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‘Batgirl’: Produtor CONFIRMOU a data de lançamento?

Depois de um bom tempo sendo produzido, o filme da ‘Batgirl‘ finalmente está acontecendo e daqui a pouco chega em suas filmagens finais. Estrelado por Leslie Grace (‘Em um Bairro de Nova York‘), o filme está pronto para apresentar a heroína de Gotham no DCEU pela primeira vez nos cinemas. Além disso, também nos trará JK Simmons como o pai de Barbara, Comissário Gordon, e o melhor tudo, Michael Keaton novamente como Batman – após seu retorno em ‘The Flash‘.

Até agora, a única confirmação oficial que tivemos sobre quando o exclusivo do HBO Max vai estrear é que será em algum momento de 2022. No entanto, com ‘The Flash’ agendado para novembro, isso certamente deixa dezembro como a única janela possível para ‘Batgirl‘.

E parece que agora isso foi confirmado pelo produtor Michael Uslan. Uslan, que foi creditado em todos os do Cavaleiro das Trevas, desde o ‘Batman’ (1989), foi ao Instagram neste fim de semana para compartilhar o que parece ser a sombra do Cruzado Encapuzado.

“Deve chegar em novembro… dezembro… ou quando… Michael Keaton Retornar…”

Recentemente, um canal do YouTube também divulgou um vídeo em que Simmons está usando uma peruca ruiva, e tudo indica que a cena se trata de um flashback da época em que o Homem-Morcego estava no auge de seus dias como Cavaleiro da Trevas.

Além disso, vemos Gordon abraçando uma jovem que definitivamente parece ser sua filha, Barbara… Então é possível que o Batman a salvou de alguma ocorrência, o que prepara o cenário para ela se tornar uma vigilante e seguir seus passos.

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Leslie Grace dará vida à personagem titular, enquanto Brendan Fraser (‘A Múmia’) será o Vagalume (Firefly), um dos vilões confirmados.

Para quem não conhece, o vilão fez sua estreia nos quadrinhos em Detective Comics #184, em junho de 1952, e foi reimaginado décadas mais tarde como um piromaníaco sociopata com uma compulsão obsessiva por começar incêndios. Seu nome verdadeiro é Garfield Lynns.

Além disso, ele também é equipado com um traje que carrega um pesado arsenal de armas de fogo, incluindo lança-chamas, granadas, napalm e bombas de fumaça, bem como uma lâmina de plasma super-aquecido para combate próximo.

Jacob Scipio, Rebecca Front, Corey JohnsonEthan Kai foram escalados para papéis não revelados.

Bilall FallahAdil El Arbi (‘Bad Boys para Sempre’) entram como diretores. Christina Hodson assina o roteiro.

Ainda sem previsão de estreia, a adaptação ganhou sua primeira imagem conceitual durante a DC FanDome.

Confira:

Anteriormente, Grace revelou um pouco sobre a trama do longa.

“Bárbara é alguém que foi subestimada até mesmo por seu próprio pai. E, como a filha mais nova, às vezes você está isolada de todas as coisas difíceis da vida, então ela está ansiosa para provar a si mesma e a todos que há algumas coisas com as quais ela pode lidar sozinha.”

Ela continuou, comparando-se com a personagem:

“Na pesquisa que tenho feito para a pré-produção, aprendi muitas coisas sobre Barbara que me conectam a ela. Eu me identifiquei muito com ela porque este é apenas o meu segundo trabalho como atriz e sinto que estou em uma jornada para provar a mim mesma quais barreiras posso quebrar, quais limites posso ultrapassar e estou animado para incorporar toda essa ansiedade, teimosia e determinação que compõem o caráter de Barbara.”

Por fim, ela comentou qual foi sua reação ao descobrir que foi escalada.

“Ah, cara! Foi um choque, foi muito louco. Eu fiz os testes e foi alucinante, mas no fundo você nunca espera por isso. Eu descobri via Zoom, porque os responsáveis fizeram uma surpresa e tudo mais. Eu achei que faria mais um teste e ainda é alucinante pensar sobre isso. Eles me fizeram ler um e-mail e estava escrito: ‘Eu sou a Batgirl. Eu só fiquei me tremendo sem entender o que estava acontecendo. Foi lindo e esse papel será uma bênção na minha carreira.”

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: James Gunn fala sobre a terceira playlist ‘Awesome Mix’

Os dois primeiros filmes dos ‘Guardiões da Galáxia‘ possuem trilhas sonoras cheias de canções icônicas, decorrentes das fitas cassete ‘Awesome Mix‘, que a mãe de Peter Quill (Chris Pratt) criou para o seu filho antes de morrer.

O diretor James Gunn confirmou que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, que atualmente está em produção, terá uma abordagem um pouco diferente no ‘Awesome Mix Vol. 3‘, – mas não da maneira que indicou um novo boato que circulou recencemente nas redes sociais.

De acordo com a conta do Twitter @Moth_Culture, o boato dizia que terceiro volume “misturará uma lista de músicas modernas do tempo de Star-Lord na Terra depois de Ultimato”.

Gunn falou respondendo o tal boato, confirmando que a escolha das músicas do terceiro filme virão do Zune de Peter, do qual ele recebeu de Kraglin no final do segundo filme.

“Não. Quill deixou a Terra assim que pôde. As músicas são do Zune.”

 Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estreia apenas em 05 de maio de 2023.

Por enquanto, ainda não se sabe nada oficial sobre a trama.

Em uma entrevista ao portal Yahoo, a atriz Karen Gillan, que reprisa seu papel como Nebulosa, revelou o quão impactada ficou ao ler o roteiro da produção.

Gillan deu detalhes de como foi a sua experiência, compartilhando ainda que a atriz Pom Klementieff – que dá vida à Mantis -, se emocionou tanto quanto ela.

Nós lemos o roteiro juntas na mesma sala e então nos olhamos e caímos em lágrimas. Os fãs irão aprender muito mais sobre as personagens que já conhecemos, e em um nível mais profundo”. 

‘Indiana Jones 5’: Frank Marshall anuncia o fim das filmagens do quinto filme com Harrison Ford

Há menos de uma semana, o veterano produtor Frank Marshall deixou todos saberem que a produção de ‘Indiana Jones 5‘ já estava chegando em sua parte final, e ele não estava mentindo.

Marshall voltou às mídias sociais, mais uma vez, para falar sobre as filmagens finais de Harrison Ford como o arqueólogo icônico, e desta vez ele indicou algo que o filme pode seguir atrás de uma foto no Twitter.

Porém, agora é que começa a parte mais difícil, onde teremos horas e horas na sala de edição e montagem, a menos, é claro, que o diretor James Mangold esteja fazendo o processo de maneira mais simples, deixando de lado todo exagero de CGI usado no quarto filme, ‘O Reino da Caveira de Cristal‘, em favor de cenários reais e efeitos práticos.

Tendo sido adiado por quase um ano, a equipe de ‘Indiana Jones 5‘ pelo menos tem tempo de sobra para entregar o produto final como querem, onde o aventureiro de chicote não deve voltar às nossas telas pelo menos até o dia 30 de junho de 2023.

Confira a postagem de Marshall:

Filmes EXCELENTES que mostram as profundas interações entre as pessoas e os animais

Ao longo do tempo entre tantas histórias que acompanhamos no mundo magico do cinema algumas abordam questões existenciais nas relações entre pessoas e animais. Nem sempre é aquela saga de amor e superação onde um animal, muitas vezes um cachorrinho, ajuda a pessoa a enfrentar os problemas e etc. Essa relação pode ser encontrada de muito mais formas, nos fazendo refletir muito sobre nossa sociedade. Sendo assim, buscando sair de filmes muito óbvios como Marley e Eu, apresento nessa lista abaixo alguns excelentes trabalhos que mostram as profundas interações entre as pessoas e os animais:

 

 

White God

Quase sempre é preciso um golpe de loucura para se construir um novo destino. E vem da Hungria um dos roteiros mais significativos e inovadores dos últimos tempos no Universo do Cinema. White God, vencedor do prêmio de Melhor Filme da Mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes em 2014, é uma fita corajosa que mostra todas as habilidades do cineasta húngaro Kornél Mundruczó. Misturando inusitadas situações, envolvendo praticamente uma guerra entre cachorros e pessoas, o longa-metragem é uma grande lição sobre os limites que todos nós devemos navegar. Para tudo que é vida no planeta ter um certo tipo de evolução, precisamos nos entender como seres humanos urgentemente.

 

As Aventuras de Pi

A fé pode mover muito mais que montanhas. O trabalho de Ang Lee é visualmente magnífico, tecnicamente perto da perfeição e seu enredo é envolvente chegando a emocionar nos momentos chaves, esse é As Aventuras de Pi. Falando sobre fé e recheado de personagens cativantes, o longa-metragem vai agradar a todos os tipos de público. O que, a princípio você possa achar que é um filme para criança, pode ter certeza, caro cinéfilo, que a fita passa longe de ser uma produção voltada ao público infantil.

 

Pig

E se você pudesse recriar momentos com sua arte? E se mesmo assim não fosse suficiente para se ter tudo na vida? Afinal, o que é ter tudo na vida? Em seu primeiro longa-metragem (dirigindo e escrevendo), após três curtas e co-dirigir dois seriados, o cineasta Michael Sarnoski consegue encontrar uma fórmula mágica, intimista, mostrando ao público dentro do inusitado universo de um homem atrás de um porco que lhe fora sequestrado. Aos poucos vamos percebendo que há toda uma impactante história por trás, mostrada na tela tecnicamente de forma sublime, dentro de uma fotografia maravilhosa. É a grande atuação da carreira de Nicolas Cage! É uma profundidade impressionante que alcança para seu complexo personagem. Somos testemunhas da ressurreição de sua carreira. Com trabalhos nos últimos anos, em sua maioria, bastante questionáveis, quando Cage acerta vira algo inesquecível.

 

Professor Polvo

Tudo na vida tem começo, meio e fim. Um homem e seus conflitos em certa etapa da vida, consumido pelo stress de um cotidiano caótico em não encontrar um oásis dentro das obrigações que se amontoam em sua vida. Durante mais de 200 dias na África do Sul, resolve interagir todo esse tempo com um polvo e assim acaba embarcando em uma série de descobertas sobre como vive esse molusco de oito tentáculos e que possui uma série de ventanas. Uma narrativa detalhista, emocionante, que mexe com nossos campos reflexivos nos paralelos que encontramos entre as leis da vida de um polvo e nós que estamos fora da água. Professor Polvo, produzido pela Netflix, venceu o Oscar de Melhor Documentário em 2021.

 

No Coração do Mar

Após o eletrizante Rush: No Limite da Emoção, o cineasta vencedor do Oscar Ron Howard voltou aos longas-metragens anos atrás dessa vez para contar ao público uma história complementar a do clássico Moby DickNo Coração do Mar conta as verdades não ditas sobre um grupo de marinheiros que enfrentaram um dos maiores animais do planeta no meio de um dos oceanos, a milhas e milhas longe da terra. Com um orçamento que beirou os 50 milhões de dólares, o filme possui efeitos especiais maravilhosos, ótima edição, trilha sonora eficaz, além de uma forte e sólida trama que prende o espectador. Um destaque na atuação vai para o experiente Brendan Gleeson que emociona bastante com seu sofrido personagem.

 

Okja

A amizade não se busca, não se sonha, não se deseja; ela exerce-se. Escrito e dirigido pelo genial cineasta sul coreano Joon-ho Bong (dos espetaculares Parasita, Expresso do Amanhã, Mother e The Host), Okja é uma baita crítica à indústria dos alimentos além de uma metáfora poética sobre a amizade. Com personagens fascinantes, principalmente o fofíssimo Okja, super carismático, um roteiro cirúrgico que escancara argumentos profundos sobre os limites de mega indústrias e o caótico arranjo da indústria alimentícia esse projeto é um dos filmes inesquecíveis do ano de 2017.

 

Dumbo

A amizade está contida em qualquer lugar onde tenha boas almas que busquem o sonhar. Baseado no livro de Helen Aberson, que foi imortalizado pelo famoso desenho de décadas atrás que conquistou plateias de todo o mundo, Dumbo, aqui dirigido pelo genial Tim Burton, consegue manter a mesma atmosfera emocionante adicionando um tom equilibrado entre as alegrias e a tristeza que o pequeno elefantinho e seus amigos vivem ao longo de toda a aventura. Burton consegue novamente criar um filme empolgante e com mensagens tão lindas para todas as gerações.

 

Meu Amigo Enzo

A arte de andar na chuva. Chegou aos cinemas brasileiros, quase de que maneira desapercebida anos atrás um lindo filme que além de falar sobre amizade, universo canino, diz muito sobre o poder de nossos sonhos e a importância que a família tem em nossa vida. Dirigido pelo britânico Simon Curtis (A Dama Dourada), baseado em um roteiro adaptado do livro de Garth Stein, dos mesmos produtores de Marley e Eu, Meu Amigo Enzo é uma grande jornada ao redor da vida de um amoroso e carinhoso piloto profissional de carros. Dividido em arcos bem definidos, vamos nos aproximando da história através da narração de Enzo, o cãozinho que vive os dias mais intensos da vida do protagonista.

Crítica | Amor Artificial – A Inacreditável História de AMOR entre uma Mulher e um PRÉDIO!

2022 definitivamente já começa a ser marcado como o ano em que a Netflix decidiu trazer para seus assinantes um conteúdo diferentão. Para além do tiro, porrada e bomba dos arrasta-quarteirão dos EUA, a gigante dos streamings tem trazido também produções não-hollywoodianas de diversos países, dentre os quais vamos destacar aqui o inacreditável (com todos os sentidos que essa palavra tem) longa tailandês ‘Amor Artificial’.

Lana (Pimchanok Leuwisetpaiboon) é uma jovem mulher que trabalha como design de produto para uma grande corporação, mas está sofrendo de bloqueio criativo, pois quer muito engatar um relacionamento, mas anda se envolvendo com maus caráteres em encontros horríveis. Ela desabafa sua vida com Dob (Mario Maurer), a inteligência artificial que gerencia e é o cérebro do prédio automatizado no qual ela trabalha. Certo dia Lana é surpreendida por uma declaração estranha de Dob, que diz estar apaixonado por ela. Desconcertada, ela agradece, mas explica ser uma relação impossível, afinal, ela é uma humana e ele é uma IA. Porém Dob está convicto de seus sentimentos e fará de tudo para ficar com sua amada.

Tem hora que eu nem acredito na sinopse que estou escrevendo… mas então, resumidamente, ‘Amor Artificial’ é a inacreditável história de amor entre uma mulher e um prédio. É, é isso mesmo. Em uma hora e trinta e cinco de duração vemos o roteiro de Stephan Zlotescu buscar artifícios para fazer essa história acontecer, de modo que o primeiro arco do filme faz o espectador até rir da improbabilidade da situação e torcer para que de alguma forma os protagonistas consigam realizar suas vontades.

O problema, talvez, seja a contraposição do enredo. Se por um lado a IA é tão fofinha e interessada em chamar a atenção da protagonista, por outro Lana, a partir do momento que toma conhecimento dos sentimentos do robô, reage de maneira fria; com seus pretendentes humanos – tudo bem que todos são meio babacas, mas há uma reviravolta – ela começa a agir de maneira grosseira, cortando um deles sem nem mesmo se dispor a ouvir quando ele a procura novamente. Desse jeito, entre humana e robô, o espectador começa a acreditar que a inteligência artificial é boa demais para aquela mulher humana – o que, num filme de romance, é problemático. A direção do próprio Stephan Zlotescu com David Asavanond poderia ter percebido o caminho que estava seguindo e ter tentado melhorar esse ponto crucial antes da versão final.

Como todo filme de ficção científica, em ‘Amor Artificial’ o que chama a atenção é mesmo os tais prédios automatizados e inteligentes, cujas personalidades se alinham com a de seus frequentadores, a ponto de saberem segredos deles. E o design de produção também, que transforma a estética dos prédios em robozinhos adoráveis, com bracinhos e sobrancelhas que lhes conferem sentimentos e personalidade.

Para aqueles que estão em busca de uma história doida de entretenimento, e misturada ainda por cima com uma pitada de romance estilo conto de fadas, pode mergulhar na incredulidade que é ‘Amor Artificial’ – uma história água com açúcar que eleva as histórias de amor para o plano do absurdo.

Produtor de ‘Eternos’ diz que filmes dos ‘X-Men’ vão abrir as feridas sociais do mundo atual

Apesar de ‘Eternos‘ trazer um elenco bastante diversificado e apostar numa trama de representatividade gay, estes elementos não foram tão aprofundados como acontece com os ‘X-Men‘.

Quem é fã da equipe de mutantes sabe que sua luta por igualdade foi inspirada pelas lutas das minorias na tentativa de serem aceitas no mundo.

Durante uma entrevista para o podcast Phaze Zero, o produtor Nate Moore tocou no assunto e disse que ‘Eternos‘ nunca teve o objetivo de fazer uma crítica social, diferente do ‘X-Men‘.

“Para mim, nosso objetivo com o filme não era fazer um filme sobre a diversidade de uma forma crítica como acontece em ‘X-Men’. Na verdade, osX-Men‘ foram criados com esse objetivo, é uma alegoria direta às lutas de pessoas que são condenadas e perseguidas pelo que são. ‘Eternos’ não traz nenhuma análise sobre isso porque é algo natural para eles. Eles nunca precisaram enfrentar o preconceito.”

Por outro lado, ele sugeriu que os filmes dos ‘X-Men‘ vão provocar diversos debates sobre as ‘feridas sociais’ do mundo atual.

“‘Eternos‘ está muito mais para uma conversa sobre fé, propósito e o valor da humanidade, mas não necessariamente no contexto sobre diversidade social. Eu acho que se, e quando chegarmos a um filme dos ‘X-Men‘, esse debate será muito mais adequado porque isso está no DNA dos ‘X-Men‘. Não podemos fazer um filme dos mutantes sem tocar nas feridas sociais que estamos vivendo.”

Pelo visto, parece que as discussões sobre as tramas dos filmes dos mutantes já estão em andamento nos bastidores da Marvel

No entanto, ainda não há previsão para a chegada dos heróis ao MCU, então só nos resta aguardar.  

Reboot de ‘O Grito’ está disponível na HBO Max!

O reboot de ‘O Grito‘ já está disponível no catálogo brasileiro da HBO Max.

Na trama, uma casa é amaldiçoada por um fantasma vingativo que condena aqueles que entram com uma morte violenta.

Confira o trailer:

Com orçamento de apenas US$ 10 milhões, o filme arrecadou US$ 49.5 milhões mundialmente.

 

Crítica | O Grito – Reboot do terror é criativo e possui grande apelo dramático

Dirigido por Nicolas Pesce, o reboot se passa no mesmo universo que o remake de 2004, estrelado pela Sarah Michelle Guellar. E sua trama se passará simultaneamente com a do primeiro filme.

Da Arquitetura para o Cinema: Os melhores filmes de Fernando Meirelles

Fernando Meirelles - Österreichpremiere "360" im Wiener Volkstheater

Filho de um médico, Fernando Meirelles sempre viajou desde sempre para diversos lugares. Quando adolescente, seu pai o presenteou com uma filmadora, daí nasceu seu amor pelo cinema. Cursou Arquitetura e Urbanismo na USP. Após alguns trabalhos já dentro do audiovisual, no final da década de 90, Fernando ganhou o livro Cidade de Deus e resolveu produzir e dirigir o filme baseado na obra se tornando um longa-metragem impactante na história da filmografia brasileira de todos os tempos. Daí em diante sua carreira como cineasta decolou e em 2005 realizou sua primeira produção internacional, o Jardineiro Fiel.

Meirelles é um dos cineastas brasileiros mais conhecidos internacionalmente, com direito até uma indicação ao Oscar de Melhor Direção. Hoje, ele faz 66 anos e resolvemos indicar alguns dos ótimos filmes dele.

 

Cidade De Deus

Talvez a Obra-Prima da carreira de Meirelles, um filme que ficará marcado na memória de todos os cinéfilos e cinéfilas que já o assistiram, uma impactante produção do nosso audiovisual. Em 2002, chegou aos cinemas de todo o Brasil, Cidade de Deus, adaptado do livro homônimo de Paulo Lins. No filme conhecemos a trajetória da Cidade de Deus, desde a década de 60 até o início dos anos 80. Pelas histórias de personagens moradores da região, vamos vendo histórias que levaram o lugar a ser considerado uma das regiões mais violentas do Rio de Janeiro.

 

O Jardineiro Fiel

Um dos filmes de maior orçamento de todas as produções de Meirelles até hoje (25 milhões de dólares), e seu primeiro longa-metragem internacional do currículo, O Jardineiro Fiel é baseado no romance homônimo do escritor britânico (que tem muitas obras sobre espionagem) John le Carré. Na trama, conhecemos um diplomata britânico que trabalha em Nairóbi, no Quênia, que decide investigar as razões do assassinato de sua esposa, uma ativista de direitos humanos. O filme foi indicado a quatro Oscars, vencendo na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante (Rachel Weisz).

 

Ensaio sobre a Cegueira

No ano de 2008, Meirelles trouxe para as telonas a adaptação homônima da obra do vencedor do prêmio Nobel, José Saramago, Ensaio sobre a Cegueira. Rodado no Brasil, no Canadá e no Uruguai, o filme nos mostra uma epidemia conhecida como cegueira branca atinge uma cidade. A mulher de um médico é a única pessoa que ainda consegue enxergar. Ela vai para um abrigo com seu marido cego e encontra outras pessoas na mesma situação que a dele. O elenco é muito bom, nomes como: Julianne Moore, Mark Ruffalo, Gael García Bernal, Danny Glover, Sandra Oh e Alice Braga enchem a tela de emoção.

 

Dois Papas

Uma igreja que se casa com uma era ficará viúva na próxima era. Dois Papas é um contratempo do pensar, dois dos maiores artistas de suas gerações, o tango vs pretzel, tudo isso envolto em suposições de dias de diálogos entre duas mentes completamente diferentes mas que amam o mesmo Deus. Indicado em algumas categorias no Globo de Ouro e no Oscar, essa produção Netflix é um leve filme, onde nos diálogos a magia acontece.

 

Domésticas

Baseado na peça Domésticas de Renata Melo, conhecemos cinco personagens que são grandes mulheres batalhadoras. Todas têm sonhos distintos mas vivem a mesma realidade: trabalhar com empregada doméstica. O filme percorreu muitos festivais pelo Brasil e também foi exibido no Festival de Roterdã.

 

Foi Difícil! Mas Ranqueamos TODOS os Filmes da Franquia 007 – Do PIOR ao MELHOR!

007Sem Tempo para Morrer já estreou nos cinemas brasileiros e pelo mundo, se tornando um sucesso de crítica e bilheteria. Para os fãs da franquia, a despedida do ator Daniel Craig e de toda a sua era, iniciada em 2006, não poderia ser mais satisfatória. Criado pelo autor britânico Ian Fleming, o primeiro livro contendo o espião James Bond foi lançado em 1953, num total de 14 obras literárias. Adaptado para o cinema logo na década seguinte, 007James Bond iniciou uma verdadeira febre no gênero do suspense, ação e espionagem nas telas e revolucionou o cinema entretenimento como o conhecemos hoje. Sim, 007 é um dos grandes responsáveis pela cultura pop como a temos atualmente.

Pegando carona no sucesso do vigésimo quinto filme oficial da franquia EON – a produtora responsável por levar os filmes 007 ao cinema – resolvemos realizar uma façanha que poderiam facilmente nos colocar num hospital psiquiátrico: ranquear TODOS os vinte e cinco filmes da franquia (incluindo o novíssimo Sem Tempo para Morrer), do pior ao melhor. Afinal, o maior agente secreto da sétima arte e você, nosso querido leitor do CinePOP, mereciam isso. Confira abaixo e não esqueça de deixar nos comentários a sua ordem de preferência de todos os filmes. Bem-vindo ao desafio.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

25 – O Foguete da Morte (1979)

Difícil não nomear este como o pior filme da franquia 007 no cinema, mesmo sendo um episódio extremamente divertido e que recai no dilema “tão ruim que é bom”. Fora isso, o quarto filme de Roger Moore como James Bond ressurgiu como item cult, tendo seus defensores. O fato é que aqui a franquia quis pegar carona no sucesso de Star Wars (1977) e levou 007 para o espaço (!!?) para travar uma “guerra nas estrelas” com direito a armas laser. Sim, define bem a era da “galhofa” que foram os filmes de Moore, e ainda transforma o vilão Jaws em bonzinho – já que fazia sucesso com a criançada.

24 – Na Mira dos Assassinos (1985)

Muitos podem definir este filme como um episódio “inofensivo”, mas a verdade é que hoje a despedida de Roger Moore do papel se destaca de forma negativa, já que o ator se encontrava sessentão e agindo como um jovem de trinta anos. Nada convence, desde sua falta de química com a Bondgirl Tanya Roberts (trinta anos mais jovem, parecendo sua filha, ou quem sabe neta), até o fato de precisar ser substituído por um dublê em quase todas as suas cenas (criando momentos para lá de artificiais). Mas sim, temos coisas boas aqui, em especial a capanga May Day, de Grace Jones, um dos destaques da franquia, e também o vilão de Christopher Walken.

23 – Os Diamantes São Eternos (1971)

Por falar em despedidas, não foi apenas Roger Moore que disse adeus a James Bond num episódio fraco (isso parece ser uma recorrente na franquia). O primeiro e único Sean Connery também se despediu do personagem de vez (pelo menos na franquia oficial) num filme que deixou a desejar. O sétimo 007 é tão galhofa quanto os filmes de Roger Moore e leva James Bond para Las Vegas. O próprio Connery afirmou ter se divertido mais nos bastidores, já que aproveitou a cidade para cair na gandaia, chegando exausto nas gravações todos os dias.

22 – Um Novo Dia para Morrer (2002)

Esse é provavelmente o episódio mais odiado da maioria dos fãs da franquia. Mas preciso sair em defesa desta despedida de Pierce Brosnan do papel (não disse que era uma constante as despedidas ruins?). Mas só um pouco. O vigésimo filme possui coisas boas, em especial as Bondgirls, Halle Berry e Rosamund Pike. Fora isso, a trama da mudança genética do vilão é criativa, e a temática gelada é legal. No aspecto indefensável temos o infame carro invisível e as “façanhas” computadorizadas do “tiozão” Brosnan como surfar e fazer kite surfe nas geleiras, que soou mais falso do que as vacinas para Covid vendidas nos camelôs do Rio de Janeiro.

21 – O Homem com a Pistola de Ouro (1974)

Que a era de Roger Moore foi a mais “farofeira” da franquia todos nós sabemos, mas esse é todo o seu charme. Cada intérprete trouxe um clima próprio para a série, e dentre todos, os filmes de Moore são os mais “quadrinhos” e “filme B” dos longas de James Bond. Esse aqui inclusive pode ser considerado um capítulo menor, e um que quase ninguém lembra ou dá muita atenção. O que marcou aqui foi o vilão vivido por Christopher Lee, o assassino Scaramanga e sua pistola de ouro.

20 – SPECTRE (2015)

A era de Daniel Craig é considerada a mais “realista”, nua e crua da franquia. Mas isso não deveria ser sinônimo de falta de dinamismo, ação e empolgação. Mas esse é exatamente o resultado do quarto filme de Craig no papel. A surpresa é ter sido dirigido pelo mesmo Sam Mendes do elogiadíssimo Skyfall – o diretor aqui parece apenas bater ponto. Os personagens não empolgam e quem consegue mais destaque é o capanga de Dave Bautista – que deveria ter sido o principal antagonista. O pior de tudo, no entanto, é a péssima tendência de precisar interligar tudo e assim fazer de Bond irmão do vilão Blofeld. Urrrrgh.

19 – Só Se Vive Duas Vezes (1967)

A esta altura Sean Connery já estava cansado do papel, e realmente o abandonou, ficando de fora do seguinte, e retornando apenas em 1971. Temos muitos elementos do que define 007, ou os filmes de espiões da época no cinema, como a base do vilão estar localizada dentro de um vulcão. Fora isso, aqui foi revelada a face do maior antagonista da franquia: Blofeld (Donald Pleasence), embora apareça muito pouco em cena. Mas no todo, este filme tem momentos para lá de cringe, como Bond indo treinar com ninjas no Japão, e inclusive se disfarçar de asiático, num momento bem vergonha alheia.

18 – Marcado para a Morte (1987)

Infelizmente, o ator Timothy Dalton ficou pouco tempo no papel, vindo a se tornar o James Bond favorito de ninguém. Nesta fase, o personagem se tornou mais duro, menos brincalhão e os filmes eram mais sombrios e violentos. Tudo o que veríamos anos mais tarde na fase Craig, mas aqui o público ainda não estava preparado para isso. No fim das contas, Dalton passou quase despercebido no papel. E de seus dois filmes, este consegue ser o mais esquecível – com direito a 007 lutando ao lado de guerreiros do Afeganistão que viriam a criar o Talibã (assim como em Rambo III).

17 – Quantum of Solace (2008)

Os filmes pares da era Daniel Craig ficaram conhecidos como os mais fracos de seu repertório. E o segundo filme do ator como James Bond não é exatamente um dos mais memoráveis da franquia. Principalmente por suceder a estupenda estreia de Craig em Cassino Royale. A greve dos roteiristas de Hollywood prejudicou o desenvolvimento do filme que, sendo o mais curto da franquia (com uma hora e meia de duração), se mostrou muita ação e pouca história – a antítese de SPECTRE. Mesmo assim, ainda é mais interessante e menos estapafúrdio que o citado.

16 – A Chantagem Atômica (1965)

Esse foi um dos maiores sucessos da franquia, então recém-lançada apenas com três filmes anteriores. Sean Connery ainda reinava e o filme tem muitos bons elementos, como a mochila a jato usada pelo espião no início e o vilão de tapa-olho Emilio Largo, o número 2 da Spectre, satirizado em Austin Powers. Porém, o que prejudica e muito esse quarto filme é o ritmo para lá de lento das “cenas de ação” realizadas debaixo d’água. Toque de “Jênio”, que mostrou para Hollywood que isso dificilmente funciona.

15 – Octopussy (1983)

Essa escolha será polêmica. Isso porque para muitos fãs, esse é um dos piores filmes da franquia. Aqui, Roger Moore já estava com idade e só foi tirado da aposentadoria para enfrentar Sean Connery nas bilheterias, que retornava fora da franquia oficial em Nunca Mais Outra Vez. Sim, Moore já havia passado da idade aqui, mas nesta aventura que “emula Indiana Jones” temos outros atrativos. Em especial a presença de uma das personagens femininas mais interessantes da franquia, a contrabandista vivida por Maud Adams que, de forma inédita nos filmes de 007, foi a única a ganhar seu nome no título de uma produção. Um marco.

14 – O Mundo Não é o Bastante (1999)

Outra escolha polêmica no ranking. Apesar de ter feito bastante sucesso nas bilheterias da época, o último 007 do milênio não é tão bem visto pelos críticos e pelos fãs. Mas em defesa do longa, este é outro exemplar que possui uma grande personagem feminina (uma das melhores, quiçá a melhor da franquia). Elektra King (Sophie Marceau) é a herdeira de um império de petróleo que se vê alvo de um terrorista incapaz de sentir dor. Mas será que isso é tudo por trás da relação de vítima e algoz? Entendemos que existe um ponto pra lá de negativo aqui, e ele se chama Denise Richards como a Dra. Christmas Jones, uma física nuclear (risos) – o desafio é dizer esta frase sem cair na risada.

13 – Viva e Deixe Morrer (1973)

A estreia de Roger Moore como 007 tem um lugar especial em nossos corações, embora não seja, por assim dizer, um episódio que muitos elejam entre os melhores. Além de ser a fase mais “farofeira” e “zoada” da franquia, a era Moore ficou conhecida por descaradamente pegar carona no que era tendência de sucesso nos anos 1970 e 1980. Assim tivemos as próprias cópias de Star Wars e Indiana Jones nos filmes de 007, e aqui, a “onda” eram os filmes negros do movimento blaxploitation. Nem tudo desce redondo, mas situar uma aventura de James Bond numa realidade representativa é criativo e tinha potencial.

12 – O Amanhã Nunca Morre (1997)

Podemos dizer que a era de Pierce Brosnan foi a que mais se aproximou da galhofa dos filmes de Roger Moore. Mas isso começou a ocorrer aqui, no segundo longa do ator como James Bond. Foi a partir deste filme que as coisas começaram a escalar num nível de surrealismo que só iriam parar quando atingissem o “fundo do poço”. Porém, ter um vilão que é um magnata da mídia, especializado em fake News, ou produzir suas próprias notícias, é super atual e inédito num filme da franquia. Afinal, existe maneira mais eficiente de dominar o mundo? Fora isso, Michelle Yeoh rouba grande parte dos holofotes como Wai Lin, a espiã chinesa que foi a primeira Bondgirl a gerar falatório sobre um possível derivado solo.

11 – Somente para Seus Olhos (1981)

Sim, a era de Roger Moore foi a mais fantasiosa e caricata. Porém, após atingir seu auge de “canastrice” em O Foguete da Morte (o filme em que Bond vai para o Rio de Janeiro e depois para o espaço), a solução encontrada foi trazer tudo “de volta para a Terra”, fincando o espião em nosso mundo real. Assim saía do forno o filme mais “sóbrio” da era Moore. Algo que possivelmente teria acontecido também com Pierce Brosnan após Um Novo Dia para Morrer, caso optassem manter o ator. Aqui temos uma história simples e direta, mas muito eficiente, dando a Moore um filme mais real que o ator merecia. Basicamente uma jovem mulher está atrás de vingança e Bond a ajuda.

10 – Permissão para Matar (1989)

Embora, como dito, a era de Timothy Dalton seja a preferida de zero pessoas, ainda assim esta segunda investida do ator merece um pouco mais de atenção, se para mais nada ao menos pela ousadia. Acontece que este é o filme mais violento da franquia, em que Bond pede demissão da agência MI6 e parte sozinho para fazer justiça. Neste filme, em plena época da guerra contra as drogas, na qual Pablo Escobar reinava, 007 bate de frente com um cartel mexicano, liderado pelo impiedoso traficante Franz Sanchez.

09 – A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969)

Se existe um ator menos memorável do que Timothy Dalton na pele de James Bond, este sujeito atende pelo nome George Lazenby. Quem, você pergunta? Pois bem, querido leitor, após deixar o personagem no quinto filme, Sean Connery precisava de um substituto. Demonstrando pouca sabedoria, os produtores optaram por um modelo australiano, o tal Lazenby, sem qualquer experiência como ator. E o pior, ele só não continuou na franquia porque ele próprio optou por sair. Seja como for, o único filme que chegou a protagonizar não é ruim, pelo contrário. É aqui que Bond se apaixona e se casa, somente para ver sua companheira assassinada. Algo que ainda ecoaria pela franquia.

08 – GoldenEye (1995)

A estreia de Pierce Brosnan foi com o pé direito, num filme comandado pelo mesmo diretor de Cassino Royale – o sujeito entende mesmo de 007. GoldenEye não apenas entregou o James Bond definitivo dos anos 1990, como também elevou a franquia a um status que não atingia há muito tempo, desde os primórdios da década de 1960. Subitamente, James Bond era legal de novo e se transformava em fenômeno cultural, batendo de frente com os maiores blockbusters do período. Fato que perdurou na franquia até hoje, e podemos agradecer a este primeiro exemplar de Brosnan. E quem poderia esquecer a vilã orgásmica Xenia Onatopp, de Famke Janssen?

07 – O Espião que me Amava (1977)

Indiscutivelmente o grande favorito da era de Roger Moore (e também um dos mais queridos de toda a franquia), o terceiro exemplar do ator trazia um grande diferencial na série. Essa era a primeira vez que o espião possuía uma Bondgirl à altura, que não era apenas uma “donzela em perigo” ou uma vilã. A agente Soviética Triplo X, vivida por Barbara Bach, era em sumo uma versão feminina e russa de James Bond. No meio de um joguete orquestrado pelo vilão, as duas potências (Inglaterra e União Soviética) se viam em risco de guerra. Assim os países enviavam seus melhores “homens” (e mulheres) para desvendar a situação. No meio da rivalidade surge o amor. Fora isso, apresenta um dos personagens mais adorados da franquia, o vilão de dentes metálicos Jaws.

06 – Sem Tempo para Morrer (2021)

O novíssimo episódio da franquia ainda está muito recente em nossas mentes, mas o que podemos dizer é que ao contrário de Connery, Moore e Brosnan, a despedida de Craig foi pela porta da frente com o pé direito. O filme pode exceder um pouco seu tempo de duração, mas é uma despedida emocionante da franquia, ousando com muita coragem ao levar a série para lugares impensados. Temos a primeira 007 mulher e negra, por exemplo. Aliás, as personagens femininas são o destaque aqui, conseguindo redimir inclusive a personagem de Léa Seydoux do episódio anterior. As cenas de ação igualmente são um chamariz. Ou seja, acerta em quase todas as notas.

05 – O Satânico Dr. No (1962)

O primeirão de todos. Foi aqui que tudo começou e se a franquia existe foi graças a este filme. Embora tenha sido superado por suas sequências, no primeiro episódio já tínhamos muito do que esses filmes viriam a ser, em especial tudo o que diz respeito ao universo criado por Ian Fleming nos livros. Já de cara tínhamos lançadas certas tendências que viriam a definir o subgênero no cinema. E impulsionando tudo, a presença de Sean Connery, um intérprete acertadíssimo escolhido a dedo. Suspense, tensão, ação, aparelhos eletrônicos (sofisticados para a época), belas mulheres, locações paradisíacas, muito perigo, um protagonista suave e elegante, porém duro, e um vilão megalomaníaco, numa base secreta subaquática. É ou não para fazer escola?

04 – Operação Skyfall (2012)

Digamos apenas que essa deveria ter sido a continuação de Cassino Royale que Quantum of Solace não foi. De fato, para muitos este filme é ainda melhor do que a estreia de Daniel Craig como Bond. Uma coisa é certa, mais prestígio este terceiro possui, já que emplacou no Oscar, e venceu duas estatuetas, além de ter sido o primeiro e único a ultrapassar a marca de US$1 bilhão em bilheterias mundiais. O que mesmo reajustando a inflação para os dias de hoje dos filmes antigos, o coloca como o mais rentável da série. Skyfall talvez seja mais sofisticado e artístico que Cassino Royale, uma aula de cinema autoral num dos maiores e mais caros produtos de entretenimento do mundo.

03 – Moscou Contra 007 (1963)

Demonstrando que estava no caminho certo, o segundo filme da franquia ainda é melhor que o original. Além de Sean Connery estar mais à vontade no papel, ainda tínhamos uma trama mais desafiadora. Agora, Bond tinha em sua cola um assassino profissional, Red Grant, tão eficiente quanto ele, contratado pela Spectre. Esse segundo filme é lembrado com muito carinho pelos fãs e se comporta muitas vezes bem mais como um thriller de espionagem do que como um filme de ação blockbuster. O desfecho a bordo do expresso do oriente apenas corrobora isso.

02 – Goldfinger (1964)

O terceiro filme da franquia, novamente com Connery, foi o que a elevou de vez, transformando o espião James Bond num fenômeno cultural. Nem existe muita discussão, Goldfinger é o preferido de pelo menos metade dos fãs da franquia, ou quem sabe os fãs mais tradicionalistas. Aqui a franquia ainda adicionava muito à sua mitologia e todos os itens que fariam parte da febre dos filmes de espiões que dominaria o cinema na época. Aqui temos de tudo um pouco, desde um vilão megalomaníaco atrás de ouro, um capanga que quase rouba a cena, nas formas de Objob, o asiático parrudo com o chapéu mortal, uma Bondgirl de nome provocativo (Pussy Galore) e outra que morre de forma icônica, pintada de ouro. É o resumo de 007 no cinema.

01 – Cassino Royale (2006)

Não sei se esta escolha divide tanto as opiniões quanto antigamente. O fato é: os tempos mudaram. E apesar dos filmes originais com Sean Connery ainda serem maravilhosos, eles são muito retrato de uma época que fica cada vez mais para trás. Ou seja, os anos 1960 já não possuem mais a mesma ressonância hoje do que outrora. De fato, até mesmo os anos 1980 estão ficando “datados” para os padrões atuais. Classe, sofisticação e costumes de um mundo “esquecido” que agora parece ficar apenas na memória. Mas sem grandes lamentações, porque a franquia 007 nos deu um exemplar atual à altura, que é retrato de nossa época. Sem esquecer os adjetivos usados acima, ainda acrescenta muita truculência na medida certa, equilibrando e apresentando aos novos tempos a essência de James Bond. Cassino Royale ganha a medalha de ouro em nossa opinião porque consegue transcender o próprio gênero, se tornando um filme satisfatório até para os não adeptos da franquia. Sair de seu nicho é a receita que qualquer produção cinematográfica deve seguir para se tornar lendária.

Dicas | ‘Gremlins’, ‘Os Goonies’ e outros CLÁSSICOS dos anos 80 que estão na Netflix

A década de 80 foi mágica para a Cultura Pop americana. Foi nela que diversos clássicos imortais foram lançados e começaram a conquistar diferentes gerações.

Apesar da vasta gama de longas dessa época, o CinePOP topou a difícil missão de selecionar apenas cinco filmes dos anos 80 e que estejam na Netflix para você assistir neste final de semana.

Confira!

Os Goonies
Considerado um dos melhores filmes sobre amizade infantil de todos os tempos, Os Goonies conta a história de um grupo de pestinhas que acaba se envolvendo em uma aventura perigosa e inesquecível atrás do lendário tesouro do pirata Willy Caolho. Nessa jornada, eles vão precisar confiar e contar um com o outro se quiserem sobreviver. Com direção de Richard Donner e personagens memoráveis, é um longa cheio de nostalgia e aventura.

Gremlins

Dirigido por Joe Dante, esse filme de comédia politicamente incorreta flerta entre o humor e o horror com maestria. A trama é bem simples. Um menino ganha um bichinho de estimação muito fofo que precisa de três regras para viver sem problemas: nada de luz forte, nada de água e nada de comida depois da meia noite. E como todo garoto americano, é claro que o protagonista quebra todas as regras, fazendo com que sua cidade seja atacada por monstros sacanas e sedentos por entretenimento e violência.

De Volta Para o Futuro
Filme que praticamente definiu os conceitos de viagem no tempo nos cinemas, De Volta Para o Futuro é uma aventura que atravessa gerações e que envelheceu bem demais. A trama fala sobre um menino aspirante a músico que tem amizade com um cientista maluco. Quando ele é chamado para filmar um experimento histórico, as coisas dão errado e ele acaba voltando para o passado, onde precisará convencer seus pais a saírem para que ele não desapareça no futuro.

Rambo: Nascido Para Matar
Primeiro capítulo da interminável saga de Sylvester Stallone assassinando os inimigos a sangue frio, esse filme é um longa de ação sobre o abandono do governo americano aos soldados da Guerra do Vietnã. Após retornar da guerra, John Rambo é um Boina Verde que lida com as consequências psicológicas de seu cativeiro no front enquanto tenta sobreviver nos EUA. Porém, ele acaba sendo confundido com um criminoso e precisará enfrentar a polícia de seu país se quiser sobreviver.

Karatê Kid

Primeiro capítulo de uma quadrilogia bastante irregular, Karatê Kid é um filme bem sessão da tarde sobre a amizade de um menino e um idoso faz tudo por meio das artes marciais. Na trama, o garoto se muda para uma nova cidade, onde começa a fazer e sofrer bullying. O problema é que o valentão com quem ele se meteu é brabo no Karatê e vai infernizar a vida dele com golpes pesados. Então, o garoto conhece um mestre oculto desta arte marcial e, por meio de métodos não convencionais, vai virar seu aluno para derrotar seu inimigo de escola.

Todos os filmes citados estão na Netflix.

Crítica | Adeus, Idiotas – Uma Comédia Dramática Francesa que Beira o Absurdo

Os cinéfilos que curtem o bom cinema francês sabem que as peculiaridades do humor nas produções desse país não são plenamente entendidas por boa parcela do público espectador – e está tudo bem. Isso acontece porque nem todas as narrativas são ou precisam ser iguais, e, no caso da França, essa fina camada que divide o humor e o absurdo é uma das características mais marcantes da produção contemporânea, e pode ser facilmente identificada no lançamento ‘Adeus, Idiotas’, que chega essa semana às salas de cinema brasileiras.

Suze Trappet (Virginie Efira) é uma cabelereira de quarenta e poucos anos que acaba de descobrir que está com uma doença terminal e tem pouquíssimo tempo de vida. Diante de seu destino fatídico ela decide ir atrás de seu filho natural, de quem abrira mão anonimamente à época do nascimento e que agora ela precisa saber o paradeiro. Para tal, Suze busca informações no arquivo da cidade, onde coincidentemente acaba conhecendo ao Sr. Cuchas (Albert Dupontel), que acaba de ser passado para trás na empresa em que trabalha e tenta se matar em seu próprio escritório, causando um enorme acidente. No meio do caos que se forma, esses dois vão acabar unindo forças, com a ajuda do arquivista Serge Blin (Nicolas Marié), um homem cego contratado apenas para preencher as cotas da empresa e que na base do milagre consegue direcionar os caminhos certos a serem percorridos pelas ruas de Paris.

Em pouco mais de uma hora e meia o espectador é convidado a acompanhar a louca jornada de três personagens completamente diferentes que se juntam num caminho improvável no qual nenhum deles têm interesse direto, mas mesmo assim se envolvem. A construção do relacionamento desses três indivíduos é o mais gostoso no roteiro de Xavier Nemo, Marcia Romano e Albert Dupontel (sim, um dos protagonistas). Ainda que o início seja confuso (começamos acompanhando um protagonista e, então, a câmera gira e passamos a acompanhar outro, sem nenhuma transição lógica em princípio), a costura do envolvimento dos três em situações histéricas e absurdas é o que promove o riso e mantém o ambiente cômico das cenas.

De uma forma sutil, ‘Adeus, Idiotas’ se apresenta como uma comédia dramática, baseando sua essência no primeiro para terminar seu enredo já no segundo gênero, numa pegada bastante ‘Thelma e Louise’. E talvez esse seja o grande lance do filme de Albert Dupontel: construir uma história em que os personagens se tornam heróis de suas próprias vidas, ainda que a sociedade e o mundo tentem com insistência esmagá-los com a força do destino ou da globalização.

Adeus, Idiotas’ traz aquele típico humor ácido francês que se constrói na tensão e na histeria do abismo. Nada é escrachado, tudo é subentendido, retratado nas reações dos personagens: quem entendeu, entendeu. Com a leveza da tragédia contemporânea do cosmopoliticismo, é um filme que convida o espectador a pensar que realmente só temos o dia de hoje, e não podemos deixar assuntos mal resolvidos em vida, bem como também não dá para lutar contra grandes corporações, pois, por mais que nos esforcemos, sempre seremos descartáveis para os grandes empresários. C’est la vie.

‘Meu Filho’: James McAvoy busca filho desaparecido no trailer LEGENDADO do suspense

A Amazon Prime divulgou o trailer legendado do suspense ‘Meu Filho‘, estrelado por James McAvoy (‘Fragmentado’).

Confira:

Dirigido por Christian Carion, o longa é um remake de ‘Mon Garçon‘ (2017).

Edmond (McAvoy) e sua ex-mulher, Joan (Claire Foy), descobrem que seu filho de 7 anos desapareceu em um acampamento. Aos poucos, os pais percebem que estão lidando com um sequestro e agora eles entram em uma corrida desesperada pelo paradeiro do filho.

Com uma narrativa fora do comum, James McAvoy não recebeu o roteiro durante as filmagens e vai descobrir junto com o público a verdade sobre a trama.

O suspense será lançado na plataforma no dia 15 de setembro.

‘Batman’ | Saiba onde assistir aos filmes com o Homem-Morcego

O novo filme do Batman, agora estrela por Robert Pattinson, chega aos cinemas brasileiros nesta semana com uma proposta de abordar Bruce Wayne como um anti-herói psicótico, tomando atitudes tão questionáveis quanto a de seus adversários. Ambientado em uma Gotham mais pé no chão, o filme quer se distanciar de todas as outras versões do Cruzado Encapuzado que já apareceram nas telonas.

Pensando nisso, o CinePOP listou onde vocês podem encontrar os filmes dessas versões anteriores do herói caso queiram assisti-los antes de enfim verem o novo Batman. Confira!

 

Batman: O Homem-Morcego (1966)

Reflexo dos anos 60, esse filme se baseia na icônica série estrelada por Adam West para contar a história de um quarteto sinistro formado por Coringa (Cesar Romero), Pinguim (Burgess Meredith), Charada (Frank Gorshin) e a Mulher-Gato (Lee Meriwether), que se reúne para tentar acabar de uma vez por todas com o Batman (Adam West) e o Robin (Burt Ward). Mas como eles vão fazer isso? Com o Desidratador, é claro… Uma invenção maluca que reduz os seres humanos a pó. Então, a Dupla Dinâmica precisará sobreviver aos vilões para salvar Gotham em meio a suas trapalhadas.

Onde assistir: Star+.


Batman
(1989)

O filme que redefiniu o herói nos cinemas conta a história do ricaço Bruce Wayne (Michael Keaton), que perdeu os pais quando criança, vivendo em Gotham, onde se veste de morcego e combate o crime organizado durante a noite. Durante um fuga, um dos parceiros do chefão do crime local acaba caindo em um tanque de substâncias químicas e se transforma no terrível Coringa (Jack Nicholson), que vai tocar o terror em Gotham das mais variadas formas.

Onde assistir: HBO Max.


Batman: O Retorno
(1992)

No último filme do herói dirigido por Tim Burton, o Batman retorna para tentar deter o deformado Pinguim (Danny DeVito), um criminoso corporativo, de aplicar um golpe político para assumir a prefeitura de Gotham e transformar a cidade em seu reino de horror. O problema é que o Homem-Morcego terá de lidar também com a misteriosa Mulher-Gato (Michelle Pfeiffer), que conseguirá ser inimiga e interesse amoroso ao mesmo tempo.

Onde assistir: HBO Max.


Batman Eternamente
(1995)

Marcado por substituições, esse filme é uma sequência de “O Retorno”, mas não chega nem perto dos anteriores. Tim Burton foi trocado pelo diretor Joel Schumacher, Michael Keaton deu lugar a Val Kilmer como Batman e o Duas Caras de Billy Dee Williams foi trocado pela versão de Tommy Lee Jones. Além das trocas, o longa introduz um caricato Jim Carrey como Charada, a grande ameaça da trama, Nicole Kidman como interesse amoroso do herói e Chris O’Donnell como Robin. Achou confuso? Pois é, o filme é assim mesmo.

Onde assistir: HBO Max.


Batman e Robin
(1997)

Responsável por enterrar de vez a franquia iniciada em 1989, Batman e Robin rendeu um pedido de desculpas do diretor Joel Schumacher algum tempo antes de sua morte. Pois é, esse aqui é ruim que dói. Val Kilmer deixou o papel de Batman, abrindo espaço para George Clooney e seu uniforme com mamilos em alto relevo. Tentando replicar o estilo galhofa dos anos 60, o longa é uma bagunça fetichista total, cheio de roupas coladinhas, situações esquisitas e piadas que não encaixavam tanto naquele universo. Os vilões da vez são o Sr. Frio (Arnold Schwarzenegger) e a Hera Venenosa (Uma Thurman), que é acompanhada pela versão mais zoada possível do Bane (Robert “Jeep” Swenson). Entre vilões e bat-cartões de crédito, o filme ainda soca no meio uma trama esquisita entre o Robin e a Batgirl (Alicia Silverstone).

Onde assistir: HBO Max.


Batman Begins
(2005)

Começando um nova franquia, que ditaria os rumos da DC nos cinemas na década seguinte, o Batman de Christopher Nolan chegou aos cinemas em uma versão mais pé no chão, trazendo Christian Bale como Bruce Wayne, um bilionário que combate a máfia em Gotham inspirado no trauma de morcegos sofrido durante a infância. Levemente inspirado em Batman: Ano Um, o longa traz o frio e calculista Cillian Murphy como o Espantalho e Liam Neeson como seu mentor e rival, Ra’s Al Ghul.

Onde assistir: HBO Max.


Batman: O Cavaleiro das Trevas
(2008)

Filme mais famoso do herói, O Cavaleiro das Trevas é completamente dominado pela atuação sobrenatural de Heath Ledger como o grande vilão da vez, o Coringa. Além dele, seguindo a tradição de dois vilões dessa trilogia, o Duas Caras (Aaron Eckhart) faz sua estreia nesse universo mais realista, enquanto o herói passa por provações e precisa fazer escolhas que vão afetar sua vida para sempre. Para muitos, é o melhor filme baseado em quadrinhos já feito.

Onde assistir: HBO Max.


Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge
(2012)

Encerrando a trilogia, o Batman passou um período aposentado, se tornando uma lenda urbana de Gotham. Porém, com o surgimento da Mulher-Gato (Anne Hathaway) e do terrorista Bane (Tom Hardy), Bruce coloca novamente a armadura e capa para tentar impedir que o vilão mascarado exploda sua cidade para instaurar uma guerra civil e conquistar o que restar. Mas Bane é uma ameaça muito forte, que vai tentar quebrar o corpo e o espírito do Batman.

Onde assistir: HBO Max.


Batman Vs Superman: A Origem da Justiça
(2016)

Sequência de O Homem de Aço (2013), esse filme de Zack Snyder traz Ben Affleck como Batman, o herói bilionário que já atua há anos e pega birra do imigrante espacial conhecido como Superman (Henry Cavill). Enquanto um fica ameaçando o outro por meio de indiretas, o também bilionário Lex Luthor (Jesse Eisenberg) põe seu plano em ação e cria o vilão Apocalipse. Para detê-los, Batman e Superman precisarão deixar sua briguinha de lado para se unirem à Mulher-Maravilha (Gal Gadot) e tentarem salvar o dia. Ou melhor, a noite.

Onde assistir: HBO Max.


Esquadrão Suicida
(2016)

O Batman do Ben Affleck também faz participações no indefensável Esquadrão Suicida de 2016. Além de algumas cenas perseguindo o suposto Coringa (Jared Leto), ele tem um momento bizarríssimo no filme de David Ayer, no qual o Batman, um homem que ficou eternamente traumatizado por ver seus pais sendo confrontados e mortos em um beco escuro, confronta e ameaça o Pistoleiro (Will Smith) na frente da filhinha dele em um beco escuro. Pois é.

Onde assistir: HBO Max.


Lego Batman: O Filme
(2017)

Sucesso em Uma Aventura Lego (2014), o Lego Batman (Jason Bateman) ganhou seu filme solo, no qual faz uma paródia de absolutamente todas as versões cinematográficas fo herói nos cinemas e nos quadrinhos, passando por uma série de vilões consagrados ou não, enquanto o cruzado encapuzado tenta entender a importância dos amigos e da família, e que trabalhar sozinho não está com nada. É um filme de comédia que agrada as crianças e encanta todo mundo que seja muito fã do personagem, independentemente da versão.

Onde assistir: HBO Max.


Liga da Justiça
(2017)

Continuação de BVS, esse filme de Zack Snyder foi finalizado por Joss Whedon e acabou se tornando uma quimera que não agradou a quase ninguém. E um dos personagens que evidencia essa diferença de estilo dos diretores é justamente o Batman de Ben Affleck. Em suas aparições anteriores, ele era mais sério e agressivo, mas acabou tendo momentos em que ele fazia ou era alvo de piadas que não casava muito com que o havia sido estabelecido para o morcegão até ali. Na trama, após a suposta morte do Superman, o Batman e a Mulher-Maravilha começam a rodar o mundo atrás de outros heróis para se unirem a eles em uma iniciativa para derrotar uma ameaça espacial.

Onde assistir: HBO Max.


Coringa
(2019)

Em Coringa, o icônico vilão do Batman ganhou uma história de origem dramática ambientada em um universo alheio ao regular da DC. Nesse universo, Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) era um palhaço mentalmente instável, que perdeu o auxílio governamental e acabou enlouquecendo de vez. Conforme sua história de vilão vai se construindo, ele cruza com o caminho da família Wayne, incluindo o pequeno Bruce. No final, ele causa uma revolução em Gotham que influencia diretamente na criação do Batman.

Onde assistir: Telecine.


Liga da Justiça de Zack Snyder
(2021)

Depois do fracasso da quimera de Snyder e Whedon, os fãs do primeiro diretor fizeram uma intensa campanha para que a Warner lançasse a versão original de Zack Snyder. Foram muitos anos dos fãs torrando a paciência do estúdio, que queria distanciar de vez a imagem do diretor de seu universo DC nos cinemas. Assim, querendo chamar assinantes para o HBO Max, a Warner decidiu atender ao pedido dos fãs e desembolsou vários milhões de dólares para que Snyder terminasse seu filme. Agora, em uma versão de quatro horas de duração, ele contou sua história do jeito que quis e o Batman passou longe daquela versão tio do churrasco do filme de 2017.

Onde assistir: HBO Max.

 

Batman estreia nos cinemas brasileiros em 3 de março de 2022, com algumas sessões a partir do dia 1º.

10 FILMAÇOS baseados em Livros para você assistir nos Streamings

Uma parcela bem considerável de filmes que estreiam todo mês nos cinemas, ou direto nos streamings, vieram das páginas de algum livro. Mas não pensem que é algo simples fazer essa transição. O objetivo de um roteiro adaptado, uma obra que sai do imaginário dos livros para ganhar imagens e sons nas telas de cinema, é conseguir adaptar o que pode ser aproveitado como ferramenta audiovisual dentro desse universo de linguagens diferentes. A partir disso todo um novo universo é montando buscando captar a força da história.

Em cima dessa questão, e tentando fugir de filmes badalados e muito óbvios quando pensamos em adaptações, segue abaixo 10 FILMAÇOS baseados em livros que estão pelos streamings.

 

 

Atrás da Porta (Amazon Prime Video)

O cineasta húngaro István Szabó sempre consegue em seus filmes mostrar histórias dramáticas conduzidas por uma protagonista de personalidade forte, marcante, que guia o espectador para dentro da telona. Seu trabalho, Atrás da Porta, é exatamente assim. Em sua primeira parceria com a ganhadora do Oscar Helen Mirren, Szabó consegue detalhar muito bem, com sua inteligente câmera, toda a angústia e sofrimento que transborda na personagem de Mirren. Na trama, somos guiados até a Hungria, mais precisamente, em Budapeste na metade do século 20 onde um casal está à procura de uma empregada para que uma das partes tenha mais tempo para terminar seu novo livro. Eles encontram Emerenc, uma velha senhora rabugenta que no fundo esconde uma sutileza de uma mulher madura, o carinho de uma amiga e o coração de uma mãe. Baseado no Livro The Door escrito por Magda Szabó.

 

Flores Raras (HBO MAX e Globoplay)

Como contar uma história de amor em forma de poesia? O cineasta carioca Bruno Barreto (Última Parada 174) teve a difícil missão de mostrar na tela grande um amor entre duas fortes e diferentes mulheres. Flores Raras é uma história de outro tempo, onde todas as emoções viravam poesia. As atrizes principais, em seus respectivos papéis, dão um show em cena, valorizando cada segundo do bom trabalho de Barreto atrás das câmeras. Roteiro assinado por Carolina Kotscho e Matthew Chapman baseado no livro Flores Raras e Banalíssimas, de Carmen L. Oliveira.

 

Livre (Star+)

O auto respeito é a raiz da disciplina, a noção de dignidade cresce com a habilidade de dizer não a si mesmo. O cineasta canadense Jean-Marc Vallée voltou ao mundo do cinema anos atrás para contar uma história real de dramas e superação. Em Livre, por meio de flashbacks, vamos conhecendo os traumas, as escolhas e os dramas de Cheryl, interpretada de maneira competente pela ganhadora do Oscar Reese Witherspoon. O roteiro, assinado pelo craque Nick Hornby (Alta Fidelidade), é baseado nas memórias da verdadeira Cheryl, na obra Wild: From Lost to Found on the Pacific Crest Trail.

 

Capital Humano (Globoplay)

Há riqueza bastante no mundo para as necessidades do homem, mas não para a sua ambição. Baseado na obra homônima de Stephen Amidon, o surpreendente longa-metragem italiano dirigido pelo cineasta Paolo Virzì, Capital Humano, possui atuações acima da média, uma direção muito instigante que destaca a força do ótimo elenco além de um roteiro muito inteligente que deixa o espectador com os olhos vidrados na telona. Dividido em capítulos, onde conhecemos versões diferentes de uma situação trágica em um certo período de tempo, o filme é um drama que de repente vira um suspense eletrizante.

 

Precisamos Falar Sobre Kevin (Globoplay, Amazon Prime Video e Telecine)

Esse trabalho de Lynne Ramsay é um daqueles filmes que precisam ser vistos pelos amantes da sétima arte, que mostra um relato aterrorizante sobre o relacionamento entre mãe e filho. Na história, baseada no livro homônimo de Lionel Shriver, somos apresentados a Eva (Tilda Swinton), aparentemente atormentada por algum acontecimento no passado. Se escondendo e muito mal tratada nas ruas por onde passa, têm sua casa toda pintada de vermelho. Conforme os minutos vão passando, começamos a interagir com determinadas fases da vida dessa mulher e aos poucos pelos olhos dessa angustiada personagem descobrimos os acontecimentos que a levaram a tal situação. A cada segundo que passa, o espectador se pergunta: O que aconteceu com a família daquela mulher?

 

Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer (Star+)

Depois de dirigir episódios dos sucessos American Horror Story e Glee o cineasta Alfonso Gomez-Rejon, com muita delicadeza e objetividade chegou aos cinemas anos atrás com seu novo projeto Eu, Você e a Garota que vai Morrer. Baseado na obra homônima de Jesse Andrews (que também escreveu a adaptação para o cinema) e com uma narrativa deveras peculiar, em menos de 15 minutos temos um excelente raio-x da história e somos conquistados pela história. O longa-metragem fala sobre um tema pesado mas tratado com muito carinho e sentimentos bons.

 

O Maravilhoso Agora (Star +)

Sonhos para quem sonha. Futuro para quem trabalha para ele. Mas, que tal os dois? Baseado na obra homônima de Tim Tharp, exibido anos atrás no Festival de Sundance, The Spectacular Now, no original, é muito mais do que um filme maduro sobre o retrato da juventude. Dirigido por James Ponsoldt (que comandou o interessante Smashed: De Volta a Realidade), o drama promete conquistar todo o tipo de público principalmente por conta de seus diálogos para lá de envolventes.

 

Monstro (Netflix)

O que você vê quando olha pra mim? Baseado no livro homônimo do escritor Walter Dean Myers, lançado no final da década de 90, Monstro é o retrato de uma sociedade que acusa sem pensar, que julga pela cor, acaba com sonhos, definindo destinos de maneira cruel. Um filme de tribunal com um protagonista (interpretado pelo excelente Kelvin Harrison Jr.) em grande destaque que busca em sua narrativa impactante, sensível, refletir toda a emoção, sentimentos que transbordam dentro de seu drama. Primeiro longa-metragem de Anthony Mandler.

 

Sem Evidências (Amazon Prime Video)

Indicado ao Oscar pelo maravilhoso trabalho no sensacional O Doce Amanhã (1997), o cineasta egípcio Atom Egoyan, bastante conhecido pelos cinéfilos, volta aos cinemas com o misterioso filme de tribunal Sem Evidências. Reunindo dois rostos famosos, ganhadores de Oscar, Colin Firth e Reese Whiterspoon, o drama é baseado em uma história real que aconteceu em 1993 nos Estados Unidos. Por mais que seja um filme com muitas cenas no tribunal, Egoyan consegue com muita habilidade não deixar o longa-metragem maçante. Todos os elementos dessa conturbada história são expostos na tela, deixando o espectador dar seu veredito final. Baseado no livro Devils Knot: The True Story of the West Memphis Three de Mara Leveritt.

 

Vida Selvagem (Amazon Prime Video)

De repente do riso fez-se o pranto. Marcando a estreia do ator Paul Dano como roteirista e diretor, Vida Selvagem é um retrato meticuloso e detalhista sobre uma família que conhece o início, o meio e o fim de uma relação e de que forma o único filho de um casal reage a todas essas mudanças. Filme de abertura da Semana da Crítica do Festival de Cannes em 2018, o projeto é baseado no livro Wildlife, de Richard Ford.

 

 

Um dos filmes de terror mais BIZARROS do ano chega no streaming do Brasil; Assista ao trailer!

Após ser aclamado em diversos festivais pelo mundo, ‘Lamb‘, novo terror da produtora A24, chegou no Brasil direto pela plataforma de streaming MUBI.

Estrelado por Noomi Rapace,LAMB‘ conta a história de um casal que acaba de perder a filha, María e Ingvar, e tem de lidar com um nascimento fora do comum em sua propriedade. Ada é uma criança especial, que eles decidem criar como filha deles. Mas, logo enfrentam as consequências de desafiar a vontade da natureza.

Para a crítica especializada, a produção estrelada por Noomi Rapace foi considerada uma experiência cinematográfica ousada e subversiva, conquistando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as principais críticas disponíveis no momento:

“Um filme que prova até que ponto a descrença pode ser suspensa, se você está nas mãos de um diretor, de um elenco e de um departamento de ficção científica/titeragem que realmente se compromete com a produção”. – Jessica Kiang, Variety

“A premissa de ‘Lamb’ é hilária em partes, mas Jóhannsson não está brincando”. – Eric Kohn, indieWire

Lamb é uma experiência perturbadora, mas também uma abordagem altamente original da ansiedade de ser pai, uma história em que a natureza e a criação geram um pesadelo”. – David Rooney, Hollywood Reporter

“A maior parte do filme é forte o suficiente para satisfazer o público com um gosto por esquisitices do terror folk, mesmo que o final não seja tão vigoroso quanto se poderia imaginar”. – Wendy Ide, Screen International

“O filme então volta em sua jornada em direção à dor e tristeza inevitáveis, e todo o episódio do tio parece uma adição no meio do que poderia ter funcionado melhor como um curta-metragem”. – Elena Lazic, The Playlist

“Jóhannsson mostra grande domínio na atmosfera do filme e uma hipnótica economia narrativa que são ambos muito promissores”. – Zhuo-Ning Su, Awards Daily

Confira o trailer:

Valdimar Jóhannsson é responsável pela direção.

A trama segue um casal sem filhos, María (Rapace) e Ingvar (Hilmir Snaer Gudnason), que mora em uma fazenda na Islândia. Na véspera de natal, eles encontram um recém-nascido que é metade humano e metade cordeiro. Querendo uma criança, o casal decide cuidar do híbrido como se fosse seu, independente das consequências. Essa perspectiva inesperada de uma nova família lhes traz muita alegria, antes de finalmente destruí-los.

“Um roteiro como esse é raro e eu senti que precisava participar,” afirmou Rapace em uma declaração oficial. “Eu nunca fiz algo assim antes e mal posso esperar para começar a filmar e voltar para a Islândia.”

A produção teve seus direitos adquiridos pela prestigiada A24, e deve ser lançada ainda em 2021.

‘Renfield’: Adaptação cômica de ‘Drácula’ com Nicolas Cage ganha data de estreia

A Universal Pictures finalmente anunciou quando ‘Renfield‘, terror cômico que focará no servo do lendário vampiro Drácula, irá estrear.

O longa será lançado nos cinemas no dia 14 de abril de 2023.

Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) estrelará como o personagem-título.

Nicolas Cage (‘Mandy: Sede de Vingança’) interpretará o Conde Drácula. O elenco ainda contará com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), Adrian Martinez (‘Golpe Duplo’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), James Moses Black (’24 Horas: O Legado’) e Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’).

Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’) fica a encargo da direção.

A trama é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que servirá como produtor do filme.

Recentemente, Kirkman revelou que o longa será divertido e “extremamente violento”.

“Nós estamos fazendo um filme muito legal para a Universal [Pictures] que focará no Renfield. Será uma história sobre ele como servo do Drácula, e mostraremos como o trabalho é péssimo. Será uma comédia divertida e extremamente violenta. Será muito sangrento.”

O roteiro fica por conta de Ryan Ridley (‘Rick e Morty’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

‘Army of the Dead’: Zack Snyder convoca os fãs para votar em seu filme e ganhar o Oscar

Aproveitando a glória de sua hashtag #GOAT dada a ele por seus fãs no Twitter, o diretor da ‘Liga da Justiça‘, Zack Snyder, entrou em contato com os seus seguidores nas redes sociais para incentivá-los a votar em seu filme de 2021, ‘Army of the Dead‘, para obter a categoria “Fan Favorite” no Oscar.

O filme que é uma espécie de “sucessor espiritual” do remake ‘Madrugada dos Mortos‘ (2004), dirigido por Snyder e roteirizado por James Gunn, é estrelado por David Bautista como um mercenário contratado para invadir um cassino em Las Vegas infestado de zumbis e roubar US$ 200 milhões de seu cofre.

O filme recebeu críticas mistas em seu lançamento, com uma “classificação fresca” de 67% no agregador crítico Rotten Tomatoes e uma pontuação no Metacritic de 57 em 100. No entanto, isso não impediu a Netflix de confirmar o prequel ‘Army of Thieves‘ que também foi lançado em 2021.

A votação continua até o dia 3 de março e os fãs podem votar em seus filmes favoritos no site “Oscars Fan Favorite” da Academia.

A cerimônia do Oscar ocorre no dia 27 de março.

Relembre a sinopse do filme:

Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

Confira nossa crítica:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyde

Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La RegueraTheo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.

Fãs da Marvel fazem homenagem a primeira versão live-action do Homem-Formiga; e NÃO é o Paul Rudd!

Demorou até 2015 para que o surpreendente super-herói encolhido chegasse ao MCU, com a já mencionada estrela de ‘Bem-vindo aos 40‘ no papel-título. No entanto, mesmo os amantes da Marvel seriam perdoados por ignorar o fato de que o personagem realmente apareceu em tela 36 anos antes. Felizmente, o antigo Homem-Formiga, Garrett Morris, está enfim recebendo alguma admiração online.

Como um tweet viral lembrou as pessoas, Morris teve uma participação especial no Homem-Formiga de 2015 como motorista de táxi – ele está sentado no táxi em que Scott Lang de Rudd cai quando está testando seu traje pela primeira vez no início do filme. O ator e comediante recebeu essa participação especial como homenagem a seu breve papel como Homem-Formiga em um episódio do Saturday Night Live em 1979.

Morris, que foi um membro do elenco do Saturday Night Live de 1975 a 1980, vestiu o clássico capacete de aquário para uma parte do programa de comédia de longa duração que viu a atriz Margot Kidder de ‘Superman: O Filme‘ como convidada.

Em uma esquete intitulada “Superhero Party”, Kidder reprisou seu papel icônico como Lois Lane ao lado de Bill Murray como Superman. O esboço incluía uma variedade de outros heróis da Marvel e da DC, incluindo o Homem-Formiga, interpretado por Morris, a Mulher-Aranha e John Belushi como o Hulk.

‘The Batman’: Produtor compara nova série solo HBO Max do Pinguim com ‘Scarface’

A 350º edição da revista SFX traz em sua capa ‘The Batman‘, como parte da cobertura do novo filme do Morcego. O filme muito HYPADO está poucos dias de estrear, mas Bruce Wayne e Selina Kyle não são os únicos personagens dos quais você deve prestar atenção.

Oswald Cobblepot, o Pinguim, interpretado por Colin Farrell, está recebendo um spin-off próprio, uma série solo, e há partes importantes em ‘The Batman‘ que servirão como ideias para construção do show, onde veremos a ascensão de Cobblepot à infâmia. O SFX então encontrou o produtor da série da HBO Max que está em desenvolvimento, onde, segundo ele, tomaram de referência o clássico ‘Scarface‘ de Brian De Palma.

“Estamos fazendo um spin-off com Farrell, vendo Oswald subir ao poder, quase como uma história saída de Scarface… É emocionante fazer algo assim solo do Pinguim, mas a obra fala com o personagem e o nosso filme. Para que você volte ao filme e diga: ‘Oh, eu vejo aquela história de fundo ali, essa ideia se refere a isso.’”

The Batman‘ estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

‘Elden Ring’: Versões do PlayStation 5 e Xbox Series X são mais otimizadas que a do PC

Muita gente está com os nervos à flor da pele que finalmente conferir como ficou ‘Elden Ring‘, do genial criador Hidetaka Miyazaki, no entanto, infelizmente, alguns jogadores apontaram alguns problemas técnicos no jogo, sobretudo na versão de PC, com o gameplay travando e nos momentos de combate.

Por exemplo, enquanto a maioria dos meios de comunicação ainda estão malucos com o novo jogo e elogiando como não houvesse amanhã, a Digital Foundry lançou um novo relatório de desempenho sobre o lançamento da FromSoftware. Nele destacando o desempenho nas plataformas de última geração, PlayStation 5 e Xbox Series, e comparou as versões PC e os consoles mais antigos, como PlayStation 4 e Xbox One.

O port para PC também está sofrendo alguns problemas técnicos. Existe, por exemplo, um travamento constante em todas cutscenes, independentemente do hardware utilizado. Além disso, o uso da API DirectX 12 da FromSoftware torna esses problemas de taxa de quadro ainda mais irritante. Os usuários da Steam também relataram falhas no meio do jogo, o que levou a uma tonelada de críticas mistas na plataforma, apesar da recepção extremamente positiva por parte da imprensa.

Ou seja, do jeito que as coisas estão hoje, o Series X ou o PlayStation 5 são as melhores escolhas para jogar ‘Elden Ring‘. No entanto, a FromSoftware já está tentando corrigir o problema relato pelos usuários.

Confira o vídeo de comparação:

Os elogios da crítica especializada não param de chegar, elevando o mais recente título da From Software ao status de um dos jogos mais bem avaliados da história (via VGC).

Este resultado é baseado em 90 análises. No OpenCritic está cotado com 97, um feito conseguido anteriormente apenas por ‘Super Mario Odyssey‘. No Metacritic, ‘Elden Ring‘ regista uma cotação média de 97 (PS5) e 95 (PC e Xbox Series X/S).

A versão PlayStation 5 de ‘Elden Ring‘ está em 15º lugar do jogo mais bem cotado do Metacritic. Apenas 24 outros títulos se posicionam em um lugar igual ou superior em relação ao jogo da From Software, cuja tabela é atualmente liderada por ‘The Legend of Zelda: Ocarina of Time‘ com 99 de pontuação.

Vejam algumas críticas:

Gaming Age: 100
VGC: 100
GamesRadar+: 100
Game Rant: 100
GamesBeat: 100
MGG Espanha: 98
GamePro Alemanha: 94
PlayStation Lifestyle: 90
Eurogamer Itália: 90
VideoGamer: 90
Game Informer: 10
IGN: 10
Gamespot: 10
Press Start: 9.5
Destructoid: 10
PCGamesN: 10
The Guardian: 5/5

Elden Ring‘ foi feito numa parceria inédita de Hidetaka Miyazaki (Bloodborne, Sekiro, Demons Souls e Dark Souls) e George R. R. Martin (Game of Thrones) e será lançado para PS4, PS5, Xbox e PC no dia 25 de fevereiro.