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‘O Auto da Compadecida 2’ é CONFIRMADO com retorno de Selton Mello e Matheus Nachtergaele

O ator Selton Mello anunciou hoje (12) que ‘O Auto da Compadecida‘ vai ganhar sequência. Ele e Matheus Nachtergaele voltarão a interpretar João Grilo e Chicó e o filme tem estreia prevista para 2024.

“A dupla mais amada do Brasil está de volta, após 25 anos, celebrando o que há de melhor em nossa cultura. Dirigido por Guel Arraes e Flávia Lacerda. Produzido por Conspiração e H20 Films. Selton Mello e Matheus Nachtergaele, juntos mais uma vez, para nossa alegria. Em breve, o anúncio de nosso elenco maravilhoso! O Auto da Compadecida 2 vem muito aí”, anunciou o ator. 

Ele continua: “Fazer o Chicó novamente, ao lado de João Grilo, é uma emoção gigante, que nunca imaginei reviver! Nosso time é de craques, faremos o Auto 2 à altura da grandeza do nosso filme do peito e celebrando a memória de Ariano Suassuna. O Brasil esperava e merecia este presente”. 

Divertido, empolgante, com personagens inesquecíveis que aborda a cultura popular, a tradição religiosa, a amizade, o amor no mais puro sentido desse sentimento, O Auto da Compadecida foi lançado nos cinemas brasileiros em setembro do ano 2000 dirigido por Guel Arraes.

Baseado em um clássico homônimo da cultura nordestina brasileira escrito por Ariano Suassuna, além de outros dois contos do famoso escritor, O Santo e a Porca e Torturas de um Coração, todos de meados da década de 50, o filme foi um grande sucesso de público e crítica levando mais de 2 milhões de pessoas às salas de cinema de todo o Brasil.

Para entendermos melhor o tamanho desse sucesso e suas razões, resolvemos explorar alguns tópicos dentro desse universo criativo de Suassuna:

 

Enredo criativo e dinâmico

Na trama, ambientado na década de 30 no nordeste brasileiro, conhecemos dois amigos inseparáveis que se metem em diversas confusões próximo à região de Taperoá, na Paraíba. Chicó (Selton Mello) e João Grilo (Matheus Nachtergaele) são dois jovens, pobres, que fazem vários bicos em busca de suas próprias sobrevivências. Conhecendo bem a região e seus moradores, envolvem a maioria desses em diversas situações que mexem com a fé, com as tradições, com a ambição, com o desejo. O Auto da Compadecida é, sem dúvidas, um clássico do cinema brasileiro.

 

Primeiro foi peça de teatro

Uma parte do texto, antes virara peça de teatro, tendo sua primeira exibição sendo feita em 1956 em Recife, em forma de auto, em três atos. Grandes artistas já encenaram os saudosos personagens, Agildo Ribeiro por exemplo foi um dos grandes intérpretes de João Grilo nos palcos.

 

O Elenco Fantástico

Temos Selton Mello e Matheus Nachtergaele, nos papeis principais, temos Luis Mello de Diabo, Fernanda Montenegro de Compadecida (a própria Nossa Senhora), Marco Nanini como Severino (o perturbado Cangaceiro), Lima Duarte e Rogério Cardoso nos papéis religiosos, Paulo Goulart como Major Antônio Morais, pai de Rosinha, interpretada por Virginia Cavendish. Tem também os ótimos Denise Fraga e Diogo Vilela que fazem um casal, ela uma assanhada dona de casa ele o padeiro da região.

 

Referências Culturais

Assistindo a esse belo filme nós rimos, nos emocionamos, conhecemos melhor toda uma cultura de um nordeste criativo, das origens do cordel, dos traços do barroco, da importância religiosa e as devoções. Um dos méritos do roteiro, que teve surpervisão de Suassuna, é encontrar uma forma alegre e descontraída de mostrar o retrato de uma vida dura de muitos dentro de uma sugestiva magia e criatividade da cultura brasileira. Mas não fica apenas em referências daqui, já que até há traços de Decamerão, de Boccaccio, no filme.

 

Bordões e Frases Conhecidas

Nas linhas texto os diálogos ganham grande destaque por conta de seus personagens marcantes. Quem não se lembra de Chicó e seu célebre bordão: “Não sei, só sei que foi assim”; E do final do filme quando Rosinha entrega um pedaço de pão a um homem meio ao calor de uma estrada e diz: “Jesus às vezes se disfarça de mendigo pra testar a bondade dos homens”? Tem também um contexto da fé e dos pecados do homem em: “Matar padre dá um azar danado. Sobretudo para o padre”.

 

Outras adaptações

O Auto da Compadecida teve outros adaptações além da mais famosa dos anos 2000. Foi adaptada para o cinema pela primeira vez no ano que o homem foi à lua, 1969, e teve seu título: A Compadecida, nesse trabalho tinha o grande Antônio Fagundes como Chicó. 18 anos mais tarde, uma segunda adaptação surgiu, quase na década de 90, dirigida por Roberto Farias e contando com grandes humoristas que já vimos, resultando no filme Os Trapalhões no Auto da Compadecida.

 

‘Zona De Risco’: Russell Crowe, Milo Ventimiglia e Liam Hemsworth no IMPACTANTE trailer do filme

Protagonizado por Russell Crowe, Milo Ventimiglia e Liam Hemsworth, o filme de ação ‘Zona De Risco‘ ganhou data de estreia para o dia 22 de fevereiro nos cinemas nacionais.

Em ‘Zona De Risco‘, acompanhamos a história de uma equipe da Força Delta que cai em uma emboscada em território inimigo, e para sobreviver, precisam contar uns com os outros e também com um piloto de drone que poderá salvá-los.

O longa de ação ainda conta com Luke Hemsworth e Ricky Whittle unindo-se à tropa em terras perigosas, onde a única lei é sobreviver.

Assista ao trailer:

William Eubank, diretor e roteirista, define o filme como sendo sobre amizade. Eubank, que tem em seu currículo filmes como Atividade Paranormal: Ente Próximo e Ameaça Profunda, explica que Zona De Risco é marcado por um realismo profundo, embora não seja baseado numa história real, e acompanha a jornada emocional e Kinney (Liam Hemsworth), um novato que se confronta com uma situação que mudará sua vida.

O diretor conta que se inspirou em filmes de ação e guerra clássicos e modernos para criar seu filme, como Nascido para Matar, Apocalypse Now, Atrás das linhas Inimigas e Falcão Negro em Perigo.

“Mas acho que há alguns motivos pelos quais Zona De Risco é diferente de outros filmes, especialmente dos filmes de guerra. Nós abordamos tematicamente muitas coisas baseadas na tecnologia e onde está a guerra. E há muitas coisas acontecendo na guerra moderna de hoje, particularmente na Rússia e Ucrânia com o uso de drones.”

O grande diferencial aqui é como o filme toma o ponto de vista dos homens que estão lutando na guerra, abordando as decisões que precisam tomar, e como lidam uns com os outros.

‘Wolf Night’: Diretor de ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Início’ comandará TERROR de lobisomem produzido por Michael Bay

De acordo com o Deadline, Jonathan Liebesman (‘As Tartarugas Ninja’) foi contratado para dirigir ‘Wolf Night‘, novo terror de lobisomem que está sendo desenvolvido pela Platinum Dunes.

O cineasta é conhecido pelos fãs do gênero, tendo comandado ‘No Cair da Noite‘ (2003) e ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Início‘ (2006).

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o projeto está sendo descrito como uma mistura entre ‘Distrito 9‘ e ‘Uma Noite de Crime‘, com lobisomens.

Will Honley (‘Escape Room 2: Tensão Máxima’) e April Maguire são responsáveis pelo roteiro.

O site ainda afirma que múltiplos estúdios estão disputando os direitos do longa.

Michael Bay e Brad Fuller servirão como produtores.

Novas informações serão divulgadas em breve.

‘O Agente Secreto’ ganha novo trailer destacando personagem de Wagner Moura

‘O Agente Secreto’, o escolhido do Brasil para disputar uma vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional,  ganhou um novo trailer.

‘O Agente Secreto’: Filme com Wagner Moura que abrirá o CineBH recebe 100% de APROVAÇÃO no RT; Confira as críticas!

‘O Agente Secreto’ transporta o público para a Recife de 1977, onde Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia, retorna à sua cidade natal em busca de tranquilidade.

No entanto, ele logo se depara com perigos e segredos sombrios que a rondam.

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Recentemente, o cineasta Kleber Mendonça Filho usou as redes sociais para celebrar a honra do filme ter sido escolhido para representar o Brasil no Oscar.

O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator para Wagner Moura.

Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado | CinePOP

A estreia nos cinemas nacionais está marcada para o dia 6 de novembro.

E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 34: Rogerio Machado

Nessa vida temos encontros e desencontros. A internet veio para bagunçar isso tudo e para quem é esperto conseguir se aproximar de ídolos ou apaixonados por cinema que nunca teria a chance de conhecer os pensamentos se a distância entre os dois pontos não existisse, como é agora no planeta internet. Dividir curiosidades sobre o gosto cinéfilo é um grande exercício que todos nós cinéfilos adoramos descobrir. Esse especial chega exatamente para apresentar universos diferentes do seu mas sempre com um grande amor ao cinema como o seu.

Pense em uma pessoa simpática, gente boa e que adora conversar sobre cinema? Rogério Machado é um amante da sétima arte, cinéfilo de correr aos cinemas toda semana para conferir alguma boa estreia do circuito. Seu site, Papo de Cinemateca (www.papodecinemateca.com.br) tem ótimas matérias, críticas e percebemos rapidamente como é um projeto feito com muito amor e carinho. Para conhecerem melhor esse cinéfilo niteroiense, ele respondeu nossas perguntas para esse especial.

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação? Detalhe o porquê da escolha.

No Reserva Cultural Niterói.  Pois a casa prima por um conteúdo diversificado em cinema, e também por ter uma parceria muito querida com meu site, o Papo de Cinemateca.

 

2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente.

Avatar, de James Cameron.

 

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

São muitos, mas vou destacar o Baz Luhrmann, e meu filme favorito dele é Moulin Rouge.

 

4) Qual seu filme nacional favorito e porquê?

Amo Dois Coelhos do Afonso Poyart, justamente por toda inovação de um conceito inédito no nosso cinema.

 

5) O que é ser cinéfilo para você?

Ver filme todo santo dia, e sempre procurar inserir essa programação na vida de quem está sempre com você.

6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?

Com certeza não.

7)  Algum dia as salas de cinema vão acabar?

Não creio. Os públicos se renovarão sempre.

 

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.

Fim do Século, um longa argentino bem recente, ainda inédito por aqui.

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?

Com todo cuidado e reduzindo a lotação, acho que deveria sim.

 

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

Um dos melhores do mundo. Sem medo afirmo isso.  Com mais investimento, seríamos imbatíveis.

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

Fernanda Montenegro

12) Defina cinema com uma frase:

Vida e sonho.

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema:

Foi comigo essa cena.  Tive uma crise repentina de labirintite logo no início da sessão de Rio, Eu te Amo (2014). É uma crise forte, que quando vem, eu chego até a vomitar… fica tudo rodando… Isso mesmo.  Foi desagradável, mas eu vi o filme até o final. Isso sim é ser cinéfilo!  (risos) Graças à Deus, esse episódio não ocorreu novamente, ao menos numa sala de cinema.

Crítica | ‘O Roubo’ – Nova série do PRIME VIDEO é um coerente espelho de dilemas sociais

Chegou ao Prime Video uma série que, em um primeiro momento, parecia seguir o caminho de outras tramas amarradas sobre roubos mirabolantes, em que aos poucos as peças vão se encaixando preparando terreno para um desfecho bombástico. Mas, nesta obra que vamos analisar, a dinâmica se constrói também por outros caminhos.

Em O Roubo, uma das primeiras séries lançadas em 2026 pelo popular streaming disponível no Brasil, camadas são rompidas para revelar a aflição de uma geração em relação ao trabalho, consolidando-se, ao longo de seis episódios, como uma sólida história – mesmo com seus exageros e conveniências – que abre espaços para amplas reflexões sociais.

Roteirizado por Sotiris Nikias, a trama se desenvolve através do olhar de Zara (Sophie Turner), funcionária de uma empresa de investimentos que, certo dia, se vê em um enorme conflito quando alguns criminosos invadem seu local de trabalho e realizam um roubo bilionário. À medida que as verdades sobre essa operação criminosa vão sendo reveladas, vamos entendendo o papel da intrigante protagonista nos acontecimentos que se sucedem.

A estrutura desse roteiro não apresenta nada inovador e, a todo instante, pula da ação para o drama recorrendo a facilidades excessivas. Coincidências improváveis podem incomodar os olhos mais atentos, enquanto coadjuvantes funcionam apenas como pontos de encontros para desafios e escolhas que giram em torno de Zara.

Dentro de uma ideia central que sustenta a narrativa, as ações em torno do roubo realizado, este projeto seriado toma um caminho nada aleatório ao expor o caos emocional através de sua personagem central ambivalente. Dinâmicas familiares conflituosas, um olhar que se amplia para toda uma geração em relação ao trabalho, dilemas que confrontam… há uma série de camadas que são acessadas que enriquecem os episódios.

Nessa construção complexa, que não abdica da coerência entre ações e consequências – nem da ética, longe de qualquer definição moral -, a protagonista, muito bem interpretada por Turner, sustenta a tensão dramática que o roteiro pede por meio de uma ambiguidade que não oferece respostas fáceis aos espectadores. Convites não faltam para nos questionarmos sobre o que faríamos diante do horizonte apresentado.

O Roubo consegue algo bem difícil: navegar com profundidade por várias reflexões sociais a partir de uma só perspectiva. Entre bons e protocolares episódios, o saldo é positivo.

Ranking | Do Pior ao Melhor REBOOT da última década

Este ranking apresenta 10 filmes lançados na última década, exceto as obras de super-heróis, que buscaram trazer uma nova visão sobre um personagem, mas não agradaram tanto a crítica. Para fazer esta lista do pior ao melhor, a base de avaliação foi a nota do Rotten Tomatoes (RT) e os números de bilheterias do Box Office Mojo. Vindos da literatura ou do videogame, os filmes foram amados por uns – com direito a sequências – e odiados por outros. Vamos começar! 

  1. A Garota da Capa Vermelha (2011) – RT: 10% | Box Office Total: $$89,162,162

Talvez você nem se lembre, mas uma das histórias mais emblemáticas da idade contemporânea, Chapeuzinho Vermelho, ganhou sua versão moderna pelas mãos de Catherine Hardwicke, logo após filmar Crepúsculo (2008). As más línguas dizem que ela continuou filmando o mesmo filme, apenas com atores diferentes. A premissa da história dos irmãos Grimm é totalmente perdida. O objetivo era contar a origem da famosa fábula, no entanto, o filme torna-se um monótono triângulo amoroso.

  1. Robin Hood: A Origem (2018) –  RT: 13% | Box Office EUA: $5,095,000 (em dois dias)

O jovem Robin Hood, vivido por Taron Egerton, mal estreou e já quase encabeça a lista das piores adaptações clássicas. A culpa não é tanto por conta do ator, apesar de um Robin muchocho, mas pela produção sem esmero e as firulas do diretor Otto Bathurst. Para ter um ideia, o Príncipe dos Ladrões vivido por Russell Crowe (2010) obteve 43% de aprovação, enquanto Kevin Costner (1991) teve 51%. Ou a crítica está mais severa agora ou a qualidade está decaindo com o tempo.

  1. Hannibal, a origem do Mal (2007) – RT: 15% | Box Office Total: $82,169,884

Com a intenção de surfar no sucesso do personagem Hannibal Lecter, de Silêncio dos Inocentes (1991), e as suas continuações, o diretor Peter Webber (Moça Com Brinco de Pérola) teve a incumbência de explicar porque Hannibal tornou-se um canibal. Sem Anthony Hopkins ou Mads Mikkelsen, a história não encontrou o tom certo e saiu como uma medonha engabelação. A única coisa que a gente lembra é que Hannibal (Gaspard Ulliel) viu a sua irmãzinha ser comida por homens malvados e… tá aí a explicação. Apesar de tudo, o roteiro do filme é escrito por Thomas Harris, autor da série de livros de Hannibal.

  1. João e Maria: Caçadores de Bruxas (2013) – RT: 15% | Box Office Total: $226,349,749

Um ano após estrear como Gavião Arqueiro em Os Vingadores (2012), Jeremy Renner usou suas habilidades de arco e flecha nesta releitura do clássico infantil João e Maria. Com a ideia de transformar o trauma das crianças em uma arma de ataque, o longa de Tommy Wirkola abusa de efeitos visuais e objetos voadores, explorando ao máximo o 3D, mas esquece da construção dos personagens. Além do Vingador, a outra protagonista era Gemma Arterton. Alguém lembra o última filme da atriz? Pois é. Após sua terrível atuação, ela ainda apareceu em Aposta Máxima (2013), com Ben Affleck, mas seus outros trabalhos nunca mais chegaram ao Brasil.

  1. Peter Pan (2015) – RT: 27% | Box Office Total: $128,388,320

Com a presença de Hugh Jackman (O Favorito) e Rooney Mara (A Pé Ele Não Vai Longe), era difícil imaginar que os pontos não dariam liga, mas sempre que um diretor exagera na apresentação, o resultado é frustrante. Revisitado algumas vezes pelo cinema, Peter Pan sempre rendeu boas histórias, tal qual Em Busca da Terra do Nunca (2004), com índice de 84% no RT. Até Hook, a Volta do Capitão Gancho (1991), de Steven Spielberg, tem uma avaliação maior que esta versão rock de Joe Wright (O Destino de uma Nação).

  1. Rei Arthur: A Lenda da Espada (2017) – RT: 31% | Box Office Total: $148,675,066

Assim como no recém-lançado Robin Hood, a lenda do Rei Arthur (Charlie Hunnam) ganhou uma versão mais dinâmica no ano passado, sob o comando de Guy Ritchie. O que não agradou – tanto o público quanto a crítica – foi a remontagem focada nas lutas e longe da composição histórica. Aliás, grande parte destas novas adaptações acredita muito mais na ação do que no desenvolvimento de um bom roteiro. Essa escolha, entretanto, destitui o ambiente já criado do personagem e, consequentemente, desagrada os fãs dos cavaleiros da távola redonda.

  1. A Lenda de Tarzan (2016) – RT: 36% | Box Office Total: $356,700,357

Com o sucesso de Alexander Skarsgård (True Blood) e Margot Robbie (O Lobo de Wall Street) em trabalhos anteriores, os produtores acreditaram que recontar a lenda do Tarzan em um espetáculo visual inédito seria uma ótima aposta. Por um lado, a bilheteria pagou o filme, mas não chegou a dar tanto lucro. Já segundo a crítica, os grandes tropeços foram as atuações mornas dos protagonistas e os furos de roteiro. Este é mais um exemplo de atenção à forma em detrimento ao conteúdo.

  1. Branca de Neve e o Caçador (2012) – RT: 48% | Box Office Total: $396,592,829

Da infância à juventude, uma das mais famosas princesas da Disney dividiu a opinião dos críticos. Com um visual semelhante a trilogia de O Senhor dos Anéis (2001-2003), o diretor Rupert Sanders coloca uma armadura na princesa vivida por Kristen Stewart e compõe uma boa jornada do herói, neste caso o caçador (Chris Hemsworth). Vale ainda destacar a digna vilã de Charlize Theron, responsável por emplacar a sequência O Caçador e a Rainha do Gelo (2016). O tom demasiado sombrio, entretanto, incomodou os espectadores mais adeptos à história de amor e à camaradagem ressaltadas nas versões anteriores.

  1. Tomb Raider: A Origem (2018) – RT: 51% | Box Office Total: $273,821,715

Com a mudança de Angelina Jolie para Alicia Vikander,  a heroína dos videogames retorna à sua infância e ao início da sua juventude para revelar suas verdadeiras motivações e o passado do seu pai. Na versão do norueguês Roar Uthaug, a construção da Lara Croft perpassa todo o filme até ela se descobrir uma lutadora. Além de substituir a identificação do público com a versão de Angelina, o desafio do reboot era mostrar uma origem inspiradora para a personagem ter ser tornado tão combativa.

  1. Planeta dos Macacos: A Origem (2011) – RT: 81% | Box Office Total: $481,801,049

Quando você já achava que contar a origem das histórias era um erro, eis que surge Caesar (Andy Serkis) no seu caminho. Tudo bem que neste caso não é um personagem em si, mas toda uma teoria de como os macacos tomaram o Planeta Terra dos humanos. Sendo uma pré-sequel do clássico Planeta dos Macacos (1968) – com 88% no RT -,  a obra de Rupert Wyatt constrói perfeitamente a semente para a futura hecatombe. O projeto conta ainda com as continuações Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) – com 90% de aprovação – , e Planeta dos Macacos: A Guerra (2017), com 93% no RT.

O que você achou desta lista? Deixe um comentário sobre o que você concorda, discorda e qual outro filme poderia estar aqui.

Morre Harry Anderson, de ‘It – Uma Obra-Prima do Medo’, aos 65 anos

O ator Harry Anderson, mais conhecido por interpretar a versão adulta do Richie na versão de 1990 de ‘It – Uma Obra-Prima do Medo‘, foi encontrado morto esta manhã em sua casa.

Não se sabe a causa da morte.

Dentre seus outros trabalhos de destaque, além de ter participado de um episódio de ‘Contos da Cripta‘, o ator também escreveu um dos episódios, intitulado ‘Seance‘.

‘The Last Kingdom’ é renovada para a 4ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série ‘The Last Kingdom‘ para a 4ª temporada.

A série é baseada na obra ‘Crônicas Saxônicas‘, de Bernard Cornwell.

A história situada no ano de 872 d.C., a série apresenta as invasões vikings em território hoje conhecido como Inglaterra. Wessex, sob o comando do Rei Alfredo, o Grande, é o único reino que resiste aos ataques.  A história gira em torno do protagonista Uhtred, um nobre que perdeu os pais em um dos ataques vikings. Levado e criado por eles, Uhtred cresce e se torna um guerreiro. Mais tarde, ele parte com a missão de conquistar as terras onde nasceu. Enquanto isso, o Rei Alfredo enfrenta problemas políticos e religiosos para unificar os reinos e transformá-lo no que hoje é a Inglaterra.

Alexander Dreymon, Ian Hart, David Dawson, Eliza Butterworth, Harry McEntire e Arnas Fedaravicius estrelam.

Haley Cuoco afirma que ‘Harley Quinn’ quer ‘sair da sombra do Coringa’

A DC Universe divulgou um novo vídeo dos bastidores da série animada ‘Harley Quinn‘.

Confira:

Criada por Justin HalpernDean LoreyPatrick Schumacker, a série é baseada nos personagens da DC Comics.

A trama foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

O elenco conta com Haley Cuoco, Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

Harley Quinn‘ estreia em outubro de 2019.

‘All Rise’ é renovada para a 2ª temporada

A CBS renovou oficialmente a série ‘All Rise‘ para a 2ª temporada.

O primeiro ano registrou uma média de 0.62 na demo, e um total de 5.4 milhões de espectadores. Os números representam uma das audiências mais baixas da emissora, mas a produção foi muito elogiada pelos críticos – especialmente o episódio final, que foi gravado completamente online durante o surto de COVID-19.

A série é criada por Greg Spottiswood.

O drama jurídico segue a vida dedicada, caótica, esperançosa e às vezes absurda dos juízes, promotores e defensores públicos, enquanto trabalham com oficiais de justiça, secretários e policiais para obter justiça para o povo de Los Angeles em meio a um sistema legal falho.

O elenco conta com Simone Missick, Wilson Bethel, Jessica Camacho, J. Alex Brinson, Ruthie Ann Miles, Lindsay Mendez e Marg Helgenberger.

#SemSaída

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Elenco:

Keegan Allen

Holland Roden

Denzel Whitaker

Kimberly Quinn

 

Direção: Will Wernick

Gênero: Terror

Duração: 91 min.

Distribuidora: PlayArte

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 11 de Fevereiro de 2021

Sinopse: 

Uma personalidade das redes sociais viaja com seus amigos para Moscou para gravar novo conteúdo para os seus seguidores. Sempre excedendo seus limites em busca de uma nova audiência, eles entram em um mundo frio de mistério, excesso e perigoso. Quando as linhas entre vida real e rede social ficam borradas, o grupo deve lutar para escapar e sobreviver.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Will Wernick também é responsável pelo roteiro do longa;

» Curiosamente, a atriz Holland Roden (‘Teen Wolf‘) também irá estrelar ‘Escape Room 2‘, que traz uma temática parecida com este filme;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘A Escolha Perfeita’: Adam Devine estrelará série derivada do Peacock

De acordo com o TVLine, Adam Devine (‘Terror nos Bastidores’) estrelará uma série derivada baseada na popular franquia ‘A Escolha Perfeita‘, que está sendo desenvolvida pelo Peacock.

O ator reprisará o seu papel como Bumper Allen, que marcou presença nos dois primeiros filmes. O projeto se passará anos após termos visto o personagem pela última vez, em ‘A Escolha Perfeita 2‘.

Na série, Allen estará tentando reiniciar sua carreira musical na Alemanha, onde uma de suas músicas inexplicadamente se tornou um sucesso.

Elizabeth Banks, que estrelou e produziu a trilogia, além de ter dirigido o segundo filme, servirá como produtora executiva.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Vale lembrar que a franquia se tornou um fenômeno nos cinemas, tendo arrecadado, ao total, impressionantes US$ 588.9 milhões mundialmente.

‘Sonic 2’ já arrecadou quase US$ 400 milhões mundialmente

Sucesso! A sequência ‘Sonic 2 – O Filme‘ já arrecadou quase US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais. Atualmente, o longa representa a sexta MAIOR bilheteria do ano.

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 185.7 milhões – o que supera a arrecadação do primeiro filme (US$ 148.9m), quebrando o recorde de MAIOR bilheteria para um filme baseado em videogame no país. No mercado internacional, foram US$ 199.8 milhões.

Ao total, o longa já arrecadou sólidos US$ 385.5 milhões mundialmente.

Vale lembrar que, ao arrecadar US$ 72.1 milhões durante o primeiro final de semana nos EUA, a sequência também se tornou a maior estreia doméstica da carreira do Jim Carrey, ultrapassando ‘Todo Poderoso‘ (US$68M), que foi lançado em 2003.

Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”  

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

‘Riverdale’: Protagonistas estão presos no PASSADO no trailer da última temporada; Confira!

A CW divulgou o trailer completo da 7ª (e última) temporada de ‘Riverdale‘.

Confira:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 29 de março.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

Na trama da última temporada, Jughead Jones se encontra preso nos anos 50. Ele não tem ideia de como foi parar lá, nem como voltar ao presente. Seus amigos não podem ajudar, uma vez que eles estão vivendo vidas aparentemente autênticas – sem lembranças de terem vivido em outra época.

O elenco conta com KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Casey Cott, Charles Melton, Vanessa Morgan, Drew Ray Tanner, Mädchen Amick e Erinn Westbrook.

Robert Rodriguez vai produzir REMAKE do terror ‘Prova Final’

De acordo com o insider Daniel Richtman, um remake para o terror de ficção científica ‘Prova Final‘ (The Faculty), lançado em 1998, está em desenvolvimento.

Robert Rodriguez (‘Planeta Terror’), diretor do longa original, servirá como produtor da nova versão.

Infelizmente, nenhum outro detalhe foi divulgado.

Na trama original…

Em uma escola de uma pequena cidade no Ohio, os professores começam a agir estranhamente. Dois estudantes escondidos em um armário testemunham dois professores matando a enfermeira do colégio, mas logo a vítima aparece viva e eles logo concluem que algum alienígena está se apossando do corpos. Assim, o medo toma conta deles e de seus amigos, pois qualquer um pode ser dominado por este ser que ninguém sabe de onde veio, mas parece ter um objetivo definido: possuir todos os terrestres que surjam na sua frente.

Confira o trailer:

Com o roteiro de Kevin Williamson, criador de ‘Pânico‘, o elenco conta com Josh Hartnett, Clea DuVall, Jordana Brewster, Laura Harris, Shawn Hatosy, Salma Hayek, Famke Janssen, Piper Laurie, Christopher McDonald, Bebe Neuwirth, Robert Patrick, Usher, Jon Stewart, Daniel von Bargen e Elijah Wood.

Apesar de ter se tornado um clássico cult com o passar dos anos, ‘Prova Final‘ teve uma recepção morna na época de seu lançamento – arrecadando apenas US$ 40 milhões mundialmente.

Novos conflitos e gravidez no trailer completo da 21ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’; Confira!

A ABC divulgou o trailer completo da 21ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente em 26 de setembro.

greys anatomy

Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Meg Marinis.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

‘Minha Brilhante Carreira’: Netflix está desenvolvendo adaptação do romance clássico

De acordo com o Deadline, a Netflix está desenvolvendo uma série baseada em ‘Minha Brilhante Carreira‘ (My Brilliant Career), clássico romance australiano de 1901.

Escrito por Miles Franklin, o livro já foi adaptado para as telonas no filme homônimo de 1979.

A trama segue Sybylla Melvyn, uma jovem ambiciosa crescendo em uma região rural da Austrália, em 1890, que sonha em ter uma carreira grandiosa como escritora.

Philippa Northeast (‘Territory’) estrelará como Sybylla.

O elenco ainda contará com Christopher Chung, Anna Chancellor, Genevieve O’Reilly, Kate Mulvany, Jake Dunn, Alexander England, Sherry-Lee Watson e Miah Madden.

A adaptação será produzida pela Jungle Entertainment, e as filmagens estão realizadas na Adelaide Studios e em várias locações através do sul da Austrália.

Alyssa McClelland e Anne Renton serão responsáveis pela direção.

“É um privilégio poder trabalhar com tantas pessoas criativas nesta brilhante reimaginação da obra de Miles Franklin, que gira em torno de uma jovem em uma jornada para correr atrás de seus sonhos,” declarou Liz Doran, produtora executiva e roteirista da nova versão.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Novos cartazes de ‘Por Cima do Seu Cadáver’ prometem casamento de MATAR; Confira!

O suspense cômico ‘Over Your Dead Body‘ (Por Cima do Seu Cadáver, em tradução livre) ganhou dois novos cartazes.

Remake do thriller irlandês ‘The Trip‘, a nova versão é estrelada por Jason Segel (‘Falando a Real’) e Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Jorma Taccone (‘Popstar: Sem Parar, Sem Limites’) é responsável pela direção.

Na trama original, um casal passando por uma fase ruim viaja para uma cabana nas montanhas. Porém, um está secretamente planejando matar o outro. Mas tudo muda quando três figuras ainda mais perigosas do que eles aparecem na casa.

O elenco ainda conta com Timothy Olyphant, Juliette Lewis, Paul Guilfoyle e o lutador do UFC Keith Jardine.

O roteiro é assinado por Nick Kocher e Brian McElhaney.

Tommy Wirkola, diretor do longa original, serve como produtor executivo ao lado de Karen Gillan.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 24 de abril.

Desenhos ‘Hora de Aventura’ e ‘Apenas um Show’ farão crossover em nova HQ

Duas das animações mais populares do Cartoon Network vão se unir em um crossover para uma nova história em quadrinhos que começa a ser comercializada em agosto nos EUA.

Intitulado ‘Hora de Aventura/Apenas um Show’, a série trará Finn e Jake (‘Hora de Aventura’) em uma missão, a pedido da Princesa Jujuba, para encontrar The Power, a única coisa capaz de salvar Ooo de um novo e poderoso vilão que ameaça conquistá-la. Entretanto, Skip (‘Apenas Um Show’) é quem está escondendo o objetivo.

A HQ foi escrita por Conor McCreery em parceria com o artista Mattia Di Meo. Em uma entrevista ao site da publicação americana Entertainment Weekly, McCreery comentou sobre o novo projeto, que une os dois desenhos mais amados e populares do Cartoon:

“‘Hora de Aventura’ e ‘Apenas um Show’ são as duas coisas mais engraçadas que eu já vi. Eles são tão estranhos, com uma lógica interna maluca que eu amo. Eu amo histórias que se mesclam em um ritmo elevado e este livro fará justamente isso. Eu tenho tentado colocar o máximo de referências das animações possível, deixando também espaço suficiente para suas duplas favoritas de parceiros e seus melhores amigos”.

O criador também pontuou que os quadrinhos vai abordar ambas as amizades já existentes no material original, bem como a amizade entre Rigby, Mordecai, Finn e Jake:

“Espere muitas loucuras. Espere muita amizade. Espere monstros. Espere socos. Espere bobagens. Espere talvez…Hambonning! E mais, o quão divertido é ter esses caras se encontrando e passando tempo uns com os outros? Oh, tem um novo vilão totalmente matemático!”

‘Unfriended: Dark Web’: Blumhouse confirma a sequência de ‘Amizade Desfeita’

Jason Blum e sua produtora Blumhouse anunciou, durante o festival South by Southwest, qual é o nome do seu mais novo projeto.

Intitulado ‘Unfriended: Dark Web‘, a produção será a sequência de ‘Amizade Desfeita‘, lançado em 2015.

A trama conta “a história de um jovem nos seus 20 poucos anos, que encontra uma série de arquivos escondidos no novo computador recém comprado e acaba se envolvendo no universo sombrio da dark web. O thriller se desvenda em tempo real, pela tela de um computador e é um aviso para a era digital”.

Com direção de Levan Gabriadze, o primeiro filme custou apenas US$ 1 milhão e arrecadou saudáveis US$ 32 milhões nos EUA.

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Sucesso mundial ‘Aquaman’ supera a marca de US$ 500 milhões

‘Aquaman’ continua conquistando os fãs nos cinemas e a bilheteria da produção não para de crescer, mesmo em meio às festas de final de ano.

Segundo relatos do The Hollywood Reporter, a produção teve um acréscimo generoso na véspera do Natal, equivalente a US$ 11,2 milhões apenas nos Estados Unidos. Essa quantia permitiu que a produção superasse  a marca de US$ 500 milhões mundialmente.

Com essa arrecadação, ‘Aquaman’ já contabiliza US$ 80 milhões em sua bilheteria doméstica, ultrapassando os US$ 420 milhões nos mercados estrangeiros.

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

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‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

 

‘O Homem Invisível’: Primeiras impressões são REALMENTE positivas; Confira!

O remake do terror ‘O Homem Invisível‘ chega aos cinemas no final do mês de fevereiro, mas parte da impressa especializada já pôde conferir a produção e algumas das primeiras impressões já estão entre nós.

E as poucas reações publicadas até o momento são realmente positivas e destacam a qualidade e o nível de terror empregado na trama, com fortes elogios à performance da atriz Elisabeth Moss.

Confira:

“O Homem Invisível é a verdadeira definição de um filme de terror. Elisabeth Moss está fantástica e Leigh Whannell está se provando ser um ótimo diretor de terror/thriller, entre esse filme e ‘Upgrade’. Você não está pronto para o quão aterrorizante e intenso esse filme é!”

“Rápidos pensamentos (já que vi outras pessoas falando sobre o assunto): Com O Homem Invisível, Leigh Whannell criou uma masterclass em tensão e terror e eu acho que meu queixo ficou caído no chão pelo menos duas vezes. Completamente eletrizante, visceral e emocional”.

“O Homem Invisível é uma viagem cheia de tensão e empolgação do começo ao fim. Leigh Whannell atualiza o clássico de 1933 perfeitamente para os tempos modernos, enquanto Elisabeth Moss entrega uma performance perturbadora e cativante, que está entre alguns dos seus melhores papéis até hoje. O Homem Invisível é intenso”.

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

A estreia está marcada para 27 de fevereiro.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (‘Nós’‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

Primeiras Impressões | American Gods: 3ª temporada recupera o seu fôlego com ritmo e dinamismo

Deuses vorazes, sedentos por idolatria em uma América incrédula pautada por seus próprios ídolos contemporâneos. A tumultuada e digladiante jornada dessas figuras mitológicas folclóricas de American Gods encontrou em si mais batalhas do que dentro de sua própria jornada fictícia, com a série da Starz e da Amazon Prime Video enfrentando uma sucessão de perrengues que quase lhe custaram um trágico fim. Mas tão obstinado como seus próprios personagens, Neil Gaiman se agarra à sua adaptação com unhas e dentes e toma todos pelas mãos (público e equipe técnica), em uma 3ª temporada que muito mais do que corrigir os erros do passado, volta a caminhar vigorosamente com ritmo, dinamismo e foco.

American Gods passou por poucas e boas. Com uma temporada inaugural visceral e hipnotizante, a produção nos conquistou por seu timing narrativo, que resgata a aclamada obra lançada em 2001, com um frescor novo que retrata clinicamente a sociedade de vícios e idolatrias contemporâneas com a qual vivemos. Mas se perdendo drasticamente em seu segundo ano, após a troca de seus showrunners e a saída das excepcionais atrizes Kristin Chenoweth e Gillian Anderson, a produção se aterrou em uma perdida e cíclica epifania. Com sua trama paralisada e confusa, seus oito últimos episódios se afogam em uma belíssima fotografia e direção autoral, em uma trama exaustiva, repetitiva e prolixa. Nunca deuses tão cheios de “querer ser” tiveram tão pouco a oferecer ao público.

Mas mesmo após contratempos que envolveram até duras acusações de racismo, a produção que mescla drama, ficção científica e fábula não desistiu de si mesma e sabendo de seu enorme potencial, volta a projetar seu foco na obra de Gaiman, trazendo-o ao lado de Charles “Chic” Eglee (Dexter, The Walking Dead), o novo nome por trás da série. E nessa 3ª temporada, rapidamente sinalizamos uma mudança de tom. Se desmembrando de mais outros personagens também deixados para trás (New Media – Kahyun Kim; the Djinn – Mousa Kraish; Mad Sweeney – Pablo Schreiber; e Mr. Nancy – Orlando Jones), o novo ciclo volta a ficar em Shadow Moon e em Mr. Wednesday, à medida que abrange seus demais coadjuvantes, lhes garantindo o valor que lhes fora tirado no ano anterior.

Reconhecendo os erros estruturais que custaram muito dinheiro e uma péssima segunda temporada, Eglee e Gaiman assumem a responsabilidade do tenebroso passado, com o compromisso de construir um futuro melhor para a série. Conectando os novos episódios a poucos dos eventos apresentados em 2019, a dupla de showrunners se ocupa em não se vincular tanto à narrativa da 2ª temporada, sabendo que dali quase nada pode ser aproveitado. E a contar pelos quatro primeiros episódios já assistidos, é notável e seguro dizer que American Gods mudou a sua rota e passa a caminhar a passos mais firmes e consistentes, dando aos seus atores a chance de brilhar tanto como seus personagens assim o fizeram ainda em 2001, no auge do lançamento da obra original.

Mais eletrizante e objetiva, a série retorna vigorosa, com a certeza de que o hiato de mais de um ano lhe fez muito bem. Ainda custando a dar maior celeridade para a tão comentada guerra entre velhos e novos deuses, American Gods pode ser ajustada nesse aspecto, com maior destreza narrativa, mas já supera seu passado de maneira grandiosa. Com Ian McShane fazendo um espetáculo logo nos primeiros episódios, a produção mostra em seu início que ainda há muito a ser dito e compartilhado com a audiência.

Lindamente produzida e pautada pela mesma poética fotografia que abusa do efeito slow motion, a 3ª temporada é mais sangrenta, diversificada e soube cortar as barrigas que tornaram a trama tão lenta e cansativa. Expandindo sua trama com o auxílio de pequenos novos personagens de apoio, American Gods começa a trazer mais da essência de Neil Gaiman consigo mesma, recupera a nossa fé – em seus primeiros quatro episódios – e resgata o entusiasmo por essa tão falada guerra que, embora custe a chegar, agora começa a fazer valer a pena o nosso tempo.

‘No Ritmo do Coração’: Drama musical com Emilia Jones estreia na Amazon Prime Video

O elogiado drama musical ‘No Ritmo do Coração’ (‘CODA’), estrelado por Emilia Jones (‘Locke & Key’), já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia recentemente na grade de programação do streaming.

Na trama, Ruby é a única pessoa que não é surda em sua família. Ao mesmo tempo em que enfrenta os dilemas da idade e a responsabilidade de ser a intérprete da família, Ruby descobre seu talento musical. Em meio a dificuldades nos negócios da família, se vê dividida entre seguir sua paixão pela música em outra cidade e o medo de deixar os pais.

O filme é escrito e dirigido por Sian Heder.

Emilia JonesMarlee Matlin e Troy Kotsur estrelam a produção.

Confira o trailer:

As 5+ Mães das Séries de TV (2018)

Antes de mais nada: Feliz Dia das Mães! Às mães que são fãs de séries, as que não são fãs de séries, as que amam falar sobre séries, as que começaram a assistir séries por causa dos filhos, enfim, a todos as mães fãs ou não fãs da Cultura POP. Aproveito também para desejar um Feliz Dia das Mães especial a todos as mamães dos colaboradores do CinePOP, a minha avó, Wilma, mãe duas vezes, minha mãe, Berenice, e minha tia, Rosina (sim, eu tenho três mães), e a esposa do Georgenor Franco Neto, a Rita, mãe da Laurinha.

Como mãe merece homenagem, chocolate, flores, abraços, carinho, atenção, e não só numa data comemorativa, porém todos os dias do ano, decidi fazer esta lista destacando cinco (mas na verdade seis) mães das séries de TV, que conquistaram os telespectadores, redefiniram o significado de badass, fizeram tudo ao alcance pelos filhos, aprenderam a aceita-los, respeita-los e ama-los como são, entre outras coisas mais.

Então, shall I begin?

Lynn Pierce (Black Lightning)

Interpretada pela talentosa Christine Adams (Agents Of Shield), Lynn Pierce é uma mãe badass. Ela possui um PhD e não bastando, a mesma também é médica. Dividida pelo amor que tem ao marido, Jefferson Pierce (Cress Williams), o também  Black Lightning, e a preocupação por ele ter se tornando o vigilante de Freeland, ela decide pelo divórcio. Anos mais tarde, nesta situação mal resolvida, os dois se veem mediante o despertar dos poderes das filhas, Anissa (Nafessa Williams), que passará a usar o codinome Thunder, e Jennifer (China Anne McClain). E é neste ponto que vemos o quão mãe Lynn consegue ser: com personalidades muito diferentes, a mais velha quer vestir o manto para ajudar as pessoas, enquanto isso, a mais nova enxerga os poderes como um fardo.

Nas situações divergentes, Lynn, mesmo relutante, entende que nada mudará a decisão de Anissa em ajudar e assumir uma identidade de heroína, ao mesmo tempo, que busca soluções para Jennifer, que não sabe lidar tão bem com esta nova realidade. Os diálogos e as diferenças deles são incríveis, e a relação da família Pierce como um todo é um quê a mais dentro da série Black Lightning.

Maeve Millay (Westworld)

Mas Karolen, ela é um androide! E desde quando androide, que ganhou consciência, não tem sentimentos?

[SPOILER]

Bom, Maeve (Thandie Newton), para quem não sabe, é um dos androides humanoides criados para ser parte do time de anfitriões do parque Westworld, onde humanos pagam para entrar e fazer o que quiserem. No final da primeira temporada, vemos Maeve ganhar consciência e liderar um grupo de anfitriões para tentar escapar do lugar. Porém, o inesperado acontece e em um impulso decisório a ex-meretriz decide ficar para procurar a filha.

É impressionante como os sentimentos nela colocados pela filha estão tão enraizado na personalidade da mesma que é isto, basicamente, que a leva a despertar. Após a personagem de Evan Rachel Wood, Dolores, dizer a frase “Esses prazeres violentos têm finais violentos”, uma sucessão de lembranças de gritos, uma casa, uma criança e o assassinato da mesma permeiam a mente da anfitriã, que passa a buscar compreender a natureza de si. É agradável acompanhar a jornada da mesma, que agora vai atrás da menina, que se encontra em algum ponto do parque, além, claro, de ser uma líder badass com direito a uma voz linda.

Stef e Lena Adams Foster (The Fosters)

Recentemente, durante uma entrevista à revista InStyle, Sandra Bullock disse não gostar do termo filhos adotivos e que prefere que não usem este termo ao se referir aos seus, porque não importa de onde vieram, eles são “nossos filhos”. Tenho certeza que se Stef (Teri Polo) e Lena (Sherri Saum) fossem pessoas da vida real, elas concordariam com tais palavras.

The Fosters foi um presente dos criadores Bradley Bredeweg (Fly Girls) e Peter Paige (Say Uncle) para o mundo. A série – que apresentou ao público o cotidiano de duas mulheres casadas e mães de cinco filhos, só demonstrou à sociedade que não importa se são gerados por si ou por terceiros, se foram adotados ainda bebês ou adolescentes, o amor distribuído é o mesmo. Mãe é quem está presente, quem cuida quando fica doente, responde perguntas difíceis e bobas, ajuda no dever escolar, chama a atenção quando é preciso, distribui atenção e carinho e faz tudo o que pode pelos filhos, dá o máximo de si, mesmo perante dificuldades.

E é isso que The Fosters mostra para o telespectador, que não importa se são duas mães, dois pais, uma mãe e um pai, uma mãe, um pai, pais são simplesmente tudo isso dito acima. Stef e Lena, definitivamente, farão muita falta.

June Osborne (The Handmaid’s Tale)

Antes da segunda temporada diria, facilmente, que o motivo de tamanha força e sobrevivência da June (Elisabeth Moss) provinha da força de vontade de encontrar a filha e salvá-la daquele lugar. Com o início da segunda, reafirmo meus pensamentos, porém, devo incluir que a forma como foi criada pela mãe, Holly Maddox, interpretada por Cherry Jones, foi de crucial importância para a pessoa (June) apresentada ao público hoje.

Só que é fato, agora estando grávida, o quanto as decisões da protagonista de The Handmaid’s Tale pairam sobre o bem-estar da filha e do bebê que carrega. É perceptível, especialmente, no terceiro episódio da segunda temporada, o lado maternal da editora de livros, e como isto, por vezes, instala um sentimento de culpa na mesma, devido aos caminhos tomados. A narrativa da série de Bruce Miller tem uma construção incrível, fenomenal, diria, e é de extrema sensibilidade e visão feminina o desenrolar desta relação da June com as memórias passadas em relação a filha.

Lorelai Gilmore (Gilmore Girls)

Nenhuma lista de dia das mães, especialmente, das que fazem parte das séries de TV, é completa se não tiver a maior delas, Lorelai Gilmore (Lauren Graham). A mãe criada pela roteirista Amy Sherman-Palladino se tornou um ícone para os fãs que acompanharam a jornada de sete anos da mesma e depois, com o Revival da Netflix, por mais quatro episódios.

Além de ter uma relação incrível com Rory (Alexis Bledel), parecendo mais duas melhores amigas do que mãe e filha, Lorelai fez tudo que uma mãe é capaz de fazer: criou a jovem sozinha, já que não aceitou se casar com Christopher (David Sutcliffe), e decidiu sair de casa devido a relação conflituosa com os pais, especialmente após engravidar aos dezesseis anos. Por vezes engoliu o orgulho pelo bem-estar da menina, deixou de lado necessidades próprias para que a personagem de Bledel tivesse melhores oportunidades e esteve sempre presente em momentos importantes da vida acadêmica da filha.

Lorelai é tão única quando falamos sobre construção de personagens, que é impossível compará-la a qualquer outro. Pode ter semelhanças, mas nada que chegue aos quase 90% de igualdade. Obrigada, Amy Sherman-Palladino, por este presente que podemos levar para o resto da vida!

-//-

Mais uma vez, Feliz Dia das Mães a todo! Comentem aí alguma mãe das séries de TV que vocês lembrem e gostem. Bom, nos vemos na próxima!

Baseado em Fatos Reais

(D’ après une histoire vraie)

 

Elenco:

Eva Green

Emmanuelle Seigner

Damien Bonnard

Direção: Roman Polanski

Gênero: Suspense / Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: — milhões

Estreia: 12 de Abril de 2018

Sinopse:

Na trama, Delphine é a autora de um romance altamente pessoal dedicado a sua mãe que se tornou um best-seller. Esgotada em função das inúmeras cobranças e frustrada por suas memórias, Delphine é atormentada por cartas anônimas que a acusam de ter jogado sua família para os leões. A romancista está em uma rotina, paralisada com a ideia de ter que começar a escrever novamente. Seu caminho então cruza o de Elle. A jovem é encantadora, inteligente e intuitiva. Ela entende Delphine melhor do que qualquer um. Até onde ela irá depois de se mudar para o apartamento da escritora? Ela veio preencher um vazio ou criar um novo? Dar um novo impulso ou roubar sua vida?

Crítica | Baseado em Fatos Reais – O novo delírio de Roman Polanski (Nota: 4.0)

Curiosidades:

» Primeiro filme em idioma francês da Eva Green em 13 anos;

» Exibido no Festival de Cannes 2017;

Trailer:


Cartazes:

Fotos:

 

 

 

 

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Site lista extras do Blu-ray; Confira as cenas adicionais!

Após diversos rumores terem surgido na internet afirmando que ‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganharia uma versão estendida especial com foco no Titã Louco, Thanos, o site Comic Book teve acesso à verdadeira lista de extra do Blu-ray do filme.

Entre erros de gravação e cenas adicionais, o material inédito contará com uma apresentação dos irmãos Russo (com 1min31) e 5 featurettes – “A Batalha em Wakanda”, “A Batalha em Titã”, “Reino de Thanos”, “Novos Times”, “Decisões de um Pai” – e 3 cenas deletadas -“Happy tem uma perspectiva”, com 1min24, “Caçada pela Joia da Mente”, com 1min25, e “Os Guardiões encontram o seu ritmo”, com 3min20.

Enquanto isso, dois novos vídeos de bastidores de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ foi divulgado pelo Marvel Studios que mostra como foram feitos os efeitos especiais das cenas de luta entre de Hulk e Thanos, do Homem de Ferro e Doutor Estranho, além da batalha com todos os heróis em Wakanda. Assista:

Mundialmente, o filme ultrapassou a marca de US$ 2 bilhões em arrecadação mundial, e está atrás apenas de ‘Avatar‘ (US$ 2.788 bilhões), ‘Titanic‘ (‘US$ 2.187 bilhões’) e ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$ 2.068 bilhões).

Vingadores: Guerra Infinita‘ também quebrou o recorde ao se tornar o filme mais rápido a atingir a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria – saiba mais!

‘Vingadores: Guerra Infinita’ passa ‘Jurassic World’ e se torna a 5ª maior bilheteria dos EUA

Já no Brasil, em apenas duas semanas, o filme se tornou a maior bilheteria do ano. Com público de 15 milhões de espectadores,  ‘Guerra Infinita‘ já arrecadou R$ 224 milhões – ultrapassando ‘Pantera Negra‘, que liderava as bilheterias de 2018 com R$ 120 milhões.

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

Dica do fim de semana | filmes de todos os gêneros nos streamings

A dica deste fim de semana é uma seleção que envolve dramas, terror, suspense e comédia. A lista inclui lançamentos, filmes mais recentes e até um sucesso do último Oscar. Confira!

Buscando… (Netflix)

Lançado sem muito alarde em 2018, esse suspense é muito criativo e faz uso como ninguém dos computadores, celulares e redes sociais para contar uma história envolvente de um pai (John Cho) que não vai parar enquanto não resolver o mistério do desaparecimento de sua jovem filha de 16 anos. Duas dicas: a primeira é prestar atenção nas mensagens e progressão das notícias secundárias mostradas nos portais do filme, existe uma história no mínimo curiosa acontecendo em segundo plano. A outra é para prestar atenção na hora da busca na Netflix, porque pode ser que ele só apareça com o título em inglês, que é “Searching”.

 

Sing Street: Música e Sonho (HBO Max)

Ambientado nos anos 80 de Dublin, esse filme é uma declaração de amor a música e aos sonhadores. Na trama, um jovem vivencia o divórcio eminente dos pais, enquanto sofre bullying e com as regras de seu colégio religioso. Sua única paixão verdadeira é a música e seus respectivos videoclipes. Porém, quando ele conhece uma menina misteriosa, sua vida muda de vez. Buscando coragem para impressionar a morena, ele convoca os jovens mais “alternativos”, por assim dizer, para formar uma banda de rock e convidar a menina para estrelar o primeiro videoclipe deles. É uma aventura divertidíssima, dramática e que conta com uma trilha sonora original impecável.

 

Minari: Em Busca da Felicidade (Amazon Prime Video)

Sensação do último Oscar, Minari é um filme da A24 sobre as tradições coreanas. A trama fala sobre uma família sul-coreana que se estabeleceu nos Estados Unidos. Tentando melhorar de vida e conseguir o tão falado “american dream”, eles se mudam para o Arkansas, onde vão trabalhar numa fazenda. É um drama incrível que ganha muito carisma com a chegada da avó, que não segue os padrões americanos e vai mudar toda a rotina da família. Esse papel da avó rendeu a atriz Yuh-Jung Youn uma estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante, sendo a primeira atriz sul-coreana a realizar tal feito.


Maligno
(HBO Max)

Recém-saído dos cinemas, esse terror foi o responsável por fazer James Wan desistir de dirigir o terceiro Invocação do Mal para poder se dedicar exclusivamente a esse projeto. Estrelado por Annabelle Wallis, o filme é uma obra de arte para os fãs de terror por conseguir misturar de forma surreal diversas influências do gênero em uma única história. Os dois maiores influenciadores são o slasher e o terror japonês, mas diversos outros elementos são inseridos, fazendo uma verdadeira ode ao terror. Na trama, uma mulher vive um relacionamento abusivo. Depois de uma criatura resolver esse problema, ela começa a ser assombrada por visões de assassinatos. No início, ela pensa serem pesadelos, mas logo percebe que está vendo mortes reais. A mulher começa a investigar e descobre que todas estão ligadas por uma entidade que assombra seu passado.

The Fundamentals Of Caring (Netflix)

Lançado na Netflix em 2016, essa dramédia estrelada por Paul Rudd e Selena Gomez conta a história de um escritor que passa por uma grande tragédia na vida e encontra refúgio se tornando cuidador. Seu primeiro trabalho é junto a um jovem adulto com distrofia muscular. O garoto é cheio de manias e é envolvido por uma ironia insuportável, mas isso muda quando eles saem em uma viagem para conhecer os lugares dos sonhos do jovem junto a uma futura mamãe cheia de incertezas sobre o futuro. É um filme muito interessante e divertido sobre a vida e a amizade.

Crítica | Ficaremos Bem – Stellan Skargard estrela comovente drama representante da Noruega ao Oscar 2021

Quanto amor resta quando tudo o mais está prestes a acabar? Quanto carinho e afeto podem ser resgatados, reacendidos, quando todas as brigas e discordâncias são apequenadas diante de uma trágica notícia que muda toda a configuração de uma família? São esses questionamentos que direcionam o longa ‘Ficaremos Bem’, indicação da Noruega a uma vaga no Oscar 2021 e que chega esse mês ao público brasileiro através das plataformas de aluguel sob demanda e também na Amazon Prime e Apple TV+.

Anja (Andrea Bræin Hovig) é uma renomada artista e coreógrafa, que acaba de retomar sua carreira com a estreia de seu novo espetáculo. Quando volta para casa, sente-se mal subitamente e marca uma consulta com um especialista, certa de que não será nada e estará bem para as festas de fim de ano que se aproximam. Porém, quando o médico lhe telefona com o resultado dos exames e comunica que Anja está com um câncer em estágio avançado, incurável, e que ela terá apenas alguns meses de vida, Anja irá repensar sua vida e sua relação com Tomas (Stellan Skarsgård), um homem com quem vive há anos mas com quem ainda não é casada. Será que todo esse tempo que viveram juntos, compartilhando uma vida, terá valido a pena, quando Tomas passou a maior parte desse tempo dedicando-se ao próprio trabalho e reservando pouco tempo para os filhos pequenos que tem com Anja?

Em pouco mais de duas horas de produção, em ‘Ficaremos Bem’ o espectador é convidado a refletir sobre o trajeto, não sobre o destino. Quer dizer, o longa propõe pensar não na finitude da vida ou no impacto que uma doença como o câncer causa nas famílias, mas sim em como devemos viver nossos dias enquanto não temos um prazo de validade fixado em nosso destino.

De uma maneira bem simples e coesa, o roteiro de Maria Sodahl busca retratar a angústia, os desafios e as inseguranças diárias de uma pessoa com câncer, que repensa suas escolhas, seus acertos e erros na vida e tenta, de alguma maneira, acertar aquilo que não lhe parece bem, ainda que nem sempre com alguma delicadeza. Inspirado na vida pessoal da própria Maria Sodahl, que também dirige o longa, uma das coisas mais interessantes em ‘Ficaremos Bem’ é o fato de que todos os médicos que aparecem no filme são médicos de verdade, e não atores.

O casal protagonista consegue transmitir exatamente a problemática da incerteza, com Stellan Skarsgård bem em seu papel de um homem que causa sentimentos duais no espectador, ao mesmo tempo amoroso e negligente por tanto tempo – o tipo de sujeito facilmente reconhecível em muitas famílias. Ao focar sua história no inesperado da má notícia – afinal, ninguém planeja descobrir um câncer às vésperas do Natal –, ‘Ficaremos Bem’ é um filme dramático e reflexivo, que não propõe soluções, mas sim um caminho para pensar no quanto boa parte do que damos importância em vida quase nunca é de fato importante, e que só percebemos o valor das coisas quando estamos prestes a perdê-las.

‘Alita: Anjo de Combate’ conquista a marca de US$ 380 milhões em bilheteria

Alita: Anjo de Combate‘ continua surpreendendo nas bilheterias. O longa produzido por James Cameron superou ainda mais as expectativas e conquistou a marca de US$ 380 milhões em bilheteria mundial. Só nos EUA, foram 78 milhões de dólares.

No entanto, por causa do seu altíssimo orçamento, o longa precisa arrecadar em média US$ 500-550 milhões para ser considerado um sucesso, então ainda há um longo caminho pela frente. Há grandes chances do filme ser um sucesso na China podendo elevar mais essa marca.

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é baseado no mangá Battle Angel Alita.

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Rosa Salazar estrela como a personagem título. O elenco ainda inclui Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘O Rei Leão’ desbanca ‘Pantera Negra’ e se torna a 10ª MAIOR BILHETERIA de todos os tempos

‘O Rei Leão’ tornou-se em pouco tempo uma das maiores bilheterias de toda a história do cinema.

Na última quinta-feira, o longa-metragem dirigido por Jon Favreau alcançou 1,348 bilhão de dólares e se tornou a 10ª maior bilheteria de todos os tempos. 36% do arrecadado (484,2 milhões) se concentrou nos cinemas estadunidenses, enquanto 863,8 milhões foram feitos mundialmente.

A produção até mesmo ultrapassou ‘Pantera Negra’, que ocupava o lugar no ranking com 1,346 bilhão. Agora, com os números da bilheteria começando a diminuir, não se sabe o quão longe o filme pode chegar, ainda que analistas especulam que o remake possa superar ‘Vingadores: Era de Ultron’ (1,4 bilhão) e até mesmo ‘Velozes e Furiosos 7’ (1,51 bilhão).

Como se não bastasse, o live-action já se tornou o mais lucrativo dos estúdios Disney (com exceção do MCU e da franquia ‘Star Wars’), desbancando ‘A Bela e a Fera’ (1,33 bilhões).

Dirigido por Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo‘), o longa é a versão live-action da animação clássica lançada em 1994.

Simba idolatra seu pai, Rei Mufasa, e leva a sério seu futuro real. Mas nem todos do reino celebram sua chegada. Scar, o irmão de Mufasa e anterior herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino será repleta de traições, tragédia e drama, resultando no exilo de Simba. Com ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba deverá descobrir como crescer e tomar o que é seu por direito.

O elenco conta com Donald Glover (Simba), Beyoncé (Nala), Chiwetel Ejiofor (Scar), Seth Rogen (Pumba), Billy Eichner (Timão) e James Earl Jones (Mufasa).

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

Assista à nossa crítica:

‘The French Dispatch’: Filme de Wes Anderson ganha divertido trailer oficial; Confira!

‘The French Dispatch’, novo filme de Wes Anderson, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

A produção terá 108 minutos de duração (1 hora e 48 minutos).

O filme estrela Benicio Del ToroFrances McDormandJeffrey WrightAdrien BrodyTimothée ChalametLéa Seydoux, Tilda SwintonMathieu Amalric, Lyna KhoudriStephen ParkOwen WilsonBill Murray.

As filmagens ocorreram na França.

De acordo com o IndieWire, o filme é uma carta de amor aos jornalistas e se passa no posto avançado parisiense de um jornal americano, na metade do século XX.

‘The French Dispatch’ estreia no dia 24 de julho de 2020.