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10 filmes muito tristes… para corações fortes

Existem filmes que mexem com nossos corações, nossas emoções, não tem jeito! Dá aquele nó na garganta, aquelas lágrimas que estavam perdidas em nosso corpo aparecem e quando nos damos conta estamos aos prantos. O cinema tem esse poder e isso é um fato! Seja no cinema, ou em casa vendo em algum serviço de streaming, existem obras que ficam guardadas durante muito tempo em nosso imaginário por conta do impacto que nos causou.

Partindo do princípio que refletir sobre histórias tristes acabam de alguma forma nos fazendo crescer como seres humanos, resolvemos criar uma lista de 10 filmes muito tristes… para corações fortes.

 

Vulcão

Como reconstruir quando você só destrói? Falando sobre a busca da felicidade de um homem, o cineasta islandês Rúnar Rúnarsson – em seu primeiro longa-metragem na época –  transforma um conflito pessoal em uma obra de arte. Vulcão é o tipo de filme que você nunca ouviu falar mas que certamente vai querer debater sobre ele.

Na trama, conhecemos Hannes (Theodór Júlíusson) um rabugento fumante de idade avançada que leva a vida de maneira triste e sem novos grandes objetivos. Faz questão de ser a pessoa mais inconveniente dos lugares onde passa, sendo assim, visto por todos como um infeliz que não gosta de ninguém. Certo dia, após retornar de uma falha tentativa de suicídio, uma certa conversa que escuta desperta nele um sentimento de mudança.

O que mais chama a atenção no longa é a desconstrução do personagem – absurdamente bem feita. A lentidão na narrativa apresentada neste trabalho – característica de alguns filmes europeus – é extremamente necessária para captar todos os elementos que caracterizam o universo familiar que o protagonista vive. Méritos total do diretor, que também escreveu o roteiro.

Theodór Júlíusson – o ator que interpreta o protagonista da história – tem uma atuação fabulosa. Não perde um segundo o foco de seu difícil personagem, o que facilita a exposição dos conflitos para o espectador. Toda a dor, angústia, aflição, insegurança e desespero são mostrados com uma verdade que impressiona. A todo instante, o público interage com a trama e sai do cinema sem saber se Hannes é o vilão ou o mocinho dos fatos.

A cena mais importante da película, a do travesseiro, expõe o tão longe do seu limite emocional o protagonista já se encontrava. A dor dá lugar à compaixão, podemos interpretar não como uma despedida mais um ato de socorro de quem quer recomeçar mais escolheu muito tarde essa opção. É uma parte tocante, uma espécie de clímax desta dramática história.

 

Pieces of a Woman

Quando os sentimentos viram uma série de portas fechadas. Com um abre alas angustiante, antes do título aparecer na tela, onde não conseguimos tirar os olhos das ações que acontecem Pieces of a Woman é um poderoso drama que mostra desenrolares da vida de um jovem casal e os passos seguintes que precisam caminhar durante o luto. Dirigido pelo cineasta húngaro Kornél Mundruczó e com roteiro assinado por Kata Wéber, o filme, está disponível no catálogo da Netflix. É tenso, polêmico, excelente para reflexão. Poderosas interpretações compõem o projeto. A personagem principal interpretada magistralmente pela atriz britânica Vanessa Kirby, é um grande destaque. O roteiro possui bastante profundidade.

Na trama, conhecemos um jovem casal, Sean (Shia Lebouf) e Martha (Vanessa Kirby) apaixonado e com alta expectativa com a chegada da primeira filha. Eles optaram por um parto domiciliar, feito por uma parteira. No dia onde a chegada do bebê se torna iminente, a parteira que faria o parto não consegue chegar a tempo e uma outra vai no lugar dela. Durante o processo do parto, uma alta tensão acontece, um nervosismo de todos, pai, mãe e parteira. Infelizmente uma tragédia acontece. Nos meses após o corrido, a maneira como o casal lida com a terrível tragédia é o que vai moldando a trajetória desse impactante filme.

Como lidar com a perda? Os personagens são os grandes motores do filme. Levados ao limite após a tragédia que acontece em suas vidas, nada vai ser como antes e eles já sabem disso. Conflitos antes suportáveis, se tornam estopins para discussões ou intromissões injustas nas escolhas que os dois devem tomar juntos. Sean é um homem que trabalha com construções e em especial nas pontes, está a seis anos sóbrio, possui um relacionamento conflitante com a sogra, assim precisa lutar contra seus demônios após a tragédia. Já Martha é introspectiva, de fala mansa, de família com mais dinheiro que a do companheiro, mostra um controle na aparência para os outros mas um descontrolado ninho de sentimentos conflitantes por dentro após o ocorrido, principalmente lutando contra as interferências de sua mãe Elizabeth (Ellen Burstyn, em atuação também digna de aplausos). A habilidade de Mundruczó em mostrar as entrelinhas através da expressão dos personagens é digna de aplausos, emocionante em muitos momentos, nos sentimos próximos das dores dos personagens.

O filme toca em alguns pontos polêmicos. A questão da comunidade médica vs parteiras e os dilemas sobre doação de corpos para estudos médicos. As partes jurídicas de uma dessas questões são colocadas como ferramenta de ‘justiça’ por Elizabeth, insensível e intrometida, em muitos momentos. O projeto chega fácil aos corações dos espectadores, dentre os dilemas e os sofrimentos, vamos tentar entender como é possível (ou não) reunir peças de uma vida despedaçada.

 

O Caderno de Tomy

Ame, leia, veja, escute…e pense em mim de vez em quando. Baseado em uma história real, o longa-metragem argentino O Caderno de Tomy é uma história, antes de mais nada, sobre um último desejo de mãe para filho. Abordando temas delicados como a linha tênue entre procedimentos legais e a eutanásia, a difícil tarefa de dizer adeus, o projeto gera muitas emoções pois em nossas vidas já conhecemos ou sabemos de alguém que já conheceu quem teve câncer. Disponível na Netflix, o filme pode também ser definido como uma grande mistura de sentimentos. Escrito e dirigido pelo cineasta Carlos Sorin.

Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.

Quando ser corajoso e forte é nossa única opção. Não é um filme fácil, há muita dor pelo caminho dos 84 minutos de projeção. Os diálogos da protagonista com o médico chefe são sinceros, fortes e com uma maturidade gigante. Sedação paliativa ou eutanásia, os contornos dessa linha tênue chegam já no arco final dando bastante profundidade para o polêmico tema.

Por mais que não seja o foco principal, está dentro de outros subtópicos o sentido do relacionamento de pais e filhos. Além disso é algo profundo, dolorido e notório que não é fácil para ela nem para todos ao seu redor. As cenas dos arcos finais deixam nossos corações apertados. O Caderno de Tomy gera muita reflexão sobre o sentido de nossas vidas e o que fazemos com ela.

 

 

Nosso Amor

Não haverá um minuto em que não estrei com você. Exibido pela primeira vez no Festival de Cinema de Toronto, o drama Ordinary Love é encontro de dois grandes atores mostrando a vida como ela é. Um primoroso roteiro, inclemente, profundo mais próximo da realidade do que nossos corações permitem para não se emocionar. Das atuações em perfeita harmonia, Lesley Manville e Liam Neeson, parece que enxergamos esse casal numa volta na praia, ou correndo por aí em alguma pista para pedestres esportistas amadores. Dirigido pela dupla de cineasta Glenn Leyburn e Lisa Barros D’as, Ordinary Love é uma devastadora história sobre amores, união e perdas.

Na trama, conhecemos o harmônico casal Joan (Lesley Manville) e Tom (Liam Neeson) que vivem seus dias animados e com uma união de anos em perfeita sintonia mesmo com os fortes abalos de uma tragédia anos atrás. Mas, a rotina do casal que adora realizar caminhadas matinais, é mudada abruptamente quando a primeira é diagnosticada com câncer de mama e precisa iniciar o tratamento por quimioterapia. A partir dessa situação o relacionamento dos dois muda mas o amor que vive no lar deles é preparado também para enfrentar qualquer tristeza.

Os conflitos durante o tratamento pela quimioterapia expõe os limites emocionais que cada parte do casal chega. Por meio de metáforas delicadas inseridas nas emoções, medos e resistências da protagonista, fruto do magistral roteiro assinado por Owen McCafferty, como a cena do sonhar de um trem partindo e o marido do lado de fora. Essa analogia mostra muito sobre as emoções desse momento delicada que ela enfrenta. A cena do diálogo de Nesson conversando e dizendo tudo que sente sobre a situação com ele enfrentada em frente ao túmulo da filha é algo que emociona numa escala inimaginável, só vendo e sentindo a força dessa cena.

Mas o que seria um bom filme sem dois grandes atores em cena? A sintonia é enorme, parece que estamos abrindo a porta de casa e encontrando à luz da vida de um casal de vizinhos ou mesmo de lembranças de histórias que nos contam na realidade. A atuação dos dois já vale o ingresso.

 

Brothers

No filme, um militar exemplar, pai de dois filhos, é mandando pela ONU para uma missão no Afeganistão. Seu irmão mais novo acaba de sair da cadeia e vai morar um tempo na casa dele um pouco antes desse viajar. Chegando ao local da missão, o helicóptero em que o militar está, é abatido, e o mesmo é dado como morto. Em paralelo, seu irmão começa a ter uma relação mais próxima com a sua mulher. Será que o militar morreu? E se ele voltar para casa e perceber que as coisas estão muito diferentes?

Há um destaque para a narrativa, o modo de filmar bastante interessante marca pelo enredo envolvente e à espera pelo desfecho. Nesse belíssimo longa-metragem dinamarquês, mostra-se a dor impensável de um homem, onde tem que lutar contra muitas coisas que podem até serem banais comparados à guerra, mas não são.

O trio Ulrich Thomsen, Nikolaj Lie Kaas e Connie Nielsen atua de maneira impecável, dando um verdadeiro show.

 

 

Manchester à Beira-Mar

Só nos curamos de um sofrimento depois de o haver suportado até ao fim. Após alguns anos de hiato desde seu último filme, o cineasta nova iorquino Kenneth Lonergan (Conta Comigo) volta às telonas roteirizando e dirigindo um filme pra lá de triste que passa um angustia arrepiante sempre na ótica melancólica de seu protagonista. Manchester à Beira-Mar indicado a seis prêmios do Oscar, é uma história profunda repleta de buscas e dor, com flashbacks impactantes que muito nos mostram nas mudanças da vida de um homem que luta contra uma terrível tragédia em seu passado. Atuações marcantes são vistas, Casey Affleck e Michelle Williams elevam a qualidade da fita e Lucas Hedges cumpre com louvor seu importante papel na história.

Na trama, conhecemos Lee Chandler (Casey Affleck) um homem solitário que vive em um minúsculo quarto na cidade de Boston e sobrevive sendo uma espécie de faz tudo para alguns condomínios próximos a onde mora. Certo dia, seu passado bate em sua porta com a terrível notícia de que seu único irmão Joe (Kyle Chandler) acabara de falecera. Imediatamente, Lee precisa voltar a cidade onde morou durante anos, muito por conta de único sobrinho Patrick (Lucas Hedges), mas precisará enfrentar terríveis dores de seu passado.

Manchester à Beira-Mar é um longa-metragem cirúrgico na modelagem de seus dramas. Há subtramas importantes que são exploradas aos poucos como a distante relação da ex-cunhada do protagonista com o filho. Quando descobrimos o que aconteceu com o protagonista, começamos a entender seu jeito caladão e distante que o acompanha em toda a trama. Os flashbacks, nos arcos iniciais um pouco jogados no roteiro, são parte importante do quebra cabeça que se monta, começamos a entender melhor o porquê daquela personalidade, perguntas do tipo: ‘Será que ele foi sempre assim?’ e ‘O que houve com esse personagem?’ são rapidamente respondidas, fator que nos faz sofrer junto com o personagem.

O filme fala também sobre as inúmeras tentativas que temos de recomeçar, mesmo quando quase tudo parece conspirar contra. A chance que Lee tem em tentar criar o filho de seu irmão, sendo seu tutor, é algo importante para ambos. Nesse desenrolar o roteiro segue frio e seco, e entre seus traumas (visão do protagonista), principalmente o confronto que acontece com sua ex-mulher Randi (Michelle Williams), após ser atualizado de como ela conseguiu de alguma forma seguir em frente é uma das cenas mais bonitas dos últimos anos, arrepia e emoção à flor da pele em cada segundo do emocionante diálogo.

 

 

Ferrugem e Osso

Quantas formas de amor existem? Escrito e dirigido pelo cineasta francês Jacques Audiard (O Profeta), Ferrugem e Osso é um drama que consegue tocar a alma de todos os espectadores de maneira bruta, intensa, deixando um rastro de emoção em cada sequência. Estrelado pela ganhadora do Oscar Marion Cotillard o filme é adaptado de uma história do autor Craig Davidson que mais parece o encontro da era moderna entre a bela e a fera.

Na trama, acompanhamos dois destinos que se cruzam de maneira inusitada transformando a vida dos envolvidos. Ali é um rapaz inconsequente que cresceu com sérias dificuldades sociais. É pai de um menino, pelo qual tem um grande carinho que não sabe demonstrar, deixa a cidade onde mora para morar com a irmã e o cunhado. Ao mesmo tempo, somos apresentados a Stephanie uma comprometida treinadora de baleias que sofre um acidente gravíssimo. Esses dois personagens enfrentarão medo, preconceito, dificuldades sociais tendo como grande companheiro a união que nasce desse amor peculiar.

A trajetória fria, triste e vazia da personagem principal, a bela moderna Stephanie, se agrava com um acontecimento que muda para sempre sua vida. A partir desse momento, a personagem amadurece e conseguimos acompanhar essa linda mulher com outros olhos. Marion Cotillard está mais uma vez excelente em um papel sofrido, onde precisou de muita doação, dessa que é uma das melhores atrizes francesas de sua geração. Uma atuação digna de Oscar, fala com o olhar, impressionante e constante.  O que impressiona é que Cotillard estava filmando Ferrugem e Osso e Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge ao mesmo tempo, conseguindo desenvolver muito bem seus personagens nos dois longas.

O outro lado da moeda, é quando paramos para analisar a fera, o personagem principal Alain, interpretado pelo artista belga Matthias Schoenaerts (do marcante Bullhead). Enquanto a personagem de Marion precisa de carinho, Alain só tem a oferecer a frieza e a falta de sentimento. Esse conflito é entendido pelos personagens ao longo do filme, o que enriquece mais ainda a trama, pois, o amadurecimento dessa relação é exatamente aonde o filme se sustenta, levando muitos espectadores às lágrimas pela forma como essa história é contada.

 

Fruitvale Station: A Última Parada

Em seu primeiro longa-metragem, o cineasta californiano Ryan Coogler surpreende o mundo do cinema com um poderoso drama baseado em fatos reais que gera indignação e calafrios do início ao fim. Fruitvale Station: A Última Parada é aquele tipo de filme que faz o espectador não conseguir desgrudar os olhos da telona. A impactante trama não deixa de ser uma bandeira contra a violência policial e o despreparo da segurança, que ainda ocorre em muitas grandes cidades ao redor do planeta.

O vencedor do importante prêmio Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, conta a história de Oscar (Michael B. Jordan), um rapaz de 22 anos que busca redenção em sua vida. Demitido do seu honesto emprego, busca forças na sua carinhosa família para não voltar ao mundo das drogas. Mesmo com o passado triste batendo em sua porta muitas vezes, Oscar possui um desejo gigante de ser um melhor pai e um parceiro melhor para sua namorada. No dia 31 de dezembro de 2008, ele e sua família foram protagonistas de uma das cenas mais chocantes, dramáticas e absurdas da história da polícia norte-americana.

Fruitvale Station: A Última Parada é um filme independente. Partindo desse ponto, já sabemos que a força cênica precisa funcionar, exatamente para conseguir criar toda a atmosfera de sofrimento que a trama pede. A vencedora do Oscar Octavia Spencer domina o filme com sua sofrida, controlada e bastante racional personagem. Aos olhos dessa mãe em desespero por dentro mas controlada por fora, o público se sente, cada minuto que passa, mais próximo desta trágica história.

O projeto como um todo, pode ser visto como uma grande crítica às injustiças do destino, ao despreparo de policiais e ao preconceito que ainda cisma em sobreviver nesse mundo. Ao causar indignação do público, ou para todos que não conheciam essa história, o diretor consegue que a mensagem seja passada de forma muito objetiva nas telonas. Fruitvale Station: A Última Parada é um filme que pode e deve ser usado em salas de aula, principalmente em disciplinas ligadas à sociologia e direito. Essa é, sem dúvidas, uma fita que todo cinéfilo precisa conferir.

 

Para Sempre Alice

E se todas as lembranças de nossas vidas simplesmente sumissem ou nunca mais conseguíssemos lembrá-las mais? Para falar sobre o terrível Mal de Alzheimer nas telonas, os diretores Richard Glatzer e Wash Westmoreland criam uma história forte, convincente e comovente que envolve problemas existenciais de uma impactante mulher. Para Sempre Alice é muito mais que um drama tocante, é uma lição de vida onde o público presencia uma das grandes atrizes em atividade no auge do seu talento.

Na trama, conhecemos Alice (Julianne Moore), uma conceituada professora e autora de livros que se encontra em uma fase conturbada de sua vida ao ser diagnosticada com Mal de Alzheimer aos 50 anos. Tentando não enlouquecer e espantando a tristeza, encontra um desafogo para suas dores na tentativa de reaproximação com sua filha mais nova, com quem sempre teve muitos problemas e discussões.

O roteiro, que é baseado na obra de Lisa Genova, aborda a vida da protagonista no trabalho e na família, antes e depois de ser diagnosticada com a doença. No campo familiar, as relações passam a ser mais melancólicas, frias e distantes. Vemos uma protagonista que se desmonta no campo emocional com tanta verdade que somente uma atriz do nível de Julianne Moore para conseguir tal feito.

A protagonista é levada a um recomeço distante, se encontra aprendendo a arte do reaprender todos os dias. Toda a vida acumulando memórias, como conheceu seu marido, quando segurou pela primeira vez seus filhos, tudo isso sendo retirado de maneira cruel. Esse trabalho não deixa de levantar uma bandeira importante sobre a doença que sofre a personagem principal.

 

Tiranossauro

Com uma história intensa que fala sobre raiva e redenção de maneira muito comovente, o ator e agora diretor Paddy Considine (que assina a direção e o roteiro) apresenta aos cinéfilos seu trabalho, Tiranossauro. O nome assusta um pouco, tem gente que acha até que o filme é de ficção científica, porém, qualquer suposição é apenas ilusão. O filme é recheado de pontos positivos e com duas atuações pra lá de convincentes.

Na trama, conhecemos Joseph (Peter Mullan) um homem rodeado por desilusões e que está à beira da loucura dominado completamente pelo ódio que sente. Um certo dia, após beber todas em uma tarde, acaba indo parar na loja de Hannah (Olivia Colman), uma simpática vendedora que também possui seus problemas no cotidiano. Aos poucos, entre um drama e outro, vai surgindo entre eles uma amizade muito forte que acaba virando um conforto para essas duas almas perturbadas por fantasmas que os assombram faz muito tempo.

O longa possui cenas fortes e marcantes provocadas pela fúria sem limite dos personagens principais. O desfecho caracteriza um novo caminho e a liberdade de alguns desses carmas passados, porém, toda ação tem suas consequências. Bruto, intenso, brilhante!  Você não pode perder essa fita irlandesa!

 

10 filmes para assistir com a família sem brigar pelo controle da TV

Quase sempre, quando queremos sentar no sofá, relaxar e assistir a um filme alguma coisa acontece. E, quando temos irmãos dividindo a mesma televisão, a confusão é praticamente certa! Para você que passa por essa situação com frequência, que tal convencer o restante de sua família – ou pelo menos aquela parte que sempre te apurrinha – a assistir aos mesmos filmes que você?

Abaixo, segue uma lista de filmes variados para você parar de brigar pelo controle da tv e transformar o momento em um convite para assistir junto:

 

Robô Selvagem (Prime Video)

Nessa brilhante animação, acompanhamos as aventuras de uma robô que precisa se adaptar quando naufraga em uma ilha.

 

Animais Perigosos (Prime Video)

Uma jovem apaixonada por surf está na Austrália em busca de se encontrar. Poucas horas após conhecer o que parece ser o homem de sua vida, ela é sequestrada por um psicopata obcecado por tubarões.

 

A Rainha do Xadrez (Netflix)

64 casas, 32 peças, milhões de combinações. Esse é o xadrez: um jogo fascinante, repleto de possibilidades. Dentro desse universo, no início da década de 1980, surgiu na Hungria uma jovem jogadora que viria a se tornar um verdadeiro fenômeno desse jogo de raciocínio lógico e estratégico.

 

Ro & the Stardust (Netflix)

No ano de 2040, em um planeta chamado Ecnue, habitado por humanos, Aurora ajuda sua avó a realizar seu sonho: construir um foguete.

 

Minha Família quer que eu Case (Telecine)

A trama acompanha Zoe (Lily James), uma documentarista independente na casa dos 30 anos que priorizou a carreira em detrimento da vida amorosa. Ao decidir registrar o casamento arranjado de seu vizinho de infância, Kaz (Shazad Latif), um oncologista fiel às tradições paquistanesas de sua família, Zoe passa a revisitar suas próprias escolhas e a enxergar, com mais sensibilidade, os caminhos e sinais que a vida insiste em oferecer.

 

Criminoso ou Inocente: O Caso Big Mäck (Netflix)

O filme retrata a mirabolante trajetória de Donald Stellwag, um homem que passou quase dez anos preso por um crime que não cometeu e que, anos depois, volta a se ver no centro de uma nova acusação — desta vez, por um crime que pode ou não ter cometido.

 

A Sala dos Professores (Prime Video)

Carla (Leonie Benesch) é uma professora recém-chegada a uma escola que, após um dos seus alunos ser acusado de roubo, precisa lidar com um problema atrás do outro, gerando uma série de constrangimentos que colocam no centro dos debates o sistema de educação e todos aqueles que fazem parte dele.

 

Na Terra de Santos e Pecadores (Netflix)

Finbar, um assassino de aluguel marcado por um passado amargo, começa a repensar suas escolhas após a morte da esposa. Vivendo em uma vila de poucos habitantes, ele decide enfim se aposentar. No entanto, a chegada de um grupo ligado ao IRA abala essa tentativa de redenção e o obriga a revisitar questões que acreditava ter deixado para trás.

 

Criaturas da Mente (Doc Canal Brasil)

A partir de uma inquietação e também curiosidade de um consolidado cineasta brasileiro, o fascinante documentário Criaturas da Mente vai ao encontro das possibilidades de preenchimento de lacunas, onde um universo fascinante logo se abre. Imerso em um curioso paradoxo – no qual um cineasta não consegue mais sonhar -, Marcelo Gomes encontra o neurocientista Sidarta Ribeiro e, juntos, abrem diálogos que traçam profundos paralelos entre o cinema e os sonhos.

 

A Noite do Jogo (HBO MAX)

Max (Jason Bateman) e Annie (Rachel McAdams) formam um casal competitivo e apaixonado que se conheceu durante um jogo de perguntas e respostas. Desde então, transformaram as noites semanais com amigos em verdadeiras maratonas de desafios. Tudo muda quando Brooks (Kyle Chandler), o irmão de Max, surge organizando uma partida especial. Mas a diversão vira confusão quando ele é sequestrado por homens encapuzados.

Dossiê 007 | Cassino Royale (2006) – Franquia ganha reboot com Daniel Craig em 21º Filme

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada em nova data para o dia 30 de setembro de 2021 exclusivamente nos cinemas – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo para você inúmeras curiosidades e muita informação.

O que era para ser uma grande comemoração da franquia 007 terminou se mostrando um presente de grego. Um Novo Dia Para Morrer era planejado como comemoração dupla: dos 40 anos da franquia no cinema e também como vigésimo filme da cronologia oficial. Esforços não foram poupados, o orçamento era o maior da franquia até então e até mesmo Madonna estava à frente da trilha sonora (e fazia uma ponta na trama). Apesar da bilheteria colossal, recorde na franquia igualmente, o consenso foi de que o vigésimo longa não foi um exemplar muito bom, entrando para a história como um dos piores, quiçá o pior, capítulo da franquia – na opinião dos fãs e dos críticos. Assim, quatro anos foi o tempo necessário para a reformulação até Cassino Royale. Confira abaixo os detalhes de bastidores.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

Produção

Um Novo Dia Para Morrer era para ter sido um dos grandes exemplares da franquia, que serviria como marco dos filmes de 007 para comemorar um feito duplo (vigésimo filme em 40 anos de produções). Apesar de um recorde nas bilheterias, e de tudo parecer estar no lugar, todos consideraram o filme um dos piores da série no cinema. Em partes devido ao uso excessivo de efeitos visuais de computadores que tornavam os feitos do espião, já cinquentão, simplesmente ridículos. No período, a EON Pictures de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson conseguiram reverter os direitos de Nunca Mais Outra Vez e Cassino Royale de volta para a produtora. Assim, sem perder muito tempo, ficou decidido que seria usado como tema do vigésimo primeiro filme justamente o livro de Ian Fleming citado, que já havia sido adaptado na forma de uma paródia. Nos últimos anos, os roteiros eram inéditos e assim, pela primeira vez em muito tempo, um texto do autor seria utilizado novamente como base da narrativa. Para a direção, um especialista em introduzir novos atores no papel se mostrava disponível, e Martin Campbell retornava a cadeira de direção onze anos depois de Goldeneye.

James Bond

Quando Pierce Brosnan estreou como James Bond em Goldeneye, ele logo foi considerado a “salvação da lavoura” para a franquia. Ele foi a escolha certa e seu debute ocorria com o pé direito. Ao final de quatro filmes como o personagem, o pensamento geral sobre sua Era havia mudado. A culpa, no entanto, não foi do ator, que apresentou um desempenho sólido como James Bond. O problema eram os roteiros e os resultados de seus filmes que, embora fossem diversões escapistas, falharam em criar alguma ressonância junto aos fãs. O ápice acontecia com Um Novo Dia Para Morrer, considerado um episódio abaixo da média até mesmo pelos cabeças da EON. Porém, mesmo depois de ter ficado decidido que Cassino Royale seria o novo episódio da franquia, a lealdade para com Brosnan estava de pé. A EON considerava que o ator merecia se despedir da franquia com um grande filme, que fizesse jus ao seu talento, e em especial seus três últimos filmes como Bond não realizaram isso.

O que pesou mesmo em seu desligamento da franquia foi justamente a escolha da história ser Cassino Royale. Tudo porque neste exemplar, Bond iria se apaixonar como nunca anteriormente, sendo o relacionamento fervoroso com Vesper Lynd toda o centro da trama. Bem, isso não era uma boa notícia para Pierce Brosnan. Então um Bond cinquentão, os produtores não acharam que um protagonista veterano se encaixaria neste tipo de narrativa, afinal um espião experiente seria mais duro e frio. A não ser que seu par tivesse sua idade, e quem pagaria para ver um romance maduro de meia idade num filme de 007? Pior para Brosnan, que precisou ser desligado, fato que nunca aceitou muito bem ou superou, afinal quem aceitaria? Para o ator tudo estava indo bem, os números de bilheteria eram favoráveis e ele queria permanecer mais tempo no papel. Não foi o que pensaram os produtores. O mundo é injusto.

Assim, após uma nova e extensa seleção de candidatos ao cargo de novo 007 do cinema, finalmente era escolhido o mais jovem e atlético Daniel Craig. Esta escolha não vinha desprovida de suas próprias polêmicas, afinal Craig é loiro – o que causou, de forma despropositada, comoção na época. E segundo, que o ator não era considerado, digamos, muito galante, para ocupar a elegância do papel. De aparência bruta e rústica, muito se brincou com as feições de um James Bond, digamos, não necessariamente bonito ou atraente. Mais uma vez demonstrando a histeria coletiva sem razão, Daniel Craig provou que todos estavam errados. Se mostrou o James Bond para os novos tempos, mais em forma e dono de um físico avantajado, era um 007 mais bruto e forte, aos poucos lapidando a sofisticação esperada através de seus filmes.

Missão Secreta

Os anos 2000 foram, entre outras coisas, a década dos reboots. Após o malfadado Batman & Robin (1997), o maior super-herói de todos, o Homem Morcego, finalmente ganhava uma reimaginação do zero, iniciando suas aventuras com Batman Begins (2005). Coincidência ou não, no ano seguinte, o mesmo era tentando com James Bond em Cassino Royale, que contava o início de carreira de um inexperiente 007, ganhando seu título na agência e sua tão famosa permissão para matar.

Cassino Royale já havia sido levado aos cinemas em 1967, mas na forma de uma paródia. Em 2006 era a hora de adicionar o livro de Ian Fleming ao cânone da franquia com um filme sério, que terminou revolucionando as produções de 007 como nunca antes. De começo, esta é uma aventura mais “pé no chão” e que embora seja repleta de ação frenética, é desprovido de qualquer elemento fantasioso – como os gadgets imortalizados do personagem. Na trama, Bond ganha seu novo título na agência após realizar uma missão e é logo incumbido de seguir um intermediário para um grupo terrorista. O espião é designado a um jogo de cartas num cassino, a fim de tirar todo o dinheiro de Le Chiffre, o tal contato dos terroristas. No caminho, ele conhece e se apaixona por Vesper Lynd, relacionamento este que poderá botar tudo a perder.

Bondgirls e Aliados

Cassino Royale até possui outra Bondgirl nas formas de Solange, personagem de Caterina Murino, mas a intenção era dar foco pleno e absoluto para o grande amor da vida de James Bond: a enigmática Vesper Lynd. Assim, não tinha para ninguém além dela, e nem podia. Personagem ambígua, Vesper entra na trama como parceira da agência e ligação de Bond, de forma fria e calculista. Aos poucos inicia um relacionamento de confiança com o agente secreto, que envolve a mulher se abrir por completo para o espião, demonstrando também suas fragilidades. No final, ganhamos a reviravolta de sua traição. Vesper já tinha um companheiro e fez tudo de forma pensada para ele. Para esta grande personagem, era necessário uma atriz à altura. E a escolhida foi a francesa Eva Green, então saída do sucesso erótico O Sonhadores. Green deslanchou em sua carreira devido a esta rica personagem.

Além disso, a chefe M era novamente interpretada pela Dama Judi Dench, trazida da era Brosnan como único elo do passado na franquia, causando certa confusão. Afinal, se a trama de Cassino Royale reinicia tudo, como pode ter a mesma M do futuro? Bem, o melhor é não pensar nisso e imaginar esta M como uma versão alternativa de Judi Dench. Nada de Q e Moneypenney ainda, no entanto. Porém, aqui temos Felix Leiter, o amigo da CIA, nas formas de Jeffrey Wright.

Vilões

O grande vilão de Cassino Royale é Le Chiffre, que havia sido interpretado por Orson Welles na paródia de 1967. Aqui, ele era vivido por um ator igualmente de grande peso, embora nesta época não possuísse a importância que tem hoje. Mads Mikkelsen, consagrado dinamarquês de filmes como A Caça (2012) e Druk – Mais Uma Rodada (2020). Para alguns fãs, há de se argumentar a importância de Le Chiffre como vilão em Cassino Royale, afinal ele não é o cabeça de nenhuma organização, está mais para o capanga intermediário. O doleiro. Fora isso, ele é eliminado antes do último ato do filme, o que cria uma quebra de expectativa com a trama continuando depois disso. Mas a verdade é que seus atos são inegáveis e Le Chiffre personificado por Mikkelsen, com sua cicatriz no olho, se torna uma figura muito emblemática, dando o pontapé necessário da era Craig. Que o diga a cena de tortura na cadeira com Bond nu.

Relatório

Sempre quando uma franquia se torna muito fantasiosa, é necessário uma volta às origens. E duas das grandes franquias de ação do cinema provavam isso em meados da década de 2000: Batman e 007. Cassino Royale trouxe o Bond para os novos tempos, num thriller repleto de uma ação grandiosa, porém, de uma forma mais realista e crua. Nada de firulas de “tiozão”. Aqui, a aposta era no sangue e suor. O resultado, tanto de Cassino Royale, quanto de Daniel Craig na pele de James Bond foi melhor, muito melhor, que o esperado. Assim, a franquia adentrava uma nova época, disposta a fazer frente de novo à concorrência. Na trilha sonora, a já costumeira canção que vende o filme logo na abertura ficou a cargo do saudoso Chris Cornell, que interpretou a eletrizante You Know My Name. Bem propício.

Cassino Royale atingiu o objetivo planejado pela EON Pictures: a aprovação do público, dos fãs e da crítica. Além disso, atingia uma marca impressionante de bilheteria igualmente, que embora não fosse um fenômeno estrondoso, fez bonito o suficiente para garantir Craig para novos filmes. E assim, sem perder muito tempo como de costume, uma continuação era planejada para Cassino Royale. Mas isso é assunto para o próximo Dossiê, como você sabe.

Nova sequência de ‘Pânico no Lago’ ganha trailer; Confira!

Se vocês pensaram que o lago estava seguro… Pensem novamente. A franquia trash ‘Pânico no Lago‘, cujas sequências saírem direto para TV pelo SyFy, ganhará mais um filme! Desta vez, intitulado ‘Pânico no Lago: O Legado‘.

Confira o trailer:

O trailer é surpreendentemente atmosférico e sombrio, e parece ter a melhor produção de todas as sequências anteriores. Será que eles vão tentar fazer algo decente?

Pânico no Lago: O Legado‘ será exibido no SyFy dia 28 de maio.

‘O Manicômio’: Terror ganha novos comerciais assustadores; Confira!

A Paris Filmes divulgou dois novos comerciais do terror ‘O Manicômio‘.

Confira:

Dirigido por Michael David Pate, o filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de janeiro.

Um grupo de youtubers entram ilegalmente na sessão de cirurgia em um santuário perto de Berlim para um desafio de 24 horas, com a esperança de viralizar o vídeo. Não demora muito para eles descobrirem que não estão sozinho e não são bem-vindos.

Nilam FarooqFarina Flebbe Sonja Gerhardt estrelam.

‘Ameaça Profunda’: Kristen Stewart é atacada no fundo do oceano no trailer do terror

A Fox Film divulgou o trailer legendado do suspense ‘Ameaça Profunda‘ (Underwater).

Confira:

O longa é dirigido por William Eubank (‘O Sinal: Frequência do Medo‘).

Na trama, um laboratório subaquático é danificado devido a um terremoto. Com a estrutura destruída e a água invadindo o local, os pesquisadores devem lutar para sobreviver mediante às circunstâncias.

O elenco inclui Kristen Stewart, T.J. Miller, Vincent Cassel, Jessica Henwick, John Gallagher Jr., Mamoudou Athie e Gunner Wright.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de janeiro de 2020.

‘Stranger Things’: 4ª temporada trará revelações sobre o passado do Hopper

Em entrevista ao Indiewire, o ator David Harbour afirmou que a 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ irá explorar o passado do seu personagem, o Jim Hopper.

“Na segunda temporada, a Onze vai para o porão da cabana e há cinco caixas e, em uma delas, há as coisas do Brenner do laboratório Hawkins. As outras estão nomeadas ‘Pai’, ‘Vietnã’ e ‘Nova York’. São três coisas que nós estabelecemos naquela temporada que nós ainda não sabemos. Eu sei que a quarta temporada trará grandes revelações sobre o passado do Hopper.”

Ele completa, “Estou animado para explorar esse aspecto do personagem. É uma das coisas que eu sei desde que filmamos o primeiro episódio, e nós ainda não revelamos. E, finalmente, vamos poder mostrar. É minha coisa favorita sobre o personagem e tem a ver com esses temas das caixas. Estou ansioso para vocês saberem mais sobre isso.”

A trama da quarta temporada vai mostrar o Hopper preso na Rússia, enquanto, nos EUA, um novo terror surge, algo há muito enterrado, que irá conectar tudo.

O próximo ciclo terá nove episódios, mas segue sem previsão de estreia. Devido ao surto de Coronavírus, a produção do novo ano teve que ser interrompida.

Assista ao teaser:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘Dexter’: Michael C. Hall fala sobre seu retorno para o revival

Em entrevista ao ET, o ator Michael C. Hall falou sobre o revival de ‘Dexter‘, e explicou porque acha que esse é o momento certo para retomar a série.

“[O revival] se passará em tempo real – passou tanto tempo na história quanto na vida real. E, claro, nós reunimos a equipe criativa novamente. Clyde Phillips, que foi o showrunner das quatro primeiras temporadas, está de volta. E Marcos Siega, que é um dos nossos diretores. Ele disse: ‘Nós vamos filmar tipo um filme de 10 horas’.”

Ele completa, “Eu sempre achei que o tempo revelaria a hora certa de retomarmos a história, e eu estou muito animado por isso. Eu visitei os bastidores outro dia e é real. Está acontecendo.”

Além de Hall, o elenco ainda contará com Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’) e Jack Alcott.

Vale lembrar que a trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.

Confira a sinopse publicada pelo The Hollywood Reporter:

“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”

Marcos Siega retornará para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia dirigido nove episódios ao longo das temporadas anteriores.

O revival de ‘Dexter‘ está previsto para estrear em 2021.

Clyde Phillips, produtor executivo da série original, será o showrunner do revival.

‘Fronteiras do Universo’: Atriz de ‘Fleabag’ entra para o elenco da 3ª temporada

De acordo com o Deadline, Sian Clifford (‘Fleabag’) e Jonathan Aris (‘Sherlock’) entraram para o elenco da 3ª temporada de ‘Fronteiras do Universo‘ (His Dark Materials).

A dupla irá interpretar a Agente Salmakia e o Comandante Roke, os espiões de Gallivespian. Nos livros, Galivespianos são minúsculos humanoides que evoluíram na terra de seu universo nativo.

Além deles, o novo ciclo também contará com a adição de Adewale Akinnuoye-Agbaje (‘Esquadrão Suicida’) como o Comandante Ogunwe; Jamie Ward (‘Tyrant’) como o Pai Gomez; Kobna Holdbrook-Smith (‘Liga da Justiça de Zack Snyder’), Simon Harrison (‘No Man’s Land’) e Chipo Chung (‘Into the Badlands’) como os anjos rebeldes Balthamos, Baruch e Xaphania; e Amber Fitzgerald-Woolfe como Ama.

Lembrando que os novos episódios irão adaptar o romance ‘A Luneta Âmbar‘, de Philip Pullman.

Confira a primeira imagem de bastidores:

Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.

Lyra Belacqua é uma órfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um daemon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.

O elenco inclui também inclui Amir Wilson, Ruth Wilson, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda.

‘The Blacklist’: Dois novos atores deixam o elenco da série

De acordo com o Deadline, dois atores deixaram o elenco da série ‘The Blacklist‘ no final da 9ª temporada, e não retornarão para o próximo ciclo.

Amir Arison, que interpreta o Agente Aram Mojtabai desde a primeira temporada, se despediu da produção ao lado de Laura Sohn, que interpreta a Agente Alina Park.

No final do episódio, Aram fez o anúncio aos seus colegas de trabalho no cemitério onde a Liz Keen foi enterrada: “Após muita consideração, eu decidi me afastar.” Já Alina revelou que está grávida e vai tirar licença maternidade.

Em entrevista ao Deadline, o ator Amir Arison declarou: “Me sinto muito honrado por ter interpretado o Aram Mojtabai por nove temporadas de ‘The Blacklist’. Tive muita sorte por ter a chance de trabalhar e evoluir em um papel por nove anos com esse elenco, equipe, roteiristas e produtores extraordinários.”

No Brasil, a série é exibida através da Netflix.

Segundo a sinopse da 9ª temporada, “nos dois anos seguintes à morte de Elizabeth Keen, Raymond Reddington e os membros da Força-Tarefa do FBI desbandaram – e suas vidas mudaram de formas inesperadas, com o paradeiro de Reddington desconhecido. Vendo-se cada um em uma encruzilhada, um propósito em comum os reúne para sua missão original: derrubar os membros perigosos e excêntrico da Lista Negra. No processo, eles começa, a descobrir adversários letais, conspirações inimagináveis e traições surpreendentes que irão ameaçar alianças e espalhar vingança, tudo liderado pela mente mais criminosa de todas: Raymond Reddington”.

James Spader, Diego Klattenhoff, Harry Lennix, Hisham Tawfiq e Amir Arison estrelam.

3ª temporada de ‘The Great’ ganha data de estreia; Confira a 1ª imagem oficial!

O Hulu finalmente anunciou quando a 3ª temporada da comédia histórica ‘The Great‘ será lançada. O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 12 de maio, com todos os 10 episódios sendo lançados de uma só vez.

Além disso, o serviço de streaming também divulgou a primeira imagem oficial da próxima temporada. Confira:

Na trama do terceiro ano, Catherine e Peter “tentam fazer seu casamento funcionar após enfrentarem obstáculos aparentemente intransponíveis. Peter testemunhou sua tentativa de assassinato pelas mãos da própria Catherine, e ela também emprisionou todos os seus amigos.”

Criada por Tony McNamara, a série foca na ascensão ao poder de Catarina II da Rússia e o seu relacionamento conturbado com o seu marido Peter, o imperador da Rússia.

Elle Fanning e Nicholas Hoult estrelam a produção. O elenco ainda conta com Phoebe FoxAdam GodleyGwilym LeeCharity WakefieldDouglas Hodge e Sacha Dhawan.

Roteirista quebra o silêncio sobre as críticas NEGATIVAS de ‘Rebel Moon’

Em entrevista ao Variety, o corroteirista Kurt Johnstad (‘300: A Ascensão do Império’) quebrou o silêncio sobre as críticas negativas recebidas pelo filme ‘Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo‘.

Apesar de ter amargado apenas 24% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o roteirista revelou que não se preocupa em ler as críticas – declarando que a aprovação dos especialistas não se equipara ao desempenho da produção.

“Eu não leio as críticas. Eu nunca li. Os críticos têm o seu trabalho e nós vivemos em uma democracia. Todos podem dar sua opinião. Se as pessoas assistirem ao filme, elas terão uma experiência – gostando ou não. É o que torna tudo isso interessante. Nos meus 20 anos de carreira, as críticas nunca significaram performance.”

Ele completa, “Acredito que este filme tem uma grande jornada emocional, com personagens carismáticos e vulneráveis. E, claro, há grandes e extraordinárias cenas de ação. No entanto, acredito que a principal parte do filme é a sua emoção. Sinto que é algo que funciona em favor da história, e encorajo os espectadores a conferirem.”

Vale destacar que ‘Rebel Moon‘ registrou apenas 23.9 milhões de visualizações em 4 dias, quase metade da audiência do recente ‘O Mundo Depois de Nós‘ (41.7M).

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘, que será lançado no dia 19 de abril de 2024, dará continuidade à épica saga de Kora e dos guerreiros sobreviventes. Ao lado do corajoso povo de Veldt, eles estão prestes a sacrificar o que for preciso para defender o vilarejo que se tornou lar de quem perdeu tudo e todos na luta contra o Mundo Mãe. Às vésperas da batalha, cada um deles precisa encarar as verdades sobre o próprio passado e os motivos que os levaram a lutar. Com o Reino disposto a aniquilar os rebeldes a qualquer custo, laços são formados, heróis emergem e lendas nascem.

Na trama, tropas comandadas por forças tiranas ameaçam acabar com a paz de uma colônia localizada nos confins de uma galáxia, e Kora (Sofia Boutella), uma jovem com um passado misterioso, passa a ser a esperança de sobrevivência de todos.

Com a missão de encontrar guerreiros de outros planetas que possam ajudar a defender a colônia, Kora monta um pequeno grupo formado por forasteiros, rebeldes, camponeses e órfãos de guerra com algo em comum: a necessidade de redenção e vingança.

Com a sombra de um reino se aproximando da mais improvável das luas, uma batalha que decidirá o futuro de uma galáxia se iniciará, dando origem a um exército de heróis.

Snyder reuniu diversos nomes que já colaboraram com ele em seus filmes, como Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’, e Jena Malone, a Rocket de ‘Sucker Punch‘.

Além disso, o cineasta convidou astros de destaque, incluindo o vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’) e o indicado ao Oscar Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’).

Confira a nossa crítica em vídeo, feita pela jornalista Rafaela Gomes:

Megalópolis

 

Elenco:

Adam Driver
Giancarlo Esposito
Nathalie Emmanuel

 

Direção: Francis Ford Coppola

Gênero: Épico

Duração: 138 min.

Distribuidora: O2 Play

Orçamento: US$ 120 milhões

Estreia: 31 de Outubro de 2024

Sinopse: 

Em MEGALÓPOLIS, a cidade de Nova Roma é palco de um conflito épico entre Cesar Catilina, um artista genial a favor de um futuro utópico e idealista, e seu opositor, o ganancioso prefeito Franklyn Cicero. Entre os dois está Julia Cicero, com a lealdade dividida entre o pai e o amado, tentando decidir qual futuro a humanidade merece.

Crítica | Megalopolis – Coppola cria fantasia ancorada em discurso político, porém com CAPENGA tom burlesco

Entrevista Francis Ford Coppola

Curiosidades: 

» Após sua estreia mundial no Festival de Cinema de Cannes, a produção amargou 53% de aprovação no Rotten Tomatoes. As avaliações variam entre elogios entusiasmados à “loucura genial” do filme até críticas que o definem como “caótico”, “desconcertante” e “a coisa mais louca já vista”;

» Além de dirigir, Francis Ford Coppola também assina o roteiro do longa;

» Lionsgate REMOVE trailer de ‘Megalópolis’ após polêmicas com críticas falsas

» ‘Megalópolis’: Francis Ford Coppola volta a negar acusações de comportamento inadequado no set

» Francis Ford Coppola revela 2 novos projetos ambiciosos após ‘Megalópolis’

» ‘Megalópolis’: Francis Ford Coppola defende elenco com atores cancelados

» Polêmica: Coppola se pronuncia sobre trailer de ‘Megalópolis’ com citações falsas: “Foi um Erro”

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Filme do Cara-de-Barro contrata seu protagonista

De acordo com o Deadline, Tom Rhys Harries (‘Missão de Sobrevivência’) será o protagonista do longa focado no vilão Cara-de-Barro, que está sendo desenvolvido pela DC Studios.

O ator desbancou nomes conhecidos que estavam na disputa pelo papel, como Jack O’Connell (‘Pecadores’), Tom Blyth (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e Serpentes’), Leo Woodall (‘The White Lotus’) e George MacKay (‘1917’).

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Mike Flanagan, criador de ‘A Maldição da Residência Hill‘, assina o roteiro.

Anteriormente, o roteirista revelou ter se inspirado na animação ‘Batman: A Série Animada‘, especificamente no episódio duplo “Perito em Formas Humanas”“Claro que sim. Quero dizer, essa é a história perfeita. ‘Perito em Formas Humanas’, Ron Perlman… para mim, é isso. Aqueles dois episódios me deixaram atônito. A resposta curta é que isso absolutamente inspirou meu roteiro. Esse é o mundo em que eu queria viver. Batman: A Série Animada era o meu Batman quando eu crescia. Tanto quanto o [Michael] Keaton era o meu Batman, a série animada realmente era o meu Batman”.

Flanagan então compartilhou seus pensamentos sobre o desenvolvimento do Cara-de-Barro e seu papel no projeto: “Não sei o que estão fazendo com Cara-de-Barro. Eu não estou dirigindo, e o diretor que assumir vai precisar fazer algo próprio. Sei que estão trabalhando no roteiro. Eu estou envolvido em outros projetos agora, e realmente espero que se mantenha fiel ao espírito do que eu queria que fosse. Mas não é meu filme, então estarei na plateia com você, ansioso para ver como vai ficar”.

No episódio descobrimos a história de origem do personagem. Seu nome verdadeiro é Matt Hagen, um ator famoso que sofre um grave acidente de carro. O empresário Ronald Daggett oferece a Matt uma substância experimental chamada Renuyu, que permite ao ator se transformar fisicamente em qualquer pessoa que desejar. Matt desenvolve um vício pela substância e acaba se tornando um peão de Daggett para continuar tendo acesso ao produto.

O longa e chega aos cinemas em 11 de setembro de 2026.

Lembrando que o vilão já apareceu em ‘Comando das Criaturas‘.

Dirigido por James Watkins (‘Não Fale o Mal’), o projeto promete trazer uma abordagem inovadora para um dos vilões mais icônicos do Batman.

James Gunn explicou recentemente a decisão de criar um filme baseado nesse personagem do Batman: “Eu não planejei fazer um filme do Cara de Barro. O Mike [Flanagan] chegou e apresentou essa ideia maravilhosa. Eu fiquei tipo: ‘Caramba, não acredito que você me fez querer fazer um filme do Cara de Barro’. Mas ele ainda tinha que escrever o roteiro, e quem sabe como isso ia funcionar. Ele foi lá e escreveu o roteiro. O primeiro rascunho ficou ótimo. O segundo ficou ainda melhor. E aí eu disse: ‘Vamos fazer isso.’ Encontramos um lugar para o projeto, porque se tem qualidade, podemos encontrar uma maneira de encaixar”.

Questionado sobre o fato do filme ser lançado um mês antes de ‘Batman – Parte II’, Gunn afirmou: “Bem, quero dizer, o Cara de Barro está no DCU, então não importa”.

Drone assassino toca o TERROR no trailer ‘DRAGN’, novo filme do diretor de ‘Hannibal: A Origem do Mal’

O terror ‘DRAGN‘, que foca em um drone de defesa que se transforma em uma máquina de matar, ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Peter Webber (‘Hannibal: A Origem do Mal’) é responsável pela direção.

A trama gira em torno de um grupo de colegas de trabalho em uma viagem corporativa de rotina para integração da equipe, que se transforma em um pesadelo quando eles, sem saber, se tornam presa de um drone descontrolado controlado por inteligência artificial.

O elenco conta com James PaxtonLilly KrugCarlos BardemAlice PaganiJadran MalkovichFranz DramehAlex Lane.

Barry Hutchison e Alexander Gordon Smith assinam o roteiro.

O terror será lançado em VOD no dia 17 de março.

Netflix renova com Adam Sandler para mais 4 comédias

A parceria entre a Netflix e o astro Adam Sandler foi estendida para mais quatro filmes a serem estrelados pelo comediante. Produzidos em parceria com a Happy Madison Productions, a produtora do ator, os projetos serão exclusivamente disponibilizados na plataforma, para os 93 milhões de assinantes do serviço.

O anúncio veio bem próximo ao lançamento da mais nova comédia estrelada por Sandler para a Netflix, intitulada ‘Sandy Wexler’. Chegando à plataforma em 14 de abril em todo o mundo, a produção virá acompanhada do retorno do astro aos palcos de stand up, que percorrerá várias cidades norte-americanas com apresentações cômicas.

Com uma arrecadação que ultrapassa os US$ 3 milhões no total, as comédias de Adam Sandler frequentemente possuem um feedback positivo. Filmes como ‘Gente Grande’, ‘Zohan: O Agente Bom de Corte’, ‘O Paizão’ e ‘O Rei da Água’ dominaram as bilheterias na época de seu lançamento. Ao lado da Netflix, seus dois primeiros lançamentos, ‘The Ridiculous 6’ e ‘Zerando a Vida’ foram os maiores lançamentos de filmes para o serviço de streaming.

Ted Sarandos, diretor de Conteúdo da Netflix, comentou sobre a renovação da parceria com o ator:

Adam Sandler, um dos principais comediantes do mundo do cinema, e seus filmes, tem provado ser extremamente bem-sucedido entre nossos assinantes por todo o mundo. Estamos felizes pela oportunidade de estender nossa parceria com ele e toda a sua equipe na Happy Madison e continuar a fazer o mundo rir”.

Sandler também falou sobre como se sente a vontade trabalhando com a equipe da plataforma:

“Eu amo trabalhar com a Netflix e colaborar com eles. Eu amo o quanto são apaixonados por fazer filmes e distribuir para que o mundo inteiro assista. Eles me fazem sentir da família e nem tenho como agradecer suficientemente o apoio que recebo deles”.

Confira o trailer de ‘Sandy Wexler‘:

Sandy Wexler (Adam Sandler) é um empresário de celebridades na cidade de Los Angeles na década de 90, que cuidadosamente representa um grupo de clientes excêntricos nas reentrâncias do show business. Sua devoção única é posta à prova quando ele se apaixona por sua mais recente cliente, Courtney Clarke (a vencedora do Oscar® e do Grammy®, Jennifer Hudson), uma cantora tremendamente talentosa que ele descobre em um parque de diversões.

O filme original Netflix é estrelado também por Kevin James (A História Real de um Assassino Falso), Terry Crews (Brooklyn 9-9, Ultimate Beastmaster), Lamorne Morris (New Girl), Nick Swardson (Zerando a Vida), Rob Schneider, Jane Seymour, Carl Weathers e Arsenio Hall.

A produção é dirigida por Steve Brill (Zerando a Vida).

 

DO ESCRITÓRIO DE SANDY WEXLER

Queridos e Estimados Colegas de Hollywood,

Meu nome é Sandy Wexler. A maioria de vocês me conhece como o Fundador, Presidente, Gerente Geral e Principal Caçador de Talentos da Wexler Artists, que tem sido a casa de um grupo seleto de super estrelas, mega estrelas e de promissoras estrelas futuras em todos os ramos do show business pelos últimos trinta anos. Devido aos contínuos força, sucesso e poder comercial deste supracitado grupo seleto de lendas que eu tenho o prazer de representar, uma companhia chamada Netflix decidiu fazer um filme baseado na minha vida como foi vivida até então, neste momento.

No trailer que está sendo lançado e assistido mundialmente por todo o planeta hoje, você terá um breve vislumbre por trás das cortinas do mundo mágico que todos chamam de show business. O meu papel, Sandy Wexler, será interpretado por Adam Sandler. Você me verá desenvolvendo uma estratégia de divulgação que ajudou a tornar Courtney Clark (interpretada magistralmente pela vencedora do Oscar® e do Grammy®, Jennifer Hudson), maior superstar da galáxia. Você me verá negociar no mundo selvagem da TV infantil, você vai experienciar o terror dos voos altos e as emoções arriscadas do trapézio e você sentirá a alegria de fazer alguém receber uma ligação de volta depois de um teste.

Se você tem qualquer pergunta sobre este ou qualquer outro projeto no qual estou atualmente envolvido, por favor sinta-se à vontade para entrar em contato comigo no meu escritório, no meu telefone celular, por fax, ou pager.

Sinceramente agradecido,

Sr. Sandy Wexler

Wexler Artists

‘Liga da Justiça’: Site que pede versão de Zack Snyder é oficialmente lançado

Após um extenso trabalho de apuração, os fãs de Zack Snyder lançaram oficialmente o site que pede a versão do diretor referente ao filme ‘Liga da Justiça’, intitulado For Snyder Cut.

Muito mais que oferecer a petição para que mais pessoas engrossem o coro, o portal traz uma série de detalhes referente aos filmes dirigidos/produzidos pelo dcineasta, com uma linha do tempo que explica a cronologia de sua saga, além de artigos de assuntos ligados aos filme dos heróis da DC.

Com material rico, o site impressiona pelo nível de profissionalismo, trazendo entrevistas com o diretor, um mapa conceitual que discute a possibilidade ou não da versão de Snyder existir, além de um mural com o pedido dos próprios fãs em vídeos e textos.

Para acessar o portal, clique aqui.

Ainda não há muitas informações sobre o lançamento do filme em DVD e blu-ray, porém, uma suposta capa do filme vazou na internet e, para a tristeza dos fãs, o filme não deve mesmo ter uma versão do Zack Snyder, como muitos estavam esperando.

Geralmente a versão de diretor vem anunciada já na capa, como foi o caso de ‘Batman vs. Superman, por exemplo, sendo improvável que tenha uma nova versão, uma vez que a versão estendida já tenha sido lançada.

 

Liga da Justiça’ arrecadou apenas US$ 651 milhões ao redor do mundo.

Comparando com as demais produções do DCEU, ‘Liga da Justiça ainda permanece atrás de ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 745,6 milhões), ‘Mulher-Maravilha‘ (US$ 821,9 milhões) e ‘Batman V Superman: A Origem da Justiça‘ (US$ 873,3 milhões).

Julia Roberts estampa bela capa de revista e divertido ensaio fotográfico; Confira!

A veterana Julia Roberts está de volta em duas produções de grande porte. Estreando em breve nos cinemas com o drama familiar ‘Ben is Back‘, ela também estrela a nova série da Amazon, intitulada ‘Homecoming‘.

E para falar sobre sua extensa trajetória no ramo, a revista EW convidou a atriz para ser o grande destaque da nova edição, estampando duas belas capas da mais nova edição, além de um divertido ensaio fotográfico.

Confira:

 

 

‘Soul’: Nova animação da Pixar ganha belo cartaz conceitual; Confira!

Após ganhar o seu novo trailer, a animação da Pixar,Soul‘, ganhou um belo cartaz conceitual.

Confira:

A história irá imaginar que cada pessoa da Terra nasce “instalada” com uma alma que foi formada e aperfeiçoada no cosmos.

Assista:

Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed DiggsPhylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘Soul’ tem estreia marcada para 19 de junho de 2020.

Confira os filmes que chegaram HOJE na Netflix!

A quinta-feira (05) chegou com quatro novas estreias na plataforma de streaming da Netflix, para a alegria dos assinantes.

Além da aguardada chegada da animação ‘Bob Esponja: O Incrível Resgate‘, originalmente programada para ser lançada nas telonas, os assinantes poderão conferir também a nova série original da Netflix, intitulada Paranormal, bem como outros títulos de gêneros diversos.

Confira os lançamentos desta quinta-feira!

05/11

Paranormal


Ambientada no Egito em 1960, a série traz um hematologista que se vê obrigado a deixar seu ceticismo de lado ao investigar fatos sobrenaturais e a encarar um fantasma do passado.

Bob Esponja: O Incrível Resgate

Quando o caracol Gary é subitamente raptado, Bob Esponja e Patrick partem em uma missão de resgate muito louca que os leva muito além da Fenda do Biquíni.

Missão Presente de Natal

Em missão para fechar uma base aérea e acabar com a tradição natalina do local, uma assessora política certinha acaba se apaixonando por um dos pilotos.

Quem Matou María Marta?

Série documental sobre as circunstâncias da morte de María Marta García Belsunce. Um dos casos mais relevantes e controversos da polícia argentina.

 

‘Grace and Frankie’: Dolly Parton fará participação especial na última temporada da série

A lenda da música country, atriz e humanitária Dolly Parton fará uma participação especial na última temporada da amada série ‘Grace and Frankie‘. A informação foi revelada pela Netflix.

Parton aparecerá em algum dos 12 episódios remanescentes, marcando o seu reencontro com Jane Fonda e Lily Tomlin, com quem a cantora contracenou da clássica comédia dos anos 80, ‘Como Eliminar seu Chefe‘.

Detalhes relacionados à sua participação especial não foram revelados ainda, mas vale lembrar que os capítulos finais da 7ª e última temporada serão lançados apenas em 2022.

É importante salientar que os quatro primeiros episódios do ciclo de encerramento já estão disponíveis na Netflix.

A 7ª temporada contará com 16 episódios, fazendo de ‘Grace and Frankie‘ a série mais longeva da história da Netflix, com 94 capítulos no total.

Confira o trailer da última temporada:

A série foi criada por Marta Kauffman e Howard J. Morris.

“Grace e Frankie estão encarando a temida “3ª idade”, mas não da forma que imaginavam. Quando os seus respectivos maridos revelam que estão apaixonados um pelo outro e planejam se casar, a vida delas é virada de cabeça para baixo. Agora, elas estão eternamente ligadas por esse acontecimento e, já rivais, descobrirão que podem ter que tomar conta uma da outra.”

Jane Fonda e Lily Tomlin estrelam. June Diane Raphael, Sam Waterston, Martin Sheen, Brooklyn Decker, Baron Vaughn e Ethan Embry completam o elenco.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 7ª temporada, que será a última.

‘Lone Wolf’: Filmagens de thriller ficam INACABADAS e equipe e elenco seguem SEM PAGAMENTO

Meses após as primeiras denúncias sobre problemas de financiamento na produção de ‘Lone Wolf‘, thriller conspiratório estrelado por Bryan Cranston e Lily Gladstone, a crise por trás das câmeras continua se aprofundando. Conforme apuração do Deadline, boa parte da equipe técnica, fornecedores e até alguns membros do elenco ainda não receberam seus pagamentos — mesmo com a produção formalmente encerrada há meses.

O filme ainda enfrenta um déficit de aproximadamente US$ 2 milhões, valor necessário para finalizar as filmagens com os protagonistas e dar início à pós-produção. Apesar disso, Cranston e Gladstone estariam entre os poucos já devidamente pagos.

A produtora Wagner Media Finance, liderada por Jordan Wagner, assumiu a entidade responsável pela produção após a falência da Yale Productions, envolvida desde o início do projeto. A Rabbits Black, investidora de capital e principal financiadora do longa, afirma que cumpriu todas as suas obrigações contratuais.

Segundo Wagner, sua empresa havia inicialmente concedido um empréstimo-ponte com base em garantias de que os recursos seriam reembolsados em poucos meses. Contudo, a estrutura financeira do projeto teria colapsado, agravada pela falência da Yale Productions.

“Com a responsabilidade para com nossos investidores, tivemos que assumir o controle da entidade de produção para evitar perdas ainda maiores”, explicou Wagner, acrescentando que a prioridade agora é quitar os valores devidos, concluir o filme e entregá-lo aos distribuidores.

O projeto, que parou por dias após uma ordem de paralisação emitida pelo sindicato SAG-AFTRA devido a atrasos salariais no início das filmagens, continua com parte da equipe considerando ações legais caso não haja uma resolução em breve.

Lone Wolf‘ é dirigido por Mark Pellington e acompanha uma veterana de guerra (Gladstone) em luta contra o vício que é recrutada por um contratante (Cranston) para participar de uma missão secreta de assassinato político. O elenco ainda inclui O’Shea Jackson Jr., Jennifer Ehle, Chet Hanks e Spencer Garrett.

A produção conta com nomes de peso como Christine Vachon e Ted Hope.

Os direitos de distribuição para a América do Norte pertencem à Vertical Entertainment, e o longa já havia sido pré-licenciado para alguns mercados internacionais. No entanto, com as filmagens incompletas e pendências financeiras ainda em aberto, o futuro do filme permanece incerto.

“Não sou grande fã de filmes de super-heróis”, admite Christian Bale

Por essa ninguém esperava! Durante a sua participação do podcast Happy Sad Confused, o ex-batman Christian Bale revelou que não chegou a ver a versão de Ben Affleck para o herói e diz não ter interesse em filmes do gênero.

“Eu não assisti o Batman de Ben Affleck. Estou interessado, meu filho que parecia bem interessado, mas depois percebi que ele apenas queria ver o trailer – acabo tendo que assistir os filmes que meus filhos querem ver. Preciso confessar que não sou um grande fã de filmes de super-heróis. As pessoas ficam surpresas com isso, não sei o motivo. Eu não vi Vingadores e os demais filmes. Todos falam que são muito bons, mas estou feliz em apenas ouvir que são muito bons”

Bale viveu Batman por três filmes dirigidos por Christopher Nolan. Atualmente, o ator está trabalhando no western Hostiles, dirigido por Scott Cooper

‘Homem-Formiga e a Vespa’ ganha novo trailer com cenas INÉDITAS; Vem ver!

Homem-Formiga e a Vespa ganhou um novo trailer internacional com cenas inéditas. Confira:

O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.

O elenco conta com Paul RuddEvangeline Lilly, Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

A estreia de ‘Homem-Formiga e Vespa‘ está marcada para 5 de julho de 2018.

Opinião | Por que as adaptações em Live-Action de desenhos clássicos são tão ruins?

Desenhos animados fascinam as pessoas desde que foram lançados nos anos 30. Na época, quem quisesse assistir às Silly Symphonies, da Disney, ou às Merrie Melodies, da Warner, teria que ir para um cinema, comprar ingressos e curti-los em uma clássica matinê. No Brasil, por exemplo, era bastante comum que os cinemas de rua exibissem uma sessão só com desenhos do Tom & Jerry nas manhãs dos finais de semana. Era sucesso entre a criançada e, convenhamos, os conteúdos eram tão criativos e bem feitos, que os pais também davam bastante risada. Quando a televisão se popularizou, alguns cinemas conseguiram manter as sessões até os anos 1980, mas a concorrência ficou desleal, já que as animações agora eram transmitidas gratuitamente pelas emissoras.

 

Oswald, O Coelhinho Sortudo” foi o primeiro sucesso de Walt Disney, que ficou sob crédito da Universal por várias décadas.

Com o passar do tempo, as tecnologias de animação foram crescendo e os filmes da Disney já mostravam que o cinema era uma forma de lucrar ainda mais com personagens animados. Sem ter que gastar horrores com atores, os estúdios passaram a investir no gênero e foram achando seu caminho. Em 1988, Uma Cilada Para Roger Rabbit resgatou um conceito interessante, que fora usado nas animações soviéticas dos anos 40, e tinha ficado famoso em filmes da Disney, como Você Já Foi à Bahia? e Mary Poppins, que era mesclar a animação com o live-action. Produzido por Steven Spielberg e dirigido por Robert Zemeckis, o filme trazia um clima noir para a Hollywood dos anos 40, aonde um detetive humano deveria encontrar Roger Rabbit, um coelho em desenho animado que vinha sendo acusado de homicídio. À procura de Roger Rabbit, o detetive passa por diversos astros de animações famosos, como a Betty Boop, o Patolino, o Mickey, o Pernalonga e por aí vai. Cheio de piadas adultas, o longa conseguiu contar uma boa história sem perder a inocência das animações. O resultado foi um sucesso de crítica e bilheteria.

 

A única vez que os dois maiores ícones das animações interagiram foi nesta cena histórica de ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’.

Esse sucesso permearia a mente de Spielberg, que, anos mais tarde, voltaria a se envolver em um projeto baseado em desenhos animados clássicos. Após trabalhar com John Goodman, o diretor maturou a ideia de um filme dos Flintstones que deveria ser estrelado pelo ator. Assim, a Amblin (produtora de Steven Spielberg) investiu na ideia. O problema é que os envolvidos no filme não entenderam muito bem o que tinham em mãos. Dessa forma foi difícil encontrar uma história para contar em tela. Por conta disso, o roteiro passou por muita gente e acabou trabalhando uma trama bastante adulta, cheia de piadas sacanas e envolvendo temas como traição e corrupção. O retorno financeiro foi excelente, já que o filme custou menos de 50 milhões e arrecadou cerca de US$ 346 milhões. Já as críticas… A verdade é que o filme consegue adaptar elementos bem divertidos da animação. Mas justamente por adaptar um desenho tão querido e inocente como os Flintstones, o projeto acaba constrangendo ao te mostrar personagens até então bobinhos lidando com problemas adultos. Então, dá para dizer que ele sofreu bastante com um certo conservadorismo da crítica, mas também não é absurdo falar que o diretor, Brian Levant, perdeu completamente a linha na abordagem. A prova de que o público não comprou tanto a ideia veio no desempenho da sequência, lançada em 2000, que acabou sendo um fracasso homérico.

 

Muito dinheiro e problemas com a crítica. ‘Os Flintstones: O Filme” é quase uma paródia adulta da animação dos anos 60.

Essa virada do final dos anos 90 para o começo dos anos 2000 deveria marcar a consolidação dos live-actions das animações nos cinemas. Depois dos Flintstones, foram lançados alguns outros longas animados que foram verdadeiros sucessos de bilheteria e se tornaram fenômenos, marcando uma geração de crianças e adolescentes, mas que realmente sofreram nas mãos do conservadorismo da crítica da época. Todos eles abraçavam a essência dos personagens, mas ousavam ao não adaptar piamente os cartoons. O resultado foram projetos incríveis sendo abandonados. Vamos falar mais deles lá pra baixo. Aguarde. O ponto é que as críticas incomodaram e os estúdios adotaram o conservadorismo, a ideia de que live-actions que adaptavam animações precisava ser bobos e infantis, se distanciando completamente do ultraje dos Flintstones e da ‘maldade’ adolescente de Scooby-Doo: O Filme. O filho desse pensamento conservador foram os dois filmes do Garfield.

 

A franquia foi satirizada duas vezes pelo protagonista, Bill Murray, durante a franquia Zumbilândia.

Com dois longas indefensáveis, a franquia Garfield trouxe um elenco humano completamente insosso, com uma trama sem brilho e um protagonista que deveria ser sarcástico, mas acabou ficando insuportável, chega a ser uma surpresa que tenham insistido nesses filmes. Os pais levavam as crianças para verem um personagem marcante de suas infâncias e terminavam com uma competição para ver quem ficou mais de saco cheio. Depois de Garfield, os estúdios ficaram com um pé atrás na hora de dar sinais verdes para projetos envolvendo animações em carne e osso. O último suspiro do subgênero veio entre 2008 e 2009, com as duas últimas adaptações de grande investimento.

 

Prejudicado pela própria ambição, o filme do Speed Racer lucrou muito com merchandising, mas sofreu nas bilheterias.

A primeira foi Speed Racer, dirigido pelas Irmãs Wachowski, o longa é realmente interessante e destoante da animação original. E isso incomodou os fãs, que queriam algo mais próximo do desenho. Trazendo um visual recheado de neons e cores saturadas, o filme adota uma ótima infantil sobre o mundo das corridas, abordando a paixão pelo esporte, a noção simplista da corrupção e as relações familiares sob uma perspectiva bastante inocente. E isso é fantástico, porque, ao mesmo tempo em que vemos elementos clássicos ganhando vida – como os exóticos carros de corrida -, contemplamos uma abordagem diferenciada, quase nostálgica de quando os dias eram mais simples. O problema é que o investimento foi muito alto e a bilheteria sequer conseguiu que a produção se pagasse. Fora isso, o CGI da época não ajudou e algumas cenas ficaram absurdamente artificiais, dando aquela sensação de trabalho inacabado. Considero esse filme injustiçado, porque a crítica detonou principalmente os efeitos especiais cansativos. Outro ponto mal visto pela crítica internacional foi que o filme – sobre um piloto de corridas – tinha muita cena de corrida. E o elenco era fantástico, trazendo nomes como John Goodman, Susan Sarandon e Roger Allam.

 

Apesar de muito fofa, a dupla de ursos não conseguiu conquistar público e crítica.

O lançamento do ano seguinte foi a gota d’água. Apostando no sucesso de um dos personagens mais carismáticos dos EUA, a Warner investiu pesado no live-action de Zé Colmeia. Tudo nesse filme é errado. Seguindo a mesma linha de Garfield, que era inocente e trazia Bill Murray para fazer a voz do gatinho, Zé Colmeia trouxe Dan Aykroyd para dar voz ao personagem título e Justin Timberlake para o papel do Catatau. São nomes que levam público aos cinemas, principalmente se o estúdio apostasse na identificação do desenho e de Dan com as crianças dos anos 80. O ponto dessa estratégia é que filmes infantis costumam chegar aos cinemas do mundo com mais cópias dubladas do que legendadas, já que o público alvo muitas vezes sequer sabe ler. Então, o peso desses atores é completamente descartado, considerando que eles não aparecem fisicamente. Assim, o nome mais famoso a ser visto em tela foi Anna Faris, que fazia sucesso na franquia adolescente Todo Mundo Em Pânico, mas que não tinha nada a ver com esse longa. Sem ter o chamariz principal a nível mundial e indo pelo conservadorismo da trama estritamente infantil, o filme foi um verdadeiro sonífero. Diferentemente de Speed Racer, esse aqui conseguiu se pagar e ter um lucro considerável. Nada que justificasse uma sequência ou um derivado.

 

‘Pica-Pau’ é um clássico exemplo de como não se fazer um filme.

Depois de Zé Colmeia, o maior destaque foi o filme do Pica-Pau. Produzido pela Universal, o live-action do passarinho endiabrado foi completamente pensado para agradar o público brasileiro. Lançado sob forte campanha publicitária no Brasil e trazendo a brasileira Thaila Ayala no elenco, a aventura sequer foi lançada nos cinemas americanos. A ideia era surfar no enorme número de fãs que o passarinho tem aqui. Para evitar riscos de prejuízo, o filme contou com uma verba de apenas US$ 10 milhões, lucrando o dobro com bilheteria. Mas não se engane, nada se salva aqui. O filme é uma completa ofensa ao personagem, que é famoso por ser carismaticamente maldoso. Eles pegam o Pica-Pau e o transformam em um coadjuvante de luxo. O problema é que o elenco principal não tem o mínimo de carisma e a história realmente não é interessante, além de não ter a mínima graça. O visual ficou até legal, mas não compensa o fracasso retumbante que é esse longa.

Então é isso, não tem como adaptar um desenho para os cinemas?

Muito pelo contrário!

 

A primeira aventura dos Looney Tunes nos cinemas se tornou a maior bilheteria que um filme sobre basquetebol já conseguiu na história.

No final dos anos 1990 e comecinho dos anos 2000, tivemos quatros exemplares de como realizar essas adaptações. O primeiro é provavelmente o filme que mais é lembrado pela mistura de animação com live-action depois de Uma Cilada Para Roger Rabbit. Space Jam: O Jogo do Século chega aos cinemas trazendo o melhor que os Looney Tunes tinham a oferecer: muita criatividade e humor non-sense. A turma do Pernalonga é fantástica porque permite que a equipe criativa trate as situações mais absurdas de forma natural, já que 70% do filme é ambientado em um cenário animado em 2D e 3D. Dessa forma, o astro humano, o lendário Michael Jordan, que estava no auge de sua popularidade, pode ser tratado como um humano no mundo animado. Completamente diferente das outras tentativas, que traziam os desenhos para o mundo real. Dessa forma, o absurdo dos Looney Tunes pôde ser utilizado de forma divertida e em sua totalidade. Quando se abraça as regras dos desenhos animados, um mundo de possibilidades se abre.

 

Uma verdadeira viagem pela loucura dos Looney Tunes e pelos estúdios Warner.

Vários anos depois de Space Jam: O Jogo do Século, os Looney Tunes voltaram para as telonas. Dirigido por Joe Dante, Looney Tunes: De Volta à Ação é uma sátira dos filmes de espionagem que, divergindo de Space Jam, traz os desenhos para o mundo real. O interessante é que eles se inspiram bastante em Roger Rabbit. Ou seja, toda a insanidade do mundo animado passa a valer no mundo real, o que rende situações divertidíssimas. Os Looney Tunes são muito versáteis e permitem que a equipe criativa seja… Bem, criativa.

 

Com um humor adolescente e mantendo a essência dos personagens, ‘Scooby-Doo: O Filme” foi sucesso de bilheteria.

Outro longa que soube mesclar o original com a inovação foram os dois filmes do Scooby-Doo. Roteirizados por James Gunn e dirigidos por Raja Gosnell, os longas mantém a essência da trupe jovem, mas os coloca no século XXI, como jovens modernos e com comportamentos mais condizentes com adolescentes. O resultado é um primeiro filme que flerta com o terror, trazendo vários elementos macabros dentro de um parque de diversões, insere muitas piadas adultas na dose certa para entreter os pais, mas sem deixar na cara dos pequenos certos temas que eles só viriam a entender anos mais tarde. O primeiro filme tem um roteiro muito sagaz e conquistou o público, rendendo uma sequência.

 

A sequência volta com o humor ousado, mas presta uma grande homenagem aos desenhos clássicos.

A dupla criativa voltou para realizar a sequência, que foi um pouquinho mais conservadora que a anterior, mas sem perder o charme do humor adolescente. A diferença é que dessa vez o longa trouxe ainda mais elementos da animação clássica, resultando numa grande homenagem ao desenho dos anos 60. Um ponto muito importante para o sucesso dessa franquia, que também sofreu com algumas críticas conservadoras, foi realmente dar relevância e carisma para o elenco humano. Diferentemente de Garfield, Zé Colmeia, Pica-Pau e vários outros, os filmes do Scooby-Doo valorizam a parte de carne e osso, deixando muito mais interessante e divertido. Não depender exclusivamente do personagem título é um mérito enorme dessa franquia.

 

O anacronismo de ter personagens dos anos 60 jogando Guitar Hero é divertido demais.

Outro exemplo mais recente é o primeiro filme dos Smurfs, também dirigido por Raja Gasnell. Ele soube como trazer os pequetuchos azuis para o mundo real. A sensibilidade do diretor em utilizar uma visão anacrônica cai muito bem aqui, fazendo com que o filme se desenrole de uma maneira fofa, divertida e com piadas que não são nem adultas nem bobinhas. Ou seja, uma trabalho incrível de adaptação. O elenco humano, encabeçado por Neil Patrick Harris, também é divertido e carismático, proporcionando o casamento perfeito.

 

Enquanto os estúdios não entenderem muito bem as franquias que têm nas mãos e não permitirem que seus roteiristas e diretores possam se desprender do conservadorismo, as chances de um retorno tanto de crítica quanto de bilheteria são bem maiores. O próximo filme que virá misturando animação com live-action é a sequência/reboot Space Jam: Um Novo Legado, que será lançado em 2021. Vamos aguardar para ver como será.

Crítica | Resgate em Malibu: A Próxima Onda – Besteirol da Netflix Tem Cena Gravada no Brasil

Pensa num filme bem genericão, besteirol assumido e que, ainda por cima, traz um argumento conhecido do público, só que repaginado para a galerinha mais jovem. É assim a construção de ‘Resgate em Malibu: A Próxima Onda’, lançamento da semana da Netflix.

Dylan (Jackie R. Jacobson), Tyler (Ricardo Hurtado), Gina (Breeana Yde), Lizzie (Abby Donnelly) e Eric (Alkoya Brunson) são cinco adolescentes que passam as férias de verão na praia de Malibu, Califórnia, auxiliando os banhistas e treinando para se tornarem salva-vidas no futuro. Só que nesse verão as coisas serão um pouquinho diferentes, pois Malibu irá sediar a competição anual ‘Mestre da Praia’, na qual equipes de diversos países do mundo se reúnem para competir quem terá a melhor equipe de resgate do mundo!

É, eu sei, é isso mesmo que você leu: os Estados Unidos e sua mania de gerar competição para tudo, até mesmo para um grupo juvenil de salva-vidas. Em nenhum outro país do mundo isso faria o menor sentido (até porque, para ter uma competição internacional, prevê competições internas dentro das cidades dos países né), mas, nos Estados Unidos, não só há um torneio, como também já há ídolos, merchandising, torcida organizada, etc. Enfim.

Com apenas cem minutos de duração, o roteiro de ‘Resgate em Malibu: A Próxima Onda’ é um besteirol bem fast-food, calcado em outras produções do gênero e repaginado para o público infanto-juvenil. Numa pegada de ‘SOS Malibu’, o roteiro de Jed Elinoff, Savage Steve Holland, Scott McAboy e Scott Thomas dá uma enxugada nos temas (e apelações) adultas e joga luz no universo mais infantil, ou seja, saem as corridas em câmera lenta e os corpos desnudos, entram piadas de pum, bumbum e escatologia. Além disso, a tal competição internacional é fraquiiinha e não envolve nenhum resgate em si: é, no final das contas, um circuito estilo ‘Ponte do Rio Que Cai’, do Faustão, ou ‘American Ninja Warrior’.

Dirigido por Savage Steve Holland, o longa tem uma edição picotada, que busca ir direto ao ponto e tornar a coisa toda mais dinâmica. O resultado é a sensação de que perdemos alguma coisa, pois as relações e os percalços não são bem desenvolvidos. Quem é vilão, vira mau do nada; as soluções para os problemas são bobas e pouco convincentes; e com um elenco protagonista que aparenta ter diversas idades, gera confusão observar o interesse romântico entre eles.

No meio dessa salada toda, sobra ainda uma participação especial do Brasil (?), cuja bandeira não só aparece dentre as equipes competidoras do tal ‘Mestre na Praia’, como dentro da ficção, supostamente, a edição do ano de 2019 teria se passado no Rio de Janeiro, e em vídeo aparecem imagens que parecem ter sido gravadas em uma praia do Rio durante a época das Olimpíadas. Vejam só!

Resgate em Malibu: A Próxima Onda’ é um filme de fácil digestão e que já tem outro filme e uma série inteirinha disponível na Netflix pra entreter a garotada por uma tarde. Fora isso, é só mais um besteirol infanto-juvenil estadunidense.

‘The Vampire Diaries’: Nina Dobrev revela se aprovou o final da série

The Vampire Diaries‘ foi um grande sucesso que rendeu oito temporadas completas sendo encerrada apenas em 2017.

Uma das atrizes mais importantes do elenco, Nina Dobrev, revelou em entrevista no programa Watch What Happens Live respondeu se havia gostado do final da série:

“Eu acho que no geral o programa teve um final satisfatório. Para mim, foi ótimo, pois eu pude voltar, prestar homenagens e dizer um adeus. Então eu estou feliz com isso, claro.”

Confira a entrevista completa aqui:

Atualmente, o universo da série continua com o spin-off ‘Legacies‘, que segue uma escola na qual vampiros e outras pessoas com poderes sobrenaturais tentam aprender a controlar suas habilidades.

‘Midnight Mass’: Diretor de ‘Doutor Sono’ ficará responsável por nova série de terror da Netflix

Mike Flanagan ganhou imensa notoriedade ao nos entregar um dos melhores filmes de terror dos últimos anos, O Espelho (2013), cuja estética abriu novas portas no mundo do terror. Nos anos seguintes, o diretor construiu competentes narrativas para a Netflix, incluindo os thrillers ‘Hush – A Morte Ouve’Jogo Perigoso, que receberam grande aclame do público e da crítica especializada.

Entretanto, não foi até 2018 que Flanagan alcançaria um invejável patamar com o lançamento de A Maldição da Residência Hill, série original da plataforma de streaming que atraiu uma quantidade imensa de telespectadores. Agora, o diretor irá se reunir com o produtor Trevor Macy e desenvolver uma nova minissérie com sete episódios intitulada Midnight Mass. As informações são do site Deadline.

O show gira em torno de “uma isolada comunidade insular que presencia eventos miraculosos – e presságios aterrorizantes – depois da chegada de um carismático e misterioso padre”.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Os próximos projetos de Flanagan incluem a aguardada sequência de O IluminadoDoutor Sono, que tem estreia marcada para o dia 07 de setembro de 2019, e a nova temporada de sua antologia de terror, que será focada na Mansão Bly e adaptado do romance A Outra Volta do Parafuso, de Henry James‘A Maldição da Mansão Bly’, como ficou intitulada a próxima iteração, tem lançamento marcado para o ano que vem (sem data definida).

‘The Baker and the Beauty’: Série da ABC ganha divertido trailer; Assista!

A ABC divulgou o primeiro trailer oficial de sua comédia dramática The Baker and the Beauty.

Confira:

A série é baseada no show de sucesso israelita criado por Assi Azar.

Funcionando como uma releitura moderna do conto ‘A Bela e a Fera’, a narrativa gira em torno de Daniel Garcia (Victor Rasuk), um jovem padeiro cuja vida no negócio da família cubana muda drasticamente quando conhece Noa Hamilton (Nathalie Kelley) em uma noite na cidade de Miami.

Carlos Gómez, Dan Bucatinsky, Lisa Vidal, David Del Rio, Belissa Escobedo e Michelle Veintimilla completam o elenco.

The Baker and the Beauty estreia no dia 06 de abril.

Crítica | ‘Love, Victor’ é uma série escapista que usa as fórmulas rom-com a seu favor

Enquanto vários acreditavam que o gênero da rom-com não conseguiria se reinventar, o longa-metragem ‘Com Amor, Simon’ veio para cumprir o que prometia e com uma subversão dos dramas coming-of-age LGBTQ+ que tanto povoaram o cinema nos últimos anos. A mistura quase perfeita e emocionante baseada no romance homônimo de Becky Albertalli tornou-se um sucesso sem precedentes que, apesar da espetacularização do romance gay, nos envolveu do começo ao fim. E, seguindo os passos de tantas produções de sucesso comercial e crítico, o filme deu origem a uma série derivada intitulada ‘Love, Victor’ que, apesar de não chegar no mesmo patamar que a obra original, também entrega o que propõe ao longo de breves dez episódios.

Puxando a ideia predecessora, a trama gira em torno de Victor Salazar (Michael Cimino), um jovem prestes a fazer dezesseis anos que se muda do conservador e tradicionalista estado do Texas para a cidade de Atlanta, porque sua família resolveu recomeçar a vida do zero após alguns problemas que não ficam claros nos primeiros episódios. E, com o auge da adolescência, o protagonista percebe que sua descoberta sexual está à flor da pele, lutando contra sua orientação e tentando se apaixonar por alguma menina de sua nova escola. Eventualmente, Victor vai contra quem realmente é se envolve com Mia Brooks (Rachel Naomi Hilson), a garota mais popular e legal do colégio, chamando a atenção dos outros alunos – e daqueles que querem apenas sua desgraça. O problema insurge quando ele cria laços de amizade muito fortes com o adorável e sedutor Benji (George Sear), colocando em xeque sua normatividade autoimposta.

Logo de cara, percebe-se que a série criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger se restringe às fórmulas das comédias dramáticas românticas – o que não é um problema, visto que esse é a premissa da qual se valem. Desde o conflito interno até as externalidades sociais (que envolvem seu núcleo familiar de criação religiosa e uma escola que se diz fora dos padrões, apesar de não ser), Victor é o centro de uma história que já sabemos como irá terminar. Ele tenta ao máximo aproximar-se fisicamente de Mia, provando para si mesmo que é um “garoto normal”, mas em segredo troca mensagens com Simon (Nick Robinson reprisando seu papel do longa através de voiceovers e uma breve aparição) contando sobre seu cotidiano e como as coisas não vêm saindo como o esperado.

Diferente de outras produções contemporâneas do gênero, a estética visual se afasta-se da costumeira sobriedade azulada e volta-se para uma vibrante construção artística que reflete a cultura latina dos personagens principais. Mais do que isso, se distancia de uma presença majoritariamente branca para dar voz a outras minorias que, apesar de convergirem para uma celebração da diversidade, eventualmente rendem-se a diálogos convencionais o bastante para não sair da zona de conforto, mas não coeso o suficiente para indicar uma exploração além do que o público está acostumado.

As dinâmicas entre personagens seguem uma linha bastante e que não diverge muito da solidez e praticidade das obras adolescentes. O tímido e recém-chegado Victor é recebido de braço abertos pela altiva personalidade de Felix (Anthony Turpel), que o apresenta ao Creekwood High e o avisa sobre em quem ele deve confiar ou não; pouco depois, entra em conflito com o astro do basquete local, Andrew (Mason Gooding), um jogador passivo-agressivo que utiliza o humor como defesa e como ataque ao mesmo tempo, afastando todos ao seu redor; quando esses dois mundos diferentes colidem, o atrito causado é recheado de potencial, por mais previsível que seja. E, no topo de tudo isso, temos também a presença de alguns atores cuja essência é desperdiçada sem qualquer explicação, como a professora de educação sexual, Srta. Thomas (Ali Wong), e a vice-diretora, Srta. Albright (Natasha Rothwell).

A cereja do bolo vem com a habilidade dos criadores em usar todos os pontos automaticamente reconhecíveis das rom-coms em favor próprio. A ambiência convidativa passa longe do espectro pedante de construções audiovisuais que querem ser mais do que conseguem, deixando suas claras mensagens tomarem conta das tramas principais e secundárias. De qualquer forma, o escapismo promovido pelo show é uma amálgama de paradigmas sondados à exaustão entre os anos 1990 e 2000, talvez numa tentativa oscilante mimética de revivê-los em uma apresentação moderna. Desde a patricinha da escola até a rebelde sem causa, cada estereótipo técnico está presente no programa.

‘Love, Victor’ é um presente bem-vindo em tempos complicados como os de hoje. Permitindo ser tão pura, mesmo que não tão coerente, quanto a que a precedeu, a obra é uma ótima opção para se devorar nos próximos dias.

‘The Undoing’: Suspense com Nicole Kidman abre com 65% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A nova minissérie da HBO, intitulada ‘The Undoing‘, já foi exibida para a crítica internacional e teve uma recepção morna, conquistando 65% de aprovação no agregador de reviews Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, “[a série] é um belíssimo mistério que se benefecia das performances de Nicole KidmanHugh Grant – apenas se a história fosse tão forte quanto seu elenco”.

Confira:

The Undoing fica de alguma forma cru por seu ritmo oscilante” – Detroit News.

“Guiada pela tensa direção de Susanne Bier, as reviravoltas continuam vindo e nada é o que parece ser” – San Jose Mercury News.

“É divertido ver Grant em ação, esquivando-se de nossas pressuposições sobre seu personagem. Kidman está ótima, também, apesar de um pouco distrativa” – Boston Globe.

“Impecavelmente dirigido e atuado, unindo dúvida, tensão e um terror ocasional” – Reason Online.

“Kidman faz o trabalho pesado aqui e, sem surpresas, ela está incrível” – TV Line.

Criada por David E. Kelley, a produção é uma adaptação do livro ‘You Should Have Known‘, de Jean Hanff Korelitz.

A trama conta a história de uma conselheira de casamentos, Grace Sachs (Nicole Kidman), cuja vida vira de ponta cabeça nas vésperas do lançamento de seu primeiro livro. A trama ainda envolve o desaparecimento do marido de Grace, o que leva a uma série de descobertas que mudarão sua vida para sempre.

O elenco ainda conta com Hugh Grant, Noah Jupe, Donald Sutherland e Edgar Ramirez.

‘Batwoman’ tem suas habilidades testadas na promo do episódio 02×08; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “Survived Much Worse”, 8º episódio da 2ª temporada de Batwoman.

Na trama, “as habilidades de Batwoman são testadas como nunca antes, enquanto a busca de Alice por Kate continua. Sophie e Jacob transferem atenção para Coryana, enquanto Luke e Mary se surpreendem com um convidado inesperado”.

O episódio vai ao ar no dia 21 de março.

Confira, junto às imagens:

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘Annette’: Drama com Adam Driver e Marion Cotillard ganha novo trailer oficial; Confira!

Amazon Prime Video divulgou o novo trailer oficial do drama Annette, estrelado por Adam Driver Marion Cotillard.

Confira:

O filme é dirigido por Leos Carax, que também assina o roteiro ao lado de Ron MaelRussell Mael.

Los Angeles, dias atuais. Henry (Driver) é um comediante de stand-up com um senso feroz de humor que se apaixona por Ann, uma renomada cantora de ópera. Sob os holofoes, eles formam um casal apaixonado e glamuroso. O nascimento de sua primeira filha, Annette, uma misteriosa garotinha com destino excepcional, logo vira a vida deles de cabeça para baixo.

Simon HelbergDevyn McDowellAngèle completam o elenco.

Annette estreia na plataforma de streaming em 20 de agosto.