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‘Eternos’: Os Melhores Momentos do trailer do novo filme da Marvel

A segunda-feira começou agitada para os fãs do Universo Cinematográfico Marvel! O estúdio divulgou o primeiro trailer de Eternos, filme dirigido pela vencedora do Oscar Chloé Zhao, de Nomadland, e que chega aos cinemas em novembro deste ano.

Estrelado por Gemma Chan, Angelina Jolie, Salma Hayek, Richard Madden, Kumail Nanjiani, Kit Harington, Barry Keoghan e Brian Tyree Henry, Eternos abrirá uma nova fase para o UCM — embora a Fase 4 já tenha se iniciado com ‘WandaVision’, o filme será um dos primeiros novos projetos a realmente introduzir heróis que ainda não foram vistos nas telonas, após ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.

A saga acompanha um grupo de imortais que vivem na Terra em segredo há milhares de anos, que resolvem sair das sombras para enfrentar os Deviantes.

Quem são os Eternos?

Os personagens principais são Sersi (Gemma Chan), Thena (Angelina Jolie), Ikaris (Richard Madden), Kingo (Kumail Nanjiani), Ajak (Salma Hayek), Druig (Barry Keoghan), Phastos (Brian Tyree Henry), Makkari (Lauren Ridloff), Dane Whitman (Kit Harington), Gilgamesh (Don Lee) e Sprite (Lia McHugh).

Nos quadrinhos, os Eternos são uma versão geneticamente evoluída dos humanos criados pelos Celestiais para defender a Terra. O pai de Peter Quill, Ego, é um Celestial, o que faz do Senhor das Estrelas um híbrido.

Integração

O trailer sugere que, ao longo dos séculos, os Eternos se integraram em várias culturas diferentes e ajudaram a humanidade a progredir em alguns aspectos, embora silenciosamente e sem fazer grandes interferências.

O que muda agora?

Embora a história sugira que a trama possa percorrer por diversos pontos distintos da linha temporal do Universo Cinematográfico Marvel, o que faz este grupo tomar a decisão de sair das sombras são os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’. A prévia mostra Sprite perguntando quem poderia liderar o grupo de super-heróis mais poderosos da Terra após a morte de Tony Stark (Robert Downey Jr.) e a aposentadoria de Steve Rogers (Chris Evans).

Aliás, o fato de Sprite referenciá-lo como Steve Rogers, e não Capitão América, pode ser uma referência já ao fato de Sam Wilson ter assumido o manto em ‘Falcão e o Soldado Invernal’.

Por isso, é provável que o filme passeie mais livremente por pontos-chave da História da humanidade, para mostrar como os Deviantes ou os próprios Eternos estiveram presentes. A abertura do trailer possivelmente é de um destes momentos em outra época, levando em conta as vestimentas dos civis que observam a chegada dos Eternos.

Triângulo amoroso

Sersi e Ikaris têm um relacionamento que dura muitos séculos, mas o trailer sugere também que eles vão se distanciar quando ela começar a se aproximar de Dane Whitman. O trailer não indica mais detalhes sobre o personagem de Kit Harington, mas é interessante ficar de olho em sua história nos quadrinhos.

A tecnologia e a magia

O trailer mostra alguns momentos em que personagens como Phastos e Thena utilizam magia, e é interessante observar que os poderes são sempre amarelados. Isso indica uma magia mais estável, como a de Doutor Estranho — pense em Wanda com seus poderes ‘vermelhos’ e Agatha Harkness com os poderes ‘roxos’ –, indicando que eles usam suas capacidades para manter a situação estável.

A separação

O trailer sugere que em algum momento os Eternos decidiram se separa e levar vidas comuns em lugares diferentes; por exemplo, é possível ver Sersi provavelmente em Londres, onde ela pode ter conhecido Dane Whitman, Kingo aparece fazendo uma dança bollywoodiana, etc.

É importante destacar que Phastos será o primeiro herói gay do MCU, mas ainda não se sabe até que ponto sua sexualidade será abordada no filme.

Em geral, a prévia faz apresentações bem singelas dos personagens e não se aprofunda na trama ou em grandes referências às passagens anteriores do Universo Cinematográfico Marvel; levando em conta que trata-se de um grupo inteiro de personagens novos, é coerente que o material pegue mais leve nas apresentações, mas é possível que o filme seja mais carregado de easter eggs do que o teaser sugere.

Eternos chega aos cinemas em novembro deste ano.

Filme MAIS BEM AVALIADO da carreira de Nicolas Cage ganha data de estreia no Brasil; Confira as críticas!

Parece que a sorte voltou a soprar ao lado do astro Nicolas Cage. Após uma série de produções duvidosas, o ator finalmente voltou a ser elogiado pelos críticos na produção mais bem-avaliada de sua carreira.

PIG – A Vingança‘ será lançado no Brasil no dia 7 de janeiro, à 0h05, pelo selo Première Telecine.

O suspense dramático surpreendeu a crítica especializada e conquistou 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com a pontuação, o filme ultrapassou os elogiados ‘Morte Por Encomenda‘ (95%), ‘O Feitiço da Lua‘ (92%), ‘A Outra Face‘ (91%) e ‘Despedida em Las Vegas‘ (91%).

A produção foi ovacionada por desafiar as expectativas com uma bela odisseia de perda e amor, ancorada pela performance crua de Cage.

Na trama, um caçador de trufas que vive sozinho no deserto do Oregon deve retornar ao seu passado em Portland em busca de sua amada porca após ela ser sequestrada.

Confira as principais avaliações:

“Um drama inegavelmente estranho, mas surpreendentemente comovente…” – Johnny Oleksinski, New York Post

Pig é um pequeno filme com algumas grandes surpresas muito bem executadas e vale a pena ir o mais cego possível”. – Karen Han, Slate

“Não há reviravoltas na trama, no sentido tradicional, mas cada encontro sucessivo revela uma nova faceta que enriquece o conto”. – Mike D’Angelo, AV Club

“Nem todos os ingredientes fazem sentido juntos, mas o produto de sua mistura dentro do pote narrativo do cineasta torna uma mistura especial”. – Carlos Aguilar, TheWrap

“Embora seu enredo siga o mesmo esboço de tiroteiro de ‘John Wick, ‘Pig’ é na verdade uma meditação tranquila e muitas vezes melancólica sobre a perda, ancorada por um personagem que deseja poder se livrar da pessoa que ele costumava ser”. – Noel Murray, Los Angeles Times

Assista ao trailer:

O longa é dirigido por Michael Sarnoski, que escreveu o roteiro ao lado de Vanessa Block.

O elenco ainda conta com Alex Wolff, Adam Arkin, Nina Belforte e Dalene Young.

‘Pânico’ faz 26 anos | Saiba quantas MORTES, sustos e gritos teve cada filme da franquia

Cuidado: possíveis spoilers à frente.

A franquia Pânico se tornou uma das mais longevas e icônicas do cinema contemporâneo – e, bebendo do gore e do terror, ascendeu ao patamar de um dos símbolos do gênero slasher e da metalinguagem fílmica. O primeiro filme de lançado em 1996 completa 26 anos hoje – dia 20 de Dezembro

Eternizando a figura de Ghostface como o serial killer da saga, a história, criada pela mente brilhante de Wes Craven, revolucionou a estética e o storytelling da segunda metade dos anos 1990 e influenciou inúmeras produções similares anos depois – até mesmo influenciando a si própria, com reboots, séries derivadas, uma recente requel (reboot e sequência) e um sexto filme que será lançado dia 9 de Março.

Para aqueles não familiarizados, o enredo dos quatro primeiros títulos acompanha Sidney Prescott (Neve Campbell), uma traumatizada jovem que vira alvo de um assassino mascarado que se inspira em clássicos do terror para suas matanças. Coletando diversas vítimas com o passar do tempo, Sidney descobre que seu passado e suas ações no presente são os principais catalisadores para que psicopatas sempre resolvam ir atrás dela – e atrás dos outros protagonistas, como Gale Weathers (Courteney Cox) e Dewey Riley (David Arquette).

Filme a filme, novos personagens foram introduzidos, novos assassinos conquistaram o público e, em 2022, uma nova geração foi apresentada aos fãs, prometendo inclusive o início de mais uma saga – dessa vez acompanhando Sam (Melissa Barrera) e Tara (Jenna Ortega).

E, enquanto o impacto dos longas é perceptível há 26 anos, é interessante analisarmos os números por trás deles. Para tanto, resolvemos destrinchar o incrível gráfico montado pelo site G1, que explicita o número de gritos, mortes, porradas e muitos outros de cada título.

Como bem aponta o subtítulo do gráfico, “quantidade não é qualidade”, independente do que os fãs mais hardcore de Pânico falem.

No tocante a praticamente todas as categorias discriminadas, é notável como levou quinze anos até que a franquia deixasse o sangue correr solto – e desse ainda mais poder para os assassinos. Pânico 4’, lançado em 2011, foi o primeiro título a introduzir a trama a um público que acabava de descobrir essa pérola do cinema (este que vos fala, por exemplo, tinha 14 anos quando o filme saiu nos cinemas). Apesar dos altos números de bilheteria, que quase cruzaram a marca de US$100 milhões, o filme se torno o segundo menos bem avaliado da franquia (com 61% de aprovação no Rotten Tomatoes52 pontos no Metacritic).

A história traz de volta Sidney, Gale e Dewey, que se reúnem em Woodsboro para dar fim a um novo massacre que se iniciou – mas, na verdade, é Jill Roberts quem rouba os holofotes. A psicótica prima de Sidney, vivida por uma rendição memorável de Emma Roberts, se uniu com Charlie Walker (Rory Culkin) para a maior série de matanças de toda a saga – que culminou em nada menos que 13 mortes (contra 11 de Pânico 3’, com a segunda maior contagem de corpos).

Mas isso não é tudo: o quarto filme também extrapolou na quantidade de referências cinematográficas e discussões cinéfilas, além de conquistar o topo dos sustos e dos ataques por parte dos serial killers. E, considerando que a resposta à narrativa não foi tão sólida quanto o esperado, percebe-se que o exagero, por vezes, não é o melhor caminho a ser tomado.

Vejamos o Pânico original: para além da ideia, que nunca havia sido esmiuçada com tanta criatividade quanto aqui, Craven e o roteirista Kevin Williamson souberam como dosar todos os elementos de que se valiam, apostando em momentos de maior ternura ou de maior comicidade entre os protagonistas e auxiliando a alavancar tanto o gênero slasher quanto o terror adolescente que se tornara muito popular na década de 1990. Na produção, apenas 5 pessoas foram vítimas de Ghostface, enquanto o antagonista sofreu 20 ataques por parte dos outros personagens, alimentando uma luta pela sobrevivência que parece ter sido perdida nos capítulos seguintes.

A receita para o sucesso foi definitiva: além de arrecadar mais de US$173 milhões mundialmente, o filme foi recebido com 79% de aprovação no RT e foi condecorado com inúmeras honrarias, incluindo um lugar na lista 100 Years… 100 Thrills, do American Film Institute.

Neste ano, os diretores Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett souberam como usar a mesma fórmula a seu favor – conseguindo honrar a memória de Craven de maneira espetacular e abarcando 75% de aprovação no RT, bem como uma abertura surpreendente (já tendo arrecadado mais de US$50 milhões em menos de quatro dias de exibição). E, como podemos ver, as similaridades são diversas: ambos tem a menor contagem de mortes (cinco cada), o menor número de ataques (seis, ao lado de Pânico 3’) e uma quantidade altíssima de respostas contra o assassino (20 e 19, respectivamente).

Os números não mentem: apostar fichas na humanidade dos personagens e não apenas descartá-los permite que o público se interesse pelo arco e pelo desenvolvimento deles. O título de 1996 é o início de tudo; o de 2022, uma reapresentação das infinitas vertentes do slasher, dos revivals e das continuações que começaram a dominar o cenário cinematográfico nos últimos tempos. É por esse motivo que as referências metalinguísticas estão em peso (11 cada), mas, diferente do excesso de Pânico 4’, todas elas têm um propósito: dar ritmo e desenrolar a história.

A quantidade de gritos também foi um fator analisado pelo consórcio de imprensa – e também revela que uma trama fraca não é capaz de se sustentar apenas de gritos. Pânico 3’ tem 62 deles (quase o dobro de Pânico 4’, que fica em 2º lugar com 37) e é considerado o pior da saga, com 41% de aprovação no RT56 pontos no Metacritic.

Como é possível ver, Pânico não é só uma franquia slasher, e sim uma aula de marketing que deixa muito claro que os números são extremamente importantes para o sucesso de um longa-metragem – mesmo que esses números sejam carregados de tragédia, sangue e morte.

‘Truque de Mestre 3’ é oficialmente anunciado pela Lionsgate

A Lionsgate anunciou que deu sinal verde para o terceiro ‘Truque de Mestre‘, com direção de Ruben Fleischer, responsável por ‘Uncharted‘ (2022), ‘Venom‘ (2018) e ‘Zumbilândia‘ (2009).

“Reimaginamos Truque de Mestre com Ruben Fleischer, que é um mestre absoluto em administrar franquias”, disse Drake aos investidores. “Se você sabe que ele fez Venom e Uncharted, não poderia estar mais feliz com a notícia.”. 

O terceiro filme da franquia trará o retorno do grupo de mágicos golpistas, com elenco estrelado por Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Isla Fisher e Dave Franco.

Fleischer, que já trabalhou com Eisenberg e Harrelson em ‘Zumbilândia‘, se disse grato por poder se reunir com os atores e conhecer os demais ao assumir o projeto.

Até o momento, a trama não foi divulgada, mas o filme será escrito por Seth Grahame-Smith (‘Orgulho, Preconceito e Zumbis’).

Lembrando que os filmes anteriores foram lançados em 2013 e 2016, sendo dirigidos por Louis Leterrier e Jon M. Chu, respectivamente.

Juntos, os títulos arrecadaram US$ 686.6 milhões ao redor do mundo

Ambos estão disponíveis nos catálogos da Netflix, HBO Max, Paramount+ e Globoplay.

Na trama, um grupo de ilusionistas se especializa em roubar bancos para dar o dinheiro para o público enquanto despista agentes do FBI.

Dev Patel chega no Prime Video com FRENÉTICO Filme de Ação estilo ‘John Wick’

Dev Patel. Talvez parte do público espectador não ligue o nome à pessoa, mas Dev Patel é um ator que começou muito jovem sua carreira no cinema. Seu primeiro grande papel foi no protagonismo de ‘Quem Quer Ser um Milionário’, que simplesmente levou 8 Oscars ano de 2009. Ele também estrelou ‘Lion: Uma Jornada Para Casa’, que recebeu 6 indicações ao prêmio em 2017.

Isso abriu portas para o jovem ator londrino de ascendência indiana, e, de certa forma, fez com que a indústria do cinema do eixo nórdico se voltasse (ou se lembrasse) da maior indústria cinematográfica do mundo: Bollywood, a indústria indiana. De lá para cá o ator virou produtor, trabalhou com grandes diretores como Wes Anderson e consolidou uma vasta experiência que o provocou a dar um passo a mais na carreira: diretor de longa-metragem.

É sob este nome que ele assina a produção ‘Fúria Primitiva’, que chegou essa semana no catálogo do Prime Video.

Bobby (Dev Patel) não tem mais nada a perder. Ele luta em ringues clandestinos por Mumbai, disfarçado pelo codinome Homem-Macaco, mas, basicamente, ganha para perder. Mas Bobby tem um objetivo: conseguir se infiltrar na organização da mafiosa Queenie (Ashwini Kalsekar) para, assim, se aproximar do capitão da segurança pública, Rana (Sikandar Kher) e do líder religioso Baba Shakti (Makrand Deshpande) para realizar sua vingança contra eles, pois, quando era criança, os dois se envolveram numa ação criminosa que culminara pelo assassinato de sua mãe. Sem nome, sem paradeiro e com sangue nos olhos, Bobby não medirá esforços até vingar a morte de sua mãe, custe o que custar.

Sem esconder sua grande inspiração, a história de Dev Patel literalmente explana sua maior referência: a franquia ‘John Wick’. Nesse sentido, é como se estivéssemos vendo um “John Wick indiano”, passado nas conturbadas ruas de Mumbai, com o mesmo anti-herói sedento por vingança, que resolve tudo no soco e tem afeto especial por cãezinhos.

Porém, ‘Fúria Primitiva’ vai além: ao contrário da franquia estrelada por Keanu Reeves, que foca apenas no protagonista e sua motivação, em ‘Fúria Primitiva’ há todo um panorama cultural dando background ao argumento simples. Dessa forma, o roteiro de Dev Patel, John Collee e Paul Angunawela faz questão de colocar a cultura do país mais populoso do mundo como elemento crucial no enredo, tornando a história do filme única porque só poderia ter se passado ali.

Participam da produção a culinária, as hijras (mulheres trans que têm o poder místico de abençoar ou amaldiçoar as pessoas; elas possuem templos só para elas, mas sofrem muita violência e discriminação), a música (desde as regionais às mais eletrônicas), as locações (ruas empobrecidas de Mumbai e prédios de alto luxo da cidade), os deuses das muitas religiões locais, entre outros elementos. Há, assim, um segundo filme em segundo plano.

Para além de John Wick, ‘Fúria Primitiva’ rememora clássicos do gênero de filmes de ação, principalmente aqueles dos anos 1970/1980, estrelados por Bruce Lee, Van Damme, Stallone e Chuck Norris. Quem é fã do gênero rapidamente encontrará esses paralelos, que são somados a uma edição e uma montagem frenéticas, que conferem agilidade às intensas cenas de luta e de perseguição.

Com fortes chances de ser indicado ao Oscar, ‘Fúria Primitiva’ é um filmaço de ação que traz o universo indiano sob uma narrativa ocidental, e pouco Bollywood. Talvez por isso sua grande aceitação de público e crítica. De todo modo, ‘Fúria Primitiva’ é pedido para ser visto em tela muito grande com ótimo som, porque te prende do começo ao fim sem conseguir soltar o ar de tanta tensão. Uma estreia que consolida a brilhante carreira do jovem Dev Patel.

Max CUTUCA o X/Twitter após mudar seu nome de volta para HBO Max: “Sua vez”

A plataforma de streaming Max está retornando ao nome que tinha quando foi lançada em 2020: HBO Max (via Deadline).

E para engajar, a empresa cutucou o X – que se chamava Twitter.

“Sua vez, X”, postou, indicando que era a hora do X voltar atrás e se chamar Twitter novamente. Você ia gostar?

A reformulação da marca ocorrerá no verão norte-americano (entre os meses de junho e agosto de 2025), como revelou a Warner Bros. Discovery em sua apresentação aos anunciantes em Nova York, nesta quarta-feira (14).

Os executivos citaram recente impulso, com o serviço conquistando mercados globais e 22 milhões de assinantes no último ano, e também o objetivo de “ampliar a singularidade” de sua marca para os espectadores imersos em um oceano de programação como fatores para a remodelação.

Os sinais dessa mudança surgiram em março, com a mudança do esquema de cores do Max de azul para cinza-escuro, a segunda mudança desde o lançamento em 2020. O novo logotipo preserva as letras arredondadas da marca HBO original.

“Essa evolução também foi influenciada pelas mudanças nas necessidades dos consumidores”, disse JB Perrette, presidente e CEO da plataforma de streaming. “Nenhum consumidor hoje diz que quer mais conteúdo, mas a maioria dos consumidores diz que quer um conteúdo melhor”.

Embora o comunicado não tenha admitido que a reformulação da marca Max em 2023 tenha sido um erro, ele a descreveu como “uma prova da disposição da WBD em continuar a iterar ousadamente sua estratégia e abordagem – apoiando-se fortemente em dados e insights dos consumidores”.

Em uma entrevista ao consórcio de imprensa, Perrette forneceu mais detalhes sobre o processo por trás da mudança de nome.

“Temos trabalhado nisso, tanto do ponto de vista do conteúdo quanto da estratégia, nos últimos dois anos, desde que lançamos, no posicionamento, em termos de quem somos e como somos diferentes do que outros no mercado estão fazendo em termos de volume. Nos preocupamos mais com qualidade e distinção”, ele disse.

10 filmes para assistir em uma AGRADÁVEL tarde de domingo

Domingo, aquele dia que antecede a segunda-feira, geralmente é um dia calmo em nossas semanas cheias de compromissos e responsabilidades, onde nosso refletir está pronto para conhecer ótimas histórias antes de enfrentar o mundo do trabalho no dia seguinte. Como esse deve ser um dos dias onde mais procuram por um filme legal, tive a ideia de escrever abaixo 10 filmes para assistir em uma agradável tarde de domingo:

 

Corações Perdidos

Com uma atuação magnífica, e digna de Oscar, de James Gandolfini, Welcome to The Rileys, no original, mostra um casal de meia idade que ainda sofre com a perda da única filha num trágico acidente de carro. Tentando lidar com essa triste situação o casal começa uma amizade com uma stripper.

 

Esperando Bojangles

As surpresas e realidades no caminho da fantasia. Baseado no livro homônimo do escritor francês Olivier Bourdeaut, Esperando Bojangles, um dos destaques da seleção do Festival Varilux de Cinema Francês 2022, é uma história emocionante que contorna de maneira bem leve os caminhos incompreendidos da loucura deixando a reflexão ao público a cada instante. Traçando paralelos entre o lado bom da vida e a fantasia somos testemunhas de protagonistas que se confundem entre o real e o faz de conta, um modo de viver onde a inconsequência resolve cobrar as vezes de maneira implacável. A direção é assinada por Régis Roinsard e no elenco, os maravilhosos Romain Duris e Virginie Efira.

 

The Wind Phone

Em março de 2011, mais de 16.000 vidas foram perdidas no pior terremoto ou Tsunami da história do Japão. Uma cabine telefônica em Otsuchi (cidade japonesa localizada na província de Iwate) é visitada por milhares de sobreviventes. Detalhe: não há linha. Desabafos, busca por perdão, segredos nunca revelados, o poder desse simbolismo do dividir com alguém que não está mais por aqui é muito bem detalhado em cada uma das emocionantes conversas que somos testemunhas.

 

Trespassing Bergman

Se tudo é imperfeito nesse mundo imperfeito, então o amor é perfeito em sua imperfeição. Dirigido pela dupla de cineastas suecos Jane Magnusson e Hynek Pallas, Trespassing Bergman é uma grande viagem ao mundo peculiar de um dos maiores cineastas da história do cinema, Ingmar Bergman. Ao longo de quase duas horas de filme somos testemunhas de relatos profundos, emocionantes, de grandes diretores e atores mundialmente conhecidos sobre todo o legado do saudoso mestre.

 

Os Belos Dias

Na história, acompanhamos a inteirona dentista Caroline (Fanny Ardant), uma senhora muito bonita que possui um ar jovial escondido dentro de si. Quando se aposenta, forçadamente, passa por um processo de mudança e busca por liberdade, para isso tenta quebrar sua rotina tediosa se inscrevendo em um clube sênior cheio de atividades. Lá redescobre a vida, se sente mais jovem e se envolve perigosamente com um homem mais novo – seu professor de informática – gerando uma série de acontecimentos com um desfecho emocionante.

 

Uma Vida Melhor

O filme nos mostra sobre a problemática dos imigrantes ilegais de forma bem emocionante aos olhos de Carlos Galindo (Demián Bichir, indicado ao Oscar por essa atuação), um mexicano que vive com seu filho adolescente Luis Galindo (José Julián) em uma cidade americana. O medo de ser deportado (por estarem ilegais naquele país) e os sonhos de uma vida melhor tomam conta da trama, que tem o roteiro assinado por Eric Eason baseado na história de Roger L. Simon.

 

Minhas Tardes com Margueritte

Nesse filme do diretor Jean Becker, a emoção, a amizade e a solidariedade tomam conta da telona, levando a um desfecho amigável e que será adorado por cada uma das pessoas que assistirem a essa pequena grande obra francesa. Aprendemos muito nessas conversas entre um homem e uma senhora de mais de 90 anos que ama literatura.

 

O Visitante

Esse é um daqueles filmes que a última cena nos faz emocionar e ficar lembrando durante anos nunca mais saindo de nossos corações. Aqui em O Visitante, dirigido pelo cineasta Tom McCarthy, conhecemos um professor já de idade avançada que descobre que dois imigrantes estão morando no seu apartamento em Nova York. Uma amizade acaba nascendo dessa relação. O maravilhoso ator Richard Jenkins foi indicado ao seu primeiro Oscar por esse filme.

 

A Vida Secreta de Walter Mitty

Você já fez algo realmente extraordinário? Com um roteiro do sempre competente Steve Conrad, baseado em um personagem fantástico criado pelo escritor americano James Thurber no conto publicado na revista The New Yorker em 1939, o trabalho como diretor do astro de Hollywood Ben Stiller, A Vida Secreta de Walter Mitty se propõe em ajudar ao público a encontrar a verdadeira beleza do sonhar contido dentro de todos nós.

 

Green Room

Na trama, conhecemos uma banda de punk rock formada por jovens liderados por Pat (Anton Yelchin) que entre um show e outro acabam parando em um bar barra pesada neonazista. Após o show, quase indo embora, parte da banda presencia um assassinato e eles acabam ficando presos dentro de um quarto onde precisarão manter a calma e tomar as melhores decisões caso queiram sair com vida deste tenebroso lugar.

10 FILMES OBRIGATÓRIOS em qualquer folga que você tiver

Uma das coisas mais divertidas quando estamos pensando em um programa caseiro é reunir um grupo de pessoas, e juntos, assistir a uma boa obra cinematográfica. Com as infinitas possibilidades dos streamings, sempre bom ter um caderninho do lado com alguns filmes pré-selecionados. Para te ajudar nesse seleção, deixamos abaixo uma lista bem legal:

 

Desajustados (Reserva Imovision)

O solitário Fúsi (Gunnar Jónsson) leva uma vida monótona em uma cidadezinha europeia. Ele trabalha no departamento de cargas e bagagens do aeroporto de sua cidade e sofre, quase diariamente, Bullying de alguns colegas de trabalho. O protagonista mora com sua mãe e o padrasto e, certo dia, o segundo matricula Fúsi em uma aula de dança. Nesse lugar, Fúsi acaba conhecendo Sjöfn (Ilmur Kristjánsdóttir), um fato que pode ser a grande chance dele descobrir uma nova vida.

 

No Vale das Sombras (Mercado Play)

Na trama, um jovem soldado volta do Iraque, e no seu primeiro fim de semana longe da guerra, some misteriosamente. Acompanhamos então seu pai em sua busca, contando com a ajuda de uma policial responsável pelo caso.

 

O Protetor do Irmão (Prime Video)

Na trama, acompanhamos o jovem Yusef, aluno de um internato numa região fria do leste da Turquia, que precisa encontrar soluções – em meio ao descaso de quem deveria protegê-los – para ajudar o melhor amigo, que ficou muito doente.

 

Sorry, Baby (Telecine)

Neste belíssimo, sensível e cativante filme, conhecemos Agnes, uma jovem professora de literatura que, ao longo dos últimos anos, tem enfrentado profundas descobertas sobre o viver após sofrer um trauma impactante.

 

Caminhos do Crime (Prime Video)

Em um presente onde a polícia está pressionada com a onda de crimes por toda Los Angeles, um introspectivo ladrão de joias (Chris Hemsworth), está em um momento de rever sua vida e sua profissão. Sem nenhum tipo de violência nos seus trabalhos passados, consegue ser um dos melhores do ramo. Quando um roubo milionário surge como a oportunidade de fugir e não voltar mais para essa vida, seu destino se cruza com um experiente policial (Mark Ruffalo) e com uma corretora de seguros (Halle Berry).

Crítica | ‘Caminhos do Crime’ – Um retrato da violência estrelado por Chris Hemsworth e Halle Berry chega no Prime Video

 

Sob as Estrelas (Prime Video)

Dirigido por Sébastien Tulard, em Sob as Estrelas acompanhamos a trajetória de um jovem que, após uma infância difícil, vai atrás dos seus sonhos em busca do sucesso no ramo da confeitaria.

 

Bom Caminho (Netflix)

Nessa comédia leve e despretensiosa – fenômeno de bilheteria na Itália – acompanhamos um milionário egocêntrico, que nunca precisou trabalhar, em uma tentativa de se reconectar com sua única filha após ela decidir trilhar o Caminho de Santiago.

 

Um Reencontro (Claro Tv+)

Na trama, somos rapidamente apresentados ao advogado criminalista Pierre (François Cluzet) e à escritora Elsa (Sophie Marceau). Os dois se conhecem em uma festa e logo uma paixão desperta. O problema é que Pierre é casado. Assim, entre idas e vindas que o destino sempre reserva, os dois precisarão ter forças para enfrentar esse forte e crescente sentimento.

 

A Única Saída (MUBI)

Nesse ótimo filme dirigido pelo experiente cineasta sul-coreano Park Chan-wook, acompanhamos a saga de um homem recém-demitido e desesperado que elabora um plano mirabolante para eliminar possíveis concorrentes em futuras vagas de emprego.

 

Meu Verão na Provença (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Três irmãos de personalidades diferentes partem forçadamente de férias para a bela cidade de Florença, logo depois de um abalo na estrutura familiar. Meio sem saber o que será do destino deles, chegam à casa de Paul e Irene, seus avós. Por conta de brigas familiares, não conheciam direito seu avô, um idoso rabugento que vai aprender com a juventude a sorrir novamente.

The Old Guard e as Personagens Bad Ass de Charlize Theron

Estreou na Netflix a nova superprodução estrelada pela musa Charlize Theron (ganhadora do Oscar por Monster – Desejo Assassino). Baseado nos quadrinhos de Greg Rucka e Leandro Fernandez, The Old Guard traz a atriz como Andy, líder de um grupo de mercenários imortais. É claro que a trama é apenas uma desculpa para as cenas de ação e pancadaria, nas quais a estrela tem se mostrado uma eficiente protagonista.

No entanto, basta uma segunda olhada na carreira de Theron para notarmos que tais papeis não são estranhos em sua filmografia. Mostrando que sabe transitar em todos os gêneros de forma eficiente, seja na comédia, suspense, dramas e, é claro, na ação, Charlize Theron tem sua cota de filmes eletrizantes no currículo, nos quais chuta traseiros como quem vai às compras. Pensando nisso, o CinePOP resolveu recapitular para você as produções em que a loira interpretou personagens para lá de duras na queda. Vem relembrar.

AEon Flux (2005)

Tudo começou aqui, nesta adaptação de um desenho cult da MTV. Vivendo a personagem título – que na época foi disputada pela nata das estrelas de Hollywood – Charlize Theron protagonizou seu primeiro blockbuster de ação. E mesmo que o resultado não tenha sido dos melhores, a intenção foi, já que a atriz se cercou de muito talento (como Frances McDormand) e foi dirigida por uma cineasta talentosa (Karyn Kusama) – mostrando a inclinação para a representatividade feminina sempre presente. Na trama passada no futuro, ela vive uma assassina tentando derrubar o governo totalitário. Ah sim, e a famosa cena de abertura da personagem pegando uma mosca nas pálpebras foi replicada.

Hancock (2008)

Bem, aqui o personagem de Theron guarda certo spoiler em relação à trama. Portanto, se você não assistiu ao longa ainda, pule este item. Está avisado. À primeira vista uma dona de casa esposa do personagem de Jason Bateman no filme, Mary (Theron) é na realidade mais um ser da mesma raça do protagonista Will Smith – donos de superpoderes na Terra comparáveis aos do Superman. Hancock surgiu na mesma época de Homem de Ferro, e do início do império Marvel no cinema; e funciona muito como uma versão cômica de tais filmes do gênero.

Prometheus (2012)

Pré-sequência de Alien – O Oitavo Passageiro (1979), dirigida pelo mesmo Ridley Scott. Vickers, a personagem de Theron aqui é tão fria que em determinado momento da trama, um dos tripulantes chega a questioná-la sobre o fato de ser na realidade um robô. Vickers é humana, mas uma amargurada pelo desprezo de seu progenitor, muito mais carinhoso em relação a uma máquina, o androide David (show de Michael Fassbender). Prometheus tem seus defeitos, mas no fundo é uma obra subestimada. Um dos pontos que até mesmo os detratores devem concordar é sobre as atuações do elenco magistral – e Theron é grande parte disso na pele de sua calculista vilã.

Branca de Neve e o Caçador (2012)

2012 foi o ano vilanesco de Charlize Theron no cinema. Dizem que grandes atores se divertem muito ao interpretarem antagonistas, e há oito anos isso foi muito verdade para a estrela. Na dobradinha com Prometheus, Charlize usou todo seu poder de exagero para se deliciar na caricatura da Rainha Ravenna – uma vilã típica e tirada diretamente dos clássicos contos de fadas – nesta fantasia que pegava carona nos feitos de Senhor dos Anéis e Game of Thrones. Ou seja, é Branca de Neve guerreira medieval. A piada pronta que veio com o filme foi cogitar rivalidade na beleza de Theron com a princesa vivida por Kristen Stewart – que não me levem a mal, é uma gracinha. Mas, né. A personagem fez tanto sucesso que voltaria na sequência/spin-off O Caçador e a Rainha de Gelo (2016), que tirou Stewart, mas acrescentou Emily Blunt e Jessica Chastain para rivalizar com Theron.

Mad Max: Estrada da Fúria (2015)

Agora sim, a brincadeira ficou séria. Que me perdoem os fãs do elétrico Atômica, mas a personagem mais bad ass da carreira de Charlize Theron atende pelo nome, ou apelido, Imperatriz Furiosa. Mad Max sempre foi uma franquia cult, filmes independentes de ação produzidos na Austrália com toda a liberdade criativa. Justamente por isso, numa era de produções feitas nas rédeas de estúdios gananciosos, é tão satisfatório notar uma das poucas obras multimilionárias criada de forma ainda muito autoral, quase sem diálogos, com uma narrativa contada através da ação. Acima de tudo, Furiosa rouba o show, e Theron está irreconhecível. Tomara que os realizadores cumpram o prometido de presenteá-la com um filme solo.

Atômica (2017)

Assim como muitos defendem Furiosa, a agente secreta Lorraine Broughton é constantemente apontada por tantos outros como a personagem mais bad ass da carreira de Charlize Theron. Uma coisa é inegável: Atômica se apoia muito nas cenas de ação realísticas, que incluem lutas corpo a corpo de tirar o fôlego, protagonizadas pela estrela. Enquanto Mad Max é uma ópera rock n roll da ação, que encontra Furiosa como uma das peças (a principal, muitos diriam), Lorraine é a atração principal neste thriller baseado numa HQ passada na época da Guerra Fria. A obra exala estilo e foi comparada a uma versão feminina de John Wick. O sucesso trouxe a promessa de uma já anunciada continuação.

Velozes e Furiosos 8 (2017)

Cinco anos depois da dobradinha Vickers e Ravenna, Charlize Theron entregou outra dupla memorável em seu repertório. Tanto que ambas darão as caras novamente em breve em sequências de tais filmes. Já falamos sobre a agente porradeira Lorraine Broughton acima, agora é a vez de comentar a mais recente vilã no hall da estrela: a onipresente Cipher, uma hacker que consegue comandar veículos à distância e é tão má que deixa qualquer antagonista de novela mexicana no chinelo. Cipher utiliza o clichê da vilã que “estava por trás de tudo desde o início”, mesmo que refazer seus passos seja impossível. Mas vamos dar um crédito, afinal estamos falando do universo de Velozes e Furiosos – que cada vez se assemelha mais a uma fantasia no estilo filme de super-heróis. O (inacreditável) nono capítulo já está em fase de pós-produção, trará Cipher de volta, e estreia em 2021.

10 Clássicos do Suspense que te Farão Gelar a Espinha nesse Halloween!

A época mais assustadora do ano já está entre nós. Faltam poucos dias para o halloween. Como de praxe, todo ano aqui no CinePOP, preparamos diversas listas com filmes para serem degustado nessa data – sejam eles dos mais variados gêneros e para os mais variados gostos. Sim, nem só com filmes de terror a data é celebrada pelos cinéfilos. Aqui, por exemplo, resolvemos dar foco ao suspense para compor essa nova matéria de dicas. Isso significa que os fãs de cinemas não muito chegados ao terror (pelos mais variados motivos, podem ter medo ou simplesmente achar bobo) podem entrar no clima e curtir um filme um pouco mais intenso, que se enquadre também na categoria de certo bom gosto e classe. Afinal, o suspense é o “primo rico” do terror. Confira abaixo.

Louca Obsessão

O que pode ser mais assustador do que ser uma pessoa famosa, cair nas garras de seu maior fã, somente para descobrir que tal pessoa é completamente desequilibrada? É justamente isso que Stephen King imaginou ao criar o livro ‘Misery’, no qual este filme é baseado. Diferente de outras adaptações renegadas pelo autor, King gostou tanto de ‘Louca Obsessão’, que disse que o longa conseguiu aprimorar seu material. Na trama, James Caan (‘O Poderoso Chefão’) vive Paul Sheldon, um famoso autor que se isola nas montanhas geladas para terminar seu mais recente livro.

Após sofrer um acidente de carro, o sujeito é resgatado pela enfermeira Annie Wilkes (Kathy Bates), que se diz sua fã número um. De começo ele entende que precisa ficar sob os cuidados da mulher até se recuperar, mas com o passar do tempo começa a descobrir que se tornou prisioneiro dela. Bates ganhou o Oscar de melhor atriz por seu trabalho aqui. O texto é tão potente que foi adaptado para o teatro na Broadway e em vários países, como no Brasil.

Cabo do Medo

Por falar em adaptação, aqui temos uma dirigida por ninguém menos que o mestre Martin Scorsese. Curiosamente, quem iria dirigir era Steven Spielberg, mas terminou achando o material pesado demais para o seu estilo, e terminou apenas produzindo através de sua Amblin, chamando o amigo para substituí-lo na cadeira de direção. Scorsese escala seu usual protagonista Robert De Niro para viver um ex-presidiário Max Cady, um sujeito desprezível, estuprador de mulheres. Depois de cumprir toda a sua pena, ele decide colocar em sua mira agora o advogado que devia ter lhe defendido.

Acontece que durante esse tempo na prisão, Cady estudou muitos livros de direito e se tornou praticamente um advogado, descobrindo assim que seu defensor na época não fez tudo o que podia para livrá-lo da encrenca. Seu advogado, papel de Nick Nolte (numa atuação totalmente diferente em sua carreira), agora começa a ser assediado, e vê sua família (Jessica Lange e Juliette Lewis – respectivamente a mulher e filha) em perigo. Ah sim, também é baseado em um livro e havia sido levado ao cinema anteriormente em um clássico de 1962.

A Mão que Balança o Berço

Ainda no tópico dos remakes, em breve receberemos aqui no Brasil, através da plataforma da Disney+, a reimaginação deste clássico moderno, sobre uma babá assustadoramente desequilibrada. A refilmagem só chega no dia 19 de novembro, e para ir aquecendo os motores nada melhor do que revisitar o clássico absoluto da década de 90, que contou com a loiraça Rebecca De Mornay em seu papel de maior sucesso. Ela vive Peyton, uma mulher atrás de vingança, que arruma emprego como babá de uma típica família americana. O objetivo da vilã, no entanto, é destruir essa estrutura e pegar esta família para si. Uma curiosidade é que no elenco temos um dos primeiros papeis da carreira de Julianne Moore.

Dormindo com o Inimigo

Em cartaz nos cinemas pelo mundo com o thriller dramático ‘Depois da Caçada’, Julia Roberts mostra que continua no domínio de sua arte como poucas. Roberts conseguiu manter sua majestade e relevância em Hollywood ao longo de quatro décadas – feito para poucos, ainda mais se for uma mulher na meia idade. No início de sua carreira nos anos 90, após o sucesso de ‘Uma Linda Mulher’, a estrela resolveu seguir por filmes mais intensos de suspense. O primeiro foi ‘Linha Mortal’.

Porém, ainda mais assustador e ainda bastante atual (infelizmente) é ‘Dormindo com o Inimigo’ – que falava sobre abuso e violência doméstica há 34 anos, em um filme de grande abrangência. No filme, Roberts vive uma mulher casada com um sujeito rico e poderoso, porém, completamente controlador, obsessivo e que de uma hora para a outra pode surtar – seja por ciúmes, ou simplesmente porque as coisas não estão do jeito que quer. Como mudar esse quadro? Ela tem um plano.

Eclipse Total

Voltando para o primeiro item de nossa lista, ‘Louca Obsessão’ é definitivamente uma das melhores adaptações de uma obra de Stephen King – e deu para Kathy Bates o Oscar de melhor atriz. Vendo o potencial da parceria, Hollywood quis logo repetir a dobradinha. Assim, Bates foi prontamente escalada para uma segunda adaptação do livro de King. Assim como o primeiro, este também é um suspense, sem qualquer elemento sobrenatural que geralmente habita as obras do autor. Enquanto ‘Louca Obsessão’ era um thriller mais direto e arrepiante, ‘Eclipse Total’ ou ‘Dolores Claiborne’ no original, pode ser definido como um suspense dramático.

No centro da história está a relação de uma mãe (Bates) e sua filha traumatizada (papel de Jennifer Jason Leigh). Acontece que sua mãe é a principal suspeita em uma morte que ela jura ter sido acidental. A senhora de quem ela era cuidadora cai pelas escadas da grande casa, a deixando como herdeira. Poderia realmente ser um acidente, mas existe um agravante. Há décadas, ela se envolveu num caso parecido, com a morte de seu marido abusivo, o pai da personagem de Leigh. E agora?

O Aprendiz

E aqui temos Stephen King outra vez! Acho que não dá para falar de halloween sem escolher produções baseadas no autor, sejam elas de terror ou suspense. O escritor possui inclusive alguns grandes dramas em seu currículo, como é o caso dos já lendários ‘Um Sonho de Liberdade’ e ‘À Espera de um Milagre’. Só faltou mesmo alguma comédia em seu currículo. Voltando para o suspense, aqui ele escreve sobre nazistas, que fugiram da Alemanha após a Segunda Guerra e recomeçaram suas vidas incógnitos nos EUA.

É onde começa nossa história, com o jovem Todd Bowden, papel do falecido Brad Renfro (morto aos 25 anos da vida real). O rapaz está estudando a Segunda Guerra e o nazismo na escola e começa a se interessar bastante sobre o tema, até de forma obsessiva e estranha. É isso que o leva a reconhecer em um livro de história seu vizinho, o idoso Dussander (papel do grande Ian McKellen), justamente um nazista fugido da Alemanha. O rapaz faz uma proposta ao criminoso, não irá entrega-lo a justiça, desde que conte com detalhes como foi o holocausto e os horrores realizados pelos nazistas.

Medo

Agora não temos mais Stephen King, mas temos Mark Wahlberg e Reese Witherspoon em um thriller juvenil arrepiante até o último fio de cabelo. No mesmo ano em que era lançado o terror ‘Pânico’, era lançado também o suspense ‘Medo’, o pesadelo de qualquer pai de menina adolescente. Uma família se muda para uma nova cidade. A jovem Nicole (Witherspoon) conhece e se apaixona por um rapaz que, à primeira vista, parece ser o príncipe encantado, papel de Wahlberg. O pai dela, William Petersen, é claro, está reticente com essa história. Porém, aos poucos o sujeito vai revelando sua verdadeira natureza obsessiva e perturbada, e quando seu lado sombrio vem à tona, esta família se vê em problemas sérios, nesta espécie de ‘Cabo do Medo’ para a geração MTV.

Um Crime Perfeito

Que tal outro mestre do suspense? Bem, muitos dirão que só existe um: Alfred Hitchcock. O que o diretor Andrew Davis (‘O Fugitivo’) consegue aqui é o impossível: melhorar Hitchcock. Sei que parece sacrilégio para os puristas, e até mesmo para mim, que sou um fã inveterado do rotundo cineasta britânico. Porém, ‘Um Crime Perfeito’ não é somente mais moderno do que ‘Disque M para Matar’ (que possui um título bem mais legal, e que deveria ter sido mantido), é uma melhoria na história, ao mesclar dois personagens em um só (o amante e o amigo do “favor”) e deixar tudo mais enxuto e plausível. Na trama, Michael Douglas é o marido mais velho e que só pensa em trabalho de Gwyneth Paltrow. A jovem esposa logo arruma um amante, papel de Viggo Mortensen. O marido descobre. E daí em diante forma-se um infernal plano de assassinato, repleto de reviravoltas, que nos leva por caminhos bastante inesperados.

O Colecionador de Ossos

Baseado em um livro de sucesso, o autor Jeffrey Deaver na realidade escreveu uma série de livros com o personagem Lincoln Rhyme, interpretado aqui magistralmente por Denzel Washington. Uma pena que, apesar do sucesso do filme, esta tenha sido a única investida na época. Teria sido interessante ver uma continuação com Denzel vivendo o mesmo personagem. Na trama, Rhyme é um investigador da polícia, que termina ficando tetraplégico após um acidente no trabalho. Agora, ele passa o dia sob os cuidados da enfermeira Thelma, papel de Queen Latifah.

Por possuir uma mente brilhante para a investigação, seus antigos parceiros chegam com um novo caso para que ele os ajude. Um assassino em série tem sequestrado e matado pessoas de maneiras requintadas e cruéis. Rhymes concorda em ajudar, desde que possa trabalhar com a policial novata que descobriu o primeiro corpo, papel de Angelina Jolie. A dinâmica aqui tem um pouco de ‘O Silêncio dos Inocentes’, com uma policial novata sendo ajudada por um mentor aprisionado (seja na cadeia ou em uma cama).

8mm

Terminando a matéria temos o suspense mais barra-pesada da lista. ‘8mm’ foi dirigido por ninguém menos que Joel Schumacher, o sujeito que fez os dois filmes mais “coloridos” de Batman. Porém, se o cineasta não deu certo com Batman, saiba que ele possui outros filmaços em sua carreira, alguns até mesmo bastante intensos, como ‘Os Garotos Perdidos’ e ‘Tempo de Matar’. O mais pesado deles é ‘8mm’, que traz Nicolas Cage no papel de um investidor particular, que descerá até o inferno em seu novo caso, assim como os detetives de ‘Seven’. Acontece que uma idosa rica, descobriu dentro do cofre de seu marido, após a morte dele, um rolo de filme. A película mostra um filme pornô em que uma jovem é aparentemente espancada e morta. A idosa então pede para o detetive descobrir se o filme é real. E para isso ele precisará entrar no submundo dos chamados filmes “snuff’. Completando o elenco, Joaquin Phoenix e o saudoso James Gandolfini.

Bônus: Estranhos Prazeres

Na categoria de filmes cult subestimados e que você precisa conhecer, ‘Estranhos Prazeres’ é uma verdadeira pérola escondida. Dirigido por Kathryn Bigelow, que hoje comanda filmes de prestígio como ‘Guerra ao Terror’, ‘A Hora mais Escura’ e o recente ‘Casa de Dinamite’, mas que no começo de carreira realizava filmes de gênero como ‘Quando Chega a Escuridão’, ‘Jogo Perverso’ e ‘Caçadores de Emoção’. Aqui, ela realiza sua ficção científica numa história passada na virada do milênio. Nesse futuro, uma tecnologia permite que nossos olhos se tornem câmeras e que nossas experiências sejam gravadas em pequenas mídias, para serem vivenciadas por outras pessoas.

Seja relações sexuais, seja perseguições policiais, ou até mesmo assassinatos, o mercado negro desta tecnologia vende todas as taras que o cliente desejar. Nesse contexto, o ex-policial Nero (Ralph Fiennes), hoje um traficante de tais experiências, se depara com um vídeo perigoso de assassinato, e se vê no meio de uma conspiração. O protagonista possui duas mulheres em sua vida. A ex, de quem nunca esqueceu, uma cantora de rock vivida por Juliette Lewis, e a melhor amiga e espécie de segurança, Mace, papel da belíssima Angela Bassett.

Jenna Ortega participará do novo videoclipe da Sabrina Carpenter; Confira o teaser!

Após anunciar o seu segundo álbum, a cantora Sabrina Carpenter divulgou o primeiro teaser de seu novo single, intitulado Taste.

O vídeo traz a cantora aparentemente de vingando de uma traição, e conta com a participação especial da Jenna Ortega – que estará no elenco do vindouro ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem‘.

Confira o teaser e siga o CinePOP no YouTube:

O videoclipe, a música e o álbum, ‘Short ‘n Sweet‘, serão lançados oficialmente nesta sexta-feira, 23 de agosto, nas plataformas de streaming.

O novo projeto da artista já conta com os singles “Espresso”“Please Please Please”.

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da The Eras Tour, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

‘Animais Perigosos’: Terror de tubarão assassino abre com 80% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 10 críticas publicadas até o momento, o terror ‘Animais Perigosos‘, que foca em um assassino que alimenta tubarões com suas vítimas vivas, abriu com 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral elogia direção de Sean Byrne (‘Entes Queridos’), destacando positivamente a improvável mistura de elementos populares do gênero: serial killers e tubarões assassinos.

Separamos os trechos das principais críticas:

“A mistura intensa envolvendo assassinos em série e terror aquático cria uma aventura emocionante e cheia de riscos que vai te deixar sem fôlego.” (Bloody Disgusting)

“Embora as coisas possam ficar cada vez mais ridículas no ato final, ‘Animais Perigosos’ apresenta pontos positivos suficientes para que você se envolva completamente e fique feliz em embarcar nesta jornada distorcida.” (Digital Spy)

“‘Wolf Creek’ com tubarões, ‘Animais Perigosos’ tem todos os elementos necessários para ser o sucesso do gênero no verão.” (THN)

“‘Animais Perigosos’ é um filme maldoso. Às vezes, é agradavelmente nojento. Na maioria das vezes, porém, parece ultrapassado no ódio de seu vilão pelas mulheres.” (Indiewire)

“O diretor Sean Byrne conduz o filme a sério demais para maximizar a diversão, ao contrário de alguns dos filmes de tubarão mais absurdos lançados nos últimos tempos. Mas ele oferece muitas cenas tensas e coloca uma heroína incrível em perigo.” (The Hollywood Reporter)

“O fato do filme fazer uma ligação genuinamente inteligente sobre a história cinematográfica dos tubarões e o medo que eles causam em nossa imaginação é apenas um pequeno bônus adicional que oferece um pouco mais para nos fazer refletir.” (TheWrap)

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de setembro, pela Diamond Films.

Confira, dublado e legendado:

Sean Byrne (‘Entes Queridos’) é responsável pela direção.

Presa no barco de um assassino com tubarões famintos circulando abaixo, uma surfista deve sobreviver a um predador mais perigoso do que o próprio oceano — ela escapará ou se tornará a próxima oferenda às profundezas?

Hassie Harrison (‘Yellowstone’), Jai Courtney (‘Esquadrão Suicida’) e Josh Heuston (‘Heartbreak High’) estrelam a produção.

Nick Lepard assina o roteiro.

Grogu, o Baby Yoda, terá grande DESTAQUE na 3ª temporada de ‘The Mandalorian’, revela diretor

Em entrevista ao Empire Magazine, o diretor Rick Famuyiwa revelou que o Grogu – popularmente conhecido como Baby Yoda – terá grande importância na trama da 3ª temporada de ‘The Mandalorian‘.

“Acontecerá algumas coisas na terceira temporada que voltará a colocar o Grogu em destaque. Ele definitivamente irá evoluir como personagem nessa parceria ao lado do Mando. Enquanto a relação entre eles cresce, Grogu passará a se tornar uma figura central na narrativa. Ele se tornará uma parte vital em todas as aventuras do Mando.”

Ele completa, “A pureza do personagem traz o melhor das pessoas ao seu redor. A próxima temporada continuará a explorar essa ideia.”

Vale lembrar que a 3ª temporada estreará no dia 1º de março, no Disney+.

Relembre o trailer:

As aventuras do Mandaloriano através da galáxia de Star Wars continuam. Anteriormente um caçador de recompensas solitário, Din Djarin voltou a se reunir com Grogu. Enquanto isso, a Nova República luta para levar a galáxia para longe de sua história sombria. O Mandaloriano cruzará o caminho com antigos aliados e fará novos inimigos enquanto ele e Grogu continuam sua jornada juntos.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série é ambientada após a queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem.

Pedro Pascal (‘The Last of Us’) estrela a produção como o personagem titular. O próximo ciclo ainda inclui o retorno de Giancarlo Esposito, Carl Weathers, Katee Sackhoff, Emily Swallow e Omid Abtahi.

‘Stranger Things’: Filmagens da última temporada serão iniciadas em janeiro de 2024

Após o fim da greve dos roteiristas e atores em Hollywood, parece que as filmagens da 5ª (e última) temporada de ‘Stranger Things‘ já estão muito próximas. De acordo com o Deadline, as gravações do ciclo final irão começar na primeira semana de janeiro.

O site afirma que, segundo múltiplas fontes, a produção deve ser oficialmente iniciada entre os dias 5 e 8 de janeiro.

Vale lembrar que a veterana Linda Hamilton (‘O Exterminador do Futuro’) participará da última temporada, que contará com o direção de Dan Trachtenberg (‘O Predador: A Caçada’) – que ficará no comando de um episódio.

Com o atraso nas filmagens, a expectativa é que o ciclo final seja lançado apenas em 2025.

Após a finalização da série, no entanto, os criadores já indicaram que o universo da produção pode ganhar continuidade através de possíveis spin-offs: “Há muitas oportunidades para contarmos novas histórias no universo de ‘Stranger Things’; novos mistérios, novas aventuras e novos heróis inesperados.”

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer.

O elenco também conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’: Heróis lutam contra exterminador em novo clipe; Assista!

O aguardado ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘ ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer completo:

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

Mais de duas décadas após os eventos de ‘O Julgamento Final’, Sarah Connor (Hamilton) precisa proteger uma jovem chamada Dani Ramos (Reyes) e seus amigos de um Exterminador (Luna) enviado do futuro para aniquilá-las.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

O longa já está em exibição nos cinemas.

‘Cursed – A Lenda do Lago’: Katherine Langford solta a voz na música-tema da série; Assista!

A Netflix divulgou um novo vídeo de ‘Cursed – A Lenda do Lago‘, com a Katherine Langford cantando a música-tema da série, intitulada I Could be Your King.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 17 de julho.

Baseada no best-seller de Frank Miller e Tom Wheeler, Cursed – A Lenda do Lago é a história do rei Arthur contada por Nimue (Katherine Langford), uma jovem com um dom misterioso destinada a se tornar a poderosa Dama do Lago. Após a morte da mãe, Nimue encontra um parceiro inesperado no mercenário Arthur (Devon Terrell) e sai em missão para entregar uma espada ancestral a um mago chamado Merlin (Gustaf Skarsgård). Ao longo de sua história, ela acaba se tornando um símbolo de coragem e rebelião contra os terríveis Paladinos Vermelhos e o Rei Uther (Sebastian Armesto).

Cursed – A Lenda do Lago é uma história sobre amadurecimento, com temas conhecidos de nosso tempo: destruição da natureza, terror religioso, guerras sem sentido e a coragem de assumir a liderança quando tudo parece impossível.

Além de Langford, o elenco conta com Devon TerrellGustaf SkarsgardPeter MullanLily NewmarkShalom Brune-FranklinDaniel SharmanSebastian ArmestoEmily CoastesCatherine WalkerBilly Jenkins completam o elenco.

Atuação de Adam Sandler é ovacionada no Festival de Cannes; Confira críticas!

Você deve estar tão surpreso quanto nós, mas a notícia é realmente verdadeira. A atuação do comediante Adam Sandler, em seu mais novo filme fruto de sua parceria com a Netflix – ‘The Meyerowitz Stories’ – está lhe rendendo elogios para dar e vender no Festival de Cinema de Cannes.

Como se o prestígio de um dos mais importantes eventos cinematográficos já não bastasse, o ator tem sido cotado como uma possibilidade real de indicação ao Oscar. E entre a crítica especializada, três das principais publicações possuem posicionamentos bem semelhantes sobre a impactante atuação do veterano.

Na sua conta do Twitter, o crítico de cinema Robbie Collin, do The Telegraph, disse:

“Aqui está minha crítica de The Meyerowitz Stories, na qual uma das melhores performances do #Cannes70 vai para Adam Sandler

Em um trecho de sua crítica, Collin diz:

Adam Sandler esteve mal em tanto filmes terríveis que quando ele está incrível em uma produção ótima, é tanto uma revelação, como uma herança inesperada. […] É assim que nos sentimos ao assistir ‘The Meyerowitz Stories’”.

Para Davie Ehrlich, do IndieWire:

“Interpretando um cara que, assim como seu pai, ‘deve ter uma tolerância significativa para o desconforto’, o artista formalmente conhecido como Sandy Wexler é excepcional é uma virada discreta como uma pessoa que não consegue dizer a diferença entre a dor com a qual deve viver e a dor que ele pode ajudar. Assisti-lo trabalhar a diferença é o maior prazer deste filme”.

Já para Peter Debruge, da Variety:

“Talvez seja por isso que a Netflix, que tem negócios com Adam Sandler, apostou nessa produção relativamente surpreendente de Scott Rudin, algumas semanas antes da estreia do Festival de Cinema de Cannes. Ainda assim, é incomum pensar que a empresa responsável por Sandy Wexler e ‘The Ridiculous Six’ poderia possivelmente conseguir a primeira indicação de Sandler ao Oscar – e seu melhor papel desde ‘Embriagado de Amor’, exibido em Cannes em 2002”.

Dirigido e escrito por Noah Baumbach, ‘The Meyerowitz Stories’ com Adam Sandler, Ben Stiller, Dustin Hoffman, Elizabeth Marvel, Grace Van Patten e Emma Thompson.

A comédia dramática traz um conto que mescla gerações distintas, onde filhos adultos lutam contra a influência de seus pais, que estão envelhecendo.

‘Gotti’: Filme sobre máfia com John Travolta ganha data de estreia

A cinebiografia estrelada por John Travolta, intitulada ‘GOTTI‘, ganhou sua data de estreia.

Anunciada pelo próprio diretor, Kevin Connolly, a produção vai estrear em 15 de junho deste ano.

Confira:

June 15th!!! Save the date… #Gotti

Uma publicação compartilhada por Kevin Connolly (@mrkevinconnolly) em


Baseado em fatos reais, o filme acompanha a vida do mafioso John Gotti em sua trajetória para se tornar o chefe da Família Gambino de Nova York. Contado através da perspectiva de seu filme, John Jr. (Spencer Lofranco), ‘GOTTI‘ relata a tumultuada vida do criminoso, na luta para manter sua família unida em meio a inúmeras tragédias e prisões.

GOTTI‘ chega aos cinemas norte-americanos ainda em 2017.

‘Harry Potter’: Rupert Grint não consegue assistir a maioria dos filmes

Harry Potter‘ é uma das franquias mais populares da indústria do entretenimento e embora seus filmes sejam maratonados por levas de fãs, um dos protagonistas não consegue assistis aos longas.

Para Rupert Grint, é estranho ver a si mesmo nos filmes. E em uma entrevista ao Radio Times, ele admitiu que só consegue assistir aos três primeiros da saga.

Disse:

“Eu acho que esses primeiros são ok assistir, mais tempo já passou desde então. Eu consigo me desassociar um pouco mais daquela criança. E eu vi ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘ recentemente, pela primeira vez desde a estreia. E realmente me diverti olhando para trás. Mas os filmes mais recentes eu, definitivamente, não dou conta de ver. Eu provavelmente conseguiria assistir até o ‘Prisioneiro de Azkaban‘”.

 

 

 

‘Lizzie McGuire’: Hillary Duff sugere qual seria o motivo da saída do showrunner

O revival de Lizzie McGuire é, sem dúvida alguma, um dos projetos mais aguardados do Disney+ para 2020, mas aparentemente a abordagem adotada na produção estaria fugindo do cânone familiar da Casa do Mickey.

Após a notícia de que o spin-off de ‘Com Amor, Simon‘ seria mudado da Disney+ para a plataforma Hulu – por não trazer uma abordagem “familiar demais”, a atriz Hillary Duffy sugeriu que os entraves em sua série também seriam pelos mesmos motivos.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, Duffy compartilhou um print de uma matéria sobre a mudança do spin-off em questão, com a legenda “me parece familiar“.

Sua observação bem sugestiva deixa a entender que a saída do showrunner de ‘Lizzie McGuire‘, Terri Minsky, teria sido pelas mesmas razões. Talvez a nova leva de episódios estivesse seguindo por uma perspectiva mais madura e voltada para o os jovens adultos e não para o público infantil, como originalmente era com a série original nos anos 2000.

Confira sua publicação, feita nos stories de sua conta do Instagram:

A família McGuire está com seu retorno garantido, o que significa que Hallie Todd, Robert Carradine e Jake Thomas vão reprisar os seus papéis de mãe, pai e irmão de Lizzie, respectivamente. 

Confira:

A Disney+ custa US$6,99 por mês e ainda vai contar com uma vasta biblioteca fílmica, trazendo as produções da Marvel, Pixar, Disney, Buena Vista e de suas demais divisões. O serviço chega ao público norte-americano em 12 de novembro, com seu lançamento na América Latina agendado apenas para 2020.

Lizzie McGuire‘ contou com duas temporadas, exibidas entre os anos de 2001 e 2004. Em 2003, a produção ganhou seu próprio filme para TV.

‘Hannibal’: Mads Mikkelsen fala sobre a possível 4ª temporada

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o astro Mads Mikkelsen falou sobre o possível desenvolvimento da 4ª temporada de ‘Hannibal‘, dando uma nova esperanças aos fãs da série.

“Acredito que sempre há esperanças. Não ouvi nada específico, mas sei que Bryan [Fuller] ainda está trabalhando em algumas ideias sobre onde podemos encontrar um novo lar para a série. Tenho uma forte sensação que todos que estavam envolvidos adorariam retornar caso aconteça.”

O ator continua, “Eu soube que [Fuller] estava tentando conseguir os direitos de ‘O Silêncio dos Inocentes’ para que ele pudesse usar alguns desses personagens em seu próprio universo. Acredito que essa é a direção que ele irá seguir.”

Criada por Bryan Fuller, a série foi cancelada devido a baixa audiência.

A trama explorava a relação entre um renomado psiquiatra e o seu paciente, um jovem agente do FBI, que é assombrado pela sua habilidade de sentir empatia com serial killers.

O elenco inclui Hugh Dancy, Mads Mikkelsen, Caroline Dhavernas, Laurence Fishburne, Scott Thompson, Aaron Abrams e Gillian Anderson.

As três temporadas de ‘Hannibal‘ estão disponíveis na Netflix!

‘Prodigal Son’: Serial killer ajuda filho a resolver crimes no novo trailer da série

A FOX divulgou um novo trailer do drama investigativo ‘Prodigal Son‘.

Confira:

Vale lembrar que a primeira temporada irá estrear no dia 23 de setembro.

A série foi criada por Chris FedakSam Sklaver.

Malcolm Bight (Payne) é um psicólogo criminal de sucesso que usa a sua genialidade para ajudar o Departamento da Polícia de Nova York a resolver crimes. Acontece que grande parte do seu sucesso se dá pelo fato de que seu pai é um dos mais notórios serial killers da cidade.

O elenco inclui Tom Payne, Michael Sheen, Lou Diamond Phillips, Bellamy Young e Halston Sage.

‘The Good Doctor’: Shaun e Lea conversam sobre a gravidez em nova prévia; Assista!

O 12º episódio da 4ª temporada de ‘The Good Doctor‘, intitulado “Teeny Blue Eyes“, ganhou uma nova e misteriosa prévia, que explora as dificuldades de Shaun e Lea de lidar com uma inesperada gravidez.

Confira:

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Nicholas Gonzalez, Antonia Thomas, Tamlyn Tomita, Hill Harper, Richard Schiff, Christina Chang, Paige Spara, Fiona Gubelmann, Jasika Nicole e Will Yun Lee.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Rede Globo, chamado Globo Play.

Crítica | O Urso: Série de comédia dramática da Star+ é uma das melhores da atualidade

Cortes cirúrgicos como o de uma afiada faca e uma montagem enérgica – que simula o frenético pensamento humano em uma fração de segundos – fazem de O Urso uma experiência impactante em seus primeiros cinco minutos de episódio piloto. Entre cenas de relance da agitada cidade de Chicago e a fervilhante atmosfera de uma cozinha caótica e desorganizada, a nova série original da emissora FX, também disponível na plataforma Star+, é como um inesperado choque anafilático, uma descarga de adrenalina que trava nossa mente e rapidamente nos consome para o tumultuado universo de Carmen. Aqui um dos melhores chefs de cozinha do mundo, o jovem vivido por Jeremy Allen White abre mão de seu estrelato para assumir a lanchonete bairrista de seu irmão mais velho, que tirou sua própria vida. Logo ele descobrirá que consertar as coisas dá muito mais trabalho do que construí-las do zero.

A incansável mente de Carmy, suas memórias angustiantes e a vida real que lhe batem à porta todos os dias são trazidos aqui por uma ótica espetacular e bem apurada, que convida a audiência para uma experiência catártica e sensorial. Criada por Christopher Storer, O Urso é uma série de comédia dramática bem temperada, que sabe equilibrar o humor sombrio e o drama de forma que haja sempre uma delicada reflexão em meio à intensidade dos assuntos abordados. Com Jeremy Allen brilhando em tela de forma arrebatadora, a produção original da Disney é um sopro de originalidade, identidade visual e autenticidade narrativa. Explorando o submundo do submundo da gastronomia – nos átrios de uma lanchonete de baixa categoria, ela é o supra sumo do que todo e qualquer filme ou série desse subgênero deveria ser.

Hiperrealista em alguns momentos, a produção intercala o dia-a-dia da cozinha com constantes lapsos mentais e emocionais, em que acompanhamos Carmy lidando e fugindo de seus problemas familiares, traumas e passado. Em episódios de pouco mais de 30 minutos de duração, Storer e sua equipe de roteiristas conseguem nos absorver para a insanidade de O Urso, explorando personagens tão díspares que formam esse pequeno aglomerado disfuncional. Sabendo tratar os arcos dos coadjuvantes sempre com um certo viés protagonista, vemos os papéis de apoio de destacarem à medida em que orbitam ao redor de Jeremy. De um jeito ou de outro, todos possuem seu momento – que constante acrescenta uma boa dose de profundidade à própria narrativa do personagem principal, bem como à essência da trama, que é esse problemático restaurante e suas peculiares figuras.

Entre pratos bem executados, que exalam seu perfume em direção ao paladar da audiência, e circunstâncias dramáticas que sempre escalonam a trama, O Urso é um presente dado pela Disney. Com um elenco poderoso formado por Ebon Moss-Bachrach, Ayo Edebiri, Oliver Platt e Jon Bernthal, a série eleva os nossos sentidos, os aguçando a todo momento – enquanto abre nosso apetite. Abordando a síndrome do pânico e o transtorno pós-traumático com perspicácia e precisão, a dramédia nos permite entrar na mente de seu protagonista e perceber o mundo por sua ótica. Essa perspectiva intimista e onipresente garante ao público a rara oportunidade de viver toda e qualquer emoção. Ainda assim, seu ótimo ritmo nos impede de enxergar os fatos apenas a partir de seu campo de visão.

Com um roteiro dinâmico, ainda mais valorizado sob uma montagem excelente e uma trilha sonora que acompanha o caos que rege os personagens, a série original da Star+ ainda é escrita e dirigida em formatos distintos. Além da onipresença que frequentemente entra em cena, a produção é também dirigida na 3ª pessoa, mantendo um certo distanciamento para que acompanhemos a narrativa por um prisma mais amplo. Mantendo o otimismo a todo momento – até nos piores cenários -, O Urso é uma surpresa que chegou timidamente no Brasil. Com personagens identificáveis e um sentimento de familiaridade, carinho, amor e mutualidade que salpicam todos os seus oito episódios, a nova dramédia é um prato principal de sabor inestimável, que promete um cardápio ainda mais rico em sua 2ª temporada.

NOSTALGIA! Relembre Ótimas Comédias Românticas que foram lançadas há 21 anos

Os milênios deram boas risadas com diversas comédias românticas nos anos de 1990 e início dos 2000, porém muitas produções são esquecíveis e apresentam propostas ultrapassadas. Hoje, portanto, vamos nos concentrar naquelas que deixaram um gostinho diferente na sua geração e podem (e devem) ser apreciadas pelo público hoje em dia. 

A comédia romântica é um dos gêneros mais menosprezados pelos estúdios de cinema atualmente e grande parte dos lançamentos vão direto para o streaming. Este ano, por exemplo, apenas três filmes norte-americanos conseguiram espaço nas telonas: Case Comigo, com Jennifer Lopez e Owen Wilson; Ingresso para o Paraíso, com Julia Robert e George Clooney; e o inovador Mais que Amigos, de Nicholas Stoller. Será que vamos lembrar delas daqui a alguns anos? 

A fim de não deixar as comédias românticas relegadas a segundo plano, vamos relembrar as ótimas produções que completaram 21 anos em 2023. As obras listadas abaixo estão disponíveis em diversas plataformas. Ou seja, se você ainda não conhece, já pode adicionar à sua lista. Se conhece, lembre-se de recomendar à nova geração e assim em diante. Vamos aos títulos! 

1 – Um Grande Garoto, de Paul Weitz & Chris Weitz

Estrelada por Hugh Grant, no papel de Will, um rico londrino irresponsável e mulherengo. Aos 30 anos, ele inventa um filho imaginário para participar de reuniões de pais solteiros em busca de mulheres “disponíveis”. Por essa descrição parece mais do mesmo, no entanto, Um Grande Garoto apresenta sua alma na presença de Marcus (Nicholas Hoult), filho de 12 anos de uma das conquistas do protagonista. 

Com problemas na escola e solitário, Marcus e Will desenvolvem uma engraçada e comovente amizade. Graças ao tom sarcástico do Hugh Grant, o filme não torna-se um melodrama, mas apresenta-se como um filme marcado pela transição de personagens cativantes. Will ensina Marcus a ser um garoto mais agradável e, em contrapartida, Marcus ajuda Will, finalmente, a crescer. 

O amor romântico é deixado em segundo plano para nos mostrar que as outras relações da nossa vida são tão importantes quanto. Com aprovação de 93% da crítica no Rotten Tomatoes (RT) e nota 7.1 do público no IMDb, este é um filme apreciado nos dias atuais.  

2 – Casamento Grego, de Joel Zwick

Com um argumento de família grega tradicional, Nia Vardalos escreve e protagoniza esta divertida comédia romântica baseada em suas próprias experiências culturais. O ingrediente a mais deste romcom é exatamente a exploração dos costumes gregos aos olhos do público leigo. 

Ainda solteira aos 30 anos, Toula (Nia Vardalos) é uma preocupação para família Portokalos cheia de filhos, primos e netos. Ela trabalha no restaurante do pai, o Dancing Zorba’s, mas aceita um emprego na agência de viagens de sua tia, onde encontra Ian Miller (John Corbett). O encontro burlesco com o professor, alto, bonito, vegetariano e não-grego é como fogos de artifício, mas ele pena para ser aceito no seio da família. 

Embora pareça um sitcom, os gregos excêntricos conquistam a audiência graças à ótima performance do elenco e, principalmente, de Nia. Ela apresenta uma carismática personagem entre um misto de embaraço e vontade de emancipação.

Com aprovação de 71% da crítica no Rotten Tomatoes, o filme propõe discussões sobre a liberdade feminina em uma outra cultura de modo humorado e rende um ótimo passatempo. Infelizmente, os projetos posteriores de Nia Vardalos não foram tão eficazes quanto este. 

3 – Beijando Jessica Stein, de Charles Herman-Wurmfeld

Assim como Casamento Grego, Beijando Jessica Stein ganha relevância por conta do seu toque refrescante ao propor uma comédia romântica sobre um relacionamento homoafetivo. Se hoje Mais que Amigos (2022) é um frescor da fórmula nos cinemas com um elenco majoritariamente LGBTQIA +, em 2002, o filme de Charles Herman-Wurmfeld promoveu um rebuliço. 

Escrito a seis mãos pelo diretor e as duas protagonistas, Jennifer Westfeldt e Heather Juergensen, o enredo de Beijando Jessica Stein parte de uma curiosidade da jornalista nova-iorquina Jessica (Westfeldt). Após várias frustrações com o sexo oposto, ela busca  encontrar o amor da sua vida ao lado de uma semelhante. 

Ao deparar-se com um anúncio de uma pessoa intrigante na seção “mulheres procurando mulheres”, Jessica decide respondê-lo. Assim, ela conhece a descolada Helen Cooper (Heather Juergensen), e para sua surpresa, a química bate instantaneamente. A princípio como um jogo de curiosidade, o filme ousa em buscar novos rumos no campo das comédias românticas. Lembre-se que quatro anos depois, a Fox Searchlight também lançou Imagine Eu & Você (2006).

4 – Albergue Espanhol, de Cédric Klapisch

Para fugir dos estúdios de Hollywood, Albergue Espanhol é uma comédia romântica  multicultural que capta o caos e a emoção da juventude. Dirigida e escrita por Cédric Klapisch, este é o primeiro capítulo de uma trilogia que segue a jornada de Xavier (Romain Duris) de estudante a homem de família, na maravilhosa sequência Bonecas Russas (2005) e o morno O Enigma Chinês (2013).

Neste filme, Xavier é um estudante universitário francês que se muda para Barcelona, na Espanha, para aprender espanhol, a fim de conseguir um sonhado emprego. Assim, ele divide a casa com outros jovens de diversos países europeus. A partir dessa temporada, ele percebe que a namorada, Martine (Audrey Tautou), não é mais a pessoa certa para ele, e apaixona-se pela esposa de um amigo. 

Entre erros e acertos, Xavier faz diversas divagações sobre o amor e aprende ao lado dos seus novos amigos a lidar com as suas paixões antes de encontrar o verdadeiro amor. Com mais de 41 mil votos, Albergue Espanhol recebeu nota 7.3 do público no IMDb e tornou-se um clássico da era da globalização. 

5 – Embriagado de Amor, de Paul Thomas Anderson

Afinal, o que faz uma comédia romântica resistir ao tempo? Seus traços únicos, com certeza. Antes do melódico Licorice Pizza (2021), Paul Thomas Anderson investiu no nascer da paixão de maneira estranha e tocante com Embriagado de Amor (Punch-Drunk Love). 

Além dessas características citadas, o filme é deliciosamente engraçado devido à personalidade cômica de Adam Sandler em uma das melhores atuações no cinema. Aqui, ele interpreta Barry Egan, o dono de um negócio de suprimentos de banheiro, cuja família é super repressiva. Assim, Barry desenvolve um comportamento solitário, mas suscetível a explosões violentas. 

Sua vida ordinária é abalada pela inesperada paixão pela colega de trabalho de uma de suas sete irmãs, Lena Leonard (Emily Watson). O romance, no entanto, é ameaçado por seu comportamento explosivo e por um caso de extorsão. Esta montanha-russa de emoções conquistou as plateias, recebendo nota 79% dentre 199 resenhas da crítica no Rotten Tomatoes e nota 7.3 entre mais de 165 mil votos no IMDb.

Zachary Levi comenta foto vazada do uniforme ‘Shazam!’

Como o diretor David F. Sandberg já havia previsto, vazou no Reddit uma imagem de Zachary Levi vestido com o uniforme completo do herói. Com isso, o ator resolveu comentar em uma live no Instagram que o vazamento não estava sendo esperado pela produção:

“Pessoal, o que vocês acharam daquela foto do Shazam que vazou ontem? Foi doidera, aquilo não foi planejado, não foi nada planejado. Espero ter uma foto melhor para vocês verem muito em breve”

Confira a imagem:

Dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary LeviJack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.

‘Guardiões da Galáxia 3’: Executivos da Disney estudam recontratar James Gunn

Parece que a comoção dos fãs e o recente pedido assinado em carta aberta pelo elenco, estão surtindo algum efeito no caso James Gunn.

De acordo com a Variety, há um crescente sentimento entre alguns internos do estúdio de que Gunn deveria ser recontratado, principalmente porque ainda não há conversas com a Marvel sobre quem poderia substitui-lo em Guardiões da Galáxia 3’.

Apesar da vontade, a ordem da demissão veio do CEO da Disney, Robert Iger, e não se sabe se ele voltará atrás, afinal, recontratar Gunn pode gerar ainda mais polêmica para o estúdio.

Entenda o caso e leia a carta aberta assinada por todo o elenco da franquia:

O astro e protagonista da franquiaGuardiões da GaláxiaChris Pratt, publicou em seu Instagram pessoal uma carta aberta pedindo o retorno de James Gunn ao posto de diretor do filme.

O texto, que está assinado por todo o elenco da saga, foi postado com a seguinte legenda escrita por Pratt:

“Embora eu não apoie as péssimas piadas de James Gunn feitas há anos, ele é um homem bom. Eu pessoalmente adoraria vê-lo reintegrado como diretor do Volume 3. Por favor, leia a seguinte declaração assinada por todo o nosso elenco.”, ele firma.

No texto, o elenco elogia e agradece o diretor por ter trazido o mundo dos Guardiões às telonas, além de deixarem claro que apoiam Gunn e que o terceiro e último filme não será o mesmo sem a visão e a presença dele.

“Nós estamos dando todo o apoio a James Gunn. Ficamos todos muito chocados com a repentina demissão e esperamos esses dez dias para nos posicionarmos para podemos pensar, rezar, ouvir e discutir sobre o ocorrido. Nesse tempo, nos encorajamos com o grande apoio dos fãs e membros da mídia que desejam ver James voltando como diretor de [Guardiões  da Galáxia] Volume 3, e também fomos desanimados por aqueles tão facilmente enganados que acreditaram nas muitas teorias de conspiração extravagantes sobre James.

Estar nos filmes dos Guardiões é uma honra para cada um de nós. Não podemos deixar esse momento passar sem demonstrar nosso amor, apoio e gratidão por tudo que James fez por nós. Não estamos aqui para defendê-lo de suas piadas, feitas há muitos anos, mas queremos compartilhar a nossa experiência em passar tantos anos com ele nos sets de filmagens.

A forma que ele se mostrou após sua demissão é consistente com o homem que ele era todos os dias nos sets, e seu pedido de desculpas, tanto de agora como o de anos atrás, quando falou pela primeira vez sobre essas piadas, acreditamos que é do coração.”

‘Guardiões da Galáxia 3’: Dave Bautista critica demissão de James Gunn 

Atores apoiam James Gunn e pedem retorno do diretor a ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’

O diretor foi demitido depois que personalidades conservadoras reapareceram velhos tweets nos quais o cineasta brincou sobre assuntos polêmicos como pedofilia e estupro.

Em alguns tweets, Gunn escreveu coisas como:

“Eu gosto quando menininhos tocam em minhas partes íntimas. Shhh!”

“Filmes não românticos: Três homens e um bebê fazendo sexo”

“Meu novo filme ‘Jerkloose’ se passará em uma cidade pequena onde se masturbar é proibido e jovens fazem na frente de criancinhas para mostrar como é divertido”

“Rir é o melhor remédio. é por isso que eu rio de pessoas com AIDS”

“Acabei de fazer uma piada sobre sodomizar a minha amiga quando ela estava dormindo”

“Queria caçar animais de grande porte, mas sei que isso é moralmente questionável. Então estou indo atrás de caçar alguém para estuprar”

Depois das acusações, Gunn publicou uma série de mensagens no Twitter pedindo desculpas aos fãs:

“As pessoas que seguiram minha carreira sabem como comecei. Me via como um provocador, fazendo filmes e contando piadas que eram escandalosas e tabu para muitos. Como disse publicamente muitas vezes, na medida em que desenvolvi como pessoa, meu trabalho e meu humor também desenvolveram. Não posso dizer que sou melhor, mas sou muito diferente do que eu era  passado. A época em que falava coisas só para chocar e ver as reações de todos definitivamente já acabou. No passado, me desculpei pelo meu humor ácido. Me sinto arrependido e realmente quis dizer tudo que disse nas minhas desculpas. Eu sei que é uma declaração estranha e que pode parecer óbvia, mas estou aqui dizendo isso. Esta é a verdade completa: costumava fazer piadas ofensivas, não faço mais. Não culpo meu passado por isso, mas me sinto mais humano e mais criativo hoje. Amo vocês”.

O presidente da Walt Disney Studios, Alan Horn, anunciou a demissão em comunicado:

“As atitudes e declarações ofensivas descobertas no feed do Twitter de James são indefensáveis ​​e inconsistentes com os valores de nosso estúdio, e nós rompemos nosso relacionamento comercial com ele”.

10 curiosidades de ‘Náufrago’, um dos ícones das sessões vespertinas da TV aberta

Lançado em 2000, o filme Náufrago redefiniu as histórias de sobrevivência no cinema, ao mostrar a história de um funcionário da FedEx, que tentando mostrar o compromisso da empresa com suas entregas, parte em uma viagem aérea para entregar os pacotes dos clientes, mas acaba sofrendo um acidente e seu avião cai no oceano.

Milagrosamente, ele sobrevive e acorda em uma ilha deserta, onde precisa usar das encomendas que aparecem na praia para ajudá-lo a sobreviver aos desafios do clima e da condição extrema em que se encontra. Com o passar dos anos, esse filme se transformou em um clássico e foi repetido exaustivamente nas famosas sessões vespertinas da TV aberta, o que só aumentou a fama do longa no Brasil. Pensando nisso, separamos 10 curiosidades sobre os bastidores e o processo de criação do filme. Confira!

Ideia original

Tom Hanks tinha um desejo antigo de interpretar um personagem marcante em um filme de sobrevivência. Então, ele leu uma matéria em uma revista sobre as rotas aéreas da FedEx, que contava com aviões atravessando o Oceano Pacífico em aviões cerca de três vezes por dia. Aí veio o estalo e ele decidiu combinar essa ideia com seu desejo para propor uma história que imaginava o que aconteceria caso uma dessas três rotas diárias fosse afetada por um acidente aéreo. O estúdio comprou a ideia e o resto é história.

Corpo de pai

Para interpretar o protagonista, Tom Hanks viveu dois extremos. Por se tratar de um homem de meia idade, o ator abandonou qualquer tipo de exercício físico e passou a comer besteira, para ficar com o corpo mais gorducho, deixando a famosa pancinha de um cinquentão. Então, quando terminaram as filmagens de suas cenas “normais”, a produção deu a ele o período de um ano para ele mergulhar nos exercícios e não cortar barba ou cabelo. Assim, ele perdeu 50kg e ficou com aquele visual desgrenhado.

Tudo se aproveita

Você deve estar se perguntando: “Como os investidores aceitaram esperar um ano para essa adequação de Hanks ao papel?”. Bom, como tudo se aproveita em Hollywood, nesse intervalo de um ano, o diretor Robert Zemeckis chamou todo o elenco de Náufrago – com exceção de Hanks – para trabalhar com ele em outro projeto: o filme Revelação (2000), estrelado por Harrison Ford.

FedEx

Apesar de ser a principal marca exposta ao longo do filme, com seu logo estampado em camisas, paredes, aviões, carros e pacotes, a FedEx não precisou pagar nada aos investidores para exibir sua marca. Pois é, eles ganharam essa publicidade gratuita, que inicialmente preocupou os executivos da empresa de entregas, mas que acabou sendo muito positiva para a marca. Isso porque eles tiveram um aumento exponencial de pedidos de entregas internacionais com o sucesso do filme, além de registrarem um aumento de 30% de profissionais interessados em trabalhar para eles.

Personalidades

Na primeira versão do roteiro, o protagonista desenvolveria dupla personalidade na ilha: uma boa e uma má, que debateriam ao longo do filme. Só que essa ideia não foi pra frente, já que mudaria a temática da história. Posteriormente, essas personalidades seriam substituídas pela bola Wilson e algumas cenas dele delirando.

WILSOOON

Apesar de ter Hanks no filme, a grande estrela dessa produção é a bola Wilson. Principal companheira do personagem de Hanks na praia, a bola de vôlei virou um símbolo do filme e ficou marcada eternamente na Cultura Pop. Tanto que uma das três bolas usadas nas filmagens foi a leilão e acabou sendo arrematada por mais de 18 mil dólares. Mas o mais curioso é que em uma das versões do filme, a bola tinha falas. Sim o Wilson teve um roteiro escrito para interagir com o protagonista, facilitando o trabalho de Tom Hanks para enxergar o objeto como um personagem. Porém, essas falas foram removidas do corte final do filme.

Do diretor

O design do Wilson é icônico por si só, já que é uma bola branca de vôlei toda branca da marca Wilson, daí o nome. No entanto, essa “tela branca” oval ficou famosa por conta da forma da mão de Tom Hanks marcada com o sangue do protagonista, formando um rostinho na bola. Essa ideia do “rosto” da bola ser feito com sangue foi do próprio diretor, que queria inferir que o Wilson “nasceu” do protagonista, fazendo com que ele sentisse como se estivesse perdendo um filho na cena em que se separam.

Perrengue

Para aumentar o entendimento sobre as dificuldades de estar perdido em uma ilha deserta, parte da equipe foi deixada sozinha na ilha para viver nas mesmas condições do protagonista por alguns dias. Ou seja, eles ficaram lá sem comida ou água, precisando encontrar formas de sobreviver. Assim, eles tentaram aprender a pescar, abrir cocos com pacotes que vinham do mar e vivenciaram a dificuldade de acender uma fogueira. Isso trouxe veracidade para as filmagens, já que as técnicas utilizadas por Hanks foram todas testadas pela equipe previamente, contando ao ator o que funcionava e quais as maiores dificuldades para executar cada uma delas.

Pós de respeito

Além da equipe, que passou esse tanto de perrengue, outro setor que trabalhou horrores foi o pessoal da pós-produção. A equipe analisou as dificuldades de gravar as cenas de noite com luz artificial, porque não davam a impressão de naturalidade. Então decidiram gravar todas as cenas noturnas de dia, escurecendo essas sequências na pós-produção. Fora isso, todos os diálogos e efeitos sonoros tiveram de ser inseridos depois, na pós-produção, porque as cenas que precisavam do som natural foram TODAS atrapalhadas por surfistas que estavam na praia.

Solução

No filme, o personagem de Tom Hanks sobrevive na ilha abrindo os pacotes que o mar trazia do avião caído. Porém, ele mantém um pacote fechado para entregá-lo quando retornar. Em uma sessão de perguntas e respostas, questionaram ao diretor o que havia no pacote. Robert Zemeckis, então, revelou que o conteúdo da caixa era “apenas” um telefone por satélite à prova d’água e carregado com energia solar. Ou seja, era a solução para os problemas do protagonista, que ficou incomunicável na ilha.

Náufrago está disponível no Globoplay.

 

Crítica | Veja Como Eles Correm – Mistério Cômico que Homenageia Agatha Christie estreia no Star+

Não é à toa que o título de “rainha do crime” foi conferido à escritora britânica Agatha Christie. Autora de dezenas de títulos extremamente populares na virada dos séculos XIX e XX, seus livros continuam em alta mesmo hoje, cerca de cem anos depois, ganhando adaptações audiovisuais em diversos formatos. É como se Agatha Christie fosse uma grande novidade, sensação do momento no mundo hollywoodiano, sendo citada direta ou indiretamente em muitas produções e ganhando filmes e séries inspiradas em seus livros. A mais nova adaptação desse universo é ‘Veja Como Eles Correm’, filme com grande elenco que chegou a estrear nos cinemas lá fora, mas que aqui no Brasil chegou diretamente na plataforma da Starplus nessa virada de ano.

Durante a comemoração da 100a apresentação da peça ‘A Ratoeira’, de Agatha Christie, elenco, convidados e produção se reúnem em uma grande festa. Porém, após arrumar confusão com o protagonista do espetáculo, Leo Kopernick (Adrien Brody), diretor do novo filme baseado nessa história, é encontrado morto no cenário. Primeira a chegar na cena do crime, a policial Stalker (Saoirse Ronan), fã do mundo do cinema, mal pode conter sua emoção de estar no caso, mas quando o investigador Stoppard (Sam Rockwell) chega, a realidade bate à porta: todos os presentes são suspeitos do homicídio. Na busca pelo misterioso assassino de sobretudo e chapéu, realidade e ficção se misturarão em uma intrincada história onde nem mesmo a própria autora escapa.

Em uma hora e quarenta de duração, ‘Veja Como Eles Correm’ presta uma grande homenagem a esta que é uma das maiores escritoras de entretenimento do mundo. Entretanto, ao contrário dos envolventes livros da autora, ao longa de Tom George falta-lhe ritmo, falta-lhe aquele ingrediente tão especial nas histórias de mistério de Agatha. Por optar em usar a metalinguagem como seu principal elemento condutor (ou seja, quando a história fala da própria história), o roteiro de Mark Chappell perde potência pois toda hora que a trama parece avançar, ela para e volta em flashbacks, tentando se auto-explicar para os personagens e para o espectador. No fim de uma hora a gente já se sente meio aborrecido com a condução dos protagonistas.

O par de investigadores ajuda a construir uma sensação no espectador de que estamos sendo subestimados: enquanto Stoppard é um machistinha que adora beber (característica que não influencia no enredo), Stalker é excessivamente infantil e faladeira, o que reforça não só o estereótipo das personagens como também cria um abismo entre elas, tornando difícil ao espectador acompanhar esses dois condutores da história por falta de carisma neles.

Ainda assim, ‘Veja Como Eles Correm’ é esteticamente bonito, com cores muito marcantes, uma boa produção de arte e brinca, de maneira fabulesca, com a técnica mais famosa de crime e mistério tão bem usada pela rainha do crime. Suco de entretenimento para quem quer se divertir no fascinante mundo de Agatha Christie.

‘Os Mandalorianos’: R4-D5 irá retornar para o universo ‘Star Wars’, diz Jon Favreau

R5-D4: este é um nome que os fãs de Star Wars não ouvem em muito tempo.

Para falar a verdade, nunca ouviram. O droide, pertencente à trilogia original da franquia, em 1977, só ganhou referência pela sua cor, quando um jovem Luke Skywalker disse, “Vamos, Red, rápido!”, depois de comprar o robô de um grupo de Jawas.

R5 foi o robô que Luke e Tio Owen compraram ao invés de R2-D2, mas o destino – ou talvez tenha sido a Força – interveio no meio do caminho: pouquíssimo tempo depois de adquirirem o droide, uma de suas juntas explodiu.

Com exceção de linhas de brinquedos, o robô nunca mais apareceu dentro da franquia cinematográfica. Porém, Jon Favreau, que agora está trabalhando em diversas produções do Disney+, incluindo a série Os Mandalorianos, publicou em seu Instagram uma foto desse personagem, indicando que ele pode voltar para o show.

Confira:

https://www.instagram.com/p/BtM4dbqhJIe/?utm_source=ig_embed

Os Mandalorianos se passsa logo depois da queda do Império em Retorno de Jedi, protagonizado por Pedro Pascal.

Ainda não há data de estreia confirmada para a série spin-off, e nem mesmo qual papel R5-D4 terá.

‘Aves de Rapina’: Longa-metragem é totalmente único, diz Mary Elizabeth Winstead

Em uma recente entrevista ao site TotalFilm, a atriz Mary Elizabeth Winstead o que o público pode esperar do aguardado lançamento Aves de Rapina (e a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)’.

A atriz, que dá vida à Helena Bertinelli/Caçadora no longa-metragem, comentou que a nova entrada do universo estendido DC é diferente de tudo o que existe.

“Vocês podem esperar algo muito engraçado, um pouco selvagem e totalmente único”, ela disse. “Todo dia que estávamos lá, fazíamos algo diferente de qualquer coisa já vista no gênero. Era incrivelmente emocionante”.

O longa é dirigido por Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).

Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas  nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

‘Mulan’ enfrenta um soldado na nova cena divulgada; Confira!

Walt Disney Studios divulgou uma nova cena do remake em live-action de Mulan.

Confira:

Antes previsto para chegar aos cinemas mundiais em 27 de março (no Brasil, um dia antes), o longa foi removido do cronograma oficial da Casa Mouse devido ao surto de Coronavírus. De acordo com o Deadline, é possível que o filme ainda estreia este ano, mas nada foi confirmado.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

‘I Am Woman’: Cinebiografia sobre o ícone feminista Helen Reddy ganha trailer EMOCIONANTE; Confira!

‘I Am Woman’, cinebiografia sobre a cantora e ícone feminista Helen Reddy, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

O filme é dirigido pela aclamada Unjoo Moon, com roteiro assinado por Emma Jensen.

O longa abre com Reddy, de 24 anos, chegando em Nova York em 1966 com sua filha de três anos, uma mala e apenas 230 dólares. Em cinco anos, tornou-se uma das maiores superestrelas de seu tempo, com quase trinta singles #1 nas paradas dos Estados Unidos, seu próprio programa de televisão e um ícone do movimento feminista dos anos 1970, que adotaram seu hino como mote.

Tilda Cobham-Hervey estrela ao lado de Evan PetersDanielle MacdonaldMatty CardaropleRita Rani AhujaMolly Broadstock.

‘I Am Woman’ será lançado diretamente em VOD no dia 11 de setembro nos Estados Unidos. No Brasil, segue sem previsão de estreia.