O canal ABC liberou a eletrizante prévia para o episódio da próxima semana de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘.
Assista:
O canal ABC liberou a eletrizante prévia para o episódio da próxima semana de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘.
Assista:
Liberada a prévia do novo episódio de ‘Midnight, Texas‘, TV Show assinado por Charlaine Harris, autora dos livros que inspiraram a aclamada ‘True Blood‘.
Confira:
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, organizadora do Oscar, repudiou Harvey Weinstein após várias denúncias de abuso sexual.
“A Academia considera repugnante, abominável e antiética a conduta descrita nas alegações contra Harvey Weinstein, perante os elevados padrões que a Academia e a comunidade criativa representam. Realizaremos uma reunião especial no sábado, dia 14 de outubro, para discutir as alegações contra Weinstein e quaisquer ações a serem tomadas pela Academia”, afirma.
Ele também deve ser expulso do PGA, o Sindicato dos Produtores de Hollywood.
Mais de 10 atrizes vieram à público denunciá-lo por avanços sexuais…
As últimas foram as vencedoras do Oscar, Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow. Em uma matéria feita pelo jornal The New York Times, nesta terça-feira (10), as atrizes revelaram casos similares à série de outros assédios relatados por ex-funcionárias da The Weinstein Company, bem como pelas atrizes Ashley Judd e Rose McGowan.
Na época com 22 anos, Paltrow revelou que acabara de ter sido escalada para o filme ‘Emma’, produzido por Harvey Weinstein.
Na ocasião do assédio, o produtor a convidou para o hotel onde estava hospedado, para o que seria uma “reunião de negócios”. Lá, ele teria tentado massageá-la e havia a convidado para o seu quarto. A atriz afirmou que recusou as investidas do empresário, relatando o ocorrido para Brad Pitt, seu namorado naquele período. Na época, o ator confrontou Weinstein sobre o ocorrido. O representante do astro confirmou o fato ao jornal.
Sobre o assédio, Paltrow afirmou:
“Eu era uma criança, havia acabado de fechar o contrato para o filme, fiquei apavorada. […] Nós chegamos a um determinado momento em que as mulheres precisam mandar uma mensagem clara e objetiva de que isso acabou e não pode se repetir. Esse jeito de tratar as mulheres acaba agora!”
Futuramente, Paltrow acabou trabalhando novamente com a The Weinstein Company em ‘Shakespeare Apaixonado’, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz em 1999.
Jolie também compartilhou sua história em um e-mail enviado para à publicação. Em seu relato, ela revela um caso semelhante aos demais, ocorrido durante o lançamento de ‘Corações Apaixonados’, em 1998.
Segundo a atriz, ela teria se encontrado com ele em um quarto de hotel e Weinstein teria feito investidas, que foram rejeitadas.
“Eu tive uma péssima experiência com Harvey quando ainda era jovem e por isso eu decidi nunca mais trabalhar com ele e fiz questão de avisar aqueles que trabalharam futuramente. Este tipo de comportamento com mulheres, independente de qual seja a área profissional e o país, é absolutamente inaceitável”.
Devido às inúmeras acusações de assédio, Harvey Weinstein foi demitido de sua própria empresa. Leia abaixo a nota divulgada da diretoria.
“Devido a novas informações sobre a má conduta de Harvey Weisntein que surgiram nos últimos dias, os diretores da Weinstein Company determinaram, e informaram Harvey Weinstein, que seu contrato com a The Weinstein Company está terminado, efetivo imediato.”
Harvey Weinstein foi quem levou consecutivamente a musa Jennifer Lawrence ao Oscar e os filmes de David O. Russell. Seu lobby era forte e ele sabia vender um filme como poucos.
‘Godzilla II: Rei dos Monstros’, sequência direta de ‘Godzilla’, de 2014, teve seu trailer da Comic-Con divulgado em sua versão DUBLADA.
Assista:
No fim de semana, o site Discussing Film revelou ter conhecimento do conteúdo da cena pós-créditos do filme. Assim como aconteceu em ‘Kong: A Ilha da Caveira’, a cena deve preparar terreno para o próximo filme da franquia.
Segundo o site, a cena dará destaque ao misterioso personagem vivido por Charles Dance (‘Game of Thrones’), que será responsável por “apresentar” ‘Godzilla vs Kong’. O ator interpretará um terrorista que lidera uma operação no mercado negro que envolve contrabando/distribuição de recursos fornecidos pelos monstros.

Na sequência do sucesso mundial de “Godzilla”, de 2014, e “Kong: A Ilha da Caveira”, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.
A Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio de 2019.
‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020
Frances McDormand, Sally Hawkins, Millie Bobby Brown e Vera Farmiga estão no elenco.
Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]



‘Pokémon: Detetive Pikachu‘ ganhou um novo trailer dublado e um cartaz sensacional.
Confira:

De acordo com o ComicBook, a Warner Bros. já começou a desenvolver a sequência do aguardado ‘Pokémon: Detetive Pikachu‘ antes mesmo de sua estreia. O site afirma que Oren Uziel (‘Anjos da Lei 2‘) foi contratado para escrever o roteiro.
O primeiro trailer do longa surpreendeu com a boa recepção do público ao se tornar um dos mais assistidos de 2018 – com mais de 60 milhões de visualizações –, o que explica a confiança do estúdio.
O filme foi dirigido por Rob Letterman, que coescreveu o roteiro com Nicole Perlman.
“Harry Goodman desaparece misteriosamente, e isso leva seu filho de 21 anos, Tim, a ter que descobrir o que aconteceu. Entra na investigação também o antigo parceiro de Harry, o Detetive Pikachu – um super-investigador hilário, muito fofo e que faz a gente morrer de rir. Ele é um quebra-cabeças até para si mesmo!
Ao descobrir que conseguem se comunicar entre eles, Tim e Pikachu se tornam parceiros relutantes numa jornada arrepiante para desvendar o intrincado enigma. Ao seguirem pistas pelas ruas neons de Ryme City – uma moderna cidade onde humanos e pokémons vivem em harmonia em um mundo hiper realista na versão live action -, os dois encontram uma diversidade de pokémons pelo caminho, e acabam descobrindo uma terrível ameaça que pode destruir a harmonia com que esses dois povos vivem e pode até mesmo destruir por completo o universo Pokémon!”
Ryan Reynolds dublará o personagem-título. Justice Smith, Kathryn Newton, Karan Soni e Ken Watanabe completam o elenco.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de maio.
Ryan Reynolds escapou por pouco de um grave acidente durante a CCXP, quando a barra de contenção caiu e quase atingiu as pernas do ator.
Reynolds saiu ileso e pulou de volta para se certificar de que as pessoas que caíram estavam bem também.
Em entrevista ao ET, Reynolds falou pela primeira vez sobre o acidente e disse que estava mais preocupado com os fãs presentes do que com possíveis ferimentos nele mesmo.
“Bem, a barra de contenção entrou em colapso… acho que parecia pior do que era. Tudo o que me preocupava eram as pessoas – o que você poderia dizer é que elas estavam caindo, eu pensava: Será que elas vão ficar bem? Então eu pulei para fora. Mas estava, sim, todo mundo estava bem.”
Reynolds disse que ele fez a única coisa que sua esposa Blake Lively disse para ele fazer.
“Blake me disse que meu único trabalho é voltar para casa inteiro”, brincou.
Uma fã que esteve presente na CCXP conseguiu gravar o exato momento em que Ryan Reynolds escapa por pouco do acidente:
To aqui na CCXP VENDO O RYAN REYNOLDS DAI O PALCO CAI EM CIMA DELE MANOOO pic.twitter.com/bmjfQ9U2OR
— Juliana Cunha (@jucunha85) 7 de dezembro de 2019
Algumas pessoas ficaram caídas no chão, mas parece que foi apenas um susto e ninguém saiu ferido do tumulto. Depois disso, o astro voltou a posar para as fotos e conversar com o público.
Reynolds participava do evento para divulgar seu próxima longa, ‘Esquadrão 6‘, que estreia na Netflix em 13 de dezembro.
Assista ao trailer:
‘Esquadrão 6′ será a produção mais ambiciosa da história do serviço de streaming. As informações foram reveladas hoje pelo The Hollywood Reporter.
O site afirma que a Netflix desembolsou US$ 30 milhões de cachê para convencer o astro Ryan Reynolds estrelar a produção.
O orçamento do blockbuster ficou na casa dos US$ 170 milhões.
Reynolds é o protagonista do longa, que conta a história de seis bilionários que, por alguma razão ainda não revelada, decidem forjar suas mortes e formar um grupo de elite para combater bandidos.
O filme ainda conta com Rhett Reese e Paul Wernick como os roteiristas. A dupla já trabalhou com Reynolds nos dois filmes da franquia de ‘Deadpool‘.
Mélanie Laurent e Payman Maadi completam o elenco.
O novo filme da franquia ‘Atividade Paranormal’ ganhou data de estreia nos cinemas nacionais.
A Paramount Pictures agendou o lançamento do novo longa – ainda sem título definido – para o dia 18 de março de 2021.
Christopher Landon foi contratado para assinar o roteiro. Landon não é um estranho à franquia, visto que ficou responsável pelas histórias da segunda e da quinta iterações.
Vale lembrar que já se passaram seis anos desde o lançamento do capítulo anterior, ‘Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma‘, que fracassou nas bilheterias.
Detalhes sobre o enredo do filme ou os cineastas por trás do empreendimento não foram revelados, mas a Paramount Pictures contratou o conceituado produtor Jason Blum – dono da Blumhouse – para desenvolver a sétima sequência.
“Nós estamos nos unindo com o grande produtor de terror, Jason Blum, para trazer um novo capítulo de ‘Atividade Paranormal’“, afirmou o presidente e CEO do estúdio, Jim Gianopulos
Mais novidades devem surgir em breve.
Enquanto os grandes blockbusters de Hollywood tiveram que pausar suas produções por causa da devastadora pandemia de coronavírus, um gênero viu no distanciamento social uma oportunidade para ser criativo: o terror independente. Diversos filmes do gênero foram gravados durante o período de quarentena, e ‘Cuidado com Quem Chama – Host‘, que segue a mesma fórmula que o bem-sucedido ‘Amizade Desfeita‘, destaca-se entre os demais por usar de forma inteligente os seus limitados recursos.
O filme foi lançado no Brasil pela Netflix e já é considerado um fenômeno.
A trama é simples: seis amigos se reúnem em uma chamada de vídeo para fazer uma sessão espírita com a ajuda de uma especialista, mas as coisas começam a dar errado e se tornam um pesadelo quando eles percebem que não estão mais sozinhos em suas casas…

O que torna esse terror tão eficiente é o fato dos personagens estarem vivendo exatamente o mesmo que nós, os espectadores. Assim como eles, nós também estamos em quarentena, recorrendo a vídeo-chamada e outros recursos na internet para mantermos contato com os nossos amigos. E os atores fazem um bom trabalho em manter uma interação natural, possivelmente espontânea, que nos faz acreditar que eles são mesmo um grupo que se conhece.
Apesar do roteiro não ter aproveitado ao máximo os recursos disponíveis – ‘Amizade Desfeita‘, por exemplo, explorou bem mais os elementos desse formato –, há alguns momentos inspirados, como a cena sinistra envolvendo um certo filtro. Em geral, as cenas assustadoras são eficientes, apesar de não trazerem nada de novo ao gênero. O longa faz um bom uso de jumpscares e a tensão progressiva da história ajuda na formação de uma atmosfera bem construída.

Vale destacar que esse não é um filme para quem estiver esperando por explicações ou grandes reviravoltas. Não há muita exposição sobre o que está acontecendo, apenas algumas sugestões. Nesse sentido, a medium que dá início à sessão espírita poderia ter sido melhor aproveitada na trama, mas esse é um filme curto (menos de uma hora de duração), que não perde tempo em aprofundamento. Obviamente, isso não afeta o desenvolvimento da história, mas irá frustrar quem estiver esperando algo a mais.
Em geral, ‘Cuidado com Quem Chama‘ é um filme que traz um conceito simples e bem executado, que incorpora elementos do nosso cotidiano atual para tornar o terror acontecendo na tela ainda mais relacionável para os espectadores, que facilmente podem se sentir no lugar dos personagens no isolamento de suas próprias casas. Vale a pena conferir essa produção, especialmente se você estiver sozinho em casa e de luzes apagadas…
O trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ quebrou TODOS os recordes e se tornou o mais visto de toda a história no período de 24 horas. O vídeo teve 355,5 milhões de visualizações em apenas 24 horas.
O recorde anterior era do trailer de ‘Vingadores: Ultimato‘, com 289 milhões de visualizações ao longo de seu primeiro dia online.
Nas redes sociais, os diretores Joe e Anthony Russo parabenizaram Tom Holland pelo recorde:
“Está mais para trazendo o recorde para casa. Você está arrasando Tom Holland”, eles postaram.
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.
Através do Instagram, a Universal Pictures compartilhou uma nova imagem de ‘Back to Black‘, cinebiografia que contará a história da cantora Amy Winehouse.
Na publicação, o estúdio também anuncia que o longa chegará aos cinemas em 25 de abril em vez de 09 de maio, data agendada anteriormente.
Estrelada por Marisa Abela e dirigida por Sam Taylor-Johnson, “‘Back to Black‘ focará no extraordinário gênio, criatividade e honestidade de Amy, que permearam tudo o que ela fez. Uma jornada que a levou da loucura e das cores da Camden High Street dos anos 90 à adoração global – e de volta, Back to Black atravessa o espelho da celebridade para observar essa jornada de trás do espelho, para ver o que Amy viu, sentir o que ela sentiu.”
Confira a imagem, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:
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O roteiro foi escrito por Matt Greenhalgh, que trabalhou em ‘O Garoto de Liverpool‘ e em ‘Controle: A História de Ian Curtis‘ (2007).
O título é uma referência ao álbum homônimo que a cantora lançou em 2006 com hits como ‘Rehab’, ‘You Know I’m No Good’ e a faixa título.


A segunda temporada de ‘Wandinha‘, série da Netflix, teve suas filmagens encerradas e ganhou sua primeira foto.
A produção, estrelada por Jenna Ortega, fez grande sucesso em sua primeira temporada e gerou muitas expectativas para a continuação da trama.
Confira:

Para anunciar o fim das filmagens, a equipe criativa divulgou uma mensagem da própria Wandinha:
“Aos meus sombrios companheiros, ofereço meus agradecimentos pelas horas de sangue e iluminação sinistra investidas na produção deste trabalho. Se eu tivesse a capacidade de sentir calor, talvez até chamasse isso de prazer. Mas vamos evitar levar isso tão adiante. Eternamente grata, Wandinha Addams.”
Wednesday S2 filming has officially wrapped pic.twitter.com/oybHfI5VLL
— Ortegas Hub (@ortegashub) November 29, 2024
Ainda sem data de estreia, a próxima temporada de ‘Wandinha‘ contará com vários nomes inéditos, incluindo Christopher Lloyd, Steve Buscemi, Thandiwe Newton, Joanna Lumley, Haley Joel Osment, Heather Matarazzo e Billie Piper.
A segunda temporada também dará mais destaque aos pais de Wandinha, Mortícia (Catherine Zeta-Jones) e Gomez (Luis Guzmán), que se tornarão personagens regulares da série.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
‘Passageiro do Mal‘ (Passenger), novo terror do diretor André Øvredal (‘A Autópsia’), teve sua data de estreia nos cinemas nacionais divulgada pela Paramount Pictures.
O terror está programado para estrear no Brasil no dia 28 de maio.
Na trama, jovem casal está viajando de carro quando testemunha um terrível acidente que deixa o motorista morto. A partir desse momento, eles começam a ser perseguidos por uma entidade demoníaca da qual é impossível escapar.
Melissa Leo (‘O Vencedor’), Jacob Scipio (‘Bad Boys para Sempre’) e Lou Llobell (‘Fundação’) estrelam a produção.
Conhecido pelos fãs do gênero, Øvredal já comandou ‘O Caçador de Troll‘, ‘A Autópsia‘, ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘ e ‘Drácula – A Última Viagem do Demeter‘.
Zachary Donohue e T.W. Burgess são responsáveis pelo roteiro.
Gary Dauberman (‘A Hora do Vampiro’) servirá como produtor.
O longa é produzido pela 18hz Productions, companhia de Walter Hamada. Ele recentemente fechou um contrato com a Paramount Pictures , após ter deixado a Warner Bros, para a produção exclusiva de filmes de terror de médio orçamento.
Seus outros projetos com o estúdio também incluem ‘Primate‘ e ‘Familiar‘.
Novas informações devem ser divulgadas em breve.
Não adianta, conforme o fluxo constante de novos títulos chegando aos catálogos dos streamings mensalmente sempre vão ter filmes que vamos gostar e outros que vamos odiar! Cada filme chega de forma diferente pra cada pessoa mas tem projetos que são quase unanimidade de pessoas que amam ou odeiam. Pensando nesse recorte, e de maneira bem pessoal, segue abaixo uma lista com 10 Filmes MUITO Ruins Vistos na Netflix:
O mais do mesmo com tiro, porrada e bomba. Buscando uma rasa contextualização dentro de uma famosa zona conturbada mas que abriga uma das maiores reservas de petróleo no mundo, o novo filme de ação Projeto Extração, que reúne dois astros de duas gerações dos filmes de ação, Jackie Chan e John Cena, é um festival de cenas de ação e diálogos puxados para o tragicômico onde a trama fica em segundo plano, deixando pouco espaço para mais profundidade nas subtramas. Além de tudo, o filme é aquele famoso projeto onde deduzimos rapidamente seu meio e fim, se tornando um dos títulos mais previsíveis lançados pela Netflix em 2023.
O projeto, que é um remake do filme mexicano Nosotros los Nobles, conta a história do milionário Francis (Gérard Jugnot) um velhinho gente boa que mora em uma mansão luxuosa em Mônaco junto com seus três filhos, os mimados Stella (Camille Lou), Alexandre (Louka Meliava) e Philippe (Artus). Ao perceber que os filhos não vão trabalhar e viver do dinheiro que ele ganha pra sempre, resolve bolar um plano onde finge que faliu e assim obriga os filhos a se mudarem com ele para uma casa mais humilde em Marselha onde todos terão que trabalhar para se sustentarem.
Nessa trama polonesa, acompanhamos um experiente militar que após uma expedição que deixa um trauma descobre que mentes perigosas desenvolveram uma máquina que transforma qualquer um em perigosas pessoas.
A sonolenta falta de criatividade de querer fazer rir o tempo todo. Produzido por Adam Sandler e dirigido por Tyler Spindel essa nova comédia disponível no catálogo da Netflix tem a pretensão de querer fazer rir o tempo todo se tornando uma fórmula de exageros, piadas nada engraçadas, situações constrangedoras totalmente fora da realidade, transformando a narrativa, que busca seu alicerce em conflitos familiares oriundos de uma suspeita, em uma desenfreada estrada rumo ao absurdo. Meus Sogros tão pro Crime é o suprassumo da falta de criatividade.
Chegou na Netflix tempos atrás o até então aguardado longa-metragem que traz como protagonistas três nomes bastante conhecidos do cenário hollywoodiano contemporâneo, The Rock (Dwayne Johnson), Ryan Reynolds e Gal Gadot. Com grande divulgação, até com exibição de duas semanas em algumas selecionadas salas de cinema nas principais capitais brasileiras, esse longa-metragem é um filme de consumo rápido, fácil e instantaneamente esquecível assim que os créditos sobem. O roteiro tem muitos problemas, buscando suas ações dentro dos conflitos os personagens ficam perdidos em diálogos rasos, trajetória batida e jogados em uma piscina enorme de clichês.
Quando a narrativa não chega a lugar algum. Chegou ao catálogo da Netflix nas últimas semanas um filme belga que é uma verdadeira confusão quando pensamos em narrativa, com um roteiro cheio de falhas, até mesmo sem sentido. Dirigido por Steffen Geypens, somos convidados a conhecer a abrupta mudança de personalidade de um viciado em redes sociais, um influencer de quase 200.000 seguidores, que parece lutar para não lembrar de situações do passado. Com um esforço, pode refletir sobre traumas e gatilhos mesmo tudo sendo embaralhado de uma forma decepcionante.
Na trama, conhecemos Jonas (Philip Froissant) um jovem atormentado por sequentes tragédias em sua vida que o faz morar com seu avô que teve pouquíssimo contato durante toda sua vida onde nasceu, uma ilha pertencente a Alemanha. Ele sempre conta com a ajuda da amiga Nina (Mercedes Müller). Certo dia, após alguns meses das mencionadas tragédias que se seguiram em sua vida, chega à escola a nova professora de alemão Helena (Alice Dwyer), uma mulher misteriosa que em pouco tempo na ilha já se relaciona com Jonas e apresenta misteriosos olhares que escondem segredos sobre seu passado.
Army of the Dead: Invasão em Las Vegas
Na trama, conhecemos Scott (Dave Bautista) um homem amargurado por marcas pesadas de um passado recente onde perdera tudo após a contaminação Zumbi em Las Vegas. Certo dia, ele agora trabalhando fritando hambúrgueres em uma lanchonete com pouco movimento, recebe o convite de um influente homem para resgatar cerca de 200 milhões de dólares que estão escondidos embaixo de um hotel no meio do caos que se tornou o centro de Las Vegas (que está isolado pelo governo norte-americano e prestes a ser detonado). Sem ter nada a perder, Scott topa a missão e recruta conhecidos para se juntarem a ele nessa jornada de muito sangue, surpresas e milhares de zumbis.
Um Amor, Mil Casamentos
Algumas reviravoltas que matam a experiência do espectador. Um Amor, Mil Casamentos, novo filme no catálogo da Netflix nesses tempos de pandemia tanta causar riso adotando a fórmula de Morte no Funeral (o original principalmente) mas que se perde totalmente após uma inusitada rebobinada que joga fora toda o primeiro arco. A partir daí tudo se desmonta e contamos os minutos acabarem lentamente como um grande sofrimento que nossos olhos estão sendo testemunhas. Dirigido pelo cineasta britânico Dean Craig (roteirista de Morte no Funeral), o filme bate na tecla da repetição e dos clichês se tornando mais um filme esquecível.
Na trama, conhecemos a história de Katrina (Carmen Ejogo), uma mulher que está de mudança para algum lugar e dirige durante quilômetros tendo a bordo de seu carro somente sua filha pequena. Quando fura o pneu em uma estrada isolada de população, sua filha acaba sendo picada por uma cobra cascavel que aparece no meio do deserto lugar onde estão. Desesperada e sem saber o que fazer, ela olha para o lado e enxerga um trailer onde lá dentro, uma senhora bastante esquisita, diz que salvará a menina mas que ela seria procurada para dar uma outra vida em troca. Assim, Katrina embarca em um universo do achismo e loucura e fará tudo que precisa para proteger sua família.
Pois é, caro leitor, chegou aquela época do ano que deixa todos os cinéfilos em polvorosa. Ontem, foram anunciados os candidatos para a disputa ao maior prêmio do cinema – digam os haters o que quiserem (a maioria diz que não liga, mas não consegue se controlar). E como todo ano, com o anúncio chegam também as surpresas, positivas ou negativas. Atores, diretores e filmes que adoramos esquecidos, e outros que ninguém contava surgindo das cinzas. É assim mesmo. Leonardo DiCaprio que o diga. Pensando justamente nisso, criamos esta lista com os maiores esnobados e também as maiores surpresas entre os indicados desta esta nova edição do Oscar. Comente se concorda e diga quais foram em sua opinião os maiores esquecidos e as melhores surpresas. Confira a lista completa com as indicações ao Oscar 2017.

Não tem como começar a lista de outra forma. Não existe um cinéfilo sequer que não esteja levantando esta bandeira em solidariedade à talentosa atriz, cinco vezes indicada ao Oscar e sem vitória ainda. Este ano, Adams esteve em dois filmes com prestígio de prêmios: Animais Noturnos e A Chegada. Foi o segundo, no entanto, que vinha emplacando a atriz. A surpresa veio com o anúncio dos indicados do Oscar sem a presença da atriz. Já tem quem a compare com Leonardo DiCaprio, um dos maiores injustiçados em anos recentes. Confira nossas críticas de A Chegada e Animais Noturnos.

A esta altura comentar sobre Streep e o Oscar é chover no molhado. Com a nova indicação este ano, este verdadeiro monstro sagrado do cinema completa a sua vigésima no total, entrando para a história como a artista (entre homens e mulheres) que mais foi lembrada pelos prêmios da Academia. O que chama atenção, porém, é o filme estrelado pela atriz, Florence: Quem é Essa Mulher?, que muitos acreditam não merecer tamanha celebração. Em tempo, não foi Streep quem tirou a vaga de Amy Adams, já que sua indicação era praticamente garantida, e sim Ruth Negga, num trabalho igualmente poderoso em Loving.

O que aconteceu com Martin Scorsese este ano? Um dos mais emblemáticos diretores de nosso tempo, e garantido de figurar na maioria das premiações tamanho é seu prestígio, Scorsese foi solenemente esquecido este ano e seu novo trabalho, Silêncio, que tem toda cara de Oscar, recebeu apenas uma indicação, na categoria de melhor fotografia para o mexicano Rodrigo Pietro. O motivo parece ter sido o lançamento atrasado do longa, para a avaliação dos votantes.

Um dos atores mais malditos do cinema, Mel Gibson foi excluído de Hollywood devido ao comportamento na vida pessoal. Mais de uma década depois, e o ator/diretor finalmente retorna agraciado pela indústria norte-americana. Foram 6 indicações para seu drama de guerra Até o Último Homem (incluindo melhor filme e diretor para Gibson), colocando o longa como o terceiro mais indicado neste ano, junto com um dos favoritos Manchester à Beira Mar. Já estava mais do que na hora do retorno do incorreto artista. Deus, como precisamos!

Bem, a Academia ainda não estava preparada. Se o filme do super-herói debochado emplacou com a imprensa estrangeira no Globo de Ouro, aonde recebeu indicações de melhor filme e ator para Ryan Reynolds, o Oscar demonstra que ainda é sério demais para isso. Bem, Deadpool é diversão pura e embora fosse exagero acreditar que poderia receber indicações nas mesmas categorias que o Globo de Ouro, sua falta foi sentida nas categorias técnicas do Oscar, como montagem, por exemplo.

Isso ainda vai dar briga. Enquanto Deadpool, o filme de herói mais elogiado do ano, saiu de mãos abanando das indicações ao Oscar, Esquadrão Suicida, o filme do gênero menos apreciado – ao lado de BVS, recebeu indicação de melhor maquiagem. O mais legal é que o filme agora ganhou o título de “indicado ao Oscar”. E o mundo nunca mais será o mesmo. Confira nossa crítica de Esquadrão Suicida.

A musa francesa Isabelle Huppert tem quase cinco décadas de carreira e trabalhos excepcionais como atriz. No entanto, por ter trabalhado pouco no mercado norte-americano, nunca havia sido lembrada para uma indicação. O reconhecimento finalmente chega com sua forte atuação no suspense dramático Elle, de Paul Verhoeven. A atriz vinha emplacando em muitas premiações, mas seu destino no Oscar era incerto. Sua indicação foi uma das mais gratas surpresas deste ano. E a vitória seria ainda melhor.

O veterano Michael Keaton não teve a mesma sorte de Isabelle Huppert. Renovado para o mundo, após seu brilhante trabalho em Birdman, Keaton voltou à crista da onda e ano passado esteve no segundo vencedor do Oscar consecutivo com Spotlight: Segredos Revelados. Este ano, muitos vinham enaltecendo o trabalho do ator em Fome de Poder, biografia do criador do McDonald´s, e acreditava-se que Keaton teria força para chegar até o Oscar. Infelizmente, dessa vez o ator não precisará se preocupar com seu discurso de agradecimento.

Na categoria de atores principais, os três nomes que mais causaram surpresa foram os de Viggo Mortensen, Ruth Negga e Andrew Garfield. O primeiro descolou sua segunda indicação (depois de Senhores do Crime, 2008) por Capitão Fantástico – filme no qual interpreta um amoroso e devoto pai de família e pelo qual este que vos fala fazia campanha por sua indicação – confira nossa crítica deste ótimo drama. Negga entrega um desempenho ótimo no drama racial Loving e merecia uma indicação – mesmo que para isso tenha tirado a vaga de Amy Adams. Já Garfield, que não se deu bem na pele do herói Homem-Aranha, conquista sua redenção este ano e, além de estar presente no elogiado Silêncio de Martin Scorsese, ganha sua primeira indicação ao Oscar pelo filme Até o Último Homem.

O diretor Clint Eastwood é outro veterano da indústria que figura facilmente em época de prêmios. Seu Sniper Americano, por exemplo, veio com força na edição de 2015. Sully: O Herói do Rio Hudson, ao contrário, só foi lembrado para uma indicação, na categoria de edição de som. Cogitava-se indicações para Eastwood como diretor, Tom Hanks como ator, Aaron Eckhart como coadjuvante e até mesmo para melhor filme. O problema de Sully, ao contrário de Silêncio que entrou muito tarde na disputa, foi que gerou hype muito cedo e foi perdendo sua força ao longo do trajeto.

Animais Noturnos, de Tom Ford, dividiu opiniões. Enquanto alguns especialistas o enalteciam como um dos melhores filmes de 2016 (como o que vos fala), muitos outros torceram o nariz para o suspense. Apesar do diretor Tom Ford ter sido indicado ao Globo de Ouro, assim como seu roteiro para o filme, sua presença no Oscar era muito incerta. Mas uma luz no fim do túnel foi lançada, com a surpresa da indicação do sempre ótimo Michael Shannon, na categoria de coadjuvante. Uma curiosidade é que Aaron Taylor-Johnson foi quem recebeu indicação na mesma categoria no Globo de Ouro e saiu vitorioso. Será que veremos novamente um ator de Animais Noturnos triunfar sobre o favorito da categoria Mahershala Ali (Moonlight: Sob a Luz do Luar)?

As categorias dos coadjuvantes são algumas das melhores este ano. Na categoria feminina, temos finalmente a inclusão desejada, com três atrizes negras indicadas: Naomi Harris por Moonlight, Octavia Spencer por Estrelas Além do Tempo, e Viola Davis por Um Limite Entre Nós (Fences) – se tornando a primeira atriz negra da história com três indicações ao Oscar e a favorita para o prêmio deste ano. Na categoria masculina, o jovem Lucas Hedges causa alegria com sua indicação por Manchester à Beira Mar. Já Dev Patel intriga com sua indicação como coadjuvante por Lion: Uma Jornada para Casa, sendo que é o protagonista do filme. O britânico Hugh Grant, lembrado para o Globo de Ouro, terminou fora da disputa do Oscar por seu trabalho em Florence: Quem é Essa Mulher?

Kubo e as Cordas Mágicas, do estúdio Laika (especialista em stop motion) não poderia ficar de fora, mas o que chama atenção de verdade é ter sido indicado para o Oscar de efeitos visuais também, se tornando a primeira animação em mais de vinte anos a realizar a façanha (a última havia sido O Estranho Mundo de Jack, também em stop motion, em 1994). Fora isso, é bom ver trabalhos longe do mainstream serem reconhecidos, como Minha Vida de Abobrinha, animação francesa, e A Tartaruga Vermelha, coprodução entre Japão/França/Bélgica. Outra curiosidade é perceber a força das animações Disney longe da Pixar, emplacando Moana e Zootopia na categoria, e tendo seu trabalho ao lado da Pixar, Procurando Dory, deixado de fora.
As ausências mais notáveis desta categoria foram as do musical britânico Sing Street, indicado para o Globo de Ouro, lançado no Brasil direto na plataforma Netflix, e Pharrell com seu trabalho na animação Sing: Quem Canta Seus Males Espanta.
Filmes para os quais os críticos torceram o nariz, como Passageiros (trilha sonora e direção de arte), Aliados (figurino) e 13 Horas (mixagem de som), receberam indicações ao Oscar.
A plataforma de streaming Amazon sai na frente e faz história com a indicação de Manchester à Beira Mar. Ano passado, o colosso Netflix não conseguiu emplacar Beasts of No Nation no Oscar. Este ano, porém, chega com o documentário A 13ª Emenda, de Ava DuVernay.
O roteirista e dramaturgo August Wilson concorre postumamente ao Oscar, por seu trabalho na adaptação da própria peça no roteiro de Um Limite Entre Nós (Fences).
Allison Schroeder é a única mulher a concorrer este ano na categoria de roteiro, pelo filme Estrelas Além do Tempo. Schroeder é coautora do texto, ao lado do diretor Theodore Melfi.
Apesar da atriz Annette Bening, outra eterna injustiçada (indicada para 4 Oscar, sem vitória, datando de 1990), ter sido esnobada por seu desempenho em 20th Century Women, o filme recebeu uma indicação na categoria de roteiro original para o diretor Mike Mills.
Ainda no quesito roteiro, desta vez adaptado, a maior surpresa foi a indicação dos gregos Efthymis Filippou e Yorgos Lanthimos (também diretor da obra) pelo filme O Lagosta, exibido no Festival do Rio 2015 e lançado direto em vídeo no Brasil. No Globo de Ouro, o filme recebeu indicação de melhor ator para Colin Farrell.
O conceito mais popular na atualidade dentro da cultura pop do entretenimento é o do multiverso. Presente há bastante tempo em outros tipos de mídia, como os quadrinhos, essa ideia começa a pular para fora do nicho de nerds e aficionados para o consciente geral. O conceito que começa a dominar as produções da Marvel, já apareceu nas séries ‘Loki’ e ‘What If…?” e no cinema foi o ponto de partida para ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’. Na rival DC a ideia também dará as caras no vindouro ‘The Flash’
É claro que o conceito do multiverso não permaneceu apenas dentro do nicho dos fãs de filmes de super-heróis, afinal, como sabemos bem, a ideia chegou até o topo da “cadeia alimentar” de Hollywood, servindo como premissa do filme mais badalado da última edição do Oscar: ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’. Não existe provação maior para a popularidade de um filme do que a vitória no maior prêmio da sétima arte, e além de ganhar na categoria de melhor filme, ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ ainda levou mais 6 outros prêmios, incluindo roteiro, direção e três de seus atores. Essa foi a validação máxima que o conceito do multiverso precisava para ser assimilado e compreendido pelo fã casual da ficção científica.

Mas sobre o que fala o conceito do multiverso? De certa forma é simples. A ideia parte do princípio de que existem em outras realidades, universos diferentes do nosso – mas que guardam outras versões de nós mesmos. Por exemplo, digamos que eu seja um médico atualmente, o conceito do multiverso implica que possa existir uma outra versão minha em outro universo que seja um policial, ou um criminoso. Em cada possível universo – e o argumento diz sobre uma existência infinita em termos de quantidade -, supõe-se que eu seja alguém diferente, com personalidades diferentes, opções de vida diferentes, trajetórias diferentes e, claro, habilidades e profissões diferentes. A ideia é trabalhada em cima de conceitos científicos, porém, a doutrina espírita possui explicações religiosas similares, no que diz respeito a outras vidas, reencarnação e evolução.
Embora o conceito do multiverso esteja sendo muito celebrado atualmente em Hollywood, surgindo como fonte para variadas superproduções, ele não é novidade dentro da maior indústria do cinema do mundo. Talvez só agora o grande público esteja consciente e aberto para recebê-lo. Mas é só voltamos 22 anos no passado para lembrar da primeira grande investida de Hollywood no tema, com ‘O Confronto’, filme de ação e ficção científica estrelado pelo astro asiático Jet Li. Coincidentemente, mais uma vez notamos a ideia do multiverso ligada ao mundo asiático. ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ é também uma celebração do povo asiático, em especial os chineses, e dos imigrantes vivendo nos EUA – da mesma forma em que ‘Pantera Negra’ utilizou um filme de entretenimento para homenagear a cultura negra. E em ‘O Confronto’ tínhamos como protagonista o maior astro da China trabalhando em Hollywood na época: Jet Li (ou quem sabe o segundo maior, atrás de Jackie Chan).

‘O Confronto’ é uma superprodução de US$50 milhões da Revolution Studios, com distribuição da Columbia (Sony), lançada em 2001. O blockbuster marcava a produção mais cara estrelada pelo astro da ação chinês Jet Li em Hollywood. O longa chegava na esteira do sucesso dos filmes de ação e lutas marciais revigorados por ‘Matrix’ (1999). Antes disso, no ano anterior de ‘Matrix’, Jet Li já havia feito seu debute em solo norte-americano como o vilão de ‘Máquina Mortífera 4’ (1998). Mas como em seu país de origem ele vivia sempre o herói, não demorou para Hollywood transformá-lo novamente no bom moço em filmes como ‘Romeu tem que Morrer’ (2000), ‘O Beijo do Dragão’ (2001) e ‘Contra o Tempo’ (2003). Nessa fase, estreava também ‘O Confronto’, seu projeto mais ambicioso nos EUA.
Na trama, Jet Li interpreta Gabe, um policial vivendo feliz com sua esposa (papel de Carla Gugino). Tudo muda na vida do sujeito, quando ele recebe a visita de um homem idêntico a ele, decidido a mata-lo. Acontece que esta outra versão dele se chama Yulaw, e é um criminoso condenado, fugido de sua própria realidade para o mundo do protagonista. No universo de Yulaw, ele foi sentenciado à morte pelo assassinato de nada menos do que 122 outras versões dele mesmo. O propósito disso é que Yulaw descobriu acidentalmente que ao matar outra versão de si mesmo, a energia vital do morto é redistribuída para todos os outros sobreviventes do multiverso – ou seja, cada um deles fica mais forte, mais rápido, mais inteligente, com os sentidos mais aguçados, e por aí vai.

A tecnologia para pular entre dimensões, ou universos, foi desenvolvida por uma agência chamada MVA, uma força policial dedicada a monitorar e controlar qualquer irregularidade entre os universos, bem no estilo da TVA de ‘Loki’. Acontece que Yulaw era um agente da MVA, que se tornou renegado e sedento pelo poder, ao descobrir que poderia ser onipotente – um verdadeiro Deus – e tudo o que precisaria fazer seria matar outras versões dele mesmo. Agora, para completar sua missão, Yulaw só precisa eliminar a última versão dele, que se encontra em nossa Terra. Isso não será tão fácil. Primeiro, porque Gabe, a versão da Terra, também é policial, treinado, e conta com as mesmas habilidades distribuídas para Yulaw. Segundo, porque na cola do criminoso vieram para a nossa realidade dois agentes do MVA: Roedecker (Delroy Lindo), o antigo parceiro do vilão na força-tarefa, e Funsch (Jason Statham), um agente novato, mas cheio de gás, disposto a se provar.
Sim, temos Jason Statham em cena, em um de seus primeiros filmes de ação da carreira. Como ainda não era muito conhecido, o ator fica com um papel coadjuvante, e muitos podem sequer lembrar que ele estava nesse filme. Aliás, para aqueles que sempre tiveram a curiosidade de saber como seria Jason Statham com cabelo, esse filme responde esta pergunta. Uma curiosidade é que inicialmente o projeto estava destinado a marcar a estreia de outro grande nome da ação em Hollywood. O astro Dwayne ‘The Rock’ Johnson estava vinculado para protagonizar no papel que foi para Jet Li. Já pensou? Bem, sem nunca ter atuado num filme antes, talvez o esforço fosse além do que The Rock pudesse entregar, e justamente pensando nisso ele achou por bem pegar um papel menor e resolveu seguir para ‘O Retorno da Múmia’ (2001), com a promessa de seu próprio derivado no ano seguinte: ‘O Escorpião Rei’ (2002).

Podemos perceber que ‘O Confronto’ já exibia diversos conceitos interessantes em sua narrativa – que seriam reaproveitados em outras produções recentes, como a própria ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’. ‘O Confronto’ foi escrito por Glen Morgan (da série ‘Arquivo X’ e do recente ‘Além da Imaginação’) e pelo diretor do filme, James Wong (também saído de ‘Arquivo X’ e que estreou no cinema na direção do primeiro ‘Premonição’). No citado filme vencedor do Oscar, também tínhamos uma realidade afetando as outras, e o surgimento uma ameaça monumental capaz de extinguir todo o universo, com um grupo de pessoas dispostas a impedi-la, usando como último recurso o recrutamento do protagonista a seu favor – seja a dona de lavanderia vivida por Michelle Yeoh, ou o policial de Jet Li. A comparação entre os dois filmes serve para destacar a máxima que diz que qualquer história pode ser contada, desde que seja da maneira certa, que faça o público entender e comprar a ideia. Essa é a principal diferença entre os filmes que contam histórias muito similares: ‘Tudo em Todo Lugar’ deu certo, ‘O Confronto’ não.
O principal problema de ‘O Confronto’ foi rapidamente ser descartado como apenas mais um filme de ação estrelado por Jet Li – com muitos inclusive o reduzindo a mais uma cópia deslavada de ‘Matrix’. Bem, não estão de todo errados. Já que a produção parece mais interessada em mostrar os efeitos especiais – que remetem muito ao filme de Keanu Reeves, do que destacar a ideia complexa de seu roteiro. ‘Tudo em Todo Lugar’ funciona justamente por não ser apenas um filme de ação, embora possua elementos do gênero. ‘O Confronto’, por outro lado, é primordialmente um filme de lutas, tiros, explosões e perseguições, com o pano de fundo do multiverso. Justamente por isso, ‘O Confronto’ naufragou nas bilheterias americanas, arrecadando menos do que seu valor de produção. Pelo resto do mundo, o filme somaria mais US$30 milhões, conseguindo se pagar, mas falhando em gerar nem mesmo o dobro de seu orçamento.

Em seu fim de semana de estreia, no dia 2 de novembro de 2001, ‘O Confronto’ (que em inglês se chama ‘The One’, algo como ‘O escolhido’ – aumentando ainda mais as similaridades com ‘Matrix’) chegou em segunda posição no ranking das bilheterias, atrás do colosso ‘Monstros, S.A.’, animação da Disney/Pixar ainda muito celebrada até hoje.
Hoje, com o conceito do multiverso no auge de sua popularidade em Hollywood, os fãs talvez tenham interesse em revisitar ou conhecer uma das primeiras superproduções – ou quem sabe a primeira – a destacar o multiverso em sua narrativa de forma tão proeminente. Para os que tiverem curiosidade, ‘O Confronto’ está atualmente no acervo da HBO Max.
Laura Vandervoort, de ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘, entrou para o elenco de ‘V-Wars‘, nova série de vampiros da Netflix. A atriz irá interpretar a Mila, mas não há mais detalhes sobre o seu papel.
Kyle Breitkopf e Kimberly-Sue Murray também foram adicionados ao elenco, e se juntam a Peter Outerbridge e Adrian Holmes, previamente confirmados.
A série será baseada no livro homônimo de Jonathan Maberry.
Ian Somehalder (‘The Vampire Diaries‘) irá estrelar e dirigir um dos episódios.
“No livro, publicado em 2012, estreou como uma coleção de histórias em prosa que narra a primeira Guerra dos Vampiros. Na série, Somerhalder estrelará como Dr. Luther Swann, que entra em um mundo de horror incalculável quando uma misteriosa doença transforma seu melhor amigo, Michael Fayne, em um predador assassino que se alimenta de outros seres humanos. À medida que a doença se espalha e mais pessoas são transformadas, a sociedade se fragmenta em campos opostos que colocam pessoas normais contra o crescente número desses “vampiros”. Swann corre contra o tempo para entender o que está acontecendo, enquanto Fayne se torna o poderoso líder oculto dos vampiros.”
Brad Turner dirigirá o primeiro episódio, e será o produtor executivo. William Laurin e Glenn Davis serão os showrunners da série.
A 1ª temporada terá 10 episódios.
O reboot ‘Doom: Annihilation‘ ganhou as primeiras imagens.
Confira:



O reboot foi escrito e dirigido por Tony Giglio (responsável pelo falso ‘Pânico na Floresta 2‘).
A trama segue um grupo de fuzileiros navais espaciais que responde a um pedido de socorro de uma base em uma lua marciana, apenas para descobrir que ela foi invadida por criaturas demoníacas que ameaçam criar o Inferno na Terra.
O elenco inclui Amy Manson, Dominic Mafham, Luke Allen-Gale e Nina Bergman.
O longa será lançado direto em vídeo pela Universal Pictures no segundo semestre de 2019.
Em 2006, o jogo foi adaptado para os cinemas em um filme chamado ‘Doom: A Porta do Inferno‘, com Dwayne Johnson, Karl Urban e Rosamund Pike no elenco. Fracasso de crítica e público, o longa arrecadou apenas US$ 55.9 milhões mundialmente, com um orçamento de US$ 60 milhões.
A FOX divulgou o novo trailer da série derivada ‘9-1-1: Lone Star‘.
Confira:
Criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, a série é um spin-off de ‘9-1-1‘.
A trama segue um policial sofisticado de Nova York que, junto com seu filho, se muda para Austin, no Texas, e deve tentar salvar aqueles que estão mais vulneráveis e, ao mesmo tempo, resolver os problemas em sua própria vida.
O elenco conta com Rob Lowe, Liv Tyler, Ronen Rubinstein, Sierra McClain e Jim Parrack.
‘9-1-1: Lone Star‘ irá estrear no dia 19 de janeiro de 2020.

De acordo com a Forbes, o terror ‘The Rental‘, que marca a estreia de Dave Franco como diretor, liberou a bilheteria dos EUA, arrecadando US$ 420,871 mil.
O gênero tem se tornado um sucesso em cinemas drive-in no país em tempos de quarentena, com ‘Relic‘ e ‘The Wretched‘ assumindo a segunda e terceira posição, respectivamente.
‘The Wretched‘ já arrecadou mais de US$ 2 milhões mundialmente.
Além de dirigir, Franco assina ao roteiro, escrito em parceria com Joe Swanberg (‘Um Novo Começo‘).
A história é centrada em dois casais que alugam uma casa de campo para um final de semana, mas o recesso comemorativo acaba se transformando num perigoso jogo de gato e rato.
O elenco conta com Alison Brie, Dan Stevens, Sheila Vand e Jeremy Allen White.

A trama independente ambientada na “parede” é uma das partes mais legais e inusitadas da animação adulta ‘Solar Opposites‘. Pensando nisso, o Hulu divulgou um novo trailer épico focado na narrativa desse núcleo na 2ª temporada.
Confira:
Vale lembrar que a 2ª temporada já está disponível no Hulu!
A produção foi criada por Justin Roiland (‘Rick and Morty’) e Mike McMahan.
A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.
Roiland, Sean Giambrone e Mary Mack fazem parte do elenco de dubladores.
O longa ‘Pandemia: A Guerra Final‘ (Last Man Down) ganhou trailer dublado.
Confira:
Fansu Njie é responsável pela direção.
John Wood deixou os pedaços de uma civilização destruída para trás, para voltar às suas raízes na floresta, depois que uma pandemia de vírus atingiu o mundo.
O elenco conta com Daniel Stisen, Olga Kent, Daniel Nehme, Stanislav Yanevski, Madeleine Vall, Natassia Malthe, Stephanie Siadatan e Robert Follin.
No Brasil, o longa será lançado direto em VOD pela A2 Filmes.
Através do Twitter, foi anunciado que o aguardado terror ‘Halloween Ends‘, o capítulo final da trilogia ‘Halloween‘, será lançado simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming do Peacock.
O longa chegará às telonas e na plataforma no dia 14 de outubro.
Confira o anúncio com a Jamie Lee Curtis:
A message from Laurie Strode. pic.twitter.com/x9sAOiAHgc
— #HalloweenEnds (@halloweenmovie) August 23, 2022
Vale lembrar que, no Brasil, o terror segue agendado para o dia 13 de outubro.
“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.”
David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.

A produtora Genvid Entertainment divulgou o primeiro trailer de ‘Silent Hill: Ascension‘, novo jogo da icônica franquia, que foi desenvolvido em parceria com a Konami Digital Entertainment.
A produção contará com múltiplos protagonistas em distintas locações ao redor do mundo, que são assombrados por novos e aterrorizantes monstros do universo de ‘Silent Hill‘. À espreita na escuridão, esses monstros ameaçam consumir pessoas, seus filhos e cidades inteiras enquanto eles são atraídos por forças sombrias ligadas a assassinatos recentes, além de sentimentos de culpa e medo.
Confira o trailer legendado:
Neste jogo, as ações de milhões irão determinar sua conclusão – ou seja, nem mesmo os desenvolvedores sabem como a história irá terminar. O desejo dos personagens estará nas mãos dos próprios jogadores.
“‘Silent Hill: Ascension’ irá cativar o público com sua experiência imersiva, visuais incríveis e momentos compartilhados pela comunidade, enquanto explora o terror psicológico que tornou a saga ‘Silent Hill’ tão amada pelos fãs ao redor do mundo,” declarou Jacob Navok, CEO da Genvid Entertainment.
Vale lembrar que um novo filme live-action baseado na saga original também está em desenvolvimento. Intitulado ‘Retorno a Silent Hill‘, a produção contará com Jeremy Irvine e Hannah Emily Anderson como protagonistas.
O longa seguirá James (Irvine), um homem quebrado depois de ser separado de seu único amor verdadeiro (Anderson). Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele encontra uma cidade transformada por um mal desconhecido. Conforme James desce mais fundo na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes tanto familiares quanto novas e começa a questionar sua própria sanidade enquanto luta para entender a realidade e aguentar o tempo suficiente para salvar seu amor perdido.
Dirigido por Christophe Gans, o filme é baseado em ‘Silent Hill 2‘ , o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami.
Em entrevista ao IGN, o diretor Christophe Gans, que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006, revelou detalhes sobre a trama do novo filme baseado na popular franquia de jogos.
“Inspirado no jogo ‘Silent Hill 2’, [o novo filme] contará a história de um jovem que retorna à Silent Hill, onde ele conheceu um grande amor… mas ele acaba encontrando um pesadelo genuíno. No primeiro filme, nós exploramos o universo dessa pequena cidade, completamente cercada por névoa, como se estivesse presa em ‘Além da Imaginação’. Mas, no segundo jogo, os criadores mudaram as regras. Nós retornamos para Silent Hill, que ainda é a mesma cidade, mas encontramos um mundo estranho e diferente através do ponto de vista do novo protagonista.”
Ele completa, “O novo filme terá um tom de terror psicológico, apesar de voltarmos a encontrar as mesmas criaturas e termos cenas de terror. Porém, o maior terror sempre irá residir em nós mesmos.”
O longa está programado para estrear apenas em 2024.
Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.

O suspense pós-apocalíptico ‘Arcadian‘, estrelado pelo astro Nicolas Cage (‘Renfield’, ‘O Peso do Talento’), recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.
O longa foi classificado pelo MPAA por “imagens sangrentas”.
Na trama…
“Após um evento catastrófico que dizimou a população mundial, um pai e seus dois filhos precisam sobreviver um ambiente distópico enquanto são ameaçados por criaturas sinistras que só aparecem à noite.”
Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:
A produção chegará aos cinemas norte-americanos em 12 de abril.

A direção é de Ben Brewer, enquanto o roteiro é assinado por Michael Nilon.
‘Arcadian’ se passa em um mundo pós-apocalíptico e escassamente povoado, onde Paul (Cage) e seus filhos gêmeos adolescentes, Joseph (Jaeden Martell) e Thomas (Maxwell Jenkins), conseguiram uma existência, mas vivem em constante medo. Uma vez confrontados com o perigo iminente, eles devem executar um plano desesperado para sobreviver.
Em entrevista ao ComicBook, Krysten Ritter (‘Breaking Bad – A Química do Mal’) voltou a expressar o seu desejo em retornar ao MCU como a Jessica Jones.
A atriz se empolgou ao saber sobre a declaração do produtor Brad Winderbaum durante um painel na D23 Expo, onde havia mencionado que ele adoraria ver a heroína de volta ao Universo Compartilhado do Marvel.
“Brad Winderbaum disse isso? Fico muito animada em ouvir isso. Ele não é o cara que faz a ligação [para o novo retorno]? Vamos lá, Brad! Vamos fazer isso acontecer. Vamos lá. Estou pronta.”
Anteriormente, a atriz já havia revelado estar disposta a retornar ao universo dos super-heróis: “Eu adoraria voltar a interpretar a Jessica Jones. Eu estou pronta, e aceitaria retornar em um piscar de olhos. Ela é uma personagem que eu absolutamente amo, e fez parte da minha vida por muito tempo. Eu interpretei aquela personagem por cinco anos, e ela se tornou muito importante para mim. Se eu receber uma ligação, talvez tenha uma jaqueta extra já preparada.”
Rumores apontam que a atriz deve retornar na série ‘Demolidor: Renascido‘, reboot da Marvel que dará continuidade ao seriado lançado originalmente pela Netflix.
Apesar de não ter sido confirmada oficialmente na produção, ela divulgou um vídeo aparentemente caracterizada como a heroína.
Confira:
Krysten Ritter shares a new video on Instagram wearing the same shirt as Jessica Jones with the caption:
“IYKYK” pic.twitter.com/pYHVVEuZ0t
— Cosmic Marvel (@cosmic_marvel) January 30, 2024
Um vídeo recente dos bastidores, mostrando uma silhueta sinistra grafitando uma pintura do Rei do Crime, indicou também a introdução do vilão Muse.
Para quem não conhece, Muse é um personagem tão intrigante quanto aterrorizante. Ele não é apenas um vilão; mas um sádico assassino em série, com um senso de propósito distorcido.
Muse acredita que suas vítimas não têm sentido até que ele as transforme em sua versão de “arte”, usando seu sangue e partes do corpo para compor suas “obras”.
Confira:
Here’s the last daredevil thing I recorded. I think it’s supposed to be muse drawing the kingpin graffiti but the actor is a body double from what I can tell. Then they shot a bunch of background characters doing things pic.twitter.com/sRVLBTOT9u
— Finn (@WingFinn48) January 27, 2024
Ainda sem data de estreia definida, ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência ao título homônimo dos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.
Sucesso! Em menos de duas semanas, o terror ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 330 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa superou a arrecadação total de ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ (US$310.4M) e, atualmente, se encontra no TOP 2 dos maiores filmes de terror do ano, atrás apenas de ‘Pecadores‘ (US$366.6M).
Invocação do Mal | Ranqueamos TODOS os filmes da icônica saga de terror, incluindo ‘O Último Ritual’
Nos EUA, o longa soma US$ 131.1 milhões. Internacionalmente, foram US$ 201.8 milhões através de 71 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 332.9 milhões.
Para termos de comparação, o terror já se encontra no TOP 2 das maiores arrecadações deste universo, atrás apenas de ‘A Freira‘ (US$366M).
Crítica 2 | ‘Invocação do Mal – O Último Ritual’ é o filme MENOS assustador da franquia…
Vale lembrar que o longa abriu com US$ 83 milhões nos EUA, tornando-se a terceira maior estreia doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).
Crítica | Ed e Lorraine Warren se despedem com o ótimo ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’
‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.
A Netflix liberou uma nova promo da segunda temporada da série ‘Wet Hot American Summer: Ten Years Later‘, produção que dá sequência no filme ‘Mais Um Verão Americano’ (2001).
Confira:

O longa acompanhou a história de diversos funcionários e frequentadores de um acampamento de férias que tentam tirar proveito dos últimos dias de verão. A trama do seriado mostrará os eventos do primeiro dia do acampamento, em 1981.
O elenco conta com Elizabeth Banks, Michael Ian Black, Bradley Cooper, Judah Friedlander, Janeane Garofalo, Joe Lo Truglio, Ken Marino, Christopher Meloni, Marguerite Moreau, Zak Orth, Amy Poehler, David Hyde Pierce, Paul Rudd, Molly Shannon, Michael Showalter e muito humor.
Existe sempre um simbolismo em absolutamente tudo que nos cerca. Cada pedacinho desse mundo diz algo em silêncio. As cores falam por si só, os ambientes se revelam em sua composição. Há sempre um retrato inexprimível do que muitas vezes as palavras não são capazes de suprir. Em se tratando de The Handmaid’s Tale, sons, cores (ou a ausência delas), arquiteturas e emblemas dizem um universo de conceitos, paradigmas, pragmatismos, além de carregarem uma imersão profunda de significados. E ainda que Gilead seja a matriz de todos estes símbolos, é nas aias que o poder da expressividade impera. E elas se erguem, uma vez mais, para o deleite de seus apoiadores.
Leia também nossas análises dos episódios 1 (June), 2 (Unwomen) da 2ª Temporada , 3 (Baggage), 4 (Other Women) e 5 (Seeds)

Para quem acompanha THT, alguns dias são de lutas, outros de trevas, mas todos permeados por algum fragmento que – assim como acontece com nossas guerreiras – nos ajudam a permanecer de pé apanhando, aos moldes do fascinante discurso de Rocky em Rocky Balboa (2006). Sabemos que não se trata do quão forte se bate, mas sim do quanto se aguenta de pé. E essa resiliência, que é exatamente uma extensão desses dias maus vividos por heroínas com nomes adversos, é uma prova de que há sempre um novo amanhecer, ainda que ele seja um tanto nublado. Em ‘After’, catamos os cacos do bombástico episódio anterior, tentando dimensionar para onde a segunda temporada nos levará.
É importante frisar que, ainda que a nova América seja um pequeno universo cíclico de abusos e derrapadas profundas em questões gerais dolorosas, é vital caminhar adiante. E à medida que descobrimos novas facetas deste regime – que guarda em si raízes arraigadas na opressão e fibras que se expandem a cada nova descoberta, The Handmaid’s Tale sabe que não pode apenas residir no caos que impera. Com mulheres tão particulares que, à sua maneira, tentam sobreviver e mirabolar mecanismos de fuga, a produção de Bruce Miller vai desbravando essas “rotas alternativas” levantando o grupo Mayday com naturalidade e um grandioso simbolismo.
The Handmaid’s Tale’: Falamos com Bruce Miller, o criador da série sensação

Em um episódio que soa como uma incógnita, nutrimos a sensação de que um grande passo para frente também reverberou como um retrocesso, alavancando o grau de violência de um sistema político-administrativo que a gente julgava ser incapaz de piorar. Mas dentro dessa dinâmica caótica, onde o desespero afeta tanto aqueles que estão no poder, bem como os que são reflexos dele, uma atitude tão simples anuncia uma mudança tremenda na narrativa. Ainda é cedo para dizer, mas eis que nossas aias começam a se erguer, com suas cabeças levantadas e seus nomes, que emanam histórias, vínculos, vitórias…uma vida inteira.
Usando aquela metáfora de que quem tem o poder da caneta, tem também o poder de decisão, The Handmaid’s Tale dá um passo inusitado e inesperado, tecendo uma trama complexa que pode e deve gerar uma série de sentimentos dúbios. Com profundas reviravoltas que, isoladamente, passariam despercebidas, ‘After’ é o fim de muita coisa, mas é também o início de algo que ainda não é possível definir. Transformação? Desilusão? É melhor deixar a June terminar essa história.
Após um ano desde o anúncio de que ‘Chaos Walking‘ precisaria passar por refilmagens, as gravações finalmente começaram.
A informação foi compartilhada pelo próprio astro Tom Holland. Por meio de sua conta oficial do Instagram, ele publicou uma foto do cineasta Doug Liman no set de filmagens.
Confira:

As filmagens extras devem durar cerca de duas a três semanas. A demora para o retorno da produção se deu em virtude das tumultuadas agendas de Tom Holland e Daisy Ridley.
A direção é de Doug Liman (‘No Limite do Amanhã’).
‘Chaos Walking’ ainda não possui data de estreia.