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Crítica | War Machine – sátira militar da Netflix sem fôlego

Nenhum Rei

É impossível assistir a War Machine, nova produção original da Netflix, e não ser remetido imediatamente a Três Reis (1999), de David O. Russell. Os dois filmes fazem parte de um subgênero que pode ser definido como sátiras de guerra, o qual se voltarmos bastante no tempo, encontraremos M.A.S.H. (1970), de Robert Altman, como um de seus pilares.

O subgênero não é novidade, porém, está sempre se reestruturando de acordo com as mudanças do mundo – pronto a extrair novos comentários jocosos sobre esta dura realidade. Apesar de depender bastante do humor, tais filmes apenas utilizam o artifício para atacar temas bem sérios, transitando especificamente entre alguns dos piores conflitos que a humanidade já viu, seja a Segunda Guerra Mundial, a Guerra do Vietnã, e agora a Guerra no Oriente Médio e suas ramificações.

Quando cito Três Reis, também devo adereçar a caracterização de Brad Pitt, protagonista e produtor de War Machine, encarnando o amigo George Clooney no filme citado, ou até mesmo nas colaborações com os irmãos Coen. Pitt está grisalho, empostando a voz e descobrindo novas expressões no rosto, as quais testa com afinco em seu personagem, em partes, caricato. Existem algumas semelhanças, porém, muitas diferenças, inclusive com o Tenente Aldo Rayne, infame protagonista de Bastardos Inglórios (2009).

Apesar de certa mudança de tom com o restante do filme, Pitt é o grande destaque de War Machine, demostrando o forte interesse do ator em se desassociar por completo da imagem de galã (de outrora ou atual, dependendo do seu ponto de vista) que permeou sua carreira. Algo semelhante ao almejado por Johnny Depp, que igualmente costuma se esconder sob a maquiagem dos personagens.

Baseado no livro de Michael Hastings, War Machine tem direção do celebrado australiano David Michôd, do essencial Reino Animal (2010) e do acima da média The Rover – A Caçada (2014). War Machine, no entanto, surge se tornando seu filme mais irregular, nos fazendo compreender o motivo pelo qual o colosso Netflix o preteriu para a viagem a Cannes (a empresa optou por levar Okja e The Meyerowitz Stories).

Na trama, o General Glen McMahon (Pitt), herói condecorado com quatro estrelas, tem o total respeito e admiração de seus subordinados, no comando de tropas americanas no Afeganistão. Uma vez no topo do mundo, o único caminho a seguir é para baixo, quando sua imagem é denegrida por uma história jornalística. Em partes baseado em fatos, o que inclui o personagem de Pitt, War Machine se mostra deficiente nos dois âmbitos que deseja retratar.

O roteiro adaptado pelo próprio Michôd pega leve na sátira, não funcionando muito bem em seus momentos cômicos. O resultado soa mais como Os Homens que Encaravam Cabras (2009), com o próprio Clooney, do que o citado Três Reis, por exemplo. O que serve para apontar certa carência do cineasta australiano no quesito veia humorística, visto que seus trabalhos anteriores eram fortificados pelo teor dramático. Ao mesmo tempo, a sucessão de eventos pelos quais personagens transitam e são apresentados soa como episódica, sem que qualquer uma seja marcante através diálogos, narrativa ou outro elemento que a faça transcender.

O elenco de nomes conhecidos, vide Topher Grace, Anthony Michael Hall, Ben Kingsley, Will Poulter e Meg Tilly não possui espaço suficiente para causar empatia com o público e muitos deles apenas entram e saem do filme sem nada acrescentarem. O texto é básico e passa longe de qualquer relevância atual ao tema, se tornando apenas repetição de abordagens melhores ao tópico, que ganhamos ao longo da última década.

War Machine é um exercício de atuação para Pitt e no quesito, principalmente para os fãs do ator, se sobressai. É muito curioso assistir ao ator se portando nas telas como nunca anteriormente, seja através de trejeitos, postura, movimentação corpórea ou até mesmo na peculiar forma com que corre – reproduzindo o exercício quase de forma neandertal. De resto, esta máquina de guerra, assim como o recente The Discovery (com Robert Redford e Rooney Mara), soa enguiçada e demonstra que o toque de midas Netflix também oscila.

‘O Predador: A Caçada’ | ‘Predador 2’ (1990) – Roteiro original da continuação teria o retorno de Arnold Schwarzenegger

O Predador: A Caçada (Prey) é um dos grandes sucessos desta segunda metade de 2022 e promete colocar a franquia do alienígena caçador de volta aos eixos. Voltando 35 anos no passado, nos deparamos com o sucesso do primeiro filme, estrelado pelo austríaco Arnold Schwarzenegger. A produção fez um enorme sucesso surpresa na época e elevou o nome do ator musculoso a um novo patamar em sua carreira. Ainda hoje o longa é enaltecido como um dos melhores filmes de ação, ficção e terror dos anos 80. Tamanho prestígio, é claro, colocou cifrões nos olhos dos executivos da 20th Century Fox na época, que em pouco tempo deram sinal verde para uma sequência começar a sair do papel. Para a empreitada, o primeiro passo foi recrutar novamente os roteiristas irmãos Jim e John Thomas do original, para bolar uma nova história envolvendo o caçador de safari intergaláctico que havia caído no gosto popular.

Leia também: ‘O Predador: A Caçada’ | Saiba como seria o VISUAL do alienígena caçador no Clássico de 1987

No entanto, segundo os próprios irmãos Thomas, originalmente não havia planos para uma continuação e antes de começarem a escrever o tratamento para uma, o estúdio queria esperar para ver como a série de Histórias em Quadrinhos com o personagem iria se sair com seu público-alvo: crianças e adolescentes. Intitulada Predator: Concrete Jungle, a série em quadrinhos foi lançada em 1989 e logo se tornaria um enorme sucesso. É curioso, mas nos anos 80, o sinal verdade para uma produção cinematográfica podia depender da recepção de uma HQ. Desta forma, o mesmo produtor Joel Silver do original pôde finalmente convencer os executivos da Fox a liberarem a tão esperada continuação de O Predador.

O sinal verde para a continuação ‘Predador 2’ foi dado não pelo sucesso do filme original, mas sim de uma HQ.

Mas não foi apenas esta ligação que Predador 2 teria com os quadrinhos, inúmeros conceitos foram tirados desta HQ, como levar o alienígena da floresta para a cidade grande – no filme a Nova York das tirinhas precisou ser mudada para Los Angeles por motivos orçamentários. Porém, estavam lá a forte onda de calor que assolava a metrópole, o policial que seria o novo protagonista da história e os misteriosos oficiais do governo que tentavam encobrir a existência dos Predadores para adquirir sua tecnologia. A diferença é que o cabeça destes oficiais do governo era o mesmo General Phillips (R.G. Armstrong), responsável por comandar a operação no primeiro filme, e o policial protagonista era o irmão de Dutch, o personagem de Schwarzenegger. Até mesmo a cena do ataque do alienígena dentro do metrô é originária dos quadrinhos. Os roteiristas acharam este um dos momentos mais interessantes da trama nos quadrinhos e incluíram em sua narrativa.

Leia também: ‘O Predador’ | Ranqueamos do PIOR ao MELHOR Toda a Franquia – Incluindo o recente ‘O Predador: A Caçada’

No tratamento original do roteiro escrito pelos irmãos Thomas, Dutch (Schwarzenegger) retornaria. Ele agora seria o líder de um time que caçaria o Predador em Los Angeles. É dito também que desta vez o personagem não seria o protagonista do filme, dividindo essa vaga com o tal policial durão que terminou ganhando as formas de Danny Glover (saído do sucesso dos dois primeiros Máquina Mortífera). Ou seja, isso significaria que Arnold teria que dividir os créditos principais com Glover para esta sequência – o que pode ter sido o motivo de sua desistência do projeto. Ainda segundo o diretor Stephen Hopkins, escolhido para comandar o segundo filme, Arnold teria recusado um papel coadjuvante no filme não por não ter gostado do roteiro, e sim por causa de conflitos de agenda com Um Tira no Jardim da Infância (também lançado em 1990). Em entrevista em 1991, Hopkins se disse aliviado, já que a entrada de Arnold no projeto significaria uma enorme mudança no roteiro.

Inicialmente, Arnold Schwarzenegger retornaria como Dutch para a sequência ‘Predador 2’.

Há ainda os que afirmam que a recusa de Schwarzenegger na sequência foi meramente salarial. É a história que o produtor John Davis conta, dizendo que o astro teria pedido mais US$250 mil acima de seu cachê – o que o estúdio se recusou a pagá-lo. Outros ainda dizem que Arnold recusou porque estava ocupado gravando O Vingador do Futuro (outro blockbuster que o ator lançou em 1990). E por fim, alguns relatos apontam que o ator não gostou do caminho que o roteiro seguiu com Dutch, o transformando quase no vilão do filme. Nessa linha narrativa, Dutch teria o papel que depois foi remodelado para abrigar Peter Keys, o personagem vivido por Gary Busey na sequência. O papel seria bem mais substancial com Arnold em cena. Com a saída do austríaco do projeto, o papel foi reduzido.

Leia também: ‘O Predador: A Caçada’ | Relembre o clássico ‘O Predador’ (1987) – que completa 35 anos em 2022

Existe ainda outro argumento envolvendo o personagem de Dutch. Trata-se de uma explicação de bastidores sobre seu paradeiro e seu sumiço no segundo filme. Nessa narrativa, Dutch foi hospitalizado após o fatídico encontro com o Predador no primeiro filme. Ele estaria sendo tratado por envenenamento por radiação, como resultado da exposição ao mecanismo de autodestruição do alienígena. Keys o encontra e o interroga no hospital. Depois, o oficial do governo parte com sua equipe para a mesma floresta a fim de investigar evidências da criatura. Nesse meio tempo, Dutch desaparece do hospital. Já o ator Gary Busey conta ainda outra história. Segundo o ator, Keys estava à frente de novas missões para caçar o Predador, e algumas envolvendo Dutch já recuperado. Os dois estariam trabalhando juntos, até que Keyes perde contato com Dutch.

‘Predador 2’ quase teve como protagonista o ator marcial Steven Seagal enfrentando a criatura intergaláctica. Já pensou?

Antes do ótimo Danny Glover ser contratado para viver o policial durão Mike Harrigan em Predador 2, outros atores foram cogitados. Entre eles o saudoso astro Patrick Swayze, então saído do sucesso de Dirty Dancing, e que no mesmo ano estrelaria o fenômeno indicado ao Oscar Ghost – Do Outro Lado da Vida. É possível que com o envolvimento de Swayze o personagem fosse criado como o irmão de Dutch. Porém, o ator terminou machucado durante as filmagens de Matador de Aluguel (1989) e precisou se retirar do projeto. O estúdio, no entanto, tinha outros planos para quem achava que devia protagonizar Predador 2. A Fox estava interessada em fechar acordo com Steven Seagal, astro das artes marciais transformado em ator, que havia estrelado seu primeiro filme com Nico – Acima da Lei (1988). Nessa época Seagal era visto como potencial novo astro da ação e a Fox o queria eu seu filme.

O diretor Stephen Hopkins chegou inclusive a se encontrar com Steven Seagal para discutir o papel. Os dois não conseguiram chegar a um consenso sobre como viam o policial protagonista. Seagal achava que o personagem deveria ser um psiquiatra da CIA que lutava artes marciais – ou seja, um sujeito inteligente e exímio guerreiro. Já Hopkins queria seguir a linha do “homem comum”, fazendo do protagonista um policial dedicado, porém, um homem do povo, que poderia ser qualquer um, sem habilidades especiais. Muito disso é o que vemos de fato em tela com a personificação de Danny Glover. Assim, Seagal e Predador 2 se separariam e seguiriam caminhos diferentes, com o ator partindo para estrelar Marcado para a Morte (lançado também em 1990) para a mesma Fox. Uma curiosidade é que ambos Marcado para a Morte e Predador 2 usam como tema de seus filmes gangues de jamaicanos violentas, controlando o crime na cidade de Los Angeles. O fato foi inspirado na realidade, já que durante os anos 80 e 90, gangues jamaicanas realmente “tocavam o terror” em grandes cidades nos EUA.

‘The Gifted’: Skyler Samuels revela que suas personagens terão mais destaque na 2ª temporada

A introdução da atriz Skyler Samuels na reta final da primeira temporada de ‘The Gifted‘ foi, indiscutivelmente, umas das melhores coisas da série. E, em entrevista ao TVLine, ela revelou que terá um destaque bem maior na segunda temporada.

“Eu estou ansiosa para conhecer melhor as irmãs Frost – especialmente porque cada uma tem uma personalidade muito diferente. Vai ser interessante vê-las se destacando e sendo melhor desenvolvidas individualmente.”

Samuels também deixa claro que as irmãs continuarão dando problemas. “Nós somos insanas! Tipo, nós somos doidas e capazes de qualquer coisa, e também somos impiedosas. A cada semana, você nunca sabe o que as irmãs irão fazer. E nós teremos algumas coisas bem chocantes à frente.”

A atriz recentemente foi promovida ao elenco fixo da série.

Fox também anunciou um novo acréscimo ao elenco da 2ª temporada de ‘The Gifted‘. Grace Byers, que já participou da série ‘Empire‘, fará parte da trama de forma recorrente.

A atriz dará vida à Reeva, uma personagem que deve se aliar a Polaris (Emma Dumont), às irmãs Frost (Skyler Samuels) e a Andy (Percy Hynes White).

Segundo a descrição oficial, Reeva “é uma bela mulher inteligente, charmosa, autoritária e elegante, que é implacável em seus esforços para lutar pelas pessoas. Ela lidera um grupo de elite de seguidores e embora seja sutil com seus novos recrutas, é capaz de ser extremamente violenta em desefa de sua visão”.

A renovação era incerta, após a série alcançar apenas 2,8 milhões de espectadores e uma classificação de 0,8 no grupo demográfico 18-49. Dado o declínio constante nas classificações desde a estreia (4,85 milhões de espectadores e 1,5 na demo de 18 a 40), ‘The Gifted‘ estava no grupo de risco de cancelamentos.

‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw’ ganha cartazes individuais; Confira!

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw‘, derivado da franquia ‘Velozes e Furiosos‘, ganhou cartazes individuais.

Confira:

Dirigido por David Leitch (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘), o roteiro foi escrito por Chris Morgan, que é responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

A trama será focada em Luke Hobbs e Deckard Shaw, que formam uma aliança improvável para executar uma missão secreta.

Dwayne Johnson e Jason Statham estrelam. Vanessa KirbyIdris Elba, Eiza GonzálezEddie Marsan completam o elenco.

A Universal Pictures lançará o longa nos cinemas nacionais no dia 1º de agosto, uma semana após a estreia nos EUA.

Após este filme, o próximo filme da franquia é  ‘Velozes e Furiosos 9‘, que estreia em 10 de abril de 2020.

‘O Exterminador do Futuro 6’: Sarah Connor quebra tudo em novo comercial; Assista!

A Fox Film divulgou um novo comercial de ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘.

Confira:

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o roteiro vai ignorar as últimas sequências e continuar a partir do segundo filme, com uma nova cronologia. Espera-se, também, que este seja o início de uma nova trilogia.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

Chris Evans se torna o Homem-Aranha em nova arte conceitual INCRÍVEL; Confira!

O artista BossLogic compartilhou uma nova arte conceitual com o ator Chris Evans, que interpreta o Capitão América no MCU, como o Homem-Aranha. O resultado ficou incrível!

Confira:

 

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“Just a kid from Queens” 😄 🕷️

Uma publicação compartilhada por Bosslogic (@bosslogic) em

Recentemente, Evans revelou ao South China Morning Post que sempre quis interpretar o Homem-Aranha porque cresceu acompanhando o herói.

“Eu amo o Capitão América, mas o Homem-Aranha foi meu herói de infância, sabe? Eu cresci acompanhando suas histórias e gostaria de ter interpretado ele. Seria divertido me pendurar pelos edifícios de Nova York e saltar de um lado para o outro. Sempre quis interpretá-lo.”

Evans brincou e disse que o único problema seria usar a máscara, porque ele é claustrofóbico.

“Mas tudo tem seus motivos, não é? Eu odiaria usar aquela máscara porque sou muito claustrofóbico e duvido que eu conseguiria ficar horas com o rosto coberto. Eu prefiro o traje do Capitão, é mais legal e eu podia ficar sem a máscara por um tempo.”

E aí, você acha que ele teria sido uma boa escolha para interpretar Peter Parker?

Lembrando que a última participação de Evans no MCU foi em ‘Vingadores: Ultimato‘.

Lançado em 2019, ‘Vingadores: Ultimato‘ o longa conquistou a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Christian Bale investigará assassinatos no novo suspense da Netflix

De acordo com o Deadline, Christian Bale estrelará o suspense ‘The Pale Blue Eye‘, que está sendo desenvolvido pela Netflix.

O ator interpretará um detetive investigando uma série de assassinatos em uma academia militar, sendo ajudado por um jovem posteriormente conhecido como Edgar Allan Poe.

O longa será baseado no livro homônimo de Louis Bayard.

Scott Cooper será responsável pela direção.

Esse filme marcará a terceira colaboração entre Bale e Cooper, após ‘Tudo por Justiça‘ e ‘Hostis‘.

As filmagens devem começar assim que Bale terminar suas gravações na sequência ‘Thor: Amor e Trovão‘ e no novo filme, ainda sem título, dirigido por David O. Russell.

‘The Boys’: Confira o visual de Laurie Holden como a vilã Condessa Escarlate na 3ª temporada!

Através do Twitter, foi divulgada a primeira imagem oficial da atriz Laurie Holden (‘The Walking Dead’) caracterizada como a vilã Condessa Escarlate na 3ª temporada de ‘The Boys‘.

Confira:

Lembrando que ainda não há previsão de estreia para a 3ª temporada.

Anteriormente, Antony Starr disse ao TVLine que a nova temporada será a melhor da série, além de afirmar que os espectadores irão “surtar” quando assistirem.

“A terceira temporada será uma das melhores temporadas que eu já tive a sorte de participar. Eu me diverti muito na segunda temporada, e achei muito legal eles terem elevado o nível em comparação ao primeiro. E a terceira temporada é uma extensão disso.”

Ele completa, “Essa é a minha temporada favorita por razões que não posso dizer. Estou sempre curioso para ver o que os roteiristas estão preparando para nós, então é uma ótima sensação ver que eu continuo sendo surpreendido pelo roteiro. Tudo o que eu posso dizer é que os fãs irão surtar com a terceira temporada.”

Vale lembrar que o novo ciclo irá introduzir Jensen Ackles (Soldier Boy), Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Confira nossa crítica da 2ª temporada:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘A Morte do Demônio’: Jogo ganha novo mapa inspirado em ‘Uma Noite Alucinante 3’; Confira o trailer!

O jogo ‘Evil Dead: The Game‘, baseado na icônica franquia ‘A Morte do Demônio‘, recebeu uma grande atualização, que conta com um novo mapa inspirado no terceiro filme da franquia, ‘Uma Noite Alucinante 3‘ (Army of Darkness).

A atualização também introduz novas armas ao jogo, como a maça e a besta explosiva. Além disso, alguns dos personagens receberam novas skins.

Confira o trailer da nova atualização:

Contendo os modos co-op e PvP, o jogo está disponível para PC, PlayStation®5, PlayStation®4, Xbox Series X|S, Xbox One e Nintendo Switch.

“Pela primeira vez, o universo de ‘A Morte do Demônio’ se conecta em uma experiência eletrizante com o herói Ashley J. Williams. Trabalhe em equipe com um time de quatro sobreviventes, explorando, criando, controlando o seu medo e encontrando artefatos essenciais para fechar a fenda entre os mundos. Ou possua o controle dos poderosos demônios Kandarianos para caçar Ash e seus amigos através dos Deadites, o clima e até mesmo os próprios sobreviventes enquanto você devora suas almas.”

“Muitas surpresas aguardam nessa batalha sangrenta contra o mal que captura o humor, terror e espírito da franquia. Enfrente a ação em locais memoráveis, incluindo a infame cabana na floresta, e descubra mais de 25 tipos de armas.”

Bruce Campbell retorna como o icônico Ash.

O jogo também conta com o retorno da Dana DeLorenzo (Kelly Maxwell, da série ‘Ash vs. Evil Dead‘), Ray Santiago (Pablo), Marcus Gilbert (Arthur, de ‘Uma Noite Alucinante 3‘) e Richard DeManincor (Scotty, do original ‘A Morte do Demônio‘).

Stephen King ACLAMA o terror ‘A Morte do Demônio – A Ascensão’

Através do seu Twitter, o autor Stephen King, considerado um dos mestres do gênero, não poupou elogios ao terror ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘.

“Apesar de estar ocupado com divulgação, podemos conversar sobre ‘A Morte do Demônio – A Ascensão’? É brutal, sangrento e tem até um elevador vomitando sangue. Sem contar a cena com a serra elétrica,” declarou King.

Vale lembrar que o Stephen King também foi um dos grandes apoiadores do filme original, lançado em 1981. Em 2015, o diretor Sam Raimi havia revelado que o sucesso do filme se deveu muito a uma crítica extremamente positiva de King ao Twilight Zone Magazine.

“Sem [essa crítica], o filme poderia ter sido perdido, mas com o apoio do Stephen King nós conseguimos alcançar o público,” relembra o cineasta.

E parece que o King não é o único que adorou o novo longa. Com 63 críticas publicadas até o momento, o terror já conquistou impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso dos críticos, “oferecendo quase tudo que os fãs de longa data poderiam esperar, eles levam a franquia adiante da maneira mais descolada e assustadora possível.”. 

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Crítica | A Morte do Demônio: A Ascensão – Com cenas de revirar o estômago, TERROR é uma viagem ao inferno

Jacob Hall, do SlashFilm, disse que Cronin provou seu talento não apenas em atrair os fãs da franquia, mas também em sua capacidade de trazer novos elementos para este universo.

“Cronin sabe o que fez os dois primeiros filmes da franquia funcionarem e se inclina para essa temática sem ter medo de deixar sua marca com novos elementos. Embora certamente mais sombrio que os filmes de Raimi, este também é um passeio hiperviolento por uma casa de diversões de pesadelo que faz uma pausa apenas para mostrar algo retorcido o suficiente para que você só consiga gritar ou rir.”

Segundo o Hollywood Handle, “#EvilDeadRise traz uma nova essência para a franquia, é agonizante, tenso, cheio de gore e sangue, um filme totalmente louco com um suspense fora do comum. É uma obra-prima sangrenta.”

Assim como os títulos originais dirigido por Sam Raimi, ‘A Ascensão’ eleva o nível das principais característica da franquia, como as cenas sangrentas e os sustos inesperados, como disse Meagan Navarro, do Bloody Disgusting.

“Não é nem de longe tão niilista quanto o último da franquia entrada, mas é igualmente intenso. Lily Sullivan e Alyssa Sutherland são um pare fantástico de protagonistas – especialmente Sutherland – combinando com uma infinidade de homenagens à franquia e níveis absurdos de vísceras, que garantem uma ótima experiência no cinema”

Ryan Scott, do Inverse, ficou mais do que feliz em atribuir elogios e garantiu que os antigos e novos fãs serão capazes de se divertir, desde que não tenham um pingo de medo.

“‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ milagrosamente funciona como um ponto de entrada totalmente frio para novos espectadores, ou o tão esperado retorno de uma das franquias verdadeiramente grandes do terror para os fãs de longa data – pelo menos para aqueles que não têm coração fraco.”

E Kate Sanchez, do But Why Tho? disse que o filme “tem ritmo quase perfeito, performances estelares e um abraço de violência errática, Lee Cronin criou uma tremenda entrada na franquia.”

E aí, você está ansioso pela estreia de ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘?

Confira o trailer:

A ação agora desloca-se da floresta para a cidade. A trama segue a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família. 

Sam Raimi e Bruce Campbell servem como produtores.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador’) e Nell Fisher completam o elenco.

Tubarão assassino ataca no novo clipe do terror ‘Desespero Profundo’; Confira!

O terror de sobrevivência ‘Desespero Profundo‘ (No Way Up) ganhou um novo clipe tenso.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de março.

Em ‘Desespero Profundo‘, Ana (Sophie Mcintosh) embarca em uma viagem de férias com seus amigos, quando o avião em que ela está cai no Oceano Pacífico.

À beira de um precipício submarino e presos em uma bolsa de ar dentro do avião, Ava e os outros sobreviventes precisam correr contra o tempo enquanto enfrentam tubarões sedentos por sangue em uma luta desesperada pela sobrevivência.

Com direção de Claudio Fäh, o elenco de ‘Desespero Profundo‘ conta ainda com nomes como Phyllis Logan, Colm Meaney, Will Attenborough e Jeremias Amoore.

O Homem do Saco

(Bagman)

 

Elenco:

Sam Claflin
Antonia Thomas
Caréll Vincent Rhoden

 

Direção: Colm McCarthy

Gênero: Terror

Duração: 93 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 30 de Janeiro de 2025

Sinopse: 

Em O HOMEM DO SACO, quando uma ameaça sinistra de sua infância retorna para assombrá-lo, um pai luta desesperadamente contra seu medo interior mais profundo. Só que dessa vez, a luta não é por ele mesmo; é por sua família.

Curiosidades: 

» John Hulme assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

bagman xxlg

Fotos: 

Homem em foco com bastão, iluminação suave.

Homem de pijama em quarto escuro

Mulher recebendo pergaminho de criança ao ar livre.

Cena de suspense com confronto físico intenso.

Casal conversando em ambiente natural.

JUJUTSU KAISEN: Hidden Inventory/Premature Death – The Movie

(JUJUTSU KAISEN: Hidden Inventory/Premature Death – The Movie)

 

Elenco:

Aya Endô
Takehito Koyasu
Anna Nagase

 

Direção: Shouta Goshozono

Gênero: Animação

Duração: 110 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 14 de Agosto de 2025

Sinopse: 

Em um retorno ao passado, a trama de JUJUTSU KAISEN: HIDDEN INVENTORY/PREMATURE DEATH – THE MOVIE acompanha Satoru Gojo e Suguru Geto, ainda estudantes do ensino médio, encaram uma missão que coloca à prova suas forças e convicções. O que parecia ser apenas mais uma tarefa acabará por selar o destino de ambos — e mudar para sempre o equilíbrio da sociedade Jujutsu.

Curiosidades: 

» Baseada no mangá homônimo de Gege Akutami, a produção serve como pré-sequência do filme ‘Jujutsu Kaisen 0‘ e da primeira temporada do anime;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘O Diabo Veste Prada 2’ deve arrecadar entre US$ 75-80 milhões em estreia nos EUA

Sucesso! De acordo com o Deadline, a sequência ‘O Diabo Veste Prada 2‘ deve arrecadar em torno de US$ 75-80 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O longa abriu com sólidos US$ 33 milhões nesta sexta-feira no país (incluindo a pré-estreia).

Internacionalmente, a produção deve acrescentar US$ 100 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 180 milhões.

“Impulsionada pela nostalgia, a continuação alcança o público como um relançamento de uma marca de luxo que realmente funciona. O público se entrega ao apelo do legado, tratando a sequência como um reencontro cultural em vez de uma mera tentativa de ganhar dinheiro fácil, com comparações a continuações aguardadas por muito tempo, como ‘Top Gun: Maverick’, elevando as expectativas. Há um forte entusiasmo impulsionado pelo elenco, especialmente em torno de Meryl Streep e Anne Hathaway, onde a jovialidade se torna parte da mitologia da marca, e não uma distração,” declarou o RelishMix, que ainda destaca o forte apelo do projeto nas redes sociais.

‘O Diabo Veste Prada 2’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel, o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

Edgar Wright comenta possibilidade de dirigir adaptação da DC

O cineasta Edgar Wright pode estar inteiramente dedicado a promover seu mais novo filme, o já elogiado ‘Em Ritmo de Fuga‘, mas ele já está sendo questionado a respeito de novas possibilidades de projetos.

Em uma entrevista recente, ele foi perguntado se toparia dirigir uma adaptação dos quadrinhos da DC. E embora ele conheça o material da Marvel e tenha participado de parte do roteiro de ‘Homem-Formiga‘ (até sair por diferenças criativas), o mesmo grau de conhecimento não se aplica à concorrente.

Segundo ele:

“Eu não sei dizer, afinal, não tenho muita familiaridade com os heróis da DC. Ficaria até difícil dizer qual deles eu escolheria para adaptar na direção’.

Zack Snyder promete “drama e relacionamentos complexos” em ‘Liga da Justiça’

Parte da ‘Liga da Justiça’ na nova foto oficial; Confira!

BOMBA! Ben Affleck abandona a direção de ‘Batman’

Participação de Lex Luthor em ‘Liga da Justiça’ deve ter cenas no Asilo Arkham

Kevin Smith diz que Darkside deve ser o verdadeiro vilão de ‘Liga da Justiça’

Roteirista de ‘Liga da Justiça’ reescreveu o roteiro de ‘The Batman’

 

‘Don’t Worry, He Won’t Get Far On Foot’: Comédia com Joaquin Phoenix ganha novo trailer e imagem

A comédia dramática, ‘Don’t Worry, He Won’t Get Far On Foot‘, estrelada por Joaquin Phoenix e Jonah Hill, ganhou uma nova imagem.

Confira:

Dirigida pelo aclamado cineasta Gus Van Sant, a produção também conta com Rooney Mara, Jack Black, Beth Ditto, Kim Gordon e Carrie Brownstein estão no elenco.

Estreado no Festival de Berlim, o filme é baseado nas memórias homônimas do cartunista John Callahan.

‘Capitã Marvel’ e ‘Kim Possible’ se unem em novo comercial de TV; Assista!

‘Capitã Marvel’ e ‘Kim Possible‘ uniram suas forças no mais novo comercial do primeiro filme solo da heroína do MCU.

O material mostra um pouco das habilidades de ambas as personagens, brincando com a possibilidade de uma parceria.

Confira:

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

Crítica | Mistérios do Universo: Patricia Clarkson em thriller criminal insosso

Uma bela e talentosa jovem, com um futuro brilhante: uma morte inesperada sem rastros deixados. Um possível padrão que reitera um antigo serial killer jamais encontrado. Mistérios do Universo é um thriller criminal ambicioso em sua premissa e tenta mesclar a profundidade intelectual científica com a complexidade de resolver um suposto assassinato aparentemente sem motivação. Mas nessa busca por construir uma metáfora que conecte ambas as temáticas, a produção dirigida por Carol Morley se perde em seu próprio buraco negro, entregando um suspense pouco envolvente e incapaz de alcançar metade do seu potencial.

Trazendo Patricia Clarkson como a grande protagonista, o thriller até tenta corresponder à grandiosidade da atriz e às expectativas que naturalmente a acompanham. No entanto, Mistérios do Universo se confunde em seu próprio espaço-tempo, andando em círculos por quase uma hora de filme, em um drama excessivamente calado em vários aspectos, tanto em seus diálogos, bem como em toda sua construção narrativa. Explorando pobremente seus personagens principais, o longa começa e termina cheio de buracos e falhas de roteiro, não sabe aproveitar seu tempo de tela e perde a oportunidade de explorar outros recursos narrativos para validar seu drama e até mesmo para estabelecer um nível mínimo de identificação com a audiência.

Tratando todos como quase um experimento científico, o roteiro é incapaz de encontrar o equilíbrio que tanto almeja nas metáfora que busca gerar, fazendo com que toda a trama se torne desimportante e imperceptível diante dos olhos do público. E sem precedentes ou até mesmo sem um background sólido como contexto, Mistérios do Universo entrega a protagonista Mike Hoolihan de forma vazia. Patricia Clarkson até que tenta, mas a narrativa de Martin Amis é rasa demais para garantir qualquer substancialidade à sua durona detetive, que inadvertidamente se identifica com a suspeita morte de Jennifer Rockwell (Mamie Gummer, filha da brilhante Meryl Streep), mas sabe se lá bem porquê.

Patinando na maior parte do tempo, a trama não apenas acaba sendo incoerente com a expertise da protagonista, apresentada nos primeiros 10 minutos de filme, como se torna rapidamente maçante. Como se houvesse um grande buraco de minhoca no meio da trama, o thriller caminha em uma lentidão absurda, tornando a experiência da audiência exaustiva e desgastante, até que se acelera repentinamente, gerando a sensação de que talvez pelo menos a última meia hora seja melhor aproveitada.

No entanto, conflitando em meio à já batida argumentação procrastinada de “ela disse, ele disse”, Mistérios do Universo consegue retardar ainda mais o seu ritmo e – eventualmente – acaba perdendo o interesse do público por ser prolixo demais e entregar poucas reviravoltas como recompensa. Com uma direção que não se destaca e não possui identidade, o drama ainda tenta se esgueirar no gênero noir, mas acaba pendendo mais para uma estética genérica. E ao final de tudo, o thriller criminal se torna um grande quase, desperdiçando todos os seus recursos e, mais ainda, nosso valioso tempo.

8 Comédias HILÁRIAS estreladas por atores pretos

Se você está à procura de boas dicas de comédias, a nossa crítica e jornalista Rafa Gomes separou uma lista com oito produções hilárias estreladas por atores pretos.

Entre as dicas, estão produções clássicas e aclamadas pela crítica especializada, como ‘Cara Gente Branca‘, além de comédias pastelão como ‘Hora do Rush’.

A lista ainda engloba filmes conceituais e mais independentes, que mesclam o drama ao humor com perspicácia e ousadia.

Confira as dicas:

 

Primeiras Impressões | The Handmaid’s Tale: 5ª temporada tem retorno poderoso, mas série já apresenta desgaste

Première assistida durante o Festival de Toronto 2022

Se livrar das opressoras garras da misógina ditadura de Gilead tem se tornando uma jornada exaustiva para os fãs de The Handmaid’s Tale. Desde sua arrebatadora 1ª temporada, temos visto a obra original de Margaret Atwood ganhar novas camadas e facetas, explorando a perversidade humana de formas até então poucas vezes vistas nas telinhas. E com sua trama já apresentando genuínos sinais de desgaste, Bruce Miller retorna com sua 5ª temporada, que se abre diante da audiência de forma intensa e melodramática, esticando ainda mais as sequelas da vida pós-morte que June Osbourne finalmente conseguiu conquistar, após sua emblemática fuga no ciclo anterior.

Dando sequência direta ao bombástico final da 4ª temporada, The Handmaid’s Tale tentar ir um pouco mais além nos complexos dilemas psicoemocionais vividos pela protagonista, que naturalmente sofre para se livrar dos traumas que marcaram sua história como uma aia em Gilead. Entre flashbacks assombrosos e um anseio inesgotável por vingança, ela orbita entre a satisfatória adrenalina de ter destruído o seu algoz e o peso de ter suas mãos sujas de sangue. Com as mãos e o torso manchados pelo seu crime, ela passeia pelo episódio inaugural como alguém que estampa uma medalha pendurada em seu pescoço. Inerte diante da fronteira moral recém cruzada por ela mesma, ela é o retrato da mais pura fragilidade humana, quando toda a sua dignidade lhe é tirada brutalmente.

Em um episódio inaugural mais lento, porém profundamente doloroso, a série original da Hulu – distribuída no Brasil pela Paramount – segue visualmente belíssima, bem dirigida e cheia de metáforas expressas através de sua fotografia icônica e emblemática. Mas ainda que em seus principais atributos técnicos The Handmaid’s Tale permaneça valiosa, é inegável que a trama hoje peleja.

Após explorar uma sucessão de açoites e sofrimentos constantes semana após semana, a série que já foi eleita uma das melhores do mundo respira com a ajuda de aparelhos e repetiu a mesma fórmula de suas duas primeiras temporadas, custando a reconhecer que talvez seja a hora de mudar o seu curso. Após um 4° ciclo mais cansado, esticado e tardiamente evolutivo, Miller e sua equipe criativa finalmente compreendem que a melhor saída para June e sua história é lhe garantir uma despedida ainda em seu auge. E a 5ª temporada promete justamente isso.

Com seu segundo episódio escalonando os níveis dramáticos de forma significativamente mais rápida, a distopia da plataforma Hulu finalmente começa a sair de sua própria e exaustiva espiral de tortura psicológica e física. No entanto, a produção peca por ainda apelar em suas sequências desconfortáveis – que hoje soam mais como um exibicionismo da misantropia do que de fato um instrumento narrativo para a composição da trama.

Mas independente disso, é inegável que a premiada produção segue sendo uma peça importante no cenário televisivo contemporâneo. Confrontando a audiência com questionamentos poderosos e despertando profundas reflexões sobre problemas sociais com os quais as mulheres ainda lidam mesmo em tempos de liberdade, a aclamada série não perdeu seu encanto, embora cambaleie em um roteiro muitas vezes repetitivo. Com sua última temporada recém anunciada pelo streaming Hulu, The Handmaid’s Tale ainda tem o poder de entrar para a história como aquela série que – acima de qualquer sucesso – soube se encerrar em seu auge. Mas isso, só os próximos capítulos dirão.

Crítica | Meu Álbum de Amores – Comédia Romântica homenagea a Música Brega Brasileira

Apaixonado pelo teatro, o diretor e roteirista Rafael Gomes tenta transpor as declarações românticas dos palcos à linguagem cinematográfica. 

Desta vez ao lado dos roteiristas Vinicius Calderoni (45 Segundos do Segundo Tempo) e Luna Grimberg (da série As Five), o diretor mistura o tom dramático aos acordes da “música brega” em Meu Álbum de Amores. Esta assinatura teatral está presente nos seus três filmes que compõem, segundo o próprio criador, a trilogia dos corações sentimentais, com 45 Dias Sem Você (2018) e Música Para Morrer de Amor (2020).

Após um rapaz de coração partido em viagem de autodescobrimento pela Argentina e Europa; e de um grupo de jovens na cidade de São Paulo em busca de amor entre canções, lamentações e máximas filosóficas, o terceiro longa não foge da premissa dos anteriores. Nesta aventura nostálgica e de homenagem à música popular brasileira, chamada “música brega”, Meu Álbum de Amores segue a odisseia novelesca do dentista Júlio Tavares (Gabriel Leone). 

A trama começa com a proposta de Júlio de “juntar os panos” com sua namorada de cinco anos, Alice (Carla Salle). Ela, entretanto, recusa, termina a relação e parte para uma viagem no exterior. Os mesmos elementos foram vistos nos seus filmes anteriores: a obsessão pelo ser amado e o caminho de redenção. O problema, no entanto, é que não existe reabilitação, mas uma mistura de narrativas com a descoberta de um pai famoso e muitas indagações do que é o amor.

Se fosse uma novela, com vários episódios, a estrutura do filme seria compreensível, mas em pouco tempo são apresentados números musicais, conversas imaginativas entre os ex-amantes, um possível romance com a colega de trabalho (Olívia Torres), um irmão “espírito livre” e uma busca pelas amantes do pai cantor Odilon Ricardo (Gabriel Leone, também). Os roteiristas tentam fazer esses elementos se encaixarem como numa peça, mas na linguagem do cinema as ideias ficam espalhadas no ar. 

Tanto Júlio quanto seu novo irmão Felipe (Felipe Frazão), uma figura com muitos seguidores no Instagram e vontade de ser cantor, descrevem as relações amorosas desfeitas como: planos que são deixados de lado porque alguém lhes “abandonou”. Os personagens utilizam repetidamente essa palavra e se queixam de usá-la como sinônimo de rompimento. Várias vezes o roteiro faz ensaios linguísticos de forma anti-natural para falar de término de relacionamentos. 

No plano da ação de Meu Álbum de Amores, os filhos de Odilon Ricardo tentam realizar a vontade do seu testamento de deixar as cinzas do cantor com a mulher que ele mais amou. Assim, eles têm discussões rasas com atrizes que lembram de noites com o famoso. Desses encontros saem frases prontas como: “O que o amor precisa é maturidade”. Há reencontro com ex-namorada, à la Alta Fidelidade (1999), mas sem nenhuma semelhança no tempero. 

Aos 74 anos, o cantor goiano Odair José (do clássico “Vou Tirar Você Desse Lugar”) aparece no filme para atribuir rosto à trilha sonora, mas o personagem parece ter sido inspirado em Belchior e seu ”desaparecimento” midiático nos anos 2000. Os problemas no roteiro são diversos, desde a falta de verdade nos diálogos, nos acontecimentos e, principalmente, nos sentimentos expostos em falas. Com uma pitadinha de relacionamento entre mãe e filho, que funcionou com Denise Fraga e Caio Horowicz no segundo filme da trilogia, desta vez, a temática fica completamente perdida nas mãos de Maria Luísa Mendonça e Gabriel Leone

Por outro lado, Gabriel Leone é capaz de personagens inspirados e desafiadores, vide seu protagonista na série DOM, do já saudoso Breno Silveira, da Amazon Prime Video. Contudo os seus personagens Júlio Tavares e Odilon Ricardo são desprovidos de sensações, simpatia e qualquer elemento de conexão. O irmão “wannabe” cantor é igualmente uma personagem sem nenhuma aderência. 

A intenção do roteirista e diretor é mostrar como os sonhos são desfeitos quando um relacionamento rompe-se. Não é novidade nos inúmeros títulos que já trataram do tema, como o supracitado Alta Fidelidade, de Stephen Frears, e (500) Dias com Ela (2009), de Marc Webb. Ou mesmo, o recente brasileiro Todas as Canções de Amor (2018), de Joana Mariani.

O diretor e os roteiristas podem ter se inspirado na trilogia dos corações partidos de Wong Kar-Wai (Dias Selvagens, Amor à Flor da Pele e 2046), mas falta estética e a mistura da linguagem teatral a fílmica precisa ser melhor trabalhada. Em Meu Álbum de Amores, Rafael Gomes mostra esforço para destacar-se na ainda tímida produção de comédias românticas nacionais, mas ainda está longe de fazer o público encontrar-se na sua obra. Diferente, por exemplo, dos trabalhos de referências palpáveis de Matheus Souza (Me Sinto Bem Com Você) e da direção divertida de Julia Rezende (Depois a Louca Sou Eu). 

Meu Álbum de Amores estreia nos cinemas no dia 18 de agosto de 2022.

‘Detona Ralph 2’ ganha divertido pôster animado

A Disney divulgou um pôster animado de ‘Ralph Quebra a Internet: Detona Ralph 2’, no qual Ralph é o resultado da busca do Google sobre “a pessoa que quebrou a internet”. Confira:

Assista também ao teaser divulgado durante a D23.

A continuação mostrará Ralph invadindo o mundo dos aplicativos de celular.

Rich Moore, diretor do original, vai comandar a sequência ao lado de Phil Johnston, que co-escreveu ‘Detona Ralph‘ e ‘Zootopia‘.

A animação chega aos cinemas em 9 de março de 2018.

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‘Legends of Tomorrow’: Nova temporada deve abordar a bissexualidade de Constantine

A 4ª temporada de ‘Legends of Tomorrow‘ deve abordar a tão comentada bissexualidade de John Constantine nos quadrinhos.

Agora que o ator Matt Ryan foi promovido a personagem regular na série, a nova temporada irá estabelecer uma antiga relação amorosa de Constantine com um homem, que teve um desfecho trágico e que ainda assombra o personagem até os dias de hoje. A informação veio de um novo relatório do TVLine.

‘Legends of Tomorrow’ retorna para sua quarta temporada no dia 22 de outubro.

Assista o trailer completo divulgado na Comic-Con.

Crítica | A Queda – Suspense ANGUSTIANTE estreia no Amazon Prime Video

Acaba de estrear no Amazon Prime Video o filme A Queda, suspense dirigido por Scott Mann que vai aterrorizar qualquer um que tenha medo de altura. A trama é bem simples e gira em torno de duas personagens. Presas no alto da quarta maior estrutura dos EUA, localizada no meio do deserto, elas precisam encontrar uma forma de voltarem ao chão antes que as condições climáticas, a fome ou outros perigos as matem.

Preciso admitir que não nutria grandes expectativas para esse projeto. Não apenas por destoar um pouco da filmografia do diretor, mas principalmente porque a premissa do trailer parecia a de um terror de baixo orçamento sobre os perigos da falta de noção dos influencers digitais. E apesar de acontecer uma crítica mais do que justa a eles no filme, a premissa em momento algum se perde e cria um dos melhores suspenses de sobrevivência desde 127 Horas (2010).

No longa, a jovem e aventureira Becky (Grace Caroline Currey) está vivendo um período difícil na vida, após passar por um trauma daqueles que abalam a vida de qualquer um. Percebendo a situação em que ela está, seu pai (Jeffrey Dean Morgan) vai atrás dela para tentar conversar, só que a filha se fechou para o mundo. Tentando mostrar para ela que a vida continua, o pai liga para a melhor amiga dela. O problema é que a abençoada decide convidá-la para um passeio pra lá de inusitado: escalar uma torre abandonada de 600 metros de altura no meio do deserto. Becky hesita, mas acaba aceitando o convite. E lá nas alturas, as coisas desandam.

A amiga de Becky, Hunter (Virginia Gardner) é uma digital influencer de escaladas. Nas últimas décadas, com o avanço das redes sociais, vídeos de pessoas escalando estruturas altíssimas, abandonadas ou não, ou fazendo parkour no topo de prédios, acabaram virando um fenômeno de audiência, levando fama a muitos e a morte para outros. No filme, Hunter é especialista em escalar montanhas sem proteção e acredita que essa adrenalina é a chave para resolver intrigas e conflitos. Por isso, quando ouve falar dessa torre abandonada, ela não hesita em convidar sua melhor amiga para escalar a estrutura com ela.

O problema é que o trauma de Becky envolve justamente uma escalada. Então, desde o princípio, a protagonista já começa a subir a estrutura psicologicamente abalada. Não tão abalada quanto a própria estrutura da torre, que está caindo aos pedaços. E isso é um ponto fundamental para o filme funcionar.

Isso porque o filme, que tem pouco mais de 1h30 de duração, se divide em praticamente dois núcleos: a escalada na torre e o isolamento no topo. Então, para preencher esse primeiro núcleo, o diretor brinca bastante com a escala da estrutura, usando diferentes ângulos e apostando num plano aberto para mostrar como elas estão subindo em uma parada ridiculamente alta, e com os detalhes que passam a noção do quão perigoso e abandonado é o lugar em que elas estão arriscando suas vidas.

E uma forma de passar esse perigo iminente, criando uma tensão desesperadora, é com um artifício que não chega a ser novo no cinema, a franquia Premonição usava e abusava dele, que é mostrar os parafusos soltando conforme elas sobem, a escada tremendo com o vento, os ferros soltos que não deveriam estar soltos. Cada passo que elas dão é um desespero. E a direção faz isso de forma que é impossível não se agoniar. É um parafuso soltando intercalado com um plano aberto mostrando o quão alto elas estão e como sequer chegaram na metade da torre.

No núcleo do topo, o desespero ganha mais força ainda, porque o cenário é praticamente o chão e o céu, com as duas forçando ao máximo o limite do bom-senso para fazer vídeos e fotos para as redes sociais. E quando elas se dão conta da furada em que se meteram, o suspense ganha contornos dramáticos, porque elas estão numa altura em que sequer chega sinal de telefone. E com a corda curta, descer de volta se torna praticamente impossível.

Isoladas lá em cima, as duas conversam e tentam bolar formas de não apenas sobreviver, mas de tentar descer em segurança. É assim que começa uma série absurda de eventos das duas lutando para sobreviver, enquanto fantasmas do passado surgem para assombrar a relação delas. E preciso destacar aqui a atuação de Grace Caroline Currey (Shazam!). A “Becky” dela está muito bem e carrega o filme. É possível se identificar com os dramas dela e com toda a situação na que acabou de se envolver. Já Dean Morgan, que teve bastante destaque no material promocional, aparece bem pouquinho para não desviar o público do horror da altura.

Nessa briga pela sobrevivência, a direção consegue abordar temas interessantes que desenvolvem as personagens, mas nada que te desligue do perigo da situação. É um filme vertiginoso, que afeta diretamente nosso senso de risco, de urgência. Inclusive, se você tiver fobia de altura ou sofrer de vertigem, acho que vale a pena avaliar bastante se você está em condições de ver ou não A Queda, porque o trabalho aqui é impecável. Desde A Travessia (2015) que um longa não conseguia abordar com tanta maestria a perspectiva de um lugar ridiculamente alto em prol da trama. A altura da torre é um personagem, um vilão digno dos mais clássicos de Hollywood.

Agora, se você consegue suportar grandes alturas, mas não ao ponto de ficar indiferente,  A Queda é um dos melhores suspenses do ano!

 

Crepúsculo | 16 motivos que fazem a saga ser tão INESQUECÍVEL

Todos os filmes da saga Crepúsculo serão relançados nos cinemas brasileiros a partir de hoje, dia 1º de Dezembro.

Será um lançamento por semana, começando por Crepúsculo hoje. Lua Nova, o segundo filme da saga, estará nas telonas a partir de 08/12, seguido pelo terceiro filme, Eclipse, que chega aos cinemas em 15/12. Os dois últimos filmes, Amanhecer partes 1 e 2 reestrearão a partir de 20 e 27/12 respectivamente.

Publicado no Brasil de 2005, a primeira edição de ‘Crepúsculo’ já vinha arrebatando leitoras nos Estados Unidos e no resto do mundo. Em pouco tempo, milhões de exemplares em diversas línguas foram vendidos e os direitos da história foram adquiridos para a produção de um longa-metragem. Três anos depois, em 2008, estreou nos cinemas o primeiro capítulo da improvável história de amor entre uma humana e um vampiro – que se tornaria uma das sagas mais inesquecíveis e importantes do século XXI e da cultura pop por inúmeras razões.

Com a Saga voltando aos cinemas, resolvemos criar uma lista com 16 Motivos que a fazem ser tão INESQUECÍVEL:

16 – Jovem protagonismo feminino

Foi a primeira vez na cultura pop dos anos 2000 que tivemos uma saga estrelada por uma mulher, e jovem ainda por cima. As grandes referências anteriores são aventuras protagonizadas por homens – ‘Star Wars’, ‘Harry Potter’, ‘O Senhor dos Anéis’, ‘Jornada nas Estrelas’, etc. A partir de 2005 e ‘Crepúsculo’, uma nova possibilidade se abre para as narrativas de filmes juvenis.

15 – O público alvo se identifica com Bella Swan

Até esse momento da cultura pop, não tínhamos visto ainda uma jovem protagonista com quem o público alvo se identificasse tanto! Bella é insegura, nova na escola, se veste super básica e não está focada em festas, meninos e maquiagem. O fato de Bella se vestir de jeans e blusinha e dirigir um carro todo ferrado a aproximou da realidade das espectadoras – e, consequentemente, aproximou sua história de amor da gente.

14 – Aparição da autora no filme

Para um escritor, ver sua história se tornar um longa-metragem é a concretização de um sonho. Porém, quase nunca o rosto do escritor fica associado ao filme. Embora muitos escritores já tivessem aparecido antes em suas produções, a partir da participação de Stephenie Meyer no casamento de Bella e Edward em ‘Amanhecer: Parte 1’ é que foi popularizado (e até esperado) essas aparições dos autores nas adaptações cinematográficas de livros da cultura pop.

13 – O resgate do vampiro sexy

A mais popular personificação do vampiro na literatura é o Drácula, e, em seguida, os vampirões super sensuais (e adultos) de Anne Rice, como o Lestat e o Louis de ‘Entrevista com o Vampiro’. Em ‘Crepúsculo’, temos um inovador vampiro adolescente, sem uma pegada infantil, mas na dose certa da malícia de acordo com a idade dos personagens. E, com isso, milhares de adolescentes no mundo inteiro passaram a amar e consumir a cultura gótica vampiresca.

12 – Popularização da literatura clássica

Essa estrutura de que estamos falando se assemelha com a de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, e a própria Stephenie Meyer admitiu ter se inspirado no romance de Emily Brontë. Inclusive Bella Swan aparece lendo e comentando o livro – artifício que foi repetido em muitas outras literaturas jovens, como ‘O Diário de Anne Frank’ em ‘A Culpa é das Estrelas’ e ‘A Divina Comédia’ em ‘O Inferno de Gabriel’. Essa transmídia fez o público espectador se interessar por literaturas desconhecidas para eles até então, o que é bastante positivo, pois alavancou a venda de livros na época.

11 – Robert Pattinson cantando

Então com apenas 22 anos, Robert Pattinson agarrou a oportunidade na saga ‘Crepúsculo’ para mostrar que era um ator com muitos talentos, e não só um rostinho bonito. Já no primeiro filme, na cena do restaurante em que Bella e Edward estão jantando (bom, ele não né, rs), a música ao fundo é Robert Pattinson cantando. Mais tarde, em ‘Amanhecer: Parte 2’, o rapaz volta a cantar, mas dessa vez tocando piano.

10 – Saga iniciou um formato de narrativa que se popularizou no mundo inteiro

Se você analisar bem, a saga ‘Crepúsculo’ tem uma estrutura bastante simples: uma mocinha indefesa dividida pelo amor de dois rapazes – um bom e seguro, o outro mau e atraente; a jovem passa por uma grande mudança (vai morar em outra cidade), tem pais ausentes (até demais né), poucos amigos na cidade e fica quase totalmente dependente do protagonista – que é um rapaz misterioso, rico e culto. Os dois querem ficar juntos, mas não podem, e toda a saga no final das contas tem a ver com eles conseguirem ficar juntos. Você vê essa mesma estrutura se repetir em muitas outras histórias lançadas a partir daí, como ‘Cidade dos Ossos’, ‘Jogos Vorazes’, ‘Cinquenta Tons de Cinza’, ‘O Inferno de Gabriel’ e por aí vai.

9 – Aprender a dor da perda

Pode parecer bobagem, mas quando Edward e Bella se separam em ‘Lua Nova’, milhares de adolescentes no mundo inteiro sentiram a dor de uma separação – e, com isso, aprenderam que essa dor é real e que é preciso fazer algo a respeito (mas não andar de moto né). Ensinamentos à parte, Bella ficar em casa todos os dias o dia inteiro sem ver o tempo passar também nos preparou para o que encararíamos nesse 2020.

8 – Gravações no Brasil

De todos os lugares do mundo em que Bella e Edward poderiam passar a lua de mel (já que ele evita ficar no sol), eles decidiram vir para o Rio de Janeiro (!!!!), onde dançaram numa rua da Lapa, e para a Ilha Grande (presente de Carlisle). Em pleno início de década, isso alvoroçou os hormônios de milhares de fãs da saga (e do casal) e, consequentemente, fez o Brasil parecer um paraíso nas telonas.

7 – O Mocinho Bad Boy e Protetor

Edward não é qualquer mocinho. Ele é perigoso, e, portanto, mau. Mas também é extremamente protetor – ao ponto de aparecer do nada no beco escuro para salvar Bella de uma enrascada. Esse arquétipo também foi reproduzido por diversas literaturas que depois viraram filmes, como ‘Cinquenta Tons de Cinza’, ‘O Inferno de Gabriel’ e ‘365 DNI’. Perceba também que esses protagonistas são ricos, dão presentes inacreditavelmente caros, propõem passeios deslumbrantes e, ainda por cima, tocam piano. Edward destruiu o imaginário do mocinho comum, rsrsrss.

6 – Tem o Booboo Stewart novinho

Para quem não lembra, temos o Booboo Stewart noviiiinho em três dos cinco filmes da franquia como um lobinho pré-adolescente bem fofinho. Mais tarde ele iria crescer, ficar com os cabelos compridos e ganhar músculos ao estrelar a trilogia ‘Descendentes’, da Disney. Mas ele nunca perdeu o aspecto lobinho dele.

5 – Celulares que só ligam

A saga ‘Crepúsculo’ foi uma das últimas produções em que os personagens não tinham smartphone ainda. É sério! Os celulares, ainda que com um display moderninho, só ligavam e mandavam mensagem, não entravam na internet. Isso não é lindo? Até porque se eles tivessem acesso à internet, não teríamos Bella se fazendo de boba na visita ao herbário e o Edward mandando ela consultar o Google. Rá!

4 – Rapazes sem camisa

Uma vez que finalmente tínhamos o protagonismo focado em uma adolescente, finalmente o público feminino foi contemplado com a exibição de corpos jovens, sarados e sem camisa, respaldados pela desculpa super plausível de que lobisomens sentem calor e, portanto, andam sem camisa.

3 – Frases cafonas que amamos

A saga ‘Crepúsculo’ é recheada de frases cafonérrimas que se tornaram inesquecíveis para muita gente, como ‘E então, o leão se apaixonou pelo cordeiro’. Suspira… Mas uma das melhores frases está em ‘Amanhecer: Parte 1’, a cena em que Bella está quase congelando de frio dentro da barraca, Edward não pode fazer nada porque também ele é frio e, pra piorar, se dá conta de que o único que pode aquecer sua namorada nesse momento é justamente Jacob – seu concorrente pelo coração de Bella. Não bastasse a situação extremamente constrangedora pro vampirinho, Edward vira para Jacob e pergunta por quê ele acha que seria a única opção para salvar Bella naquele momento, e Jacob simplesmente devolve: “porque eu sou mais quente que você!”. Aaaahhh Nossa Senhora do Trocadilho!

2 – Fez a gente esperar mais de uma década pelo novo livro

Poucas foram as sagas mundiais que cativaram seu público com tanto carinho, fazendo a galera esperar mais de 10 anos por um novo livro que, a bem da verdade, conta a mesma história que nós amamos, só que sob o ponto de vista do nosso doce vampiro. De repente, mulheres no mundo inteiro voltam a se sentir adolescentes por conta do frisson do lançamento de ‘Sol da Meia-Noite’, que acaba de chegar às livrarias, trazendo uma onda de bem-estar e satisfação a milhares de leitoras em um ano tão difícil como o de 2020. Só resta o agradecimento à Stephenie Meyer por tudo.

1 – Proporcionou o primeiro contato de Robert Pattinson com os morcegos

Muitos nerds ficaram enfurecidos com a representação de um vampiro que brilhava e com o frisson que a história estava causando no público feminino. Mas a verdade é que esses mesmos nerds agora têm que morder a língua, pois, não fosse seu trabalho em ‘Crepúsculo’ – e seu estrondoso sucesso como vampiro – Robert Pattinson provavelmente não seria tão bem cotado para ser o novo ‘Batman’, doze anos depois.

‘Aquaman’: Sequência já está sendo produzida

Warner Bros. está muito perto de recontratar James Wan para dirigir a sequência do sucesso de crítica e de bilheteria Aquaman.

Segundo o site Deadline, os estúdios deverão desembolsar uma quantia relativamente considerável para assegurar o retorno de Wan. Entretanto, enquanto o diretor está interessado em continuar na construção da mitologia do Rei de Atlântis, ele irá tirar uma pausa enquanto o roteiro está sendo preparado.

Aquaman traz em seu elenco Jason Momoa, Amber Heard, Patrick Wilson, Willem Dafoe, Yahya Abdul-Mateen IITemuera MorrisonDolph LundgrenNicole Kidman.

O filme está atualmente em cartaz.

‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’: Filme ganha surpreendente classificação indicativa R-rated

Motion Picture Association of America (MPAA) anunciou hoje que a aguardada sequência ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’ ganhou a surpreendente classificação indicativa R-rated (aqui no Brasil, para maiores de 18 anos).

A escolha reflete o teor do filme, que, apesar de ser do gênero comédia, terá “violência, linguagem inadequada e conteúdo sexual”.

Assista ao trailer oficial:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2552416658123035?s=100024688641357&v=e&sfns=cl

Ruben Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘The Plot Against America’: Elenco fala sobre a série em novo vídeo de bastidores; Confira!

HBO divulgou um novo vídeo de bastidores da série ‘The Plot Agains America’, no qual a equipe técnica e o elenco falam sobre a produção.

Confira:

Winona RyderJohn TurturroAnthony BoyleZoe KazanMorgan SpectorCaleb MalisAzhy Robertson fazem parte do elenco.

David Simon comanda a produção e entra como produtor-executivo ao lado de Ed BurnsJoe RothNina K. NobleMegan EllisonSue NaegleSusan GoldbergJeff Kirschenbaum.

Baseado no romance de Philip Roth, a minissérie de seis capítulos reimagina a história norte-americana através dos olhos de uma família judia de Nova Jersey, à medida que observam a ascensão política de Charles Lindbergh – herói da aviação militar e populista xenofóbico que se torna presidente e lidera a nação em direção ao fascismo.

A série estreia no dia 16 de março.

‘Sandman’: Diretor de ‘Black Mirror’ ficará responsável pela nova série da Netflix

Segundo o site The Illuminerdi, a Netflix contratou o diretor britânico Toby Haynes para dirigir episódios da vindoura e ambiciosa adaptação de ‘Sandman’. Detalhes sobre quanto capítulos ele irá comandar não foram revelados.

Haynes tem um extenso currículo que inclui a série distópica-futurista ‘Black Mirror’, tendo ficado responsável pelo diverto “USS Callister”‘Doctor Who’‘Sherlock’‘Being Human’.

Durante o painel da plataforma de streaming na Comic-Con 2020, que ocorreu virtualmente, o produtor David S. Goyer comentou um pouco sobre a série e revelou que, caso tudo ocorra como o planejado, a produção deve iniciar em outubro deste ano.

“As duas coisas que estavam ocupando a maior parte do meu tempo antes da quarentena foram as adaptações gigantescas de ‘Sandman’‘Foundation’“, ele disse. ‘Foundation’ demoraria um pouco mais. Rodamos cerca de 40% da primeira temporada quando fomos forçados a parar, e ‘Sandman’ deveria ter começado em maio. Acredito que estávamos no começo dos roteiros. Allan Heinberg é o showrunner enquanto eu cuido de ‘Foundation’. Então, ironicamente, ambos os projetos devem começar de novo em outubro”.

Em entrevista ao Radio Times, o lendário romancista e roteirista Neil Gaiman falou um pouco sobre os desafios de trazer o audacioso projeto à vida através dos anos – e que nada dos quadrinhos originais será deixado de fora.

“O lado bom de fazer [a adaptação] como uma série da Netflix é que não estamos num lugar onde vamos jogar coisas fora. Na verdade, é o contrário. Às vezes isso significa que teremos mais coisas, porque temos espaço para isso. Mas nunca vamos descartar as coisas, e não vamos abandonar nada. E isso, em si, é incrível”.

Em outra entrevista, dessa vez ao Digital Spy, Gaiman, que entra como produtor executivo e co-roteirista ao lado de Heinberg e Goyer, comentou que a adaptação será ambientada em 2021.

“A versão da Netflix começará em 2021, então Morpheus terá sido mantido como prisioneiro por 105 anos em vez de setenta… Vamos nessa linha, ver o que acontece. Já está em nos roteiros, e fica interessante, porque se estamos criando este personagem agora, de qual gênero ele será? Se estamos criando o personagem agora, quem ele seria? O que ele estaria fazendo? E vamos seguir em frente a partir daí”.

Em outra entrevista, Gaiman também comentou que os episódios estavam prontos para serem rodados até que a pandemia do novo Coronavírus atrasou a produção.

“[A série] vai muito bem, tirando o fato de que estamos em hibernação agora até as pessoas voltarem a fazer TV de novo. Os roteiros para a primeira temporada estão prontos, o processo de elencamento começou, os diretores foram contratados, os cenários estavam sendo construídos. Tudo estava pronto para começar, e então demos uma pausa. Assim que o mundo estiver pronto de novo, ‘Sandman’ vai se transformar em algo pronto. Enquanto isso, estamos conversando sobre a oportunidade de lapidar os roteiros”.

Há alguns meses, Gaiman revelou aos fãs o que eles devem esperar para o primeiro ciclo da produção:

“A primeira temporada terá 11 episódios. Esse é o começo de tudo. Prelúdios e Noturnos e um pouco mais”, revelou o escritor.

Por anos, ‘Sandman’ ficou no limite de processos criativos para o lançamento de adaptação cinematográfica para o material de origem, mas devido à complexidade da temática, o projeto nunca saiu do papel.

“A parceria com a brilhante equipe formada por Neil Gaiman, David S. Goyer e Allan Heinberg nos empolgou demais e finalmente iremos trazer a icônica HQ de para as telas. De personagens carismáticos e histórias ricas, até esse universo construído de forma épica, estamos animados em criar essa série original de algo adorado pelos fãs”, afirmou Channing Dungey, Chefe de programação oficial da Netflix.

O projeto é descrito como a série de TV mais cara que a DC já fez.

O roteirista da ‘Mulher Maravilha’, Allan Heinberg atuará como escritor, produtor e showrunner para a série, com Neil Gaiman e David Goyer atuando como produtores executivos.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

‘Sandman‘ é a criação mais popular de Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento.

Reboot de ‘Blade’ pode estrear em 2022!

O reboot de ‘Blade’ pode estar mais próximo do que imaginamos.

Segundo o guia de programação do Dia dos Investidores dos estúdios Walt Disney, o novo filme do icônico caçador de vampiros pode chegar aos cinemas em 2022, entre o lançamento de ‘Pantera Negra 2’‘Capitã Marvel 2’.

O guia em questão descreve uma listagem de filmes em ordem cronológica e, ao que tudo indica, pode ter revelado a previsão de estreia do reboot.

Nem a Marvel nem a Casa Mouse se pronunciaram sobre o assunto.

Vale lembrar que ainda não há previsão de estreia para ‘Blade’Mahershala Ali interpretará o personagem titular.

Confira o fan pôster:

25 Anos de ‘Jovens Bruxas’ | Curiosidades do filme, que quase teve Angelina Jolie e Alicia Silverstone no elenco

Há exatos 25 anos, o neoclássico cult Jovens Bruxas foi lançado nos Estados Unidos. O filme fez teve sua estreia no grande circuito norte-americano no dia 3 de maio de 1996.

No Brasil, o filme foi lançado no dia 18 de outubro do mesmo ano, bem a tempo para o halloween. E de fato, o filme tem tudo a ver com a data, sendo parte de um movimento (mesmo que inadvertidamente na época) de retomada do terror adolescente, que ganharia corpo realmente alguns meses depois – com Pânico, de Wes Craven. Jovens Bruxas embora possa ser considerado como parte do mesmo gênero, não é um slasher, e se encaixa mais no subgênero da fantasia, com doses de elementos sobrenaturais – e muito drama adolescente.

Hoje uma produção cult, Jovens Bruxas voltou aos radares com a estreia de Jovens Bruxas: Nova Irmandade, continuação do filme que chega hoje aos cinemas no Brasil.

A história criada pelo roteirista e diretor Andrew Fleming é simples, mas eficiente, e fala sobre “a garota nova do colégio”. Sarah é uma jovem que acaba de se mudar com os pais para outra cidade, e no local cai nas graças de três meninas rejeitadas pelos demais. As “esquisitonas” do colégio, Nancy, Bonnie e Rochelle, são na verdade aspirantes a bruxas. E Sarah era o elemento que faltava para equilibrar este jogo, dando o poder que o trio buscava. Uma vez percebendo quem são os verdadeiros vilões e mocinhos da escola – após ter ensaiado uma amizade com os arrogantes da turminha popular – a protagonista aceita abraçar seu lado outsider e dar uma chance para as colegas marginalizadas. Assim, a amizade entre elas nasce. No entanto, as quatro possuem seus próprios demônios internos para combater.

Como forma de homenagear este novo clássico do cinema adolescente de fantasia e terror, resolvemos revisitá-lo, e apresentar algumas curiosidades de sua produção. Confira abaixo as dez mais interessantes. P.S. Jovens Bruxas ainda não caiu nas graças das plataformas de streaming mais populares (Netflix e Amazon) como parte de seu acervo, mas torcemos para que entre em breve. Enquanto isso, o filme pode ser encontrado completo no Youtube para você ir aquecendo os motores.

Leia também: Por Onde Anda o Elenco de ‘Jovens Bruxas’ (1996)?

01 | Angelina Jolie quase protagonizou

Uma das maiores estrelas de Hollywood na atualidade, Angelina Jolie tem um cachê milionário e é dona de dois Oscar (sendo um humanitário) e outra indicação como melhor atriz. Voltando 25 anos no passado, no entanto, Jolie quase foi a protagonista Sarah em Jovens Bruxas, papel que ficou com Robin Tunney. Na época, a atriz não possuía o peso que tem hoje e acabava de estrelar o suspense juvenil Hackers: Piratas de Computador (1995). Outros nomes considerados para protagonizar o longa foram os de Alicia Silvesterone – que acabava de sair do sucesso As Patricinhas de Beverly Hills (1995) – e Scarlett Johansson, a mais nova das três, na época ainda uma adolescente.

02 | Fraca bilheteria e críticas medianas

Embora seja um filme cult hoje, Jovens Bruxas não fez muito barulho nas bilheterias em seu lançamento. O filme custou US$15 milhões e viu o retorno de somente US$24.8 milhões aos cofres da Sony. Mesmo assim, o filme estreou em primeiro lugar nas bilheterias norte-americanas em seu fim de semana de lançamento. Na semana seguinte, no entanto, foi jogado para escanteio pelo blockbuster Twister.

Com a crítica dividiu opiniões e se encontra com 55% de aprovação no Rotten Tomatoes atualmente. Na época de seu lançamento, teve como detratores veículos importantes como a Variety, o Chicago Tribune, o Washington Post, o USA Today e o Chicago Sun-Times de Roger Ebert – que apesar de acusa-lo de falta de imaginação e estar abaixo do interesse geral, elogiou o retrato realista das atrizes, comparando-o ao outro lado da moeda de As Patricinhas de Beverly Hills. No corner de sua defesa constam a Entertainment Weekly, o New York Times e o Los Angeles Times.

03 | Continuação

Sim, finalmente estamos prestes a ganhar uma sequência de Jovens Bruxas, mesmo que tenha demorado nada menos que 24 anos para acontecer. A ideia de uma continuação, no entanto, já existia desde o lançamento do original. As críticas mistas que o filme recebeu e a bilheteria que não impressionou muito jogaram areia nos planos para a franquia ainda na década de 1996. O foco do novo filme, no entanto, não seria a protagonista Sarah, mas sim a rouba-cenas Nancy (Fairuza Balk). Não se sabe, porém, se o filme iria focar nas origens da personagem, como uma prequel, ou se continuaria diretamente após o desfecho. Outro detalhe é que tal filme seria um lançamento direto em vídeo (DVD) e não uma produção para as telonas – prática comum da Sony na época, vide as continuações de Garotas Selvagens, Segundas Intenções e Tropas Estelares.

04 | Hollywood e o racismo

Essa é para os que acham que a discriminação sofrida por atores negros em Hollywood é “mito” e “mimimi”. Anos depois do lançamento do filme, a atriz Rachel True (que interpreta Rochelle, a única negra dentre as amigas principais) revelou que frequentemente era esquecida nos materiais promocionais do filme, embora fosse uma das quatro protagonistas. Até mesmo em entrevistas e coletivas True era deixada de fora, até que uma colega de elenco (não revelada) interveio por ela. A atriz também foi a única dentre as quatro a não ser convidada para o MTV Movie Awards daquele ano.

Triste coincidência, a subtrama da personagem de True no filme envolve racismo, sendo a única estudante negra no colégio católico em que o filme se passa. Essa parte do roteiro foi incorporada após a contratação da atriz para o papel, já que de início a personagem Rochelle iria sofrer de bulimia e disfunções alimentares. A atriz também passou por um entrave para conseguir o papel, e seu próprio agente não queria recomenda-la por considera-la velha demais, aos 29 anos (as outras três atrizes estavam em seus 20 e poucos anos – mas todas interpretando adolescentes por volta dos 16 anos). Finalmente, ela trocou de representante, encontrando um profissional disposto a lutar por ela no elenco. Uma parte da história de Rochelle também terminou cortada do filme, na qual mostraria seus pais como pessoas bem monótonas. O fato serviria para apontar o interesse de Rochelle pela empolgação e a aventura, motivos os quais a levaram a descobrir a magia.

05 | A peruca de Tunney

Parte da magia do cinema, a maquiagem pode fazer milagres. E os penteados e perucas se enquadram neste quesito. Veja, por exemplo, a imperceptível cabeleira artificial utilizada pela protagonista Robin Tunney neste longa, fato que muitos provavelmente desconhecem. Acontece que a atriz havia raspado a cabeça de verdade para sua personagem na comédia Sexo, Rock e Confusão (Empire Records, 1995), veículo para Liv Tyler sobre jovens vendedores de uma loja de discos e CDs (você lembra delas?) no qual Tunney coadjuva. As filmagens se encerraram um mês antes da produção de Jovens Bruxas iniciar, e como não condizia com as características de Sarah, Tunney teve que portar uma peruca de longas madeixas – você verá o filme com outros olhos, pode ter certeza!

06 | Balk, a ocultista

Sim, esta não foi a primeira vez que a atriz Fairuza Balk (Nancy) interpretou uma bruxa. Ainda na infância, aos 12 aninhos, Balk viveu uma bruxinha no filme infantil para a TV, The Worst Witch (1986) – lançado no ano seguinte de seu primeiro filme para o cinema, O Mundo Fantástico de Oz, sequência do imortal O Mágico de Oz ,no qual interpretou Dorothy.

Porém, a empolgação de Balk com Jovens Bruxas foi tanta que a atriz, ao pesquisar sobre sua personagem, magias, feitiços e bruxaria, terminou por comprar a icônica loja sobre o tema, Panpipes Magickal Marketplace, em Hollywood – local que gerenciou desde a compra em 1995, até vende-lo a seus colegas e funcionários em 2001. Isso que é atuação do método.

07 | Coisas estranhas no Set

Toda produção de terror, para ganhar mais status, precisa ter histórias sinistras de bastidores. O Exorcista e Poltergeist são claros exemplos disso. Isso, de certa forma, move os fãs e aficionados, ajudando a criar uma mitologia por trás do longa. E com Jovens Bruxas não foi diferente. Por tratar de temas como invocações, magia negra e feitiçaria, muitos encantos e conjurações precisavam ser ditos e repetidos nas gravações pelas atrizes. Segundo fontes e sites, o quarteto usou rituais e linguagem Wicca reais para invocar forças poderosas – o que chamou atenção até mesmo de especialistas e estudiosos.

Morcegos sobrevoando, maré subindo, ondas batendo cada vez com mais força nas pedras e até mesmo falta de energia no set foram alguns dos problemas notados pela produção, inclusive pelo diretor Andrew Fleming. O cineasta cita alguns destes casos durante as gravações de Jovens Bruxas toda vez que as meninas começavam sua cerimônia. O especialista Pat Devin, presente no set, diz que “Manon, entidade fictícia criada para o filme, soa de forma muito parecida com Mananan, Deus gaélico do mar”.

08 | Plágio

Os fãs podem ter percebido que dois anos após a estreia de Jovens Bruxas nos cinemas, surgia o seriado Charmed, de premissa bem similar sobre três irmãs bruxas – chegando inclusive a receber o título Jovens Bruxas no Brasil. Além de todas as coincidências, a canção “How Soon is Now”, do The Smiths, cantada no cover da banda Love Spit Love, que faz parte da trilha do filme, foi utilizada para a abertura da série.

Bem, talvez não tenha sido tanta coincidência assim. Em uma entrevista de 2017, o diretor Andrew Fleming abertamente acusou Charmed de ter plagiado o seu filme. O cineasta tinha planos para uma série de TV baseada no longa, que teria como tema de abertura a canção citada acima. Seu “pitch” foi feito para a Fox, e Fleming garante que a WB também se mostrou bastante interessada, com o diretor chegando a escrever o piloto. Sua ideia não foi concretizada, mas no ano seguinte Charmed, da WB, estreava. Fora isso, para a atriz Robin Tunney o plágio ficou tão evidente que durante anos as pessoas achavam que ela fazia parte do seriado.

09 | As cópias masculinas

Quando uma ideia é boa, mesmo que não faça sucesso de imediato em Hollywood, pode ter certeza que ela será tentada de novo e de novo. Assim, tivemos algumas investidas muito similares a Jovens Bruxas estreando anos depois. Exatamente dez anos depois do longa com as quatro amigas adolescentes, era lançado pela mesma Sony, O Pacto (The Covenant, 20006), filme de premissa similar voltado ao universo masculino e à ação. O filme dirigido por Renny Harlin passou completamente em branco, embora conte com nomes hoje famosos como Sebastian Stan e Taylor Kitsch no elenco. Outro considerado uma versão masculina desta história é a ficção narrada em estilo found footage Poder Sem Limites (2012), de Josh Trank. Na trama, três adolescentes ganham dons sobrenaturais que utilizam para se vingar de seus opressores, resultando em terríveis tragédias.

10 | Censura

Em entrevistas nos extras dos DVDs o diretor Andrew Fleming afirma que os envolvidos buscavam uma censura mais baixa para o filme, o PG-13, a fim de ampliar o leque de espectadores e não deixar de fora o público-alvo adolescente do filme. No entanto, Jovens Bruxas terminou recebendo a classificação R – que restringe a entrada de menores de 17 anos desacompanhados dos pais ou responsáveis. O motivo? O filme lida com garotas adolescentes usando feitiçaria e magia negra.

‘Bridgerton’: Kate e Anthony estampam as novas imagens oficiais da 2ª temporada; Confira!

Depois do primeiro clipe, a Netflix divulgou as novas imagens oficiais da 2ª temporada de ‘Bridgerton‘.

Confira:

Vale lembrar que o próximo ciclo será lançado apenas em 2022.

A nova temporada trará quatro novos nomes ao elenco: Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’), Rupert Evans (‘Charmed’) e Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Phoebe Dynevor, Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Sonic 3’: Sequência é CONFIRMADA pela Paramount Pictures!

Ótimas notícias para os fãs de ‘Sonic’!

Paramount Pictures confirmou através das redes sociais que o terceiro capítulo da franquia já está em desenvolvimento e, mais do que isso, uma série focada em Knuckles será lançada diretamente na plataforma de streaming da Paramount+ em 2023, trazendo Idris Elba de volta como o personagem.

Mais detalhes não foram revelados, por ora.

Veja o anúncio:

Lembrando que ‘Sonic 2’ chega aos cinemas nacionais no dia 07 de abril.

Confira o trailer:

“Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”  

Lembrando que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco do filme original ainda conta com conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonough. A direção é de Jeff Fowler

A atriz Colleen O’Shaughnessey foi confirmada como Miles “Tails” Prower. Ela já interpreta o icônico personagem há muito tempo nos games e até mesmo foi contratada para a breve cena pós-créditos do primeiro filme, dando o gancho para a continuação.

O’Shaughnessey se junta ao recentemente confirmado Idris Elba, que será Knuckles.

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.