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‘The 100’: Episódio de estreia da ÚLTIMA temporada ganha sinopse e trailer

The 100 -- "Ashes to Ashes" -- Image Number: HU611b_0113r.jpg -- Pictured (L-R): Bob Morley as Bellamy and Eliza Taylor as Clarke -- Photo: Sergei Bachlakov/The CW -- © 2019 The CW Network, LLC. All rights reserved.

A The CW divulgou a sinopse oficial do episódio de estreia da 7ª e última temporada de The 100, que vai ao ar no dia 20 de maio.

O capítulo é intitulado “From the Ashes”.

Confira, com o trailer:

“Clarke e seus amigos tentam reconstruir Sanctum conforme uma nova ameaça surge nas florestas”.

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

‘Capone’: Tom Hardy ensanguentado em nova imagem da cinebiografia

O diretor Josh Trank, que assina a cinebiografia ‘Capone‘, compartilhou uma nova imagem do indicado ao Oscar Tom Hardy no papel do mafioso.

Na imagem divulgada, o astro aparece ensanguentando, com o que parece ser uma pilha de corpos estirados em segundo plano. O material fora compartilhado por meio da conta oficial do diretor no Instagram.

Confira:

Kyle MacLachlan (‘Twin Peaks‘), Linda Cardellini (‘Bloodline‘) e Matt Dillon (‘Quero Ficar Com Mary‘) serão os novos coadjuvantes da trama.

Linda viverá a esposa de Capone, Mae, enquanto MacLachlan interpretará seu médico. Já Dillon interpretará o melhor amigo do mafioso, Johnny.

A Bron Studios ainda contratou Katherine Narducci, mais conhecida por ter vivido Charmaine Bucco, em ‘Família Soprano‘.

O foco da história será nos últimos anos de vida do criminoso.

O mais curioso é que a direção será de Josh Trank, que retorna aos cinemas depois do fracasso em ‘Quarteto Fantástico‘ e depois de ter sido demitido da Lucasfilm. Trank comandaria o segundo spin-off de ‘Star Wars‘, que acabou se tornando a terceira produção da fila depois do longa de Han Solo.

Capone morreu aos 48 anos depois de suscetivas crises de demência.

Considerado o maior o gangster dos Estados Unidos, Al Capone montou seu império durante a época da Lei Seca, em que o comércio de bebidas alcoólicas era proibido nos Estados Unidos.

O filme deve ser lançado direto no streaming.

Jean Smart, de ‘Watchmen’, vai estrelar nova comédia dramática da HBO

Segundo o SlashFilm, a atriz Jean Smart irá estrelar a nova comédia dramática da HBO Max, que será criada por Mike SchurPaul W. DownsLucia AnielloJen Statsky.

Ainda sem título oficial, sabe-se que a produção irá explorar “os bastidores obscuros da relação profissional” entre uma diva de Las Vegas (Smart) e um jovem forasteiro de 25 anos.

Schur (The Good Place) ficará responsável pela produção executiva.

O primeiro ciclo, que já ganhou sinal verde pela emissora, será composto por 10 episódios. Nenhuma outra informação sobre equipe ou elenco foi divulgada.

A atriz é conhecida por inúmeros trabalhos de bastante aclame tanto pela crítica quanto pelo público. No cinema, participou de obras como ‘O Garoto’A Casa Caiu; entretanto, foi na TV que Smart encontrou ainda mais fama.

Ela ganhou notoriedade por interpretar a Primeira-Dama de 24 Horas, que lhe rendeu uma indicação do Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante, vindo, depois, a participar de séries como ‘Samantha Who?’‘Life As We Know It’. Recentemente, foi coadjuvante das produções FargoWatchmen – ambas as atuações lhe rendendo um prêmio do Critics’ Choice.

As 10 Mães mais Marcantes das Séries de TV

Tem aquele ditado de que “mãe é uma só”, mas se tem uma coisa que as séries de TV alegremente fazem por nós é mostrar mães de todos os tipos. Amorosas, estressadas, mandonas, belas/recatadas/do lar, enfim, já vimos matriarcas pra tudo que é gosto passando pela TV e nada mais justo que usar o dia das mamys (beijo, mãe) pra lembrar de algumas delas.

10. Ruth Fisher | Six Feet Under

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Sei que muitos não conhecem essa série, então eu acho justo e digno eu já usar a deixa pra recomendar. A mamãe Ruth é inquestionavelmente uma das melhores personagens de séries desse universo e além, uma delicinha de mamãe do tipo que a gente quer comprar uma cópia pra colocar em casa de reserva.

Sempre compreensiva, ela nunca deixa que as atitudes ou as diferenças ou a falta de estrutura da família abalem a estrutura total deles. Tem horas que bate a mãe surtada e, até assim, ela é ótima de acompanhar com aqueles surtos que nos matam de rir.

Uma personagem forte e uma mãe incrível que cria seus filhos após um conturbado acontecimento que quebra as pernas dela lá no começo, a perda do marido. Ela vai criando os três filhos como pode e lamuriando a perda do marido por um tempo, mas logo ela se liberta das amarguras e toca a vida em frente.

 

9. Olivia Dunham | Fringe

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Uma personagem forte, inteligente e independente de uma das melhores séries que pipocaram por aí. Fringe prende e foi um grande golpe para os fãs quando terminou.

Quando a gente começa a ver a série é impossível cogitar a personagem como mãe, mas quando isso acontece nós acabamos vendo todas aquelas qualidades de Olivia se transformando em um escudo e em grande motivação para buscar e resgatar a filha, fazendo absolutamente tudo que for preciso.

Sendo uma boa série de ficção, e mesmo que com um final feliz que era esperado pelos fãs, mesmo que pudesse parecer um grande clichê, Olivia literalmente atravessou os tempos e fez coisas além do imaginável para resgatar a filha e a felicidade dela com Peter, um pai que sofreu muito pela filha, mas não teve – me perdoem os que gostam dele – um terço da garra e atitude de uma mãe tão determinada quanto Olívia se transformou.

 

8. Lorelai Gilmore | Gilmore Girls

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Como passar por uma coluna que fala em mães sem permitir que esse nome venha na cabeça? Muitas séries falam sobre família, mas GG tem um foco todo especial nessa mamãe toda adorável que guia o enredo da coisa toda.

Ela teve a filha ainda quando muito jovem e a criou sozinha, a gente pode até falar da amizade entre mãe e filha, mas é sempre gostoso destacar que toda a criação que ela deu pra filha quando ainda era jovem gerou uma garota adorável.

Por ter sido mãe aos 15, ela vive uma realidade muito próxima da sua filha. Não é uma mãe antiquada, muito pelo contrário, é toda modernizada. Longe daquele padrão de mãe que adora cozinhar para a filha, ela adora filmes, é toda sarcástica e toda modernete, sem contar que é uma super parceira e amigona da filha!

Vale lembrar que esses tempos a Netflix divulgou uma continuação da série, assim como fez com Full House, e já anunciou também que vai disponibilizar as série antiga na plataforma. Novamente, algo pra quem ainda não conhece super ficar de olho.

 

7. Norma Bates | Bates Motel

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Os fãs do filme Psicose nem precisavam esperar a série para saber que Norma não deve ter sido a mãe mais normal do mundo, mas a série nos faz o grandioso favor de explorar isso de modo melhor e, ainda mais, desmitificar que as neuras dela são infundadas, permitindo que ela caísse no clichê da mãe possessiva a troco de nada.

Alguns dizem que ela é um inegável exemplo de uma mãe que faz tudo pelo filho, mas o exagero dela é realmente colocá-lo dentro de uma bolha, privando o filho de uma vida social e encobrindo absolutamente todas as merdas que ele faz para que nenhum respingo das atitudes erradas que ele toma caiam sobre ele.

Mas, como já disse, todo o background histórico criado para ela faz com que a gente não necessariamente entenda ou aceite todas as atitudes que ela toma, mas serve para a gente vê-la por outros olhos e, em alguns momentos, gerar até uma certa empatia com a personagem.

 

6. Victoria Grayson | Revenge

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Como falar em mães que tem um modo todo peculiar de ‘cuidar’ dos seus filhos sem deixar a queen Victoria de lado?

A gente tem que dividir falando sobre a mãe que ela é para cada um dos seus filhos. Sufocante e protetora com Daniel, não dá pra negar que ela também é bastante intuitiva com a chegada de Emily na família, mesmo que seja nítido que, independente de quem fosse, nenhuma mulher seria boa o suficiente para o filho dela.

Quanto à coitada da Charlotte, a gente acompanha com tristeza o modo que ela trata a caçula, que mesmo mimadinha pelo pai nunca está feliz pelo desdém sofrido por parte da mãe. A gente descobre por quais motivos ela trata a filha com diferença, mas tanto faz. É uma altura do campeonato em que Charlotte já está destruída demais pra gente compadecer de algo.

E, por fim, o filho renegado. O abandonado Patrick que volta muito brevemente na série e a gente não tem muita chance de acompanhar, embora a história em si mostre flashbacks de uma vida da nossa queen que a gente nem imaginava.

Assim como Norma Bates, Victoria não é uma mãe exemplar só por fazer demais pelos filhos, afinal os métodos dela não são os melhores e muitas vezes ela tem que defendê-los de cagadas que ela mesma fez. Mas ela é a rainha soberana e ladradora de Revenge e uma personagem que não pode ser ignorada.

 

5. Gloria Delgado | Modern Family

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De vez em quando a gente recebe um presente em forma de personagem, em Modern Family o nosso pacotão é a Gloria.

Mãe solteira por algum tempo, mesmo depois da união com Jay ela ainda gosta de ter as rédeas da educação do filho, ainda mais para ter a certeza de que a cultura Americana não vai engolir as raízes do filho.

Toda orgulhosa da amizade e da união com o filho, de quem é profundamente próxima, ainda assim às vezes ela desabafa sobre o quanto a proximidade dos dois a sufoca em alguns momentos pelo exagero sentimental de Manny, mas ainda assim ela sempre se rende e ama o fato de ser tão amiga e estar sempre tão perto do filho.

Extremamente espalhafatosa e chamativa, ela acaba sendo motivo de umas vergonhas alheias até em momentos que não quer. Mas o mais legal da relação mãe e filho ali é a maturidade do Manny, que acaba sendo todo responsável e cuida tanto da mãe quanto ela cuida dele, o que faz com que algumas vezes seja ela quem tome o puxão de orelha vindo do filho.

Dedicada, carinhosa e super preocupada com o filho em todas as ocasiões, Gloria é uma mãe exemplar, ainda mais observando toda a sua trajetória antes do Jay e todo o modo que ela cria o filho para que ele todo certinho – embora às vezes ela o queira menos certo do que ele é. Criar sozinha um filho com a maturidade e a personalidade do Manny é a prova de uma maternidade bem-sucedida, que passa pelas suas broncas e desentendimentos e termina sempre selada pela amizade e cumplicidade entre ambos.

 

4. Skyler White | Breaking Bad

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É engraçado pensar que para algumas pessoas ela pode e deve ser considerada como a mais odiada personagem da série. Eu fico feliz quando identifico pessoas que, assim como eu, enxergam algum ou muito valor em Skyler.

Casada com um cara que era correto e desandou, mas ainda assim é o cara mais adorado da série, coube a ela segurar tantas barras seguindo correta enquanto o marido vai para outros caminhos. Foi ela quem sempre arcou com as responsabilidades do filho, que sempre dependeu dela e ainda aguentou a barra da doença do marido.

O filho cresce totalmente independente das suas relações ou da ajuda com o pai, e isso se dá pela relação com a mãe, que é quem aguenta as dificuldades e o ajuda incondicionalmente. Mesmo com o desprendimento do pai, também fica notável que muitos dos esforços que ela faz para manter um casamento que já ia descendo pela ladeira são dados por uma forma de segurar a base da família, mesmo que ela siga disfuncional.

Uma personagem doada pela família, com os seus defeitos, claro. Mas, acima de tudo, uma mãe totalmente dedicada que tem que tentar passar com alguma sanidade pelas doenças do filho e do marido.

 

3. Alicia Florrick | The Good Wife

Toda bela, recatada e do lar, Alicia era uma dona de casa que cuidava de seus dois filhos, a quem deu uma educação exemplar. Depois de anos como dona de casa, coube a ela colocar-se novamente em seus pés para tentar manter a base da família diante dos escândalos envolvendo seu marido.

Competente no seu trabalho o mesmo tanto que é dentro de casa, ela é uma advogada disputadíssima e, ainda de quebra, é esposa de um futuro governador. Poderia um ser humano ter mais visibilidade que isso?

Sempre em evidência nas cortes e crescendo na profissão o tempo todo, Alicia ainda tem que arrumar tempo para não ser apenas a mãe que protege seus filhos do caos familiar, mas também alguém que está lá para eles. E não dá pra gente esquecer as constantes intromissões a presença sempre ‘deliciosa’ da sogra, que tenta dar seus pitacos na educação dos netos.

Em um universo pessoal sempre todo conturbado, ela ainda tem todas as forças do universo para deixar seus filhos blindados da vida pública e dos escândalos envolvendo o pai deles e poupando-os dos problemas e das questões judiciárias que ela sempre vive.

Dona de uma força surreal, a definição de mãe coruja não é nada diante de algum momento em que algo ameaça algum de seus filhos. Ela tem que segurar todos os problemas no trabalho, administrar as questões conturbadas do seu casamento e ainda manter-se próxima dos filhos para saber de tudo que está acontecendo no mundo deles.
Eles passam por muitas coisas, muitas coisas mesmo, sempre unidos e com os filhos lindamente sempre aliados à mãe.

 

2. Monica Geller | Friends

"COUGAR TOWN" "Like a Diamond" / Ep 511 TBS Ph: Doug Hyun

Mesmo sendo uma série com base na amizade, as maternidades de Friends deixaram algumas marcas interessantes.

Foi lindo ver a Phoebe superando qualquer problema que ela pudesse ter com abandonos no passado e sendo capaz de servir de barriga de aluguel para o meio-irmão sabendo desde o começo que teria que, de algum modo, abandonar as crianças que ela carregou na barriga… Mas a maternidade mais marcante da série foi a de Monica.

Antes de falarmos de todo o desejo de ser mãe é importante a gente lembrar que Monica sempre foi, de algum jeito, a mãezona da turma. Ela dividia apartamento com Phoebe e já parecia aquela mãe reguladora de quem o filho tenta fugir. Também foi ela quem acolheu Rachel de braços abertos, mesmo não tendo sida convidada para o casamento do qual Rach havia fugido. Sempre parceira do irmão e preocupada com a turma toda, o instinto materno de Monica falou alto quando ela abriu mão do seu amor por Richard pelo fato de ele não querer ter filhos com ela, pois já tinha pimpolhos de outro casamento.

Ela já tinha chegado a cogitar a ideia de inseminação, mas isso sem sequer ser casada ainda, porém desistiu. Era nítido o sonho de ser mãe original, carregar o filho na barriga e todas aquelas coisas, mas o destino deu com os dois pés no peito de Monica quando ela enfim casou-se, mas descobriu que tanto ela quanto Chandler tinham problemas para ter filhos.

A gente sofre, mas vê Monica sempre madura e mãezona abrindo mãe até do nome que tinha sonhado para sua filha pra que Rachel o usasse. Mas a tacada de mestre dos roteiristas veio certeira quando, entre todas as opções do mundo, eles optaram pela barriga de aluguel e permitiram que Monica não necessariamente carregasse, mas participasse de tudo e visse o bebê nascer.

Tacada de mestre 2: a mãe biológica das crianças disse que estava esperando um bebê só, mas na hora do parto, literalmente, eles souberam que eram gêmeos. A chegada de dois bebês elimina a angústia que já ficamos com o fim da série ao pensar no que poderia acontecer com os personagens no futuro. Imaginem pensar que, de repente, Monica teria que passar por toda uma situação novamente para ter uma nova criança.

A aceitação dela por esse tipo de opção, assim como seria caso ela tivesse adotado, mostra a beleza do amor incondicional de mãe, que é aquele clichê, mas é aquela que cuida mesmo. Embora a gente não tenha acompanhado o que veio depois, é óbvio que ela foi uma mãezona para os gêmeos que ela tanto esperou.

 

1. Rochelle | Todo Mundo Odeia o Chris

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A série ficou super popularizada no Brasil por passar em canal de TV aberta e virar um Chaves da Record. Muito embora a Dona Florinda seja uma mãe a se lembrar, Rochelle virou a rainha dos bordões e, de quebra, era também uma ótima mãe, mesmo do jeito todo surtadinho dela.

Ela cuidava da casa e ainda arrumava um tempo para trabalhar, mesmo que não precisasse ficar parada em algum emprego que não quisesse, afinal quem precisa ficar se sugerindo às coisas quando o marido tem dois empregos?

Uma grande verdade é que ficamos tão inertes nos estereótipos, bordões e exageros da Rochelle que acabamos passando desatentos pelo cuidado que ela tem em guiar a família. Mesmo nos seus surtos e no seu modo todo exacerbado, o foco dela é o cuidado com a casa e a vida guiada pelo amor que ela sente pelo marido e pelos filhos.

Mas é claro que toda a graça da Rochelle como mãe, esposa e tudo mais está justamente no jeitão explosivo e pouco convencional de lidar com as coisas… Está em achar que o xarope resolve qualquer problema, que tudo é culpa do Chris, no seu método de mostrar pro marido que achou um sutiã na gaveta dele ou que viu a fatura do cartão de crédito.

São as explosões tchacabum e os exageros que fazem dela uma das personagens de séries mais inesquecíveis e a gente definitivamente não precisa nem explicar muito do que trás a Rochelle para o topo honroso dessa lista.
Entre tantas as séries incríveis que temos por aí e as tantas mamães marcantes, quais são as que você lembram mais?

5 Dicas de Filmes na Netflix para Você se sentir BEM!

Pensando na ansiedade que vem acompanhada com essa reclusão social que estamos vivendo, o editor-chefe Renato Marafon traz um vídeo com 5 Dicas de Filmes na Netflix para Você se Sentir Bem!

Filmes leves, divertidos, engraçados… para você rir e se emocionar.

Assista:

Todos os dias, vamos lançar Dicas de Filmes e Séries para você assistir no streaming, passando por todos os gêneros e serviços.

Diariamente, vamos tentar combater o tédio e ajudar você a escolher o melhor programa para se fazer junto aos que você ama e a sua TV.

Gostou da ideia? Você pode mandar dicas de listas para nossas redes sociais e ajudar esse projeto.

Ah sim, e não esquece de seguir a gente no YouTube para receber os vídeos em primeira mão!

Confira nossas listas em TEXTO:

Filmes que ACABARAM de sair nos cinemas e você pode assistir em CASA; Confira!

10 Sagas Cinematográficas para Maratonar nas Próximas Semanas

Filmes e séries para ver com as crianças em casa

Séries com reviravoltas de cair o queixo para assistir durante a quarentena

10 reality shows insanos pra você que amou The Circle e Casamento às Cegas

10 Séries Animadas para Maratonar nas Próximas Semanas

20 Filmes com Nota Baixa no Rotten Tomatoes que Adoramos

10 Filmes Recentes que Você Esqueceu que tinham sido Lançados

 

Netflix

10 gemas escondidas na Netflix para quem quer algo fora do convencional

15 Séries da Netflix Para Maratonar

15 filmes na Netflix para não sentir falta dos cinemas

10 Cinebiografias Imperdíveis para Assistir na Netflix

10 Séries Biográficas para Maratonar na Netflix

10 ótimos filmes brasileiros para maratonar na Netflix

 

Amazon Prime

10 filmes de terror no Amazon Prime Video para fugir dos problemas…

15 filmes no Amazon Prime Video para não sentir falta dos cinemas

15 Séries da Amazon Prime Para Maratonar neste mês

 

Globoplay

15 Séries da Globoplay Para Você Maratonar

 

HBO

15 Filmes Para Assistir na HBO e Não Sentir Falta dos Cinemas

 

Vídeolistas

Crítica | ‘The Eddy’ mostra que o jazz nem sempre é a solução

Com apenas 35 anos de idade, Damien Chazelle tornou-se um gigante do entretenimento e entregou algumas peças fílmicas de grande prestígio pelos adoradores da indústria e pelos cinéfilos de plantão. Apesar de ter feito sua estreia ainda em 2009, seu primeiro grande sucesso veio com Whiplash, drama que traz a música como um de seus principais personagens. Chazelle voltaria a prestar homenagens para seu background na Princeton High com ‘La La Land: Cantando Estações’, tragicomédia musical que o colocaria no topo do mundo e o transformaria na pessoa mais jovem a levar um Globo de Ouro e um Oscar de Melhor Direção para casa. Apesar dos deslizes de O Primeiro Homem, o cineasta continuaria trilhando um caminho de sucesso inigualável – até chegar em sua primeira colaboração com a Netflix com a minissérie The Eddy.

Composta por oito episódios de uma hora cada, Chazelle, que assina a direção e a produção da obra, abre espaço mais uma vez para o jazz seja louvado como merece – algo que pode parecer repetitivo, considerando que os longas anteriores já traziam na trilha sonora esse gênero tão clássico e tão envolvente. Seguindo os passos das investidas anteriores, a trilha sonora sai de seu recuo extradiegético e transforma-se num personagem que rege os relacionamentos tóxicos e conturbados dos protagonistas, principalmente de Elliot Udo (André Holland), dono do clube epônimo e pianista clássico que vê seu mundo desmoronar depois de eventos chocantes. O problema, entretanto, parece estar incrustado na confusa e monótona narrativa que parece andar a passos curtíssimos de um episódio para o outro – transformando uma ode parisiense em um melodrama arrastado e previsível.

Elliot, logo de cara, mostra que é o centro do universo e é reafirmado como tal pela condução dos capítulos. Em outras palavras, por mais que cada personagem tenha suas glórias, as consequências dos acontecimentos voltam a se curvar para sua personalidade facilmente irascível e controladora. Essa autoproteção estende-se para a filha, Julie (Amandla Stenberg), que sai de Nova York e se muda para a Cidade-Luz para tentar se reconectar com o pai afastado e tomado por um projeto dos sonhos. Mais do que isso, a presença de Elliot torna-se mais insuportável (propositalmente, diga-se de passagem), quando seu sócio e melhor amigo é assassinado e as investigações começam a indicá-lo como suspeito. Mais uma vez, percebe-se que o roteiro, buscando transformar a minissérie em uma espécie de análise antropológica e antológica das relações humanas, não sabe em que direção seguir e nem mesmo como oscilar o tom atmosférico.

A verdade é que a ambiência mais intimista e mórbida, arquitetada desde a primeira cena, é mais unilateral do que o necessário, recusando-se a abrir portas para uma multiplicidade reverberante; pelo contrário, essa pessoalidade, dialógica à experiência de seu criador, adquire uma camada cada vez mais mórbida, refletida de forma redundante na teor imagético. É quase óbvio esperar que as sequências mais dramáticas sejam envolvidas em um filtro azulado (clássico das produções da plataforma de streaming) – e Chazelle não foge à fórmula: cada frame parece mergulhado inúmeras vezes num tonel monocromático que contribui para que essa progressão fique mais lenta e menos envolvente (por vezes, me peguei desviando o olhar pela falta de algum elemento atraente o bastante).

De qualquer modo, não podemos tirar crédito da ousadia do time de diretores, principalmente em resgatar um espectro cinematográfico que há muito rendia-se ao convencionalismo ação-reação de qualquer drama de baixo orçamento. A técnica aqui utilizada permanece atual, abusando de planos-sequência que já foram explorados nos longas supracitados, mas não perde a chance de convidar a estética dinamarquesa do Dogma-95 em praticamente toda a criação – ganhando vida nos cortes bruscos e na câmera na mão. Em dado momento, o peso dramático é substituído pelo panfletarismo documental que encaixa forçosamente críticas sociais e uma representatividade minoritária crua demais para ser levada a sério – resultado, como já foi mencionado, de uma trama frágil demais.

É necessário conceder mérito do roteirista Jack Thorne em se afastar dos estereótipos europeus e promover uma espécie de “reparação histórica” para aqueles que primeiro se envolveram com o jazz. Porém, dentro desse universo politizado demais, a essência musical deixa de existir (com exceção de algumas leituras incríveis e emocionantes), ofuscada por eventos chocantes que, aqui e ali, almejam a um dinamismo que já não pode mais existir. As cenas do assassinato de Farid (Tahar Rahim) e do embate entre Elliot e Maja (Joanna Kulig) conseguem, por breves segundos, livrar o público de tantos deslizes; porém, não são o suficiente para mascarar o fato de que nenhum dos personagens é relacionável. Sim, seus demônios interiores ganham palanque premeditado desde o começo – mas valer-se apenas disso é como dar um tiro no próprio pé.

No geral, The Eddy é tecnicamente bem feito e, mais uma vez, mostra a paixão de Chazelle pelo que o jazz representa. Entretanto, nem mesmo as atribuições mais artísticas e irreverentes possíveis anulam narrativas circunstancias demais e figuras esquecíveis que tentam ser salvas por performances incríveis.

‘Supergirl’: Rama Khan está de volta nas imagens do episódio 05×18; Confira!

The CW divulgou as imagens oficiais de “The Missing Link”, décimo oitavo episódio da 5ª temporada de Supergirl.

O episódio será transmitido no dia 10 de maio.

Confira, junto à sinopse:

Supergirl e sua equipe enfrentam Rama Khan e Leviathan. Enquanto isso, Lena e Lex Luthor unem forças quando o Projeto Non Nocere falha, deixando os dois irmãos em grave perigo.”

O capítulo foi dirigido por Avi Youabian, com roteiro assinado por Dana HorganJ. Holtham.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

Disney ainda pretende lançar ‘Os Novos Mutantes’ nos cinemas

Os Novos Mutantes tornou-se um dos filmes mais problemáticos da última década, passando por obstáculos que estendem-se desde a produção até o lançamento.

Na última semana, o filme apareceu na pré-venda digital da Amazon Prime Video nos Estados Unidos, mas foi apenas um erro do sistema. A Plataforma adicionou o título baseado em sua lista de lançamentos antiga, antes da pandemia.

Segundo o Hollywood Reporter, a Disney ainda pretende lançar o filme nos cinemas.

Diversas lançamentos da Disney previstos para 2020 acabaram sendo adiados por conta do surto de Coronavírus pelo mundo, e o estúdio já anunciou seu novo calendário de estreias. Ainda em 2020, serão lançados ‘Mulan(em julho) eViúva Negra‘ (em novembro). Em 2021, teremos ‘Os Eternos’, ‘Shang-Chi e a Lenda dos dez Anéis’, e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Os Novos Mutantes‘ deveria chegar aos cinemas em 2018, mas sofreu refilmagens pesadas e, desde então, teve um total de quatro datas de lançamento diferentes.

Depois que a Disney adquiriu a Fox e seus ativos do filme, o longa foi remarcado para 1º de abril de 2020. No entanto, os cinemas em todo o mundo fecharam temporariamente em meio a uma pandemia global e ‘Os Novos Mutantes‘ ainda não tem uma data de lançamento.

Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

 

‘Distúrbio’: Terror de Steven Soderbergh filmado com iPhone estreia na Amazon Prime

O terror ‘Distúrbio‘ (Unsane), filmado por Steven Soderbergh (‘Contágio’) inteiramente com um celular iPhone em apenas uma semana, estreou no catálogo da Amazon Prime no Brasil.

Filmado com iPhone 7 Plus, o thriller acompanha uma jovem que foi involuntariamente internada em uma instituição mental. Ela é então confrontada com seu maior medo… mas é real ou é um produto de sua ilusão?

Claire Foy, vencedora do SAG Awards de Melhor Atriz por ‘The Crown‘, estrela.

Crítica Amazon Prime | Distúrbio – Steven Soderbergh cria jogo psicológico com Claire Foy

Jonathan Bernstein e James Greer roteirizam, e o elenco ainda conta com Juno TempleJoshua LeonardJay PharaohAimee Mullins e Amy Irving.

Assista ao trailer:


Crítica Amazon Prime | Distúrbio – Steven Soderbergh cria jogo psicológico com Claire Foy

Uma perspectiva sob o domínio do medo

Antes da própria história que aborda temas importantíssimos, como abuso de poder e feminicídio, o chamariz de Distúrbio (no original, Unsane) é a ousadia de Steven Soderbergh em filmar durante 10 dias com um iPhone Plus 7. Dessa forma, o recurso é um diferencial em cenas nas quais a câmera acompanha a protagonista Sawyer Valentini (Claire Foy) como se fosse uma selfie, focando as expressões desassossegadas da atriz.

A câmera, nesta perspetiva, transmite um pouco da agonia vivida por Sawyer, uma vez que ela se mudou recentemente de Boston para a Pennsylvania a fim de fugir de seu perseguidor. Com a paranoia de estar sempre sendo perseguida, a jovem se torna pouco sociável e vive em confronto consigo mesma sobre o que é real ou uma farsa de sua mente.

Já na primeira cena, observamos um desconfortante momento em que o atual chefe de Sawyer tenta persuadi-la a ir numa viagem a trabalho com ele e, consequentemente, passar a noite juntos. Para coagi-la, ele coloca sob julgamento o desempenho dela na empresa, caso não aceite a “oferta”.

Em um momento em que a internet compartilha diversos fatos sobre abusos constantes vividos pelas mulheres no trabalho, na escola, na rua, etc, a cena é quase uma tortura mental. Com esse pontapé inicial, os acontecimentos prosseguem cada vez mais obscuros.

Ao procurar ajuda em um clínica psiquiátrica, Sawyer acaba internada contra a vontade e, para piorar, o seu stalker trabalha no mesmo local ou, pelo menos, ela acredita vê-lo por lá. A partir dessa dúvida, se constrói uma trama com diferentes ramificações e resoluções macabras.

É possível traçar um paralelismo com Terapia de Risco (Side Effects, 2013), obra recente do mesmo diretor, que abordava problemas mentais. Lá, a história caminhava para ser um grande suspense envolvendo a indústria farmacêutica de antidepressivos, no entanto, no meio do caminho acaba por ser um jogo de sedução e traição sem maiores efeitos.

O risco de Distúrbio traçar o mesmo engano fica sempre na iminência, no entanto, o enredo desenvolve-se mais pautado no perigo real do que no mental. Assim, o pavor de Sawyer não é apenas uma ilusão, mas o filme abre também a discussão sobre as instituições mentais e seus reais objetivos com os pacientes.

A narrativa de Sawyer, portanto, é entrecortada com o seu maior aliado Nate Hoffman (Jay Pharoah), um jornalista disfarçado, que investiga os motivos dos pacientes estarem naquele local e sob aquelas circunstâncias. Além da ameaça do seu perseguidor, ela ainda lida com seus colegas de quarto visivelmente desequilibrados, tendo como principal desafeto Violet (Juno Temple). Aliás, Temple é sempre ótima em personas fora da realidade, vide Killer Joe (2011) e As Delícias da Tarde (2013).

Aos poucos, o passado de terror da personagem vai se desvelando e o pavor do presente torna-se muito mais palpável. Com o ímpeto de alarmar o espectador, Claire Foy imprime um ar diabólico em certo momento e confronta o seu abusador de forma visceral, abandonando o papel de vítima parar resolver o seu destino custe o que custar.

Com um misto de revolta e expectativa de um momento de redenção, Distúrbio ainda conta com a curta participação de Matt Damon (Pequena Grande Vida) na pele de um oficial da polícia que dá conselhos a Sawyer de como deve seguir a vida após ter emitido uma ordem de restrição contra uma pessoa. Seus conselhos são de revirar os olhos, não é à toa que a protagonista foge.

Ao término, Soderbergh realmente constrói um tom de aprisionamento com sua câmera centrada no rosto e desespero de Foy. Com a proposta de lidar com os assuntos de sanidade mental, esquema de corrupção, assassinatos e abusos psicológicos, entretanto, os roteiristas escorregam, deixam alguns personagens perdidos e configuram características inesperadas a outros.

Distúrbio é um filme para colocar o espectador em uma situação de desconforto, incerteza e mantê-lo ludibriado durante seus 98 minutos. Vale a reflexão sobre como é ser desacreditado e aprisionado pelo medo, assim como alguns traumas podem perpetuar por anos, conforme o final desse embaraçado suspense.

Produtora revela porque Will Smith e Tommy Lee Jones não voltaram para ‘Homens de Preto 4’

O WGTC revelou hoje que a Sony Pictures ainda planeja reviver a franquia ‘MIB – Homens de Preto‘ após o reboot naufragar nas bilheterias. O estúdio quer trazer Will Smith e Tommy Lee Jones de volta para mais um filme, ao lado de Chris Hemsworth Tessa Thompson.

Mas porque os astros não quiseram retornar para o quarto filme antes?

A produtora Laurie MacDonald cedeu uma entrevista à Variety e explicou porquê um quarto filme com Will Smith e Tommy Lee Jones nunca aconteceu.

“Quando terminamos o terceiro filme, sentamos para conversar e decidimos que não devíamos fazer o quarto filme. O arco daqueles personagens acabou ali de maneira redondinha, pois havíamos lidado com a história envolvendo o pai do Will e toda a jornada emocional do personagem foi completada”, afirmou.

Barry Sonnenfeld, que comandou toda a trilogia ‘Homens de Preto‘, explicou porque a franquia ganhou um derivado ao invés de uma sequência.

“Eu adoraria que houvesse um quarto filme. Mas Will Smith e nem eu estávamos envolvidos. Eu amo a franquia, porque eu a desenvolvi e a criei. Mas há muitos elementos caros nessa mistura. Há Steven Spielberg como um dos produtores, há outros produtores também, e acho que a maneira mais barata de se fazer foi ter novos agentes”, afirmou.

MIB: Homens de Preto – Internacional‘ faturou apenas US$ 253 milhões nas bilheterias mundiais.

Homens de Preto‘ arrecadou em 1997 mais de US$ 250 milhões no mercado americano e mais de US$ 587 milhões mundialmente. ‘Homens de Preto 2‘ faturou US$ 190 milhões nos EUA e US$ 440 milhões ao redor do mundo. Já o terceiro filme custou US$ 225 milhões e faturou US$ 624 milhões mundialmente.

‘Revival’: Após ‘Doutor Sono’, Mike Flanagan vai adaptar novo terror do Stephen King

Segundo o THR, Mike Flanagan está escrevendo o roteiro do terror ‘Revival‘, que será uma adaptação do livro homônimo escrito por Stephen King.

Vale lembrar que o cineasta já adaptou outras obras do autor, como ‘Jogo Perigoso‘ e ‘Doutor Sono‘, ambas aclamadas pelos críticos.

Além de escrever e produzir, Flanagan ainda pode assumir a direção do longa.

O projeto está sendo desenvolvido pela Warner Bros.

A trama do livro foca no relacionamento entre um músico viciado em heroína e um reverendo misterioso com intenções secretas. O ministro é obcecado em encontrar um jeito de contactar sua esposa e filho falecidos, o que resulta em um terror inesperado.

Há alguns anos, Josh Boone (‘Os Novos Mutantes‘) estava no comando da adaptação, mas se afastou por motivos desconhecidos.

Os Melhores e Piores Vilões da Marvel Studios

Nós do CinePOP resolvemos criar nova lista colocando em ordem todos os vilões que já deram as caras em uma produção do MCU – mesmo aqueles que apareceram em uma ponta, esperando seu lugar ao sol (que viria ou não). São mais de 40 personagens nesta lista – um dos maiores desafios pessoais para este que vos fala. Para algo assim, precisamos entrar em detalhes sobre alguns personagens e suas reviravoltas, portanto estejam avisados que esta lista possui SPOILERS. Antes de ler, certifique-se de que assistiu a todos os filmes do MCU, ou pule os que não conhece. Vamos lá.

45. Gatuno (Donald Glover)

Aproveitando o sucesso de Homem-Aranha: De Volta ao Lar, começamos a lista com um vilão do filme. O Gatuno do cinema é apenas um criminoso tentando comprar armas dos capangas do Abutre e sequer exibe seu traje verde e roxo. Nos quadrinhos, o primeiro Gatuno foi Hobie Brown, criminoso convencido a trocar de lado e virar herói pelo Homem-Aranha, algo semelhante ao que temos no filme. A versão cinematográfica do personagem, no entanto, corresponde ao universo Ultimate, já que se trata de Aaron Davis, tio de Miles Morales (o Homem-Aranha de tal versão) – fato também mencionado em De Volta ao Lar.

44. O Consertador (Michael Chernus)

Curiosamente, nos quadrinhos o Consertador (que no Brasil já foi chamado de Reparador e até de Remendão) fez seu debute na mesma edição do Abutre, fato repetido no cinema. Assim como o vilão alado, o Consertador é um dos antagonistas mais idosos do Aranha. Ao contrário da maioria dos vilões, o Consertador não comete diretamente crimes, ele vende armas e maquinários para outros criminosos fazerem. No filme, ele é o criador do equipamento usado pelo Abutre e seus capangas.

43. Barão von Strucker (Thomas Kretschmann)

Nos quadrinhos, o Barão Wolfgang von Strucker é um nazista de alta patente e um dos idealizadores da HYDRA. O vilão recebeu ordem para ser executado, vinda diretamente de Hitler, mas encontrou nas formas do Caveira Vermelha um poderoso aliado. No cinema, tal amizade nunca foi retratada, já que o personagem só deu as caras no final de Capitão América: O Soldado Invernal (2014) e no início de Vingadores: Era de Ultron (2015). Ele foi responsável pelo recrutamento dos gêmeos Mercúrio e Feiticeira Escarlate.

42. Líder (Tim Blake Nelson)

Talvez nunca vejamos este vilão de fato concretizado nas telonas. Bem, ao menos não nas formas de Tim Blake Nelson. Com O Incrível Hulk (2008), a Marvel já demonstrava o desejo de novas continuações, e a maior deixa deste segundo filme solo do gigante esmeralda foi a transformação do gentil e prestativo aliado Samuel Sterns no Líder. Embora não tenha cometido nenhum ato de vilania no filme, podia-se esperar uma busca por vingança após sua condição. Já sua metamorfose lembrou a cabeçorra do personagem nos quadrinhos.

41. Escorpião (Michael Mando)

Embora não apareça em sua forma esverdeada, o alterego do vilão participa tempo suficiente para sentirmos a ameaça vindoura. A tatuagem do escorpião no pescoço não nega, Mac Gargan voltará após sua ponta em De Volta ao Lar, num próximo filme do Aranha, como deixou claro na cena pós-crédito.

40. Ellen Brandt (Stephanie Szostak)

Militar da força aérea que se afiliada ao programa Extremis de Aldrich Killian em Homem de Ferro 3 (2013), adquirindo a capacidade regenerativa e a manipulação do calor extremo. Em comum com sua contraparte nos quadrinhos somente a cicatriz no rosto e o fato de ser membro da A.I.M. (Advanced Idea Mechanics). Em seu cânone nos quadrinhos, ela é a esposa do cientista Theodore Sallis, que se torna o Homem Coisa (não confundir com o Coisa do Quarteto Fantástico).

39. Korath, o Perseguidor (Djimon Hounsou)

Agente do Império Kree, Korath fez sua única aparição no universo Marvel do cinema em Guardiões da Galáxia (2014). No filme, Korath é um mercenário trabalhando para Ronan, o Acusador.

38. Batroc, o Saltador (Georges St-Pierre)

Definido por seu criador como Jean Claude Van Damme dos anos 1960, Georges Batroc foi interpretado por um lutador na vida real. Fora isso, esse vilão de terceira, ou quarta (seria quinta?), linhagem manteve suas características. Um mercenário e lutador francês. O personagem apareceu em Capitão América: O Soldado Invernal (2014). Repare nas cores de sua roupa, amarela e rosa, mantida de sua contraparte nos quadrinhos.

37. Arnim Zola (Toby Jones)

Cientista louco da Hydra, Zola faz experimentos com genética. Ele apareceu em sua forma humana em Capitão América: O Primeiro Vingador (2011). Em 2014, na continuação O Soldado Invernal, sua caracterização foi uma homenagem a sua contraparte dos quadrinhos, na qual sua mente aparece numa tela no peito de um robô. No filme, Zola tem a consciência transportada para dentro de computadores antigos.

36. Algrim / Kurse (Adewale Akinnuoye-Agbaje)

Considerado o mais forte dentre os Elfos Negros, Algrim é traído por seu líder, Malekith, com o propósito de derrotar Thor, e termina por se tornar Kurse, uma versão ainda mais poderosa. No filme, a transformação é autoimposta pelo próprio, a fim de liberar seu exército da prisão de Asgard.

35. Eric Savin (James Badge Dale)

Também conhecido como Coldblood nos quadrinhos, Eric Savin é um militar transformado em ciborgue, que se torna um soldado urbano, trabalhando como mercenário. Sua versão cinematográfica apresentada em Homem de Ferro 3 (2013), no entanto, usa como base o universo Ultimate, no qual o personagem adere ao programa Extremis se tornando um mutante de fogo.

34. Ossos Cruzados (Frank Grillo)

No cinema, Brock Rumlow era um ex-agente da SHIELD. Renegado, assume as formas do vilão Ossos Cruzados. Ao combaterem-no, os Vingadores terminam por destruir propriedades e ferir inocentes, o que desencadeia a lei que visa controlar os heróis, em Capitão América: Guerra Civil (2016). Nos quadrinhos, foi criado como capanga do Caveira Vermelha, e num recente arco de histórias, esteve ligado ao assassinato do Capitão América.

33. Shocker (Logan Marshall-Green / Bokeem Woodbine)

Dois atores dividem o personagem Shocker no novo Homem-Aranha: De Volta ao Lar. Nos quadrinhos, o original é Herman Schultz (Woodbine), que é quem eventualmente termina como o vilão no filme. Já Green é Jackson Brice, personagem que originalmente portava a alcunha Montana, para depois se tornar uma das encarnações de Schocker. Ou seja, filme e quadrinhos inverteram a ordem, mas nada do uniforme de meia arrastão amarelo no cinema.

32. O Outro (Alexis Denisof)

Alienígena braço direito de Thanos, e um dos responsáveis pela invasão da Terra em Os Vingadores (2012). Apesar de ter dado dura em Loki no mesmo filme, foi brutalmente assassinado por Ronan, o Acusador, na frente de Thanos, em Guardiões da Galáxia (2014).

31. Malekith, o Maldito (Christopher Eccleston)

Embora seja um dos maiores inimigos de Thor nos quadrinhos, Malekith, o líder dos Elfos Negros, foi um vilão sem muita personalidade e nada marcante em Thor: O Mundo Sombrio (2013). Mesmo assim, conseguiu invadir Asgard e ser responsável pela morte de Frigga, mãe do herói.

30. Garra Sônica (Andy Serkis)

Até agora, só pudemos conferir o alterego do vilão, Ulysses Klaue, um traficante de armas africano, que perde o braço em um ataque de fúria do robô Ultron, no segundo Vingadores. O personagem terá nova chance em Pantera Negra (2018), mas pelas prévias, ainda estará em sua versão humana. Quem sabe durante o filme, ou em seu desfecho veremos o novo braço / arma do criminoso.

29. Kaecillius (Mads Mikkelsen)

Apesar de ser interpretado por um dos melhores atores nesta lista, o vilão de Doutor Estranho (2016) foi realmente pra lá de genérico. O ex-aprendiz que se torna antagonista é uma das fórmulas de roteiros mais manjadas que existe. Legal mesmo foi ver a maquiagem do herói, com a pele estilhaçada ao redor dos olhos.

28. Jaqueta Amarela (Corey Stoll)

Darren Cross teve sua origem mudada, de um milionário com problemas de coração nos quadrinhos, para o aprendiz de Hank Pym, o primeiro Homem-Formiga no cinema. Seu alterego também já teve diversas encarnações nos quadrinhos, inclusive a do próprio Cross. Aprendiz amargo atrás de vingança é o mote do vilão aqui.

27. Ronan, o Acusador (Lee Pace)

Um poderoso vilão da raça Kree, Ronan é um dos seres especiais da Marvel. No cinema, o personagem foi bem fiel às origens, demonstrando-se um antagonista perigoso e enfrentando o Deus Thanos. Sua única aparição em Guardiões da Galáxia (2014) deixou alguns fãs frustrados com sua derrota através da dança, como ficou conhecida.

26. Aldrich Killian (Guy Pearce)

O vilão de Homem de Ferro 3 (2013), primeiro filme do MCU após o fenômeno Os Vingadores (2012), era um nerd rancoroso por ter sido tapeado e ignorado pelo playboy Tony Stark na juventude. Muitos anos depois e o sapo surge na forma de um príncipe, galante e sedutor, capaz de atrair com seu charme os amores do passado e presente, Maya Hansen (Rebecca Hall) e Pepper Potts (Gwyneth Paltrow), respectivamente, do alterego do Homem de Ferro. Criador e criatura da tecnologia Extremis, o vilão não é apenas um empresário, é também um mutante cuspidor de fogo. Nos quadrinhos Killian é apenas um cientista que ajudou a desenvolver a tecnologia. Arrependido, ele tira a própria vida.

25. Mercúrio & Feiticeira Escarlate (Aaron Taylor-Johnson e Elizabeth Olsen)

Tudo bem que os gêmeos europeus se redimiram e se tornaram heróis membros dos Vingadores, ao menos a Feiticeira Escarlate. Mas assim como sua origem nos quadrinhos, inicialmente a dupla usou suas capacidades sobre-humanas para o mal. No filme, a desculpa era a visão deturpada que seu mentor Ultron os apresentou, que os fazia pensar estarem do lado certo do problema.

24. O Abominável (Tim Roth)

Lembrando que o auge dos quadrinhos era também a era da Guerra Fria, assim muitos vilões criados nesta época eram soviéticos. Emil Blonsky era mais um deles. Um Agente da KGB tentando recriar o efeito da radiação Gama, acabou sendo transformado na criatura monstruosa conhecida como Abominável. No filme O Incrível Hulk (2008), Blonsky é um militar ávido a encontrar e caçar Bruce Banner. Para isso, aceita participar de um experimento que vai aos poucos transformando seu corpo na criatura. O Abominável é tido como o principal inimigo do Hulk nos quadrinhos.

23. Destruidor (CGI)

Esse é bem simples, mas muito eficiente como vilão. Trata-se de uma armadura Asgardiana ativada através de magia. Ela foi criada por Odin, pai de Thor, e para funcionar precisa absorver a alma de um ser humano ou um Deus, fato omitido de sua primeira e única aparição no MCU, em Thor (2011). Fora isso, o retrato do “personagem” foi bem fiel, e se mostrou um grande antagonista, como uma arma de destruição em massa e o teste definitivo para o Deus do Trovão.

22. Rei Laufey (Colm Feore)

Líder dos Gigantes de Gelo, raça inimiga que por anos travou guerra contra Asgard, até a paz ser instaurada por Odin. Mantendo-se fiel aos quadrinhos, Laufey é na verdade o pai biológico de Loki, um dos maiores antagonistas do universo Marvel. Sua única aparição no cinema foi em Thor (2011).

21. Caveira Vermelha (Hugo Weaving)

Um dos vilões mais importantes da editora Marvel, o Caveira Vermelha é um nazista deformado, com a cabeça de um crânio rubro enrugado. Arqui-inimigo do Capitão América, o vilão não teve grandes chances no cinema, se tornando um antagonista genérico e rotineiro, longe do peso dos quadrinhos. Os fãs ainda clamam por uma nova tentativa e imploram pelo retorno do ditador. Sua aparição no MCU foi em Capitão América: O Primeiro Vingador (2011), e depois ele volta de surpresa em Guerra Infinita e Ultimato.

20. Ayesha (Elizabeth Debicki)

Nos quadrinhos, Ayesha foi uma espécie de Noiva do Frankenstein, criada como um super ser perfeito apenas para servir de companhia para Adam Warlock, uma criatura criada nos mesmos moldes, pelos mesmos cientistas, anteriormente. Em Guardiões da Galáxia 2, ela foi a líder dos Supremos, uma raça evoluída e dourada, que persegue os heróis. Sua cena pós-créditos é uma das mais legais do acervo Marvel.

19. Ultron (James Spader)

Nos quadrinhos, o ser sintético, dono de inteligência artificial, é um dos maiores vilões da Marvel. No cinema, o personagem poderia ter rendido questões mais interessantes sobre existencialismo. O resultado ficou abaixo do esperado, assim como o filme Vingadores: Era de Ultron, com o inimigo criado apenas com uma nota entre as piadinhas e a psicopatia.

18. Zemo (Daniel Brühl)

Um dos personagens que mais teve alterações de sua contraparte de papel. No cinema, o vilão busca justiça deturpada pela morte da família, após os eventos de Vingadores: Era de Ultron. São os pecados dos heróis se voltando contra eles. Nos quadrinhos, igualmente o personagem busca vingança pela morte do pai, mas ao ser derrotado e dado como morto, ressurge desfigurado, precisando usar o famoso gorro roxo cobrindo seu rosto. Quem sabe o mesmo não se repete no cinema.

17. Dormammu (Benedict Cumberbatch)

Não sei por que, mas a cena envolvendo o demônio em Doutor Estranho (2016) me lembrou demais o filme Spawn (1997). Dormammu é um dos seres místicos mais poderosos do universo Marvel. No MCU mostrou ser igualmente ameaçador, porém, a cena envolvendo a criatura e a forma como o protagonista o desarma, é digna de muitas risadas.

16. Justin Hammer (Sam Rockwell)

Rival de Tony Stark, o industrial Justin Hammer seguiu fiel em sua versão para o cinema, sendo apenas rejuvenescido nas formas de Sam Rockwell, já que sua contraparte nos quadrinhos era um homem idoso. Curiosamente, nas primeiras histórias envolvendo o vilão Chicote Negro, Hammer o apadrinhava contra o Homem de Ferro. Apesar da mudança de identidade do vilão, de Mark Scarlotti para Ivan Vanko, a ideia da história foi mantida.

15. Chicote Negro (Mickey Rourke)

O vilão mais ameaçador de um filme solo do Homem de Ferro, apareceu em sua continuação de 2010. Silencioso e letal, Ivan Vanko era também um gênio e um oponente à altura, atrás de vingança – quem pode esquecer a cena da corrida de carros em Mônaco. No entanto, o personagem foi modificado para o cinema. Nos quadrinhos, o alterego de Chicote Negro (Whiplash no original) é Mark Scarlotti, ex-funcionário das indústrias Stark. No filme, Vanko é russo. Nos quadrinhos, o vilão Dínamo Vermelho ou Dínamo Escarlate teve diversas encarnações, todas agentes russos. O primeiro foi justamente Anton Vanko, no filme, pai de Ivan Vanko.

14. O Colecionador (Benicio Del Toro)

Como o nome autoexplicativo diz, este ser cósmico tem como hobby colecionar artefatos intergalácticos, alguns muito poderosos como as joias do infinito, e também seres vivos, vide Howard – o pato. Ele é basicamente uma versão espacial de Trato Feito, e em sua “loja” você pode encontrar de tudo.

13. Monge de Ferro (Jeff Bridges)

Obadiah Stane era o parceiro de negócios de Howard Stark, pai de Tony Stark, e juntos construíram um império. Após a morte de Howard, Stane se tornou a figura paterna de Tony, em muitos sentidos. Na primeira grande reviravolta do MCU, Obadiah Stane revela-se um traidor e o antagonista do herói Homem de Ferro. Stane foi também o primeiro vilão do MCU. Uma coisa não pode ser dita em relação aos famosos inimigos, a Marvel sempre escala atores de grande cacife e aqui temos ninguém menos que Jeff Bridges.

12. Mandarim (Ben Kingsley)

O que era para ter sido o maior antagonista do Homem de Ferro, finalmente dando as caras no terceiro filme, se tornou uma das maiores troladas do MCU nos fãs. O Mandarim é para o Homem de Ferro o que o Coringa é para o Batman, ou o que Lex Luthor é para o Superman. Porém, hoje o personagem é visto como uma caricatura racista e preconceituosa de figuras asiáticas, o que levou a Marvel a modificá-lo totalmente (Jon Favreau deu declarações dizendo que não colocaria o personagem em seus filmes). O problema foi a forma como o maior antagonista de Tony Stark foi apresentado. Aparentemente, uma mudança de nacionalidade ocorreria, o que seria bem vindo, colocando o Mandarim como uma espécie de Osama Bin Laden da internet. Mas, como sabemos, tudo não passou de um truque de Killian, e o Mandarim nada mais era do que o ator britânico Trevor Slattery, um bufão. Por essa ninguém esperava.

11. Mordo (Chiwetel Ejiofor)

O Barão Mordo, o místico rival do Doutor Estranho (2016), teve suas origens respeitadas (em partes) na versão do MCU e como muitos grandes antagonistas, começou sua carreira aliado do herói. Agora é só esperar pela sequência para o grande embate entre Estranho e seu “Coringa” pessoal.

10. Hela (Cate Blanchett)

Hela, a Deusa da Morte, é uma das vilãs mais assustadoras das HQs… Nos cinemas, nem tanto.  Cate Blanchett dá o melhor de si mas está caricata como a vilã, parecendo uma cópia da Rita Repulsa. O grande problema talvez seja o roteiro de Thor: Ragnarok, que transforma um sério acontecimento em motivo de piada. Apesar da vilã não botar medo, é delicioso ver Blanchett se divertindo como a personagem….

9. Abutre (Michael Keaton)

Muitos reclamam da falta de qualidade dos vilões da Marvel no cinema, mas com o Abutre a coisa pode estar mudando. Um dos antagonistas mais carismáticos e, de certa forma, identificável, o Adrian Toomes do cinema é o oposto de sua contraparte dos quadrinhos. E acredite, melhor! Longe de ser um assaltante comum, seus atos são justificáveis, deixando-o numa tênue linha.

8. Nebulosa (Karen Gillan)

Uma das poucas mulheres da lista, Nebulosa é a filha preterida de Thanos, o que por si só rende um conflito digno de Shakespeare. Assim como nos mais renomados dramas clássicos, esta ciborgue azulada busca vingança, não apenas de seu progenitor negligente, como da preferida dele, a irmã Gamora. Seu arco, no entanto, começa a suavizá-la do primeiro Guardiões da Galáxia para o segundo.

7. Alexander Pierce (Robert Redford)

Nunca em um milhão de anos imaginaríamos que um ator do porte de Robert Redford embarcaria num filme do gênero. Com a contratação do ator, imaginamos que não exista ninguém que diga não para a Marvel. Quem falta, Al Pacino e Robert De Niro? Nos quadrinhos um dos melhores agentes da SHIELD, sua versão cinematográfica destaca-se não apenas por seu intérprete, e sim devido à reviravolta existente em seu arco dramático. Pierce revela-se um dos maiores e mais realísticos antagonistas em um filme do MCU.

6. Mystério (Jake Gyllenhaal)

Jake Gyllenhaal está sensacional como Quentin Beck/Mystério, um personagem cheio de camadas e motivações bastante interessantes, que tem uma ótima química com Homem-Aranha. É super interessante a ideia de trazer um herói, que na verdade é o grande vilão. A maneira como desenvolveram sua trama consegue surpreender até mesmo aqueles que o conhecem das HQs, e os roteiristas tiveram muito cuidado para amarrar sua história de maneira realista e convincente.

A sequência criada pelo Mystério para assustar o Homem-Aranha em Longe de Casa, mostrando até o Homem de Ferro morto e sendo comido por bichos, é uma das coisas mais assustadoras de todo o MCU. Brilhante e genial, o personagem é trazido dos quadrinhos para uma releitura ainda melhor que a original.

5. Soldado Invernal (Sebastian Stan)

O Soldado Invernal poderia dividir a colocação com Alexander Pierce, já que se trata de criador e criatura. Bucky Barnes, melhor amigo de Steve Rogers (o Capitão América), serviu com ele na Segunda Guerra Mundial, mas terminou perdendo sua vida. Bem, isso era o que todos pensavam. Os marqueteiros da Marvel decidiram trazer o personagem de volta, com lavagem cerebral e tudo, na pele do ameaçador Soldado Invernal, um vilão tão silencioso e letal quanto o Jason de Sexta-Feira 13. E com esse nome adivinha qual foi o filme que marcou sua estreia.

4. Ego (Kurt Russell)

O Planeta Vivo como é conhecido nos quadrinhos, ganhou a melhor das sacadas no cinema, para driblar a dificuldade que seria ter o herói contracenando com um planeta (risos). Assim, Peter Quill não apenas descobriu quem era seu pai, e que ele na verdade era um planeta, mas pode interagir com ele (ou uma versão criada dele e dentro dele). Nem os quadrinhos foram tão originais.

3. Erik Killmonger (Michael B. Jordan)

Michael B. Jordan é um dos grandes expoentes de sua geração. Pantera Negra, apesar de não ser seu primeiro filme da Marvel (ele foi o Tocha Humana no Quarteto Flopástico de 2015), é sua estreia no Universo Cinematográfico Marvel. E que estreia… Ele é o maior destaque do filme.

Erik recebeu o apelido de “Killmonger” no exército. Após sumir em batalha, o soldado de elite ressurge como grande opositor ao governo de T’Challa. Aliado a Ulysses Klaue, ele quer derrubar a monarquia de seu rival e tomar o país para si. Não sabemos se há alguma motivação além da divergência de ideologias, mas nos quadrinhos, Erik costuma atribuir a morte de seus familiares ao Rei T’Chaka.

2. Loki (Tom Hiddleston)

Loki é puro carisma na pele de Tom Hiddleston e consegue inclusive roubar os holofotes de seu protagonista, Thor. O fato só prova que a performance de um bom ator pode mudar completamente o foco de um personagem (Robert Downey Jr., alguém?). Ninguém esperaria que o Deus da Trapaça fosse se tornar um superstar em sua versão cinematográfica. Respeitando as origens do personagem, Loki foi nos quadrinhos o primeiro antagonista dos Vingadores, e no cinema repetiu a dobradinha. Antes havia aparecido em Thor (2011), Thor: O Mundo Sombrio (2013) e Thor: Ragnarok (2017).

1. Thanos (Josh Brolin)

Thanos (Josh Brolin) é um vilão (ou seria anti-herói) trágico, sofrido, que realiza seus atos com pesar e em sua loucura (que muitos aqui na Terra compartilhariam) assume a conclusão de um bem maior. Protagonista de ‘Vingadores: Guerra Infinita, o vilão foi o primeiro a conseguir derrotar TODOS os Vingadores e trouxe consequências que deixaram os fãs pirando por um ano até descobrirem a conclusão do arco em Ultimato. De longe, o vilão mais humano e interessante do MCU. Essa talvez seja a melhor surpresa da construção do Thanos, a humanização de seu antagonista. A motivação, suas atitudes, seu sofrimento (sim, este é um malvadão melancólico) são mesclados a um desempenho certeiro do intérprete – é possível enxergar o Josh Brolin o tempo todo no personagem – e efeitos de cair o queixo de tão reais.

Thanos é o grande vilão da Marvel, sem qualquer dúvida.

 

‘Brinquedo Assassino’: Série do Chucky será lançada pelo canal SyFy

A série de TV baseada em ‘Brinquedo Assassino‘ ganhou canal nos EUA.

O SyFy anunciou que ficará responsável pela exibição e produção da série, que será desenvolvida por Don Mancini – o criador da franquia original – e o produtor David Kirschner.

Em comunicado oficial, o presidente do SyFy, Chris McCumber, revelou:

Chucky, o vilão criado por Don Mancini, assusta o público há 30 anos. A longevidade e o legado do Brinquedo Assassino são frutos de uma narrativa criativa, além de fãs fieis que acompanharam a franquia ao longo dos anos. Estamos animados e orgulhosos por trazer Chucky para a televisão pela primeira vez com seus criadores originais”, afirmou.

Em entrevista ao Bleeding CoolBrad Dourif confirmou sua participação na série baseada na franquia ‘Brinquedo Assassino‘, provisoriamente intitulada ‘Chucky‘, e deu novos detalhes da produção.

“A série do Don Mancini está acontecendo. Vai acontecer. Com certeza. Nós falamos sobre isso mais de uma vez, e eu definitivamente estou envolvido. Ele conseguiu, mais de uma vez, mudar o gênero da franquia e inová-la, e isso sempre funcionou muito bem. Eu acho que é ótimo, e não costumo me sentir assim com a maioria das coisas.”

Ele completa, “Sobre o Chucky, não estamos falando sobre o nível mais profundo da natureza humana ou algo do tipo, é apenas divertido. E Don sempre sabe o tom certo.”

Recentemente, Nick Antosca revelou que a série terá o mesmo tom que os dois primeiros filmes e voltará a investir em um clima de terror.

“O título provisório é ‘Chucky’. Isso pode mudar, mas por enquanto estamos usando esse. A série vai voltar a ter um tom próximo aos dois primeiros filmes. Voltará a ser um clássico assustador.

Ele completa, “[A série] será consistente com a mitologia da franquia, mas será uma nova história. Então, se você chegar sem saber nada sobre os filmes, você ainda entenderá o que está acontecendo. Mas será consistente com toda a mitologia que vimos anteriormente, então a série será canon.”

Antosca também declarou que as portas estão abertas para Jennifer Tilly e Fiona Dourif aparecerem na série, apesar do foco principal do projeto girar em torno de novos personagens.

A série será exibida pelo canal SyFy e estreará em 2020.

Brad Dourif voltará novamente a voz de Chucky!

A franquia original rendeu seis filmes e, em breve, terá um remake sendo lançado nas telonas – apesar da saga original continuar ativa.

Os Filmes de Tim Burton | Do Pior ao Melhor

Conhecido por seu estilo visual único, o diretor Tim Burton tem uma carreira que já dura 47 anos e 33 como diretor de longas para o cinema. Burton é alvo de adoração de diferentes gerações. Seja quem cresceu com seus filmes do final da década de 1980 e início de 1990 – seus primórdios – ou os que o conheceram na década passada, o cineasta segue escrevendo seu nome na história da sétima arte, encantando pessoas de todas as idades.

O cinema de Burton sempre teve grande apelo visual, e o uso de efeitos sempre se mostrou presente – ele somente foi atualizado em seus últimos trabalhos. O visual sombrio e gótico de tempos em tempos também volta a marcar presença. Fora isso, a carreira do diretor completa um ciclo, já que começou na Disney como animador e depois de anos, já estabelecido e cultuado, marcou presença no comando de Alice no País das Maravilhas (2010) – um dos maiores sucessos financeiros de sua carreira.

Como forma de homenagem para este grande nome do cinema de Hollywood, o CinePOP criou uma lista com todos os 18 filmes em longa-metragem para o cinema assinados por Tim Burton na direção, ranqueados do pior ao melhor. Esta lista tem como base o grande público votante do maior banco de dados de cinema na internet, o IMDB. Ou seja, esta não é uma lista que reflete nossa opinião ou a opinião dos críticos, mas sim a do público, ou seja, vocês. Vem conhecer.

18 | Planeta dos Macacos (2001)

Em 2001, o diretor Tim Burton já era um grande nome quando decidiu arriscar em um de seus projetos mais ambiciosos: a reimaginação do clássico absoluto da ficção científica O Planeta dos Macacos (1968). O longa de Burton gerou grande hype na época, ao ponto de se tornar o filme mais esperado de seu respectivo ano no cinema, dentro todos os lançamentos de blockbusters. E não era para menos.

Foi aqui também que o diretor viria a conhecer a atriz Helena Bonham Carter, que se tornou sua companheira por 13 anos, mãe de seus dois filhos. Planeta dos Macacos, de certa forma, é uma das obras mais diferentes na filmografia do diretor, não sendo facilmente reconhecível como um trabalho seu. Parte disso se deve pela escolha do maquiador Rick Baker em bater o pé e não transformar as criaturas humanoides em parte do acervo das criaturas caricaturais de Burton, como confessa em entrevistas.

17 | Sombras da Noite (2012)

Projeto de estimação do ator Johnny Depp, esta adaptação de um seriado novelesco da década de 1960 ficou em desenvolvimento por anos. Depp, um fã declarado do programa na infância, foi contatado pela Warner quando o estúdio adquiriu os direitos para uma produção cinematográfica. O ator então levou o projeto para seu amigo de longa data, o diretor Tim Burton, não imaginando outra pessoa para dar forma a seu sonho nas telonas.

Respeitoso com o material original, Sombras da Noite pode ser considerado uma versão moderna de A Família Addams (1991) e conta uma história sobre uma disfuncional família vivendo na década de 1970, da qual um dos membros é um vampiro. Parte do  elenco renomado da obra, Michelle Pfeiffer desejava trabalhar novamente com o cineasta desde 1992, e quando soube que a Warner estava planejando um longa baseado na série, da qual igualmente era fã, entrou em contato para um possível papel. E assim nasceu a segunda parceria entre a atris e o diretor.

16 | Marte Ataca! (1996)

Um dos filmes mais incompreendidos do diretor, Marte Ataca! foi muito confundido com a versão cômica de Independence Day, que havia explodido nos cinemas no mesmo ano, meses antes. De certa forma, é até compreensível, já que o filme de Burton era o segundo sobre uma invasão alienígena em larga escala em pouco tempo naquela época. As propostas, no entanto, não poderiam ser mais distintas.

Embora muitos não saibam até hoje, Marte Ataca! é baseado numa série de cards e figurinhas antigas, da década de 1950, das quais Burton era fã e colecionava. As criaturas retratadas são iguaizinhas, e a ideia do diretor foi transformar aquelas imagens em um longa-metragem. Para isso, recrutou o que é provavelmente o maior elenco renomado de um filme seu. O monstro sagrado Jack Nicholson, por exemplo, não hesitou sobre a possibilidade de trabalhar novamente com o cineasta e pegou logo dois papeis no filme. Infelizmente, o resultado passou longe do almejado, embora atualmente a obra tenha atingido o status de cult. O consagrado crítico Roger Ebert talvez tenha pego pesado demais em sua definição, ao afirmar que: “Burton havia feito a biografia de Ed Wood em seu filme anterior e agora, no seguinte, estava encarnando o próprio Wood”. Maldade.

15 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Certas coisas nem sempre caminham juntas. Alice é a maior bilheteria da carreira de Tim Burton. Junto ao grande público e críticos, no entanto, se mostra um de seus filmes menos satisfatórios. Esta pode ser considerada uma das primeiras investidas da Disney em uma adaptação em live action (e muito CGI) de suas animações clássicas. Muitos anos depois e Burton voltaria à proposta, com a versão de Dumbo a ser lançada ano que vem.

Ao contrário de obras recentes no estilo, vide Cinderela (2015), Mogli (2016) e A Bela e a Fera (2017), Alice no País das Maravilhas não é uma reedição quase frame a frame da obra de 1951. O filme de Burton funciona como uma espécie de sequência para a animação, mostrando a protagonista Alice (Mia Wasikowska) já mais velha, com casamento arranjado, fugindo desta realidade indesejada e retornando para o País das Maravilhas para novas aventuras. Este molde de subversão foi repetido em Malévola (2014), reimaginação de A Bela Adormecida, contada através da vilã da trama, a bruxa que dá título ao longa.

14 | O Lar das Crianças Peculiares (2016)

Raramente os filmes de Tim Burton são ideias originais. Em sua maioria, se tratam de adaptações, reimaginações, biografias ou desenvolvimento de obras prévias. Aqui, o diretor resolve levar para as telonas o livro de Ramson Riggs, que funciona quase como a premissa dos X-Men para um público ainda mais infantil. A ideia aqui é uma escola para crianças “diferentes”, com dons sobrenaturais. No lugar do Professor X, entra a personagem de Eva Green, se reunindo com o diretor após Sombras da Noite (2012).

Por sua vez, o livro de Riggs usou como base não o universo mutante da Marvel, apesar das coincidências, mas sim uma série de fotografias antigas, vendidas em feiras, que exibiam figuras consideradas “aberrações”. O tema, recorrente nos filmes de Burton, é a aceitação do diferente e dos marginalizados. E que o mais importante é o que não podemos ver, o interior.

13 | A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)

Depois de ter reimaginado o clássico Planeta dos Macacos – utilizando um estilo que não casava tanto com o tipo de filme que estava acostumado a dirigir – Burton era a escolha perfeita para dar nova roupagem a outro clássico imortal, este do cinema infantil. A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971) é um musical icônico do cinema, recomendado para toda a família, que conta com o desempenho de Gene Wilder, eterno no papel do titereiro de crianças Willy Wonka.

Baseado no livro de Roald Dahl, a versão de Burton não é sombria como muitos imaginavam, inclusive se mostrando mais voltada para as crianças do que o filme original. Johnny Depp, parceiro recorrente do diretor, foi a aposta para o novo chocolateiro Willy Wonka. O ator, que adora se transformar nos filmes do amigo, escolhe uma estranha (mas não no bom sentido) abordagem para o papel, se tornando mais creepy do que o personagem pedia. Na época, muitos o compararam com o ícone Michael Jackson, inclusive em sua androgenia.

12 | As Grandes Aventuras de Pee-wee (1985)

Primeiro longa-metragem dirigido por Tim Burton, que havia feito carreira como animador da Disney e comandado inúmeros curtas, alguns dos quais inclusive transformou em longas anos depois. Era uma transição natural para a especialidade do cineasta que seu primeiro filme fosse uma obra repleta de fantasia e surrealismo. Pee-wee Herman, personagem imortalizado por Paul Reubens, saído de especiais de comédia e que depois ganharia um programa infantil, caiu como uma luva para o tipo de cinema que Burton viria a ficar conhecido.

O filme serviu como primeiro passo para todos os elementos com os quais o diretor viria a construir sua carreira e podemos inclusive notar o estilo de certas cenas neste primeiro trabalho, as quais Burton viria a desenvolver melhor em seus próximos projetos.

11 | Grandes Olhos (2014)

Na lista até o momento já tivemos refilmagens, reimaginações, adaptações de livros e seriados antigos, e até mesmo de figurinhas. Agora, chega a primeira biografia. Aqui, o foco é a pintora Margaret Keane e seus quadros retratando figuras femininas de grandes olhos. Suas imagens se tornaram um sucesso fenomenal na década de 1950, quando todos ainda acreditavam que o autor era seu marido, que se autopromovia de tal forma.

Um dos temas do longa é a independência feminina. A mulher calada que finalmente encontra sua voz e tem a liberdade para gritar contra o abuso do homem. Na história, acreditando que quadros criados por mulheres não venderiam, Walter Keane constrói um império baseado em fraude artística, assumindo a autoria das pinturas de sua mulher. Este é um dos filmes mais sérios e adultos de Burton, os quais ele entrega de tempos em tempos. Aqui, os renomados Amy Adams e Christoph Waltz dão credibilidade a este material, que foi mirado à época de prêmios e indicado ao Globo de Ouro.

10 | Frankenweenie (2012)

Tim Burton também dirige animações, já que tal gênero de cinema tem tudo a ver com ele e foi onde iniciou sua carreira. Antes de assumir o comando completo de tais produções, ele produziu obras como O Estranho Mundo de Jack (1993), por exemplo. Frankeweenie é um dos filmes que mais representam o resumo do universo Burton raiz que aprendemos a amar, e que se encontra meio escondido em seus últimos trabalhos.

Frankenweenie é também a adaptação de um curta do próprio diretor, de 1984, com atores reais. Burton resolve levar a história para as telonas, utilizando o tipo de animação que mais defende e que infelizmente se encontra quase extinta: o stop-motion. A ideia aqui é parodiar o clássico do horror Frankenstein (1931), usando um cachorro como o morto-vivo trazido de volta por seu dono. A animação dá o passo além e brinca muito referenciando o cinema do gênero.

09 | Batman – O Retorno (1992)

Tim Burton foi o responsável pela consolidação dos filmes de super-heróis. Seu Batman (1989) foi um fenômeno, como nenhum outro filme do gênero havia sido. Podemos dizer que Superman – O Filme (1978) foi um enorme sucesso para o gênero, trazendo renome e respeito. Mas Batman deu um passo além, mostrando que este tipo de filme poderia atingir bilheterias astronômicas e gerar intermináveis mercadorias, fazendo o capital fluir como um rio.

Em time que está ganhando não se mexe, ou quase. Este foi o pensamento da Warner ao trazer o diretor de volta para comandar a continuação do sucesso monstruoso. O lance de Batman – O Retorno foi que Burton queria mais liberdade criativa, e como o primeiro filme havia se mostrava extremamente rentável, a Warner resolveu conceder o desejo do diretor, o deixando livre, leve e solto para fazer o filme do personagem que havia imaginado. Particularmente, Batman – O Retorno é um dos melhores filmes do cineasta e consegue elevar o que havia sido construído anteriormente. O problema é que nem todos pensaram assim. E com mais violência, esquisitices, e um teor pesado para crianças, o estúdio precisou arcar com a dificuldade de produzir mercadorias voltadas aos pequeninos com uma obra tão sombria. Resultado: mesmo imaginando uma terceira parte para as aventuras do Homem-Morcego, Burton foi afastado da direção. Hoje, Batman – O Retorno é um filme cult, dono de uma verdadeira legião de fãs.

08 | A Noiva Cadáver (2005)

Embora tivesse produzido animações no passado, este foi o primeiro filme do gênero dirigido por Tim Burton, se tornando também uma das obras mais queridas e elogiadas de sua filmografia. Tudo a ver com Burton, o filme utiliza elementos clássicos do cinema do diretor e muito bem poderia ter sido criado em live action. A Noiva Cadáver marca também uma das três ideias originais transformadas em filme da carreira de Burton – ao lado de Os Fantasmas se Divertem (1988) e Edward Mãos de Tesoura (1990).

A animação marca o reencontro do diretor com um texto da roteirista Caroline Thompson, escritora de Edward Mãos de Tesoura (1990). Uma história gótica e tipicamente “Burtoniana”, o filme apresenta um sujeito nervoso tentando fugir de um casamento arranjado na era vitoriana, que inadvertidamente se torna noivo de uma mulher morta, enterrada na floresta. Burton brinca com o conceito do mundo dos mortos e dos vivos, o primeiro dono de cores berrantes e muita energia, e o segundo, monocromático e enfadonho.

07 | A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999)

Outro filme que representa bem a estética do cinema Tim Burton raiz: pálido, gótico e dono de laços com o terror. Nesta reimaginação do clássico conto ‘The Legend of Sleepy Hollow’, de Washington Irving, inúmeras vezes adaptado, inclusive na forma de animação, Burton se sente em casa em uma história que parece ter sido criada para ele dirigir.

Em uma cidadezinha do interior, chamada Sleepy Hollow, uma maldição parece em andamento. Diversos moradores são encontrados mortos, com a cabeça decapitada. Os crimes são creditados a uma folclórica figura, o cavaleiro sem cabeça, que segundo diz a lenda se trata de um guerreiro amaldiçoado retornando do inferno. Um detetive cético, guiado meramente pela ciência e sem qualquer crendice no fantástico, é enviado de Nova York para investigar as ocorrências. Johnny Depp realiza aqui sua terceira parceria com o diretor, até então, e vive o protagonista. É dito que Depp queria fazer uso de uma maquiagem mais extensa para se esconder na pele do personagem, vontade esta negada por Burton. Percebemos também que a personagem de Christina Ricci deveria ser vivida por Winona Ryder, caso o relacionamento dela com Depp não tivesse acabado em uma nota negativa.

06 | Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007)

Um dos longas mais prestigiados da carreira do diretor, Sweeney Todd foi indicado para três Oscar e levou o de direção de arte. Primeiro e único musical na filmografia de Burton, o filme conta com seus colaboradores recorrentes Johnny Depp e a então esposa Helena Bonham Carter, além de se encaixar perfeitamente no tipo de obra na qual o cineasta fez carreira em cima. Podemos dizer inclusive que Sweeney Todd foi o último full on hard no estilo Burton raiz (Sombras da Noite trouxe elementos sem conseguir êxito completo).

Sweeney Todd é baseado no musical dos palcos, com elementos de terror e canibalismo, criado por Hugh Wheeler. Na trama, um homem injustiçado pela corrupção de uma cidade inglesa, retorna muitos anos depois com a nova identidade de um barbeiro e forja uma aliança macabra com a dona de uma loja de tortas.

05 | Os Fantasmas se Divertem (1988)

O primeiro sucesso da carreira de Tim Burton, este filme marcou a infância de toda uma geração. Muitos, inclusive, consideram este o primeiro filme de Burton, já que aqui o diretor deixou sua imaginação correr solta, utilizando todos os elementos que viriam fazer de seu cinema tão único. Foi devido a este filme que Burton conseguiu o trabalho no comando da ambiciosa superprodução Batman. Os executivos da Warner teriam ficado tão satisfeitos com o resultado de Beetlejuice, que escolheram o diretor para o comando do grande filme de super-herói.

Uma das únicas ideias originais para um filme de Burton, Os Fantasmas se Divertem brinca bem com os gêneros da comédia e terror, se tornando a marca registrada do cineasta. Na história, um casal morre e volta como fantasmas para sua grande casa. Quando uma família inconveniente vai morar no local, eles precisam da ajuda de outros fantasmas para expulsá-los de lá. O filme fez tanto sucesso que gerou uma série animada. Uma continuação há muito tempo é planejada e agora se encontra muito perto de sair do papel.

04 | Batman (1989)

Como dito, para este que vos fala, assim como para muitos, a continuação Batman – O Retorno (1992) consegue transcender este filme em todos os quesitos. Mas esta é a opinião do grande público, que prefere o que foi confeccionado aqui. Indiscutivelmente, não importando sua opinião sobre qual dos dois filmes do personagem dirigidos por Burton é o melhor, o primeiro Batman foi extremamente influente e até mesmo revolucionário. Primeiro, por mostrar que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser não apenas um grande sucesso, mas um fenômeno mundial no quesito marketing e merchandising, modificando para sempre o conceito de cinema entretenimento e o blockbuster.

Segundo, por trazer o herói de forma nunca anteriormente apresentada, mostrando que histórias em quadrinhos poderiam ser coisa de adulto. Batman é sombrio e, como disse o crítico Roger Ebert, “repleto de sentimentos ruins, não recomendado para crianças”. De fato, o filme se encaixa mais na categoria noir criminal, se distanciando ao máximo da imagem que todos tinham anteriormente do personagem no audiovisual, a série colorida e galhofa dos anos 1960. Até o visual do personagem era remodelado para os novos tempos, com uma armadura preta e utensílios altamente tecnológicos ao invés de cômicos. Aqui, tínhamos mortes, violência e sangue.

03 | Ed Wood (1994)

Se dependesse unicamente de mim, este filme ocuparia a primeira posição dentre os melhores da carreira de Burton. Já tivemos a biografia de Grandes Olhos (2014) na lista, mas a primeira na filmografia do diretor foi esta, que inclusive tem muito mais a ver com seus gostos pessoais. Ed Wood, o filme, não foi apenas isso, mas também o primeiro trabalho considerado “sério” do cineasta, antes associado ao cinema de fantasia e entretenimento.

Com Ed Wood, o cinema de Tim Burton dava o passo além, inegavelmente amadurecendo artisticamente, porém, sem fugir por completo do tipo de filme que ama e representa. Considerado até hoje um dos piores (ou quem sabe o pior) diretor de cinema que a sétima arte já viu, Edward D. Wood Jr. virou sinônimo de cineasta cult após sua morte. Seus filmes eram de baixíssimo orçamento e sua paixão era as obras de terror e ficção científica. Em seus trabalhos contava muito mais a vontade do que a qualidade. Plano 9 do Espaço Sideral (1959) é o ápice de sua carreira. Em Ed Wood, o filme, Tim Burton cria uma grande homenagem ao marginalizado diretor. O filme foi indicado e levou dois prêmios no Oscar – de maquiagem e ator coadjuvante para Martin Landau, que interpreta o lendário Bela Lugosi, o eterno Drácula.

02 | Edward Mão de Tesoura (1990)

Não é grande surpresa que este filme esteja no pódio, ocupando o segundo lugar da lista. A obra encantou crianças da minha geração em seu lançamento e continua a fazer o mesmo pelas novas gerações. Edward resume muito do que é o cinema de Burton também, se mostrando na época o filme com mais alma e coração de sua jovem carreira – até hoje se mantendo no topo da lista nesta categoria.

A ideia para o filme, que se mostrou recorrente em outros trabalhos do diretor, é uma reimaginação do clássico Frankenstein (1931), desta vez, um jovem criado por um inventor, que termina morrendo antes de concluir sua obra. Assim, inconcluído e esquecido, Edward é encontrado e levado para a cidade, onde precisa aprender a lidar com o maior dos monstros, o ser humano. Um festival de desencontros faz com que o protagonista constantemente seja incompreendido. Mesmo assim, ele se torna parte de uma grande história de amor – que se estenderia para fora das telas entre Johnny Depp e Winona Ryder. Mas esta é uma história de amor de doer o coração, como Tim Burton gosta e sabe fazer bem.

01 | Peixe Grande (2003)

Por mais que não seja surpresa ver Edward Mãos de Tesoura em segunda posição, ver Peixe Grande na primeira é. Este é o filme do diretor mais adorado pelo grande público. É também um dos filmes menos conhecidos de Tim Burton e um dos que mais foge de seu estilo raiz. Obviamente, não é um disparate vê-lo em primeira posição, já que definitivamente se trata de um dos melhores trabalhos do diretor. Voltando para o tópico acima, este é igualmente um dos filmes sérios do cineasta, que foge, mesmo que levemente, do padrão de seus filmes mais conhecidos e mais associados a sua figura.

Um ótimo exemplar para o dia dos pais, um dos temas levantados por esta obra baseada no livro de Daniel Wallace é o relacionamento entre pai e filho. Como dito, embora seja um longa com questões mais sérias, Burton não esquece o lado fantasia, trazido na trama pelas histórias inacreditáveis do personagem principal, as famosas “histórias de pescador”. São em tais trechos que Burton pode deixar sua imaginação fértil correr solta, quando elementos como Gigantes, bruxas e lobisomens adentram a narrativa, mesmo que de mentirinha.

‘A Bruxa de Blair’: Cocriador tem uma ideia para nova sequência

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Daniel Myrick, cocriador do clássico ‘A Bruxa de Blair‘, falou sobre suas ideias para possíveis sequências da franquia.

“A Lionsgate não se interessou em nossa opinião [sobre as sequências], o que é irônico. Mas quando eles estiverem prontos, nós estaremos esperando – se eles quiserem retomar a franquia e se arriscar. Eu e Eduardo [Sanchez] escrevemos o roteiro de uma sequência. Ainda está em uma pratilheira na Lionsgate. Nós indicamos que a mitologia da franquia antecede a história da Elly Kedward.”

Ele continua, “Eu tenho falado sobre isso há bastante tempo. Nós criamos um universo da Bruxa de Blair que merece ser explorado. Eu amo a ideia de um filme independente sobre o Rustin Parr, ou um filme de época no mesmo estilo de ‘A Bruxa’.

Recentemente, a Lionsgate lançou um jogo baseado na franquia:

O jogo foi desenvolvido pela Bloober Team, que também é responsável por ‘Layers of Fear‘.

É 1996. Um jovem desaparece na floresta de Black Hills, perto de Burkittsville, Maryland. Assim como Ellis, um ex-policial com um passado complicado, você se junta à busca. O que começa como uma investigação comum, logo se transforma em um pesadelo sem fim enquanto você confronta seus medos e a Bruxa de Blair, uma misteriosa força da assombra a floresta.

Will Smith admite que ele finge gostar de seus próprios filmes

O astro Will Smith teve uma crise de sinceridade durante uma entrevista com Jimmy Fallon, e revelou que não ficou satisfeito com a sequência de ‘MIB – Homens de Preto‘.

Will tem refletido muito ao pensar sobre seu passado, e admitiu que fez filmes que não gostou e teve que mentir para divulgá-los.

O intérprete do agente J admitiu que se sentiu forçado a elogiar ‘MIB 2‘ durante o período de divulgação, mas ficou decepcionado com o resultado do filme:

“Sinceramente, quando estamos divulgando uma produção, sempre vamos dizer: ‘Está incrível, vocês vão adorar o que fizemos nesse filme’. Mas não é verdade, nem sempre o público vai gostar. Quando eu assisto uma versão teste de um filme, eu tenho noção se vai ser bom ou ruim. Com ‘MIB 2‘, eu sabia que os fãs não iriam gostar.”

E ele não está errado… Ao contrário do primeiro filme, a sequência foi considerada uma péssima produção por grande parte dos fãs, apesar de ter se saído bem nas bilheterias mundiais com US$ 441 milhões.

A última vez que Smith atuou na franquia foi em 2012, em ‘MIB – Homens de Preto 3‘, que recuperou um pouco do sucesso e encerrou a trilogia original de forma positiva.

Orçado em US$ 215 milhões, o longa dirigido por Barry Sonnenfeld, arrecadou US$ 624 milhões pelo mundo.

Roteiro vazado de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ revela morte alternativa de [SPOILER!]

O roteiro escrito por Colin Trevorrow para ‘Star Wars IX‘ acabou vazando online, revelando inúmeras diferenças entre a versão da sequência dirigida por J.J. Abrams.

De acordo com o Making Star Wars, um dos momentos mais marcantes do roteiro de Trevorrow é a morte da General Leia Organa (Carrie Fisher), que morreria nos braços de Rey (Daisy Ridley).

Foi dito que a personagem iria participar de uma das batalhas da Resistência contra a Primeira Ordem e seria ferida mortalmente, sendo socorrida por Rey.

Percebendo a morte chegando, Leia conta um segredo chocante a ela antes de desaparecer como Luke (Mark Hamill) e Yoda.

A morte de Leia também teria um forte impacto em Kylo Ren (Adam Driver), que iria culpar Rey e se entregar ainda mais ao Lado Sombrio.

Na versão de Abrams, Leia percebe o conflito de Kylo Ren enquanto ele duela com Rey… E quando Kylo é ferido, Leia sente sua dor e morre, entregando-se à Força.

E aí, o que você achou da versão alternativa?

Lembrando queStar Wars: A Ascensão Skywalker’ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Artes conceituais mostram versões alternativas da Dark Rey

Através do SlashFilm, o artista conceitual Phil Szostak divulgou novas imagens de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ que trazem versões alternativas da Dark Rey.

Confira:

Lançado em 2019, ‘A Ascensão Skywalker‘ teve o pior percentual de aprovação entre toda a saga, registrando apenas 52% no Rotten Tomatores. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).

Mesmo assim, o desfecho da saga arrecadou US$ 1,058 bilhão pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 275 milhões.

Confira nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparece como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘A Órfã’: Pré-sequência do terror sobre Esther contrata diretor

Segundo o The Hollywood Reporter, o clássico thriller ‘A Órfã’ vai ganhar uma prequela. William Brent Bell (Boneco do Mal) irá dirigir o projeto, que é intitulado Esther.

Ainda sem muitos detalhes revelados, sabe-se que o longa vai explorar a história de origem da psicótica “criança”.

O filme original foi lançado em 2009 e foi comandado por Jaume Collet-Serra. Apesar de ter feito um barulho considerável nas bilheterias (arrecadando quase US$80 milhões), a produção teve recepção mista por parte da crítica especializada, alcançando 56% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer:

Vera FarmigaIsabella FuhrmannPeter SarsgaardAryana EngineerJimmy Bennett e outros estrelaram.

Ainda não se sabe se algum membro do elenco original voltará para a prequela.