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‘Vingadores: Doutor Destino’ ganha novos cartazes com os logotipos do Quarteto Fantástico, dos X-Men e dos Wakandanos

Vingadores: Doutor Destino teve um novo vídeo compartilhado pela Marvel Japão que revela uma exposição do já conhecido logotipo “A” dos Vingadores — colocado em frente ao que parece ser a janela do Castelo Latveriano do Doutor Destino — e o substitui pelos logotipos do Quarteto Fantástico, dos X-Men e dos Wakandanos.

Confira:

Recentemente, novos materiais aprimorados com inteligência artificial despontaram no X (antigo Twitter), dando destaque a Steve Rogers (Chris Evans) subjugado pelo perigoso Victor von Doom (Robert Downey Jr.).

Vários insiders afirmaram que, na trama do filme, o antigo Capitão América será capturado pelo antagonista no terceiro ato. Inclusive, é nesse momento que o Doutor Destino supostamente cometerá um dos atos mais chocantes já vistos no MCU.

As imagens também dão destaque às Bruxas de Latvéria, asseclas de Destino.

Confira:

‘Vingadores: Doutor Destino’: Arte promocional INÉDITA dá destaque aos X-Men; Confira!

Em ‘Vingadores: Doutor Destino’, os heróis mais poderosos da Terra enfrentarão uma ameaça diferente de tudo o que já encontraram. Com o multiverso à beira do colapso e diferentes realidades entrando em rota de colisão, Doutor Destino surge como uma força capaz de remodelar a existência de acordo com seus próprios planos.

Diante de um inimigo tão poderoso quanto imprevisível, os Vingadores precisarão reunir antigos aliados e novos heróis de diferentes cantos do Universo Marvel. Enquanto segredos sobre o multiverso vêm à tona, a batalha contra Destino coloca em risco não apenas a Terra, mas todas as realidades existentes, preparando o terreno para o confronto definitivo de ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Saiba mais sobre Vingadores: Doutor Destino (2026)

Dirigido por Anthony e Joe Russo e escrito por Stephen McFeely,Vingadores: Doutor Destino colocará heróis de diferentes universos frente a frente com uma ameaça capaz de alterar completamente o destino do MCU.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco reúne nomes como Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Florence Pugh (Yelena Belova), Vanessa Kirby (Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Chris Hemsworth (Thor), Pedro Pascal (Sr. Fantástico), Patrick Stewart (Professor Xavier), Ian McKellen (Magneto), James Marsden (Ciclope), Rebecca Romijn (Mística), Alan Cumming (Noturno), Kelsey Grammer (Fera) e Channing Tatum (Gambit).

Vingadores: Doutor Destino’ tem estreia prevista nos cinemas brasileiros para 17 de dezembro de 2026. A sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, chegará aos cinemas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

10 Filmes para VOCÊ que se considera uma pessoa Dramática

Você se considera uma pessoa dramática? Ou mesmo conhece alguém assim? Buscando ser comovente em discursos sobre os conflitos que enfrentam personagens enxergamos em algumas narrativas, que emocionam facilmente, a busca pela comoção quase sempre. Pensando nesse curioso recorte sobre o universo dos sentimentos e a maneira como lidamos com a força emocional que chega em nossas vidas, segue abaixo uma lista com 10 filmes para você que se considera uma pessoa dramática:

 

A Família Perfeita

Na trama, conhecemos Lucía (Belén Rueda), uma mulher com a vida equilibrada, rica que mora como o marido, o astrônomo Ernesto (Gonzalo de Castro) em um luxuoso apartamento na capital espanhola. Um dos seus grandes sonhos é que seu filho Pablo (Gonzalo Ramos) case com uma mulher que lhe agrade. Só que quando ele lhe apresenta a pretendente, Sara (Carolina Yuste), ela não gosta mas isso acaba ficando em segundo plano pois Lucía acaba se apaixonando pelo pai de Sara, Miguel (Jose Coronado). A partir dessa inusitada situação Lucía, a grande protagonista dessa história, acaba embarcando em uma jornada de auto descoberta.

 

Pedro e Inês

Na trama, conhecemos a saga em vários tempos de Pedro (Diogo Amaral) e Inês (Joana de Verona). Duas almas que parecem conectadas além tempo, mudando histórias, trajetórias e gerando choques de pensamentos dos que os circulam em todas essas linhas temporais impostas pela história. A dor e o desespero dos sentimentos acompanham esses amantes que em todas as fases desse amor enfrenta o conflito entre a felicidade completa aos seus respectivos olhos e a tragédia, esse último quase um fio condutor de qualquer ação que eles tomem para se manterem unidos.

 

Os Olhos de Tammy Faye

Na trama, conhecemos algumas fases da vida de Tammy Faye (Jessica Chastain), primeiro uma criança criada com a religião muito próxima de sua família, depois sua chegada na faculdade de estudos bíblicos, onde conhece o futuro marido Jim Bakker (Andrew Garfield). A partir do momento que se casa, resolve com o marido jogarem as mensagens de fé e esperança pelos Estados Unidos até que começam a perceber uma oportunidade de alcançar cada vez mais pessoas indo para a televisão e criando um show cristão. Só que o tempo passa, o sucesso chega, mas os pecados cometidos nesses tempos de ganância e ego inflado batem à porta deixando poucas escolhas aos envolvidos.

 

Amor, Casamentos & Outros Desastres

Na trama conhecemos uma série de personagens que se encontram em um ponto de interseção, um casamento. Um homem, que é irmão do futuro prefeito, dentro de um reality show que vale um milhão de dólares; uma organizadora de casamentos enrolada que teve um vídeo viralizado com seu ex-namorado famoso; um senhor solitário, ranzinza que trabalha com casamentos acaba conhecendo por meio de amigos uma mulher cega que mexe com suas emoções; um jovem guia turístico que à bordo do seu ônibus busca o seu grande amor que viu apenas uma vez vida; um músico com conflitos com seu melhor amigo encontra o amor em uma jovem atrapalhada. Assim, essas almas buscarão encontrar seus destinos que envolve amor e outros desastres.

 

Giraffe

Na trama, acompanhamos Dara (Lisa Loven Kongsli) uma pesquisadora voltada à área de antropologia cultural e social que parece registrar um estudo sobre habitantes de uma cidadezinha na Dinamarca (parece ser uma ilha) que terão suas casas demolidas (e assim memórias perdidas) para a construção de inovador túnel que ligará o país até a Alemanha. Se estabelecendo no lugar durante o período da pesquisa, acaba conhecendo o jovem polonês Lucek (Jakub Gierszal) com quem tem um affair.

 

O Mundo Fora do Lugar

Na trama, conhecemos a doce Sophie (Katja Riemann) uma mulher forte e determinada que busca a carreira de cantora na cidade onde mora na Alemanha, além e trabalhar como mestre de cerimônias de casamentos. Certo dia, após receber uma ligação de seu pai, acaba descobrindo uma estranha história e a possibilidade de uma cantora de ópera norte americana Caterina Fabiani (Barbara Sukowa) ter algum parentesco com ela pela tamanha semelhança de Caterina com sua mãe já falecida. Assim, Sophie embarca em uma viagem para ir de encontro com as verdades de seu passado.

 

Overboard

Na trama, conhecemos a esforçada Kate (Anna Faris), uma mãe solteira com três filhas para criar que sonha em terminar seu curso de enfermagem. Entre um bico e outro, acaba indo prestar um serviço no iate do megamilionário Leonardo (Eugenio Derbez), com quem logo se estranha e é bastante mal tratada. Alguns dias após esse choque, Anna descobre via matéria de televisão que o mesmo Leonardo está em um hospital desnorteado, pois perdeu a memória. Assim, por incentivo de sua melhor amiga Theresa (Eva Longoria) bola um plano para convencer Leonardo de que é sua esposa.

 

Os Odiados do Casamento

Na trama, conhecemos uma família que por muito tempo ficou longe, entre os Estados Unidos e a Inglaterra. Assim, conhecemos Donna (Allison Janney) e seus filhos: a mais velha Eloise (Cynthia Addai-Robinson), fruto de seu relacionamento com Henrique (Isaach De Bankolé), e os outros dois Paul (Ben Platt) e Alice (Kristen Bell), fruto do segundo casamento. No início os filhos eram muito unidos mas a distância (Eloise mora na Inglaterra e os irmãos no Estados Unidos) acabou afastando a família gerando uma série de situações que praticamente romperam a relação forte e poderosa que tinham. Anos se passam e Eloise vai se casar em Londres e chama a mãe e seus irmãos para o casamento o que ocasiona em um série de situações onde todos precisarão enfrentar seus conflitos afim de se entenderem melhor.

 

Unidas pela Esperança

Na trama, conhecemos Kate (Kristin Scott Thomas) a esposa de um general de uma base militar na Inglaterra que não possui muito contato com as outras espoas de militares, principalmente após o falecimento do seu único filho. Certo dia, resolve se juntar a Lisa (Sharon Horgan), uma mulher que possui muito problemas de relacionamento com a filha e comanda uma espécie de mercearia na base militar. Elas resolvem criar um coral com as mulheres dos militares. A iniciativa é um sucesso e assim elas conseguirão encontrar forças umas nas outras principalmente quando notícias ruins chegam.

 

O Charlatão

Na trama, conhecemos em diversas passagens de sua vida o curandeiro Jan Mikolásek (Ivan Trojan) que na adolescência, depois de ajudar a irmã que estava à beira de ter a perna direita amputada, começa a acreditar que possui um dom ou mesmo alguma habilidade quase inexplicável pelo seu conhecimento de ervas medicinais. Filho de um jardineiro, ele possui um relacionamento muito complicado com o pai que é rompido de vez quando o protagonista foge de casa e busca mais explicações para suas técnicas que se baseiam em diagnósticos por meio de análises das urinas dos que procuravam sua ajuda, técnica que lapidou com uma curandeira no início de sua fase adulta. O tempo passa e a questão da fé e também do amor começam a ganhar protagonismo na sua reclusa vida.

Crítica | Pais e Filhas

O rei do chororô

No mundo do cinema existem diretores que se especializam em determinados gêneros, construindo uma carreira em cima de tais. Alfred Hitchcock ficou conhecido como o mestre do suspense, Woody Allen realiza basicamente filmes sobre relacionamentos, Michael Bay é o homem da ação e explosões, Tim Burton é conhecido pelos contos de fadas de visual chamativo, e John Carpenter é um dos mestres do terror e ficção, para citar alguns.

Esta introdução serve para frisar que atualmente tais determinações ainda seguem aplicáveis. É o que ocorre na carreira do italiano Gabriele Muccino, especialista no cinema lacrimoso. O cineasta chamou atenção do mundo com À Procura da Felicidade (2006), filme indicado ao Oscar, e repetiu a dobradinha com Will Smith em Sete Vidas (2008). Ambos possuem um forte teor dramático, que desafiam o espectador a sair com os olhos secos ao final da sessão.

CinePOP - Pais e Filhas 2

Esta semana, chega aos cinemas do país o novo trabalho de Muccino, o drama (como não poderia deixar de ser) Pais e Filhas – exibido previamente em outros países do mundo, como Itália e Japão, no final do ano passado. Os filmes de Muccino podem chegar perto da perfeição dramática, como é o caso com À Procura da Felicidade, porém, sua nova produção soa mais como algo saído da mente do autor Nicholas Sparks – mas um bom exemplar de algo escrito pelo autor.

Na trama, o astro Russell Crowe interpreta Jake Davis, um escritor movendo montanhas para conseguir criar a filha pequena. Após um acidente que tira a vida de sua esposa, o protagonista exibe fortes sinais de abalo físico e psicológico, precisando se tratar em um hospital psiquiátrico durante um ano inteiro. Neste período, a pequena Katie (sua filha), é criada pela tia (papel da bela Diane Kruger) e o marido milionário (papel de Bruce Greenwood). Logo após o retorno do protagonista, os parentes tentam adotar sua filha, entrando em uma briga judicial.

CinePOP - Pais e Filhas 3

De forma interessante, a narrativa se desenvolve em duas linhas temporais: a que mostra a infância de Katie citada no texto acima, e o presente, com a jovem já adulta, assumindo as formas de Amanda Seyfried. Nesta segunda história, tão bem desenvolvida (ou até mais) quanto a anterior, vemos como tais acontecimentos influenciaram na vida adulta da jovem, formando seu caráter perturbado e fragilizado emocionalmente. Katie tornou-se uma mulher incapaz de assumir o compromisso de afeto num relacionamento, buscando prazeres carnais descartáveis como forma de satisfação.

CinePOP - Pais e Filhas 4

A Katie adulta é provavelmente a personagem mais complexa e multifacetada da carreira da jovem Seyfried, talvez sendo comparável apenas à Linda Lovelace, no filme homônimo de 2013. Crowe e Seyfried não chegam a se encontrar em cena e cada um comanda sua parte da trama, divididas por linhas temporais distintas. Embora exista um abismo gritante de separação de talentos entre Crowe (mais uma vez magnífico), que interpreta de forma intensa um sujeito apaixonado e doente, e Amanda Seyfried, a jovem dá conta do recado, fazendo o que bem sabe e não causando perda de ritmo ao filme – em parte impulsionada pelo companheiro de cena, Aaron Paul (da série Breaking Bad).

O roteiro confeccionado pelo estreante Brad Desch é básico, não criando nada que já não tenhamos visto diversas vezes em produções melhores. No entanto, somado à direção segura de Muccino, resulta num bom drama, que se não nos faz correr aos cinemas, rende um bom programa numa tarde chuvosa em casa. Com direito a mais quatro atrizes veteranas do Oscar – Jane Fonda (vencedora do Oscar por Klute, o Passado Condena e Amargo Regresso), Octavia Spencer (vencedora do Oscar por Histórias Cruzadas), Janet McTeer (indicada ao Oscar por Albert Nobbs e Livre para Amar) e Quvenzhané Wallis (indicada ao Oscar por Indomável Sonhadora) – a força de Pais e Filhas reside realmente no empenho de seus atores e suas atuações.

Crítica | Liam Neeson é ‘ladrão honesto’ em nova ação sobre VINGANÇA que estreou na Netflix

Ladrão que rouba Ladrão…

Transformado em herói de ação aos quase 60 anos de idade, o irlandês Liam Neeson, indicado ao Oscar por A Lista de Schindler (1993), vem constantemente explorando esta nova faceta descoberta – e variavelmente intercalando com projetos mais sérios e dramáticos, vide os recentes Nosso Amor (2019) e Made in Italy (2020). Aqui, porém, recaímos no primeiro item citado. E devemos acrescentar, um dos menos inspirados.

O astro viu sua popularidade despencar após declarações controversas em uma entrevista, interpretadas como racistas, e talvez por isso tenha aceitado voltar aos filmes de ação, mesmo tendo afirmado que Vingança a Sangue-Frio (2019) – um dos melhores de seu acervo no gênero – seria seu último do tipo. Neeson já tem inclusive mais dois engatilhados para 2021: The Marksman, no qual interpreta um rancheiro, e The Ice Road, onde vive um resgatista no gelo.

Você provavelmente já viu esta história e, dependendo do seu nível de cinefilia, em produções melhores. No filme, Neeson interpreta um exímio ladrão de bancos – do tipo que não anda armado e mal encontra uma alma viva sequer em seus roubos. A mídia até mesmo bolou um apelido “carinhoso” para ele em suas façanhas. Mas aí o sujeito conhece uma bela mulher, papel de Kate Walsh (atriz veterana da TV, famosa por seriados como Grey’s Anatomy e seu derivado Private Practice), e decide largar a vida de crimes.

Até aí tudo bem, e a história é até bonitinha. A trama se complica quando ao decidir entregar o dinheiro que roubou ao longo de sua jornada errática (algo em torno de US$9 milhões), dois policiais designados ao caso crescem o olho na bolada e decidem pegar a grana. No caminho terminam matando um superior e, claro, incriminam o protagonista fora da lei. Os corruptos são interpretados por Jai Courteney, do vindouro O Esquadrão Suicida, e Anthony Ramos, do vindouro Em um Bairro em Nova York.

Assim, se inicia a epopeia do ‘ladrão bonzinho’ (que só queria se entregar para a polícia) para limpar seu nome de crimes mais graves que não cometeu, enquanto é caçado (e também caça) pelos agentes sujos, com direito a pancadaria, tiros, sopapos, perseguições de carro, explosões, mortes, colisões e a tudo que nos acostumamos nestes veículos do astro. O maior mistério do filme, no entanto, é descobrir por que ‘Honest Thief’, título original do longa (literalmente ‘Ladrão Honesto’) se tornou Legado Explosivo no Brasil. Acho que é mais chamativo para os fãs do ator em nosso país, apesar de não fazer muito sentido para o roteiro.

É difícil desassociar a sensação de Super Cine que o filme traz – e de uma exibição fraca diga-se. O ar de ‘lançamento em vídeo’ vem servido por um roteiro pouco inspirado, no qual sabemos após a primeira guinada por quais caminhos o filme irá seguir a cada cena. E até mesmo podemos presumir cada solução até o desfecho com bastante facilidade, sobrando pouquíssima novidade para o espectador degustar. É claro, se você não se incomoda com isso, não será problema.

Os melhores filmes de Liam Neeson no gênero são os dirigidos pelo espanhol Jaume Collet-Serra, que além da ação, entregam também um alto nível de suspense, sempre donos de tramas inventivas e novas perspectivas para tal tipo de produção. Aqui, temos no roteiro e direção uma equipe sem muita tarimba, e daí o resultado genérico. No texto, Steve Allrich vem de produções B, sendo este seu maior trabalho até o momento. E no comando, Mark Williams se arrisca em seu segundo longa na função, ele é na verdade mais conhecido como produtor (do filme O Contador e da série Ozark).

Embora não comprometam cem por cento o resultado – Legado Explosivo não é nem de longe um filme ruim ou incompetente, apenas extremamente formulaico (o que para muitos já é sinal de falta de qualidade) -, os realizadores são capazes de entregar apenas o feijão com arroz, e sem muito tempero, já que o prato tipicamente nacional pode ser uma refeição bastante apetitosa. Disponível na Netflix.

‘Last Man Standing’: Revival perde dois membros originais; Saiba mais!

Last Man Standing‘ foi resgatada pela emissora Fox um ano depois de ter sido cancelada pela ABC. O revival, no entanto, acontecerá sem duas atrizes do elenco original.

Molly Ephraim e Flynn Morrison, que interpretavam a filha e neto do personagem de Tim Allen, respectivamente, optaram por não retornar para a sétima temporada. Ambos papéis serão reescalados.

Grande parte do elenco original, no entanto, estará de volta, incluindo Tim Allen, Nancy TravisJonathan Adams, Amanda Fuller, Christoph Sanders e Jordan Masterson. A emissora ainda não divulgou um showrunner.

“Eu não poderia estar mais grato aos fãs que fizeram petições e continuaram com a paixão e incrível suporte pela série,” disse Allen em uma declaração. “[…] E a Fox não só escutou aos fãs, como também terá a ousadia de trazer ‘Last Man Standing’ de volta.”

 A decisão parece estar ligada a uma tentativa de reiniciar o bloco de comédias live-action, considerando que a FOX cancelou praticamente todos os programas do gênero, incluindo ‘The Mick‘, ‘The Last Man on Earth‘ e ‘Brooklyn Nine-Nine‘; está última foi resgatada pela NBC.

‘The Twilight Zone’: Reboot de ‘Além da Imaginação’ ganha trailer sinistro; Assista!

A série de terror antológica ‘The Twilight Zone‘, reboot do clássico ‘Além da Imaginação‘, ganhou trailer completo.

Confira:

O reboot irá estreará no dia 1º de abril, na CBS All Access.

A série de terror antológica terá produção de Jordan Peele, que também será o narrador dos episódios.

Baseada na série original de 1959, a trama abordará temas como viagens no tempo, histórias sobrenaturais, vidas em outros planetas e entre outros.

A nova versão do clássico vai trazer um elenco robusto, formado por nomes como o de Steven YeunJohn Cho, Jacob Tremblay, Adam Scott, Allison Tolman, Sanaa LathanKumail NanjianiDeWanda Wise, Jessica Williams, Lucinda Dryzek, Jefferson White e Jonathan Whitesell.

Assista ao curta inspirado em ‘A Morte do Demônio’ que custou US$ 200 dólares

Enquanto os fãs esperam ansiosamente por um novo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘, um cineasta independente, Courtlan Gordon, produziu um curta-metragem baseado nos filmes, intitulado ‘Dead By Dawn‘.

O projeto teve um orçamento de apenas US$ 200 dólares e foi filmado em apenas uma noite.

Confira na íntegra:

Durante o painel em uma convenção de Massachusetts, Bruce Campbell deu mais detalhes sobre o próximo filme oficial da franquia ‘A Morte do Demônio‘, e revelou que um novo diretor já foi escolhido para o projeto.

“Não há problemas em passar adiante a tocha para outro idiota tentar impedir o mal de destruir o mundo. Um idiota já tentou – ele tentou com todas as suas forças. É o momento de deixar outras pessoas inocentes sem habilidades tentarem salvar o mundo. Há mais histórias para contar.”

Ele continua, “Nós temos uma premissa muito boa. E temos um novo diretor que o próprio Sam Raimi escolheu a dedo. Ele está muito envolvido no projeto e estará envolvido na história. Nós vamos tentar nos garantir que os atores sejam bons. E, então, faremos mais um filme. Há muitas histórias, livros sinistros e muitas outras pessoas para atormentar.”

Infelizmente, ainda não se sabe se o novo filme será um reboot, uma sequência para remake ou continuará os eventos da franquia original (que podem ou não incluir a cronologia da série).

Anteriormente, Campbell declarou que havia se aposentado como Ash Williams, mas afirmou que novas histórias seriam contadas:

“Os fãs vão ver versões diferentes de ‘A Morte do Demônio, mas não terminamos a saga. Há mais histórias para contar.”, disse ele ao Inquistr.

Por enquanto, os detalhes em relação à trama e aos personagens ainda não foram revelados, e a ideia ainda está nos estágios iniciais.

Lembrando que a última vez que a franquia retornou ao cinema foi em 2013, com o remake dirigido por Fede Álvarez.

‘Warrior Nun’: Novo vídeo destaca 10 cenas de ação INCRÍVEIS da série; Assista!

Para promover o lançamento de sua nova série sobrenatural, intitulada ‘Warrior Nun‘, a Netflix divulgou um novo vídeo com as 10 melhores cenas de ação da produção.

Confira:

A primeira temporada já está disponível na Netflix!

Criada por Simon Barry, a série é baseada no mangá homônimo de Ben Dunn.

O elenco conta com Alba Baptista, Tristán UlloaKristina Tonteri-YoungLorena AndreaToya TurnerThekla Reuten.

‘Espiral’: Novo ‘Jogos Mortais’ ganha artes sinistras e terá novo trailer lançado amanhã!

Através de suas redes sociais, o elenco principal de ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘, novo filme da franquia ‘Jogos Mortais‘, divulgou novas artes sinistras dos seus personagens.

Além disso, foi anunciado que um novo trailer do terror será lançado amanhã (30).

Confira as artes:

Anteriormente previsto para chegar aos cinemas americanos em 21 de maio, a estreia foi antecipada em uma semana e o longa agora chega em 14 de maio.

Confira o trailer:

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

‘Encanto’ domina as bilheterias dos EUA com estreia de US$ 40 milhões

Sucesso! A animação ‘Encanto‘ dominou as bilheterias norte-americanas, estreando na primeira colocação ao arrecadar US$ 40.3 milhões.

A produção foi seguida de perto por ‘Ghostbusters: Mais Além‘, que arrecadou ótimos US$ 35.3 milhões em seu segundo final de semana. Combinados, os dois filmes arrecadaram 52% da bilheteria TOTAL do final de semana estendido de Ação de Graças.

No mercado internacional, ‘Encanto‘ soma US$ 29.3 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 69.6 milhões.

Lembrando que a animação já está em exibição nos cinemas nacionais.

A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.

Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.

Encanto‘ será a terceira animação da Disney nos últimos cinco anos a apresentar uma mulher não caucasiana como personagem principal, seguindo Moana (polinésia) e Raya e o Último Dragão (asiático).

O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).

‘Sobrenatural 5’: Rose Byrne tem retorno CONFIRMADO na sequência

De acordo com o Deadline, Rose Byrne, que estrelou os dois primeiros filmes da franquia como Renai Lambert, irá retornar na sequência ‘Sobrenatural 5‘.

Além dela, Patrick Wilson e Ty Simpkins também retornarão como Josh e Dalton Lambert, respectivamente.

A trama se passará 10 anos após os eventos do segundo filme.

“Josh Lambert (Wilson) viaja para o leste para deixar o seu filho Dalton (Simpkins) na faculdade. No entanto, o sonho de Dalton se torna um pesadelo quando os demônios reprimidos do seu passado retornam para assombrá-lo.”

O elenco ainda contará com Sinclair DanielPeter Dager Hiam Abbass.

A Sony Pictures anunciou que o filme será lançado no dia 7 de Julho de 2023.

Vale lembrar que Patrick Wilson assumirá como o diretor do próximo capítulo da saga.

“Estou honrado e emocionado por estar no comando de ‘Sobrenatural 5’, que proporcionará uma chance incrível de desvendar tudo o que os Lamberts passaram há uma década, bem como lidar com as consequências de suas escolhas,” compartilhou Wilson em uma declaração. “Dirigir o filme é tanto profissionalmente quanto pessoalmente um momento de círculo completo para mim, e sou extremamente grato por ter sido confiado em continuar a contar essa história assustadora.” 

O quarto filme da franquia foi ‘Sobrenatural: A Última Chave‘ – que arrecadou mais de US$ 167 milhões mundialmente à partir de um orçamento de US$ 10 milhões, tornando-se a maior bilheteria da franquia.

‘O Poço 2’: Netflix divulga as primeiras imagens oficiais da sequência; Confira!

A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘O Poço 2‘, sequência do polêmico e visceral filme de 2019.

Confira:

Milena Smit e Hovik Keuchkerian serão os protagonistas do novo filme.

Galder Gaztelu-Irrutia retorna à direção.

Infelizmente, detalhes sobre a trama da sequência não foram revelados. O primeiro filme foi ambientado em uma prisão vertical, onde os presos são designados para um nível e forçados a racionar comida de uma plataforma que se move entre os andares. Os presidiários dos andares superiores comem melhor do que os de baixo, e um homem tenta fazer mudanças para que todos tenham o suficiente.

Crítica | O Poço – Netflix entrega seu filme mais angustiante e impactante

Confira as imagens sinistras da nova temporada de ‘Them’, série antológica de TERROR do Prime Video

O Prime Video divulgou as primeiras imagens da nova temporada da série antológica de terror ‘Them‘, que será intitulada ‘Them: The Scare‘.

Confira:

Todos os oito episódios serão lançados no dia 25 de abril.

Ambientada em Los Angeles, a história gira em torno de Dawn Reeve, uma detetive que recebe um novo caso: o assassinato bizarro de sua mãe adotiva que deixou até os profissionais mais experientes em choque. Lidando com o caos da cidade, Dawn está determinada a prender o assassino. No entanto, enquanto ela se aproxima da verdade, algo sinistro e malevolente espreita sua família…

A série foi criada por Little Marvin, que também serve como showrunner e produtor.

Deborah Ayorinde retornará como uma nova personagem ao lado de Luke James e Pam Grier. O elenco ainda contará com Joshua J. WilliamsJeremy BobbWayne Knight, Carlito OliveroCharles Brice e Iman Shumpert.

‘The Trunk’: Dorama com ator de ‘Round 6’ estreia na Netflix; Confira o trailer!

A série coreana ‘The Trunk‘, estrelada por Gong Yoo (‘Round 6’), já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

Na trama, um objeto misterioso aparece no literal, revelando uma empresa secreta de casamentos e a estranha relação de um casal.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Kim Gyu-tae e Park Eun-young são responsáveis pela série.

Seo Hyun-jin (‘Beleza Interior’) também estrela a produção.

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‘Casamento Sangrento 2’ começará imediatamente após o FINAL do 1º filme

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Elijah Wood (‘O Vingador Tóxico’) revelou novos detalhes sobre a aguardada sequência ‘Casamento Sangrento 2‘ (Ready or Not 2: Here I Come).

“Eu sou um grande fã do Radio Silence. Amo os filmes deles. Amo ‘Casamento Sangrento’. Achei o primeiro filme muito divertido. E eu amo a Samara Weaving naquele filme. Amo todo o elenco e o gostinho da mitologia que nos é apresentada.”

Ele completa, “O que eu mais amo sobre essa sequência é que realmente irá aprofundar aquela mitologia, então estou muito animado para que os espectadores possam conferi-la. É um filme que se passa quase imediatamente após o final do primeiro filme e enriquece tudo o que você ama sobre o longa original.

O terror estreará nos cinemas nacionais no dia 9 de abril de 2026.

Samara Weaving retornará, reprisando seu papel como Grace Le Domas. O elenco ainda contará com Kathryn Newton, Sarah Michelle Gellar, Shawn Hatosy, Néstor Carbonell, Kevin Durand, Olivia Cheng, David Cronenberg e Elijah Wood.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

O novo capítulo traz de volta a dupla de diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, do coletivo Radio Silence, responsáveis também por ‘Pânico V’ e ‘Pânico VI‘.

O roteiro é assinado por Guy Busick e R. Christopher Murphy, que prometem manter o tom ácido e sangrento da franquia.

Com produção de Tripp Vinson, James Vanderbilt, Bradley J. Fischer e William Sherak, o longa é uma das principais apostas da Searchlight no cinema de gênero.

O primeiro filme arrecadou mais de US$ 57 milhões mundialmente, tornando-se um sucesso inesperado com fãs fiéis e status de filme cult graças à sua crítica mordaz às elites e sua protagonista carismática.

Ainda sem detalhes oficiais da trama revelados, a sequência promete expandir o universo macabro e elitista do original, mantendo a sátira social envolta em muito sangue, violência estilizada e reviravoltas.

Relembre o trailer do primeiro longa:

Any Gabrielly enfrenta o luto no EMOCIONANTE trailer de ‘As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer completo de ‘As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você‘, filme nacional estrelado por Any Gabrielly e Giulia Be.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de Agosto.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Julia e Gabi são uma dupla inseparável, amigas desde crianças, mas super diferentes. Enquanto Gabi é cautelosa, tímida e tem medo de sair de sua zona de conforto, Julia é extrovertida, carismática e vive intensamente. Tudo muda quando Julia sofre um acidente de carro e, antes de morrer, escreve para Gabi dez cartas, que buscam ajudá-la a deixar a timidez de lado e aproveitar todos os minutos da vida. Cada recado contém uma missão e, enquanto Gabi segue desafios que nunca se imaginou fazendo, precisa lidar com o luto e com a saudade ao mesmo tempo em que sente a presença da amiga em todos os momentos.

As atividades propostas por Julia desafiam Gabi a enfrentar seus medos e a vencer sua timidez. Julia deixa cartas que estimulam a amiga a cantar, dançar, embarcar em uma viagem inesperada e dar chance para se apaixonar. Enquanto completa essa e outras missões, Gabi aprende a se reconectar com si mesma e a entender melhor sobre o luto e a importância do perdão. Ela conta com a ajuda da nova colega Lorena para completar as propostas, que a ensinam sobre o trauma e a importância da amizade com Julia, que estará sempre presente.

O elenco ainda conta com Pamela Germano, Sheron MenezzesPaulo Lessa, Léo Jaime, Michel Joelsas e Daniel Rangel.

Dirigido por Diego Freitas (‘Caramelo’), o filme é baseado no livro homônimo de Fernanda de Castro Lima.

Patty Jenkins tem “sentimentos dúbios” sobre os universos cinematográficos

Embora Patty Jenkins já esteja inserida – ainda que indiretamente – em um universo cinematográfico, a diretora de ‘Mulher-Maravilha’ não é 100% a favor da premissa, que recentemente também foi adotada pela Universal Studios, com seu Dark Universe.

Durante o quadro Ask Me Anything, do portal Reddit, ela comentou que tem opiniões conflitantes sobre o modelo, que tem conquistado um número cada vez maior de estúdios.

Segundo ela:

“Eu diria que tenho sentimentos dúbios quanto a isso. Há um versão de cada tipo de produção que eu comemoro, mas às vezes penso que há uma certa tendência em virar uma bagunça quando há muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo – então eu não acho que seja uma ótima ideia para aplicar sempre”.

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

‘O Predador’: Teaser será lançado durante a CinemaCon

O primeiro teaser de ‘O Predador’ será lançado neste mês, mas não como nós esperávamos.

Segundo o próprio diretor, Shane Black, o vídeo será divulgado primeiramente durante a CinemaCon. 

A estreia do material para o público geral será apenas depois, no mês de maio.

Através da sua conta oficial do Twitter, o cineasta compartilhou a informação, pedindo desculpas aos fãs pelo tempo de espera.

Confira:

Agendado para chegar aos cinemas em agosto, o reboot de ‘O Predador‘ foi adiado para setembro. Na época, foi especulado que o adiamento se daria por causa de filmagens adicionais, e o roteirista, Fred Dekker, confirmou recentemente nas redes sociais.

Segundo Dekker, “alguns retoques” começaram em Vancouver essa semana. O roteirista também fez questão de destacar que “sim, um teaser trailer chegará em breve.”

O Predador será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.

Shane Black é o diretor e o elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.

O Predador estreia em 14 de setembro de 2018 nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.

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Crítica | Share: Filme trata abuso sexual entre adolescentes, mas peca na narrativa

Nos últimos anos, o tabu em volta da discussão sobre abuso sexual tem se dissolvido. Entre cascatas de denúncias de celebridades, o assunto tem sido desmistificado diante do público, que cada vez mais percebe um terrível submundo em Hollywood e, obviamente, em qualquer outro ramo profissional. As escolas e universidades não ficam de fora e já testemunharam uma série de casos que começam com bullying e terminam na violação de garotas inconscientes em festas, inicialmente, inocentes. Romper essa barreira é um pouco mais difícil. Ainda cercada por um machismo que enaltece o comportamento masculino agressivo em relação à garotas e mulheres, o ambiente estudantil coloca os seus mais em risco do quem em segurança. Foi assim nos retratos documentais de Audrie & Daisy e The Hunting Ground. E assim se repete no drama fictício Share.

Na produção, uma festinha feita entre colegas de escola termina na publicação de uma série de fotos e vídeos comprometedores, que trazem a jovem Mandy (Rhianne Barreto) cercada por garotos que se aproveitam de seu frágil e desnudo corpo. Inconsciente, ela é motivo de piada no material, que circula em uma rapidez impressionante, entre todos os estudantes da escola. Um momento de vulnerabilidade se transforma na perpetuação da marginalização de sua integridade. De repente, a talentosa jogadora de basquete se vê no centro de uma polêmica, onde todos parecem descreditá-la, inclusive a escola.

Dirigido e roteirizado por Pippa Bianco, Share é extremamente pontual, chegando em um timing perfeito para a ampliar a discussão a respeito da forma como adolescentes são tratadas dentro e fora da escola. Naturalmente inspirado em uma série de terríveis histórias reais, o drama relata com uma certa dureza o que acontece quando uma vítima decide se pronunciar sobre um abuso sofrido. O contexto é ainda mais doloroso quando ela não sabe muito bem o que aconteceu, pelo fato de ter estado inconsciente durante o processo. Abordando também as reações da família, o longa merece nossa admiração por tocar em uma ferida aberta jamais tratada.

No entanto, Share peca pela mesmice. Sem escandalizar a audiência com a crueldade que – em sua essência – já dói a alma, a produção não vai além no seu papel denunciante. Colocando uma dose de açúcar no sofrimento da jovem vítima, vemos nas telas aquilo que já sabemos: que denunciar um abuso pode trazer mais sofrimento do que alívio. No entanto, ao fugir do compromisso de expor com mais voracidade o quanto as autoridades (sejam elas estudantil ou policial) se distanciam do problema, o longa peca por cair no mais do mesmo. Aqui, nada de novo é mostrado e o choque de impacto que o crime deveria proporcionar no público é frustrado. Assistimo, sentimos muito, mas nada passa disso.

Para promover debates mais acalorados sobre o tratamento do abuso sexual e suas respectivas vítimas, Share deveria se aproximar da primeira temporada de 13 Reasons Why. É assim que o entretenimento rompe as paredes e atinge a boca do estômago da audiência. É assim que conversas fundamentais são iniciadas. Como um retrato da vida real, o cinema – quando toca nessas feridas – precisa dimensionar seu papel. Share fica no meio do caminho, entregando uma narrativa cheia de verdades, mas incompleta. Aqui, a narrativa é quase um enxerto mal contado do documentário Audrie & Daisy, da Netflix. Comendo pelas beiradas de um crime extremamente sério, o drama é capaz de nos emocionar, mas não de nos chocar e refletir. E é justamente isso que precisamos, em uma sociedade onde as mulheres ainda sofrem com os traumas do abuso e as sequelas que a busca por justiça traz.

Com uma direção bem conduzida pela estreante Pippa, Share nos desaponta por trazer um final que faz um desserviço às vítimas de abuso sexual, servindo como um desestímulo genuíno para aqueles que têm dúvida quanto a se posicionar sobre a agressão sofrida. Ignorando a importância de se combater o crime, a ficção nada para morrer na praia, se tornando um filme que se perderá no tempo em meio a outras produções que, muito mais que entender a importância de passar uma mensagem, sabem o valor de perpetuá-la para além de seu tempo. Uma pena que a oportunidade fora perdida.

‘Stargirl’: Nova série da CW ganha trailer; Assista!

A nova série da The CW e da DC, intitulada Stargirl‘, finalmente ganhou um novo trailer.

Assista:

Os fãs dos quadrinhos não precisarão esperar tanto assim, pois a nova produção será lançada no dia 11 de maio no serviço DC Universe, com sua estreia na emissora acontecendo logo no dia seguinte.

A série contará a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara Whitmore. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

Stargirl ainda tem em seu elenco os atores John McHaleAnjelika Washington, Neil JacksonHunter Sansone.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Anthony Mackie e Sebastian Stan estampam BELÍSSIMO cartaz

A nova série do MCU para o Disney+, intitulada ‘Falcão e o Soldado Invernal’, estreia em breve na plataforma de streaming e recentemente ganhou um novo e belo cartaz conceitual, que traz o astros Anthony Mackie e Sebastian Stan em destaque.

O material em questão foi compartilhado com exclusividade pela revista EW.

Confira:

A estreia está marcada para 19 de março na Disney+.

Confira o trailer:

A série irá estrear no dia 19 de março, na Disney+, e foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Crítica | We Need to Talk About Cosby: Espetacular série documental expõe um dos maiores ícones de Hollywood

Assistido durante o Festival de Sundance 2022

Talvez essa seja a ferida aberta mais profunda em Hollywood, além de também ser aquela capaz de assombrar uma América inteira. Bill Cosby não fez parte da realidade dos brasileiros, mas é irrefutável dizer que sua trajetória nas telinhas ajudou a moldar o entretenimento televisivo que tanto eu como você amamos. Antes da sitcom familiar The Cosby Show, ele foi uma força indomável no stand-up, em uma época onde poucos comediantes negros possuíam destaque. E desde então, seu astronômico sucesso percorreu uma série animada familiar, um programa infantil educativo e, por fim, aquela que se tornaria uma das séries de comédia mais hilárias, amadas e – posteriormente – controversas dos Estados Unidos.

We Need to Talk About Cosby chega aqui como uma minissérie documental desconfortável e quase indelicada, por fazer aquilo que nenhuma outra produção até então teve a ousadia de fazer: Falar abertamente e sem medo de cancelamentos sobre como Bill Cosby continua sendo aquela figura que os americanos hoje odeiam amar. Conhecido nacionalmente como o Pai da América, ele viu sua condecoração realeza se despedaçar diante de uma avalanche de acusações de abuso sexual, que atravessavam as décadas. Enquanto o ator era a figura inspiradora que ensinava ao público lições maravilhosas – à medida em que também era um ginecologista e pai negro bem-sucedido e presente na vida dos seus filhos fictícios -. sua ideologia ilusória se confrontava com mais de 30 casos horrendos de estupro que envolviam o uso de drogas para dopar suas vitimas.

E W. Kamau Bell entrega uma minissérie documental poderosa, honesta, imersiva e pessoal. Narrando os quatro episódios, o cineasta entrega quatros horas completas sobre a tumultuada e controversa extensão de quem Cosby foi. Quase um assunto proibido em Hollywood e nas ruas norte-americanas, o artista aqui é dissecado em sua totalidade. Imparcial e justo, o diretor – de timbre forte, fala leve e quase despretensiosa – admite a mesma fraqueza que todo americano possui: A dificuldade de se distanciar da imaculada e cuidadosa imagem criada por Bill Cosby ao longo de quase 50 anos.

Mas ciente de seu dever como documentarista e como alguém que está em seu próprio processo terapêutico de conformação e cura, Kamau faz de We Need to Talk About Cosby uma sessão de terapia pública e amplamente franca. Usando seus próprios dilemas de ter sido inspirado pelo artista a vida inteira como combustível para criar uma produção espetacular e profunda, ele entrega uma rica e libertadora experiência, que serve de consolo para os milhões de fãs que ainda digladiam contra o dúbio sentimento de amar e odiar Cosby simultaneamente. Com uma coleta documental riquíssima e entrevistados corajosos – dispostos a falar o que realmente pensam -, a minissérie mostra o artista como um lobo e um cordeiro que dividiam a mesma pele.

Mas então…Seria Cosby um narcisista? Um psicopata que premeditou todo o mal e também o bem que fez aos Estados Unidos e à negritude americana? Ou seria ele um homem comum embriagado pela fama, pelo sucesso e pelo sentimento de impunidade que rege as celebridades? Essas são as perguntas que Kumau não consegue responder ao longo de seus quatro episódios. Mas para todos os fins, seu brilhante documentário é um acalento, que ensina o público a reconhecer e a estar em paz com seus conflitantes sentimentos em relação a essa tão controversa, horripilante e uma vez tão amada figura – que um dia ocupou não apenas o imaginário, como também a memória de uma América inteira.

Do Pior ao Melhor: 10 Filmes que Recontam a Origem de Histórias Consagradas

Com a chegada de Robin Hood: A Origem aos cinemas, uma discussão foi levantada: Qual o motivo de Hollywood recontar a história de personagens ícones da cultura popular? A resposta pode estar na bilheteria e no receio de apostar em roteiros originais. De certo, apresentar um personagem já conhecido é um convite para o público revisitar suas memórias afetivas, vide as grandes expectativas de 2019: Dumbo e O Rei Leão.

Este ranking apresenta 10 filmes lançados na última década, exceto as obras de super-heróis, que buscaram trazer uma nova visão sobre um personagem, mas não agradaram tanto a crítica. Para fazer esta lista do pior ao melhor, a base de avaliação foi a nota do Rotten Tomatoes (RT) e os números de bilheterias do Box Office Mojo. Vindos da literatura ou do videogame, os filmes foram amados por uns – com direito a sequências – e odiados por outros. Vamos começar! 

  1. A Garota da Capa Vermelha (2011) – RT: 10% | Box Office Total: $$89,162,162

Talvez você nem se lembre, mas uma das histórias mais emblemáticas da idade contemporânea, Chapeuzinho Vermelho, ganhou sua versão moderna pelas mãos de Catherine Hardwicke, logo após filmar Crepúsculo (2008). As más línguas dizem que ela continuou filmando o mesmo filme, apenas com atores diferentes. A premissa da história dos irmãos Grimm é totalmente perdida. O objetivo era contar a origem da famosa fábula, no entanto, o filme torna-se um monótono triângulo amoroso.

  1. Robin Hood: A Origem (2018) –  RT: 13% | Box Office EUA: $5,095,000 (em dois dias)

O jovem Robin Hood, vivido por Taron Egerton, mal estreou e já quase encabeça a lista das piores adaptações clássicas. A culpa não é tanto por conta do ator, apesar de um Robin muchocho, mas pela produção sem esmero e as firulas do diretor Otto Bathurst. Para ter um ideia, o Príncipe dos Ladrões vivido por Russell Crowe (2010) obteve 43% de aprovação, enquanto Kevin Costner (1991) teve 51%. Ou a crítica está mais severa agora ou a qualidade está decaindo com o tempo.

  1. Hannibal, a origem do Mal (2007) – RT: 15% | Box Office Total: $82,169,884

Com a intenção de surfar no sucesso do personagem Hannibal Lecter, de Silêncio dos Inocentes (1991), e as suas continuações, o diretor Peter Webber (Moça Com Brinco de Pérola) teve a incumbência de explicar porque Hannibal tornou-se um canibal. Sem Anthony Hopkins ou Mads Mikkelsen, a história não encontrou o tom certo e saiu como uma medonha engabelação. A única coisa que a gente lembra é que Hannibal (Gaspard Ulliel) viu a sua irmãzinha ser comida por homens malvados e… tá aí a explicação. Apesar de tudo, o roteiro do filme é escrito por Thomas Harris, autor da série de livros de Hannibal.

  1. João e Maria: Caçadores de Bruxas (2013) – RT: 15% | Box Office Total: $226,349,749

Um ano após estrear como Gavião Arqueiro em Os Vingadores (2012), Jeremy Renner usou suas habilidades de arco e flecha nesta releitura do clássico infantil João e Maria. Com a ideia de transformar o trauma das crianças em uma arma de ataque, o longa de Tommy Wirkola abusa de efeitos visuais e objetos voadores, explorando ao máximo o 3D, mas esquece da construção dos personagens. Além do Vingador, a outra protagonista era Gemma Arterton. Alguém lembra o última filme da atriz? Pois é. Após sua terrível atuação, ela ainda apareceu em Aposta Máxima (2013), com Ben Affleck, mas seus outros trabalhos nunca mais chegaram ao Brasil.

  1. Peter Pan (2015) – RT: 27% | Box Office Total: $128,388,320

Com a presença de Hugh Jackman (O Favorito) e Rooney Mara (A Pé Ele Não Vai Longe), era difícil imaginar que os pontos não dariam liga, mas sempre que um diretor exagera na apresentação, o resultado é frustrante. Revisitado algumas vezes pelo cinema, Peter Pan sempre rendeu boas histórias, tal qual Em Busca da Terra do Nunca (2004), com índice de 84% no RT. Até Hook, a Volta do Capitão Gancho (1991), de Steven Spielberg, tem uma avaliação maior que esta versão rock de Joe Wright (O Destino de uma Nação).

  1. Rei Arthur: A Lenda da Espada (2017) – RT: 31% | Box Office Total: $148,675,066

Assim como no recém-lançado Robin Hood, a lenda do Rei Arthur (Charlie Hunnam) ganhou uma versão mais dinâmica no ano passado, sob o comando de Guy Ritchie. O que não agradou – tanto o público quanto a crítica – foi a remontagem focada nas lutas e longe da composição histórica. Aliás, grande parte destas novas adaptações acredita muito mais na ação do que no desenvolvimento de um bom roteiro. Essa escolha, entretanto, destitui o ambiente já criado do personagem e, consequentemente, desagrada os fãs dos cavaleiros da távola redonda.

  1. A Lenda de Tarzan (2016) – RT: 36% | Box Office Total: $356,700,357

Com o sucesso de Alexander Skarsgård (True Blood) e Margot Robbie (O Lobo de Wall Street) em trabalhos anteriores, os produtores acreditaram que recontar a lenda do Tarzan em um espetáculo visual inédito seria uma ótima aposta. Por um lado, a bilheteria pagou o filme, mas não chegou a dar tanto lucro. Já segundo a crítica, os grandes tropeços foram as atuações mornas dos protagonistas e os furos de roteiro. Este é mais um exemplo de atenção à forma em detrimento ao conteúdo.

  1. Branca de Neve e o Caçador (2012) – RT: 48% | Box Office Total: $396,592,829

Da infância à juventude, uma das mais famosas princesas da Disney dividiu a opinião dos críticos. Com um visual semelhante a trilogia de O Senhor dos Anéis (2001-2003), o diretor Rupert Sanders coloca uma armadura na princesa vivida por Kristen Stewart e compõe uma boa jornada do herói, neste caso o caçador (Chris Hemsworth). Vale ainda destacar a digna vilã de Charlize Theron, responsável por emplacar a sequência O Caçador e a Rainha do Gelo (2016). O tom demasiado sombrio, entretanto, incomodou os espectadores mais adeptos à história de amor e à camaradagem ressaltadas nas versões anteriores.

  1. Tomb Raider: A Origem (2018) – RT: 51% | Box Office Total: $273,821,715

Com a mudança de Angelina Jolie para Alicia Vikander,  a heroína dos videogames retorna à sua infância e ao início da sua juventude para revelar suas verdadeiras motivações e o passado do seu pai. Na versão do norueguês Roar Uthaug, a construção da Lara Croft perpassa todo o filme até ela se descobrir uma lutadora. Além de substituir a identificação do público com a versão de Angelina, o desafio do reboot era mostrar uma origem inspiradora para a personagem ter ser tornado tão combativa.

  1. Planeta dos Macacos: A Origem (2011) – RT: 81% | Box Office Total: $481,801,049

Quando você já achava que contar a origem das histórias era um erro, eis que surge Caesar (Andy Serkis) no seu caminho. Tudo bem que neste caso não é um personagem em si, mas toda uma teoria de como os macacos tomaram o Planeta Terra dos humanos. Sendo uma pré-sequel do clássico Planeta dos Macacos (1968) – com 88% no RT -,  a obra de Rupert Wyatt constrói perfeitamente a semente para a futura hecatombe. O projeto conta ainda com as continuações Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) – com 90% de aprovação – , e Planeta dos Macacos: A Guerra (2017), com 93% no RT.

O que você achou desta lista? Deixe um comentário sobre o que você concorda, discorda e qual outro filme poderia estar aqui.

‘Black Mirror’: Netflix lança site que revela a duração do seu namoro; Confira!

A Netflix lançou um site para comemorar o Dia dos Namorados nos Estados Unidos, inspirado no episódio “Hang the DJ”, de Black Mirror, onde se pode testar a durabilidade dos relacionamentos amorosos. Tem coragem?

O site pode ser acessado neste link.

Assista também um vídeo com os bastidores da 4ª temporada:

Confira a crítica EM TEXTO:

Crítica | Black Mirror – 4ª Temporada apresenta desgaste

Black Mirror foi criada por Charlie Brooker e exibida pelo canal britânico Channel 4 por duas temporadas. A Netflix comprou o programa e produziu a elogiada terceira temporada ano passado.

Amigos Alienígenas

(Luis and the aliens)

 

Elenco:

Wolfgang Lauenstein

Sean McCormack

Direção: Christoph Lauenstein

Gênero: Animação

Duração: 85 min.

Distribuidora: PlayArte

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 25 de Outubro de 2018

Sinopse:

A nave espacial de três alienígenas cai nos fundos do quintal da casa de Luis, um menino de doze anos. Seu pai é um ufologista e congelaria os novos amigos na primeira oportunidade. Luis precisa protegê-los e ajudá-los a descobrir o paradeiro da nave mãe, para que só assim eles consigam voltar para casa.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

‘Jurassic Park’ | 10 curiosidades sobre o ‘Parque dos Dinossauros’ original

Jurassic World: Domínio está em cartaz pelos cinemas do Brasil e deve lotar as sessões deste fim de semana. Porém, toda essa história começou nas telonas há quase trinta anos com Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros.

Dirigido por Steven Spielberg, o filme foi um sucesso absoluto e trouxe a paixão pelos dinossauros para a vida de milhões de pessoas. Na matéria de hoje, separamos dez curiosidades sobre o primeiro filme. Confira!


Livro

Muita gente não sabe, mas Jurassic Park é uma adaptação do livro homônimo de Michael Crichton. Ele já tinha alguns bons livros de ficção no currículo. Por isso, a Universal Studios confiava tanto na história que pagou dois milhões de dólares pelos direitos de adaptação antes mesmo do livro ser lançado. O autor, inclusive, foi responsável pela adaptação do livro para o filme. Ou seja, as – várias – mudanças em relação ao livro foram aprovadas por ele.

Paralelos

Michael Crichton enxergava John Hammond como um tipo de Walt Disney do mal. Já Steven Spielberg disse se identificar muito com o otimismo e ambição do personagem do Hammond e por isso decidiu escalar um diretor de cinema, Richard Attenborough, para interpretá-lo. Por outro lado, Crichton se viu muito em Ian Malcolm desde os livros, cujo ceticismo e praticidade são refletidos no própria figurino todo preto e cinza do personagem. Como contraponto, Spielberg deu um figurino todo branco para Hammond.

O que aconteceria se…

Quando soube de uma história misturando ficção científica com aventura e terror sobre dinossauros, o diretor James Cameron ficou louco para dirigir essa história, mas não conseguiu porque os direitos já estavam com a Universal. Anos mais tarde, quando viu o filme, reconheceu que a obra ficou em boas mãos com Steven Spielberg, e revelou também que o seu filme seria algo próximo do estilo de Aliens, mas com dinossauros. Em outra palavras, puxaria mais para o terror.

Logo legal

Um dos itens mais icônicos da saga é o logo do parque – e da franquia. Porém, ele também é muito criticado pelos paleontólogos, já que traz o esqueleto de um T-Rex associado ao nome “Jurassic”. O problema é que o Tiranossauro foi um animal que viveu no período cretáceo, não no jurássico. Quando perguntado sobre o motivo dele ter escolhido essa mistura anacrônica, Crichton disse apenas que escolheu o design mais legal.

Robozão

Parte importante do realismo desse filme se deve aos dinossauros animatrônicos que foram construídos. O mais imponente deles era o da T-Rex, que foi chamada pela produção de Roberta. No entanto, ela ficou exposta a água para as cenas na chuva e acabou dando defeito. Então, houve momentos em que ela se ligava sozinha e começa a se mexer e fazer barulho, o que traumatizou membros da produção. Para piorar, a cena em que ela ataca as crianças pelo vidro do teto do carro foi real. A “Roberta” desceu mais do que o programado e realmente empurrou a vidraça em cima das crianças. Ou seja, o desespero dos atores ali era de verdade.

O Grito

Ariana Richards ganhou o papel de Lex no grito… Literalmente. As audições para o papel da neta mais velha de Hammond queriam atrizes que conseguissem passar o medo por meio de seus gritos. Ela foi escolhida porque Spielberg levou as fitas de audições para ver em casa. Durante a noite, o grito de Ariana acordou a esposa do diretor, Kate Capshaw, que foi até a sala perguntando se as crianças estavam bem. O mais legal disso é que Spielberg conheceu a esposa em Indiana Jones e o Templo da Perdição, em que ela interpreta a Willie. Na época, porém, ela não sabia gritar e teve aulas particulares para aprender a canalizar seu desespero para o grito. E como sua personagem é conhecida por ter um dos berros mais famosos de Hollywood, podemos afirmar que o grito de Ariana Richards foi aprovado por uma das maiores especialistas no assunto.

De saco cheio

Com seu plano de lançar dois filmes por ano, Spielberg precisou participar da pós-produção de Jurassic Park por meio de videoconferências. Na época, ele estava na Polônia gravando A Lista de Schindler e precisava tirar cerca de uma hora por dia ver e dar pitacos nos dinossauros, o que o desconectava completamente da história sobre o holocausto. Ele disse que esse processo era tão cansativo que ele quase se arrependeu de ter pego o projeto jurássico. No entanto, ele mudou de ideia quando viu a maravilha que o filme ficou quando pronto.

O efeito mais difícil

Num filme com dinossauros e o Samuel L. Jackson sem falar um palavrão sequer, quem diria que a cena mais difícil de fazer seria a do icônico tremor de impacto nos copinhos d’água? Pois é. A ideia surgiu quando Spielberg estava ouvindo Earth, Wind & Fire no volume máximo de seu carro e percebeu que o som estava tremendo seu espelho. Ele ficou fascinado com o movimento e quis replicar no filme. Só que a equipe de efeitos práticos não estava conseguindo realizar a visão do diretor. Na noite anterior à filmagem, o responsável colocou um copo em cima de um violão e puxou uma corda. Pronto. Estava feito o tremor. Para a cena, eles colocaram várias cordas de violão embaixo do painel do carro e deixaram um homem embaixo do painel para puxá-las.

Além da Imaginação

O Velociraptor da vida real era um animal muito pequeno, daqueles que não dariam medo nas crianças. Para o filme, Spielberg pediu que os raptores tivessem entre 2m e 3m, e assim fez Stan Winston e seus comandados.

O mais curioso disso tudo é que o Utahraptor foi descoberto pouquíssimo tempo antes do lançamento do filme e era muito parecido com os raptores do filme. Essa coincidência deixou o próprio Stan completamente fascinado por ter criado um animal que seria redescoberto momentos depois.

Tudo errado

Apesar de ter uma equipe de paleontólogos por trás, Jurassic Park representou grande parte dos seus dinossauros de forma errada. Isso virou um problema porque o filme fez tanto sucesso que praticamente moldou o conceito que temos hoje de dinossauros. Mas nenhuma espécie foi tão modificada quanto o Dilofossauro. Na vida real, ele era enorme, não cuspia veneno e nem tinha essa membrana no pescoço. O cuspe de veneno foi inventado por Crichton no próprio livro – inclusive, fica a dica para vocês lerem. A morte do Nedry para o Dilofossauro é traumatizante no material original -, enquanto a membrana foi ideia de Spielberg, baseado em um lagarto australiano.

Jurassic World: Domínio está em cartaz nos cinemas do Brasil.

 

Crítica | A Caminho do Verão – Romance Teen da Netflix Adapta Best-Seller de Sarah Dessen

A escritora estadunidense Sarah Dessen faz muito sucesso no meio literário, embora talvez o espectador padrão da Netflix não a conheça de nome. Figurinha frequente nos eventos literários internacionais, sua linha de livros é voltada para o público jovem, quase sempre trazendo histórias de romance de verão. Apesar de ser autora de dezenas de livros, apenas ‘Meu Novo Amor’ foi adaptado para o audiovisual, e em 2003! Quase vinte anos depois e no caminho de consertar essa falha, a Netflix traz agora para os fãs da autora o longa ‘A Caminho do Verão’, que, desde sua estreia, pulou rapidamente para o Top 10 da plataforma.

Auden (Emma Pasarow) não é uma jovem comum: às vésperas de se formar na escola, ela não tem interesse por bailes, ritos de passagem ou qualquer tipo de diversão. Sempre falando a coisa errada na hora errada, Auden não tem amigos, e passa o tempo livre com os conhecidos de sua mãe (Andie MacDowell, de ‘Feitiço do Tempo’). Porém, no verão antes de entrar para a faculdade, ela decide passar um tempo com o pai (Dermot Mulroney, de ‘O Casamento do Meu Melhor Amigo’) e a nova esposa dele, Heidi (Kate Bosworth), que lhe arranjou um emprego temporário na sua butique de biquínis. Já na nova e pequena cidade praiana, Auden busca possibilitar uma nova versão de si mesma, quem sabe com novos amigos e novos interesses, mas, quando conhece Eli (Belmont Cameli) ela percebe que talvez haja algo de bom na forma como é.

Construído para ser um romance adolescente de verão estilo bem-estar, o que falta em ‘A Caminho do Verão’ é química, tempero. Não só entre o casal principal, mas especialmente da protagonista, sem sal, sem carisma, sem nada que desperte o interesse do espectador. Isso traz um problema para a direção de Sofia Alvarez, pois se absolutamente qualquer outro personagem secundário é mais legal do que aquele que conduz a história, então, como engajar a atenção do espectador? Todo o núcleo de Auden é enfadonho: ela, incapaz de gestos básicos, como sorrir; a mãe, invasiva e cheia de soberba injustificável; o pai, infantil e irresponsável, bem mal trabalhado.

A sensação é de que o roteiro de Sofia Alvarez privilegia as jornadas dos novos personagens que cruzam o caminho de Auden, ao ponto de nos questionarmos como alguém se prontificaria a fazer amizade com uma pessoa tão chatinha. Na tentativa de adaptar o romance, o roteiro acaba partindo do princípio de que muitas coisas ficam subentendidas e/ou que o espectador terá lido o livro e, portanto, entenderá determinadas atitudes dos personagens. Mas, em se tratando de longa-metragem, não é recomendável se valer de outras mídias para que o espectador compreenda o todo da produção, e, portanto, o roteiro dá saltos sem explicação e corre em determinados desenvolvimentos que ele mesmo dá muita importância no enredo, mas, no final das contas, nem era tão importante assim, como o segredinho de Auden.

Aos solavancos, ‘A Caminho do Verão’ entrega uma historinha de amor razoável, situada em uma cidadezinha praiana charmosinha e com uma mensagem legal para os jovens (tá tudo bem mudar, você não precisa ser o mesmo pra sempre). Ainda não é a melhor adaptação de Sarah Dessen, mas proporciona uma Sessão da Tarde água com açúcar para passar o tempo.

As 10 Melhores Séries de 2018

Chegou a hora de conhecer a nossa lista das dez Melhores Séries de 2018. E, como sempre, é uma tarefa pra lá de ingrata. Num cenário de centenas de produções, é difícil escolher só dez sem deixar coisas importantes de fora. Queridinhas como La Casa de Papel, Demolidor, Brooklyn Nine-Nine e One Day at a Time acabaram fora da seleção, o que só mostra que vivemos, de fato, um período muito fértil no mundo das séries.

É importante destacar que a lista representa a opinião do CinePOP. Mas também queremos saber a sua! Então, não deixe de participar através dos comentários.

Nossa seleção também optou por deixar de lado realitys e séries documentais, o que explica a ausência de hits como Queer Eye e Wild Wild Country.

10. The Good Place

Desde o incrível plot twist no final da primeira temporada que The Good Place tem se aprimorado em surpreender os espectadores. Foi assim ao longo do segundo ano e novamente, agora, no terceiro. A atual temporada, exibida no Brasil pela Netflix, começou sem empolgar muito, colocando a dúvida nos fãs de que o formato poderia estar se desgastando. Mas logo foi esquentando e voltamos a nos deparar com episódios realmente empolgantes. A série funciona como comédia, como romance e até como reflexão do mundo, com direito, literalmente, à aulas de filosofia. A terceira temporada trouxe momento marcantes. Tivemos a participação de Larry Hemsworth, quarto (e fictício) irmão Hemsworth, totalmente complexado por ser o “feio” da família; um episódio com toda turma com o corpo de Janet; mais bastidores dos lugares entre o lugar bom e o lugar ruim, com direito a conhecermos os escritórios de contabilidade responsáveis por analisar a pontuação que as pessoas acumulam durante a vida; e muito mais. Tivemos até um Chidi sem camisa, o que pegou muita gente de surpresa. Uma série para ver e rever nos dias mais pra baixo.

9. The Handmaid’s Tale

Aquela que foi provavelmente a melhor série de 2017 segue no top 10 no ano que chega ao fim. Mas temos que reconhecer que houve uma queda de qualidade. Ou pelo menos um desgaste. Exibida no Brasil pela Paramount Channel, The Handmaid’s Tale oferece uma crítica política e reflexão feminista fundamentais para os dias atuais, ainda que exagere um pouco no sofrimento neste segundo ano. Há definitivamente um valor, mas também deixa o questionamento: não é sofrimento demais? O público (e as personagens) não merecem um alívio sequer? Ainda assim, não dá pra ignorar o grande trabalho do elenco, especialmente das protagonistas Yvonne Strahovski e Elisabeth Moss. Está longe de ser uma série fácil de se ver, mas segue sendo uma produção necessária. É torcer para o terceiro ano retomar o nível de qualidade da temporada de estreia.

8. Killing Eve

Série sensação do ano nos Estados Unidos, Killing Eve chegou quietinha no Brasil, na Globoplay, mas é uma produção que merece bastante atenção. Estrelada pela ótima Sandra Oh, a eterna Dra. Cristina Yang de Grey’s Anatomy, a série acompanha Eve (Oh), uma agente do serviço de segurança britânico que investiga uma talentosa e envolvente assassina profissional (Jodie Comer). Aos poucos, Eve vai despertando a atenção da vilã e desenvolvendo um jogo de gato e rato nada convencional. Killing Eve é quase sempre surpreendente e tem como mérito principal construir duas protagonistas realmente interessantes. O público, muitas vezes, se verá na dúvida sobre para quem torcer. É mais uma série a colocar mulheres em papéis importantes e complexos. Não apresenta soluções fáceis e deixa o espectador querendo mais. Felizmente, a segunda temporada está mais do que confirmada.

7. Homecoming

Julia Roberts já vinha ensaiando uma aproximação do mundo fora das telonas desde que atuou no premiado telefilme da HBO The Normal Heart. Agora, embarca como protagonista da série Homecoming, da Amazon Prime Video. E o resultado é muito interessante. Baseada em podcast criado por Eli Horowitz e Micah Bloomberg, a série pode ser definida em uma palavra: instigante. É uma experiência curiosa. No início, há a sensação de que nada está acontecendo, mas tudo vai crescendo e o quebra-cabeças vai se montando. Roberts é o grande destaque do elenco que conta ainda com as ótimas presenças de Stephan James, Bobby Cannavale, Sissy Spacek e Dermot Mulroney (sim, temos um reencontro de O Casamento do Meu Melhor Amigo na área). É impossível não elogiar também a envolvente direção de Sam Esmail. O criador de Mr. Robot comanda todos os episódios da primeira temporada.

6. Barry

Renomado comediante do Saturday Night Live, Bill Hader ainda está um pouco longe de ser muito reconhecido no Brasil. Alguns podem até reconhecê-lo de comédias como Descompensada, Ano Um ou Uma Noite no Museu 2, mas com certeza não tiveram a oportunidade de apreciar sua versatilidade e talento como ator. Até Barry. A série da HBO investe numa comédia absurda, mas que é pautada por um tom bem sóbrio. Hader é um assassino profissional que, por causa de um novo serviço, acaba embarcando na cena do teatro independente de Los Angeles. Com isso, a série brinca com este cenário de LA, em que todos procuram a fama, ao mesmo tempo em que constrói um interessante background para a vida do crime do personagem. Uma série absurda, mas também muito humana.

5. Better Call Saul

Já dá para dizer que Better Call Saul é melhor que Breaking Bad? Talvez ainda não. Seria um exagero. Mas é certo dizer que o spin-off está chegando cada vez mais perto da obra original a cada temporada que passa. E oferecendo elementos diferentes, mas não menos ousados. O ótimo Bob Odenkirk nasceu para interpretar Jimmy McGill. É impressionante como ele consegue nos fazer torcer pelo personagem mesmo diante de condutas absurdas. Vince Gilligan prova que Breaking Bad não foi algo ocasional e coloca seu nome dentre os maiores autores da TV americana. A quarta temporada de BCS registra a maior transição de Jimmy e também é a que conta com mais referências à Breaking Bad. Não parece distante o dia que iremos nos deparar com participações de Bryan Cranston e Aaron Paul na produção, ainda mais se levarmos em conta que Vince já começou a falar sobre esta possibilidade, que era tida como inexistente até pouco tempo atrás.

4. Sharp Objects

A série da HBO baseada no best-seller Objetos Cortantes conseguiu transportar bem a obra de Gillian Flynn para as telinhas. Em alguns momentos, dá a impressão de que não precisava de tantos episódios, mas também é certo que alcança momentos sublimes. Muito por conta de seu elenco. Amy Adams arrasa na pele de uma repórter com problemas de alcoolismo que volta para a cidade natal para investigar um assassinato. Lá, é obrigada a confrontar os traumas do passado, muitos frutos da relação com a mãe vivida pela incrível (e assustadora) Patricia Clarkson. Chris Messina e a jovem Eliza Scanlen completam o time principal, e fazem bonito. Impossível não destacar também o trabalho do diretor Jean-Marc Vallée. Após Sharp Objects e Big Little Lies, a HBO deveria oferecer um contrato vitalício para o cineasta canadense.

3. A Maldição da Residência Hill

Provavelmente a série mais falada (e maratonada) do ano. A Maldição da Residência Hill é uma obra que diverte, assusta e faz pensar. Uma série de terror rara, que não usa de meros artifícios para criar sustos, optando sempre pelo caminho mais difícil, o de criar uma atmosfera quase que permanentemente assustadora. Não bastasse, ainda inova tecnicamente, com longos planos-sequência e um design de produção detalhado. O episódio VI é um dos melhores capítulos de séries dos últimos anos. E o elenco? O elenco é maravilhoso. Desde o time infantil, com destaque para Mckenna Grace, Violet McGraw e Julian Hilliard, aos mais velhos, como Oliver Jackson-Cohen e Kate Siegel. Nomes mais conhecidos, Carla Gugino e Henry Thomas (o Elliott de E.T. – O Extraterrestre) são as figuras ideias no jogo de terror entre a Residência Hill e a triste família Crain. A série trata o roteiro como algo mais importante que os sustos gratuitos, e isso faz total diferença.

2. The Americans

The Americans é uma série que merece um reconhecimento maior do que o que teve ao longo de suas seis temporadas. Tanto por parte do público, quanto por parte das premiações oficiais. Foram necessários seis anos até o Emmy se dar por vencido e reconhecer um dos protagonistas com um prêmio de atuação (Matthew Rhys). Mas ainda é triste saber que Keri Russell não teve a mesma sorte por seu incrível trabalho como Elizabeth Jennings. Lembrando um pouco o que acontecia com Mad Men – outro clássico das séries -, The Americans nunca precisou de grandes reviravoltas e acontecimentos para contar sua história. E foi assim até o final. Focou sim no desenvolvimento de personagens e na condução de uma narrativa sempre instigante e envolvente. É uma série que vai deixar saudades. Mas também foi bom ver acabar no topo.

1. Atlanta

É difícil acreditar que o Troy de Community se tornou uma das maiores personalidades do mundo da cultura pop. Mas sim! O mundo é de Donald Glover. O mundo da música (fez muito barulho como Childish Gambino), do cinema (foi das coisas que salvou em Han Solo: Uma História Star Wars) e das séries. Ele é protagonista de Atlanta, sobre a cena do rap na cidade americana que dá título à trama. Glover consegue criar uma das comédias mais inteligentes da TV americana na atualidade. Além disso, não tem nenhum medo de arriscar. Atlanta conta com episódios sem seus protagonistas e outros que parecem nem fazer parte da série, de tão isolados da narrativa principal. O maior objetivo é contar histórias, sem precisar ficar preso à fórmulas da indústria. Isso é ainda mais relevante quando lembramos que não é uma produção do streaming. No FX, conta com episódios semanais. Isso significa que quando investe numa narrativa paralela, teria mais chance de irritar os fãs que esperaram uma semana pelo episódio. Mas os fãs da série já aprenderam desde o início que podem esperar pelo inesperado. Atlanta fala sobre racismo, sobre indústria, sobre arte e sobre família. E tudo isso em episódios de 30 minutos, leves e repletos de bons momentos. Vale dar uma chance!

Bônus: Everything Sucks!

Ok, ok. Sabemos que existem séries melhores que Everything Sucks! que ficaram de fora da nossa seleção, mas escolhemos destacar a produção como uma forma de protesto. Poxa, Netflix, precisava mesmo cancelar a série? É verdade que a primeira temporada é irregular, mas ao mesmo tempo ofereceu alguns dos momentos mais fofos vistos na TV/streaming em 2018. Com um elenco infantil cativante, temas atuais, uma nostalgia contagiante e uma trilha de emocionar, Everything Sucks! merecia uma melhor sorte. Ainda mais num cenário em que a Netflix renovou coisas bem piores. Sim, estamos falando de Insatiable. É difícil aceitar que não iremos seguir com a história de Luke, Kate e companhia, ainda mais após o grande cliffhanger da primeira temporada. Para superar, só ouvindo muito Oasis.

‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’: Diretor promete surpresa na cena pós-créditos

Em entrevista ao site TotalFilm, o diretor Ruben Fleischer revelou que está guardando algo interessante para os espectadores que ficarem nas salas de cinema até depois dos créditos de Zumbilândia: Atire Duas Vezes’.

“Eu compartilho do amor de Bill Murray [pela cena pós-créditos do] primeiro filme”, ele comentou.  “Não sei como vamos superar aquilo, mas, se alguém ficar até o finalzinho, talvez tenham uma surpresa bem legal…”.

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Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘Despertar’: Ava DuVernay e Victoria Mahoney vão produzir nova série da Amazon

Segundo a VarietyAva DuVernayVictoria Mahoney estão desenvolvendo uma nova série sci-fi para a Amazon, intitulada ‘Despertar’ (Dawn, no original).

A produção será baseada no romance de 1987 assinado por Octavia E. Butler, o qual faz parte de uma trilogia que continua com ‘Adulthood Riter’‘Imago’ – compondo a comumente chamada ‘Lilith’s Brood’.

A narrativa gira em torno de uma mulher negra, Lilith Iyapo, que é mantida em cativeiro por uma raça alienígena cuja ascensão ao poder após um apocalipse nuclear destruiu grande parte da raça humana. Formando uma conturbada trégua com os alienígenas, Lilith descobre como viver melhor e como trazer a humanidade de volta.

DuVernay é uma prolífica cineasta e roteirista que ficou responsável por diversas e aclamadas produções, incluindo Selma‘Olhos que Condenam’. Seus próximos projetos incluem a adaptação Novos Deuses para a DC e a série DMZ.

Mahoney, por sua vez, foi a primeira mulher a dirigir parte de um filme Star Wars, trabalhando em A Ascensão Skywalker. Sua carreira também inclui ‘Yelling to the Sky’‘Lovecraft County’‘Grey’s Anatomy’.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Taylor Swift lança seu 8º álbum de estúdio, ‘Folklore’

Taylor Swift lançou hoje (24) seu 8º álbum de estúdio, Folklore. O anúncio do CD havia sido feito no dia anterior através de suas redes sociais.

A obra já está disponível em todas as plataformas.

Com produção de Jack Antonoff, as dezesseis novas faixas foram co-escritas por Swift, Bon IverWilliam BoweryAaron Dessner.

Confira a tracklist oficial abaixo:

  1. The 1
  2. Cardigan
  3. The Last Great American Dinasty
  4. Exile (feat. Bon Iver)
  5. My Tears Ricochet
  6. Mirrorball
  7. Seven
  8. August
  9. This Is Me Trying
  10. Illicit Affairs
  11. Invisible String
  12. Mad Woman
  13. Epiphany
  14. Betty
  15. Peace
  16. Hoax
  17. The Lakes (physical bonus track)

Swift já lançou diversos álbuns com sólida recepção crítica e comercial, incluindo Fearless1989, que levaram para casa as estatuetas de Álbum do Ano do Grammy. Ano passado, ela divulgou ‘Lover’, que foi indicado a três prêmios do Grammy e trouxe os singles “ME!”“You Need to Calm Down”.

Jamie Foxx não descarta retorno como Electro em ‘Homem-Aranha 3’

Homem-Aranha 3 continua a ganhar rumores conforme a produção toma forma: seguindo o retorno de J.K. Simmons como J. Jonah Jameson nas cenas pós-créditos de Homem-Aranha: Longe de Casa, o próximo capítulo da franquia com Tom Holland permanece acrescentando membros e mais membros ao elenco.

Um dos mais famosos boatos giram em torno da volta de Jamie Foxx como o vilão Electro, depois de tê-lo interpretado em O Espetacular Homem-Aranha 2 ao lado de Andrew Garfield.

Em uma declaração oficial ao ComicBook.com, Foxx não revelou muitas informações sobre o futuro da saga, mas deixou claro que não descarta uma aparição: “Tudo pode acontecer”, ele comentou.

Homem-Aranha 3tem estreia está marcada para 17 de dezembro de 2021.

Zendaya também irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘Werewolves Within’: Adaptação do clássico game ganha teaser OFICIAL; Confira!

O filme Werewolves Within, adaptação do game homônimo lançado pela Ubisoft em 2016, ganhou seu primeiro teaser trailer oficial.

Confira:

O longa-metragem é dirigido por Josh Ruben, nome conhecido pelo divertido e arrepiante terror Scare Me (2020).

A história gira em torno de uma pequena cidade que é dividida por uma conduta de gás e cujos habitantes ficam presos após uma terrível nevasca. Os moradores da peculiar Beaverfield se refugiam no hotel local e, para manter a paz, um recém-chegado guarda florestal e uma carteira unem forças para descobrir a verdade por trás de uma criatura misteriosa que está aterrorizando a comunidade.

Sam Richardson, Milana Vayntrub, George Basil, Sarah Burns, Michael Chernus, Catherine Curtin, Wayne Duvall, Harvey Guillén, Rebecca Henderson, Cheyenne Jackson, Michaela Watkins e Glenn Fleshler estrelam.

Werewolves Within tem estreia marcada para o dia 25 de junho nos cinemas internacionais e para o dia 02 de julho em VOD. No Brasil, o filme segue sem previsão de lançamento.