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‘Um Lugar Silencioso 2’ arrecada mais que o 1º filme em abertura nas bilheterias dos EUA

Após ser adiado por 15 meses devido a pandemia, Um Lugar Silencioso 2 finalmente foi lançado nos cinemas norte-americanos e arrecadou mais que o filme original nas sessões de pré-estreia.

O filme arrecadou US$ 4,8 milhões nas sessões de pré-estreia da quinta-feira (27). Isso é um começo incrível, visto que o primeiro filme arrecadou US$ 4,3 milhões na quinta-feira em abril de 2018 – antes da pandemia.

Já ‘Cruella‘ arrecadou apenas US$ 1,4 milhão nas sessões de pré-estreia.

Segundo as projeções (via Box Office Pro), a sequência de ‘Um Lugar Silencioso’ promete fazer um estrondo tão grande quanto o primeiro filme nas bilheterias.

Com o sucesso de ‘Godzilla vs Kong‘, os exibidores se empolgaram em abrirem seus cinemas no mercado internacional e ‘Um Lugar Silencioso – Parte 2’ deve arrecadar entre US$ 40 a 50 milhões em sua estreia nos Estados Unidos.

Antes da pandemia, a expectativa era que o filme abrisse com US$ 60 milhões  em seu primeiro final de semana nos EUA.

Vale lembrar que o longa original estreou com US$ 50 milhões em abril de 2018, terminando seu reinado com US$188 milhões apenas na América do Norte e US$340 milhões mundialmente (uma conquista invejável, considerando o orçamento de apenas US$17 milhões).

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 24 de Junho de 2021.

Assista nossa crítica do filme:

John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

Batoré, ator e comediante, morre aos 61 anos

Ivanildo Gomes Nogueira, mais conhecido como Batoré, morreu nesta segunda-feira (10) aos 61 anos. Nos últimos anos, ele travou uma batalha contra o câncer.

O ator, humorista, apresentador e político brasileiro morreu na Unidade de Pronto Atendimento de Pirituba, em São Paulo.

“As informações médicas foram repassadas à família e a Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido”, divulgou em nota da Prefeitura.

Suas primeiras aparições na TV foram no programa Show de Calouros, do apresentador Silvio Santos no SBT, na década de 1980, mas ele só se tornou conhecido ao integrar o elenco do programa A Praça É Nossa, também do SBT, na década de 1990 com o Personagem Batoré.

Em 20 de julho de 2019, retornou a Praça é Nossa depois de 15 anos afastado.

‘Liga da Justiça’ VAI APARECER em ‘The Flash’, mas será diferente da que conhecemos…

The Flash‘ deve introduzir novos mundos da DC ao explorar o multiverso, e o diretor Andy Muschietti acaba de confirmar que o filme também contará com uma nova versão da ‘Liga da Justiça‘.

Segundo o The Direct, Muschietti descreveu a Liga da Justiça do filme como “não sendo a equipe poderosa” que os fãs conhecem:

“Estamos apresentando [uma] nova Liga da Justiça que não é a poderosa Liga da Justiça que todos conhecemos”.

Muschietti então fez um resumo dos membros da equipe, ou seja, o Batman de Michael Keaton, a Supergirl de Sasha Calle e as duas versões de Barry Allen:

“Como Bruce Wayne diz no filme, a nossa Liga da Justiça tem um vigilante aposentado, um alienígena movido a energia solar e dois idiotas.”

O Direct revelou anteriormente que o “outro” Barry Allen servirá como o principal vilão do filme.

Alguns membros da imprensa norte-americana já assistiram exibições-teste o filme e renderam inúmeros elogios à adaptação estrelada por Ezra Miller.

De acordo com a Variety, uma fonte ligada à Warner Bros Discovery disse que o longa pode ser o maior sucesso da DC desde ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘, lançado há quase 15 anos.

Uma parte do texto publicado pelo portal diz o seguinte:

“O diretor Andy Muschietti está saindo dos filmes ‘It – A Coisa‘, Michael Keaton e Ben Affleck estão retornando como Batman, e o enredo gira em torno de viagens no tempo e multiversos, duas das coisas mais quentes que acontecem na narrativa de super-heróis. Os executivos da Warner Bros não ficavam tão empolgadas com um filme de super-herói desde os filmes do Cavaleiro das Trevas. Na verdade, quase tudo sobre ‘The Flash‘ aponta para uma grande sensação calorosa como no verão.”

The Flash‘ está programado para 16 de junho de 2023.

Assista ao primeiro trailer:

Vale lembrar que o filme também é o grande retorno de Michael Keaton como Batman, e quem assistiu afirmou que ele desempenha um papel muito importante na trama, aparecendo em mais da metade dos 140 minutos de duração.’The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Pedro Pascal deve viver o Senhor Fantástico em ‘Quarteto Fantástico’

Segundo o Deadline, Pedro Pascal está em negociações para viver o Reed Richards/Senhor Fantástico no live-action de ‘Quarteto Fantástico‘.

Novidades devem surgir em breve.

Vanessa Kirby foi mencionada como uma possível escolha para a Mulher-Invisível, enquanto Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach estão sendo cogitados para os papéis de Tocha-Humana e Coisa, respectivamente.

Em entrevista ao Collider, o diretor Matt Shakman, confirmou que as gravações do reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ serão iniciadas na primavera norte-americana de 2024 (entre março e junho).

No entanto, a greve dos atores de Hollywood interrompeu o processo de escalação para o filme, e o cineasta disse que esse foi o principal motivo para que os astros e estrelas do longa não fossem anunciados.

“É difícil dizer. Como eu disse, estamos no meio de uma greve e estou cruzando os dedos para que eles consigam um ótimo acordo em breve e possamos voltar. Então, assim que isso for resolvido, haverá um plano para adiantarmos essa escalação, mas não posso dizer muito. Haverá um anúncio em algum momento! Sei que a internet está muito animada para descobrir e estou animado para compartilhar as novidades. Só posso não posso fazer isso ainda.”

Lembrando que o roteiro fica a encargo de Jeff Kaplan e Ian Springer.

O curioso é que nenhum dos dois roteiristas têm experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

Nova série live-action dos ‘Power Rangers’ é CANCELADA pela Netflix

De acordo com o TVLine, a Netflix decidiu não seguir em frente com sua adaptação live-action de ‘Power Rangers‘, que estava em desenvolvimento há mais de dois anos pelo serviço de streaming.

O projeto teria Jenny Klein (‘Daisy Jones & The Six’) como showrunner, que trabalharia ao lado de Jonathan Entwistle, supervisor geral da franquia.

O site ainda afirma que a produtora Hasbro Entertainment irá explorar novas direções criativas para a saga, e segue em busca de um novo parceiro.

A primeira série dos ‘Power Rangers‘ estreou originalmente em 1993. Desde então, a franquia rendeu diversos derivados e filmes – incluindo o live-action para os cinemas de 2017, que decepcionou nas bilheterias ao arrecadar apenas US$ 142.3 milhões mundialmente.

Recentemente, a Netflix lançou ‘Power Rangers: Agora e Sempre‘, um especial em comemoração aos 30 anos da saga.

Crítica | Power Rangers: Agora e Sempre – Especial da Netflix é Ruim, Mas Bate uma Nostalgia…

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Harry Potter’: J.K. Rowling abre o jogo sobre rumores de DEMISSÃO de Paapa Essiedu após apoio a pessoas trans

A autora J.K. Rowling, criadora da série Harry Potter, declarou recentemente que não pretende demitir o ator Paapa Essiedu, apesar de discordar de suas opiniões sobre a comunidade trans.

Rowling tem sido uma figura controversa devido a suas declarações sobre pessoas trans, tendo recentemente celebrado a decisão da Suprema Corte do Reino Unido que define “mulher” com base no sexo biológico.

Essiedu, que interpretará Severo Snape na série da HBO, foi um dos mais de 400 atores, incluindo Eddie Redmayne, de ‘Animais Fantásticos’, a assinar uma petição pedindo proteção à comunidade trans na indústria do entretenimento britânica.

Segundo o Deadline, Rowling utilizou suas redes sociais para responder a um artigo que sugeria seu desejo de demitir Essiedu.

“Eu não tenho o poder de demitir um ator da série, e não o faria se tivesse”, publicou Rowling no X (antigo Twitter). “Não acredito em privar alguém de seu emprego ou sustento por ter crenças legalmente protegidas que diferem das minhas”.

É importante lembrar que a Max confirmou os seis primeiros nomes do elenco da aguardada série baseada emHarry Potter, a renomada saga de fantasia criada por J.K. Rowling.

Confira:

  • John Lithgow como Alvo Dumbledore
  • Janet McTeer como Minerva McGonagall
  • Paapa Essiedu como Severo Snape
  • Nick Frost como Rúbeo Hagrid
  • Luke Thallon como Profº Quirrell
  • Paul Whitehouse como Argus Filch

Francesca Gardiner servirá como roteirista e showrunner.

Sem data de estreia, a primeira temporada está programada para 2026.

Rowling servirá como produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

Crítica | Luther: O Cair da Noite – Ótima narrativa que gira em torno de um potente personagem

O confronto contra o caos. Em mais um capítulo da aclamada série da BBC criada por Neil Cross, Luther: O Cair da Noite nos mostra uma Londres em total caos com um criminoso impiedoso realizando assassinatos macabros onde um experiente detetive da polícia britânica, repleto de problemas no seu passado precisará correr contra o tempo para deter as ações dessa mente criminosa. Dirigido pelo cineasta Jamie Payne, o projeto ambientado nos dias atuais, tem como base o dinamismo, a narrativa segue o passo a passo de seus personagens antagônicos no clássico confronto entre o bem e o mal. Nos papéis principais, os ótimos Idris Elba e Andy Serkis.

Na trama, voltamos a encontrar (pra quem acompanhou a série) o introspectivo e brilhante detetive John Luther (Idris Elba) que após ser designado para resolver o desaparecimento de um homem acaba sendo acusado de diversos crimes pelos seus ‘Modus operandi’ do passado. Mas com um implacável criminoso à solta, ele bola um plano mirabolante e contará com a ajuda do seu ex-chefe Martin (Dermot Crowley) e a nova detetive chefe do departamento de polícia Odette (Cynthia Erivo).

A atualidade como plano de fundo de uma caça. Com filmagens em pontos icônicos da capital inglesa, como a praça Piccadilly Circus, em uma Londres do presente, agitada, um jogo de gato e rato é instaurado. De um lado um chantagista que se alimenta dos segredos de outras pessoas que acha pelas redes sociais, um stalker perturbado que alimenta vícios terríveis por meio da angústia alheia. Do outro, um brilhante detetive que ao longo do tempo insistiu em resolver as coisas do seu jeito o que o fez ser julgado e até mal interpretado pela posição de confiança que tinha como detetive da exigente polícia britânica. O antagonismo é marcante, um clássico duelo entre o bem e o mal, onde as reflexões sobre os desenrolares da psiquê, da impulsividade humana, são deixadas como migalhas para uma montagem de um quebra-cabeça existencial desses dois impactantes personagens.

A primeira pergunta que você pode se fazer é: assistir ao seriado primeiro é melhor? Já lhe respondo, não necessariamente. Saber o contexto do seriado te dá um raio-x mais completo desse incrível personagem que teve 6 temporadas eletrizantes ainda numa era onde os streamings não eram tão fortes como nos dias atuais. Mas se você ainda não viu, pode assistir ao filme sem problemas. O roteiro de Luther: O Cair da Noite preza pela objetividade e em um curto espaço já prende sua atenção, passando por ações macabras, chocantes que traça paralelos com o universo obscuro da Dark Web, um lugar onde o anonimato rola solto.

Crítica | O Duelo

Comédia nacional bem representada

O Duelo é um filme convencional, um filme à moda antiga. Parece feito em outra época, longe de qualquer modernidade, o que inclui a narrativa. Sua amenidade, o que será um trunfo na visão de muitos (já que passa longe do mau gosto, piadas de baixo calão e bobeiras de qualquer tipo, que costumam dominar o gênero no cinema nacional), também poderá ser considerada seu calcanhar de Aquiles para tantos outros.

É muito bom ver cinema brasileiro de qualidade. É melhor ainda ver uma comédia nacional de qualidade. Em geral, o gênero ainda permanece como o mais marginalizado de críticas favoráveis – pertinentemente, diga-se. É muito bom ver num fim de semana, estreias como Meus Dois Amores, baseado no texto “Corpo Fechado”, de Guimarães Rosa, e este O Duelo, baseado no texto “Os Velhos Marinheiros”, de Jorge Amado.

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É exatamente isto que ganhamos a partir desta quinta-feira nos cinemas brasileiros, duas produções baseadas em dois dos mais cultuados autores de nossa pátria. Distribuído pela Warner, o filme traz o português Joaquim de Almeida na pele do pomposo Capitão Vasco Moscoso de Aragão. O sujeito honrado e cheio de si chega para mudar a pequena cidade costeira de Periperi, Salvador, Bahia, como seu novo morador.

Não demora, para que o protagonista faça amizades e comece a enaltecer os ouvidos dos humildes e simplórios residentes com suas histórias ricas de aventuras pelo mundo, e repletas de ardentes paixões. Logo, o sujeito se torna o mais ilustre morador o local.  Isto é, até a volta de Chico Pacheco (vivido pelo saudoso José Wilker) para a cidade, que enciumado pela atenção que Vasco vem recebendo, começa a duvidar de suas realçadas proezas.

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O teor do filme casa perfeitamente com a história narrada, ao ponto de não conseguirmos distinguir a época apresentada. Esta poderia muito bem ser uma trama passada na década de 1950, se não a for. Essa qualidade de história antiga, quase não contada nos dias cínicos de hoje, é uma das coisas que mais atraem em O Duelo. É sabido que tal integridade, ou a pretensão dela, é algo perdido no tempo.

Voltando para a trama, a inveja fala mais alto e o personagem de Wilker se vê decidido a provar que o protagonista é nada mais do que uma fraude. Neste momento, ganhamos o backstory do personagem principal, ao que o filme se divide em dois, contado agora através de um longo flashback. Existe ainda na trama o último terço do todo, o terceiro ato, que divide mais uma vez a obra em um filme particular, com o protagonista precisando viajar no comando de um grande cruzeiro.

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O ar de “filme feito para a TV”, ou “especial de TV” é um argumento válido. Também não está equivocado o sentimento de estranheza em relação aos fragmentos que a obra possui, que como dito, transforma o filme em três, sem tanta coesão. São apenas dois momentos de brilho técnico, que tiram o comando da obra do automático. Um giro de 360 graus envelhece o protagonista até seu estado atual, e um jogo de pôquer termina com sabor mais agradável devido ao estilo visual impresso, com closes pausados de expressões faciais, pelo diretor.

Marcos Jorge, do elogiadíssimo Estômago (2007), é o cineasta por trás da obra. E aqui entrega uma produção completamente diferente, menos ousada, porém, mais palatável ao grande público. Isso sem comprometer a integridade do texto de Amado, ou sequer a qualidade geral do teor simples, mas não dispensável. Joaquim de Almeida atrai instantaneamente, e nos faz acompanhar de perto, sem querer tirar os olhos, a fascinante jornada deste, nem sempre correto, líder. O Duelo possui qualidades de sobra, entre elas uma despedida digna para o veterano Wilker. Se formos levar em conta o resultado da maioria das comédias nacionais, aí sim é que esta produção ganha ainda mais força.

 

Os Filmes Mais Esperados de Novembro 2022 nos CINEMAS!

O halloween já passou. O mês de outubro também. Tivemos ótimos lançamentos de terror tanto nos cinemas (Halloween Ends, Morte Morte Morte) quanto nos streamings (Noites Brutais, Abracadabra 2 e Lobisomem na Noite). Agora, no entanto, saudamos a temporada de prestígio do cinema, com as obras badaladas que buscarão lugar na eternidade da sétima arte com as premiações – chegando até a maior delas, o Oscar. É a partir de Novembro que os filmes mirados a tais prêmios começam a pipocar, ou seja, em especial este mês, Dezembro e Janeiro. Porém, Novembro reserva também um dos longas mais esperados de 2022, que os fãs precisaram aguardar ansiosos até o fim do ano para finalmente conferi-lo. Trata-se de Pantera Negra: Wakanda para Sempre, continuação do mega sucesso de 2018, que não por coincidência chegou até o Oscar daquele ano com algumas indicações, incluindo melhor filme. Será que a sequência repetirá tais feitos? Pantera Negra 2 sem dúvida é a maior e mais aguardada estreia de Novembro 2022 – mas o mês ainda traz mais coisa boa. Confira abaixo e programe-se.

10/11

Pantera Negra: Wakanda para Sempre

O primeiro fim de semana de Novembro é amanhã, dia 3, mas nessa data não teremos nenhuma grande estreia verdadeiramente significativa nas telonas. Assim, é a chance dos cinéfilos correrem atrás do que deixaram passar no mês de Outubro e esperarem até o dia 10 para a estreia de um dos maiores filmes do ano, o mencionado segundo Pantera Negra. O longa promete ser um verdadeiro fenômeno e pode vir a roubar o trono de Top Gun: Maverick como a maior bilheteria de 2022. Mas o filme da Marvel não tem o jogo ganho, já que precisa contornar a ausência de seu protagonista, o saudoso Chadwick Boseman. Por outro lado, uma das bem-vindas adições é Tenoch Huerta no papel do príncipe submarino Namor.

Armageddon Time

Com produção da Universal Pictures este é o novo trabalho do cultuado cineasta James Gray. Trata-se de um dos fortes candidatos a indicações ao Oscar 2023, com uma trama de amadurecimento de um menino em família. Esta é uma história pessoal para o diretor, que tira muito de suas próprias experiências para o longa. No elenco, Anthony Hopkins, Anne Hathaway e Jessica Chastain. Em sua estreia no Festival de Cannes deste ano, Armageddon Time recebeu aplausos de pé durante 7 minutos.

17/11

E.T. – O Extraterreste: Aniversário de 40 anos

Este ano, o clássico atemporal de Steven Spielberg, E.T. – O Extraterrestre, completa 40 anos de sua estreia. Para os que cresceram na década de 1980, parece que foi ontem que vimos a criaturinha espacial mais amável da sétima arte pela primeira vez. E.T. é um dos raros casos de filme que ficaram para a eternidade, e que seguem mais populares do que nunca mesmo tendo passado 40 anos de seu lançamento. E o feito é ainda mais impressionante quando pensamos que E.T. não se tornou uma franquia, ou sequer teve continuação – o feito foi conquistado por seu único filme. É claro que uma data tão importante pedia um novo relançamento nas telonas.

Bardo – Falsa Crônica de Algumas Verdades

Por falar em filmes mirados ao Oscar, quem aparece no mês de Novembro nos cinemas é o novo trabalho do mexicano Alejandro G. Iñárritu, vencedor do Oscar de melhor direção dois anos seguidos, por Birdman e O Regresso. Seu novo filme, Bardo, tem estreia programada na Netflix, mas antes disso será exibido nos cinemas inclusive aqui no Brasil, distribuído pela O2 Play, justamente por ser visado para mais um prêmio da Academia. Todo falado em espanhol, sua nova obra é uma produção mexicana que é uma espécie de autobiografia, falando sobre um jornalista renomado retornando à sua cidade natal. Espera-se indicação na categoria de produção estrangeira, e quem sabe também de melhor filme.

Aumenta que é Rock ‘n Roll

Produção brasileira, esse filme é a boa dica para todos que curtem o estilo musical do rock n roll e também a nostalgia dos anos 80. O filme também é uma biografia musical, mas não de um artista e sim de uma estação de rádio, a rádio Fluminense, a primeira do Brasil especializada em rock, tendo surgido em 1982. O longa tem direção de Thomas Portella e conta com Johnny Massaro protagonizando.

24/11

Pinóquio – de Guillermo del Toro

Mais uma produção da Netflix aparece na lista de estreias no cinema em Novembro. E novamente levada às telonas do país pela O2 Play. Em 2022 tivemos a versão em live-action da Disney para uma de suas primeiras e mais queridas animações, que ajudaram a cimentar o estúdio como a potência que é hoje: Pinóquio. Dirigido por Robert Zemeckis e estrelado por Tom Hanks, o longa não foi bem recebido pelos críticos e pelo público. Por outro lado, essa nova versão animada e com visual sombrio, bem ao estilo do diretor Guillermo del Toro, tem tudo para redimir o personagem com uma produção diferente de tudo onde vimos o boneco de madeira que sonhava em ser um menino de verdade. Será que vem Oscar?

Mundo Estranho

Por falar em Disney, este ano ainda teremos uma animação do estúdio, que parece ter sido “esquecida no churrasco”. Geralmente, quando temos uma animação da Disney, o hype é imenso e a badalação em torno de tal filme parece ser interminável. Desde a pandemia, isso parece ter diminuído um pouco. Mesmo assim, ainda tivemos sucessos do nível de Soul e Encanto – filmes que deram o que falar. Portanto chega a ser no mínimo estranho que ninguém esteja falando em Mundo Estranho o quanto se deveria. A trama presta homenagem aos clássicos do gênero da ficção científica das décadas de 1950 e 1960, o berço e era de ouro de tais produções.

Harry Potter e a Câmara Secreta – 20º Aniversário

A franquia derivada Animais Fantásticos pode não ter o mesmo charme e não estar indo tão bem das pernas, mesmo tendo três filmes lançados nas telonas. Mas o original segue incomparável e motivo de paixão até hoje por parte dos fãs, em especial os que cresceram com os longas do bruxinho mais famoso da sétima arte: Harry Potter. A magia começou de fato nas telonas em 2001, quando A Pedra Filosofal estreou e fez o mundo voltar a ser criança novamente. Era como estar de frente para O Mágico de Oz moderno. Ano passado, o primeiro filme completou 20 anos de lançamento e é claro foi relançado nos cinemas. Esse ano é a vez da Câmara Secreta, o segundo e ainda mais sombrio longa de Harry Potter.

‘Vingadores: Era de Ultron’: Arte revela o Ultron GIGANTE que foi cortado do filme

O artista Phil Saunders atualizou seu portfólio, e mostrou artes conceituais de alguns dos trabalhos que fez para a Marvel. Dentre eles, destaca-se as artes de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, que revelam uma versão gigante do vilão.

Especula-se que a Marvel cancelou a cena devido ao seu alto custo.

Confira:

O Ultron Gigante se construiu através de milhares de Ultrons menores. A ideia foi considerada no primeiros estágios de desenvolvimento, mas logo foi cortado do projeto.

Recentemente, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ ultrapassou a marca de US$ 2 bilhões em arrecadação mundial, tornando-se a quarta maior bilheteria da história do cinema.

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Dirty John’: Suspense com Connie Britton ganha novo trailer; Assista!

A Netflix divulgou um novo trailer da série ‘Dirty John‘.

Confira:

A primeira temporada terá 8 episódios e será lançada em 14 de fevereiro.

Baseada em fatos reais e inspirada no podcast de sucesso do Los Angeles Times, a trama retrata o passo a passo de um relacionamento online que se transformou em uma perigosa rede de mentiras e traição e abalou o mundo.

O elenco inclui Connie BrittonEric Bana e Juno Temple.

‘The Purge’: Luta pela sobrevivência no trailer dos próximos episódios da 2ª temporada

O canal USA divulgou o trailer dos próximos episódios da 2ª temporada de ‘The Purge‘.

Confira:

O criador da franquia cinematográfica ‘Uma Noite de Crime‘, James DeMonaco, é responsável também pela série.

Durante um período de 12 horas, todos os crimes, incluindo assassinatos, são legais. Situado em uma América alterada, governada por um partido político totalitário, a série segue vários personagens aparentemente não relacionados que vivem em uma cidade pequena. À medida que o tempo passa, cada personagem é forçado a contar com o passado enquanto descobre até onde vão para sobreviver à noite.

O elenco do novo ciclo conta com Rochelle Aytes, Danika Yarosh, Derek LukeMax MartiniPaola NuñezJoel Allen.

‘Katy Keene’ é CANCELADA após uma temporada

A CW cancelou oficialmente a série ‘Katy Keene‘, spin-off de ‘Riverdale‘, depois de apenas uma temporada.

O primeiro ciclo registrou uma média de 0.1 na demo, e um total de 480 mil espectadores. Apesar da baixa audiência, a produção estava dependendo do seu desempenho no serviço de streaming da HBO Max, o que aparentemente não foi o suficiente para uma renovação.

O elenco conta com Lucy Hale como a protagonista, bem como Jonny Beauchamp, Ashleigh MurrayZane Holtz, Katherine LaNasa, Julia ChamCamille HydeLucien Laviscount.

Escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (O Mundo Sombrio de Sabrina) e Michael Grassi, e dirigido por Maggie Kiley, o spin-off gira em torno de quatro personagens icônicos da Archie Comics, incluindo a futura empresária da moda Katy Keene e a cantora e compositora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que lutam para conquistar seus sonhos na cidade de Nova York. A dramédia musical conta as origens e os obstáculos enfrentados pelo grupo.

‘O Massacre da Serra Elétrica’: Sally Hardesty, sobrevivente do filme de 1974, retornará no reboot

De acordo com o Bloody Disgusting, Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’) irá interpretar a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme original, no novo reboot da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

Infelizmente, a atriz que estrelou o longa de 1974, Marilyn Burns, faleceu em 2014. A atriz chegou a fazer uma participação especial como uma nova personagem em ‘O Massacre da Serra Elétrica 3D: A Lenda Continua‘.

Anteriormente, o produtor Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio‘) havia confirmado que o novo filme será uma sequência direta do longa original, dirigido por Tobe Hooper.

“Será uma sequência direta, com o mesmo personagem. Veremos um Leatherface mais velho.”

Ele completa, “Tudo será clássico, como nos filmes antigos. Nossa abordagem é parecida com o reboot de ‘A Morte do Demônio’ – fazer tudo real, sem efeitos visuais. É uma abordagem velha guarda do gênero. Lentes vintage… será muito parecido com o filme original.”

Ainda sem data estreia, a expectativa é que o reboot seja lançado em 2021.

David Blue Garcia (‘Tejano’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Elsie Fisher (‘Oitava Série’), Sarah Yarkin (‘A Morte te Dá Parabéns 2’), Jacob Latimore (‘Maze Runner: Correr ou Morrer’) e Moe Dunford (‘Vikings’).

Chris Thomas Devlin, conhecido por seu trabalho no terror ‘Cobweb‘, escreveu o roteiro do novo filme.

Fede Álvarez, diretor de ‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘, será o produtor da nova versão.

‘O Beco do Pesadelo’: Terror de Guillermo del Toro ganha trailer FINAL; Confira!

O terror ‘O Beco do Pesadelo‘ (Nightmare Alley), novo filme de Guillermo del Toro, ganhou trailer final cheio de cenas inéditas.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de janeiro.

Além de produzir, Del Toro também coescreve o roteiro ao lado de Kim Morgan.

O elenco conta com Bradley CooperToni ColletteCate Blanchett, Willem Dafoe, David Strathairn, Rooney Mara Holt McCallany.

Assim como o original, o novo longa também será baseado no livro escrito por William Lindsay Gresham.

A primeira adaptação foi lançada em 1947, e dirigida por Edmund Goulding. O clássico noir conta a história de um jovem ambicioso que começa a se relacionar com uma psiquiatra ainda mais corrupta do que ele. Os dois se dão bem destruindo a vida das pessoas, mas logo começam uma manipulação entre eles.

Atriz revela o REAL motivo do cancelamento de ‘Good Girls’: “Uma pessoa arruinou tudo”

Em entrevista ao Live With Kelly and Ryan, a atriz Retta quebrou o silêncio sobre o cancelamento de ‘Good Girls‘, revelando que uma pessoa específica foi responsável pela série não ter sido renovada.

“Nós estávamos muito perto de conseguir a renovação para uma 5ª temporada, mas uma pessoa arruinou tudo para todo o elenco e equipe, então fomos cancelados.”

Quando questionada sobre o motivo de não terem se livrado da pessoa que estava impedindo as negociações, a atriz respondeu: “Acho que estava muito perto de quando as filmagens deveriam acontecer para mudar a história, então não foi possível. Confie em mim, eu ainda estou com raiva disso.”

Vale lembrar que o TVLine reportou que as protagonistas Retta, Christina Hendricks e Mae Whitman haviam concordado na redução de seus salários para a série retornar para uma última temporada. No entanto, as negociações com Manny Montana não tiveram êxito, o que acabou resultando no cancelamento da produção.

 

Na trama, as mães que viraram criminosas – Beth, Ruby e Annie – precisam enfrentar as consequências das suas decisões impulsivas tomadas na temporada anterior.

Crítica | Good Girls – Netflix lança deliciosa série com mulheres assaltantes

Christina Hendricks, Retta, Mae Whitman, Matthew Lillard, Reno Wilson, Manny Montana, Lidya Jewett, Izzy Stannard e David Hornsby estrelam.

Connie Britton irá retornar na 3ª temporada de ‘The White Lotus’?

Apesar dos rumores recentes, parece que a Connie Britton (‘American Horror Story’) não voltará a fazer o check-in como a Nicole em ‘The White Lotus‘ tão cedo. De acordo com TVLine, a atriz não retornará para a 3ª temporada.

“Ela adoraria participar de outra temporada de ‘The White Lotus’ no futuro, mas não será na próxima temporada,” declarou um representante da atriz ao site.

Anteriormente, rumores apontavam para o retorno de Britton ao lado da Laura Dern, que emprestou sua voz para a Abby, esposa do Dom (Michael Imperioli) na segunda temporada, em uma conversa no telefone.

As atrizes alegadamente iriam interpretar irmãs.

Fontes próximas à produção afirma que Britton chegou a ter uma discussão inicial sobre o seu retorno, mas conflitos em sua agenda se tornaram um impasse. Ainda não está claro, no entanto, se a ausência da atriz afetará a possível participação de Dern.

Vale lembrar que a próxima temporada será ambientada na Tailândia, e contará com o retorno de Natasha Rothwell (‘Insecure’), que interpretou a Belinda Lindsey, uma empática gerente de spa.

‘O Homem dos Sonhos’: Comédia surreal da A24 com Nicolas Cage ganha trailer DUBLADO; Assista!

A California Filmes divulgou o trailer dublado de ‘O Homem dos Sonhos‘ (Dream Scenario), comédia surreal estrelada pelo Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’).

Crítica | O Homem dos Sonhos – Nicolas Cages é um loser em sátira à sociedade da imagem, que enaltece e ataca seus ídolos

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de março.

Kristoffer Borgli (‘Sick of Myself’) é responsável pela direção e roteiro.

Um infeliz pai de família vê sua vida virada de cabeça para baixo quando milhões de estranhos de repente começam a vê-lo em seus sonhos. Quando suas aparições noturnas tomam um rumo de pesadelo, Paul é forçado a navegar em seu novo estrelato.

A produção fica a cargo de Ari Aster (‘Midsommar – O Mal Não Espera a Noite’).

Para quem não sabe, a A24 é uma das companhias mais aclamadas do cinema atual, sendo responsável por sucessos como ‘Moonlight – Sob a Luz do Luar’, ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’, ‘Joias BrutaseO Farol‘.

Confira o trailer do ÚLTIMO episódio da 3ª temporada de ‘FROM: Origem’

A MGM+ divulgou o trailer do último episódio da 3ª temporada de ‘Origem‘ (FROM).

No capítulo final, Boyd é colocado no limite enquanto o tempo passa para salvar alguém que ele ama; Randall é assombrado por seu trauma e Victor revela uma verdade difícil; a jornada improvável da Tabitha a leva para uma descoberta chocante.

Intitulado Revelations: Chapter Two, o capítulo irá ao ar no dia 24 de novembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Criada por John Griffin, a série é produzida pelos Irmãos Russo (‘Vingadores: Ultimato’).

A trama é ambientada em uma misteriosa cidade no interior dos Estados Unidos que aprisiona de forma sobrenatural aqueles que chegam lá. Para piorar a situação, seres monstruosos caçam os moradores durante a noite, então o xerife Boyd Stevens (Harold Perrineau) tenta deixar os sobreviventes da cidade seguros enquanto procura por uma forma de escapar.

O elenco também conta com Eion Bailey (‘Band of Brothers’), Catalina Sandina (‘O Ano Mais Violento’), Scott Mccord, David Alpay e Ricky He.

‘Jogos Mortais 11’: Produtor revela detalhes sobre a sequência CANCELADA

Em entrevista ao Comic Book, o produtor Patrick Melton revelou detalhes sobre a trama da cancelada sequência ‘Jogos Mortais 11‘.

Ele declarou que o novo filme começaria imediatamente após a conclusão do capítulo anterior, e confirmou que conflitos de ideias levaram ao engavetamento do projeto.

“Nós traríamos todos de volta, incluindo a Synnøve [Macody Lund, que interpretou a Cecilia Pederson no 10º filme]. Ela é incrível. O roteiro começava 30 segundos após a conclusão de ‘Jogos Mortais 10’.”

Sobre o motivo do cancelamento do projeto, ele confirma: “É uma pena. Eu e o [produtor Mark Burg] tivemos opiniões diferentes [sobre como seguir adiante], e não conseguimos resolver este conflito.”

Vale lembrar que, recentemente, a Blumhouse adquiriu os direitos da franquia.

A companhia pagou um valor não divulgado pela parte da franquia atualmente detida pelos produtores Oren Koules e Mark Burg. Em declarações, Koules disse que parecia “o momento certo para passar o bastão”, enquanto Burg afirmou que queria “seguir em frente e contar novas histórias”.

A Lionsgate, que lançou todos os filmes da série e arrecadou mais de US$1 bilhão em bilheteria global, continuará como parceira na propriedade e manterá sua participação acionária atual de 50%, bem como a distribuição de produções futuras.

Em uma declaração oficial, Jason Blum, fundador da Blumhouse, afirmou que Jogos Mortais “definiu uma geração do terror” e que “seu impacto cultural continua a crescer, tornando este um investimento estratégico em uma das propriedades do gênero mais reconhecidas e bem-sucedidas das últimas duas décadas”.

Blum também disse que disse que Wan e Leigh Whannell, roteiristas do primeiro filme, serão trazidos “de volta ao grupo” e ajudarão a guiar o futuro da franquia.

‘A Noiva!’: Reboot de ‘A Noiva de Frankenstein’ ganha data de estreia na HBO Max; Confira o trailer!

A HBO Max finalmente anunciou quando ‘A Noiva!‘, reboot do clássico ‘A Noiva de Frankenstein‘, será lançado em seu catálogo brasileiro.

O longa chegará ao serviço de streaming no dia 22 de maio.

Com 57% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme arrecadou apenas US$ 23.9 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de US$ 80 milhões.

Crítica | Jessie Buckley e Christian Bale navegam pela insanidade na espetacular excentricidade de ‘A Noiva!’

Na década de 1930, um solitário Frankenstein viaja para Chicago em busca da ajuda do Dr. Euphronius para criação uma companheira. Os dois ressuscitam uma jovem assassinada e, assim, nasce a Noiva. Ela está além do que qualquer um deles pretendia, dando início a um romance explosivo, à atenção da polícia e a um movimento social selvagem e radical.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Maggie Gyllenhaal, indicada ao Oscar pelo seu trabalho em ‘A Filha Perdida‘, é responsável pela direção e roteiro.

A nova versão traz Jessie Buckley no papel titular, enquanto Christian Bale dá vida ao Monstro de Frankenstein. O elenco ainda conta com Penelope CruzAnnette Bening, Jake Gyllenhaal e John Magaro.

‘The Oath’: Sean Bean viverá policial corrupto em nova série da plataforma Crackle

Sean Bean é o novo astro que estrelará uma série original produzida por uma plataforma de streaming.

Distribuída exclusivamente para o serviço Crackle, ‘The Oath’ é o novo projeto do ator de ‘Game of Thrones’. Na trama, ele viverá Tom Hammond, um policial casca grossa que leva uma vida dupla, como o líder de uma gangue de policiais trapaceiros. Ele acaba sendo preso após fazer um acordo com um agente secreto do FBI, mas ao ser solto, está decidido a retomar seu posto como chefe do crime organizado.

A série foi desenvolvida por Joe Halpin (‘Hawaii Five-O’), que possui uma vasta experiência de 17 anos trabalhando para o Departamento de Polícia de Los Angeles. Desse período, ele trabalhou 12 anos como policial à paisana, tendo contato direto com o lado obscuro da força tática.

The Oath’ contará com o rapper 50 Cent como produtor-executivo. Com 10 episódios já encomendados, a produção chegará à plataforma em 2018.

‘Agent Carter’: Cancelamento é culpa da ABC, diz protagonista

Muitos fãs de ‘Agent Carter‘ ainda sentem falta da produção, cancelada em 2016. E dois anos após o fim da produção, a protagonista Hayley Atwell decidiu falar sobre o fim da produção.

E em uma entrevista ao portal AV Club, o cancelamento é de fato culpa da emissora ABC. Segundo a atriz, a Marvel estava disposta a seguir adiante.

Disse;

“É uma pena que a emissora tenha cancelado a série, para me colocar em algo que fosse mais mainstream. Sabe, a Marvel não queria que tudo acabasse e há várias campanhas pedindo a volta da produção. Os fãs a amavam. Eu acho que tudo foi apenas uma questão econômica para a série, tipo ‘vamos colocar Hayley Atwell em algo que seja mais popular, que seja menos específico em termos de gênero, e ver se conseguimos uma audiência maior’. E infelizmente isso é algo que, como atriz, não posso controlar”.

 

agentcarter2atemporada

 

‘Killing Eve’: 2ª temporada ganha primeiro trailer

A 2ª temporada da aclamada série ‘Killing Eve‘ ganhou seu primeiro e intenso trailer.

Confira:

https://youtu.be/KdN4_X850ag

O novo ano estreará no dia 7 de abril nos EUA.

A nova temporada terá uma nova equipe de criação. O roteiro, antes escrito pela Phoebe Waller-Bridge, agora passará para as mãos da jovem Emerald Fennell. O seriado também contará com duas novas diretoras Lisa Bruhlmann (‘Blue My Mind‘) e Francesca Gregorini (‘Electric Dreams‘).

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Kraglin retorna para a sequência

A aguardada sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ vai contar com o retorno de mais outro popular personagem da franquia.

Segundo o diretor James Gunn, Kraglin, interpretado pelo seu próprio irmão, Sean Gunn, voltará para o novo capítulo da saga.

A informação foi compartilhada pelo cineasta, durante uma rodada de perguntas e respostas feita nas redes sociais.

Ao ser questionado por um fã se seu irmão apareceria no filme, Gunn foi categórico a dizer: “Que tipo de filme dos Guardiões seria sem o Kraglin?”

 

‘Cherry’: Ciara Bravo e Tom Holland são destaques em nova imagem do filme; Confira!

O novo drama dos Irmãos Russo, ‘Cherry‘, é uma das grandes estreias de 2021 e a produção, que chega à plataforma Apple TV+ no mês de março, ganhou uma nova imagem.

Na foto em questão, o personagem de Tom Holland aparece lendo um livro para a sua companheira, vivida pela atriz Ciara Bravo. O material foi compartilhado com exclusividade pela revista EW.

Confira:

Cherry
Ciara Bravo and Tom Holland

Assista ao trailer:

A trama acompanha um ex-médico do exército (Holland) que sofre de transtorno de estresse pós-traumático ao retornar do Iraque. Tentando lidar com a doença, ele passa a assaltar bancos para sustentar seu vício em drogas.

O longa tem estreia está marcada para 26 de fevereiro no cinemas norte-americanos, e 12 de março no catálogo da Apple TV+.

Com roteiro assinado por Jessica Goldberg, o projeto é baseado no romance homônimo escrito por Nico Walker.

Além de Holland e Ciara Bravo, o elenco conta com Bill SkarsgardForrest GoodluckJeffrey WahlbergMichael Gandolfini e Kyle Harvey.

Crítica | Lucy e Desi: Documentário da Amazon dirigido por Amy Poehler é uma carta de amor a um dos casais mais célebres da comédia

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Atemporais, Lucille Ball e Desi Arnaz redefiniram o conceito de entretenimento no auge dos anos 50. Explorando o formato sitcom a partir da comédia pastelão, o amado casal da vida real fez do pacato cotidiano familiar uma sucessão de intermináveis risos, transformando a cultura POP pelo resto de sua história. E em Lucy e Desi, a comediante, atriz e agora também cineasta, Amy Poehler, nos entrega uma carta de amor a um dos casais mais celebrados, amados e saudosos da TV norte-americana.

Lucy e Desi em sua essência já são o princípio da vanguarda na televisão americana. Uma mulher e um homem de origem latina, ambos digladiaram com executivos de estúdios e a própria opinião pública por justamente não corresponderem ao status quo da época. E no longa, Poehler relembra a trajetória de sucesso nas telas e de fracasso no casamento vividos por ambos, a partir de uma coletânea de fitas preciosas e jamais ouvidas. Sob o selo da Amazon Prime Video, a produção não busca trazer o inesperado ou inédito. Aqui, a documentarista nos leva a uma loja de memorabilia em que os próprios artistas e suas memórias nos transportam a um passado hoje tão longínquo, mas ao mesmo tempo presente entre nós.

Celebrando a beleza de um amor que não pôde ser cultivado em sua totalidade – em virtude das atribuições que o trabalho conjunto lhes trouxe -, Lucy e Desi tem um sabor agridoce. Ao mesmo tempo que nos faz suspirar por toda a contribuição histórica da dupla para a indústria do entretenimento, também parte nosso coração em virtude das trágicas consequências que o peso do sucesso trouxe ao seu casamento. Entre lembranças dolorosas e muitas cenas de I Love Lucy e de outros programas feitos pelo casal, o documentário sempre nos deixa com uma proposital sensação de ausência e um sabor agridoce nos lábios.

Bem montada, a produção conta com pouquíssimas entrevistas externas e foca sua construção narrativa em muitas imagens de arquivo e uma edição belíssima e sensível. Sem o compromisso de explicar demais, o longa naturalmente nos leva a refletir sobre a extensão do impacto global que o entretenimento de Lucille Ball e Desi Arnaz ainda exerce no mundo (lembra das referências de WandaVision a I Love Lucy?), inclusive na produção brasileira.

E como uma prazerosa epifania saudosista, o novo original Amazon Prime Video é um tributo louvável de uma comediante diretamente influenciada pelo casal. Lucy e Desi nos reforça a imensidão do carinho existente entre ambos os artistas – que entre desavenças nos bastidores e discrepâncias pessoais que afloravam nos sets, eram essencialmente dois apaixonados que não souberam viver fora dos holofotes o mesmo amor e alegria que nos fizeram encantar por Lucy e Ricky Ricardo.

Crítica Netflix | Série Boca a Boca – Estética e Mensagem Provocantes a Serem Saboreadas num só Fôlego

Após uma mágica noite de festa na floresta, Fran (Iza Moreira) acorda com o choro desesperado da sua amiga Bel (Luana Casta) vindo do chuveiro. Debaixo d’água, a jovem apresenta uma mancha roxa na boca e um olhar assustador. Assim começa o mistério da nova série brasileira da Netflix, Boca a Boca. Criação e direção geral de Esmir Filho, conhecido pelos longas Alguma Coisa Assim (2018), Os Famosos e Os Duendes da Morte (2010), e os curtas Saliva (2007) e Tapa na Pantera (2006), o seriado é uma envolvente mistura sinestésica de todas as obras do cineasta ao tratar de sexualidade, conservadorismo e hiperconectividade por trás de uma cortina de suspense e medo rumo ao desconhecido. 

Ambientada na cidadezinha rural pecuarista de Progresso, a narrativa apresenta os personagens jovens por meio das telas dos seus celulares e computadores. Grande parte da fluência da obra é advinda dessa linguagem inteiramente conectada ao atual mundo adolescente, no qual eles se comunicam e expressam-se por meio de vídeos, imagens e textos curtos. Desse modo, o caso da estudante Bel logo torna-se o assunto do momento, assim como as consequências da festa daquela noite. 

O contraponto deste mundo dinâmico e colorido é representado pelos pais, principalmente pela diretora da Escola Modelo, Guiomar (Denise Fraga). Ela começa a sua própria investigação estudantil para saber o que ocorreu na noite anterior. Os acontecimentos são revelados aos poucos por flashbacks de cada um dos interrogados, entre eles Alex (Caio Horowicz) e o novato na cidade Chico (Michel Joelsas). A partir da primeira detenção juntos, Fran, Alex e Chico unem-se para descobrir o que ocorreu com Bel, ao mesmo tempo que outras pessoas começam a apresentar os mesmo sintomas e eles podem ser os próximos. 

Ao imaginar um vírus transmitido através do beijo na boca como desencadeador de diversas questões particulares, Esmir Filho não previa o momento de tensão atual causado por conta da pandemia da Covid-19. Evitar as possíveis relações, no entanto, é quase impossível, uma vez que o comportamento social dos personagens, entre a negação, o pânico e o isolamento forçado é um forte retrato social de 2020. 

Para transmitir toda uma leitura de questões sociais e medo do desconhecido, Boca a Boca  apoia-se em um inspirado elenco de jovens, os quais brilham em suas idiossincrasias. Com um forte trio de protagonistas, o ator Michel Joelsas (Que Horas Ela Volta?) se sobressai na pele de um rapaz de 17 anos a lidar com a adaptação em novo lar ao lado do  pai e do irmão autista, e o desejo latente por um viril peão (Thomás Aquino, o Pacote de Bacurau). De maneiras distintas, Fran e Alex também lidam com as suas questões sexuais e os embates dos relacionamentos familiares. 

Envoltos numa estética deslumbrante e um mistério mórbido, é difícil não deixar-se seduzir pela ambientação e os dilemas dos jovens da cidadezinha. Em um piscar de olhos, os seis episódios voam em uma crescente zona de mistério e nos abarca cada vez mais à história de Progresso. A cidade tem igualmente um papel fundamental na solução de alguns quebra-cabeças, ainda mais por guardar a ambiguidade de uma moralista nação pecuarista, ao mesmo tempo que anseia pela liberdade de novas experiências. 

Boca a Boca tem uma produção exuberante e meticulosa, acima do nível de séries nacionais da Netflix, como Reality Z (2020), Ninguém Está Olhando (2019) e 3% (2016-). Semelhante à Sex Education (2019 -), que faz um recorte de uma cidadezinha do interior da Inglaterra, e à Dark (2017-2020), na pequena cidade de Winden, o seriado brasileiro consegue captar reflexões juvenis mundiais e jogar com a nossa percepção, dentro do estreito reduto de Progresso. 

Apesar das possíveis comparações, Boca a Boca é peculiar na sua composição e, principalmente, na sua amálgama de cores entre o rosa e o azul em néon. Sendo possível traçar um paralelo com produções que nos conduzem a essas falsas dualidades, algo constantemente presente na obra do dinamarquês Nicolas Winding Refn, a exemplos Drive (2011) e O Demônio de Néon (2016). 

Após os seis episódios, sendo os dois últimos dirigidos por Juliana Rojas, do intrigante As Boas Maneiras (2017), alguns dilemas desta temporada encontram resoluções, entretanto, provocam tremores de terras e abrem fissuras em outras planícies. Ou seja, há fôlego para a elaboração de uma sequência. A dúvida no ar é se a obra será capaz de provocar esta trepidação no público e deixá-lo sedento por um elixir que nos desperta do sonambulismo de uma existência sem questioná-la.

Você pegou esses easter eggs de ‘Lost’ em ‘The Cloverfield Paradox’?

Existe uma teoria chamada “Slushoverse” que, basicamente, coloca todos os projetos de J.J. Abrams no mesmo universo, sendo conectados pela marca fictícia “Slusho!”, presente em quase todos os seus filmes e séries.

Seguindo essa teoria, alguns fãs no Reddit citaram possíveis easter eggs do seriado Lost, um dos grandes projetos na carreira do produtor, presentes em The Cloverfield Paradox, da Netflix.

1 – O nome de Jack:

O acelerador de partículas de The Cloverfield Paradox se chama “Shepherd”. Esse nome é familiar? Sim, o protagonista deLost é o médico Jack Shephard. Apesar da ortografia diferente, parece uma homenagem ao famoso personagem, não acham?

2 – Eletromagnetismo

Se tem uma coisa que marcou o seriadoLost’, com certeza foi o mistério por trás do eletromagnetismo na ilha, o que causou até mesmo a queda do voo 815 da Oceanic Airlines. E em ‘Paradox’ há uma clara referência ao incidente eletromagnético.

Quando o personagem Mundy (Chris O’Dowd) morre, sufocado com uma espuma magnética contra uma parede, vemos claramente objetos metálicos indo de encontro a parede, sendo atraídos por algo magnético.

Talvez, o acelerador de partículas possa ter alguma ligação com a escotilha de Lost e seus mistérios magnéticos. Será?

3 – “Não é o barco da Penny!”

Uma das mortes mais marcantes de Lost sem dúvida foi a morte de Charlie (Dominic Monaghan), em uma escotilha, se afogando porém avisando que o barco que estava se aproximando da ilha não seria o barco da Penny.

Há um momento muito semelhante em The Cloverfield Paradox, quando a personagem Tam (Ziyi Zhang) encontra seu fim em um acidente bem macabro, se afogando antes de congelar dentro de uma sala. Há um momento em que ela põe a mão no vidro, o que os fãs viram como um clara homenagem à morte de Charlie, emLost.

E você, acha que todas as tramas acontecem no mesmo multiverso de J.J. Abrams?

Além dessas referências, ambas as propriedades certamente têm um DNA geral entre elas, sempre lidando com viagens no tempo, reuniões alternativas e outros fatores misteriosos.

Há também algumas referências a Lost no primeiro ‘Cloverfield’, quando o símbolo da Iniciativa Dharma aparece no canto do vídeo em determinada cena, no começo do filme:

Será que o Shepherd também foi o culpado por todo o drama vivido pela turma em Lost?

The Cloverfield ParadoxeLost estão disponíveis na Netflix.

Bizarra coincidência conecta ‘Cloverfield: Monstro’ com ‘The Cloverfield Paradox’; Assista!

10 conexões de ‘The Cloverfield Paradox’ com os filmes anteriores

‘Aquaman’: Amber Heard diz que direção de Zack Snyder e James Wan são ‘completamente diferentes’

Que Zack Snyder e James Wan são diretores com estilos completamente diferentes, isso nós já sabemos, porém, parece que essa “mudança” de ares está sendo o diferencial para que Aquaman se afaste do fracasso que foi Liga da Justiça.

Em entrevista ao Collider, a atriz Amber Heard contou que as direções são diferentes e cada um tem sua visão peculiar sobre o Universo da DC.

“Foi um papel muito pequeno em ‘Liga da Justiça’, Mera é introduzida, então meu papel era muito limitado. E James Wan é muito diferente de Zack Snyder. Sua maneira de contar a história, de abordar os personagens, de gravar. É tão diferente que teria dificuldade em encontrar abordagens mais diferentes que essas. James faz de tudo para honrar a integridade original dos personagens dos quadrinhos e é simplesmente outra experiência trabalhar com ele”

O diretor James Wan revelou uma imagem do trailer. O vídeo de 2 minutos e 30 segundos será exibido durante a San Diego Comic-Con, que acontece de 19 a 22 de Julho.

A apresentação da Warner acontece sempre no terceiro dia do evento, ou seja, o trailer provavelmente estará disponível dia 21 de Julho.

Confira:

O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

 

Star Wars | O que esperamos de “Andor”?

Ultimamente, para o fã de Star Wars, falar sobre Star Wars não vem sendo uma experiência exatamente agradável, por assim dizer. Além da nova trilogia cinematográfica não ter sido unânime, a decisão da Disney de encher o catálogo de seu streaming com produções originais em Live Action do universo Star Wars, que animou muito gente quando foi anunciada, ainda não conseguiu justificar aquele ânimo inicial que muitos sentiram.

Para falar a verdade, nessa fase sob comando da Disney, o único acerto inquestionável da saga Star Wars é a série The Mandalorian, que explora as aventuras de um Mandaloriano caçador de recompensas e um simpático amiguinho superpoderoso que ganhou a alcunha de Bebê Yoda. Ao explorar mais da mitologia Star Wars sem se prender necessariamente à trama Skywalker, apesar de algumas pontas fazerem conexões muito interessantes, a série conseguiu trazer um ar de inovação para a franquia e logo cativou os fãs.

Nos cinemas, a produção que mais agradou a fãs e não fãs foi Rogue One: Uma História Star Wars. Lançado em 2016, no intervalo entre os filmes da nova saga principal, o longa explorou o passado da Aliança Rebelde ao contar a história da tripulação que se sacrificou para roubar e transferir os planos da Estrela da Morte, dando início à trilogia original. No entanto, apesar de ter essa forte ligação com a saga clássica, o grande mérito do filme foi justamente focar em contar sua história, deixando de lado os dramas de pai e filho, e investindo em um grupo de rebeldes que acaba se unindo de forma inesperada e entendem sua importância em um plano muito maior que suas meras existências.

Essa pegada de filme de guerra, com conflitos políticos e agentes infiltrados foi uma prova de que havia novos caminhos a serem explorados nesta galáxia tão, tão distante.

O problema é que as produções que vieram depois não conseguiram inovar tanto ou até mesmo imprimir certa personalidade às tramas, fazendo delas filmes ou séries marcantes, com exceção de The Mandalorian, é claro. E com as novas séries chegando, como O Livro de Boba Fett e Obi-Wan Kenobi, essa sensação de falta de personalidade enorme. As duas séries contaram com muitos episódios que apenas enchiam linguiça, criando produções que sequer justificaram sua própria existência.

Com Andor, fica a expectativa de que a produção volte a apostar naquela pegada de Rogue One. Para criar a série, eles trouxeram Tony Gilroy, que foi justamente o roteirista de Rogue One.


E ao trazer um protagonista mais “pé no chão”, uma pessoa comum que está focada apenas em derrotar um regime totalitário, fica a expectativa de uma trama mais politizada, abordando não apenas as dualidades de seu protagonista, mas também do próprio Império, que reúne todo tipo de gente embaixo das armaduras de Troopers.

Em outras palavras, nossa expectativa é que Andor saiba investir mais em sua própria história e não se preocupe tanto com easter eggs, referências e piadinhas nostálgicas. Já passou da hora de Star Wars esquecer um pouquinho do passado e olhar com mais carinho para seu futuro, deixando os Skywalker descansarem e apostando mais na vasta gama de personalidades interessantes que há nesse universo.

Andor estreia nesta quarta-feira (21), somente no Disney+.

Crítica | ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’ – Série Chega ao Fim Repetindo e Forçando a Própria História

Durante a pandemia, uma das produções que estrearam nos streamings e que fez muito, muito sucesso foi a série animada ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’, inspirada no fenômeno da cultura pop ‘Jurassic Park’, cuja franquia também se estendeu em uma nova trilogia nos cinemas nesta década. Em pouco mais de dois anos foram cinco temporadas que chegaram à Netflix trazendo personagens novos e uma aventura diferente, ainda que baseada no sucesso original, de modo que nessas férias de meio de ano a quinta e última temporada finalmente estreou na plataforma, encerrando o ciclo para quem veio acompanhando-a desde 2020.

Após descobrirem os planos malignos do Sr. Kon (Andrew Kishino) para os dinossauros, Darius (Paul-Mikél Williams), Yasmina (Kausar Mohammed), Brooklyn (Jenna Ortega), Sammy (Raini Rodriguez), Ben (Sean Giambrone) e Kenji (Ryan Potter) ainda acreditam que o pai de Kenji os ajudará a escapar da ilha. Porém, aos poucos, vai ficando cada vez mais evidente que tudo com que Sr. Kon se importa é o lucro e a reputação, e o grupo de jovens começa a traçar um plano para impedir que a Mantha Corp atinja seus objetivos. O problema é que Kenji parece inclinado a fazer de tudo para agradar ao pai, e isso significará um profundo racha no grupo.

Retomando o formato com mais episódios – dessa vez são 12, com cerca de vinte e cinco minutos cada – a temporada final de ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’ chega desequilibrada ao seu final. A primeira metade da última parte repete a história já apresentada na temporada anterior, colocando os dinos para brigar e serem controlados por joystick administrados pelo Sr. Kon e sua equipe – o que pode deixar os espectadores desconfortáveis, tal como na parte anterior, pois são muitas as cenas em que vemos os dinossauros sofrerem por estarem sendo controlados e fazerem coisas contra seus instintos naturais; a metade final dá uma acelerada no enredo, jogando os personagens de uma ilha para a outra, lembrando que Brandon (Benjamin Flores Jr.) apareceu por lá e precisa ser desenvolvido e finalizando tudo com a maior simplicidade do mundo, sem sequer mostrar a saída da ilha.

Isso demonstra a instabilidade do roteiro de Sheela Shrinivas e Rick Williams, que, após cinco partes, poderia ter dado um final mais épico à aventura. A resolução de tudo se dá, literalmente, em menos de dez minutos. Além disso, há a criação de um casal na trama que, em quatro temporadas, só deu indício de uma mera amizade, mas, do nada, neste final vira um casal, focando quase metade da temporada nisso e deixando os dinos em segundo plano.

Repetindo a própria história e forçando a barra em muitos pontos, a temporada final de ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’ traz aquele sabor arenoso de quando alguém insiste demais num produto de sucesso e acaba perdendo a atenção do espectador. A série de Zesung Kang é bem legal, mas deveria ter parado na terceira temporada. De lá para cá, é só mais do mesmo, inventando trama onde não existe e se valendo de argumentos já apresentados nos live-actions. Saber quando parar é bom para todo mundo, inclusive para Hollywood.

Piedade | Cauã Reymond e Matheus Nachtergaele falam sobre novo filme e cenas de sexo entre eles [EXCLUSIVO]

Destaque da programação do 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Piedade é o mais novo trabalho de Cláudio Assis, cultuado diretor de Baixio das Bestas e Amarelo Manga. O longa finalmente ganha vida quase quatro anos após o início da produção. Além dos eventuais atrasos, o filme acabou demorando um pouco para sair por causa de um AVC sofrido pelo cineasta após as gravações. 

Piedade conta com um elenco recheado de estrelas, com destaque para Matheus Nachtergaele, Fernanda Montenegro, Cauã Reymond, Irandhir Santos e Gabriel Leone. Durante o evento em Brasília, o CinePOP teve a oportunidade de conversar com Cauã e Matheus sobre seus trabalhos. Além de falarem sobre a experiência de participar do longa de Assis, eles comentaram sobre a já famosa cena de sexo entre eles. Falaram também sobre o reencontro com Montenegro, que já havia trabalhado com os dois em produções anteriores.

Em seu primeiro filme com o diretor, Cauã destacou que nem quis ler o roteiro antes de aceitar o projeto. Em busca de desafios, ele atendeu Assis no meio de suas férias e topou fazer o longa de imediato. “Foi ótimo trabalhar com o Cláudio, me senti muito bem recebido. Essa questão de filmar em Pernambuco, me senti acolhido como em São Paulo, como no Rio. Eu sempre fui fã dos filmes do Cláudio e foi um sonho participar de um deles”, disse. O ator ainda falou sobre o que fez com que aceitasse o projeto: “A possibilidade de trabalhar com outras cores, com um elenco super especial e de poder filmar com o Cláudio, que é um cineasta que está sempre te desafiando e buscando algo diferente de você”.

Matheus, por sua vez, encontra-se em sua quinta parceria com o cineasta, tendo atuado em todos os longas do mesmo. Segundo o ator, muitas vezes ele nem precisa ler o roteiro para aceitar um novo projeto. Curiosamente, na nova parceria, ele acabou recebendo um papel que não parecia muito com ele: um executivo de uma mega-corporação petroleira. “Não foi fácil fazer, pois tive que trabalhar com um personagem que de certa maneira eu nego. Apesar da minha origem paulistana de classe média alta, como artista, nego um pouco este tipo neoliberal, esse desprezo pela cultura brasileira mais profunda, pela pele mais colorida, e assunção de um homem pseudo-cosmopolita, totalmente liberal, cujo maior objetivo é fazer negócio para alguma empresa, esse funcionário padrão”, disse.

Conhecido pelos trabalhos em Central do Brasil, O Auto da Compadecida e Cidade de Deus, Matheus Nachtergaele interpretou inúmeros personagens humildes, do Brasil interiorano em seus projetos, mas acabou descobrindo algo curioso com o novo filme: “Levei um tempo para entender que estava encarregado de fazer um personagem que não era necessariamente um vilão, era o brasileiro mais comum, as exceções eram os outros. O que quero dizer é que, talvez, eu só tenha percebido agora que grande parte dos meus personagens é que eram exceções, é que eram um elogio ao Brasil mais fundo, uma saudade de quem um dia já fomos, e um desejo de retomarmos uma aventura de brasilidade. A maior parte dos brasileiros é como o Aurélio ou deseja ser como ele. Bem sucedido dentro de uma empresa, munido dentro dos confortos que o capitalismo traz, bem vestido, de cor branca, com uma promiscuidade sexual ligada a internet e com uma certa assepsia afetiva. É esse arquétipo o vencedor das últimas eleições.

Antes mesmo de ser exibido para o público, Piedade já causava um burburinho e uma curiosidade no meio cinematográfico por causa de rumores sobre uma forte cena de sexo entre Cauã e Matheus. Cláudio Assis sempre foi um cineasta que lutou contra o caretismo e sempre colocou o sexo como elemento importante de sua obra. Os atores falaram com naturalidade sobre as cenas (são duas, na verdade).

“Foi igual a fazer uma cena com uma mulher. Abordei da mesma forma. Mulher com mulher, homem com homem, homem com mulher… Você tem que ser profissional, encontrar uma química na hora, conversar sobre a cena e cada vez mais entender como vai ser feito. Aí na hora do ação, é se soltar e dar o seu melhor. Eu gosto muito de ficar fazendo brincadeira antes da cena, acho que dá uma relaxada”, destacou Cauã Reymond.

Já Matheus, deu maiores detalhes sobre a gravação das sequências: “Do ponto de vista como ator, foram as cenas mais rápidas de serem feitas. Existe todo uma concentração da equipe para que os atores sofram o mínimo. Esvaziam o set o máximo possível e gravamos apenas uma ou duas vezes cada cena. Só repetimos se tiver um erro técnico muito grave.”

“Eu vi o filme pelo primeira vez aqui em Brasília e achei que as cenas são menos pérfidas do que eu imaginava. Elas são bem sensuais e, de verdade, nada caretas. São cenas de arte. A última trepada dos dois, apesar de não ser nada explícita, achei bem forte”, falou Matheus.

Nachtergaele revelou que foi uma preocupação dele e de Cláudio não se aproveitarem de Cauã apenas pelo fato de seu um ator mais conhecido. “Foi bem tranquilo. O Cauã estava especialmente tentando deixar o clima ameno. Acho que eu e o Cláudio estávamos mais tensos do que ele. Não queríamos explorar a figura do Cauã de maneira indevida. Ele tava de bom humor e fez bastante piada. Foi bem rápido. E nem consigo lembrar bem do momento. A verdade é que não ficamos constrangidos. Somos amigos e nos conhecemos há muito tempo. E somos dois caras, talvez seja até mais fácil. Foi na brodagem mesmo, como os personagens fariam”, revelou.

Apesar da grande atenção dada pela mídia ao fato de haver uma cena de sexo entre eles, os dois revelaram não se incomodar muito com isso ou com a reação exagerada das pessoas. “Acho normal. Tem certos assuntos que cativam o público”, apontou Cauã. Matheus seguiu no mesmo sentido: “Não me surpreende. Me incomoda um pouco porque o filme é muito mais profundo que uma cena de sexo. Ele toca em muitas outras questões. Mas entendo que o mercado mais careta funciona assim com esse tipo de notícia aparentemente escandalosa e espero que isso se reverta a favor do filme. Talvez, movidas pela curiosidade, as pessoas acabem encontrando um filme de arte e percebam que, dentro dele, as cenas de sexo são quase que detalhes. São momentos passageiros. E tem o sentido de mostrar o quão predador é o Aurélio e fragilizar um pouco o Sandro, personagem do Cauã.

Piedade, que chega aos cinemas em abril de 2020, conta com a participação de Fernanda Montenegro no elenco. “Foi muito bom reencontrar a Fernanda. A gente tinha feito uma novela junto e se reencontrou no cinema num momento super poético. Foi lindo, eu lembro muito desse dia, foi super especial. Fico feliz de participar da trajetória de uma carreira tão bonita como a dela”, disse Cauã.

Além de relembrar várias parcerias com a atriz, Matheus Nachtergaele também valorizou o momento mais engajado da diva do cinema nacional. “Estou muito orgulhoso da Fernanda, aos 90 anos, ter assumido o papel que assumiu na atual conjuntura política brasileira. Ela pegou toda sua carreira, sua experiência, o respeito que ela carrega, e se tornou uma porta-voz importante da classe artística, uma batalhadora dos direitos pelo teatro, pelo cinema e pela cultura no Brasil. Continua sendo uma das pessoas mais dedicadas ao trabalho que eu conheço”, revelou.

Falando sobre o atual momento do cinema e da cultura no Brasil, Matheus destacou a importância da arte e da poesia neste cenário:

Eu tenho certeza absoluta que, dentre todas as coisas do mundo natural, uma das mais bonitas é a arte e a poesia do ser humano. Não sou uma daquelas pessoas antropocêntricas que acha que nós, seres humanos, somos o centro do universo, mas tenho um grande encanto e espanto com o fato de uma espécie ter criado poesia. O que quero dizer é talvez eu ache isso a coisa mais bonita. Talvez seja até mais bonito que flor, que bebê, que bicho. Eu prezo a arte humana a este ponto. É das coisas mais preciosas da vida. E entre outras coisas, a arte amplia as possibilidades do que é ser humano, aumenta o tamanho dessa definição. O ser humano é maior quanto mais a arte humana se aprofunda. Agora, do ponto de vista da história humana, que é recente na Terra, temos milhares de “vai e vens”. Momentos de mais libertação, momentos de retrocesso nas liberdades conquistadas. Acho que estamos vivendo talvez uma última grande golfada do capitalismo. Tenho quase certeza que o ser humano vai mudar de prumo em breve. Só que esse em breve pode demorar. Talvez a gente tenha que esgotar os recursos antes de cair a ficha total do que a gente deve fazer como espécie para ser mais feliz. Em momentos de retrocesso como este, acho que a beleza da arte fica mais visível, mais pontual, mais forte. É quanto, apesar de toda caretice, de toda violência, de todo racismo, de todo machismo… é quando algo do ser humano ainda consegue vibrar bonito. A arte torna suportável a vida na Terra. Nos dias de hoje, se não fossem os momentos de arte, eu não suportaria viver.” 

Depois disso, não há mais nada a se dizer.