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Michael Douglas não quer voltar como Hank Pym após ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ foi um dos filmes mais criticados da Marvel Studios por conta da trama rasa e dos efeitos visuais nada convincentes… Para citar alguns dos motivos. E parece que Michael Douglas cansou da franquia.

Em entrevista ao Deadline, ele afirmou que não volta para o MCU.

“Acho que não. Eu já tinha tido a experiência e estava animado para fazer. Nunca tinha feito um filme com tela verde antes. Fiz o Método Kominsky porque queria trabalhar com Chuck Lorre e experimentar um pouco de comédia. Mas estou curtindo meu hiato e curtindo a vida. Foi avassalador comandar a produtora e atuar ao mesmo tempo.”, ele afirmou.

O intérprete já havia sugerido a morte do personagem.

“Na verdade, este foi o meu pedido para o terceiro filme. Eu disse que gostaria de ter uma morte séria, com todos esses ótimos efeitos especiais. Deve haver alguma maneira fantástica de encolher até o tamanho de uma formiga e explodir, seja lá o que for. Mas é isso, eu queria que Hank Pym morresse no último. Agora, acho que não vou aparecer mais.” 

Lembrando que Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ está disponível na Disney+.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

Crítica | O Menino e a Garça – Hayao Miyazaki continua sendo uma INDESTRUTÍVEL ponte com nosso sonhar

Um novo começo numa aventura repleta de possibilidades. De volta aos longas-metragens de animação após uma década, o genial cineasta Hayao Miyazaki, co-fundador do Studio Ghibli, mais uma vez transforma a realidade em fantasia com um recheio repleto de camadas que nos levam a metáforas sobre a amizade, a dor, o luto, onde portas vão se abrindo e escolhas surgindo.

Um mundo mágico, onde quase tudo também é possível repleto de enigmáticos personagens que vão gerar diversas interpretações, é o palco de O Menino e a Garça, indicado ao Oscar de Melhor Animação em 2024.

Na trama, ambientada no Japão em tempos de Segunda Guerra Mundial, conhecemos Mahito, um jovem que perde a mãe muito cedo em uma tragédia por conta dessa terrível guerra. Tempos depois ele se muda com o pai para uma enorme propriedade na zona rural japonesa onde tem o primeiro contato com a nova madrasta. Essa última de quem não consegue se aproximar por achar que ela está roubando o lugar de sua mãe. Desbravando a extensa propriedade que é seu novo lar, acaba descobrindo um lugar que logo se mostra uma espécie de portal.

Quando sua madrasta some, o protagonista embarca na sua aventura indo até esse lugar mágico junto com uma curiosa garça e lá o confronto com um universo de situações que ele jamais imaginaria encontrar se mostra à sua frente.

Primeiro filme de animação da história a ser o escolhido para a abertura no prestigiado Festival de Toronto, O Menino e Garça apresenta em seu primeiro ato um detalhismo minucioso sobre o contexto de uma época de tensão em um Japão consumido pela guerra, fato que causou uma série de consequências para seus habitantes.

Dentro desse contexto, que é bastante representativo pela proximidade do protagonista com a situação já que o pai é um projetista de peças de combate, a narrativa com um dinamismo próprio começa sua poesia quase enigmática a partir desse personagem principal nas dores do luto e com a inconsequência sendo uma constante.

Ao longo das suas duas horas de projeção, a jornada do herói é muito bem estabelecida com embates sendo refletidos nas ações o que impulsiona a narrativa para um ritmo intenso onde não conseguimos desgrudar os olhos da tela. Conflitos familiares viram molas propulsoras para um choque com a realidade, um lugar comum na trajetória de todos nós, onde erramos e acertamos mas nunca deixamos de ter elementos ao nosso redor que nos posicionam em zonas de equilíbrio.

O projeto, todo desenhado a mão, que demorou cerca de sete anos para ficar pronto, com Miyazaki trabalhando cerca de um minuto do filme por mês, possui um engenhoso roteiro que recheia a tela com personificações que traduzem o abstrato dos sentimentos. As leituras dos curiosos personagens serão diversas, é um show de criatividade, fruto da mente de um gênio, já na casa dos 80 anos, que pode ter nesse trabalho sua última assinatura.

Um dos filmes mais caros produzidos no Japão, O Menino e a Garça é um forte favorito a ganhar o Oscar de Melhor Animação, o que seria a segunda conquista de diretor (em 2003, venceu pelo inesquecível A Viagem de Chihiro). Colocando os sonhos no papel sem esquecer de fatos que marcaram a trajetória de seu país, Hayao Miyazaki continua sendo uma indestrutível ponte com nosso sonhar.

Crítica | Como se Tornar um Conquistador – comédia agradável e despretensiosa

Meu Sangue Latinoooo

A comédia, assim como todos os gêneros cinematográficos, precisou e evoluiu com os tempos. Desta forma, novas vertentes foram criadas, dando início a subgêneros, como os da comédia ácida, humor negro, escatologia e o escracho. Raros são os exemplos de comédias ainda confeccionadas à moda antiga, com certa ingenuidade, bom coração e quase longe da esperteza do mundo cínico atual. De vez em quando recebemos tais exemplares. É o caso deste Como se Tornar um Conquistador.

O roteiro escrito por Jon Zack (Nota Máxima, 2004) e pelo estreante Chris Spain marca o debute na direção de longas do ator / humorista Ken Marino. Juntos, eles entregam um filme de gênero agradável, que comenta sobre a visão do estereótipo latino, ao mesmo tempo em que narra uma história inocente de amadurecimento, cativante e identificável para o grande público.

Na trama, Maximo era apenas um menino quando precisou lidar com a morte do pai, o que interpretou como a nocividade de uma vida dedicada ao trabalho, já que o sujeito morreu num acidente de trânsito, conduzindo um grande caminhão. Desta forma, a única opção para ele foi a vida fácil. Maximo se tornou um “jogador”, usando todo o seu charme e enfatizando o sex appeal que o mundo imagina dos latinos. O objetivo do jovem Maximo é arranjar uma “coroa” endinheirada para viver confortavelmente e nunca se preocupar com trabalho.

Dito e feito, muitos anos passam, e a vida de rei do mexicano têm um fim. Seu recomeço e crescimento pessoal têm início, no entanto, na grande reviravolta no roteiro. A jornada do protagonista será tortuosa e ele precisará se reconectar com a irmã, papel do nome mais conhecido do elenco, a mexicana Salma Hayek, a quem havia abandonado desde que adquiriu o novo status, e em especial o sobrinho, papel de Raphael Alejandro.

A estrutura de Como se Tornar um Conquistador remete à de filmes sobre a relação de um adulto com uma criança, um molde que se mostrou muito eficiente ao longo dos anos.  Um bom exemplo recente desta fórmula é Um Grande Garoto (2002), filme com Hugh Grant. Em ambos os filmes, um sujeito imaturo e sem responsabilidades irá passar por sua prova de fogo e se renovar perante sua forma de viver. A figura da criança, quase angelical, nestes casos serve como a voz da consciência adormecida, tirando o protagonista da dormência emocional e servindo-lhe de doses humanas em abundância. É o espelho do fenômeno que dizem que todo homem passa, uma vez que se torne pai.

O ator mexicano Eugenio Derbez é um celebrado artista em seu país, desempenhando funções de produtor, roteirista e diretor, além, é claro, de suas aparições frente às telas. Em Hollywood, o ator também já circula há tempos, embora se encaixe na categoria dos que não sabemos exatamente aonde vimos. Seu trabalho anterior, por exemplo, foi Sandy Wexler, produção original Netflix, protagonizada por Adam Sandler.  Derbez brinca com o tipo e entrega uma caricatura engraçada, mas por vezes beirando o exagero.

Veteranos que marcaram época em suas respectivas gerações também dão as caras, resgatados do ostracismo, e entregam performances satisfatórias, vide a musa exuberante Raquel Welch e ,em especial, Rob Lowe.

Apesar da boa ideia e do coração no lugar, falta uma pegada mais forte em Como se Tornar um Conquistador. Justamente esta mescla de inocência com um humor, em momentos, um pouco mais escrachado não encontra uma sintonia tão afinada. O longa deixa a desejar em sua parte dramática e não se arremessa totalmente na ardência de uma sátira corajosa. Termina como café com leite no que poderia ser uma elaborada refeição. No lado positivo, não ofende a inteligência do público, como muitas comédias descerebradas fazem, e nas notas que tenta – em especial no humor mais ousado – acerta quase todas.

Crítica | Collateral – Carey Mulligan em minissérie sobre crime racial da Netflix

Dedo na ferida da intolerância

É inegável. Atualmente as produções audiovisuais criadas para exibição nas telinhas tem muito cacife e não precisam sequer mais exigir respeito. Pois já o têm. Pensa só, não existe basicamente nenhum grande artista do meio – seja diretor, atores ou roteiristas – que já não tenha migrado para esta outra mídia e conseguido emplacar algum sucesso. E a coisa pode até ter começado nas TVs a cabo, mas se consolidou mesmo com as plataformas de streaming, encabeçadas pelo colosso Netflix. Esse é o futuro, e em breve mídias assim surgirão aos montes – este é apenas o prenúncio – e se juntarão à corrida por audiência da Amazon, Hulu e outras.

A lista de séries, filmes e minisséries é imensa e só aumenta. E só estou me referindo às que se destacam. Neste quesito, acaba de se juntar ao pacote a nova minissérie Collateral, que é uma produção em conjunto da BBC britânica e da Netflix. À frente do projeto está a jovem atriz inglesa Carey Mulligan, a talentosa indicada ao Oscar por Educação (2009), e de filmes como Shame (2011), Drive (2011) e o recente Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi (2017). Com quatro episódios de 1 hora de duração (o que pode ser visto como um longo filme de 4 horas), esta minissérie britânica desenvolve uma investigação policial no estilo mais “raiz” da palavra. Pense, por exemplo, em The Night Of (2016), da HBO.

Na trama, Mulligan interpreta a detetive da polícia inglesa Kip Glaspie, ex-esportista profissional. A melhor forma para descrever a personagem seria compará-la a Marge Gunderson, a policial grávida, doce, de aparência ingênua, porém, esperta como uma raposa, interpretada por Frances McDormand no papel que lhe rendeu o Oscar de melhor atriz em Fargo (1996). Tais traços físicos e de personalidade se encaixam perfeitamente na personagem de Mulligan também. A diferença está na localidade (sai a gélida Fargo nos EUA, e entra a igualmente fria, mas sem neve, Londres) e o tipo de crime investigado.

Desta forma, Glaspie levanta da cama confortável ao lado do marido após atender a uma ligação e aceitar um caso de assassinato. A vítima: um simples entregador de pizza. O motivo mais provável: crime de intolerância racial – já que o rapaz era sírio. Ao lado do parceiro, papel de Nathaniel Martello-White, a protagonista junta as peças e vai descortinando praticamente uma conspiração por trás do que parecia ser um crime comum, possivelmente associado a roubo ou preconceito racial.

Neste meio tempo, somam-se à narrativa subtramas envolvendo uma militar passando pelo maior trauma de sua carreira, papel da bela Jeany Spark; uma clériga lésbica (Nicola Walker) e sua companheira vietnamita ilegal no país (Kae Alexander) – que presencia o assassinato – a drogada ex-mulher de um político (Billie Piper); a gerente da pizzaria na qual a vítima trabalhava (Harley Squires); e a família do sujeito, suas duas irmãs (Ahd – sim, este é o nome da atriz que interpreta Fatima, a mais falante da dupla, A-H-D, e July Namir).

O interessante do roteiro de Collateral, todo confeccionado por David Hare (de As Horas e O Leitor), é que vai aos poucos descascando as camadas do que imaginávamos caminhar por um lado, para mostrar agendas pessoais, num amontoado de acasos, que de forma alguma esquecem de sua crítica inicial à intolerância, denunciando a política atual dos imigrantes na Europa, em especial na Inglaterra, e nos EUA.

Esse paralelo é bem traçado no roteiro de Hare, que equilibra a investigação com os discursos e postura do personagem David Mars (John Simms), o tal deputado que se pronuncia abertamente contra a exclusão de imigrantes no país. Seus diálogos inflamados sobre a postura de segregação sem dúvida reflete muito do pensamento do autor, que nem precisou colocar tais diálogos na boca de sua protagonista, embora saibamos exatamente o que a policial pensa sobre o assunto, num debate com o corrupto agente do MI-5 – o qual vocifera o pensamento de governantes radicais.

Além deste forte paralelo com o momento atual do mundo, o que faz de Collateral uma obra urgente e de relevância extrema, a minissérie é confeccionada com esmero, prestando atenção em detalhes e dando ênfase a um trabalho de qualidade. Agora, imagine Mindhunter, série produzida por David Fincher, na qual a investigação policial é levada a sério em seus mínimos detalhes. Collateral chega neste rastro, então esqueça se seu objetivo é um suspense acelerado, cheio de adrenalina, cortes rápidos e montagem frenética.

Collateral leva seu tempo, vivencia uma verdadeira investigação policial, apostando no real trabalho de tais profissionais, como interrogatórios e muita conversa e análise com os envolvidos, ou seja, nada de tiroteios, perseguições de carro, ou qualquer elemento batido do gênero. O que nem de perto deixa a minissérie chata ou arrastada, muito pelo contrário, o trabalho da diretora S.J. Clarkson (Orange is the New Black e Os Defensores), que comandou todos os episódios, é tão dinâmico e criativo – encenando inclusive um longo plano sequência chamativo assim que os detetives chegam à cena do crime – que nossa única opção é embarcar nessa viagem pelo lado sombrio de Londres em companhia destes personagens.

De ‘A Repossuída’ a ‘Drácula, Morto mas Feliz’ | Os Melhores Filmes-Paródia dos Anos 90

Determinar exatamente onde determinado subgênero do cinema nasceu é uma tarefa, muitos diriam, quase impossível. Isso porque rastrear o filme responsável por uma tendência que veio a se tornar um movimento pode ser algo subjetivo. Veja o caso com os filmes de terror slasher, por exemplo. Há quem aponte para Black Christmas ou O Massacre da Serra Elétrica, ambos de 1974, com outros indo ainda mais longe, lá de volta para 1960 onde foram lançados A Tortura do Medo e Psicose. O que podemos de fato afirmar neste caso, é que sua popularidade atingiu novo patamar após o lançamento de Halloween – A Noite do Terror (1978), um verdadeiro divisor de águas.

Com os filmes-paródia acontece o mesmo. E se Halloween mudou o jogo para os slasher, é seguro dizer que Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu (1980) o fez para este subgênero cômico. No ano anterior, no entanto, ninguém menos que Steven Spielberg lançava sua comédia nonsense 1941: Uma Guerra Muito Louca, sátira dos clássicos filmes de Segunda Guerra Mundial, que logo caiu na obscuridade. Voltando ainda mais no tempo, podemos citar o cineasta Mel Brooks como um dos “pais” do subgênero, em filmes como O Jovem Frankenstein (1974), paródia do livro clássico de Mary Shelley, e Alta Ansiedade (1977), paródia dos filmes de Hitchcock. O diretor, é claro, seguiria com esta pegada por toda a sua carreira.

Mesmo exibindo bons exemplares pelos anos 1980, foi na década seguinte o verdadeiro boom das produções que visavam unicamente “homenagear” tirando um baita sarro com alguns filmes bem populares de anos anteriores. Hoje, esta fórmula está mais do que desgastada, tendo gerado na década de 2000 obras realmente execráveis e o pior: cada vez mais sem graça. Assim, resolvemos revisitar com você a chamada “era de ouro” deste estilo de filme antes de seu declínio. Vem com a gente e não esqueça de comentar quais conhece, já assistiu e os seus preferidos. Confira abaixo.

 

Top Gang! Ases Muito Loucos

O filme mais famoso do período, é também o único que gerou uma continuação. Lançado em 1991, a paródia principal aqui é, obviamente, do blockbuster Top Gun – Ases Indomáveis (1986) – cuja sequência tardia estreia este ano. O “amoral” Charlie Sheen é o Tom Cruise da vez no papel de Topper Harley, um piloto destemido da marinha. Dirigido por Jim Abrahams, o filme ainda tira sarro de 9 ½ Semanas de Amor (1986), Susie e os Baker Boys (1989), Dança com Lobos (1990), Maratona da Morte (1976), Rocky – Um Lutador (1976), Superman – O Filme (1978) e o cancelado …E o Vento Levou (1939).

Top Gang 2! A Missão

Dois anos depois e Jim Abrahams ao lado de seu elenco (Charlie Sheen, Lloyd Bridges e Valeria Golino) retornavam para a sequência, que deixava Top Gun quieto e “pegava para Cristo” a franquia Rambo, em especial o segundo (1985) e terceiro filmes (1988). Entre as novas produções zoadas estavam Apocalypse Now (1979), A Dama e o Vagabundo (1955) e Instinto Selvagem (1992). Uma pena que a parte três nunca tenha acontecido.

 

A Repossuída

Por falar em Leslie Nielsen, o ator encabeça o elenco desta paródia de O Exorcista (1973) no papel do padre responsável pela expulsão do “coisa ruim”. Embora não tenha se tornado um filme muito popular, com alguns sequer conhecendo sua existência, A Repossuída guarda algumas curiosidades. A primeira é que traz a própria Linda Blair, a menininha do filme original (e que também participou da continuação de 1977), como a mulher “repossuída” pelo demônio do título. E segundo, é que esta paródia foi lançada apenas um mês depois que O Exorcista III chegou aos cinemas em 1990.

A Louca, Louca História de Robin Hood

No mesmo ano do item acima, o veterano Mel Brooks voltava à suas paródias com uma sátira aos clássicos filmes de Robin Hood, um dos maiores e mais antigos heróis da sétima arte. Ou quem sabe o diretor apenas quisesse capitalizar em cima do sucesso recente de Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões, blockbuster protagonizado por Kevin Costner dois anos antes. Cary Elwes é quem protagoniza na pele do arqueiro que roubava dos ricos para dar aos pobres.

Duro de Espiar

Aqui temos outro veículo para o humorista grisalho Leslie Nielsen, que ficaria preso a este tipo de filme devido ao sucesso da franquia Corra que a Polícia Vem Aí. Na década de 1990, o ator trabalhou como nunca no subgênero, inclusive nas duas continuações da franquia citada. Neste longa lançado em 1996, cujo título deixa claro, tira sarro de Duro de Matar (o terceiro filme havia sido lançado no ano anterior) e filmes de espionagem no estilo 007. Além destes, Duro de Espiar ainda parodia Pulp Fiction e True Lies, por exemplo.

O Foragido

Dois anos depois e Leslie Nielsen estava de volta para ainda outra paródia de um filme de ação, este obviamente tendo como principal alvo o sucesso indicado ao Oscar O Fugitivo, com Harrison Ford. O problema? A sacada por trás de tal subgênero é correr para satirizar uma obra que se encontra popular, brincando com seus elementos ainda muito frescos na memória do público. Aqui, porém, haviam passado nada menos do que cinco anos entre o lançamento de O Fugitivo e este O Foragido, que ainda “imita” Titanic (1997) e Missão: Impossível (1996).

Máquina Quase Mortífera

Até mesmo o famoso buddy cop movie Máquina Mortífera virou alvo dos spoof (como são chamadas as paródias nos EUA). Os três filmes da franquia (já que o quarto ainda não havia sido lançado) são satirizados nesta comédia de 1993, que trouxe ninguém menos que Samuel L. Jackson em início de carreira para o papel imortalizado por Danny Glover. Já Riggs/Mel Gibson ganhou as formas de Emilio Estevez no escracho. A ideia, seguindo a linha de Top Gang era por uma franquia – como aponta o título original Loaded Weapon 1 (ou seria esta apenas mais uma gag?). O filme também tira sarro de O Silêncio dos Inocentes, Instinto Selvagem e traz até mesmo uma ponta de Bruce Willis “reprisando” seu papel de Duro de Matar.

Distração Fatal

Por falar em Instinto Selvagem e O Silêncio dos Inocentes, estes foram dois dos filmes mais satirizados, homenageados e imitados do início da década de 90. E é justamente o primeiro citado que se torna alvo como carro-chefe deste filme-paródia lançado também em 1993. Tirando uma com a cara dos filmes policiais noir de detetives e mulheres fatais, Distração Fatal (Fatal Instinct) tem direção do saudoso Carl Reiner e traz o indicado ao Globo de Ouro descendente de italiano Armad Assante como o protagonista. Sean Young e Sherilyn Fenn (recém-saída do sucesso de Twin Peaks) coadjuvam. Chinatown, Atração Fatal e Cabo do Medo também entram em cena nesta comédia.

Loucos, Birutas e Debilóides

Perdendo um pouco o timing para sua sátira – que, como dito, é muito importante para filmes assim – esta produção… pasmem, italiana chega três anos depois de seu principal alvo, o thriller vencedor do Oscar O Silêncio dos Inocentes. Apesar do país de origem, o filme é falado em inglês e traz como protagonistas o icônico astro B Billy Zane e o humorista Dom DeLuise. Existe um motivo, no entanto, para este ser um dos menos conhecidos do pacote, sua falta de inspiração. Para termos uma ideia, Zane interpreta o agente Jo Dee Foster e DeLuise é o Dr. Animal Cannibal Pizza. Sentiram o drama? Ah, o clássico Psicose também entra na dança aqui.

Máfia!

No fim da década de 90 tais filmes já haviam perdido grande parte de seu gás, assim os exemplares que ganhávamos estavam cada vez piores. Aqui, sequer o esforço de um grande nome do gênero se mostra válido, já que no comando temos Jim Abrahams, um dos “pais” de tais filmes, responsável por Apertem os Cintos…, Top Secret e Top Gang. Além disso, no elenco desfilam famosos como Christina Applegate e o veterano Lloyd Bridges em seu último trabalho nas telas. O foco deste longa de 1998 são os filmes de máfia, vide O Poderoso Chefão, e as produções de Scorsese e De Palma. Mas na tradução do título para português, até mesmo a sacada irônica do original, Jane Austen’s Mafia!, se perdeu.

Uma Escola Muito Doida

Os filmes-paródia também servem para enfatizar tendências – ou seja, os tipos de filme que terminam gerando subgêneros. Em meados da década de 90, os filmes de “escolas barra-pesada” voltaram à tona servidos principalmente pelo sucesso de Mentes Perigosas (1995), com Michelle Pfeiffer. E esse é justamente o principal alvo do humor deste Uma Escola Muito Doida, sobre um professor (Jon Lovitz) colidindo com seus alunos problemáticos a fim de lhes proporcionar uma boa educação em uma escola pública. Por esta premissa já deu para sentir a pegada deste longa de 1996.

Vizinhança do Barulho

Também no ano de 1996, esta paródia serviria de embrião para Todo Mundo em Pânico (2000) – que tentaria ressuscitar o subgênero na década seguinte. Acontece que aqui temos roteiro dos irmãos Wayans, Marlon e Shawn, e o protagonismo dos dois também – que depois seguiriam para As Branquelas (2004) e O Pequenino (2006). Pegando a linha dos dramas sociais representativos, esta paródia satiriza de tudo desde Os Donos da Rua (1991) e South Central: O Bairro Proibido (1992) até Uma Questão de Respeito (1992), Perigo para a Sociedade (1993) e Duro Aprendizado (1995). E o faz já em seu título original extremamente longo (talvez um dos maiores da história): “Don´t Be a Menace to South Central While Drinking your Juice in the Hood”.

 

Drácula, Morto mas Feliz

Dois anos depois de Robin Hood, Mel Brooks entregava este que se tornaria seu último trabalho como diretor. Outro grande clássico do cinema e literatura cairia na mira do cineasta aqui: o vampiro Drácula, criado pelo autor Bram Stoker. E de forma bem propícia, já que três anos antes, Drácula de Bram Stoker, de Francis Ford Coppola, havia causado comoção se tornando um sucesso. A comédia também marca a única parceria de duas lendas do subgênero: Mel Brooks e o ator Leslie Nielsen.

‘MegaTubarão’ surpreende e deve abocanhar mais de US$ 40 milhões nos EUA

Com projeções iniciais de US$ 25 milhões, ‘MegaTubarão‘ deve surpreender com gigantescos US$ 40 milhões nos EUA durante o seu primeiro final de semana. Internacionalmente, o filme também tem se saído bem, especialmente na China, onde o blockbuster arrecadou US$ 16 milhões apenas na sexta-feira.

De acordo com o Deadline, a boa recepção do público contribuiu para o resultado surpreendente do filme, assim como também os seus grandes nomes no elenco. A audiência deu a nota B+ para a produção.

Slender Man‘ também conseguiu surpreender, apesar das reações negativas. A Sony previa uma estreia em torno de US$ 8 milhões, mas o terror deve alcançar uma média de US$ 11-12 milhões.

Apesar disso, o filme deve despencar consideravelmente na próxima semana, ainda mais se considerarmos a amarga nota D- dada pelo seu público.

Assista a crítica:

Confira nossa crítica em TEXTO:

Crítica | Megatubarão – Filme B em toda a sua glória mainstream

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘Brinquedo Assassino’: Nova risada do Chucky, dublada por Mark Hamill, é revelada em vídeo; Confira!

Foi revelado na Wondercon que Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker da franquia ‘Star Wars‘, dublará o icônico vilão Chucky no remake de ‘Brinquedo Assassino‘. E um vídeo com sua risada sinistra acaba de ser divulgado.

Confira:

Com direção de Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘), a nova versão não tem o envolvimento de ninguém da franquia original.

No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.

Gabriel Bateman (‘Annabelle‘), Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation‘) e Brian Tyree Henry (‘Se a Rua Beale Falasse‘) estrelam.

Brinquedo Assassino‘ chega aos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

‘Harley Quinn’: Coringa é destaque em novo teaser da animação; Assista!

A DC divulgou um novo teaser da série animada ‘Harley Quinn‘, destacando o vilão Coringa.

Confira:

‘Harley Quinn’, baseado nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dublará a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

‘Invasão Zumbi 2: Península’: Pré-sequência animada está em desenvolvimento

Em entrevista ao Polygon, o diretor Yeon Sang-ho revelou que uma pré-sequência animada de ‘Invasão Zumbi 2: Península‘ está em desenvolvimento.

“Estamos desenvolvendo uma animação sobre a relação entre Unit 631 e Min-jung. Acredito que a história pode ser melhor explorada através de uma animação por ser uma média menos inibida,” declarou o cineasta.

Recentemente, as primeiras crítica da sequência foram divulgadas e o resultado não é muito animador.

Depois do primeiro filme ganhar recepção sólida da crítica, a sequência falhou em manter a qualidade da história original e amargou 40% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 5.67/10 baseada em 5 reviews (até o momento).

Confira as críticas abaixo:

“Feio e, no geral, insatisfatório” – Variety.

“Os fãs de Invasão Zumbi irão encontrar momentos na sequência que os deixarão boquiabertos ou causar animação involuntária. A sequência nunca encontra seu tom e é confortável em vez de calçar os sapatos de franquias que vieram antes dela” – ComicBook.com.

“Enquanto seu predecessor foi impulsionado por um imediatismo de tirar o fôlego, a ação proeminente de ‘Península’ parece sem peso dramático e cartunesco” – South China Morning Post.

“Emocionante do começo ao fim, esse filme arrepiante poderia reanimar os mercados asiáticos” – Screen International.

‘Península’ tem poucos momentos que valem a pena e que justificam sua extensão de quase duas horas” – Casey’s Movie Mania.

De acordo com o ComicBook.com, a Well Go USA Entertainment adiou a estreia de Invasão Zumbi 2: Península’ de 07 de agosto para o dia 21 do mesmo mês nos cinemas norte-americanos.

A decisão surgiu como um incentivo para ajudar as redes de cinema dos EUA a se manterem abertas durante a crise do Coronavírus, já que o longa teve um retorno financeiro após a estreia no mercado asiático.

Em seu primeiro fim de semana, o terror já arrecadou US$ 20.8 milhões.

O maior destaque fica por conta da Coreia, onde o longa arrecadou ótimos US$ 13.2 milhões. O TOP 5 ainda inclui Taiwan (US$ 4.7m), Vietnã (US$ 1.1m), Malásia (US$ 955 mil) e Singapura (US$ 795 mil).

Lembrando que a Regal Cinemas já anunciou que suas salas serão reabertas no mesmo dia da estreia do longa.

Assista ao trailer:

A nova trama, também dirigida por Sang-ho Yeon, revela uma Coréia do Sul completamente isolada devido a um vírus misterioso que transformou seus habitantes em zumbis. Com isso, inicia-se uma luta desesperada para escapar da península abandonada.

Jun-seok é um ex-soldado que consegue escapar da Península para Hong Kong e, enquanto vive como refugiado, ignorado pelos habitantes locais, aceita uma oferta tentadora de um estrangeiro que o faz retornar à Península.

É assim que Jun-seok, junto com uma equipe, retorna à Península para cumprir uma missão. Após a chegada, eles descobrem um grupo de sobreviventes não infectados que vivem no local ocupado por zumbis. Mas será que eles conseguirão sobreviver novamente ao desastre?

 

‘A Casa Sombria’: Terror com Rebecca Hall tem estreia adiada para agosto

Originalmente programado para julho, o terror sobrenatural ‘A Casa Sombria‘ (The Night House), estrelado por Rebecca Hall (‘Godzilla vs Kong‘), teve seu lançamento adiado em um mês.

Agora, o longa será lançado oficialmente nos EUA no dia 20 de agosto.

Confira o trailer:

David Bruckner (‘O Ritual’) será responsável pela direção.

Ainda abalada pela morte inesperada de seu marido, Beth (Hall) fica sozinha numa casa à beira do lago que ele construiu para ela. Tentando se estabelecer na casa, ela começa a surtar por conta de estranhos pesadelos. Sentindo-se atraída por visões uma figura que chama por seu nome, Beth começa a vasculhar os pertences do marido na busca por respostas.

O elenco também conta com Sarah Goldberg, Evan Jonigkeit, Stacy Martin e Vondie Curtis Hall.

‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’: Neflix está desenvolvendo nova adaptação animada

De acordo com o Variety, a Netflix está desenvolvendo uma série animada baseada nos quadrinhos do ‘Scott Pilgrim‘.

Bryan Lee O’Malley, criador da graphic novel, será responsável pelo roteiro e servirá como produtor executivo do projeto.

Além disso, O’Malley também será o showrunner da série ao lado de BenDavid Grabinski.

Vale lembrar que, em 2010, a adaptação ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘ foi lançada nos cinemas, mas fracassou nas bilheterias. Com o passar dos anos, no entanto, a produção ganhou status cult, ganhando notoriedade e muitos fãs ao redor do mundo.

Na trama…

Scott Pilgrim (Michael Cera) tem 23 anos, integra uma banda de colégio, vive trocando de emprego e tem um namoro firme. Sua vida está maravilhosa, até conhecer Ramona V. Flowers (Mary Elizabeth Winestead). Ele logo se apaixona perdidamente por ela, só que não será fácil conquistar seu amor. Para tanto ele precisa enfrentar os sete ex-namorados dela, que estão dispostos a tudo para impedir sua felicidade com outra pessoa.

Duetto

 

Elenco:

Michele Morrone
Giancarlo Giannini
Gabriel Leone

Direção: Vicente Amorim

Gênero: Drama

Duração: 102 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 7 milhões

Estreia: 29 de Setembro de 2022

Sinopse: 

Itália, 1965. A história de encontro entre Cora, uma adolescente brasileira, e o famoso e controverso cantor italiano Marcello Bianchini. Mas a história começa em São Paulo. Depois da trágica morte de seu pai em um acidente de carro, Cora viaja com a avó, Lúcia, para a sua cidade natal, na Apúlia. Entre o passado familiar, os dramas e histórias da cidadezinha italiana, Cora trilhará seu caminho para a maturidade e a vida adulta.

Crítica:

Crítica | Duetto – Ator de ‘365 Dias’ Vive Cantor Italiano em Dramático Filme Brasileiro

Curiosidades: 

» Rita Buzzar e João Segall assinam o roteiro da produção;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘The Changeling’: Nova série de TERROR da Apple TV+ ganha cartaz e novas imagens oficiais; Confira!

Apple TV+ divulgou o primeiro cartaz e as novas imagens oficiais de ‘The Changeling‘, série de terror estrelada por LaKeith Stanfield (‘Corra!’).

Confira:

A produção estreará oficialmente no dia 8 de setembro.

Kelly Marcel (‘Venom’) servirá como showrunner.

Melina Matsoukas foi responsável pela direção do episódio piloto.

A série é baseada no romance homônimo de Victor LaValle.

Quando o pai de Apollo Kagwa desaparece, tudo o que ele deixou para o filho foram estranhos sonhos recorrentes e uma caixa de livros carimbada com a palavra IMPROBABILIA. Agora, o próprio Apollo tem uma criança, e enquanto ele e sua esposa, Emma, estão se adaptando às suas novas vidas como pais, a exaustão e a ansiedade começam a cobrar seu preço. Os velhos sonhos de Apollo retornam e Emma começa a agir de forma estranha. Irritável e desconectada de seu novo bebê, a princípio Emma parece estar exibindo sinais de depressão pós-parto, mas logo fica claro que seus problemas são ainda mais profundos.”

“Antes que Apollo pudesse fazer qualquer coisa para ajudar, Emma comete um ato horrível – além da compreensão de qualquer pai – e desaparece sem deixar rastros. Assim começa a odisseia de Apolo através de um mundo que ele apenas pensava que entendia, para encontrar uma esposa e um filho que não eram nada do que ele havia imaginado. Sua busca, que começa quando ele conhece um estranho misterioso que afirma ter informações sobre o paradeiro de Emma, o leva a uma ilha esquecida, a um cemitério cheio de segredos, a uma floresta onde ainda vivem lendas de imigrantes e, finalmente, de volta a um lugar que ele pensava tinha perdido para sempre.”

O elenco ainda conta com Clark BackoAdina PorterSamuel T. HerringAlexis Louder Jared Abrahamson.

‘A Morte Te Dá Parabéns 3’ irá acontecer? Jessica Rothe responde!

Em entrevista ao Screen Geek, Jessica Rothe (‘Contra o Mundo’) comentou sobre a possibilidade de ‘A Morte Te Dá Parabéns 3‘ sair do papel.

A atriz revelou que o futuro da franquia está nas mãos da Blumhouse.

“Eu posso dizer que o [diretor] Christopher Landon já sabe o que quer fazer [em ‘A Morte te Dá Parabéns 3’]. Nós só precisamos do sinal verde da Blumhouse e da Universal Pictures. Estou de dedos cruzados.”

Ela completa, “Sinto que a Tree [Gelbman] merece um terceiro e último filme para encerrar sua incrível narrativa e concluir a franquia.”

Anteriormente, o diretor Christopher Landon havia revelado que ainda tem esperanças de dirigir um terceiro capítulo: “Definitivamente, seria A Morte Te Dá Parabéns 3’. Tenho esse filme na cabeça e sei exatamente o que quero. Na verdade, é um filme maior do que os dois anteriores, e isso faz parte do problema, eventualmente. O terceiro filme precisa de um orçamento maior, mas como o segundo não teve um desempenho tão bom quanto o primeiro, é uma tarefa difícil. Mas ainda tenho esperança de que a Universal [Pictures] me dê uma chance, porque seria uma conclusão muito divertida”.

O produtor Jason Blum também falou sobre a continuação, dando esperança aos fãs da saga slasher“Adivinha quem eu encontrei ontem? Christopher Landon. E adivinha sobre o que nós discutimos? ‘A Morte te Dá Parabéns 3’. Nós conversamos sobre a sequência. Não estou dizendo que nós a faremos, mas estamos discutindo sobre ela. Estamos pensando muito nisso. Não estou dizendo que vai acontecer, mas também não estou dizendo que não vai.”

A Morte Te Dá Parabéns‘ (2017) foi um sucesso nas bilheterias e arrecadou US$ 125.5 milhões pelo mundo, mas a sequência lançada em 2019 ficou bem abaixo do esperado, com apenas US$ 65 milhões.

Caso uma terceira sequência seja realmente produzida, a história acompanharia a cena pós-créditos do segundo filme, que mostra a DARPA aproveitando o dispositivo do loop do tempo para novas experiências, com a amiga malvada de Tree, chamada Danielle (Rachel Matthews), que acaba presa em seu próprio loop.

Vale lembrar que, nos últimos anos, Landon havia confirmado exclusivamente ao CinePOP que gostaria de fazer um novo filme da franquia.

Assista à entrevista:

 

 

 

Gladiadores voltam a se enfrentar no teaser do revival de ‘Spartacus’; Confira!

O canal Starz divulgou o primeiro teaser do revival ‘Spartacus: House of Ashur‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Sem data de estreia, a produção está programada para o segundo semestre de 2025.

A nova série servirá como uma “reimaginação” do seriado original – uma espécie de realidade alternativa que mostra o que teria acontecido se Ashur (Nick Tarabay) tivesse sobrevivido.

Steven S. DeKnight, criador da série original, retorna como showrunner e produtor executivo. A nova produção irá “explorar territórios desconhecidos e novas jornadas de icônicos personagens já conhecidos”.

“Depois da derrota de Spartacus e de seu exército de rebeldes, o drama irá apresentar um novo conto de traição, mentiras e sangue, que se desenrola sob a sombra de Roma”.

‘Yellowjackets’: 4ª temporada será a ÚTIMA da série!

O canal Showtime anunciou que a 4ª temporada de ‘Yellowjackets‘ será a última da série.

Em comunicado oficial, os criadores Ashley Lyle e Bart Nickerson confirmaram e explicaram a decisão de finalizar o seriado:

“Após três temporadas incríveis e muita consideração, estamos animados em anunciar que levaremos a história de ‘Yellowjackets’ à sua conclusão sombria nesta quarta e última temporada. Sempre soubemos que chegaria um ponto em que a história nos diria que queria terminar, e acreditamos que nosso trabalho — nossa responsabilidade — é ouvir.”

“Contar essa história emocionante, selvagem e profundamente humana tem sido uma experiência profundamente significativa e uma verdadeira honra para nós, e somos muito gratos ao elenco, equipe e roteiristas brilhantes que corajosamente embarcaram nesta jornada conosco para trazê-la à vida. Acima de tudo, queremos agradecer aos fãs que permaneceram conosco em cada momento, mistério e refeição — a Colmeia não é nada sem vocês! Mal podemos esperar para compartilhar o capítulo final com vocês e esperamos que o achem… delicioso.”

Aclamada pela crítica e pelo público desde sua estreia, ‘Yellowjackets‘ mistura elementos de suspense, mistério e drama psicológico, acompanhando sobreviventes de um acidente aéreo e os traumas que os perseguem décadas depois.

Relembre o trailer da 3ª temporada e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress, Ella Purnell, Christina Ricci, Juliette Lewis, Sophie Nélisse, Jasmin Savoy Brown, Sophie Thatcher, Sammi Hanratty, Steven Krueger e Warren Kole.

Ariana Grande DEIXA o elenco da 13ª temporada de ‘American Horror Story’

De acordo com o Deadline, Ariana Grande (‘Wicked’) não irá mais participar da 13ª temporada de ‘American Horror Story‘.

O site afirma que a saída da atriz se deu por causa de conflitos de agenda entre as gravações da série e a realização simultânea de sua turnê Eternal Sunshine.

Vale lembrar que o próximo ciclo oficialmente no dia 24 de setembro.

Segundo a sinopse oficial…

“Um 13º capítulo inigualável que fará jus ao número mais temido de todos. Reunindo um elenco estelar — com muitos atores reprisando papéis adorados pelos fãs —, ‘American Horror Story: 13‘ dará continuidade ao legado de décadas da série antológica, que já soma mais de 700 milhões de horas de streaming em todo o mundo e conquistou uma legião de fãs dedicados.”

“‘American Horror Story’ redefiniu o gênero com várias temporadas que apresentaram uma casa amaldiçoada, um coven de bruxas, um circo de horrores itinerante, um hotel mal-assombrado e o próprio apocalipse. Quais horrores icônicos retornarão para assombrar os corredores da 13ª temporada e que novos terrores aguardam? Acenda suas velas, desenhe seus pentagramas e prepare-se para uma surpresa suprema.”

A nova temporada promete expandir o conceito apresentado em Coven (3ª temporada), que já se conectou anteriormente com os universos de Murder House (1ª temporada), Hotel (5ª temporada) e Apocalypse (8ª temporada).

A premiada atriz Sarah Paulson está confirmada para retornar como Cordelia Goode, a Suprema das bruxas de Nova Orleans. Na última vez em que a personagem apareceu, ela preparava o terreno para ser substituída por Mallory, interpretada por Billie Lourd, que também retorna ao elenco.

Além delas, o panteão de bruxas contará novamente com Emma Roberts como Madison Montgomery e Gabourey Sidibe como Queenie. O estrelado elenco da temporada ainda inclui grandes nomes da franquia e participações especiais:

Para os fãs de longa data, a maior surpresa fica por conta dos retornos de John Carroll Lynch e Mat Fraser. Os atores vão reprisar seus respectivos papéis de American Horror Story: Freak Show’: o aterrorizante palhaço Twisty e Paul, o “Homem-Foca Ilustrado”.

A produção também anunciou novos nomes no elenco. Mena Suvari (‘Beleza Americana’) e Berto Colón (‘O Agente Noturno’) se juntam ao próximo capítulo em papéis ainda não revelados. Fontes indicam que Colón interpretará Joe, um porteiro que trabalhará diretamente para a personagem de Jessica Lange.

Colin Firth derruba teoria sobre seu retorno em ‘Kingsman – O Círculo Dourado’

Uma das expectativas para ‘Kingsman – O Círculo Dourado’ é o retorno do ator Colin Firth para o seu papel.

A confirmação todos já tem, mas desta vez o ator falou abertamente sobre seu regresso, aproveitando para também derrubar uma teoria que tem circulado entre os fãs:

“Todo mundo já sabe que eu estou de volta, mas é engraçado as especulações que surgem quando não revelamos nada. Não queremos ser sádicos ou algo do tipo, mas eu sempre penso, será que vale a pena revelar antes da hora. É como aquele presente de Natal que você ainda não viu. Vale a pena saber o que é antes da grande festa? Mas sim, você ouviu aqui primeiro, ele não é um irmão gêmeo do mal, ok?”

Lembrando que a estreia está agendada para 29 de setembro.

‘Kingsman 3’? Taron Egerton comenta a possibilidade

Kingsman: O Circulo Dourado’ é dirigido por Matthew Vaughn, com roteiro assinado por Dave Gibbons, Jane Goldman e Mark Millar. O elenco conta com Taron Egerton (Gary ‘Eggsy’ Unwin), Julianne Moore (Poppy), Colin Firth (Harry Hart), Jeff Bridges, Channing Tatum, Pedro Pascal (Jack Daniels), Mark Strong (Merlin), Halle Berry (Ginger), Vinnie Jones, and Sophie Cookson (Roxy).

A trama do primeiro filme acompanha uma organização supersecreta que recruta um deselegante mas promissor garoto para o programa de treinamento supercompetitivo da agência justo quando um perverso gênio tecnológico ameaça o planeta.

’13 Reasons Why’: Netflix cancela festa de estreia de 2ª temporada após tiroteio em uma escola no Texas

A Netflix decidiu cancelar a festa de estreia da 2ª temporada de ‘13 Reasons Why‘, após um tiroteio que aconteceu em uma escola na cidade de Santa Fe, no estado do Texas. O evento que marcaria o lançamento aconteceria na última sexta-feira (18), em Los Angeles.

Em solidariedade às vítimas, a plataforma de streaming emitiu um comunicado, em que refletiu rapidamente sobre a importância de oferecer apoio mediante as circunstâncias:

“Nossos corações estão com as vítimas do tiroteio ocorrido na escola Santa Fe High School e com todas as vítimas de violência por armas de fogo. Em virtude desta tragédia, nós estamos cancelando o evento de estreia de ‘13 Reasons Why‘”.

 

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

A série tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar Tom McCarthy (‘Spotlight – Segredos Revelados’).

‘Nós’: Duas atrizes de ‘Friends’ participaram do terror; Descubra!

Os fãs de ‘Friends‘ provavelmente nem se tocaram, mas duas atrizes do sitcom participaram do novo terror de Jordan Peele, intitulado ‘Nós‘.

As gêmeas Becca e Lindsey, que vivem as filhas do casal Kitty (Elizabeth Moss) e Josh (Tim Heidecker), são interpretadas por Cali e Noelle Sheldon. Ambas dividiram o papel da pequena Emma, filha de Rachel e Ross na produção.

Na ocasião em que estrelaram a comédia, elas revezavam o papel e por serem tão pequenas, é natural que ninguém as reconheça da época.

 

Superando todas as expectativas, o terror ‘Nós‘ arrecadou surpreendentes US$ 70.2 milhões em sua estreia nos EUA. O resultado representa a MAIOR abertura de um filme original live-action desde ‘Avatar‘ (que estreou com US$ 77 milhões há 10 anos).

A produção também conquistou a maior estreia da história de um filme para maiores de 18 anos, superando ‘Um Lugar Silencioso‘ (US$50.2 milhões).

Internacionalmente, o longa arrecadou US$16.7 milhões, totalizando uma estreia global sólida de US$86.9 milhões.

O longa foi escrito e dirigido por Jordan Peele, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original com ‘Corra!‘.

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon, Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

O terror já está em exibição nos cinemas!

‘Resgate’ e mais estreiam na Netflix nesta semana; Confira a lista!

Já estamos na segunda quinzena do mês de abril e a grade de programação da Netflix continua ganhando corpo, com a chegada de novos títulos para animar o período de quarentena dos assinantes brasileiros.

E nesta semana, inúmeros conteúdos originais estão chegando à plataforma, como o filme de ação ‘Resgate‘, estrelado pro Chris Hemsworth, bem como o suspense ‘O Silêncio do Pântano‘, produção estrelada por Pedro Alonso (Berlim, de ‘La Casa de Papel‘).

Além disso, a popular cinebiografia ‘Feito na América‘, protagonizada por Tom Cruise, chega à grade de programação, no dia 26 de abril.

E para você não perder nada de bom que chega à Netflix, separamos a agenda completa de estreias dessa semana. Programe-se, renove o estoque de milho de pipoca e que venham as maratonas!

20/04

The Midnight Gospel
Baseada em entrevistas do podcast Duncan Trussell Family Hour, esta série animada segue um apresentador espacial em uma jornada pela galáxia à procura do sentido da vida.

Receita da Boa
Chefs competem para deixar apresentadores e convidados doidões com sua culinária à base de cannabis, regada a infusões de tetrahidrocanabinol e molhos de canabidiol.

22/04

Planeta Bizarro
Um elenco de bichos esquisitos e a própria Mãe Natureza narram essa divertida série científica, que explora a vida dos animais mais incríveis da Terra.

O Silêncio do Pântano
Um autor de romances policiais descobre ligações entre políticos e a máfia local em Valência, na Espanha, e se envolve em um sequestro real. Com Pedro Alonso (La Casa de Papel).

Atrás da Estante
Durante quase quatro décadas, o discreto casal Karen e Barry Mason comandou o Circus of Books, sex shop em Los Angeles que virou referência para a comunidade gay local.

Os Irmãos Willoughby
Nesta animação, quatro crianças abandonadas pelos pais egoístas aprendem a adaptar seus valores antiquados ao mundo contemporâneo.

24/04

After Life – Vocês vão ter de me engolir
A série de dramédia acompanha o viúvo Tony (Ricky Gervais). Na temporada 2, ele ainda luta com o sofrimento pela perda da esposa, mas já tenta tratar melhor os amigos.

Resgate
Tyler Rake (Chris Hemsworth) é um mercenário sem nada a perder, recrutado para resgatar o filho de um chefão da máfia que está na cadeia.

Oi Ninja: Temporada 2
Baseado no livro de N.D. Wilson e Forrest Dickison, Oi Ninja traz os melhores amigos Wesley e Georgie resolvendo problemas e salvando o dia como pequenos ninjas.

26/04

The Last Kingdom: Temporada 4
Eduardo e Aethelflaed debatem o futuro da Mércia e o sonho de uma Inglaterra unida. Uhtred tenta recobrar seu direito de nascimento.

Feito na América
Um piloto vira informante da CIA e usa seus contatos no governo para contrabandear cocaína para Pablo Escobar. Com Tom Cruise.

 

Primeiras Impressões | Supergirl: 6ª temporada retorna energizada e pronta para o seu desfecho

Com um doce toque de despedida já pairando no ar, Supergirl retorna com sua 6ª e última temporada sem tempo a perder. Recuperando o seu fôlego rapidamente, o episódio inaugural retoma os fatos do ciclo anterior com dinamismo e ritmo, trazendo uma eletrizante sequência de abertura que rapidamente arrebata o público. E caminhando com intensidade para mais um novo capítulo do entrave entre Lex Luthor e Kara Danvers, a produção original do Warner Channel acelera o seu passo e entrega a sua última e já saudosa abertura de temporada para os fãs que viveram esse pequeno grande universo desde 2015.

Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520A_0439r — Pictured: Melissa Benoist as Supergirl — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

E os ânimos estão aflorados, logo na estreia. Com o mundo correndo risco nas mãos de um dos vilões mais amados/odiados do universo dos quadrinhos, Supergirl e seu time de aliados ficam diante de uma forte ameaça digna de final de série. E com a trama se elevando rapidamente em poucos minutos, o episódio Rebirth entrega uma sequência de cenas de ação energizadas, que nos surpreendem em meio à reviravoltas que seguem até o instante final do capítulo.

E em Rebirth, Jon Cryer mais uma vez se diverte em cena. Se apropriando da figura vilanesca de Luthor, ele ainda chega no auge do seu personagem, em um momento performático em que dança e se vangloria de sua própria soberba e poder – da forma mais egocêntrica possível. E em meio a intensos confrontos diretos com a heroína, já percebemos a série se desdobrar de forma ainda mais vasta em seus vindouros capítulos finais, prometendo uma temporada cheia de tretas ainda maiores, pautadas também por conflitos emocionais que devem se prolongar até os últimos episódios.

Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520A_0286r — Pictured: Jon Cryer as Lex Luthor — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

Com as cenas de ação se intercalando com momentos mais sóbrios e regados por aquela mesma dramaticidade que já vimos no passado entre os personagens, a série honra as nossas expectativas logo de cara e anuncia um reinício enérgico e cativante. Com Kara travando uma batalha ainda mais pessoal nessa reta final, Supergirl está de volta com o que promete ser uma jornada memorável e ainda mais regada por emblemáticas lutas girl power.

Assista ao trailer:

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

Crítica | Wish: O Poder dos Desejos é a belíssima redenção da Disney após um difícil ano nas bilheterias mundiais

Se na vida real as estrelas tiverem o mesmo poder que no colorido universo da fantasia, talvez Wish: O Poder dos Desejos possa genuinamente se tornar a grande redenção que a Disney tanto precisa em 2023, após um difícil ano nas bilheterias. Vivendo um momento de fadiga e estafo diante da opinião pública, a centenária Casa do Mickey encerra um ano tão emblemático e catártico com sua linda trajetória ofuscada por um presente e futuro incertos. Em meio à sombra do visionário Walt Disney, paira o fantasma de longas como Lightyear, Elementos e Mundo Estranho. E o que prometia ser um tempo promissor para a Pixar e Disney Animation foi reduzido à cinzas de um sucesso que jamais chegou.

Mas como a fada madrinha de Pinóquio bem nos ensinou lá nos idos dos anos 40, quando você faz um pedido a uma estrela, não importa quem você é e há sempre uma chance para que seu sonho se realize. E é nessa apaixonante poesia musicada que Wish alicerça a história de Asha e do reino de Rosas. Em uma terra de sonhos jamais realizados, a desajeitada jovem é a simples resposta para problemas tão mais complexos. Como um reflexo da simplicidade artística da era de ouro da Disney Animation, ela é uma memória do que torna as clássicas animações do estúdio tão preciosas e apaixonantes até hoje.

Longe de agendas político-sociais programáticas e concentrada apenas em contar uma boa história, honrando um extenso e intimidador legado, a protagonista originalmente dublada por Ariana DeBose é um frescor para um público cansado. Ainda que emane dezenas de icônicos protagonistas da Disney, ela é também a lembrança de um clássico que jamais envelhece e que segue sendo a grande procura pelas audiências contemporâneas. Delicada, destemida, corajosa, mas também fortemente vinculada a valores familiares, a mais nova personagem da Casa do Mickey caminha dentro do ideal tradicional que pavimentou a longeva trajetória de sucesso da gigante do entretenimento.

E com uma proposta mais singela, arraigada em décadas de longas de sucesso, os diretores Fawn Veerasunthorn e Chris Buck – que também co-assina o roteiro ao lado de Jennifer Lee e Allison Moore – decidem fazer o caminho inverso dos mais recentes lançamentos da Disney Animation e da Pixar. Na busca pelo resgate da encantadora magia que formou gerações de fãs, eles abrem mão da originalidade narrativa para fazer de Wish um manifesto perante o público, indicando o retorno dos mesmos elementos que outrora pautaram sucessos como Peter Pan, A Pequena Sereia, Branca de Neve, dentre tantos outros.

E embora o roteiro de Wish deixe a desejar no quesito autenticidade, ele não perde seu brilho, muito menos seu encantamento. Nos convidando para uma viagem nostálgica repleta de memórias afetivas – resgatadas por pequenos easter-eggs espalhados pela trama -, a animação musical é um vibrante e vívido sonho que instiga a audiência ao impossível, proporcionando uma jornada de cores e canções inspiradoras capazes de ativar em nós os sentidos mais enrijecidos. Com uma coletânea de hits que flertam com a música espanhola e instrumentos medievais, o filme é um deleite visual, que reluz aquarela em seus traços, lapidando a clássica animação 2D mais rudimentar dos anos 40 e 50 da Disney, para fazer uma homenagem a anos de histórias contadas em desenhos.

Com personagens mais caricatos, de fácil absorção pelo público infantil, a animação possui algo para cada um de seus públicos. Acalentando os corações de pais e tutores exaustos de filmes infantis que flertam com algum tipo de doutrinação sociocultural, Wish é uma resposta da Disney a anseios antigos. Buscando o mesmo fôlego e fascínio que tornou a Walt Disney Company a fortaleza cultural global que um dia ela foi, a produção é um aceno mercadológico e artístico que, à medida em que conversa com seus acionistas e executivos, gradativamente tenta atrair de volta os corações sedentos pelo puro entretenimento.

Celebrando o visionário Walt Disney em toda sua criatividade pueril, enquanto reverencia todos os caminhos trilhados por ele na construção de seu próprio sonho, Wish: O Poder dos Desejos pode não ser a animação que alguns esperavam, mas é – sem sombra de dúvidas- aquela que mais desejávamos em 2023. Como um prenúncio do retorno de velhos novos ventos na direção artística da empresa, a aguardada animação – que só chega ao Brasil em janeiro de 2024 -, é o aroma de uma simplicidade eficaz, que capta nossa atenção, captura nossas almas e nos instiga para um tempo onde o entretenimento infantil volte a ser tão valioso quanto um dia foi nas mãos de Walt. Tomara que esse desejo realmente se realize.

Cannes 2024 | Conheça os Membros do Júri responsável pela Palma de Ouro da 77ª edição

Anunciada em dezembro do ano passado, a presidente Greta Gerwig (Barbie) conheceu os seus colegas de jurados nesta última segunda, dia 29 de abril, para os premiar uns dos 22 filmes da mostra competitiva. Dividido entre quatro mulheres e quatro homens, a composição do júri contempla representantes do cinema europeu, norte-americano, asiático e do oriente médio, contudo ausenta nomes latinos-americanos e africanos. Vale lembrar que o Brasil concorre com Motel Destino, de Karim Aïnuz

Leia também: Festival de Cannes 2024 | ‘Motel Destino’, do brasilero Karim Aïnouz, Lanthimos, Cronenberg, Coppola competem pela Palma de Ouro

Entre os anunciados estão os nomeados ao Oscar 2024, a atriz norte-americana Lily Gladstone (Os Assassinos da Lua das Flores) e o cineasta espanhol Juan Antonio Bayona (A Sociedade da Neve), além de grandes artistas franceses conhecidos mundialmente: Omar Sy (da série Lupin) e Eva Green (Os Três Mosqueteiros: Milady). 

Os outros integrantes do grupo sejam, talvez, menos conhecidos do público brasileiros.  Dois deles, entretanto, estiveram selecionados para mostra competitiva do Festival de Cannes no passo passado: o cineasta japonês Kore-eda Hirokazu (Monster) e a roteirista turca Ebru Ceylan (Ervas Secas). Completam a lista a diretora libanesa Nadine Labaki (Cafarnaum) e o ator italiano Pierfrancesco Favino (O Colibrì). Conheça detalhes da trajetória e de cada um deles abaixo: 

As Mulheres 

Lily Gladstone

Primeira nativa-americana indicada ao Oscar de Melhor Atriz por Os Assassinos da Lua das Flores, de Martin Scorsese, Lily Gladstone fez história ao conquistar o Globo de Ouro 2023, o Screen Actors Guild Award 2024 e o título de melhor atriz de 2023 entre outros do New York Film Critics Circle e do National Board of Review. 

Apesar do reconhecimento ter chegado no último ano, seu trabalho pode ser conferido em Certas Mulheres (2016),de Kelly Reichardt, e The Unknown Country (2022), de Morrisa Maltz, ambos premiados em festivais nos Estados Unidos. Ela também pode ser vistas na minissérie recem-lançada, no dia 17 de abril, Debaixo da Ponte: O Assassinato de Reena Virk, no canal Hulu e no longa Fancy Dance, de Erica Tremblay, com laçamento previsto para 28 de junho na AppleTV+.

Eva Green 

Aos 23 anos, a atriz e modelo francesa Eva Green tornou-se musa do cinema ao protagonizar Os Sonhadores (2003), de Bernardo Bertolucci, ao lado de Michael Pitt e Louis Garrel. Logo em seguida, estrelou produções de Hollywood: Cruzada (2004); 007 – Casino Royale (2006); 300 (2014); e Sin City (2014). Além de uma longa parceria com Tim Burton: Sombras da Noite (2012), O Lar das Crianças Peculiares (2016) e Dumbo (2017).

Além do cinema norte-americano, a atriz esteve presente na série de fantasia da HBO e nas recentes produções francesas A Jornada (2019), de Alice Winocour, e Os Três Mosqueteiros (2023), de Martin Bourboulon

Nadine Labaki

Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2018 com Cafarnaüm, também indicado ao Globo de Ouro e ao Oscar de melhor filme estrangeiro, Nadine Labaki já esteve presente no festival diversas vezes. Em 2004, ela participou de La Résidence de la Cinéfondation no Festival de Cannes para a escrita e desenvolvimento de Caramelo, seu primeiro longa-metragem. O filme é uma ode à solidariedade feminina e tornou-se o maior sucesso de bilheteria libanês no exterior.

Em 2011, a cineasta apresentou E Agora, Aonde Vamos? na seleção Um Certo Olhar, e em 2014 dirigiu o curta O Milagre para o filme-esquete Rio, Eu Te Amo, ao lado de outros grandes diretores internacionais. Como atriz, Nadine Labaki coleciona alguns títulos e o mais recente é a comédia dramática Swimming Home, de Justin Anderson, lançado no Festival de Roterdã e, em breve, no Tribeca Film Festival. 

Ebru Ceylan

Co-autora da Palma de Ouro de 2014, Sono de Inverno, a turca Ebru Ceylan teve o seu primeiro curta Kiyida, selecionado para o Festival de Cannes em 1998. Ela despontou, entretanto, como atriz e diretora artística nos primeiros filmes de Nuri Bilge Ceylan, Distante (2002) e Climas (2006), com quem é casada desde 2003.

Com o tempo, Ebru tornou-se co-roteirista das obras do cineasta turco, tais como 3 Macacos (2008), Era uma vez na Anatólia (2011), Sonho de Inverno (2014), A Árvore dos Frutos Selvagens (2018) e Ervas Secas (2023). Todos os cinco títulos foram selecionados ao Festival de Cannes. 

Homens 

Juan Antonio Bayona

 Com o seu primeiro filme, O Orfanato (2007), Juan Antonio Bayona tornou-se um dos diretores mais aclamados da sua geração na Espanha. Em 2012, J.A. Bayona dirigiu o drama trágico O Impossível, o qual revelou Tom Holland e ganhou cinco Goyas, o Oscar espanhol, incluindo Melhor Direção. 

Em 2016, dirigiu Sete Minutos Depois da Meia-Noite, depois Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), o quinto filme da série Jurassic Park. Sua última produção, A Sociedade da Neve, recebeu uma indicação ao Oscar e ganhou doze Goyas em celebração ao árduo trabalho técnico e emotivo depreendido no filme. 

Kore-eda Hirokazu  

Ganhador da Palma de Ouro em 2018 e indicado ao Oscar com Assunto de Família, Kore-eda Hirokazu teve diversos filmes selecionado no festival, como Tão Distante (2001), Ninguém Pode Saber (2004), Boneca Inflável (2009), Pais & Filhos (2013), Nossa Irmã Mais Nova (2015) e Depois da Tempestade (2016).

Desde os seus primeiros filmes A Luz da Ilusão (1995) e Depois da Vida (1998), o diretor japonês atingiu prestígio no exterior e já dirigiu co-produções estrangeiras, como A Verdade (2019), na França, e Broker – Uma Nova Chance (2022), na Coreia do Sul. Seu último longa-metragem Monster ganhou o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cinema de Cannes de 2023.

Omar Sy 

Ganhador do César de Melhor Ator por Intocáveis ​​(2011), de Éric Toledano e Olivier Nakache, Omar Sy tornou-se uma estrela do cinema e um ator multifacetado, com trabalhos como A Espuma dos Dias (2013), de Michel Gondry; Samba (2014), de Toledano e Nakache; Chocolate (2016), de Roschdy Zem; e O Príncipe Esquecido (2020), de Michel Hazanavicius

O artista de 46 anos também pode ser visto no cinema de Hollywood em: X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014), Jurassic World (2015 e 2022) e Pegando Fogo (2016), ao lado de Bradley Cooper. Em 2021, o ator celebrou o sucesso mundial da série Lupin, da Netflix, em sua terceira temporada (2021-2023). No ano seguinte, ela atuou no filme de guerra Herói de Sangue, de Mathieu Vadepied, selecionado para a abertura da seção Um Certo Olhar do Festival de Cannes. Em breve, o veremos em The Killer, de John Woo, com Lupita Nyong’o.

Pierfrancesco Favino

Um dos atores italiano mais proeminente de sua geração, Pierfrancesco Favino ganhou fama com o romance O Último Beijo (2001), de Gabriele Muccino. Premiado por sua atuação no longa Ligações Criminosas (2005), de Michele Placido, o italiano seguiu carreira em Hollywood com Anjos e Demônios (2009) e Rush – No Limite da Emoção (2013) e Guerra Mundial Z (2013).

Na Competição no Festival de Cannes 2019, ele desempenhou o papel de Tommaso Buscetta em O Traidor, de Marco Bellocchio, e regressou em 2022 com Nostalgia, de Mario Martone. No ano seguinte, Pierfrancesco Favino conquistou o Prémio de Melhor Ator no Festival de Veneza com Irmãos à Italiana, de Claudio Noce. Logo logo, o veremos na cinebiografia da cantora greco-americana Maria Callas, vivida por Angelina Jolie, com direção de Pablo Larraìn (Spencer).

SAIU! Assista ao novo teaser da 2ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale’

A 2ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘ teve um novo teaser divulgado. Confira, junto com o novo pôster:

Assista também ao trailer legendado da 2ª temporada:

A primeira temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘ finalmente será lançada no Brasil, quase um ano após sua exibição nos EUA. A série será exibida por aqui pelo Paramount Channel, que agendou a estreia 11 de março, às 21h.

The Handmaid’s Tale‘  levou dois Globos de Ouro e foi a grande vencedora do Emmy 2017 nas categorias melhor série, melhor atriz (Elisabeth Moss), melhor atriz coadjuvante (Ann Dowd), melhor direção e melhor roteiro – tudo nas categorias de drama.

A série é baseada na obra de Margot Atwood (‘O Conta da Aia‘).

A história já foi retratada em 1990 no filme ‘A Decadência de Uma Espécie‘, de Volker Schlöndorff (‘O Guardião da Floresta‘).

Samira Wiley (‘Orange is the New Black‘) e Elizabeth Moss (‘Mad Men‘) protagonizam a distopia futurista, que mostrará mulheres como propriedade do governo. Isso acontece por causa dos baixos níveis de fertilidade dos seres humanos. E na história as mulheres férteis serão “treinadas” para a vida de escravas sexuais, dedicada apenas a reprodução humana.

Alexis Bledel, a Rory de ‘Gilmore Girls‘, vive Ofglen, amiga da protagonista Offred.

O elenco ainda tem Ann Dowd, Yvonne Strahovsky e Joseph Fiennes.

A 2ª temporada começa a ser exibida à partir de 25 de abril.

AGORA VAI! Hasbro oficializa sequência de ‘Power Rangers’

Os fãs podem comemorar! O CEO da HasbroBrian Goldner, oficializou que Power Rangers ganhará uma sequência muito em breve. A empresa adquiriu recentemente os direitos de todos os brinquedos da saga. A informação é do We Got This Covered.

O projeto está em fase inicial de desenvolvimento e deve trocar de estúdio, saindo da Lionsgate e indo para a Paramount Pictures, ou seja, o investimento deverá ser maior que o filme anterior.

Power Rangers (2017) recebeu elogios da imprensa especializada, mas com o orçamento de US$100 milhões e uma bilheteria de US$85 milhões nos EUA, e US$142 milhões mundiais, o filme foi considerado um fracasso financeiro e as chances de uma sequência foram momentaneamente minadas.

Fique ligado no CinePOP para novidades sobre Power Rangers.

‘Pokémon’ | Exposição temática de Van Gogh inaugura em Amsterdã

Com quase 30 anos nas costas, a franquia Pokémon segue como a mais valiosa do mundo do entretenimento, superando gigantes como Marvel, Star Wars e DC. Isso se dá pela variedade de segmentos que ela domina, como videogames, animações, filmes para cinema, parques temáticas e jogos de cartas. Ao longo dos anos, Pikachu e seus amigos cativaram gerações e viraram um fenômeno global. Mais recentemente, visando atingir diferentes públicos, a detentora dos direitos decidiu investir em eventos diferentões, com uma pegada mais realista, mostrando que os Pokémon podem se adequar a literalmente qualquer paixão do mundo real.

Um exemplo disso é a exposição itinerante chamada de Museu dos Fósseis Pokémon, que está desde julho de 2021 viajando pelos principais museus do Japão com sua coleção de fósseis dos Pokémon dos jogos recriados na vida real. A ideia era aproximar a molecada fã dos monstrinhos da ciência por meio de ensinamentos da paleontologia e, por consequência, aproximar a turma da ciência dos Pokémon. Essa exposição está sendo um sucesso e nem mesmo a pandemia foi capaz de pará-la, que aproveitou algumas brechas abertas pelos Jogos Olímpicos Tokyo 2020 para dar início a sua jornada pelos principais centros científicos japoneses.

Agora, a turminha do Pikachu fechou uma parceria pra lá de inesperada com o Museu Van Gogh, em Amsterdã. Essa junção fora do normal veio para celebrar os 50 anos do museu e visa, obviamente, atrair um público mais jovem para entrar em contato de forma lúdica com o artista holandês.

A exposição é composta por seis obras inspiradas em trabalhos famosos do artista, todas protagonizadas pelos monstrinhos de bolso. E claro que eles não perderam a chance de usar o Pokémon Girassol Sunflora para parodiar “Os Girassóis” e referências do tipo. Há também uma série de atividades voltadas para o público a partir dos 6 anos de idade, como uma visita guiada pelo museu, incluindo essas obras especiais, e um conteúdo exclusivo sobre como a arte japonesa influenciou o estilo de pintura de Van Gogh. Ah sim, quem fizer o passeio poderá aprender a desenhar o Pikachu.

E não é por acaso que a franquia Pokémon é considerada a mais valiosa do mundo. A parte final do passeio termina em uma loja exclusiva dos monstrinhos, que disponibiliza uma série de produtos que só poderão ser adquiridos lá.

A coleção conta com pelúcias do Pikachu vestido de Van Gogh, estátuas, ecobags, pins e, claro, cartas TCG exclusivas. Dessa forma, eles atraem um público fascinado pela franquia que viaja pelo mundo atrás desses produtos. Ao mesmo tempo, eles trazem novos públicos para o Museu do Van Gogh. É uma relação interessante em que todos saem ganhando. Segundo o diretor de licenciamento da The Pokémon Company International, Mathieu Galante, a ideia é realmente explorar novas parcerias que possam trazer novos públicos e incentivar a cultura pelo mundo.

“Estamos sempre procurando parceiros fantásticos com os quais possamos criar experiências únicas e alegres para os fãs de Pokémon e realmente encontramos isso ao trabalhar com o Museu Van Gogh. Há uma forte ligação entre a inspiração por trás da Pokémon e a inspiração por trás de algumas das obras mais famosas de Vincent Van Gogh. Com essa colaboração, esperamos muito ver as crianças descobrindo e mergulhando no mundo da arte por meio dos incríveis trabalhos de Van Gogh e Pokémon, afirmou Galante.

“Essa colaboração permitirá às novas gerações conhecer a arte e história de vida de Vincent van Gogh de um jeito revigorado. O Museu Van Gogh e a The Pokémon Company International se basearam em muitos anos de conhecimento educacional para criar uma experiência especial para as crianças, seus responsáveis e, esperamos, para tantos outros no Museu Van Gogh”, disse a diretora-geral do Museu Van Gogh, Emilie Gordenker.

A exposição teve início nesta quinta-feira (28) e se estenderá até o dia 7 de janeiro de 2024. Quem quiser conferir, basta comprar os ingressos com antecedência. Segundo informações do colaborador Felipe Gomes, o valor é de 20 euros (R$ 106 na cotação de hoje), mas o ideal é comprar online com antecedência para não correr o risco de viajar até a Holanda e não conseguir ver a exposição por falta de tickets disponíveis para o dia.

Crítica | ‘Amor(es) Verdadeiros’ Surpreende Pela Sua Profundidade Dramática

Você é dessas pessoas que adora um filme bem emocionante? Desses que você sai da sala de cinema e ainda fica um tempão pensando no que acabou de assistir? Que fica refletindo sobre a história do filme, imaginando o que você teria feito no lugar dos personagens, caso a sua vida fosse parecida com a deles? Pois é, faz tempo que a gente não tem um filme assim no circuito, não é? Bom, se você é da turma dos que gostam de levar um lencinho para a sala de cinema, sua espera terminou, com o filme ‘Amor(es) Verdadeiros’, que estreia no circuito a partir do dia 18 mas já neste final de semana ganha seções antecipadas, visando as celebrações do Dia das Mães.

Emma (Phillipa Soo) e Sam (Simu Liu) são melhores amigos desde a escola. Quando adolescente, Emma tinha um crush por Jesse (Luke Bracey), o bonitão atlético por quem todo mundo babava. Ao mesmo tempo, Sam era completamente apaixonado por Emma. Após uma festa, Emma e Jesse se aproximam, e descobrem que foram feitos um para o outro. Apaixonados, a relação dos dois dura seis anos ao redor do mundo, com muitas viagens a lugares paradisíacos sobre os quais ela escrevia e ele fotografava. A vida perfeita dos dois culmina no casamento igualmente perfeito deles. Porém, um ano depois, Jesse sofre um acidente e é tido como morto. Quatro anos se passam e Emma decidiu seguir sua vida, reaproximando-se de Sam, e, por fim, ficando noiva dele. Mas um telefonema de Jesse, comunicando estar vivo e voltando pra casa, fará com que a vida desses três personagens se embaralhem, e agora Emma terá que decidir com quem quer ficar.

Baseado no livro homônimo de Taylor Jenkins Reid, ‘Amor(es) Verdadeiros’ é desses romances profundos, que suavemente vai se inclinando para o drama, sem tirar o pé do freio – ou seja, apesar de a história convidar o espectador a mergulhar de cabeça num drama sem saída, também não faz com que a gente saia da sala de cinema completamente arrasado; ao contrário, é desses filmes que deixam uma sementinha de reflexão na cabeça de quem o assiste.

A sintonia com que o trio de protagonistas conduz a história faz com que seja impossível para a gente tomar partido por qualquer um deles. Mérito da química dos atores com roteiro de Alex J. Reid e Taylor Jenkins Reid, de modo que os dois rapazes são apresentados de maneira justa, com suas qualidades exaltadas dentro de um espaço com igual importância na história de Emma; assim, não dá para escolher um ou outro, porque os dois são incrivelmente legais e defensáveis dentro do universo do filme. Também é a protagonista Emma é retratada de maneira honesta, vivendo os dois momentos de sua vida com o coração aberto e sincera com suas emoções, levando a história para além da escolha do gatinho perfeito, mas, acima de tudo, sobre ela mesmo.

A primeira metade de ‘Amor(es) Verdadeiros’ talvez dê uma cansada por conta dos constantes fade in/ fade out (que é quando a câmera fecha, aí entra uma tela preta, depois abre já numa outra cena, conectando dois momentos num pequeno salto no tempo); a frequência com que o diretor Andy Fickman faz isso acontecer, especialmente no primeiro e no segundo arco, incomoda, até porque a maioria delas poderia ter sido substituída por outros tipos de transição, sem tanto picote.

Amor(es) Verdadeiros’ é um filme cativante, ótimo para assistir numa tarde chuvosa agarradinha com alguém. Uma ótima pedida para reconectar com suas emoções e com a pessoa a quem você ama.

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‘Last Sons of America’: Peter Dinklage irá estrelar novo filme pós-apocalíptico da Netflix

Segundo o site Deadline, a Netflix encomendou uma adaptação de ‘Last Sons of America’, trazendo Peter Dinklage, de Game of Thrones, no papel principal. Josh Mond será o diretor por trás do projeto, bem como o roteirista.

Baseado nos quadrinhos de Phillip Kennedy JohnsonMatthew Dow Smith, o filme se passa em um futuro próximo e pós-apocalíptico no qual uma guerra biológica tornou a procriação impossível. Por causa disso, as crianças se tornaram uma commodity valiosa por famílias que procuram por filhos ao redor do mundo. A história é centrada nos irmãos Jackie e Julian, que trabalham como agentes de adoção na Colômbia. Dinklage será Julian.

A minissérie de quadrinhos foi publicada em 2017 pela BOOM!. Segundo fontes, a busca pelo restante do elenco ainda está sendo feita.

Enquanto isso, Dinklage irá retornar para a oitava e última temporada de Game of Thrones como Tyrion Lannister. A série da HBO retorna no dia 14 de abril.

‘Jojo Rabbit’: Scarlett Johansson explica o que é o amor em novo clipe oficial; Confira!

Jojo Rabbit’ ganhou mais um videoclipe oficial no qual a personagem de Scarlett Johansson explica a seu filho o que é o amor.

Confira:

A trama é uma sátira da Segunda Guerra Mundial que acompanha um garoto alemão solitário (Davis). A visão de mundo de Jojo vira de cabeça para baixo quando ele descobre que sua mãe solteira (Johansson) está escondendo uma jovem judia (McKenzie) em seu sótão. Com ajuda apenas de seu amigo imaginário idiota, Adolf Hitler (Waititi), Jojo deve confrontar seu nacionalismo cego.

O elenco ainda conta com Roman Griffin Davis, Scarlett Johansson e Thomasin McKenzie.

Jojo Rabbit‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de janeiro de 2020.

‘Mrs. America’: Cate Blanchett e Rose Byrne no novo teaser da série; Confira!

A nova minissérie estrelada por Cate Blanchett, ‘Mrs. America‘, ganhou um novo teaser oficial.

Confira, junto ao trailer completo:

A produção, que irá abordar a igualdade de gênero, será comandada por Anna BodenRyan Fleck (dupla responsável por ‘Capitã Marvel’) e terá nove episódios.

A minissérie é de autoria do vencedor do Emmy Award, Dahvi Waller (‘Mad Men‘ e ‘Desperate Housewives‘), que será o showrunner e produtor-executivo ao lado de Blanchett, Stacey Sher e Coco Francini.

Confira a sinopse oficial:

Mrs. America‘ conta a história verdadeira do movimento para a ratificação da Emenda dos Direitos Iguais e a revolta sofrida por parte de uma mulher conservadora, chamada Phyllis Schlafly (Blanchett). Pelos olhos das mulheres daquela era – tanto Schlafly, bem como as feministas da segunda onda, Gloria Steinem, Betty Friedan, Shirley Chisholm, Bella Abzug e Jill Ruckelshaus -, a série explora um dos mais duros campos de batalha na cultura de guerras dos anos 70, que ajudaram a originar a Majoritária Moral e que mudaram, para sempre, a paisagem da nossa política.

Além de Blanchett, Sarah PaulsonUzo AdubaRose Byrne, John SlatteryJames MarsdenElizabeth BanksMargot MartindaleTracy Ullmann completam o elenco.

Mrs. America estreia no dia 15 de abril de 2020.

‘O Estranho Mundo de Jack’ ganha adorável coleção de verão; Confira!

Disney e a BoxLunch se reuniram mais uma vez para dar vida a uma adorável coleção inspirada na animação O Estranho Mundo de Jack para o verão estadunidense.

A coleção inclui camisetas, capuzes e camisas para crianças e adultos com temas que misturam terror e verão – até mesmo um par de chinelos por apenas US$20. Todos os produtos podem ser conferidos no site da BoxLunch.

Lançado em 1993, o filme traz a história de Jack Esqueleto, um cidadão celebridade da cidade Halloween que simplesmente se apaixona pela magia do Natal, embora não entenda nada sobre a mensagem de união, paz e amor da data.

‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder não ganhará sequências ou filmes derivados, diz produtor da DC

Apesar da WarnerMedia e da HBO Max estarem apostando milhões de dólares na versão de Zack Snyder para Liga da Justiça, o projeto está ganhando forma para ser uma investida única.

No último domingo (27), o jornal New York Times compartilhou um perfil do chefe dos filmes da DCWalter Hamada, no qual o produtor falou sobre os planos da empresa para um futuro próximo. Ausentes desses planos estão spin-offs e sequências de Liga da Justiça.

O perfil em questão descreve o projeto como uma “narrativa cul-de-sac” (fundo de saco, em português), sugerindo que Snyder não tem lugares reservados no futuro da companhia. “Ao menos por enquanto, o Sr. Snyder não é parte da nova marca dos filmes da DC”, ele disse.

Lembrando que o Snyder Cut de Liga da Justiça‘ será lançado em março do ano que vem na HBO Max.

A nova versão será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Confira o trailer e as imagens promocionais: