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Reboot de ‘Atividade Paranormal’ será lançado direto no streaming da Paramount+

De acordo com o Bloody Disgusting, o reboot da franquia ‘Atividade Paranormal‘ será lançado direto no serviço de streaming da Paramount+.

O longa está programado para estrear no dia 4 de março de 2022.

William Eubank, de ‘Ameaça Profunda‘, será responsável pela direção.

O novo filme está sendo descrito como uma “reformulação inesperada” da premissa.

O roteiro ficará por conta de Christopher Landon:

“Estou escrevendo o novo Atividade Paranormal. Estamos reiniciando a franquia. Estou super empolgado com o diretor que escolhemos. Ele é um cara. Ele é incrível!”, disse Landon ao Dread Central. 

Landon dirigiu ‘Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal‘ e foi responsável pelos roteiros do 2º ao 5º filme da franquia.

‘Chucky’: Série baseada na franquia ‘Brinquedo Assassino’ estreia no Star+ com 96% de aprovação dos críticos

A elogiada série ‘Chucky‘, que dá continuidade aos eventos da icônica franquia ‘Brinquedo Assassino‘, finalmente estreou no catálogo brasileiro do Star+.

A produção terá novos episódios lançados semanalmente no serviço de streaming.

Confira o trailer:

Com 24 críticas publicadas até o momento, a série ‘Chucky‘, que dá continuidade aos eventos da clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘, conquistou impressionantes 96% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que a divertida série se beneficia do retorno de Brad Dourif, além de ressaltar que a produção é uma carta de amor aos fãs da franquia por causa do seu humor absurdo e ácido.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Chucky’ é uma jornada intensa e pessoal – e mais assustadora do que nunca.” (TheWrap)

“Como sempre, a voz do Brad Dourif é o que torna o personagem [Chucky] tão distintivo e extremamente divertido.” (IndieWire)

“A única inovação nessa produção é a decisão do [Don] Mancini de apresentar um protagonista queer, lidando com essa temática de uma forma surpreendentemente casual e sensível.” (Guardian)

“‘Chucky’, a nova série do canal SyFy, mantém todas as características pedantes do personagem: mortes grotescas e humor ácido. Essa não é uma série elegante.” (AV Club)

“Essa série é uma jornada divertida que faz uma pergunta: o que aconteceria se um boneco assassino aparecesse durante a cena da festa na piscina do filme ‘Oitava Série’, do diretor Bo Burnham.” (Dread Central)

“A trama adiciona alguns elementos divertidos à dinâmica ‘boneco assassino’, trazendo essa franquia de volta às suas origens.” (Decider)

[PRIMEIRA MÃO] ‘Chucky’: Criador garante que a série será bem sangrenta

Don Mancini, criador da franquia original, é responsável pela série.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

O elenco conta com Zackary Arthur, Teo Briones, Alyvia Alyn Lind, Bjorgvin Arnarson, Devon Sawa e Lexa Doig, além do retorno dos veteranos Jennifer Tilly, Fiona Dourif, Alex Vincent e Christine Elise.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino.

‘Doutor Estranho 2’ ultrapassa US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais

Apesar de ter perdido o posto de maior bilheteria do ano para ‘Top Gun: Maverick‘ (US$1.1B), a sequência ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 410.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 540.8 milhões.

Ao total, a produção já soma US$ 951.3 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘Doutor Estranho 2‘ já estreou no serviço de streaming do Disney+.

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‘Suzume’: Novo filme do diretor de ‘Your Name’ ganha trailer DUBLADO; Confira!

A Sony Pictures divulgou o trailer dublado de ‘Suzume‘, novo filme do aclamado diretor Makoto Shinkai (‘Your Name’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de abril.

Sucesso nas telonas, ‘Suzume’ já arrecadou US$ 221.1 milhões mundialmente. O filme foi particularmente bem-sucedido na China, onde arrecadou sólidos US$ 82.2 milhões durante os primeiros dez dias – o que representa a maior bilheteria de uma produção japonesa na história do país.

A trama acompanha Suzume, de 17 anos, que começa sua jornada em uma pacata cidade quando ela encontra um jovem que lhe diz: “Estou procurando uma porta”. O que Suzume encontra é uma única porta desgastada em pé no meio de ruínas, como se estivesse protegida de qualquer catástrofe. Aparentemente hipnotizada por seu poder, Suzume alcança a maçaneta… As portas começam a se abrir uma após a outra em todo o Japão, desencadeando destruição sobre qualquer um que esteja por perto. Suzume deve fechar esses portais para evitar mais desastres.

Tanto a direção quanto o roteiro são de Shinkai (que ficou conhecido pelo mega hit ‘Your Name‘) com desenho de personagens de Masayoshi Tanaka (‘O Tempo com Você’, também de Shinkai), Takumi Tanji na direção de arte e Kenichi Tsuchiya na direção de animação. O estúdio é novamente o CWF, e a distribuição é da TOHO.

‘Afterburn’: Dave Bautista estrelará aventura pós-apocalíptica ao lado de Samuel L. Jackson

De acordo com o Deadline, Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’) estrelará ‘Afterburn‘, filme de ação futurista e pós-apocalíptico, que será ambientado 10 anos depois que uma explosão solar destruiu toda a tecnologia ao redor do globo.

O astro se junta ao ator Samuel L. Jackson (‘Capitã Marvel’), previamente anunciado.

Bautista irá interpretar Jake, um ex-soldado que trabalha como caçador de tesouro, recuperando objetos valiosos do mundo antigo para clientes poderosos. Em sua mais recente missão, ele terá que se juntar com uma equipe para recuperar a Mona Lisa antes da pintura cair nas garras de um impiedoso lorde de guerra.

O longa é uma adaptação dos quadrinhos homônimos da Red 5.

J.J. Perry será responsável pela direção. Ele fez sua estreia diretorial com ‘Jornada Dupla‘, além de trabalhar como diretor de segunda unidade nas franquias ‘Velozes e Furiosos‘ e ‘John Wick‘.

Black Bear e CAA Media Finance lidarão com as vendas do longa, que está sendo descrito como um blockbuster de alto orçamento.

As filmagens estão programadas para abril, na Europa.

O longa será produzido por Neal H. Moritz (da franquia ‘Velozes e Furiosos’), Toby Jaffe (‘O Vingador do Futuro’) e Steve Richards (da trilogia ‘Matrix‘).

Confira o ENCANTADOR trailer de ‘Aquele Natal’, nova animação da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer da animação ‘Aquele Natal‘.

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O longa será lançado na plataforma no dia 4 de dezembro.

Dirigido por Simon Otto, o longa é baseado na encantadora trilogia de livros infantis de Richard Curtis.

Uma nevasca atinge uma cidade litorânea, dando início a diversas histórias sobre família, amigos, amor e solidão. E a cereja do bolo é o erro cometido pelo Papai Noel.

A produção conta com as vozes de Brian Cox, Fiona Shaw, Jodie Whittaker, Lolly Adefope, Alex MacQueen, Katherine Parkinson, Sindhu Vee, India Brown e Zazie Hayhurst.

‘Rick e Morty’ vai ganhar spin-off focado no Presidente dos EUA

De acordo com o Deadline, o canal Adult Swim está oficialmente desenvolvendo uma série derivada de ‘Rick e Morty‘, que focará no Presidente dos EUA (dublado por Keith David).

Anunciado durante o painel na San Diego Comic-Con, o spin-off será intitulado ‘President Curtis‘.

Além de David no papel titular, a produção ainda contará com as vozes de Stephanie Beatriz (‘Brooklyn Nine-Nine’) e Jim Rash (‘Community’).

A trama seguirá o presidente e sua equipe excêntrica enquanto tentam lidar com o tipo de crise que o Rick Sanchez nunca se importou – desde diplomacia interdimensional até investigação paranormal e fenômenos inexplicáveis.

“Sempre foi muito divertido interpretar o Presidente Curtis,” declarou o ator. “Poder explorar melhor este universo neste derivado é como um sonho. Mal posso esperar para que os fãs possam conferir o caos que o presidente causa quando o Rick não está por perto para roubar os holofotes.”

Vale lembrar que todas as temporadas de ‘Rick e Morty‘ estão disponíveis no serviço de streaming da HBO Max.

A série foi criada por Dan Harmon e Justin Roiland Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Ian Cardoni, Harry Belden, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Nova ameaça DEMONÍACA no trailer da 2ª temporada de ‘Devil May Cry’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada da série animada ‘Devil May Cry‘, baseado no popular jogo homônimo da Capcom.

Na nova temporada, uma guerra entre mundos se inicia quando Dante precisa lutar contra a única força que espelha a sua própria: seu irmão gêmeo, Vergil, com quem não tinha contato há anos.

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O próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 12 de maio.

A série foi criada por Adi Shankar, que também entra como showrunner e produtor executivo.

“Fiquem tranquilos, nós estamos trabalhando muito duro porque amamos a franquia e porque queremos entregar algo ótimo,” declarou o showrunner. “Nosso objetivo não era apenas produzir outra série de animação. Meu objetivo é fazer um dos melhores programas da plataforma Netflix — ponto final.”

O projeto foi desenvolvido em parceria com o Studio Mir, estúdio responsável por ‘A Lenda de Korra‘ e ‘The Witcher: Lenda do Lobo‘.

Fãs de ‘Mulher-Maravilha’ recriam cena da “espada no vestido”; Veja várias fotos!

Uma cena em especial de ‘Mulher-Maravilha‘ viralizou entre as mulheres na internet.

A tomada em questão traz a heroína trajando um belíssimo vestido de gala azul, no qual ela esconde sua espada nas costas.

Com a hashtag #WWgotyourback, o momento tem sido adotado por muitas usuárias das redes sociais, que viram na simples postura mais um aspecto do emponderamento feminino trazido por Patty Jenkins e Gal Gadot aos cinemas.

Confira o “movimento” inciado:

It. Works. Probably not with a fully sharpened sword, though! #wwgotyourback #godkillerchallenge #wonderwoman #sword

Uma publicação compartilhada por Nicole Williams (@nwilliams316) em

#WWGotYourBack #ladyferal

Uma publicação compartilhada por Alana McLaughlin (@lady_feral) em

 

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

HBO renova as séries ‘Silicon Valley’ e ‘Barry’

A HBO já confirmou a renovação de duas das séries originais. ‘Silicon Valley‘ e a novata ‘Barry‘, com Bill Hader, retornam em 2019 com suas respectivas sexta e segunda temporadas.

O anúncio foi feito por Amy Gravitt, a vice-presidente executiva da emissora.

Em um comunicado oficial, ela comentou o prestígio de ambas as produções:

“Enquanto ‘Barry‘ tem agradado muito as audiências com sua profunda narrativa que interpela a comédia e o drama, ‘Silicon Valley‘ permanece brilhante e assustadoramente vanguardista e à frente de seu tempo. Estamos animados  por saber que essas duas séries engraçadas e inteligentes estarão retornando para mais uma temporada”.

 


UAU! ‘Liga da Justiça’: Fã edita ressurreição do Superman resultado é INCRÍVEL!

Um habilidoso fã decidiu re-editar a emblemática ressurreição de Superman em ‘Liga da Justiça‘ e o resultado é realmente surpreendente.

Retirando o diálogo cômico entre o herói e o Batman e fazendo alguns ajustes no contraste e na iluminação da cena, o habilidoso fã entregou uma versão que ficou surpreende, até superando a tomada original.

O material foi compartilhado por um usuário do Reddit.

Confira:

OTHER: UNFINISHED fan edit of the JL Superman resurrection scene. Cringy/humorous dialogue removed, color grading changed, score replaced with a mix of MoS & BvS Zimmer/Junkie score. It’s pretty funny how well some of this works together. from r/DC_Cinematic

A essa altura do campeonato, você já deve estar careca de saber que os planos de Zack Synder para o universo estendido da DC nos cinemas foram descontinuados pela Warner, após os desempenhos não tão expressivos de ‘O Homem de Aço‘ e ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ nos cinemas (ainda que não possam ser considerados fracassos de bilheteria). Porém, detalhes do que o diretor planejava foram revelados recentemente e pareciam grandiosos!

Segundo Neil Daly, responsável pela organização das exibições de testes da DC e pelo feedback para o estúdio, Snyder originalmente tinha um plano de seis filmes para a franquia. Ele conseguiu fazer três, e o resto consistiria em ‘O Homem de Aço 2‘, ‘Liga da Justiça 2‘ e ‘Liga da Justiça 3‘. Isso teria dado tempo para que o diretor desenvolvesse sua visão do Superman, além de conectar algumas pontas soltas deixadas propositalmente em ‘BvS‘, como os pesadelos do cavaleiro das trevas envolvendo um futuro dominado por um Super ditador, no estilo Injustice, a viagem no tempo de Flash e a inserção do vilão Darkseid.

Ainda de acordo com Daly, Snyder foi pressionado pela Warner a trabalhar no filme da Liga logo após o lançamento de ‘Batman vs Superman‘. Isso, no entanto, ia contra a visão do diretor, que acreditava que antes da junção dos heróis nas telonas era preciso lançar filmes solos de cada um, não sendo eles necessariamente dirigidos por Zack. Apesar de ter negado na época, este é o caminho que, ironicamente, o estúdio está seguindo agora.

Atualmente, Zack Snyder continua na DC, mas trabalhando na produção dos filmes. ‘Aquaman‘, por exemplo, tem produção executiva assinada por ele e sua esposa, Deborah Snyder.

‘Good Girls’: As garotas estão em perigo nova promo do episódio 3×06; Assista!

A 3ª temporada de ‘Good Girls‘ segue a todo vapor e as protagonistas estão correndo risco de morte, a contar pela nova promo do sexto episódio.

Assista:

Vale lembrar que a emissora encomendou 3 episódios extras para a terceira temporada, totalizando 16 capítulos para o novo ano.

Crítica | Good Girls – Netflix lança deliciosa série com mulheres assaltantes

No Brasil, a série é lançada pela Netflix como uma produção original.

A série gira em torno de três mães suburbanas que estão passando por uma situação financeira difícil. Depois que uma série de contratempos as deixa desesperadas, elas decidem assaltar um mercado local, mas o valor do roubo excedeu suas expectativas. Logo, elas estarão metidas com um chefão do crime local, e essas “boas garotas” se encontrarão em um poço de decisões ruins.

Christina Hendricks, Retta, Mae Whitman, Matthew Lillard, Reno Wilson, Manny Montana, Lidya Jewett, Izzy Stannard e David Hornsby estrelam.

‘Thor: Amor e Trovão’: Jaimie Alexander retorna para a sequência como Lady Sif

Após sua inexplicável ausência em ‘Thor: Ragnarok‘, a atriz Jamie Alexander, intérprete da personagem Lady Sif, fará o seu retorno ao Universo da Marvel nas telonas, na sequência ‘Thor: Amor e Trovão‘. A informação foi confirmada pelo portal Deadline.

Ainda não se tem detalhes de como a personagem será re-introduzida na trama ou se sua ausência será explicada no contexto da narrativa.

Vale lembrar que na época das filmagens de ‘Ragnarok‘, Alexander estava ocupada com as gravações da série ‘Blindspot‘, da emissora NBC.

Christian Bale também estrela a sequência como o vilão Gorr, o Carniceiro dos Deuses.

Anteriormente previsto para fevereiro de 2022, o quarto filme da saga agora estreia em 06 de maio de 2022, o que, por consequência, adiou outras produções do MCU – incluindo Pantera Negra 2‘Capitã Marvel 2’.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme traz de volta Thor (Hemsworth), Jane Foster (Natalie Portman), Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e o Grão-Mestre (Jeff Goldblum).

Lembrando que a Marvel já havia adiado todos os seus lançamentos nos cinemas devido a pandemia do Coronavírus, que fechou quase todas as salas de cinemas pelo mundo.

‘Dois’: Conheça o BIZARRO terror espanhol que está bombando no TOP 10 da Netflix

O terror espanhol ‘Dois‘ chegou de mansinho na Netflix, mas parece ter conquistado os assinantes. A produção, que traz uma premissa absurda e bizarra, atualmente segue na 5ª posição do TOP 10 filmes mais assistidos do streaming aqui no Brasil.

Na trama, dois estranhos descobrem, ao acordar, que foram unidos cirurgicamente. A situação ficará ainda mais assustadora quando eles perceberem quem é a força malígna por trás desse terrível caos e quais são os genuínos objetivos dessa macabra junção de corpos.

Mike Hostench e Mar Targarona assinam a direção. Christian Molina, Cuca Canals e Hostench são os responsáveis pelo roteiro.

Marina Gatell, Pablo Derqui e Kandido Uranga estrelam o longa.

Assista ao trailer:

‘Bad Apples’: Novo filme de Saoirse Ronan abrirá a mostra New Directors no Festival de San Sebastián

O Festival de Cinema de San Sebastián revelou sua aguardada seleção da mostra New Directors, voltada a cineastas emergentes ao redor do mundo.

Entre os destaques está o longa ‘Bad Apples‘, protagonizado por Saoirse Ronan, que abrirá a seção competitiva voltada à primeiras e segundas obras de diretores e concorrerá ao Prêmio Kutxabank-New Directors.

Descrito como uma sátira mordaz com toques de thriller, ‘Bad Apples‘ é dirigido por Jonatan Etzler, que ganhou reconhecimento por seu curta premiado Swimmer e dirigiu o longa ‘One More Time‘ (2023).

A trama acompanha uma professora que precisa lidar com um aluno de 11 anos considerado altamente problemático. A produção é britânica e marca o segundo longa do diretor sueco.

A mostra reúne cineastas de países como China, Turquia, Dinamarca, Índia, Costa Rica, Espanha, Suécia e Reino Unido, consolidando San Sebastián como uma vitrine global para novos talentos do cinema.

Fechando a programação está ‘White Flowers‘ and ‘Fruits‘, estreia da diretora japonesa Yukari Sakamoto. Ambientado em um internato cristão para meninas, o filme parte da morte por suicídio de uma aluna popular, evento que impacta profundamente uma novata com a habilidade de ver fantasmas.

Entre os outros filmes selecionados estão ‘The Son and the Sea‘, primeiro longa da britânica Stroma Cairns (da série Mood), que coescreveu o roteiro com sua mãe. O filme narra a jornada de dois amigos pela costa nordeste da Escócia e a conexão silenciosa que surge entre eles.

‘As We Breathe‘, estreia do cineasta curdo-turco Seyhmus Altun, é uma coprodução entre Turquia e Dinamarca. A narrativa acompanha as transformações de uma família em uma pequena cidade da Anatólia durante um devastador incêndio florestal.

O Festival de San Sebastián também contará com estreias na mostra principal de nomes consagrados como Alice Winocour, Arnaud Desplechin, Agnieszka Holland e Milagros Mumenthaler.

Couture‘, novo longa de Winocour estrelado por Angelina Jolie e Louis Garrel, ambientado no mundo da moda, foi anunciado como um dos fortes candidatos ao prêmio máximo do festival.

‘Círculo de Fogo: A Revolta’ ganha novas imagens com John Boyega; Vem ver!

O aguardado Círculo de Fogo: A Revoltaganhou novas imagens divulgadas pela revista Total Film. Confira:

Confira um novo cartaz para o mercado internacional:

 

Guillermo del Toro, roteirista e diretor do primeiro filme, serviu como consultor de Círculo de Fogo: A Revolta.

O diretor foi consultado pela direção ao longo da pré-produção e filmagem, compartilhou ideias visuais e até mesmo para o desenvolvimento da trama, de acordo com o produtor Cale Boyter  para o site Coming Soon.

“Nós enviamos tudo para ele. Ele ama o John Boyega. Obviamente, tudo que fizemos ele tocou de alguma forma e nos enviou notas”

A aventura épica traz John BoyegaJing Tian, Cailee Spaeny, Rinko Kikuchi, Burn Gorman, Adria Arjona e Charlie Day no elenco.

Círculo de Fogo: A Revolta‘ tem estreia prevista para 23 de Março de 2018 em circuito nacional.

Atriz de ‘Game of Thrones’ no elenco de ‘Círculo de Fogo 2’

Guillermo Del Toro quer trilogia para ‘Círculo de Fogo’

‘O Cemitério Maldito’: Atores mirins são escalados para o elenco do remake

O co-diretor Dennis Widmyer anunciou via Twitter que a produção do remake de Cemitério Maldito começou na Paramount Pictures.

Além disso, o remake do clássico de Stephen King, teve três novas adições ao seu elenco: Jeté Laurence, que irá interpretar Ellie, a menina que é apaixonada pelo seu gato Winston Churchill e Gage, irmão mais novo da menina, que será vivido pelos gêmeos Hugo Lavoie e Lucas Lavoie.

No tweet, Widmyer e o co-diretor, Kevin Kolschestão segurando uma claquete do filme com a legenda “Dia um”. Confira:

Segundo o Variety, a atriz Amy Seimetz (‘Alien: Covenant‘) irá interpretar a protagonista feminina.

John Lithgow viverá Jud Crandall, papel vivido por Fred Gwynne na adaptação lançada em 1989.

Crandall é um velho vizinho do interior, que conhece os vários segredos que rodam a região e se torna amigo do personagem Louis Creed. Ele decide levar a família Creed em um tour por um bosque, que acaba em meio a um macabro cemitério de animais, conhecido como o Cemitério Maldito. Com o atropelamento do animalzinho da família, uma série de acontecimentos pavorosos começam a tomar conta de todos os envolvidos.

O astro Jason Clarke (‘Planeta dos Macacos: O Confronto’) estrelará o filme.

Quem assume a produção é a dupla Dennis Widmyer e Kevin Kolsch, os mesmos responsáveis pelo terror ‘Starry Eyes‘, de 2014. Lorenzo di Bonaventura e Steven Schneider serão os produtores.

Com estreia adiantada, o remake será lançado no dia 5 de abril de 2019.

O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando seu filhinho Gage morre atropelado, Creed resolve enterrá-lo no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.

Troca de ator, tretas, Thanos alterado e outras MUDANÇAS impactantes no MCU

A Marvel é famosa por ter elencos estelares em seus filmes e por fazer com que atores inesperados imortalizem personagens. Afinal, quem pensa que a Marvel erra nas escalações após não conseguirmos mais separar Robert Downey Jr do Homem de Ferro, Chris Evans do Capitão América e Chris Hemsworth do Thor? No entanto, por mais que muitos não se lembrem, o Universo Cinematográfico Marvel já passou por algumas reescalações. Com Ultimato nos cinemas, decidimos separamos as principais mudanças! Confiram!

 

TCHAU, HULK

A interpretação de Edward Norton nos entregou um Bruce Banner acuado e amargurado com sua própria existência por estar atrelada ao Hulk. Uma persona fugitiva e receosa, hesitante de viver, focando apenas na sobrevivência e na busca por uma cura. Foi uma versão bem fiel aos quadrinhos e os fãs gostaram muito. Só que uma série de divergências criativas entre Edward Norton e a grande mente por trás do Universo Cinematográfico Marvel, Kevin Feige, acabou causando a demissão do ator.

Histórias de bastidores contam que o envolvimento de Ed era muito grande e influenciou diretamente na abordagem do personagem e nos rumos da trama. Mas não era algo que agradasse Feige, que queria uma outra pegada para a união em Os Vingadores. Há também uma história de que um dos pedidos de Norton era para dirigir Os Vingadores, algo que sequer foi cogitado.

Com Norton de fora, Mark Ruffalo foi chamado e trouxe um Hulk menos agressivo, mas ainda evasivo, que vai evoluindo e ficando mais amigável conforme se insere no supergrupo dos Heróis Mais Poderosos da Terra.

 

NEGÓCIOS À PARTE

Terrence Howard era o ator mais bem pago do primeiro Homem de Ferro (2008). Hoje, isso parece absurdo, mas o contexto da época em que ele foi escalado justifica completamente o alto cachê do ator. Na época, Terrence vivia uma fase iluminada da carreira, vindo de inúmeros prêmios por seu papel em Crash – No Limite (2004), ainda mais prêmios por Ritmo de Um Sonho (2005) e um prêmio de Melhor Ator da NAACP Image Awards por seu papel em Pride (2007). Ou seja, o cara estava no auge.

Enquanto isso, Robert Downey Jr. vivia uma época muito obscura de sua vida, tendo sido preso duas vezes por porte de drogas, até o dia em que, completamente narcotizado, invadiu a casa de um vizinho achando ser a sua. Depois dessa, Robert foi mandado para uma clínica de reabilitação. Em outras palavras, apesar de ser um ator com prêmios e indicações, Downey Jr. era um nome polêmico e malvisto por Hollywood. Então, o grande nome de Homem de Ferro para o público em geral era Terrence.

Com o sucesso estrondoso do primeiro Homem de Ferro, Robert Downey Jr. ganhou um aumento considerável de cachê. Já Terrence recebeu uma proposta salarial 50% menor para voltar como Rhodes, mas com mais tempo de tela e destaque. Howard também ficou conhecido por alguns ataques de estrelismo nos sets do primeiro filme.

Depois do ator negar a proposta, a Marvel correu atrás de Don Cheadle, que foi anunciado como o novo James Rhodes. Mesmo sem ter tanto carisma, Don segurou o papel e está ganhando bem na franquia Vingadores, como o Máquina de Combate.

 

O OUTRO THANOS

O mundo Geek ficou em choque com a cena pós-créditos do primeiro Os Vingadores (2012). Um discurso sobre a humanidade não ser a raça fraca que o tinham prometido e um sorriso maléfico em cena. Sim, Thanos estava lá e arquitetava seu plano para ter as Joias do Infinito.

A euforia para Ultimato começou exatamente naquela cena. Só que muita gente não lembra que o Thanos ali era interpretado por Damion Poitier, um ator mais famoso por seus trabalhos como dublê.

Com o personagem ganhando uma relevância colossal dentro do Universo Marvel, a Disney correu atrás de um ator de mais nome no mercado. Assim, Josh Brolin foi escalado para viver o Titã Louco. Mas Damion não foi completamente jogado para escanteio. Ele fez uma participação em Capitão América: Guerra Civil (2016) como um dos mercenários que enfrentam a Viúva-Negra em Lagos.

 

FOI PRO ESPAÇO

Hugo Weaving é um dos célebres atores do cinema Geek e sua interpretação do Caveira Vermelha foi um dos pontos altos de Capitão América: O Primeiro Vingador (2011). Apesar dos fãs terem adorado sua interpretação, Hugo não gostou de viver o personagem, chegando a reclamar em público das incontáveis horas que ele gastava com uma maquiagem que inibia sua atuação.

Em entrevista ao Collider, ele disse que: “Esse tipo de obra já me cansou. Foi bom fazê-lo e experimentar, mas, para ser honesto, não é algo que procuro e que me empolgue mais. Gosto é de me envolver com projetos com que eu tenha algum tipo de ligação”. Ou seja, apesar dele ter assinado contrato para vários filmes, ele não desejava retornar ao papel e deixou isso claro para a Marvel, que não desistiu de contar com o ator em Guerra Infinita.

Os irmãos Russo conversaram com Hugo e explicaram para ele seus planos para o personagem. Ainda assim, o ator não desejou retornar para o papel e tiveram de reescalá-lo.

O processo foi muito simples. Os irmãos Russo foram atrás de atores que conseguissem imitar a voz de Hugo Weaving, e assim chegaram a Ross Marquand, que já havia atuado em The Walking Dead.

 

ANTES DE SHAZAM!

Por fim, Josh Dallas chegou à franquia Thor (2011) para viver Fandrall, o líder do Três Guerreiros de Asgard. Mas com seus conflitos de agenda com a série Once Upon a Time, o ator abandonou o papel e foi reescalado.

Por isso, Zachary Levi, o atual Shazam! dos cinemas, foi chamado às pressas. É curioso porque Zachary era a escolha original para o papel, mas não pôde aceitar justamente por conflitos de agenda. Ele faz uma participação em Thor: O Mundo Sombrio (2013) e em uma única cena, a de sua morte, em Thor: Ragnarok (2017).

 

Vingadores: Ultimato estreia em 25 de Abril de 2019

Dica do Fim de Semana | A Magia dos Andes – Adrenalina e esportes radicais em bela série documental da Netflix

Férias do meio do ano chegando e aquela vontade de sonhar alto vai batendo, mas a situação atual do dólar não nos permite fazer grandes planos para o norte do planeta, né. Porém, temos sim opções de aventura deslumbrante aqui do ladinho, nos nossos países vizinhos, e a série documental da Netflix, ‘A Magia dos Andes’, mostra motivos pelos quais você vai querer fazer essa viagem.

Os novos episódios da segunda temporada acabam de estrear na plataforma, mas, a bem da verdade, dá para chamar tudo de uma temporada só. A primeira parte possui seis episódios, e a segunda, apenas quatro. Com um total geral de dez capítulos com o mesmo fio condutor, dá para considerar tudo um só projeto, até porque cada episódio é muito curtinho, com pouco mais de vinte minutos cada.

Escrito, dirigido e produzido por Luis Ara, a série tem a proposta de fazer um passeio imersivo com o espectador através da cordilheira dos Andes, desde a Argentina até a Venezuela, percorrendo cada espaço incrível desse imenso paredão rochoso que corta a América do Sul. Porém, ‘A Magia dos Andes’ não é só uma série de turismo regional: através das paisagens de tirar o fôlego, Luis Ara costura possibilidades de turismo esportivo na região, destacando as opções de cada cidade de modo a instigar o espectador a embarcar nessa aventura.

E é dessa aventura que estamos falando, pois ‘A Magia dos Andes’ preenche a tela com tentações incríveis. Podemos sonhar com cavalgadas pelos prados argentinos a cruzar as geleiras em passeios de barco que comprovam a pequenez do ser humano, seguindo por um rolê de moto pelo deserto do Atacama ou um exercício de fim de semana em um caiaque descendo as corredeiras dos rios caudalosos que se formam com o derretimento dos picos nevados. No intervalo de uma aventura e outra, dá para parar em alguma cidade e desfrutar de um bom queijo artesanal, uma chicha fresquinha feita de milho plantado pelos campesinos ou mesmo um bom vinho no cair da noite.

Uma das belezas apresentadas na série é a oportunidade de perceber o quanto esse paredão rochoso age diretamente na economia local da maioria dos países sul-americanos, especialmente em cidadezinhas escondidas entre uma montanha e outra, cujos suprimentos veem de outros fornecedores que precisam enfrentar diversos desafios para entregar os mantimentos. Ainda que se trate de uma mesma cordilheira, a paisagem se modifica completamente quando saímos da neve argentina e chilena e adentramos na Bolívia e no Peru, com mais influência indígena e dos povos andinos. Aliás, um dos episódios do Peru além de trazer imagens maravilhosas do Machu Picchu nos traz a oportunidade de conhecer um grupo de mulheres indígenas andinas que além de serem guia de turismo, também montaram sua própria liga de jogadoras de futebol nos finais de semana.

Depois de passear pelo verde intenso de Machu Picchu, mergulhar no Lago Titicaca e descobrir as belas praias ao norte do Peru que rendem ondas perfeitas para os surfistas, somos encaminhados para a Colômbia, Equador e Venezuela, onde muitas cidades ficam a milhares de metros acima do nível do mar – vê-las ali, crescendo por sobre os montes, faz a gente pensar que o ser humano realmente sempre buscou se adaptar aos meios. Essas cidades, por estarem tão altas, permitem um panorama lúdico que geram belos passeios de parapente ou de asa-delta, através dos quais o turista pode pular de alguma parte dos Andes e visualizar toda a cidade de cima.

A Magia dos Andes’ é o tipo de série para você sentar no sofá e relaxar. É uma boa opção de programa em família, planejando as próximas férias e sonhando alto – literalmente – afinal, a cordilheira dos Andes é realmente mágica, oferece diversas opções de lazer para todas as idades e proporciona um turismo inesquecível.

‘Hellboy’ ganha nova imagem

O reboot de ‘Hellboy‘ recebeu uma nova imagem!

Confira:

A foto traz o protagonista em um tiroteio. Ao lado está o seu principal parceiro, o comandante Ben Daimio.

Confira um novo cartaz:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas nacionais em 11 de abril.

‘Indiana Jones 5’: Filmagens começam no ano que vem

De acordo com o site Discussing Film, a aguardada sequência Indiana Jones 5’ deve começar suas filmagens em abril de 2020, nos estúdios Pinewood, em Londres.

Originalmente, o novo longa-metragem da franquia seria rodado a partir de abril deste ano. Entretanto, divergências artísticas no tocante ao roteiro adiaram o início da produção, com Dan Fogelman (This Is Us) ficando responsável pela reescrita completa.

Harrison Ford retorna para viver o personagem-titular.

Produzido pela Lucasfilm, a mesma companhia responsável pela saga Star Wars, os detalhes da nova aventura ainda não foram divulgados.

Steven Spielberg retorna para a direção do filme, que estreia em 09 de julho de 2021.

‘O Esquadrão Suicida’: James Gunn divulga misterioso teaser do filme; Confira!

As filmagens de ‘O Esquadrão Suicida serão transferidas em breve para o Panamá e, em uma recente postagem no Instagram feita por Daniela Melchior (que fará parte do reboot), o diretor James Gunn fez um críptico comentário com diversos emojis de animais – que podem representar os novos personagens da produção.

Confira:

DISCUSSION: James Gunn teased the characters of The Suicide Squad on his instagram, which character for which emoji ? from r/DC_Cinematic

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida terá o retorno de Margot Robbie (Arlequina), Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

O longa chega aos cinemas em 06 de agosto de 2021.

Crítica | Bob Dylan flerta com a poética blasfema no evocativo ‘Rough and Rowdy Ways’

Levando em conta a efemeridade da indústria fonográfica – principalmente na contemporaneidade, em que diversos artistas parecem batalhar entre si para permanecerem relevantes no cenário mainstream -, é difícil pensar em nomes que tenham se mantido importantes e ativos, quanto mais terem lançado quase quarenta álbuns ao longo de uma carreira imortal. Mas esse não é caso de Bob Dylan. O nome artístico de Robert Allen Zimmerman está nesse cenário popular há seis décadas e, ao longo de hinos acerca de direitos civis e movimentos antibélicos, ele se envolveu com diversas áreas artísticas, unindo-as em um único fio que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Literatura por ter “criado novas expressões poéticas através da grande tradição musical norte-americana”.

Oito anos depois de ter lançado sua última obra-prima de originais – e apenas três depois de reissues e compilados de clássicas produções -, Dylan roubou os holofotes em 2020 com o anúncio de Rough and Rowdy Ways, marcando a estreia de seu 39º álbum. Ao longo de dez faixas, que contêm contribuições dos lendários musicistas Fiona Apple (tendo divulgado ela mesma Fetch the Bolt Cutters alguns meses atrás) e Blake Mills, o cantor e compositor cria mais uma amálgama com os estilos conhecidos de sua discografia, misturando desde o mais simples country-rock até as inflexões saudosistas do R&B em uma criação que tem vida própria; talvez até mais do que isso, cultivando uma arquitetura sonora que desvia dos padrões a que estamos acostumados (o que não é surpreendente, considerando que ele sempre foi um ícone da florescente contracultura estadunidense) e que rende-se a um escapismo sinestésico e imagético que corrobora sua perspectiva única para a música.

Dylan é uma figura anacrônica – no melhor sentido do adjetivo. Desde que despontou em 1962 com seu début homônimo, ousou desafiar o elitismo das esferas do entretenimento e abusou de sua prolífica e incansável mente para mostrar que as artes não eram excludentes entre si. Com o início de uma nova década e com a continuidade de uma nova geração que vem a conhecê-lo com olhos instigados pela curiosidades e personalidades que clamam por algo original e que a tire da zona de conforto, nada mais justo que ele venha a criar uma analítica e autocrítica declamação intimista que alcança uma estância homérica. Em “I Contain Multitudes”, o previsível título, na verdade, é uma dica propositalmente errônea do que podemos esperar; afinal ele é “um homem de várias contradições, um homem de vários humores”, com cada faceta refletida em delineações que não seguem qualquer padrão e que transformam a música em um extenso poema épico.

Comparando-se desde a Anne Frank até Indiana Jones, o performer deixa claro que metáforas e simbologias elegíacas serão seu objeto de estudo – permitindo que evocações dêiticas também tenham espaço de sobra para serem exploradas, como fica claro em “False Prophet”. Nesta track, que é a melhor de sua carreira em quase vinte anos, há um flerte malicioso e blasfemo com a mitologia católica e uma aproximação com a tragédia greco-romana – tudo isso transformado em um belíssimo e impactante country-folk que é dono de seu próprio borbulhante mundo (“sou o primeiro dos iguais, o segundo de ninguém” é um dos versos mais inteligentes e humildes do século, transformando uma obviedade universal em uma reflexão filosófica incrivelmente sagaz).

É incrível o modo como Dylan mostra sua paixão pela música – não é surpresa que ele desenvolve a invejável e imaginativa habilidade de construir cenários, abstratos ou concretos, em que cada nota é dotada de uma cor, e cada acorde conta uma história diferente. Em “My Own Version of You”, canção na qual faz um breve meneio a Paul Cauthen, a escolha de colocar o blues e a sutileza dos sintetizadores em segundo plano convida os ouvintes a uma mística road-trip sem destino certo. Já em “I’ve Made Up My Mind to Give Myself to You”, seus vocais roucos são certeiros em optar por uma rendição romântica que nos arremessa de volta para as rendições de Elvis Presley nos anos 1940 e 1950 – manifestando suas referências e de que forma ele as enlaça em um dinâmico quadro proprioceptivo.

As tendências do folk contemporâneo retornam com força em “Black Rider”, munindo-se de uma ambientação mais dark e onírica enquanto é guiado pelas líquidas notas do violão e pela presença quase imperceptível do baixo. Em “Goodbye Jimmy Reed”, o artista nos convida para uma revisitação concisa ao início de sua carreira – e talvez para sua terra natal de Duluth, no Minnesota; afinal, a faixa já começa com a descrição precisa de uma pequena cidade do interior onde a religião impera e a bíblia é a constituição, e temos desde a presença retumbante da bateria até o momentâneo grito da gaita. Seu respaldo mitológico também é marcante, principalmente com a envolvente “Mother of Muses”, em que seus clamores e angústias são reflexo de uma sociedade perdida, pincelada com o pessimismo de um futuro incerto.

Rough and Rowdy Ways é uma narrativa que transcende o que se entende e o que se entendeu por música nas últimas décadas. Assim como Apple e seu mais recente lançamento (que alçou voo para o patamar de melhor álbum do ano), Dylan não se restringe apenas a um método de contar o que deseja e o que precisa; pelo contrário, ele tem uma necessidade intrínseca e inalienável de juntar investidas artísticas diversas e bastante abrangentes em um único lugar, fugindo do canto e optando diversas vezes por apresentações faladas – como “Crossing the Rubicon”, que premedita a epítome formada por “Key West” e por “Murder Most Foul”.

A passional e irremediável beleza da música costuma vem em pequenos frascos – mas, no caso de Bob Dylan, esse gracioso encanto poderia se estender por horas e mais horas de solilóquios reflexivos e bastante íntimos. Mas, em vez disso, ele nos presenteia com apenas dez canções, como já mencionado, nos infundindo com um desejo irrefreável de “quero mais”.

Nota por faixa:

  • I Countain Multitudes – 4,5/5
  • False Prophet – 5/5
  • My Own Version of You – 5/5
  • I’ve Made Up My Mind to Give Myself to You – 4,5/5
  • Black Ride – 5/5
  • Goodbye Jimmy Reed – 5/5
  • Mother of Muses – 4,5/5
  • Crossing the Rubicon – 5/5
  • Key West (Philosopher Pirate) – 4,5/5
  • Murder Most Foul – 5/5

‘The Crown’: Princesa Diana e Príncipe Charles estampam novas imagens da 4ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou três novas imagens oficiais da 4ª temporada de The Crown, trazendo Emma CorrinJosh O’Connor como Princesa Diana e Príncipe Charles, respectivamente.

Confira, junto ao trailer:

O novo ciclo estreia no dia 15 de novembro.

A quarta temporada traz o retorno de Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret).

Gillian AndersonEmma Corrin completam o elenco como Margaret Thatcher e Princesa Diana, respectivamente.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Trem Infinito’: 4ª temporada da animação ganha nova imagem oficial; Confira!

HBO Max divulgou uma nova imagem oficial da 4ª temporada de Trem Infinito (‘Infinity Trem’), aclamada animação do Cartoon Network.

Confira:

A próxima temporada terá 10 episódios que estreiam no dia 15 de abril. Os novos protagonistas são: Min-Gi Park (Johnny Young), Ryan Akagi (Sekai Murashige) e Kez (Minty Lewis).

Assista ao trailer:

A série, que demorou alguns anos para estrear na emissora, foi feito no formato de curta-metragem dirigido por Owen Dennis em 2016. Pouco depois, a obra ganhou popularidade e os fãs realizaram uma petição para transformá-la em série.

‘Stargirl’: The CW divulga novas imagens promocionais do episódio 02×04; Confira!

A The CW divulgou as novas imagens oficiais do 4º episódio da 2ª temporada de Stargirl, intitulado “Summer School: Chapter 4”.

Na trama, “à medida que Pat considera contar toda a verdade sobre o passado de Eclipso para Courtney, uma visita surpresa de Crock e de Paula o pegam desprevenido. Um confronto tenso com Penumbra dá informações valiosas a Courtney. Por fim, Cindy toma uma decisão”.

O capítulo vai ao ar em 31 de agosto.

Confira:

No Brasil, ‘Stargirl‘ é exibida pela Warner Channel, que ainda não divulgou a data de estreia.

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Black Crab’: Noomi Rapace luta contra o frio nas imagens oficiais do novo suspense da Netflix; Confira!

Netflix divulgou recentemente as primeiras imagens oficiais de Black Crab, suspense pós-apocalíptico escandinavo estrelado por Noomi Rapace (‘Lamb’, ‘Prometheus’).

O longa é baseado no livro homônimo escrito por Jerker Virdborg e tem estreia agendada para 18 de março na plataforma de streaming.

Confira:

Ambientada em um mundo pós-apocalíptico com um inverno eterno, a trama segue seis soldados que são enviados para uma arriscada missão através do mar congelado para transportar uma carga que poderá finalmente acabar com a guerra.

Adam Berg será responsável pela direção.

Segundo o produtor Mattias Montero, a produção irá “mostrar o que acontece com a humanidade quando o caos ascende”.

Jakob OftebroDar SalimArdalan EsmailiErik Enge completam o elenco.

‘The Boys’: Prime Video divulga resumão das duas primeiras temporadas; Confira!

A 3ª temporada de ‘The Boys‘ estreia na próxima sexta-feira (03) e, agora, o Prime Video divulgou um novo vídeo fazendo um resumão das duas iterações predecessoras.

Confira:

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Crítica | Rihanna faz seu retorno ao mundo da música com a frustrante e decepcionante “Lift Me Up”

Rihanna é uma das artistas mais icônicas do século e, desde sua estreia oficial no mundo da música, nunca teve medo de explorar gêneros diferentes e construir uma identidade que se diferenciava do que o mainstream exigia. Não é surpresa que, ao longo da carreira, tenha conquistado inúmeros prêmios, incluindo nove estatuetas do Grammy Awards.

Entretanto, já fazia um belo tempo desde que a performer não nos agraciava com suas músicas – sendo sua última incursão com o impecável álbum ‘ANTI’ em 2016. Agora, ela parou o mundo novamente ao entregar-se de corpo e alma para a trilha sonora do vindouro Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, comandando a música-tema “Lift Me Up”. Mais uma vez, Rihanna rema contra a maré, mas o resultado é muito aquém do esperado, permeado por emulações cansadas e uma vazia tentativa de construir uma balada antêmica – o que é, ao mesmo tempo, frustrante e surpreendente, considerando as ótimas faixas que ela encabeçou nas décadas passadas.

Iniciando com um solene murmúrio, a cantora logo prova que seu tempo longe da música não lhe trouxe nenhuma perda vocal – ora, a primeira nota já solidifica uma rendição de tirar o fôlego, nos preparando para o refrão. Os deslizes, dessa forma, não se referem à carga emocional de Rihanna, que faz um trabalho aplaudível dentro das restrições que se autoimpõe; o problema reside na estrutura da canção, infundida em emulações contínuas que não trazem nada de original.

Em se tratando de uma música em homenagem ao saudoso Chadwick Boseman, falecido em 2020, o caráter solene funciona em partes e demonstra uma ambição considerável, ainda que não atinja o objetivo proposto. Rihanna se fecha em uma redoma angelical, acompanhada de um coro gospel que surge no terceiro ato da música, mas não há muito além disso para ouvir: o que temos é uma amálgama corrida que pega elementos tanto de um longínquo e nostálgico “I Have a Dream” quanto da recente trilha de ‘Encanto’ (e aqui me refiro à melodia pungente do violão e do piano).

“Lift Me Up” é decepcionante principalmente porque Rihanna sabe como comandar baladas poderosas – apenas a encargo de comparação, temos “Higher”, “Love On the Brain”“Stay”, que poderiam servir de inspiração para a cantora, mas, pelo contrária, são deixadas de lado. A lírica também não foge muito dos convencionalismos, evocando aqueles que já partiram com imagens já exploradas há muito tempo na indústria fonográfica – ainda que tocantes à sua própria maneira.

De qualquer forma, é muito provável que a faixa encante os fãs mais derradeiros da artista, que esperavam há tanto tempo seu retorno – e, mesmo com os inúmeros problemas, não descartaria sua aparição na corrida pelo Oscar.

Crítica | ‘Super Mario Bros. – O Filme’ é um espetáculo visual que encanta pela nostalgia

Atenção: o filme foi assistido com a dublagem nacional. Dessa forma, o elenco a que o texto se refere é o brasileiro.

Crítica livre de spoilers.

A franquia de games ‘Super Mario’ é uma das mais icônicas de todos os tempos – e seu legado atravessa gerações. Com mais de 380 milhões de cópias vendidas, a saga criada pela Nintendo é automaticamente reconhecida por qualquer um que já tenha ouvido falar dos personagens ou da narrativa presente nos jogos, construindo um sentimento de atemporalidade que, mesmo quase quatro décadas depois de seu lançamento oficial, permanece atual e envolvente. Agora, chegou a hora de revisitarmos esse estonteante e vibrante mundo com a vindoura animação Super Mario Bros – O Filme’, supervisionado pela Universal Pictures e que, grosso modo, é um espetáculo nostálgico e recheado de ação.

Funcionando como uma espécie de história de origem para as aventuras que os memoráveis irmãos vivem nos games, o longa-metragem comandado por Aaron Horvath e Michael Jelenic nos transporta, a princípio, para a caótica Nova York. Depois de abandonarem o emprego que tinha, Mario (Raphael Rossatto) e Luigi (Manolo Rey) tentam deixar sua marca no mundo e lançam-se como os melhores encanadores da cidade. Todavia, por mais persistentes e hábeis que sejam, as coisas não saem como o planejado e colocam um ponto de interrogação sobre o futuro da dupla na profissão. Isso é, até eles serem arrastados para um universo recheado de criaturas mágicas e perigos inimagináveis e descobrirem que precisam ajudar um ao outro se quiserem voltar para casa – ou se verem novamente.

Quando Luigi vai parar no aterrorizante Reino Sombrio, comandado pelo temível Bowser (Marcio Dondi), cabe a Mario reunir a força e a coragem necessárias para convencer a Princesa Peach (Carina Eiras), do Reino dos Cogumelos, a ajudá-lo a resgatar o irmão. Em troca, Mario irá auxiliá-la na luta contra Bowser em seus asseclas, protegendo os reinos da total destruição. E é a partir daí que a narrativa principal, aos moldes de clássicos filmes de aventura fantástica, se desenrola; no final das contas, à medida que somos convidados a explorar esse cosmos inenarrável, somos envolvidos em um festival de cores, luzes e um banho de saudosismo que nos impede de desviar os olhos das telonas e que nos deixa ansiando por mais capítulos – algo que, considerando o sucesso que o filme deve fazer logo em sua abertura, pode se concretizar antes do imaginado.

Partindo de uma premissa simples, familiar e bastante funcional, a ideia por trás da obra não é reinventar a roda, e sim construir um território nostálgico o suficiente para angariar os fãs de longa data dos games, mas sucinto o bastante para que a nova geração, talvez alheia às múltiplas histórias envolvendo Mario e sua turma, possa se apaixonar da mesma maneira que nos apaixonamos no passado. Entretanto, é preciso comentar sobre o atropelado ato de abertura, que se apressa demais em apresentar muitas informações e se torna cansativo depois de alguns minutos; não obstante os deslizes iniciais, o roteiro de Matthew Fogel engata assim que percebemos em que direção o enredo seguirá, nos deixando animados com os capítulos subsequentes e de que forma o final feliz virá para os heróis.

Era questão de tempo até confirmarmos a presença quase infinita de easter eggs que, ainda que a falta de conhecimento deles não interfira na compreensão da narrativa, são sempre bem-vindos. Mais do que isso, temos inúmeras personagens, vilanescos ou bondosos, que nos agraciam com quebras de expectativa ou arcos bem delineados – como, por exemplo, Toad (Eduardo Drummond) e Donkey Kong (Pedro Azevedo), ambos de extrema importância para a conclusão das tramas. Além disso, é notável o cuidado que o time criativo carrega para garantir uma experiência completa por parte dos espectadores, nos guiando em uma “jornada do herói” que pode ser explorada ad nauseam. Mesmo as tiradas mais formulaicas, como a batalha final ou as pontuais reviravoltas, são práticas e têm uma finalidade concreta.

Outro aspecto a ser mencionado é a trilha sonora assinada por Brian Tyler e Koji Kondo. Kondo é o artista que criou a música original dos jogos e, aliando-se a Tyler, o escopo computadorizado transforma-se em uma aventura orquestral que faz ótimo uso de elementos clássicos e contemporâneos, afastando-se da comum cisão entre as duas vertentes para consagrar-se em algo inesperado, tocante e aplaudível. E preciso comentar a aparição de canções como “Holding Out for a Hero”, de Bonnie Tyler, e de “Take on Me”, da banda a-ha, como as cerejas do bolo.

Super Mario Bros – O Filme’ pode não ser perfeito, mas certamente vale o ingresso. Servindo como uma carta de amor à saga da Nintendo e um presente para os fãs e os não-fãs, o resultado é aprazível em sua completude e, como já mencionado, nos deixa ansiosos para o que pode estar guardado na manga – e se o filme pode ser o capítulo de estreia de uma franquia cinematográfica de grande sucesso.

‘Homens da Lei: Bass Reeves’: Nova série do criador de ‘Yellowstone’ ganha trailer LEGENDADO e data de estreia; Confira!

Paramount+ Brasil divulgou o trailer oficial de ‘Homens da Lei: Bass Reeves, nova série do mesmo criador de YellowstoneTaylor Sheridan.

Além disso, foi revelado que a produção chega ao catálogo da plataforma de streaming em 05 de novembro.

Confira, junto às imagens promocionais:

O elenco é formado por David Oyelowo, Lauren E. Banks, Demi SingletonBarry PepperDennis QuaidForrest GoodluckGrantham Coleman, Shea WhighamDonald Sutherland.

A trama conta a história real de Bass Reeves, um lendário homem da lei na época do velho oeste. Reeves, conhecido como o maior herói da fronteira na história americana, trabalhou na Era da Reconstrução como um agente federal da paz no território indiano, capturando mais de 3 mil dos criminosos mais perigosos sem nunca ter sido ferido.

Chad Feehan, David C. Glasser, Oyelowo, Jessica Oyelowo, David Permut, Ron Burkle, Bob Yari e David Hutkin entram como produtores executivos.

‘Iron Reign’: Nova série espanhola de SUSPENSE ganha trailer inédito; Confira!

Netflix divulgou recentemente o trailer completo e oficial de sua mais nova minissérie espanhola, ‘Iron Reign’ (‘Mano de Hierro’).

A produção chega à plataforma de streaming no dia 15 de março.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é criada e dirigida por Lluís Quílez.

Joaquín Manchado governa o seu império das drogas a partir do porto de Barcelona com mão de ferro até que um novo carregamento faz com que os negócios e a família despenquem.

Jaime LorenteEduard FernándezNatalia de MolinaSergi LópezChino DarínOriol PlaEnric Auquer estrelam.

A minissérie é composta por seis episódios.

‘Solar Opposites’: 5ª temporada da aclamada animação ganha clipe INÉDITO; Confira!

Hulu divulgou um clipe inéditoda 5ª temporada de ‘Solar Opposites’, aclamada animação adulta do mesmo criador de ‘Rick e Morty’.

Lembrando que a nova iteração tem lançamento marcado para o dia 12 de agosto. No Brasil, a série está disponível no Disney+.

Confira, junto ao trailer:

Justin Roiland (‘Rick and Morty’) e Mike McMahan são os criadores da atração.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

A produção conta com as vozes de Roiland, Thomas Middleditch, Sean Giambrone, Mary Mack, Sagan McMahan e Liam Cunningham.

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