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‘O Retorno de Mary Poppins’ não ganhará sequência

Pelo visto a Disney não ficou impressionada com a performance na bilheteria de ‘O Retorno de Mary Poppins. Porém, como a recepção da crítica foi positiva, muita gente esperava que houvesse mais uma sequência centrada na mágica personagem.

Infelizmente, não é isso o que vai acontecer. Segundo o chefe-executivo dos estúdios Disney, Alan Horn, em entrevista ao THR, não há planos para levar um próximo filme adiante:

“Não existe nenhum planejamento ou perspectiva de realizar mais filmes sobre a personagem.”

A produção foi indicada a 4 Oscars, incluindo Melhor Canção Original e Melhor Trilha Musical.

O Retorno de Mary Poppins‘ custou US$ 130 milhões e arrecadou US$ 342 milhões mundialmente.

Emily Blunt (‘Caminhos da Floresta‘) estrela ‘O Retorno de Mary Poppins‘ como a babá praticamente perfeita com habilidades mágicas singulares que pode transformar uma tarefa de rotina em uma aventura fantástica e inesquecível. Nesta sequência inédita, que tem uma sensibilidade nova, contudo ainda celebra o espírito do original, Mary Poppins está de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. A babá enigmática tem a companhia de seu amigo Jack, um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres.

Lin-Manuel MirandaBen Whishaw, Emily Mortimer, Colin Firth e Meryl Streep também estrelam.

Rob Marshall, do inesquecível ‘Chicago‘, comanda a produção. Ele já trabalhou com Streep e Blunt em ‘Caminhos da Floresta‘.

 

‘Saint Seiya – Os Cavaleiros do Zodíaco’ é renovada para a 2ª temporada!

Saint Seiya – Os Cavaleiros do Zodíaco, série animada da Netflix, foi renovada para a 2ª temporada! As informações são do site Cavzodiaco, que entrevistou o diretor da produção, Yoshiharu Ashino.

Com a segunda parte da temporada de estreia prestes a ser lançada na plataforma, não se sabe ao certo quando o show deve retornar. Entretanto, especula-se que o próximo ciclo debute em meados de 2020.

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A primeira temporada estreou no dia 19 de julho.

Os Cavaleiros do Zodíaco é uma série japonesa de mangá escrita e ilustrada por Masami Kurumada. Foi publicada originalmente de 1986 a 1990, e adaptada para anime pela Toei Animation de 1986 a 1989.

Especial | E se ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ ganhasse um filme live-action?

A série conta a história de guerreiros místicos chamados “Cavaleiros”, que lutam vestindo “Armaduras” sagradas baseadas nas diversas constelações. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Athena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo, ou de outras mitologias que pretendem dominar a Terra.

Kurumada também é um dos consultores e produtores da série.

Crítica de Álbum | Kesha reencontra a alegria de viver com ‘High Road’

Os últimos anos têm sido bastante complicados para Kesha: depois de passar por um centro de reabilitação devido aos seus distúrbios alimentares e entrar numa batalha sem fim contra o produtor Dr. Luke devido a assédio sexual, abuso emocional e discriminação de gênero, ela voltou aos holofotes em 2017 com ‘Rainbow’, que sem sombra de dúvida insurgiu como um poderoso solilóquio (e, de quebra, uma obra-prima em todos os seus aspectos) acerca de temas complexos e que precisavam de espaço dentro de uma indústria marcada por traumas e por relações de poder ridiculamente controversas. Três anos depois, a cantora resolveu mudar sua perspectiva artística ao declarar abertamente para o mundo sua reconciliação com a felicidade e seu reencontro com a paz, com a dança e com a música – lançando o aguardado High Road, seu quarto álbum de estúdio.

Antes de tudo, é necessário dizer que é sempre ótimo ver algum nome outrora prolífico voltar com a força necessária para superar tantos obstáculos e, independente da qualidade musical que Kesha nos apresenta aqui, seu principal objetivo (como já mencionado) é se tornar autossuficiente e se divertir – o que explica seu apreço instantâneo pela infusão dos gêneros e subgêneros do pop que explorou em investidas anteriores (marcando um saudosista abraço para singles como “Blow”, “Tik Tok” e “Your Love Is My Drug”, aproximando-se de sonoridades familiares e alcançando um amadurecimento claro. É nesse escopo chamativo em que “Tonight” é firmado, em meio a dissonâncias propositais e reflexões sonoras bizarras, mas cativantes.

De fato, o impactante classicismo do começo da década passada deixa de existir em prol de uma fusão do pop com um rap mais brando e lapidado, por assim dizer. Em outras palavras, a bem-vinda brutalidade encontra um equilíbrio com a cândida (e irreverente, não se deixem enganar) personalidade da lead singer. “My Own Dance”, por exemplo, nos recorda em ritmo e em visual da polêmica era Bangerz de Miley Cyrus, ao passo que se situa em um nicho único. Na verdade, as quatro primeiras tracks pulsam com esteroides sintéticos, desconstruindo e reconstruindo dentro de seus próprios termos um respaldo que outrora acharíamos saturado – o que é interessante, visto que grande parte dos cantores e compositores agora se rendeu à ascensão inexplicável do trap music.

Neste novo CD, Kesha não tangencia e nem mesmo deseja passar de uma polidez pré-fabricada: ela faz o que bem entende e o que lhe dá prazer e, no final das contas, é exatamente isso o que prezamos quando tentamos nos conectar com uma peça fonográfica. Não é surpresa (ou talvez seja) quando nos deparamos com uma faixa tão inesperada quanto “Potato Song (Cuz I Want To)” ou a união de um expressivo coral com o grave minimalismo de um baixo e os versos cantados de um declamatório hino de triunfo em “Shadow”.

A performer, jamais abandonando o que fez com que nos apaixonássemos por ela vários anos atrás, sabe como dosar frenéticas rendições com pinceladas drenadas de baladas country com facilidade invejável e assustadora – e é esse tipo de estranheza que nos mantém de ouvidos atentos com as múltiplas camadas que ela nos fornece. Enquanto o conto interiorano “Cowboy Blues” encanta por sua teatral cantiga, a música-título vibra com ondas coloridas de provocação; logo depois, retorna para as origens e honra Dolly Parton e Jo Dee Messina ao lado de Brian Wilson com “Resentment”, apenas para se jogar de cabeça na deliciosa, senão formulaica canção-marchinha “Little Bit of Love”.

Entre incursões circenses e anacrônicas que transformam as escolhas mais excêntricas em construções sólidas e divertidas por todos os motivos que consigamos pensar, o álbum continua nos fascinando do começo até o fim. Porém, em certos momentos, Kesha parece almejar tanto a uma coisa nova e diferente do que o público está acostumado a ouvir, que acaba se submetendo a uma convergência de estilos que demora a engatar; é claro que sua navegação profunda pelos instrumentais oitentistas e noventistas são compilados em um capítulo novo e modernizado, mas alguns deles não são fortes o suficiente para nos livrar do prolongamento desnecessário de certos momentos em produções como “Kinky”.

Incrivelmente, a obra fica cada vez melhor e não se desconecta das mensagens que procura nos entregar. Com a trindade “BFF”, “Father Daughter Dance” e “Chasing Thunder”, High Road é uma incrível adição à discografia de Kesha, provando que a artista precisava apenas de um empurrãozinho para reencontrar sua felicidade e sua alegria de fazer o que sempre amou: música.

Nota por faixa:

  • Tonight – 3,5/5
  • My Own Dance – 4,5/5
  • Raising Hell (feat. Big Freedia) – 3/5
  • High Road – 4/5
  • Shadow – 4,5/5
  • Honey – 5/5
  • Cowboy Blues – 5/5
  • Resentment (feat. Brian Wilson, Sturgill Simpson e Wrabel) – 5/5
  • Little Bit of Love – 4,5/5
  • Birthday Suit – 4/5
  • Kinky – 3/5
  • The Potato Song (Cuz I Want To) – 4,5/5
  • BFF (feat. Wrabel) – 4,5/5
  • Father Daughter Dance – 5/5
  • Chasing Thunder – 5/5

‘Desejo Sombrio’: Suspense da Netflix com Maite Perroni ganha cartaz oficial; Confira!

A Netflix divulgou o cartaz de sua nova série de suspense, ‘Desejo Sombrio‘.

Confira, junto ao trailer:

A série foi criada por Leticia López Margalli.

Alma passa a noite com um homem que tem metade de sua idade achando que será apenas uma aventura extraconjugal, mas um acontecimento trágico faz com que ela comece a desconfiar de todos ao seu redor. Quem é inocente? Quem é culpado? Neste labirinto de espelhos, nada é o que parece.

O elenco conta com Maite Perroni (a Lupita de ‘Rebelde‘), Jorge Poza, Regina Pavón e Erik Hayser.

A produção será lançada na plataforma no dia 15 de Julho.

‘Damsel’: Millie Bobby Brown vai estrelar e produzir nova fantasia da Netflix

Segundo o DeadlineMillie Bobby Brown está pronta para continuar sua recém-iniciada carreira como produtora e ficará responsável pela nova fantasia da Netflix‘Damsel’.

Brown também estrelará o filme, que será comandado por Juan Carlos Fresnadillo (‘Extermínio 2’) e assinado por Dan Mazeau (‘Fúria de Titãs’).

Joe RothJeff Kirschenbaum também entram como produtores.

A história gira em torno de Elodie (Brown), uma jovem princesa que acredita estar prometida para o príncipe Henry – apenas para descobrir que, na verdade, servirá de sacrifício para um perigoso dragão.

Essa não é a primeira vez que Brown e a plataforma de streaming colaboram, visto que ambos trabalharam juntos na aclamada e premiada série sci-fi Stranger Things, que rendeu à atriz duas indicações ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante, e na recente adaptação de Enola Holmes, que se tornou um grande sucesso crítico e comercial.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Charmed’: Mareya Salazar entra para o elenco da 3ª temporada

Segundo o Deadline, a atriz transsexual Mareya Salazar foi escalada em um papel regular na 3ª temporada de Charmed.

Salazar dará vida à Joséfina, a segunda prima das Encantadas, descrita como uma jovem mulher forte e bem resolvida, que aparece de surpresa na casa das protagonistas com surpresas, segredos e uma missão própria. Esse será o primeiro papel televisivo da atriz.

Lembrando que o terceiro ciclo já estreou na The CW.

No final da segunda temporada, as garotas “encantadas” e o mundo mágico se encontram em certo perigo, pois Julian afirmou à tia Vivienne que ele traria Macy (Madeleine Mantock) custe o que custar. Enquanto isso, o novo romance de Harry (Rupert Evans) e Macy está correndo risco, depois que Harry pediu a Maggie (Sarah Jeffery) para usar seu novo poder para mudar seus sentimentos por sua irmã. Com o relacionamento de Mel (Melonie Diaz) com Ruby em um impasse, será que Mel algum dia encontrará o amor verdadeiro? E a destruição da irmandade é inevitável ou as Encantadas conquistarão o Conquistador? As respostas a essas perguntas irão se desdobrar na terceira temporada e traçar uma jornada totalmente nova para essas mulheres, à medida em que Maggie busca suas ambições profissionais, enquanto Macy retorna às suas raízes científicas e o ativismo de Mel é reacendido.

Criada por Constance M. Burge, a série é um reboot do seriado clássico ‘Jovens Bruxas‘, que rendeu oito temporadas, transmitidas entre 1998 e 2006.

O elenco conta com Melonie Diaz, Madeleine Mantock, Sarah Jeffery e Rupert Evans.

‘A Crônica Francesa’: Filme de Wes Anderson ganha dois novos clipes oficiais; Confira!

A Searchlight Pictures divulgou dois novos clipes oficiais do aguardado ‘A Crônica Francesa’, filme do aclamado diretor Wes Anderson que chega em breve aos cinemas brasileiros.

Confira:

Em uma recente entrevista ao IndieWire, o lendário compositor Alexandre Desplat revelou que já assistiu ao corte final da obra e não poupou elogios a ela.

“Eu assisti à versão finalizada [do longa] há algum tempo, e é simplesmente incrível”, ele comentou. Segundo Desplat, a obra talvez seja “até maior que O Grande Hotel Budapeste.

A produção terá 108 minutos de duração (1 hora e 48 minutos).

O filme traz no elenco Benicio Del ToroFrances McDormandJeffrey WrightAdrien BrodyTimothée ChalametLéa Seydoux, Tilda SwintonMathieu Amalric, Lyna KhoudriStephen ParkOwen WilsonBill Murray.

As gravações ocorreram na França.

De acordo com o IndieWire, o filme é uma carta de amor aos jornalistas e se passa no posto avançado parisiense de um jornal americano, na metade do século XX.

‘Monarch’: Série estrelada por Susan Sarandon tem estreia ADIADA em virtude do COVID-19

Monarch é uma das séries mais antecipadas da programação de inverno da televisão norte-americana – e uma das principais apostas da FOX para a temporada de 2022.

Entretanto, a emissora resolveu cancelar a estreia outrora programada para o próximo dia 30 de janeiro em virtude do aumento de casos de COVID-19 nos Estados Unidos, com a chegada da nova variante, a Ômicron (via ComicBook.com).

As informações indicam que a FOX resolveu mudar o dia de lançamento da produção para a temporada de outono (isto é, entre os meses de setembro e dezembro), garantindo a possibilidade de uma maior audiência.

“Com incríveis talentos e performances musicais, o poderoso drama Monarch é a prioridade maior da Fox Entertainment para 2022″, um porta-voz da companhia declarou. “Infelizmente, em virtude da inevitável realidade da pandemia e do profundo impactoque a COVID-19 continua tendo em nossa indústria e ao redor do mundo, é necessário reprogramar a estreia de Monarch em 30 de janeiro para o outono”.

Relembre o trailer:

Jason Ensler fica a encargo da direção do episódio piloto, enquanto Melissa London Hilfers assina o roteiro.

Os Romans construíram uma dinastica da música country – mas quando seu reinado como realeza é colocado em xeque, uma jovem fará de tudo para proteger o legado da família.

Susan Sarandon, Ava GraceEva AmurriMartha HigaredaAnna Friel, Trace AdkinsJoshua SasseAdam CroasdellFaith Prince e outros estrelam.

Dua Lipa – 5 Anos | Ranqueamos todas as músicas do álbum homônimo de Dua Lipa

Antes de parar o mundo com o aclamado e saudosista Future Nostalgia, a cantora e compositora Dua Lipa fez sua estreia oficial no mundo da música com seu álbum homônimo.

Com críticas bastante positivas, a produção não fez sucesso gigantesco à época de seu lançamento, levando um ano até dominar as paradas mundiais e, eventualmente, se tornar o mais ouvido na plataforma do Spotify por uma artista feminina, além de ter vendido 6 milhões de unidades.

Contando com inúmeras versões, o compilado gerou uma série de singles bastante conhecidos, como “New Rules”“IDGAF”, “Hotter Than Hell”“Blow Your Mind (Mwah)” e vários outros – além de incorporar inúmeros estilos musicais, desde o pop-noir ao pop progressivo e ao R&B.

No dia de hoje, 02 de junho, o álbum completa 5 anos desde seu début e, para celebrar, montamos uma lista ranqueando todas as canções da versão padrão, composta por 12 faixas.

Confira:

12. “THINKING ‘BOUT YOU”

A ideia por trás de “Thinking ‘Bout You” é bem clara e se afasta das ambições das faixas que a precedem: aqui, Dua Lipa mergulha em uma espécie de obsessão romântica que parte das premissas clássicas das narrativas similares e que se rende a uma produção atmosférica e beirando o tropical-house. Porém, o resultado poderia ser melhor, pelo simples fato de destoar consideravelmente do restante da obra.

11. “LOST IN YOUR LIGHT”

“Lost In Your Light”, colaboração ao lado do cantor Miguel, parece ter sido colocada estrategicamente em segundo lugar no álbum e, de fato, perde força ao emular com tanta visceralidade sua antecessora, “Genesis”, seja pelo uso da guitarra e do baixo, seja pela repetição de um toque em synth-pop visto na discografia de outras artistas, como RobynLady Gaga.

10. “IDGAF”

Assim que lançada, “IDGAF”, assim como os singles anteriores de Dua Lipa, teve recepção relativamente positiva pela crítica, a qual voltou a elogiar o conteúdo lírico e a impecável produção do canadense Koz. Rendendo mais uma entrada no Hot 100, o borbulhante pop foi indicado para Single do Ano no BRIT Awards 2019.

9. “BEGGING”

A parte mais divertida de “Begging”, que já prenuncia o final do álbum, é o jogo aliterado de palavras de que Dua Lipa se vale no refrão. A explosão de estilos pode parecer exagerada demais na primeira vez que a ouvimos, mas tudo começa a fazer sentido quando compreendemos as pulsões apaixonadas que a cantora traz à tona, como se estivesse se valendo do possível para expressar o que sente.

8. “BE THE ONE”

O segundo single de Dua Lipa foi lançado dois anos antes do lançamento do álbum e, talvez, tenha sido o começou a chamar nossa atenção e a colocá-la no centro dos holofotes: “Be The One” mistura europoppower pop e synth-pop em uma jornada de redenção romântica que foi teve aceitação bastante positiva principalmente por sua produção.

7. “HOMESICK”

É interessante ver como a produção consegue se equilibrar entre vibrantes convites à pista de dança e momentos de reflexão dramática, como é o caso da ótima e subestimada “Homesick”. Dua Lipa entrega seus melhores vocais na faixa que conclui a versão padrão de seu álbum de estreia homônimo, aliando-se a Chris Martin, vocalista da banda Coldplay, para uma envolvente e pungente piano-ballad.

6. “NO GOODBYES”

Dua Lipa sabe muito bem como construir uma canção própria para as pistas da dança – mas ela também tem um tato invejável para baladas e semi-baladas eletrônicas, como é o caso de “No Goodbyes”. A narcótica faz ótimo uso de diversas incursões instrumentais, de sintetizadores, baixos e baterias a um piano eletrônico escondido em segundo plano, todos aliados para colocar em voga a presença da performer.

5. “GENESIS”

A abertura do álbum, “Genesis”, é bastante interessante e já dá o tom da produção, incorporando elementos do R&B dos anos 1980 à guitarra elétrica e dando ares de um electro-pop mais sutil – discorrendo sobre uma narrativa romântica prestes a terminar e marcada por versos como “eu preciso do seu toque, isso está ficando sério”“me diga que isso não é o nosso fim”.

4. “GARDEN”

“Garden” é uma das joias escondidas no cerne do álbum e merecia mais reconhecimento do que tem: a belíssima faixa começa como uma balada e gradativamente transforma-se em uma poderosa narrativa antêmica que nos arremessa de volta para a virada dos anos 2000 para os anos 2010, destacando os vocais retumbantes de Dua Lipa e a produção de Koz e de Greg Wells.

3. “HOTTER THAN HELL”

“Hotter Than Hell” continua como uma das faixas favoritas do álbum – e não é por qualquer motivo. A terceira track da produção foi lançado como o quarto single e demonstrou um apreço gigantesco da artista pelo tropical pop e pelo dance-pop, revelando sua habilidade inegável em construir músicas prontas para o mercado mainstream e recheadas de batidas envolventes.

2. “NEW RULES”

“New Rules” parou o mundo com sua batida cativante, estandarte do maior patamar possível do tropical house e do EDM. Construída a partir de baterias e sintetizadores minimalistas, a faixa conquistou o público com força descomunal e alcançou o topo das paradas em vários países – além de render à Dua sua primeira entrada no Top 10 da Hot 100 da Billboard (#6) e uma indicação às categorias de Música do Ano e Melhor Coreografia no VMA 2018.

1. “BLOW YOUR MIND (MWAH)”

Dua Lipa uniu-se com o famoso produtor e compositor canadense Jon Levine para o nu-disco “Blow Your Mind (Mwah)”. Digna de ter maior reconhecimento pelo público – e um hino irretocável para as pistas de dança -, a canção foi elogiada por sua mensagem positiva que fala sobre estar confortável com seu próprio corpo independente do que as outras pessoas falam.

‘A Misteriosa Sociedade Benedict’: Elenco revela segredos de bastidores em vídeo promocional da 2ª temporada

O Disney+ divulgou um vídeo promocional promocional da 2ª temporada de ‘A Misteriosa Sociedade Benedict‘ (The Mysterious Benedict Society), nos levando aos bastidores dos novos episódios.

Confira:

Baseada nos romances de Trenton Lee Stewart, a adaptação gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.

O elenco conta com Tony Hale, Kristen SchaalRyan Hurst, MaameYaa BoafoGia SandhuEmmy DeOliveiraSeth CarrMarta TimofeevaMystic Inscho.

Matt ManfrediPhil Hay entram como roteiristas, enquanto Todd SlavkinDarren Swimmer servem como os showrunners.

Dica de Filme | ‘Megarrromântico’, estrelado por Rebel Wilson, usa as fórmulas das rom-coms a seu favor

Comédias românticas costumam seguir uma fórmula: dois protagonistas de mundos diferentes se cruzam e se lançam numa jornada tragicômica até perceberem que são o amor verdadeiro um do outro e finalmente ficarem juntos – ou então percebem que podem construir algo em cima disso. Porém, a narrativa bastante conhecida não é a única “regra” a ser seguida. Inúmeros coadjuvantes também insurgem pelo caminho – seja o melhor amigo gay, a inexplicável arqui-inimiga ou a insuportável chefe. Isso sem falar nas construções estéticas que grande parte dos diretores abraça com o maior carinho possível para entregar ao público aquilo que já conhecem e que, mesmo assim, consegue emocionar ou nos tirar da nossa cruel realidade.

Em parte, Garry Marshall é o guru do gênero, tendo encabeçado uma das rom-coms mais famosas de todos os tempos, Uma Linda Mulher. Além de ter dado uma nova perspectiva para esse tipo de história, seus convencionalismos foram recriados inúmeras vezes até saturarem a indústria cinematográfica contemporânea, com poucas exceções (como Simplesmente Acontece’, que sem dúvida alguma reinventou essas narrativas fabulescas demais). Logo, é interessante quando um longa-metragem resolve ou tirar sarro de todos esses clichês ou usá-los a seu favor – e o mote em questão é o que move Megarrromântico, produção original da Netflix que, apesar de soar tão datado quanto obras predecessoras, tem as melhores intenções possíveis e usa as fórmulas a seu favor.

O filme gira em torno de Natalie (Rebel Wilson), uma arquiteta desencantada com o amor e que repudia as comédias românticas por serem extremamente forçadas e falsas. Porém, sua vida muda quando, durante um assalto, ela bate a cabeça com força e acorda em uma realidade paralela movida por todos as fórmulas das rom-coms – já iniciando com breves constatações de como a infeliz e caótica cidade de Nova York parece ter se transformando em um microcosmos irretocavelmente perfeito. Ela então percebe que precisa se utilizar de tudo aquilo que sempre odiou para voltar para seu cotidiano miserável e conhecido – incluindo se apaixonar pelo garanhão multimilionário Blake (Liam Hemsworth), ver o seu melhor amigo se casar com uma supermodelo que na verdade é embaixadora de ioga e realizar cada uma das icônicas cenas que tanto nos enchem os olhos pelo excesso de melodrama.

Como é possível imaginar, Megarrromântico é propositalmente clichê e faz bom uso de tudo o que já vimos no cinema para entregar-se a uma divertida comédia. Entretanto, diferente de seus papéis anteriores, Wilson passa longe de até mesmo tangenciar a canastrice, buscando uma performance que condiz com a realidade na qual se encontra. De forma resumida, ela brilha mais do que lhe damos crédito, apesar de eventualmente ceder aos convencionalismos que tanto odeia – mas não de modo proposital, e sim sem perceber (aliás, sem os próprios diretor e roteiristas perceberem).

Um dos pontos fortes do longa é a forma como as personalidades do mundo real são muito contraditórias às do mundo do cinema – e tal constatação já marca uma metalinguagem sensível e que não nos força a compreensão. Whitney (Betty Gilpin), assistente e grande amiga de Natalie, transforma-se em uma cruel e impiedosa arquiteta que simplesmente despreza a protagonista, porque “duas mulheres não podem ter afeição uma pela outra nas comédias românticas” e devem se odiar; o taciturno vizinho Donny (Brandon Scott Jones) torna-se o obrigatório estereótipo do confidente gay afeminado, que aparece em todo lugar quanto a heroína mais precisa; o melhor amigo Josh (Adam Devine), que sempre permaneceu na friendzone, acaba sendo a alma gêmea de Natalie até ser tarde demais e ele resolver se casar outra mulher, Isabella (Priyanka Chopra).

Porém, não é apenas nesse âmbito que o filme consegue manter seu escopo propositalmente clichê. O diretor Todd Strauss-Schulson faz um ótimo uso e uma inesperada “continuação” de sua obra anterior, Terror nos Bastidores, na qual leva um grupo de adolescentes para dentro de um filme de terror pautado em todas as construções que conhecemos. Aqui, ele capta a essência dos projetos rom-coms: em diversos momentos, há um excesso de simetria nos ápices do “romance” entre Natalie e Blake e em cenas que a personagem de Wilson descobre que sua vida está muito melhor do que normalmente é. A utilização de pontos brilhantes para refletir a magia e o onirismo da realidade paralela é constante e, por vezes, saturada demais até mesmo para a mensagem que a narrativa deseja nos entregar – isso sem comentar o prospecto nada original do roteiro que, conforme chega à conclusão, reafirma as próprias críticas que arquiteta.

Os deslizes estruturais talvez também ocorrem pela quantidade desnecessária de referências a outras produções cinematográficas. Algumas mais óbvias, como De Repente 30 e Uma Linda Mulher, até funcionam, mas a continuidade dessas “menções honrosas” transforma o longa-metragem em uma confusa mixórdia – ora, temos construções parecidas desde iterações como A Proposta’ até A Sogra, que volta e meia servem de base e de preenchimento para que o público caminhe junto com a história até o final. Entretanto, é inegável dizer que, em um escopo mais geral, essas escolhas funcionam – mais pelo seu elenco e pela última virada no roteiro que qualquer outra coisa.

Megarrromântico é uma sátira prática e funcional liderada por um elenco repleto de química e que se entrega a atuações bastante aprazíveis. Os equívocos existem e acabam falando mais alto do que deveriam, mas mesmo assim é certo que o público e até os fãs devotos das comédias românticas vão gostar (e bastante) da obra.

 

Ursinho Pooh está de volta nas imagens INÉDITAS da sequência do slasher ‘Sangue e Mel’; Confira!

As filmagens da sequência do polêmico terror ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘ (Winnie the Pooh: Blood and Honey) já começaram e, agora, foram divulgadas duas novas imagens do novo longa-metragem.

Confira:

Anteriormente, o filme ganhou uma imagem de bastidores dando destaque a Christopher Robin.

O diretor Rhys Frake-Waterfield falou com exclusividade ao CinePOP sobre a sequência, que trará Pooh empunhando uma motosserra no melhor estilo ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

“Na sequência, o Ursinho Pooh terá uma motosserra. Eu vou apresentar isso. Eu vou fazer isso acontecer. Eu amo filmes slasher. Eles são meus favoritos.”, ele afirmou.

Confira, com a entrevista:

 

A trama mostra Pooh e Leitão como vilões famintos depois que Christopher Robin vai para a faculdade e não tem mais tempo para cuidar deles. Quando a vida dos personagens se torna difícil, eles precisam se virar sozinhos e acabam se voltando às suas raízes animalescas. Eles não são mais bonzinhos, e sim são um urso implacável e um porco que querem sair por aí em busca de presas.

 

‘Matador de Aluguel’: Remake com Jake Gyllenhaal estreia ESTE MÊS no Prime Video!

Matador de Aluguel, remake do clássico estrelado por Patrick Swayze, chega este mês ao catálogo do Prime Video.

Estrelado por Jake Gyllenhaal, o longa será lançado na plataforma de streaming em 21 de março.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Doug Liman (‘A Identidade Bourne’) será responsável pela direção.

Nesta releitura cheia de adrenalina do clássico cult dos anos 80, o ex-lutador do UFC Dalton (Gyllenhaal) consegue um emprego como segurança em uma taberna em Florida Keys, apenas para descobrir que este paraíso não é tudo o que parece.

A dupla Anthony Bagarozzi e Charles Mondry assina o roteiro da nova versão.

O elenco ainda contará com o lutador Conor McGregor, Billy Magnussen (‘Made for Love’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’), Gbemisola Ikumelo (‘Sunny D’), Lukas Gage (‘The White Lotus’), Hannah Love Lanier (‘A Black Lady Sketch Show’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), B.K. Cannon (‘Why Women Kill’), Arturo Castro (‘A Lista Terminal’), Dominique Columbus (‘Ray Donovan’), Beau Knapp (‘Seven Seconds’) e o podcaster Bob Menery.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Disney #D23: ‘Viva – A Vida É Uma Festa’ ganhará ATRAÇÃO inspirada em ‘Piratas do Caribe’ e ‘Mansão Mal-Assombrada’

O longa VivaA Vida É Uma Festa é um dos filmes mais comoventes e adorados do panteão Disney/Pixar e, durante a Disney D23, foi revelado que a produção ganhará uma atração inédita no complexo de parques da Casa Mouse.

Durante a apresentação, foi dito que a atração em questão será inspirada em outros clássicos do complexo, incluindo ‘Piratas do Caribe’‘Mansão Mal-Assombrada’.

“Vocês irão ver, ouvir e sentir a viagem de Miguel para o mundo dos mortos, viajando por cenas coloridas e caras”, disse Josh D’Amaro, presidente da Disney Experience.

O filme tornou-se um sucesso de crítica e de público, arrecadando mais de US$807 milhões nas bilheterias mundiais e conquistando 97% de aprovação no agregador de reviews Rotten Tomatoes. Além disso, levou duas estatuetas do Oscar, incluindo a de Melhor Animação.

Relembre o trailer:

Miguel é um menino de 12 anos que deseja ser um músico famoso, mas precisa lidar com sua família que desaprova seu sonho. Determinado a virar o jogo, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos.
Anthony GonzalezGael Garcia BernalBenjamin BrattAlanna UbachRenée VictorAna Ofelia MurgíaEdward James Olmos estrelaram.

TikTok é oficialmente BANIDO dos Estados Unidos

O TikTok foi oficialmente banida e está indisponível nos Estados Unidos, não estando disponível para aqueles que tem o aplicativo baixado nos dispositivos móveis.

A plataforma é uma das maiores do planeta, mas já foi alvo de inúmeras controvérsias, inclusive no Brasil, com alegações de que os responsáveis pela rede social são coniventes com comentários preconceituosos e ideologias desumanizadoras e criminosas.

Apesar de ser relativamente nova, a plataforma ganhou relevância exponencial com o passar dos anos, sendo adotada por boa parte dos influencers e rivalizando com aplicativos como InstagramTwitter/XYouTube.

O serviço permite o upload de vídeos breves e permite que os usuários assistam a diversos conteúdos em sequência – com boa parte funcionando como conteúdo de entretenimento ou de alta qualidade, apesar de outros serem prejudiciais.

Nos últimos, o governo estadunidense levantou preocupações quanto à companhia detentora do TikTok, a ByteDance, alegando que o app é de interesse de segurança nacional – com vários acreditando que a plataforma está coletando dados dos cidadãos, posando como uma ameaça ao país.

Como resultado, a rede social foi banida – após um processo que durou quase cinco anos e que foi oficialmente outorgada pela Suprema Corte dos EUA. Caso os usuários tentem entrar no TikTok, uma mensagem aparece na tela avisando-os sobre o banimento e que os responsáveis estão tentando resolver o problema com o governo.

“Uma lei banindo o TikTok foi decretada nos Estados Unidos. Infelizmente, isso significa que você não pode usar o TikTok, por enquanto. Temos sorte de que o presidente [Donald] Trump indicou que irá trabalhar conosco para uma solução para reinstalar o TikTok quando assumir o posto no governo. Por favor, fiquem ligados!”, diz a mensagem.

tiktok

Vale lembrar que, como o banimento faz parte de uma lei oficial, usuários que tentarem usar VPN para contornar o decreto podem ser punidos.

No Brasil, a plataforma segue em funcionamento.

Insider revela qual teria sido a principal REVIRAVOLTA de ‘Vingadores: Dinastia Kang’

Antes de ‘Vingadores: Apocalipse’ (‘Avengers: Doomsday’) ser oficialmente confirmado pela Marvel Studios, a franquia de super-heróis ganharia um filme intitulado ‘Vingadores: Dinastia Kang’, trazendo Jonathan Majors como o personagem titular.

Todavia, em virtude das polêmicas e das acusações enfrentadas pelo ator, a companhia foi obrigada a alterar os planos, recontratando Robert Downey Jr. como o antagonista Victor Von Doom/Doutor Destino e remodelando o projeto para ‘Apocalipse’.

Agora, em uma recente sessão de perguntas e respostas, o famoso insider Alex Perez comentou que essas alterações tiveram repercussões grandiosas dentro do estúdio – e acabou revelando a principal reviravolta do projeto descartado.

“Um dos principais pontos da trama de toda a Saga do Multiverso, que se mantém consistente para o Parlamento Marvel desde Loki’ (2021), é que o MCU (e o multiverso em geral) está atualmente preso em um ciclo/loop sem fim”, ele disse.

Perez continua:

“Deixe-me elaborar: tudo o que Aquele que Permanece disse durante seu discurso no final da 1ª temporada de Loki’ e um pouco na 2ª temporada é verdade. Não importa o curso de ação que nossos personagens tomem, o final sempre permanecerá o mesmo: após a Guerra Multiversal com as variantes Kang, Aquele que Permanece venceria usando Alioth, construiria a TVA, que então levaria à história que todos conhecemos como MCU e então se repetiria constantemente. Essa deveria ser uma das grandes revelações em ‘Vingadores: Dinastia Kang’: essa iteração do universo em que estamos, os filmes, os programas de TV, as Apresentações Especiais, qualquer coisa relacionada à Marvel Studios é apenas a Tentativa #14.000.605 ou mais das tentativas de Aquele que Permanece de criar um universo/linha do tempo em que a Guerra Multiversal não acontecesse, e ele pudesse simplesmente governar a existência para sempre.

Agora que Kang e suas variantes estão oficialmente fora de cena por enquanto, isso permite que a Marvel continue este ponto da trama de uma maneira muito diferente do que originalmente pretendido. Inicialmente, teríamos visto as variantes de Kang causando estragos através do tempo e do espaço, interrompendo o Multiverso uma incursão de cada vez. No entanto, agora, o principal motivo gira em torno dos diferentes heróis que têm interferido na estrutura do espaço e do tempo. Em Apocalipse’, a principal incursão que veremos a princípio gira em torno da Terra-616 e do universo em que Monica se passa, onde os X-Men residem atualmente no filme. Outras incursões também serão abordadas, como a de Sem Volta para Casa’, causada pelo Homem-Aranha e pelo Doutor Estranho”.

Lembrando que ‘Vingadores: Apocalipse’ chegará aos cinemas em 18 de dezembro de 2026 – sete meses depois da data original.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco conta com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Joe e Anthony Russo ficam responsáveis pela direção.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Grande parte do filme foi DESCARTADA e REMODELADA antes do lançamento

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ chegou aos cinemas em julho deste ano e se sagrou um dos filmes mais curtos da Marvel Studios – o que nos leva a lembrar que boa parte do corte original foi deixado de fora da versão que vimos nas telonas, incluindo uma batalha inicial com o Fantasma Vermelho e o romance entre o Coisa e Rachel Rozman.

De qualquer maneira, o filme, apesar de ter arrecadado pouco mais de meio bilhão nas bilheterias, conquistou o público e a crítica com ótimos comentários e começando a colocar o Universo Cinemático Marvel de volta nos eixos.

Para o sucesso do projeto, uma variedade de talentos foi escalado, incluindo o compositor Michael Giacchino – cujos créditos incluem ‘Homem-Aranha’‘Doutor Estranho’‘Lobisomem na Noite’. E, em uma recente entrevista ao Deadline, o musicista trouxe informações bastante interesantes sobre a versão original do longa-metragem.

Durante a conversa, Giacchino revelou que escreveu uma trilha sonora completa para o filme antes do início das gravações, mas que a descartou ao assisti-lo pela primeira vez.

“Na verdade, escrevi uma trilha sonora completamente diferente para este filme, que vocês provavelmente nunca ouvirão”, revelou Giacchino. “Lembro-me de tê-lo visto pela primeira vez com a música e algo não me pareceu certo”.

Giacchino entrou para o projeto inicialmente quando Feige o convidou para compor uma música para o painel de ‘Primeiros Passos’ na San Diego Comic-Con. Os temas que ele compôs antecipadamente para Galactus e a Surfista Prateada acabaram sendo usados ​​no set durante as filmagens.

“O mais divertido foi que o [diretor] Matt [Shakman] levou isso para o set”, lembrou o compositor. “Foi útil para eles entenderem: ‘ah, esse é o filme que estamos fazendo. Esse é o tom’. É muito raro fazer isso. Acho que qualquer pessoa que esteja fazendo filmes deveria contratar o compositor primeiro e depois pedir que ele escreva a trilha sonora, porque assim todos podem estar na mesma página desde o primeiro dia”.

Apesar disso, Giacchino sentiu que algo não estava certo quando viu seu trabalho inicial combinado com o que estava na tela. “Musicalmente, quando estou compondo, gosto de começar do início e ir até o fim”, explicou. “Eu havia construído isso com base em uma versão do filme. Quando assisti àquela música junto com a nova versão do filme, pensei: ‘Meu Deus, isso não está funcionando para mim'”.

“A gente nunca sabe”, disse ele, confirmando que já fez mudanças significativas semelhantes em projetos anteriores do MCU por sua própria iniciativa. “O que fazemos é dar o nosso melhor palpite. Todo mundo está dando o seu melhor palpite em alguma coisa e nem sempre acertamos”.

Crítica | Matt Shakman constrói uma divertida e apaixonante jornada com ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’

Lembrando que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ está disponível no Disney+.

O filme, que arrecadou mais de meio bilhão nas bilheteiras, foi aclamado pela crítica e pelo público ao apresentar uma nova versão da Primeira Família da Marvel.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Artes inéditas revelam cena DESCARTADA envolvendo Sue Storm e o Toupeira

Confessions on a Dance Floor | Relembrando o ICÔNICO álbum de Madonna que ganhará sequência

Madonna sempre teve uma capacidade imensurável de se reinventar e de revolucionar a indústria musical. Eternizada como um dos pilares da música pop, a cantora, compositora e produtora fez sua estreia no cenário fonográfico em 1983, com o lançamento de um álbum homônimo que rendeu hits como “Borderline” e “Lucky Star”. Sua ascensão ao estrelato se tornou ainda mais expressiva com uma sucessão de álbuns irretocáveis, como ‘Like a Virgin’ (1984), ‘True Blue’ (1986) e Like a Prayer (1989) – cada um impactando de forma única o cenário mainstream e servindo de contínua inspiração para gerações e mais gerações de artistas.

Todavia, a personalidade indesculpável de Madonna a colocou sob escrutínio minucioso dos ouvintes e da mídia – principalmente pelas incursões mais ousadas da rainha do pop. ‘Erotica’ firmou-se como um projeto multimidiático que, à época, causou furor por sua estrutura sensual e ousada, que discorreu sobre incontáveis tabus; para seus álbuns seguintes, ela continuou trazendo discussões importantes, como o chauvinismo da indústria musical com ‘Bedtime Stories’, além de fortalecer a estética oriental e as pulsões eletrônicas nos Estados Unidos com Ray of Light. E, três anos após trazer o country e a folktrônica para seu arsenal, ela foi mais fundo em suas pungentes críticas com o subestimado American Life.

Criticando os esforços imperialistas dos Estados Unidos em sustentar a Guerra do Iraque e analisando a sociedade e a mídia como arautos de um estilo de vida problemático, o álbum se tornou um fracasso crítico e comercial – que, por um bom tempo, parecia ter prenunciado a ruína de Madonna. Entretanto, ela se preparava para um dos maiores e mais aclamados comebacks do século com o lançamento de Confessions on a Dance Floor, seu décimo álbum de estúdio, em 2005. Trazendo de volta a conhecida estética disco e dance que explorou no início da carreira, Madonna construiu um impecável setlist hedonista e celebratório que seria emulado por anos a fio (ora, até mesmo em 2026).

O compilado de originais é uma celebração da vida e do prazer, tomando como mote a máxima carpe diem conforme constrói uma junção de passado, presente e futuro, apoiando-se nas divas da discoteca que lhe influenciaram em seus primórdios e abrindo espaço para um espetacular revival que seria adotado por nomes como Britney Spears, Lady Gaga, Beyoncé, Dua Lipa e tantos outros. Com uma ideia muito clara em mente e assumindo as rédeas da produção do álbum ao lado de Stuart Price, Mirwais Ahmadzaï e a dupla Bloodshy & Avant, Madonna se reafirmou como uma camaleoa da música, uma trendsetter imortal que permanece como um zeitgeist de sua geração ao lado de ninguém menos que Michael Jackson.

Se American Life representou um tropeço em sua carreira, Confessions on a Dance Floor a trouxe de volta para um jogo do qual, na verdade, nunca tinha saído. Para além das sólidas críticas profissionais, o disco vendeu mais de 10 milhões de cópias e sagra-se como um dos mais bem-sucedidos e importantes do século, bem como um marco do cenário dance. O compilado também garantiu à artista uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Dance/Eletrônico e, mais tarde, outro na categoria de Melhor Videoclipe de Forma Longa.

Por mais que a ideia do álbum seja construir um território de libertação e escapismo, Madonna esconde uma potente crítica política que a usa como principal objeto de análise: afinal, sabemos que o cenário do entretenimento é marcado por disparidades de gênero, de raça e de idade – e, aos 47 anos, a rainha do pop ousava até mesmo mais que as “novatas”. Foi através de singles como “Hung Up”, “Sorry” e “Jump” que a performer enfrentou as barreiras do etarismo para mostrar que ninguém conseguiria superá-la quando o quesito é longevidade e reinvenção.

Enquanto ‘Confessions’ trouxe inspirações de ícones do show business como ABBA, Bee Gees, Donna Summer e Depeche Mode, a vibrante e narcótica epopeia de Madonna serviu como inspiração para alguns dos álbuns mais aclamados da atualidade – com destaque ao ovacionado ‘Future Nostalgia’, magnum opus de Dua Lipa, e ao primoroso ‘What’s Your Pleasure’, que se tornou um marco da carreira de Jessie Ware. Kim Petras e Romy também se beneficiaram da importância do compilado com ‘Slut Pop’ e ‘Mid Air’, respectivamente, ajudando a reiterar a inescapável permanência de Madonna na cultura pop.

Se pararmos para pensar, o álbum impactou a própria carreira da performer, considerando que, mais de vinte anos depois de ter feito história, está pronta para causar mais fervor com o já anunciado Confessions II, que tem lançamento agendado para o dia 3 de julho – e que promete abalar as estruturas da indústria mais uma vez.

‘Jackass 4’ ainda pode acontecer, revela ator

“Olá, eu sou Johnny Knoxville e bem-vindo a ‘Jackass‘”… A famosa abertura de ‘Jackass’ ainda pode ser ouvida mais uma vez, de acordo com o ex-membro do elenco, Chris Raab.

Segundo o We Got This Covered, Raab revelou que os principais membros do elenco estão interessados numa nova sequência.

“Eu tenho a sensação de que todo mundo está muito interessado nisso. Ryan [Dunn] foi uma grande parte disso, então é meio estranho sem ele, mas no que diz respeito a ‘Jackass’, eu acho que talvez aconteceria, mas não tenho certeza porque não estou envolvido o suficiente para saber. […] se Jeff Tremaine e Johnny Knoxville concordarem, acho que os outros também concordariam.”

Se o projeto for para frente, a ausência de Ryan Dunn (morto num acidente de carro) certamente seria sentida pelos fãs. Mas talvez o grupo possa fazer disso um tributo ao amigo.

Jackass fez sucesso por mostrar um conjunto de vídeos nos quais Jonny Knoxville, Bam Margera, Steve-O, Cristo Pontius e Wee Man em situações perigosas envolvendo todo tipo de desafios, como ser atingido por automóveis ou ser mordido por animais selvagens.

Animadora da Disney morre aos 91 anos, vítima de Coronavírus

De acordo com o Deadline, Ann Sullivan, famosa animadora da Disney, faleceu aos 91 anos depois de ser infectada pelo Coronavírus.

A informação foi revelada por Bob Beitcher, presidente da Motion Picture & Television Fund (MPTF), que admnistra a casa de repouso onde Sullivan vivia.

Ann Sullivan era uma mulher extraordinária, talentosa e resiliente. Ela perseguiu seu sonho de vida na Califórnia e trabalhou na Walt Disney Company com graça, orgulho e alegria. Há dias bons e ruins… Esse foi um dos dias ruins, mas vamos lembrar dela por sua alegria e talento.”, disse Beitcher em entrevista ao portal.

Para quem não conhece, Sullivan começou sua carreira na década de 1950 depois de se formar no Centro de Artes de Pasadena e foi uma das animadoras responsáveis por ‘O Rei Leão’, ‘A Pequena Sereia’, ‘Pocahontas’, ‘Hércules’, ‘Tarzan’, ‘Mulan’, ‘Atlantis: O Reino Perdido’, e ‘Planeta do Tesouro’.

A artista estava aposentada desde o início de 2005.

‘WandaVision’: A 10 dias da estreia, produção da série ainda não foi finalizada

Faltam apenas 10 dias para a estreia de ‘WandaVision’ na Disney+ e parece que ainda faltam alguns ajustes na pós-produção, o que está deixando a equipe bastante preocupada.

Durante uma entrevista para a SFX Magazine, o diretor Matt Shakman disse que se sentiu bastante pressionado para finalizar a série antes do dia 15 de janeiro.

“Concluímos as gravações com muito pouco tempo antes da estreia ser anunciada, então estou me sentindo um tanto pressionado porque será uma corrida louca até a linha de chegada, será um trabalho ainda mais pesado do que em muitos filmes do MCU.”

Shakman disse que seu maior desafio foi completar a série em meio à pandemia do Coronavírus e explicou que as fases de produção ficaram bem desajustas por conta disso.

“Começamos a trabalhar em alguns efeitos visuais mesmo antes do fim das gravações, depois precisamos reformular muita coisa que já tínhamos planejado, então foi meio que trabalhar em um labirinto, sabe? É uma loucura acompanhar todas essas fases de produção. Dos conceitos ao produto final é uma trajetória bem árdua.”

Por fim, ele disse que ficou feliz com o resultado final das gravações.

“O mais saudável para uma produção é seguir os rituais em ordem em vez de fazer tudo ao mesmo tempo, mas as coisas mudaram em 2020, não é? No fim das contas, acho que provavelmente nos beneficiamos disso porque eu adorei o produto final.”

Assista ao novo teaser da série:

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany, ParrisHahn.

‘It – A Coisa’: Versão de Cary Fukunaga seria mais voltada ao drama do que ao terror; “Parecido com ‘O Iluminado'”

Antes de Andy Muschietti assumir a direção das mais recentes adaptações de ‘It: A Coisa‘, Cary Joji Fukunaga (‘True Detective’) havia sido escolhido para a função.

No entanto, ele acabou se afastando do projeto por diferenças criativas com a Lew Line Cinema.

Por conta disso, alguns fãs se perguntam como seria a versão de Fukunaga caso ele continuasse atrelado à produção.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter (via Comic Book), Fukunaga tocou no assunto e revelou que sua versão não teria toques de humor, como na de Muschietti.

Em vez disso, sua visão seria mais voltada ao drama e também não iria explorar tanto o terror.

“Eu trabalhei nessa ideia por quatro ou cinco anos com a Warner Bros e depois que a produção foi transferida foi para a New Line, acho que houve muito atrito entre nossas visões. Um queria fazer um drama com elementos de terror, era mais como ‘O Iluminado’. Acho que eles queriam fazer algo mais concentrado no terror, como os filmes da ‘Annabelle’. Na minha versão também não havia muito espaço para momentos cômicos. Essa foi essencialmente a desconexão.”

Em 2015, Fukunaga já havia explicado à Variety que:

“Eu estava tentando fazer um filme de terror não convencional. Não se encaixava no algoritmo do que eles gostariam de fazer após o sucesso de ‘Invocação do Mal‘. Eu queria algo bem simples e nosso orçamento estava girando em torno de US$ 32 milhões. Eu estava me concentrando em desenvolver o drama em torno de cada personagem, mas fui pressionado a adicionar jump scares [sustos baratos] e preencher as lacunas com cenas de terror explícito. Não acho que a obra de Stephen King seja resumida ao terror barato. Nunca consegui entender esses pedidos.”

Lembrando que ‘It: A Coisa – Capítulo 2 está disponível na plataforma do TeleCine.

Na trama, 27 anos após o Clube dos Otários derrotar Pennywise, It está de volta. Agora adultos, Os Otários seguiram com suas vidas, mas com os recentes desaparecimentos em Derry, Mike resolve reunir o grupo novamente. Perturbados pelo passado, eles precisam vencer seus medos para destruir Pennywise, que está ainda mais perigoso, de uma vez por todas.

Muschietti assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Gary Dauberman.

Bill Skarsgård, James McAvoy, Jessica Chastain, Bill Hader, Isaiah Mustafa e Jay Ryan completam o elenco.

Assista nossa entrevista com o ator:

EXCLUSIVO! ‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Jessica Chastain ficou ensanguentada até o FINAL das gravações 

EXCLUSIVO! ‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Elenco adulto fala sobre a construção de seus personagens 

[SPOILER] ‘It – A Coisa’ | Conheça o destino dos personagens na fase adulta 

‘Cavaleiro da Lua’: Arte conceitual revela traje alternativo do herói; Confira!

A 1ª temporada de ‘Cavaleiro da Lua‘ já chegou ao fim, mas algumas curiosidades sobre os bastidores continuam sendo divulgadas.

Em seu perfil do Instagram, o ilustrador Jackson Sze compartilhou uma arte conceitual revelando um design alternativo para o traje de Marc Spector (Oscar Isaac).

A versão alternativa parece de um tipo tecnológico, diferente da oficial, que é feita de pano egípcio e é invocada através de magia.

Na legenda, Sze escreveu:

“Feito ao mesmo tempo que minha última imagem do Khonshu, este é outro vislumbre do Cavaleiro da Lua nos estágios iniciais de pré-produção. Tentando combinar figurino e tom na mesma peça. Em retrospecto, este traje ficou muito sci-fi para a história que acabamos contando. Mas no desenvolvimento inicial, temos mais margem de manobra para explorar direções. Eu me diverti tentando integrar formas crescentes no figurino. Por favor, confira também o arte final do @ryan_meinerding_art, que você vê na série. @kachristensen_art também estabelecer alguns detalhes no design do traje também!”

Confira:

 

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Lembrando que todos os episódios já estão disponíveis no catálogo da Disney+.

A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.

Relembre o trailer:

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘A Pequena Sereia’: Confira o visual realista do caranguejo Sebastian no live-action

Uma arte de um quebra-cabeças inspirado no live-action de ‘A Pequena Sereia‘ revelou como será o visual do caranguejo Sebastian (voz de Daveed Diggs).

Como o filme combina CGI e live-action, os designs dos animais serão todos realistas, assim como aconteceu com o remake de ‘O Rei Leão‘ (2019).

A publicação apresenta uma ilustração de Ariel (Halle Bailey), Linguado (voz de Jacob Tremblay) e elementos aquáticos, e logo abaixo, no canto inferior esquerdo, vemos o inconfundível caranguejo.

Confira:

Recentemente, a Disney divulgou um novo teaser do filme, onde vemos novas cenas da Ariel e um primeiro vislumbre da vilã Úrsula, interpretada por Melissa McCarthy.

Assista:

O elenco é formado também por Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

O filme chega aos cinemas no dia 25 de Maio de 2023.

Astros de ‘Ahsoka’ revelam seus momentos favoritos dos bastidores; Confira!

A série de TV dedicada à Ahsoka Tano (Rosario Dwason) foi lançada durante a greve dos atores, o que impediu o elenco de promover a atração da saga ‘Star Wars‘.

No entanto, agora que a greve chegou ao fim, o elenco está recuperando o tempo perdido.

Através do Instagram, o perfil oficial da série compartilhou vídeos de Natasha Liu Bordizzo (Sabine Wren), Diana Lee Inosanto (Morgan Elsbeth) e Eman Esfandi (Ezra Bridger) falando sobre algumas de seus momentos favoritos dos bastidores. .

O vídeo de Bordizzo mostra a estrela alando sobre uma cena dela com Rosario Dawson (Ahsoka Tano) e Huyang, o andróide dublado por David Tennant.

Inosanto detalha o momento em que ela experimenta seu figurino, enquanto ela explica como queria expressar gratidão por sua participação na série.

Quanto a Esfandi, ele detalha uma selfie bem hilária que tirou enquanto vestia a armadura de Stormtrooper.

Confira:

Lembrando que todos os episódios de ‘Ahsoka‘ estão disponíveis na Disney+.

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

Superman & Lois | Considerações do Episódio Piloto

Estreia ocorreu no último dia 23 de fevereiro

Apresentado inicialmente na segunda temporada de Supergirl, o Superman interpretado por Tyler Hoechlin teve uma recepção bastante dividida. Uma parte do público não aceitou o nível inicial de atuação entregue pelo ator nessa primeira aparição, enquanto que outra aprovou a forma como o personagem foi representado na série do canal CW, apresentando um contraponto mais otimista e leve ao Superman do universo DC nos cinemas interpretado por Henry Cavill.

Dessa maneira, ele marcou participações em outros momentos e, no mais importante, o grande arco da Crise das Infinitas Terras onde todas as séries da CW se chocaram em um mega evento. Passado esse momento então, veio a confirmação de que o Superman ganharia uma série própria no canal (visto que tradicionalmente a Warner é bem mais protetora com as propriedades relacionadas ao Batman do que com as do Homem de Aço) e que ela iria se debruçar mais na relação entre Clark Kent e Lois Lane.

Após o anúncio de que o projeto teria esse título foi inevitável a comparação automática com o sucesso dos anos 90 Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman, este sendo um seriado puxado muito mais para a comédia romântica. Com isso em mente, após o lançamento do episódio piloto é fácil perceber que o seriado comandado por Greg Berlanti e Todd Helbing não será um revival da produção de 1997.

Famoso casal dos quadrinhos ganha chance de voo solo com nova série do Arrowverso

De início o foco da série parece estar muito mais na dinâmica familiar do casal protagonista com seus filhos, estes sendo bem diferentes um do outro, com Jonathan sendo um adolescente sociável e Jordan um que sofre com problemas de ansiedade e dificuldade de interação. Para Clark é apresentado alguns dilemas pessoais que devem ser desenvolvidos no decorrer da temporada, como equilibrar seu trabalho como Superman no mundo com o de um pai em casa e o quão problemático para seus filhos, especialmente Jordan, vai ser descobrir essa herança kryptoniana além dos poderes que vem junto.

Muito do tempo de episódio é concentrado em estabelecer esses conflitos iniciais e estabelecer o cenário principal da série, que no caso será a cidade de Smallville. O conceito da assim chamada “superfamília” estabelecida na pequena cidade do Kansas já foi utilizado algumas vezes nos quadrinhos, sendo o mais recente as primeiras histórias do Superman no Rebirth; onde ele, Lois e o jovem Jon moram na velha fazenda dos Kent e apresenta o filho herói também descobrindo seus poderes e desenvolvendo o senso de responsabilidade ao utiliza-los.

A dinâmica entre o casal e os filhos promete ser o motor dramático da primeira temporada

No mais a série demonstrou efeitos especiais que não comprometeram (o episódio piloto da Supergirl pela CBS em 2015 também apresentou uma qualidade nos efeitos um pouco superior ao que foi o resto da temporada) mas o que de fato chama a atenção são as decisões de câmera quando ao enquadramento e iluminação de certas cenas. Momentos que se passam dentro de casa, onde geralmente ocorrem a maior parte dos confrontos dramáticos da família, tendem a ter esse enquadramento mais fechado enquanto que tomadas externas são bem mais amplas (e são nelas que os efeitos especiais dos poderes são utilizados).

Já a iluminação em vários momentos é natural, fazendo com que em cenários mais escuros a luz consequentemente seja mais escassa. Não fica óbvio se foi usado para um propósito narrativo ou apenas estético, mas o uso de luz natural, de cara, já diferencia Superman & Lois, pelo menos nesse quesito, de outras séries visualmente parecidas entre si do arrowverso. No mais ela ainda segue algumas cartilhas tradicionais da CW como apresentar o vilão que provavelmente será a grande ameaça da temporada (o modelo de vilão da semana também pode ocorrer), um romance adolescente que ainda vai ter muitas idas e vindas e dramas pessoais.

A série ainda não mostrou ao que veio, nem poderia, mas estabelece já como ela vai abordar aqueles personagens e qual sua visão para o mito do Superman. Pode ser que seja inevitável cair no assim chamado estilo CW, até para garantir a coerência daquele universo compartilhado, mas o visual diferenciado mostrado no piloto pode ajudar para que a série não se torne apenas mais uma no já vasto catálogo da DC na televisão. 

‘A Noite das Bruxas’: Produtor comenta sobre elementos SOBRENATURAIS do filme

Em recente entrevista concedida à revista Total Film, James Prichard, produtor cinematográfico, revelou detalhes intrigantes sobre a trama sobrenatural de ‘A Noite das Bruxas‘, filme baseado em uma das obras enigmáticas da aclamada autora Agatha Christie.

A abordagem deste novo longa-metragem se destaca pela sua originalidade em relação a produções anteriores, como ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘ e ‘Morte no Nilo‘.

Prichard compartilhou a ousada decisão de inserir o icônico detetive Poirot (Kenneth Branagh) em enredos sobrenaturais, conferindo um novo e empolgante aspecto ao filme que está por vir.

“À medida que continuamos a produzir esses filmes, é fundamental evitar a repetição de fórmulas. Embora a escolha possa parecer audaciosa, acreditamos que ela tem o potencial de manter a vitalidade deste universo cinematográfico, atraindo uma audiência diversificada e entregando uma experiência fascinante que, esperançosamente, surpreenderá a todos”, disse o produtor.

Lembrando que o filme estreia nos cinemas em 14 de setembro.

O elenco grandioso ainda contará com Michelle Yeoh, Jamie Dornan, Tina Fey, Kyle Allen, Camille CottinJude Hill, Ali KhanEmma Laird, Kelly ReillyRiccardo Scamarico.

“Ambientada após o período da 2ª Guerra Mundial, a trama acompanha mais um mistério aterrorizante com o retorno do célebre detetive Hercule Poirot. Agora aposentado e vivendo em um exílio auto imposto na cidade mais glamorosa do mundo, Poirot relutantemente assiste a uma sessão espírita em um palácio decadente e assombrado. Quando um dos convidados é assassinado, o detetive é jogado em um mundo sinistro de sombras e segredos.”

Além de estrelar, Branagh também retorna à direção, a partir de um roteiro escrito por Michael Green (‘Logan’).

Fãs de ‘9-1-1’ celebram [spoiler] de Buck após 100º episódio

O centésimo episódio de 9-1-1, intitulado “Buck, Bothered and Bewildered” (Buck, Incomodado e Perplexo – tradução livre), proporcionou aos fãs do personagem Buck (Oliver Stark) um momento muito aguardado: a confirmação de sua bissexualidade.

No episódio, Buck se sente enciumado pela crescente amizade entre Eddie (Ryan Guzman) e Tommy Kinard (Lou Ferrigno Jr.), o piloto do LAFD. Ao confessar a Tommy que só queria chamar a atenção, Buck recebe um beijo inesperado, consolidando o que muitos fãs já suspeitavam.

Nas redes sociais, a comunidade de fãs de 9-1-1 está em festa com a revelação. Diversos comentários celebram a nova fase de Buck e expressam a esperança de que isso represente um passo importante para a representatividade LGBTQIA+.

“Imagens reais de mim gritando sobre Buck ser canonicamente bissexual para todos os meus amigos que não assistem 9-1-1”.

“ABC recebendo 9-1-1 e fazendo Buck bi dentro de 4 eps POWER MOVE”.

“Fazer Buck bissexual é provavelmente a maior coisa que aconteceu em todo o universo de 911”.

“Evan Buckley — Bi Bi”.

“911 RENOVANDO 3 EPISÓDIOS NA TEMPORADA, JEALOUS BUCK E BI BUCK EM UM EPISÓDIO, ABC FAZENDO O QUE A FOX PODIA, ESTAMOS TÃO DE VOLTA”

“911 fãs quando buck é finalmente canonicamente bissexual”.

“911 finalmente percebeu Buck é frutado omg nós ganhamos”.

“Buck de 911 é Bi e é real?????”

“buck de 911 beijou um homem!”

“Todo fã do B99 que agora assiste a 9-1-1 sabe exatamente para onde isso está indo”. 

O ator Oliver Stark, que interpreta Buck, também celebrou a nova fase do personagem em uma postagem misteriosa no Instagram.

“Encontrando minha luz! Obrigado a todos por amarem o Buck tanto quanto eu… São 100 episódios, tem sido uma honra e um privilégio”, escreveu o ator.

Confira o trailer da 7ª temporada de 9-1-1e e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

‘Produção de Sonhos’: Derivado de ‘Divertida Mente’ conquista 75% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Produção de Sonhos’, a animação derivada de Divertida Mente, já está disponível no Disney+. No Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma aprovação positiva de 75%, com base em 8 análises de críticos.

Para efeito de comparação,Divertida Mente obteve impressionantes 98% de aprovação da crítica e 89% do público, enquanto sua sequência,Divertida Mente 2’, teve 91% de aprovação dos críticos e 95% do público.

No geral, os críticos elogiaram a produção pela sua originalidade e destacaram que ela é uma excelente adição ao universo deDivertida Mente.

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“Embora seja bom e inteligente que Produção de Sonhos tente, na maioria das vezes, seguir seu próprio caminho afastado dos filmes Divertida Mente, ele está fundamentalmente faltando os aspectos que tornam esse universo compartilhado tão especial”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Produção de Sonhos da Pixar é uma reviravolta muito inventiva na fórmula de Divertida Mente, embora sofra um pouco por parecer apressada para um programa de TV”, disse Grant Hermanns do Screen Rant.

“A animação é o que esperamos do mundo de Divertida Mente, com cores ousadas e vibrantes e detalhes nítidos”, disse Allison Rose do FlickDirect.

“Uma visão inteligente e compassiva de outro canto da mente de seu protagonista — além de uma crítica divertida ao processo de criação cinematográfica”, disse Nick Schager do The Daily Beast.

“Se ‘Produção de Sonhos’ tivesse se mantido fiel ao formato de sitcom de ambiente de trabalho, teria sido uma adição bem-vinda à franquia, mas se enreda tentando provar que merece fazer parte dela”, disse Alistair Ryder do Looper.

“Como um programa de TV, é apenas suficientemente divertido”, disse Dan Kois do Slate.

“No geral, Produção de Sonhos é uma ideia divertida que acaba se desviando um pouco por causa de seu cenário hollywoodiano e formato de documentário. E o playground meta de um estúdio se transforma excessivamente nos aspectos negativos”, disse Tara Bennett do AV Club.

‘Produção de Sonhos’ está disponível no Disney +.

 

Mike Jones entra como criador e showrunner.

Na trama, Riley está crescendo e, quando suas memórias precisam de um processamento extra, Alegria e o resto das Emoções as enviam para a Produção de Sonhos. Lá, a aclamada diretora Paula Persimmon (voz de Paula Pell) enfrenta seu próprio pesadelo: tentar criar o próximo sonho de sucesso depois de se juntar a Xeni (voz de Richard Ayoade), um diretor presunçoso e sonhador que busca subir nas grandes ligas do cinema dos sonhos noturnos.

Amy PoehlerKensington TallmanLiza LapiraTony HaleLewis BlackMaya RudolphAlly Maki também fazem parte do elenco de voz original.

dream productions 02
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New York Times elege os 100 MELHORES filmes do século; Confira o TOP 10!

O The New York Times surpreendeu recentemente ao divulgar sua aguardada lista dos 100 melhores filmes do século XXI.

Para a elaboração do ranking, o portal realizou uma extensa pesquisa, convidando mais de 500 diretores influentes, atores e outros nomes notáveis de Hollywood e de várias partes do mundo para votarem nos 10 melhores filmes (segundo seus próprios critérios) lançados desde 1º de janeiro de 2000.

As respostas foram compiladas para formar o Top 100 final.

Entre os votantes estavam diretores vencedores do Oscar como Pedro Almodóvar, Sofia Coppola, Barry Jenkins e Guillermo del Toro, além de atores renomados como Chiwetel Ejiofor, Mikey Madison, John Turturro e Julianne Moore.

Confira o top 10 e siga o CinePOP no YouTube:

10. ‘A Rede Social’ (2010)
O longa de David Fincher, que narra a história da criação do Facebook, conquistou o público e, apesar de ter perdido o Oscar de Melhor Filme, foi eleito pela pesquisa como o décimo melhor filme deste século.

“Eu diria para assistir ‘A Rede Social’ se você quiser ver como é um filme perfeito”, disse o ator Simu Liu.

Sinopse: “Em uma noite de outono em 2003, Mark Zuckerberg, estudante de Harvard e gênio da computação, começa a trabalhar em um novo conceito que acaba se transformando em uma rede social global conhecida como Facebook. Seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Zuckerberg se torna o mais jovem bilionário da história com o sucesso de sua rede social. No entanto, a sua ascensão sem precedentes traz complicações legais e pessoais”.

Onde assistir: Max.

9. ‘A Viagem de Chihiro’ (2002)
A animação de Hayao Miyazaki se destacou entre grandes produções animadas e é o filme de animação mais bem colocado no ranking, ocupando a nona posição. O filme conquistou o Oscar de Melhor Animação em 2003.

“É um filme para qualquer criança que perdeu os pais em uma loja de departamentos ou em uma grande multidão. É aquele buraco no seu estômago. É um dos filmes favoritos da minha filha. Há muitas coisas que você tem que assistir quando é pai, e é realmente interessante descobrir algo com eles ao mesmo tempo”, disse o ator John Turturro.

Sinopse: “Chihiro e seus pais estão se mudando para uma cidade diferente. A caminho da nova casa, o pai decide pegar um atalho. Eles se deparam com uma mesa repleta de comida, embora ninguém esteja por perto. Chihiro sente o perigo, mas seus pais começam a comer. Quando anoitece, eles se transformam em porcos. Agora, apenas Chihiro pode salvá-los”.

Onde assistir: Netflix.

8. ‘Corra!’ (2017)
O terror de Jordan Peele se provou um verdadeiro clássico moderno e conquistou a oitava colocação na reportagem.

Sinopse: “A história acompanha um final de semana na vida de Chris (Daniel Kaluuya), um jovem afro-americano que visita a propriedade da família de sua namorada. A princípio, Chris vê o comportamento exageradamente hospitaleiro da família como uma tentativa desajeitada de lidar com a relação interracial da filha, mas, no decorrer do final de semana, uma série de descobertas perturbadoras o levam a uma verdade que ele nunca poderia imaginar”.

Onde assistir: Prime Video.

7. ‘Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças’ (2004)
O drama de Michel Gondry mostrou-se atemporal e continua a tocar os corações, ocupando a sétima colocação.

“É muito inteligente. É profundamente comovente. E é engraçado. Você pode obter todos esses três, o que é raro. É muito sobre como o amor encontra um caminho. E não quero dizer isso da maneira ensolarada da Hallmark. Quero dizer isso de maneira confusa, às vezes destrutiva, às vezes autodestrutiva”, disse o roteirista Dennis Lehane.

Sinopse: “Joel se surpreende ao saber que seu amor verdadeiro, Clementine, o apagou completamente de sua memória. Ele decide fazer o mesmo, mas muda de ideia. Preso dentro da própria mente enquanto os especialistas se mantêm ocupados em seu apartamento, Joel precisa avisá-los para parar”.

Onde assistir: Google Play.

6. ‘Onde os Fracos Não Têm Vez’ (2007)
O longa dos irmãos Ethan e Joel Coen demonstrou seu impacto no público, conquistando a sexta colocação.

“São os irmãos Coen no seu melhor. Eles são meio ousados e estão empurrando o envelope o tempo todo com o incrível personagem interpretado por Javier Bardem”, disse o ator Brian Cox.

Sinopse: “Enquanto caçava, Llewelyn Moss encontrou vestígios de uma venda de drogas. Apesar de saber que não deve, ele não resiste e leva o dinheiro encontrado com ele. O caçador se transforma em caça quando o impiedoso assassino Chigurh encontra seus rastros. Como se não bastasse um matador atrás de Moss, o xerife também passa a procurá-lo”.

Onde assistir: Mercado Play.

5. ‘Moonlight’ (2016)
O longa vencedor do Oscar de Barry Jenkins continua a conquistar o público ao apresentar a história de dois jovens negros homossexuais em um mundo complexo.

“Eu só acho que a ternura da infância negra e da masculinidade negra foi realmente bonita de transmitir. Barry capturou a quietude, até mesmo a solidão, quando em um ambiente íntimo. O azul é uma cor tão quente; Ele capturou isso visualmente, bem como no espaço do coração”, disse a atriz Danielle Deadwyler.

Sinopse: “Black trilha uma jornada de autoconhecimento enquanto tenta escapar do caminho fácil da criminalidade e do mundo das drogas de Miami. Encontrando amor em locais surpreendentes, ele sonha com um futuro maravilhoso”.

Onde assistir: Prime Video.

4. ‘Amor à Flor da Pele’ (2001)
O romance chinês de Wong Kar-Wai ultrapassou as barreiras culturais e conquistou os votantes, ocupando a quarta colocação.

“Realmente me surpreendeu que você pudesse fazer filmes dessa maneira, como um meio poético que não precisa explicar tudo. Parecia algo que eu não tinha visto antes e foi realmente inspirador fazer coisas mais impressionistas”, disse a diretora Sofia Coppola.

Sinopse: “Em 1962, o jornalista Chow Mo-wan se muda para Hong Kong com sua mulher, que está sempre envolvida com o trabalho e para pouco em casa. Chow faz amizade com a vizinha Su Li-zhen e ambos descobrem que seus parceiros os traem”.

Onde assistir: Prime Video.

3. ‘Sangue Negro’ (2007)
O faroeste de Paul Thomas Anderson, apesar de ter perdido o Oscar de Melhor Filme em 2008, ainda mostrou sua força e entrou no pódio do New York Times, ocupando a terceira colocação.

“A palavra ‘icônico’ é usada em excesso. Mas ‘Eu bebo seu milkshake’ é icônico porque em quatro palavras estranhas e mal ajustadas (estranhamente, no tempo presente) realmente resume Daniel. Eu amo esse filme, embora eu ache que em algum nível o filme me odeia”, disse o produtor Jason Blum.

Sinopse: “Um mineiro de prata que vira um magnata do petróleo, Daniel Plainview (Daniel Day-Lewis) está determinado a se tornar o homem mais rico do país a qualquer custo. Com o tempo, ele explora não apenas o solo, mas também as pessoas que o rodeiam”.

Onde assistir: Mercado Play.

2. ‘Cidade dos Sonhos’ (2001)
A segunda colocação foi conquistada por David Lynch, com o épico de 2001.

“É um filme muito polido, mas que esconde toda essa incerteza real. E também é um filme meio implacável, porque o David Lynch tem essa visão da humanidade que é, digamos, um tanto crítica”, disse o ator Brian Cox.

Sinopse: “Uma jovem atriz viaja para Hollywood e se vê emaranhada numa intriga secreta com uma mulher que escapou por pouco de ser assassinada, e que agora se encontra com amnésia devido a um acidente de carro. Seu mundo se torna um pesadelo e surreal”.

Onde assistir: Prime Video.

1. ‘Parasita’ (2019)
Surpreendendo a todos, o primeiro lugar ficou para o longa coreano de Bong Joon-ho. O filme, que também ganhou o Oscar de Melhor Filme, foi eleito o melhor filme deste século pelo New York Times.

Sinopse: “Toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo em um porão sujo e apertado. Por obra do acaso, ele começa a dar aulas de inglês para uma garota de família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe e filhos bolam um plano para se infiltrar também na abastada família, um a um. No entanto, os segredos e mentiras necessários à ascensão social cobram o seu preço”.

Onde assistir: Globoplay.

Stalker de Isis Valverde é PRESO no Rio de Janeiro após 20 anos perseguindo a atriz

A atriz Isis Valverde, estrela de produções como ‘Ângela’ e Código Alarum, passou por um grave episódio de insegurança. Cristiano Rodrigues Kellermann foi preso em flagrante nesta terça-feira (16/12), no Rio de Janeiro, acusado de perseguir a artista. Em depoimento, o homem confessou que monitora Isis há mais de 20 anos.

O suspeito foi detido no condomínio onde a atriz reside, no bairro do Joá. Esta foi a terceira vez apenas em 2025 que a polícia foi acionada para ir à residência de Isis devido à presença do stalker.

Segundo as investigações, Cristiano chegou a contratar um detetive particular para obter dados sigilosos, como o endereço e o número de telefone da vítima.

Embora o homem afirme que a obsessão dure décadas, Isis só tomou ciência da situação em janeiro de 2025, quando o percebeu pela primeira vez próximo à sua casa. Na ocasião, ele conseguiu fugir antes da chegada das autoridades.

Em nota ao Metrópoles, Isis Valverde agradeceu a intervenção da Delegacia Antissequestro (DAS):

“Fui informada sobre a prisão de um homem que vinha me perseguindo há anos. Agradeço o trabalho das autoridades, especialmente da Delegacia Antissequestro (DAS), pela rápida intervenção. Minha prioridade é a segurança da minha família e de todos ao meu redor”, afirmou.

O empresário Marcus Buaiz, marido da atriz, também se manifestou ao colunista Lucas Pasin, do Metrópoles, aliviado com a resolução do caso: “Estamos todos bem, graças a Deus. A turma do DAS agiu rápido e fez um ótimo trabalho”.

Cristiano foi levado para a delegacia do Leblon e autuado pelo crime de perseguição. De acordo com o Código Penal brasileiro, a pena para este crime pode variar de seis meses a dois anos de reclusão, além de multa.

Ben Schwartz entra para o elenco das cinebiografias dos Beatles dirigidas por Sam Mendes

O ator Ben Schwartz, amplamente conhecido por dar voz ao famoso ouriço azul na franquia ‘Sonic: O Filme’, é a mais nova adição ao elenco do ambicioso projeto cinematográfico ‘The Beatles — A Four-Film Cinematic Event’. Sob o comando do premiado diretor Sam Mendes, a produção figura como uma das mais aguardadas do cinema mundial por trazer uma proposta inovadora: dividir a história da icônica banda de Liverpool em quatro filmes distintos, cada um sob a perspectiva de um de seus integrantes.

De acordo com informações da Variety, Schwartz foi escalado para interpretar o lendário DJ nova-iorquino Murray the K, figura histórica que foi acolhida pelos Beatles em seu círculo íntimo de amizades durante a primeira viagem do grupo aos Estados Unidos, na década de 1960.

Cada um dos quatro longas-metragens será focado na visão de um membro diferente da banda, cruzando suas narrativas para retratar a trajetória dos rapazes de Liverpool até o centro da cultura global, culminando na separação definitiva do grupo em 1970.

Este projeto marca um feito inédito na indústria do entretenimento, sendo a primeira vez que a Apple Corps Ltd. e os próprios Beatles concedem direitos de história de vida e catálogo musical completo para um filme de ficção roteirizado. As filmagens dos quatro filmes já estão em andamento no Reino Unido, sob a produção da Sony Pictures e da Neal Street Productions.

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Os filmes são assinados pelos vencedores do Tony Jez ButterworthJack Thorne, bem como o vencedor do Oscar Peter Straughan, foram contratados para adaptar a história às telonas.

A quadrilogia tem estreia simultânea agendada para abril de 2028.

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Alem disso, Mia McKenna-Bruce, Saoirse Ronan, Anna Sawai e Aimee Lou Wood, completam o elenco.

Segundo a sinopse oficial, “cada homem tem sua própria história, mas juntos eles são lendários”. 

“[Os Beatles] redefiniram a cultura e permaneceram com vocês pela vida toda”, Mendes disse, caracterizando o grupo de rock como “a banda mais significativa de todos os tempos”.

Os quatro longas serão produzidos pela Sony Pictures em parceria com a Apple Corps Ltd, juntamente com McCartney, Starr e as famílias de Lennon e Harrison, que concederam todos os direitos de história de vida e música para um filme roteirizado.

Crítica | Venom: Tempo de Carnificina – O romance de Eddie Brock e Venom agrada mais que o filme anterior

Não é de hoje que a Sony Pictures acalenta a ideia de fazer um filme do Venom, desde os tempos áureos em que Tobey Maguire vestia o manto do Homem-Aranha, o estúdio já pretendia, após o terceiro filme, emendar um spin-off do vilão. Algo que também deveria acontecer na passagem de Andrew Garfield pelo Teioso, após o arco do Sexteto Sinistro. No entanto, como sabemos, ambas as empreitadas foram interrompidas e a coisa não andou. Após muita conversa, o Homem-Aranha aportou no universo da Marvel Studios numa parceria inédita com a Sony. Agora com um ator bem mais novo, Tom Holland, a figura do herói foi reconstruída e “atualizada” para funcionar melhor com os Vingadores. E tudo deu muito certo, tanto a participação do Aranha em Guerra Civil (2016) quanto em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017).

Agora com o Amigão da Vizinhança sob a batuta temporária da Casa das Ideias, a Sony teve tempo para organizar um novo universo e utilizar os conhecidos vilões do personagem, como Kraven, Morbius e, claro, Venom, que ainda em 2018 ganhou finalmente sua primeira aventura solo. E mesmo sendo o filme visualmente desagradável e possuindo apenas um remendo de roteiro para a trama, a presença de Tom Hardy no papel de Eddie Brock e toda veia cômica misturadas aos (de)efeitos visuais, que pareciam tiradas do filme Spawn – O Soldado do Inferno (1997), foram suficientes para a produção e o personagem caírem nas graças do público. Tanto que deu muita grana e imediatamente encomendaram uma sequência, agora sem o diretor original, Ruben Fleischer, que estava ocupado em outra continuação da série zumbi que o revelou como cineasta, Zombieland.

Para substituir Fleischer, a Sony tentou trazer realizadores como Travis Knight, que tinha feito o ótimo Bumblebee (2018), e Rupert Wyatt, do primeiro Planeta dos Macacos (2011). Ambos não toparam, mas o membro mais famoso da franquia dos símios, Andy Serkis, tinha sido contratado para ajudar com os elementos de CGI pela sua vasta experiência de marcantes personagens digitais como Gollum e o próprio macaco Ceaser. Serkis também comandou a adaptação de Mogli da Netflix, que, mesmo com um orçamento mais modesto, não ficou devendo a Disney. O filme, aliás, usava e abusava das cenas em CGI e não fazia feio. Após isso, os executivos da Sony perceberam que tinham contratado a pessoa certa para comandar o segundo Venom, e foi exatamente o que aconteceu, Andy Serkis assumiu o comando.

O então chamado Venom – Tempo de Carnificina segue a pegada bem humorada do primeiro e adiciona ainda mais cenas cômicas que funcionam graças a desenvoltura de Tom Hardy. Ainda que exagere em alguns momentos, o ator possui um tom cômico ideal para ambos os personagens e consegue imprimir uma forte energia nos andamentos mais movimentados. Digo ‘personagens’ porque, de fato, Eddie Brock e Venom possuem personalidades bem diferentes, com a criatura alienígena soando como uma espécie de entidade vista em O Máskara (1994). Eddie é sempre receoso, tenta evitar brigas e seguir uma vida normal, já Venom vive um dilema que o atormenta por demais, pois quer devorar novas cabeças e é barrado pelo Eddie. Contudo o Venom literalmente ama o Eddie, ou pelo menos o seu corpo que usa como avatar. Por outro lado, Eddie percebe que, após se fundir com o Venom, ganhou mais coragem e começou a fazer coisas que melhoraram sua vida.

O dilema em questão não acontece por acaso, já que, em diversos momentos, fica clara a intenção de Andy Serkis em criar uma espécie de romance entre a figura do Eddie e com o Venom. E não para ali no campo da amizade ou das divergências de opinião, o sentimento é para além do físico. Os dois estão numa DR constante que, no fim das contas, acaba sendo a coisa mais legal da longa. O ápice acontece em dois momentos específicos: primeiro na cena que ocorre numa boate e traz o Venom falando que alienígenas também tem sentimentos e o Eddie precisa entender; e depois quando o monstrengo se funde ao corpo da ex-namorada do Eddie, Anne Weying (Michelle Williams), e pede que Brock se desculpe de maneira especial, pois só assim ele vai voltar e penetrar o seu corpo. Querem alegoria maior que essa? Bom, nós teríamos, pois o subtítulo oficial desse novo Venom seria O Amor Vai nos Separar – é sério! Só podemos dizer que isso é uma certo e tanto para o filme.

Este que, sim, é melhor que o primeiro, mas ainda tão problemático quanto. A começar pelo visual pobre e a maioria dos momentos de maior ação continuarem genéricos. Talvez alguns cenários sejam mais inspirados dessa vez, como o manicômio e a igreja, mas todo apelo estético se mostra artificial, onde claramente vemos a utilização nada sutil de efeitos digitais grosseiros de maneira geral, podendo tirar toda credibilidade do espectador – mas certamente não a do público alvo, que vai se deleitar ao ver, pela primeira vez nos cinemas, Venom e Carnificina trocando simbiontadas e explodindo a cidade.

Nesse sentido, o Cletus Kasady de Woody Harrelson confere um ar alucinado que contrasta com a animalidade de Venom. Harrelson que foi escolhido a dedo por Ruben Fleischer que enxergou em Assassinos Por Natureza (1994), um dos grandes papéis da carreira do ator, o Carnificina que queria. E a nível de história, Tempo de Carnificina é um pouquinho mais criativo que o original, por apresentar o passado de Kasady e sua parceira Frances Barrison (Naomie Harris), que vai desempenhar um papel “importante” no ato final. No entanto tudo é muito telegrafado e didático, com acontecimentos que você já sabe onde vão dar, perdendo qualquer noção de perigo.

De maneira geral, Venom – Tempo de Carnificina deve atender perfeitamente o seu público alvo, que nem vai perceber o romance em aqui destacado. O filme tem muita ação, humor e desenvolve mais ainda o anti-herói. Ainda que o melhor fique mesmo para a cena pós-créditos, que a essa altura deixou a internet em polvorosa e fez muita gente criar as mais insanas teorias em relação ao rumo desse novo universo arquitetado pela Sony e por que não dizer a Marvel. Contudo se você não aguenta mais ver super-heróis nos cinemas e todo escapismo latente dessas produções, passe longe disso aqui.