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Crítica | Good Boy: Polêmico terror norueguês é PERTURBADOR, mas carece de profundidade

A pós-modernidade trouxe consigo a normalização do bizarro. Em uma era em que todos possuem sua própria verdade, comportamentos ultrajantes passam a ser endereçados como uma nova faceta da “normalidade”. Tudo é permitido e – por incrível que pareça – tudo convém. Dentro dessa metanoia, Good Boy, dirigido e roteirizado por Viljar Bøe, se apresenta como um terror da vida real que até já não nos assustaria tanto, tamanha familiaridade com o que vemos estampado nas redes sociais. E talvez seja por isso que o horripilante seja o menor dos fatores da produção. Voltando-se para os efeitos perturbadores dessa sociedade ultra permissiva e legalista, o longa norueguês apela para a nossa sensibilidade e choca com o perturbador, ainda que seu roteiro deixe a desejar.

Na trama, Christian (Gard Fartein Løkke Goli) é um belo e antissocial jovem que divide sua vida com Frank, um homem que gosta de se vestir e se comportar como cachorro. Mas o que inicialmente aparentava apenas ser o peculiar (para dizer o mínimo) “puppy play”, na verdade se destrinchará em um doentio e inexplicável comportamento, que vai colocar em jogo a vida de Sigrid (Katrine Lovise Øpstad Fredriksen), uma garota que julgava ter conhecido o homem perfeito, até descobrir suas reais intenções em um isolado fim de semana em uma casa de campo. E ao longo de 1h15, acompanhamos esse ambiente estranho, regado por comportamentos pitorescos e um sadismo que jamais é explicado.

Entregando mais perguntas do que respostas, o filme do novato cineasta se resume a um retrato raso do comportamento humano em sua barbárie. Nunca indo além de sua própria sinopse, Good Boy é estático na maior parte do tempo. Sem um ato elucidativo, que explique Christian e seu caráter perverso, o suspense de terror funcionaria melhor como um curta-metragem, onde a falta de um plot twist se transformaria em um cliffhanger mais convidativo. Com uma proposta interessante, mas pouquíssimo desenvolvimento de personagem, o longa é incompleto em sua concepção. Se inspira em produções icônicas como A Pele Que Habito e Midsommar, mas nunca se dá ao trabalho de desenvolver suas motivações.

Fazendo do sadismo injustificável um convite para os fãs de filmes bizarros, o terror tem boas intenções, mas parece se divertir demais com o suas atrocidades, deixando de lado o verdadeiro ponto de conexão narrativo que não apenas daria sentido a toda proposta, como também faria o filme sair de sua própria zona de conforto. Funcionando mais como um experimento do que como uma verdadeira experiência cinematográfica, Good Boy opera melhor na teoria do que na prática. Com boas atuações, mas falta de substância, significado e profundidade, o longa é um devaneio de um artista com potencial, mas que por querer chocar tanto o público, esqueceu que – para convencê-lo – precisava contar uma boa história.

Cannes 2024 | Conheça os Membros do Júri responsável pela Palma de Ouro da 77ª edição

Anunciada em dezembro do ano passado, a presidente Greta Gerwig (Barbie) conheceu os seus colegas de jurados nesta última segunda, dia 29 de abril, para os premiar uns dos 22 filmes da mostra competitiva. Dividido entre quatro mulheres e quatro homens, a composição do júri contempla representantes do cinema europeu, norte-americano, asiático e do oriente médio, contudo ausenta nomes latinos-americanos e africanos. Vale lembrar que o Brasil concorre com Motel Destino, de Karim Aïnuz

Leia também: Festival de Cannes 2024 | ‘Motel Destino’, do brasilero Karim Aïnouz, Lanthimos, Cronenberg, Coppola competem pela Palma de Ouro

Entre os anunciados estão os nomeados ao Oscar 2024, a atriz norte-americana Lily Gladstone (Os Assassinos da Lua das Flores) e o cineasta espanhol Juan Antonio Bayona (A Sociedade da Neve), além de grandes artistas franceses conhecidos mundialmente: Omar Sy (da série Lupin) e Eva Green (Os Três Mosqueteiros: Milady). 

Os outros integrantes do grupo sejam, talvez, menos conhecidos do público brasileiros.  Dois deles, entretanto, estiveram selecionados para mostra competitiva do Festival de Cannes no passo passado: o cineasta japonês Kore-eda Hirokazu (Monster) e a roteirista turca Ebru Ceylan (Ervas Secas). Completam a lista a diretora libanesa Nadine Labaki (Cafarnaum) e o ator italiano Pierfrancesco Favino (O Colibrì). Conheça detalhes da trajetória e de cada um deles abaixo: 

As Mulheres 

Lily Gladstone

Primeira nativa-americana indicada ao Oscar de Melhor Atriz por Os Assassinos da Lua das Flores, de Martin Scorsese, Lily Gladstone fez história ao conquistar o Globo de Ouro 2023, o Screen Actors Guild Award 2024 e o título de melhor atriz de 2023 entre outros do New York Film Critics Circle e do National Board of Review. 

Apesar do reconhecimento ter chegado no último ano, seu trabalho pode ser conferido em Certas Mulheres (2016),de Kelly Reichardt, e The Unknown Country (2022), de Morrisa Maltz, ambos premiados em festivais nos Estados Unidos. Ela também pode ser vistas na minissérie recem-lançada, no dia 17 de abril, Debaixo da Ponte: O Assassinato de Reena Virk, no canal Hulu e no longa Fancy Dance, de Erica Tremblay, com laçamento previsto para 28 de junho na AppleTV+.

Eva Green 

Aos 23 anos, a atriz e modelo francesa Eva Green tornou-se musa do cinema ao protagonizar Os Sonhadores (2003), de Bernardo Bertolucci, ao lado de Michael Pitt e Louis Garrel. Logo em seguida, estrelou produções de Hollywood: Cruzada (2004); 007 – Casino Royale (2006); 300 (2014); e Sin City (2014). Além de uma longa parceria com Tim Burton: Sombras da Noite (2012), O Lar das Crianças Peculiares (2016) e Dumbo (2017).

Além do cinema norte-americano, a atriz esteve presente na série de fantasia da HBO e nas recentes produções francesas A Jornada (2019), de Alice Winocour, e Os Três Mosqueteiros (2023), de Martin Bourboulon

Nadine Labaki

Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2018 com Cafarnaüm, também indicado ao Globo de Ouro e ao Oscar de melhor filme estrangeiro, Nadine Labaki já esteve presente no festival diversas vezes. Em 2004, ela participou de La Résidence de la Cinéfondation no Festival de Cannes para a escrita e desenvolvimento de Caramelo, seu primeiro longa-metragem. O filme é uma ode à solidariedade feminina e tornou-se o maior sucesso de bilheteria libanês no exterior.

Em 2011, a cineasta apresentou E Agora, Aonde Vamos? na seleção Um Certo Olhar, e em 2014 dirigiu o curta O Milagre para o filme-esquete Rio, Eu Te Amo, ao lado de outros grandes diretores internacionais. Como atriz, Nadine Labaki coleciona alguns títulos e o mais recente é a comédia dramática Swimming Home, de Justin Anderson, lançado no Festival de Roterdã e, em breve, no Tribeca Film Festival. 

Ebru Ceylan

Co-autora da Palma de Ouro de 2014, Sono de Inverno, a turca Ebru Ceylan teve o seu primeiro curta Kiyida, selecionado para o Festival de Cannes em 1998. Ela despontou, entretanto, como atriz e diretora artística nos primeiros filmes de Nuri Bilge Ceylan, Distante (2002) e Climas (2006), com quem é casada desde 2003.

Com o tempo, Ebru tornou-se co-roteirista das obras do cineasta turco, tais como 3 Macacos (2008), Era uma vez na Anatólia (2011), Sonho de Inverno (2014), A Árvore dos Frutos Selvagens (2018) e Ervas Secas (2023). Todos os cinco títulos foram selecionados ao Festival de Cannes. 

Homens 

Juan Antonio Bayona

 Com o seu primeiro filme, O Orfanato (2007), Juan Antonio Bayona tornou-se um dos diretores mais aclamados da sua geração na Espanha. Em 2012, J.A. Bayona dirigiu o drama trágico O Impossível, o qual revelou Tom Holland e ganhou cinco Goyas, o Oscar espanhol, incluindo Melhor Direção. 

Em 2016, dirigiu Sete Minutos Depois da Meia-Noite, depois Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), o quinto filme da série Jurassic Park. Sua última produção, A Sociedade da Neve, recebeu uma indicação ao Oscar e ganhou doze Goyas em celebração ao árduo trabalho técnico e emotivo depreendido no filme. 

Kore-eda Hirokazu  

Ganhador da Palma de Ouro em 2018 e indicado ao Oscar com Assunto de Família, Kore-eda Hirokazu teve diversos filmes selecionado no festival, como Tão Distante (2001), Ninguém Pode Saber (2004), Boneca Inflável (2009), Pais & Filhos (2013), Nossa Irmã Mais Nova (2015) e Depois da Tempestade (2016).

Desde os seus primeiros filmes A Luz da Ilusão (1995) e Depois da Vida (1998), o diretor japonês atingiu prestígio no exterior e já dirigiu co-produções estrangeiras, como A Verdade (2019), na França, e Broker – Uma Nova Chance (2022), na Coreia do Sul. Seu último longa-metragem Monster ganhou o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cinema de Cannes de 2023.

Omar Sy 

Ganhador do César de Melhor Ator por Intocáveis ​​(2011), de Éric Toledano e Olivier Nakache, Omar Sy tornou-se uma estrela do cinema e um ator multifacetado, com trabalhos como A Espuma dos Dias (2013), de Michel Gondry; Samba (2014), de Toledano e Nakache; Chocolate (2016), de Roschdy Zem; e O Príncipe Esquecido (2020), de Michel Hazanavicius

O artista de 46 anos também pode ser visto no cinema de Hollywood em: X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014), Jurassic World (2015 e 2022) e Pegando Fogo (2016), ao lado de Bradley Cooper. Em 2021, o ator celebrou o sucesso mundial da série Lupin, da Netflix, em sua terceira temporada (2021-2023). No ano seguinte, ela atuou no filme de guerra Herói de Sangue, de Mathieu Vadepied, selecionado para a abertura da seção Um Certo Olhar do Festival de Cannes. Em breve, o veremos em The Killer, de John Woo, com Lupita Nyong’o.

Pierfrancesco Favino

Um dos atores italiano mais proeminente de sua geração, Pierfrancesco Favino ganhou fama com o romance O Último Beijo (2001), de Gabriele Muccino. Premiado por sua atuação no longa Ligações Criminosas (2005), de Michele Placido, o italiano seguiu carreira em Hollywood com Anjos e Demônios (2009) e Rush – No Limite da Emoção (2013) e Guerra Mundial Z (2013).

Na Competição no Festival de Cannes 2019, ele desempenhou o papel de Tommaso Buscetta em O Traidor, de Marco Bellocchio, e regressou em 2022 com Nostalgia, de Mario Martone. No ano seguinte, Pierfrancesco Favino conquistou o Prémio de Melhor Ator no Festival de Veneza com Irmãos à Italiana, de Claudio Noce. Logo logo, o veremos na cinebiografia da cantora greco-americana Maria Callas, vivida por Angelina Jolie, com direção de Pablo Larraìn (Spencer).

‘Black Mirror’: 5ª temporada terá episódio gravado no Brasil, afirma site

A Netflix confirmou oficialmente a renovação de ‘Black Mirror’ para a sua quinta temporada, e acaba de divulgar um intrigante cartaz.

Além disso, de acordo com Buzzfeed Brasil, a nova temporada contará com um episódio gravado no Brasil. Uma equipe da Netflix virá ao país em abril para gravar cenas em São Paulo e Rio de Janeiro. Ainda segundo o site, a produtora Conspiração Filmes também está envolvida no projeto.

A informação não foi confirmada até o momento. Novidades devem sair em breve.

Confira, com o teaser de anúncio:

Ranqueamos todos os seis episódios da quarta temporada, como de costume do pior ao melhor. Como sempre comentaremos com alguns detalhes cada item, portanto, se você é o louco que ainda não maratonou Black Mirror, corra para fazê-lo e depois volte aqui. Queremos também saber a sua opinião, que é muito importante para nós, mas sempre com educação e respeito. Lembrando que esta lista reflete nossa opinião, e que a sua tem todo o direito de ser diferente. Vamos lá.

06 | Episódio 2: Arkangel

Uma pequena confusão inicial ocorreu quanto a ordem dos episódios. Inicialmente, Arkangel era tido como o primeiro episódio da nova temporada. Seja erro do Imdb, no qual constava a ordem trocada, ou uma estratégia da própria Netflix devido às críticas, os episódios chegam em nova ordem. De qualquer forma, Arkangel segue como o último em nossa preferência. O episódio dirigido pela prestigiada Jodie Foster fala sobre o relacionamento abusivo de uma mãe ultra zelosa (Rosemarie DeWitt) com sua filha – famílias problemáticas sempre foram alvo de interesse da diretora Foster. A tecnologia apresentada é uma espécie de babá eletrônica do futuro, que funciona através de um chip implantado na cabeça da cria, permitindo à progenitora ver tudo pelos olhos da criança, a rastrear e inclusive bloquear o que julgar impróprio. O esforço poderia render um desfecho mais interessante, resultando apenas numa picuinha novelesca de mães sufocadoras e suas filhas subjugadas.

05 | Episódio 3: Crocodile

Dirigido por outro dos mais talentosos diretores deste lote, o episódio de John Hillcoat (A Estrada) também não possui um desenvolvimento satisfatório, resultando num exagero que espera chocar por certa crueza. Aqui temos a mulher de negócios bem sucedida interpretada por Andrea Riseborough (Oblivion), que esconde um crime acidental em seu passado, quando era jovem. Como forma de encobrir esse rastro ela começa a eliminar toda ponta solta que encontra pelo caminho, descendo em uma espiral de loucura e psicopatia. O episódio não tem tempo de trabalhar bem sua personalidade e ao mesmo tempo apresentar uma investigação de outro acidente, que irá levar uma agente de seguros até os crimes da mulher. A tecnologia apresentada aqui é uma espécie de leitor de mentes, que consegue resgatar suas memórias e salvá-las numa máquina.

04| Episódio 6: Black Museum

O último episódio e mais misterioso é na verdade uma grande homenagem para a mitologia da série. É como se o criador Charlie Brooker decidisse criar seu primeiro crossover dentro do universo de Black Mirror, trazendo num único episódio, em um museu, todos os artefatos tecnológicos apresentados até aqui, em episódios de todas as temporadas. Acredite, aqui irão encontrar muitas referências. Além disso, o episódio funciona como três dentro de um. Aqui, além da trama principal do Museu, temos dentro dela, duas outras que apresentam verdadeiramente os itens encontrados no local. A primeira conta sobre um médico cuja tecnologia o faz sentir os sintomas das vítimas, conseguindo evitar muitas mortes. O sujeito, no entanto, termina viciado em dor, como efeito colateral, e sendo Black Mirror a coisa não acaba nada bem. O segundo mostra uma mulher em coma tendo a consciência transferida para dentro da mente de seu companheiro. Uma ideia nada convidativa também. Mas o desfecho deixa a desejar com uma história de vingança.

03| Episódio 5: Metalhead

Este é o episódio com a trama mais simples e direta. O que tem se mostrado uma tendência nesta temporada – o abandono de ideias complexas e interpretações intrincadas. O que satisfaz em Metalhead é seu teor cult, que soa saído diretamente da década de 1980, misturando cinema de entretenimento com obras de arte. É o filme de terror desta temporada, e soa como a simplicidade e eficiência de O Exterminador do Futuro (1984), por exemplo. Tudo o que se precisa saber aqui é que estamos num futuro pós-apocalíptico, e existem máquinas assassinas dispostas a nos exterminar. Isso é o suficiente para este episódio todo criado em preto e branco, e dirigido por David Slade (30 Dias de Noite) te arrepiar dos cabelos aos pés. É tenso, muito nervoso e promete te deixar na beira da poltrona esperando a próxima cena. Metalhead mostra também que se bem trabalhado, episódios com premissas simples podem funcionar bem dentro de tal universo.

02| Episódio 4: Hang the DJ

O San Junipero desta temporada, Hang the DJ, ao contrário da maioria aqui, fala sobre relacionamentos amorosos no mundo moderno. Uma premissa que sempre precisa fazer parte de Black Mirror porque é muito de seu cerne também. Este é o único com tal temática na nova temporada. Na trama, o mundo é ditado por um aplicativo de relacionamentos que indica seu parceiro e te diz exatamente quanto tempo a relação terá– uma espécie de pastores evangélicos do futuro. Imagine O Lagosta, filme com Colin Farrell, porém, mais tecnológico. Hang the DJ encanta por ser o episódio mais bonitinho e romântico do novo lote. É claro que os protagonistas não irão aceitar as imposições deste novo mundo e se rebelar. O episódio entretém e consegue manter o interesse, revelando exatamente o teor ao qual estamos acostumados em Black Mirror.

01| Episódio 1: USS Callister

Nosso episódio preferido, e o da maioria, é esta homenagem de Black Mirror à cultuadíssima série de ficção científica Star Trek. Nada mais justo do que um grande seriado de ficção homenagear outro que é a base para quase tudo que foi feito no gênero. Mas USS Callister não é, como se imaginava, apenas uma sátira/homenagem da obra criada por Gene Roddenberry, e funciona por si próprio, criando a reviravolta mais dark da temporada. O episódio é o melhor porque funciona com harmonia em relação a tudo criado por Black Mirror ao longo destes anos. É o episódio mais respeitoso da mitologia, e o que segue de perto sua cartilha, criando uma trama interessante, urgente e muito criativa.

Oi? Disney está desenvolvendo robôs que podem substituir os dublês e até ‘voar’

É isso mesmo que você leu! Segundo o site The Telegraph, a Disney desenvolveu uma espécie de “robô dublê” que pode substituir as pessoas no set de filmagem.

Ainda de acordo com o site, a máquina da empresa pode fazer grandes saltos de até 18 metros de altura, usando uma combinação de tecnologias para imitar os movimentos de um dublê humano.

O cientista que trabalhou no robô denominado ‘Stuntronics’, Morgan Pope, contou mais detalhes sobre os objetivos da empresa:

“Desde o início, queríamos fazer algo que não fosse apenas humano, mas além do humano. A esperança é que vamos conseguir entregar algo físico e tangível, em oposição ao digital e virtual”

À partir de 2019, a Disney deve utilizar a tecnologia em seus parques temáticos, para representar personagens famosos do cinema.

Crítica | ‘Ruim Pra Cachorro’ DEFINITIVAMENTE faz jus ao título

Antes de começar a crítica, vale dar um aviso para evitar maiores constrangimentos. Apesar de ser um filme sobre cachorros falantes, Ruim Pra Cachorro NÃO É UM FILME INFANTIL. Sua classificação indicativa oficial no Brasil é para maiores de 16 anos, apesar de alguns cinemas terem erroneamente colocado sua classificação como para maiores de 12. O longa é um grande besteirol, recheado de palavrões e cenas escatológicas.

Digo isso porque assisti o filme em uma sessão com umas quatro famílias com crianças pequenas, que provavelmente foram ao cinema achando que veriam um tipo de Beethoven do século XXI ou coisa do tipo. E sinceramente, ver até que piada politicamente incorreta ou situação completamente constrangedora eles aguentavam antes de deixar a sessão foi mais divertido que o filme em si. Na última década, tivemos alguns longas que vieram nessa leva de subverter temas geralmente associados à infância em comédias escrachadas recheadas de sacanagem, como Ted e Festa da Salsicha. No entanto, ambos os exemplos citados agora tiveram uma estrutura narrativa bem mais sólida e divertida.

O filme acompanha um cachorrinho cujo único contato com a vida se resume ao que ele acredita ser o amor de seu dono. No entanto, o cara é um completo babaca que passou esse tempo inteiro maltratando o coitado. Então, após atribuir ao bichinho os piores nomes possíveis, tentar abandoná-lo trocentas vezes e ficar se masturbando na frente do coitado, o rapaz recebe uma carta de despejo e atravessa a cidade com o mascote para se livrar do bicho antes de se mudar. Só que o doguinho acha que é apenas mais uma das brincadeiras do dono e decide voltar até lá.

No entanto, ele conhece outros cachorros de rua no caminho, que abrem seus olhos para os abusos sofridos e como a vida de vira-lata pode ser boa se ele se basear em algumas regras: mije em tudo que quiser possuir, transe com tudo aquilo que te despertar desejo e aproveite a vida nas ruas. O problema é que o cachorrinho abusado fica revoltado e decide voltar para casa para se vingar do dono destruindo aquilo que ele mais ama: o próprio pênis.

 

Pois é, essa premissa meio absurda vem como uma paródia dos clássicos filmes de cachorro, geralmente dramáticos, que são lançados anualmente nos cinemas. Em meio a isso, eles constroem algumas piadas até boas, mas a grande maioria é bem fraca. Eles miram no humor ácido de South Park, repleto de palavrões e escatologia, só que carece das sacadas inteligentes da animação, que ficou famosa por ironizar sem escrúpulos a sociedade em geral. É um filme que segue o nível de tosqueira do infame A Farsa dos Pinguins (2007) e mais constrange do que faz rir.

Você pode até argumentar que existe o humor por constrangimento, amplamente difundido na atualidade por The Office, mas aqui não acerta o timing cômico, então é só constrangedor mesmo. Claro que há momentos realmente engraçados, como na sequência em que os cachorros se drogam acidentalmente com cogumelos. É algo tão bizarro que beira o grotesco, mas definitivamente funciona. O problema é que o filme não escolhe uma vertente do humor para abraçar e acaba ficando cansativo. Eles tentam vários tipos de piadas no longa, o que não deixa a graça coesa.

Há também uma piada sensacional com os filmes ao estilo Marley & Eu, mas é apenas um gracejo muito criativo em meio a um humor duvidoso baseado exclusivamente em: “Olha só o cachorro fofo falando palavrão”. É pouco, sabe? E ter momentos realmente criativos no longa só aumenta a decepção porque passa a impressão de que poderiam ter feito uma comédia daquelas de marcar geração, tipo American Pie, Se Beber Não Case ou até mesmo o igualmente controverso Ted.

Lá fora, o grande chamariz para o projeto foi o elenco de alto nível cômico, encabeçado por Will Ferrell e Jamie Foxx, contando também com Isla Fisher e Randall Park. No Brasil, o filme chegou aos cinemas praticamente só contando com sessões dubladas, porque o estúdio contratou metade do Comedy Central para dar voz aos cachorros. E aí o trabalho foi trágico, porque o protagonista é vivido pelo dublador Wendel Bezerra, que contracena com um monte de humoristas. É complicado, porque a presença de um profissional da área no meio da galera novata mostra a diferença de nível dos trabalhos. E assim, não é culpa dos comediantes que aceitaram. Eles estão tentando fazer o que foram pagos para fazer, e quem não aceitaria ser pago para dar sua voz a um filme de comédia sendo um profissional do humor? A culpa é do estúdio que escalou um elenco de não-dubladores para dublar.

E o mais curioso disso tudo é que foi justamente a decisão do estúdio de ter pelo menos o protagonista sendo dublado profissionalmente que causou um estranhamento ainda maior. Talvez, se todos fossem Star Talents ou todos fossem dubladores profissionais, a diferença do nível das atuações não seria tão grande.

De qualquer forma, o filme tenta ser subversivo, mas acaba sendo apenas bobo. É tanta bobajada sem coesão em sequência que torna a sessão mais cansativa do que divertida, mesmo tendo uma ou outra ideia boa perdida pelo caminho. E de novo, caso o cinema mais próximo a você também esteja dizendo que a classificação indicativa é para maiores de 12 anos, não caia nessa. Sério, uma criança aprende menos palavrão e sacanagem ouvindo um disco do Costinha do que vendo Ruim Pra Cachorro.

Ruim Pra Cachorro está em cartaz nos cinemas.

Crítica | Muppets e o Caos Elétrico – DisneyPlus Retoma a Nostalgia em Série com Famosas Marionetes

No finalzinho dos anos 1970 a Disney Company lançou um programa seriado na televisão voltado para as crianças, que recebeu o nome de ‘Os Muppets’. O programa passava basicamente na televisão dos Estados Unidos, e fez muito sucesso lá durante os vinte anos seguintes, uma época pré-internet, pré-globalização e com os efeitos especiais do audiovisual basicamente realizados através de efeitos práticos. Ou seja, muito antes de raios e explosões surgirem na tela verde criando um universo gráfico, a galera da produção confeccionava marionetes e bonecos de pelúcia cujos movimentos eram direcionados por seres humanos, criando uma ilusão nas crianças que, entretidas, aceitavam a aventura de criaturinhas que falavam como seres humanos, mas que não se pareciam nem um pouco conosco. Porém, com a virada do milênio e o avanço da tecnologia no ramo do audiovisual, esse tipo de técnica ficou presa no passado nostálgico, agora resgatada pela mesma Disney com a sérieMuppets e o Caos Elétrico’, que chega a partir no próximo dia 10 na DisneyPlus.

Nora (Lilly Singh) trabalha em uma grande gravadora que, no passado, impulsionou a carreira de muitos artistas, mas, agora, está prestes a falir. Quando sua chefe pede que ela destrua contratos dos músicos ela descobre o contrato do grupo Caos Elétrico, que, para a sua surpresa, está devendo um disco inédito para a gravadora. Numa tentativa de salvar o próprio emprego e mostrar à sua chefe que ela é capaz de administrar a carreira musical dos artistas, Nora corre atrás do grupo, exigindo-lhes a gravação do disco prometido, e isso trará à tona não só lembranças de outros tempos, como também muitos desafios sobre os tempos atuais.

Inspirada nos personagens de Jim Henson a série é dividida em dez episódios com menos de 30 minutos cada. Uma das coisas mais legais é a participação especial de diversos músicos e artistas de verdade, como Danny Trejo, Tommy Lee e Lil Nas X, que participam como depoentes como se tivessem conhecido o grupo dos Muppets de verdade, misturando ficção e realidade. Isso sem contar, claro, a trilha sonora, que é maravilhosa e transporta o espectador para o melhor do rock dos anos 1980.

Tendo atravessado tantas décadas, é claro que muitas vezes os roteiristas e os personagens disseram e fizeram coisas que hoje não estão sendo mais toleradas publicamente. A própria Disney chegou a tomar uma importante decisão de, em vez de retirar do ar os episódios problemáticos de suas produções, optou por deixá-las na programação, porém com um aviso de que elas faziam parte de um contexto de época que hoje não representam os valores da empresa. Isso incluiu vários episódios de ‘Os Muppets’, portanto, a nova sérieMuppets e o Caos Elétrico’ também funciona como uma espécie de redenção a esses personagens que fizeram muito sucesso naquele país e que ajudaram a propagandear muitas bandas dentre a juventude.

Embora aqui no Brasil os personagens que tenham feito mais sucesso são os mais infantis/carismáticos, como o sapo Caco e a porquinha Piggy, o núcleo musical de ‘Os Muppets’ era um pouco mais adulto – talvez por isso a chegada de uma série focada nesses personagens, aqui no Brasil, não ganhe tanta repercussão. Mas, para quem é fã da boa música, é um programa de entretenimento para lembrar dos bons tempos da infância no rock’ n roll e apresentar outras técnicas de animação à garotada atual.

‘Patrulha do Destino’: Time ganha nova imagem promocional… No campo!

Em uma recente imagem promocional, a trupe conhecida como Patrulha do Destino parece ter ganhado um ar mais campesino.

O grupo aparece dentro de seu meio de transporte convencional – uma espécie de ônibus decadente que mal parece ser forte o bastante para todos eles. Além disso, os seis podem ser vistos em companhia de uma mula, que decidiu se juntar a eles durante a patrulha.

Confira:


A nova produção se passará no mesmo universo que ‘Titãs‘.

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

‘Velozes e Furiosos’: Confirmado retorno de Dwayne Johnson para a franquia!

A relação de Dwayne Johnson com a franquia ‘Velozes e Furiosos’ foi afetada nos últimos anos devido a algumas rixas que tinha com o ator Vin Diesel. Não é surpresa que o astro tenha se afastado da saga e seguido em frente com o spin-off ‘Hobbs & Shaw’ – mas as coisas parecem ter mudado.

Depois de fazer as pazes com Diesel, o site We Got This Covered revelou que The Rock estará de volta para Velozes e Furiosos 10 no papel de Luke Hobbs. Ainda não se sabe de que modo seu personagem irá retornar.

O próximo filme da franquia, ‘Velozes e Furiosos 9’, trará Diesel, Michelle RodriguezTyrese GibsonLudacrisCharlize TheronHelen Mirren e outros de volta para as telonas.

John CenaFinn ColeAnna SawaiVinnie Bennet integram o elenco.

‘Velozes e Furiosos 9’ tem estreia marcada para o dia 10 de abril de 2020.

Primeiras Impressões | ‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’ é o novo vício do Hulu

Reese Witherspoon e Kerry Washington são dois nomes da indústria do entretenimento que despontaram nos holofotes nas últimas décadas por encarnarem personagens memoráveis e pavimentarem um caminho sólido o bastante para caírem nas graças do público e mostrarem sua versatilidade performática. Witherspoon, outrora restrita a comédias como Legalmente Loira e E se Fosse Verdade, levou para casa o Oscar por Johnny & June e rendeu-se a papéis aplaudíveis em Big Little Lies, Livre e The Morning Show; Washington, por sua vez, fez uma breve aparição em Quarteto Fantástico para depois estrelar o aclamado drama Scandal, além de ter atuado em Django Livre, American Son e ‘Confirmation’. E, agora, duas forças descomunais se unem para o novo vício do Hulu, intitulado Pequenos Incêndios por Toda Parte.

Baseado no romance homônimo de Celeste Ng, a história gira em torno de duas protagonistas: uma delas é a socialite Elena Richardson (Witherspoon) que acaba cruzando com uma misteriosa mãe solteira e artista chamada Mia Warren (Washington) – dando início a um confronto de identidades que beira a explosão logo nos primeiros episódios. À medida que a narrativa vai se desenrolando, a plataforma de streaming prova que escolheu a dedo um dos melhores suspenses dramáticos dos últimos anos, entregando ao público três capítulos de uma saga enervante e narcótica por praticamente todos os motivos certos que ousa nos mostrar (desde seu elenco de ponta até sua competente e bem estruturada direção).

De fato, os grandes méritos são canalizados para o roteiro e para os personagens trazidos às telinhas. Mais do que isso, fica claro que o time criativo da produção mergulha de cabeça nos grandes manuais televisivos, arquitetando uma jornada palpável, apesar de formulaica; logo, o piloto é destinado a nos apresentar às personas que habitam a pequena e regrada cidade de Shaker Heights, Ohio, fazendo questão de mostrar suas gritantes diferenças. De um lado, Elena é uma poderosa e centrada mulher extremamente controladora que não aceita ser desafiada e sente que seu mundo irá desmoronar quando confrontada por um obstáculo intransponível – como a delineação rebelde de sua filha mais nova, Izzy (Megan Stott). Witherspoon até mesmo busca elementos explorados com Madeleine ou Bradley, mas aproveita para acrescentar alguns elementos interessantes que a transformam numa “descontruída” figura com complexo de cavaleiro branco.

O conflito principal emerge quando ela é colocada lado a lado com a impetuosa Mia, que é vista por Elena morando um carro com a filha, Pearl (Lexi Underwood). Entretanto, no momento em que partem para encontrar uma casa temporária nos arredores, são atendidas pela socialite (que é a dona da propriedade) e então começam a desenvolver um conturbado relacionamento que gradativamente se distorce em uma complexa inimizade. Afinal, fica claro que Mia não deseja caridade ou ajuda de pessoas que não conhece, ainda mais devido ao não revelado trauma que sofreu no passado; a necessidade de se autoafirmar como uma trabalhadora autônoma está relacionada com sua raça e as dificuldade que enfrenta até hoje, recusando-se a se tornar uma boneca ou num projeto social de pura egolatria. O problema é quando sua personalidade insiste em transmitir as frustrações para Pearl, cultivando na jovem um barril de pólvora em longo prazo.

Entre seus arcos pessoais, há um panorama infundido com mistério que circundam as pessoas e que culminam num incêndio criminoso que acomete o casarão de Elena. A princípio, somos levados a acreditar que Mia tem alguma coisa a ver com isso, mas o roteiro abre diversos caminhos que revelam um pequeno elemento comum a quem convive com a personagem de Witherspoon: cada um nutre de um ressentimento, por mais mínimo que seja, com a disciplina excessiva, com a capacidade irrevogável de influência que os transforma em marionetes contra a própria vontade – e, de alguma forma, não conseguem sair de suas condições. Na mesma medida, Elena não percebe que faz isso (o que explica seu malogro ilusório quando as coisas não saem como o planejado).

A showrunner Liz Tigelaar não se preocupou apenas com o enredo construído; na verdade, participando como uma das produtoras executivas, ela trouxe seu respaldo televisivo (visto em obras como Once Upon a Time e Nashville) e realizou homenagens para lendas da esfera audiovisual, acenando para nomes como Jean-Marc Vallée  no tocante à desfiguração cênica e à montagem quase cubista – é notável, inclusive, como os diretores ousam se afastar do novelismo seriado presente com tanta força em dramas. Mesmo assim, Tigelaar opta por jogar, em grande parte, na zona de conforto, arriscando em outros espectros como a necessária temática racial, sexual e de gênero que inclusive ganha mais densidade quando em comparação ao livro original.

‘Pequenos Incêndios por Todo Lugar’ tem um glorioso início que arranca algumas das melhores atuações de seu elenco, não se esquecendo de garantir que todos tenham seu momento. Mesmo num ritmo menos acelerado e mais intimista, é imprescindível que as nuances reverberem mais cautela para que encontrem a aguardada catarse no momento certo.

‘Eli Roth’s History of Horror’: 2ª temporada ganha data de estreia na AMC!

AMC confirmou hoje (10) a data de estreia da 2ª temporada da série documental ‘History of Horror’, do realizador Eli Roth: os novos episódios serão lançados no dia 10 de outubro, a tempo das celebrações do Dia das Bruxas.

O próximo ano é composto por  seis episódios e vai contar a história de “bruxas, monstros terríveis e jovens malditos”.

A iteração original trouxe entrevistas com lendas do cinemas como Quentin TarantinoJordan PeeleJason BlumRobert EnglundLinda BlairTippi HedrenRob ZombieHaley Joel OsmentJack BlackJohn LandisJamie Lee Curtis e muito mais. Stephen King também apareceu na 1ª temporada.

Fique ligado para mais informações!

‘Alguém Avisa?’: Drag queens fazem maquiagem inspirada na nova comédia natalina do Hulu; Confira!

O Hulu divulgou um novo vídeo promocional da comédia natalina ‘Alguém Avisa?‘ (‘Happiest Season’), trazendo as icônicas drag queens BenDeLaCremeJinkx Monsoon mostrando como fizeram suas maquiagens para participar do longa-metragem.

Ambas as performers são ex-participantes da competição ‘RuPaul’s Drag Race’. Jinks inclusive foi coroada a vencedora da 5ª temporada.

Confira, junto ao trailer:

Kristen StewartMackenzie Davis estrelam a produção.

O filme está disponível para aluguel e compra nas plataformas digitais Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Filmes & TV, NOW, Oi Play, PlayStation Store, SKY Play, UOL Play e Vivo Play.

O filme tem direção de Clea DuVall e conta também com Alison Brie, Dan Levy, Victor Garber e Mary Steenburgen no elenco.

Conhecer a família da sua namorada pode ser difícil. Planejar pedir a mão dela em casamento durante o jantar anual de Natal da família – até você descobrir que eles nem sabem que ela é lésbica – é mais difícil ainda. Quando Abby (Kristen Stewart) descobre que Harper (Mackenzie Davis) vem escondendo o relacionamento das duas de sua família, ela começa a questionar a namorada que pensava conhecer.

‘Oslo’: Ruth Wilson está no centro do conflito Israel-Palestina no novo trailer do drama da HBO; Confira!

HBO divulgou hoje (11) mais um trailer oficial de Oslo, novo filme original estrelado pela vencedora do Globo de Ouro Ruth Wilson (‘The Affair’, ‘Fronteiras do Universo’) e o indicado ao Emmy Andrew Scott (‘Fleabag’).

Confira:

Barlett Sher entra como diretor, enquanto J.T. Rogers assina a adaptação da própria peça vencedora do Tony Award.

Oslo gira em torno das conversas secretas, das amizades inesperadas e das ações heroicas de um pequeno, mas comprometido grupo e israelenses e palestinos, bem como a de um casal norueguês, que culminaram nos Acordos de Paz de Oslo de 1993. 

Wilson será Mona Juul, ministra de relações internacionais da Noruega, enquanto Andrew Scott dá vida ao sociólogo norueguês Terje Rød-Larsen. Salim DawWaleed ZuaiterJeff WilbuschIgal NaorDov GlickmanRotemKeinanItzik CohenTobias ZilliacusSasson Gabay completam o elenco.

Oslo tem estreia marcada para o dia 29 de maio.

Curiosidades | ‘A Invenção de Hugo Cabret’, aclamado filme de Martin Scorsese, completa 10 anos!

Martin Scorsese é um dos diretores mais aclamados e respeitados da história do cinema – e, dentro de sua prolífica carreira, A Invenção de Hugo Cabret parece passar um pouco longe do radar.

O drama de aventura, estrelado por nomes como Asa ButterfieldChloë Grace MoretzBen KingsleySacha Baron Cohen, gira em torno de um jovem garoto que vive sozinho na estação de trem de Gare Montparnasse, em Paris, nos anos 1930 – e se envolve em um mistério que envolve a última criação maquinária do pai e o pioneiro cineasta Georges Méliès.

Ainda que tenha sido considerado um fracasso de bilheteria (com arrecadação de apenas US$185 milhões contra um orçamento de US$150 milhões), a produção recebeu elogios e aplausos tanto da crítica especializada quanto do público. O longa conquistou 11 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, e levou para casa cinco estatuetas: Melhor FotografiaMelhor Direção de ArteMelhor Mixagem de SomMelhor Edição de SomMelhor Efeitos Visuais. Além disso, garantiu a Scorsese o prêmio de Melhor Direção no Globo de Ouro.

Para celebrar seu iminente aniversário de dez anos, o CinePOP preparou uma lista com algumas curiosidades de bastidores do filme, que você confere abaixo:

  • Scorsese e Sir Christopher Lee eram ótimos amigos, mas, até 2010, nunca tinham trabalhado juntos. Quando Lee foi elencado em A Invenção de Hugo Cabret como Monsieur Labisse, ele disse: “já era hora!”.
  • Depois de participar de um teste de exibição, o diretor James Cameron disse que o filme era uma “obra-prima”, e disse a Scorsese que era o melhor uso do 3D que já tinha visto (incluindo quando em comparação a suas próprias obras).

  • A música durante a cena em que Hugo e Isabelle leem o livro ‘The Invention of Dreams’, sobre a história do cinema, é “Danse Macabre”, de Camille Saint-Saëns. Ele é considerado o primeiro compositor a escrever uma trilha sonora oficial de um longa-metragem, ‘O Assassinato do Duque de Guise’, em 1908, fazendo com que essa referência seja bastante bem-vinda em ‘Hugo Cabret’.
  • O longa permitiu que Scorsese fizesse referências à sua paixão pela preservação e restauração de obras cinematográficas. Scorsese é fundados e presidente do The Film Foundation, uma organização sem fins lucrativos devota a preservar, restauras e exibir títulos do cinema clássico.

  • Quando Scorsese decidiu adaptar o livro de Brian Selznick às telonas, sua primeira e única escolha para interpretar Méliès foi Ben Kingsley. Kingsley, por sua vez, comentou que baseou a caracterização de Méliès no próprio Scorsese.
  • Durante a sequência que introduz o interior da estação de trem, há inúmeras aparições de personagens representando nomes como Django ReinhardtJames JoyceSalvador DalíWinston Churchill.

  • Na última cena do filme, os figurinistas fizeram um terno para que o autômato usasse – visto que a sequência de encerramento é uma festa e os artistas acreditavam que o autômato deveria estar vestido a caráter assim como todos os outros personagens. Scorsese, entretanto, descartou a ideia, porque queria que o público visse todas as engrenagens do robô no final.
  • A Invenção de Hugo Cabret se tornou o primeiro título de Scorsese a ter classificação indicativa PG, ou seja, não adequado para crianças sem a orientação dos pais, em dezoito anos. Seu último filme a ter a mesma classificação foi ‘A Época da Inocência’, em 1993.
The Invention Of Hugo Cabret
  • Apesar de grande parte das performances mágicas serem adequadas ao período retratado, há algumas peças no filme que funcionam como adaptações modernas de clássicos. A carta flutuante é uma dessas: ela foi criada por Howard Thurston no começo dos anos 1900, mas a tecnologia para performá-la com um fio invisível não estava disponível até a década de 1960.
  • Cohen, que interpretou o Inspetor Gustave Dasté na obra, disse que a razão de ter participado do projeto foi por que queria muito trabalhar com Scorsese.

‘Percy Jackson e os Olimpianos’: Diretor já está em busca de locações para a nova série do Disney+!

Pouco tempo depois de ser oficialmente confirmada pelo Disney+, a série baseada na saga de romances juvenis ‘Percy Jackson e os Olimpianos’ ganhou uma nova atualização bastante animadora para os fãs.

Através das redes sociais, o autor Rick Riordan compartilhou uma foto de bastidores de James Bobin, diretor do episódio piloto da adaptação, e revelou que a equipe criativa já está em busca de locações para a produção.

“Grampos colocados – a busca de locações para ‘Percy Jackson’ no Disney+ já começou”, ele escreveu na legenda.

Confira:

Anteriormente, Riordan rasgou elogios para Bobin, que ficou conhecido pelo sucesso de crítica e de público ‘Dora e a Cidade Perdida’.

“A melhor parte é que James Bobin está à bordo como diretor do nosso piloto”, ele comentou. “James é uma pessoa incrível e um diretor incrivelmente talentoso, alguém que conhece bem os livros da saga ‘Percy Jackson’. Seus filhos são fãs dos livros,. então estamos em boas mãos. Agradeço a todos vocês por seu entusiasmo pela série. Vai ser incrível!”

Lembrando que o roteiro da atração está sendo escrito pelo próprio Riordan, em parceria com Jon Steinberg (‘Black Sails’).

Em uma publicação em seu blog pessoal, o autor já havia revelado que teve uma “conversa bastante positiva” com os executivos da Disney sobre a série e confirmou que todos estão animados para vê-la ganhar vida.

“Tivemos uma conversa bastante positiva [na sexta-feira] com os principais executivos dos vários ramos da Disney: Disney Entertainment, Disney TV, 20th Century Studios e Disney+. Essa foi a primeira vez que estávamos todos na mesma sala (bom, numa sala do Zoom) para fazer questão de que tínhamos as mesmas informações e compartilhávamos dos mesmos objetivos”, ele escreveu.

Riordan continua: “Ter todos juntos para alinhar nossas visões para o show foi extremamente útil e acho que boa parte das confusões foi resolvida. A boa notícia é: eles estão ‘todos dentro’, como falaram, sobre fazer o show e fazê-lo certo. Vários deles têm filhos que cresceram com ‘Percy Jackson’, também, então eles entendem. Eles entendem que há milhões de vocês por aí, esperando ansiosamente para ver Percy Jackson ganhar vida de uma forma nova. Nos sentimos apoiados e ouvidos, e estou mais confiante que nunca que a série vai seguir em frente como merece”.

Segundo o autor, a Disney vai investir alto na série e o orçamento será similar ao de ‘O Mandaloriano‘ e ‘WandaVision‘ – que custaram em média de US$ 100 milhões na primeira temporada.

A série ainda não tem previsão de lançamento.

Confira o primeiro teaser da produção abaixo:

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

É hora de brincar no novo teaser ARREPIANTE da 2ª temporada de ‘American Horror Stories’; Confira!

O canal FX divulgou mais um teaser oficial da 2ª temporada de ‘American Horror Stories‘, série derivada de ‘American Horror Story‘.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 21 de julho.

Confira, junto ao trailer completo:

spin-off foi criado por Ryan Murphy e Brad Falchuk.

O seriado American Horror Stories é um spin off de American Horror Story, trazendo novas histórias de arrepiar, envolvendo tanto personagens já conhecidos do público, como seres completamente novos. A ideia é expandir esse universo tão amado… e tão assustador.

O elenco do próximo ciclo é formado por Cody FernMax GreenfieldNico GreethamDenis O’HareGabourey SidibeDominique JacksonJudith LightAlicia SilverstoneBella ThorneQuvenzhané Wallis e outros.

No Brasil, a primeira temporada já está disponível no Star+.

Crítica | Apelativa, preguiçosa e previsível, ‘American Horror Stories’ é um grande erro de Ryan Murphy

‘Vikings: Valhalla’: Vídeo nos leva aos bastidores da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada de Vikings: Valhalla chega em breve ao catálogo da Netflix e, agora, a gigante do streaming divulgou um vídeo nos levando aos bastidores do próximo ciclo.

Confira:

Lembrando que os novos episódios têm lançamento agendado para o dia 12 de janeiro de 2023.

Confira o trailer:

Lembrando que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Crítica | História e drama se fundem na apaixonante série ‘Vikings: Valhalla’

A trama se aprofunda em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.

O elenco ainda conta com Jóhannes Jóhannesson como Olaf, irmão mais velho do Harald; Bradley Freegard como o Rei Canute da Dinamarca; Laura Berlin como a ambiciosa e rica Emma da Normandia; David Oakes como Earl Godwin, chefe do conselho do Rei da Inglaterra; e Caroline Henderson como a líder de Categate.

A série original foi criada por Michael Hirst e durou por seis temporadas, sendo exibida pelo canal History.

‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’ ganha BELÍSSIMO cartaz em IMAX; Confira!

Foi divulgado um novo cartaz em IMAX belíssimo de ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘, o aguardado capítulo final da saga estrelada por Harrison Ford.

Confira:

Lembrando que o filme já teve sua première realizada durante o Festival de Cannes.

As primeiras críticas também já foram divulgadas, e as reações não são muito positivas. Dividindo a opinião dos críticos, o longa conquistou apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que, apesar de ser tão ruim quanto ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘, o novo longa não entrega uma despedida satisfatória ao legado do icônico personagem titular.

Separamos os trechos das principais críticas:

“A boa notícia é que esse novo filme não é tão ruim quanto ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’. A má notícia é que não é muito melhor.” (Times UK)

“Há algumas cenas genuinamente comoventes quando vemos esse personagem fantástico finalmente se preparando para pendurar o chapéu pela última vez. Obrigado, Indy, foi uma jornada e tanto.” (London Evening Standard)

“É possível sentir os quatro roteiristas creditados se agarrando à inspiração e falhando. O resultado é um filme que poderia ser aceitável como uma aventura original estrelada por algum personagem desconhecido, mas não é digno do chicote.” (Vanity Fair)

“‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’ não acrescenta nada novo à lenda do Indiana Jones, apenas serve para polir o legado que o personagem já tinha.” (IndieWire)

Harrison Ford é o herói do momento. Ele nunca perde sua carranca ou sua obstinação. Ele interpreta até as cenas mais frágeis com convicção e humor seco. Sua performance carrega o filme.” (Independent UK)

“Se você se deixar levar pela jornada, esse filme parece uma despedida adequada para o ladrão de túmulos mais querido dos cinemas.” (Empire Magazine)

A nova aventura chegará aos cinemas nacionais no dia 29 de junho.

Confira o trailer:

Vale lembrar que o filme terá nada menos que 2 horas e 22 minutos de duração (isto é, 142 minutos de tela). A encargo de comparação, o primeiro capítulo da saga tem 115 minutos, enquanto o segundo, o terceiro e o quarto têm, respectivamente, 118128122 minutos.

Dirigido por James Mangold (‘Logan’), este será o primeiro filme da franquia sem o comando o de Steven Spielberg.

O elenco ainda conta com Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

‘Gen V’: ÚLTIMO episódio da 1ª temporada ganha trailer; Confira!

O Prime Video divulgou a prévia oficial do último episódio da 1ª temporada de Gen V, aclamada série derivada de The Boys.

O capítulo de encerramento vai ao ar nesta próxima sexta-feira, 03 de novembro.

Confira:

Lembrando que o spin-off já foi renovado para a 2ª temporada.

Primeiras Impressões | Gen V: Série derivada subverte a geração Z ao melhor e mais sangrento estilo de The Boys

Relembre o trailer:

“‘Gen V‘ se passa na única faculdade da América exclusivamente voltada para super-heróis, administrada pela Vought International. Além de superar seus limites morais nos testes, cada aluno irá competir pelos melhores contratos nas melhores cidades como representantes da companhia. A trama é uma mistura de série universitária e ‘Jogos Vorazes’, com todo o coração, sátira e atrevimento de ‘The Boys‘.” 

O elenco contará com Jaz Sinclair, Chance Perdomo, Lizze Broadway, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh, Asa Germann, Marco Pigossi, Patrick Schwarzenegger, Sean Patrick Thomas e Shelley Conn.

Roteirista de ‘Atômica’, estrelado por Charlize Theron, espera que o filme se transforme em uma TRILOGIA

Em 2021, foi confirmado que a Netflix estava supervisionando a sequência de ‘Atômica’, filme de ação estrelado por Charlize Theron – mas, desde então, nenhuma outra informação foi revelada sobre o longa-metragem.

Agora, em entrevista ao CinemaBlend, o roteirista Kurt Johnstad, que assinou a história do filme original e recentemente trabalhou em ‘Rebel Moon: Parte 2 – A Marcadora de Cicatrizes’ e, comentou sobre o projeto e expressou seu desejo para que o projeto transforme-se em uma trilogia.

“Para mim, sempre disse que é uma trilogia”, ele conta. “Você poderia contar três histórias dessas, e espero que isso aconteça. Se eles precisarem de alguma ajuda, sabem onde me encontrar”.

Lançado em 2017, ‘Atômica‘ arrecadou apenas US$ 95 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 30 Milhões. Apesar da modesta bilheteria, a Netflix apostou na ideia e já está desenvolvendo a sequência.

Embora seja uma novidade animadora, ainda não há previsão para o início das filmagens por conta das paralisações causadas pelo Coronavírus.

Em ‘Atômica‘, Theron interpreta a inteligente e habilidosa agente Lorraine Broughton, que é convocada para ação quando um espião secreto da MI6 é morto pouco antes da queda do Muro de Berlim. Ela terá que rastrear uma lista que que estava sendo contrabandeada por ele para o oeste, a fim de evitar que ela e seus colegas sejam colocados em perigo pela revelação das informações presentes no documentos. Sua missão desencadeia uma jogo mortal de agentes duplos e agendas globais.

O elenco também conta Sofia Boutella, John Goodman e Toby Jones. A direção fica a cargo de David Leitch, responsável por ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’ e o roteiro é assinado por Kurt Johnstad.

Confira nossa crítica:

‘Dr. Odyssey’, nova série de Ryan Murphy, ganha vídeo INÉDITO de bastidores; Confira!

A ABC divulgou um vídeo inédito do drama médico ‘Dr. Odyssey‘, nova série criada de Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

O material nos leva aos bastidores da produção.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

 

A produção já estreou nos Estados Unidos, mas ainda não chegou ao Brasil.

Max (Joshua Jackson) é o novo médico de bordo de um navio de cruzeiro de luxo onde a equipe trabalha duro e se diverte ainda mais. Tudo é possível enquanto Max e sua pequena, mas poderosa, equipe médica navegam por crises médicas únicas e uns aos outros, a quilômetros da costa.

Don Johnson (‘Miami Vice’), Sean Teale (‘The Gifted’) e Phillipa Soo (‘Iluminadas’) também estrelam a produção.

Murphy assina o roteiro ao lado de Jon Robin Baitz (‘Brothers & Sisters’)
e Joe Baken (‘Eu Sou Michael’).

doctor odyssey poster

‘Leaving Neverland 2’: SEQUÊNCIA do polêmico documentário sobre Michael Jackson ganha trailer; Confira!

Channel 4 divulgou o trailer oficial de ‘Leaving Neverland 2‘, sequência do polêmico documentário vencedor do Emmy que girou em torno do rei do pop Michael Jackson.

Confira:

O diretor Dan Reed estava trabalhando há cinco anos em uma continuação de seu documentário de 2019, no qual Wade Robson e James Safechuck alegaram que foram abusados ​​sexualmente pelo Rei do Pop quando eram menores de idade.

A sequência estreará em 18 de março nos cinemas norte-americanos.

A HBO, que coproduziu o primeiro documentário, não está envolvida na segunda parte após uma batalha legal com o espólio de Jackson.

Os tribunais dos EUA decidiram que ‘Leaving Neverland‘ constituiu uma violação de uma cláusula de não depreciação em um contrato de 1992 para um especial de concerto da HBO sobre a turnê ‘Dangerous‘ de Jackson .

Dirigido por Dan ReedLeaving Neverland é um documentário dividido em duas partes que “explora as experiências separadas, porém paralelas, de dois jovens garotos – James SafechuckWade Robson, com respectivamente dez e sete anos à época que sofreram abusos sexuais nas mãos de Michael Jackson”. 

Artigo | 3 anos de ‘Renaissance’, um dos álbuns mais IMPORTANTES da carreira de Beyoncé

Beyoncé Knowles-Carter começou sua carreira nos anos 1990 como parte do icônico grupo musical Destiny’s Child – e, após entrar na carreira solo em 2003 com o lançamento de ‘Dangerously in Love’, a performer não tinha qualquer ideia do impacto que causaria no cenário do entretenimento como um todo.

Desde o momento em que parou o mundo com a estreia de “Crazy In Love” ao lado do atual marido Jay-Z, passando por reinvenções constantes até atingir um ápice artístico inimaginável e que permanece mesmo nos dias de hoje. Não é surpresa que, era após era, Beyoncé reafirme seu inegável status como uma das lendas do escopo fonográfico, tendo influenciado na indústria com o lançamento-surpresa de seu álbum homônimo em 2013, promovido uma análise sociorracial da história negra com o irretocável ‘Lemonade’ e, no ano passado, tendo resgatado as origens afro-americanas do country com ‘Cowboy Carter’. Porém, foi em 2022 que a cantora, compositora e produtora nos presenteou com uma de suas obras mais memoráveis: Renaissance.

O compilado de originais, que completa três anos no dia de hoje, é um arauto suntuoso e imponente que deu início a uma trilogia ainda a ser finalizada. Aqui, Beyoncé permanece explorando a necessidade de honrar aqueles que calcaram a música como ela, em seus mais variados gêneros – e, como capítulo de apresentação, ela se une a uma gama de importantes nomes do house, do disco, do funk e do próprio pop (seja com interpolações, seja na produção) para reafirmar uma máxima que certas pessoas parecem esquecer: toda música é negra. Em outras palavras, é notável como nossa Queen B promove um encontro entre passado e presente ao reafirmar, através de dezesseis faixas impecáveis, o essencial trabalho de relembrar aqueles que pavimentaram o caminho.

A construção ideológica por trás da obra tem duas premissas que são exploradas de maneiras diferentes: de um lado, temos o resgate da cultura afro-americana queer dos anos 1970 e 1980 que lutaram contra estigmas inescapáveis em uma época derradeira. Apostando fichas no já mencionado house, Bey demonstra um apreço pela exaltação do Ballroom ao nos transportar para Nova York, para o Studio 54 e para o hedonismo empoderador das Houses que marcaram época e se estendem sua influência mesmo décadas depois: “Break My Soul”, nesse sentido, foi escolhido como lead single para dar um gostinho do que a performer preparava a seus fãs – munida do classicismo da estética dos sintetizadores dos anos 1990 em uma narrativa de libertação e emancipação que conta com a presença de Big Freedia e sua canção, “Explode”.

Pegando páginas emprestadas de Giorgio Moroder, pai do disco que trabalhou ao lado de nomes como Donna Summer, e de artistas como Crystal Waters, Diana Ross, Gloria Gaynor e Nile Rodgers, Renaissance não é apenas um álbum, mas uma declamação vibrante e focada no prazer pelo prazer que veio em boa hora e pouco depois do fim da pandemia de COVID-19 – em que, através de ácidos comentários sobre a sociedade, Beyoncé desejava nos entregar um pouco de alegria em tempos difíceis. Não é surpresa que o compilado funcione como um setlist feito para as pistas de dança, em que a maximização é regente e não temos escolha a não ser se deixar levar por essa incrível e sedutora jornada.

De certa maneira, podemos encarar o disco como um pedaço das minorias sociais enquanto parte de uma sociedade marcada pelo tradicionalismo e pelo retrocesso – em que as diferenças não eram celebradas, e sim encaradas como “inimigos públicos” e um bode expiatório frente a problemas realmente passíveis de discussão. Em “Heated”, uma das tracks mais celebradas, a cantora mergulha de cabeça no afrobeat e no dancehall para uma homenagem direta a seu Tio Johnny, que era gay e que conquistou um agradecimento de Bey durante o Grammy Awards, quando recebeu a estatueta de Melhor Álbum Eletrônico/Dance; “Cozy” funciona como um discurso de autonomia que, normalmente, é destituído das pessoas negras e que aqui lhes é reclamado por direito – além de uma reformulação sagaz e muito original da bandeira LGBTQIA+; “Summer Renaissance e “Pure/Honey” são banhados pela luz dourada da ostentação e do individualismo como plataforma empoderadora; e, é claro, não podemos deixar de lado incursões como “Plastic Off the Sofa” e “Virgo’s Groove”, que apostam na sexualidade e na sensualidade como aspectos inerentes à própria vida.

É difícil mensurar o impacto causado por Renaissance, seja em experiências únicas, seja em um discurso universalizante que une os ouvintes em uma causa comum: afinal, se o álbum funciona como um solilóquio de Beyoncé para si mesma e para o que quer deixar como legado, ele também emerge como um catártico projeto pessoal cuja recepção varia de pessoa a pessoa – e cujo experimentalismo sonoro transforma-se em uma luxuosa e brilhante viagem. Não é surpresa, pois, que o álbum tenha sido um dos responsáveis pela revitalização do house e do disco e (re)apresentado nomes importantes da história da música a uma nova geração.

Critics Choice Awards 2026 | Janelle James leva o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia por ‘Abbott Elementary’

A 5ª temporada da aclamada série de comédia ‘Abbott Elementary‘ fez um sucesso estrondoso desde sua estreia – e não saiu de mãos abandonando da 31ª edição do Critics Choice Awards.

Janelle James venceu na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante por seu impecável trabalho – e após cinco indicações.

Lembrando que a série está disponível no Disney+.

 

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 1º de outubro. No Brasil, as quatro primeiras temporadas estão disponíveis no Disney+.

A trama segue um grupo de professores dedicados e apaixonados – e um diretor ligeiramente surdo –, reunidos em uma escola pública da Filadélfia onde, apesar de se verem contra as probabilidades, estão determinados a ajudar seus alunos a obter sucesso na vida. Embora essas incríveis pessoas estejam em menor número e sem recursos, elas amam o que fazem, lutando contra um sistema que muitas das vezes atrapalha mais que ajuda.

A série foi criada por Quinta Brunson.

Brunson, Tyler James WilliamsJanelle JamesLisa Ann WalterChris PerfettiSheryl Lee RalphWilliam Stanford Davis estrelam.

Tony Awards 2026 | ‘Schmigadoon!’, John Lithgow e MAIS na lista de vencedores da premiação!

Os vencedores da 79ª edição do Tony Awards, considerado o Oscar do teatro, foram revelados neste último dia 7 de junho.

A cerimônia aconteceu no Radio City Music Hall, em Nova York, no dia 7 de junho. A transmissão aconteceu simultaneamente na CBS e na Paramount+.

A vencedora do Grammy Pink foi a anfitriã.

Confira os ganhadores abaixo:

MELHOR PEÇA
“The Balusters”, David Lindsay-Abaire
“Giant”, Mark Rosenblatt
“Liberation”, Bess Wohl (VENCEDORA)
“Little Bear Ridge Road”, Samuel D. Hunter

MELHOR MUSICAL
“The Lost Boys”
“Schmigadoon!” (VENCEDOR)
“Titanique”
“Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”

MELHOR REVIVAL DE PEÇA
“Becky Shaw”, Gina Gionfriddo
“A Morte de um Caixeiro Viajante”, Arthur Miller (VENCEDORA)
“Every Brilliant Thing”, Duncan Macmillan e Jonny Donahoe
“Fallen Angels”, Noël Coward
“Oedipus”, Robert Icke

MELHOR REVIVAL DE MUSICAL
“Cats: The Jellicle Ball”
“Ragtime” (VENCEDOR)
“Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”

MELHOR ATOR EM PEÇA
Will Harrison, “Punch”
Nathan Lane, “A Morte de um Caixeiro Viajante”
John Lithgow, “Giant” (VENCEDOR)
Daniel Radcliffe, “Every Brilliant Thing”
Mark Strong, “Oedipus”

MELHOR ATRIZ EM PEÇA
Rose Byrne, “Fallen Angels”
Carrie Coon, “Bug”
Susannah Flood, “Liberation”
Lesley Manville, “Oedipus” (VENCEDORA)
Kelli O’Hara, “Fallen Angels”

MELHOR ATOR EM MUSICAL
Nicholas Christopher, “Chess”
Luke Evans, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Joshua Henry, “Ragtime” (VENCEDOR)
Sam Tutty, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Brandon Uranowitz, “Ragtime”

MELHOR ATRIZ EM MUSICAL
Sara Chase, “Schmigadoon!”
Stephanie Hsu, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Caissie Levy, “Ragtime” (VENCEDORA)
Marla Mindelle, “Titaníque”
Christiani Pitts, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM PEÇA
Christopher Abbott, “A Morte de um Caixeiro Viajante”
Danny Burstein, “Marjorie Prime”
Brandon J. Dirden, “Waiting for Godot”
Alden Ehrenreich, “Becky Shaw” (VENCEDOR)
Ruben Santiago-Hudson, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”
Richard Thomas, “The Balusters”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM PEÇA
Betsy Aidem, “Liberation”
Marylouise Burke, “The Balusters”
Aya Cash, “Giant”
Laurie Metcalf, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDORA)
June Squibb, “Marjorie Prime”

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MUSICAL
Ali Louis Bourzgui, “The Lost Boys” (VENCEDOR)
André De Shields, “Cats: The Jellicle Ball”
Bryce Pinkham, “Chess”
Ben Levi Ross, “Ragtime”
Layton Williams, “Titaníque”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MUSICAL
Shoshana Bean, “The Lost Boys” (VENCEDORA)
Hannah Cruz, “Chess”
Rachel Dratch, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Ana Gasteyer, “Schmigadoon!”
Nichelle Lewis, “Ragtime”

MELHOR LIVRO DE MUSICAL
“The Lost Boys”, David Hornsby and Chris Hoch
“Schmigadoon!”, Cinco Paul (VENCEDOR)
“Titanique”, Marla Mindelle, Constantine Rousouli, Tye Blue
“Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”, Jim Barne and Kit Buchan

MELHOR TRILHA SONORA (MÚSICA E/OU LETRA) PARA TEATRO
“A Morte de um Caixeiro Viajante”, Caroline Shaw
“August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”, Steve Bargonetti
“The Lost Boys”, The Rescues
“Schmigadoon!”, Cinco Paul (VENCEDOR)
“Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”, Jim Barne e Kit Buchan

MELHOR DESIGN CÊNICO EM PEÇA
Hildegard Bechtler, “Oedipus”
Takeshi Kata, “Bug”
Chloe Lamford, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDORA)
David Korins, “Dog Day Afternoon”
David Rockwell, “Fallen Angels”

MELHOR DESIGN CÊNICO EM MUSICAL
dots, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Soutra Gilmour, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Rachel Hauck, “Cats: The Jellicle Ball”
Dane Laffrey, “The Lost Boys” (VENCEDOR)
Scott Pask, “Schmigadoon!”

MELHOR FIGURINO EM PEÇA
Brenda Abbandandolo, “Dog Day Afternoon”
Qween Jean, “Liberation”
Jeff Mahshie, “Fallen Angels” (VENCEDOR)
Emilio Sosa, “The Balusters”
Paul Tazewell, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”

MELHOR FIGURINO EM MUSICAL
Linda Cho, “Ragtime”
Linda Cho, “Schmigadoon!”
Qween Jean, “Cats: The Jellicle Ball” (VENCEDORA)
Ryan Park, “The Lost Boys”
David I. Reynoso, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”

MELHOR DESIGN DE LUZ EM PEÇA
Isabella Byrd, “Dog Day Afternoon”
Natasha Chivers, “Oedipus”
Stacey Derosier, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”
Heather Gilbert, “Bug”
Heather Gilbert, “The Fear of 13”
Jack Knowles, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDOR)

MELHOR DESIGN DE LUZ EM MUSICAL
Kevin Adams, “Chess”
Jane Cox, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Donald Holder, “Schmigadoon!”
Adam Honoré, “Cats: The Jellicle Ball”
Adam Honoré e Donald Holder (Design de Luz) e 59 Studio (Design de Projeção), “Ragtime”
Jen Schriever e Michael Arden, “The Lost Boys” (VENCEDORES)

MELHOR DESIGN DE SOM EM PEÇA
Justin Ellington, “August Wilson’s Joe Turner’s Come and Gone”
Tom Gibbons, “Oedipus”
Lee Kinney, “The Fear of 13”
Josh Schmidt, “Bug”
Mikaal Sulaiman, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDOR)

MELHOR DESIGN DE SOM EM MUSICAL
Kai Harada, “Cats: The Jellicle Ball”
Kai Harada, “Ragtime” (VENCEDOR)
Adam Fisher, “The Lost Boys”
Brian Ronan, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Walter Trarbach, “Schmigadoon!”

MELHOR DIREÇÃO EM PEÇA
Nicholas Hytner, “Giant”
Robert Icke, “Oedipus”
Kenny Leon, “The Balusters”
Joe Mantello, “A Morte de um Caixeiro Viajante” (VENCEDOR)
Whitney White, “Liberation”

MELHOR DIREÇÃO EM MUSICAL
Michael Arden, “The Lost Boys”
Lear deBessonet, “Ragtime”
Christopher Gattelli, “Schmigadoon!”
Tim Jackson, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Zhailon Levingston e Bill Rauch, “Cats: The Jellicle Ball” (VENCEDORES)

MELHOR COREOGRAFIA
Christopher Gattelli, “Schmigadoon!”
Ellenore Scott, “Ragtime”
Ani Taj, “Richard O’Brien’s The Rocky Horror Show”
Omari Wiles e Arturo Lyons, “Cats: The Jellicle Ball” (VENCEDORES)
Lauren Yalango-Grant e Christopher Cree Grant, “The Lost Boys”

MELHOR ORQUESTRAÇÃO
Doug Besterman e Mike Morris, “Schmigadoon!” (VENCEDORES)
Ethan Popp, Kyler England, Adrianne “AG” Gonzalez e Gabriel Mann, “The Lost Boys”
Lux Pyramid, “Two Strangers (Carry a Cake Across New York)”
Brian Usifer, “Chess”
Andrew Lloyd Webber, David Wilson, Trevor Holder e Doug Schadt, “Cats: The Jellicle Ball”

‘Supernatural’: Astros da série se derramam em lágrimas ao se despedirem do público

Com a chegada do fim de Supernatural‘ em sua 15ª temporada, foi também a última vez que o elenco e os produtores da série se reuniram na San Diego Comic Con.

E é claro que o momento deixou lágrimas não apenas entre os fãs, mas também entre os astros da série, Jared Padalecki e Jensen Ackles, que brincaram pedindo a todos chorassem para que não fossem os únicos.

“Jared e Jensen choraram e agora estamos todos chorando no painel de ‘Supernatural’. Amo tanto esses caras e esse fandom. Que jornada incrível.”, publicou a jornalista Laura Prudom em seu Twitter.

Segundo o Comic Book, durante uma convenção no início do ano, Ackles expressou como foi difícil dizer adeus à produção  e como toda a equipe ficou abalada com a decisão:

“Não foi uma decisão fácil! Foram meses, se não anos, de discussão entre o elenco, a equipe, roteiristas, nossos produtores, entre o estúdio, entre a rede. Ninguém queria ver isso.”

Lembrando que a produção da 15ª temporada já começou oficialmente. A novidade foi compartilhada por Ackles, que assumirá a direção de um dos episódios da trama.

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

Com 20 episódios encomendados, a última temporada irá estrear no dia 10 de outubro.

‘Vingadores’ se unem à ‘Liga da Justiça’ para combater o Coronavírus em vídeo SENSACIONAL; Assista!

Um usuário do YouTube divulgou uma incrível animação reunindo diversos personagens da cultura pop na luta contra o Coronavírus.

No vídeo de 12 minutos, são apresentados alguns herós da Marvel e da DC, além de personagens marcantes, como Rick & Morty, Saitama, Goku, Sonic, e até mesmo John Wick.

Até o momento, a animação já registrou quase 03 milhões de visualizações.

Assista:

Lembrando que o Coronavírus já infectou mais de 02 milhões de pessoas pelo mundo, deixando pelo menos 154.000 mortos. No Brasil, há quase 34.000 casos confirmados.

A Agência Saúde, do governo nacional, emitiu as seguintes medidas de precaução:

Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar bem as mãos (dedos, unhas, punho, palma e dorso) com água e sabão, e, de preferência, utilizar toalhas de papel para secá-las. Além do sabão, outro produto indicado para higienizar as mãos é o álcool gel, que também serve para limpar objetos como telefones, teclados, cadeiras, maçanetas, etc. Para a limpeza doméstica recomenda-se a utilização dos produtos usuais, dando preferência para o uso da água sanitária (em uma solução de uma parte de água sanitária para 9 partes de água) para desinfetar superfícies.

Utilizar lenço descartável para higiene nasal é outra medida de prevenção importante. Deve-se cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Também é necessário evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas. Para a higienização das louças e roupas, recomenda-se a utilização de detergentes próprios para cada um dos casos. Destacando que é importante separar roupas e roupas de cama de pessoas infectadas para que seja feita a higienização à parte. Caso não haja a possibilidade de fazer a lavagem destas roupas imediatamente, a recomendação é que elas sejam armazenadas em sacos de lixo plástico até que seja possível lavar.

Além disso, as máscaras faciais descartáveis devem ser utilizadas por profissionais da saúde, cuidadores de idosos, mães que estão amamentando e pessoas diagnosticadas com o coronavírus. Também é importante que as pessoas comprem antecipadamente e tenham em suas residências medicamentos para a redução da febre, como ibuprofeno e paracetamol, controle da tosse, como xaropes e pastilhas, além de medicamentos de uso contínuo. Produtos de higiene também devem ser comprados e armazenados como uma medida de prevenção. No caso das crianças, recomenda-se que os pais ou responsáveis, adquiram fraldas e outro produtos em uma maior quantidade para que se evite aglomerações em supermercados e farmácias.

Deezer D, o enfermeiro Malik de ‘Plantão Médico’, morre aos 55 anos

De acordo com o TMZ, morreu aos 55 anos o ator e músico Dearon Thompson, mais conhecido por seu papel como o enfermeiro Malik McGrath em ‘Plantão Médico‘.

Mais conhecido como Deezer D, o artista teve a morte confirmada ontem (07), quando seu irmão entrou em contato com o portal.

Até o momento, a causa oficial não foi divulgada, mas a família acredita que ele tenha sofrido um ataque cardíaco fulminante.

Thompson foi um dos poucos membros do elenco de ‘Plantão Médico‘ a aparecer em todos os 190 episódios da série, exibidos entre 1994 e 2009.

Entre outros trabalhos, ele também reforçou a carreira musical em filmes como ‘Na Onda do Rap‘ (1991) e ‘CB4 – Uma História sem Rap End‘ (1993).

Ele também teve papéis de pequeno destaque nas comédias ‘Romy e Michelle‘ (1997) e ‘A Casa Caiu‘ (2003).

Além disso, o astro pretendia continuar investindo na música e havia lançado o single ‘History Can’t Be Stopped’ nos primeiros dias deste ano.

No fim da década de 1990, ele ficou bastante popular com o lançamento do álbum ‘Livin’ It Up in a Down World‘ (1997) e voltou a emplacar novos sucessos em 2002 com ‘Unpredictable’.

Deezer ao lado de George Glooney e seus colegas de elenco de ‘Plantão Médico‘.

 

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‘Supergirl’: National City se transforma em um caos no teaser do episódio 06×14; Assista!

A CW divulgou o teaser oficial do 14º episódio da 6ª e última temporada de ‘Supergirl, que vai ao ar em 05 de outubro.

Intitulado ‘Magical Thinking‘, o episódio vai mostrar a heroína tentando impedir a vilã Nyxly (Peta Sargeant) de causar problemas ainda mais preocupantes em National City.

Confira, junto com a sinopse:

“Lena (Katie McGrath) não tem certeza sobre usar suas habilidades mágicas para ajudar a Supergirl (Melissa Benoist) a recuperar o segundo totem de Nyxly (Peta Sargeant). William (Staz Nair) luta para escrever uma história sobre os Super Amigos que deixe os heróis e Andrea (Julie Gonzalo) felizes. Enquanto isso, Kelly (Azie Tesfai) está emocionada e Esme (Mila Jones) encontrou um novo lar, mas as coisas dão errado e o futuro da menina está em perigo.”

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Stranger Things’: Joseph Quinn revela quais ícones dos anos 80 inspiraram o visual de Eddie Munson

A cada temporada, ‘Stranger Things introduz novos personagens que acabam conquistando o coração do público, como Max (Sadie Sink) e Robin (Maya Hawke).

Desta vez, o novato é Eddie Munson (Joseph Quinn), o nerd rockeiro que lidera o Clube Hellfire, um grupo de jogos de tabuleiro da escola de Hawkins, cidade onde a trama é ambientada.

Logo no primeiro episódio, Munson chama bastante atenção por seu visual com longos cabelos encaracolados e por seu jeito descolado e diferentão.

E, durante uma entrevista para a Vulture, Quinn revelou quais ícones da década de 1980 inspiraram a aparência do personagem.

“O mais legal desse personagem é seu gosto musical, e o visual dele foi inspirado em todas aquelas bandas de heavy metal que eram febre nos anos 80 – , acho que Eddie Van Halen foi a principal inspiração, mas também tem um pouco dos caras do Iron Maiden e do Mötley Crüe.”

Nas redes sociais, o personagem já virou um dos assuntos mais comentados após a estreia da 4ª temporada da série.

Confira as reações:

Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Atriz de ‘Shazam!’ vai dirigir comédia dramática escrita por atriz da série ‘The Flash’

De acordo com o DeadlineDanielle Nicolet, que interpreta Cecile em ‘The Flash‘, assinou um contrato coma produtora Hartbeat, de Kevin Hart para escrever e produzir um novo filme intitulado ‘Black Karen‘.

O filme será baseado em um curta escrito por Nicolet no ano passado, e trará Meagan Good (‘Shazam: Fúria dos Deuses’) como diretora, assim como no curta.

A trama acompanha Karen Johnson, uma mulher negra à beira do colapso. Seu trabalho, casa e vida pessoal estão desmoronando enquanto ela é atormentada pela ansiedade. Depois de ser convencida por seu terapeuta de que o mundo acordou e que a única que não mudou é ela, Karen decide melhorar sua vida agindo como uma mulher branca faria.

Tudo vai muito bem… Só que não. Quando o banco privado em que Karen trabalha é roubado, ela percebe que a situação precisa de um herói. No entanto, sua força não vem de agir como uma mulher branca… Vem do ator de abraçar a beleza e a ternura de sua negritude.

Ainda sem previsão de estreia, o projeto é fruto da oficina Women Write Now, da Hartbeat, que se esforça para dar aos projetos liderados por mulheres uma chance de brilhar.

Por enquanto, ainda não há nomes divulgados para o elenco.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

‘Star Trek: Strange New Worlds’: Gravações da 3ª temporada são oficialmente iniciadas; Confira a imagem!

Em seu perfil do Instagram, Davy Perez, produtor executivo de ‘Star Trek: Strange New Worlds’, confirmou que as gravações da 3ª temporada foram oficialmente inciadas.

Na publicação, ele compartilhou a imagem de sua cadeira nos bastidores e escreveu:

“‘Strange New Worlds‘, 3ª temporada, primeiro dia de filmagens… Hora de voltar para a cadeira.”

Confira:

Infelizmente, ainda não há detalhes sobre os novos episódios, então só nos resta aguardar pelas novidades ao longo dos próximos meses.

Lembrando que as duas primeiras iterações estão disponíveis no catálogo da Paramount+.

O elenco é formado por Anson MountRebecca Romijn, Ethan Peck, Babs OlusanmokunChristina ChongCelia Rose GoodingJess Bush e Melissa Navia.

Paul Wesley, conhecido por seu trabalho em séries como The Vampire DiariesTell Me a Story, dará vida ao icônico Capitão James T. Kirk.

Jonatahn Frakes (‘Star Trek: The Next Generation’) entra como um dos diretores.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção irá girar em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Akiva Goldsman, veterano da franquia, assina o roteiro do episódio piloto ao lado de Alex Kurtzman e Jenny Lumet.

O trio também entra como produtor executivo ao lado de Henry Alonso MyersHeather KadinRod Roddenberry e Trevor Roth.

Mank – O Tributo para um Modelo Clássico de Cinema

Obra resgatou um pouco do antigo modo de se produzir filmes

Dentre os atuais competidores do Oscar, Mank tem uma proposta diferente das demais: realizar uma homenagem ao período clássico de Hollywood ao acompanhar o processo turbulento de escrita para Cidadão Kane nos anos 40. Essa não é a primeira vez que um filme aposta no resgate do sentimento de nostalgia para largar na frente junto à Academia; em 2011 O Artista conquistou Melhor Filme e Diretor ambientando-se no período de transição do cinema mudo para o falado.

Com isso em mente, Mank é pensado em toda sua estrutura (não apenas na trama) para realizar um trabalho de imersão ao passado junto ao espectador. Isso fica evidente quando em uma entrevista à Martin Carr, do canal Flickering Myth, o designer de produção, Donald Graham Burt, compartilhou como o diretor David Fincher expressou inicialmente como deveria ser o filme. 

“A intenção dele era criar um filme que parecesse que foi feito naquela época. Eu lembro que na primeira vez que ele falou comigo sobre isso nós estávamos tratando de um projeto que não floresceu… e ele disse ‘ah, e depois disso tem esse filme que eu gostaria de fazer e é preto e branco”.

Fincher optou por um estilo retrô proposital para seu filme

Algo interessante sobre a produção jaz em um detalhe pequeno mas que influencia diretamente em como o público percebe o que está vendo, que é o tipo de filme usado para a gravação. No que consta ao diretor de fotografia, Erik Messerschmidt, a escolha de filmagem em utilizar captação HDR (digital) ao invés do tradicional rolo de filme se deu pois assim a manipulação de cores poderia ser mais efetiva para se chegar ao objetivo final da tonalidade preto e branca própria da época.

A noção do que é o cinema clássico está eternamente aberto à discussões, principalmente entre os estudiosos. Alguns defendem que o termo “clássico” não deve ser adotado quando se trata de filmes, enquanto que outros defendem uma linha de características que uma obra deve seguir para ser taxada em uma linha passada e, só então, classificado como um clássico. No livro The Death of Classical Cinema: Hitchcock, Lang and Minelli o autor Joe McElhaney aponta para tais regras comuns a se observar nos ditos clássicos.

“Os autores definem o cinema da Hollywood clássica como marcado por um senso de ‘decoro, proporção, harmonia formal, respeito pela tradição… essas qualidades eram alcançadas através da aplicação de certos dispositivos formais e técnicas narrativas: uso de uma estrutura narrativa de causa e efeito com protagonistas decididos sobre seus objetivos; confiança no sistema de edição contínuo em que a ação parece se desdobrar de maneira fluída e contínua; uso discreto da iluminação; movimento de câmera; composição de tomada e sonora que, em certos momentos serve para finais expressivos, geralmente é estabelecida à serviço da narrativa”.

“Marnie: Confissões de uma Ladra” é um dos exemplos usados pelo livro sobre cinema clássico

Mank então carrega durante toda sua duração o recurso de técnicas já tradicionais de um modelo antigo de filmagem, ainda que em forma de tributo e não de resgate. Um exemplo, em 1960 o cineasta alemão Fritz Lang lançou sua última produção: Os Mil Olhos do Dr. Mabuse; uma adaptação do romance do luxemburguês Norbert Jacques que se tornou sua franquia particular de filmes, iniciados em 1922.

O diretor foi uma peça essencial do movimento expressionista alemão e, de um modo geral, da Era do cinema mudo. Foi graças a Lang que Metropolis ganhou vida em 1922 e ditou o rumo futuro das ficções científicas, por exemplo. A questão é que quando ele lançou sua última obra o que ele recebeu foi uma recepção bastante negativa por parte do público alemão. Isso se deu porque Lang produziu o filme lançando mão de diversas técnicas tidas como ultrapassadas em 1960.

Seu último projeto, hoje um exemplar de execução tardia de técnicas clássicas do período do cinema mudo, à época se chocou violentamente com um indústria cinematográfica e um público que estava se transformando; que via o surgimento de novos e jovens movimentos (a Nouvelle Vague sendo a principal) e quando recebeu algo tido como ultrapassado imediatamente se pôs a repudiar.

Dessa forma, Fincher não vem com ambições muito maiores do que prestar um tributo declarado à Cidadão Kane e o processo de filmagem da época. Existe a inteligência em ser cauteloso no que consta à manipular estilos antigos de filmagem com objetivo claro de se destacar nas premiações. Quando visto sob a ótica de respeitabilidade e não uma tentativa de ressuscitar um cinema mais antigo, Mank ganha uma ótica muito positiva e interessante.

‘Capitã Marvel 3’ vai acontecer? Diretora responde!

O sucesso de ‘Capitã Marvel‘ gerou um ambiente de grandes expectativas em torno da sequência, ‘As Marvels‘, que assume a responsabilidade de manter o ímpeto e solidificar a viabilidade de um terceiro filme da saga.

Nia DaCosta, diretora de ‘As Marvels‘, abordou o assunto em uma entrevista à Total Film, destacando que a bilheteria de seu filme é um fator crucial para viabilizar futuras produções na franquia.

Embora ela compartilhe o interesse em ver um ‘Capitã Marvel 3‘, DaCosta reconhece que o sucesso de ‘As Marvels‘ é de vital importância para moldar o futuro da série. DaCosta enfatizou que a presença de protagonistas femininas por si só não garante o sucesso nas bilheteiras, mas sim a qualidade do filme como um todo.

“Em termos de filmes liderados por mulheres como super-heroínas, acredito que seja realmente apenas sobre se o filme é bom ou não. Especialmente agora que temos cada vez mais filmes liderados por mulheres”, afirmou a diretora.

Ela também abordou a noção de que personagens icônicos, como em ‘Barbie‘, têm um apelo quase universal, o que pode influenciar significativamente o sucesso nas bilheteiras.

“Barbie é um caso específico – é a Barbie. Todas as meninas do mundo provavelmente tinham uma Barbie, além de alguns homens. Então, acho que esse é um fenômeno que provavelmente vai render um bilhão de dólares”, continuou DaCosta.

DaCosta encerrou reforçando a importância da qualidade na manutenção do público para filmes de super-heróis liderados por mulheres.

“Acredito que, para filmes de super-heróis liderados por mulheres manterem seu público, basta a qualidade permanecer”, concluiu a diretora.

As Marvels‘ promete não apenas dar continuidade às histórias de ‘Capitã Marvel‘, ‘Ms. Marvel‘ e ‘WandaVision‘, mas também servirá como sequência para ‘Invasão Secreta‘.

De acordo com informações da Entertainment Weekly, os desencontros acidentais entre as heroínas causarão obstáculos no trabalho de espionagem do personagem Nick Fury, interpretado por Samuel L. Jackson, que já foi adiantado pelo primeiro trailer do filme.

No entanto, ainda não está claro quais serão as consequências específicas da série para a trama do longa.

Em uma entrevista, Samuel L. Jackson comentou sobre o encontro de seu personagem, Fury, com Carol Danvers: “Fury estava ligando para Carol, enquanto ela estava longe, em galáxias muito, muito distantes. Ela diz ‘Fury, por que você está me ligando? Te disse para não usar esse número’. E ele responde ‘você me deu, então vou usar. E estou te ligando porque preciso da sua ajuda'”.

Para Larson, os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘ tiveram um profundo impacto na heroína.

A atriz compartilhou sua perspectiva sobre o desenvolvimento da personagem: “Entrei na história e a entendi pela ideia de que Carol se tornou meio workaholic. Ela se desconectou do seu coração, da sua família e dos seus amigos. Isso é algo com o qual certamente consigo me identificar”.

Vale lembrar que ‘As Marvels‘ chega aos cinemas em 09 de novembro.

Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.

Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.

As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).

Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.