é grande e vai desde E.T. – O Extraterrestre (1982), passando por Um Hóspede do Barulho (1987), O Milagre veio do Espaço (1987), Howard – O Super-herói (1986) e a série Alf – O Eteimoso (1986). É claro que na época todos eram criações em animatrônicos, fantasias ou fantoches, e hoje confia-se quase que exclusivamente no CGI. Temos até o careteiro Jim Carrey no elenco, totalmente em modo anos 90.

Dolittle

Outro artifício tipicamente popular nos anos 80 e 90 eram os filmes de animais falantes. Talvez o maior expoente do subgênero seja Babe – O Porquinho Atrapalhado (1995), que recebeu indicação ao Oscar de melhor filme. Aqui, temos muitos animais falantes, todos propriamente gerados por CGI, para Robert Downey Jr. se divertir em tela (e talvez só ele). Fora isso, temos adicionada na mistura a história infantil criada por Hugh Lofting, que foi adaptada pela segunda vez ao cinema, de forma moderna, em 1998, quando o personagem foi vivido por Eddie Murphy.

Ameaça Profunda

Podemos analisar este thriller de sobrevivência com toques de terror e ficção científica protagonizado pela musa Kristen Stewart como uma grande homenagem ao subgênero que reinou nos anos 80 e 90. Talvez nenhum outro ano da década de 80 tenha sido tão marcando para o estilo do que 1989. Foi quando ganhamos longas como O Segredo do Abismo (de James Cameron), Leviathan (do mesmo diretor de Rambo 2) e Abismo do Terror (do mesmo diretor de Sexta-Feira 13). Fora isso, os anos 90 nos deram obras como Esfera (1998), Tentáculos (1998) e Vírus (1999).

Freaky – No Corpo de um Assassino

Outra tendência muito forte nestas décadas inesquecíveis era a narrativa da troca de corpos. Pais e filhos, homens e mulheres, e jovens e velhos, não faltava era mudança inusitada. Assim vieram filmes como Um Espírito Baixou em Mim (1984), Tal Pai, Tal Filho (1987), Vice-Versa (1988), Um Pedido Especial (1988), Um Sonho Diferente (1989), Por Trás Daquele Beijo (1992) e Wish Upon a Star (1996). Em Freaky, temos adicionada à mistura o elemento dos filmes de terror slasher, muito populares nos anos 80, e reinventados nos 90 com Pânico (1996).

Legado Explosivo

O mais recente exemplar de filmes de ação de Liam Neeson é tão genérico e datado que sinceramente poderia ter saído do enredo de diversas produções das décadas de 80 e 90. Veja se esta trama lhe é familiar. Um talentoso ladrão de cofre decide realizar um último trabalho antes de se aposentar. Porém, neste último ato encontra complicações e agora precisa correr e fugir para limpar seu nome. Tudo desde Profissão: Ladrão (1981) a O Grande Assalto (1993) é usado como inspiração.

UAU! Vídeo mostra cena SINCRONIZADA que liga a Batalha de Nova York de ‘Os Vingadores’ com ‘Gavião Arqueiro’

Os primeiros minutos da série do ‘Gavião Arqueiro‘ mostram um novo ponto de vista sobre a Batalha de Nova York, do filme ‘Os Vingadores’.

É aí que a versão infantil de Kate Bishop (Clara Stack) fica fascinada pelo arqueiro, quando testemunha suas habilidades em ação contra o exército Chitauri.

Pensando nisso, uma fan page do Twitter decidiu sincronizar as cenas da série com as do filme, destacando o heroísmo de Clint Barton (Jeremy Renner) em ângulos diferentes.

E o resultado ficou simplesmente incrível.

Assista:

“Os paralelos entre ‘Os VingadoreseGavião Arqueiro‘.”

Lembrando que o próximo episódio da série estreia no dia 1º de dezembro.

Confira nossa entrevista com a produtora Trinh Tran e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Antes de ‘Gavião Arqueiro’, Vera Farmiga só tinha assistido UM filme da Marvel; Saiba Qual!

Conhecida pelo papel de Lorraine Warren na franquia ‘Invocação do Mal’, Vera Farmiga se juntou ao MCU como Eleanor Bishop, mãe da co-protagoista Kate, vivida por Hailee Steinfeld.

No entanto, Varmiga revelou que teve que se apressar e maratonar alguns filmes da Marvel para incorporar a personagem.

Isso porque o único filme do MCU que ela havia assistido foi ‘Homem de Ferro’ (2008).

Em sua defesa, a estrela contou que a falta de tempo livre a impede de acompanhar longas franquias e séries de TV.

“Antes de conseguir esse trabalho na série, ‘Homem de Ferro’ havia sido a única coisa que vi do MCU. Quando fui escalada, tive que correr contra o tempo e mergulhar fundo nesses filmes.”

Ela continuou:

“Veja bem, eu comecei a assistir ‘Game of Thrones‘ há anos e ainda estou na 4ª temporada. Estou em débito com a maioria dos filmes e séries de sucesso.”

Ela também comentou sobre o papel de Eleanor e como ela lida com as ações de Kate em Gavião Arqueiro‘.

“Já ouvi perguntarem: ‘Será que ela é uma boa mãe?’ Porque essa é sua tarefa número um. Ela tem uma filha tão cheia de potencial, tão capaz, tão inteligente e tão talentosa de tantas maneiras diferentes. Ela tem a chance de ser uma mulher muito, muito poderosa. Mas Kate também é um pouco desmiolada e imprudente, Eleanor só está tentando proteger a filha de si mesma. Veja o primeiro episódio, lembre-se da destruição que ela causou. Portanto, Eleanor é uma mãe que deve controlar sua filha e ensiná-la a filtrar seus instintos, porque ela vai se tornar alvo de de muitos problemas se não aprender a fazer isso.

Lembrando que o próximo episódio de ‘Gavião Arqueiro estreia no dia 1º de dezembro.

Confira nossa entrevista com a produtora Trinh Tran e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

‘Homem-Aranha 3’: Sony é criticada por usar banco de imagem em cartaz da sequência; Entenda!

A Marvel Studios recentemente divulgou novos materiais promocionais do aguardado Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa e, apesar das boas intenções, vêm atraindo uma atenção negativa por parte dos fãs, que acreditam que os cartazes não estão fazendo jus ao que o herói merecia.

As coisas tomaram uma proporção ainda maior nos últimos dias, quando um usuário do Twitter descobriu que a companhia definitivamente não está investindo o tempo necessário para os pôsteres – e pior: que utilizou o banco de imagens para criar o layout para o material.

“Ah, cara, eu encontrei o banco de imagem que eles usaram”.

Na postagem original, é possível ver inúmeros internautas rindo do fato da Sony ter feito isso e também criticando bastante a produtora pela controversa escolha.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Homem-Aranha 3’ ganha cartazes de fã inspirados nos filmes de Tobey Maguire e Andrew Garfield; Confira!

Até agora, a Sony Pictures e a Marvel Studios não revelaram se Tobey Maguire e Andrew Garfield estão em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, e isso teve um impacto na campanha de marketing da sequência.

Pensando nisso, um fã teve a ideia de indicar a presença das outras versões do herói fazendo uma brincadeira com cartazes inspirados nos filmes anteriores.

Na legenda, ele escreveu:

“Não sei por quê, mas sempre pensei que a melhor maneira de promover ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e o Aranhaverso sem mostrar os outros Aranhas seria recriar os pôsteres dos filmes de Tobey Maguire e Andrew Garfield, mas com o Homem-Aranha de Tom Holland.”

Confira o resultado:

 

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Visual da ‘Ms. Marvel’ é REVELADO em imagem dos bastidores

A série ‘Ms. Marvelteve uma imagem dos bastidores revelada.

Ela mostra a atriz Iman Vellani (Kamala Khan) vestindo o uniforme da Ms. Marvel.

Confira, com um teaser:

Além de Vellani, a produção conta com Laurel Marsen como Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.

Mohan Kapur também faz parte do elenco como Yusuf, pai de Kamala.

Lembrando que a série tem previsão de lançamento para junho ou julho de 2022, ainda sem dia confirmado.

Para quem não conhece, Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.

Ela é atingida pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como sua ídola e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.

Iman Vellani

A direção fica por conta da dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pela popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali entra como showrunner.

‘Matrix’: Keanu Reeves agradece Will Smith por ter recusado papel na franquia

Matrix‘ se tornou uma das franquias mais elogiadas e importantes da história do cinema, sendo responsável por revolucionar a indústria cinematográfica, a partir do uso de tecnologias inovadoras e um novo formato narrativo surpreendente.

O primeiro longa, lançado em 1999, transformou a carreira do astro Keanu Reeves, tornando-o um fenômeno ainda maior em Hollywood. No entanto, é sabido por todos que ele não foi a primeira escolha das Irmãs Wachowski. Inicialmente, Will Smith havia sido convidado para interpretar o icônico personagem Neo, mas recusou a proposta.

E em uma recente entrevista à revista Esquire, Reeves foi questionado a respeito de como se sentia por não ter sido a primeira opção para estrelar ‘Matrix‘. Em resposta, o astro agradeceu a Smith por ter rejeitado a oportunidade, fazendo com que o projeto se tornasse uma das maiores experiência da sua vida.

“Essa foi uma experiência criativa tão maravilhosa e poder interpretar o Neo na trilogia e agora no quarto filme… isso impactou minha vida personal e criativamente. Muito obrigado”.

Sobre Matrix Ressurrections

Uma exibição de teste de ‘Matrix Ressurections‘ já foi realizada pela Warner Bros. e segundo o portal World of Reel, a vindoura produção é definitivamente algo novo e está longe de ser uma sequência direta da trilogia original.

Este texto contém possíveis spoilers

Uma fonte secreta e desconhecida, que teria assistido ao longa, detalhou algumas supostas informações referentes ao filme e vários possíveis spoilers foram trazidos à tona.

O espectador em questão ainda usa o clássico terror de Wes Craven, ‘O Novo Pesadelo – O Retorno de Freddy Krueger’, como ponto de referência. Na trama, todos os personagens parecem estar totalmente cientes da trilogia original.

O Morpheus de Yahya Abdul-Mateen II e o Agente Smith de Jonathan Groff são versões recodificadas de suas iterações anteriores, com Neil Patrick Harris sendo o intérprete do vilão.

Aqui, Neo (Keanu Reeves) é na verdade um desenvolvedor de jogos que trabalha para uma empresa pertencente à Warner Bros., chamada Deus Machina, que criou títulos de console que formam uma série conhecida como The Matrix.

Vale lembrar que nenhuma das informações foram confirmadas pela Warner Bros., portanto, trate tudo como rumores.

Assista ao mais recente comercial, siga o CinePOP no YouTube:

 

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Com estreia marcada para 22 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘The Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX.

Na trama, Reeves e Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam. 

Assista ao trailer e e siga o CinePOP no YouTube:

Além de Reeves (Neo), o longa conta com o retorno de Carrie-Ann Moss (Trinity), Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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Assinantes da Netflix estão CHOCADOS com o novo Suspense do streaming; Confira as reações!

O suspense psicológico ‘O Quarto Secreto‘ (‘Elizabeth Harvest’), escrito e dirigido por Sebastian Gutiérrez em 2018, estreou na Netflix e está deixando os assinantes chocados com suas reviravoltas.

O longa promete dar um nó na garganta dos espectadores e embaralhar suas mentes por conta da trama confusa e delirante, que brinca com o conceito de identidade e põe em jogo a realidade por trás de nossas lembranças.

Tudo começa quando os recém-casados Henry (Ciarán Hinds) e Elizabeth (Abbey Lee) se mudam para uma elegante mansão, e o marido diz à esposa que tudo ali pertence a ela, menos um misterioso quarto, onde ele faz suas experiências.

Proibida de entrar no cômodo, Elizabeth logo tenta descobrir o que há de tão secreto no quarto ao ponto de causar as primeiras discórdias com o marido, um dedicado cientista.

À medida em que a moça começa a se aprofundar em sua curiosidade, ela fica em dúvida se Henry está lhe castigando ou lhe protegendo de uma terrível verdade.

Ao longo das 1h45 de duração, o público acaba experimentando a mesma confusão de Elizabeth, o que deixa a narrativa ainda mais angustiante e fascinante.

Nas redes sociais, alguns espectadores ficaram chocados com as revelações do filme. Separamos algumas reações:

Apesar de todo esse emaranhado de intrigas, ‘O Quarto Secreto‘ registrou apenas 59% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Além disso, as críticas apontam que o filme tem um roteiro que não leva a lugar nenhum e se prende a reviravoltas desinteressantes, que não se justificam.

De qualquer forma, a Netflix já provou que diversos títulos subestimados ganharam um novo fôlego no catálogo da plataforma e conseguiram atrair números consideráveis de visualizações.

Não é à toa que ‘O Quarto Secreto‘ já conquistou a 7ª posição entre o TOP 10 dos filmes do serviço de streaming.

Além de Hinds e Lee, o elenco também conta com Carla Gugino, Dylan Baker e Matthew Beard.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

‘O Corvo’: Visual de Jason Momoa como Eric Draven é finalmente revelado; Confira!

O diretor Corin Hardy (‘A Freira’) vem trabalhando há anos no desenvolvimento de um novo filme sobre ‘O Corvo‘, suspense estrelado por Brandon Lee em 1994.

Em 2016, Jason Momoa (‘Aquaman’) até foi cotado para o papel principal, mas o projeto acabou sendo engavetado por falta de investimento e o astro acabou desistindo dois anos depois.

Ao longo desses anos, não havia sido divulgada nenhuma imagem de Momoa como Eric Draven.

No entanto, Ryan Unicomb, diretor de documentários focados em produções engavetadas, publicou em seu perfil do Twitter alguns trechos do teste de Momoa como o icônico personagem.

Confira:

“Aparentemente, as pessoas estão espantadas com algumas fotos estáticas dos testes de câmera de Jason Momoa como ‘O Corvo‘. Então, aqui estão algumas das filmagens reais. Espero que eles tenham a chance de revisitar isso um dia.”

“Aqui está o resto da filmagem. Sempre houve confusão se isto foi gravado antes ou depois dele ser escalado. Eu nunca tive respostas, mas talvez Corin Hardy possa explicar.”

Há alguns meses, Hardy conversou com o Comic Book e disse que ainda tem esperança de que vai conseguir lançar o filme no cinema… Um dia!

Ele comentou sobre sua paixão pelo projeto e afirmou que não pretende desistir do lançamento.

“É uma história pela qual estou simplesmente apaixonado e compromissado, investi uns três anos e meio ou quatro nessa ideia com amor, sangue, suor e lágrimas, e eu tenho uma tonelada de materiais para trabalhar, então acredito que um dia veremos a nova versão de O Corvo‘ no cinema.”

Ele continuou:

“Não quero migrar para outras mídias [como o streaming] porque quero ver esse filme no cinema. O material original criado por James O’Barr é tão fascinante… O tom, a mitologia, sua representação do mundo moderno. Essa obra merece o devido respeito.”

Para quem não conhece, os quadrinhos escritos por O’Barr em 1981 acompanham Eric Draven sendo ressuscitado um ano depois que ele e sua noiva foram assassinados, com o espírito sobrenatural de um corvo permitindo que ele se vingasse daqueles que causaram suas mortes.

Lembrando que Lee acabou falecendo nos bastidores da adaptação dirigida por Alex Proyas depois de ser atingido por um projétil de chumbo disparado pela arma usada pelo ator Michael Massee.

Por uma falha da produção, a arma havia sido carregada com munições de verdade, e a pólvora do festim fez com que o projétil que estava preso no cano fosse acidentalmente liberado, perfurando o torso de Lee.

O acidente aconteceu apenas oito dias antes do filme ter sido concluído.

 

‘Midas Man’: Conheça o elenco oficial da cinebiografia do empresário dos Beatles

A vindoura cinebiografia do empresário dos Beatles, Brian Epstein, intitulada ‘Midas Man‘, ganhou o seu elenco oficial.

O drama será estrelado por Jacob Fortune Lloyd no papel de Epstein. O ator ficou mais conhecido por sua performance na aclamada minissérie ‘O Gambito da Rainha‘.

Já em se tratando da amada banda britânica, os intérpretes de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr são:

Jonah Lees (Lennon):

Blake Richardson (McCartney):

Leo Harvey Elledge (Harrison):

E Campbell Wallace dará vinda a Ringo Starr. Infelizmente, nenhuma foto do desconhecido ator fora divulgada.

A trama acompanhará a jornada de Brian Epstein, um empresário dono de uma loja de discos de Liverpool que acabou descobrindo esta que se tornaria a maior banda de todos os tempos.

As filmagens de ‘Midas Man‘ começaram em outubro na cidade de Liverpool, mas a produção sofreu uma pausa, em virtude da saída do diretor Jonas Åkerlund (vencedor do Grammy Award pelo especial musical ‘Live Kisses‘, do Paul McCartney).

Åkerlund foi substituído por Sara Sugarman (Confissões de uma Adolescente em Crise), que agora assume a direção do projeto.

Confira as primeiras imagens de ‘Midas Man‘:

 

‘Homem-Aranha 3’: J. Jonah Jameson será “uma versão um pouco diferente” na sequência, afirma J.K. Simmons

A aguardada sequência ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, promete surpreender os fãs com o retorno de vários personagens, e o editor sensacionalista J. Jonah Jameson estará de volta na produção, ao lado de alguns vilões das franquias anteriores do Amigo da Vizinhança.

Mas segundo o astro e intérprete do personagem, J.K. Simmons, Jameson estará um pouco diferente no vindouro filme. Durante uma entrevista ao podcast Happy Sad Confused ele deu detalhes sobre as mudanças.

“Acho que é uma versão ligeiramente diferente e, certamente, para criadores desta iteração atual da história, ele será um personagem bem diferente. Para mim também é um personagem um pouco diferente. O mais importante é que ele ainda é o mesmo fanfarrão e tem aquele bigode de sempre (ou quase isso), além de seu charuto, claro. E como é apropriado para esse personagem, ele é apenas um pequeno alívio cômico que é salpicado levemente no filme”.

Recentemente foi divulgado um cartaz que além de destacar a MJ (Zendaya), também traz um vislumbre do Electro (Jamie Foxx), Lagarto (Rhys Ifan) e do novo visual do Duende Verde (Willem Dafoe).

Ao fundo, as dobras do Multiverso também marcam presença na imagem, junto com o Homem-Aranha (Peter Parker) e o Dr Estranho (Benedict Cumberbatch).

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Liga dos Superpets’: Animação da Warner Bros. ganha primeiro cartaz oficial; Confira!

A vindoura animação ‘Liga dos Superpets‘ ganhou o seu primeiro cartaz oficial nacional, divulgado pela Warner Bros. Brasil.

Confira:

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de maio de 2022.

Jared Stern e Sam Levine são responsáveis pela direção.

Quando a Liga da Justiça é capturada por Lex Luthor, o cachorro do Superman, Krypto, forma uma equipe de animais de estimação que receberam superpoderes: um cão de caça chamado Ace, que se torna super forte; um porco chamado PB, que pode crescer até ficar gigante; uma tartaruga chamada Merton, que se torna super-rápida; e um esquilo chamado Chip, que ganha energia elétrica.

A produção conta com as vozes de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Kate McKinnon, John Krasinski, Vanessa Bayer, Natasha Lyonne, Diego Luna, Keanu Reeves e Jameela Jamil.

‘O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro’ será REMOVIDO em breve da Netflix; Saiba quando!

O filme ‘O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro‘ será removido da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no próximo dia 1º de dezembro.

Na trama, Peter Parker está fascinado com as habilidades de Homem-Aranha. Porém, ele tem que lidar com dois problemas: O retorno de um velho amigo, Harry Osborn, e a chegada de um vilão mais forte e poderoso, Electro.

Andrew Garfield, Emma Stone, Jamie Foxx, Dane DeHaan, Colm Feore, Felicity Jones, Paul Giamatti e Sally Field estrelam a produção.

Marc Webb assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Roberto Orci, Jeff Pinkner e Alex Kurtzman.

Confira o trailer:


 

‘The Beatles: Get Back’: Série documental dirigida por Peter Jackson já está disponível no Disney+

A minissérie documental The Beatles: Get Back, dirigida por Peter Jackson, já está disponível no Disney+. A produção teve a sua estreia na última quinta-feira (25) na grade de programação. A produção está sendo lançada ao ao longo de três dias, 25, 26 e 27 de novembro.

Criada inteiramente a partir de filmagens restauradas nunca antes vistas, a série proporciona a mais íntima perspectiva já registrada em vídeo do processo criativo e do relacionamento entre John, Paul, George e Ringo.

O documentário foi adquirido pela Disney e acompanha a meteórica jornada de sucesso do grupo britânico, que conseguiu se imortalizar como uma das bandas mais influentes da contemporaneidade.

Trazendo um material riquíssimo, ‘The Beatles: Get Back‘ contará com antigas filmagens que passaram por um longo processo de restauração.

Assista ao trailer:

Em um comunicado oficial, o presidente executivo da Disney, Bob Iger, falou sobre a aquisição da produção:

“Nenhuma banda conseguiu ter o mesmo tipo de impacto no mundo que os Beatles conseguiram e ‘The Beatles: Get Back‘ é uma cadeira na primeira fila para conferir de perto todo o trabalho interno e íntimo desses criativos gênios durante um influente momento da história da música. A produção ainda conta com filmagens restauradas espetaculares, que aparentam ter sido gravadas ontem. Eu sou um grande fã, então não poderia estar mais feliz pelo fato da Disney poder compartilhar o belíssimo documentário de Peter Jackson com as nossas audiências mundiais em setembro desse ano”.

‘School of Chocolate’: Novo reality show gastronômico estreia na Netflix

O reality show gastronômico da Netflix, intitulado ‘School of Chocolate‘, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (26) na grade de programação.

A nova série é apresentada pelo aclamado confeiteiro e chocolatier Amaury Guichon, conhecido por transformar chocolate em extraordinárias e deliciosas esculturas comestíveis.

Na produção, o famoso especialista se torna mentor de oito profissionais talentosos e vai ajudá-los a levar a sua arte com chocolate para o próximo patamar. Mas nos final, apenas um confeiteiro levará o prêmio de US$ 100 mil para casa – transformando sua jornada profissional gastronômica para sempre.

Assista ao trailer:

‘Um Castelo para o Natal’: Comédia romântica com Brooke Shields já está disponível na Netflix

A comédia romântica Um Castelo para o Natal, estrelada por Brooke ShieldsCary Elwes, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (26) na grade de programação.

Na trama, uma escritora americana quer comprar um castelo na Escócia, mas o dono mal-humorado não quer fazer negócio com ela. Um grande impasse com desfecho surpreendente.

Confira:

Mary Lambert dirige a produção, a partir de um roteiro assinado por Ally CarterKim Beyes-Johnson.

Amanda PhillipsSteven R. McGlothenSteve BermanKatrina Stagner e Eric Jarboe entram como produtores ao lado de Shields.

 

‘O Beco do Pesadelo’: Terror de Guillermo del Toro ganha belíssimo cartaz oficial; Confira!

A 20th Century Studios divulgou um novo e belíssimo cartaz do terror ‘O Beco do Pesadelo‘ (Nightmare Alley), do vencedor do Oscar Guillermo del Toro.

Confira, junto ao trailer dublado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de janeiro.

Além de produzir e dirigir, Del Toro também coescreve o roteiro ao lado de Kim Morgan.

O elenco conta com Bradley CooperToni ColletteCate Blanchett, Willem Dafoe, David Strathairn, Rooney Mara Holt McCallany.

Assim como o original, o novo longa também será baseado no livro escrito por William Lindsay Gresham.

A primeira adaptação foi lançada em 1947, e dirigida por Edmund Goulding. O clássico noir conta a história de um jovem ambicioso que começa a se relacionar com uma psiquiatra ainda mais corrupta do que ele. Os dois se dão bem destruindo a vida das pessoas, mas logo começam uma manipulação entre eles.

‘La Brea’: Último episódio da temporada de estreia ganha chocante trailer oficial; Confira!

NBC divulgou a promo oficial de “Topanga”, 10º e último episódio da temporada de estreia de La Brea.

O capítulo vai ao ar no dia 30 de novembro.

Confira:

Uma aventura épica começa quando um buraco enorme se abre no meio de Los Angeles, puxando centenas de pessoas e edifícios para suas profundezas. Aqueles que caíram encontram-se em uma misteriosa e perigosa terra primitiva, onde eles não têm escolha a não ser se unir para sobreviver. Enquanto isso, o resto do mundo busca desesperadamente entender o que aconteceu. Na busca por respostas, uma família dilacerada por este desastre terá que desvendar os segredos desse evento inexplicável para encontrar um caminho de volta para o outro.

O elenco é composto por Natalie Zea, Zyra Gorecki, Chiké Okonkwo, Eoin Macken, Jack Martin e Jon Seda.

‘King’s Man – A Origem’: Testemunhe o início de tudo no novo teaser oficial do longa!

A 20th Century Studios um novo teaser oficial com cenas inéditas de ‘King’s Man – A Origem‘, pré-sequência da aclamada franquia.

Dirigido por Matthew Vaughn, o longa tem estreia marcada para 22 de dezembro de 2021 nos cinemas norte-americanos.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Apesar do novo filme ser ambientado muito antes dos eventos de ‘Kingsman – Serviço Secreto’, Vaughn revelou à Empire que a pré-sequência terá ligação com os eventos de Kingsman 3‘.

“Ao longo da trama de ‘King’s Man – A Origem‘, plantamos as sementes e provocamos o que vai acontecer em ‘Kingsman 3‘. Vai ser algo muito diferente [dos outros filmes], mas terá uma grade importância para o futuro da franquia.”

Infelizmente, o cineasta não revelou muito sobre os planos envolvendo os dois filmes, mas é possível que algum segredo revelado na pré-sequência seja o foco do terceiro capítulo da franquia principal.

Confira as imagens promocionais:

Uma delas mostra Ralph Fiennes e Djimon Hounsou se preparando para uma possível batalha. E a outra destaca a personagem de Gemma Arterton.

 

Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.

O elenco conta com Ralph Fiennes, Djimon HounsouLiam Neeson, Aaron Taylor-Johnson, Harris Dickinson, Gemma Arterton, Rhys Ifans, Matthew Goode e Stanley Tucci

‘Perdidos no Espaço’: Netflix divulga resumão da 2ª temporada antes da estreia dos novos episódios; Confira!

A 3ª e última temporada da série sci-fi Perdidos no Espaço chega em breve à Netflix e, antes que possamos conferir os novos episódios, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilando os momentos mais importantes do ciclo anterior.

Confira:

Lost In Space. Taylor Russell as Judy Robinson in episode 301 of Lost In Space. Cr. Diyah Pera/Netflix © 2021
Lost In Space. (L to R) Maxwell Jenkins as Will Robinson, Mina Sundwall as Penny Robinson in episode 302 of Lost In Space. Cr. Diyah Pera/Netflix © 2021
Lost In Space. (L to R) Veenu Sandhu as Prisha Dhar, Raza Jaffrey as Victor Dhar, Molly Parker as Maureen Robinson, Toby Stephens as John Robinson in episode 304 of Lost In Space. Cr. Courtesy Of Netflix © 2021

Lost In Space. Ignacio Serricchio as Don West in episode 305 of Lost In Space. Cr. Diyah Pera/Netflix © 2021

O ciclo final será lançado na plataforma no dia 1º de dezembro.

Criada por Matt Sazama, Burk Sharpless e Irwin Allen, a série é um reboot da popular série homônima de ficção científica lançada nos anos 60.

No ano de 2046, a família Robinson e sua nave espacial Jupiter 2 caem em um planeta desconhecido. A anos luz do seu destino e rodeada por aliens, a família será forçada a se manter unida em um momento de crise enquanto lidam com seus próprios problemas internos.

O elenco inclui Molly Parker, Toby Stephens, Maxwell Jenkins, Taylor Russell, Mina Sundwall, Ignacio Serricchio e Parker Posey.

‘Nope’: Novo terror de Jordan Peele contrata diretor de fotografia de ‘TENET’ e ‘Dunkirk’

O novo terror do Jordan Peele (‘Corra!‘ e ‘Nós‘) contratou mais um membro para sua equipe artística.

Segundo o Collider, Hoyte van Hoytema foi escalado como diretor de fotografia do ambicioso projeto. Seus mais recentes projetos incluem ‘TENET’‘Ad Astra – Rumo às Estrelas’‘Dunkirk’.

Nope‘, uma gíria para ‘Não‘ em inglês, será lançado nos cinemas pela Universal Pictures no dia 22 de julho de 2022.

O elenco conta com Daniel Kaluuya (‘Corra!’), Steven Yeun (‘The Walking Dead’) e Keke Palmer (‘Scream Queens‘) – que será a antagonista do terror.

O filme também teve seu cartaz divulgado recentemente, que oferece poucos insights sobre o que os fãs podem esperar da experiência.

Confira:

Além de dirigir, Peele é o responsável pelo roteiro da produção.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘O Mar da Tranquilidade’: Nova série sci-fi da Netflix ganha trailer ANGUSTIANTE; Confira!

Netflix divulgou hoje (25) o trailer oficial de O Mar da Tranquilidade, seu novo suspense sci-fi.

Confira:

A série é baseada no curta-metragem homônimo de Choi Hang-yong, que dirige os episódios. Park Eun-kyo assina o roteiro.

Ambientada no ano de 2075, quando o esgotamento dos recursos naturais devastou a Terra, a narrativa acompanha a história de uma equipe de elite enviada em uma missão especial para uma estação de pesquisa abandonada na lua.

Bae Doona, Gong Yoo, Lee Joon, Kim Sun-young, Lee Mu-saeng, Lee Sung-wook e outros estrelam.

O Mar da Tranquilidade tem estreia marcada para o dia 24 de dezembro.

‘Nasce Uma Estrela’: Aclamado remake protagonizado por Lady Gaga e Bradley Cooper estreia na HBO Max!

O aclamado remake Nasce Uma Estrela, estrelado pela vencedora do Oscar Lady Gaga e pelo indicado ao Oscar Bradley Cooper, estreou na HBO Max.

O filme foi lançado na plataforma de streaming no último dia 24 de novembro.

Relembre o trailer:

Nasce Uma Estrela fez a limpa na temporada de premiações, principalmente nas categorias musicais. A canção-tema “Shallow” levou um Oscar, um Globo de Ouro, dois Grammys, um BAFTA e um Critics’ Choice por Melhor Canção Original, eventualmente tornando-se a música mais premiada de todos os tempos. A trilha sonora também quebrou recordes de vendas, streamings e prêmios – e também se tornou a mais condecorada da história.

Gaga foi indicada na categoria de Melhor Atriz, enquanto Cooper recebeu a mesma honraria na categoria de Melhor Ator. O filme foi nomeado para as categorias de Melhor Fotografia, Melhor Mixagem de Som, Melhor FilmeMelhor Roteiro Adaptado.

Sam ElliottDave ChapelleAnthony RamosAndrew Dice Clay e Rafi Gavron também fizeram parte do elenco.

Bradley Cooper assina a direção.

Jackson Maine é um cantor no auge da fama. Um dia, após deixar uma apresentação, ele para em um bar para beber. Lá, Jackson conhece Ally, uma insegura cantora que ganha a vida trabalhando em um restaurante. Ele se encanta por ela e seu talento. Mais tarde, os dois acabam se casando. Ao mesmo tempo em que Ally desponta para o estrelato, Jackson vive uma crise pessoal e profissional devido aos problemas com o álcool. Os momentos opostos acabam por minar o relacionamento amoroso do casal.

Crítica | ‘Britney’ marca o incrível amadurecimento estético de Britney Spears

Quando Britney Spears fez sua monstruosa estreia no mundo da música com o lançamento de ‘…Baby One More Time’, ela se consolidou como o suprassumo da música teen e logo se tornou um ídolo a ser adorado ao redor do mundo. Seu sucesso ascendeu a níveis astronômicos pouco depois, com ‘Oops!… I Did It Again’, cujas músicas já se afastavam dos meros enlaces românticos e já demonstravam um apreço pelo empoderamento e pela independência.

Eventualmente, Spears enfrentaria um dos momentos mais críticos de sua recém-alimentada carreira: o amadurecimento. Afinal, ela não poderia permanecer como símbolo adolescente para sempre, o que a levaria a buscar incursões diferentes para investidas artísticas futuras. O que ninguém imaginava é que a cantora e compositora faria isso de forma muito rápida, iniciando um frenético processo de crescimento que ganharia vida no subestimado Britney. O álbum homônimo, gestado com vários colaboradores frequentes da princesa do pop (como Max Martin e Rami Yacoub), fez seu début em 2001 e, apesar das críticas mistas à época de divulgação, envelheceu da melhor maneira possível e hoje é reconhecido por abrir um novo capítulo para a performer.

A artista imortalizou sua imagem confinada a um bubblegum pop explosivo e dançante, marcado por versos chiclete e por ganchos memoráveis que dominaram e continuam dominando as rádios e playlists do planeta. Para migrar entre os gêneros e apostar fichas em uma mudança radical, Britney teria que sentar-se e repensar como gostaria de ser compreendida por seus fãs a partir de então – e se encontrou em um solilóquio body positive sensual e que demonstrava a transição entre a adolescência e a vida adulta. E foi então que, há vinte anos e dois meses, chocava todos com o lead single “I’m a Slave 4 U”. Recheada de mensagens subliminares, a canção já se inicia com os versos “eu sei que posso ser jovem, mas tenho sentimentos também”, entendendo seu lugar numa indústria segregada e constantemente fustigado por um machismo estrutural – afinal, não apenas os homens tinham o direito de falar sobre liberdade sexual.

Impactada pela ascensão do R&B e hip-hop, que voltara ao cenário mainstream nos anos 1990 por grupos como En Vogue, TLC e Destiny’s Child, Spears percebeu que tinha todos os elementos em mãos para desconstruir o que as pessoas pensavam sobre ela: além da track supracitada, temos a densa exuberância de “Overprotected”, escrita e produzida por Martin e Rami, em que ela volta a endereçar a problemática da fama e como ela conseguiu se livrar das amarras restritivas daqueles à sua volta, declarando que “preciso de tempo, amor e diversão… Preciso de mim”. Apesar de não nutrir com quaisquer similaridades à “Stronger”, nota-se um dialogismo com a faixa de ‘Oops!… I Did It Again’ através de uma temática que também dá as caras em “Lonely” (“por que você está ferrando com a minha cabeça?”).

As baladas retornam com força e, como é de se esperar, usam e abusam das progressões pop e do piano. “I’m Not a Girl, Not Yet a Woman”, uma das assinaturas da cantora, explica com maestria o propósito do álbum em questão e premeditou o que poderíamos esperar de seu brilhante futuro: “não sou uma garota, nem ainda uma mulher”, tradução emprestada ao título, é a máxima que resume as angústias de alguém que encontrou consciência sobre seu corpo e sua mentalidade e que agora sabe como escolher um caminho e como seguir em frente; “Let Me Be” faz ode a Janet Jackson, uma das principais inspirações para o disco, com um escopo mais contemporâneo guiado pela fusão do dance e do R&B e por sutis sintetizadores que reforçam o charme da qual a cantora se vale; “That’s Where You Take Me” é uma iteração ambiciosa e diferente, mas cujo resultado não é tão aprazível quanto as outras, motivo pelo qual fica perdida na conclusão da jornada.

É notável como, mesmo prestando homenagem a tantos outros que vieram antes dela, Spears arquiteta uma aventura muito clara que teve início ainda em 1999 e vem se tornando cada vez mais intrigante e envolvente. Enquanto luta pelo controle da própria voz, assinando algumas das músicas do álbum, ela se rende ao nostálgico escapismo de “Before The Goodbye”, se rendendo ao dance e ao glitch pop e criando um paralelismo reconhecível com o refrão de “Your Disco Needs You”, de Kylie Minogue, lançada meses antes; “Bombastic Love” vai mais longe e viaja para o Reino Unido, seguindo os passos de Billie Piper com “Something Deep Inside”, fomentando um deep pop instigante. E, de forma mais óbvia, a regravação da clássica “I Love Rock ‘n’ Roll”, que, apesar das boas intenções, comete erros similares a “(I Can’t Get No) Satisfaction”, da obra anterior.

Britney pode até deslizar em pontos mais expressivos que os dois álbuns anteriores da princesa do pop, mas revela uma maturidade incrível para alguém que, tão jovem, já dominava as paradas e os corações de tantas pessoas. Não é possível comentar sobre um “divisor de águas”, visto que isso aconteceria dois anos mais tarde; em vez disso, devemos compreender que a celebração da sensualidade veio como arma de empoderamento para uma artista que não ficaria mais quieta e resoluta.

Nota por faixa (Digital Deluxe Version):

1. I’m a Slave 4 U – 5/5
2. Overprotected – 5/5
3. Lonely – 5/5
4. I’m Not a Girl, Not Yet a Woman – 5/5
5. Boys – 4/5
6. Anticipating – 4/5
7. I Love Rock ‘n’ Roll – 3/5
8. Cinderella – 4,5/5
9. Let Me Be – 3,5/5
10. Bombastic Love – 5/5
11. That’s Where You Take Me – 2/5
12. When I Found You – 3,5/5
13. I Run Away – 4/5
14. What It’s Like to Be Me – 4/5
15. Before The Goodbye – 4/5

Os Remakes Famosos que Completam 10 Anos de Lançamento em 2021

As refilmagens, ao contrário do conceito que muitos possuem sobre elas, podem ser um aspecto cinematográfico interessante. O que acontece é o seguinte: os filmes e o cinema são produtos de sua época, que dizem muito sobre o pensamento vigente da sociedade. Quando pensamentos e a forma como nos comportamos dentro desta mesma sociedade muda, é natural que uma obra que tenha sido criada dentro de parâmetros do passado comece a ser enxergada como algo ultrapassado; e muitas vezes algo até mesmo ofensivo. Mas antes de começarmos a “cancelar” filmes, “queimar livros” ou querer censurar a arte, é necessário um distanciamento menos apaixonado para percebermos unicamente como evoluímos e mudamos – ao ponto de certas narrativas não serem mais aceitas.

Essa introdução aponta justamente para o melhor aspecto de uma refilmagem: reimaginar uma obra para os tempos e padrões modernos. Veja, por exemplo, o que o cineasta Nate Parker (dono de seus próprios problemas pessoais) fez com O Nascimento de uma Nação (1915), um primor tecnológico estudado em diversas universidades de cinema pelo mundo, mas que contém um discurso torto, enaltecendo a instituição racista Ku Klux Klan. Parker pegou este conceito, e em sua reimaginação transformou a obra racista em uma produção altamente representativa, dando a visão dos escravos em uma revolta. Algo simplesmente brilhante.

O problema das constantes refilmagens de Hollywood é não possuírem nem de perto essa proposta reinterpretativa social. Não. Ali, a proposta é unicamente financeira. As inúmeras refilmagens e reimaginações visam manter uma marca de um produto na mente de seus consumidores. O que muitas vezes resulta num tiro pela culatra, já que reproduzir a mágica conquistada numa época específica se mostra uma tarefa mais que ingrata. Desta forma, o “ranço” geral instaurado em qualquer menção do termo remake (refilmagem). Pensando nisso, decidimos nessa nova matéria revisitar algumas refilmagens bem famosas de Hollywood (contendo grandes nomes na frente e atrás das câmeras) que completam 10 anos em 2021. E sim, temos bons remakes na lista. Confira abaixo e comente.

Os Homens que Não Amavam as Mulheres

Começamos com um remake de dez anos atrás que conquistou a façanha que poucas releituras conseguem: serem melhores e mais bem sucedidos do que uma obra cult já muito querida. Baseada na obra do autor Stieg Larsson que causou frisson entre os aficionados por literatura de suspense, a história foi adaptada ao cinema originalmente numa produção de mesma nacionalidade (dinamarquesa) de 2009 estrelada por Noomi Rapace – que viria a se tornar uma estrela de Hollywood. O filme gerou duas sequências lançadas no mesmo ano, que completam a trilogia de livros e receberia um tratamento norte-americano dois anos depois. Nesse momento muitos fãs poderiam ter torcido o nariz, porém, logo foi anunciado que quem estaria no comando da adaptação americana seria ninguém menos que o consagrado e multifacetado David Fincher, um dos cineastas mais interessantes da atualidade. Com quatro indicações ao Oscar, incluindo melhor atriz para Rooney Mara (numa entrega ainda mais impressionante que Rapace no papel) e uma vitória em edição, dói no coração até hoje pensar que a Sony não teve a coragem de bancar as continuações que todos queriam ver e os envolvidos realizar (desde o diretor, até o elenco).

A Hora do Espanto

Agora damos um salto abismal em qualidade. O lance é o seguinte, por mais que fossem produções cult queridas dos cinéfilos, os filmes suecos da trilogia Millenium não são tão conhecidos do grande público, e o filme de Fincher foi a entrada de muita gente neste universo. Aqui, o inverso acontece. Em especial os mais velhos guardam com muito carinho o sucesso que A Hora do Espanto (Fright Night, 1985) fez nos anos 80 – se tornando um inesperado acerto daquele verão nos EUA. Aqui também tínhamos um diretor de prestígio à frente da reimaginação: Craig Gillespie, que havia impressionado a cena indie com A Garota Ideal (2007) e depois seguiria para seu melhor filme, o ousado Eu, Tonya (2017). Hoje, o cineasta realiza blockbusters de qualidade, vide Cruella (2021); mas tal sucesso não foi obtido dez anos antes. As intenções do remake até são boas e criativas, ao trocar o clima fanfarrão típico dos anos 80, com direito a muito humor, por algo mais direto e soturno. O problema é que os personagens e suas dinâmicas são mal construídas, ao contrário do original, os diálogos são pouco inspirados, e as tentativas de humor e terror falham miseravelmente – novamente, ao contrário do original. o protótipo é bem melhor que o resultado.

Footloose

Creio estar sozinho numa ilha nesta, mas sou um dos defensores do remake deste clássico musical querido oitentista. Em minha opinião, sim a reimaginação de Footloose funciona. Bem, se formos seguir a cartilha do que fazer e do que não fazer numa refilmagem, podemos dizer que o novo filme não é muito ousado no sentido de divergir de ideias e conceitos do original. Assim como Millenium, a proposta aqui é seguir no molde do que foi feito antes, repetindo as mesmas batidas e mudando bem pouco. Ao contrário, digamos, do item acima, mais criativo em refazer muitas das estruturas do roteiro. O que esperamos, e o que o diretor Craig Brewer (que depois seguiu para dirigir os ótimos Meu Nome é Dolemite e Um Príncipe em Nova York 2) entrega é justamente o que diz o subtítulo deste filme: um ritmo contagiante. O cineasta imprime muita energia e musicalidade no longa. Tudo é mais rápido e vibrante, e era isso que precisava para uma nova versão de um filme cuja proposta é a explosão de uma música e dança reprimidas. Brewer faz a tela pegar fogo novamente, e tira de seu elenco muito carisma e química – em especial dos protagonistas Julianne Hough (uma dançarina na vida real) e Kenny Wormald. Se o filme de 1984 ficou datado e brega, essa é a solução à altura para mostrar que Footloose ainda pode ser legal.

A Coisa

Já deu para notar a lista é composta por altos e baixos. E aqui temos um caso curioso. Tecnicamente, este The Thing (no original) se declara não como um remake, mas sim como um prequel (uma pré-sequência) do filme de John Carpenter de 1982, intitulado O Enigma de Outro Mundo. Esse filme, por sua vez, é uma refilmagem muito criativa e ousada – que pega os conceitos do original e os leva a lugares inimagináveis – da ficção B conhecida como O Monstro do Ártico (1951). Acontece é que o diretor holandês Matthijs van Heijningen Jr. entrega basicamente uma refilmagem do inspirador filme de Carpenter, repetindo quase cena a cena, ideia a ideia, tudo o que havia sido criado anteriormente, sem acrescentar quase nada em troca. O clima, dinâmica de personagens, caracterizações, cenário, design das criaturas, tudo é muito “clonado” de seu antecessor, o que faz o longa recair no território de uma reimaginação não intencional (ou subconscientemente intencional). A diferença mais notável é a troca do protagonista durão Kurt Russell por uma mulher, a jovem Mary Elizabeth Winsted que, embora se saia bem no papel, não é tão marcante, ainda mais servida por um material pouco inspirado. O sentimento deixado após a exibição é o de querer revisitar… o filme de Carpenter.

Conan – O Bárbaro

Esse item recai ainda em outra categoria. O que são os reboots se nada mais do que uma refilmagem. Bem, os reboots podem ser consideradas as refilmagens mais criativas de Hollywood – pensando pelo aspecto de que nunca se repetem, pegam um conceito e criam algo diferente do zero a partir daquilo. Por exemplo, a versão feminina de Caça-Fantasmas (2016) pode ser chamada de tudo, mas ao menos soube levar o conceito para outro lugar. Já imaginou como seria se repetisse cena a cena cada momento do original? O mesmo pode ser dito dos novos filmes do Homem-Aranha, ou de qualquer super-herói como Batman e Superman. As novas investidas sempre resultam num produto diferenciado, para o bem ou para o mal. E por que não termos remakes assim de todos os filmes? Afinal, aquela história já foi contada no passado daquela maneira.

É a iniciativa tomada para este remake / reboot de Conan, baseado nos quadrinhos de Robert E. Howard. O filme original data de 1982, fez sucesso, colocou o nome de Arnold Schwarzenegger no mapa, e gerou uma continuação oficial (Conan – O Destruidor, 1984) e uma não declarada (Guerreiros de Fogo, 1985). Há dez anos, no auge da estreia de Game of Thrones, apenas um nome parecia o ideal para reviver Conan nas telonas: Jason Momoa. A questão, assim como no remake de A Hora do Espanto, é que o Conan 2011 parece resultar em muita “cobertura” e pouco “recheio”, dono de forte apelo visual, mas sem qualquer humanidade que o faça ressoar por mais de uma semana após o término de sua exibição – ou quem sabe mais que um dia.

As Caça-Fantasmas (2016) | Cinco Anos depois, por que o Blockbuster só com Mulheres não deu certo?

Ghostbusters – Mais Além estreou no último fim de semana nos cinemas do Brasil e pelo mundo. O filme é a continuação direta das amadas aventuras da década de 1980 e conta oficialmente como a terceira e tardia parte planejada para estrear após 1989, mas que por três décadas nunca saiu do papel. Todo o elenco original (bem, os que ainda estão vivos) retorna para uma muitos esperada (e adiada) passagem de bastão. O foco do novo filme não são os veteranos que aprendemos a amar nestes 37 anos (hoje todos na casa dos quase 70 anos de idade), mas sim na nova geração, pegando carona no estilo de filme que era muito popular nos anos 80: aventuras protagonizadas por crianças e pré-adolescentes. Stranger Things, programa extremamente popular da Netflix, se banha nessa fonte para atingir seu sucesso.

Para entrar no clima da tão aguardada nova aventura que resgata não apenas a franquia em toda a sua glória, mas também o espírito dos anos 80, resolvemos revisitar agora o reboot da franquia, protagonizado por quatro mulheres. Portanto, pegue sua mochila de prótons, reúna a turma e se prepare para voltar a caçar fantasmas por uma viagem incrivelmente nostálgica. Confira abaixo.

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Não é todo dia que temos o trailer de um filme no Youtube batendo o recorde de desaprovação (o infame não curti – ou dislike) por parte dos fãs. Mas de onde vem tanto ódio assim por um filme? Seria do fato de termos agora quatro mulheres como protagonistas ao invés de homens? Ou talvez o motivo tenha sido pela ideia final do longa não ser uma continuação dos amados filmes dos anos 80, mas sim um reinício que elimina da existência os anteriores? Passados cinco anos da estreia do controverso (As) Caça-Fantasmas, vamos dar mais uma olhada nesta produção para tentar compreender o que saiu tão errado. Para tal, precisamos voltar no tempo, lá para o final da década de 1980.

Recentemente, escrevi matérias sobre os bastidores de ambos os filmes da franquia: Os Caça-Fantasmas (1986) e Os Caça-Fantasmas 2 (1989). Talvez os mais novos não consigam mensurar hoje o que foi a marca Caça-Fantasmas após sua estreia em 1984. Mas é seguro dizer que se tornou uma verdadeira mania, em especial com os jovens da época – crianças e adolescentes. Assim, capitalizando em cima da marca, um desenho animado foi criado dois anos depois, em 1986, que manteve o produto no consciente popular, durando até 1991 de forma inédita, e algum tempo depois com as costumeiras reprises. Todo tipo de merchandising e produto licenciado usando a marca podia ser encontrado. E isso tudo antes do segundo filme estrear.

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Esse foi outro fator determinante para a franquia. Com tamanha febre da marca acontecendo, era basicamente um clamor público de que uma continuação para o filme fosse produzida. Mas aí tínhamos uma pedra pelo caminho: o “garoto enxaqueca” Bill Murray. Acontece que o ator e humorista havia se envolvido num atrito com o então presidente da Columbia Pictures, estúdio responsável pelos direitos da obra. E neste caso nem havia sido tanta culpa do ator problemático, inclusive. Se fosse tratado da forma correta, seria esperado que uma sequência para Os Caça-Fantasmas fosse lançada dois anos depois, ou até três, o que faria Os Caça-Fantasmas 2 ter estreado entre 1986 e 1987 – coincidindo com a estreia do cartoon. Mas foi só com a dança de cadeiras na presidência da Columbia em 1987, que o estúdio fez de sua prioridade a continuação de seu maior sucesso, logo a partir de 1988. Os Caça-Fantasmas 2 seria lançado em meados de 1989.

O segundo filme possui forte valor nostálgico para todos que cresceram com ele na infância, que o assistiram ainda criança nos cinemas (como este que vos fala) ou simplesmente os fãs incondicionais da franquia. Mas a verdade é que Os Caça-Fantasmas 2 já teve seu teor bastante alterado em relação ao original. Embora tenha recebido a mesma classificação etária da censura em relação ao original (no Brasil ambos tiveram censura livre / enquanto nos EUA ambos receberam censura PG – que significa algum material não adequado para crianças, sugerindo orientação parental), assim que foi descoberto seu forte público infantil, o novo filme tratou de diminuir o linguajar, as insinuações sexuais e inclusive o cigarro dos personagens; além de um design menos assustador dos fantasmas e assombrações, mais alinhado com os do desenho.

O resultado do segundo filme, embora tenha ocorrido um hiato de cinco anos para sair do papel, não foi o esperado – e nem de longe espelhou o fenômeno do original. Os realizadores e elenco se viram desgostosos e desapontados, colocando assim uma pedra em cima desta franquia tão lucrativa. Porém, durante toda a década de 1990 e a seguinte de 2000 esforços foram feitos por parte dos roteiristas com diversas ideias e tratamentos do roteiro para que um Caça-Fantasmas 3 ocorresse. Uma das propostas do mentor por trás da marca, Dan Aykroyd, para um terceiro filme envolvia a equipe viajando para uma versão alternativa e infernal de Nova York. No entanto, esse conceito custaria absurdamente caro, com um orçamento inicial traçado por algo em torno de US$150 milhões, e isso em plena década de 1990 – ou seja, precisava ser algo mais contido.

Em outro momento, já no fim dos anos 2000, Aykroyd e Harold Ramis trabalhavam em outro dos variados roteiros. Nesta época, sempre que os roteiristas chegavam a um texto que possivelmente poderia ser a ideia para o terceiro filme, eram barrados por Bill Murray. Em um dos casos, os roteiristas responsáveis pela comédia fracassada Ano Um (2009), com Jack Black, dirigida por Ramis, sobre homens das cavernas, haviam assinado a história de um possível Caça-Fantasmas 3. Segundo o próprio Murray, ele sequer quis ler o texto, após assistir ao desastroso resultado de Ano Um. Outro boato era de que Murray em certos casos chegava ao ponto de rasgar alguns roteiros.

O desenvolvimento “infernal” do terceiro filme se deu por um motivo. Durante o processo de negociação para Os Caça-Fantasmas 2, o trio de atores (Bill Murray, Dan Aykroyd e Harold Ramis), assim como o diretor Ivan Reitman, possuíam uma cláusula que os permitia um incrível poder de veto. Ou seja, o terceiro filme só sairia do papel se o roteiro fosse aprovado pelos quatro – mesmo que um deles optasse por não estar envolvido no projeto. Além disso, Reitman teria preferência na direção do filme, caso assim quisesse. E como sempre, Murray era o maior empecilho. O fato veio a público no infame caso dos vazamentos dos e-mails da Sony (ex-Columbia).

O mais perto que a equipe voltaria a se reunir foi para uma adaptação de um videogame lançado em 2009, que continuava os eventos após o segundo filme, e na época foi considerado por muitos fãs como o substituto para a terceira aventura do grupo nas telas – por usar muito de um dos roteiros planejados para o cinema como a terceira aventura. Para a empreitada, todos os atores originais retornaram para ceder suas vozes ao jogo.

Com a morte de Harold Ramis em 2014, o diretor Ivan Reitman declarou oficialmente sua saída de qualquer projeto vindouro dos Caça-Fantasmas, afirmando que deixaria outra pessoa no comando do longa. Assim, a Sony iniciava o processo de busca por um diretor – com nomes como Phil Lord e Christopher Miller, Seth Rogen e Judd Apatow sendo considerados. Todos no fim das contas, desistiram com medo da eventual comparação com o original. Paul Feig igualmente abriu mão da vaga de primeira, mas foi convencido pela presidente do estúdio, Amy Pascal, a comandar a superprodução. O cineasta tinha como credenciais os sucessos Missão Madrinha de Casamento (indicado ao Oscar), As Bem Armadas e A Espiã que Sabia de Menos – todas comédias bem sucedidas de crítica e bilheteria, protagonizadas por mulheres. Assim, se tornava quase óbvia que a escolha de Feig na direção, um realizador acostumado a dar espaço e voz para protagonistas femininas, que o novo filme seria centrado em mulheres.

O maior problema, conceitualmente falando, em minha opinião e a de muitos fãs, foi a opção por uma refilmagem ao invés de uma terceira parte. Ao decidir eliminar a existência dos filmes anteriores queridos dos fãs mais fervorosos, os realizadores mexeram num verdadeiro vespeiro. O que os fãs queriam de verdade era um terceiro filme e não um remake. Quando percebemos que Feig teve à sua disposição todo o elenco original para participações especiais, fica mais evidente a oportunidade desperdiçada. A passagem de bastão para uma nova geração e a homenagem aos antigos realizada pelo novo Ghostbusters – Mais Além (2021) poderia ter ocorrido há cinco anos no filme com a equipe feminina. Seria interessante se cada membro veterano encontrasse uma substituta por conta própria, alguém dentro de seu próprio universo após todos estes anos. Dentro desta ideia, poderia ser mantido o fato de Ernie Hudson (Winston) ser o tio de uma delas, Patty (papel da humorista Leslie Jones).

Ou seja, o grande problema de (As) Caça-Fantasmas (2016) está na falta de um roteiro verdadeiramente inspirado e não no fato de um elenco feminino ter sido escalado. Bem, ao menos não para, digamos, metade dos fãs que desaprovaram – a outra metade é simplesmente babaca e machista mesmo, sequer dando chance de conferir o resultado antes de julgar.

Protagonizando o filme, um time de atrizes e comediantes bem talentosas: Melissa McCarthy e Kristen Wiig (veteranas de Missão Madrinha de Casamento), e outras duas veteranas do humorístico Saturday Night Live, Leslie Jones e Kate McKinnon. Podemos notar que suas personagens foram moldadas a partir das personalidades originais. McCarthy é Aykroyd, Wiig é Murray, Jones é Hudson, e McKinnon é Ramis. Outro problema estrutural de roteiro é que temos as duas protagonistas (McCarthy e Wiig) como as personagens mais sérias, enquanto as piadas acabam com as outras duas que não possuem o mesmo destaque. Ao contrário do original em que Murray dominava como o cético piadista, sempre contrabalanceando a seriedade. Fora isso, existia humanidade em todos os personagens. Já no elenco feminino, suas esquisitices e diálogos soam forçados, como se fossem personagens num filme (ou desenho animado), ao contrário de gente de verdade – como nos originais.

Antes do quarteto principal ser escolhido, outras atrizes foram cogitadas para protagonizar o filme. Uma delas foi a estrela vencedora do Oscar Emma Stone, que recusou a proposta por não querer se “amarrar” a uma grande franquia novamente após ter estrelado os filmes da série O Espetacular Homem-Aranha, em 2012 e 2014. A atriz havia sido recomendada ao projeto pelo colega Bill Murray, que trabalhou com ela em Zumbilândia (2009). Outra que quase esteve no filme foi Anne Hathaway (vencedora do Oscar); segundo reportado a atriz esteve vinculada durante a fase de pré-produção para viver uma personagem que seria chamada Dra. Anna. Outras consideradas foram Anna Faris, Jennifer Lawrence (novamente, uma vencedora do Oscar) e Rebel Wilson. O fato prova que à princípio a preferência era por atrizes premiadas acima de comediantes. O que traria um aspecto talvez menos infantilizado ao filme.

(As) Caça-Fantasmas estreou no dia 15 de julho de 2016, em meio a uma problemática de ataques de fãs que simplesmente não queriam este filme – terminando por se agarrar a uma causa feminista (quem não gostasse do filme era instantaneamente acusado de machismo e misoginia). O filme arrecadou US$65 milhões em seu fim de semana de lançamento, mas não conseguiu, por exemplo, derrubar do pódio a animação Pets – A Vida Secreta dos Bichos (que havia estreado na semana anterior), debutando em segunda posição do ranking. O longa terminou sua jornada com um faturamento de US$229 milhões mundiais e críticas mistas – com a maioria dos avaliadores homens tendo medo de “contra-ataques”.

Com tamanha negatividade, o estúdio achou por bem segurar a intenção de uma sequência que continuasse essa linha narrativa; mesmo que as cenas pós-créditos deixassem um gancho mais que óbvio para tal. No fim das contas, mesmo com todas as referências que usou homenageando os filmes originais, a lição talvez aprendida pela Sony e os realizadores foi passar a ouvir os fãs e usar isso a seu favor e a favor de qualquer produto mirado a eles.