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‘Snowpiercer’: Série baseada no filme ‘Expresso do Amanhã’ ganha seu MELHOR e mais forte trailer

Snowpiercer‘, série baseada no filme ‘Expresso do Amanhã’, ganhou seu trailer final – e o vídeo é o melhor divulgado até agora.

Assista:

Inicialmente previsto para estrear no dia final de maio, a TNT antecipou o lançamento da série ‘Snowpiercer‘ em duas semanas. Agora, a produção irá estrear oficialmente no dia 17 de maio.

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Um grupo de pesquisadores cria um experimento capaz de pôr fim à ameça do aquecimento global, mas seus planos não saem como o planejado e eles acabam eliminando quase toda a vida da Terra, que, por sua vez, transforma-se em um deserto de gelo. Os únicos sobreviventes vagam pelo planeta a bordo de um trem chamado Snowpiercer, mas nem todos estão conformados com a situação. Com isso, uma revolução está prestes a eclodir.

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

No Brasil, a série será lançada pela Netflix, que assumirá a distribuição internacional da produção.

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Crítica | Adam Lambert explora todo seu glamour musical em ‘Velvet’

“Me sinto nostálgico e sei que não sou o único” é a frase que abre a música homônima de Velvet, quarto álbum de estúdio do popstar Adam Lambert. E, levando em consideração o efervescente cenário que 2020 vem nos apresentando desde os primeiros dias de janeiro, ele não está errado: a indústria musical está retornando às clássicas décadas entre 1970 e 1990 para recuperar um pouco do glamour trazido por nomes como Madonna, Michael Jackson, Dixie Chicks, Prince e Queen ao escopo fonográfico. É claro que, conhecendo as gritantes influências de sua identidade artística, Lambert não deixaria de seguir o fluxo e explorar novamente sua inebriante veia musical, entregando uma produção divertido e que nos convida para um baile glam-rock que não tem hora para acabar.

O performer ganhou proeminência ainda em 2009 quando participou da 8ª temporada de American Idol, estonteando o público com seu visual andrógino e seus vocais irretocáveis – além de representar um saudosista regresso ao disco e ao rock que colocaram nomes como Diana Ross e Freddie Mercury no centro dos holofotes. E é interessante observar a jornada que ele percorreu até os dias de hoje, saindo das formulaicas “Whataya Want from Me” e “If I Had You” para chegar, por exemplo, na impecável rendição de track mencionada no parágrafo acima e em “Superpower”, as duas canções que abrem o CD. Mais do que isso, é inegável o amadurecimento estilístico que imprimiu em sua carreira, conseguindo arquitetar duas peças sonoras divergentes entre si (esta guiada pela guitarra e pela bateria, e aquela movida pelos sintetizadores e pelo baixo) e que, ao mesmo tempo, dialogam ao longo de treze iterações.

Lambert, na verdade, consegue fazer isso em vários momentos: “Stranger You Are” traz elementos do country-pop (incluindo um sotaque sulista e teatral muito bem-vindo) antes de optar pelas múltiplas camadas de voz acompanhadas das trompas e dos trompetes; “Overglow” é um regresso mais dark e sinestésico à época do discoball, que mostra um cantor em total controle de sua tecedura e seu alcance à medida que abre as portas para uma oitentista homenagem à banda Survivor; “Love Dont” já abandona o autotune e os moduladores para estender seus braços aos anos 2000 e nos envolver em uma espécie de balada desconstruída que traz uma de suas melhores atuações (e um liricismo familiar e minimalista na medida certa).

Se o álbum nos soa palpável o bastante para ouvirmos as músicas sem pular uma sequer, devemos esse crédito à competente produção de um time liderado por Tommy English, que prepara o terreno com alguns dos melhores momentos. Além de “Superpower”, English pega emprestado certas investidas de trabalhos anteriores (como ‘Dedicated’, de Carly Rae Jepsen) e as traz para uma amálgama interessante em “Loverboy”, mostrando sua preferência por instrumentos de corda e deixando que o artista explore um crescendo aplaudível. Logo depois, chega a vez do lendário Nile Rodgers (‘C’est Chic’) colaborar com a sensual “Roses” – recheada de referências a “I Want Your Love” e “Le Freak”.

Lambert não deixa de explorar outros lados que por vezes são ofuscados em meio a outras faixas, como a romântica downbeat “Closer to You” ou então sua incursão inesperada em “Comin In Hot”, uma mistura entre new wave e soul que acaba falando por conta própria – ainda que tire um pouco do protagonismo da letra e até mesmo das performance. E, enquanto poderíamos esperar um “apaziguamento” por parte do cantor, ele eleva nossas expectativas para um novo patamar com a calma e sensual “On the Moon”, cuja metafórica verborragia é pincelada com versos incríveis, levando o eu lírico em uma “queda livre” em busca do amor; pouco depois, nos surpreende com o soft-rock setentista de “Ready to Run”, que contém um dos melhores vocais de sua discografia.

Nos atos finais, a obra parece decidir por conta própria seguir em um caminho bastante diferente, dessa vez aproveitando o início de uma nova década para fazer um apanhado mimético do século XXI, escolhendo a dedo as características que o colocaram em voga há alguns anos e também pegando breves espectros que longinquamente nos recordam de nomes como Justin Timberlake e The Weeknd e o apreço de tais artistas por notas mais agudas e uma espécie de rouquidão cansada que auxilia na construção de seus alter-egos. Já “Feel Something”, por mais que suas intenções sejam das mais puras possíveis, parece um balde de água fria, vindo à tona como um dramático e fragmentado solilóquio que definitivamente não tem lugar aqui.

Com poucas exceções, Velvet é uma incrível adição às produções sempre enérgicas e repletas de vida de Adam Lambert – alguém que merecia mais reconhecimento do que tem no tocante ao que representa na indústria musical contemporânea e sua importância em sempre tentar se renovar. De fato, algumas iterações funcionam como poços de originalidade e inspiração para aqueles que, como ele, se recusam a ser enfiados em rótulos e caixas.

Nota por faixa:

  • Velvet – 4,5/5
  • Superpower – 4/5
  • Stranger You Are – 4/5
  • Loverboy – 4,5/5
  • Roses – 5/5
  • Closer to You – 3,5/5
  • Overglow – 4,5/5
  • Comin In Hot – 3,5/5
  • On the Moon – 5/5
  • Love Dont – 4/5
  • Ready to Run  – 5/5
  • New Eyes – 4/5
  • Feel Something – 2/5

‘Os Eternos’: “Angelina Jolie nasceu para ser uma super-heroína!”, diz Salma Hayek

A bela Salma Hayek cedeu uma entrevista à revista Total Film e falou sobre sua estreia no MCU e seu primeiro papel como uma super-heroína.

A atriz mexicana-americana passou três décadas abrindo caminho para outros atores latinos brilharem, e agora ela tem como objetivo se tornar uma super-heroína latina icônica.

“Aos 53 anos – finalmente! – Eu posso ser uma super-heroína. Eu interpreto Ajak, que é a líder dos super-heróis e todos eles são pessoas que você nunca imaginaria. Exceto por Angelina [Jolie]. Angelina – ela nasceu para ser uma super-heroína!”, brincou.

Jolie interpreta Thena, uma feroz guerreira Eterna, mas os outros heróis têm Ajak como sua líder. A raça superpoderosa existe há milhões de anos.

Veja imagens de Jolie como a personagem:

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A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

Vale lembrar que ‘Os Eternos‘, que seria lançado dia 6 de novembro, foi adiado para 12 de fevereiro de 2021. Na data deixada pelo filme, será lançado ‘Viúva Negra‘.

Os Eternos‘ é dirigido por Chloé Zhao.

Uma possível imagem vazada dos novos Funko Pops de Os Eternos pode ter revelado que o aguardado projeto da Marvel trará o temível Kro como o líder dos Deviantes, grupo que insurge como o principal inimigo dos protagonistas.

Confira:

O personagem foi criado em 1976 por Jack Kirby e fez sua estreia nos quadrinhos em Eternos #1. Diferente dos outros Deviantes, que tradicionalmente têm período de vida regular e não são imortais como os Eternos, Kro já existe há centenas de anos nos quadrinhos. Durante esse tempo, ele liderou o grupo e os escondeu no subterrâneo, arquitetando planos contra os humanos e os Eternos – e tendo um romance secreto com Thena.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

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‘Free Guy’: Ryan Reynolds assiste uma previsão do tempo sinistra em novo vídeo

Após ter sua estreia adiada para 11 de dezembro deste ano, a comédia ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘, teve uma de suas cenas divulgadas pelo ator Ryan Reynolds.

A fim de animar os fãs, Reynolds compartilhou um material ainda bruto, que ainda trazia a logo da Fox, além de marcas d’água na filmagem.

A cena em questão, considerada “estranhamente apropriada” não está totalmente finalizada e traz seu personagem sentado em casa, diante da TV, conferindo as notícias de como será o dia.

Assista:

Em ‘Free Guy‘, vindoura comédia dirigida por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’, ‘Stranger Things), Ryan Reynolds descobre que é um personagem dentro do perigoso universo dos video games e terá que se virar para tentar sobreviver.

Durante sua participação na CCXP, o astro falou um pouco sobre as influências usadas na criação do longa e disse que “a trama é como um ‘De Volta para o Futuro‘ para a nova geração.”

Shawn e eu queríamos trabalhar juntos há anos, e quando descobrimos esse roteiro, pensamos que estava na hora disso acontecer… Quando eu li a história, pensei em fazermos uma versão atualizada de ‘De Volta para o Futuro‘ para esta geração.”, disse ele ao Comic Book. “Pegamos certas influências desse filme e incorporamos na trama! Hoje em dia, não há muitos filmes que não sejam baseados em outros… Mesmo assim, ‘Free Guy‘ consegue ser tão original e atraente. Eu adorei participar nesse projeto.”

Escrito por escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal‘) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’, Jogador Nº 1‘), ‘Free Guy‘ tem estreia prevista para 09 de julho de 2020 nos cinemas nacionais.

O elenco de ‘Free Guy‘ também conta com Jodie Comer (‘Killing Eve‘), Joe Keery (‘Stranger Things‘) e Taika Waititi (‘Jojo Rabbit’).

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Os 35 Melhores Filmes LGBTQ+ de todos os tempos

O festival BFI Flare: O Festival de Cinema LGBT de Londres divulgou uma lista com os melhores filmes do gênero de todos os tempos.

Nós do CinePOP, aproveitando o gancho mais que propício, trazemos para você a lista do prestigiado instituto.

Para tal eleição foram ouvidos mais de 100 profissionais da área, entre críticos, escritores e programadores. A média foi tirada e os filmes foram colocados em ordem (o número quebrado da lista se deve justamente por isso, o empate de alguns filmes).

Veja abaixo e comente dizendo se concorda, e quais são os seus preferidos.

35 | Priscilla – A Rainha do Deserto (1994), de Stephan Elliott

CinePOP Priscilla

Dois artistas drag e uma mulher transgênero viajam através do deserto para apresentarem seu estilo único de cabaré.

País: Austrália.

34 | Blue (1993), de Derek Jarman

CinePOP Blue

Contra uma simples e imutável tela azul, uma trilha sonora densa de vozes, efeitos sonoros e música tentam pintar um retrato de Derek Jarman, e suas experiências com a AIDS, junto a uma exploração dos significados associados a cor azul.

País:Reino Unido / Japão.

33 | O Funeral das Rosas (1969), de Toshio Matsumoto

CinePOP Funeral das Rosas

As desventuras e tribulações de Eddie (Pîtâ) e outros travestis no Japão.

País: Japão.

32 | Tomboy (2011), de Céline Sciamma

CinePOP Tomboy

Uma família se muda para uma nova vizinhança, e a filha Laure (Zoé Héran), de 10 anos, propositalmente se apresenta como um menino, Mikhael, para as crianças do local.

País: França

31 | Domingo Maldito (1971), de John Schlesinger

CinePOP Domingo Maldito

Alex (Glenda Jackson), uma mulher divorciada que trabalha, e Daniel Hirsh (Peter Finch), médico judeu bem sucedido, dividem não apenas o serviço de acompanhantes, como também os favores do jovem Bob Elkin (Murray Head), que pula de cama entre eles e seus temperamentos.

País: Reino Unido.

30 | Pink Narcissus (1971), de James Bidgood

CinePOP Pink Narcisus

Um poema erótico passado nas fantasias de um jovem rapaz gigolô.

País: EUA.

29 | Morte em Veneza (1971), de Luchino Visconti

CinePOP Morte em Veneza

Adaptação do livro de Thomas Mann. O compositor Gustave Aschenbach (livremente baseado em Gustav Mahler) viaja para um resort em Veneza, e no local desenvolve uma atração problemática por um adolescente, de férias com a família. O rapaz personifica o ideal de beleza que o compositor há muito buscava.

País: Itália / França / EUA.

28 | Um Dia de Cão (1975), de Sidney Lumet

CinePOP Um dia de Cão

Um homem assalta um banco para pagar pela operação de mudança de sexo de seu amante. O crime se transforma numa situação com reféns, logo se tornando um circo midiático.

País: EUA.

27 | Portrait of Jason (1967), de Shirley Clarke

CinePOP Portrait of Jason

Os melhores momentos de uma entrevista de 12 horas com Aaron Payne, vulgo Jason Holliday, um ex-servente, que viria a se tornar artista de cabaré, e autoproclamado malandro da noite.

País: EUA.

26 | Cidade dos Sonhos (2001), de David Lynch

CinePOP Cidade dos Sonhos

Após um acidente na estrada Mulholand Drive, uma mulher fica com amnésia. Ela e uma aspirante a atriz em Hollywood procuram por pistas e respostas ao longo de Los Angeles, numa jornada repleta de reviravoltas além de sonhos e realidade.

País:França / EUA.

25 | Pariah (2011), de Dee Rees

CinePOP Pariah

Uma adolescente do Brooklyn transita entre conflitos de identidade, amizades, família e sofrimento, numa busca desesperada por sua expressão sexual.

País:EUA.

24 | The Watermelon Woman (1996), de Cheryl Dunye

CinePOP The Watermelon Woman

Cheryl é uma jovem negra e lésbica, trabalhando na Filadélfia com sua amiga Tamara, num projeto cinematográfico que a consome: um documentário sobre sua busca por uma atriz negra da Filadélfia, que participou de filmes na década de 1930, conhecida como Watermelon Woman.

País:EUA.

23 | Teorema (1968), de Pier Paolo Pasolini

CinePOP Teorema

A trama centra em um estranho visitante na casa de uma rica família. Ele seduz a empregada, o filho, a mãe, a filha e finalmente o pai, antes de ir embora alguns dias depois. Nenhum deles consegue viver do mesmo jeito de antes, após a saída do estranho. Quem era ele? Poderia ser Deus?

País: Itália.

22 | Um Estranho no Lago (2013), de Alain Guiraudie

CinePOP Um Estranho no Lago

Verão. O cenário: as margens de um lago se transformam em local de relações rápidas para homens gays. Franck se apaixona por Michel, um atraente, mas letalmente perigoso sujeito.

País: França.

21 | Delicada Atração (1996), de Hettie Macdonald

CinePOP Delicada Atração

Nos subúrbios de Londres, o jovem Jamie foge durante os jogos de esportes para não se tornar vítima de seus camaradas. O jovem Ste, seu vizinho, apanha de seu pai, pedindo abrigo para dormir na casa de Jamie. Ao dormirem na mesma cama, os dois descobrem um novo sentimento.

País: Reino Unido.

20 | Bom Trabalho (1999), de Claire Denis

CinePOP Bom Trabalho

O filme foca em um ex-oficial da Legião Estrangeira, enquanto ele se lembra de sua então gloriosa vida, liderando tropas na África.

País: França.

19 | Looking for Langston (1989), de Isaac Julien

CinePOP Looking for Langston

Uma recriação no estilo de fantasia, em preto e branco, de homens gays da alta sociedade durante a renascença do Harlem, na qual filmagens de arquivo e fotografias entrecortam a narrativa.

País: Reino Unido.

18 | Je, tu, il, elle (1974), de Chantal Akerman

CinePOP Je Tu il Elle

‘Je’ é uma menina voluntariamente trancada em um quarto. ‘Tu’ é o roteiro. ‘Il’ é um motorista de caminhão. ‘Elle’ é a namorada.

País: França / Bélgica.

17 | Meu Passado Me Condena (1961), de Basil Dearden

CinePOP Meu Passado Me Condena

Um advogado proeminente investiga um chantagista que ameaça expor homens gays (na época, atos homossexuais eram ilegais), sendo ele mesmo gay.

País: Reino Unido.

16 | Orlando – A Mulher Imortal (1992), de Sally Potter

CinePOP Orlando

O jovem nobre Orlando é ordenado pela Rainha Elizabeth I a permanecer para sempre jovem. Milagrosamente, ele faz justamente isso. O filme o segue por diversos séculos da história britânica, experimentando variadas vidas, relacionamentos e até mesmo mudança de sexo.

País: Reino Unido / Rússia / Itália / França / Holanda.

15 | Amigas de Colégio (1998), de Lukas Moodysson

CinePOP Amigas de Colégio

O filme fala sobre duas adolescentes de uma pequena cidade na Suécia. Elin é bonita, popular e entediada com sua vida. Agnes não possui amigos, é triste e secretamente apaixonada por Elin.

País: Suécia / Dinamarca.

14 | Senhoritas em Uniforme (1931), de Leontine Sagan

CinePOP Senhoritas de Uniforme

Em uma escola interna só para meninas, Manuela se apaixona por uma professora, o que irá gerar terríveis consequências.

País: Alemanha.

13 | Azul é a Cor Mais Quente (2013), de Abdellatif Kechiche

CinePOP Azul é a Cor Mais Quente

A vida de Adèle muda quando ela conhece Emma, uma jovem de cabelos azuis. Através de seu amor, ela descobrirá o desejo e se tornará mulher e adulta. Adèle se descobrirá através do amor e da perda.

País: França / Bélgica / Espanha.

12 | As Lágrimas Amargas de Petra von Kant (1972), de Rainer Werner Fassbinder

CinePOP As Lágrimas Amargas

Uma designer de moda arrogante se apaixona por uma mulher linda e fria que deseja se tornar modelo.

País: Alemanha.

11| Tangerine (2015), de Sean S. Baker

CinePOP Tangerine

Uma prostituta vasculha as ruas de Tinseltowen (Hollywood) atrás do cafetão que partiu seu coração. Inteiramente filmado com Smartphones.

País: EUA.

10 | Garotos de Programa (1991), de Gus Van Sant

CinePOP Garotos de Programa

Dois melhores amigos, vivendo das ruas em Portland como trapaceiros, embarcam numa jornada de autodescoberta e se deparam com os tropeços de sua relação ao longo do caminho.

País: EUA.

09 | Canção de Amor (1950), de Jean Genet

CinePOP Canção de Amor

Dois prisioneiros em completo isolamento, separados por paredes grossas de tijolos, e desesperadamente necessitados de contato humano, criam a mais inusitada forma de comunicação.

País: França.

08 | Tudo Sobre Minha Mãe (1999), de Pedro Almodóvar

CinePOP Tudo Sobre Minha Mãe

O jovem Esteban deseja se tornar um escritor, e também descobrir a identidade de seu pai, cuidadosamente escondida por sua mãe Manuela.

País: Espanha / França.

07 | Minha Adorável Lavanderia (1985), de Stephen Frears

CinePOP Minha Adorável Lavanderia

Um ambicioso paquistanês britânico e seu namorado caucasiano lutam pelo sucesso e esperança ao abrirem uma glamourosa lavanderia.

País: Reino Unido.

06 | Mal dos Trópicos (2004), de Apichapong Weerasethakul

CinePOP Mal dos Trópicos

Um romance entre um soldado e um rapaz do campo, envolto em um folclore tailandês sobre um xamã com habilidade sobrenatural de mudança de forma.

País: Tailândia / França / Alemanha / Itália.

05 | Paris is Burning (1990), de Jennie Livingston

CinePOP Paris is Burning

Uma crônica do cenário drag de Nova York, na década de 1980, focando em bailes, modelos, as ambições e sonhos daquelas que deram à época seu fervor e vitalidade.

País: EUA.

04 | O Segredo de Brokeback Mountain (2005), de Ang Lee

CinePOP O Segredo de Brokeback Mountain

A história de uma relação proibida e secreta entre dois caubóis, e suas vidas ao longo dos anos. Vencedor de 3 Oscar.

País: EUA / Canadá.

03 | Felizes Juntos (1997), de Wong Kar-Wai

CinePOP Felizes Juntos

Yiu-Fai e Po-Wing chegam de Hong Kong na Argentina, e pegam a estrada para o feriado. Algo termina por esfriar sua relação e os dois se afastam. Quando Po-Wing retorna, a vida de Yiu-Fai seguiu, e novos ares se apresentam com Chang, que veio e Taiwan. Enquanto a nova vida de Yiu-Fai brilha, a de Po-Wing se despedaça.

País: Hong Kong / Japão / Coreia do Sul

02 | Weekend (2011), de Andrew Haigh

CinePOP Weekend

Após uma festa regada a bebidas com seus amigos héteros, Russell (Tom Cullen) sai para uma boate gay. Antes do local fechar ele encontra Glen (), mas o que parecia ser apenas um caso de uma noite, mostra-se algo mais, algo especial.

País: Reino Unido.

01 | Carol (2015), de Todd Haynes

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Uma aspirante a fotógrafa (Rooney Mara) desenvolve uma relação íntima com uma mulher mais velha (Cate Blanchett), na década de 1950, em Nova York.

País: Reino Unido / EUA.

Menções Honrosas:

Ligadas pelo Desejo (1996), de Lana e Lilly Wachowski
Meninos Não Choram (1999), de Kimberly Peirce
Cabaret (1972), de Bob Fosse
Corações Desertos (1985), de Donna Deitch
Eduardo II (1991), de Derek Jarman
O Par Perfeito (1994), de Rose Troche

O Direito do Mais Forte à Liberdade (1975), de Rainer Werner Fassbinder
Hedwig – Rock, Amor e Traição (2001), de John Cameron Mitchell
Minhas Mães e Meu Pai (2010), de Lisa Cholodenko
A Lei do Desejo (1987), de Pedro Almodóvar
Nighthawks (1978), de Ron Peck
Orgulho e Esperança (2014), de Matthew Warchus
Querelle (1982), de Rainer Werner Fassbinder
Scorpio Rising (1965), de Kenneth Anger
Direito de Amar (2009), de Tom Ford
The Times of Harvey Milk (1984), de Rob Epstein
Young Soul Rebels (1991), de Isaac Julien

Born in Flames (1983), de Lizzie Borden
Nunca Fui Santa (1999), de Jamie Babbit
Traídos Pelo Desejo (1992), de Neil Jordan
Fireworks (1947), de Kenneth Anger
Almas Gêmeas (1994), de Peter Jackson
I Don´t Want to Sleep Alone (2006), de Tsai Ming-liang
Michael (1924), de Carl Th. Dreyer
Mistérios da Carne (2004), de Gregg Araki
Veneno (1991), de Todd Haynes
Sebastiane (1976), de Paul Humfress e Derek Jarman
Tongues United (1989), de Marlon Riggs

‘Shazam!’: Diretor revela easter-egg da franquia ‘Invocação do Mal’; Você encontrou?

David F. Sandberg já dirigiu grandes sucessos do gênero de terror, incluindo ‘Quando as Luzes se Apagam‘ (2016) e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘ (2017).

Em Shazam!’ , ele decidiu colocar um easter-egg da franquia ‘Invocação do Mal‘.

Nos minutos iniciais, o jovem Billy está em uma loja de antiguidades. No vidro, podemos ver a assustadora boneca Annabelle exposta em uma das prateleiras. A referência foi colocada propositalmente pelo diretor.

No Twitter, ele perguntou aos fãs se eles haviam encontrado o easter-egg.

Confira o tuíte e a cena em questão:

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Lembrando queShazam! 2’ tem previsão de estreia somente para abril de 2022, mas o cineasta admitiu que a produção também pode ser adiada por causa do surto de Coronavírus.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Sandberg disse que as notícias não são nada animadoras, já que o início das gravações estava agendado para o mês de abril.

“Bom, já começamos a pré-produção e estávamos nos preparando para o início das filmagens em abril. Vamos ver quanto tempo teremos de esperar para zarpar. Ninguém sabe quanto tempo isso vai durar, não é? Vou continuar trabalhando no roteiro e o que puder ser feito em home office, vamos fazer. Mas não posso garantir nada em relação às filmagens, por enquanto.”

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Zachary Levi e David F. Sandberg nos bastidores de ‘Shazam!

Até o momento, não foram revelado muitos detalhes sobre a sequência, mas o cineasta revelou à Backstory Magazine que um dos vilões será o Senhor Cérebro.

“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.

O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.

Lançado em 2019, Shazam!‘ foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Doutor Estranho 2’: Confira o visual alternativo do uniforme do herói

As filmagens de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ começam em breve, e o artista conceitual Ryan Meinerding divulgou uma versão alternativa do uniforme do herói.

O visual chegou a ser considerado para o filme, mas acabou sendo descartado.

Aqui, a capa teria detalhes em dourado e várias texturas diferentes.

Confira, com a sinopse da sequência:

 

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Unused Dr. Strange design from Dr. Strange. I love figuring out textures and patterns, and the embroidery on this was challenging but fun

Uma publicação compartilhada por Ryan Meinerding (@ryan_meinerding_art) em

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Stephen Strange continua sua pesquisa sobre a Joia do Tempo. Entretanto, uma antiga aliada que se tornou uma grande inimiga acaba com seus planos e leva Strange a desencadear um mal terrível.

A sinopse reitera o retorno da Joia do Tempo, que fora destruída em ‘Vingadores: Ultimato‘.

É provável que um dos mistérios da sequência seja justamente como Strange consegue continuar nessa procura, principalmente considerando a forte possibilidade de que a produção traga o personagem Baron Mordo de volta, a contar pela descrição.

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Doutor Estranho no Multiverso da Loucura estreia em 2022.

Logan Lerman explica porque ‘Percy Jackson 3′ nunca aconteceu

Percy Jackson‘ tem uma legião de fãs no mundo inteiro, principalmente no Brasil, e muitos se perguntam porque a franquia nunca ganhou um terceiro filme nos cinemas.

Em recente entrevista à MTV, o astro Logan Lerman revelou que não voltará a viver o protagonista e que um terceiro filme sequer está nos planos dos produtores, já que a franquia foi vendida da Fox para a Disney.

“Não vai acontecer. Foi uma grande experiência para mim e me abriu várias oportunidades, mas não vou voltar para a franquia”, afirmou o ator.

Lerman estrelou como o personagem-título em ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios‘, de 2010, e retornou para a sequência ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘.

Não é de se duvidar que a franquia ganhará um reboot em breve ou uma série de TV, principalmente agora que os direitos da franquia estão com a Disney.

Rick Riordan, o autor série de livros infanto-juvenil, confirmou recentemente que está em negociações com a Disney para uma nova adaptação em forma de série, após os fãs iniciarem uma campanha no Twitter e conseguiram subir a hashtag #DisneyAdaptPercyJackson nos Trending Topics.

“Muito obrigado, pessoal, por colocarem a campanha nos trendings. Eu não tenho nada para anunciar ainda, mas estou em Los Angeles agora, tentando muito convencer os poderosos executivos que isso precisa acontecer para vocês, os fãs. Seu entusiasmo online ajuda!” afirmou Riordan em seu Twitter.

Confira:

Confira alguns tuítes:

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Considerando que a Disney adquiriu os direitos de exibição das propriedades da Fox, distribuidora das adaptações cinematográficas da franquia, é possível que a série seja lançada na Disney+.

Ao todo, a saga escrita por Rick Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

Apenas os dois primeiros livros foram adaptados para o cinema.

Percy Jackson e o Ladrão de Raiosfoi lançado em 2010, arrecadando US$ 226 milhões pelo mundo.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou US$ 199 milhões.

‘Midsommar’ : Fã encontra easter-egg BIZARRO que vai te dar ARREPIOS

O terror ‘Midsommar: O Mal Não Espera a Noite‘ deixou muitas pessoas perplexas nos cinemas, trazendo um longa que foge à regra e explora os sustos em plena luz do dia.

E descobrimos um novo easter-egg em uma das cenas da produção, que revela um detalhe BIZARRO da trama, aumentando ainda mais o nível de profundidade do terror.

Na cena em que Dani é levantada no pedestal, a caminho da mesa de jantar, é possível ver o reflexo do rosto de sua irmã morta entre as árvores.

Confira:

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“Quando os Hårgas erguem a Dani no pedestal e começam a caminhar para a mesa de jantar, você consegue ver o rosto de sua irmã morta nas árvores, com o tubo de escapamento em sua boca….essa porcaria está em áreas diferentes! Mas que p****!”

Você percebeu esse easter-egg?

O nosso Reporter Hollywood Janio Nazareth entrevistou o diretor Ari Aster e o elenco de ‘Midsommar’.

Assista:

‘Midsommar’: Terror está fazendo as pessoas passarem mal

O longa foi escrito e dirigido por Ari Aster (‘Hereditário‘).

Dani e Christian formam um jovem casal americano com um relacionamento prestes a desmoronar. Mas depois que uma tragédia familiar os mantém juntos, Dani, que está de luto, convida-se para se juntar a Christian e seus amigos em uma viagem para um festival de verão único em uma remota vila sueca. O que começa como férias despreocupadas de verão em uma terra de luz eterna toma um rumo sinistro quando os moradores do vilarejo convidam o grupo a participar de festividades que tornam o paraíso pastoral cada vez mais preocupante e visceralmente perturbador. Da mente visionária de Ari Aster surge um conto de fadas cinematográfico encharcado de pavor onde um mundo de escuridão se desdobra em plena luz do dia.

O elenco conta com Florence Pugh, Jack Reynor, Will Poulter, Vilhem Blomgren, William Jackson Harper, Ellora Torchia e Archie Madekwe.

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‘Bob Esponja – O Incrível Resgate’ ganha novo papel de parede colecionável; Confira!

A Paramount divulgou um novo papel de parede colecionável de ‘Bob Esponja – O Incrível Resgate’.

Confira:

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Dirigido por Paul Tibbitt, o longa será completamente animado, ao contrário de ‘Bob Esponja: Um Herói Fora d’Água‘, que misturava CGI com live-action.

Quando Gary é caracolstrado, Bob e Patrick embarcam em uma épica aventura para a Cidade Perdida de Atlantic City, com o objetivo de trazer ele para casa. A dupla vai encarar perigos e diversões hilárias nessa missão de resgate, e Bob e seus amigos terão que provar que nada é mais forte do que o poder da amizade.

Awkwafina e Reggie Watts se juntaram ao elenco de dubladores, que tem o retorno de Tom Kenny, Clancy Brown, Rodger Bumpass, Bill Fagerbakke e Carolyn Lawrence.

Vale lembrar também que Hans Zimmer ficará responsável pela trilha sonora.

A Paramount lançará o longa nos cinemas em 2020.

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Os Filmes de Terror que Completam 20 Anos em 2020

O tempo passa, o tempo voa… e estes filmes de terror entram na vida adulta completando vinte anos de seu lançamento. Ao contrário dos clássicos das décadas de 1960 e 1970, e dos slashers dos anos 1980, os anos 1990 não são muito lembrados por suas obras de terror. Isso é, até o fim da década, quando algumas produções voltaram a soprar fôlego ao gênero – vide O Sexto Sentido e A Bruxa de Blair.

Assim, o antes temido ano 2000, emendou com a originalidade de alguns filmes de terror, embora não tão celebrados quanto os do ano anterior. Mesmo assim, o ano viu o lançamento de obras do gênero comandadas por grandes diretores, astros do time A e algumas produções jovens que, ou continuavam sucessos de anos recentes, ou davam início a novas franquias adoradas pelos fãs – uma em especial é sinônimo de paixão.

Sem mais delongas, vamos conhecer os filmes de terror que completam 20 anos em 2020.

Premonição

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Este primeiro item da lista foi citado acima, como dando origem a uma franquia pra lá de adorada pelos fãs desta geração. Nascido basicamente como uma ideia para o seriado Arquivo X, inclusive contando com roteiro e direção de um cineasta oriundo de tal programa (James Wong), a ideia era fazer um filme slasher diferente, onde o vilão não fosse um ser materializado, mas a própria morte em si. Um grupo de alunos colegiais em viagem para a Europa consegue sair do voo a tempo antes da aeronave explodir graça à premonição de um dos estudantes. Agora, como escaparam da morte sem querer, ela irá caça-los um a um através de acidentes pra lá de bizarros.

O filme fez tanto sucesso que gerou continuações a cada três anos, até a parte cinco em 2011. Esse ano os fãs tem mais do que motivos para comemorar, afinal, além da celebração de vinte anos do original, os produtores já estão bolando um novo episódio.

O Homem Sem Sombra

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No ano em que um novo filme com a temática revigorada da clássica história do Homem Invisível faz um tremendo sucesso nos cinemas – antes do coronavírus -, também comemoramos vintes anos de sua grande investida anterior. Produção da Sony, o diretor Paul Verhoeven (Robocop) foi quem apostou em efeitos de primeira – que ainda impressionam – para contar uma nova história sobre um cientista egocêntrico que enlouquece ao testar a fórmula da invisibilidade em si mesmo. Kevin Bacon vive o homem da ciência insano, e Elisabeth Shue interpreta sua contraparte, uma companheira de trabalho ética, que também é sua ex-namorada.

Eclipse Mortal

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Você sabia que o astro Vin Diesel começou a fazer sucesso no cinema com este “filhote” de Alien – O Oitavo Passageiro (1979)? O filme de Ridley Scott tem mais de quarenta anos, mas continua incrivelmente influente, servindo de inspiração para diversos cineastas e produções. E aqui é exatamente o que ele faz com esta obra do diretor David Twohy, sobre uma missão espacial interrompida, que acaba precisando fazer um pouso forçado num planeta inóspito e pouco convidativo. Para azar maior da tripulação, no local vivem criaturas alienígenas monstruosas, que só saem num determinado período, quando um eclipse total atinge o planeta. E adivinha que época é esta? Curiosamente, a protagonista aqui é a personagem de Radha Mitchell, deixando Diesel como o anti-herói coadjuvante. O filme rendeu duas continuações, já com Diesel como protagonista: A Batalha de Riddick (2004) e Riddick 3 (2013).

O Dom da Premonição

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O diretor Sam Raimi começou sua carreira no comando de um terror de baixo orçamento, que viria a se tornar uma das obras mais cult do gênero: Evil Dead – A Morte do Demônio. O filme deu origem a uma trilogia muito querida dos fãs – que gerou um remake e uma série de TV derivada. Antes de retornar a um terror fantástico escrachado com Arraste-me para o Inferno (2009), Raimi criava um terror adulto e sofisticado – que terminou fora dos holofotes, ao contrário de suas produções mais lembradas. Aqui, ele escala a premiada Cate Blanchett no papel de uma vidente no sul dos EUA, que prevê o assassinato de uma jovem (papel de Katie Holmes) de sua cidadezinha. A mulher realmente desaparece, dando início a uma série de ocorrências de gelar a espinha. No elenco ainda temos Keanu Reeves e Hilary Swank.

Revelação

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“Faz com uma banheira o que Psicose fez com o chuveiro”, era a frase de efeito que estampava o pôster deste thriller/terror sobrenatural, dirigido por outro mestre do cinema, o diretor Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro e Forrest Gump). O curioso é que este filme foi “feito às pressas”, no intervalo de Náufrago, enquanto o astro Tom Hanks emagrecia. Só mesmo um diretor do porte de Zemeckis conseguiria produzir um filme no intervalo de outro – e pela bagatela de US$100 milhões. Sabemos que um filme fez sucesso quando é parodiado por outros, e Revelação foi muito comentado após seu lançamento. Aqui temos dois dos maiores astros do cinema, Harrison Ford e Michelle Pfeiffer, contracenando pela primeira vez na pele de um casal com muitos esqueletos no armário. Um terror de gelar a espinha.

A Cela

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Com efeitos revolucionários para a época, A Cela aposta no terror surreal psicodélico – que viria a ser tornar a marca visual do cineasta indiano Tarsem Singh. Mistura de O Silêncio dos Inocentes e A Hora do Pesadelo, banhada a uma viagem alucinógena, o longa é protagonizado pela musa Jennifer Lopez no papel de uma psiquiatra referência na área, que aceita a missão mais arriscada de sua carreira – invadir a mente de um serial killer a fim de encontrar sua mais recente vítima antes que uma armadilha mortal a mate (e que de quebra pode ter inspirado Jogos Mortais). Para a tarefa entra em cena uma tecnologia de ponta que insere a mente de uma pessoa dentro do cérebro da outra – toma essa Brilho Eterno! E se a mente de Jim Carrey era perturbada, imagine a do psicopata assassino vivido por Vincent D’Onofrio neste filme. Completando o trio principal, Vince Vaughn na pele de um policial, num papel sério antes de True Detective.

Pânico 3

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Já falamos sobre este filme numa matéria especial sobre seu aniversário de vinte anos. Tido como o filme maldito da franquia, o terceiro longa da série demorou para sair do papel por diversos motivos, e terminou perdendo o timing sendo lançado numa época em que tais filmes já não tinham muita relevância. Ao menos o elenco original conseguiu ser reunido, e aqui temos o filme de maior orçamento da franquia. Sua produção teve mais dinheiro do que A Cela, por exemplo, dá para imaginar isso? Um dos motivos de insatisfação talvez tenha sido a mudança de roteirista, com a saída de Kevin Williamson – e muitas pontas deixadas no ar. Seja como for, esta terceira investida do saudoso Wes Craven no terror brinca muito com metalinguagem e os bastidores de Hollywood, assim como o diretor havia feito em O Novo Pesadelo (1994).

Drácula 2000

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Existem muitas boas encarnações do maior vampiro de todos nas telonas. Bela Lugosi e Christopher Lee vem logo à mente – só para citar as mais icônicas. Mas quando falamos das mais inusitadas, temos ao lado de Luke Evans em Drácula: A História Nunca Contada (2014) e Dominic Purcell (chamado de Drake no filme) em Blade: Trinity (2004), esta vivida por Gerard Butler em Drácula 2000. Vejam só esta história: um grupo de ladrões invade a casa de um ricaço para em seu cofre roubar quadros e obras de arte. Uma vez lá, descobrem da pior maneira possível o que o sujeito de fato guardava em segurança: o príncipe das sombras a sete chaves. É claro que os trapalhões o libertam, e ele chega em full mode sedutor nas formas de Butler. E de quem era o cofre você pergunta, de nenhum outro senão o próprio Van Helsing. Não, não Hugh Jackman, e sim o lendário Christopher Plummer.

Possuída

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Passamos de vampiros para lobisomens, nesta que é possivelmente a primeira história girlpower sobre o tema mirada ao grande público. Ginger Snapes em seu título original – algo como “Ginger Surta” -, traça um paralelo curioso entre as mudanças hormonais que toda jovem passa ao adentrar na puberdade, com a transformação em uma criatura monstruosa. Ginger, papel de Katharine Isabelle (Freddy Vs. Jason), e sua irmã são duas jovens socialmente deslocadas, obcecadas pela morte e inseparáveis. Sua dinâmica precisará mudar quando ela é mordida por um lobisomem e começa aos poucos se tornar um destes seres mitológicos. Duas continuações foram produzidas, ambas em 2004, e contaram com o retorno da dupla protagonista.

A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras

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Por falar em A Bruxa de Blair (1999), aqui temos a controversa continuação, lançada logo no ano seguinte, que desfez tudo o que havia sido estabelecido neste grande sucesso do cinema independente. Dizem que com menos dinheiro a criatividade flui melhor. E isso sem dúvidas é verdade quando se trata desta pretensa franquia de terror – quando comparamos os US$60 mil do original com os US$15 milhões da sequência. Aqui, o estilo found footage de câmera amadora é deixado de lado para um mais tradicional. O mistério também é esquecido em prol de um terror mais gore, repleto de alucinações, onde não entendemos bem o que está acontecendo até a revelação final. Na trama, passeios turísticos no território da lenda urbana conhecida como bruxa de Blair se tornaram famosos, assim um grupo com pessoas bem estranhas parte para a experiência, que irá mudar para sempre suas vidas de forma trágica.

A Sombra do Vampiro

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Voltamos a falar de vampiros, mas aqui num filme que exala criatividade desde o roteiro até seu produto final em tela. Um dos melhores filmes do gênero dos últimos vinte anos, A Sombra do Vampiro é produzido por ninguém menos que o lendário Nicolas Coppola, vulgo Nicolas Cage, um aficionado por terror. Aqui, a brincadeira é em torno de um dos maiores clássicos do gênero, Nosferatu (1922), pérola do cinema mudo do diretor alemão F.W. Murnau. A proposta aqui é a seguinte: e se Max Schreck, ator que interpreta o vampiro no filme, fosse de verdade uma criatura das trevas bebedora de sangue. John Malkovich interpreta o cineasta, e Willem Dafoe, indicado ao Oscar por sua atuação, dá vida ao morto vivo Schreck.

Supernova

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Falando nos Coppola, o mais famoso deles, Francis Ford, foi chamado às pressas para remontar este filme de terror espacial – que ficou conhecido como uma das produções mais problemáticas do gênero nos últimos vinte anos, ou quem sabe de todos os tempos. Muitas mudanças de diretor e elenco ao longo dos anos, desde que o primeiro tratamento do roteiro surgiu lá em 1988. Finalmente, o longa saiu do papel com o veterano Walter Hill (The Warriors – Os Selvagens da Noite) na direção. Mas, constantes colisões entre o cineasta (que reescrevia o roteiro constantemente) e os produtores, levaram a uma versão final não planejada por ele – que contou com retoques de Coppola – e Hill terminou pedindo para não ser creditado como diretor. Ao invés do infame Alan Smithee, o pseudônimo utilizado aqui foi Thomas Lee. Na trama, uma equipe espacial resgata um tripulante, que pode não ser quem diz. Angela Bassett e James Spader são os protagonistas.

Rios Vermelhos

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Produção francesa baseada no livro de Jean-Christophe Grangé (que também assina o roteiro), o longa tem direção de Mathieu Kassovitz (O Ódio) e traz no elenco como protagonistas dois dos mais renomados astros do país: Jean Reno e Vincent Cassel. Na trama, a dupla interpreta dois detetives bem diferentes da polícia francesa, encarregados de desvendar um macabro caso de assassinatos envolvendo uma prestigiada universidade do país. Quatro anos depois, uma continuação foi orquestrada, sem Cassel no elenco, mas com roteiro de Luc Besson – não mais baseado num livro.

Filha da Luz

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Baseado num livro, este é o primeiro e único filme de terror na carreira da estrela vencedora do Oscar Kim Basinger. Na trama, a atriz vive a guardiã legal de sua sobrinha, uma pequena menina chamada Cody, papel de Holliston Coleman. Logo, a tutora descobre que a pequena possui dons sobrenaturais e ela se vê vítima de um grupo de satanistas que planeja sequestrar a menina para um de seus rituais de culto. No elenco, Christina Ricci, a eterna Wandinha Addams, interpreta uma ex-integrante do grupo satânico viciada em drogas.

Medo em Cherry Falls

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Aqui, temos como protagonista a saudosa Brittany Muprhy (As Patricinhas de Beverly Hills). Neste terror que tentou surfar na onda dos slashers revigorados do fim da década de 1990, mas que terminou chegando tarde demais, uma premissa curiosa que subverte o que é geralmente apresentado nestes filmes. Na pequena cidade de Cherry Falls, um assassino mascarado está eliminando jovens estudantes colegiais. Até aí tudo igual. Acontece, que diferente das conveniências do gênero, onde a personagem virginal é que a sempre sobrevive, aqui o matador busca exatamente as virgens como vítimas – ou seja, é fazer sexo para continuar vivendo. Até mesmo o título do filme faz alusão ao fato – já que perder a virgindade pode ser referido com a gíria “loosing the cherry”, algo como “perder a cereja”. Assim, “Cherry Falls”, significa literalmente as cerejas cairão.

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Por falar em slashers que pegaram carona na revitalização do gênero no fim da década de 1990, podemos incluir nesta lista o infame Lenda Urbana (1998), o terceiro no pódio depois de Pânico (1996) e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997) – também da Sony. A continuação demorou a ser lançada, e poderia ter saído logo no ano seguinte do original, ou seja, em 1999. Aqui, nenhum dos atores originais retorna, portanto não pense em rever Jared Leto. Ou quase, já que temos de volta a segurança do campus Reese (Loretta Devine) e uma ponta de Rebecca Gayhart ao final. No entanto, ganhando os holofotes temos as então iniciantes Jennifer Morrison e Eva Mendes, como parte de um grupo de estudantes de cinema produzindo um filme sobre lendas urbanas. Ao mesmo tempo, um assassino com roupa de esgrima desta vez (ao contrário do casaco de esquimó do original) irá dar o corte final. Uma curiosidade é que um novo Lenda Urbana está atualmente em pré-produção, com Gayhart e Devine reprisando seus personagens.

Dominação

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Aqui é outra musa dos anos 1980 e 1990 quem protagoniza. Estamos falando de Winona Ryder, e assim como Filha da Luz, aqui temos um filme com teor apocalíptico e religioso, do fim do mundo proporcionado pelo coisa ruim em pessoa. Na trama, Ryder interpreta uma professora de catolicismo, que no passado foi possuída pelo demônio e precisou ser exorcizada. Agora, ela ajuda um grupo de padres, incluindo os personagens de Elias Koteas e John Hurt, a impedir que o diabo possua outra pessoa. A mais indicada para ser o vaso do anticristo é um escritor ateu, vivido por Ben Chaplin. O filme, como dito, faz parte da onda de produções com a temática de “fim do mundo”, que conta, além de Filha da Luz, com obras como Fim dos Dias e Stigmata, ambos de 1999.

‘Os Novos Mutantes’ não tem mais data para estrear nos cinemas

Diversas lançamentos da Disney previstos para 2020 acabaram sendo adiados por conta do surto de Coronavírus pelo mundo, mas o estúdio já anunciou seu novo calendário de estreias.

Ainda em 2020, serão lançados ‘Mulan(em julho) eViúva Negra‘ (em novembro). Em 2021, teremos ‘Os Eternos’, ‘Shang-Chi e a Lenda dos dez Anéis’, e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

No entanto, a Disney não anunciou uma nova data de lançamento para ‘Os Novos Mutantes‘, que já vinha sofrendo por diversos adiamentos ao longo dos últimos dois anos.

Previsto inicialmente para abril de 2018, o longa foi adiado para novembro do mesmo ano, até que foi adiado para fevereiro de 2019 por causa de ajustes no roteiro e nos efeitos visuais.

Após a aquisição da Fox pela Disney, o filme havia sido remanejado para abril deste ano, mas parece que o estúdio ainda não definiu uma nova data de lançamento para a adaptação.

Até o momento, a Disney não se pronunciou sobre a ausência do longa no novo calendário e não há certeza se o filme chegará aos cinemas ou se será lançado diretamente na Disney+.

Você acha que o filme deveria ser lançado direto no streaming?

Confira as próximas estreias da Marvel:

Viúva Negra – 06/11/20

Os Eternos – 12/02/21

Shang-Chi e a Lenda dos Dez anéis – 07/05/21

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura – 05/11/21

Thor: Amor e Trovão – 18/02/22

Pantera Negra 2 – 08/05/22

Capitã Marvel 2 – 08/07/22

Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

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Confira abaixo calendário da Disney:

MULAN

Mulan

Lançamento: 24 de julho de 2020

Originalmente programado para chegar aos cinemas no final de março, a aventura em live-action da guerreira Mulan foi um dos primeiros a sofrer com a pandemia e a ter sua première cancelada. Em uma jogada bastante otimista, a Walt Disney decidiu movê-lo para julho, ocupando o espaço outrora destinado a Jungle Cruise.

JUNGLE CRUISE

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Lançamento: 30 de julho de 2021

A aventura com Emily BluntDwayne Johnson está programado para chegar aos cinemas há bastante tempo e, devido aos novos obstáculos, foi adiado em quase um ano para a temporada das férias de verão norte-americanas.

FREE GUY: ASSUMINDO O CONTROLE

Free Guy

Lançamento: 11 de dezembro de 2020

A comédia da 20th Century Studios com Ryan Reynolds também foi movida para o final do ano e irá competir com grandes bilheterias da temporada de premiações, incluindo o remake de ‘Amor, Sublime Amor’The Last Duel.

BOB’S BURGERS

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Lançamento: 09 de abril de 2021

O longa baseado na icônica animação ‘Bob’s Burgers’ seguiu os passos de Jungle Cruise e foi adiado em mais de um ano. O filme deveria chegar aos cinemas no dia 17 de julho de 2020, mas os planos mudaram drasticamente.

THE FRENCH DISPATCH

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Lançamento: 16 de outubro de 2020

Nem mesmo Wes Anderson conseguiu prever os eventos deste ano e foi obrigado a mudar a data de lançamento de seu aguardado filme The French Dispatch. O retorno do aclamado diretor para as telonas saiu de sua estreia em julho e foi ajustado um pouco mais perto da temporada de premiações.

INDIANA JONES 5

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Lançamento: 29 de julho de 2022

O problemático e vindouro Indiana Jones 5 já foi adiado diversas vezes e, levando em consideração o exorbitante número de estreias da Casa Mouse, era de se esperar que a próxima aventura do personagem titular também fosse empurrada no cronograma. O longa, ainda sem título oficial, foi adiado em mais de um ano e chegará aos cinemas apenas em 2022.

ARTEMIS FOWL

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Lançamento: ainda não confirmado

Anteriormente programado para maio de 2020, a adaptação de ‘Artemis Fowl’ foi removido do cronograma da Disney e será lançado na sua própria plataforma de streaming. Entretanto, uma nova data ainda não foi anunciada.

MARVEL

VIÚVA NEGRA

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Lançamento: 06 de novembro de 2020

Apesar do otimismo dos fãs e da própria Marvel, era só uma questão de tempo até que a Marvel decidisse adiar Viúva Negra para uma data mais comercial. O filme abriria de modo glorioso a Fase 4 do MCU e a mudança em questão criou um efeito dominó em todas as produções da companhia.

OS ETERNOS

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Lançamento: 12 de fevereiro de 2021

O público vai ter que esperar um pouco mais para ver a estreia de Angelina Jolie no panteão super-heroico. Os Eternos foi adiado em apenas alguns meses, mas chegará às telonas apenas em 2021.

SHANG-CHI E A LENDA DOS DEZ ANÉIS

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Lançamento: 07 de maio de 2021

O anúncio de ‘Shang-Chi’ durante a mais recente D23 agradou a muitos fãs dos quadrinhos que não viam a hora do primeiro herói nipo-americano ser levado para os cinemas – mas a produção também caiu no efeito dominó e foi adiada de fevereiro para maio de 2021.

DOUTOR ESTRANHO NO MULTIVERSO DA LOUCURA

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Lançamento: 05 de novembro de 2021

O primeiro filme confirmado de terror do MCU trará as aventuras do Dr. Stephen Strange ao lado da poderosa Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate – e vários boatos sobre o plot já viralizaram na internet. O longa, entretanto, foi adiado em vários meses e estreia, agora, no final do ano que vem.

THOR: AMOR E TROVÃO

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Lançamento: 18 de fevereiro de 2022

É chegada a hora de Thor passar o martelo para Jane Foster, e de Chris Hemsworth deixar Natalie Portman brilhar mais uma vez no panteão Marvel. Mas, devido à pandemia e ao efeito dominó iniciado com Viúva Negra, a nova saga asgardiana chegará aos cinemas em fevereiro de 2022.

PANTERA NEGRA

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Lançamento: 06 de maio de 2022 (inalterado)

Uma boa notícia para os fãs: a aguardada sequência de Pantera Negra, que tornou-se o primeiro filme de herói a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, não teve seu lançamento alterado e permanece fixado em maio de 2022. Detalhes sobre a narrativa não foram divulgados ainda.

CAPITÃ MARVEL 2

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Lançamento: 08 de julho de 2022

Mais uma boa notícia: ‘Capitã Marvel 2’ também teve sua data alterada, mas, ao contrário do que os fãs podem pensar, o longa chegará duas semanas mais cedo aos cinemas. Brie Larson retorna para o papel titular.

 

Algumas produções ainda permanecem sem novas datas, como ‘Espírito Obscuros’Os Novos Mutantes. Novas informações devem ser anunciadas logo.

Vale lembrar que os porta-vozes da Disney pedem para lembrar que, devido à constante incerteza da pandemia, todas as novas datas podem ser alteradas mais uma vez.

‘Trolls 2’: Batalha de dança K-POP na nova cena divulgada; Confira!

Universal Pictures divulgou uma nova cena oficial de Trolls 2, que traz uma batalha de dança entre as criaturinhas fãs de k-pop e de reggaeton.

Confira:

A animação será lançada diretamente em VOD – Video on Demand – no dia 10 de abril.

Nos Estados Unidos, o filme já está com o seu aluguel na pre-order por US$ 19,99, nas qualidades HD e 4K.

A dupla Walt Dohrn e David P. Smith é responsável pela direção.

Na trama, a rainha Poppy e Branch descobrem que existem outros mundos de Trolls além do deles e as diferenças significativas entre ambos acaba criando um grande conflito entre as diversas tribos. Quando uma ameaça misteriosa coloca todos os Trolls em perigo, Poppy, Branch e seu grupo de amigos devem embarcar em uma épica missão, a fim de criar harmonia entre todos, unindo-os para que eles não sejam extintos.

O elenco conta com as vozes de Anna Kendrick, Justin Timberlake, J Balvin, Rachel Bloom, Flula Borg, Kelly Clarkson, James Corden, Ester Dean e Jamie Dornan.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 11 de março de 2020.

Crítica | Vivarium – Terror alegórico com pinceladas de Kafka e Magritte

Admiradores do seriado The Twilight Zone (1959-1964), os irlandeses Lorcan Finnegan e Garret Shanley conceberam Vivarium para nos desconectar da realidade e nos transportar direto ao purgatório de uma vida muito semelhante a nossa, mas sem o privilégio do livre-arbítrio. Lançada no Festival de Cannes 2019 e disponibilizada em VOD em março, a obra protagonizada por Jesse Eisenberg e Imogen Poots é uma alegoria sobre as ilusões da felicidade familiar e nos remete ao romance O Processo (1925), de Franz Kafka.

Por meio da cena inicial, na qual um pássaro faminto derruba os seus semelhantes do ninho de forma energética e cruel, a produção já comunica ao espectador o seu objetivo de deixá-lo num ambiente desconfortável. Assim como icônico personagem Joseph K., preso em um processo interminável por um crime não específico, o casal Gemma (Poots) e Tom (Eisenberg) desconhece as razões do seu infortúnio. 

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O essencial da narrativa, no entanto, não é explicá-las, mas nos confrontar com a experiência de cada um deles nesta jornada. O casal chega a uma imobiliária e são recebidos pelo agente Martin (Jonathan Arisa), portador de um sorriso horripilante e desprovido de trato social, ou seja, poderíamos compará-lo a um assombroso Sheldon Cooper, de The Big Bang Theory. De imediato, o casal é conduzido a visitar o espaço residencial Yonder e eles são apresentados a um infinito repetitivo de casas verdes idênticas com cercadinhos na varanda.

Logo de início, a decoração domiciliar causa estranhamento e eles reagem com aversão e escárnio. Para completar a atmosfera insólita, Martin desaparece sem deixar rastros e a vizinhança permanece completamente silenciosa. Sem titubear, ambos entram no carro em direção ao caminho de volta à cidade. Contudo, após rodar por horas e sempre encontrar as mesmas casas, a gasolina acaba e a saída torna-se inatingível. 

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A partir desse momento, é preciso olhar a obra com um quê de desconfiança e curiosidade, equivalente a dos protagonistas. Depois de algumas tentativas de fuga, eles recebem um caixa com mantimentos e, posteriormente, um bebê, o que os revela como prisioneiros de alguém ou algo incompreensível. Como no romance de Kafka, Finnegan e Shanley nos conduz a enxergar para além do plano das imagens e fazer um esforço de interpretar a simbologia. 

Com uma composição minimalista, a força narrativa sustenta-se por meio da expressividade de Imogen Poots, sendo este um dos trabalhos mais eminente da atriz. Ela funciona como um pêndulo entre manter-se humana ou deixa-se seduzir pela loucura, principalmente nas cenas como o seu suposto filho (Senan Jennings). Nesta situação, os três sentados à mesa para o café da manhã perverte o lúdico fotográfico da constituição familiar, já que o garoto é uma amplificação horripilante do desenvolvimento de uma criança através dos hábitos parentais, neste caso, dos prisioneiros ao seu redor.

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Seguindo o mesmo caminho do surrealismo das obras de Charlie Kaufman (Quero Ser John Malkovich [1999], Sinédoque Nova York [2018], Anomalisa [2015]), Vivarium joga um casal em um pesadelo de serventia a um ditador invisível. Em uma instância mais primária, é possível fazer uma contemplação que esta é exatamente a vida que ambos buscavam ao entrarem naquela residência. Os elementos de realidade com resquícios de fantasia, ou melhor, de composições surrealistas, são belos ao nosso olhar e intrigam a lógica presente na vida cotidiana, tal como um quadro do artista belga René Magritte.

Com uma excelente direção artística, Vivarium sobressai a estética em detrimento de uma mensagem simples, mas aberta a interpretações: seja o pesadelo da vida no subúrbio para a geração Y, seja a criação dos filhos. De fato, os elementos pincelados por Lorcan Finnegan aterrorizam e entretêm, mantendo o espectador capturado pela fascínio do alegórico purgatório, além de brincar com as questões apresentadas em Foi Apenas Um Sonho (2008) e Beleza Americana (1999).

Site elege as 21 cenas mais MARCANTES do cinema nos últimos 21 anos

Para comemorar seus 21 anos, o Rotten Tomatoes publicou uma lista com os 21 momentos mais memoráveis do cinema, segundo o site.

Confira abaixo:

21: Furiosa e Immortan Joe – ‘Mad Max: Estrada da Fúria’

20: O Estalar de dedos de Thanos – ‘Vingadores: Ultimato’ (2018)

19: Entrada de Satine – ‘Moulin Rouge’

18: Invasão do Coringa – ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ (2008)

17: Confissão de Heather – ‘A Bruxa de Blair’ (1999)

16: O beijo invertido – ‘Homem-Aranha’ (2002)

15: Londres deserta – ‘Extermínio’ (2003)

14: O beijo na chuva – ‘Diário de Uma paixão’ (2004)

13: Atravessando a Ponte Edmund Pettus – ‘Selma’ (2014)

12: Carros não podem voar – ‘Velozes e Furiosos 7’ (2015)

11: Juan ensina Chiron a nadar – ‘Moonlight’ (2016)

10: Carl e Ellie – ‘Up – Altas Aventuras’ (2009)

09: Gollum confronta Smeagol – ‘O senhor dos Anéis: As Duas Torres’ (2002)

08: A intoxicação alimentar – ‘Missão Madrinha de Casamento’ (2011)

07: Duelo entre Harry e Voldemort – Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2′ (2011)

06: Vingadores reunidos – ‘Os Vingadores’ (2012)

05: Neo e Trinity no tiroteio – ‘Matrix’ (1999)

04: ‘Eu vejo gente morta’ – ‘O Sexto Sentido’ (1999)

03: A depilação – ‘O Virgem de 40 anos’ (2005)

02: Princesa Diana mostra sua força – ‘Mulher-Maravilha’ (2017)

01: “Papai Noel aqui? Eu conheço ele’ – ‘Elf – Um Duende em Nova York (2003)

E aí, concorda coma lista?

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder divulga imagem inédita do Ciborgue

Uma nova imagem de ‘Liga da Justiça‘ foi divulgada hoje por Zack Snyder.

Confira:

ciborgue

Recentemente, um novo rumor surgiu. Segundo o filho de Zack Snyder, Eli, “boas notícias estão por vir”.

Ainda assim, é difícil afirmar que se trata da versão do diretor do filme. Pode ser alguma divulgação de roteiro ou de algumas artes conceituais descartadas. Só resta esperar.

Liga da Justiça estrelou Ben Affleck como Batman, Gal Gadot como Mulher Maravilha, Jason Momoa como AquamanEzra Miller como Flash, Ray Fisher como Cyborg, Henry Cavill com Superman, Amy Adams como Lois Lane, Jeremy Irons como Alfred Pennyworth, Jesse Eisenberg como Lex Luthor, Amber Heard como Mera e outros.

O universo estendido DC continua com Shazam!’, que estreia em 05 de abril de 2019, Aves de Rapina, marcado para o dia 07 de fevereiro de 2020, e ‘Mulher Maravilha 1984’, que estreia no dia 05 de junho de 2020.

Um filme-solo intitulado Coringa estreia neste ano ainda, no dia 04 de outubro, mas não se insere dentro do panteão de heróis e é estrelado por Joaquin Phoenix.


Crítica | Dream-pop e new wave regem ‘After Hours’, novo álbum de The Weeknd

Abel Makkonen Tesfaye pode não soar familiar para os apaixonados por música, mas sem sombra de dúvida o nome artístico The Weeknd já deve ter cruzado caminho com os ouvintes em algum momento nos últimos dez anos. O cantor, compositor e produtor é dono de singles famosos e bem recebidos pela crítica internacional, como “Wanderlust”, “Can’t Feel My Face” e “Starboy”. Entretanto, mais do que sua capacidade inegável de produzir canções mercadológicas e que automaticamente caem no gosto popular, o artista tem uma habilidade única de explorar gêneros um tanto quanto deixados de lado no cenário mainstream da indústria fonográfica, optando por se afastar do que está em voga e abraçar um lado mais dark e mais conceitual.

E foi pensando numa continuidade de sua dramática arte que The Weeknds criou intenções interessantes e promissoras para After Hours, seu quarto álbum de estúdio que, seguindo o passo de tantas outras figuras de alto calibre na esfera contemporânea, resolveu se respaldar nas décadas passadas incrementar icônicas sonoridades com algumas transgressões e fusões outrora inimagináveis. E, ainda que tenha permanecido de certa maneira em sua zona de conforto, é visível o modo como sempre busca por algo diferente para entregar a seus “seguidores” – alcançando proeza invejável em grande parte.

A produção é essencialmente guiada pelas tendências vanguardistas dos anos 1970 e 1980, aproveitando esse revolucionário momento para imprimir características próprias e que ficaram em segundo em plano em meio ao crescimento do pop com nomes como Madonna e Michael Jackson. Enquanto as lendas da música ficaram a encargo de auxiliar Dua Lipa e Lady Gaga a resgatarem esse sentimento nostálgico em suas obras, a banda britânica A.R. Kane serviu como mote para que o performer desse vida a catorze novas faixas que beiram a perfeição. O CD parte da premissa imersiva do dream-pop, logo de cara nos convidando a uma sinestésica viagem que se inicia com a enriquecida e preliminar “Alone Again” – um título um tanto quanto curioso para dar início a essa jornada, mas que funciona em todos os seus aspectos e cultiva um misticismo sonoro levado com solidez para o restante das canções.

Mesmo quando Tesfaye resolve reapropriar-se do rap e do trap, estilos outrora explorados em suas investidas, ele está embebido em uma propensão mimética ao passado, a um saudosismo cíclico (e aqui utilizo esse adjetivo não de modo pejorativo, e sim enaltecedora) incrustrado sutilmente em algumas escolhas quase imagéticas que refletem seu apreço pela sinestesia musical. Os escopos de “Snowchild” e “Escape from LA”, por exemplo, são representações claras do que o artista ousa nos apresentar: à medida que coloca um pé nos anos 2010, estica suas referências para o século passado e transforma as renovações da contracultura R&B em um fugaz solilóquio político (sem cair nas ruínas do panfletarismo).

O new wave encontra espaço de sobra aqui e é colocado de modo superficial em tracks como “Too Late” e “Hardest to Love” – e, para os fãs desse borbulhante e colorido gênero, esse suposto descaso é imperdoável. Mas a mentalidade de The Weeknd supera todas as nossas expectativas (incluindo aquelas mais altas) e faz questão de deixar o melhor para o final. A presença impactante dos sintetizadores tira nosso fôlego na irretocável “Blinding Lights”, que presta homenagem a bandas como a-ha, emprestando um sample acelerado de “Take On Me”; tal preferência cresce exponencialmente para “In Your Eyes”, que nos chama para a pista de dança em uma mistura entre techno e disco, fruto das sondagens dos anos 1970, e para “Save Your Tears”, que recua para uma ballad em midtempo que poderia muito bem fazer parte da discografia de Snow Patrol em seu auge teatral.

O álbum parece dividir-se em dois e peca levemente em repetir contrações e distensões instrumentais vistas nos últimos três anos – ainda mais levando em conta a superposição do trap music e das redundantes batidas que acompanham o eu lírico, como é o caso de “Heartless”. Porém, é inegável dizer que a paixão do performer transparece em cada nota que nos entrega e em cada verso que constrói com maestria, deixando as iterações muito acima da média, ainda que passíveis de alguns erros amadores. Felizmente, os deslizes são pontuais, em decorrência da colaboração on point do cantor com os prolíficos Max Martin e Metro Boomin (que ficam responsáveis pelos ápices da obra).

A nova adição de Tesfaye à sua discografia é uma amálgama solidária àqueles que sentiam falta de um pouco de originalidade e ousadia no mundo da música. Entregando-se de corpo e alma para essa declamatória e envolvente narrativa, o artista faz questão de colocar em After Hoursalgumas das melhores faixas de sua carreira – abrindo a década de 2020 do melhor modo possível.

Nota por faixa:

  • Alone Again – 4,5/5
  • Too Late – 4/5
  • Hardest to Love – 4/5
  • Scared to Live – 4/5
  • Snowchild – 4,5/5
  • Escape from LA – 4,5/5
  • Heartless – 4/5
  • Faith – 5/5
  • Blinding Lights – 5/5
  • In Your Eyes – 5/5
  • Save Your Tears – 5/5
  • Repeat After Me
  • After Hours – 4/5
  • Until I Bleed Out – 4,5/5

‘Vingadores: Ultimato’: Duas cenas deletadas CHOCANTES com Thanos são reveladas

O ilustrador Jerad S. Marantz divulgou uma arte conceitual de uma FORTE cena que foi cortada de ‘Vingadores: Ultimato‘.

A imagem traz os “invasores de Thanos”, alienígenas horripilantes que seriam apresentados no filme.

O ilustrador explicou como seria a chocante cena.

“Na versão inicial do roteiro, Thanos mandava os invasores para espionar os Vingadores. Ele então removia suas cabeças e as conectava com máquinas que projetariam suas memórias. Foi uma ideia bacana, mas nunca chegou à versão final.”

Confira:

Outra arte conceitual divulgada traz o registro de uma forte cena que ficou de fora do corte final do longa. No material em questão, o vilão Thanos estilhaça o escudo do Capitão América com força, em meio a um confronto.

vingadores ultimato

Assista à nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Liga da Justiça’: Imagem mostra o Ciborgue com QUATRO braços

Os fãs de Liga da Justiça podem não ganhar um versão de diretor, mas definitivamente estão se deliciando com todo o material extra que está caindo na internet.

Jerad S. Marantz, que trabalhou na concepção do visual dos personagens, divulgou uma arte mostrando que o Ciborgue teria QUATRO braços nas versões preliminares do filme.

Confira e assista cenas deletadas:

Filme solo do Ciborgue já tem data para início das filmagens

Liga da Justiça está disponível para home vídeo no Brasil.

Agora é oficial! Warner está desenvolvendo filme da Supergirl

Mulher-Maravilha 1984’ estreia em 1 de novembro de 2019.

As 10 Melhores SÉRIES dos Últimos Anos

Recentemente, fizemos uma lista com as 10 Melhores Séries de Comédia da Atualidade – lista que você pode conferir ao fim deste parágrafo. Continuando nossa odisseia de ranquear os melhores programas televisivos do momento, seguimos agora para a categoria de drama. Bom, antes talvez seja melhor explicar nossas regras para que não haja (muita) reclamação.

As 10 Melhores Séries de Comédia da Atualidade – Que Ainda Estão no Ar

Primeira: como as séries de comédia já foram escolhidas, não consta nesta matéria nenhuma série que possa ser considerada de humor. Para tal, verifique a outra lista no link acima. Segunda: assim como na lista das séries de comédia, é imprescindível que o programa ainda esteja no ar, que ele ainda esteja exibindo novos episódios, que esteja no meio de sua mais recente temporada ou que já tenha data de estreia para um próximo ano (ou ao menos a promessa). Ou seja, precisa ser um programa novo e que não tenha terminado. E terceira: enquadra-se na categoria “drama”, todos os gêneros que não sejam a comédia. Exemplo: suspense, ficção científica, terror, aventura, policial, e por aí vai.

Entendidos? Ah, o último aviso. Usamos como base os votos do grande público no IMDB, o maior banco de dados de filmes na rede. Portanto, esta não é uma escolha pessoal, nem da equipe do site ou de qualquer veículo especializado, mas sim escolhidos por você, o espectador. Vamos lá e como sempre deixe seus comentários dizendo se concorda com as escolhas e quais são as suas preferidas.

10 | Peaky Blinders

peaky blinders cinepop

A primeira série da lista é também a mais desconhecida do grande público aqui no Brasil. Com o subtítulo nacional “Sangue, Apostas e Navalhas”, a série foi ao ar em 2013 e soma um total de quatro temporadas, com a quinta prometida ainda para 2018. Criada por Steven Knight (roteirista de Senhores do Crime), a série britânica narra a trajetória de uma família de criminosos, vivendo em Birmingham, na Inglaterra de 1919.

O clã é comandado por Tommy Shelby, papel de Cillian Murphy. Em alguns dos episódios temos participações de gente como Tom Hardy, Sam Neill e Annabelle Wallis, por exemplo. Aqui, cada temporada tem apenas 6 episódios. Desde sua estreia, a série só não foi exibida no ano de 2015. O programa é exibido pela BBC no Reino Unido. No Brasil, todas as quatro temporadas podem ser encontradas na Netflix.

09 | Cobra Kai

cobra kai cinepop

Como o coração cinéfilo fica alegre em ver esta série na lista das mais abraçadas pelo grande público. Trata-se de uma continuação televisiva dos filmes oitentistas Karatê Kid, o que por si só já é um baita serviço para os nostálgicos, amantes de tudo anos 1980.

Mas não bastaria ser uma grande homenagem, se não fosse consistente e de qualidade. Cobra Kai surpreende positivamente, sem demagogia saudosista. Criada por Robert Mark Kamen, o seriado revisita os queridos personagens Daniel LaRusso (Ralph Macchio), o Daniel San, e Johnny Lawrence (William Zabka), seu rival na adolescência.

Crítica | Cobra Kai 1ª Temporada – 34 anos depois de Karatê Kid e o mundo mudou bastante

O legal do programa é ver como estes personagens saídos diretamente de 1984 são inseridos no contexto atual do mundo, e como suas ideologias são subvertidas. Não existe mais mocinho e vilão claros, esses papeis são trocados a cada guinada do roteiro. Fora isso, a série é a primeira investida da plataforma Youtube Red, e conta com produção de Will Smith.

Sua primeira temporada com 10 episódios foi ao ar em maio deste ano. A segunda é prometida para 2019.

08 | Westworld

westworld cinepop

Fosse apenas por sua primeira temporada, a série de ficção científica talvez estivesse melhor posicionada. No entanto, é inegável que sua popularidade caiu depois de uma segunda temporada que não teve o mesmo apelo junto ao grande público.

Criada por Jonathan Nolan (irmão do cineasta Christopher Nolan) e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo de 1973, escrito e dirigido por Michael Crichton. Na trama passada no futuro, um parque simula o velho oeste para ricos visitantes, que podem viver experiências únicas ao interagir com criaturas artificiais providas de inteligência.

Westworld: Confira nossa crítica do episódio final da 2ª temporada – Nota 10

O seriado grandioso e cinematográfico, que expande os conceitos de sua obra original, tem tarimba de sobra na frente e atrás das câmeras. A produção é de J.J. Abrams e o elenco é encabeçado por Anthony Hopkins e Ed Harris. A série da HBO estreou em 2016 e exibiu sua segunda temporada, igualmente com 10 episódios, este ano. A terceira temporada é prometida para 2020. As duas temporadas estão disponíveis no acervo da HBO.

07 | House of Cards

house of cards cinepop

A série com mais temporadas até o momento na lista por pouco não ficou fora de nosso ranking. Acontece que a polêmica do seriado acabou vazando para fora das telas com o caso de escândalo de abuso sexual envolvendo o protagonista Kevin Spacey – que havia reinventado sua carreira com o programa e adquirido muito prestígio.

Assim, House of Cards anunciou sua sexta e última temporada para este ano, sem Spacey. A série estreou em 2013 como a primeira produção original da Netflix. Com produção de David Fincher, o programa, criado por Beau Willimon, é levemente baseado numa produção britânica homônima – que durou bem menos – e narra as tramoias e corrupção de políticos dentro do governo americano.

A nova temporada trará a personagem de Robin Wright à frente da trama.

06 | Stranger Things

stranger things cinepop

Primeira série da lista (e única) com forte apelo aos jovens e crianças. Esse sucesso inesperado é criação de dos irmãos Mark e Ross Duffer, e tem o cineasta Shawn Levy como um dos produtores. Mais uma vez, o mote aqui é a nostalgia, servindo como uma viagem no tempo de volta aos 80´s e para as produções cinematográficas da época.

Crítica | 2ª temporada de Stranger Things tem humor, suspense e muita nostalgia

Funcionando como forte homenagem ao tipo de entretenimento da época citada, Stranger Things utiliza de ficção científica, fantasia, comédia, aventura e terror para compor sua miscelânea nerd/geek. Não por menos, uma das estrelas do programa é a musa da década, Winona Ryder. Ah, sim. Não podemos esquecer as crianças fofas, como a Eleven de Millie Bobby Brown, para impulsionar a história.

Lançada em 2016, com uma segunda temporada logo no ano seguinte, Stranger Things – outra produção original Netflix – se mostrou um dos grandes fenômenos dos últimos anos. Não é para menos que a o terceiro ano já está agendado para 2019.

05 | Black Mirror

black mirror cinepop

Uma favorita pessoal, Black Mirror é a primeira série de antologia da lista – modelo que serviria bem para programas como Westworld e Stranger Things, por exemplo. Mas esta não é uma série de antologia qualquer dividindo as histórias apenas por temporadas, e funciona mais no estilo de clássicos como Além da Imaginação (1959-1964), Alfred Hitchcock Presents (1955-1962) e Contos da Cripta (1989-1996), com cada episódio tendo seu início, meio e fim.

Crítica | Black Mirror – 4ª Temporada apresenta desgaste

Criada por Charlie Brooker, aqui temos um caso curioso. A série estreou em 2011, exibida pelo canal britânico Channel 4, numa temporada de 3 episódios. A segunda temporada – com 4 episódios – seguiu pelo mesmo caminho. No entanto, após seu término, a série foi cancelada pelo canal inglês, sendo pescada pela Netflix para um terceiro ano em 2016.

Com 6 mini-filmes agora, alguns dos mais elogiados inclusive (como Queda Livre e San Junipero), o programa deixava de ser britânico para se tornar norte-americano. O mote aqui é como a tecnologia dita nossa vida em sociedade cada vez mais, vislumbrando um futuro aceleradamente negativo. A quarta temporada estreou no fim do ano passado, e uma quinta é prometida ainda para este ano.

04 | Fargo

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Produzida pelos irmãos Coen e baseada no seu longa homônimo (1996), vencedor do Oscar, a série foi criada por Noah Hawley. Aqui sim, temos uma série de antologia nos moldes mais usuais, onde os arcos se abrem e fecham por temporadas.

Crítica | Fargo 2ª Temporada – Kirsten Dunst enfrenta a Máfia sem descer do salto

O seriado estreou em 2014, e fez uma primeira temporada muito similar ao que tínhamos no longa-metragem. O legal é a quantidade de referências contidas ao longo das temporadas, que os fãs do cinema dos Coen podem notar. Na primeira, temos Martin Freeman e Billy Bob Thorton fazendo um jogo perigoso. Na segunda, de 2015, é Kirsten Dunst quem está além de sua capacidade ao se meter com a máfia, enquanto Patrick Wilson investiga. E na terceira, de 2017, temos Ewan McGregor em papel duplo.

A quarta temporada já foi anunciada para 2020 e trará Chris Rock como protagonista. Todas as três temporadas estão disponíveis na Netflix.

03 | True Detective

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Série de suspense policial, o programa foi criado por Nic Pizzolatto e foi ao ar originalmente em 2014. Na época, tínhamos um Matthew McConaughey recém-saído de sua indicação, seguida de vitória, no Oscar. O Seriado da HBO inicialmente era visto como uma minissérie de oito episódios, mas se mostrou um programa de antologia, que descortina a vida de oficiais da polícia e seus casos.

A série barra-pesada e filosófica retratava uma dupla de investigadores bem diferentes (McConaughey e Woody Harrelson) na pista de um serial killer numa comunidade rural. Elogios não faltaram. E no ano seguinte, em 2015, o hype não poderia estar maior para a segunda. Por se tratar de uma antologia, a trama foi levada para Los Angeles, com outros personagens (desta vez três policiais: Rachel McAdams, Colin Farrell e Taylor Kitsch).

O resultado, digamos, insatisfatório da segunda temporada minou por alguns anos os planos para uma terceira. Mas ela finalmente sairá agora, em janeiro de 2019, quase quatro anos após a segunda. Desta vez, Mahershala Ali (outro vencedor do Oscar) é quem protagoniza como um investigador desvendando crimes nas montanhas Ozark.

02 | Sherlock

sherlock cinepop

Esta reimaginação do clássico detetive Sherlock Holmes, criada por Mark Gatiss e Steven Moffat, traz o personagem para a Londres moderna, ao lado de seu fiel escudeiro, o médico Watson. Benedict Cumberbatch é o protagonista e Martin Freeman vive o Doutor.

O interessante desta série britânica da BBC é o seu formato. A primeira temporada, com apenas 3 episódios (com quase 1h30min de projeção), data de 2010 – com um episódio piloto não exibido na época indo ao ar em 2011. Depois disso, a segunda temporada, com mais 3 episódios, chegou em 2012. A terceira, estreou no fim de 2013 e seguiu pelo início de 2014 – com quatro episódios. E a quarta (e última até o momento) foi ao ar no fim de 2016, e seguiu pelo início de 2017.

Por pouco também não cortamos a série da lista, mas precisamos lembrar que esta é quase uma série bissexta. Além disso, uma quinta temporada, ainda nebulosa, vem tomando forma – porém, ainda sem data de estreia definida.

01 | Game of Thrones 

game of thrones cinepop

Assim como House of Cards, quando fizermos esta lista no ano que vem, duas vagas estarão abertas. Criada por David Benioff e D.B. Weiss, baseada nos livros épicos medievais de fantasia de George R.R. Martin, o programa da HBO estreou em 2011, o que faz dele um dos mais antigos da lista, com dez episódios da primeira temporada.

Crítica | Game Of Thrones 07×07 – The Dragon and The Wolf

Depois de seis temporadas corridas, sendo uma por ano desde 2011, tivemos a primeira mudança na sétima temporada, de 2017, que exibiu apenas sete episódios ao invés de dez. Além disso, pela primeira vez em seu cronograma, Game of Thrones pulou o ano de 2018, deixando os fãs órfãos para finalmente assistirem a seu desfecho.

A oitava e última temporada, de uma das séries mais emblemáticas da atualidade (a mais querida pelo grande público), irá ao ar em 2019 e terá apenas seis episódios. Isso que é tensão.

BÔNUS:

Sacred Games

sacred games cinepop

Conhecida no Brasil como Jogos Sagrados, esta série indiana, lançada este ano, é uma produção da Netflix e encontra-se na plataforma. Baseada no livro de mesmo nome do escritor Vikram Chandra – lançado em 2016 – a série foi adaptada por Varun Grover, Smita Singh e Vasant Nath.

O programa acompanha um policial honesto em sua caçada por um líder criminoso, que guarda segredos sobre os planos da destruição em massa de Mumbai. A série é elogiadíssima e seus oito episódios podem ser encontrados na Netflix Brasil.

No entanto, como ainda não existem planos ou qualquer informação sobre uma possível segunda temporada – embora não seja dito se tratar de uma minissérie igualmente -, o programa não foi incluído entre os dez da lista.