A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gagae o lendário e múltiplo vencedor do Grammy Tony Bennett finalmente lançaram o aguardado álbum ‘Love for Sale’.
O disco marca a segunda colaboração dos artistas, sete anos após o elogiado ‘Cheek to Cheek’, e já está está disponível em todas as plataformas digitais.
A produção será composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.
Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado ‘Cheek to Cheek’, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.
Vale lembrar que ‘Love for Sale’ será o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singlesao redor do mundo.
Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.
Os deslizes da moral. 31 anos atrás chegava aos cinemas de todo o planeta um projeto que mostraria uma intensa batalha jurídica militar que gira em torno de condutas duvidosas em uma ação que resultou em morte. Caminhando nas estradas turbulentas do mundo militar, o longa-metragem dirigido por Rob Reiner, com roteiro baseado em uma peça teatral chamada A Few Good Men, escrita por Aaron Sorkin, possui uma narrativa repleta de detalhes que geram reflexões sobre os pontos de vistas que reúnem os conjuntos de valores que se chegam no certo ou errado em uma questão. Indicado para quatro Oscars, incluindo Melhor Filme, Questão de Honra não poderia ter um título mais certeiro.
Na trama, conhecemos Daniel Kaffee (Tom Cruise), um jovem tenente e advogado da marinha, formado em Harvard, sem muita experiência em casos de homicídios. Com menos de um ano no cargo é designado para um caso cheio de variáveis suspeitas, um cabo e um soldado acusados de assassinato de um outro militar que iria denunciar uma prática ilegal onde eles serviam como fuzileiros navais, em Guantánamo, a base militar norte-americana em solo cubano. Contando com a ajuda do assistente jurídico do caso, Sam (Kevin Pollak) e principalmente da tenente da corregedoria militar Joanne Galloway (Demi Moore), Daniel precisará descobrir o que esconde o responsável pela base militar, o enigmático coronel Nathan R. Jessep (Jack Nicholson) um condecorado militar que está prestes a assumir um alto cargo no conselho de segurança nacional.
A honra, o que seria? Um dos pontos principais dessa obra é conseguir destrinchar para os espectadores o universo sempre complicado de entender sobre o mundo militar. Partindo do tal ‘Código Vermelho’, algo como uma punição para o militar que não vem cumprindo com total eficiência seu ‘dever’, chegamos em temas como o machismo, o autoritarismo, além de uma ampla reflexão sobre a reunião de valores que determinam o que seria o certo ou o errado em determinada situação. Isso tudo é revelado em uma batalha jurídica (dentro das regras do tribunal militar) onde a sociedade reflete sobre inúmeras questões na visão do protagonista, um homem em dúvida sobre o caminho que percorre na linha tênue entre o que entende como direito dentro da lógica militar.
O filme foi baseado na peça teatral A Few Good Men escrita pelo hoje conhecido Aaron Sorkin. Contratado para transformar o teatro em cinema, esse foi o seu primeiro roteiro escrito para um longa-metragem. Essa peça que viraria um enorme sucesso foi escrita nos tempos em que ele era bartender de shows na Broadway, ele usava guardanapos, entre uma folga e outra, para ir escrevendo as cenas. A peça foi baseada em relatos de um fato que aconteceu na vida real na Baía de Guantánamo, exatamente um ‘Código Vermelho’ com um sumiço de um corpo que nesse caso não teve solução até hoje.
O elenco é fabuloso. Além de Cruise, Moore e Nicholson, outros grandes artistas dão suas contribuições em cena: Cuba Gooding Jr, Kevin Bacon, Kiefer Sutherland, Kevin Pollak. Uma curiosidade é que Jack Nicholson recebeu cerca de 5 Milhões de dólares por apenas 10 dias de trabalho, inclusive sendo indicado ao Oscar pelo papel. Demi Moore recebeu nem a metade desse valor, sendo sua personagem uma figura muito presente em todo o filme.
Com uma longa carreira como ator e como diretor dentro do cenário hollywoodiano, o nova iorquino Rob Reiner, diretor também dos ótimos Conta Comigoe Louca Obsessão, consegue com grande maestria nos transportar para dentro de muitas questões passando pelo tabuleiro de forças de leis militares chegando até os reflexos disso para uma sociedade num sentindo objetivo sobre responsabilidade. Pra quem se interessar pelo filme, Questão de Honra está disponível no Catálogo da HBO Max.
Que as novelas brasileiras muitas vezes chupam suas ideias de filmes e séries de sucesso, isso já sabemos. As produções da Record são algumas que mais se inspiram nessas fontes, tentando pegar carona em seu sucesso – isso quando não estão reproduzindo algum épico bíblico.
A nova empreitada da casa atende pelo nome Belaventura, e a julgar pela prévia tem clara inspiração no sucesso Game of Thrones, da HBO. A introdução é feita por Eri Johson na pele de um bobo da corte, contando a história de Kadu Moliterno e Floriano Peixoto como dois reis rivais, nesse “Jogo dos tronos”. Gisele Itié (Os Mercenários) também faz parte do elenco. A estreia ocorre em julho. Assista abaixo por sua conta e risco.
O Eurpean Film Awards, prêmio que prestigia o cinema europeu, ocorreu ontem, dia 9 de dezembro, em Berlim. A cerimônia premiou The Square – A Arte da Discórdia como o melhor filme do ano. A comédia dramática, falada em partes em inglês, tem no elenco a americana Elizabeth Moss (The Handmaid´s Tale) e o britânico Dominic West (Chicago).
O filme escrito e dirigido por Ruben Östlund (Força Maior) levou a Palma de Ouro, prêmio máximo no prestigiado Festival de Cannes, em maio deste ano. Ontem, o longa dominou o European Awards, saindo do evento com seis prêmios: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Comédia, Melhor Direção de Arte e Melhor Roteiro. The Square é uma sátira afiada que reflete nosso tempo, e tem estreia programada para o dia 4 de janeiro no Brasil.
Tamanho prestígio pode levar a obra até o Oscar, já que o European Awards serve de forte termômetro para os vencedores do prêmio da Academia na categoria de filme estrangeiro. Nos últimos anos, filmes como Amor(2013), A Grande Beleza (2014) eIda (2015) levaram para casa ambos o European e o Oscar. Entretanto, este ano o European premiou As Faces de Toni Erdmann, enquanto O Apartamento, de Asghar Farhadi, levou o Oscar.
Veja abaixo a lista completa dos vencedores do evento.
Grande parte dos assinantes dos variados serviços de streaming da atualidade correm atrás dos grandes lançamentos das plataformas. E sem dúvida um dos mais interessantes é a Amazon Prime Video, que não demora muito a dar a seus assinantes grandes sucessos do cinema, de forma tão rápida que às vezes nem conseguimos colocar em dia a quantidade de oferta. Recentemente, o streaming disponibilizou obras como ‘Creed 3’, ‘Até os Ossos’, ‘Esquema de Risco’ e ‘Terrifier 2’; e as novidades não param de chegar. Isso é ótimo.
No entanto, existe outra parcela do público, que tem forte apreço pelos filmes do passado, em especial em tudo o que diz respeito às décadas de 80 e 90. Esses nostálgicos apaixonados pelo período gostam de ver e rever inúmeras vezes os filmes com os quais cresceram. Justamente por isso diversos canais do Youtube hoje possuem especialidade na nostalgia e em produções das citadas décadas – em especial os anos 80. Aqui no CinePOP também somos aficionados por esses anos inesquecíveis, e adoramos peneirar para saber quais produções da época nossos streamings favoritos estão disponibilizando. Assim, reunimos na Amazon Prime Video mais um lote de filmes nostálgicos e muito queridos dos fãs, lá dos anos 80, para indicar para você. Confira abaixo.
Cult é pouco para definir esse filme. Com direção de um dos realizadores mais queridos da década de 80, John Carpenter, essa foi a grande investida do cineasta para sair do gênero do terror, que o havia consagrado com obras como ‘Halloween’ (1978) e ‘Fog’ (1980). Aqui, Carpenter bolava um projeto ambicioso, que misturava ação e ficção científica, no estilo de um faroeste moderno e futurista. Fora isso serviu para apresentar Kurt Russell em um de seus personagens mais icônicos da carreira, o durão caolho Snake Plissken, um ex-militar renegado, que passou a odiar qualquer forma de disciplina governamental.
Ele é trazido de volta à força e chantageado para que resgate o presidente dos EUA, afinal só ele pode concluir essa missão. Acontece que a ilha de Manhattan em Nova York foi transformada em uma grande prisão a céu aberto, onde os “indesejáveis” são “desovados” e passam a viver sob suas próprias leis. Pense no pior cenário imaginável. É para lá que nosso herói está indo. Nem precisa dizer que a Amazon marcou um golaço ao disponibilizar o filme. E que você tem que correr para assistir.
O astro Tom Cruise nunca deixou os holofotes e ano passado entregou o fenômeno ‘Top Gun: Maverick’, que, é claro, continua seu primeiro grande sucesso lá atrás de 1986. Esse ano, Cruise volta com mais um ‘Missão Impossível’, o sétimo. Antes de tudo isso, no entanto, Tom Cruise era só um jovenzinho de 21 anos e dentes tortos, quando teve a oportunidade de trabalhar com ninguém menos que o consagrado Francis Ford Coppola, saído de alguns dos filmes mais elogiados de todos os tempos – ‘O Poderoso Chefão‘ (1972) e sua sequência (1974), talvez você já tenha ouvido falar. Mas Cruise não estrela sozinho, muito pelo contrário, é parte de um elenco de rapazes muito promissores, como Ralph Macchio (o eterno Daniel San de ‘Karatê Kid’ e ‘Cobra Kai’), o saudoso Patrick Swayze, C. Thomas Howell, Matt Dillon, Rob Lowe e Emilio Estevez. O filme de drama sobre gangues de rua rivais é baseado no livro de S.E. Hilton e marcou época. ‘Vidas Sem Rumo’ está completando 40 anos em 2023, e o presente é da Amazon para nós.
Se você não conhece muito bem a filmografia do cineasta Spike Lee, a Amazon oferece a oportunidade perfeita com esse que é sua obra quintessencial. Se você não for assistir a mais nenhum outro filme do diretor, precisa pelo menos assistir a este. Importantíssimo por suas questões sociais, ‘Faça a Coisa Certa’ marcou época e infelizmente continua atual. Um barril de pólvora prestes a explodir, temos conflitos raciais em um bairro pobre de Nova York, numa época do ano extremamente quente, para alterar ainda mais os ânimos. Assim, entre negros, coreanos e italianos, as diferentes raças se misturam e tentam conviver. O discurso que o diretor traz à pauta foi o que fez dele um realizador extremamente influente e elogiado.
Por falar em filmes questionadores e inquietantes, essa produção alemã cult marcou época, sendo considerada um dos filmes mais pesados da década de 80. Baseado numa história real, o filme mostra uma adolescente se tornando viciada em drogas fortes, como a heroína, na Alemanha da década de 70. Uma verdadeira viagem ao inferno que mostra o quão nocivas podem ser as drogas e o universo de quem as usa. Impactante é pouco para definir esta obra. Quando a produção fez 40 anos, voltou aos holofotes em diversos veículos especializados e chegou a ser relançada nos cinemas, para ver como se comporta aos olhos de hoje. A Amazon traz a oportunidade para todos que não conhecem ou os que quiserem lembrar.
Dirty Dancing – Ritmo Quente (1987)
Agora saímos de um filme perturbador para um bem mais alto astral e que marcou época em suas reprises na Globo e sua trilha sonora inesquecível. Considerado um “filme de menina”, não teve uma jovem sequer que não fosse apaixonada por este longa na época, tendo crescido nos anos 80 e 90. Certamente as da minha rua não desgrudavam os olhos da produção em incessantes reprises. Um dos filmes mais marcantes da carreira do então jovem astro Patrick Swayze (ele aqui de novo em outro filme), o saudoso ator vive Johnny Castle, um instrutor de dança em um resort para ricos nos arredores de Nova York nos anos 60. No local ele conhece a menina de classe alta “Baby” Houseman (papel de Jennifer Grey), que logo se apaixona pelo sujeito mais velho, levando os pais à loucura. Muitos podem não ter se dado conta na época do contexto social e da questão de classe implícitos, muito em voga hoje, que diferencia os funcionários e os hóspedes. No meio dessa divisão surge um amor marcante. Com direito a música e dança.
Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica (1989)
O astro Keanu Reeves conseguiu dar a volta por cima em sua carreira ao dizer sim para o papel do matador “aposentado” John Wick, que precisa voltar à ativa ao buscar vingança, desencadeando assim uma matança sem igual, que já dura quatro filmes. Muito antes disso, Reeves estrelava uma comédia amalucada, que seguia os passos do sucesso ‘De Volta para o Futuro’ ao trazer uma trama de viagem no tempo. Ao invés de um jovem em um carro esporte, dois adolescentes em uma cabine telefônica. É claro que ‘Bill & Ted’ não possui um terço da fama do blockbuster citado, mas mesmo assim se tornou cult, gerou um desenho animado e uma continuação em 1991. Aliás, demonstrando que é mesmo um sujeito muito legal, Keanu Reeves retornou ao papel décadas depois, ao lado de Alex Winter, para um novo round como Bill e Ted em 2020. A Amazon presenteia os fãs com os três filmes da franquia em sua filmoteca. E nós agradecemos.
Em entrevista ao US Weekly, a atriz Kyle Richards, que interpretou a Lindsey, a garotinha que Annie Brackett toma conta, revelou que queria ter retornado para o reboot para confrontar Michael Myers mais uma vez.
“Eu queria muito retornar. E eu nunca fiz nada assim na minha vida. Eu literalmente fui atrás dos produtores e disse: ‘Posso participar? Eu posso ser uma figurante. Farei qualquer coisa.’ Mas eles não acharam que se encaixaria com a história ou algo assim.”
Recentemente, em seu painel na Comic-Con, foram exibidas algumas cenas brutais do reboot, que reforçam o caráter aleatório dos crimes de Michael Myers. Apesar de não estar disponível na íntegra, confira a descrição das cenas:
“A cena acontece sem cortes e começa com algumas crianças fazendo “doces ou travessuras” na noite de Halloween, então eles de repente se chocam com Michael Myers. Tão sombrio quanto no filme original ele apenas anda pelas ruas, então entra em uma garagem e pega um martelo. Nós acompanhamos, ainda em uma única tomada, enquanto Michael entra na casa adjacente à garagem. Uma mulher está na cozinha, sem saber que está prestes a encontrar seu fim, Michael simplesmente caminha, sem hesitação, e a golpeia até a morte, uma poça de sangue cobrindo a mesa da cozinha.”
“Depois dos comentários do elenco sobre fazer Michael retornar à violência aleatória em vez da violência entre irmãos, Michael vai até a casa ao lado, entra pela porta dos fundos e apunhala uma jovem no pescoço, e a faca entra completamente.”
“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”
O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things‘), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle‘), Dylan Arnold (‘Mudbound‘), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos‘) e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em ‘Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.
A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax, e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.
A ABC renovou oficialmente a série ‘The Conners‘, spin-off de ‘Roseanne‘, para a 2ª temporada.
“Estamos orgulhosos em continuar a história da icônica família Conner,” disse em uma declaração o presidente da emissora, Karey Burke. “Essa equipe não tem medo de explorar problemas contemporâneos com humor e muito sentimento, e não tenho dúvidas que eles continuarão a se superar.”
O derivado foi criado depois da série original ter sido cancelada devido a comentários racistas de sua protagonista, Roseanne Barr. No spin-off, sua personagem morreu por causa de uma overdose.
Após uma súbita reviravolta, os Conners são forçados a encarar as dificuldades diárias da vida em Lanford de uma forma que nunca tiveram antes. A família icônica – formada por Dan, Jackie, Darlene, Becky e D.J. – lidam com as questões de paternidade, namoro, gravidez inesperada, pressões financeiras, envelhecimento e trabalho.
O elenco inclui John Goodman, Laurie Metcalf, Sara Gilbert, Alicia Goranson, Michael Fishman, Emma Kenney, Ames McNamara, Jayden Rey e Maya Lynne Robinson.
Criada por Josh Boone, a série é uma adaptação do livro homônimo doStephen King.
A trama gira em torno de um professor viúvo que vive uma vida solitária quando um praga dizima grande parte da população. Quando se junta a outros sobreviventes, sua curiosidade é despertada pelas visões de Madre Abagail.
O suspense ‘Pesadelo nas Alturas‘ (Horizon Line), estrelado por Allison Williams (‘Corra!’), estreou no catálogo brasileiro da Amazon Prime.
Na trama, um casal viajando em um aeroplano para chegar a um casamento numa ilha do Pacífico deve lutar pela vida depois que o piloto sofre uma parada cardíaca.
Sara e Jackson são um casal de ex-namorados, que embarcam num avião para o casamento de uma amiga. Minutos após descolarem, o piloto sofre um ataque cardíaco fatal, e o que era suposto ser um voo tranquilo em direção a uma ilha tropical torna-se numa incrível luta pela sobrevivência. Para salvarem as suas vidas, Sara e Jackson terão de se manter no ar e encontrar o caminho de regresso a terra.
O novo capítulo da franquia animada da Illumination retorna com grandes sonhos e canções de sucesso espetaculares, enquanto o coala Buster Moon e seu elenco de estrelas se preparam para lançar sua performance de palco mais deslumbrante até então… na radiante capital mundial do entretenimento. Há apenas um obstáculo: eles primeiro precisam convencer o astro do rock mais recluso do mundo – interpretado na versão original pelo lendário ícone da música, Bono, em sua estreia no cinema de animação – a se juntar a eles.
“Eu fiquei devastado. Eu descobri através de uma ligação do [coshowrunner] Ryan Condal, porque estava filmando algo na Bélgica. Ele me disse que a notícia estava prestes a vazar, mas que tudo ficaria bem. [A saída] foi decisão do Miguel, mas eu fiquei muito triste.”
Anteriormente, Sapochnik comentou sobre seu afastamento do projeto: “Trabalhar no universo de ‘Game of Thrones’ nos últimos anos tem sido uma honra e um privilégio, especialmente os dois últimos anos que passei com o elenco e a equipe de ‘A Casa do Dragão’. Estou muito orgulhoso do que conquistamos na primeira temporada, e ansioso para ver a reação dos espectadores. Foi uma decisão difícil seguir em frente, mas foi a decisão certa para mim, pessoal e profissionalmente.”
Apesar de não servir mais como showrunner da produção, Sapochnik seguirá como produtor executivo do segundo ciclo.
Lembrando que o próximo episódio de ‘A Casa do Dragão‘ estreia em 11 de setembro.
Confira a prévia:
A série é baseada no romance ‘Fogo & Sangue‘, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
A trama se passa 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones’, e 172 anos antes do nascimento de Daenerys Targaryen, focando nos conflitos e na queda da Casa Targaryen.
O ator havia deixado a produção após conflitos intensos com o estúdio, uma vez que buscava uma carga de trabalho menor para poder focar em outros interesses. Sheridan confirmou a informação, e revelou como abordará o destino do personagem na história.
“Minha última conversa com o Kevin [Costner] foi sobre um projeto que ele queria dirigir. Ele e a emissora estavam discutindo sobre quando ele poderia terminar as filmagens de ‘Yellowstone’. Então, eu disse que poderíamos filmar no período de preferência dele, e assim o fizemos.”
Apesar das polêmicas reportadas nos bastidores da produção, Sheridan afirmou que sua opinião sobre o ator e seu trabalho na série “não mudou”, mas que “as pessoas não se comunicam e começam a dizer coisas que não são verdades” quando os advogados se envolvem nas discussões. “O filme [que o Costner quer dirigir] parece ser uma grande prioridade para ele. É onde ele quer focar. Espero que valha a pena – e que seja um ótimo filme.”
Sobre o destino do personagem do ator, Sheridan declara: “Tivemos que acelerar a conclusão do personagem. Não tivemos que alterar nada, apenas acelerar. Não vamos ter nenhum acidente de carro vingativo. Se [o destino de Dutton] infla o ego [de Costner] ou o insulta, isso é um dano colateral que não considero em relação à narrativa.”
Rumores apontam que os desentendimentos entre Costner e a produção da série já são antigos, destacando problemas em relação ao cronograma de filmagens e também das exigências do ator nos bastidores da série – o que causou um incômodo geral no set.
A história da família Dutton, no entanto, irá continuar em um spin-off que deve ser estrelado pelo Matthew McConaughey. Com o final da série original programado para ir ao ar em novembro, o site afirma que o novo derivado estreará logo em seguida, em dezembro.
A Max divulgou o teaser legendado de ‘Quiet on Set: O Lado Sombrio da TV Infantil‘, uma série documental que expõe os supostos ambientes de trabalho tóxicos e comportamentos inapropriados nos sets de filmagem das séries infantis da Nickelodeon.
A produção estreará no serviço de streaming no dia 13 de abril.
“‘Quiet on Set’ abre a cortina de um império construído pelo criador Dan Schneider, que tinha um controle inegável sobre a cultura pop. Séries como ‘All That’ e ‘The Amanda Show’, entre outras, foram consumidas obsessivamente por crianças de todo o país e definiram a comédia por uma geração. Mas por trás da presença otimista na tela desses programas, com piadas questionáveis e esquetes exageradas, a série revela um ambiente insidioso repleto de alegações de abuso, sexismo, racismo e dinâmicas inadequadas com suas estrelas e equipe, muitas delas menores de idade”.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de janeiro.
Mel Gibson (‘A Paixão de Cristo’) é responsável pela direção.
Com roteiro assinado por Jared Rosenberg, o filme conta uma história de alto risco. Um piloto (Mark Wahlberg) é responsável por transportar uma profissional da Força Aérea (Michelle Dockery) que acompanha um fugitivo (papel de Topher Grace) até seu julgamento. À medida que atravessam o Alasca, a tensão aumenta e a confiança é testada já que nem todos a bordo são quem mostram ser.
Nos EUA, o longa abriu no topo das bilheterias com US$ 22.4 milhões. Internacionalmente, a produção acrescentou US$ 26.1 milhões através de 74 mercados.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$3.4M), França (US$3.4M), Alemanha (US$2M), Itália (US$1.4M) e Arábia Saudita (US$1.3M).
O resultado representa não apenas o maior lançamento da carreira do cineasta Paul Thomas Anderson, como também é o 11º título estrelado pelo Leonardo DiCaprio a superar a marca dos US$ 20 milhões em estreia no território norte-americano.
Este também foi o maior lançamento do diretor em outros 68 países, incluindo França, Alemanha, Itália, Reino Unido, Austrália, Brasil e México.
O site afirma que, apesar do longa ter contado com um orçamento entre US$ 130-140 milhões, o estúdio está apostando em sua estabilidade nas telonas a longo prazo. Com uma excelente recepção do público e dos críticos, a expectativa é que o filme seja mantido em cartaz o máximo possível para fortalecer sua campanha na temporada de premiações.
A HBO Max divulgou o trailer legendado de ‘Presidente Curtis‘, série derivada da aclamada animação adulta ‘Rick e Morty‘.
A produção estreará no serviço de streaming no dia 27 de julho.
Confira:
Além de Keith David retornando ao papel titular, a produção ainda contará com as vozes de Stephanie Beatriz (‘Brooklyn Nine-Nine’) e Jim Rash (‘Community’).
“Sempre foi muito divertido interpretar o Presidente Curtis”. declarou David. “Poder explorar melhor este universo neste derivado é como um sonho. Mal posso esperar para que os fãs possam conferir o caos que o presidente causa quando o Rick não está por perto para roubar os holofotes.”
A trama seguirá o presidente e sua equipe excêntrica enquanto tentam lidar com o tipo de crise que o Rick Sanchez nunca se importou – desde diplomacia interdimensional até investigação paranormal e fenômenos inexplicáveis.
Vale lembrar que a série original está disponível na HBO Max.
A segunda temporada de ‘Riverdale‘ já está sendo filmada e para comemorar o retorno, vários membros do elenco foram até suas redes sociais compartilhar algumas imagens dos bastidores.
A chegada de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ está cada vez mais próxima e na última quinta-feira (10), aconteceu a pré-estreia do filme, marcada pelo tapete vermelho, que contou com a presença de todo o elenco, além de convidados.
E se você quer saber o que rolou na noite de pré-lançamento, a Lucasfilm fez uma transmissão ao vivo do evento, que também está repleto de entrevistas com os roteiristas, produtores, o diretor e os atores.
Assista:
O filme deve se aproveitar do feriado de Memorial Day e arrecadar cerca US$ 170 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos em seu fim de semana de estreia, de acordo com novas projeções do Deadline.
O site ainda menciona ainda que o longa registrou uma taxa de 28 pontos de interesse entre um público selecionado, pouco mais que ‘Rogue One’, que registrou23 pontos.
A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.
“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars’, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.
Em ‘Chorar de Rir‘, os atores Carol Portes e Caito Mainier são apresentadores do programa de TV Fama News. Na nova cena divulgada pela Warner Bros., os dois locutores estão no ar e comentam que o ator Nilo Perequê (Leandro Hassum) está trancado em casa há dias e que abandonará a comédia. Para dar mais volume ao caso, vão às ruas e conversam com o principal concorrente de Nilo, o comediante Jotapê (Rafael Portugal).
Confira:
No filme, Leandro Hassum (das franquias de sucesso ‘Até que a Sorte nos Separe‘ e ‘O Candidato Honesto‘) é o famoso comediante Nilo Perequê, enquanto Rafael Portugal (‘Porta dos Fundos‘) vive Jotapê Santana, seu maior rival, determinado a tomar o seu lugar. Enquanto nos palcos eles provocam gargalhadas na plateia, nos bastidores travam uma guerra intensa – e hilária – em busca do reconhecimento do público e da melhor piada.
O longa será lançado nos cinemas no dia 21 de março.
O comediante Adam Sandler colocou mais uma vez suas habilidades musicais em uso, dessa vez para orientar seus fãs a protegerem seus avós durante o período de coronavírus.
Ao lado do apresentador de talk show Jimmy Fallon, Sandler compôs uma rápida canção chamada “Não Toque na Vovó“, que ensinar os internautas a respeitarem o distanciamento social, em prol da saúde dos idosos.
Confira:
Vale lembrar que em uma entrevista recente, quando questionado sobre os “altos e baixos” de sua carreira, o astro Adam Sandler revelou que sempre se entregou de corpo e alma para a atuação:
“Cara, eu nem sei quais foram os pontos baixos [da minha carreira]. Quero dizer, algumas pessoas, quando escrevem sobre mim, falam sobre os pontos baixos da minha carreira, mas eu não tive nenhum ponto baixo. Eu amo todos os filmes que eu fiz. Eu nunca precisei fingir que atuava. Eu sempre amei fazer isso.”
Você concorda com ele? Acha ele um bom ator?
Vale lembrar que sua última produção, o longa ‘Joias Brutas‘, foi completamente esnobada pelo Oscar e não agradou muito os fãs do ator – apesar da aclamação dos críticos.
O ator britânico Jack Farthing, mais conhecido por ter estrelado a série inglesa ‘Poldark’, será o intérprete do Príncipe Charles, na cinebiografia da Princesa Diana, intitulada ‘Spencer‘. A informação foi confirmada pela revista EW.
A publicação ainda pontuou que as filmagens estão caminhando para a sua reta final, com a produção sendo transferida para o Reino Unido, para sua etapa de encerramento.
A trama será focada em um único fim de semana na vida da Diana (Kristen Stewart), em que ela passou o Natal ao lado da família real na propriedade de Sandringham, em Norfolk, Inglaterra. Foi nesta ocasião que ela decidira se divorciar de Charles, em virtude dos inúmeros rumores de seu caso com a Camila.
Confira as imagens de Stewart como a Princesa Diana:
Lembrando que o filme será apresentado e vendido no próximo Festival de Cannes.
Segundo o Deadline, ‘Spencer‘ foi escrito porSteven Knight e “acompanha um fim de semana crítico no início dos anos 90, quando Diana decidiu que seu casamento com o príncipe Charles não estava funcionando e que ela precisava se desviar de um caminho que a colocasse na linha de um dia se tornar rainha.”
“Kristen é uma das grandes atrizes de hoje. Para fazer isso bem, você precisa de algo muito importante no cinema, que é um mistério. Kristen pode ser muitas coisas, e ela pode ser muito misteriosa e muito frágil e, finalmente, muito forte também, e é disso que precisamos. A combinação desses elementos me fez pensar nela. A maneira como ela respondeu ao roteiro e como ela está se aproximando do personagem, é muito bonito de se ver. Eu acho que ela fará algo impressionante e intrigante ao mesmo tempo. Ela é essa força da natureza.”, disse Larraín ao Deadline.
‘Jackie‘, de 2016 – também dirigido por Larrain, trouxeNatalie Portman como Jackie Kennedy e o papel futuramente lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.
Como válvula de escape ou uma terapia alternativa, o humor sempre foi uma forte ferramenta usada para lidar com o luto. Entre perdas e derrotas, a comédia consegue ser um excelente canalizador do sofrimento, gerando aquela combinação agridoce entre o chorar de rir e o rir pra não chorar. A Sete Palmos,Mal de Família e Falando a Real são algumas séries que englobam esse espectro, que como um caleidoscópio, apresenta uma infinidade de possibilidades narrativas. Mas nenhuma delas explicaria o que de fato é Instável, nova original da Netflix. Com seu conceito alicerçado nessa mesma proposta, a produção cocriada por Rob Lowe e seu filho John Owen Lowe não respeita nem os mortos, nem muito menos os vivos.
Na trama, Ellis Dragon (Rob Lowe) é um viúvo bilionário, distante do seu único filho. Deslocado sem sua esposa, falecida em um acidente de carro, ele tenta administrar a dor da perda com um comportamento errático e bem peculiar. Magnata do Vale do Silício, ele é inovador, criativo, mas também instável. Sem o domínio de suas próprias emoções e sempre à beira de um colapso nervoso, ele é um homem em frangalhos que corre o risco de destruir sua empresa, caso não reconheça o processo pessoal em que se encontra. Já Jackson Dragon (John Owen Lowe) tenta se livrar do estigma que a pitoresca persona de seu pai trouxe para si. E agora navegando em águas desconhecidas, essa desestruturada e incompleta família tenta vencer os estágios do luto, entre trancos e barrancos.
Na teoria, Instável tem boas intenções, ainda que sua premissa não seja inovadora. Embora tente entregar uma dramédia com algum nível de conexão com a audiência, o abuso de estereótipos hollywoodianos e a falta de carisma de seu elenco impedem a produção de ir além. Mesmo com episódios curtos, a original Netflix é exaustiva logo em seu segundo episódio, com uma trama pouco original, marcada por tropos cinematográficos que beiram o cafona. Se apropriando da temática do luto, sem sequer realmente abordá-lo com qualquer densidade, a série tem a profundidade de um píres e beira o desrespeitoso.
Com um “humor” que tenta flertar com o constrangedor e o sombrio, simultaneamente, a produção tem um roteiro preguiçoso e mal escrito, incapaz de cruzar as barreiras do mínimo viável para uma boa história. Imatura e propositalmente tomada pelo overreacting, Instável até tenta usar esse recurso exagerado como um formato estilístico. Mas por pecar pavorosamente em todos os demais aspectos, até o intencional se torna um tiro que saiu pela culatra. Um claro desperdício de recursos, a série da Netflix é um catálogo de diálogos cafonas, protagonistas constrangedores e nenhuma genuína ligação com a audiência.
Trazendo apenas oito episódios de pouco menos de 30 minutos de duração, a produção é mais uma daquelas que facilmente se aconchega na empoeirada prateleira de horrorosos originais Netflix. Nem comédia e nem drama, Instável é um tempo perdido irrecuperável. Aqui, o popular Rob Lowe e seu filho John perdem a oportunidade de explorar o luto por uma ótica mais realista e palpável, tratando com seriedade e leveza um dos assuntos mais complexos e delicados que existem. Mas optando por um viés absolutamente ridículo e incoerente, a série é resultado do nepotismo vigente na indústria do entretenimento – que favorece astros populares e seus nepo babies – e beira um insulto à criatividade de talentosos roteiristas da Black List, que ainda lutam por um espaço em Hollywood.
Após Berlim e Cannes, o Festival Internacional de Cinema de Veneza é o mais importante evento da indústria cinematográfica no segundo semestre do ano. De 30 de agosto a 9 de setembro de 2023, a Biennale celebra sua 80ª edição com uma seleção de filmes inéditos, sendo 23 em competição pelo Leão de Ouro.
Com o anúncio da seleção oficial na última terça-feira, dia 25 de julho, o evento já levantou três polêmicas: o impacto da greve em Hollywood no cinema mundial; a nomeação de apenas quatro mulheres, isto é, 17% na disputa do prêmio principal; além da presença de três diretores envolvidos em denúncias de abuso sexual.
De modo geral, o Festival de Venezacoloca cineastas veteranos estadunidenses e europeus em destaque e abre alguns espaços para o cinema latino-americano e asiático, representados por nomes conhecidos, como Pablo Larraín (Spencer)e Ryûsuke Hamaguchi(Drive My Car). Para orquestrar a premiação, o presidente desta edição é o oscarizado franco-americano Damien Chazelle, diretor de Babilônia (2022), O Primeiro Homem (2018), La La Land(2016) e Whiplash (2014).
Impacto da Greve dos Estados Unidos
Com a presença de grandes artistas e diretores estadunidenses no line-up, a greve de atores, atrizes e roteiristas de Hollywood teve um impacto modesto para o festival, de acordo com o diretor artístico do evento, Alberto Barbera. O efeito da greve, na verdade, tocou apenas na mudança do filme de abertura.
Para substituir o anunciado Rivais (Challengers), de Luca Guadagnino, com Zendaya, Josh O’Connor e Mike Faist, o festival vai apresentar na noite de abertura Comandante, longa selecionado em competição oficial e dirigido pelo italiano Edoardo De Angelis. O filme é inspirado em uma história real e narra o resgate de 26 náufragos belgas durante a Segunda Guerra Mundial.
Rivais, de Luca Guadagnino
Produzido pela MGM, a equipe de Rivais resolveu não participar do festival por conta da sua estratégia de lançamento. Como o drama romântico apoia-se na divulgação da sua protagonista Zendaya, a sua impossibilidade de promover o projeto fez com a estreia fosse mudada de setembro deste ano para abril de 2024.
Segundo os especialistas da sétima arte, a escolha da produção seria uma prova da baixa (qualidade) possibilidade da presença do filme no Oscar. Rivais não seria, portanto, um Me Chame Pelo Seu Nome (2017), mas algo frustrante e sem prêmios como Até os Ossos (2022), ambos do cineasta italiano.
As cinebiografias parecem ser o carro-chefe desta edição são três de renomados diretores em disputa pelo Leão de Ouro. Na sua segunda incursão como diretor e na indústria musical, Bradley Cooper (Nasce uma Estrela) lança Maestro, um retrato da vida de Leonard Bernstein, compositor do famoso musical Amor, Sublime Amor (West Side Story), em parceria com a Netflix.
Dando continuidade à colaboração com a A24, Sofia Coppolaapresenta a esperada biografia Priscilla, baseada nas memórias de Priscilla Presley no livro Elvis e Eu(1985). Esta é uma audaciosa produção da cineasta ítalo-americana um ano após o sucesso de Elvis, de Baz Luhrmann.
Ainda no mundo das biopics, Michael Mann presenteia os espectadores com o drama de corrida Ferrari, com Adam Driver como o personagem título, Enzo Ferrari, e Penélope Cruz como sua esposa, Laura Ferrari. Ambos atores já viveram italianos anteriormente: Adam Driver em Casa Gucci(2021) e Penélope Cruz na segunda temporada da série American Crime Story: Versace (2018).
Adam Driver como Enzo Ferrari
Além de Maestro, a Netflix participa do festival com outras três produções. Baseado na série de graphic novel francesa de mesmo nome, The Killer é um suspense de ação psicológico conduzido por David Fincher. Estrelado por Michael Fassbender, o filme segue um assassino à sangue frio que começa a desenvolver consciência e torna-se mais emotivo diante de suas tarefas. Vale ressaltar que a atriz brasileira Sophie Charlotte está no elenco.
A gigante do streaming também está competindo com o alegórico El Conde, de Pablo Larraín. O longa retrata o ditador Augusto Pinochet como um vampiro e o elenco é liderado pelo astro chileno Alfredo Castro. Já Wes Anderson apresenta The Wonderful Story of Henry Sugar, sua primeira produção original para Netflix, fora da competição. O projeto é uma comédia de 39 minutos baseada em um conto de Roald Dahl e estrelada por Benedict Cumberbatch, Ralph Fiennes, Dev Patel e Ben Kingsley.
The Wonderful Story of Henry Sugar, de Wes Anderson
Na disputa pelo Leão de Ouro está igualmente a norte-americana Ava DuVernay (Selma: Uma Luta pela Igualdade) com Origin, inspirado no livro de não-ficção Caste: The Origins of Our Discontents [Castas: as origens de nossos descontentamentos] de Isabel Wilkerson, ganhadora do Prêmio Pulitzer. As outras duas mulheres na seleção são: a veterana polonesa Agnieszka Holland, com filme político The Green Border, e a belga Fien Troch, com o drama Holly.
Outros nomes conhecidos no páreo são do japonês Ryûsuke Hamaguchi, ganhador do Oscar por Drive My Car (2021), com o misterioso Evil Does Not Exist (O Mal não Existe) e o grego subversivo Yorgos Lanthimos, com o romance surrealista Pobres Criaturas. Estrelado por Emma Stone e Mark Ruffalo, o filme é a continuação de A Favorita (2018), do mesmo diretor, e estreia no Brasil no dia 2 de novembro de 2023.
Emma Stone em Pobres Criaturas
Fora da seleção oficial o destaque é o drama de guerra The Caine Mutiny Court Martial, de William Friedkin, remake de A Nave da Revolta (1954), baseado no romance original de Herman Wouk. Friedkin também exibirá a cópia remasterizada de O Exorcista (1973) em comemoração ao 50º aniversário do clássico do horror.
Três Diretores Polêmicos Selecionados
O Festival de Cinema de Veneza inclui na sua programação filmes assinados por cineastas acusados de violação e/ou agressão sexual. A opção reacendeu o debate sobre conceder palco e audiência para esses homens, mesmo que os três casos sejam em si diferentes. Enquanto Luc Besson enfrenta uma acusação de estrupo na Bélgica, com julgamento adiado desde o fim do ano passado, seu drama DogMan — encabeçado por Caleb Landry Jones — está na competição pelo Leão de Ouro.
Fora da competição encontram-se a comédia de humor negro The Palace, de Roman Polanski, com Fanny Ardant e Mickey Rourke, e o suspense romântico Golpe de Sorte (Coup de chance), de Woody Allen, com Lou de Laâgee e Niels Schneider; primeiro filme do cineasta em francês. Apesar das alegações de abuso sexual em torno deles, ambos os diretores têm uma forte base de fãs na Itália.
Diferentes dos festivais de Berlim e Cannes, o Brasil conta apenas com um título representante do país na Itália. Apresentado na seleção oficial, Sem Coração, de Nara Normandee Tião, faz parte da mostra competitiva Orizzonti com outros 17 longas. Em coprodução com França e Itália, o filme se passa no verão de 1996 no litoral de Alagoas.
Com distribuição da Vitrine Filmes, Sem Coraçãoé inspirada nas memórias de infância e adolescência da diretora no território alagoano. A narrativa segue a jornada da jovem Tamara (Maya de Vicq) para descobrir os mistérios de uma menina apelidada de “sem coração”, por conta de uma cicatriz na altura do peito. O filme é baseado no curta de mesmo nome lançado pela dupla em 2014. [Assista aqui!]
COMPETIÇÃO OFICIAL
Comandante, Edoardo De Angelis (Itália) – Filme de Abertura The Promised Land, Nikolaj Arcel (Dinamarca, Alemanha, Suécia) Dogman, Luc Besson (França) La Bête, Bertrand Bonello (França, Canadá) Hors-Saison, Stéphane Brizé (França) Enea, Pietro Castellitto (Itália) Maestro, Bradley Cooper (EUA) Priscilla, Sofia Coppola (EUA, Itália) Finally Dawn, Saverio Costanzo (Itália) Lubo, Giorgio Diritti (Itália) Origin, Ava DuVernay (EUA) The Killer, David Fincher (EUA) Memory, Michel Franco (México, EUA) Io Capitano, Matteo Garrone (Itália, Bélgica) Evil Does Not Exist, Ryûsuke Hamaguchi (Japão) The Green Border, Agnieszka Holland (Repùblica Tcheca, Polônia, Bélgica) The Theory of Everything, Timm Kröger (Alemanha, Aùstria, Suíça) Pobres Criaturas, Yorgos Lanthimos (Reino Unido) El Conde, Pablo Larrain (Chile) Ferrari, Michael Mann (EUA) Adagio, Stefano Sollima (Itália) Woman Of, Malgorzata Szumowska, Michał Englert (Polônia, Suécia) Holly, Fien Troch (Bélgica, Holanda, Luxemburgo, França)
MOSTRA ORIZZONTI
A Cielo Aperto, Mariana Arriaga, Santiago Arriaga (México, Espanha) El Paraiso, Enrico Maria Artale (Itália) Behind the Mountains, Mohamed Ben Attia (Tunísia, Bélgica, França, Arábia Saudita, Qatar) The Red Suitcase,Fidel Devkota (Nepal, Sri-Lanka) Tatami, Guy Native, Zar Amir Ebrahimi (Geórgia, EUA) Paradise is Burning, Mika Gustavson (Suécia, Itália, Dinamarca, Finlândia) The Featherweight, Robert Kolodny (EUA) Invelle, Simone Massi (Itália, Suíça) Hesitation Wound, Selman Nacar (Turquia, Espanha, Romênia, França) Sem Coração, Nara Normande, Tião (Brasil, França, Itália) Una Sterminata Domenica, Alain Parroni (Itália, Alemanha, Irlanda) City of Wind, Lkhagvadulam Purev-Ochir (França, Mongolia, Portugal, Holanda) Explanation for Everything, Gábor Reisz (Hungria, Eslovàquia) Gasoline Rainbow, Bill Ross, Turner Ross (EUA) En Attendant La Nuit, Céline Rouzet (França, Bélgica) Housekeeping for Beginners, Goran Stolevski (Macedônia, Polônia, Croácia, Sérvia, Kosovo) Shadow of Fire, Shinya Tsukamoto (Japão) Dormitory, Nehir Tuna (Turquia, Germany, França)
MOSTRA ORIZZONTI EXTRA
Bota Jonë, Luàna Barjami (Kosovo, França) Forever Forever, Anna Buryachkova (Ucrânia, Holanda) The Rescue, Daniela Goggi (Argentina, EUA) Day of the Fight, Jack Huston (EUA) In the Land of Saints and Sinners, Robert Lorenz (Irlanda) Felicità, Micaela Ramazzotti (Itália) Pet Shop Boys, Olmo Schnabel (Itália, Reino Unido, México) Stolen, Karan Tejpal (Índia) L’Homme D’Argille, Anaïs Tellene (França)
FORA DE COMPETIÇÃO – SERIES
D’argent et de sang (Episodes 1-12), Xavier Giannoli, Fredéric Planchon (França, Bélgica) I Know Your Soul (Episodes 1-2), criada por Jasmila Zbanic and Damir Ibrahimovic, dirigida por Alen Drjević e Nermin Hamzagic (Bosnia-Herzegovina)
FORA DE COMPETIÇÃO – NÃO-FICÇÃO
Amor, Virginia Eleuteri Serpieri (Itália, Lituânia) Frente A Guernica, (Uncut Version) Yervant Gianikian, Angela Ricci Lucchi (Itália) Hollywoodgate, Ibrahim Nash’at (Alemanha, EUA) Ryuichi Sakamoto — Opus, Neo Sora (Japão) Enzo Jannacci Vengo Anch’io, Giorgio Verdelli (Itália) Menus Plaisirs, Frederick Wiseman (França)
FORA DE COMPETIÇÃO – FICÇÃO
Society of the Snow, J.A. Bayona (Espanha, Uruguai, Chile) – Filme de Encerramento Coup de Chance, Woody Allen (França, Reino Unido) The Wonderful Story of Henry Sugar, Wes Anderson (EUA) The Penitent, Luca Barbareschi (Itália) L’Ordine Del Tempo, Liliana Cavani (Itália) Vivants, Alix Delaporte (França, Bélgica) Welcome to Paradise, Leonardo di Constanzo (Itália) DAAAAAALI!, Quentin Dupieux (França) The Caine Mutiny Court-Martial, William Friedkin (EUA) Making of, Cédric Kahn (França) Aggro Dr1ft, Harmony Korine (EUA) Hit Man, Richard Linklater (EUA) The Palace, Roman Polanski (Polônia, França) Snow Leopard, Pema Tseden (China)
Com as filmagens a todo vapor, ‘Shazam!’ ganha novas fotos dos bastidores que, mais uma vez, fazem referências a outros heróis da DC.
Dessa vez, uma das imagens vazadas mostra um local chamado “Treasure Time Toys” e que mostra uma prateleira cheia de brinquedos do Superman, Batman, Mulher-Maravilha e até da Arlequina. Confira:
Como o diretor David F. Sandbergjá havia previsto, vazou no Reddit uma imagem de Zachary Levivestido com o uniforme completo do herói. Com isso, o ator resolveu comentar em uma live no Instagram que o vazamento não estava sendo esperado pela produção:
“Pessoal, o que vocês acharam daquela foto do Shazam que vazou ontem? Foi doidera, aquilo não foi planejado, não foi nada planejado. Espero ter uma foto melhor para vocês verem muito em breve”
Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.
‘Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.
Parece que trazer o vilão Caveira Vermelha de volta era um desejo antigo dos roteiristas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, que também escreveram ‘Capitão América: O Primeiro Vingador’.
Como vimos no filme, o vilão foi banido para Vormir e acabou guiando a jornada de Thanos para conquistar a Joia da Alma. Sobre isso, o co-roteirista Christopher Markus contou, no bônus do blu-ray, que a cena já estava sendo planejada faz tempo dentro do MCU.
“Cinematograficamente, o Caveira foi o primeiro a ser obcecado com essas Joias do Infinito no MCU e claramente não morreu no fim de ‘O Primeiro Vingador’. A ideia de onde ele poderia ter ido era muito tentadora. Há papeis que se encaixam em qualquer lugar, como os de William Hurt e Benicio del Toro, e ele se encaixada perfeitamente neste momento”
A Marvel Studios está apostando alto na divulgação do lançamento de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em Home Video, e divulgou um trailer inédito.
Os discos virão com 2 horas de bônus com cenas deletadas, gag reel e muito mais.
Assista, com a cena pós-créditos:
Além disso, o filme teve três cenas deletadas divulgadas na internet, e um vídeo com os bastidores da cena da luta contra Thanos antes dos efeitos especiais serem adicionados.
Uma das cenas mostra uma conversa entre Thanos e Gamora, outra traz uma briga entre o Senhor das Estrelas e Drax e a terceira mostra Happy Hogan.
Confira:
Outro vídeo promocional do blu-ray também está circulando na internet. Nele, a Marvel explica exatamente qual o poder de cada uma das Joias do Infinito.
Destaque para a Joia da Alma, a pedra que menos apareceu no MCU até agora. No vídeo, seu poder é “controlar a vida e a morte”. Confira:
Joia do Espaço: Viajar através de qualquer dimensão.
Joia do Tempo: Ver o futuro, alterar o passado.
Joia da Realidade: Dobrar a realidade à sua vontade.
Joia do Poder: Destruir qualquer coisa em seu caminho.
Lançado pouco tempo antes da pandemia tomar o mundo, Sonic: O Filme superou diversas crises para estrear e agradar aos fãs, incluindo um esforço fora do comum para melhorar um visual amplamente criticado.
Mas, apesar de todas as polêmicas já conhecidas, o longa ainda esconde alguns segredos interessantes dos bastidores. Pensando nisso, o CinePOP selecionou dez curiosidades de Sonic: O Filme para você conhecer. Confira!
Sonic Feio
Programado para estrear no finalzinho de 2019, Sonic: O Filme passou por um grande redesign de emergência. Quando o primeiro pôster do filme foi lançado, os criadores do design clássico do Sonic nos videogames se pronunciaram sobre a aparência do personagem no filme e como aquele visual tinha ficado feio. Então, com o lançamento do primeiro trailer, os fãs enlouqueceram nas redes e promoveram um verdadeiro boicote. Com isso, em maio de 2019, o diretor afirmou que o Sonic seria refeito com um design mais fiel ao original. Assim, houve um atraso para que a equipe de CGI fizesse um trabalho em tempo recorde.
Terceira vez
Apesar do design tosco do Sonic, não foi a primeira vez que o estúdio se viu obrigado a refazer a aparência inteirinha de um personagem. A primeira vez foi em 2007, em Transformers. Na época, o visual do Megatron foi duramente criticado pelos fãs e acabou sendo refeito para ficar menos genérico. A segunda mudança foi no filme infantilMonster Trucks (2016), que conta a história de um alienígena que cria laços de amizade com um jovem após se esconder em seu caminhão monstro. O design do ETzão teve de ser completamente refeito, já que estava tão grotesco que aterrorizou a criançada nas exibições-teste.
Tartarugas Ninja
Para os executivos do estúdio, essa tentativa de deixar o visual do Sonic mais “adaptado” ao mundo real fazia bastante sentido. E eles já esperavam que isso incomodasse os fãs dos jogos, mas não o público geral. Isso porque, segundo um dos animadores do longa, eles passaram por algo parecido em As Tartarugas Ninja (2014), quando os fãs reclamaram da aparência dos quelônios adolescentes, e ainda assim tiveram uma boa resposta nas bilheterias. Infelizmente, para eles, o mesmo não se deu aqui.
Improviso
Grande chamariz do elenco humano, Jim Carrey disse que só topou participar do filme porque sua filha é uma grande fã do Sonic. Além disso, ele comentou que pouquíssimas falas do roteiro original foram usadas no corte final de seu personagem, já que a direção o incentivava a improvisar o máximo possível, dando total liberdade a ele para criar um Dr. Robotnik único e memorável. Houve cenas, inclusive, que o diretor apenas deu sua marcação do enquadramento e o deixou fazer o que quisesse, contanto que fosse legitimamente engraçado.
Sonho de infância
Reprodução: Rodin Eckenroth/Getty Images
Para interpretar o papel do Sonic, eles convocaram o ator e comediante Ben Schwartz, que se disse muito honrado em poder representar o ouriço nas telonas. Segundo ele, o papel foi um presente e uma grande honra, já que ele passou horas e horas de sua infância jogando os videogames do Sonic, e que poder trazer esse personagem à vida para uma nova geração era algo incrível. Além de dar voz ao personagem, Ben atuou com os pontinhos verdes no rosto para fazer a famosa “captura de movimentos”, cedendo algumas de suas expressões faciais para o ouriço velocista.
Aprovado
Quando Ben foi anunciado no papel, alguns fãs reclamaram porque queriam que a voz clássica dos videogames, Roger Craig Smith, fosse também a voz do Sonic nos cinemas. Nessa aí, porém, o estúdio foi irredutível e manteve Ben Schwartz no papel. No entanto, o próprio Roger conheceu Ben em 2019 e disse ter amado o trabalho do comediante no ouriço. E acabou que ele decidiu se aposentar do personagem em 2021, após mais de uma década à frente do Sonic. Ou seja, ele teria de ser trocado, caso tivesse sido chamado para fazer o ouriço nas telonas também.
Presente de aniversário
Esse filme foi uma grande celebração. Além de ter unido Ben Schwartz a seu personagem favorito dos videogames e ao seu herói de infância (Carrey), Sonic: O Filme acabou marcando uma data muito importante. Com o atraso em sua data de lançamento, o filme calhou de estrear na comemoração dos 60 anos da Sega, empresa responsável por sua criação nos games.
Material original
Apesar de contar uma história original, tendo muita liberdade criativa, o filme conquistou o fã trazendo elementos clássicos dos jogos que fidelizaram gerações, como a essência do protagonista, as viagens por meio das alianças e até mesmo a icônica trilha dos jogos foi incorporada à música tema do longa. Por conta disso, o compositor da trilha dos games, Masato Nakamura, foi creditado no filme.
Pisante
No filme, os icônicos tênis vermelhos do Sonic são dados de presente pela sua nova família na Terra. E se reparar direitinho, dá pra ver que ele tem uma lingueta da Puma. Isso porque foram inspirados no modelo Women’s Dare Mesh Sneakers. Então, após uma período de negociação, a Puma conseguiu lançar uma linha exclusiva toda baseada no Sonic e se juntaram com o Shoe Surgeon para criar réplicas fieis dos pisantes do personagem no mundo real.
Foi bem
Apesar de ter sofrido bastante com a pandemia, que fechou cinemas no mundo inteiro algumas semanas após seu lançamento, Sonic: O Filme foi bem nas críticas e bilheterias, arrecadando mais de 300 milhões de dólares ao redor do mundo, garantindo uma sequência, que estreou nos cinemas de todo o mundo em 2022.
Sebastian Stan pode até ter esse rostinho de bom moço, mas nem sempre ele interpreta o mocinho da história. E não, não estamos falando do Bucky de ‘Capitão América e o Soldado Invernal’, que foi de vilão a anti-herói a testemunha do novo herdeiro do escudo. Ator versátil e em alta dentre a garotada, entre um e outro trabalho para a Marvel ele se aventura em fazer filmes que o distancie de seu papel como Bucky Barnes, como podemos ver no novo suspense ‘Sharper – Uma Vida de Trapaças’, que chega a partir de hoje aos assinantes da Apple TV+.
Tudo começa com uma história de amor. Tom (Justice Smith) está tranquilamente trabalhando na sua livraria quando, certo dia, uma cliente entra casualmente, e esse encontro muda sua vida. Encantado por Sandra (Briana Middleton), os dois começam a se envolver romanticamente, e as afinidades entre ambos dá a entender que foram feitos um para o outro. Até que, certa noite, um homem bate enfurecidamente na porta da casa de Sandra: é seu irmão, que deve muito dinheiro à gente perigosa e sempre recorre à ela para saldar suas dívidas. Envergonhada, ela tenta se afastar da relação, mas Tom está disposto a lutar pelo romance deles, e se dispõe a pagar a dívida de U$350 mil dólares do rapaz. Mal sabia ele, porém, que aí teria início um sórdido capítulo de sua vida.
Com quase duas horas de duração, ‘Sharper – Uma Vida de Trapaças’ é construído em capítulos, no total de quatro, sendo que cada um é centrado em um personagem para, ao final, todas as partes se encaixarem dentro do intrincado roteiro de Brian Gatewood e de Alessandro Tanaka. Assim, o que inicialmente começa como uma história de amor envolvente, aos poucos vai se configurando em um suspense repleto de dúvidas e reviravoltas, desses em que nada é o que parece e tudo pode acontecer.
Para dar vida à produção, a Apple TV+ pôde contar com um elenco renomado, que, além dos nomes acima citados, inclui ainda Julianne Moore, Sebastian Stan e John Lithgow, o que ajuda a conferir credibilidade ao espectador. E o elenco não desaponta, entregando atuações condizentes com as atitudes dos personagens – que, por suas vezes, demonstram que o submundo das ambições e puxadas de tapete da alta sociedade nova iorquina é bem mais passional do que imaginamos. Benjamin Caron tem uma direção segura de seu projeto; ainda que por vezes alguns ângulos não favoreçam a oscarizada Julianne Moore, no geral as tomadas ajudam a construir o clima de suspense crescente à medida que a índole dos personagens vai sendo apresentada, mostrando, inclusive, o contraste entre o cenário amontoado da livraria em oposição ao espaço clean da mansão da high society.
Bem construído, ‘Sharper – Uma Vida de Trapaças’ é um filme cheio de reviravoltas que entrega mais do que se espera de sua sinopse. Seja pelo bom elenco, seja pela boa construção narrativa, é um suspense que fisga a gente e vale ser assistido na Apple TV+.
Dentre as seis Joias do Infinito, apenas uma Thanos adquiriu fora das telas. Antes dos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, o personagem devastou o planeta alienígena de Xandar para capturar a Joia do Poder.
Partindo dessa ideia, um dos fãs da franquia acredita não apenas que essa cena irá aparecer em ‘Ultimato’, como também será de suma importância para os heróis derrotarem o Titã de uma vez por todas.
Originalmente compartilhado pelo usuário w2amit, a teoria acredita que os estúdios Marvel resolveram mudar a cor de seu logo original ao buscar referências da própria Joia do Poder. E com a teoria significando que essa pedra será a ruína de Thanos, é possível que os Vingadores remanescentes tenham que voltar no passado para reaver o objeto.
A Joia em questão apareceu pela primeira vez em ‘Guardiões da Galáxia’, e então foi transferido para as mãos da Nova Corps em Xandar, no final do longa. E pensando na cronologia do cânone Marvel, o primeiro filme da franquia se passou mais ou menos em 2014. Sabemos que Thanos aguardou até a morte de Odin (Anthony Hopkins) para começar a coletar as Joias do Infinito – e então chegamos em 2017.
Isso dá aos Vingadores uma janela considerável para voltar no tempo, ao momento em que sabem que a pedra foi roubada. Claro, depois de chegarem a Xandar, a história não passa de novas especulações. E já que não sabemos absolutamente nada de certeiro sobre o plot, qualquer coisa é possível.
Na semana passada, ‘American Horror Story’ voltou para sua nona e promissora temporada, prometendo resgatar os bizarros e propositalmente chocantes elementos que transformaram a antologia em um clássico instantâneo. E, ainda que o primeiro episódio tenha se discorrido entre altos e baixos, conseguiu refletir o comprometimento de Ryan Murphy e Brad Falchuk em recuperar um brilho narrativo outrora perdido – eventualmente satisfazendo aquilo pelo que todos clamavam há alguns anos. Agora, com a exibição do segundo capítulo, percebemos que a subtitulada ‘1984’ tem um imenso potencial se transformar em uma das melhores (senão a melhor) das iterações dessa série, mesmo que os conhecidos nomes desse panteão sobrenatural não tenham marcado presença.
Se ‘Camp Redwood’ serviu como um interessante, porém comedido prólogo para essa sinistra aventura, ‘Mr. Jingles’ mergulha num frenético ritmo que não se acua em nenhum momento – transformando os pouco mais de 40 minutos em um show de horrores drenado diretamente de qualquer filme slasher que você consiga pensar. Como se não bastasse, o diretor John J. Gray imprime uma identidade ao mesmo tempo familiar e inédita para as obrigatórias afetações cênicas tão característica da sombria mente de Murphy, contribuindo para que nenhuma das cenas represente um excesso estético ou perturbador, mas contribua para que compreendamos o tenso pano de fundo que fica mais crível e mais mortal.
Seguindo os passos da iteração predecessora, o novo episódio também se inicia com um prólogo, desta vez delineando a primeira vítima do serial killer que empresta seu nome ao título (interpretado pelo irreconhecível John Carroll Lynch em mais um de seus icônicos papéis). Já por aqui, temos noção de sua perturbada mentalidade e da perturbada personalidade que o fez cometer crimes hediondos, como realizar um massacre no acampamento Redwood antes de ser internado num manicômio; agora, ele está solto e retorna para o suposto porto-seguro em busca de vingança, provavelmente para terminar o trabalho não finalizado com a calculista e religiosa Margaret Booth (Leslie Grossman).
Entretanto, não é o conhecido caminho sanguinolento trilhado pelo antagonista que nos chama a atenção, e sim que ele tem completa ciência do que faz e do porquê faz. Diferente de Michael Myers ou Jason Vorhees, Mr. Jingles, cujo inocente e quase cômico apelido serve apenas para reafirmar sua cruel existência no mundo, transcende nossas expectativas com diálogos irônicos que não só tangenciam, mas invade o escopo de um sarcasmo psicótico que não vai parar por nada. E, conforme a trama se torna mais intrincada, percebemos que ele pode ter uma backstory mais complicada do que imaginaríamos.
Porém, o grupo de jovens que ofereceu seus serviços como monitores daquele verão não tem apenas ele com quem se preocupar: um outro “incompreendido” assassino está à solta, dessa vez atendendo pelo nome de Richard Ramirez (Zach Villa), que consegue de alguma forma inexplicável rastrear sua vítima Brooke (Emma Roberts) e fazê-la reviver seu pesadelo mais uma vez. Todavia – e aqui jaz a primeira virada do roteiro -, Richard cruza caminho com Margaret e demonstra um lado vulnerável, enquanto a supervisora do acampamento delineia uma gritante e problemática índole que deve ser principal tema das semanas seguintes.
Murphy e Falchuk cedem o lugar de roteiristas para o conhecido colaborador Tim Minear, que também não pensa duas vezes antes de nos engolfar em um constante bombardeio de reviravoltas. Em uma análise individual – ou seja, nos contentando com a análise do episódio em si -, Minear brinca de forma sagaz com o que lhe é entregue e também com toda sua bagagem das famosas produções de época que até hoje servem de referência para artistas contemporâneos. De modo convincente, ele adiciona uma camada literalmente fantasmagórica ao permitir que as vítimas de Jingles voltassem à vida em busca de fechar suas pendências; afinal, se pensarmos de uma perspectiva espiritualista, seu tempo no mundo terreno chegou ao fim de forma abrupta e os deixou vagando sem rumo por aí, presos em um eterno presente (como os personagens de ‘Hotel’).
Para além disso, o roteiro também aproveita certas nuances para premeditar outros twists – ainda não confirmados, é claro, mas tomados por um foreshadowing chocante. Ao que tudo indica, Margaret, além de ter sido a única sobrevivente das ações condenáveis do serial killer, pode estar escondendo segredos que revelem suas reais intenções em reabrir Redwood – e que podem estar mascaradas por sua performance como a perfeita católica.
Se Grossman rouba a atenção, ela não está sozinha: Billie Lourd aparenta ter se livrado completamente de suas amarras anteriores, que a restringiam a atuações blasé e sem qualquer desenvolvimento catártico, para se render à tragicômica Montana Duke. Roberts, apesar de ofuscada em seu crescente vitimismo que de certa forma nos relembra Sarah Paulson em ‘Cult’, aproveita o espaço para oferecer relances explicativos sobre seu arco traumático e obscuro, por assim dizer.
‘American Horror Story: 1984’ voltou a nos conquistar mais uma vez em uma deliciosa e inteligente narrativa que, assim como sua temporada de estreia, se vale de saudosismos clássicos sem se respaldar por completo na nostalgia pura. É certo dizer que talvez Minear tenha abusado demais de um ritmo incontrolável, roubando dinamismo dos próximos capítulos; mas teremos que esperar para ver – e o futuro do show parece mais radiante do que nunca.
Criada por Álex Pina, a série inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.
O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.
O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor),Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso(Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).
Depois de anunciar que “Levitating” ganharia um remix ao lado das lendárias cantoras e compositoras Madonna e Missy Elliott, Dua Lipa revelou que seu aclamado álbum de ‘Future Nostalgia’ seria relançado com diversas colaborações.
Além disso, rumores afirmam que o novo álbum terá quatro novas faixas: “Never Ending”, “Love Me Better”, “Disco Goes On” e “If It Ain’t Me”.
O álbum original, foi lançado em 27 de março, tornou-se um dos mais bem recebidos do ano, conquistando a pontuação 88/100 no agregador de reviews Metacritic.
‘Future Nostalgia’ é composto por 11 faixas e também inclui as músicas promocionais “Physical” e “Don’t Start Now”.
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