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‘Um Passado de Presente’: Comédia romântica com Vanessa Hudgens conquista 100% no RT

A Netflix veio com tudo com seu espírito natalino em 2019 e a sua mais nova produção do gênero, intitulada ‘Um passado de Presente‘ (The Knight Before Christmas), estrelada por Vanessa Hudgens e Josh Whitehouse, conquistou 100% de aprovação o Rotten Tomatoes.

Recebendo inúmeros elogios por parte da crítica especializada, a produção ainda foi eleita como a melhor comédia romântica natalina feita pela plataforma de streaming, sendo recheada de momentos que farão os fãs do gênero suspirarem de encanto pela bela e peculiar relação amorosa que atravessa os séculos.

E para te colocar no espírito da temporada, separamos as principais avaliações disponíveis no momento!

Confira:

“‘Um Passado de Presente‘ é exatamente o tipo de filme de fim de ano que você deseja da Netflix. E eu até diria que é a melhor comédia romântica natalina que o serviço de streaming já produziu”. – Brett White, Decider

“‘Um Passado de Presente‘ não reinventa o gênero de comédias românticas natalinas, mas há uma quantidade surpreendente de amor nessa produção. Você não pode deixar de admirar o senso de seriedade do filme e sua mensagem sobre amor e empatia”. – Jenna Anderson, ComicBook.com

“‘Um Passado de Presente‘ tem todos os ingredientes festivos possíveis que você poderia querer, até um filhote de cachorro em uma meia (!). Os cínicos não precisam comprar a ideia, não há nada aqui para vocês”. – Ian Sandwell, Digital Spy

“Espere um filme maravilhoso, sentimental, fofinho como um marshmallow, perfeito como um acompanhamento de uma caneca de chocolate quente”. – Petrana Radulovic, Polygon

“‘Um Passado de Presente‘ não é perfeito, mas chega tão perto como uma comédia romântica natalina sobre um cavaleiro e uma professora de ciências poderia ser”. – Alicia Gilstorf, Tell-Tale TV

Assista ao trailer:

Além de protagonizar, Hudgens também é a produtora executiva.

A trama acompanha a história de uma professora de ciências desiludida com o amor, até que é surpreendida pela visita de um cavaleiro medieval transportado por uma feiticeira para os dias atuais. Na tentativa de enviar o soldado de volta ao seu tempo, a professora acaba despertando interesse em seu jeito encantador e nada comum.

No ano passado, Hudgens protagonizou outro filme natalino da Netflix, intitulado A Princesa e a Plebeia (The Princess Switch), que se tornou um grande sucesso.

Na trama, Hudgens interpreta duas personagens: Margaret, a Duquesa de Montenaro, e Stacy, uma plebeia bem comum. De maneira mágica, ambas acabam trocando de lugar, uma semana antes do Natal. E graças à uma mãozinha de um ajudante do Papai Noel, Margaret se apaixona pelo colega de trabalho de Stacy (Sam Palladio), enquanto sua sósia se apaixona pelo noivo da princesa, que por sinal é um príncipe.

 

[EXCLUSIVO] Angelina Jolie se fantasiou de elefante para gravar seu filme; Confira a entrevista!

Para gravar a dublagem do seu novo filme feito para a plataforma Disney+, a atriz Angelina Jolie decidiu encarar sua personagem – uma elefante chamada Stella – com muito bom humor.

Gravando muitas das suas cenas lado a lado da personagem dublada pela jovem Brooklynn Prince – que também empresta sua voz para uma pequena elefante, chamada Ruby, a vencedora do Oscar decidiu tornar a experiência ainda mais descontraída e gravou suas falas trajando um macacão de elefante.

A fantasia foi adotada tanto por Jolie, como por Prince. E em uma entrevista EXCLUSIVA com as atrizes, feita pela nossa jornalista e crítica Rafa Gomes, elas revelaram detalhes de toda a experiência.

Confira esse bate papo, que foi dividido em duas partes:

Assista a parte 1:


Abrindo com 70% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa conquistou boa parte da crítica especializada, sendo considerado um filme com abordagem familiar de caráter inteligente, à medida que se comunica também com outras faixas etárias de público.

Confira as principais avaliações do momento:

“Dê crédito a ‘O Grande Ivan’ por tentar fazer uma ponte entre ‘Dumbo’ e ‘Blackfish'”. – Jake Coyle, Associated Press

“Um filme infantil inteligente, que provavelmente vai colar nos espectadores mais jovens”. – Kate Erbland, indieWire

“É bonito e às vezes profundo, embora a aventura da diretora Thea Sharrock (‘Me Before You’) não consiga decidir entre ser uma brincadeira divertida ou um drama sobre os direitos dos animais”. – Brian Truitt, USA Today

“Uma surpresa singular e entusiasmante”. – Michael Rechtshaffen, Hollywood Reporter

“As genuínas explosões de emoção do filme, combinadas com o calor irônico das performances vocais e a renderização habilmente realista dos animais em CGI, dão ao projeto um coração do tamanho de um gorila de dorso prateado”. – Maureen Lee Lenker, Entertainment Weekly

Confira o trailer:

Thea Sharrock comanda o projeto.

Ivan é um gorila gigantesco que divide um habitat em um shopping suburbano com Stella, a elefanta, Bob, o cachorro, e muitos outros. Ele tem poucas memórias da selva onde foi capturado – mas quando uma jovem elefanta chamada Ruby, algo toca em seu interior. Ruby foi separada de sua família e o leva a questionar sua própria vida, de onde ele vem e onde ele quer estar.

O longa apresenta as vozes de: Sam Rockwell como o gorila Ivan; Angelina Jolie como Stella, a elefanta; Danny DeVito como Bob, o cachorro; Helen Mirren como Snickers, a poodle; Chaka Khan como Henrietta, a galinha; Mike White como Frankie a foca; Brooklynn Prince como Ruby, o bebê elefante; Ron Funches como Murphy, o coelho; Phillipa Soo como Thelma, o papagaio; e as estrelas Ramon Rodriguez, Ariana Greenblatt e Bryan Cranston.

‘Que Horas Ela Volta?’: Aclamado drama com Regina Casé estreia na Netflix

O aclamado drama brasileiro ‘Que Horas Ela Volta?‘, estrelado por Regina Casé, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quinta-feira (18) na grade de programação.

Na trama, a pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino vai prestar vestibular, Jéssica lhe telefona, pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente, como não deveria, a situação se complica.

Anna Muylaert assina o roteiro e a direção do longa, que teve a sua estreia o no Festival de Sundance.

Michel Joelsas, Lourenço Mutarelli, Karine Teles e Camila Márdila completam o elenco da produção.

Assista ao trailer:

Amazon MGM prepara reboot de ‘Instinto Selvagem’ com roteirista original do clássico dos anos 90

O icônico thriller erótico dos anos 90 está prestes a ganhar uma nova versão. A Amazon MGM Studios, por meio da United Artists, anunciou que está desenvolvendo um reboot de ‘Instinto Selvagem‘ (Basic Instinct), com Joe Eszterhas, roteirista do filme original, de volta para escrever a nova versão. A novidade foi divulgada em primeira mão pelo The Wrap.

Ainda sem título oficial, o projeto será produzido por Scott Stuber e Nick Nesbit pela United Artists, ao lado de Craig Baumgarten pela Vault Entertainment. Adam Griffin também atua como produtor executivo.

Dirigido por Paul Verhoeven e estrelado por Sharon Stone e Michael Douglas, ‘Instinto Selvagem‘ se tornou um fenômeno cultural ao estrear em 1992. Com mais de US$ 350 milhões arrecadados mundialmente, o longa chamou atenção não apenas pelo enredo envolvente e provocativo, mas também por cenas ousadas que redefiniram o gênero do thriller erótico — incluindo a famosa cena de interrogatório com Stone, eternizada na história do cinema.

O roteiro original de Eszterhas explorava os limites entre desejo, poder e manipulação, ao contar a história do detetive Nick Curran (Douglas), que se envolve perigosamente com a sedutora e misteriosa escritora Catherine Tramell (Stone), principal suspeita de um assassinato brutal.

Joe Eszterhas, de origem húngara e com passagens pelo jornalismo antes do sucesso em Hollywood, é conhecido por roteiros como ‘Flashdance‘ (1983), ‘O Fio da Suspeita‘ (1985) e pelo próprio ‘Instinto Selvagem‘ (1992). Ele também é autor do best-seller Hollywood Animal, uma autobiografia em que revela bastidores polêmicos da indústria.

O reboot chega em um momento em que grandes estúdios buscam resgatar títulos consagrados com novos olhares. Outros projetos ligados ao produtor Scott Stuber incluem ‘Frankenstein‘, dirigido por Guillermo del Toro para a Netflix, e ‘Springsteen: Salve-me do Desconhecido‘, cinebiografia de Bruce Springsteen estrelada por Jeremy Allen White (O Urso), prevista para este outono nos EUA.

Ainda não há elenco confirmado ou previsão de estreia para o novo ‘Instinto Selvagem‘.

‘Maze Runner: A Cura Mortal’ ganha novo clipe cheio de ação; Vem ver!

Maze Runner: A Cura Mortal ganhou um novo clipe cheio de ação, mostrando Minho sendo perseguido. Assista:

Na trama, por trás de uma possibilidade de cura para o Fulgor, Thomas irá descobrir um plano maior, elaborado pelo Cruel, que poderá trazer consequências desastrosas para a humanidade. Ele decide, então, entregar-se ao Experimento final. A organização garante que não há mais nada para esconder. Mas será possível acreditar no Cruel? Talvez a verdade seja ainda mais terrível, uma solução mortal, sem retorno.

O filme agora chega aos cinemas nacionais dia 25 de Janeiro de 2018.

 

 

Minha Fama de Mau

Elenco:

Chay Suede

Isabela Garcia

Gabriel Leone

Direção: Lui Farias

Gênero: Biografia, Musical

Duração: — min.

Distribuidora: Downtown Filmes / Paris Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 14 de Fevereiro de 2019

Sinopse:

O jovem Erasmo Carlos (Chay Suede) alimenta uma paixão: o rock and roll. Fã de Elvis Presley, Bill Halley & The Comets e Chuck Berry, ele aprende a tocar violão e passa a perseguir a ideia de viver da música. Misturando talento e um pouco de sorte, ele conquista a admiração do apresentador de TV Carlos Imperial, um cara influente no meio artístico, e através dele conhece o cantor Roberto Carlos, com quem começa a compor diversas canções. A parceria dá muito certo e o sucesso logo chega, transformando para sempre a vida de Erasmo.

Crítica | Minha Fama de Mau – Biografia musical enérgica e leve sobre a Jovem Guarda (Nota: 7.0)

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» Biografia do cantor Erasmo Carlos;

Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

Made In Brasil | Página ensina biologia com personagens da Cultura Pop mundial

Hoje é a última segunda-feira de Outubro, o que significa que é dia da última parte do especial CinePOP Made In Brasil. Uma série de entrevistas que têm como base dar visibilidade a projetos independentes que agreguem à Cultura Pop no Brasil. Para encerrar bem o especial, vamos falar com Luciano Vaz, criador da página Biologia Cultural. Um projeto que utiliza personagens de filmes, séries e desenhos animados para ensinar biologia para as pessoas. Confira!

 

Primeiramente, por que você não se apresenta?

Sou Luciano Vaz e me considero um “workaholic” na minha área, que é a biologia. Sempre arrumo um tempo para trabalhar na área rs. Bem, sou licenciado em ciências biológicas pela Universidade Unigranrio, sou biólogo de formação. Hoje, sou pós-graduando em Geologia do Quaternário pelo Museu Nacional, da UFRJ. Por ser licenciado, trabalho como professor para aluno de Ensino Fundamental, Médio e também pré-vestibular, então ajudo pré-vestibulandos. Trabalho também diretamente com divulgação científica no Biologia Cultural, que é uma página que criei e atualmente é vinculada ao GBioTra, que é um grupo de Biotrabalho, do qual também faço parte, que mexe diretamente com divulgação científica, onde também dou palestras, para divulgar e popularizar a ciência por meio do Biologia Cultural. Também sou membro do grupo do grupo de biologia forense da UFRJ. Eu faço de tudo um pouco.

Como você decidiu fazer biologia?

Eu sou apaixonado pela paleontologia desde pequenininho. Mas, além da paleontologia, eu amo esporte. Então, em 2009, eu acabei cursando educação física pela UFRJ. Passei no vestibular e acabei cursando só dois períodos, porque eu descobri que realmente não era minha área. Eu continuo amando esporte, mas não é era o que eu queria para a minha vida. Mas, durante toda a minha vida, eu sempre pesquisei realmente o que eu tinha que fazer para me tornar um paleontólogo. E a biologia era uma das áreas que eu podia seguir para me tornar um paleontólogo. Então, através do ENEM, consegui uma bolsa para cursar licenciatura em ciências biológicas na Universidade Unigranrio de Duque de Caxias. Eu me formei e logo depois consegui entrar no curso de especialização em geologia do quaternário, para que eu possa seguir no caminho para me tornar um paleontólogo. Então assim, desde sempre a biologia tá presente na minha vida. E foi a paleontologia que me fez seguir esse rumo. Não tinha jeito.

Bem, eu já imagino qual seja, mas vale a pergunta. Qual o seu filme favorito? Ele exerceu alguma influência no projeto?

Mais uma vez a paleontologia vem influenciando minha resposta rs. Todos os cinco filmes lançados de Jurassic Park são os meus preferidos. Claro, o primeiro, de 1993, é um marco na minha vida. Foi o que me fez traçar a paleontologia como meta de vida. Mas acho que é muito difícil definir qual deles é meu preferido. E, sim, eles influenciaram totalmente na minha vida profissional. E são o exemplo perfeito da mistura de biologia com a cultura pop. A ficção e aventura fazem gerações sonharem e se interessarem pelo mundo da ciência. Jurassic Park é, hoje, minha maior paixão. E pra sempre será, eu acho.

 

O que é o Biologia Cultural?

É uma página que tenho no Facebook onde pego personagens da cultura pop, como o Papa-Léguas ou um Pokémon, e conto um pouco mais sobre o animal da vida real no qual esse personagem foi baseado. Porém, a Biologia Cultural é bem mais que “só” a página, é uma área de estudo na qual pesquisamos qualquer influência biológica em qualquer manifestação cultural, seja por meio de um livro, um filme, uma série, um poema, uma música, brasões de times de futebol, de cidades… Tudo que estiver ligado a biologia nessas manifestações culturais, nós classificamos e estudamos. A Biologia Cultural também ajuda no processo de divulgação científica. Vou te dar um exemplo: Numa sala de aula, onde vou ensinar sobre os equinodermos, que são as estrelas do mar, os ouriços marinhos. Ou então vou falar sobre os moluscos, poríferas… Quem eu posso usar para deixar esse mundo mais próximo dos alunos? Eu vou usar como exemplo o desenho do Bob Esponja. Isso traz o aluno para mais perto da área, vai fazer com que ele foque mais na ciência. É um incentivo a mais para que ele queira estudar aquilo. Ele ajuda não só que conheçamos um pouco mais sobre nossa fauna e nossa flora, que está presente aí o tempo inteiro na nossa vida, mas também ajuda no processo de divulgação científica.

Em julho desse ano, um elefante marinho apareceu nas praias do Rio de Janeiro. Claro que virou post da página! O Leôncio, do Pica-Pau, foi usado como comparativo.

De onde veio a ideia de começar esse projeto?

A ideia de começar o projeto surgiu em 2017, depois de participar de um curso de uma semana sobre entomologia cultural, na biosemana da UFRJ. Esse curso foi ministrado pelo professor Elidiomar Ribeiro, que é um entomólogo da Unirio, e ele, durante essa semana, explicou pra gente o que era a biologia cultural em si. Eu fiquei apaixonado pela área e até mesmo o meu trabalho de conclusão de curso foi sobre biologia cultural. Eu desmistifiquei os tubarões, imagem dos tubarões, usando a zoologia cultural como modelo de ensino. E o professor foi um dos grandes incentivadores para que eu criasse a página e fizesse essa divulgação científica. Hoje, a gente tem mostras de biologia cultural, colóquios de zoologia cultural e tudo isso é onde a galera se junta, bate um papo sobre a área, mostra seus trabalhos, faz palestras sobre divulgação científica, sobre a área de biologia cultural. Foi isso que me despertou para a área e me fez começa a página.

O professor Elidiomar e Luciano.

Qual você acha que é o público-alvo da página?

O público-alvo de todo e qualquer divulgador científico é o povo. É a galera “leiga”, digamos assim. Porque o maior erro de um cientista é ficar fechado no seu mundinho, né? Divulgando ciência apenas para cientistas, esquecendo que fora dessa bolha tem muita gente que não está sendo alimentada pela ciência. Então, é por isso que temos um grande número de negacionistas da ciência espalhados pelo mundo, justamente por não divulgarmos a ciência. Então, a Biologia Cultural tem como objetivo dialogar com o povo. Todo o trabalho que a gente de divulgação científica é feito com uma linguagem coloquial para que a galera possa entender. Claro, a gente mantém um processo de divulgação entre os cientistas com dados mais precisos. Mas, para que possamos divulgar a ciência para o público, a gente precisa de uma linguagem mais tranquila e acessível. Não existe outro público-alvo que não seja o povo.

E como você acha que a Cultura Pop impactou no projeto e na sua vida?

A cultura pop faz parte do meu trabalho. A Biologia Cultural é alimentada por cultura pop 24h por dia, 7 dias por semana. Eu me divirto trabalhando, porque eu preciso assistir filmes e séries, ler livros livros, HQs… Eu junto o útil ao agradável. A cultura pop está na minha vida todos os dias por conta do meu trabalho de divulgação científica.

Biologia e cultura pop aproximam os jovens da ciência.

Para encerrar. Eu vi muita gente sugerindo o lançamento de um livro seguindo o tema da página. Existe algum plano para isso?

Olha, eu posso dizer que é um sonho não tão distante assim. Eu tenho uma ideia do Biologia Cultural ser futuramente lançado em livro ou revistam, talvez com um compilado dos textos que eu já produzi, mas é um processo lento e um pouquinho complicado. Já se tem a ideia de talvez produzir uma história envolvendo a biologia cultural. É aquela história, né? 1001 ideias surgem na cabeça. Mas, sim, existe uma chance disso acontecer e espero que aconteça em breve. Ok, vou dar um spoiler. Você já imaginou uma reviravolta onde você tenha uma história envolvendo as grandes navegações com o folclore e até mesmo paleontologia? Pois é, pode acontecer em breve.

Crítica | Tudo Bem No Natal Que Vem – Leandro Hassum Diverte e Emociona na Comédia Natalina da Netflix

O Natal é uma época mágica, cheia de nostalgia… tempo de estar com a família e ser grato pelo ano que passou, né? Bom, não para Jorge (Leandro Hassum), que desde pequeno detesta a data pelo simples fato de o Natal coincidir com o seu aniversário – e, portanto, ele ter que dividir as atenções (e os presentes) com o sujeito simpático da manjedoura. Tudo piora depois de adulto, quando Jorge já está casado com Laura (Elisa Pinheiro), que adooooora o Natal e faz questão de todos os anos receber em sua casa toda a sua família. Até que um dia, na véspera do Natal de 2010, Jorge sofre um acidente e, a partir daí, sua vida vira um enorme pesadelo, pois todo dia quando acorda é Natal.

O principal elemento do roteiro de Paulo Cursino é o bom e velho deboche genuíno. Ele parte de uma ideia muito simples e a inverte: se temos tantas pessoas que amam o Natal, imagina como é essa data para uma pessoa que simplesmente detesta o 25 de dezembro? Agora, imagina como seria se essa pessoa acordasse todo dia e fosse Natal? E então, desse pesadelo simples, porém real (posto que todo ano a data se repete) a comédia ‘Tudo Bem no Natal Que Vem’ reforça seu argumento com a espontaneidade e o bom humor de Leandro Hassum, que entrega uma ótima e convincente performance de um sujeito que precisa superar seu maior conflito para conseguir melhorar como ser humano e aprender sua lição – uma jornada bem Charles Dickens.

 

 

 

 

 

 

Entretanto, o roteiro – que funciona muito bem no primeiro ato e até metade do segundo – perde um pouco de ritmo da metade pro fim, porque, afinal, a coisa fica um pouco repetitiva, especialmente com a entrada da personagem Márcia (Danielle Winits, novamente em um papel estereotipado), que se prolonga um pouco demais no enredo. Também o núcleo dos filhos de JorgeLeo (Miguel Rômulo) e Aninha (Arianne Botelho) – têm seu desenvolvimento bipartido, jogando luz primeiro no filho e depois na filha, o que passa a sensação de ausência do outro enquanto a história se desenvolve.

Enquanto comédia, o filme de Roberto Santucci consegue fazer o espectador se relacionar com o drama do protagonista e com o universo conflituoso que ele vive – um Natal em família recheado de amor, brigas, confusões, altas revelações e uma boa dose de emoção. As situações apresentadas durante a festividade são comuns aos espectadores, que certamente irão rir de nervoso dos comentários absurdos – porém sinceros e reais – de Jorge.

Tudo Bem no Natal Que Vem’ não é apenas uma comédia. Sua mensagem – de valorizarmos aquilo que realmente importa, que é a família e as pessoas que amamos – irá tocar fundo no coração de quem assistir a este filme, e se reforça muito mais por estrear mundialmente na Netflix nesse ano de 2020, em que estamos todos em casa e tanto precisamos acreditar que ficará ‘Tudo Bem no Natal Que Vem’. E vai ficar!

‘Os Miseráveis’: Anne Hathaway comenta sobre traumas da interpretação que lhe rendeu o Oscar

A atriz Anne Hathaway conseguiu seu primeiro Oscar por conta de sua interpretação como Fantine em ‘Os Miseráveis‘ de 2012.

Ainda que anos tenham se passado, a atriz resolveu falar agora sobre os desafios traumáticos que encarou para entrar no papel em entrevista à People:

“Eu perdi uma quantidade perigosa de peso em duas semanas. Eu não sabia nada sobre nutrição. Eu me aproveitei de meu corpo e meu cérebro carregou as consequências por um tempo. Eu realmente me sentia muito ansiosa e desorientada grande parte do tempo. A perda de peso não foi uma coisa boa para a minha saúde em longo prazo, e demorei muito para voltar ao normal. Eu eu fiquei muito doente por causa disso.”

Agora, a nova adaptação do clássico romance é a minissérie de ‘Os Miseráveis’ desenvolvida pela BBC em parceria com a PBS, ganhou o seu primeiro e emocionante trailer.

A produção conta com David Oyelowo, Dominic West e Lily Collins como protagonistas.

Assista:

Na trama, que não seguirá os moldes dos musicais – como em suas adaptações anteriores -, West viverá Jean Valjean, um homem atormentado por seu passado. Oyelowo será o Inspetor Javert e Collins interpretará a jovem Fantine.

Ambientado na França do século 19, ‘Os Miseráveis‘ conta uma envolvente história de sonhos destruídos e amor não correspondido, paixão, sacrifício e redenção — um eterno testamento da sobrevivência do espírito humano. O ex-prisioneiro Jean Valjean é caçado durante décadas pelo implacável policial Javert, depois de violar a liberdade condicional. Quando Valjean aceita cuidar de Cosette, filhinha da operária Fantine, suas vidas mudam para sempre.

Os Miseráveis‘, de Victor Hgo, foi adaptado dezenas de vezes para as telas. Em 1998, Bille August dirigiu um filme estrelado por Liam Neeson, Geoffrey Rush, Uma Thurman e Claire Danes.

A mais recente foi estrelada por Hugh Jackman, Anne Hathaway e Russell Crowe em 2012, e rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Hathaway.

A minissérie estreia em 2019.

Diretor de ‘No Embalo do Amor’ vai trabalhar em série derivada de ‘Star Wars’

Segundo o site DiscussingFilmRick Famuyiwa está em negociações para encabeçar alguns episódios da mais nova série Disney+, que gira em torno do personagem Cassian Andor (‘Rogue One: Uma História Star Wars).

Famuyiwa é conhecido por seu trabalho nas obras ‘No Embalo do Amor’Dope, e já entrou para o panteão Star Wars como responsável pela direção de um dos capítulos de ‘O Mandaloriano’. As informações também indicam que ele retornaria para a segunda temporada.

Dentre os outros nomes da equipe, está Kieran Belshaw, artista conceitual de ‘Game of Thrones, que compartilhou que está trabalhando numa nova série de TV em seu Twitter oficial:

Belshaw eventualmente excluiu a publicação do perfil, mas os fãs estão seguros de que a série tem relação com Cassian Andor, já que a produção foi confirmada em abril, durante a Star Wars Celebration.

“Voltar ao universo de ‘Star Wars‘ é muito especial para mim”, expressou Diego Luna, intérprete do soldado rebelde, após o anúncio da série. “Tenho tantas lembranças do grande trabalho que fizemos juntos e das relações que fiz ao longo da jornada. Temos uma aventura fantástica pela frente e esse novo formato nos dará a chance de explorar mais profundamente esse personagem.”

Além de Diego Luna, Alan Tudyk confirmou que também voltaria à saga reprisando seu papel como K-2SO.

Diego Luna é uma das minhas pessoas favoritas no planeta. Eu sei o que eles estão fazendo, e é muito emocionante. Nós conversamos sobre isso.”, disse Tudyk ao Comic Book. “É um prelúdio. Eu amo esses caras, eu amo.”

A série será lançada na Disney+ e estreia somente em 2021.

‘The Great Machine’: Oscar Isaac vai estrelar e produzir adaptação de ‘Ex Machina’

Na semana passada, foi anunciado que a aclamada HQ de Brian K. Vaughn e Tony Harris, ‘Ex Machina’, seria adaptada para os cinemas. Agora, o site The Hollywood Reporter confirmou que Oscar Isaac (‘Star Wars’, ‘X-Men: Apocalypse’) irá estrelar e produzir a obra.

A série de quadrinhos foi lançada em 2004 pela DC Comics e une os gêneros de super-herói e drama político em uma narrativa que gira em torno de Mitchel Hundred, um ex-super-herói que foi eleito prefeito de Nova York depois de suas ações nos ataques de 11 de setembro.

A saga durou 50 edições, levando para casa o Prêmio Eisner em 2005.

Anna Waterhouse e Joe Shrapnel ficarão responsáveis pelo roteiro. O título da produção será ‘The Great Machine’, para evitar confusão com o longa sci-fi lançado em 2015 por Alex Garland.

Enquanto isso, ‘Y: The Last Man’, também assinado por Vaughn, está em desenvolvimento pela FX.

O filme ainda não tem previsão de estreia.

SDCC 2020 | Evento virtual contará com Zachary Quinto, Cobie Smulders e painéis especiais de ‘The Walking Dead’

San Diego Comic-Con deste ano pode até não ocorrer ao vivo devido à pandemia do COVID-19, mas isso não vai impedir os organizadores de montar um evento especial e virtual para os fãs mais ferrenhos da cultura pop – e para fornecer atualizações sobre as séries mais adoradas da atualidade.

Agora, a Variety divulgou o line-up televisivo oficial da SDCC 2020, que irá ocorrer entre os dias 23 e 26 de julho. A AMC foi a primeira emissora a divulgar seus planos para o evento, incluindo um número considerável de painéis para o universo The Walking Dead; logo depois, foi a vez da Disney dedicar esforços para séries animadas e para seu aguardado live-action sci-fi Next.

Os painéis em questão ainda não tem dias ou horários definidos, mas essas informações devem ser divulgadas em breve.

Confira:

‘American Dad!’: O diretor Brent Woods vai ensinar o elenco, os produtores executivos e os espectadores em casa como desenhar Roger. Rachael MacFarlaneWendy SchaalScott Grimes e Dee Bradley Baker, e os produtores executive producers Nic Wegener e Joe Chandler farão parte do painel em comemoração ao 300º episódio da série.

Bless the Harts– os dubladores Kristen WiigMaya RudolphIke BarinholtzJillian Bell e Fortune Feimster irão se juntar aos produtores Phil LordChris Miller e Andy Bobrow e conversar sobre seus momentos favoritos da primeira temporada e o que irão explorar no próximo ciclo.

‘Bob’s Burgers’ – A criadora e produtora executiva Loren Bouchard irá anunciar novos detalhes sobre a próxima temporada do show e irá abrir uma sessão de Q&A com os atores H. Jon BenjaminJohn RobertsKristen SchaalEugene MirmanDan Mintz e Larry Murphy.

Duncanville– Os produtores executivos Mike ScullyJulie Scully irão se reunir com Amy PoehlerTy BurrellRiki LindhomeJoy OsmanskiYassir LesterBetsy Sodaro e os convidados Rashida Jones e Wiz Khalifa para mostrar o primeiro visual da segunda temporada.

Family Guy– O painel será formado por Seth MacFarlaneAlex BorsteinMila KunisSeth Green e os produtores executivos Rich AppelAlec Sulkin e Kara Vallow para celebrar os 350 episódios da série com uma leitura virtual, seguida por uma retrospectiva dos melhores momentos do show e revelações sobre a 19ª temporada.

HoopsJake JohnsonRob RiggleRon FunchesNatasha LeggeroCleo King e A.D. Miles vão se reunir com o criador e produtor executivo Ben Hoffman e com o moderador Max Greenfield para discutir a mais nova série animada adulta da Netflix. Uma cena do primeiro episódio também será divulgada.

Next – O protagonista John Slattery será acompanhado das co-estrelas Fernanda AndradeMichael MosleyJason Butler HarnerEve Harlow e o criador e produtor executivo Manny Coto para revelar a primeira cena do novo thriller seriado.

Os Simpsons– Al JeanMatt SelmanDavid SilvermanCarolyn OmineMike B. Anderson e o moderador Yeardley Smith irão discutir sobre questões do distanciamento social e como isso irá afetar a aguardada 32ª temporada da animação.

Solar OppositesJustin RoilandThomas MiddleditchSean GiambroneMary Mack e os produtores executivos Mike McMahan e Josh Bycel vão falar sobre o mais recente sucesso do Hulu e divulgar o primeiro trailer da 2ª temporada.

‘Stumptown’ Cobie SmuldersJake Johnson e Michael Ealy irão se juntar aos produtores Jason RichmanDavid BernadRuben Fleishcer e ao autor Greg Rucka para responder questões sobre a nova adaptação da HQ homônima e os ganchos do primeiro season finale.

The Walking Dead– Scott M. GimpleAngela KangGreg NicoteroNorman ReedusMelissa McBrideJeffrey Dean MorganLauren Cohan, Josh McDermittRoss Marquand e Paola Lazaro estão programados para falar sobre o final da 10ª temporada, “A Certain Doom”, que será exibido como episódio solo no final do ano.

Fear the Walking Dead – O painel irá incluir membros do elenco como Lennie JamesAlycia Debnam-CareyColman DomingoDanay GarciaKaren David, Jenna Elfman e Rubén Blades, bem como os showrunners Andrew ChamblissIan Goldberg, que vão discutir sobre a aguardada sexta temporada do spin-off.

The Walking Dead: World Beyond’Aliyah Royale, Alexa Mansour, Hal CumpstonNicolas CantuNico TortorellaJulia Ormond e Joe Holt participarão do painel ao lado do chefe de conteúdo do universo TWD, Scott M. Gimple, e o showrunner Matt Negrete.

NOS4A2 – Para celebrar a segunda temporada do terror, que estreou há poucos dias, a showrunner Jami O’Brien, o produtor executivo Joe Hill e o astro Zachary Quinto irão se reunir em um painel especial.

Confira a nota OFICIAL de cancelamento da San Diego Comic-Con, emitida em abril:

Pela primeira vez em seus 50 anos de história da Convenção de San Diego Comic (SDCC), os organizadores da celebração anual da cultura pop anunciaram hoje com pesar que não haverá Comic-Con em 2020. O evento retornará ao San Diego Convention Center de 22 a 25 de julho de 2021.

Reconhecendo que inúmeros participantes planejam suas convenções a cada ano, e quantos expositores e partes interessadas confiam em seus eventos para uma grande parte de seu sustento, eles esperavam adiar esta decisão, antecipando que as preocupações com o COVID-19 pudessem acabar com o verão. O monitoramento contínuo das orientações de saúde e as declarações recentes do governador da Califórnia deixaram claro que não seria seguro avançar com os planos para este ano.

Da mesma forma, a WonderCon Anaheim, que aconteceria de 10 a 12 de abril de 2020, retornará ao Anaheim Convention Center de 26 a 28 de março de 2021. 

A SDCC também anunciou que as pessoas que compraram crachás para a Comic-Con 2020 terão a opção de solicitar um reembolso ou transferir seus crachás para a Comic-Con 2021. Todos os titulares de crachás de 2020 receberão um e-mail na próxima semana com instruções sobre como solicitar um reembolso.

‘O Caso Richard Jewell’ será exibido HOJE na HBO Brasil!

HBO Brasil anunciou que a aclamada cinebiografia ‘O Caso de Richard Jewell’ será transmitida pela primeira vez no canal hoje, 31 de outubro, às 22h.

Dirigido por Clint Eastwood (‘A Mula‘), o longa é uma adaptação do artigo American Nightmare: The Ballad of Richard Jewell, publicado por Marie Brenner na revista Vanity Fair, em 1997.

A trama acompanha a história real de Richard Jewell, um segurança identificado pela mídia como possível suspeito do atentado nas Olimpíadas de 1996 em Atlanta. Na época, Jewell descobriu uma mochila suspeita no complexo olímpico e evacuou a área, no entanto, uma pessoa morreu e algumas ficaram feridas. Apesar de inicialmente considerado herói, ele foi acusado pelo ataque. Mesmo após o FBI ter descartado sua culpa, Jewell nunca se recuperou totalmente, morrendo décadas depois de um ataque cardíaco, aos 44 anos.

Paul Walter Hauser estrela como o personagem-título. O elenco ainda conta com Sam Rockwell, Kathy Bates, Olivia Wilde e Jon Hamm.

‘Superman & Lois’: Família Kent tenta viver uma vida comum nas imagens oficiais do episódio 01×05; Confira!

A CW lançou as imagens oficiais do 5º episódio da 1ª temporada de Superman & Lois‘, que vai o ar em 23 de março.

Intitulado ‘The Best of Smallville‘, o episódio vai mostrar a família Kent tentando viver uma vida comum na cidade em que Clark (Tyler Hoechlin) cresceu.

Confira, junto à promo:

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

 

‘Riverdale’: Episódio 05×13 ganha sinopse oficial e imagens promocionais; Confira!

The CW divulgou a sinopse e as imagens oficiais de “Reservoir Dogs”, 13º capítulo da quinta temporada de Riverdale.

Na trama, “enquanto ajuda Eric a lidar com a síndrome do estresse pós-traumático, Archie é forçado a confrontar seu próprio trauma do passado no Exército. Para encontrar o assassino de Lonely Highway, Betty e Tabitha criam uma armadilha para atrair os caminhoneiros ao Pop’s. Cheryl faz uma um convite a Kevin e Veronica dá a Reggie uma chance de provar que ela estava errada”.

O episódio vai ao ar em 25 de agosto.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Harry Potter: De Volta a Hogwarts’: Produtores CONFIRMAM confusão com foto de Emma Roberts e irão lançar uma nova versão do especial

Harry Potter: De Volta a Hogwarts’ chegou ao catálogo da HBO Max no primeiro dia de 2022 e conquistou os fãs ao redor do mundo por seu caráter intimista e bastante nostálgico.

Entretanto, não demorou muito para que o público percebesse um grave erro na montagem do documentário: quando falando sobre a infância de Emma Watson, intérprete de Hermione Granger na franquia cinematográfica, o especial acidentalmente utilizou uma foto de criança de outra atriz, Emma Roberts (‘Pânico 4’, ‘American Horror Story’).

O deslize ocorre aos cinco minutos e 50 segundos do longa.

Agora, em uma declaração oficial à Entertainment Weekly, os produtores de ‘De Volta a Hogwarts’ confirmaram o equívoco e revelaram que uma nova versão será lançada em breve na plataforma de streaming.

“Bem observado, fãs de Harry Potter!”, diz a declaração. “Vocês chamaram nossa atenção para um erro de montagem de uma fotografia sem legenda. Nova versão chegando em breve”.

Apesar do errinho, o especial conquistou o público que cresceu com a saga bruxa.

Nas redes sociais, os internautas e os fãs do Universo Mágico comentaram sobre o emocionante teor da produção, dizendo que não conseguiram conter as lágrimas e que ficaram muito felizes com a reunião do elenco.

Confira algumas das reações abaixo:

O especial reúne Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson junto ao diretor Chris Columbus e outros membros do elenco e da equipe criativa, enquanto viajam de volta para Hogwarts pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘.

Anteriormente, Watson se emocionou ao falar pela primeira vez sobre a produção.

Harry Potter era minha casa, minha família, meu mundo e Hermione (ainda é) minha personagem fictícia favorita de todos os tempos. Acho que um jornalista uma vez disse que era irritante quantas vezes durante uma entrevista eu mencionei como tinha sorte e comecei a contar … MAS EU SABIA BEM!!! E ainda sei Obrigado aos fãs que continuaram a mostrar seu apoio após o último filme. A magia do mundo não existiria sem você. Obrigado por lutar para torná-lo um lugar tão inclusivo e amoroso.

Ainda sinto falta da equipe que fazia esses filmes o tempo todo. Obrigado por todo o seu trabalho árduo também – sei que suas contribuições às vezes são esquecidas.

Feliz 20º aniversário, Potterheads! Esperamos que você aproveite o 20º aniversário de Harry Potter: Retorno a Hogwarts, que vai ao ar no dia de Ano Novo, 1º de janeiro na HBO Max. ⚡️ Muito pelo que esperar. 😊”, ela escreveu.

O especial também traz Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes, Jason Isaacs, Gary Oldman, Imelda Staunton, Tom Felton, James Phelps, Oliver Phelps, Mark Williams, Bonnie Wright, Alfred Enoch, Matthew Lewis, Evanna Lynch e Ian Hart, entre outros.

‘Agatha: House of Harkness’: Série derivada de ‘WandaVision’ ganha possível previsão de estreia

A aguardada série ‘Agatha: House of Harkness’ começa a ser rodada ainda este ano e trará de volta Kathryn Hahn como a temida Agatha Harkness, vilã da minissérie ‘WandaVision’.

Agora, segundo os usuários do fórum Reddit, a Marvel Studios já tem uma ideia de quando lançar a produção. De acordo com uma recente listagem compartilhada na rede em questão, alguns dos roteiristas que trabalharam em ‘Cavaleiro da Lua’ também ficarão responsáveis por certos episódios de ‘House of Harkness’ – e a lista também vem acompanhada da legenda: “sendo criada para a temporada televisiva de 2023-2024”.

Caso o documento seja verdadeiro, é bem provável que o show faça sua estreia no outono norte-americano do ano que vem e se estenda até os primeiros meses de 2024.

Recentemente, Elizabeth Olsen, que interpretou Wanda Maximoff na série original, revelou em entrevista ao Good Morning America que não estará na produção.

“Não há planos e estou falando sério”, ela comentou. “Não sou uma boa mentirosa. Queria que eu tivesse um plano, mas não tenho certeza”.

Confira o logo oficial do spin-off:

Os 50 Melhores Álbuns Internacionais do Século XXI

O mundo da música é recheado de álbuns incríveis e que caem tanto no gosto popular quanto da crítica. E, só neste século, diversos artistas fizeram sua estreia ou continuaram a encantar os ouvintes com produções memoráveis, músicas envolventes e um legado infindável.

Pensando nisso, trouxemos para vocês um compilado dos 50 melhores álbuns internacionais do século, focando não necessariamente na recepção crítica da época que foram lançados, mas sim na importância cultural, estética e fonográfica que apresentaram e que continuam apresentando nos dias de hoje.

Confira abaixo as nossas escolhas:

50. LET GO, Avril Lavigne

“Em 2002, Avril Lavigne fazia sua estreia oficial na indústria fonográfica com o lançamento de Let Go, um dos álbuns mais conhecidos e celebrados da história da música. Seu début veio acompanhado de uma reformulação do cenário mainstream com a popularização do pop-punk feminino, através de singles que marcaram época e que são relembrados até os dias de hoje, como “Complicated”, “Sk8er Boi” e “I’m With You”, colocando a cantora e compositora no centro dos holofotes e iniciando uma carreira marcada por sucessos que se estende até os dias de hoje” – Thiago Nolla

49. TEENAGE DREAM, Katy Perry

“em virtude de tudo o que Teenage Dream representa para Katy Perry e para seus fãs, críticas mistas não mudam o significado do álbum, nem sua importância. Em um olhar mais contemporâneo (mais de uma década depois de seu lançamento), é notável que, apesar dos problemas, a artista se mostrou ousada em provocar os ouvintes com certos experimentalismos ainda crus, como visto nas dissonâncias “Circle the Drain”, ou com a fusão de dubstep techno de “E.T.”, uma das simbólicas assinaturas da discografia de Perry. E, enquanto os especialistas internacionais destacaram a falta de personalidade e de vulnerabilidade do CD, “The One That Got Away” merece mais atenção por mostrar um outro lado da performer” – T.N.

48. ARTPOP, Lady Gaga

Já se foi o tempo que falar mal de ARTPOP era moda; agora, é necessário reconhecer o grandioso impacto do terceiro álbum de Lady Gaga na cultura mundial e entender que a produção, lançada em 2013, estava muito além de seu tempo. Diferente de investidas anteriores, Gaga mergulhou de cabeça na desconstrução da imagem solidificada na década anterior, assim como Andy Warhol e Sun Ra (que servem de referência para a arquitetura estética em questão). O positivismo crítico de “Applause” e a rendição à cultura mainstream com “Donatella” e “Fashion!”, embebidos em um pastiche que faz menção a si mesma e àqueles que influenciaram sua carreira, ganham uma dimensão para além do visto em primeiro plano.

47. BLACKOUT, Britney Spears

“O álbum funciona em sua completude de diversos modos: a visão mercadológica e comercial está ali, dialogando com sua repaginação modernizada e refrescante a um pop prestes a mergulhar na era digital. Ao mesmo tempo, há também um experimentalismo claro, partindo do hibridismo de inúmeros estilos que casam e criam uma harmonia quase perfeita. É claro que os baixos existem, incluindo na participação de Pharrell Williams em “Why Should I Be Sad”, construindo um parênteses fragmentado em comparação ao restante da sólida base. Mas os ápices são mais frequentes, senão pelos vocais em autotune de Britney, por tudo que suas investidas representam – afinal, é sua primeira participação como produtora executiva, conferindo-lhe mais autonomia em fazer o que quiser.” – T.N.

46. POP 2, Charli XCX

Charli XCX fazia o grande lançamento de sua carreira em 2017, com a divulgação da mixtape Pop 2. Ganhando aclame pela crítica especializada, a cantora e compositora britânica apostava fichas em um pesado PC music, pincelado com avant-pop e industrial pop (cortesia do lendário produtor A.G. Cook) e foi liderado pelo single “Out of My Head”, com Alma e Tove Lo.

45. TURN OFF THE LIGHT, Kim Petras

“É certo dizer que, para os ouvintes acostumados a sonoridades mais convencionais e comerciais, o EP insurge como uma obrigatória dissonância que se vale muito mais do ecletismo oscilante do industrial pop do que dos acordes eletrônicos aos quais já nos deparamos. Em cada uma das faixas, a cantora imprime um inebriante escopo que se apoia na épica narrativa antes de se render completamente a uma gritante mixórdia de sons que envolve seu público do começo ao fim – isso sem falar que os títulos fazem claras (ou não tão claras assim) alusões a ambientações espirituais, a breves contos de terror e à total falta de esperança por parte de quem canta” – T.N.

44. MULTITUDE, Stromae

Oito anos depois de seu último álbum, o cantor e compositor belga Stromae retornou com o incrível Multitude – que, apesar de lançado em 2022, causou um impacto gigantesco em sua própria carreira e no cenário musical europeu. O álbum foi aclamado pelos críticos e mergulhou de cabeça na mistura estilística de vários gêneros, como visto em “Sant锓L’enfer”. Em entrevista ao TF1, Stromae disse que a narrativa do álbum foi inspirada pelas frequentes viagens que ele fazia com a mãe.

43. RED, Taylor Swift

Taylor Swift começou a transitar entre os gêneros musicais com Red, uma das melhores e mais coesas entradas de sua discografia. Lançado em 2013, a versatilidade da artista começa a aflorar em um country-pop que incorporava diversas outras inflexões e premeditava seu amadurecimento, culminando com ‘1989’. Retomando sua parceria com Max Martin e Shellback, Swift parou o mundo com uma épica produção sonora, incluindo a evocativa “All Too Well”.

42. CURRENTS, Tame Impala

‘Currents’, de Tame Impala, foi lançado em 2015 e, em pouco tempo, tornou-se um dos melhores álbuns recebidos pelos críticos internacionais. Trazendo elementos do pop psicodélico, do disco, do R&B e do electropop, todas as faixas do compilado foram escritas e produzidas por Kevin Parker, em uma reflexão contínua sobre o processo de transformação pessoal e uma visão romântica do mundo – para o bem ou para o mal.

41. IS THIS IT?, The Strokes

Em uma época em que o rock já não tinha a força prometida, a banda The Strokes fazia sua estreia oficial no cenário fonográfico com o aplaudido ‘Is This It?’. Lançado em 2001, a produção é considerada por vários especialistas como um momento que mudou o mundo, com impacto imediato e dramático na cultura global. Movido pelo indie rock, pelo garage rock revival e pelo post-punk revival, o breve disco de pouco mais de meia hora conquistou diversos prêmios e aparece em várias listas de Melhores Álbuns do século.

40. VAMPIRE WEEKEND, Vampire Weekend

O álbum de estreia homônimo da banda Vampire Weekend causou grande comoção quando lançado e é relembrado como um dos melhores do século pelos fãs. Com produção de Rostam Batmanglij, a produção amalgama indie pop, música de câmara e Afropop e foi elogiado à época de seu lançamento – além de trazer singles como “Mansard Roof”“A-Punk”“Oxford Comma” e vários outros.

39. RIOT!, Paramore

A banda de rock estadunidense Paramore acompanhou a adolescência da última fase da geração millenial com força incontestável – e uma de suas marcas registradas é o álbum ‘Riot!’. Lançado dois anos após o début ‘All We Know Is Falling’, os membros do grupo se reuniram com o produtor David Bendeth para um disco que iria exaltar o pop punk e o pop-rock de maneira explosiva, garantindo aplausos e imortalizando canções como “Misery Business” “That’s What You Get”.

38. AMERICAN IDIOT, Green Day

‘American Idiot’ é uma das produções mais icônicas da história da indústria fonográfica e marca o retorno de Green Day à forma. Vencedor do Grammy de Melhor Álbum de Rock em 2005, a poderosa ópera punk-rock gira em torno das desilusões de uma geração que se viu no centro de eventos bélicos tumultuosos – e traz como personagem central o anti-herói Jesus of Suburbia. O sucesso crítico e mercadológico do CD deu origem ao aclamado musical homônimo da Broadway.

37. WHATEVER PEOPLE SAY I AM, THAT’S WHAT I AM, Arctic Monkeys

Arctic Monkeys é uma das bandas de rock alternativo mais conhecidas de todos os tempos – e nada mais justo que celebrar a carreira e a importância do grupo com o álbum de estreia ‘Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not’. Conquistando aclame e um sucesso comercial gigantesco, a produção foi elogiada por seu retrato pungente e real da cultura britânica jovem da época, além de auxiliar no ressurgimento da música indie no país que havia desvanecido depois dos anos 1990.

36. WHAT’S YOUR PLEASURE, Jessie Ware

Jessie Ware fez um estrondoso e aplaudível retorno para o mundo da música com o lançamento de ‘What’s Your Pleasure’, seu quarto álbum de estúdio. Sua arquitetura requintada e a ressonância que criou com o hi-NRG e com o post-disco transformaram o que poderia ser uma produção qualquer em um escapismo de alta qualidade, pincelado com as conhecidas incursões semi-melancólicas e uma narcótica jornada arranjada com perfeição ao longo de doze faixas” – T.N.

35. FOLKLORE, Taylor Swift

“Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas.” – T.N.

34. ROUGH AND ROWDY WAYS, Bob Dylan

Rough and Rowdy Ways é uma narrativa que transcende o que se entende e o que se entendeu por música nas últimas décadas. Assim como Apple e seu mais recente lançamento (que alçou voo para o patamar de melhor álbum do ano), Dylan não se restringe apenas a um método de contar o que deseja e o que precisa; pelo contrário, ele tem uma necessidade intrínseca e inalienável de juntar investidas artísticas diversas e bastante abrangentes em um único lugar, fugindo do canto e optando diversas vezes por apresentações faladas – como “Crossing the Rubicon”, que premedita a epítome formada por “Key West” e por “Murder Most Foul”.” – T.N.

33. FUNERAL, Arcade Fire

A épica estreia de Arcade Fire‘Funeral’, é inquestionavelmente um dos highlights do século, tendo sido revisitada por diversos artistas contemporâneos. A amálgama simples e epopeica entre art rock e chamber rock viria a influenciar grande parte dos grupos que o seguiriam. Indicado ao Grammy de Melhor Álbum Alternativo, a produção apareceu em diversas listas de fim de ano e entrou para o ranking dos melhores CDs da revista Rolling Stone.

32. GOOD SOULS BETTER ANGELS, Lucinda Williams

Em 2020, Lucina Williams voltaria a nos encantar com o lançamento de ‘Good Souls Better Angels’, seu 15º álbum de estúdio. Forte candidato para as categorias principais do Grammy 2021, a produção foi extremamente elogiada pela crítica por seu teor devastador e catártico, e por sua capacidade de conexão emocional primitiva com os ouvintes e com qualquer um que ouse se aventurar nessa sinestésica jornada.

31. CONFESSIONS ON A DANCE FLOOR, Madonna

“[Em 2005], Madonna fez o que ninguém esperava: retornou à forma. Com diversos veículos falando sobre o fim da veia artística da popstar, o público começava a duvidar de que a performer conseguiria resgatar as raízes que a colocaram no topo do mundo – mas foi exatamente o que ela fez. Em 2005, a cantora e compositora mergulhou de cabeça na nostalgia oitentista de seus primeiros anos com Confessions on a Dance Floor, seu CD mais bem produzido depois de Ray of Light. Aliando-se a Stuart Price (um conhecido nome da música contemporânea que, em 2020, trabalhou com Dua Lipa em uma das obras-primas do ano) e chamando novamente as ousadas mãos de Mirwais Ahmadzaï, as doze longas faixas se comprimem em um set dançante, vibrante, colorido e incansável que reitera o status imbatível de uma das mulheres mais poderosas de todos os tempos.” – T.N.

30. JANE DOE, Converge

‘Jane Doe’, da banda Converge, é um divisor de águas em praticamente toda a indústria fonográfica e, até hoje, é considerado o marco inicial do metal contemporâneo. Recheado de construções fora dos convencionalismos mainstream, sua arquitetura propositalmente bizarra e emocionalmente extenuante teve uma ótima recepção pela crítica e serve de influência para inúmeros artistas atuais.

29. 21, Adele

Contando com tracks como “Rolling in the Deep”“Someone Like You” e “Set Fire to the Rain”Adele recebeu aclame pela simplicidade de 21 e pelo teor autobiográfico dos versos, que auxiliaram na aceitação do público e nos diálogos criados com cada um dos ouvintes. Não é surpresa que, além da estatueta de Álbum do Ano21 também seja considerado como o álbum mais vendido do século XXI, tendo quebrado até mesmo o recorde de Michael Jackson ao se tornar o CD mais comercializado durante dois anos seguidos.

28. FEVER, Kylie Minogue

Fever continua tão original quanto quando estreou: ao longo de breves doze faixas, Kylie demonstrou um apreço pelo minimalismo estético e pela coesão sonora, marcado pelas batidas envolventes e eletrônicas que refletiam sua entrada no “mundo moderno” e no novo milênio – fazendo um barulho considerável que estendeu seus ramos para inúmeros discos futuros, incluindo o elogiado Confessions on a Dance Floor, de Madonna, em 2005; o aguardado comeback de Britney Spears em 2007, ‘Blackout’; a estreia de Paris Hilton no escopo fonográfico com sua obra homônimo, em 2006; e até mesmo com a mistura explosiva do synth-pop e do electro-pop de ‘The Fame’, de Lady Gaga. Enquanto alguns historiadores insistem em reafirmar que não há como estudar a relação de causa-consequência entre um e outro, ouso discordar e dizer que quaisquer referências não são mera coincidência” – T.N.

27. ANTI, Rihanna

O último álbum de Rihanna,ANTI, foi lançado em 2016 e recebeu inúmeros elogios da crítica e do público ao mostrar um novo lado de sua carreira. Não é surpresa que o disco seja tenha entrado para várias listas de melhores álbuns de todos os tempos. Contando com inúmeras músicas icônicas, incluindo “Work”“Needed Me”“Love on the Brain”, a produção é nostálgica, retumbante, narcótica e mais tantos ótimos adjetivos que consiga pensar – motivo pelo qual está presente na nossa lista.

26. A SEAT AT THE TABLE, Solange

O terceiro álbum de estúdio de Solange refletiu sua importância e sua incrível habilidade como artista musical. Lançado em 2016, a produção trouxe diversas colaborações para o compilado, incluindo Kelly RowlandLil WayneThe-Dream, além de ter feito sucesso considerável de vendas. Aclamado pelos críticos, a produção foi elogiada pelo potente liricismo, pela exaltação do neo-funk, do disco e do R&B, e foi consagrada como um dos Melhores Álbuns de Todos os Tempos pela revista Rolling Stone.

25. MOTOMAMI, ROSALÍA

ROSALÍA fez sua estreia no cenário fonográfico em 2017, com o lançamento de ‘Los Ángeles’ e, desde então, calcou um sucesso fenomenal que a colocou no centro dos holofotes. A cantora e compositora se tornou um ícone do resgate da cultura latina e das incursões fora do mainstream anglo-saxônico, criando histórias envolventes e emocionantes através de uma fusão de literatura e música. E é claro que MOTOMAMI não seria diferente: seu terceiro álbum de estúdio é descrito como uma antêmica produção pessoal, íntima e declamatória, em que a performer mergulha de cabeça nos sentimentos que guardou pelos últimos três anos, traduzindo-os em um dos melhores discos conceituais de todos os tempos. Contando com nada menos que seis singles oficiais, a obra se estrutura no contraste de dois tipos de energia que existem inerentemente uma a outra.

24. MAGDALENE, FKA Twigs

FKA Twigs lançou o álbum de sua carreira em 2019 com o irretocável ‘MAGDALENE’, principalmente por misturar o vanguardismo do art pop com uma pessoalidade urgente e tocante. O compilado foi inspirado no término de seu relacionamento com o ator Robert Pattinson e trouxe um grupo considerável de co-produtores que a ajudou a manter o álbum coeso e limpo. Dentre os vários singles, podemos mencionar “Cellophane”“Sad Day” como os destaques.

23. THE BLUEPRINT, Jay-Z

‘The Blueprint’ é facilmente um dos pontos altos da carreira do icônico rapper Jay-Z. Além da aclamação universal, o musicista foi elogiado pela composição das músicas e pela visão artística, considerado como um dos melhores álbuns do cantor e compositor e um dos melhores de hip-hop de todos os tempos. Logo, não é nenhuma surpresa que ele apareça na nossa lista.

22. GOLDEN HOUR, Kacey Musgraves

Vencedor do prêmio de Álbum do Ano do Grammy Awards em 2019, Golden Hour é um marco no cenário da música country e a obra-prima de Kacey Musgraves. A limpa produção é cortesia do fato da cantora e compositora ter assinado e produzido as 13 faixas ao lado de Daniel TashianIan Fitchuk, incrementando-as com discoelectropopyacht rock. Além da estatueta supracitada, o álbum rendeu à artista mais três estatuetas.

21. RENAISSANCE, Beyoncé

“A verdade é que o primeiro capítulo de Renaissance marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady GagaDua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir. A jornada, por exemplo, se inicia com a ótima “I’m That Girl”, que serve como ponte entre Lemonade e a obra mais recente – em que a densidade do baixo se aglutina ao tropical house e ao rap” – T.N.

20. SONGS IN A MINOR, Alicia Keys

“Em seu primeiro álbum, a performer mostrou que não estava para brincadeira – e sua necessidade de se provar alcançou seu objetivo, seja por ter vendido nada menos que 12 milhões de cópias desde seu lançamento, seja por ter garantido cinco estatuetas do Grammy à lead singer. Logo de cara, com a breve e evocativa introdução “Piano & I”, a artista exibe aos ouvintes um domínio das “normas cultas” da música, por assim dizer, enquanto promove um sensual e envolvente anacronismo. As cartas estão dadas – e ela não perde a mão em nenhuma das tracks subsequentes. A upbeat e misteriosa atmosfera de “Girlfriend”, que foi lançado como single final da obra, merecia mais reconhecimento do que tem e definitivamente integra uma das quintessenciais construções de sua carreira; a epopeica “Rock wit U”, estendendo por mais de cinco minutos, é uma jornada em rapsódia digna de nota e de estudo – afinal, como não ficar intrigado com a mistura de violino, piano e bateria que ergue-se logo nos segundos iniciais?” – T.N.

19. TITANIC RISING, Weyes Blood

Weyes Blood vinha trabalhando no CD desde 2017, logo após ter assinado contrato com a gravadora Sub Pop e se reunir com Jonathan Rado. Não demorou muito para que ela abrisse espaço para homenagear um dos filmes que mais impactaram em sua vida, ‘Titanic’, dirigido por James Cameron em 1997 – ora, não é à toa que o título seja homenagem ao gigantesco transatlântico e premedite e tragédia que acometeu o navio em pleno oceano Atlântico. É a partir dessas concepções que “A Lot’s Gonna Change” dá o tom dessa perifrástica aventura, invadindo as ideias memorialísticas e saudosistas de um tempo que não mais irá voltar – como também nos abraça numa narcótica necessidade de compreender a misteriosa atmosfera setentista da qual ela se vale.” – T.N.

18. BLONDE, Frank Ocean

Blonde, de Frank Ocean, definitivamente não poderia estar de fora da nossa lista. Com diversas colaborações, a produção experimental funciona como um mergulho em conceitos abstratos, afastando-se de suas incursões anteriores. Além de contar com uma produção minimalista, a obra lida com temas importantes, como masculinidade e emoções, inspirados por suas experiências sexuais, românticas e traumáticas.

17. THE ARCHANDROID, Janelle Monáe

O álbum de estreia de Janelle Monáe é, sem sombra de dúvida, um dos melhores do século e foi aclamadíssimo desde o momento em que chegou aos ouvidos dos fãs e da crítica. Misturando letras profundas e ritmos dançantes – além de fazer uma declaração de amor para o clássico filme ‘Metrópolis’ -, a fusão de neo-soul e psychedelic pop é irretocável do começo ao fim e foi apenas o pontapé inicial para uma carreira meteórica.

16. RANDOM ACCESS MEMORIES, Daft Punk

As egrégias canções de Random Access Memories são consideradas por inúmeros especialistas como o melhor compilado da carreira da extinta dupla Daft Punk (cujo sucesso é refletido nas múltiplas estatuetas do Grammy, incluindo uma de Álbum do Ano). Ao aliarem-se com nomes como The Weeknd e Pharrell Williams, o duo provou que se encaixava do modo mais inesperado tanto às subculturas quanto ao mainstream.

15. NORMAN FUCKING ROCKWELL!, Lana Del Rey

“Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.” – T.N.

14. THE FAME MONSTER, Lady Gaga

Ninguém acreditava que a performer repetiria o sucesso de The Fame, mas The Fame Monster’ conseguiu superar as expectativas de todo mundo. Aclamado pela crítica especializada, o EP de apenas oito faixas trouxe as melhores produções de Gaga, incluindo “Bad Romance”“Telephone”“Alejandro” e “Dance in the Dark”, além de levar para casa três gramofones dourados. O álbum, inclusive, carrega consigo um legado extenso e que até hoje é revisitado por vários artistas.

13. BEYONCÉ, Beyoncé

“Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes” – T.N.

12. OIL OF EVERY PEARL’S UN-INSIDES, SOPHIE

“Colocar tanto a performer quanto sua magnum opus em um gênero é querer limitá-la a rótulos, algo que definitivamente não pode existir quando analisamos sua discografia: as dissonâncias cosmológicas dos sintetizadores e do industrial pop servem de base para declamações intimistas, como “It’s Okay to Cry”, enquanto a impactante des-organização proposital de “Whole New World/Pretend World” rende-se ao glitch e à maximização eletrônica conhecida como hyperpop“Immaterial”, uma alusão às incursões oitentistas e noventistas, já se rende às peculiaridades do avant-pop à medida que critica e a reutilizada, numa desconstrução experimental e envolvente; mesmo “Infatuation”, que flerta com baladas, é diferente daquilo a que estamos acostumados, talvez tentando explicar o que significa estar apaixonado por alguém ou alguma coisa, talvez mostrando que tais explanações não são necessárias” – T.N.

11. MASSEDUCTION, St. Vincent

Masseductionrecebeu aplausos diversos pelos especialistas internacionais e promoveu uma profunda mudança na identidade sonora de St. Vincent – que já havia entregado diversos álbuns incríveis. Focando em temas como sexo, drogas, tristeza e imperialismo predatório, o disco funde electro-popnew wave e glam rock e conta com quatro singles oficiais, incluindo a irretocável faixa “Los Ageless”.

10. VESPERTINE, Björk

Björk é uma das artistas mais interessantes da história da música e sempre construiu narrativas únicas e originais que a afastavam do mainstream e criavam tendência no escopo experimental. Depois de ‘Homogenic’, a cantora e compositora islandesa entregou mais uma obra espetacular com ‘Vespertine’, considerado um dos melhores de sua carreira. Além da música eletrônica, o compilado nos chama a atenção pelo uso inesperado do art pop e do glitch pop.

9. BLACKSTAR, David Bowie

O 26º e último álbum da carreira do icônico David Bowie é considerado como um dos melhores de sua discografia. Intitulado ‘Blackstar’, a produção foi feita em segredo em Nova York e conquistou o público por sua construção memorialística e testamentária, ainda mais considerando que Bowie infelizmente faleceu dois dias depois do lançamento da obra. Na cerimônia do Grammy, o álbum levou para casa cinco merecidas estatuetas.

8. BACK TO BLACK, Amy Winehouse

Amy Winehouse nos deixou muito cedo, mas causou um impacto gigantesco na indústria da música com seus únicos dois álbuns. Back to Black, sua última produção antes da trágica morte, resgatou a elegância do neo-soul, do jazz e do blues através de músicas como “Rehab” e “You Know I’m No Good”, além de ter influenciado artistas como Adele e Duffy. Winehouse levou inúmeros prêmios por seu CD, incluindo cinco estatuetas do Grammy Awards.

7. FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple

“A verdade é que Fetch The Bolt Cutters vai muito além de uma simples resenha ou de algo que ouvimos apenas para passar o tempo: o novo álbum de Fiona Apple atravessa quaisquer preceitos engessados que já carregávamos da indústria musical, destroçando-os em mil pedacinhos e reorganizando-os em um romance, um thriller, um drama, cujas páginas são pequenas e suntuosas caixinhas de surpresas. Mais do que isso, este é um dos poucos casos que entrega muito mais do que promete: iniciando com um irreverente estrondo e terminando com um estrondo ainda mais espetacular.” – T.N.

6. BODY TALK, Robyn

Em seu sétimo álbum de estúdio, a artista sueca Robyn continuou a ser adorada internacionalmente. ‘Body Talk’ foi aclamado pela crítica internacional, apesar de ter sido esnobado nas principais premiações musicais. Através de quinze faixas originais compostas em menos de seis meses, a compositora se transformou em uma das vozes da atualidade, entregando para o mundo impecáveis tracks como “Call Your Girlfriend” e “Dancing On My Own”.

5. BORN THIS WAY, Lady Gaga

Considerado por muitos especialistas, estudiosos e ouvintes como “a bíblia do pop”, Born This Way não poderia ficar em outro lugar no ranking. Se há alguém que sabe o significado do verbo arriscar, essa pessoa é Lady Gaga. Dois anos depois de ‘The Fame Monster’, a cantora estreou em primeiro lugar na Billboard com hinos musicais em prol da comunidade LGBTQ+ que quebravam tabus religiosos e que cutucavam os membros conservadores e reacionários da sociedade – não é surpresa que as vendas do CD tenham caído exponencialmente na segunda semana, reafirmando sua importância política e ativista.

4. MELODRAMA, Lorde

Considerado um dos melhores e mais aclamados álbuns de todos os tempos, Melodrama mostrou que a cantora e compositora neozelandesa Lorde ainda tinha muito a contar para seus fãs. Ovacionado pela crítica especializada pelo afastamento da obra anterior e pelas breves incursões ao conceitualismo musical, a produção foi indicada Álbum do Ano no Grammy e apareceu em diversas listas de fim de ano e de década.

3. LEMONADE, Beyoncé

“Passando por arranjos ainda mais cínicos com “Sorry” e por obscurantismos muito bem-vindos com a joia “6 Inch”, Knowles-Carter alcança mais um ápice em seu álbum com “Daddy Lessons”, que é diferente de tudo o que já ouvimos até hoje. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.” – T.N.

2. MY BEAUTIFUL DARK TWISTED FANTASY, Ye

‘My Beautiful Dark Twisted Fantasy’ é um consenso no mundo da música como o melhor álbum de Kanye West (ou, atualmente, Ye) e um dos mais ovacionados e importantes do século XXI. Alcançado aclame generalizando por parte da crítica e estreando em primeiro lugar nas paradas mundiais, o quarto álbum de estúdio do conhecido e controverso rapper ganhou um prêmio do Grammy, mas foi esnobado na principal categoria – a de Álbum do Ano.

1. TO PIMP A BUTTERFLY, Kendrick Lamar

Nenhum outro álbum poderia ocupar o topo da nossa lista além de ‘To Pimp a Butterfly’. O terceiro álbum de Kendrick Lamar é considerado um dos melhores da história por se configurar como um arauto do empoderamento racial, movido por versos que falam sobre a discriminação sofrida pela população negra e pela importância da cultura como arma de luta contra a opressão. Aqui, Lamar mergulha no experimentalismo do hip hop e no jazz rap, arquitetando uma magnum opus que viria a influenciar gerações de artistas e que reafirmaria sua importância no cenário fonográfico.

Operação de resgate no trailer de ‘Transatlantic’, nova minissérie de época da Netflix; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Transatlantic’, sua mais nova minissérie de época.

A produção chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 07 de abril.

Confira:

A série, baseada no livro ‘The Flight Portfolio’, foi criada por Anna WingerDaniel Hendler.

Dois americanos e seus aliados formam uma operação de resgate desconexa em 1940 em Marselha para ajudar artistas, escritores e outros refugiados que fugiam da Europa durante a II Guerra Mundial.

Cory Michael SmithGillian JacobsCorey StollGrégory MontelLucas EnglanderRalph AmoussouDeleila PiaskoAmit Rahhav estrelam.

‘Operação: Lioness’: ÚLTIMO episódio da 1ª temporada ganha prévia inédita; Confira!

Paramount+ divulgou a prévia oficial do último episódio da 1ª temporada de ‘Operação: Lioness, série de suspense e espionagem estrelada por Zoë SaldañaLaysla De OliveiraNicole Kidman.

O capítulo, intitulado “Gone Is the Illusion of Order”, vai ao ar no próximo dia 03 de setembro.

Confira:

A trama acompanha Cruz Manuelos (Oliveira), uma jovem fuzileira recrutada para ajudar a derrubar uma organização terrorista interna. A produção é baseada em eventos reais.

A série é uma criação de Taylor Sheridan (‘Yellowstone’).

Primeiras Impressões | ‘Operação: Lioness’ é um compilado de clichês cansativos que não oferece nada de novo

Jill Wagner, Dave Annable, LaMonica Garrett, James Jordan, Austin Hébert, Hannah Love Lanier, Stephanie Nur, Jonah Wharton, e Morgan Freeman completam o elenco.

Sheridan atua como showrunner da série.

Saldaña e Kidman também entram como produtoras executivas do projeto.

BAFTA 2024 | Cillian Murphy conquista o prêmio de Melhor Ator por ‘Oppenheimer’

O aclamado sucesso de Christopher Nolan, Oppenheimer, fez bonito durante o anúncio de vencedores do BAFTA 2024.

Cillian Murphy conquistou um dos principais prêmios da noite, o de Melhor Ator – repetindo o feito do Globo de Ouro. Além disso, o filme conquistou as estatuetas de Melhor Trilha Sonora para Ludwig GöranssonMelhor Fotografia para Hoyte van Hoytema, Melhor Montagem para Jennifer LameMelhor Direção para Nolan e Melhor Ator Coadjuvante para Robert Downey Jr..

Oppenheimer apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo.

Relembre o trailer:

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‘Hazbin Hotel’: 2ª temporada será ainda mais GRANDIOSA, revela criadora

Durante o painel na San Diego Comic-ConVivienne Medrano trouxe detalhes animadores sobre a 2ª temporada da animação Hazbin Hotel (via Collider).

Medrano, responsável pela criação da série, disse que os novos episódios serão ainda mais grandiosos que os anteriores.

“Honestamente, é apenas a magnitude da temporada. Queríamos que fosse maior, então essa temporada tem muito mais ação, alguns desafios únicos e muito legais, e algumas músicas que são muito divertidas, gêneros diversos que são um pouco mais visuais. Nós pensamos: ‘vamos fazer isso!’. É grandioso. […] Não posso dizer nada além de que apenas que será mais grandioso, e que há muito mais ação”, ela disse.

Lembrando que a série já foi renovada até a quarta temporada.

A história gira em torno de Charlie, a Princesa do Inferno, e sua tentativa quase impossível de transformar seus servos demoníacos em empáticos ajudantes para dar um jeito em seu reino caótico, violento e superpopulado. Com a ajuda de sua devota parceira Vaggie, a atriz Angel Dust e uma poderosa entidade conhecida como Demônio do Rádio, Charlie convida pecadores sinistros de todas as descrições para fazer parte do Hotel Hazbin e, com sorte, migrar para o Paraíso.

Vivienne Medrano entra como criadora, roteirista e diretora.

Erika Henningsen, Stephanie Beatriz, Blake Roman, Amir Talai, Keith David, Alex Brightman, Kimiko Glenn, Joel Perez e Christian Borle fazem parte do elenco de dublagem.

Medrano produziu e lançou o episódio piloto no YouTube no final do ano passado, conquistado mais de 94 milhões de visualizações.

‘RuPaul’s Drag Race’: A competição continua na prévia do próximo episódio da 17ª temporada; Confira!

A WOWPresents divulgou um novo vídeo promocional da 17ª temporada do reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race‘.

O material apresenta a primeira parte do segundo episódio, que vai ao ar no próximo dia 10 de janeiro.

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O novo ciclo contará com as participantes: Suzie Toot, Sam Star, Onya Nurve, Lydia B Kollins, Lucky Starzzz, Lexi Love, Crystal Envy, Arrietty, Lana Ja’Rae, Kori King, Joella, Jewels Sparkles, Hormona Lisa e Acacia Forgot.

Ana de Armas QUEBRA TUDO no trailer inédito de ‘Bailarina’, filme derivado de ‘John Wick’

A Paris Filmes divulgou o terceiro trailer oficial de ‘Bailarina‘, novo filme do universo John Wick.

Confira:

Os fãs da amada franquia de ação já podem garantir sua entrada para conferir o longa nas telonas através do site da produção.

Estrelado por Ana de Armas, o longa estreia em 4 de junho nos cinemas brasileiros.

O filme também já pôde ser conferido pela crítica especializada internacional e as primeiras impressões são extremamente positivas.

De modo geral, as primeiras avaliações elogiam o longa, destacando-o como uma excelente expansão da amada franquia, além de apontar De Armas como uma adição de peso ao gênero de ação.

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“‘Ballerina’ é um espetáculo de ação estilosa e criativa, com direito a granadas, lança-chamas e até perseguições em patins. Ana de Armas brilha em cena e prova que tem tudo para ser uma grande estrela do gênero. Uma adição empolgante e muito bem-vinda ao universo John Wick. Que venham os próximos!”, disse do Amon Warmann.

“‘Ballerina’ é, sem dúvida, um dos três melhores filmes da franquia John Wick! A ação não para um segundo até os créditos finais. Ana de Armas é simplesmente sensacional! As sequências de luta são de tirar o fôlego e dominam completamente o filme. Adorei como a produção não precisou do Keanu para se destacar — ela brilha com força total por conta própria”, disse chalice.

“‘Bailarina’ é tão absurdamente exagerado que é impossível não rir do início ao fim, para o bem e para o mal. O ritmo é intenso, as cenas de ação são insanas, mas a história é dolorosamente entediante e acaba prejudicando o resultado final. A participação de John Wick, em vez de somar, atrapalha a narrativa, o que é uma pena. Ainda assim, Ana de Armas brilha e se confirma como uma verdadeira estrela do cinema de ação”, disse Germain Lussier.

“Apesar da nota de embargo ter sido estranhamente redigida, e posteriormente revista, Ballerina surpreende positivamente: é uma adição sólida ao universo John Wick e um excelente veículo para Ana de Armas, que comprova mais uma vez ser uma estrela nata do cinema”, disse o jornalista do JoBlo.

“‘Bailarina’ entrega sequências de luta espetaculares, é um verdadeiro espetáculo assistir. Pena que a trama não acompanha o mesmo nível. Ana de Armas está incrível e mostra que nasceu para o gênero; tomara que volte em mais filmes assim. E Keanu Reeves, como sempre, é hipnotizante nas cenas de ação”, disse Tessa Smith – Mama’s Geeky.

“‘Ballerina: Do Universo de John Wick’ é tudo o que os fãs de ação poderiam sonhar, e mais. O melhor filme do ano? Possivelmente. Um caos eletrizante do início ao fim, com cenas de luta insanas, coreografadas e dirigidas com maestria. Ana de Armas brilha como uma heroína de ação à altura dos grandes nomes do gênero.

Com uma trama simples de vingança, o filme impressiona pelo uso criativo de acrobacias e armas improvisadas — de lança-chamas e granadas a patins de gelo. É o tipo de experiência que você precisa ver para acreditar”, disse Jonathan Sim.

“‘Bailarina’ superou todas as minhas expectativas, é brutal, belo e transborda emoção. Ana de Armas está implacável, dominando a tela com uma elegância letal e coreografias de tirar o fôlego. O filme presta homenagem ao que veio antes, enquanto amplia com ousadia o universo de John Wick

Ver Lance Reddick novamente é profundamente impactante. E quando Keanu aparece? Arrepios garantidos”, disse do Sean Tajipour.

 

 

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Len Wiseman, de ‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘, é responsável pela direção.

Ambientada após os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘, a trama acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina treinada pela organização Ruska Roma, que busca vingança pela morte de seu pai.

O elenco ainda conta com Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno e Norman Reedus, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

Crítica com Spoilers | ‘IT: Bem-Vindos a Derry’ começa com um dos melhores episódios do ano

Cuidado: o texto a seguir contém spoilers da trama.

A cena: um jovem garoto tenta assistir a um filme, mas é perseguido pelo gerente do cinema. Conseguindo escapar e seguindo seu caminho para longe da cidade natal, ele consegue carona com uma família que lhe pergunta para onde ele está indo. “Qualquer lugar além de Derry”, ele diz, antes de entrar no carro. Não demora muito até o rapaz perceber que está preso em um pesadelo sobre quatro rodas, testemunhando o nascimento de uma criatura enfadonha que tira sua vida sem pensar duas vezes. E é essa cena que prenuncia um dos melhores episódios-piloto do ano.

A sequência de abertura de ‘IT: Bem-Vindos a Derry’ é apenas um gostinho do que o diretor Andy Muschietti vinha guardando a sete chaves, expandindo o trabalho que fizera na década passada com a duologia ‘IT: A Coisa’. Convidando-nos para um passado não muito distante da aterrorizante e infame cidade de Derry, lar de Pennywise e do épico embate contra a demoníaca força eternizada por Stephen King em seus escritos. E, conforme explora outros quadrantes dessa excepcional mitologia arquitetada pelo mestre da literatura de terror, Muschietti nos encanta com uma promissora produção que nos envolve no mais puro entretenimento – e nos banha em baldes e mais baldes de sangue cenográfico.

A pré-sequência não é apenas uma celebração do terror gore e do suspense, mas vem acompanhado de incursões cômicas e joviais que dialogam com o tom explorado nos longas-metragens originais – e isso se dá ao trabalho de Jason Fuchs no roteiro. Fuchs não poupa esforços em construir personagens complexos que navegam não apenas pela tensa atmosfera sociopolítica dos anos 1960, mas por traumas próprios que insistem em persegui-los como fantasmas. E, a partir de algumas dicas de que a existência dessa entidade invisível e mortal tem a ver com experimentos militares não muito longe dali, o medo se materializa das mais diversas formas para assombrar e aniquilar os protagonistas.

É aí que conhecemos nossos improváveis heróis: Lilly Bainbridge (Clara Stack), uma jovem que passou por uma terrível perda e foi taxada de louca por seus colegas, e os melhores amigos Teddy Uris (Mikkal Karim-Fidler) e Phil Malkin (Jack Molloy Legault) – um trio que se vê unido por uma pessoa em comum Matty Clements (Miles Ekhardt), o jovem que desapareceu voltando do cinema e cujo corpo nunca foi encontrado. Sentindo-se responsáveis pelo sumiço do colega e por não estarem presentes em seus momentos de maior necessidade, eles tentam enterrar esses pensamentos até serem contatados, de alguma maneira, por Matty (Lilly pelo encanamento; Teddy por um pesadelo envolvendo um abajur).

A partir de então, eles se unem para tentar encontrá-lo ao lado de Susie (Matilda Legault), irmã mais nova de Phil, e Ronnie Grogan (Amanda Christine), e descobrem que estão no centro de um mistério muito mais mortal do que previam. Guiados por uma canção que acompanhou as mensagens de Matty, o grupo retorna ao cinema onde o amigo desaparecido foi visto pela última vez – e são atacados por uma projeção demoníaca que ceifa as vidas de três dos supostos protagonistas, deixando apenas Lilly e Ronnie vivas para contarem a história.

Fuchs mostra mais de uma vez – e apenas no primeiro episódio – que não pensa duas vezes antes de sacrificar os personagens a fim de reiterar que ninguém está a salvo (e que a única certeza, ao menos por enquanto, é a complacência da morte). Ora, Phil e Teddy nos foram apresentados com arcos familiares e dramas interpessoais que foram varridos para debaixo de tapete em questão de segundos, aumentando nosso choque e deixando claro que nada nem ninguém será poupado das forças invisíveis que se escondem nos subterrâneos de Derry. E, quando pensamos no breve núcleo militar envolvendo o General Leroy Hanlon (Jovan Adepo), as coisas ficam ainda mais instigantes.

Tanto o elenco-mirim quanto o elenco mais velho fazem um trabalho aplaudível, com destaque para a sólida atuação de Stack, Ekhardt, Karim-Fidler e Legault, que parecem pegar algumas páginas emprestadas dos jovens atores da saga cinematográfica. Mas os aspectos técnicos não ficam muito atrás, contando com uma sombria e inescapável fotografia assinada por Daniel Vilar e uma tétrica trilha sonora composta por Benjamin Wallfisch (retornando para mais uma colaboração com Muschietti e companhia).

‘IT: Bem-Vindos a Derry’ já conta com uma das melhores estreias de 2025, resgatando os incríveis elementos explorados pelo time criativo nos filmes e remodelando-os para uma nova época e uma nova batalha pela sobrevivência. Andy Muschietti acerta mais uma vez depois de escorregos recentes e mostra ter a paixão necessária para expandir ainda mais a incrível mitologia imortalizada por Stephen King.

Lembrando que o próximo episódio será exibido no dia 31 de outubro, na HBO Max.

Jake Schreier irá se reunir com time de ‘Thunderbolts*’ para o REBOOT de ‘X-Men’; Saiba mais!

Em uma recente entrevista ao Collider, o diretor e roteirista Jake Schreier, que alcançou sucesso considerável com seu trabalho no elogiado ‘Thunderbolts*’, trouxe algumas atualizações muito interessantes sobre o vindouro reboot de X-Men, da Marvel Studios.

Durante a conversa, Schreier revelou que Lee Sung JinJoanna Calo, que colaboraram com Schreier no roteiro do filme estrelado por Florence PughLewis Pullman e na 2ª temporada da antologia ‘Treta’, foram escalados para reescrever a mais nova aventura dos icônicos mutantes.

“Ainda estamos desenvolvendo. Sabe, uma das coisas interessantes [e] que está ligada a ‘Treta’ é que Sonny [Lee Sung Jin] e Joanna [Calo] trabalharam nesta temporada. Obviamente, ‘Treta’ é o programa do Sonny, e Joanna também trabalhou na iteração, e nós trabalhamos juntos no primeiro ciclo [da antologia] e em Thunderbolts*’. Eles vieram e estão trabalhando em um roteiro agora, o que é realmente empolgante – poder reunir esse grupo de pessoas novamente”.

Schreier também falou sobre o quanto adora “a escrita de Sonny em ‘Treta’ e o que admira nele, que é “a capacidade de pegar pequenas dinâmicas interpessoais e expandi-las para um panorama muito maior”, o que será fundamental para escrever um ótimo filme dos X-Men. Ele também admitiu estar muito feliz por ter Lee e Calo a bordo, criadores de “duas das séries mais interessantes da televisão atualmente”.

Ele acrescenta: “quando você relê as histórias em quadrinhos dos X-Men, há ideologia, mas também drama interpessoal, quase como uma novela. Se tivermos roteiristas que entendam como conduzir a ideologia a partir de interesses pessoais, se acertarmos nisso, é o que parecerá mais autêntico ao que os X-Men podem ser”.

Mais detalhes sobre o reboot não foram divulgados.

x-men

Com nova sequência, ‘Thor’ é oficialmente a franquia mais longa do MCU

Agora que mais uma sequência de ‘Thor’ está a caminho, a franquia do Deus do Trovão alcançou um grande marco e é oficialmente a franquia solo mais longa do Universo Cinematográfico da Marvel.

Ainda que o personagem de Chris Hemsworth não seja tão onipresente quanto Tony Stark ou Nick Fury, Thor é o primeiro herói da Marvel a estrelar um quarto filme solo, escapando das tradicionais trilogias do estúdio.

Além disso, o asgardiano será o último herói protagonista da fase 1 a permanecer nos próximos filmes.

lembrando que o final de ‘Vingadores: Ultimato‘ ainda deixou em aberto sua possível aparição em ‘Guardiões da galáxia Vol. 3‘, então o futuro do personagem ainda pode guardar muitas surpresas.

‘Thor 4’ será escrito e dirigido por Taika Waititi, responsável pelo filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente!

Chris Hemsworth e a atriz Tessa Thompson também retornam para a sequência.

Além disso, o We Got This Covered informara que Amora, a Feiticeira, provavelmente será a principal vilã do filme.

Amora, a Feiticeira

Ainda assim, não é seguro afirmar com certeza essa possibilidade, já que o filme ainda é uma hipótese, mas as fontes do site dizem que Amora é a melhor escolha para o filme.

Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.

Quanto ao enredo, rumores indicam que será baseado no arco de Siege, envolvendo uma guerra entre os humanos e os novos asgardianos.

Incrível fan pôster reúne todas as encarnações do Batman, incluindo Robert Pattinson; Confira!

Um usuário do Twitter publicou um incrível fan pôster em homenagem ao legado do Batman, reunindo todas as encarnações do personagem.

A imagem mostra um cenário sombrio e traz o Homem-Morcego de Adam West, Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney, Christian Bale, Ben Affleck, e até mesmo Robert Pattinson.

Confira:

“Os Cavaleiros das Trevas. Deu trabalho fazer essa arte.”

O Batman já foi adaptado para o cinema diversas vezes e agora o diretor Matt Reeves tem a difícil missão de renovar a imagem do personagem e trazer uma história inovadora para as telonas.

Durante uma entrevista para o Nerdist, Reeves tocou no assunto e falou sobre seu amor pelos filmes do herói, revelando quais deles são os seus preferidos.

“O Batman já apareceu em filmes fantásticos e confesso que a pressão é enorme, porque eu não quero ser ‘o cara que fez mais um filme do Batman’. Eu espero que minha adaptação esteja entre as melhores. Cada filme teve um aspecto novo, sabe? Foram realmente distintos um do outro… Mas acho que Tim Burton e Christopher Nolan conseguiram capturar a alma do personagem.”

Ele continuou:

“Eu adoro ‘Batman: O Retorno‘. Michelle Pfeiffer está incrível como Mulher-Gato. O filme é muito bonito e apavorante ao mesmo tempo. Adoro aquela cena do Pinguim quando ele está caminhando pelos esgotos de Gotham. Burton conseguiu fazer tudo isso da melhor maneira possível.”

Por fim, o cineasta falou sobre sua admiração por ‘O Cavaleiro das Trevas‘.

“‘O Cavaleiro das Trevas‘ é um clássico! A atuação de Heath Ledger é magnífica e chega a ser assustadora de tão incrível. A trama tem todo um debate psicológico… Por mais que o Batman tente derrotar o Coringa, ele pode acabar se afastando do heroísmo no processo. É isso que o vilão quer, é uma uma noção assustadora sobre a natureza humana e eu achei tudo isso muito profundo.”

Embora a estreia de ‘The Batman‘ esteja programada apenas para 2021, o atual quadro mundial pode acabar afetando a data de lançamento da produção.

A informação foi compartilhada pela revista Variety. Segundo a publicação, quando a reclusão social foi imposta em virtude do coronavírus, as filmagens do longa já estavam acontecendo há quase sete semanas.

A interrupção do cronograma de gravações pode impactar o andamento das produção a longo prazo, principalmente considerando as previsões da Organização Mundial de Saúde (OMS), cujas expectativas indicam que a pandemia deve durar por mais alguns meses, até que a população mundial possa retornar às suas rotinas como habitualmente.

Além de ‘The Batman‘, a Variety ainda aponta que o mesmo pode acontecer com os filmes ‘Red Notice‘, da Netflix, e ‘Matrix 4‘.

Ainda é incerto mensurar a dimensão do impacto do coronavírus no cronograma das produções que estavam em andamento, mas continue acompanhando o CinePOP, para manter-se atualizado!

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021. 

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘Batman vs Superman’: Gal Gadot compartilha foto do 1º teste com o traje da Mulher-Maravilha; Confira!

Em 2013, Zack Snyder escalou Gal Gadot como Diana Prince para uma participação especial em Batman vs Superman‘, marcando a estreia da heroína no DCEU.

Em seu perfil no Twitter, Gadot relembrou a época das gravações e compartilhou uma fotos dos primeiros testes de traje para compor o visual da ‘Mulher-Maravilha‘.

Na legenda, ela descreveu sua nostalgia:

“Encontrei este pequeno lembrete de uma dos meus primeiros testes [de traje]. Parece que foi há muito tempo, mas ao mesmo tempo é como se fosse ontem, sabe como é?”

Anteriormente, Snyder comemorou a chegada de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e homenageou a estrela divulgando uma imagem da 1ª vez em que a viu nos bastidores como visual completo.

Confira:

“O primeiro dia de Gal fantasiada nos bastidores de ‘Batman vs Superman‘ em julho de 2014, fotografada com o meu iPhone 6. Quando eu a escolhi em 2013, eu sabia que ela não era apenas a Mulher-Maravilha que eu escolhi, mas que o mundo escolheu. Estou tão orgulhoso de como ela encarnou essa personagem com amor e graça.”

Lembrando que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ que já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira nossa crítica:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘O Mandaloriano’: Giancarlo Esposito fala sobre o retorno do Moff Gideon no futuro da série

Ao final da 2ª temporada de ‘O mandaloriano‘, o Moff Gideon (Giancarlo Esposito) finalmente foi derrotado por Din Djarin (Pedro Pascal) e, provavelmente, deve permanecer aprisionado pela Nova República por um bom tempo.

No entanto, ainda não há como saber se o personagem irá retornar em algum momento ou se a série irá se dedicar a novos vilões.

Enquanto participava do tapete vermelho do Emmy 2021, Esposito conversou com a Variety e confessou seu desejo de reprisar o papel.

“Bem, não posso falar pelo estúdio, mas sei que eu tenho desejo de retornar. Acho que precisamos ver como irá continuar a história de Moff Gideon e ver como pensa um grande cérebro como o dele. Então, eu gostaria de garantir [que ele vai voltar], mas você sabe, nunca há uma garantia.”

Ele continuou, falando com carinho sobre o personagem, que lhe rendeu uma indicação ao prêmio de Melhor Ator em Série Dramática: 

“Quero dizer, o fato de eu estar aqui nesta noite, indicado pelo papel de Moff Gideon, só posso agradecer a Jon Favreau, Dave Filoni, à Disney e Kathleen Kennedy por tudo. Essa série foi uma verdadeira loucura para os fãs. É possível sentir todo o carinho.”

Confira a entrevista:

Lembrando que o próximo ciclo deve estrear apenas no ano que vem.

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

4ª temporada de ‘Stranger Things’ supera audiência de ‘Obi-Wan Kenobi’

Os novos episódios de ‘Stranger Things‘ chegaram com tudo na Netflix, e a amada série conquistou rapidamente o topo das paradas nas disputas de streaming.

De acordo com a Nielsen (via Comic Book), a 4ª temporada da atração foi transmitida por impressionantes 5,1 bilhões de minutos nos primeiros três dias após a estreia.

Um número que deixou para trás até mesmo a aguardada série dedicada ao ‘Obi-Wan Kenobi’.

Apesar de ter sido a maior estreia da história da Disney+, a série estrelada por Ewan McGregor foi transmitida por 1 bilhão de minutos, bem abaixo da produção da Netflix.

Por outro lado, vale ressaltar que ‘Obi-Wan Kenobi estreou com apenas dois episódios de menos de uma hora, enquanto ‘Stranger Things’ 4 contou com sete episódios, e um deles teve mais de uma hora de duração.

Caso ambas as produções tivessem o mesmo número de episódios, essa lacuna poderia ter sido um pouco menor.

E aí, qual das duas você mais gostou?

Lembrando que os dois episódios finais serão lançados apenas no dia 1º de julho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Efeitos de ‘Homem-Formiga 3’ ficaram precários por culpa de outro filme da Marvel; Confira!

Uma das críticas mais comentadas sobre Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ é a decepção em relação aos efeitos visuais da sequência.

Como boa parte do filme se passa no Reino Quântico, o público esperava que a Marvel entregasse cenários digitais mais caprichados, mas era perceptível a falta de qualidade em diversas cenas.

E, de acordo com a Vulture, uma fonte ligada à produção disse que o CGI (imagens geradas por computador) do filme foi negligenciado por que os editores foram ordenados a darem mais foco na pós-produção de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

“Os editores estavam basicamente tirando uma soneca em suas mesas, porque não havia tempo suficiente entre os turnos para irem para casa e depois voltarem ao trabalho. para casa e depois voltar”, disse um funcionário anônimo da equipe de VFX. “Agora, toda a indústria que foi tocada pela Marvel está permanentemente queimada, e é isso que está causando o maior esgotamento.”

Apesar de não mencionar ‘Pantera Negra 2‘ como a causa do efeitos ruins de ‘Homem-Formiga 3‘, o funcionário disse que:

“Nossos esforços foram direcionados para o filme que foi lançado anteriormente no MCU, pois era uma prioridade, apesar de nossa equipe já estar trabalhando em ‘Quantumania‘.” 

Assista nossas entrevistas com o elenco deHomem-Formiga 3‘ e siga o CinePOP no YouTube:

O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

Florence Pugh é atingida por objeto lançado pelo público durante a CCXP; Confira!

Florence Pugh (‘Viúva Negra’) foi uma das artistas que veio ao Brasil durante a CCXP 23 para promover ‘Duna: Parte 2‘, sequência do remake dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) em 2021.

No entanto, o que era para ser uma visita agradável acabou se transformando em um problema quando a estrela foi atingida no olho por um objeto arremessado pelo público.

Pugh, que interpreta a Princesa Irulan Corrino, posava para uma foto estava ao lado de seus colegas de elenco: Timothée Chalamet, Zendaya e Austin Butler quando foi surpreendida pelo objeto.

Logo em seguida, todos se voltaram para ver se está tudo bem com ela.

Confira:

Incidentes parecidos já aconteceram com diversos artistas, inclusive no Brasil.

Em 2013, o cantor Justin Bieber até deixou o palco sem finalizar uma apresentação depois que um fã não identificado arremessou um objeto que derrubou o microfone das mãos do cantor, que virou as costas para a plateia e não voltou mais.

Ao que parece, a pessoa que atingiu Pugh foi identificada pelos seguranças, teve sua credencial removida e está proibida de retornar às próximas edições da CCXP.

Nas redes sociais, diversos fãs brasileiros ficaram revoltados com o ocorrido.

Confira as reações:

Lembrando que ‘Duna: Parte 2‘ chegará aos cinemas em 29 de fevereiro de 2024.

Confira os novos cartazes individuais incríveis:

A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.

A produção é baseada no livro de Frank Herbert.

O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.

O elenco ainda conta com Zendaya (‘Euphoria’), Rebecca Ferguson (‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Christopher Walken (‘Hairspray – Em Busca da Fama’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Léa Seydoux (‘Crimes do Futuro’), Stellan Skarsgård (‘Mamma Mia!’), Charlotte Rampling (’45 Anos’) e Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Tem Vez’).